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Arquivos de Abril de 2008

A Sublimidade do Culto Cristão - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: I Co. 14.26 - Leitura Bíblica em Classe: Cl. 3.12-17
Pb. José Roberto A. Barbosa jotaroberto@uol.com.br
Objetivo: Mostrar que o culto cristão é sublime, e como tal, precisa traduzir-se em comprometimento espiritual.

INTRODUÇÃO
O culto cristão é sublime, isto é, tem um caráter elevado. A sua nobreza se justifica porque tem como meta central a adoração a Deus. Na lição de hoje, meditaremos a respeito do significado do culto na Bíblia, seus objetivos e encaminharemos algumas disciplinas necessárias para que possamos adorar a Deus em espírito e em verdade.

1. O CULTO, UMA TENTATIVA DE DEFINIÇÃO
A palavra “culto”, de acordo com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, vem do latim “cultus”, a qual deu origem à palavra “cultura” e ao verbo “cultivar”. Essa, nesse sentido, seria uma prática religiosa, que, no caso específico do cristianismo, estaria alicerçada tanto na revelação quanto na tradição. É digno de destaque que, em inglês, a palavra que os cristãos usam para se referirem ao culto é “service” (serviço), o que aponta para um sentido mais amplo do culto cristão. Cultuar a Deus, nesse sentido, não se reduz apenas a alguns momentos dentro de quatro paredes, trata-se de um estilo de vida. Isso, no entanto, não retira a importância de separarmos alguns momentos para que, reunidos, adoremos a Deus. Nesses encontramos, temos a oportunidade de louvá-LO, expor a Sua palavra, e também, cultivar a unidade entre os irmãos da igreja. Esses são os aspectos básicos e fundamentais do culto, no que tange aos demais, em virtude das múltiplas possibilidades de manifestações congregacionais, fica, de certo modo, difícil defini-lo, principalmente, se considerarmos que existe, em suas realizações, componentes culturais, os quais, precisam ser reconhecidos, e, se estiverem em conformidade com o ensinamento bíblico, respeitados.

2. O CULTO NO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO
2.1 No Antigo Testamento
Na Bíblia, o culto tanto pode ser individual quanto coletivo. No Antigo Testamento, o culto pressupõe relacionamento entre Deus e o Homem, assim, começando com Adão e Eva. Posteriormente, o culto oferecido a Deus por Caim e Abel, neste caso, observamos que os rituais foram os mesmos, mas só um foi aceito. Destacamos, também, os cultos realizados por Melquizedeque, Noé, Abraão, Jacó e tantos outros. Com o povo de Israel já liberto do Egito, sob a liderança de Moisés, Deus dentre este povo escolhe uma tribo para ministrar de forma exclusiva tudo que envolveria a relação de culto entre os homens e Deus (Nm. 3.6-10). No deserto, o Tabernáculo foi erigido com todos os objetos colocados no seu lugar, a nuvem da glória do Senhor desceu sobre aquela casa e a Sua presença encheu todo aquele ambiente. Este era o selo que tudo foi feito de acordo com as ordens de Deus e que, a partir de então, Ele se manifestaria nesse lugar preparado para sua habitação (Ex. 25.8). Clique aqui para ler o texto completo »

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O Culto Bíblico

Por Anísio Renato de Andrade

INTRODUÇÃO

Muitas vezes, as pessoas se perguntam por quê existem. Para quê fomos criados? A Bíblia nos mostra que existimos para o louvor e glória de Deus. Sendo este um fato espiritual, é natural concluirmos que o culto está vinculado à nossa natureza. Nascemos com um “instinto cultual”. Tal afirmativa é endossada pelos historiadores, antropólogos e arqueólogos. Em todas as civilizações de todos os tempos, encontra-se presente o fenômeno chamado “culto”.

O culto é a expressão da fé. É o tributo de honra, louvor e serviço àquele que se venera. Quem é “aquele” ? Bem… nesse ponto as civilizações não se entendem. Os alvos do culto humano têm sido os mais diversos possíveis. Há quem adore o sol, a lua, as estrelas, os rios, os animais. Outros veneram o seu semelhante, vivo ou morto, ou imagens de sua própria criação. Mais longe vão os que espiritualizam o culto: adoram espíritos que são identificados por centenas ou milhares de nomes. Em muitos povos foi constatada também a adoração a um “ser supremo”, criador de todas as coisas.

