Publicado em 14 de Maio de 2012 as 09:41:00 AM
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Texto Básico: Ap 3:7-13
“Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conheceremos que estamos nele”(1João 2:5) INTRODUÇÃO
A Igreja em Filadélfia era cheia de vida, e representava o autêntico Cristianismo sem a contaminação que havia atingido outras das sete igrejas do Apocalipse. Ela não recebeu reprovação, mas apenas palavras de louvor por parte do Senhor. Seus membros haviam sido fiéis e zelosos em boas obras. Somos cônscios de que não há igrejas ou pessoas perfeitas, pois ainda não chegamos à estatura de varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo (Ef 4:13), o que ocorrerá quando formos glorificados na vinda do Senhor. Como ser humano, estamos sujeitos ao erro. Todavia, como servos de Cristo e igreja do Senhor, não amamos o pecado e não somos mais dominados por ele. Não temos mais prazer no erro. Cientes de sua fraqueza humana, os crentes de Filadélfia tinham confiado no Senhor e, em decorrência disso, preservado a verdade ao colocá-la em prática. Uma vez que não haviam negado o nome de Cristo, o Senhor colocaria diante deles uma porta aberta de oportunidade que ninguém poderia fechar. I. A CIDADE DE FILADÉLFIA
1. A história da Cidade. Conforme relatos históricos, a cidade de Filadélfia possuía uma localização estratégica de acesso entre os países antigos de Frígia, Lídia e Mísia. Foi fundada pelo rei de Pérgamo, Atalo, no segundo século a.C. Átalo foi conhecido por sua lealdade ao seu irmão, Eumenes, cuja lealdade lhe fizera merecer o nome de Filadelfo, dando assim origem ao nome da cidade (Filadélfia significa amor fraternal). A região produzia uvas e o povo especialmente honrava Dionísio, o deus grego do vinho. A cidade servia como base para a divulgação do helenismo às regiões de Lídia e Frígia. Ficava localizada num vale no caminho entre Pérgamo e Laodicéia. A área era sujeito a terremotos frequentes. Um severo terremoto, em 17 d.C., destruiu a cidade; e, visto que os choques continuavam de maneira intermitente, o povo passou a viver fora da cidade em tendas e ao ar livre. Depois que a generosidade imperial ajudou a recuperação da cidade, seus habitantes voluntariamente deram à sua cidade o nome de Neocesaréia - a nova cidade de César. Posteriormente, sob o domínio do imperador Vespasiano, tomou outro nome imperial: Flávia, pois Flávio era o apelido do imperador. Atualmente, a cidade de Alasehir fica no mesmo lugar, construída sobre as ruínas de Filadélfia. Átalo criou a cidade para ser embaixadora da cultura helênica, missionária da filosofia grega. Mas Cristo diz para a igreja que Ele colocou uma porta aberta diante da igreja para ela proclamar não a cultura grega, mas o evangelho da salvação. A razão por que a porta permanece aberta diante da igreja é que sua “chave” está na mão de Cristo. A cidade de Filadélfia fora castigada por vários terremotos, e as pessoas viviam assustadas pela instabilidade. Existiam muitos terremotos e grandes tremores de terra na cidade de Filadélfia. Muitos viviam em tendas fora da cidade. Paredes rachadas e desabamentos eram coisas comuns na cidade. Era uma região perigosamente vulcânica. Mas para a igreja assustada com os abalos sísmicos da cidade, Jesus diz: “Farei do vencedor uma coluna no templo do meu Deus, de onde jamais sairá” (Ap 3:12). Como já dissemos, a cidade fora batizada com um novo nome depois de sua reconstrução - Flávia (a forma feminina de um dos nomes de Vespasiano). Jesus aproveita esse gancho cultural para falar à igreja que os vencedores teriam um novo nome: “Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu da parte do meu Deus, e também o meu novo nome” (Ap 3:12). A igreja terá nela o nome de Deus gravado, e não o nome de César. Jamais a igreja deve assemelhar-se àqueles que pertencem à “sinagoga de Satanás”, cujo rei é César - “Responderam os principais dos sacerdotes: Não temos rei, senão César”(João 19:15). Jesus é o Senhor e Rei do seu povo, e não César.
