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Arquivos de Fevereiro de 2008

A Pedagogia de Jesus - I Parte

Olá Amigo,

Você lembra de algum professor seu que lhe marcou? Ou alguém que lhe ensinou alguma coisa e nunca mais esqueceu?

Porque lembramos destas pessoas? Seria por que elas tiveram o poder de mudar o rumo de nossas vidas através daquilo que nos ensinaram?

Creio que Sim!!

Falando em mudanças provocadas em vidas humanas, existe Alguém que é especialista, Jesus!

Mas qual foi sua metodologia? o que empregou em seu ensino? Seria possível aprender alguma coisa de seus métodos?

Convido a você a explorar este assunto:
A PEDAGOGIA DE JESUS

“Cristo foi o maior Mestre que este mundo já conheceu[1].”
Nenhum homem neste mundo poderá compreender completamente a arte de ensinar, seja esta exercida em uma escola, igreja ou em casa, mas também nunca poderá negar a importância da mesma.
Sempre ensinamos, mesmo quando não o queremos, ensinamos por atos, por palavras, por exemplo, por erros, pelo silêncio, enfim, cada mover em nosso ser reflete algo em alguém.
Diante disto, surge uma pergunta: existe um padrão de excelência no ensino? Existe alguém que ensinou por completo? E se existe alguém, que métodos usou e como agiu? Poderíamos seguir seus métodos? Eles são aplicáveis ainda hoje?
Imagine o leitor que este alguém exista, e que você tem a oportunidade de assentar aos seus pés e ouvi-lo ensinar, aprender seus métodos e descobrir o quanto são aplicáveis ao seu cotidiano. Em Jesus isto se pode tornar realidade, aos seus pés se obtém o perfeito ensino.

O ensino nos tempos de Jesus.

O método de educação planejado para o povo de Deus centralizava-se na família e esta deveria estar baseada na transmissão dos ensinos de Deus geração após geração, basicamente de forma oral [2]. Clique aqui para ler o texto completo »

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Jesus, o Mestre por Excelência

Olhando para o ministério de Jesus, observa-se que o “Mestre por Excelência” priorizou o ensino no seu ministério com ênfase no Reino de Deus. Alguns fatos importantes são relacionados por Price (1980, p. 15):
Jesus era reconhecido como Mestre.
Ele foi chamado Mestre, Professor ou Rabi; e tudo isto traz em seu bojo a mesma idéia geral expressa por Nicodemos quando disse: Rabi, sabemos que és mestre vindo da parte de Deus (Jo 3.2). Nos Evangelhos, Jesus é chamado mestre nada menos de quarenta e cinco vezes, e nunca se fala nele como pregador. Somando-se os termos equivalentes a mestre temos o total de sessenta e um.
Jesus era reconhecido como Mestre.
Ele foi chamado Mestre, Professor ou Rabi; e tudo isto traz em seu bojo a mesma idéia geral expressa por Nicodemos quando disse: Rabi, sabemos que és mestre vindo da parte de Deus (Jo 3.2). Nos Evangelhos, Jesus é chamado mestre nada menos de quarenta e cinco vezes, e nunca se fala nele como pregador. Somando-se os termos equivalentes a mestre temos o total de sessenta e um.
Fala-se de Jesus ensinando, quarenta e cinco vezes, e onze vezes apenas pregando, e, assim mesmo, pregando e ensinando, como vemos em Mateus 4.23 “ensinando em suas sinagogas e pregando o evangelho do reino”.
Jesus se intitulava mestre.
‘Vós me chamais mestre; e dizeis bem, porque eu o sou” (João 13.13). Também dizia ser “a luz”, vocábulo que traz a idéia de instrução. (PRICE, 1980, p. 16). Clique aqui para ler o texto completo »

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O Ministério de Ensino de Jesus - Ev. Luiz Henrique

Complementos - ajuda aos estudantes e professores:  Ev. Henrique.

TEXTO ÁUREO

E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm essas coisas? E que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos?” (Mc 6.2).

VERDADE PRÁTICA

Ninguém esteve mais preparado e se mostrou mais idôneo para exercer o ministério de ensino do que Jesus. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Ministério de Ensino de Jesus - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Jesus é o Mestre por excelência.

INTRODUÇÃO

- Na continuidade do estudo dos ministérios de Jesus, analisaremos o Seu ministério de ensino. Se houve um título que Jesus sempre aceitou foi o de Mestre (Jo.13:13), numa clara demonstração de que sempre quis ser reconhecido como tal. Isto já nos permite observar como o ministério de ensino se encontra no âmago da missão do Senhor.

