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O Deus que Intervém na História - Thiago Santos

INTRODUÇÃO

I - O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR (Dn 2.1-15)

II - A ATITUDE S√ĀBIA DE DANIEL (2.16-30)

III - DANIEL CONTA O SONHO E INTERPRETA-O (2.31-45)

CONCLUSÃO

DANIEL, UM PROFETA PROEMINENTE NO PAL√ĀCIO REAL

DANIEL 2.23,24

Na li√ß√£o desta semana, estudaremos um pouco mais a respeito do legado deixado por Daniel, durante o tempo em que esteve no pal√°cio real da corte babil√īnica. O proeminente papel desempenhado pelo profeta na presen√ßa do rei revela a interven√ß√£o divina em resposta √† prepot√™ncia dos governos terrenos que pensavam possuir o dom√≠nio pleno sobre o mundo (cf. Dn 2.20,21). Al√©m disso, n√£o reconheciam a exist√™ncia de um Deus, Criador dos c√©us e da terra, a quem deveriam prestar contas. √Ä vista disso, Deus interv√©m na hist√≥ria ao revelar um profundo e significativo sonho a Nabucodonosor, a fim de tornar manifesto o decl√≠nio dos reinos terrenos ao longo da hist√≥ria, pois somente o dom√≠nio universal do Messias ser√° eterno (v.44).

Al√©m de s√°bio, Daniel se mostra um servo totalmente dependente da provid√™ncia divina. Depois da not√≠cia que todos os s√°bios palacianos deveriam morrer por n√£o interpretarem o sonho do rei, o profeta convida seus amigos a orarem a Deus, a fim de que Ele revele n√£o somente a interpreta√ß√£o, mas tamb√©m o pr√≥prio sonho que o rei havia esquecido. Pela gra√ßa de Deus, Daniel recebe a revela√ß√£o divina e evita que o genoc√≠dio aconte√ßa. Em consequ√™ncia disso, o profeta √© exaltado e o rei o constitui como governador de toda a prov√≠ncia da Babil√īnia, assim tamb√©m como principal governador de todos os s√°bios. Desse modo, Deus √© glorificado atrav√©s da vida de Daniel, que se torna um grande exemplo para a igreja dos dias atuais. Nesta li√ß√£o, o professor poder√° levar a classe refletir sobre a import√Ęncia do papel desempenhado pelos crentes na sociedade. Explique tamb√©m, que Deus deseja conceder-nos uma vida de intimidade profunda com Ele, a fim de nos usar extraordinariamente dentro do contexto social que estamos inseridos.

O papel de Daniel na corte de Nabucodonosor

Al√©m da sabedoria e integridade encontrada no car√°ter de Daniel, o profeta desempenhou um papel de proemin√™ncia na corte babil√īnica. Deus concedeu ao rei Nabucodonosor um profundo e significativo sonho que revela a interven√ß√£o divina ao longo da hist√≥ria, como resposta √† prepot√™ncia das domina√ß√Ķes terrenas que pensavam possuir o controle pleno sobre o mundo. No entanto, s√≥ h√° um dom√≠nio que pode ser considerado sempiterno e indestrut√≠vel, o dom√≠nio universal do Messias (v.44).

Após o sonho, todos os sábios e adivinhos são convocados a trazerem o relato e a interpretação ao rei. Entretanto, não o puderam responder, visto que Deus fez com que o imperador esquecesse o sonho a fim de exaltar Daniel no palácio real. Por não acreditar nas justificativas dos sábios e adivinhos de todo o império, de que não seria possível dar a devida interpretação do sonho, o rei ordena a matança de todos estes, incluindo Daniel e seus companheiros. Todavia, Deus fez com que Daniel achasse graça aos olhos de Nabucodonosor, para que a loucura do rei não fosse perpetuada. Com sabedoria e inteligência, o jovem hebreu assume corajosamente a responsabilidade de atender a necessidade do rei, pois a inquietação havia tomado conta do coração daquele déspota.

Prontamente a gra√ßa divina que tornou a Daniel s√°bio, fez com que ele estivesse preparado para aquele momento, pois o profeta poderia at√© ser morto, caso a resposta n√£o provesse a necessidade do rei. Mas Deus, que √© riqu√≠ssimo em miseric√≥rdia, interveio na vida de Daniel trazendo de forma precisa a resposta da ora√ß√£o e concedendo o livramento. N√£o obstante, √© importante destacar que a prontid√£o do profeta, ainda jovem foi um diferencial para aquele momento hist√≥rico que o imp√©rio babil√īnico estava vivenciando.

Um profeta dependente da providência divina

Outra característica marcante deste jovem profeta era a forma como se relacionava com Deus. Daniel era mais do que um profeta ou estadista, ele se apresentava como um servo totalmente dependente da graça divina. Ao tomar conhecimento do decreto real, de que todos os sábios palacianos deveriam morrer por não interpretarem o sonho do rei, o profeta fala a Arioque, capitão da guarda e pede ao rei que lhe desse um tempo para que pudesse buscar a resposta. Em seguida, convida seus amigos a orarem a Deus, a fim de que Ele revele não somente a interpretação, mas também o próprio sonho que o rei havia esquecido.

