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Arquivos de Junho de 2008

A União Cristã, o Vínculo da Perfeição - Pr. Adison Guilhermel

 A UNIÃO CRISTÃ, O VÍNCULO DA PERFEIÇÃO - I Jo 3.11-20

Lição 12 - 22/06/2008

Texto Bíblico: At 2.42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.

CARACTERÍSTICAS DOS VERDADEIROS CRISTÃOS

1. PRATICAM A UNIDADE NA DOUTRINA

  • Com reciprocidade amorosa - I Jo 3.11 Esta é a mensagem que vocês ouviram desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.
  • Com predisposição benigna - I Jo 3.12 Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou seu irmão. E por que o matou? Porque suas obras eram más e as de seu irmão eram justas.
  • Com persistência piedosa - I Jo 3.13 Meus irmãos, não se admirem se o mundo os odeia.

2. PRATICAM A UNIDADE NA HARMONIA

  • Tem disposição de repartir - I Jo 3.17 Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus?
  • Tem disposição de auxiliar - I Jo 3.18 Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.
  • Tem disposição de realizar - I Jo 3.19 Assim saberemos que somos da verdade; e tranqüilizaremos o nosso coração diante dele

3. PRATICAM A UNIDADE NO ESPIRITUAL

  • Vivem a conversão verdadeira -  I Jo 3.14 Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte.
  • Vivem a comunhão verdadeira - I Jo 3.15 Quem odeia seu irmão é assassino, e vocês sabem que nenhum assassino tem a vida eterna em si mesmo.
  • Vivem o sacrifício verdadeiro -I Jo 3. 16 Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos.

Elaborado pelo Pr Adilson Guilhermel
http://www.pastorguilhermel.com.br/
 

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TV EBD - União Cristã, o Vínculo da Perfeição - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 12 - União Cristã, o Vínculo da Perfeição. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no seu site.

1ª Parte - Lição 12 - 2T/2008 - 1ª parte

2ª Parte - Lição 12 - 2T/2008 - 2ª parte

3ª Parte - Lição 12 - 2T/2008 - 3ª parte

4ª Parte - Lição 12 - 2T/2008 - 4ª parte

5ª Parte - Lição 12 - 2T/2008 - 5ª parte

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A União Cristã, o Vínculo da Perfeição - Ev. Luiz Henrique

Complementos e Ajuda para professores e alunos: Ev. Luiz Henrique.

TEXTO ÁUREO

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (At 2.42).

VERDADE PRÁTICA

O amor é a característica mais forte do verdadeiro cristão. Identifica-o como discípulo de JESUS, realçando ao mundo o vínculo da nossa perfeição.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 1 João 3.11-20.

11 Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. 12 Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas. 13 Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo vos aborrece. 14 Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; quem não ama a seu irmão permanece na morte. 15 Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna. 16 Conhecemos a caridade nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. 17 Quem, pois, tiver bens do mundo e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar o seu coração, como estará nele a caridade de DEUS? 18 Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. 19 E nisto conhecemos que somos da verdade e diante dele asseguraremos nosso coração; 20 sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é DEUS do que o nosso coração e conhece todas as coisas. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Comunhão dos Santos

Doutrina: A Comunhão dos Santos

Leitura: At 2.41-47

Comunhão: participação em comum em idéias, crenças, etc. A comunhão consiste em um acordo em que diversas pessoas unem-se e chegam a participarem juntas de uma determinada coisa (2 Co 6.14 e 1 Jo 1.3). Uma união de propósitos e interesses. A grande importância da Igreja reside precisamente nisso: ela atrai pessoas para a atmosfera reconfortante de uma comunhão, pela qual anela o espírito humano.Comunhão é “um compartilhamento íntimo e amoroso de certas bênçãos espirituais por pessoas que estão na mesma condição diante da benção que compartilham” (A.W. Tozer).