2. A igreja em Filadélfia. Assim como em Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira e Sardes, o Evangelho pode ter chegado naquela cidade através da obra missionária de Paulo (At 19:10). Mas não devemos descartar a hipótese de que testemunhas e convertidos no dia de Pentecostes poderiam ter sido os primeiros a levar o Evangelho para aquela região (At 2:5-11). Tal como a igreja em Esmirna, a igreja em Filadélfia não recebeu nenhuma repreensão do Senhor. Tal como a igreja em Esmirna, a igreja em Filadélfia havia encontrado oposição da parte dos judeus da cidade (Ap 3:9). Mas os judeus arrogantes, que haviam feito oposição tão ferrenha, seriam humilhados diante desses cristãos simples. Aqueles que afirmavam ser o povo escolhido de Deus quando, na verdade, não passavam de sinagoga de satanás, seriam obrigados a reconhecer que os cristãos desprezados eram, de fato, o rebanho escolhido. Filadélfia não era uma igreja opulenta, mas chamou a atenção do Senhor pelas seguintes características:: Era uma igreja que guardava a Palavra. Por duas vezes, Jesus fala que aquela igreja conseguira reter a Palavra do Senhor: “… tendo pouca força, guardaste a minha palavra…”(Ap 3:8); e “… como guardaste a palavra da minha paciência…” (Ap 3:10). Ocorre que essa “guarda” não se restringiu à mera observação contemplativa das Escrituras, mas redundou em ação: “…não negaste o meu nome” (Ap 3;8); e também resultou em uma promessa: “…também eu te guardarei da’hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra“. Portanto, guardar a Palavra de Deus e vivê-la nos motiva a honrar o nome do Senhor; e da parte dEle, a promessa de nos guardar de tentações futuras. A carta ao “anjo da igreja em Filadélfia”(Ap 3:7-13) provavelmente faz alusão a algumas das circunstâncias da cidade:
a) Assim como Filadelfo se tornou famoso pela lealdade demonstrada a seu irmão, semelhantemente a Igreja, a verdadeira Filadélfia, herda e cumpre o caráter daquele mediante sua constante lealdade a Cristo(Ap 3:8,10). Clique aqui para ler o texto completo »
Em meio a tantas igrejas problemáticas, há uma que brilha, que ilumina o mundo, que salga, essa é a igreja de Filadélfia. Na lição de hoje, estudaremos a respeito dessa igreja, seu contexto histórico, suas qualidades, com destaque para o amor, dela por Cristo e o de Cristo por ela. Ao final, apontaremos como ela aproveitou a oportunidade para propagar o evangelho salvador de Jesus.
1. A IGREJA DE FILADÉLFIA
Filadélfia era a mais jovem daquelas sete cidades da Ásia, bastante pequena se comparada a Éfeso e a Esmirna. Era conhecida como o “Portão do Leste”, já que ficava situada em um grande eixo de comunicação. Várias estradas confluíam em sua direção, fazendo com que os exércitos de César por ali passassem, bem como os mercadores. Era também a cidade dos terremotos, pois os tremores de terra eram bastante frequentes naquela localidade. Filadélfia fora fundada por colonos provenientes de Pérgamo, sob o reinado de Átalo II, nos anos de 159 a 138 a. C. Havia sido construída sobre uma elevada montanha, uma grande fortaleza natural, isso certamente gerava mais insegurança em virtude dos terremotos. Em 17 a. C., um terremoto quase devastou a cidade, tendo ceifado muitas vidas, alguns habitantes, preocupados com aquela situação, resolveram abandoná-la. A essa igreja Jesus se apresenta como “o santo e verdadeiro” (Ap. 3.7). Ele é, de fato, separado, desde a eternidade, para cumprir a missão da salvação da humanidade, que a concretizou também por não ter cometido pecado (Jo. 6.69; II Pe. 2.2). Mas Ele também é verdadeiro, é a Verdade Personificada(Jo. 14.6; 17.17). Jesus é Soberano, pois Ele tem a chave de Davi (II Rs. 18.17,18; Is. 22.21,22), sendo, portanto, Aquele que governa. Ele não é outro senão o Leão da Tribo de Judá (Ap. 5.1-5), O que tem toda autoridade no céu e na terra (Hb. 3.6; Mt. 28.18).
