A União Cristã, o Vínculo da Perfeição - Ev. Luiz Henrique
Complementos e Ajuda para professores e alunos: Ev. Luiz Henrique.

TEXTO ÁUREO
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (At 2.42).

VERDADE PRÁTICA
O amor é a característica mais forte do verdadeiro cristão. Identifica-o como discípulo de JESUS, realçando ao mundo o vínculo da nossa perfeição.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 1 João 3.11-20.
11 Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. 12 Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas. 13 Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo vos aborrece. 14 Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; quem não ama a seu irmão permanece na morte. 15 Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna. 16 Conhecemos a caridade nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. 17 Quem, pois, tiver bens do mundo e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar o seu coração, como estará nele a caridade de DEUS? 18 Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. 19 E nisto conhecemos que somos da verdade e diante dele asseguraremos nosso coração; 20 sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é DEUS do que o nosso coração e conhece todas as coisas.

CONCEITUANDO E COMPREENDENDO A COMUNHÃO
INTRODUÇÃO
1)- CONDIÇÕES PARA OBTERMOS UMA VIDA CRISTÃ SALUTAR E AUTÊNTICA:
A primeira grande condição para obtermos uma vida cristã salutar e autêntica, é certamente, mantermos uma relação íntima com DEUS através da leitura diária da Bíblia e da oração. A segunda condição para que tenhamos uma vida cristã robusta é mantermos uma comunhão íntima com os irmãos da fé. É impossível ser genuinamente cristão, se vivermos isoladamente. Alguém já disse, muito apropriadamente, que quem é ilha nunca chegará a continente. Aliás, depois de experimentarmos as alegrias de uma vida em comunhão, jamais desejaremos viver isolados. Portanto, nesta primeira aula estaremos buscando compreender a comunhão, definindo-a e conceituando-a.
I - DEFINIÇÃO
O termo originou-se do substantivo grego (KOINONIA) e também do verbo o(mile/w - Omiléô que significa comungar com - At. 20.11; Lc. 24.14, 15; At. 24, 26. O substantivo koinwni¿a -Koinonia ocorre por dezoito vezes em todo o Novo Testamento - At. 2.42; Rm. 15.26; I Co 1.9; 10.16; II Co 6.14; 8.4; 9.13; 13.13; Gl. 2.9; Fp. 1.5; 2.1; 3.10; Fl. 6; Hb. 13.16; I Jo. 1.3, 6, 7.
II - CONCEITO
Quanto ao conceito, Koinonia envolve as idéias de participação, comunhão, companheirismo e contribuição, incluindo, também, a partilha de bens materiais - At. 2.42. Isso posto, comunhão indica “partilhar de alguma coisa”, como exemplificamos:
2.1 - Compartilhar com - II Co. 8.23; Rm. 11.7; Fp. 1.7; I Pe. 5.1;
2.2 - Indica participar com - II Co. 9.13; Fp. 1.5; Rm. 15.26; At. 2.44; 4.32;

2.3 - Tem a conotação fundamental de partilhar alguma coisa - At. 2.42; Gl. 2.9; I Jo. 1.3. Concluímos pelos textos supra citados, que a idéia predominante de comunhão, de conformidade com o Novo Testamento é receber, partilhar e compartilhar. Em suma, a comunhão cristã é cuidado cristão, e cuidado cristão é compartilhamento cristão; não apenas compartilhar a mesma fé e valores, mas também bens, quando houver necessidade. João Crisóstomo disse o seguinte sobre a Igreja Primitiva: “Ela era uma comunidade angelical, não consideravam exclusivamente deles nem uma das coisas que possuíam. Imediatamente foi cortada a raiz dos males. Ninguém acusava, ninguém invejava, ninguém tinha ressentimentos; não havia orgulho nem desprezo. O pobre não sabia o que era vergonha, o rico não conhecia a arrogância”.
III - ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS À COMUNHÃO
3.1 - A comunhão começa com o Pai e com o Filho, ampliando-se posteriormente para os filhos de DEUS - Jo. 17. 3, 6, 10, 11, e 14;
3.2 - Na restauração final haverá a comunhão cósmica e universal - Ef. 1.10,23;
3.3 - A comunhão é conferida ao crente, com base na oração feita por CRISTO - Jo. 17. 20 e 21;
3.4 - A nossa comunhão é primeiramente vertical, com DEUS, e depois horizontal, com os outros crentes - I Jo. 1.3; Gl. 29;
3.5 - A comunhão que desfrutamos envolve a ordenança da Ceia - I Co. 10.17;
3.6 - A nossa comunhão é dimensionada por meio da oração - II Co. 1.11; Ef. 6.18;
3.7 - A comunhão pode ser expressa mediante as exortações cristãs - Cl. 3.16;
3.8 - A comunhão pressupõe a unidade da fé que professamos - Ef. 4.1-3;
3.9 - A verdadeira comunhão resulta da nossa reconciliação com DEUS - Am. 3.3;
3.10 - A comunhão plena com DEUS depende da obediência - Jo. 14.23.