Por comunhão dos santos entende-se a união que existe entre todos os santos, desde o Pentecostes até o arrebatamento. “A igreja é a comunidade de todos os cristãos de todos os tempos”. Por “santos”, aqui, entende-se os membros da Igreja, e não os santos canonizados. Não há comunicação com os santos do céu, mas certamente há comunhão (Hb 12.22-24; Jo 17.20,21). Essa é a Igreja Cristã invisível. É considerada invisível porque ninguém pode ver a fé do outro. Ela é invisível para os homens, mas não para Deus, pois “o Senhor conhece os seus” (2 Tm 2.19). A comunhão perfeita entre céu e terra somente ocorrerá na “plenitude dos tempos” (Ef 1.10,23).A palavra grega koinonia (comunhão) significa compartilhar ou participar mutuamente de algum evento comum ou acordo. No AT a idéia de comunhão diz respeito ao relacionamento do homem com o seu próximo (Sl 133.1) e não do homem com Deus. Mesmo o fato de Abraão ser chamado “amigo de Deus” (Tg 2.23) e Moisés ter falado com Deus face a face (Dt 34.10), não significa que hajam eles provado a mesma comunhão com Deus, como os crentes da nova aliança (Jo 15.14). A comunhão no NT envolve tanto o relacionamento entre os irmãos como também com o Pai, com o Filho (1 Jo 1.3) e com o Espírito Santo (2 Co 13.13). A comunhão começa com a Trindade, e amplia-se para os filhos de Deus (Jo 17.3,6,10,11, 14). O termo grego koinonía envolve também as idéias de companheirismo e contribuição, pois essa é uma maneira de compartilharmos com outras pessoas de nossas posses materiais.No grego, a idéia é expressa por um verbo e um substantivo, a saber:1. Omiléo, (comungar com). Esse verbo aparece 3 vezes: (Lc 24.14,15; Atos 20.11 e 24.26).2. Koinonía, (comunhão). Esse substantivo ocorre por 18 vezes: At 2.42; Rm 15.26; 1 Co 1.9; 10.16; 2 Co 6.14; 8.4; 9.13; 13.13; Gl 2.9; Fl 1.5; 2.1; 3.10; Fm 6; Hb 13.16; 1 Jo 1.3,6,7.

Somos participantes da mesma natureza: os redimidos e santificados. Partilhamos da mesma vida (a vida eterna que Cristo nos dá) e da mesma verdade (o testemunho do evangelho de Cristo).

As metáforas utilizadas para representar a igreja falam de comunhão:

  • Somos uma família. Somos irmãos, da família de Deus (Ef 2.19; 3.15). Deus é representado como um Pai de família e nós, seus filhos e servos (Mt 12.49-50; 13.27; 20.1; 2 Co 6.18; 1 Jo 3.14-18). Devemos tratar uns aos outros como uma família (1 Tm 5.1,2). Clique aqui para ler o texto completo »

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Viver em Comunhão

Pr. Fernando Fernandes

No Novo Testamento, a comunhão cristã é expressa pelo termo koinonia, sendo o vínculo que interliga sinergicamente os cristãos uns aos outros, a Cristo e a Deus.

Koinonia é o espírito do compartilhar gracioso em contraste com o espírito egoísta que deseja tudo para si próprio, a pleonexia, que é a cobiça gananciosa comum ao mundo sem Deus, Romanos 1.29, e que avalia a vida apenas pelos valores materiais, Lucas 12.15, sendo comparada a idolatria, Colossenses 3.5.

O termo koinonia ocorre cerca de 18 vezes no Novo Testamento e sempre está relacionada a convivência cristã em sua amplitude, pelo que percebemos que a koinonia deve ser uma característica peculiar da igreja evangélica, bem como um sinalético existencial do cristão autêntico.

Em Atos 2.42 e 2 Coríntios 6.4, koinonia significa “um compartilhar de amizade” e uma permanência no convívio com os outros. Essa amizade baseia-se na mutualidade do cristianismo e somente aqueles que são verdadeiramente amigos de Cristo, que descobriram a fraternidade com o Mestre, podem ser amigos sinceros de seus irmãos, 1 João 1.3.

Em Romanos 15.26, 2 Coríntios 8.4; 9.13 e em Hebreus 13.16 koinonia significa uma “divisão prática” com os menos favorecidos economicamente. Comunhão tem que ser algo prático. Isso se verifica na aplicação do termo por parte do apóstolo Paulo, quando fala da coleta de ofertas para sustento da obra e auxílio aos pobres e necessitados. Crentes que retêm suas mãos nos dízimos e nas ofertas, bem como na ação social ou em qualquer solicitação para o sustento da obra e para as manifestações práticas da comunhão cristã, ainda não desenvolveram verdadeira comunhão com Cristo. Clique aqui para ler o texto completo »

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A União Cristã - o Vínculo da Perfeição - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

A união é o ambiente onde o Senhor ordena a vida e a bênção para sempre.

INTRODUÇÃO

- Na seqüência do estudo das disciplinas da vida cristã, estudaremos a união ou, mais propriamente, “comunhão”, que é a comprovação, na igreja, de que somos filhos de Deus. A comunhão com Deus, demonstrada pelo amor a Deus, como vimos na lição 2, traduz-se em comunhão com os santos, a “koinonia” de que fala o texto bíblico quando se refere à igreja em Jerusalém.

- Quem ama a Deus, ama o seu irmão (I Jo.4:21). Quem está em comunhão com o Senhor, é um com Ele (Jo.17:21) e é na demonstração desta unidade, que se estende a todos os irmãos, que o mundo crê em Jesus.