Não obstante, tenha recebido um dom que excedeu a sabedoria e inteligência encontrada nos demais jovens hebreus, Daniel compartilha-lhes a situação para que possam auxiliá-lo em oração. Assim como em outros momentos, Daniel demonstrara que possuía um nível de caráter íntegro que sobrepujava qualquer cargo que ocupasse por mais esplêndido que fosse. Ao reconhecer que somente Deus poderia trazer a solução para este dilema, o profeta clama pela resposta e deposita toda a confiança na providência divina. Até que em uma visão de noite, o jovem recebeu a revelação de Deus do que se tratava o sonho do rei e a sua interpretação (Dn 2.19).

O sonho era a respeito de uma imagem, cujos membros eram feitos de materiais diversos e revelava a inferioridade e decadência dos reinos terrenos que transcorreriam ao longo da história. Vemos aqui a graça de Deus sendo manifesta através do profeta, pela qual, uma grande barbárie foi evitada.

O castigo que o rei pretendia realizar era severo. De acordo com o Coment√°rio B√≠blico Beacon: Isa√≠as a Daniel, “o castigo decretado por Nabucodonosor era bastante comum entre os babil√īnios (cf. 3.29). O despeda√ßamento de cativos de guerra havia sido praticado at√© pelos hebreus (1 Sm 15.33) como uma manifesta√ß√£o de julgamento extremo. Nabucodonosor acrescentou a esse horror o confisco de propriedade e a profana√ß√£o das casas das v√≠timas, tornando-as um monturo (v.5), isto √©, dep√≥sitos de lixo p√ļblicos” (CPAD, 2005, p.506). Assim, a gra√ßa de Deus manifestada por meio da integridade de Daniel, foi significante para que esta execu√ß√£o n√£o fosse realizada sobre todos os s√°bios e magos do imp√©rio, embora n√£o servissem e nem adorassem ao Deus de Daniel.

A intervenção divina na vida do profeta

Em consequ√™ncia disso, Deus trouxe exalta√ß√£o sobre a vida de Daniel. Agradecido pela prontid√£o do jovem em atender a sua solicita√ß√£o, o rei lhe concedeu presentes e o constituiu governador de toda a prov√≠ncia da Babil√īnia, assim tamb√©m como principal governador de todos os s√°bios do imp√©rio. Por certo, havia um prop√≥sito da parte de Deus de exaltar a Daniel, a fim de que o nome do Deus do C√©u que revela os segredos do cora√ß√£o do homem se tornasse conhecido acima de todos os dom√≠nios da terra (cf. Dn 2.28).

Al√©m de profeta, o jovem hebreu se tornou um importante estadista n√£o somente para o reino babil√īnico, mas tamb√©m durante o dom√≠nio medo-persa, at√© o final de sua vida. Durante este per√≠odo, muitas foram as mensagens trazidas por Daniel da parte de Deus para os governantes daqueles tempos e tamb√©m recebeu revela√ß√Ķes significativas para os fieis dos dias atuais concernente ao plano final de Deus para a humanidade, tornando esclarecida boa parte das profecias escatol√≥gicas encontradas nas Escrituras Sagradas.

Partindo desta premissa, vemos no exemplo de Daniel, uma s√©rie de li√ß√Ķes adquiridas atrav√©s de seu testemunho de f√©, que s√£o de suma import√Ęncia para a Igreja. Na obra Guia de Leitor da B√≠blia, Laurence O. Richards declara: “Algumas pessoas s√£o tentadas a chamar pra si o cr√©dito por seus dons ou habilidades especiais. Daniel, n√£o. Ele era bastante cauteloso ao explicar que a interpreta√ß√£o de sonhos ia al√©m de suas revela√ß√Ķes. Devemos adotar a mesma atitude de Daniel. ‚ÄėPois quem √© que te faz sobressair? E que tens tu que n√£o tenhas recebido? E, se o recebeste, porque te vanglorias, como se o n√£o tiveras recebido?’ (1 Co 4.7). Tudo o que temos e somos procedem de Deus” (CPAD, 2010, p.514). Desse modo, podemos entender que a gra√ßa de Deus se torna abundante na vida daqueles honram a Deus e o colocam em primeiro lugar (Mt 6.33).