- Lucas, ao sintetizar o ministério terreno de Jesus, no início do livro de Atos dos Apóstolos, disse que Jesus, na Terra, veio “fazer e ensinar” (At.1:1), numa outra prova bíblica de que o ensino foi um dos pilares de todo o ministério terreno de Cristo. De igual maneira, a Igreja, corpo de Cristo que é (I Co.12:27; Ef.4:12), deve dar prioridade ao ensino da Palavra de Deus enquanto o Senhor não vem para arrebatá-la.

I - O QUE É ENSINAR

Colaboração/gráfico: Enomir Santos

- “Ensinar”, segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é “repassar (a alguém) ensinamentos sobre (algo) ou sobre como fazer (algo); doutrinar, lecionar”; “transmitir experiência prática a; instruir (alguém) por meio de exemplos”; “tornar (algo) conhecido, familiar (a alguém); fazer ficar sabendo”; “dar lições a; instruir”; “mostrar (a alguém) as conseqüências ruins de seus atos”; “mostrar com precisão; indicar”. A palavra vem do latim “insigno”, cujo significado é “‘pôr uma marca, distinguir, assinalar”. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Ministério de Ensino de Jesus - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: Mc. 6.2 - Leitura Bíblica em Classe: Mt. 7.24-29

Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Mostrar como Jesus, o Mestre por Excelência, exerceu Seu ministério pedagógico com preparação e dedicação.

INTRODUÇÃO
A multidão dos tempos de Jesus admirava-se com a autoridade como Ele ensina, pois não ensinava como os escribas e fariseus. Sendo Jesus o Mestre por Excelência, não poderíamos deixar de estudar, nesse trimestre, a respeito de sua atuação pedagógica. Essa lição será proveitosa a todos, mas, principalmente, para todos nós que atuamos no ensino cristão.

1. O ENSINO NA BÍBLIA
No Antigo Testamento, o verbo hebraico “yarah”, tem o sentido de “ensinar” e “instruir”. Em referência a essa palavra, O Senhor, em Ex. 4.12, diz ser o ensinador de Moisés. Deus tem muito a nos ensinar, por isso, não só Moisés, mas todo o povo de Israel é conclamado a ouvir os ensinamentos de Deus (I Rs. 8.36; II Cr. 6.27; Jó. 36.22; Is. 2.3; Mq. 4.2). Em prosseguimento à instrução divina, na Antiga Aliança, muitas pessoas foram comissionadas a desenvolverem o ministério do ensino: Moisés (Ex. 24.12), Samuel (I Sm. 12.23), os juizes e sacerdotes (Dt. 17.11; 24.8; 33.10; II Rs. 12.2; 17.27; Ez. 44.23). No contexto familiar, os pais têm importância fundamental na instrução dos filhos (Pv. 4.4). No Novo Testamento, o verbo grego “didasko”, significa “instruir” e “ensinar”. Essa palavra, bem como o substantivo ensino “didaskalia”, está estreitamente relacionada ao ministério de Cristo (Mt. 4.23; 5.2; 13.54; Mc. 4.1; Lc. 13.22; 20.1; Jo. 6.59; 7.28; At. 1.1). Jesus, o Mestre por Excelência, orienta seus discípulos a levar adiante o ministério do ensino (Mt. 28.20). Em I Tm. 3.2 e II Tm. 2.24, Paulo insere, entre os requisitos para a escolha de obreiros eclesiásticos, que esses sejam hábeis para o ensino.
Clique aqui para ler o texto completo »

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O Ensino de Jesus e a Educação de Jovens e Adultos

A importância da palavra de Deus na educação de seu povo

Por Rev. Sérgio Roberto Pinheiro Gomes

A Bíblia é o livro que Deus deu para o ensino e educação de seu povo. Quando Deus libertou Israel da escravidão do Egito fez uma promessa e disse a Moisés: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel”(Ex. 19 5,6). Logo após esse acontecimento o Senhor Deus deu as leis e estatutos que dirigiriam os destinos da nação. Moisés escreveu o Pentateuco que se tornou a constituição da nova nação e, ao mesmo tempo, o livro de ensino de toda a sociedade. Deus continuou ensinando o seu povo através dos juízes e dos profetas.

Deus sempre revelou sua Palavra a homens adultos para ensinar outros homens adultos. Esdras, sacerdote em Israel, nos dias do governador Neemias, conforme registrado: “Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, tanto de homens como de mulheres e de todos os que eram capazes de entender o que ouviam. Era o primeiro dia do sétimo mês. E leu no livro, diante da praça, que está fronteira à Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens e mulheres e os que podiam entender; e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei. Esdras, o escriba, estava num púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; estavam em pé junto a ele, à sua direita, Matitias, Sema, Anaías, Urias, Hilquias e Maaséias; e à sua esquerda, Pedaías, Misael, Malquias, Hasum, Hasbadana, Zacarias e Mesulão.

