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Abraão, o amigo de Deus

LIÇÃO 12 - ABRAÃO, O AMIGO DE DEUS

INTRODUÇÃO

Abraão é um dos personagens mais marcantes da história bíblica. Isto porque, ele foi chamado por Deus para ser o pai dos judeus, povo de onde viria o Messias. Sua vida de fé, obediência e intimidade com Deus, fez com que ele alcançasse, não só o título de “pai dos judeus”e “pai da fé” como também, se tornasse o único personagem da Bíblia denominado de “amigo de Deus”.

I - A VIDA DE ABRAÃO ANTES DA CHAMADA DE DEUS

1. Local e data de nascimento: A cronologia bíblica calcula que o nascimento de Abrãao deu-se por volta de 2166 a.C., em Ur dos caldeus, cidade que ficava na antiga Suméria, a 160 km a sudoeste de Babilônia, próximo ao rio Eufrates.

2. Seu primitivo nome: Seu nome original era Abrão (Gn 11.26), que significa “pai elevado” ou “pai das alturas”. Posteriormente, Deus mudou-lhe o nome, que passou a ser Abraão, que significa “pai fecundo” ou “pai de uma multidão” (Gn 17.5).

3. Sua família: Abraão é descendente de Sem, através de Terá (Gn 11.10,26). Casou-se com Sara (Gn 11.29-31) e teve dois filhos: Ismael, filho de Agar (Gn 16.15,16); e Isaque, filho de Sara (Gn 21.1-3). Após a morte de Sara, casou-se com Quetura e teve outros seis filhos (Gn 25.1-3).

II - A CHAMADA DE ABRAÃO

Três exigências o Senhor fez a Abraão:

1º. Sair da sua terra (Gn 12.1 a): Deus tinha uma outra terra para a descendência de Abraão, uma terra fértil e abundante. Na verdade, o que Deus queria era que Abraão partisse sem olhar para trás, e sem o sentimento de retorno. Nada daquela terra deveria prendê-lo;

2º. Sair do meio de sua parentela (Gn 12.1 b): Com exceção da sua esposa Sara, ninguém mais da família deveria acompanhá-lo naquela peregrinação. Abraão levou seu sobrinho Ló consigo, e, posteriormente, teve que arcar com as conseqüências (Gn 12.4; 13.7-12).

3º. Ir para uma terra que Deus lhe mostraria (Gn 12.1 c): A ordem divina tinha um sentido missionário, onde a vontade divina deveria prevalecer para o completo sucesso do projeto na vida de Abraão. Na verdade, os desafios da chamada de Abraão revelam a importância de sua disposição para sair de sua terra, abandonar o conforto de sua casa e, obedecer sem reservas a voz do Senhor.

III – POR QUE ABRAÃO FOI CHAMADO DE AMIGO DE DEUS?

Abraão desenvolveu, ao longo de sua vida, uma relação de amizade com Deus. A amizade entre Deus e Abraão nasceu de uma relação de confiança mútua. O elemento–chave do relacionamento entre Deus e Abraão foi a fé. Abraão aprendeu a viver por fé, devido a sua capacidade de obedecer a palavra de Deus. Além disso, algumas passagens bíblicas descrevem Abraão como o amigo de Deus. Vejamos:

• Porém tu, ó Israel, servo meu, tu Jacó, a quem elegi descendência de Abraão, meu amigo (Is 41.8);

• Porventura, ó nosso Deus, não lançaste fora os moradores desta terra de diante do teu povo Israel, e não a deste para sempre à descendência de Abraão, teu amigo? (II Cr 20.7).

• E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus (Tg 2.23).

IV - ASPECTOS NEGATIVOS DO CARÁTER DE ABRAÃO

Como na grande maioria dos personagens da Bíblia, a vida de Abraão não foi marcada apenas por êxitos e conquistas, mas também, por erros e fracassos. Como a Bíblia é um livro imparcial, ela descreve também os erros cometidos por nosso “pai na fé”, com o intuito de nos alertar, para que não venhamos à praticá-los. Vejamos alguns:

1. Medo e Mentira: Em duas ocasiões diferentes, Abraão, temendo a morte, pediu para que Sara omitisse que era sua esposa. No Egito, diante de Faraó (Gn 12.10-20), e em Gerar (Gn 20.1-18), diante de Abimeleque.

2. Incredulidade e Precipitação: Ao perceberem que os anos estavam passando e, não vendo o cumprimento da promessa, Abraão e Sara saíram da dimensão da fé e racionalizaram o nascimento de um filho (Gn 16). Pelo processo natural, Sara não podia gerar filhos, pois, além de ser estéril, estava na velhice. Por isso, convenceu o marido de que, a melhor forma de ele ter um herdeiro legítimo, seria possuir sua serva Agar. Abraão vacilou na fé, e, sem consultar a Deus, deu ouvido à voz de sua mulher.