2. UMA IGREJA AMOROSA
Jesus, aquele que conhece as obras da igreja, abriu uma porta para a igreja de Filadélfia, a qual ninguém poderia fechar (Ap. 3.8). Essa é uma igreja pequena, muito longe de ser uma megaigreja, não tinha muita força, certamente não atrairia a atenção de políticos interesseiros. A renda limitada não provocaria disputas entre “anjos” da igreja que quisessem liderara. Mas se destacava por guardar a palavra de Deus, e por não negar o nome de Cristo. Nos dias atuais, muitas igrejas conseguem, através da mídia, se promover. Deus está muito longe de muitas igrejas televisivas, cujo interesse maior é promoção da liderança. Essa, por sua vez, não tem o mesmo sentimento de João Batista, que desejava diminuir, e que o nome de Jesus crescesse (Jo. 3.30). A igreja de Filadélfia era obediente, pois não apenas ouvia, também guardava a palavra. Essa é uma nítida demonstração de amor a Cristo, pois aquele que ama ao Senhor guarda os seus mandamentos (Jo. 14.21). Jesus também assume o Seu amor por essa Igreja (Ap. 3.9). E como prova desse amor, já provado na cruz do calvário (Rm. 5.8), Ele fará com que a sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, que venham e adoram prostrados, aos pés da igreja (Ap. 3.10). A metáfora aqui é de uma batalha, aqueles que se opõem à obra de Deus, ao final, se renderão, em reconhecimento de que o Senhor está com os Seus (Is. 60.14). Essa revelação pode não ser imediata, e não deve motivar à vingança, pois essa pertence somente a Deus (Rm. 12.9), se possível devemos ter paz com todos (Hb. 12.14), amar até mesmo os inimigos (Mt. 5.44;Rm. 12.20). Como seguidores de Cristo, seremos provados, passaremos por dias difíceis, mas devemos guardar a palavra da paciência, exercitar a longanimidade, não se deixar conduzir pelas circunstâncias. Se assim procedermos, o Senhor nos guardará “da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo para tentar os que habitam na terra” (Ap. 3.10). Não podemos esquecer que no mundo passaremos por aflições, mas não podemos perder o ânimo (Jo. 16.33), pois o Senhor está conosco (Mt. 28.20). Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 11 de Maio de 2012 as 11:50:11 AM
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INTRODUÇÃO
I. A IGREJA EM SARDES
II. A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA
III. A DOENÇA E A MORTE DE UMA IGREJA
SARDES É ADVERTIDA (Ap 3.1-3)
Por Stanley M. Horton
“E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas:Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante e confirma o restante que estava para morrer, porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.”
Jesus chama a atenção da igreja de Sardes para o fato de Ele ter os sete Espírito de Deus (Is 11.2-5). O Espírito Santo estava, e está, disponível para cumprir a sua tarefa. Jesus tem nas mãos também as sete estrelas, que são os mensageiros, ou pastores das sete igrejas. O Senhor não faz nenhum elogio à igreja de Sardes como um todo, mas repreende-a e exorta-a. Afinal, tem Ele os pastores todos em suas mãos, e está preocupado com estes e com as igrejas que presidem.
A igreja de Sardes era muito ativa; tinha nome e reputação. Os de fora consideravam-na espiritual, cheia de vida. No entanto, Jesus vê o interior, aquilo que não é aparente e está escondido. Por isto, declara-a espiritualmente morta. Talvez não mais dependesse do Espírito Santo, e estivesse falhando em seguir a liderança que Deus lhe havia designado. Aqueles crentes ainda usavam o ritual pentecostal, mas não possuíam mais poder. Mesmo assim, não estavam cônscios de sua verdadeira condição, o que os levava a se orgulharem da reputação conquistada. Eis porque careciam estar vigilantes, literalmente “bem acordados”; sua “morte espiritual” era como um sono, ainda era possível despertar a uma nova vida em Cristo.
Os crentes de Sardes dependiam de experiências passadas. Por falta de vitalidade espiritual, achavam-se quase à morte. Nenhuma de suas “obras” era perfeita, isto é, completa. Tudo o que aquela igreja fazia carecia de unção, do toque de Deus, enfim, do movimento do Espírito Santo - o único que pode levar as obras de Deus à expressão completa. Por isso, tinham de acordar e ser vigilantes para fortalecer e encorajar os que estavam fracos e quase à morte. Com ajuda de Jesus, haveriam de fazê-lo.
Ao dar-lhes essa orientação (v.3), Jesus exigia que se arrependessem. Utiliza a promessa de sua vinda para reforçar suas palavras. Parece que a igreja de Sardes também estava negligenciando o ensino concernente à sua segunda vinda, tornando-se, assim, indiferente às coisas espirituais. Pois não há maior encorajamento à santidade e pureza de vida do que a maravilhosa esperança do retorno de Cristo (1 Jo 3.2,3).
