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A Promessa de Nossa Entrada no Céu - Pr. Esdras Costa Bentho



A PROMESSA DE NOSSA ENTRADA NO CÉU 

Leitura Bíblica em Classe

Fp 3.13-21

Título: A Promessa de nossa entrada no Céu

Leitura Bíblica em Classe: Fp 3.13-21

Esboço

Introdução:

I. Como a Bíblia define o céu

II. Como obter a entrada no céu

III. O que faremos no céu

Conclusão:

Autor deste subsídio: Esdras Costa Bentho

Palavras-chaves:

Céu; Adoração; Eternidade.

Definição. O vocábulo céu, no hebraico shämayim e no grego ouranos, é usado com vários sentidos nas Escrituras. Porém, pelo freqüente uso na Bíblia, se destacam dois significados básicos: o céu natural e o céu como habitação de Deus e dos santos anjos.

 a)    O céu natural. O céu natural ou físico é o espaço ilimitado e indefinido onde se movem os astros (Gn 1.14-17). Este céu é descrito no hebraico bíblico como räqîa’, isto é, “vastidão celeste” ou “espaço infinito dos céus”: “E chamou Deus ao firmamento [räqîa’] Céus [shämayim]” (Gn 1.8 - ARA). Embora belo, o céu físico é temporário, passageiro (2 Pe 3.10,12; Mt 5.18; 24.29, 35; Mc 13.25; Ap 21.1).

 b)    O céu, morada de Deus. “Olha desde a tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o teu povo” (Dt 26.15; 2 Cr 6.18; Sl 2.4; Ef 6.9). Este céu embora real, transcende a experiência humana. Ele é descrito como o trono de Deus, a habitação do Altíssimo (Is 66.1; Mt 5.34; At 7.55,56), mas também a morada dos santos em Cristo (Jo 14.1-3). Do céu, a morada do Altíssimo, o Senhor abençoa o seu povo (Dt 26.15), ouve o seu ungido (Sl 20.6) e provê sustento para o seu povo (Sl 105.40).

Em 2 Coríntios 12.2, Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, revela a existência de três céus. A Bíblia não fala diretamente a respeito desses três, porém, o ensino geral das Escrituras atesta o céu, como a atmosfera que circunda a terra (Os 2.18; Dn 7.13; Mt 8.20; 13.32), o segundo, como o céu estelar (Gn 26.4; Ap 6.13), e o terceiro, muito mais glorioso e belo do que os outros dois é identificado como o paraíso ou terceiro céu (2 Co 12.2-4; Lc 23.43). Este lar é a mansão eternal prometida aos salvos em Cristo Jesus. 

 A promessa de nossa entrada no céu e a esperança cristã. A esperança é uma das três virtudes do cristianismo (1 Co 13.13). A esperança cristã na vida futura e no glorioso lar preparado por nosso Senhor Jesus Cristo, está fundamentado no imensurável amor de Deus em Cristo (Rm 5.5-10), e na esperança que procede da virtude do Espírito Santo (Rm 15.13). O crente que tem esperança na vida eterna “purifica-se a si mesmo, como também ele é puro” (1 Jo 3.2,3). O crente anseia em ser revestido de sua habitação que é do céu (2 Co 5.2), pelo corpo glorioso que o aguarda (1 Co 15.41-44).

 A promessa de nossa entrada no céu e sua realidade. O céu é real. Enoque e Elias foram levados verdadeiramente para o céu (2 Rs 2.1,11; Hb 11.5). Paulo foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é lícito falar (2 Co 12.2-4). O céu é a habitação dos anjos (Mt 18.10; Ef 1.10). Por fim, todos os redimidos em Cristo, estarão eternamente no lar celeste revestido de um corpo glorioso (1 Ts 4.16,17).

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Publicado no site da CPAD (http://www.cpad.com.br/cpad/paginas/sub_licao_012.htm)

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