Provavelmente, tais pessoas tiveram algum tipo de experiência espiritual genuína. Entretanto, é através do povo de Israel que o criador se apresentou à humanidade. Jesus disse : “Vós adorais o que não sabeis. Nós adoramos o que sabemos, porque a salvação vem dos judeus”. (João 4:22). Aleluia ! Aí está aquele que deve ser o alvo de culto de todo ser humano: o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.

Os judeus são o nosso ponto de referência religiosa na história. Portanto, convém que nos dediquemos a conhecer aspectos do seu culto que nos serão de grande utilidade no entendimento de nossas práticas atuais.

Enquanto muitos se perdem em cultos vãos, adorando ao que não se deve, a Bíblia nos mostra que Deus está à procura de verdadeiros adoradores. Antes de buscar pregadores, intercessores, evangelistas, etc, o Senhor procura pessoas que se dediquem a cultuá-lo. O culto a Deus está fundamentado no conhecimento que se tem dele. À medida em que o conhecemos, o adoramos. O verdadeiro culto é um relacionamento purificador e transformador com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Que o Senhor nos ajude a encontrar as diretrizes do culto que o agrada. Esta questão é a principal. Normalmente, temos o hábito de fazer avaliações dos cultos em que participamos. Depois dizemos : “Não gostei do culto hoje”, ou , “fiquei muito satisfeito com o culto”. Falamos como se o culto fosse dirigido a nós. Deus nos livre de usurparmos a glória que lhe é devida. Que ele nos abençoe e que possamos ser encontrados como aqueles que adoram ao Pai em espírito e em verdade.

Anísio Renato de Andrade

A ESSÊNCIA DO CULTO BÍBLICO

Haverá, em meio às múltiplas maneiras de cultuar, um sine qua non na adoração, um elemento que seja imprescindível? Cremos firmemente que há. Jesus reafirmou o que Moisés, no Antigo Testamento, deixou claro: o primeiro mandamento exige um amor a Deus, sem limites (Dt.6:4,5). Séculos depois que Deuteronômio foi escrito, um intérprete da lei levantou esta pergunta para Jesus: “Qual é o grande mandamento da lei?” Respondeu o Mestre: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”(Mt. 22:36-37). Clique aqui para ler o texto completo »

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Cultos Biblicamente Relevantes

O que significa, exatamente, cultos biblicamente relevantes?

Não estamos falando apenas de cultos relevantes, mas “biblicamente relevantes”. O “biblicamente” faz diferença. A relevância de muitos cultos tem sido buscada no seu significado para as pessoas. Vivemos numa época antropocêntrica em que o homem passa a ser o referencial e o fio de prumo de quase tudo. Até mesmo o culto é medido pelo impacto que causou nas pessoas, se lhes foi agradável e se elas se sentiram bem. Tudo é planejado para que as pessoas queiram voltar. Estas coisas são boas, mas não são o cerne do culto. Sua relevância não pode se medir por como as pessoas se sentiram. Pessoas de coração duro, sem desejo de compromisso com Deus, querendo apenas promessas, podem se sentir bem em um culto que apazigúe seus corações. Mas talvez estejam precisando ser incomodadas! Se uma pessoa está longe de Deus ou em desacordo com sua vontade e se sente bem em um culto, este pode ter sido significativo para ela. Até mesmo relevante porque a fez sentir-se bem, confirmando seu estilo de vida. Mas foi biblicamente relevante?

Sabemos que o culto tem uma dimensão horizontal, ou seja, deve alcançar as pessoas. Mas a questão deve ser enfocada a partir daqui: para quem é o culto? Depois, qual o propósito do culto? Em terceiro: quais os elementos constituintes do culto biblicamente relevante? E por fim: qual a estrutura do culto biblicamente relevante?

