Filadélfia, a Igreja do Amor Perfeito - AD Curitiba
Aula ministrada pelo Pr. Ney Silva para a EBD da Assembleia de Deus em Curitiba. Acesse: www.assembleiadedeus.org.br
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Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 8 - Filadélfia, a Igreja do Amor Perfeito. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.
INTRODUÇÃO
I. FILADÉLFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL
II. A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA
III. UMA IGREJA AMOROSA, PACIENTE E CONFESSANTE
IV. FILADÉLFIA NOS ÚLTIMOS DIAS
CONCLUSÃO
OUSADIA [EM FILADÉLFIA]
Por Steven J. Lawson
Jesus reconhece: “Não negaste o meu nome”. Esta igreja não se envergonhava do Evangelho. Muitos em Filadélfia, especialmente os judeus incrédulos, forçavam os crentes a negligenciar os ensinamentos de Cristo e a negar a fé.
Mas este pequeno rebanho não se dobraria jamais. Permanecia fiel ao Senhor que os redimira. Onde quer que fossem, o nome de Jesus estava sempre em seus lábios. Corajosamente, testemunhavam em cada oportunidade.
Não admira que Cristo haja aberto grandes portas a esta pequena igreja. Haviam sido fiéis no pouco, então Deus coloca-lhes para serem fiéis no muito.
Alguns pensam: “Se Deus fizer de mim um homem de negócios bem sucedido, darei muito dinheiro para a igreja”. Mas, o fato é: “O que você tem feito com o dinheiro que agora possui?” Através de nossa fidelidade ao pouco, Deus determina como obtermos maiores oportunidades.
Aqui está o segredo de Filadélfia. Eram fiéis no pouco que possuíam. Por isto, abre-lhes Cristo a porta que leva as grandes oportunidades ministeriais. É a esta pequena igreja que Jesus promete: “Não importa quão pequena sejas, a fé num grande Deus abre-te grandes portas”.
[…] Quando Deus abre a porta, imediatamente remove todos os obstáculos e organiza as circunstâncias. Novo caminho é aberto; conduz-nos ao brilhante amanhã. Neste momento, Ele anuncia um novo dia para o ministério; fases de estratégico impacto são trazidas à cena.
Paulo foi recompensado com muitas portas divinamente abertas: “Porque uma grande e eficaz se me abriu” (1 Co 16.9). Mais tarde, acentua: “Ora, quando cheguei a Troas para pregar o evangelho de Cristo, e abrindo-se uma porta no Senhor” (2 Co 2.12). “Orando também juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do ministério de Cristo, pelo qual estou também preso” (Cl 4.3).
Quando retorna à igreja em Antioquia, regozija-se por tudo o que Deus fizera em sua primeira viagem missionária. Lucas registra: “E quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas fizera por eles, e como abrira aos gentios a porta da fé” (At 14.27). O apóstolo relata todos os seus sucessos obtidos através desta porta aberta por Deus.
Que porta colocou Deus diante de você? Às vezes falhamos em ver tais portas. Não precisamos forçar porta alguma, pois Ele já abriu a porta certa diante de nós. Que oportunidade Deus já lhe proporcionou? Você, quem sabe, pode ministrar estudos bíblicos, alcançar um vizinho ou até mesmo usar algum talento na igreja.
Texto extraído da obra “As Sete Igrejas do Apocalipse: O Alerta Final de Cristo para o seu Povo”, editada pela CPAD.
Publicado no Portal EBD

A Fundação da Igreja em Filadélfia
Filadélfia foi fundada em 140 a.C. por Átalo II. Em homenagem a seu irmão Eumenes, e por seu amor fraterno a ele, a cidade chamou-se Filadélfia. Com um solo extremamente fértil, a cidade tornou-se conhecida por seus vinhos e bebidas refrigerantes. Um templo foi erguido entre 69 e 70 d.C. em homenagem e para culto ao imperador Vespasiano.[1] O ponto forte de Filadélfia era a sua localização estratégica, o que a tornou rota obrigatória do correio imperial nas comunicações entre o ocidente e o oriente.[2]
Assim como em Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira e Sardes, o Evangelho pode ter chegado naquela cidade através da obra missionária de Paulo (At 19.10), mas não devemos descartar a hipótese de que testemunhas e convertidos no dia de Pentecostes poderiam ter sido os primeiros a levar o Evangelho para aquela região (At 2.5-11).