Alguns em Sardes são elogiados (3.4)
“Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram seus vestidos, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.”
Ao negligenciarem a esperança do retorno de Jesus, e ao falharem no depender do Espírito Santo para iluminar-lhes as verdades e dar-lhes poder para viverem uma vida santa, os crentes em Sardes haviam manchado suas vestimentas. Isto é: não mais estavam cooperando com o Espírito Santo no trabalho de santificação. Não mais obedeciam o mandamento de se guardarem puro e imaculados da influência do mundo (Tg 1.27). Precisavam colocar de lado tudo o que pudessem contaminá-los, especialmente a malícia, o rancor, a inveja e outros vícios perversos que caracterizam o mundo. Precisavam também ser submissos à Palavra de Deus e aos seus ensinos com humildade de espírito (Tg 1.21).
Contudo, havia ‘algumas pessoas’ que eram exceções, e Jesus as considerava dignas de andarem com Ele ‘de branco’. Esta é uma expressão usada geralmente para roupas feitas de fino linho. Em linguagem espiritual, são vestidos branqueados no sangue do Cordeiro (Ap 7.14), e hão de permanecer brancos por causa da justiça de Cristo (Ap 19.8). O texto mostra que estes crentes já estavam andando com o Senhor, seguindo-o bem de perto, pois ainda não haviam contaminado suas vestes. Os que andarem com o Senhor nesta vida, serão dignos de continuar a andar com Ele no reino que está por vir.
Texto extraído da obra “Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer.” Editado pela CPAD.
A quinta carta do Apocalipse foi endereçada a Igreja que estava localizada na cidade de Sardes. Vemos no conteúdo da sua carta, que o problema daquela Igreja não era heresia, pois lá não havia nicolaítas, como em Éfeso (Ap 2.6); nem os que seguiam a doutrina de Balaão, como em Pérgamo (Ap 2.14); tampouco as falsas profecias da profetiza por nome Jezabel, como em Tiatira (Ap 2.20). No entanto, apesar de ter nome de que vivia, a Igreja estava espiritualmente morta. Por isso, o Senhor Jesus envia-lhes esta carta com o intuito de exortar os cristãos ao arrependimento, conduzindo-os a um genuíno avivamento.
I - A CIDADE DE SARDES
1.1 Nome. A palavra “Sardes” deriva-se do grego e significa “príncipe de gozo”. Quando João escreveu esta carta, Sardes era uma cidade rica, mas totalmente degenerada. Sua glória estava no passado e seus habitantes entregavam-se aos encantos de uma vida de luxúria e prazer;
1.2 Geografia. Sardes foi a capital da Lídia no século VII a.C. e era uma das cidades mais magníficas do mundo nesse tempo. Localizada a cerca de 24 Km de Esmirna e situada no alto de uma colina, ela era fortificada por uma grande muralha, seus soldados e habitantes se sentiam imbatíveis e pensavam que jamais cairiam nas mãos dos inimigos. Mas, a cidade orgulhosa caiu nas mãos do rei Ciro da Pérsia em 529 a.C., quando este a cercou por 14 dias, e depois a invadiu com seu exército, quando os soldados de Sardes estavam dormindo. Um fato interessante é que, cerca de trezentos anos depois, por volta de 218 a.C., Antíoco Epifânio dominou a cidade da mesma forma. As duas invasões ocorreram por causa da autoconfiança e falta de vigilância dos seus habitantes;
1.3 Religião. Como as demais cidades da Ásia Menor, Sardes estava completamente comprometida com a idolatria, pois, tinha como padroeira a deusa Cibele, que era creditada com o poder especial de restaurar vida aos mortos. No entanto, para a Igreja que estava espiritualmente morta naquela cidade, somente o Senhor Jesus, o que tem os sete Espíritos de Deus, poderia restaurá-la (Ap 1.4).
II - A CARTA À IGREJA DE SARDES
A Igreja de Sardes tornou-se como a cidade: em vez de influenciar, foi influenciada. Era como sal sem sabor ou uma candeia escondida (Mt 5.13-16). Apenas tinha nome e fama, mas não tinha vida (Ap 3.1). Jesus enviou uma carta revelando a necessidade de um reavivamento urgente, pois, havia muitos crentes mortos, e outros, dormindo, precisando ser despertados (Ap 3.3,4).