Considera√ß√Ķes finais

Em vista disso, vemos na hist√≥ria de Daniel, o legado deixado pelo profeta atrav√©s do seu testemunho honroso que demonstrou durante o tempo em que esteve no pal√°cio de Nabucodonosor. O relevante papel desempenhado pelo jovem profeta, n√£o apenas demonstrou a interven√ß√£o divina na hist√≥ria da humanidade, como tamb√©m revelou que existe um Deus, Criador dos c√©us e da terra a quem todos devem prestar contas (Rm 14.10; 2 Co 5.10). Al√©m da sabedoria encontrada no profeta, vemos a predisposi√ß√£o de servo depende da provid√™ncia divina a fim de se colocar ousadamente diante do rei para impedir que um genoc√≠dio aconte√ßa. Daniel assume a posi√ß√£o de profeta de Deus e ora junto com seus amigos, pedindo ao Deus de Israel que revele o sonho do rei e a sua interpreta√ß√£o. Deus o responde de forma gloriosa para que todos os reinos saibam inclusive o babil√īnico, que n√£o h√° Deus al√©m do Deus do C√©u, que revela os segredos do cora√ß√£o do homem. Assim como em outros momentos, Daniel demonstrara que possu√≠a um n√≠vel de car√°ter em excel√™ncia que sobrepujava qualquer cargo que ocupasse por mais importante que fosse. O jovem alcan√ßou o m√©rito de ser colocado como governador geral de todas as prov√≠ncias da terra dos caldeus e chefe de todos os s√°bios que havia na Babil√īnia.

Desse modo, vemos a import√Ęncia do papel desempenhado pelos crentes neste mundo. Deus institui os seus servos em todas as camadas da sociedade a fim de que cumpram a miss√£o de testemunhar a respeito do Reino de Deus. Embora Deus determine dons espec√≠ficos para cada um de seus servos, √© da vontade de Deus usar-nos de forma extraordin√°ria dentro do contexto em que est√£o inseridos. Que nesta li√ß√£o, o professor analise com a classe em rela√ß√£o ao uso das habilidades e compet√™ncias concedidas por Deus para testemunharmos o seu Nome entre os infi√©is. Relacione a import√Ęncia da sabedoria e proemin√™ncia do car√°ter de Daniel em meio ao cen√°rio do cativeiro, com o contexto social em que a Igreja de Cristo se depara nos dias atuais.

Publicado no Portal CPAD

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O Deus que Intervém na História - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA B√ćBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANG√ČLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITER√ďI - RJ
LI√á√ÉO N¬ļ 03 - DATA: 19/10/2014
T√ćTULO: “O DEUS QUE INTERV√ČM NA HIST√ďRIA”
TEXTO √ĀUREO - Dn 2.20-21
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE: Dn 1.2.12-23
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

Hu­manamente, é impossível alguém re­velar o sonho de uma pessoa, sem que esta o conte primeiramente. Portanto, o que Nubucodonosor exi­gia de seus sábios era uma loucura. Mas, mediante a oração, Deus mostrou a Daniel a mesma visão concedida ao rei, razão por que ele e to­dos os entendidos do reino foram salvos da morte.

II - O SONHO DO REI NABUCODONOSOR:

Havia-se passado algum tempo, desde que Daniel concluir√° seu treinamento na escola palaciana. Ele fo¬≠ra aprovado por Nabucodonosor, e ficara “perante o rei” (Dn 1.18,19).

(1) -¬†A crise provocada pelo sonho do rei¬†-¬†Nabucodonosor teve um so¬≠nho, mas n√£o entendeu o que presen¬≠ciou. Por isso, seu esp√≠rito se pertur¬≠bou, a ponto de perder o sono, por¬≠que guardava a certeza, de que a vi¬≠s√£o encerrava algo de suma impor¬≠t√Ęncia (v.l).

Convocou todos os sá­bios de seu reino, isto é, os magos, os encantadores, os astrólogos, os caldeus, para que lhe declarassem a revelação e a sua interpretação. Ob­servamos que Daniel não foi convocado, mesmo, pouco tempo antes, tivesse sido avaliado dez vezes mais sábio que os entendidos do reino (Dn 1.20). Talvez o consideraram muito jovem.

O rei, no princ√≠pio da conversa, prometeu uma recompensa material (v.6), e terminou sua mensagem com a amea√ßa da morte de todos (v.12). Como n√£o puderam dar a resposta que ele exigia, este, muito irado, de¬≠cretou o exterm√≠nio de todos os s√°¬≠bios da Babil√īnia. Daniel e seus ami¬≠gos foram agora lembrados para se¬≠rem mortos (v. 13). Isto mostra que eles, efetivamente, faziam parte dos conselheiros do rei.

(2) -¬†O pouco valor dado √† vida humana-¬†Em um momento de capri¬≠cho do rei da Babil√īnia, todos os s√°bios do reino foram condenados √† morte! Um pequeno exemplo do que o paganismo tem a oferecer a seus seguidores.

A esperan√ßa da humanidade √© o Evangelho de Jesus Cristo. Esta mensagem, divulgada e recebida entre os povos, atrav√©s da obra mission√°ria, fez com que o poder da palavra come√ßasse a influenciar positivamente a atitude das pessoas frente √† vida, e modificou at√© mesmo a legisla√ß√£o de muitos pa√≠ses. Os “direitos humanos” s√£o fruto do Cristianismo.

