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Não tomarás o nome do Senhor em vão - Ev. Fábio Segantin

Vídeo-aula sobre a lição 5 - Não tomarás o nome do Senhor em vão, apresentada pelo Ev. Fábio Segantin.

Lição 5 - 1T/2015

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Não tomarás o nome do Senhor em vão - Ev. José Roberto A. Barbosa

NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR EM VÃO

Texto Áureo Lv. 19.12 - Leitura Bíblica  Ex. 20.7; Mt. 5.33-37; 23.16-19



Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Os nomes bíblicos carregam significados especiais, não se trata de uma terminologia arbitrária, mas de uma revelação do caráter da pessoa. Em relação a Deus, Seus nomes revelados na Bíblia expressam Sua natureza. Na aula de hoje estudaremos a respeito dos nomes de Deus, e dos seus significados, a partir dessa análise, compreenderemos porque o nome do Senhor não poderia ser tomado em vão, de acordo com o terceiro mandamento. Ao final, destacaremos o valor do Nome de Jesus, que é um nome que está acima de todo Nome.

1. O NOME DE DEUS

O terceiro mandamento diz respeito ao nome do Senhor (Ex. 20.7), que não deve ser profanado. O nome de Deus foi revelado aos Israelitas, Yahweh identificou-se como o Senhor do Seu povo. A revelação desse nome ocorreu antes do povo chegar ao Sinai, quando Moisés viu a sarça ardente indagou como deveria ser referenciado o Deus que o enviaria a libertar os israelitas do Egito (EX. 3.14,15).  O nome de Deus revelado foi um tetragrama YHWH, composto por quatro consoantes, que literalmente significa “Eu sou quem eu sou”. Esse nome identifica a autoexistência divina, isso quer dizer que Yahweh - como costuma ser pronunciado o tetragrama - não depende de outros para existir. Por esse motivo o salmista declarou: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra” (Sl. 8.1). Os israelitas não estavam sendo proibidos de chamar Deus pelo nome, tratava-se de uma orientação jurídica, isto é, o nome do Senhor não poderia ser usado para dar falso testemunho. No entanto, alguns rabinos levaram tão a sério esse mandamento que deixaram de pronunciar o tetragrama, de modo que atualmente não se sabe ao certo como esse deve ser pronunciado. O nome YHWH quando identificado na leitura costuma ser substituído por Adonai, termo hebraico que significa Meu Senhor, ou tão somente Senhor, como tem sido utilizado na tradução bíblica para o português. A proibição, portanto, não está no uso do nome, mas na sua utilização indevida.

2. A REVERÊNCIA AO NOME DE DEUS

O nome do Senhor deveria ser reverenciado, não apenas por aqueles que lidam com a justiça, mas também pelos profetas. O uso inapropriado da expressão “assim diz o Senhor”, sem que Deus tivesse falado se constituía em pecado (Jr. 14.14,15). Aqueles que falam nas igrejas e nos púlpitos, em nome do Senhor, devem estar conscientes dessa responsabilidade. Trata-se de um perjúrio usar o nome de Deus para declarar algo que Ele não revelou, ou mesmo para prometer fazer algo que não será cumprido (Lv. 19.12). Isso deve ser considerado porque o nome de Deus é Maravilhoso (Jz. 13.17; Is. 9.6,7), portanto Jesus nos ensinou que todos devem reconhecer que o Nome de Deus é Santo (Mt. 6.9). O livro dos Salmos nos instrui a dar glória ao nome do Senhor (Sl. 29.2), e a cantar glória ao Seu nome (Sl. 72.19), a bendizer o Seu Santo Nome (Sl. 103.1). O nome do Senhor não deve ser profanado, antes invocado (Gn. 4.24), e digno de confiança (Is. 50.10), além de ser considerado glorioso (Dt. 28.58). A grandeza de Deus deve ser motivo para a reverência em relação ao nome do Senhor, ninguém deve usar Esse Nome indevidamente. O Nome de Deus não deve ser motivo de piadas, muito menos de blasfêmias. Mas não nos compete julgar, muito menos tomar atitudes agressivas em relação àqueles que profanam o Nome do Senhor, pois a Deus pertence à vingança, não a nós (Rm. 13.1).

