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A Igreja e a Lei de Deus - Thiago Santos

rev-adultos

INTRODUÇÃO

I - O QUE SIGNIFICA “CUMPRIR A LEI”?

II - O SENHOR JESUS VIVEU A LEI

III - A LEI NÃO PODE SER REVOGADA

IV - A LEI E O EVANGELHO

CONCLUSÃO

“UM NOVO MANDAMENTO VOS DOU”

JOÃO 14.34,35

Na lição desta semana, aprenderemos concernente à relação existente entre o cumprimento da lei no Antigo Testamento e a prática do evangelho de Cristo para a Igreja. O Senhor Jesus declarou que ele não veio ab-rogar a lei, e sim cumpri-la (Mt 5.17). Isto significa que Cristo não descartou a lei, porém deixou claro que por de trás de cada ordenança estava implícita a vontade de Deus para o homem.

Em vista disso, Cristo viveu a verdade essencial da lei, √† medida que pregou a gra√ßa e o amor de Deus, convidando todos os homens ao arrependimento de seus pecados, a fim de que alcan√ßassem o perd√£o divino. Logo, Jesus cumpriu plenamente todas as reivindica√ß√Ķes da lei que o homem n√£o pode cumprir, visto que a compreens√£o humana tornou-se obscurecida por causa do pecado.

Tendo em vista que o seu ensino deveria alcan√ßar todas as camadas da sociedade, a base da prega√ß√£o de Cristo s√≥ poderia ser o amor. Tal amor n√£o possu√≠a o aspecto humano de amar, e nem mesmo o que ensinava o juda√≠smo com sua religiosidade arcaica e falida. Mas o amor de Cristo era singelo e pregava “miseric√≥rdia quero e n√£o sacrif√≠cio” (Mt 12.7). O evangelho de Cristo valoriza a lei real: “amar√°s ao teu pr√≥ximo como a ti mesmo”. Jesus exemplificou com a pr√≥pria vida o que √© amar e instruiu aos seus disc√≠pulos que deveriam praticar o amor de Deus da mesma maneira (Jo 13.34).

Sendo assim, nesta lição, o professor poderá apresentar aos seus alunos os aspectos que envolvem a relação da lei no Antigo testamento com a mensagem do evangelho de Cristo no Novo Testamento. Além disso, refletir com seus alunos acerca do modo de amar que Cristo instruiu aos seus discípulos.

I. Cristo cumpriu plenamente a lei

O caráter da pregação de Cristo consistia, exatamente em revelar o amor e a graça de Deus aos homens. Para isso, o mestre em excelência veio anunciando a palavra de arrependimento a todos os pecadores sem acepção de pessoas.

Embora os homens tenham distorcido a compreens√£o da lei, nosso Senhor mostrou o que eles deveriam fazer verdadeiramente: “cumprir o mais importante da lei: o ju√≠zo, a miseric√≥rdia e a f√©” (Cf. Mt 23.23). Cristo os repreendeu por conta da hipocrisia em que estavam imersos. O Coment√°rio B√≠blico de Mattew Henry: Novo testamento - Mateus a Jo√£o discorre deste epis√≥dio: [Os Judeus] eram muito r√≠gidos e precisos nos menores detalhes da lei, mas descuidados e relaxados nas quest√Ķes mais importantes (vv.23,24). Eles eram ‚Äėparciais na aplica√ß√£o da lei’ (Ml 2.9, vers√£o RA), escolhiam o seu dever segundo estivessem interessados ou fossem afetados. A obedi√™ncia sincera √© universal, e aquele que, com um princ√≠pio correto, obedece a qualquer dos preceitos de Deus, ter√° respeito a todos eles (Sl 119.6). Mas os hip√≥critas, que agem na religi√£o por si mesmos, e n√£o por Deus, n√£o far√£o mais na religi√£o do que servir a si mesmo” (CPAD, 2008, p.301).

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A Igreja e a Lei de Deus - Pr. Esequias Soares

Pastor Esequias Soares, comentarista das Li√ß√Ķes B√≠blicas da CPAD para a faixa et√°ria de adultos, comenta o tema da li√ß√£o 13: A Igreja e a Lei de Deus.