CONCLUSÃO
A Igreja é uma comunidade constituída por CRISTO em torno do Evangelho, a fim de ser morada do ESPÍRITO SANTO que fundiu cada crente no corpo universal de CRISTO que é visto em cada igreja local. Desde os seus primórdios, a comunhão entre os crentes, tem sido a característica marcante da Igreja do Senhor. Que DEUS nos ajude a compreender e a praticar a verdadeira comunhão cristã como forma de criarmos nos homens uma grande simpatia pelo Reino do Senhor - At. 2.47.
2) MANTENDO A COMUNHÃO NO CORPO DE CRISTO
Rm 12.4,5; I Co 12.12-27
INTRODUÇÃO
Se entendermos a missão da igreja como sendo “unir os santos” e ser contexto para o “servir do crente”, entenderemos com facilidade a visão da igreja como “instrumento de comunhão”. Os que vivem sob a soberania de CRISTO experimentam um senso inigualável de comunidade. O substantivo grego usado no Novo Testamento para descrever essa comunidade é koinwni¿a - koinonia, geralmente traduzida como “comunhão”, significa: juntos em alguma coisa; esse termo que representou o grande diferencial da Igreja primitiva. Os primeiros cristãos não dispunham de prédios de educação religiosa ou de seminários teológicos. O que havia era tão somente os “grupos familiares”, pequenas comunidades, que se reuniam em casas, sob cuidados pastorais, com ambiente espiritual e segurança na nova vida em CRISTO. Em Atos 2:42-47 lemos que os cristãos “perseveravam na comunhão… e todos os dias estavam juntos … comiam juntos”. No início, nem mesmo dispunham do Novo Testamento. Atos 2.42-47; 4.32-53 juntos se completam e mostram o começo da igreja de Jerusalém. Era uma igreja que se caracterizava pela comunhão, sinais sobrenaturais, solidariedade de seus membros, testemunho da ressurreição de CRISTO, e pelo poder atuante do ESPÍRITO SANTO na vida dos discípulos. A igreja de Jerusalém, logo nos seus primeiros dias, deu ao mundo uma lição de comunhão. O que o texto sagrado diz é que não se trata apenas de compartilhar algo, mas também de unidade. “Coração” diz respeito ao centro da vida. “Alma” é a sede das emoções, fala dos mesmos afetos e sentimentos (Fp 2.2,3). Todos os crentes tinham o mesmo propósito, a mesma esperança, servindo o mesmo Senhor. A comunhão no Cristianismo envolve tanto o relacionamento entre os irmãos como também com o Pai, com o Filho (1 Jo 1.3) e com o ESPÍRITO SANTO (2 Co 13.13). Os primeiros livros foram as cartas escritas pelos apóstolos a essas comunidades, exortando os crentes a que se mantivessem firmes, juntos, unidos, em comunhão, orando, por causa das dificuldades, das tentações, perigos e heresias. “Koinonia” foi a força secreta dos primeiros cristãos. E tem de ser a nossa. A vitória da igreja primitiva deveu-se ao modo pelo qual os crentes comportavam-se como membros uns dos outros e realizavam a ministração dos mandamentos, reciprocamente.
I - OBJETIVOS DA COMUNHÃO CRISTÃ
1.1- Fortalecer os relacionamentos fraternais caracterizados pelo afeto.
1.2 - Estabelecer a verdade bíblica de que somos um corpo. Conquanto sejamos muitos, somos contudo, um corpo.
Somos um corpo, o Corpo de CRISTO (Rm 12.4,5; 1 Co 12.12-27; Ef 4.15-16). Preocupar-se com o outro: orar, apreciar, preferir (Fp 2.1-4). Um corpo tem interação, os órgãos se comunicam entre si. Cada parte é útil para o corpo como um todo e há interdependência delas (Ef 4.16; Cl 2.19). A Igreja é um corpo, cuja cabeça é JESUS CRISTO. Ora, um corpo não pode subsistir sem que haja união entre seus membros, bem como entre os membros e a cabeça. Antes de existir comunhão precisa existir união. Uma é pré-requisito para a outra. Aceitar a CRISTO é também aceitar fazer parte de seu corpo.
1.3 - Promover a unidade entre os membros do corpo Ef. 4.1-6.