3. EM NOME DE JESUS

O nome do Senhor não apenas deve ser mencionado através dos nossos lábios, como esse Nome reflete a identidade de um Deus de amor e graça, devemos viver para Ele e tudo o que fizermos, devemos fazer em Seu Nome (Cl. 3.17). Isso também é motivo para temer o Deus de Israel, inclusive o nome do Senhor Jesus. O pecado de Ceva, ao usar o nome de Jesus indevidamente, deve servir de alerta para aqueles que se apropriam desse Nome para satisfazer interesses pessoais (At. 19.17). O nome de Jesus tem autoridade especial para Sua igreja, não se trata de um amuleto, como querem defender alguns adeptos da Confissão Positiva. É preciso ter cuidado, pois nem todos aqueles que dizem Senhor, Senhor têm parte no evangelho de Cristo (Mt. 7.21-23). O nome de Jesus tem autoridade porque Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome (Fp. 2.9). Por isso, diante dEle deve se dobrar todo joelho dos que estão no céu e na terra (Fp. 2.10,11). Jesus é um nome que salva os pecadores, pois todos aqueles que O invocam encontram vida eterna (At. 4.12; Rm 10.13; I Jo. 5.13). Em nome dEle recebemos o batismo, fomos imersos no Seu corpo, fazendo parte da comunidade dos santos (Mt. 28.19). A santificação, operada em nós pelo Espírito Santo, acontece em nome de Jesus (I Co. 6.11). Infelizmente o nome de Jesus tem sido usado para fins interesseiros no contexto evangélico. Há quem o faça em forma de jargão “Em o nome de Jesus”, sem dar ao Senhor a glória, a honra e a autoridade que Lhe é própria.

CONCLUSÃO

O nome de Deus é significativo porque revela Sua natureza, a maneira como Ele se mostra através da Palavra. Ele não é apenas Elohim, o Deus Criador (transcendente), é também, Yahweh (imanente), o Deus que se envolve. A maior prova do interesse de Deus por nós é a vinda de Jesus, um Nome que está acima de todo e qualquer nome. Em Seu Nome temos a segurança de que somos aceitos por Deus, de Quem agora podemos nos aproximar chamando-O de Pai (Rm. 8.15-17).

BIBLIOGRAFIA

HOBBERT, J. C. The ten commandments: a preaching commentary. Nashville: Abingdon Press, 2002.

RYKEN, P. G. Os dez mandamentos para os dias de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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Não tomarás o nome do Senhor em vão - EBP em Foco

Aula ministrada no Programa EBP em Foco da EBD da Asssembleia de Deus em Teófilo Otoni/MG.

Lição 5 - 1T/2015

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O Uso Reverente do Nome de Deus - Steven R. Key

De um sermão pregado na Igreja Reformada “Randolph Protestant Reformed Church” em 21 de Setembro de 1997. Textos Bíblicos: Salmo 145 e Êxodo 20:7.

À medida em que continuamos nossa consideração dos Dez Mandamentos, como aquele guia divino para a nossa vida de gratidão a Deus nosso Salvador, chegamos nesta manhã ao terceiro mandamento. O Catecismo de Heidelberg, no que pode ser considerado como um desenvolvimento atípico, devota dois Domingos ao terceiro mandamento. No “Domingo 36″ é tratado o terceiro mandamento na sua essência, explicando o que nele é exigido de nós, mas também estabelece a idéia da natureza terrível do pecado aqui proibido. “Não há pecado maior ou mais provocativo a Deus do que a profanação do Seu nome.” Mas havendo exposto a lei de Deus apresentada no terceiro mandamento, o Catecismo então devota o Domingo 37 a um assunto que também enquadra-se no tema geral deste mesmo mandamento, que é o uso do juramento ou da conformidade com o testemunho de alguém ao proferir um juramento em nome de Deus. Aquela exposição longa e detalhada do terceiro mandamento serve para demonstrar a seriedade e santo temor nos quais devemos estar perante o nome de Deus. Pois o nome de Deus é certamente o assunto deste mandamento. “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7)