Lição 13 - 1T/2015

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A Igreja e a Lei de Deus - TV EBD - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 13 - A Igreja e a Lei de Deus. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 13 - 1T/2015

2ª Parte - Lição 13 - 1T/2015

3ª Parte - Lição 13 - 1T/2015

4ª Parte - Lição 13 - 1T/2015

5ª Parte - Lição 13 - 1T/2015

6ª Parte - Lição 13 - 1T/2015

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A Igreja e a Lei de Deus - Ev. Luiz Henrique

Lição 13 - A Igreja e a Lei de DEUS


Li√ß√Ķes B√≠blicas - 1¬ļ Trimestre de 2015 - CPAD - Para adultos


Tema: OS DEZ MANDAMENTOS - Valores Imutáveis Para Uma Sociedade Em Constante Mudança


Coment√°rios: Pr. Esequias Soares
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva


Question√°rio


N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO


http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm


 



 

TEXTO √ĀUREO
“Anulamos, pois, a lei pela f√©? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a lei.”(Rm 3.31)
 
VERDADE PR√ĀTICA
O Senhor JESUS definiu de maneira clara a relação entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a Lei e o Evangelho.
 
 
LEITURA DI√ĀRIA
 
Segunda - Ne 10.28,29 A lei de DEUS é a mesma lei de Moisés, o servo do Senhor
Terça - Mc 7.9-13 - O Senhor JESUS reconhecia a lei como a Palavra de DEUS
Quarta - Lc 24.44 - O Senhor JESUS é o centro e o cumprimento da lei e dos profetas
Quinta - Mt 23.23 - Nem todos os mandamentos têm o mesmo peso para o nosso DEUS
Sexta - Rm 10.4 - A lei testemunhava de antemão a salvação em CRISTO
Sábado - Jr 31.33 - CRISTO imprimiu a lei no mais profundo do coração humano
 
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Mateus 5.17-20; Romanos 7.7-12
Mateus 5.17 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim abrogar, mas cumprir. 18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. 19 Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus. 20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.
Romanos 7.7 Que diremos, pois? √Č a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu n√£o conheci o pecado sen√£o pela lei; porque eu n√£o conheceria a concupisc√™ncia, se a lei n√£o disesse: N√£o cobi√ßar√°s. 8 Mas o pecado, tomando ocasi√£o pelo mandamento, despertou em mim toda a concupisc√™ncia: porquanto, sem a lei, estava morto o pecado. 9 E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri; 10 e o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte. 11 Porque o pecado, tomando ocasi√£o pelo mandamento, me enganou e, por ele, me matou. 12 Assim, a lei √© santa; e o mandamento, santo, justo e bom.
 
OBJETIVO GERAL
Ressaltar o fato de que JESUS definiu, de maneira clara, a relação entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a Lei e o Evangelho.
 
OBJETIVOS ESPEC√ćFICOS
Mostrar o que significa “cumprir a lei”.
Explicar que JESUS viveu a lei.
Ressaltar que a lei n√£o pode ser revogada.
Enfatizar que a lei e o evangelho se completam.

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A Igreja e a Lei de Deus - Question√°rio - Ev. Luiz Henrique

Questionário da  Lição 13 - A Igreja e a Lei de DEUS
Li√ß√Ķes B√≠blicas - 1¬ļ Trimestre de 2015 - CPAD - Para adultos
Tema: OS DEZ MANDAMENTOS - Valores Imutáveis Para Uma Sociedade Em Constante Mudança
Coment√°rios: Pr. Esequias Soares
Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas Verdadeiras e com “F” as Falsas, conforme a revista da CPAD.

 
TEXTO √ĀUREO
 1- Complete:
“Anulamos, pois, a _________________ pela _________________? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a _________________.”(Rm 3.31)
¬†VERDADE PR√ĀTICA
2- Complete:
 O Senhor JESUS ____________________ de maneira clara a relação entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a ___________________ e o ___________________.
 