A Condição da Igreja em Filadélfia
Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá: (Ap 3.7)
Em sua apresentação à igreja em Filadélfia, o Senhor Jesus destaca três de seus atributos: santidade, verdade e autoridade soberana. Na condição de santo: “Ele é absolutamente separado de todas as Suas criaturas e exaltado sobre elas, e que Ele é igualmente separado da iniqüidade moral e do pecado”.[3] Como verdade, o conhecimento, declarações e representações do Cristo Deus se conformam eternamente com a realidade.[4] Ele é aquele de plena integridade, confiabilidade e fidelidade.[5] Em sua autoridade soberana, Ele governa sobre tudo e sobre todos, e ninguém pode lhe impor limites. Ele realiza sua vontade no céu e na terra (Mt 28.18) sem impedimento algum (Ef 1.11; Rm 11.36).[6] Por isso, Ele abre e ninguém fechará, e fecha e ninguém abrirá.
Conheço as tuas obras - eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar - que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome. (Ap 3.8)
Junto com Esmirna, Filadélfia não é repreendida pelo Senhor. São muitas as indicações da forte influência da igreja em Filadélfia através dos séculos, mesmo quando o islamismo tornou-se a religião dominante naquela região. Na primeira metade do século 20, cinco congregações cristãs ainda floresciam em Filadélfia.[7]
Há praticamente consenso entre os estudiosos das Escrituras de que a “porta aberta” citada na carta se relaciona com o lugar onde Filadélfia estava estabelecida, o que facilitava a pregação do Evangelho (1 Co 16.9; 2 Co 2.12; Cl 4.3). Dessa forma, através da igreja em Filadélfia, o Evangelho era livremente e ativamente pregado e ensinado.
No caso da “pouca força” da igreja, alguns comentaristas atribuem o fato ao número pequeno de crentes na cidade[8], enquanto que outros afirmam a carência de poder espiritual, em comparação com o Pentecoste.[9] Há ainda os que alegam a ausência de riquezas materiais, pujança teológica e de celebridades.[10] Independente do significado de “pouca força”, na graça de Jesus a igreja permaneceu fiel ante a oposição dos da sinagoga de Satanás (Ap 3.9), a quem o Senhor promete fazer vir e curvar-se diante deles, levando-os a admitir o amor de Jesus por sua igreja.
Lições que Aprendermos com a Igreja em Filadélfia
A igreja em Filadélfia nos ensina grandes lições e nos deixa belos exemplos.
Em primeiro lugar, é necessário continuar aproveitando a liberdade de pregação do Evangelho em terras nacionais, mas sem se descuidar com as missões transnacionais. O brasileiro é privilegiado com a pluralidade de seu estereotipo, o que facilita a sua infiltração em qualquer nação e povos no mundo. Infelizmente, a pregação do Evangelho vem se enfraquecendo, e os recursos que deveriam ser investido em missões e nos missionários são gastos com luxo, superfluidade denominacional e pessoal por parte de algumas lideranças. Em muitos lugares se pratica uma falsa generosidade, onde o líder da igreja vive com um altíssimo salário (além de outros privilégios), enquanto seus auxiliares, na grande maioria, ganham pouco mais do que o mínimo. Quando reclamam, escutam que precisam aprender a viver pela fé, enquanto o próprio líder não vivencia esse tipo de fé. Será que esses líderes passariam hoje na prova do jovem rico, aqui adaptada?