Temos visto que somente Deus é Deus. Em gratidão a Deus por sua grande obra por nós e em nós é que O louvamos como o único Deus. Não teremos outros deuses diante de nós. E porque nós reconhecemos que somente Ele é soberano e que somente Ele tem o direito de exigir de nós o que Ele queira, é que nós também recebemos da Sua boca o segundo mandamento, o qual em essência nos chama a louva-LO somente da maneira que Ele próprio indicou na Sua Palavra, principalmente ouvindo-O ativamente na pregação do Seu Evangelho, de forma a responder a Ele com gratos louvores. Estes, como vocês se lembrarão, foram os dois primeiros mandamentos. Agora chegamos ao terceiro, um mandamento que tem suas bases na verdade de que o Deus Quem nos salvou e portanto o Deus a Quem servimos como o nosso Pai celeste, é o Deus Que é perfeitamente santo. E se Ele é santo - e muito certamente Ele o é - então o Seu nome, pelo qual Ele Se revela a nós, também é santo. E nós que usamos o Seu nome devemos faze-lo com reverência e santo temor, para adora-LO e glorifica-LO, e representa-LO através de nossas vidas de santidade para com o Senhor. Com esta breve introdução, então, eu chamo sua atenção para :

 

O Uso Reverente do Nome de Deus

Notamos:

I. O Santo Nome de Deus

II. O Abuso Daquele Nome

III. O Uso Apropriado do Nome de Deus

1. CONFORME CONSIDERAMOS AS EXIGÊNCIAS DO TERCEIRO MANDAMENTO, QUEREMOS COMEÇAR POR CONSIDERAR O SANTO NOME DE DEUS.

O QUE SIGNIFICA O SANTO NOME DE DEUS?

Entre os homens nós nos referimos a um nom e em mais de um sentido. No nosso meio um nom epode ser pouco mais que uma etiqueta, uma designação que diferencia uma pessoa da outra. Nós temos nossos nomes pessoais, e algumas vezes até apelidos, pelos quais nos referimos uns aos outros, e nos endereçamos como pessoas. Mas uma coisa perdura como verdadeira sobre um nome - ele é inseparável da pessoa à qual se refere. Pessoa e nome são inseparáveis. Quando alguém assina o seu nome num documento, expressa que pessoalmente endossa aquele documento ou é responsável pelo seu conteúdo. Mas porque uma pessoa e seu nome são inseparáveis, um nome também denota a reputação daquele a quem pertence. Pelo nome de alguém, e pelo que é dito a seu respeito, sua reputação é gravada nas mentes de outros como sendo a de um homem com um nome bom ou mau. E também lemos em Provérbios 22:1 que um nome bom vale mais do que grandes riquezas (”Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro.”). E em Eclesiastes 7 nos é dito que um bom nome (boa fama) é melhor que ungüento precioso (”Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento…”). Nós portanto também compreendemos que quando o nome de alguém é criticado ou injuriado, é a sua pessoa que carrega a expressão de abominação e desonra.

O nome de deus também é inseparável do Seu próprio Ser. Através do Seu nome Ele Se revela a Si próprio. O nome de Deus é aquele através do qual Ele Se faz conhecido, bem como a Todas as Suas virtudes. Em primeiro lugar, que o nome de Deus é revelado em todas as obras das Suas mãos, na criação e na história. Por intermédio de todas aquelas coisas Deus tem Se tornado conhecido, estabelecendo a Sua reputação. No capítulo 145 do livro dos Salmos, lemos que o salmista anuncia a sua resolução de louvar o nome de Deus, seu Rei, para sempre e sempre. Ele fala do nome de Deus como aquele pelo qual Deus tem Se revelado a Si mesmo. Vejam: “Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos e para sempre. Grande é o Senhor, e muito digno de louvor, e a sua grandeza inexcrutável. Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciarão as tuas proezas. Falarei da magnificência gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas. E se falará da força dos teus feitos terríveis; e contarei a tua grandeza.” (Salmo 145:2-6). Ele continua a falar das obras de Deus em toda a criação, e no desfecho do Seu conselho na história, maravilhando-se do fato de que “Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras … O Senhor guarda a todos os que o amam; mas todos os ímpios serão destruídos.” (versículos 17 e 20). E então conclui, “A minha boca falará o louvor do Senhor, e toda a carne louvará o seu santo nome pelos séculos dos séculos e para sempre.” (versículo 21). A mesma verdade é expressada no Salmo 8, que o nome de Deus é manifesto nas obras das Suas mãos, e especialmente magnificado nos nossos olhos que são Seus. Pois a nossa confissão é exatamente esta: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!” (Salmo 8:9).