I. O QUE SIGNIFICA “CUMPRIR A LEI”?
3- O que significa “cumprir a Lei”?
(    ) JESUS disse que veio mudar a lei e os profetas.
(    ) JESUS disse que veio cumprir a lei e os profetas.
(¬†¬†¬† ) O verbo grego para “cumprir” √© pleroo e significa “cumprir, completar, encher”.
(    ) Devemos recordar o sentido de torah, estudado na lição 1, como instrução revelada no Sinai.
(    ) Ao longo do trimestre, vimos os aspectos teológico e ético do Decálogo.
(    ) O Antigo Testamento contém instrução e doutrina sobre DEUS, o mundo e a salvação, mas sua revelação é parcial.
(    ) A manifestação do Filho de DEUS tornou explícito o que antes estava implícito, e assim o Senhor completou a revelação.

4- Como se deu o cumprimento das profecias?
(¬†¬†¬† ) JESUS iniciou o seu minist√©rio terreno dizendo: “o tempo est√° se cumprindo”.
(¬†¬†¬† ) JESUS iniciou o seu minist√©rio terreno dizendo: “o tempo est√° cumprido”.
(¬†¬†¬† ) Diversas vezes encontramos no Novo Testamento, a declara√ß√£o como: “Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura”, ou fraseologia similar, principalmente no Evangelho de Mateus dentre outras cita√ß√Ķes.
(    ) As profecias se cumpriram em CRISTO.

5- Qual o centro das Escrituras?  
(    ) A provisão do Antigo Testamento sobre a obra redentora de DEUS em CRISTO é rica em detalhes.
(    ) Os escritores do Novo Testamento reconhecem a presença de CRISTO na história da redenção.
(¬†¬†¬† ) O ESP√ćRITO SANTO conduziu a Revela√ß√£o na vida do povo israelita de tal maneira que os ap√≥stolos puderam observar cada pormenor na vida e no minist√©rio terreno do Senhor JESUS CRISTO.
(    ) A ideia cristológica está completamente embutida na lei e nos profetas.
(    ) Quase todo o pensamento bíblico gira em torno de JESUS e da fé.
(    ) Todo o pensamento bíblico gira em torno de JESUS.
(    ) Todo o Antigo Testamento converge para o Senhor JESUS; Ele mesmo reconhecia isso.

II. O SENHOR JESUS VIVEU A LEI
6- Como os Preceitos cerimoniais foram cumpridos?
(    ) O Senhor JESUS é o sacerdote do sistema cerimonial da lei.
(    ) O Senhor JESUS cumpriu o sistema cerimonial da lei na sua morte.
(¬†¬†¬† ) As institui√ß√Ķes de Israel com suas festas, os holocaustos e os diversos tipos de sacrif√≠cios da lei de Mois√©s eram tipos e figuras que se cumpriram em CRISTO.
(¬†¬†¬† ) Assim, as cerim√īnias cessaram, mas o significado foi confirmado.

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A Igreja e a Lei de Deus - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Ap√≥s a chamada, solicitem ao secret√°rio da classe a rela√ß√£o dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, atrav√©s de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentir√£o queridos, cuidados, perceber√£o que voc√™s sentem falta deles. Dessa forma, voc√™s estar√£o estabelecendo v√≠nculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
Muito importante! Observem os 10 mandamentos do professor.

Os 10 mandamentos do Professor da Escola Dominical

1 - Não terás outra doutrina além da Bíblia Sagrada.

2 - N√£o dar√°s aula sem apresentar figuras, imagens, ilustra√ß√Ķes e outros recursos pedag√≥gicos para melhorar o aprendizado.

3 - N√£o tornar√°s o momento da aula em v√£o, com uma aula desprovida de conte√ļdo e sem metodologia criativa.

4 - Reservarás somente o sábado para preparar a aula? Nunca!!! A preparação deve acontecer durante a semana.

5 - Honrar√°s a presen√ßa dos alunos, com apresenta√ß√£o de conte√ļdo significativo e aulas prazerosas, participativas e din√Ęmicas.

6 - N√£o matar√°s o desejo do aluno de aprender. Ao contr√°rio, estimular√°s o aluno a participar da aula, apresentando informa√ß√Ķes e realizando perguntas.

7 - N√£o adulterar√°s as informa√ß√Ķes sobre o tema da aula, com interpreta√ß√Ķes duvidosas, descabidas e desnecess√°rias.

8 - Não furtarás a atuação do Espírito Santo, com uma vida cristã sem oração, comunhão com Deus e leitura bíblica.