O Evangelho trouxe tamb√©m a valoriza√ß√£o da mulher. Nos pa√≠ses pag√£os, ela tem pouco ou nenhum valor. Mas a B√≠blia ensina: “Nisto n√£o h√° judeu nem grego; n√£o h√° servo nem livre; n√£o h√° macho nem f√™mea; porque todos v√≥s sois um em Cristo” (Gl 3.28). Onde a B√≠blia penetra e √© praticada, a mulher tem o mesmo valor do homem.

(3) -¬†Daniel, o homem certo, no momento apropriado¬†- Daniel, sabedor do decreto real, pediu que lhe fosse dado um tempo, para que pudesse revelar e interpretar o sonho do rei (v. 16). Foi um grande passo de f√©, e mostra que ele j√° sabia, por experi√™ncia pr√≥pria, que Deus nunca falha. Fez saber o caso aos seus amigos e, juntos, oraram, pediram miseric√≥rdia a Jeov√° quanto ao segredo, para que Daniel fosse o instrumento para a salva√ß√£o n√£o s√≥ deles pr√≥prios, mas tamb√©m dos s√°bios da Babil√īnia, naquele momento cr√≠tico para todos (v. 17,18).

(4) -¬†Deus responde a ora√ß√£o¬†- Deus respondeu a ora√ß√£o, ao revelar o segredo a Daniel, numa vis√£o de noite (v. 19). Ele experimentou mais uma vez que a sombra das asas do Senhor √© abrigo seguro nas calamidades (SI 57.1), pois Jeov√° √© socorro bem presente na ang√ļstia (SI 46.1), e quando lan√ßamos o nosso cuidado sobre o Todo-poderoso, Ele nos sust√©m (SI 55.22).

O louvor do profeta (vv.19-23) √© um modelo de ora√ß√£o que brotou de um cora√ß√£o quebrantado diante da soberania divina. “Invoca-me no dia da ang√ļstia, e eu te livrarei, e tu me glorificar√°s” (SI 50.15).

(5) - Daniel conta o sonho ao rei - Daniel foi introduzido na presença de Nabucodonosor que estava ansioso (v.26). O profeta confirmou o que os sábios haviam anteriormente dito, isto é, aquilo que o rei requeria, ninguém era capaz de descobrir. Mas o Deus dos céus revela todos os segredos (v.28). Ele estava ali da parte do Todo-poderoso, para contar ao rei o sonho, e dar-lhe a devida interpretação (vv. 31-36).

III - DANIEL REVELOU E INTERPRETOU O SONHO:

O sonho √© um resumo prof√©tico dos acontecimentos que v√£o desde o cativeiro babil√īnico, at√© a vinda de Cristo em gl√≥ria, no t√©rmino da Grande Tribula√ß√£o.

Inteirar-se do significado desta vis√£o √© de suma import√Ęncia para n√≥s que vivemos √†s portas do Arrebatamento da Igreja, pois esta vis√£o ajuda a compreender globalmente a palavra prof√©tica.

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O Deus que Intervém na História - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 3 - 4T/2014 - Parte 1

Lição 3 - 4T/2014 - Parte 2

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O Deus que Intervém na História - Ev. Luiz Henrique

Lição 3, O DEUS Que Intervém Na História

Li√ß√Ķes B√≠blicas - 4¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Coment√°rios: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Question√°rio

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

O livro do profeta Daniel, atrav√©s do sonho do rei Nabucodonosor, resume os grandes imp√©rios do mundo: Babil√īnia, M√©dia/P√©rsia, Gr√©cia e Roma. O cap√≠tulo dois se divide em Introdu√ß√£o, Tr√™s epis√≥dios e Conclus√£o.

TEXTO √ĀUREO

“Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de DEUS para todo o sempre, porque dele √© a sabedoria e a for√ßa; ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele d√° sabedoria aos s√°bios e ci√™ncia aos inteligentes” (Dn 2.20,21).

 

VERDADE PR√ĀTICA

DEUS intervém na história, pois sua é a terra e os que nela habitam.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Dn 1.8; Gn 39.7-9 A vida de Daniel lembra a de José