Disse-lhe Jesus (ao presidente): Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pastores e obreiros auxiliares e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. Tendo, porém, o presidente ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades. (Adaptado de Mt 19.21-22)
Não me refiro aqui a ninguém especificamente, e o Senhor é minha testemunha. Nem estou afirmando que todo “presidente de igreja” é rico, avarento e injusto. Conheço muitos que vivem dignamente, em justiça, e em generosidade o Evangelho de Jesus. Falo apenas de circunstâncias e fatos da vida evangélica real. Alguém certa vez me disse que eu deixaria de ser convidado por algumas igrejas por causa de minhas claras e firmes colocações. Penso que enquanto houver pastores sérios e tementes a Deus à frente de igrejas, o Senhor continuará a me “abrir portas” através de seus servos fiéis. Creio naquele que me chamou, e que me achou digno para o santo ministério. Não posso recuar diante daquilo para o qual fui designado. Para isso, conto com a graça de Jesus, com o poder do Espírito e com as orações dos santos.
Se Jesus não era mais rico do que os apóstolos, e se os apóstolos não foram mais ricos do que os bispos e presbíteros, se os bispos e presbíteros não foram mais ricos que os diáconos, e se a liderança da igreja de forma geral não era necessariamente mais rica que os membros, de onde vem a ideia de que quanto maior o cargo na igreja, mais dinheiro e posses se deve ter? Pura mentalidade capitalista selvagem. Prego aqui algum tipo de socialismo ou comunismo cristão? Não, antes, na atual conjuntura, falo de encurtar as distâncias econômicas entre obreiros, e entre obreiros e igreja.
Em segundo lugar, as portas para a pregação do Evangelho não são abertas por fórmulas mágicas ou estratégias mirabolantes de evangelização ou crescimento de igreja. Deus coopera com o homem (1 Co 3.9) na pregação do Evangelho, mas todo raciocínio e lógica humana precisam estar submissos a sua soberana vontade e direção (At At 13.1-3; 16.6-10). Clique aqui para ler o texto completo »
Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 08 - FILADÉLFIA, A IGREJA DO AMOR PERFEITO
INTRODUÇÃO
Dentre as sete igrejas, endereçadas nos capítulos segundo e terceiro do Apocalipse, somente as de Esmirna e Filadélfia não recebem nenhuma palavra de repreensão, mas de advertência. Apesar de que a questão da “pouca força” parece ser uma reprimenda suave, contanto que compreendamos isto como força espiritual, e não como a inutilidade da igreja diante do mundo. A despeito dessa advertência gentil, o caráter desta igreja está muito acima do da maioria das outras igrejas, pois o que é dito muito provavelmente se aplica a um remanescente dentro da igreja de Filadélfia, e não aquela igreja inteira. Esta igreja podia ter pouca força, mas era muito fiel (CHAMPLIN, 2002, p. 421 grifo nosso).
I - IMPORTANTES INFORMAÇÕES SOBRE A CIDADE
1.1 Nome. A cidade de Filadélfia gozava de uma localização estratégica de acesso entre os países antigos de Frígia, Lídia e Mísia. Foi fundada pelo rei de Pérgamo Átalo II, que no segundo século a.C. Diz a história que ele amava tanto a seu irmão Eumenes que apelidou-o de “philadelphos” (o que ama a seu irmão). Ele foi conhecido por sua lealdade, dando assim origem ao nome da cidade (Filadélfia que significa “amor fraternal” ou “amor de irmão”). Nos tempos do NT Filadélfia era a segunda cidade mais importante de Lídia. Filadélfia estava perto do limiar de um trecho fértil da região do planalto, o que lhe dava grande parte de sua prosperidade. (CHAMPLIN, 2004, pp. 727-728 - grifo nosso).
1.2 Localização Geográfica. Filadélfia era uma cidade da província romana da Ásia Menor. A cidade era chamada “a porta do Oriente”. A cidade servia como base para a divulgação do helenismo (cultura grega) às regiões de Lídia e Frígia. Localizava-se num vale no caminho entre Pérgamo e Laodiceia. Filadélfia foi destruída por um terremoto em 17 d.C. e reconstruída pelo imperador Tibério, e depois de ser reconstruída, foi chamada de Neocesaréia (a nova cidade de César). Durante o reinado de Vespasiano, foi também chamada de Flávia (nome da mulher dele, e a forma feminina de um dos nomes dele). Atualmente, a cidade de Alasehir (na atual Turquia) fica no mesmo lugar, construída sobre as ruínas da antiga Filadélfia (CHAMPLIN, 2004, pp. 727-728 grifo nosso).
