A Infância de Jesus - Ev. Luiz Henrique
Complementos para ajuda aos estudantes e professores: Ev. Henrique.
TEXTO ÁUREO:
“E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens”. Lucas 2:52
VERDADE PRÁTICA:
Jesus em sua vida terrena desenvolveu-se física, social e mentalmente como toda criança agradando a DEUS e aos homens.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Lucas 2.40-51
40E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. 41Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa. 42E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. 43E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam seus pais. 44Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia e procuravam-no entre os parentes e conhecidos. 45E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele. 46E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. 47E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas. 48E, quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos. 49E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? 50E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia. 51E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no coração todas essas coisas.
LUCAS e a infância de JESUS
O anúncio do nascimento de Jesus
Lc 1.26 E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. 28E, entrando o anjo onde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres. 29E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras e considerava que saudação seria esta. 30Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus, 31E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. 32Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, 33e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu Reino não terá fim. 34E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, visto que não conheço varão? 35E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. 36E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril. 37Porque para Deus nada é impossível. 38Disse, então, Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.
Maria visita Isabel
Lc 1.39 E, naqueles dias, levantando-se Maria, foi apressada às montanhas, a uma cidade de Judá, 40e entrou em casa de Zacarias, e saudou a Isabel. 41 E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo, 42 e exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e é bendito o fruto do teu ventre! 43 E de onde me provém isso a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? 44 Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre. 45 Bem-aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas!
O nascimento de Jesus
Lc 2.1 E aconteceu, naqueles dias, que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse. 2 (Este primeiro alistamento foi feito sendo Cirênio governador da Síria.) 3 E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. 4 E subiu da Galiléia também José, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), 5 a fim de alistar-se com Maria, sua mulher, que estava grávida. 6 E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. 7 E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Os pastores de Belém 8 Ora, havia, naquela mesma comarca, pastores que estavam no campo e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho. 9 E eis que um anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor. 10 E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo, 11 pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. 12 E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura. 13 E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo: 14 Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens! 15 E aconteceu que, ausentando-se deles os anjos para o céu, disseram os pastores uns aos outros: Vamos, pois, até Belém e vejamos isso que aconteceu e que o Senhor nos fez saber. 16 E foram apressadamente e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura. 17 E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita. 18 E todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam. 19 Mas Maria guardava todas essas coisas, conferindo-as em seu coração. 20 E voltaram os pastores glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes havia sido dito. A circuncisão e a apresentação de Jesus 21 E, quando os oito dias foram cumpridos para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. 22 E, cumprindo-se os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor 23 (segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo macho primogênito será consagrado ao Senhor) 24 e para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: um par de rolas ou dois pombinhos. Simeão e Ana 25 Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. 26 E fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor. 27 E, pelo Espírito, foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei, 28 ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse: 29 Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra, 30 pois já os meus olhos viram a tua salvação, 31 a qual tu preparaste perante a face de todos os povos, 32 luz para alumiar as nações e para glória de teu povo Israel. 33 José e Maria se maravilharam das coisas que dele se diziam. 34 E Simeão os abençoou e disse à Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel e para sinal que é contraditado 35 (e uma espada traspassará também a tua própria alma), para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. 36 E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade, 37 e era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia. 38 E, sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém.
O menino Jesus no meio dos doutores (Nossa Leitura Bíblica em classe)
Lc 2.39E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para a sua cidade de Nazaré. 40E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. 41Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa. 42E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. 43E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam seus pais. 44Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia e procuravam-no entre os parentes e conhecidos. 45E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele. 46E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. 47E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas. 48E, quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos. 49E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? 50E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia. 51E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no coração todas essas coisas. 52E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
O NASCIMENTO DE JESUS. Tanto Mateus quanto Lucas declaram de modo específico e inequívoco que Jesus veio a este mundo como resultado de um ato milagroso de Deus. Foi concebido mediante o Espírito Santo e nasceu de uma virgem, Maria (Mt 1.18,23; Lc 1.27). Devido à sua concepção milagrosa, Jesus era um “santo” (1.35), i.e., livre de toda mácula do pecado. Por isto, Ele era digno de carregar sobre si a culpa dos nossos pecados e expiá-los (ver Mt 1.23).