9 - N√£o far√°s falso testemunho de si mesmo, com palavras que n√£o condizem com suas a√ß√Ķes. Ser√°s o exemplo daquilo que ensinas.

10 - N√£o cobi√ßar√°s o conhecimento do outro. Procurar√°s tamb√©m estudar a Palavra de Deus com seriedade, preparando-te para ministrar aulas com conte√ļdos e m√©todos adequados.Por Sulamita Macedo.

6 - Agora, voc√™s iniciam o estudo da li√ß√£o. Vejam estas sugest√Ķes:

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A Igreja e a Lei de Deus - Ev. Juarez Alves

Texto √Āureo
“Anulamos, pois, a lei pela f√©? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a lei.” (Rm 3.31).
Verdade Pr√°tica
O Senhor Jesus definiu de maneira clara a relação entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a Lei e o evangelho.
Introdução
Nesta √ļltima li√ß√£o, √© apresentada a lei no Novo Testamento. O cumprimento da lei em Cristo Jesus, torna o nosso entendimento mais profundo para exist√™ncia do amor maior que procede de Deus para com a humanidade. Vemos em Cristo Jesus o cumprimento de toda a lei, e atrav√©s dele, a salva√ß√£o para a humanidade. A lei representa o grande amor de Deus pelo homem, somente um Deus poderoso pode oferecer aos seus o seu grande amor.
A lei do homem e a lei de Deus.
Pesquisa arqueol√≥gica, deste s√©culo tem produzidos muitas descobertas sobre v√°rios c√≥digos orientais antigos. Fragmentos sumerianos, as leis acadianas de Eshununna, o c√≥digo sumerianos de Lipit-lstar, o c√≥digo de Hamur√°bi , o mais longo e mais conhecido das leis hititas. Todos esses cont√©m regulamentos que procedem de um “casuistico”, que sempre come√ßa com “se…”. Algumas destas caracter√≠sticas se aproximam da Lei divina entregue a Mois√©s. No entanto contexto pr√©-redigida da lei dada a Israel, a “torah”, √© consideravelmente a mais not√°vel de todos os c√≥digos de regras constantes em um volume apenas.
Nos c√≥digos orientais a religi√£o desempenha um papel meramente de subordina√ß√£o ao rei, e a deidade, que empresta sua autoridade aos c√≥digos orientais. Em geral os esses c√≥digos tratam exclusivamente de quest√Ķes legais, deixando as exorta√ß√Ķes morais e religiosas para outros ramos da literatura. Em contrapartida a torah, que pode ser definida como a palavra de Deus e que tamb√©m se refere √† lei ou ensino, em suas prescri√ß√Ķes legais e religiosas formam uma unidade concisa e insepar√°vel.
A preocupação do autor da lei não fora simplesmente o fato de ela agir no contexto moral e religioso, mas sim fazer com que a sociedade em que ela fossa implantada pudesse viver em uma realidade espiritual digna de alto padrão ético e religioso. Com ela, essa lei ou ensino, permitiria a aproximação do seu criador tornando possível uma verdadeira adoração.
Para a sociedade moderna os valores √©ticos, de rituais religiosos de prescri√ß√Ķes judaicas, deixa uma impress√£o de perplexidade em rela√ß√£o aos outros c√≥digos criados em tempos pr√≥ximos ao da torah. Uma das grandes contribui√ß√£o deste conjunto de ensino √© a possibilidade de enxergar nela o cuidado em rela√ß√£o aos menos favorecidos como por ex., dos cegos ( Lv 19.14; Dt 27.18) dos surdos (Lv 19.14) das vi√ļvas e dos √≥rf√£os (√äx 22. 21,22) e por¬†¬†outros que viviam nas classes sociais menos desprovidas em Israel.
Enquanto o código de Hamurabi, por exemplo, se preocupava em proteger a classe dominante. Contudo podemos verificar que a lei de Deus é ainda mais profunda e preocupada com relação à sociedade para mantê-la coesa e regulamentada. Esta ferramenta social foi de grande valia ao povo de Israel naquele momento histórico, e tem profundo aspecto positivo para a igreja na atualidade.