Terça  - Jó 4.12-14; Dn 10.7-9 A sabedoria de Daniel lembra a de Jó

Quarta - At 1.7; 1 Ts 5.1 Os tempos e as esta√ß√Ķes pertencem a DEUS

Quinta - Gl 4.4 A plenitude dos tempos

Sexta - 1 Ts 5.20 N√£o desprezeis as profecias

S√°bado - Nm 12.6 DEUS fala de muitas maneiras

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Daniel 2.12-23

12 Ent√£o, o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os s√°bios de Babil√īnia. 13 E saiu o decreto segundo o qual deviam ser mortos os s√°bios; e buscaram Daniel e os seus companheiros, para que fossem mortos. 14 Ent√£o, Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, capit√£o da guarda do rei, que tinha sa√≠do para matar os s√°bios de Babil√īnia. 15 Respondeu e disse a Arioque, encarregado do rei: Por que se apressa tanto o mandado da parte do rei? Ent√£o, Arioque explicou o caso a Daniel. 16 E Daniel entrou e pediu ao rei que lhe desse tempo, para que pudesse dar a interpreta√ß√£o. 17 Ent√£o, Daniel foi para a sua casa e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros, 18 para que pedissem miseric√≥rdia ao DEUS dos c√©us sobre este segredo, a fim de que Daniel e seus companheiros n√£o perecessem com o resto dos s√°bios da Babil√īnia. 19 Ent√£o, foi revelado o segredo a Daniel numa vis√£o de noite; e Daniel louvou o DEUS do c√©u. 20 Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de DEUS para todo o sempre, porque dele √© a sabedoria e a for√ßa; 21 ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele d√° sabedoria aos s√°bios e ci√™ncia aos entendidos. 22 Ele revela o profundo e o escondido e conhece o que est√° em trevas; e com ele mora a luz. ¬†23 √ď DEUS de meus pais, eu te louvo e celebro porque me deste sabedoria e for√ßa; e, agora, me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este assunto do rei.

 

INTERAÇÃO

Prezado professor, estudaremos na lição de hoje o segundo capítulo do livro de Daniel. Este capítulo revela o sonho de Nabucodonosor e o seu desafio aos sábios do seu palácio. Tudo indica que o rei já sabia das habilidades dos seus magos, por isso, os desafia a contarem o sonho e sua interpretação. O que o rei desejava era  humanamente impossível. Por isso, Daniel ora e pede a ajuda do Senhor. Temos um DEUS que revela os seus mistérios aos seus profetas. Daniel, com a ajuda do Senhor, revelou ao rei detalhes do sonho que ele vagamente lembrava. A imagem vista por Nabucodonosor representava sucessivos reinos futuros, até que o rei dos Reis venha e estabeleça o seu reino eterno.

 

OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Conhecer o sonho perturbador de Nabucodonosor.

Analisar a atitude s√°bia de Daniel perante o rei.

Compreender a interpretação do sonho de Nabucodonosor.

 

ORIENTA√á√ÉO PEDAG√ďGICA

Professor, reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para explicar aos alunos o sonho de Nabucodonosor e a sua interpreta√ß√£o. Explane que a est√°tua do sonho refere-se a quatro reinos mundiais que viriam: o Imp√©rio Babil√īnico, Medo-Persa, Grego e Romano. A “pedra” representava o reino eterno de CRISTO. JESUS √© a Rocha Eterna que desfar√° o imp√©rio do Anticristo.

 

Resumo Da Lição 3, O DEUS Que Intervém Na História

I. O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR (Dn 2.1-15)

1. O tempo do sonho (v.1).

2. A habilidade dos sábios é desafiada no palácio (2.2).

3. O fracasso da sabedoria pag√£ (2.3-13).

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Questionário - O Deus que Intervém na História - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 3, O DEUS Que Intervém Na História

Responda conforme a revista da CPAD do 4¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE. Coment√°rio: Pr. Elienai Cabral

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de DEUS para todo o sempre, porque dele √© a _________________________ e a for√ßa; ele muda os _________________________ e as horas; ele __________________________ os reis e estabelece os reis; ele d√° sabedoria aos s√°bios e ci√™ncia aos inteligentes” (Dn 2.20,21).

 

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

DEUS ___________________________ na ___________________________, pois sua é a ___________________________ e os que nela habitam.

 

I- O SONHO  PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR (Dn 2.1-15)

3- Qual o tempo do sonho (v.1) de Nabucodonosor?

(    ) O primeiro versículo demonstra um aparente conflito de datas.

(¬†¬†¬† ) A express√£o “segundo ano do reinado de Nabucodonosor” contrasta com os tr√™s anos de treinamento de Daniel e de seus companheiros descritos no primeiro cap√≠tulo.

(¬†¬†¬† ) Segundo estudiosos do Antigo Testamento, tanto os judeus quanto os babil√īnios contavam as fra√ß√Ķes de um ano como ano inteiro.

(    ) Por isso, a vigência do segundo ano para a cultura do reino de Judá era o terceiro ano do reinado de Nabucodonosor.

(    ) Por isso, a vigência do terceiro ano para a cultura do reino de Judá era o segundo ano do reinado de Nabucodonosor.

 

4- De que maneira a habilidade dos sábios é desafiada no palácio (2.2)?

(    ) Ao esquecer-se do sonho, Nabucodonosor desafiou as habilidades dos sábios palacianos em revelar e interpretar o que ele havia sonhado.

(    ) O sonho perturbou o rei, pois Nabucodonosor suspeitava que a simbologia do que sonhara tinha relação com o reino e com o futuro do império.

(    ) Naqueles tempos, os reis tinham a pretensão de ser privilegiados com sonhos divinamente inspirados.

(    ) Quando sonhavam, requeriam então o trabalho dos sacerdotes adivinhos.