Estes momentos obscuros na vida de Abraão revelam o quanto somos vulneráveis. Mesmo tendo experimentado tantas bênçãos divinas e obtido muitas promessas, às vezes, como Abraão, queremos vacilar e deixarmos de andar por fé, para andarmos por vista.

V - ASPECTOS POSITIVOS DO CARÁTER DE ABRAÃO

Apesar dos deslizes em sua caminhada, Abraão nos deixa exemplos de fé, obediência e comunhão com Deus. Sua vida, em muitos aspectos, nos ensinam como podemos obedecer e agradar a Deus. Vejamos alguns pontos marcantes da vida de Abraão:

1. Vencendo o “espírito” de contenda (Gn 13.7-14): Diante da contenda entre os seus pastores de gado e os pastores de gado de Ló, Abraão lhe diz: “Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos. Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; e se escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, eu irei para a esquerda” (Gn 13.8,9). Abraão estava convicto das promessas divinas, e sabia que Deus tinha um plano a ser cumprido em sua vida.

2. Vivendo uma vida de comunhão (Gn 12.7,8; 13.4,18): Várias vezes, em suas peregrinações, Abraão erigiu altares ao Senhor. Isto nos ensina que a vida de nosso pai na fé também é marcada por “altar”, símbolo de oração, sacrifício e comunhão com Deus.

3. Superando a maldade (Gn 14.1-17): Após a separação de Abraão e Ló, as Escrituras descrevem uma guerra de quatro reis contra cinco, onde Ló foi levado cativo. Ao tomar conhecimento disto, Abraão, numa atitude corajosa, arregimentou 318 homens, foi à peleja, libertou a Ló, e restaurou-lhe os seus bens. Mesmo Ló tendo demonstrado uma atitude egoísta anteriormente (Gn 13.10,11), Abraão foi generoso para com ele.

4. Pagando o dízimo (Gn 14.20): A primeira referência bíblica sobre o dízimo é registrada exatamente na vida de Abraão. Isto nos ensina que o dízimo não é uma instituição da Lei, pois Abraão pagou o dízimo, num gesto de amor e gratidão ao Senhor, mesmo antes que a Lei fosse promulgada. Dizimar é um ato movido pela fé, e não pela força de um regulamento, nem por dogma religioso. Quando dizimamos, reconhecemos que o Todo-Poderoso é o Senhor de todas as coisas; e nós, mordomos seus.

5. Intercedendo junto a Deus pelos homens (Gn 18.23-33): Ao tomar conhecimento da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra, Abraão se pôs em pé diante da face do Senhor, a fim de interceder pelos homens. Nesta atitude, Abraão nos ensina a termos um coração quebrantado, a ponto de fazer-nos lembrar do próximo, nas nossas orações.

6. Obedecendo a Deus (Gn 22): Abraão chegou ao máximo de sua capacidade emocional e intelectual para aceitar o desafio que Deus lhe fez. Foi-lhe pedido algo impossível mediante a lógica do propósito divino para a sua vida: Deus lhe pediu em holocausto, seu filho Isaque, o “filho da promessa”, como se estivesse pedindo devolução de algo que havia lhe dado. Sem dúvidas, esta foi a maior prova de Abraão. Mas Abraão não vacilou. Venceu as dúvidas, o conflito interior, a incredulidade e entendeu que a obediência a Deus resultaria em uma divina provisão (Gn 22.5,8). Quando Abraão levantou o cutelo para imolar seu filho, o anjo do Senhor bradou desde os céus e não deixou que o fizesse. A grande lição que aprendemos é que a verdadeira fé manifesta-se em atitude de desprendimento das coisas desta vida, até mesmo daquelas que mais amamos.

CONCLUSÃO

A Bíblia não esconde as falhas e os defeitos de seus personagens. Por isso, descreve com detalhes, tanto as virtudes como as falhas e os defeitos de Abraão. No entanto, não podemos negar que a vida de Abraão foi marcada por muitas virtudes, além das que foram descritas acima e, dentre as quais, devemos imitar, tais como: generosidade (Gn 13.9); fidelidade (Gn 14.14; 23.2); hospitalidade (Gn 18.2-8); compaixão (Gn 18.23) e coragem (Gn 14.14-16). Sua fé, desprendimento e comunhão com Deus, fazem-no modelo para todos nós.