Estas perguntas nos nortearão na busca das respostas às perguntas: “O que são cultos biblicamente relevantes? Como ter cultos biblicamente relevantes?”. Comecemos pela primeira resposta: para quem é o culto? Mas antes definamos o que é culto. Por dedução, consideremos culto a partir de uma definição de “cultuar” encontrada em um documento da Convenção Batista Brasileira:

Os batistas brasileiros, em resumo, acreditam que cultuar é vivificar a consciência pela Santidade de Deus; nutrir a mente com a verdade de Deus; purificar a imaginação pela beleza de Deus; abrir o coração ao amor de Deus; e dedicar a vontade ao propósito de Deus. [1]

Troque o verbo “cultuar” pelo substantivo “culto” e os verbos vivificar, nutrir, purificar, abrir e dedicar por substantivos deles derivados. Aí estará uma definição de culto da Convenção Batista Brasileira. Não a única definição, mas uma definição bem expressiva.

1. PARA QUEM É O CULTO?

Sabemos que o culto tem uma dimensão horizontal que não pode ser negada. Mas sua primeira dimensão é vertical. O culto é para Deus. Tal afirmação é óbvia, acaciana até. Mas tem sido olvidada e não pode sê-lo. A observação de Paul Plew precisa ser ponderada:

Temos sido influenciados por uma cultura pop que dita nossa atitude até no culto, onde prevalecem o entretenimento e a auto-satisfação individual, e onde termina havendo um mal-entendido sobre qual é o verdadeiro significado da adoração, quem está envolvido, quem é a platéia, quais responsabilidades existem e quem recebe a glória. [2]
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Ministério de Adoração na Igreja Contemporânea

Ministério de Adoração na Igreja Contemporânea - Carlito Paes e Sidney Costa

Editora: Editora Vida
ISBN: 8573677678
Ano: 2003
Edição: 1
Número de páginas: 178
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Sinopse:

A adoração a Deus sempre esteve presente nos cultos e na vida do seu povo ao longo da história. Entretanto, a forma de adoração varia conforme o tempo e a cultura. Embora o conteúdo da adoração bíblica não tenha se alterado, somos desafiados a apresentar esse conteúdo com uma roupagem contemporânea. Mas como fazê-lo sem distorcer o que a Bíblia ensina? Para responder a essa e outras questões importantes, Carlito Paes e Sidney Costa compartilham nesta obra experiências e princípios na área da adoração coletiva, fruto de uma grande paixão pelo Pai. A leitura deste livro mostra que a comunhão, o quebrantamento, a intimidade com Deus, a tolerância com as diferenças, a integridade do adorador e da mensagem, o discipulado e a excelência artística são caminhos saudáveis para uma igreja que deseja ser relevante nesses tempos de pós-modernidade. Os testemunhos vitoriosos e o aprendizado de novos conceitos e experiências de adoração contidos nesse livro certamente contribuirão para o crescimento do rebanho. Louvamos a Deus por essas vidas jovens, pelo que já estão realizando e por muito mais que ainda farão. Sejamos adoradores em espírito e em verdade, assim como têm sido Carlito e Sidney. Marcílio de Oliveira Filho, pastor e ministro de música da Primeira Igreja Batista de Curitiba, diretor geral do LOUVAÇÃO.

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Porque Devemos Ler a Bíblia - Parte 3 - Márcio Klauber Maia

Continuamos com a reflexão acerca da necessidade de leitura da Bíblia, analisando os símbolos da Palavra de Deus. Desta feita, vamos refletir sobre a Bíblia simbolizada pela água.

A Bíblia como Água
A água é o composto químico mais abundante da Terra e é um elemento fundamental na constituição do corpo humano, sendo também fundamental para todas as formas de vida existentes. Sem ela não haveria vida e as dificuldades de se obter água potável para toda a população mundial tem sido uma grande preocupação para as autoridades, pois milhares de pessoas estão morrendo, a cada ano, principalmente crianças, por falta de água ou por doenças causadas pela ausência de água pura.
A água é também o principal elemento para a limpeza e higiene. Nada como um bom banho para eliminar toda a sujeira do nosso corpo. No banho, é importante o uso do sabonete, do shampoo, e de outros produtos de limpeza, mas nenhum deles pode substituir, de forma eficaz, a água. Por ter a capacidade de dissolver a maioria das substâncias que existem, a água é considerada um solvente universal.
Na Bíblia Sagrada temos várias referências importantes à água e algumas delas mostram porque ela é comparada à Palavra de Deus. O apóstolo Paulo escreveu aos crentes da cidade de Éfeso: “Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.25-27 – ênfase minha). Clique aqui para ler o texto completo »