I - O QUE É COMUNHÃO

 

Colaboração/gráfico: Enomir Santos

- A palavra “comunhão” é uma expressão típica da Igreja, tanto que sé é encontrada nas Escrituras Sagradas em o Novo Testamento e, mais especificamente, após a “inauguração” da Igreja a partir do dia de Pentecostes do ano 30. Seu primeiro aparecimento na Bíblia é em At.2:42, na primeira descrição deste novo povo de Deus, quando se diz que os crentes perseveravam na doutrina dos apóstolos e na “comunhão”. É a tradução da palavra grega “koinonia” (????????). A Bíblia de Estudo Plenitude aponta o significado desta palavra como sendo “compartilhamento, uniformidade, associação próxima, parceria, participação, uma sociedade, um companheirismo, ajuda contribuinte, fraternidade”, dizendo tratar-se de “uma uniformidade realizada pelo Espírito Santo. Em koinonia, o indivíduo compartilha o vínculo comum e íntimo do companheirismo com o resto da sociedade cristã. Koinonia une os crentes ao Senhor Jesus e uns aos outros.” (BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE. Palavra-chave: comunhão, p.1109) (destaques originais). A Bíblia On-line da Sociedade Bíblica do Brasil, por sua vez, afirma que a comunhão é “associação com uma pessoa, envolvendo amizade com ela e incluindo participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e na sua vivência”, “relacionamento que envolve propósitos e atividades comuns”. Clique aqui para ler o texto completo »

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Unidade Cristã

Autor :  Prof. João Flávio Martinez “…haverá um rebanho e um Pastor” (João 10:16) Fala-se muito atualmente em união de igrejas, aproximação das denominações, cooperação entre cristãos, unidade na diversidade, etc., sem se atentar ao que dispõe a Bíblia sobre a verdadeira união. Antes de nos unirmos a determinadas denominações, devemos ter em mente aquilo que Deus estabeleceu como a verdadeira unidade do corpo de Cristo. A Unidade É Pela Verdade Como exórdio ao presente estudo, devemos ressaltar que a unidade cristã é bíblica e, portanto, deve ser buscada pelos membros do Corpo de Cristo (embora essa unidade não decorra da mera vontade humana). Orando ao Pai, Jesus disse: “Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. … E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17:11, 20 e 21). Essa idéia de unidade do corpo de Cristo resulta da idéia central da Tri-Unidade de Deus. Por isso que o apóstolo Paulo declarou: “Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” (1 Coríntios 10:17). A unidade do Corpo de Cristo permite a união dos desiguais: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. … E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo” (1 Coríntios 12:13-14 e 19-20). Paulo assim escreve para demonstrar que cada membro do corpo é diferente um do outro, mas forma uma unidade: uns são mãos, outros, pés, outros olhos, assim por diante - não somos todos apenas um membro do corpo, mas vários membros formando um só corpo: “E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; … Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.” (vs. 21-22; 25-26). Clique aqui para ler o texto completo »

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A União Cristã, o Vínculo da Perfeição - Pb. José Roberto Alves Barbosa

Texto Áureo: At. 2.42 - Leitura Bíblica em Classe: I Jo. 3.11-20

Pb. José Roberto Alves Barbosa jotaroberto@uol.com.br

Objetivo: Mostrar que o amor é a característica mais forte do verdadeiro cristão e que o identifica como genuíno discípulo de Cristo.
INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, estudaremos a respeito da comunhão, enquanto vínculo da perfeição da união cristã. Veremos, no início da aula, o significado da palavra “comunhão”. Em seguida, destacaremos como se dava a comunhão dos santos na Bíblia. Por fim, apontaremos algumas disciplinas espirituais para o desenvolvimento de uma comunhão cristã na igreja.
1. O SIGNIFICADO DE COMUNHÃO
A palavra “comunhão”, em grego, é “koinonia” que tem significados variados, dentre eles, destacamos: união, participação e partilha. Diz respeito aos interesses mútuos dos membros da comunidade de fé: a igreja. Essa união mútua é descrita em At. 2.42, onde vemos que uma dos quatros modelos da igreja primitiva era a comunhão. Essa comunhão não envolvia apenas associação de uns com os outros, mas também a partilha de alimentos e de outras necessidades da vida. Paulo usa essa palavra com muita freqüência em suas epístolas, cerca de 13 vezes, principalmente, quando trata da partilha de bens materiais (Rm. 15.26; II Co. 8.4; 9.13). Para que a comunhão se concretize, faz-se necessário que haja estima uns pelos outros (Fp. 2.1). Paulo também utiliza essa palavra para referir-se à intimidade na igreja de Jesus (I Co. 1.9). Positivamente, esse apóstolo diz que devemos ter comunhão com os sofrimentos de Cristo (Fp. 3.10), participação na celebração da ceia do Senhor (I Co. 10.16) e na divulgação do evangelho de Jesus (Fp 1.5; 4.14-19; Fm. 6). Negativamente, instrui para que não tenhamos qualquer comunhão com as trevas (II Co. 6.14). O apóstolo João fala da comunhão para se referir à unidade que devemos ter uns com os outros (I Jo. 1.3,7). Essa comunhão deva está baseada em nossa união tanto com o Pai quanto com o Filho (I Jo. 1.3,6). Clique aqui para ler o texto completo »

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Oração e Jejum pela Pátria - Pr. Osiel Varela

I PEDRO 2.17: Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei.