1.3 Religião. “A região produzia uvas, e o povo especialmente honrava a Dionísio, o deus grego do vinho. Também era chamada de pequena Atenas, por ter muitos templos dedicados aos deuses” (LOPES, 2006, p. 6). Como quase todas as cidades do império, Filadélfia cultuava o imperador e praticava o paganismo romano. Além disso, possuía grandes templos e muitas festas religiosas, seguindo os rituais pagãos.
II - CARACTERÍSTICAS DA IGREJA DE FILADÉLFIA
O Senhor Jesus introduz a carta falando de seus atributos como santidade e verdade (Ap 3.7-a) e aindan acrescenta ser o possuidor da chave de Davi, “que abre e ninguém fecha e fecha e ninguém abre” (Ap 3.7-b). Esta expressão está em linha com (Is 22.22-25), que nos mostra o senhorio absoluto de Cristo sobre a terra e, especialmente, sobre a Igreja. (Mt 28:18). Após identificar-se, o Senhor relata algumas características dos crentes de Filadélfia. Vejamos quais são:
2.1 Ap. 3.8-a “Conheço as tuas obras…”. Percebe-se que não somente a cidade, mas a própria igreja destacava-se por seu amor - a primeira virtude desta igreja. Que se expressa em primeiro lugar, em obediência implícita aos Seus Mandamentos (Jo 14:15,21,23; 15:10; I Jo 2:5) e o amor fraternal (entre irmãos), que representa mais intimamente “afeto terno” (I Co16.22; Jo 21.15-17);
2.2 Ap. 3.8-b “… guardaste a minha palavra…”. Destaca-se aqui a segunda virtude desta igreja: fidelidade. Aurélio diz que fiel é a pessoa que é leal, honrado, íntegro. Depois do amor é a principal característica de um verdadeiro servo de Deus. Afinal de contas, ele preza pela fidelidade dos seus servos (Nm 12.7; I Sm 12.24; I Co 4.2); Clique aqui para ler o texto completo »
Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões: - Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email. Compreendem a importância desse ato? Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
- Falem que a lição será sobre a carta dirigida a igreja de Filadélfia.
- Mostrem no mapa, a localização desta cidade. Apresentem características de Filadélfia no aspecto econômico, político, cultural e religioso.
- Quanto à fundação da igreja, falem que provavelmente foi fundada pelo Apóstolo Paulo. Leiam Atos 19.10.
- Em seguida, leiam a carta, que se encontra em Apocalipse 3. 7 a 13.
- Organizem as ideias contidas na carta, separando-as, conforme a tabela abaixo, dessa forma a apresentação do conteúdo torna-se mais didática.
| Característica(s) Positiva(s) | Característica(s) Negativa(s) | Advertência(s) |
Observação: A coluna referente as características negativas não será preenchida, pois esta igreja e a de Esmirna foram as únicas que não tiveram nenhum tipo de repreensão.
- Trabalhem os pontos levantados na lição, de forma participativa e procurem contextualizar este tema com a vida do seu aluno e com o momento atual da igreja.
- Para finalizar, utilizem a dinâmica “O Coração Mais Bonito”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Professoras e professores de Adolescentes e Juvenis, vocês podem encontrar orientações pedagógicas no Blog Atitude de Aprendiz. Professoras e professores do Discipulado, vocês encontram orientações pedagógicas no Blog Atitude de Aprendiz, no marcador “Subsídio Pedagógico Discipulado I e II”
Publicado no blog Atitude de Aprendiz
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 8, FILADÉLFIA, A IGREJA DO AMOR PERFEITO
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Mas qualquer que __guarda__ a sua palavra, o __amor__ de DEUS está nele verdadeiramente aperfeiçoado; __nisto__ conhecemos que estamos nele” (1 Jo 2.5).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
__Amar__ não é suficiente. É urgente que o nosso amor seja __perfeito__ como __perfeito__ é o amor com que DEUS nos amou.