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Porque Devemos Ler a Bíblia - Parte 2 - Márcio Klauber Maia

Continuando a nossa reflexão acerca da necessidade de leitura da Bíblia, iniciada no artigo anterior, vamos meditar sobre a Bíblia como alimento. O profeta Jeremias faz uma declaração simbólica a respeito da Palavra de Deus, dizendo: “Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome me chamo, ó SENHOR, Deus dos Exércitos” (Jr 15.16). Há um símbolo semelhante no livro do Apocalipse, quando o anjo dá um livro ao apóstolo e ele o come, e é doce à sua boca, mas torna-se amargo no ventre (Ap 10.8-10).

A Bíblia como Alimento
Há pelo menos duas realidades que envolvem a degustação de alimentos: prazer e nutrição. Prazer é o deleite que é produzido ao saborear um delicioso alimento. Diz respeito à sensação agradável provocada pela ingestão de guloseimas e outras iguarias. Nutrição diz respeito ao valor nutritivo dos alimentos. São os ingredientes necessários à manutenção da vida do corpo e que nos dão sustento e saúde.
São muitos os cursos e as técnicas utilizadas para extrair os melhores sabores dos alimentos, com a finalidade de preparar os melhores pratos, para atrair os amantes da boa culinária. Cozinheiros famosos fazem sucesso pela capacidade de preparar as melhores iguarias. Isto tudo pelo grande prazer de degustar um bom alimento. Dois sentidos do corpo humano são utilizados neste processo: o olfato identifica o cheiro dos alimentos e o paladar o sabor. Juntos, enviam ao cérebro os impulsos que identificam o aroma e o sabor.
Imagine aquele prato especial que a mamãe prepara e que tanto nos agrada! O simples fato de trazê-lo à memória nos causa uma sensação de desejo e salivação. Quando sentimos o agradável odor que ele exala e percebemos o sabor prazenteiro que possui, comemos com muita satisfação e alegria. A sensação de gozo é que nos leva a querer repetir o processo. Razão pela qual sempre aceitamos o convite para degustar aquele prato. Clique aqui para ler o texto completo »

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Porque Devemos Ler a Bíblia - Parte 1 - Márcio Klauber Maia

Todo cristão precisa praticar a vida de Cristo. O cristianismo é, em sua essência, uma prática de vida; não é possível alguém declarar-se cristão se não quiser por em prática a mensagem de Cristo. Para que este cristão possa ser praticante do evangelho de Cristo, precisa conhecer o que Cristo ensinou e viveu, a fim de imitá-lo.
Logo, isto aponta para a grande fonte de revelação da pessoa de Jesus Cristo e da sua mensagem: a Bíblia, a Palavra de Deus. Somente ela pode nos indicar o caminho a seguir, rumo a uma vida de conformidade com a vontade de Deus.
A leitura da Bíblia é, portanto, uma necessidade premente do cristianismo. Não quero dizer apenas que é importante ler a Bíblia, mas que é algo essencial e necessário. O conhecimento de Deus, adquirido através da leitura da Bíblia é algo profundamente indispensável para o cristão; não é uma questão de escolha ou prazer, apenas; é uma questão de sobrevivência!
A Bíblia emprega uma linguagem simbólica, muitas vezes, para apresentar a si mesma, para que, por meios dos símbolos, possamos conhecer melhor o efeito da leitura do texto sagrado, em nossas vidas. Um destes símbolos é apresentado pelo apóstolo Tiago: “Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era” (Tg 1.23,24).

A Bíblia como Espelho

Tiago esta querendo nos apresentar o poder revelador da Palavra de Deus. Ele queria nos mostrar como a Bíblia é eficaz em mostrar quem somos, e como estamos, a fim de que possamos buscar um aperfeiçoamento, através da correção dos nossos atos e atitudes, conforme a orientação bíblica. Por esta razão, compara a Bíblia a um espelho. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Bíblia e seu Autor - Márcio Klauber Maia