Deus se mostrou preocupado com todos dentro de uma sociedade que sendo estruturada como na√ß√£o. As implica√ß√Ķes da lei revelam as demandas humanas de um Deus que √© fiel para com os seus, diante de uma sociedade corrupta, Deus revela sua bondade para com aqueles que s√£o fi√©is. Todo o amparo da lei verifica a bondade de Deus pelos s√©culos, em favor da constru√ß√£o de uma sociedade pacifica e aben√ßoada.
A lei e o Novo Testamento.
A lei em o Novo Testamento √© citada como complemento da bondade e miseric√≥rdia de Deus para com a humanidade. Em uma das suas cita√ß√Ķes do SENHOR Jesus usa a express√£o “n√£o vim ab-rogar a lei, mas cumpri-la” (Mt 5-17),¬†¬†Ele deixa claro que a lei deveria fazer parte da exist√™ncia da igreja. Somente uma lei com sentido mais amplo, tem o papel de aproximar o seu humano da excel√™ncia de Deus e pode continuar perpetuamente (Mt 5.18).
A lei como a base do minist√©rio terreno de Jesus torna-o semelhante ao seu Pai, pois somente o nosso SENHOR Jesus teve condi√ß√£o de cumprir toda a lei. A finalidade maior da lei nunca foi de afastar o homem do seu criador, pelo contr√°rio, a maior contribui√ß√£o desta foi mostrar o quanto o amor de Deus teve n√£o somente pelos de Israel, mas tamb√©m com todo o mundo (Jo 3.16). Toda a lei em seus pormenores revela o centro da vontade divina, que era revelar ao mundo a Jesus Cristo, que √© o fim da lei. O minist√©rio terreno de Cristo Jesus contribui para que todos os salvos possam identificar em Cristo o amor de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Igreja e a Lei de Deus - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†= “Anulamos, pois, o lei pelo f√©? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a Lei.” (Rm 3.31.)
VERDADE PR√ĀTICA =¬†¬†O Senhor Jesus definiu de maneira clara a rela√ß√£o entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a Lei e o Evangelho.
LEITURA BIBLICA =Mateus 5: 17-20; Romanos 7: 7-12
INTRODUÇÃO
A IGREJA E A LEI DE DEUS
O enfoque do presente cap√≠tulo √© a compreens√£o da lei de Mois√©s e a sua rela√ß√£o com o Trata-se de um tema de grande complexidade. Disse Lutero: “Quem sabe distinguir corretamente o evangelho da lei deve agradecer a Deus e pode estar certo de que √© um te√≥logo”. Os tr√™s principais reformadores do s√©culo 16 debateram o assunto. Depois dessa s√©rie de estudos sobre o Dec√°logo e cada um dos seus preceitos1 resta responder a duas quest√Ķes: se a moral crist√£ est√° fundamentada nas dez palavras ou nos Dez Mandamentos (como aparece em nossas vers√Ķes da B√≠blia) e qual a sua relev√Ęncia para a igreja de Cristo na atualidade.
Já havia animosidades sobre o papel da lei de Moisés nos dias apostólicos. Esses debates ajudam a elucidar a questão, mas nem por isso a solucionaram definitivamente. Isso vem desde os galacionistas que se opunham ao apóstolo Paulo e também, em parte, desde os ebionitas, que defendiam a guarda da lei de Moisés. Mas os discípulos desses legalistas ainda estão por aí.
A LEI DE DEUS
A lei de Deus e os Dez Mandamentos n√£o s√£o a mesma coisa. Os Dez Mandamentos encabe√ßam os demais preceitos entregues por Deus a Mois√©s no monte Sinai desde √äxodo 19.16-19 at√© Lev√≠tico 26.46; 27.34. Esses preceitos s√£o identificados com frequ√™ncia como estatutos, ju√≠zos, leis e mandamentos. Muitos deles s√£o repetidos nos livros de N√ļmeros e Deuteron√īmio. Todo esse sistema legal integra o Pentateuco, que aparece na B√≠blia como lei, livro da lei, lei de Mois√©s, lei de Deus, lei do Senhor.√Č oportuno aqui esclarecer o que a B√≠blia quer dizer quando usa as palavras lei de Deus. O termo aparece sete vezes nas Escrituras, quatro no Antigo Testamento e tr√™s no Novo, e em nenhum lugar diz respeito ao Dec√°logo.