É na comunhão verdadeira que nós vamos ser cada vez mais unidos e isto se expressa no serviço que prestamos uns aos outros; e isto acontece dentro do contexto da igreja. Assim a igreja se torna instrumento para proporcionar o contexto, o meio ambiente, no qual os santos serão cada vez mais unidos. DEUS criou os seres humanos para desfrutarem relações próximas com Ele e uns com os outros. Quando JESUS CRISTO é Senhor de nossos relacionamentos, experimentamos a intimidade significativa que fazia parte do plano original de DEUS.
1.4 - Devemos incentivar a prática do amor cristão, envolvendo a assistência aos irmãos da fé, quando se fizer necessário. At 2.44,45.
II - DIFERENTES TIPOS DE COMUNHÃO

2.1 - A Celebração no Culto
Os Crentes de reúnem para a adoração a DEUS, desfrutando juntos da presença do Senhor. Mt. 18.20; Cl 3.16b.

2.2 - Participação de refeições entre irmãos.
Os momentos de refeição em comum provêm, tanto em casa como em sociedade, momentos de intensa comunhão. I Sm 16.11; II Sm 9.13; Lc 13.29.

2.3 - Contribuição. O vocábulo grego koinwni¿a - koinonía Além de significar comunhão, associação, também pode ser traduzido por contribuição (Rm 15.26 - refere-se à contribuição das igrejas para os crentes pobres de Jerusalém). Um bom membro da comunidade cristã compartilhava de sua abundância material com aqueles que possuíam menos; e isso era um tipo de comunhão. A comunhão indica “partilhar” de alguma coisa (2 Co 8.23; Rm 11.7; Fl 1.7; 1 Pe 5.1). Também indica participar com algo (2 Co 9.13; Fl 1.5; Rm 15.26; At 2.44; 4.32; Gl 2.9; 1 Jo 1.3).

2.4 - A Ceia do Senhor.
Para muitos cristãos os termos ” Comunhão” e ” Ceia do Senhor” são sinônimos. De fato a Ceia é comunhão, comunhão com o Pai e com o Filho. I Co 10.16; I Jô 1.3.
III- ELEMENTOS QUE PROMOVEM A MANUTENÇÃO DA COMUNHÃO.
3.1- O Amor. característica principal dos discípulos de JESUS é o amor uns pelos outros. Jo 13.35; I Jô 1.7. O amor fraternal deve existir entre os crentes. Hb 13.1; I Pe 3.8. A palavra grega usada para amor fraternal é fila/delfoj - Philadelphos (Amor Fraternal). Sem amor tem-se ajuntamentos interesseiros, e, quem sabe, alguma fraternidade; ou, egoisticamente, um paliativo para a solidão.
3.2 - União: JESUS declara que a unidade da igreja é um testemunho para os descrentes (Jo 17.20-23). Paulo conclama a igreja à união e não a divisão (1 Co 1.10-13). Quem ama a DEUS e não ama a seu irmão, é mentiroso (1 Jo 4.20). Temos uma só fé, um só ESPÍRITO, um batismo, um Senhor (Ef 4.5,6; Fp 1.27). O caminho para a união é a humildade (Fp 2.2-5). É bom viverem unidos os irmãos (Sl 133.1).
3.3 - Paz: DEUS deseja que o corpo de CRISTO se esforce para que tenha paz (Rm 12.18; 14.19; 2 Co 13.11; Cl 3.15; Ef 4.3; 1 Ts 5.12,13; 2 Tm 2.22; Hb 12.14; 1 Pe 3.11). Pelo ESPÍRITO SANTO temos paz com DEUS e com os irmãos (Rm 8.6; Gl 5.22). O Senhor é DEUS de paz (1 Co 14.33; Hb 13.20).
3.4 - Atitude: Devemos estender a mão da comunhão (Gl 2.9). O trabalho social é também uma forma de evangelizar. Aliás, é essa a linguagem que o mundo entende (1 Jo 3.17).
3.5.- Intercessão: a oração dos santos uns pelos outros é de suma importância para a perfeita comunhão (2 Co 1.11; Ef 6.18; Rm 15.30). O ESPÍRITO SANTO muitas vezes desperta alguém no corpo de CRISTO para interceder por outro (Ef 3.14).
3.6.- Cuidado mútuo (Cl 3.16). A Bíblia manda fazer uns aos outros:
servir humildemente (Jo 13.14; Gl 5.13), amar (Jo 13.34), preferir (Rm 12.10), receber (Rm 15.7), cumprimentar afetuosamente (Rm 16.16), suportar (Ef 4.2), perdoar (Ef 4.32), ensinar (Cl 3.16), consolar (1 Ts 4.18), edificar (1 Ts 5.11).