2.1. “Ao anjo da Igreja” (Ap 3.1 a). Não podemos afirmar, ao certo, quem era o anjo (pastor) da Igreja de Sardes. No entanto, podemos deduzir que ele conhecia muito bem os problemas daquela Igreja. Todas as cartas foram enviadas ao anjo da Igreja (Ap 2.1,8,12,18; 3.1,7,14,22) porque ele era a pessoa mais indicada, não apenas para transmitir o conteúdo da carta aos cristãos daquela localidade, como também corrigir os erros doutrinários e conduzir a Igreja a um genuíno avivamento;
2.2. “Isto diz o que tem os sete Espíritos de Deus, e as sete estrelas” (Ap 3.1 b). A expressão “sete Espíritos” significa: a multiforme operação do Espírito Santo, como podemos ver em (Is 11.1,2): “E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor”. Quanto as “sete estrelas” Jesus referiu-se aos anjos (pastores) das Igreja, conforme (Ap 1.20);
2.3. “Eu sei as tuas obras” (Ap 3.1 c). Já vimos em lições anteriores que, em todas as cartas, Jesus diz: “Eu sei as tuas obras” ou “Eu conheço as tuas obras” (Ap 2.2,9,13,19; 3.1,8,15) o que significa dizer que Ele não está alheio ao serviço que prestamos em prol do Reino de Deus aqui na terra. No entanto, o Senhor Jesus não fez menção, nem elogiou as boas obras de Sardes, como em outras cartas, tais como: o trabalho e a paciência de Éfeso (Ap 2.2); a perseverança na fé da Igreja de Pérgamo (2.13); o amor, o serviço, a fé e a paciência dos crentes de Tiatira (Ap 2.19); pelo contrário, o Senhor Jesus diz: “Não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Ap 3.2);
2.4. “Tens nome de que vives e estás morto” (Ap 3.1 d). A Igreja de Sardes vivia apenas de aparência, pois, aos olhos dos habitantes da cidade, ela existia e estava presente: “tens nome de que vives”; mas, aos olhos daquEle que são como chamas de fogo, era uma Igreja morta, sem vida e sem vigor espiritual “mas, estás morta”. Escrevendo aos romanos, o apóstolo Paulo disse que o cristão deve considerar-se morto para o pecado e vivo para Deus (Rm 6.11,13); mas, em Sardes, estava havendo o inverso: muitos crentes estavam vivos para o pecado e mortos para Deus;
2.5. “Sê vigilante” (Ap 3.2 a). O termo “vigiar” significa “estar atento”, “estar vigilante”. Esta foi a primeira recomendação do Senhor Jesus àquela Igreja. A vigilância é uma atitude exigida a todo cristão (Mt 24.42; Mc 13.37; Lc 21.36; At 20.31), mas, principalmente, para os crentes sinceros e fiéis que estavam vivendo entre os mortos. Em outras palavras, o Senhor Jesus estava dizendo: se não vigiares, poderás morrer também! Assim como a cidade fora invadida duas vezes por falta de vigilância, o mesmo poderia ocorrer com o remanescente fiel, caso eles não vigiassem; Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 11 de Maio de 2012 as 10:12:31 AM
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TEXTO ÁUREO = “Desperta, ó tu que dormes, e levanta- te dentre os mortos, e Cristo te esclarecera”(Ef 5.14).
VERDADE PRÁTICA = Aquele que se diz crente sem, contudo, viver de acordo com este nome, é como o homem que edifica a sua casa na areia.
TEXTO BIBLICO = Ap 3.1-6
INTRODUÇÃO
A carta que Jesus enviou à igreja em Sardo era portadora duma advertência séria, igual a um sonido certo de trombeta de Deus (1 Co 14.8). A vida espiritual de grande parte dos seus membros estava sendo ameaçada pelo pecado, e o perigo maior era que eles não davam importância a isso. Oremos, pois, a Deus no sentido de que Ele nos fale através do estudo desta lição.
SARDES. O nome significa em grego “Príncipe de gozo”. Situação Geográfica: encrava-se no pequeno Continente da Ásia Menor (hoje, atual porção da Turquia Asiática). Era essa a capital do antigo reino da Lídia. Originalmente Sardes fora uma fortaleza poderosa, mas Ciro, rei da Pérsia, derrotou esta cidade e outras das redondezas, no ano de (549 a. C.). Essa cidade passou às mãos de Antíoco, o Grande, “Ali, por ocasião em que essa carta estava sendo escrita, achava-se essa Igreja em uma situação espiritual extremamente melindrosa.