As quatro primeiras ocorr√™ncias se referem a toda a lei de Mois√©s, ao Pentateuco, como livro: “Josu√© escreveu estas palavras no livro da Lei de Deus (Os 24.26); “E leram o livro, na Lei de Deus.., ele lia o livro da Lei de Deus” (Ne 8.8, 18); “e convieram num an√°tema e num juramento, de que andariam na Lei de Deus, que foi dada pelo minist√©rio de Mois√©s, servo de Deus; e de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do SENHOR, nosso Senhor, e os seus ju√≠zos e os seus estatutos” (Ne 10.29). Assim, as express√Ķes “lei de Deus”, “lei do Senhor” e “lei de Mois√©s” dizem respeito √† mesma coisa (Ne 8.1, 8, 18; Lc 2.22, 23). Trata-se do Pentateuco no seu todo, e n√£o apenas do Dec√°logo, do livro, e n√£o das t√°buas de pedra.
As outras tr√™s aparecem somente em Romanos, e nenhuma delas diz respeito ao Dec√°logo: “Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus… Dou gra√ßas a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo √† lei de Deus, mas, com a carne, √† lei do pecado” (Rm 7.22, 25). O termo “lei” aparece cerca de 70 vezes nesta ep√≠stola com amplo significado, cuja explana√ß√£o n√£o cabe aqui. A “lei de Deus” neste contexto contrasta a “lei do pecado”, mostrando tratar-se de um princ√≠pio. A outra ocorr√™ncia √© no cap√≠tulo seguinte: “Porquanto a inclina√ß√£o da carne √© inimizade contra Deus, pois n√£o √© sujeita √† lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser” (Rm 8.7). O homem carnal n√£o tem lei nem se submete √† vontade de Deus que o ap√≥stolo chama de “lei de Deus”.
OS TRÊS TIPOS DE LEI
√Č comum ouvir falar de lei moral, lei cerimonial e lei civil. Os preceitos morais est√£o resumidos nos Dez Mandamentos. S√£o os que tratam dos princ√≠pios b√°sicos morais (alguns chegam a considerar erroneamente o s√°bado como preceito moral, ver Cap√≠tulo 5). √Č √ļnica por√ß√£o do Pentateuco escrita pelo dedo de Deus em duas t√°buas de pedra. A pr√≥pria na√ß√£o de Israel viu e ouviu Deus entregando essa parte da lei a Mois√©s. Essa √© outra caracter√≠stica distintiva do Dec√°logo.
A lei cerimonial √© a parte que trata das festividades religiosas, do sistema de sacrificio e da adora√ß√£o no santu√°rio, dos alimentos limpos e imundos e das instru√ß√Ķes sobre a pureza ritual, entre outros. A lei civil diz respeito √† responsabilidade do israelita como cidad√£o; s√£o regulamentos jur√≠dicos e instru√ß√Ķes que regiam a na√ß√£o de Israel. Conv√©m salientar o que j√° foi dito no Cap√≠tulo 1: “Embora essa distin√ß√£o tripartite seja antiga, seu uso como fundamento para explicar a rela√ß√£o entre os testamentos n√£o √© demonstravelmente derivada do Novo Testamento e provavelmente n√£o √© anterior a Tom√°s de Aquino” (CARSON, 2011, p. 179). Os preceitos cerimoniais e civis derivam dos preceitos morais. Esses tr√™s tipos de lei est√£o presentes no Pentateuco, entretanto, tudo √© a lei de Mois√©s.
H√° uma interpreta√ß√£o entre os crist√£os de que a lei moral √© eterna, portanto, para a atualidade. A lei cerimonial se cumpriu na vida e na obra de Jesus Cristo. A lei civil cumpriu sua fun√ß√£o at√© que Israel deixou de ser um estado teocr√°tico, e a Igreja n√£o √© um estado. Tudo isso s√£o interpreta√ß√Ķes. √Č verdade que a lei cerimonial se cumpriu em Jesus, pois todo o sistema e ritos do tabern√°culo apontavam para o Messias. Israel perdeu a condi√ß√£o de estado teocr√°tico (Mt 21 .43), e os privil√©gios de Israel foram transferidos para a Igreja (√äx 19.6, 7; 1 Pe 2.9, 10). O Senhor Jesus cumpriu todos os preceitos morais durante sua vida terrena. Em nenhum lugar o Novo Testamento diz que a lei moral se resume a amar a Deus e ao pr√≥ximo, mas abrange toda a lei: “Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (Mt 22.40). Clique aqui para ler o texto completo »