Mas nós conhecemos o Seu nome de maneira especial através da Sua revelação, a qual se nos encontra gravada nas Escrituras. Lá o nosso Pai celestial nos tem revelado os Seus nomes pessoais, nomes com os quais Ele pode dirigir-se e pelos quais nós podemos falar a Seu respeito. Há também o nome através do qual Ele entra em relacionamento pessoal conosco. Há muitos nomes que tais de Deus, todos revelando um aspecto diferente do Seu Ser glorioso. Se nos referirmos a Ele como Deus, ou Senhor, ou Altíssimo, ou Todo-Poderoso, ou Pai, ou O Santo, cada nome conscientemente proferido, nos traz à comunhão com Ele e nos move a aproximarmo-nos dEle em louvor e adoração. Seus nomes são um presente para nós, Seu povo! Preste atenção! Quão imensurável é a grande misericórdia do nosso Deus! Ele, que é O Santo, apresentou-Se a nós pelo Seu nome! Ele Se aproximou de nós pessoalmente, nós que não somos simplesmente meras criaturas feitas do pó, mas que somos também pecadores, indignos e incapazes de utilizar Seu nome corretamente!

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Não tomarás o nome do Senhor em vão - Ev. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula prévia referente a Lição 5: Não o nome do Senhor Deus em vão do 1º Trimestre de 2015: Os Dez Mandamentos — Valores imutáveis para uma sociedade em constante mudança, como preparação dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 5 - 1T/2015

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Não tomarás o Nome do Senhor em vão - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Wilsonei Mattos para EBD da Asssembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 5 - 1T/2015

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Não Farás Imagens de Esculturas - Thiago Santos

rev-adultos

INTRODUÇÃO

I - PROIBIÇÃO À IDOLATRIA
II - AMEAÇAS E PROMESSAS
III - O CULTO VERDADEIRO
IV - AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO

CONCLUSÃO

A VENERAÇÃO MARIANA OU MARIOLATRIA

ATOS 4.12

Na lição desta semana, estudaremos a respeito de uma prática que Deus abomina: a idolatria. Em toda a Escritura Sagrada, encontramos a admoestação divina a respeito desta veneração ilícita que adultera a genuína adoração que é devida somente a Deus, Criador dos céus e da terra. Todavia, muitas são as práticas idólatras encontradas em diversas religiões. Tudo isso, é fruto do anseio do coração do homem por um Deus que supra as suas necessidades.

Em razão disso, surgiram muitos personagens significativos ao longo da história que se tornaram influentes, e por isso, venerados por muitos, e até mesmo, depois de mortos, exercem papel importante na cultura local onde viviam. Como exemplo, vemos em nosso contexto atual, uma prática que adquiriu influência significativa no Cristianismo: a adoração a Maria, ou como é conhecida, “Mariolatria”.

Instituída pela Igreja Católica Apostólica Romana, a veneração a Maria acredita na deificação daquela que foi o instrumento de Deus para trazer o Salvador da humanidade a este mundo. Com base nessas concepções e dogmas, estudaremos quais os fundamentos da adoração mariana, mais especificamente abordados pelo catolicismo romano, e o que a Palavra de Deus afirma a respeito. Em virtude disso, o professor poderá refletir com seus alunos acerca das principais implicações desta tradição religiosa. Enfatize também, a respeito da incumbência especial designada a Maria de ser a bem aventurada serva do Senhor e escolhida para ser a mãe terrena do Salvador do mundo.