(    ) Estes serviam à corte e interpretavam os sonhos de seus senhores.

(¬†¬†¬† ) Os sacerdotes adivinhos eram tamb√©m chamados de magos, astr√≥logos, encantadores ou apenas “s√°bios sacerdotes”.

(¬†¬†¬† ) Os sacerdotes adivinhos eram tamb√©m chamados de magos, astr√≥logos, encantadores ou apenas “caldeus”.

 

5- Como se deu o fracasso da sabedoria pag√£ (2.3-13)?

(    ) Conforme descrito no capítulo dois, percebemos que Nabucodonosor suspeitava da lisura e honestidade dos seus magos conselheiros.

(¬†¬†¬† ) Ser√° que estes magos se aproveitavam de estrat√©gias para enganar e amea√ßar as pessoas com palavras v√£s? Esta d√ļvida deveria ser passada a limpo.

(    ) Então o imperador desafiou-os a não somente adivinhar o sonho, mas interpretá-lo.

(    ) O rei decretou ainda a pena capital para todos os sábios do palácio caso não desvendassem o sonho.

(¬†¬†¬† ) Diante do desafio, os magos revelaram-se incapazes de decifrar o sonho do rei Nabucodonosor, bem como saberem o seu conte√ļdo.

(    ) O problema era que, por serem advinhos, Daniel e os seus amigos poderiam ser igualmente atingidos por esse decreto.

(    ) O problema era que, por serem nobres, Daniel e os seus amigos poderiam ser igualmente atingidos por esse decreto.

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TV EBD - O Deus que Intervém na História - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 3 - O Deus que Intervém na História. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 2 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 3 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 3 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 3 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 3 - 4T/2014

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O Deus que Intervém na História - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Ap√≥s a chamada, solicitem ao secret√°rio da classe a rela√ß√£o dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, atrav√©s de telefone ou email ou pelas redes sociais,¬†deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentir√£o queridos, cuidados, perceber√£o que voc√™s sentem falta deles. Dessa forma, voc√™s estar√£o estabelecendo v√≠nculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, voc√™s iniciam o estudo da li√ß√£o. Vejam estas sugest√Ķes:- Iniciem o estudo, perguntando para os alunos:Voc√™s sonharam na noite passada?Como foi o sonho?Qual o significado do sonho?Aguardem as respostas.

- Falem: √Č muito comum as pessoas n√£o se lembrarem do que sonharam durante a noite. Quando as pessoas se lembram, n√£o entendem o que pode significar o sonho.- Falem, ainda: O tema da aula de hoje est√° focalizado em um sonho do rei Nabucodonosor, que ele n√£o se lembrava, mas exigiu dos s√°bios descobrir qual o sonho e a interpreta√ß√£o.

- Para trabalhar sobre o sonho, utilizem a din√Ęmica¬†“O Sonho do Rei”.- Agora, trabalhem outros pontos da li√ß√£o que ainda n√£o foram mencionados na din√Ęmica.
- Para concluir, falem que Deus conhece o futuro e revelou atrav√©s do sonho prof√©tico do rei, os reinados que se sucederiam. Enalte√ßam o poder de Deus em revelar o sonho e sua interpreta√ß√£o para Daniel.Depois, leiam:”Mas h√° um Deus no c√©u, o qual revela os mist√©rios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que h√° de acontecer nos √ļltimos dias; o teu sonho e as vis√Ķes da tua cabe√ßa que tiveste na tua cama s√£o estes…”(Dn 2:28).”Respondeu o rei a Daniel, e disse: Certamente o vosso Deus √© Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e revelador de mist√©rios, pois pudeste revelar este mist√©rio”(Dn 2:47).Tenham uma excelente e produtiva aula!
Din√Ęmica: O Sonho do Rei

Objetivo: Apresentar de forma prática o estudo sobre a estátua do sonho do rei Nabucodonosor.

Material:

01 folha de papel madeira ou peso 40 grande

01 pincel at√īmico

Papel laminado dourado e prateado

01 tubo de colaBarro

01 pedra

Nomes digitados: Babil√īnico, Medo-persa, Grego, Romano, Anticristo

01 rolo de fita adesiva

Procedimento:

- Leiam sobre o sonho do rei Nabucodonosor, que se refere a est√°tua, em Daniel 2. 31 a 33.