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A Igreja e a Lei de Deus - Pr. Agnaldo Betti

Vídeo-aula sobre a lição 13 - A Igreja e a Lei de Deus, apresentada pelo Pr. Agnaldo Betti - Pastor Supervisor da Assembleia de Deus em Campinas/SP, para o canal Escola Bíblica Dominical EBD.

Lição 13 - 1T/2015

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A Igreja e a Lei de Deus - Ev. José Roberto A. Barbosa

Texto √Āureo Rm. 3.31 - Leitura B√≠blica¬† Mt. 5.17-20; Rm. 7.7-12

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Na aula de hoje, a fim de refor√ßar as orienta√ß√Ķes apresentadas, refletiremos a respeito da rela√ß√£o entre lei e gra√ßa no contexto da igreja. Inicialmente meditaremos sobre o significado da lei de Deus para os israelitas, em seguida, analisaremos a abordagem de Jesus no que tange √† lei, e ao final, compararemos o papel da lei e da gra√ßa para a igreja. Concluiremos mostrando que os Dez Mandamentos se aplicam √† igreja, mas que s√£o cumpridos no amor-agape.

1. A LEI DE DEUS

A revela√ß√£o da lei de Deus deixou os israelitas at√īnitos, de acordo com o registro b√≠blico, “todo o povo viu os trov√Ķes, e os rel√Ęmpagos, e o sonido da buzina, e o monte fumegando; e o povo, vendo isso, retirou-se e p√īs-se de longe” (Ex. 20.18). Isso aconteceu depois que o Senhor desceu sobre o monte Sinai, de modo que aquele povo pode testemunhar a gl√≥ria de Deus (Ex. 19.18). Diante daquela manifesta√ß√£o gloriosa - ¬†shekinah - o povo se distanciou do lugar, permanecendo distante. Isso tem a ver com a demonstra√ß√£o da grandiosidade divina, e na limita√ß√£o humana. Os israelitas interpretaram a lei como instrumento de julgamento, deixando de atentar para seu lado positivo (Ex. 20.19). Com base nessa tradi√ß√£o, uma ala do juda√≠smo preferiu um relacionamento distante de Yahweh. Ele chegaram a pedir a Mois√©s que intercedesse por eles, n√£o queriam ouvir a revela√ß√£o diretamente de Deus (Ex. 20.19). Foi nesse contexto que Mois√©s se colocou como mediador entre Deus e os homes, assumindo a condi√ß√£o de profeta. Esse testemunho √© dado em Dt. 5.5 “naquele tempo, eu estava em p√© entre o Senhor e v√≥s, para vos notificar a palavra do Senhor, porque temestes o fogo e n√£o subistes ao monte”. O povo teve dificuldade de compreender o esp√≠rito da lei, ao inv√©s de v√™-la como uma d√°diva, para evitar que eles pecassem, e fossem destru√≠dos, assumiram apenas o lado negativo (Ex. 20.20). Nos tempos de Jesus muitos religiosos interpretaram erroneamente a Lei, tornando-a um fardo para as pessoas. O legalismo presente em algumas igrejas evang√©licas √© um reflexo desse equ√≠voco.