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” 2Tm 3.16

O nome “Bíblia” vem do grego “biblion”, que significa: rolo pequeno de papiro, e é o diminutivo de “biblos“, que significa: “folha de papiro preparada para a escrita. É uma referência ao material utilizado para a escrita pelos primeiros escritores do texto sagrado: o papiro.
A Bíblia inteira foi escrita num período que abrange cerca de 1600 anos. É uma obra de cerca de 40 autores, dos mais distintos e remotos lugares, das mais variadas profissões: de humildes agricultores, pescadores até renomados reis, os quais habitaram em 3 continentes: Ásia, África e Europa, e escreveram em 3 idiomas: hebraico, aramaico e grego.
A Bíblia não é apenas um livro importante, mas a única fonte confiável para conhecer a Deus e compreender seus propósitos. Ela não contém, apenas, a palavra de Deus, mas é a própria fala de Deus aos homens; não relata, apenas, a verdade, mas é a única verdade; não registra, apenas, um conjunto de regras, mas é o único manual de regra e prática. Assim sendo, a leitura, estudo e meditação da Bíblia não é somente importante, mas indispensável para todos os que querem conhecer a Deus e saber a sua vontade.
Para destacar o seu valor e importância para a humanidade, a Bíblia é apresentada através de diversos títulos, tais como: “Escritura” (Mc 12.10) ou “Escrituras” (Mt 21.42), “Sagradas Escrituras” (Rm 1.2); “Sagradas letras” (2Tm 3.15), “oráculos de Deus” (Rm 3.2) ou, simplesmente, “Palavra de Deus” (Mc 7.13). Há também muitos símbolos, que destacam a utilidade da Bíblia, tais como: “semente” da qual nascemos (1Pe 1.23); “luz” pela qual somos guiados (Sl. 119:105), “alimento” pelo qual somos nutridos (Ef. 2:20); “fundamento” sobre o qual somos edificados (Ef. 2:20) e “água”, que lava e purifica (Ef 5.26), entre outros.

1.Revelação

O homem, sendo limitado e finito, não tem condições de alcançar as verdades a respeito de Deus, que é infinito e ilimitado. Para que o pudéssemos conhecer, o próprio Deus deu-se a conhecer, o que chamamos de revelação. Uma definição de revelação é : “o desvendamento que Deus faz de si mesmo, girando em torno da pessoa de Jesus Cristo, através da criação, da história, da consciência humana e das Escrituras. Ela é dada através de conhecimentos e de palavras”.
Deus revelou-se por vários meios diferentes: de forma natural, pela natureza (Rm 1.18-21; Sl 19); de forma prática, pela providência (Rm 8.28; At 14.15-17); de forma interior, através da consciência (Rm 2.14,15), de forma pessoal, através de Cristo (Jo 1.14) e, principalmente, de forma escrita, através da Bíblia (1Jo 5.9-12). Sobre este assunto, afirma Francis Turretin : Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - A Leitura Devocional da Bíblia - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - A Leitura Devocional da Bíblia. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no seu site.

1ª Parte - Lição 4 - 2T/2008 - 1ª parte

2ª Parte - Lição 4 - 2T/2008 - 2ª parte

3ª Parte - Lição 4 - 2T/2008 - 3ª parte

4ª Parte - Lição 4 - 2T/2008 - 4ª parte

5ª Parte - Lição 4 - 2T/2008 - 5ª parte

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Prática da Leitura da Bíblia

O que é

É a arte de procurar o Senhor até achar, de enxergar toda a riqueza que está por trás da mera letra, de ouvir a voz de Deus, de relacionar texto com texto, de sugar todo o leite contido na Palavra revelada e escrita, tanto nas passagens mais claras como nas passagens aparentemente mais difíceis, mediante a leitura responsável e o auxílio do Espírito Santo.

Onde você se enquadra

1) Entre os que não lêem a Bíblia

2) Entre os que a lêem mal (leitura formal, leitura esporádica e leitura desordenada)

3) Entre os que a lêem com proveito.

Leituras diferentes

1) Leitura acadêmica (em busca de conhecimento)

2) Leitura homilética (em busca de sermão)

3) Leitura apologética (em busca de argumentos)

4) Leitura supersticiosa (em busca de “recadinhos” da parte de Deus)

5) Leitura devocional (em busca de Deus)

Prejuízos de quem não lê a Bíblia

1) Não ouve a voz do Senhor, pois a Bíblia é a Palavra de Deus.

2) Não cresce no conhecimento do Senhor, pois a Bíblia é a auto-revelação de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »

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