Publicado no site da Rádio Boas Novas – Recife/PE (http://radioboasnovas.net/v3/ebd/pdf_ebd/17092007_44estudo.pdf)

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  1. Humberto Alvarenga Escreveu:

    Sobre a exortação em dar o dízimo. Parágrafo quatro dos “aspectos positivos de Abraão”.
    Nada contra em ajudar materialmente, os propósitos da nossa congregação. Muito pelo contrário. Temos que ajudar sim, com dinheiro e outros valores materiais, que naturalmente, também custam dinheiro. E, ajudar, principalmente, primeiramente, a IGREJA. Mas o que é a igreja? Quem é a igreja, senão o nosso próximo (irmão) em necessidade. É a ele, que temos de auxiliar, em todos os aspectos. E vou repetir: É para esta igreja (o próximo), que antes da instituição religiosa, temos que abrir mão dos nossos valores materiais.
    Será que na igreja gloriosa citada em atos dos apóstolos dois, eles (apóstolos) ficavam com algum bem material? Não era tudo dividido equitativamente, segundo a necessidade de cada Cristão? Porque você não dá exemplo neste sentido, para que outros sejam seus imitadores, recuperando assim, a igreja verdadeiramente Espiritual? Essa igreja carnal e material, que se diz Espiritual, da qual você faz parte, irá se desfazer. Pode ter certeza.
    “Se tiver duas túnicas, sabendo que seu irmão não tem nenhuma, por amor, através da misericórdia, dê uma pra ele.”
    “Se o seu próximo passar à sua porta, e você tendo o que comer, sabendo que ele pode estar com fome, irá despedi-lo assim: Vá com Deus!” Claro que não! Ou não são esses, os ensinamentos do nosso Senhor Jesus Cristo? Que pratiquemos a equidade, que é exatamente, o contrário da iniqüidade.
    E te pergunto: É esta a prática das igrejas doutrinárias e denominacionais, que assim como você, pregam arrecadação pelo dízimo?
    Meu irmão! É verdade que o dízimo surgiu antes da lei, assim como o sábado e as ofertas de sacrifício. Como é verdade também, que no caso específico, o dízimo foi confirmado como sendo da lei. Não há como negar isto. E já que estou dirigindo-me a você que escreveu esta matéria, acho desnecessário fazer citações bíblicas, provando que o dízimo faz parte das mais de seiscentas leis entregues por Deus, para que Moisés repassasse à nação de Israel. Mas, se for este o caso, falaremos posteriormente, e te mostrarei Espiritualmente, esta Verdade, embasado na única palavra que pode lavar-nos e purificar-nos, contida na Bíblia Sagrada. Coisa que você, só pode fazer, nas condições e limitações em que está: Preso, pelas cadeias da lei. Navegando desde Abraão, até Malaquias. Agora amigo, se for pregar dízimo na Aliança Espiritual (Nova Aliança), ficará perdido. Não existe embasamento. E deveria saber disso. Se é que não sabe.
    “Simão Pedro, de quem cobra impostos os reis da terra (o que é da terra é terreno, carnal. O que é do Céu é celestial. Espiritual), dos filhos, ou dos que estão de fora? Claro Mestre, dos que estão de fora. Respondeu-lhe Jesus: Portanto, estão isento os filhos”.
    Você é filho, ou não?
    “Disse ainda Jesus: Mas para que não haja escândalo (e que se cumpra a lei) vá, pegue na boca do peixe o estáter e pague por mim e por ti.”
    É justo, uma instituição que não paga impostos, cobrá-los de outrem? Isto é: Dos seus irmãos?
    E se o dízimo é da lei, é lei. Aceite isto. Não tem como ser mudado. Não adianta querer ficar usando o lado poético da palavra, ou a dureza existente em Ml .3.10, para enganar aquele que é fraco de conhecimento. Você vai arrastar sobre si, centenas de famílias para maldição (Gl.3.10,11), quando usa deste expediente para alcançar seus propósitos mercantilistas, dissolutos e dissimulados, fazendo-se de bonzinho, ao lado da grande maioria, que se comporta da mesma forma.
    Vou inquiri-lo: Você é daqueles que se considera como sendo mais um membro do sacerdócio levítico? Ou será que seu conhecimento é bastante para entender que agora temos um Sacerdote Espiritual, Real, Incorruptível, que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal?
    Para que foi instituído o dízimo, segundo a lei?
    Não era para manter o sacerdócio levítico e o tabernáculo (templo)?
    E o que aconteceu? Este sacerdócio levítico não foi destituído por causa da sua fraqueza? A palavra não diz em que mudando o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei?
    “A lei do Espírito de vida em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte (Rm.8.2)