Sem um Salvador perfeito e sem pecado, não poderíamos jamais obter a redenção.
O MENINO CRESCIA. Como verdadeiro homem, Jesus experimentou o crescimento físico e mental. Crescia em sabedoria, conforme a graça de Deus. Era perfeito quanto à natureza humana, prosseguindo para a maturidade, segundo a vontade de Deus.
CRESCIA JESUS EM SABEDORIA. Entre 2.52 e 3.1, passaram-se cerca de 18 anos da vida de Jesus, sem haver menção deles. Como foi a sua vida durante esses anos? Mt 13.55 e Mc 6.3 nos deixam ver que Jesus cresceu em uma família numerosa (Mt 13.55 e Mc 6.3), que seu pai era carpinteiro e que Ele aprendera aquele ofício. É provável que José tenha morrido antes de Jesus começar seu ministério público, e que Jesus tenha sustentado sua mãe e seus irmãos e irmãs mais novos. O ofício de carpinteiro incluía os consertos domésticos, a fabricação de móveis e a construção de implementos agrícolas, tais como arados e jugos. Durante todos esses anos, Ele crescia e se desenvolvia tanto física como espiritualmente, de conformidade com a vontade de Deus, plenamente consciente de que Deus era seu Pai (v. 49).
O que se acha sobre a infância de JESUS na internet?
Por exemplo, podemos ler na enciclopédia Wikipedia o seguinte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus#Suposto_relato_perdido_da_Inf.C3.A2ncia_de_Jesus (15-01-2008)
Infância de JESUS
Grande parte do que é conhecido sobre a vida e os ensinamentos de Jesus é contado por cinco pequenos livros do Novo Testamento da Bíblia, designados por Evangelhos canônicos: Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, os Atos dos Apóstolos. Os Evangelhos Apócrifos apresentam também alguns relatos relacionados com a infância de Jesus, nomeadamente no Evangelho de Judas e no Evangelho de Tomé.
Esses Evangelhos narram os fatos mais importantes da vida de Jesus. Os Atos dos Apóstolos contam um pouco do que sucedeu nos 30 anos seguintes. As Epístolas (ou cartas) de Paulo também dizem alguma coisa sobre Jesus e algumas de suas palavras aparecem noutros lugares. Notícias não-cristãs de Jesus e do tempo em que ele viveu encontram-se nos escritos de Josefo, que nasceu no ano 37 d.C.; nos de Plínio, o Moço, que escreveu por volta do ano 112; nos de Tácito, que escreveu por volta de 117; e nos de Suetônio, que escreveu por volta do ano 120. Todos eles escreveram sobre Jesus muitos anos após a morte dele.
No entanto, é nos Evangelhos de Mateus e de Lucas que se tem informações mais exatas a respeito do nascimento e da infância de Jesus, sendo que os Evangelhos de Marcos e de João nada dizem a respeito dessa fase de sua vida.
Enquanto Mateus foi um dos doze apóstolos, Lucas teria empreendido uma pesquisa dos fatos que, na sua época, já eram relatados por muitas pessoas de modo que o seu Evangelho é o que mais contém informações a respeito da vida de Jesus na Terra, antes mesmo do seu nascimento.
Pouco sabem os historiadores sobre a infância de Jesus. Conforme o Evangelho de Mateus, Jesus teria passado o começo de sua infância no Egito até a morte do rei Herodes que queria matá-lo.
No entanto, o relato de Mateus não informa quando a família de Jesus teria deixado Belém e ido para o Egito e nem o momento em que retornaram.
O fato de Herodes ter ordenado a matança de todas as crianças de Belém do sexo masculino de dois anos para baixo, pode significar que depois do nascimento de Jesus na manjedoura, José ainda teria permanecido por algum tempo nessa cidade esperando que o menino estivesse em condições para suportar uma viagem de volta à Galiléia.
Também foi através de uma experiência sobrenatural, através de dois sonhos, que José foi avisado sobre a morte de Herodes. Primeiro José retorna para Israel e depois, evitando ir para a Judéia, vai para a Galiléia e se estabelece em Nazaré.