Esdras abriu o livro à vista de todo o povo, porque estava acima dele; abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. Esdras bendisse ao SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém! E, levantando as mãos; inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra. E Jesua, Bani, Serebias, Jamim, Acube, Sabetai, Hodias, Maaséias, Quelita, Azarias, Jozabade, Hanã, Pelaías e os levitas ensinavam o povo na Lei; e o povo estava no seu lugar. Leram no livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia”.(Ne 8.2-8). Quando o apóstolo Paulo orientou o jovem pastor Timóteo a continuar o ministério evangélico ele disse: “E o que de minha parte ouviste através de muitas  testemunhas,  isso  mesmo  transmite  a  homens fiéis  e  também  idôneos  para instruir  a  outros”  (2  Tm 2.2).  e prosseguiu ainda: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Tm 3.14-17). A Bíblia é, portanto, o livro fundamental para o ensino e a educação de jovens e adultos. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Pedagogia de Jesus

Cristina Oliveira Vasconcelos

I . INTRODUÇÃO

Nos relatos sobre o ministério de Jesus, não nos é possível demarcar uma separação nítida entre pregação e ensino, tão entrelaçados que um não pode ser totalmente separado do outro.

Marcos, constantemente descreve Jesus ensinando: Mc.4:1-2; 6:2; 8:31; 9:31; 12:35. Para as multidões que se amontoavam ao redor de Jesus, Ele era mais um mestre do que um profeta. Ele era constantemente chamado “Mestre” ou “rabino” porque seu ensino tinha em si uma autoridade e um poder tal que o diferenciava claramente dos rabinos da época.

Depois da ressurreição, os discípulos e apóstolos foram igualmente pregadores e mestres ( Mt. 28: 19-20; Mc.16:15; At. 5:42 ). Isto evidentemente significa que para os homens que conheciam Jesus pessoalmente, o ensinar e o pregar não eram idênticos, mas interdependentes, ao ponto de um não ser superior ao outro.

Paulo, considerando Jesus a essência da mensagem, também utilizava todos os meios possíveis de comunicação para transmitir suas idéias. Ele pregava e ensinava em todas as igrejas por onde passava.

Assim, constatamos que pregação e ensino fazem parte essencial do ministério de Jesus, da Igreja primitiva e da Igreja dos nossos dias.

Jesus tem consciência de que sua prática é a culminância da história do povo de Israel. Essa consciência é precisamente sua consciência messiânica de ser o revelador pleno e último da vontade do Pai e a vitória definitiva de seu Reino. Esta perspectiva histórica permite que Jesus viva, na encruzilhada das contradições, o tempo do presente singular, tempo do companheirismo, da amizade e da solidariedade horizontal, onde se manifestam a fé, a esperança, o amor e a misericórdia. Jesus toma uma posição radical que lhe vale a morte de cruz, aceita com a coerência que sua prática determina.

Vamos focalizar nosso olhar sobre o cotidiano de Jesus, seus gestos e sua prática pedagógica em seus contatos criadores da vida e da esperança.

II . FUNDAMENTOS DA PEDAGOGIA DE JESUS

II.1- A prática

Jesus fez uma clara opção pela prática em relação ao discurso e à fala. Este dado tem enorme relevância para os obreiros cristãos que costumam eleger a fala como principal instrumento de ensino.

Tomamos o Sermão da Montanha, onde Jesus inicia o ensino centrado no discurso ( Mt. 5, 6 e 7:1-23 ). O desfecho do sermão é onde Jesus privilegia a prática (Mt.7:24-27 ). Ele não apenas recomenda a prática de seus ensinos como também põe em prática, à vista de todos, a sua graça e sua misericórdia. Vemos isto através das curas que realizou:

Mt. 8:1-4 …….. A cura de um leproso. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Pedagogia Divina

Prof. João Flávio Martinez

O apologista reflete em sua retórica a convicção de uma verdade fundamental. Quando esta verdade é estabelecida, uma seqüência de raciocínios será desenvolvido na defesa desta verdade. O pensamento desenvolvido leva as pessoas a uma conclusão, onde o objetivo do orador é defender uma verdade. As pessoas se impressionam mais pela retórica do apologista, do que pela essência daquilo que ele defende. Alguns erros nunca são combatidos, não pelo fato de sua legitimidade, mas pela impossibilidade de uma refutação a altura da exposição apologética daquele que o defende, portanto se aquele que defende uma verdade não souber debater a sua verdade, pode perder o debate não pela veracidade daquilo que o outro defende, mas por não conseguir publicamente, ou através de uma refutação literária convincente, contradizer o posicionamento antagônico.