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
3- Que tipo de amor possuía a igreja de Filadélfia?
( ) Possuía um amor que tirava forças da fraqueza.
( ) De sua pobreza temporal, extraía bens eternos para enriquecer o mundo.
4- Qual o segredo da igreja em Filadélfia, se é que isso era segredo?
( ) Era o amor que ela santificava a CRISTO.
( ) A uma igreja amante como Filadélfia, o Amado abre uma porta que ninguém poderia fechar.
( ) JESUS escancara-lhe os portais da evangelização e da obra missionária, levando-a a avançar como Reino de DEUS além de suas fronteiras.
I. FILADÉLFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL
5- Qual a história da cidade de Filadélfia?
( ) Filadélfia foi estabelecida pelo rei Átalos Filadelfos II de Pérgamo em 189 a.C.
( ) Ao construir a cidade, tinha como objetivo helenizar a região que, até aquela época, usava como língua comum, o gálico.
( ) O território da bíblica Filadélfia é ocupado, hoje, pela cidade turca de Alasehir, situada a 130 quilômetros ao leste de Esmirna.
6- Qual a história da igreja em Filadélfia?
( ) À semelhança das demais igrejas da Ásia Menor, Filadélfia também foi estabelecida ou pelo apóstolo Paulo, ou por algum membro de sua equipe (At 19.10).
( ) Poucas informações temos dessa congregação, que passaria à história como a igreja do amor fraternal.
( ) A essa igreja, endereçou o Senhor JESUS uma carta carinhosa e terna.
II. A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA
7- Como se apresenta o Senhor JESUS ao anjo da igreja em Filadélfia?
( ) Apresenta-se o Senhor JESUS como aquele que é SANTO e Verdadeiro (Ap 3.7).
( ) Somente alguém com essas credenciais far-se-ia digno de receber do Pai a chave da casa de Davi, para abrir-nos todas as portas da oportunidade (Is 22.22). Clique aqui para ler o texto completo »
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO
“Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de DEUS está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele” (1 Jo 2.5).

VERDADE PRÁTICA
Amar não é suficiente. É urgente que o nosso amor seja perfeito como perfeito é o amor com que DEUS nos amou.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Ap 3.7 JESUS é SANTO e Verdadeiro
Terça - Is 22.22; Ap 3.7 Ele tem a chave da Casa de Davi
Quarta - Sl 110.1-7 JESUS - profeta, sacerdote e rei
Quinta - 1 Co 13; 2 Co 8.1-6 Amar - a maior obra
Sexta - Ap 3.11 O Senhor JESUS vem sem demora
Sábado - 2 Tm 4.8 Devemos amar a vinda do Senhor Clique aqui para ler o texto completo »
TEXTO ÁUREO
“Mas qualquer que guardar a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele” (1Jo 2.5). – A obediência aos mandamentos de Deus testa o conhecimento de uma pessoa em relação a Deus. O verdadeiro amor por Deus e um relacionamento sincero com ele devem ser evidenciados pela lealdade{a}. ‘APERFEIÇOADO’; Gr. Teleioo; Strong 5048: Completar, realizar, levar até o fim, chegar a uma conclusão de sucesso, atingir uma meta, cumprir. Em um sentido ético e espiritual, a palavra significa levar à maturidade, aperfeiçoar{b}.
VERDADE PRÁTICA
Amar não é suficiente. É urgente que o nosso amor seja perfeito como perfeito é o amor com que Deus nos amou.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 3.1-6.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
· Conhecer o contexto geográfico e histórico da cidade de Filadélfia;
· Compreender como Jesus se apresenta a igreja de Filadélfia; e
· Elencar as principais características da igreja de Filadélfia.
Palavra Chave
Filadélfia: amor fraternal.