[editar] Suposto relato perdido da Infância de Jesus
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Devido a lacuna deixada pelos Evangelhos Canônicos, o pouco que se sabe da infância de Jesus, provém de um relato sobre a vida de Jesus, dos cinco aos doze anos, feita por um Tomé, filósofo israelita do século I, conhecido como “A Infância do Senhor Jesus”, também denominado como o Evangelho do Pseudo-Tomé, um antigo manuscrito apócrifo Siríaco.
Segunda a referida narrativa, Jesus, durante a infância, já apresentava dons especiais, que o permitia realizar milagres. Criança de temperamento firme, tinha a indesejável, em alguns momentos, ou fabulosa, para outros, habilidade de tornar real, suas palavras, mesmo aquelas proferidas em momentos de exasperação.
Conforme nos conta este texto renegado pelo Cânon Ortodoxo, José, o carpinteiro, teria sido uma figura chave, ao influenciar e admoestar Jesus a ser mais compassivo com aquelas pessoas que não admitiam que uma criança poderia de alguma forma expressar conhecimentos e autoridade além do senso comum.
Muitas são as passagens de atos sobrenaturais, tais como: salvar seu meio-irmão Tiago, filho de José, após a picada de uma víbora; ressuscitar um jovem, chamado Zenon, que com ele brincava, mas veio a cair de um terraço; ressuscitar um outro jovem, ao ver a tristeza de sua mãe; tornar vivos pássaros feitos de barro; trazer para as atividades domésticas de sua mãe, Maria, em um manto, água sem derramar; alongar uma tábua de madeira com as mãos, para alinhá-la com outra que seu pai, José, havia cortado; além de outros fatos que ocorreram espontaneamente.
Ao fim o texto, relata sobre o conhecido episódio, quando aos doze anos, Jesus se perde de seus pais durante uma viagem em Jerusalém.
[editar] Jesus no templo aos 12 anos
Lucas diz que, aos 12 anos, ele foi com os pais de Nazaré a Jerusalém, para a festa de Pessach, a Páscoa judaica, e lá surpreendeu os doutores do Templo pela facilidade com que aprendia os ensinos, e por suas perguntas intrigantes. (Lucas 2:46-47)
Nesta ocasião demonstra plena consciência de sua missão quando ao ser interpelado por Maria sobre a preocupação causada e afirma cumprir a si “tratar dos negócios do seu Pai” (Lucas 2:49), ainda que não tenha sido José a mandá-lo ficar no templo com os doutores da lei mosaica, referindo-se ao Pai celeste e não àqueles que o buscavam.
Lucas afirma sobre a infância de Jesus que crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre Ele (Lucas 2:40).
Jesus cresceu em Nazaré, visto que era chamado nazareno, e provavelmente, seguindo o costume da época, auxiliava José em seus trabalhos de carpintaria, até este falecer.
[editar] A desconhecida juventude de Jesus
Os evangelhos canônicos não dão informações suficientes sobre como teria sido a vida de Jesus em sua juventude entre os seus 12 e 30 anos.
As duas hipóteses mais prováveis seria que Jesus teria trabalhado com seu pai na carpintaria e, após a morte de José, continuado a contribuir para o sustento da família.
Outra versão da tradição cristã supõe que Jesus teria sido pastor de ovelhas, considerando a identidade dos relatos de suas parábolas e ensinamentos.
Isso é um resumo do que encontramos na Internet e nos livros sobre a infância de JESUS, mas é claro que se pode encontrar mais absurdos como por exemplo a citação de que Jesus estudou na pirâmide de Kéfren ou milagres que a criança JESUS teria realizado (http://paginas.terra.com.br/servicos/ecard/apocrifosonline/evangelhos_tome/tome_israelita2.htm )
Vamos estudar um pouco mais sobre a infância de JESUS nesta lição:
A VIDA DE JESUS CRISTO
O Novo Testamento conduz-nos ao clímax da oba redentora de Deus, porque nos apresenta o Messias, Jesus Cristo, e nos fala do começo da sua igreja. Os escritos de Mt, Mc, Lc e Jo falam-nos do ministério de Jesus. Esses escritores foram testemunhas oculares da vida do Mestre, ou registraram o que testemunhas oculares lhes contaram, todavia não escreveram dele uma biografia completa. Tudo quanto registraram, realmente aconteceu, porém concentraram-se no ministério de Jesus, e deixaram aqui e acolá algumas lacunas na história da vida do Divino Mestre. Os homens que escreveram os evangelhos tinham em mira explicar a pessoa e a obra de Jesus, registrando o que ele fez e disse. E cada autor apresenta uma perspectiva ligeiramente diferente acerca de Jesus e de suas obras. Os autores dos Evangelhos não tentaram relatar todos os eventos da meninice de Jesus, porque não era esse o motivo de escreverem. Não procuraram dar-nos, tampouco, registro da vida cotidiana. Eles se ativeram ao que é pertinente à salvação e ao discipulado.