3.7.- Uso dos Dons espirituais: São concedidos por DEUS para promover a edificação (1 Co 14.26; Ef 4.12) e a unidade da igreja (Ef 4.13, 1 Co 12.25). DEUS repartiu com os membros dons diferentes (1 Co 12.29,30), para que haja diversidade na realização da Sua obra (1 Co 12.4-6), atendendo a cada necessidade do Corpo de CRISTO (Rm 12.4-8; 1 Co 12.17-20). Esta diversidade dos dons também promove a interdependência entre os membros, para que ninguém se julgue superior ou auto-suficiente (1 Co 12.21,22).
CONCLUSÃO.
Precisamos procurar manter sincera e ardentemente a comunhão com DEUS em CRISTO, a fim de sermos mudados gradativamente para servirmos uns aos outros. Certamente isto requer entendimento, e também , sensatez, como Paulo afirmou em Efésios 5.1,2; 5.17- 21. A Igreja, como corpo de CRISTO é o contexto onde estas coisas devem ocorrer e quando isto não acontece, há algo de errado com esta igreja e com seus membros. No evangelho de João encontramos trechos da chamada oração sacerdotal de CRISTO nos quais o Senhor intercede pela unidade de seus seguidores: “Pai SANTO guarda-os em teu nome que me deste, PARA QUE ELES SEJAM UM assim como nós somos um. João 17.11
3) VIVENCIANDO A COMUNHÃO NO CORPO DE CRISTO:
Rm. 12. 9-16
INTRODUÇÃO
Nos tópicos anteriores estivemos estudando o conceito de comunhão e sua efetiva manutenção. Entendemos que já recebemos de DEUS a possibilidade de vivermos em perfeita comunhão. Primeiramente, mantermos comunhão com o próprio DEUS, pois João nos ensina que “a nossa comunhão é com o Pai e com o Seu Filho”. Mas, também, mantemos comunhão uns com os outros mediante nossos relacionamentos fraternais na comunidade cristã. I Jo 1.3-7.
Neste terceiro tópico estaremos estudando a igreja como lugar da expressão e vivência da verdadeira comunhão. É necessário que entendamos, que só é possível experimentar a real comunhão cristã, inserindo-se no corpo de cristo. Laboram em erro aqueles que imaginam poder manter comunhão com DEUS, vivendo separados da família divina que tem sua representação visível na igreja e comunidade cristã local. O objetivo principal dessa aula é comprovar biblicamente que não se pode ser verdadeiramente cristão sem se tornar membro efetivo do Corpo de CRISTO. À luz de At 2.47, DEUS salva pessoas, para posteriormente acrescentá-las à Igreja. Portanto, fica devidamente estabelecido, que ninguém pode pertencer a Igreja sem ser salvo. Mas, uma vez salvo, necessariamente deve-se pertencer à Igreja, sob pena de não continuar na salvação. No ensejo de compreendermos essa verdade, enfocaremos os seguintes aspectos:
I - A NATUREZA DA IGREJA PRESSUPÕE A NECESSIDADE DA COMUNHÃO
Por natureza entendemos os elementos e características que pertencem inalienavelmente a um ser, coisa ou objeto. É tudo aquilo que constitui de modo inerente a um ser ou pessoa.
1.1- A Igreja é a assembléia dos chamados do mundo, para constituírem-se à parte do mundo, a comunidade de DEUS, que é caracterizada marcantemente pela comunhão entre os seus membros.
1.2- A Igreja é constituída de todos os crentes em CRISTO, independentemente de origem étnica, cultura, posição social e sexo. Todos somos um em CRISTO JESUS. Gl. 3-28; Ef. 2.14-16.
1.3- A Igreja é composta de pessoas salvas por DEUS em CRISTO para celebrarem a glória de DEUS, vivendo na comunidade que os constituiu morada e habitação do ESPÍRITO SANTO, que trabalha pela unidade do povo de DEUS.
1.4- A Igreja é descrita e explicada pela metáfora “corpo”, que por analogia com o corpo humano nos ensina o seguinte;
a)- Somos uma unidade em CRISTO, visto sermos um só corpo, embora possuindo muitos membros;
b)- Somos membros diversificados do corpo e, também, membros uns dos outros;
c)- No corpo, os membros não exercem todos a mesma função, mas toda função, visa o benefício geral do corpo;
d)- No Corpo de CRISTO somos desafiados a manter a UNIDADE, sem anular a diversidade de membros, e a multiplicidade de dons;
e)- Somos convocados pelo Senhor da Igreja, a vivermos a riqueza da pluralidade dos membros e a variedade dos dons sem prejuízo da UNIDADE.
1.5- Concluímos que a própria natureza da Igreja, conforme nos é ensinado na Bíblia, convoca-nos a vivermos a comunhão, pois como um só corpo, cada membro faz parte de todos os outros, e essa mutualidade da fraternidade cristã é enriquecida pela diversidade dos nossos dons.