COMENTÁRIO
Introdução
Filadélfia era conhecida nos velhos tempos como a porta para o oriente: construída junto a uma das grandes estradas romanas que apontava como uma flecha para o coração do interior da Ásia, ela estava no caminho de quem se dirigia da Europa para regiões importantes como a Mísia, Lídia e Frigia. Era cercada de vinhas e, embora tivessem templos dedicados a vários deuses, o principal era o dedicado a Dionísio (para os gregos) ou Baco (para os romanos), o deus do vinho. Seu nome significa AMOR FRATERNAL. Entre as sete cartas às igrejas no Apocalipse, apenas duas não contêm crítica alguma: A carta à igreja em Esmirna, uma igreja pobre e perseguida, e esta, uma igreja fraca e limitada, mas que dependia totalmente do Senhor. Os homens tendem a medir força e qualidade em termos de tamanho, poder e riqueza. Jesus vê as igrejas de forma diferente. Independente de sucesso em termos mundanos, Jesus olha para o caráter e o coração de cada discípulo e de cada igreja. Ele anda no meio dos candeeiros e sabe muito bem quem pertence a ele. Boa aula!
I - FILADÉLFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL
1. A história de Filadélfia. A cidade de Filadélfia foi erguida em uma área vulcânica perigosa, situada aproximadamente 45 quilômetros ao sudeste de Sardes. Gozava de uma localização estratégica de acesso entre os países antigos de Frígia, Lídia e Mísia. Foi fundada pelo rei de Pérgamo, Átalo II, cerca de 140 a.C. Ele foi conhecido por sua lealdade ao seu irmãoEumenes, dando assim origem ao nome da cidade (Filadélfia significa “amor fraternal”). A região produzia uvas, Com um solo extremamente fértil, a cidade tornou-se conhecida por seus vinhos e bebidas refrigerantes. Um templo foi erguido entre 69 e 70 d.C. em homenagem e para culto ao imperador Vespasiano{c} e o povo especialmente honrava a Dionísio, o deus grego do vinho. A cidade servia como base para a divulgação do helenismo às regiões de Lídia e Frígia. Localizava-se num vale no caminho entre Pérgamo e Laodicéia. Filadélfia foi destruída por um terremoto em 17 d.C. e reconstruída pelo imperador Tibério que isentou seus cidadãos do pagamento de impostos durante cinco anos, para permitir que eles tivessem fundos para reconstruir a cidade{d}. Em alguns momentos de sua história, a cidade recebeu nomes mostrando uma relação especial ao governo romano. Depois de ser reconstruída, foi chamada brevemente de Neocesaréia. Durante o reinado de Vespasiano, foi também chamada de Flávia (nome da mulher dele, e a forma feminina de um dos nomes dele). Muitas vezes sacudida por terremotos, ela foi destruída em 17 d.C, junto com Sardes e dez outras cidades no vale de Lídia. O medo fez com que grande parte da população deixasse de morar no interior dos seus muros. Atualmente, a cidade de Alasehir fica no mesmo lugar, construída sobre as ruínas de Filadélfia. Clique aqui para ler o texto completo »
TEXTO ÁUREO = “Eis que venho sem demora, guarda o que tens, para que ninguém tome sua coroa” (Ap. 3: 11 )
VERDADE PRÁTICA = Quando sentimos que temos pouca força em nós mesmos, ficamos em condições de experimentar o poder de
Deus.
TEXTO BIBLICO = Ap 3.7-13
INTRODUÇÃO
Filadélfia, palavra grega que significa “amor fraternal’ , era uma cidade da província de Lídia, a 45km de Sardes. Atualmente pertence à
Turquia sob o nome de Alocheir. A carta enviada por Jesus à igreja em Filadélfia contém muitos ensinos maravilhosos. E fato digno de ser observado, que nela não há nenhuma crítica, como ocorre nas demais. Nesta carta, Jesus fala a respeito da sua vinda (”Eis que venho sem demora”) e, também, da grande tribulação (”a hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo”). Isto nos faz compreender que tudo quanto Ele menciona à igreja em Filadélfia constitui uma mensagem especial para a igreja de nossos dias, pois a vinda de Cristo é iminente.