O NT é a única fonte de informação substancial do primeiro século que temos a respeito da vida de Jesus. A literatura judaica ou romana daquele tempo quase não o menciona. Flávio Josefo, historiador judeu do primeiro século, escreveu um livro sobre a história do judaísmo, procurando mostrar aos romanos e gregos que essa religião não não se distanciava muito do estilo de vida deles. Disse ele: “Ora, havia por esse tempo Jesus, um homem sábio, se for legítimo chamá-lo de homem, pois ele era um operador de obras maravilhosas, um mestre de quem os homens recebem a verdade com prazer. Atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios, ele era [o] Cristo. E quando Pilatos, por sugestão dos principais homens entre nós, condenou-o à cruz, os que o amavam a princípio não o abandonaram; pois ele apareceu-lhes vivo de novo no terceiro dia; conforme haviam predito os profetas divinos essas e dez mil outras coisas maravilhosas concernentes a ele. E o grupo de cristão assim chamado em virtude de seu nome, não se extinguiu até hoje.” ( Flavius Josephus, Antiquities of the Jews, Livro XVIII, cap. iii, Sec 3.)Os judeus dos dias de Jesus viviam na expectativa de grandes acontecimentos. Os romanos os oprimiam, mas eles estavam seguramente convictos de que o Messias viria em breve. Os variados grupos retratavam diferentemente o Messias, mas seria difícil, naquele tempo, encontrar um judeu que vivesse sem alguma forma de esperança. Alguns tinham a verdadeira fé e aguardavam ansiosos a vinda de um Messias que seria seu Salvador espiritual.
Por volta do ano 6 aC, o sacerdote Zacarias oficiava no templo em Jerusalém. Queimava incenso no altar durante a oração vespertina quando lhe apareceu um anjo anunciando para breve o nascimento do primeiro descendente do sacerdote, um menino. Esse filho prepararia o caminho para o Messias; o espírito e o poder de Elias repousariam sobre ele (Lc3.3-6). Seus pais deviam chamar-lhe João. Zacarias era um homem verdadeiramente piedoso, mas foi difícil crer no que ouvira; como conseqüência, ficou mudo até que Isabel (sua esposa) deu à luz. Nasceu o filho, foi circuncidado, e recebeu o nome segundo as instruções de Deus. Depois disso Zacarias readquiriu a voz e louvor ao Senhor.
Três meses antes do nascimento de João, o mesmo anjo (Gabriel) apareceu a Maria. Esta jovem era noiva de José, carpinteiro descendente de Davi (Is 11.1). O anjo disse a Maria que ela conceberia um filho por obra do ES, e que ela daria ao menino o nome de Jesus (Lc 1.32-35; Mt 1.21). Ela aceitou a mensagem com grande mansidão, contente por estar vivendo na vontade de Deus (Lc 1.38).
Gabriel também lhe disse que sua prima Isabel estava grávida, e Maria apressou-se a partilhar o júbilo mútuo. Ao encontrarem-se, Isabel saudou a Maria como a mãe de seu Senhor (Lc 1.39-45). Maria irrompeu num cântico de louvor (Lc 1.46-56), ela ficou três meses com Isabel.
José, o marido prometido a Maria, ficou totalmente chocado com o que parecia ser fruto de um terrível pecado (Mt 1.19) e resolveu abandoná-la secretamente. Então, em sonho, um anjo lhe explicou a situação, e instruiu-o a casar-se com Maria, sua pretendida esposa, como planejado.