II - OS DONS SÃO CONCEDIDOS VISANDO O BEM COMUM E O FORTALECIMENTO DA COMUNHÃO
2.1 - Fica devidamente estabelecido que os dons são concessões da graça divina. I Co. 12.7.
2.2 - Quem concede dons à Igreja e aos seus membros, é DEUS. Essa consciência é indispensável para que tenhamos um conceito equilibrado acerca de nós mesmos. Rm. 12.3.
2.3 - Os Dons, quando corretamente exercitados promovem a harmonia no Corpo de CRISTO, criando o ambiente ideal para a prática da comunhão.
2.4 - O exercício coerente dos dons cria em nós um mesmo modo de pensar, bem como, um mesmo espírito e uma mesma atitude. Uma mente comum é indispensável à vida de comunhão. Fp. 2.2; I Co 1.10.
2.5 - O dom que procede do ESPÍRITO de DEUS cria em nós um senso de humildade, a fim de que não nos tornemos orgulhosos e esnobes. Rm 12.16. Um dos piores tipos de orgulho é o esnobismo, que mais do que qualquer outra atitude, destrói a comunhão entre o povo de DEUS. “Não há pessoas mais vazias do que as que vivem cheias de si mesmas”.
2.6 - A comunhão dos santos, é eminentemente, uma obra do ESPÍRITO SANTO. Aliás, a Igreja é chamada de “a comunhão do ESPÍRITO”. II Co 13.14; Fp 2.1. Talvez, seja por isso que a palavra comunhão não aparece nos Evangelhos, pois os ESPÍRITO SANTO ainda não tinha sido enviado. Ela ocorre pela primeira vez no novo testamento em Atos 2.42.
2.7 - A nossa comunhão e o fato de fazermos parte do Corpo de CRISTO, é que nos faz Igreja. Portanto, só se pode desfrutar da verdadeira comunhão quando se é corpo. Inserido nele, sendo parte integrante dele. Não há a mínima possibilidade de viver a comunhão isoladamente.
III - A VIDA DE PUREZA DA IGREJA DEPENDE DA PRÁTICA DA COMUNHÃO - I Jo. 1.5-10.
Nesse texto da carta de João, DEUS está afirmando a necessidade da comunhão dos fiéis como meio eficaz para alcançarmos a purificação constante dos nossos pecados. Podemos entender, à luz do texto supra citado as seguintes verdades:
3.1 - O DEUS com quem mantemos comunhão é luz e não há Nele treva alguma. I Jo 1.5;
3.2 - É uma tremenda incoerência dizermos que mantemos comunhão com DEUS, se ao mesmo tempo vivermos em trevas, tendo pontos obscuros e porões inacessíveis em nossa vida. O texto diz, que se isso acontece “mentimos e não há verdade em nós”.
3.3 - Na medida em que virmos para luz da transparência dos relacionamentos com DEUS e com os irmãos da fé, então, temos comunhão, no sentido de que mantemos permanentemente comunhão uns com os outros. I Jo 1.7.
3.4 - O resultado prático da vida de comunhão é a garantia do perdão dos nossos pecados. Não apenas o perdão como algo recebido em algum momento no passado, mas a purificação de todo pecado, diária e constantemente. I Jo 1.7.
3.5 - Precisamos entender que DEUS perdoa pessoas a fim de reuni-las na igreja, a comunidade dos perdoados, para que ela seja agência perdoadora no mundo. Jo 20.21-23.
3.6 - Certamente a santidade cristã é uma exigência divina. Precisamos desejá-la e buscá-la com firmeza e determinação, pois sem santificação ninguém verá o Senhor. Entretanto, nunca devemos esquecer que ela só viceja no solo da paz e da comunhão entre os crentes. Hb. 12.14.
3.7 - Concluímos, portanto, que a comunhão perfeita só alcançá-la-emos quando valorizarmos a vida comunitária da Igreja. Somos um corpo, constituído de muitos e diferentes membros, afim de que venhamos servir uns aos outros em amor. O ESPÍRITO SANTO, simbolizado na Bíblia pelo fogo, fundiu os crentes de Jerusalém, tornando-os uma comunidade unânime na doutrina, nas orações e nas relações interpessoais. Que DEUS nos dê essa mesma consciência, pois só assim iremos gerar nas pessoas que ainda não conhecem a DEUS uma simpatia e interesse pela Igreja do Senhor. At. 02.47. “Não tem direito de chamar meu Pai a DEUS, aqueles que não conseguem chamar aos homens meus irmãos”.