I. O contexto histórico da idolatria.

Para discorrermos sobre este assunto, é necessário que retornemos um pouco na história. A prática da idolatria é antiga, desde os tempos mais remotos da história da humanidade. Pelo fato do homem ser essencialmente espiritual e religioso, a busca pela proximidade com o divino não deixa de ser uma necessidade de explicação para tudo que existe no campo material. O mundo, os seres vivos e a própria existência são frutos de uma fonte inteligente com capacidade de criar e manter tudo o que existe no universo.
Em vista disso, o homem cria a imagem do divino, das mais diferentes formas e tamanhos possíveis, e isso, de acordo com as suas necessidades e, conforme o tipo de sociedade que está inserido. O Dicionário Bíblico Wycliffe comenta esta fase épica e cita os diversos tipos de adoração que existiram ao longo da história humana.

“a) Aminismo. Era a adoração ou reverência aos objetos inanimados, tais como pedra, árvores, rios, fontes e outros objetos naturais. Também havia a adoração a coisas animadas, tais como aos animais: touros ou bezerros sagrados, símbolos do princípio da reprodução e da procriação; a serpente, como símbolo de renovação anual, uma vez que ela troca sua pele velha por uma nova; e pássaros, tais como o gavião, a águia e o falcão, como símbolos de sabedoria e conhecimento interior. Estas formas animais eram às vezes combinadas com formas humanas como objetos de adoração - o teriomorfismo.

b) Divindades astrais. Era a adoração aos corpos celestes, tais como o sol, a lua, e as estrelas. Os elementos e as forças da natureza também eram reverenciados e adorados: tempestades, ar, fogo, água e terra. Consequentemente, os deuses da vegetação e o genii loci (‘espírito do lugar’) recebiam uma posição importante.
O princípio da fertilidade era frequentemente divinizado como uma deusa-mãe como as imagens de Éfeso indicam. Isso envolvia a adoração ao sexo e a glorificação da prostituição.
Havia a tendência comum da adoração aos heróis, que também incluía os ancestrais mortos da tribo ou do clã.

c) Totemismo. Representava não apenas a atividade em artes e ofícios, mas a adoração ao deus ou à deusa que eram patronos do clã, qualquer que fosse a imagem sob a qual a divindade tivesse sido concebida. Geralmente este era um animal selvagem ou um pássaro, ou ainda a combinação de uma das formas animais com a humana.

d) Idealismo. Envolvia a adoração a conceitos abstratos tais como a sabedoria e a justiça. A adoração ao imperador deve ser incluída. Os reis, por terem o poder da vida e da morte sobre seus súditos, passaram a ser divinizados. ‘Ave César’ significava mais que um desejo de ‘vida longa ao rei’, assim como Heil Hitler’ (Salve Hitler); estes eram atos de adoração” (CPAD, 2010, p.945).

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Não Farás Imagens de Esculturas - Pr. Esequias Soares

Pastor Esequias Soares, comentarista das Lições Bíblicas da CPAD para a faixa etária de adultos, comenta o tema da quarta lição: Não Farás Imagens de Esculturas.

Lição 4 - 1T/2015

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Não Farás Imagens de Esculturas - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Euclides de Olivio para EBD da Asssembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 4 - 1T/2015

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Não Farás Imagens de Esculturas - Pr. Adilson Guilhermel

NÃO FARÁS IMAGENS DE ESCULTURAS
Lição 4 - 25 de Janeiro de 2015
Texto Áureo: I Coríntios 10.14 “Portanto, meus amados, fugi da idolatria.”
Leitura Bíblica em Classe: Êxodo 20.4-6; Deuteronômio 4.15-19

O IRRACIONAL TEM SUA FÉ NO QUE VÊ, E O RACIONAL TÊM SUA FÉ NO QUE NÃO VÊ.