O processo de declínio* de seu pastor fora tão sutil que, na realidade, nem fora observado”. Dois gêneros de mortes estavam rondando este “anjo”: (a) a morte moral (b) a morte espiritual. (Cf. Gn 20. 3 e Ef 2. 1). Ele se encontrava duplamente morto (cf. Jd v. 12). A igreja é representada pelo seu pastor, mas também é repreendida por Cristo através do mesmo. Ela é repreendida por viver em situação contraditória: a vitalidade exterior disfarça morte espiritual interior. E uma situação de limite, da qual ela se recuperará mediante “uma lembrança” do que tem recebido e ouvido da parte do Senhor, que diz: “Lembra-te pois do que tens recebido e ouvido, e guarda-o!”.
AO ANJO DA IGREJA
Nada se sabe acerca desse anjo (pastor) da igreja de Sardes, exceto aquilo que poderia ser depreendido do presente texto. Pelo uso da expressão: “tens nome de que vives” dá a entender sua grande popularidade. A História Eclesiástica menciona um “anjo” muito famoso dessa igreja, mas sua estada ali se deu no século II, e não no primeiro; seu nome ela Melito. Melito, o Bispo de Sardes, do século II d.C., é mencionado três vezes na “História Eclesiástica” de Eusébio. Melito escreveu uma apologia, dirigida ao imperador romano, em defesa da fé cristã. Ele foi um crente intenso, dotado de grande poder e autoridade na sua geração. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 11 de Maio de 2012 as 09:39:35 AM
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Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 7 - Sardes, a Igreja Morta. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.
Publicado em 10 de Maio de 2012 as 09:14:58 AM
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 7, SARDES, A IGREJA MORTA
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Desperta, ó tu que ___________________________, e levanta-te dentre os _________________________, e CRISTO te _________________________________” (Ef 5.14).
VERDADE PRÁTICA
2- Somente quem pode reavivar a Igreja e levá-la a posicionar-se como a agência por excelência do Reino de DEUS?
( ) Seu pastor.
( ) O ESPÍRITO SANTO
( ) O povo.
I. A IGREJA EM SARDES
3- Como era a cidade de Sardes?
( ) A cidade de Sardes situava-se a quinhentos metros acima do nível do mar
( ) A cidade de Sardes considerava-se inexpugnável.
( ) A cidade de Sardes orgulhava-se também de seus fabulosos tesouros.
( ) Suas abundâncias vinham, em parte, do rio Pactolos, que lhe fornecia ouro e prata em grandes quantidades.
( ) Suas minas, de tão excelentes, eram tidas como tesouros à flor da pele.
( ) Suas águas, de tão excelentes, eram tidas como indispensáveis à boa saúde.
( ) Sardes fazia parte do Reino da Lídia, cujos monarcas tornaram-se notórios por sua magnificência.
( ) Quem visita, hoje, a Turquia, espanta-se com as ruínas de Sardes. Nem sombra há daquele reino que se elevava aos céus.
4- Quem foi Creso?
( ) Ascendendo ao trono no sexto século a.C., este rei acumulou tantos bens, que o seu nome veio a tornar-se sinônimo de riqueza.
( ) No mundo antigo, este ditado era corrente: “Milionário como Creso”.
( ) No mundo antigo, este ditado era corrente: “Rico como Creso”.
5- Como era a igreja em Sardes?
( ) Fundada provavelmente pelo apóstolo Paulo, a igreja em Sardes exalava abundante vida.
( ) De um amontoado de gente oriunda de várias etnias, o ESPÍRITO SANTO batizou a todos no corpo de CRISTO.
( ) Apesar da diversidade cultural, todos agora achavam-se irmanados no Autor da vida.
( ) Não demorou muito, e Sardes começou a necrosar-se.
( ) A igreja em Sardes morria e não percebia que estava morrendo.
( ) Sardes, agora, vivia de resplandecências.
( ) Sardes, agora, vivia de aparências.
( ) Embora parecesse avivada, jazia sem vida.
( ) Sua liturgia até lembrava o cenáculo, mas não passava de uma bem ritmada marcha fúnebre.