Falar em público é uma arte e dependendo da desenvoltura da oratória, pode-se levar a coletividade a um entendimento que exercerá influencia no individual. Pode-se agir no aspecto cognitivo, afetivo e psicomotor.

Quando o orador trabalha o aspecto cognitivo, as pessoas ouvem e assimilam a informação. O porquê fica em alguns casos desapercebido, pois as pessoas são levadas a aceitar a ideologia como verdade, pois a identidade daquele que ensina, atesta o conteúdo como verídico, enfim, aquilo que se demonstra ser, fala muito mais alto do que aquilo que se fala durante a oratória.  A imagem e o currículo fazem uma diferença na audição da platéia, pelo menos até o momento da exposição do orador. Depois disto o que vale é a desenvoltura pessoal no confronto público.

As pessoas podem defender uma grande ideologia, contudo esta ideologia pode ser um tremendo erro, mas isto deixa de ser a questão principal, pois aqueles que o atestam são colocados acima de qualquer suspeita. Neste princípio verificamos que a instituição defendida terá um papel muito importante, pois os seus defensores alegarão uma autoridade que não depende deles, mas principalmente pelo poder do nome da instituição que defendem. Enfim, exaltando a instituição daremos crédito ao homem, que agora para aumentar o prestígio próprio, exalta a instituição.

Nesta defesa verificamos o triunfalismo. O massacre dos diferentes e a apologia do descrédito da ideologia alheia, ao invés da exaltação das verdades que se defende. Apaga-se a luz do outro no intuito da hegemonia iluminaria. Denigre-se a imagem do outro para desacreditar aquilo que ele defende.

Entendendo estes princípios chegamos a uma conclusão: a verdade depende da fonte e mesmo assim pode ser circunstancial. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Ministério de Ensino de Jesus - Pr. Alcione Alves do Nascimento

TEXTO ÁUREO

E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm estas coisas? e que sabedoria é esta que lhe foi dada? e como se fazem tais maravilhas por suas mãos?   Marcos 6.2

VERDADE PRATICA

Ninguém esteve mais preparado e se mostrou mais idôneo para exercer o ministério de ensino do que Jesus.

LEITURA EM CLASSE

Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.  E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina;  Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas. Mateus 7.24-29.

INTRODUÇÃO

       Jesus era conhecido como mestre ou Rabi, que quer dizer instrutor ou professor. O ministério de Jesus foi marcado pela importante missão de ensinar, pois percorria todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, no templo, no monte, até num barco, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades. Ele mesmo afirmou: Vós me chamais o mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Jesus aproveitava todas as oportunidades para ensinar o povo.

I. ENSINO NAS ESCRITURAS

      1. O que é ensinar?

            Ensinar é transmitir as verdades fundamentais das Escrituras Sagradas, metodicamente organizadas, cujos princípios servem de base à vida cristã, compreendendo desde o ensinamento, pregação, desde que embasadas em textos escritos estritamente bíblicos, como regra de fé, preceito de comportamento e norma de conduta social. A Palavra de Deus contem as Boas Novas ao Povo, este é o conteúdo tanto do Ensino como da Pregação, o conteúdo é o mesmo somente a forma é diferente. Na pregação é proclamada ou anunciada a mensagem bíblica para os ouvintes durante certo período de tempo. Ensinar é participar de um processo que utiliza muitas formas didáticas e ocorre em muitos lugares e em diversos períodos. Jesus ensinava mais pelo seu relacionamento com os seus discípulos, comunicando a verdade, modelando estas verdades na vida de seus alunos, e os levando a apropriar-se dessas verdades ensinadas. Ensinar e aprender é um processo bem inclusivo, pois abrange a vida toda da pessoa e da Igreja toda em todo tempo. Todos ensinam de uma maneira ou de outra, e todos aprendem alguma coisa. Mateus 4.23; 9.35; João 13.13; Atos 5.42; 28.30-31; Marcos 3.14; Efésios 4.15,16 Mateus 19.16; Marcos 5.35; Aquele que ensina com sabedoria e esmero fazem da aprendizagem uma alegria. Mas do professor incompetente só jorra disparates. Provérbios 15.2; I Timóteo 5.17. Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - Lição 8 - Jesus, Filho de Davi

Os vídeos da TV EBD com a aula da lição 8 - Jesus, Filho de Davi - estão disponíveis. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no seu site.

1ª Parte - Lição 08 - 1T/2008 - 1ª parte

2ª Parte - Lição 08 - 1T/2008 - 2ª parte

3ª Parte - Lição 08 - 1T/2008 - 3ª parte

4ª Parte - Lição 08 - 1T/2008 - 4ª parte

5ª Parte - Lição 08 - 1T/2008 - 5ª parte

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