Herodes o Grande reinava na Judéia quando Jesus nasceu (Mt 2.1). Em suas Antigüidades, Josefo escreve que houve um eclipse da lua pouco antes da morte de Herodes (Livro XVII, cap xiii, Séc. 2). Esse eclipse poderia ser qualquer um dos três ocorridos nos anos de 5 e 4 aC; mas provável alternativa é 12 de março de 4 aC. Além do mais, o historiador judeu declara que o rei morreu pouco antes da Páscoa (Livro XVII, cap vi, Séc. 4) e a Páscoa ocorreu no dia 11 de abril do ano 4 aC. Assim, devemos concluir que Herodes morreu nos primeiros dias de Abril deste ano.
Os magos do Oriente vieram adorar o Messias de Deus, mas uma vez que voltaram sem dar informação alguma a Herodes, ele mandou que seus soldados matassem todos os meninos de Belém de dois anos para baixo (Mt 2.16). Isto quer dizer que Jesus nasceu no ano 6 ou 5 aC, e foi levado para o Egito no ano 4 aC.
Não sabemos com exatidão em que mês e dia Jesus nasceu. A data 25 de dezembro não é muito provável. A igreja de Roma escolheu esse dia para celebrar o nascimento de Cristo, já no segundo ou terceiro século, a fim de obscurecer um dia santo de origem pagã, comemorado tradicionalmente neste dia. Anteriormente, a igreja Ortodoxa Oriental decidira honrar o nascimento de Cristo no dia 6 de janeiro, a epifania. Mas por estabelecer a data no inverno? As probabilidades de que os pastores cuidassem de seus rebanhos à noite, nas colinas, são mínimas. É mais provável que Jesus tenha nascido no outono ou na primavera.Conhecemos cinco eventos da infância de Jesus, são eles:
1) Circuncisão - De acordo com a lei judaica, ele foi circuncidado ao oitavo dia e recebeu o nome de Jesus (Lc 2.21).
2) Apresentado no templo - Ele foi apresentado no templo para selar a circuncisão e também foi “redimido” pelo pagamento dos cinco ciclos. Para efeito de sua purificação, Maria fez a oferta dos pobres (Lv 12.8; Lc 2.24).
3) Visita dos Magos - Um grupo de “sábios” apareceu em Jerusalém, inquirindo acerca do nascimento de um “rei dos judeus”. (Mt 2.2).
4) Fuga para o Egito - Deus disse a José que fugisse para o Egito com toda a família. Após a morte de Herodes, José voltou, e fixou residência em Nazaré.
5) Visita ao Templo - Quando tinha aproximadamente 12 anos (Lc 2.41-52) foi com os pais ao templo em Jerusalém e oferecer sacrifício. Enquanto estava ali, Jesus conversou com os dirigentes religiosos sobre a fé judaica. Ele revelou extraordinária compreensão do verdadeiro Deus, e suas respostas deixaram-nos admirados. Mais tarde, de volta para casa, os pais de Jesus notaram a sua ausência. Encontraram-no no templo, ainda conversando com os especialistas judaicos.A Bíblia cala-se até ao ponto em que nos apresenta os acontecimentos que deram início ao ministério de Jesus, tendo ele cerca de trinta anos. Primeiro vemos João Batista deixando o deserto e pregando nas cidades ao longo do rio Jordão, instando com o povo a que se preparasse para receber o Messias (Lc 3.3-9). João nasceu no seio de uma família piedosa e cresceu para amar e servir fielmente a Deus. Deus falava por meio de João, e multidões acudiam para ouvi-lo pregar. Dizia-lhes que se voltassem para Deus e começassem a obedecer-lhe. Ao ver Jesus, ele anunciou que este homem era o “…Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). João batizou a Jesus; e ao sair Jesus das águas, Deus enviou o Espírito Santo em forma de pomba, que pousou sobre ele.