Introdução: Quando se fala no homem irracional é lógico que envolve as questões espirituais no sentido daquilo que ele crê e adora. Isto porque, todo homem é dotado de um espírito gerado por Deus no momento da sua concepção, e nesse espírito está o princípio inteligente que o diferencia dos demais seres viventes. Assim entendemos que o homem é um espírito com corpo e alma, porém, esse corpo foi concebido com natureza pecaminosa vinda desde Adão e Eva. Como está num corpo de natureza pecaminosa ele não consegue visualizar o Deus que o gerou na sua concepção, o qual é um Espírito. Porém esse homem que está cego espiritualmente procura um deus para adorar, mas na sua irracionalidade espiritual resiste aos meios de salvação que o verdadeiro Deus apresenta. Assim ele procura confeccionar deuses visíveis, que são frutos de uma imaginação abastecida e influenciada pelo Diabo. Daí é comum observarmos figuras de animais alados, terrestres, marítimos ou de pessoas feitas de madeira, louça, metais etc. Como diz a palavra a respeito dessa irracionalidade humana em relação a esses ídolos: têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Neste mundo ainda na posse do deus deste século que é o Diabo, bilhões de pessoas se inclinam diante de imagens, não sabendo que por trás de cada uma têm um demônio sendo adorado, os quais levam essa adoração ao seu senhor que é o próprio Diabo. O único meio para o homem sair dessa irracionalidade e cegueira espiritual é aceitar as condições impostas por Deus a respeito da salvação. E nessa condição o ponto principal é se arrepender dos seus pecados reconhecendo que é um pecador pedir perdão e se render a Cristo.
1 - TODAS AS IMAGENS DE DEUSES É O FRUTO DA IMAGINAÇÃO DO HOMEM, POIS ELES NÃO EXISTEM
* Não se adora a Deus através de qualquer imagem, nem a imagem Dele, pois Ele é Espírito - Êxodo 20.4 Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
“Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus. Levítico 26:1″
Se o homem não buscar o verdadeiro conhecimento de Deus, como é revelado na Sua Palavra, têm grandes propensões a cair na idolatria. Esta tem sido a história do homem ao longo dos séculos. Por detrás do aparentemente inocente ídolo de barro, madeira, louça, metais etc. está à presença e o sinistro poder de um demônio. Trata-se verdadeiramente, de adoração a demônios. Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. “E não quero que sejais participantes com os demônios. 1 Coríntios 10:20″. Todo crente deve fugir de qualquer coisa que possa ter a aparência de idolatria. Muitas igrejas pseudo evangélicas voltadas à teologia da prosperidade e curas instantâneas têm introduzido nos seus cultos vários objetos como pontos de fé, que na realidade passam a serem usados como amuletos ou ídolos no seu lar. A adoração de imagens que se constitui em idolatria, e, é um dos pecados mais provocadores que pode existir diante de Deus. O Senhor Deus é um ser existente, a sua unidade e a sua influência são universal, daí, é necessário que saibamos e acreditemos que Ele é um Espírito infinito, que não pode ser representado como uma imagem na sua confecção e confiná-lo como uma imagem na sua consagração, para usá-lo nos momentos de necessidade. Assim é uma grande irracionalidade adorá-lo através de uma imagem, curvando-se a ela. Isto é mudar a sua verdade em mentira e a sua glória em vergonha.
* Satanás quer ser adorado através de imagens, mas Deus é só em espírito e em verdade - Êxodo 20.5 Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4:24″
A adoração ao Deus Supremo, único e verdadeiro jamais pode ser feita através de coisas visíveis, pois Ele é um Espírito infinito. A nossa adoração a Ele deve ser feita pelo poder da fé e não pelo poder da imaginação. Ele não pode ser fantasiado pelo homem, como Ele fosse alguém como nós. O cristão não pode ter qualquer tipo de imagem ou coisa no seu lar que venha estimular a sua fé, pois isso é coisa de pagão e não de crente. A nenhuma imagem pode ser dado qualquer sinal de respeito ou reverencia, muito menos serví-la, pois isso não é de Deus, e sim do Diabo. Jamais Deus se agradará ou aceitará, se a adoração a Ele vier por meio de uma imagem. O homem deve se inclinar para a espiritualidade da natureza divina e adorá-lo em espírito. Se não adorarmos a Deus em espírito não damos a Ele a glória devida ao seu Nome, e, assim o ato de adoração não tem qualquer valor ou aceitação. Se Deus não fosse Espírito, Ele não poderia ser perfeito, nem infinito, nem eterno, nem independente, nem o Pai dos espíritos. (”Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. Romanos 11:36″).