CÉSAR:

Tiberius Claudius Nero Cæsar (em Latim)  Tibério Cláudio Nero César  (16 de Novembro, 42 a.C. - 16 de Março, 37 d.C.), foi imperador romano de 14 até à sua morte. Foi o segundo imperador de Roma pertencente à dinastia Julio-Claudiana, sucedendo ao padrasto César Augusto.

Charles Haddon Spurgeon (1834-92) foi o mais conhecido pregador da Inglaterra pela maior parte da segunda metade do século dezenove. Spurgeon converteu-se em Colchester em 6 de janeiro de 1850, e foi batizado no Rio Lark em Isleham em 3 de maio de 1850. Pregou seu primeiro sermão na cidade de Cottage, neste mesmo ano. Pastor da famosa Igreja Batista de New Park Street em Londres (anteriormente pastoreada pelo grande teólogo John Gill). Spurgeon freqüentemente pregou para audiências com mais de 10.000 pessoas.

John Wesley, décimo terceiro filho do ministro anglicano Samuel e de Susana Wesley, nasceu a 17 de junho de 1703, em Epworth na Inglaterra.

No 24 de maio de 1738, na rua Aldersgate, em Londres, Wesley passou por uma experiência espiritual extraordinária, ao ler o comentário de Lutero sobre Romanos (recomendo a leitura, quem se dispuser pode pedir que enviarei o texto). Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Houve uma vez que pregou a cerca de 14.000 pessoas. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Carlos Wesley, irmão de John.Pregou milhares de sermões (40 mil sermões, com uma média de 800 sermões por ano).

Legado: Além de milhares de convertidos e encaminhados para a santificação cristã, houve também obras sociais dignas de destaque, como estas: Dinheiro aos pobres (Wesley distribuía). Compêndio de medicina (Wesley escreveu e foi largamente difundido). Apoio na reforma educacional. Apoio na reforma das prisões. Apoio na abolição da escravatura!Pensamento Nacional. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Disciplina Espiritual do Jejum

É necessário haver um esclarecimento sobre a disciplina espiritual do jejum. Há muitas dúvidas acerca disso, e por causa dos poucos ensinamentos sobre o jejum, muitos não sabem como fazê-lo.

Nas Escrituras, o jejum refere-se à abstenção de alimento com fins espirituais; por isso, ele está sempre associado à oração. É inconcebível a prática do jejum sem oração. Aquele que se abstêm de alimentos mas não reserva tempo para orar está, na realidade, fazendo uma dieta. Com isso, ele pode até alcançar algum benefício físico, mas permanecerá sem adquirir benefícios espirituais.

Na Bíblia, o conceito de jejum - fisicamente falando - envolvia total abstinência de qualquer alimento, sólido ou líquido, excetuando-se a água. No jejum de quarenta dias de Jesus, o evangelista diz que ele “nada comeu” e que ao fim daquele período “teve fome”. A Bíblia relata que Satanás tentou Jesus a comer, o que indica que a abstenção era apenas de alimento (Lucas 4.2ss).

A Bíblia ainda descreve o que pode ser considerado um jejum parcial, ou seja, a restrição de apenas alguns tipos de alimentos. Embora o jejum normal fosse prática costumeira do profeta Daniel, houve uma ocasião em que ele fez um jejum parcial: “Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras.” (Daniel 10.2-3)

Mas há também diversos exemplos bíblicos do que podemos chamar acertadamente de “jejum absoluto”, ou abstenção tanto de alimento como de água. Essa parecia ser uma medida para atender a emergências por fatores externos. Após saber que a execução aguardava a ela e ao seu povo, Ester instruiu a Mordecai: “Vai, ajunta a todos os judeus (…) e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos” (Ester 4.16).

Paulo também fez jejum absoluto de três dias após seu encontro com o Cristo vivo (Atos 9.9). Considerando que o corpo humano não pode ficar sem água mais do que três dias, tanto Moisés como Elias empenharam-se no que podemos considerar “jejuns absolutos sobrenaturais” de quarenta dias (Deuteronômio 9.9; I Reis 19.8). É preciso frisar que o jejum absoluto é uma exceção orientada por Deus, e os que o praticaram foram sustentados sobrenaturalmente. Clique aqui para ler o texto completo »

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