(Fonte: O Mundo do Novo Testamento - Editora Vida)
| Introduções à Vida de Jesus | |||
| Data: | Acontecimento: | Local: | Textos: |
| Prefacio de Lucas | Jerusalém | Lc 1.1-4 | |
| O Verbo de fez carne | Jo 1.1-8 | ||
| Genealogia de Jesus | Mt 1.1-17; Lc 3.23-38 | ||
| Nascimento, Infância e Adolescência de Jesus e de João Batista | |||
| Data: | Acontecimento: | Local: | Textos: |
| 7 aC | Anúncio do nascimento de João | Jerusalém | Lc 1.5-25 |
| 7-6 aC | Anúncio do nascimento de Jesus à Maria | Nazaré | Lc 1.26-38 |
| c. 5 aC | Maria visita Isabel | Colinas Judá | Lc 1.39-45 |
| Cântico de Maria | Lc 1.46-56 | ||
| 5-4 aC | O nascimento de Jesus | Belém | Mt 1.18-25; Lc 2.1-7 |
| Proclamação pelos anjos | Prox. Belém | Lc 2.8-14 | |
| Visita de adoração pelos pastores | Belém | Lc 2.15-20 | |
| Circuncisão de Jesus | Belém | Lc 2.21 | |
| 4 aC | Primeira visita ao templo / Simeão e Ana | Jerusalém | Lc 2.22-28 |
| Visita dos magos em Jerusalém e Belém | Mt 2.1-12 | ||
| Fuga para o Egito e massacre dos inocentes | Mt 2.13-18 | ||
| A volta do Egito | Mt 2.19-23; Lc 2.39 | ||
| 7-8 dC | Infância de Jesus | Nazaré | Lc 2.40-51 |
| Jesus, aos 12 anos, visita o templo | Jerusalém | Lc 2.41-50 | |
| Jesus adolescente e adulto | Nazaré | Lc 2.51-52 | |
Educação nos dias Bíblicos - Como terá sido a educação de JESUS?
Educação é o processo de ensino e aprendizagem. Pode ser formal ou casual; geralmente envolve um estudante adquirindo conhecimento sobre diferentes assuntos, aprendendo a raciocinar e a se desenvolver como pessoa. A Bíblia não fornece uma descrição profunda da educação judaica. Através de indícios espalhados nas Escrituras, bem como em outras fontes, conseguimos formar um quadro sobre o tema, que sem dúvida era de grande importância para os judeus dos tempos bíblicos. O propósito inicial da educação dos judeus era ensinar as crianças a melhor entender seu relacionamento com DEUS. Os professores queriam que elas aprendessem a servir a DEUS e a ter uma vida santa. Mais tarde, os educadores judeus começaram a acrescentar ensinamentos para aperfeiçoar o caráter de seus alunos num sentido amplo. Ensinavam sobre a história da nação, começando do passado quando DEUS resgatou Seu povo. Para os judeus a educação acontecia de várias formas. As crianças no princípio recebiam ensinamentos de seus pais em casa. Aprendiam sobre sua religião freqüentando os cultos de adoração e participando de festas religiosas. Os meninos recebiam uma educação mais formal dos líderes religiosos, indo para a escola aprender as Escrituras e outros assuntos. A educação judaica refletia os valores da comunidade. Os judeus reconheciam que o conhecimento era importante, não tanto por projetá-los no mundo, mas principalmente porque poderia ajudá-los a conhecer e a amar a DEUS. Para eles não havia separação entre religião e educação, o que se constitui num valioso modelo para nós. A melhor forma de educação é focada em DEUS e nos ajuda a vir para mais perto Dele.