2. JESUS E O CUMPRIMENTO DA LEI

A pr√≥pria Lei tem seus limites, ningu√©m √© capaz de guarda-la, estamos fadados ao fracasso, pela condi√ß√£o pecaminosa. √Č justamente por esse motivo que Paulo explica que nenhuma carne ser√° justificada diante de Deus pelas obras da Lei. O pr√≥prio Ap√≥stolo deixa claro que o papel da Lei e apenas revelar o pecado (Rm. 3.20). Tiago refor√ßa esse argumento ao declarar que qualquer que trope√ßar em um s√≥ ponto da lei torna-se culpado de todos (Tg. 2.10). A lei pode apenas condenar, ela n√£o tem poder para salvar, identifica a doen√ßa, mas n√£o prov√™ o rem√©dio. Por isso temos a necessidade de um melhor Mediador, providenciado pelo pr√≥prio Deus. A provid√™ncia divina √© atestada por Paulo, afirmando que h√° apenas um Mediador entre Deus e os homens (I Tm. 2.5,6). Por meio de Cristo Deus providenciou o que a lei n√£o pode fazer (Rm. 8.3), dando-nos um Mediador superior a Mois√©s (Hb. 3.3; 8.6; 9.15; 12.22-24). Isso significa que n√£o estamos sem Lei para Deus, estamos agora debaixo da Lei de Cristo (I Co. 9.21). A obra redentora de Cristo cumpriu a Lei, Ele mesmo declarou que n√£o veio para destruir a lei, mas para cumpri-la (Mt. 5.17,18). Na sua morte Jesus cumpriu a lei cerimonial (Mc. 27.50,51;Lc. 24.46), bem como as institui√ß√Ķes festivas e sacrificiais (Hb. 5.4,5; I Co. 5.7). Em consequ√™ncia disso n√£o nos cabe mais ficar presos √†s cerim√īnias do culto judaico, como apregoam algumas igrejas judaizantes (Cl. 2.17).

3. LEI E GRAÇA

A lei √© boa e santa, serve para mostrar o pecado (Gl. 3.11,24,25), mas n√£o pode libertar o homem do pecado (Rm. 7.12). Ap√≥s a regenera√ß√£o o crist√£o se coloca na depend√™ncia do Esp√≠rito Santo, e passa a produzir Seu fruto (Gl. 5.22). A produ√ß√£o do fruto do Esp√≠rito resulta no processo de santifica√ß√£o (Rm. 8.1-7). Por meio dEle nos tornamos cumpridores de toda a lei, na medida em que demonstramos amor a Deus e ao pr√≥ximo (Mc. 12.28-33), nisso se resume a lei e os profetas (Mt. 22.40). A igreja segue a Lei de Cristo, que se concretiza no amor, n√£o mais na lei mosaica (Rm. 6.14; 13.9,10; Gl. 5.18). De modo que, como dizia Agostinho, “ame a Deus e fa√ßa o que quiser”. Essa declara√ß√£o reflete a pr√°tica do crist√£o debaixo da gra√ßa, que √© o favor imerecido de Deus, tudo que fazermos deve ser motivado pelo √°gape. Foi justamente isso que Jesus disse ao declarar que a justi√ßa dos Seus seguidores deve exceder a dos escribas e fariseus (Mt. 5.20). Os religiosos do tempo de Jesus se firmavam na observ√Ęncia a preceitos externos, mas os seguidores de Cristo obedecem por amor (Jo. 14.21). Estamos libertos da lei mosaica, mas n√£o estamos livres da Lei de Cristo (Rm. 3.28), mas por causa do amor que temos por Ele, e em reconhecimento da gra√ßa de Deus que nos alcan√ßou, a obedi√™ncia n√£o nos √© um fardo, pois sabemos que o jugo de Jesus √© leve e suave (Mt. 11.28). Porque Ele nos amou primeiro, e provou entregando Sua vida por n√≥s obedecemos com alegria (Jo. 3.16; Rm. 5.8; I Jo. 4.19).

CONCLUSÃO

Os dez mandamentos t√™m o seu valor para a igreja atual, principalmente se atentarmos para seus princ√≠pios imut√°veis. Interpret√°-los, √† luz do evangelho de Cristo, considerando-O como Mediador superior a Mois√©s, possibilita aplica√ß√Ķes que conduzem a uma vida santa. Mas todos esses mandamentos podem ser reduzidos ao agape, a express√£o do amor divino dirige-nos para a obedi√™ncia, com satisfa√ß√£o de estar no centro da vontade de Deus (Rm. 12.1,2).
BIBLIOGRAFIA

REIFLER, H. U. A ética dos dez mandamentos. São Paulo: Vida Nova, 1992.

RYKEN, P. G. Os dez mandamentos para os dias de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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