* Quem ama a Deus e obedece a seus mandamentos tem a sua graça e a sua misericórdia - Êxodo 20.6 E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
“Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. Romanos 2:13″
Uma coisa que esses irracionais espirituais que se inclinam diante de um ídolo ou imagem não enxergam, é que Deus odeia a idolatria e a toda falsa adoração. Ele tem desprazer com essas coisas e com tudo que levam a elas. Sendo Deus zeloso o homem deve ter temor e não oferecer qualquer adoração a Deus diferente do que indica a sua Palavra. A idolatria é uma grande maldade e será punida severamente, por ser uma infração a sua lei, como também uma afronta à sua soberania absoluta. Sendo este um pecado mortal, os filhos que seguem seus pais nesse tipo de adoração também sofrerão as conseqüências do pecado deles. Os judeus se amparavam numa linha de pensamento que pelo fato de serem da descendência de Abraão, por pior que vivessem, ainda assim teriam um lugar no mundo vindouro. Pelo fato de terem a lei, só poderiam tê-la como um privilégio para a salvação, se estivessem vivendo de acordo com essa lei, e isso era algo que eles não faziam. Não é o ouvir; mas o fazer que nos salvará. (E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Tiago 1:22).
* Não se representa Deus por qualquer imagem, isto é a maior afronta que alguém faz - Deuteronômio 4.15 Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o Senhor, em Horebe, falou convosco do meio do fogo;
“Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura. Isaías 42:8″
Quando Deus falou com o povo em Horebe, nenhuma aparência foi vista no meio do fogo. E isso reforça o pensamento de que Deus proíbe seu povo de adorar representações visíveis de dele ou qualquer coisa que Ele tenha feito, sejam seres humanos, animais, aves, peixes, sol, lua ou estrelas. O homem jamais tem o direito de adorar a criação e deixar o seu criador de lado. Deus fez o homem a sua imagem e semelhança, mas os idólatras fazem imagens das suas próprias imaginações, depreciando e afrontando o Senhor. Eu sou o Senhor. Este é o meu nome, e foi por esse nome que ele se tornou conhecido através de todos os seus feitos milagrosos e poderosos. Sendo o Senhor, isso indica que Ele dá existência a todas as coisas e que somente Ele é Deus. Por isso podemos ter a certeza de que Ele é zeloso, e não dará a sua glória a outrem, a quem quer que seja, ou tente estar em competição com Ele.
2 - É ABOMINÁVEL AOS OLHOS DE DEUS ALGUÉM CONFECCIONAR QUALQUER IMAGEM PARA ADORAR -
* É uma estupidez do homem introduzir no culto qualquer imagem para adoração e veneração - Deuteronômio 4.16 Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher;
“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém. 1 João 5:21″
Imagem esculpida na forma de ídolo. Um fator corruptor mentalizado pelo homem é o fabrico de imagens para efeito de adoração ou veneração, pois isso desvia a mente das pessoas da presença invisível de Deus e rebaixa a idéia de como é a deidade. É proibido confeccionar ou fabricar qualquer coisa que tende a desviar a mente dos homens da presença invisível de Deus. É uma estupidez a adoração ou à veneração de imagens feitas por mãos humanas. Deus se faz conhecer através da natureza e por revelação e nunca através de imagens ou objetos. No paganismo isso sempre aconteceu em todos os tempos e no cristianismo a prática da adoração de imagens de pessoas foi estabelecida pela Igreja Católica pelo século terceiro d.C. e, que prevalece até esses tempos. O ídolo de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus, ou seja, um ídolo não possui existência real. Uma imagem morta não pode fazer coisa alguma pelo adorador, pois não é verdadeira. Um ídolo é um substituto inanimado e inútil do que é real. Que é um adorador racional aprendeu a conhecer o Deus verdadeiro por meio do seu Filho, Jesus Cristo, e por isso vive numa adoração real. Deus não tem cópias, pois Ele é um Ser autêntico que não tem imitações. Os cristãos vivem na luz da realidade e os incrédulos vivem nas trevas da irrealidade e num ambiente de falsidade e de simulação. O crente verdadeiro recebe discernimento espiritual para distinguir entre o verdadeiro e o falso, um discernimento que os incrédulos não possuem. Quem vive para os ídolos nunca se preencherá espiritualmente e por isso acaba levando uma vida falsa e vazia.