Vejamos, portanto, as grandes bênçãos garantidas ao povo de Deus e as necessárias condições para alcançá-las.
A estrada, que de Éfeso ia para leste, tinha uma concorrente, aquela que, vindo do porto de Esmirna, passava por Filadélfia, e, através da Frígia, dirigia-se para o grande planalto Central. Filadélfia, e observarmos bem, ficava na rota da estrada do correio imperial que vinha de Roma e atravessava o porto de Trôade, seguindo para Pérgamo, Sardes, Antioquia (capital da Psídia), depois de atravessar outras regiões, essa via alcançava a Antioquia (capital da Síria), e finalmente, costeando, alcançava Jerusalém.
Eis uma das razões porque o Senhor disse: Eis* que diante de ti pus uma porta aberta” (v. 8). Em todas as cartas dirigidas as sete igrejas da Ásia Menor, o Senhor faz uma pequena apresentação de SI mesmo e depois fala. Na igreja de Filadélfia Ele se apresenta como “O Santo”. O Filho de Deus se identifica assim com a natureza do Pai, que é Santo no sentido tríplice: (Cf. Is 6.3).
TRÊS GRANDES BÊNÇÃOS OFERECIDAS À IGREJA
1. “Eis que diante de ti pus uma porta aberta” (Ap 3.8). A expressão “porta aberta” é usada comumente e
significa um meio para o homem agir, vencer e alcançar progresso.
a. Porta aberta para a salvação. Jesus revela à Igreja que ele, por sua morte no Gólgota, abrira a porta da salvação para todo
mundo (Hb 10.19,20; Tt 2.11; Rm 10.21; 11.32).
Quando Cristo exclamou, do alto da cruz: “Está consumado”, o véu do templo se rasgou de alto a baixo (Mt 27.51), como um sinal visível de que o caminho para Deus estava aberto para todos quantos nele cressem (At 14.27).
b. Porta aberta ao Espírito Santo. Jesus também revela que a porta para a manifestação plena do Espírito Santo estava aberta. O
Espírito Santo foi derramado como resultado da morte e ressurreição de Jesus (Jo 7.38,39; 16.7; Lc 12.49,50; Gl 3.13,14). A finalidade principal desse derramamento é fornecer a virtude para a obra de evangelização (At 1.8; Lc 4.18). E, também, pela operação do Espírito Santo que a porta da Palavra sé abre, e recebemos a mensagem de Deus para o povo (Mt 10.19; 1 Co 2.13; 1 Pe 1.12). Jesus quer, ainda hoje, abrir o livro para nós (Lc 4.17; 24.45). O poder do Espírito Santo também convence o homem do seu pecado (Jo 16.8,9), abrindo-lhe o coração para aceitar a Jesus como Salvador (At 11.21; 16.14; Is 50.4; Jo 6.44,45; 1 Co 3.6,7; 16.9).
2. “Eu farei que… saibam que te amo” (Ap 3.9). Havia religiosos fanáticos em Filadélfia, e Jesus os chamou de “sinagoga de
Satanás”, porém, apesar de toda força maléfica, a influência espiritual da igreja se impunha de tal maneira que aqueles prostravam-se a seus pés, reconhecendo que Deus, verdadeiramente, estava com a igreja e a amava.
Vivemos agora em tempos de apostasia, quando doutrinas de demônios proliferam cada vez mais (1 Tm 4.1-3). Deus, porém, quer abençoar a Sua querida Igreja, de tal maneira que ela sempre possa manter-se “por cabeça e não por cauda” (Dt 28.13). Assim como Deus pôs Jesus acima das potestades e domínios (Ef 1.21,22), também a Igreja está acima das forças do mal. Ela se ergue como uma rocha contra a qual “as portas do inferno não prevalecerão” (Mt 16.18). Portanto, em todo o lugar o cheiro do conhecimento de Cristo se
manifesta através da Igreja, tanto para os que se perdem como para os que se salvam (2 Co 2. 14, 15). Clique aqui para ler o texto completo »