    “O aguilhão da morte é o pecado. Mas onde o pecado encontra força? Não é na lei? (1Co.15.56).
    Consideremos: Não existe mais o sacerdócio levítico. Sobrou o templo? E o que diz o Senhor Nosso Deus, após matarem por apedrejamento, o diácono Estevão?
    “Não mora mais em templos construídos por mãos humanas”. Não foi isso o que Ele disse?
    E então? Acabou-se aquele sacerdócio, como também o templo de alvenaria.
    E pra que era o dízimo? Precisa repetir?
    E hoje, nós que confessamos Jesus, tornando-nos um só Espírito com Ele, não somos chamados de Sacerdotes Reais (Santos), Templos do Espírito Santo, Morada de Deus?
    É nesta condição Espiritual que devemos olhar para o nosso próximo em necessidade, sabendo que antes da instituição religiosa, ele é o templo a ser auxiliado, segundo propõe o nosso coração. Como está escrito: “Repartiu, deu aos pobres, a Justiça permanece Para sempre”.
    Diga-me: Alguma vez o apóstolo Paulo fala em dízimo? Não foi ele o escolhido para trazer as Boas Novas para todo aquele que cresse no nome de Jesus?
    Saiba, porém, que estas Boas Novas, só chegaram ao alcance dos nossos patriarcas e também para nós, depois da Glorificação de Jesus. Isto é: Após sua morte, ressurreição, aparição. Então, Ele retorna ao lugar de onde veio, posiciona à destra do Pai, cumpre-se a promessa de que crendo em Seu Nome, haveríamos de receber também, o Consolador… Isto leva algum tempo. Aí é que Saulo é transformado em Paulo, para trazer-nos esta mensagem Espiritual maravilhosa. E Nela, não existe dízimo. Se assim fosse, Paulo teria dito, com autorização de Deus.
    Ele não menciona nem a palavra oferta. Acredito ser por ela estar extremamente ligada ao sacrifício. “Ah! Se você soubesse o que significa: Misericórdia quero. Sacrifício não!
    E para que? Ou para quem eram as COLETAS que ele, Paulo, fazia? Não era para auxiliar a igreja (Cristãos carentes)?
    Agora, se você me falar em donativos ou contribuições para isto ou para aquilo, poderei concordar de bom coração e doar ou contribuir segundo o meu coração.
    Mas não pregue nenhuma daquelas leis. Elas nos separam de Deus (Gl.5.4). Quando praticamos qualquer ponto, vírgula, jota, ou até mesmo um til da lei, imediatamente anulamos o sacrifício único que Jesus fez no madeiro, para livrar-nos exatamente daquele velho sistema de leis, pelo qual jamais poderemos ser Justificados diante do Pai (Gl.3.11).
    Precisamos, além de entender, aceitar que a GRAÇA não pode ser misturada com a LEI. Ainda que isto possa significar, menos arrecadação.
    Olha irmão! “Não se coloca Vinho Novo (o homem convertido, nascido de novo, Cristão) em Odre Velho (Velho Testamento, Antiga Aliança, lei)”.
    Vinho Novo se coloca em Odre Novo. E ambos, juntamente, se conservarão (Novo Testamento, Nova Aliança, Boas Novas, Libertação total e definitiva de um sistema que nos acusava, impedindo-nos de chegar a Deus). O véu foi rasgado de cima abaixo, parceiro. E juntamente com ele, foi-se o dízimo e todas as outras leis do mandamento carnal, que consistia em ordenanças. Jesus, na sua carne, desfez tudo isto (Ef.2.15).
    “E ninguém, tendo bebido o VINHO VELHO, quer logo o NOVO. Porque diz: O VELHO é muito melhor”. Medite sobre isto.
    Ah! Você deve ser daqueles que também prega o jejum? Tô certo? Se for o caso, viaje Espiritualmente sobre a parábola dita por Jesus em Mc.2.18-22, Mt.9.14-17 e Lc.5.33-39.
    Não esqueça se separar o filho do homem, o último Adão, encarnado, feito eu e você, do homem Espiritual. Tá bem?
    Saiba que como homem natural, Ele cumpria a lei. E a lei ainda prevalecia, pois Jesus não fora glorificado. Mas na condição de homem Espiritual, Ele dava exemplos parabólicos e Espirituais, de como seria após a sua glorificação, deixando bem claro, que quando pudéssemos aceitá-lo em Espírito, estaríamos livres de todas as coisas relacionadas com as leis, cerimônias, costumes, rituais e fantasias judaicas.
    Amém irmão?
    Rubiataba, 27 de setembro de 2.008

  2. Luiz Claudio Cabral Escreveu:

    Minha opinião na questão de devolver ou não o dizimo, quem quizer devolver devolva que não há pecado algum e tambem vai ajudar muito a igreja. eu devolvo o dizimo e não tem feito falta esse dinheiro pra mim, tem pessoa que é muito gananciosa e não ajuda em nada isso sim é pecado.

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