- Depois, montem com os alunos “uma est√°tua”.¬†Para isto, fa√ßam o contorno do corpo humano com pincel at√īmico.Agora, falem: Qual o material da cabe√ßa da est√°tua?Ent√£o colem peda√ßos de papel laminado dourado na cabe√ßa.Qual o material dos peitos e dos bra√ßos?Ent√£o colem peda√ßos de papel laminado prateado nestas partes.Qual o material do ventre e das coxas?Ent√£o colem peda√ßos de papel com cor de cobre no ventre e nas coxas.Qual o material das pernas?Ent√£o colem peda√ßos de papel com cor de ferro.Agora, faltam os p√©s. Mas, qual era o material?Ent√£o passem cola sobre os p√©s e por cima joguem o barro e depois colem peda√ßos de papel cor de ferro.- Agora, coloquem a “est√°tua” pendurada na parede ou num quadro e comecem a trabalhar sobre o que representa cada tipo de material relacionados aos imp√©rios.Voc√™s colocam o nome do imp√©rio ao lado da parte do corpo que faz refer√™ncia.Cabe√ßa: Babil√īnicoPeitos e bra√ßos: Medo-persaVentre e coxas: GregoPernas: RomanoP√©s: Reino do AnticristoLeiam o que fala Daniel 2. 37 a 41 e apresentem o que voc√™s estudaram sobre estes imp√©rios.Quando voc√™s falarem sobre o Reino do Anticristo, apresentem informa√ß√Ķes como:De acordo com a B√≠blia quem √© o Anticristo?Quando aparecer√°?Quanto tempo governar√°?Onde aparecer√°?Em que se fundamentar√° o governo do Anticristo?- Para finalizar, peguem uma pedra e joguem nos p√©s da “est√°tua” e depois pe√ßam para que os alunos destruam a est√°tua.Mas, por que foi destru√≠da?Em seguida, leiam Daniel 2. 35 e 44.- Ent√£o, falem que a pedra representa Jesus e o seu reino. Leiam ainda, At 4. 11, Ef 2.20 e I Pe 2.4.

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O Deus que Intervém na História - AD Londrina

Aula ministrada pela Professora Eliza Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 3 - 4T/2014

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O Deus que Intervém na História - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†= “Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque dele √© a sabedoria e a for√ßa; ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele d√° sabedoria aos s√°bios e ci√™ncia aos inteligentes” (Dn 2.20,21).
VERDADE PR√ĀTICA¬†= Deus interv√©m na historia, pois sua √© a terra e os que nela habitam.
LEITURA BIBLICA = Daniel 2.12-23
INTRODUÇÃO
Os maiores homens s√£o os mais expostos √†s preocupa√ß√Ķes e transtornos da mente, que perturbam o seu repouso noturno, enquanto o sono do trabalhador √© doce e profundo. N√£o conhecemos a inquieta√ß√£o de muitos que vivem com grande pompa e, conforme outros pensam de modo v√£o, com prazer. O rei pediu aos seus s√°bios que lhe declarassem o pr√≥prio sonho, caso contr√°rio, todos eles seriam executados como enganadores.
Os homens estão mais ansiosos por perguntar sobre os acontecimentos futuros do que por aprender o caminho da salvação ou a senda do dever; porém, o conhecimento antecipado dos sucessos aumenta a ansiedade e o transtorno. Aqueles que enganavam, pretendendo fazer aquilo que não podiam, foram sentenciados à morte por não conseguirem levar adiante seus enganos.
Nabucodonosor pede aos s√°bios que lhe revelem seu sonho, 2: 1-3.
2: 1 - Os cr√≠ticos se referem a esta data do “segundo ano do reinado de Nabucodonosor” como prova de que o livro n√£o foi inspirado porque, dizem eles, Daniel, por este tempo, n√£o poderia ter terminado seus tr√™s anos de prepara√ß√£o. Mas, de acordo com o sistema babil√īnio de contagem, o segundo ano de Nabucodonosor seria realmente seu terceiro ano no trono, desde que um ano n√£o seria contado enquanto n√£o se completasse (veja 1: 1).
Portanto, isto n√£o contradiz a possibilidade do sonho ter ocorrido no fim do “segundo ano” de Nabucodonosor, e que Daniel assim interpretou o sonho logo que ele tivesse completado seu terceiro ano de prepara√ß√£o. Outra explica√ß√£o plaus√≠vel √© que Daniel e seus tr√™s amigos estavam ainda em prepara√ß√£o, mas bastante avan√ßados para serem contados entre os s√°bios, 2:14-18,24-28.
2:2-3 - M√°gicos, astr√≥logos, feiticeiros e caldeus representam todos os tipos de s√°bios na Babil√īnia.¬†Ainda que Caldeia literalmente descrevesse o territ√≥rio ao sul da Babil√īnia, o termo “caldeus” chegou a representar a nata da sociedade babil√īnia, homens de grande conhecimento que influenciaram os neg√≥cios pol√≠ticos e religiosos do reino.
Os s√°bios perguntaram primeiro sobre o sonho para que pudessem interpret√°-lo, 2:4-13.
2:4 - Começando neste versículo e continuando até 7:28, os manuscritos existentes de Daniel são escritos em aramaico (siríaco). Todo o restante do livro é escrito em hebraico (veja a Introdução). O aramaico era a língua predominante falada no reino e foi adotada até pelos exilados judeus, que continuaram a falá-la quando retomaram à Palestina.
2:5-6 - O decreto do rei punha à prova a autenticidade destes sábios. Se tivessem realmente capacidade sobrenatural, eles poderiam revelar a Nabucodonosor tanto o sonho como a interpretação. Se pudessem fazer isso receberiam grande honra, mas se não pudessem, então morreriam.
2:7-9 - Eles começaram a ganhar tempo repetindo o pedido para que o rei revelasse seu sonho. Nabucodonosor percebeu o seu estratagema de preparação de mentiras quando eles se detiveram algum tempo na esperança de que a situação pudesse mudar. Mas se recusou a alterar o seu decreto.
2: 1 0-11 - Eles descreveram a exigência do rei como insensata e impossível. Naturalmente, isto era admitir que eles eram embusteiros.
2:12-13 - Nabucodonosor enfureceu-se e emitiu o decreto para que os sábios fossem mortos. Isto incluía Daniel e seus companheiros.
Daniel pede tempo para revelar o sonho, 2:14-16.
2:14-16 - Quando Arioque, o capitão dos algozes do rei, veio prender Daniel, ele lhe fez saber tudo o que tinha acontecido.Daniel requereu ao rei que lhe desse tempo para estudar o sonho e sua interpretação.
Daniel rende glória a Deus pela revelação do sonho, 2: 17 -30.