4) CELEBRANDO A COMUNHÃO NA CEIA DO SENHOR
INTRODUÇÃO
Em algum momento na aula do tópico dois, vimos que um dos tipos de comunhão é a Ceia do Senhor. Os termos usados para aludir à Ceia, são tomados como sinônimos pela a maior parte da comunidade cristã. De fato, não existe nenhuma restrição quanto a isso, pois a Ceia do Senhor é por excelência a celebração maior da comunhão cristã. I Co. 10.16-17. Entretanto, precisamos entender a importância e o valor que a Ceia do Senhor tem para todo crente, bem como, para a coletividade da fé.
A Ceia é uma ordenança que o Senhor deixou para sua Igreja, como forma de manter viva na mente dos salvos o inestimável valor do sacrifício vicário de CRISTO na cruz do calvário. Foi na cruz que DEUS nos uniu consigo mesmo, trazendo-nos para a comunhão íntima com a divindade, uma vez que fomos reconciliados com Ele pelo sangue de CRISTO. A Ceia do Senhor é o marco maior dessa reconciliação, e nisto reside a sua grande importância e valor. A comunhão e a união entre os cristãos é o fruto do sacrifício de cristo no calvário, e a celebração da comunhão na ceia é onde começamos demonstrar essa unidade, que é um dom de DEUS para nós, mediante a obra de reconciliação efetuada por JESUS na Cruz.
I - DEFININDO OS TERMOS COMUMENTE USADOS PARA DESIGNAR A CEIA DO SENHOR.
Desde os primórdios da Igreja Cristã foram cunhados alguns termos para referir-se ao ato de partir o pão em memória e recordação da morte do senhor. Os principais são:
1.1- EUCHARISTIA - (Do Grego eu)xaristi¿a). Significa agradecimento ou ação de graças. O termo aparece no texto de I Co 11.24.
1.2- ANAMNÊSIS - (Grego ana/mnhsij). Tem o sentido de memorial, recordação. É o termo que Paulo usou em I Co. 11.24 e 25. Paulo preservou o sentido do ato instituído por JESUS, que tomou o pão e partindo-o disse: “Isto é o meu corpo, fazei isto em memória de mim“. Portanto, quer partindo o pão, ou derramando o segundo elemento, o sangue; JESUS estava chamando a atenção para a Sua morte e o propósito dela, exortando-nos a que nos lembrássemos dele dessa forma.
1.3- A CEIA DO SENHOR - (Grego kuriako\n deiÍpnon ). Essa expressão aparece em I Co. 11.20 e se refere, também, ao jantar ou à festa do amor que os cristãos primitivos realizavam no primeiro dia da semana para partirem o pão em memória de CRISTO e sua morte. No caso específico de Corinto, uma vez que os crentes estavam divididos em partidos, Paulo recomenda-os para que comam em casa, e não fizessem da Ceia um momento para externar suas diferenças, pois isso era indigno do Corpo de CRISTO enquanto igreja. Das definições desses termos acima mencionados podemos concluir o seguinte:
a)- A Ceia não é uma repetição do sacrifício de CRISTO, conforme entendem os católicos romanos. CRISTO se ofereceu uma vez por todas no Calvário, e esse sacrifício é irrepetível.
b)- A Ceia não é uma transubstanciação. Os elementos pão e vinho continuam pão e vinho. A presença de JESUS não é inerente nos elementos da Ceia, mas é real na vida do participante, daí a preocupação de Paulo para que os crentes de Corinto fizessem um auto exame antes de participar da Ceia do Senhor.
c)- A Ceia do Senhor, como ato de partir o pão e ingerir do cálice em memória de CRISTO, não era, nem mesmo o jantar do Ágape que os crentes primitivos realizavam. Em função do problema das divisões em Corinto, Paulo recomenda que, “quem tem fome, coma em casa” I Co. 11.34. Contudo, mesmo assim, tinham que continuar celebrando a Ceia como memorial da morte de CRISTO, pois ela era uma ordenança de JESUS, e Paulo não estava autorizado a subtraí-la da liturgia da Igreja.
d)- Portanto, concluímos, que a Ceia é a cerimônia celebrada em ato de fé pela Igreja, de acordo e conforme ordenado pelo Senhor JESUS, que consiste em partir o pão e beber do cálice em memória de Sua morte, afirmando com isso a unidade e comunhão do Corpo de CRISTO. I Co 10.16-17.
II - IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO NA CEIA DO SENHOR
2.1 - Divisões e partidos porventura existentes na Igreja impedem a comunhão dos santos na Ceia. I Co. 11.17-18;
2.2 - Quando os membros da Igreja se isolarem em classes e estratificações sociais, vindo impossibilitar a comunhão dos crentes; I Co. 11.21-22.