* É o cúmulo do absurdo idolatrar meras figuras de animais, pois é uma idolatria desmedida - Deuteronômio 4.17 Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alada que vôa pelos céus;
“Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Romanos 1:25″
A idolatria afeta muita gente, até mesmo os crentes podem ter mentes contaminadas por ídolos da ambição, da avareza, da inveja, do dinheiro, da fama ou até mesmo outro ser humano. É possível vem em algumas Igrejas líderes querendo ser supermilagreiros buscando para si a atenção do povo, e o povo leigo em sim, que é fácil de ser enganado e manipulado em questões de fé, acaba se fixando nesses líderes como se fosse um semideus. Tem crente também que se volta para astros de novela, cinema, esportes que passa a serem ídolos para eles a partir do momento que os priorizam ao invés de priorizar a Deus. Não trocar uma novela, um jogo de futebol ou qualquer outra coisa por um culto é uma forma escrachada de idolatria, a qual Deus abomina. O auge da luta contra a verdade de Deus é quando o ser humano troca a verdade de Deus pela mentira e segue com a idéia de que ele pode criar o seu próprio deus. Assim na realidade o ser humano não está servindo a ninguém e sim a sí próprio deixando de lado o Criador.
* A irracionalidade em questões espirituais leva o homem se expor ao ridículo da adoração - Deuteronômio 4.18 Figura de algum animal que se arrasta sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; - “E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Romanos 1:23″
È algo surreal ver até onde chega a imaginação do homem nas questões voltadas a confecção ou fabricação de figuras para adorar. E nessa coisa surreal de adoração fizeram deuses para si a sua própria imagem e se rebaixaram a ponto de adorar aves, insetos e outros animais. Assim o homem um ser dotado de inteligência chega até esse pondo e mal sabe ele que por trás disso tudo está a influência do Diabo. Porém isso faz parte da constituição humana que é a necessidade de adoração. Se não adora o Deus verdadeiro, adorará um deus falso, mesmo que ele próprio tenha que fabricá-lo. Isso mostra a tendência humana a se entregar facilmente a idolatria. Assim trocam a glória do Deus verdadeiro por deuses substitutos que ele próprio fabrica. Na sua irracionalidade o homem que poderia estar voltado para a verdade, troca o verdadeiro pelo falso.
* Ninguém pode se inclinar as coisas do firmamento, pois elas são para proclamar a glória de Deus - Deuteronômio 4.19 Que não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus. - “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Salmos 19:1″.
A adoração de astros como o sol, lua e estrelas tem sido a mais antiga forma de idolatria. O homem cego na sua forma de adoração não entende que essas coisas, as quais ele se volta para adorar foram criadas por Deus com o propósito de manter a vida nesse planeta e principalmente a vida do homem.  A existência da criação implica na existência de um Criador; e a natureza da criação demonstra que esse Criador teve a sabedoria necessária para realizar todas essas coisas maravilhosas para o bem estar do homem e jamais para que ele venha a adorá-la. Por isso o homem tanto judeu como gentio é indesculpável diante de Deus pela sua incredulidade. Todos os homens para sair dessas trevas precisam de um verdadeiro Salvador que é o Senhor Jesus Cristo. Ele é o único que pode suprir a necessidade da alma humana, pois não existe outro meio, a qual o homem possa ser salvo.

Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços da EBD 

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