A oração e a resposta quando o pedido é concedido, 2: 17-23.
2: 17 -18 - A f√© de Daniel em Deus era inabal√°vel.¬†Ele tinha firme esperan√ßa que este segredo seria revelado, mas buscou seus tr√™s companheiros para juntarem-se a ele em ora√ß√Ķes a Deus, pedindo a revela√ß√£o. A confian√ßa n√£o lhe permitiu esquecer sua depend√™ncia de Deus.
2: 19-22 - O segredo do sonho foi revelado numa vis√£o noturna e Daniel, agradecido, louvou o Deus do c√©u.¬†“Dele √© a sabedoria e o poder” (Ele √© absoluto em todos os seus caminhos).
“√Č ele quem muda o tempo e as esta√ß√Ķes.” (Comanda a ascens√£o e a queda dos reinantes da terra).
“Remove reis e estabelece reis.” (Deus √© o supremo dominador do universo). “D√° sabedoria aos s√°bios…” (√Č a fonte da sabedoria).
“Ele revela o profundo e o escondido” (√Č capaz de conhecer o futuro).
2:23 - Daniel agradeceu a Deus pela sabedoria e poder concedidos a ele. Qualquer êxito que tivesse com Nabucodonosor não seria por sua própria força, mas pela de Deus, e Daniel humildemente reconhecia esse fato.
Daniel louva a Deus diante de Nabucodonosor, 2:24-30.
2:24-25 - Daniel persuadiu Arioque a não matar os sábios porque agora ele poderia satisfazer o pedido do rei. Arioque levou Daniel rapidamente a Nabucodonosor.
2:26-28 - Daniel reconheceu que nenhum homem, por si s√≥, tinha capacidade para revelar segredos.¬†Somente Deus no c√©u tem essa capacidade. Daniel falou ousadamente do Deus verdadeiro ao rei pag√£o e id√≥latra. A express√£o “√ļltimos dias” sempre se refere √† era messi√Ęnica ou √†queles dias que precederam o per√≠odo messi√Ęnico, quando o reino de Deus seria estabelecido (veja G√™nesis 49: 1,9-1 O; N√ļmeros 24: 14, 17; Isa√≠as 2:2-3). √Č o mesmo per√≠odo do qual Joel falou (2:28-32), citado por Pedro no Pentecostes e aplicado ao seu pr√≥prio tempo (Atos 2: 17). O per√≠odo dos “√ļltimos dias” est√° em contraste com “os tempos passados” quando Deus ainda planejava as dispensa√ß√Ķes futuras na terra para o homem (veja Hebreus 1: 1-2). Estamos agora vivendo nos “√ļltimos dias” na terra porque, depois disto haver√° julgamento e eternidade (l Cor√≠ntios 15:23-26).
2:29-30 - Daniel afirma claramente que ele é apenas o instrumento através do qual Deus está dando a conhecer a história mesmo antes que ela ocorra.
A revelação e a interpretação do sonho de Nabucodonosor, 2:31-49.
1. O sonho, 2:31-35.
2:31-33 - Nabucodonosor tinha visto em seu sonho uma imagem brilhante e terr√≠vel composta de diferentes metais. A cabe√ßa era de ouro; o peito, de prata; o abd√īmen de bronze; as pernas de ferro e os p√©s de ferro e argila.
2:34-35 - Uma pedra talhada sem o aux√≠lio de m√£os (de origem divina) feriu a imagem de modo que ela foi demolida.¬†Ent√£o a pedra se tornou uma grande montanha que encheu toda a terra. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Deus que Intervém na História - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 3: O Deus que Interv√©m na Hist√≥ria do 4¬ļ Trimestre de 2014: Integridade Moral e Espiritual ‚ÄĒ o legado do livro de Daniel para a Igreja hoje, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 3 - 4T/2014

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