EDUCAÇÃO NO LAR
Os judeus consideravam os filhos uma grande alegria e um prêmio (Salmo 127:3-5). A educação dos filhos começava por volta dos três anos, quando já sabiam falar; orações e cânticos eram aprendidos por repetição, tal como hoje. Em casa, observavam os símbolos e práticas religiosos que propiciavam oportunidade de ensino. Aprendiam, por exemplo, sobre o menorá (candelabro de sete braços), símbolo da fé judaica. Eram encorajados a perguntar sobre o significado do ritual familiar anual da Páscoa (Êxodo 12:26-27) que ensinava sobre o poder de DEUS nos assuntos humanos. Os pais tinham responsabilidades definidas na educação, O pai ensinava religião, a história do povo hebreu e uma profissão. Também deveria ensiná-lo a nadar e era responsável por encontrar uma esposa para seu filho. À mãe cabia ensinar suas filhas a serem obedientes e esposas capazes. As meninas aprendiam a cozinhar, fiar, tecer, tingir, cuidar de crianças e até dirigir escravos. Aprendiam a triturar grãos e às vezes ajudavam na colheita. Ocasionalmente ajudavam a cuidar das vinhas ou, se não havia irmãos, ajudavam a cuidar dos rebanhos. Deviam ter boas maneiras e alto padrão moral. Segundo o costume da comunidade judaica, as meninas tinham oportunidades educacionais formais restritas e não lhes era permitido estudar a Lei. Não obstante, algumas tinham educação de alto nível em casa, aprendendo música, dança, leitura, escrita e a manejar pesos e medidas. Nas famílias ricas, os filhos tinham tutores em casa.
EDUCAÇÃO RELIGIOSA
Começava em casa e continuava quando os filhos iam com seus pais aos cultos religiosos. No princípio o povo adorava no tabernáculo, depois no templo de Jerusalém e mais tarde em sinagogas locais; mas em todos esses lugares, as crianças podiam aprender sobre os rituais (como ofertas e sacrifícios) e do ensinamento ministrado pelos sacerdotes, levitas ou rabinos. Além disso, aprendiam sobre as Escrituras e sobre o que DEUS queria do povo judeu; aprendiam sobre as festas anuais e festivais religiosos. Aprendiam que a Páscoa comemorava o livramento de seus ancestrais da escravidão no Egito. No Pentecostes o povo lembrava de DEUS entregando a lei a Moisés no Monte Sinai. A Festa dos Tabernáculos, com suas barracas feitas de três galhos, comemorava a fidelidade de DEUS aos judeus na sua jornada aparentemente infindável até a Terra Prometida. Participando dessas práticas religiosas, as crianças aprendiam não só sobre as tradições da nação mas também sobre a atuação de DEUS em suas vidas.
PROFESSORES
Em Israel, os professores eram líderes religiosos - sacerdotes, profetas ou escribas - fato que refletia tanto a consideração de que gozavam como focava que a aprendizagem era primeiramente religiosa. Nos primeiros tempos, os sacerdotes instruíam o povo no conhecimento de DEUS. Como oficiais da sinagoga, os levitas também ensinavam (Deuteronômio 33:10; II Crônicas 35:3). Mais tarde, antes da Diáspora, os profetas assumiram o papel de instrutores, ensinando a herança histórica do povo, criticando a injustiça e a conduta social imprópria. No século IV AC, os profetas passaram sua função de instrutores para os escribas, conhecidos como “doutores da lei” (Lucas 5:17); advogados (Mateus 22:35) e rabinos (23:8). Toda educação superior estava em suas mãos, que desenvolveram um complexo sistema de educação conhecido como “a tradição dos anciãos” (15:2-6).
TEMAS DE ESTUDO
Em Israel os alunos se familiarizavam com as Escrituras e aprendiam a ler, escrever e um pouco de aritmética. Algumas vezes estudavam o valor medicinal das ervas (I Reis 4:33). Todos os assuntos dentro de um pensamento com moldes bíblicos. Considerando que os antigos hebreus eram vistos como os melhores musicistas e cantores do Oriente Próximo, é provável que alguns judeus recebessem em casa instrução básica de canto e instrumentos musicais, tais como flauta e harpa. Embora os hinos hebreus não tenham sobrevivido na sua forma musical, certamente a teoria musical conhecida entre os cananeus era familiar aos cantores do templo. Especialmente durante o Exílio, grande ênfase foi dada em lembrar e preservar cerimônias e os costumes antigos para manter a identidade da cultura hebraica. Os cativos reconheciam a importância de manter viva sua herança nacional e a Lei durante os anos em que viveram em contato com uma cultura estrangeira. O Exílio trouxe mudanças fundamentais em todas as áreas da vida judaica. A educação foi estimulada pelo contato dos exilados com a sofisticada cultura dos babilônios. Escolas e bibliotecas na Babilônia existiram durante muitos séculos. O conhecimento de medicina, astronomia, matemática, arquitetura e engenharia dos mesopotâmios era muito superior ao dos judeus. Naquele ambiente intelectual, a literatura dos judeus assumiu um novo significado. Foi nesse período que surgiram os livros de Ezequiel e Daniel.