6- Qual o retrato de algumas igrejas, hoje?
( ) No interior, a caiadura bela; no exterior, o acúmulo de boas obras.
( ) No exterior, a silueta bela; no interior, o acúmulo de vivos.
Publicado em 9 de Maio de 2012 as 04:01:31 PM
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A Fundação da Igreja em Sardes
Edificada sobre um promontório a 500 metros acima do nível do mar, quase inconquistável, Sardes teve um passado de glória, chegando a ser capital do reino de Lídia, e sinônimo de prosperidade e sucesso. Era uma grande fabricante de roupas de lã, próspera em comércio de produtos oriundos da agricultura. Em Sardes a deusa Ártemis era cultuada.
Assim como em Éfeso, Esmirna, Pérgamo e Tiatira, o Evangelho pode ter chegado naquela cidade através da obra missionária de Paulo (At 19.10), mas não devemos descartar a hipótese de que testemunhas e convertidos no dia de Pentecostes poderiam ter sido os primeiros a levar o Evangelho para aquela região (At 2.5-11).
A Condição da Igreja em Sardes
Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. (Ap 3.1)
Em sua apresentação nesta carta, Jesus se revela de duas maneiras:
- Aquele que tem os sete espíritos. A expressão “sete espíritos” descreve a plenitude do Espírito Santo que é único. Não é por acaso que a plenitude do Espírito é aqui destacada. É o Espírito Santo quem dá plena vitalidade a uma igreja local. No Novo Testamento vemos o Espírito Santo atuando na igreja de várias formas, dentre as quais: Revestindo de poder (At 1.8; 2.1-4; 4.31), trasladando sobrenaturalmente (At 8.39-40), orientando na separação de obreiros (At 13.1-3), participando das decisões conciliares (At 15.28-29), direcionado as missões (At 16.6-10), distribuindo dons à igreja (1 Co 12.11). Ao mudar de atitude em relação ao Espírito, uma igreja local pode iniciar um processo de morte. Os passos para isso são geralmente os seguintes: Resistir ao Espírito (At 7.51), entristecer ao Espírito (Ef 4.30), extinguir /apagar o Espírito (1 Ts 5.19), blasfemar contra o Espírito (Mt 12.31-32).
- Aquele que tem as sete estrelas. Da mesma forma que no caso dos sete espíritos, as sete estrelas falam da plenitude do senhorio de Cristo sobre a sua Igreja. Ele é o Senhor absoluto sobre ela. A Igreja tem dono, e pode ter certeza quenão é nenhumpastor ou líder nacional, regional ou local.Jesus não tem sócios na Igreja. Apesar de muitos na atualidade agirem como se fossem donos da Igreja de Jesus, na realidade, se portam (ou são) como donos das instituições religiosas por eles fundadas, herdadas ou dirigidas (igrejas locais). Essa postura inclui: Colocar o patrimônio físico da igreja (instituição) em seu nome, ou em nome de familiares e parentes, beneficiar-se financeiramente de forma absurda e escandalosa da igreja (instituição), além de beneficiar familiares, parentes e amigos, estabelecer o filho ou algum parente como sucessor, para assim manter os privilégios (afirmo que não há nada de errado quando os filhos ou parentes são devidamente qualificados para as funções ou divinamente vocacionados para o santo ministério, e quando não há interesse na manutenção de privilégios), ditar as normas, as regras, os costumes e a tradição da igreja (instituição), ameaçar aqueles que discordam de seus posicionamentos com cortes de salários, demissões, mudanças para campos, congregações ou trabalhos menores ou mais difíceis, perda de cargos e funções em mesas diretoras, supressão de oportunidades para ensino e pregação, etc. Os donos das igrejas (instituições) estão em toda parte, deitando e rolando, fazendo e acontecendo, se achando poderosos e irremovíveis.
Infelizmente, o quadro de saúde espiritual de Sardes tinha se agravado tanto que a igreja não estava mais em coma, e sim morta. Com cerca de 60 anos de fundação, a igreja chegou ao fundo do poço. Interessante é que a igreja mantinha a sua reputação de viva diante dos homens, mas diante de Deus, que não se engana com reputação, estava morta. Sardes se tornara esteticamente e aparentemente viva, mas espiritualmente e essencialmente morta.