2.3 - Quando não se tem em mente o verdadeiro propósito da Ceia, que é a celebração da comunhão do corpo de CRISTO, os fieis ficam impedidos de celebrá-la satisfatoriamente. Quando Paulo faz alusão àqueles que comem sem discernir “o corpo”, ele não está referindo-se ao pão, mas ao Corpo Igreja. Ninguém precisa preocupar-se em discernir o pão, ele continua pão.
2.4 - Não pode participar da Ceia do Senhor aqueles que tem pecados não confessados, pois isso os torna indignos e pode resultar em julgamento, doença, e até mesmo a morte. I Co. 11.29-30.
2.5 - Não deve participar da Ceia aqueles que estão com a comunhão interrompida com DEUS e com a Igreja de CRISTO. Paulo afirma que a Igreja de Corinto se reunia “para pior e não para melhor”, em função de os crentes dalí não desfrutarem de comunhão uns com os outros. Vir à Ceia do Senhor rompido com o irmão na fé, é afirmar uma mentira e, certamente, DEUS não tolera tal atitude. Busquemos do Senhor a força necessária para vivermos em perfeita comunhão uns com os outros, afim de que a Ceia seja, de fato a celebração da nossa unidade em CRISTO.
III - COMO DEVEMOS PARTICIPAR DA CEIA DO SENHOR?
3.1 - REGULARMENTE - Devemos participar todas as vezes que o Corpo de CRISTO se reunir para celebrá-la. I Co. 11.26;
3.2 - REVERENTEMENTE - Com atitude piedosa e espírito contrito diante do Senhor das nossas vidas;
3.3 - REFLETIDAMENTE - Faz-se necessário que reflitamos no coração e na vida do Corpo de CRISTO o seu significado;
3.4 - CONSCIENTEMENTE - Participarmos da Ceia procurando entender em profundidade o seu valor e propósito;
3.5 - RESPONSAVELMENTE - O texto de aos Coríntios 11 exorta-nos no sentido de que cada crente deve proceder o seu auto-exame. Ninguém está autorizado a fazer isso por outrem. Também, ninguém deve transferir essa responsabilidade aos outros. É uma responsabilidade eminentemente pessoal. I Co. 11.28, 31-32.
3.6 - EXPECTATIVAMENTE - Ao tomarmos a Ceia do Senhor somos convocados a olharmos para o passado e contemplarmos o sacrifício que garantiu a nossa redenção. É uma olhada retrospectiva. Mas também, devemos dar uma olhada para o nosso interior, a fim de avaliar a nossa condição espiritual frente ao ato da Ceia. Finalmente, devemos olhar para o futuro, com expectativa quanto ao comprimento da promessa da gloriosa volta do Senhor. I Co. 11.26.
3.7 - COMUNITARIAMENTE - Devemos ter cuidado com o conceito moderno de “igreja virtual”, que querem fazer-nos aceitar a possibilidade de ser igreja sem estar ligado à comunidade da fé. Tenhamos cuidado com propostas de certos tele missionários que induzem pessoas a tomarem a Ceia na solidão de sua sala diante da Diaconisa TV. A Ceia do Senhor só tem sentido se celebrada na reunião e união da comunidade Cristã, pois só assim ela será a celebração do corpo, tal como foi preconizado pelo Senhor da Igreja.
CONCLUSÃO
Devemos integrarmo-nos à vida de comunhão na igreja e a participarmos efetivamente da atividade da Igreja de CRISTO, assumindo assim, o nosso devido lugar no Corpo de CRISTO. Esperamos que através desses estudos, todos tenham sido despertados para valorizarem com maior afinco a sua comunhão na freqüência constante aos cultos e no cultivo sadio das relações fraternais como irmãos que professam a mesma fé. Tal como nos recomendou o autor aos Hebreus, “que não deixemos de congregar como é costume de alguns”, pois é na reunião de adoração que somos edificados e expressamos a comunhão que desfrutamos com DEUS e uns com os outros. Portanto, que o ESPÍRITO do Senhor, que conduz a Igreja na sua marcha triunfante nos ajude a vivermos celebrando alegremente a nossa comunhão como membros da comunidade cristã.

RESUMO DA REVISTA DA CPAD - 2ºTRIMESTRE DE 2008
LIÇÃO 12 - A UNIÃO CRISTÃ, O VÍNCULO DA PERFEIÇÃO
Palavra Chave: Comunhão: Vínculo espiritual e social
estabelecido pelo ESPÍRITO SANTO entre os salvos em CRISTO.
I. O QUE É A COMUNHÃO DOS SANTOS
Aceitação plena daqueles por quem CRISTO morreu.
1. Definição.”vínculo espiritual e social estabelecido pelo ESPÍRITO
SANTO entre os que recebem a CRISTO como único Salvador.