MÉTODOS DE ENSINO
Os judeus utilizavam o método de memorização de textos e palavras, desde que a criança aprendia a falar. Os alunos copiavam e recopiavam à mão com perfeição e precisão passagens da Lei. Cada trabalho escrito contendo um erro era considerado perigoso, uma vez que podia imprimir a palavra ou grafia errada na mente do aluno. A leitura em voz alta era recomendada como auxílio para a memorização. Além de ler, escrever e memorizar alguns outros métodos são conhecidos. Por exemplo, o uso de provérbios e parábolas - um recurso usado por JESUS mais tarde (Marcos 4:2). Um compartilhar de conhecimento ocorria em encontros de perguntas-e-respostas, tal como o que aconteceu quando JESUS , com doze anos, visitou o templo em Jerusalém (Lucas 2:46-47). Pouca informação se tem da educação nos primórdios da era cristã. Sabemos que JESUS sabia ler e interpretar as Escrituras e tinha conhecimento bastante para discutir teologia com os doutores do templo. Ele provavelmente aprendia em casa e recebia a educação elementar comum à maioria dos meninos judeus daquele tempo. (Fonte: iLúmina).








JESUS ELE PROPRIO É A SABEDORIA QUE VEIO HABITAR ENTRE NÓS.
A BIBLIA DIZ QUE POR CUSTUME ELE TODOS OS DIAS MEDITAVA NAS ESCRITURAS SAGRADA. SE ELE QUISESSE ELE NÃO PRECISAVA MEDITAR NAS ESCRITURAS, PORQUE ELE PROPRIO É A SABEDORIA, ELE SABIA DE TODAS AS COISAS MAS PARA NOS DAR EXEMPLO ELE MEDITAVA E RESPEITAVA AS ESCRITURA, COMO DIZ NO SALMOS 1.V 2.ANTES, TEM O SEU PRAZER NA LEI DO SENHOR, E NA SUA LEI MEDITA DE DIA E DE NOITE.
Pv 3.13 Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento;
MAS COMO A BIBLIA DIZ QUE JESUS IA CRESCENDO EM SABEDORIA, Lc 2.52a…
NÃO ERA UMA SABEDORIA CELESTIAL, POR QUE SE FOSSE UMA SABEDORIA CELESTIAL TINHA ALGUEM MAIOR QUE ELE, PORQUE DIZ QUE ELE IA CRESCENDO EM SABEDORIA SE ELE IA CRESCENDO TINHA ALGUEM OU ALGUMA COISA MAIOR QUE ELE, MAS ERA UMA SABEDORIA HUMANA, POR QUE ELE PROPRIO É A SABEDORIA CELESTIAL.
ALGUEM PODE MIM EXPLIQUE SE JESUS IA CRESCENDO EM SABEDORIA CELESTIAL OU HUMANA?
Muito boa essa página que encontrei hoje para auxiliar nós professores de EBD.
Eu aprendi muito com o que li, na verdade nem precisei muito de pesquisar em outros lugares sobre a Infância de Jesus.
Deus abençoe de dê sabedoria ao escritor e criador desse site.
A Deus toda a Honra, Glória e Louvor.
Álvaro
Ele crescia em sabedoria humana e divina, como nos mostra lucas, demonstrando o titulo da lição Jesus Verdadeiro Homem Verdadeiro Deus
Louvo à Deus..por homens inspirados pelo Espiríto Santo….fazerem uso da tecnologia para instruir e informar os ensinamentos verdadeiros da Palavra do Senhor Jesus…essa página na Web e uma benção…uma importante ferramenta de anunciar a Palavra.Acompanho desde o 2 trimestre as orientações biblicas e louvo por ter contribuindo para meu fortalecimento nos caminhos do Senhor…Amém
Louvamos a DEUS que pode fazer tudo em todos.
Crescia na Graça e no conhecimento de DEUS (espiritualmente), enquanto crescia
em tamanho (fisicamente)
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