Lições que Aprendermos com a Igreja em Sardes
As Assembleias de Deus no Brasil, assim como a igreja em Sardes, gozam de uma grande reputação nacional. Grandes e majestosos templos, excelentes estruturas, escolas, faculdades, hospitais, abrigos, creches, etc. Tudo isso sinaliza para uma boa condição financeira e econômica. No campo político já consegue espaço com vários representantes no legislativo e executivo. Juízes, promotores, advogados, médicos, engenheiros, administradores e educadores são encontrados entre pastores e membros da igreja. A maior igreja evangélica no Brasil impõe respeito aos de dentro e aos de fora.
Sua história, assim como a história das igrejas da Ásia Menor, foi marcada pelo poder atuante do Espírito, pelo ensino bíblico ortodoxo, pela marcante evangelização, pelo dedicado discipulado, pela fervorosa e sincera adoração, pela maravilhosa comunhão e por outras características e ações de uma igreja genuinamente cristã.
Assim como Sardes, e como qualquer outra igreja que já experimentou grandes momentos em sua história, não podemos de maneira alguma descuidar. Foi por isso que Jesus advertiu a igreja em Sardes com as seguintes palavras: “Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus”. (Ap 3.2)
É preciso estar atento e aprender com a história. Em 214 a.C, Antíoco o Grande, rei da Síria, enviou seus exércitos contra Sardes. Seus soldados escalaram os muros desprotegidos e capturaram quase que de forma idêntica ao que os guerreiros persas fizeram em 546 a.C. Semelhantemente, a igreja em Sardes não cuidou dos seus “muros”, permitindo que fossem escalados, para ser invadida, dominada e influenciada negativamente, promovendo morte. Não foi assim também com a história mundial da igreja? Já não lemos e testemunhamos em continentes, países, estados, cidades, distritos e bairros de igrejas locais que nasceram, experimentaram a plenitude da vida no Espírito, adoeceram e morreram?
Enquanto denominação evangélica, em que somos melhores que tais igrejas? Sendo assim, se não ficarmos alertas, também morreremos. Já há sinais de morte em vários lugares, mas temos vida do Espírito ainda presente em várias congregações. A ordem é para fortalecer as pessoas e aquilo que de bom ainda há na igreja. Não nos basta ser uma grande igreja, é preciso ser uma igreja de obras perfeitas. Quantidade sem qualidade não tem valor no Reino de Deus.
Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti. (Ap 3.3)
A ordem para a igreja em Sardes foi “lembra-te” (gr. mnemoneue). No grego o verbo se encontra no modo imperativo, no tempo presente e na voz ativa, ou seja, implica em uma ordem de Jesus que deveria ser cumprida durante todo o tempo pelos crentes em Sardes. A constante lembrança daquilo que recebemos e aprendemos é fator essencial para não entrarmos num processo de morte.
Assim como no caso de Éfeso, o arrependimento é também exigido. O arrependimento que possibilita novamente o perdão e aceitação de Deus é mais do que simples verbalização de frases prontas e impressionistas. O termo grego para “arrependimento” aqui se deriva de metanoeo, que implica em mudança de pensamento ou mentalidade que resulta em mudança de sentimentos e atitudes. É uma mudança plena de uma condição que desagrada a Deus, para uma outra condição de o alegra. Arrependimento é tristeza diante do pecado, e não simples remorso (2 Co 7.10).
Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. (Ap 3.4)
Como bem colocado por Kistemaker: “Entre as cinzas do fogo se encontram uns poucos tições fumegantes, que com um lufada de vento arderão em chama”.[1]
No grego, lemos literalmente “tens poucos nomes” (echeis oliga onomata), o que implica na ideia de que o Senhor conhece os seus individual e nominalmente (Is 43.1). Esse pequeno grupo de crentes em Sardes não se dobrou diante do secularismo, do pluralismo religioso, nem do relativismo moral vigentes. A pureza e santidade dos tais foram simbolizadas pelas roupas de cor branca. Sim, é possível viver em meio à corrupção espiritual e moral, e mesmo assim manter as vestes limpas e incontaminadas. Tal condição é indispensável para andar, caminhar lado a lado com o Senhor.
Para aqueles que se enquadram no perfil do remanescente fiel da igreja em Sardes, fica a promessa:
O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. (Ap 3.5-6)
[1]KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p. 204.
Escola Dominical Participativa Site do Pr. Marcos Tuler, Reitor da Faculdade Evangélica de Ciência e Tecnologia da CGADB (FAECAD), escritor, pedagogo e conferencista.