2. A origem da nomenclatura teológica.
Sermão pregado por Nicéias de Remesiana por volta de 400.
II. A COMUNHÃO DOS SANTOS NA BÍBLIA
Prática que leva o povo de DEUS a sentir-se como um só corpo.
1. A comunhão dos santos em Israel. Levantavam-se os
hebreus como um só homem (1 Sm 11.7; Ed 3.1).
2. A comunhão dos santos em o Novo Testamento.
Cotidiano da comunidade dos discípulos do Nazareno. .
III. A COMUNIDADE DOS BENS
1. Comunidade de bens. “vendiam suas propriedades e fazendas e
Repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade” (At 2.45).
2. A história da comunidade de bens. Nasceu entre os essênios.
Floresceu entre os cristãos, e espraiou-se por todos os continentes.
IV. COMO VIVER A COMUNHÃO DOS SANTOS
1. Amando-nos uns aos outros.
2. Empatizando-nos uns com os outros.
3. Socorrendo os domésticos na fé.
4. Orando uns pelos outros.
CONCLUSÃO
Cultive a união cristã, a fim de tornar-se, verdadeiramente, cristão.
SINOPSE DO TÓPICO (1): A comunhão dos santos é o vínculo espiritual e social estabelecido pelo ESPÍRITO SANTO entre os que recebem a CRISTO como Salvador.
SINOPSE DO TÓPICO (2): A comunhão dos santos é uma doutrina ensinada no Antigo e Novo Testamento, não sendo mera definição, mas doutrina e teologia.
SINOPSE DO TÓPICO (3): A “comunidade de bens” era uma prática observada na igreja primitiva que consistia em levar os bens aos apóstolos, a fim de que os repartissem, conforme a necessidade de cada crente.
SINOPSE DO TÓPICO (4): A comunhão dos santos pode ser experimentada através do amor mútuo, da empatia, da ajuda aos santos em suas necessidades e orando uns pelos outros.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Devocional
“Igreja: lugar de vida
A igreja primitiva transmitia vida pela unidade. Havia um só propósito, um só alvo, uma só determinação, muito amor por JESUS e uns pelos outros. A obra de DEUS era a prioridade número um na vida daquela Igreja. Todos buscavam o interesse de JESUS e do seu trabalho, e isso era percebido por todos. Aquela Igreja era viva e transmitia vida de tal forma que as multidões afluíam a ela (At 2.44; 4.32; 5.12).
Transmitia vida pela comunhão. Aquela Igreja possuía uma profunda comunhão com DEUS e uns com os outros (At 4.32). Isso fazia daquela comunidade o lugar mais agradável do mundo, pois o amor era o sentimento mais forte nas relações entre os irmãos. A comunhão e o amor eram tão fortes que os irmãos vendiam suas propriedades e entregavam o dinheiro aos apóstolos. O respeito era grande entre eles […]” (FERREIRA, I.A. Igreja: lugar de soluções. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, pp.28.) BIBLIOGRAFIA SUGERIDA - BRUNELLI, W. Conhecidos pelo amor. RJ: CPAD, 1995.
Ajuda:
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
http://www.escoladominical.com.br/ - http://www.ebdweb.com.br/
http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/videosebdnatv.htm (VÍDEOS da EBD na TV)
BÍBLIA ILUMINA EM CD - Bíblia de Estudo NVI EM CD - Bíblia Thompson EM CD.
Nosso novo endereço: http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/
BIBLIOGRAFIA
1 - A Bíblia Anotada - Versão Almeida Revista e Atualizada.
Editora Mundo Cristão - São Paulo.
2 - Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia Vl.2
CHAMPLIN, Russel - Editora Candéia - São Paulo.
3 - Firmados na Fé
Sttot, John.
Editora Encanto Publicações - Curitiba - PR.
4 - A mensagem de I Corintios - Série A Bíblia Fala Hoje
Prior, David / Stott, John.
Ed. ABU - São Paulo-SP.
5 - A mensagem de atos - série - BFH Stott, John
Editora Aliança Bíblica Universitária
São Paulo - SP
CONCEITUANDO E COMPREENDENDO A COMUNHÃO - Pr Oídes José do Carmo - IEAD - Campinas
Publicado no site Estudos Bíblicos EBD


A paz do Senhor;
Gosto muito do seus subsidios os quais uso na minha classe da Ebd., na qual sou professora, se possivel gostaria de receber via E-Mail , uma sintese da lição deste trimestre “As Disciplina da Vida Cristã, para poder usar no encerramento do referido trimestre.
Que Deus continue te abençoando e capacitando
Josimeire Pereira
e-mail ;jousypereira@hotmail.com
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