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TV EBD - A Sedução das Drogas - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 9 - A Sedução das Drogas. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no seu site.

1ª Parte - Lição 9 - 3T/2008 - 1ª parte

2ª Parte - Lição 9 - 3T/2008 - 2ª parte

3ª Parte - Lição 9 - 3T/2008 - 3ª parte

4ª Parte - Lição 9 - 3T/2008 - 4ª parte

5ª Parte - Lição 9 - 3T/2008 - 5ª parte

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    Simone
    Escreveu:

    gostei muito da sua aula sobre sedução ás drogas.
    Deus continue te abençoando em nome de Jesus


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    Valdir Carvalho
    Escreveu:

    SABENDO MAIS SOBRE AS DROGAS

    Como seres espirituais que somos, sempre deveremos nos pautar pelo ensinamento da Palavra de Deus, o texto de Provérbios 2. 9 Então, entenderás justiça, juízo e eqüidade, todas as boas veredas. Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma. O bom siso te guardará, e a inteligência te conservará.

    Muitos de nós desejaríamos não tomar conhecimento sobre este assunto, desejando que elas nem existissem, mas, não há como, hoje, passarmos despercebidos sobre tal tema.
    Precisamos saber para poder orientar, ainda que objeto de pesquisa seja procurado:
    Quanto o homem se perde no mundo do vício dos alucinógenos, o que fazer, ainda mais quando são nossos parentes, amigos, conhecidos, filhos de amigos ou equiparados. Eis que o traficante numa ponta do problema é perverso, ele não leva em conta : Deus e sua criação, as famílias, os anseios, os sonhos, os ritos. Ele é o único que tira proveito do mal que causa. Já o intermediário, este, busca no seu comércio, até um meio da própria sobrevivência, também é danoso no processo em que está inserido. Entretanto, o consumidor, este é a causa e que dá causa a todo o processo do terrorismo que se instalou na face da terra, como o advento do século em que se transformou o consumo de drogas, o pobre coitado é sem sombra de dúvida a vitima de todo empenho danoso.

    Salmos 10.4 O perverso, na sua soberba, não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações. São prósperos os seus caminhos em todo tempo; muito acima e longe dele estão os teus juízos; quanto aos seus adversários, ele a todos ridiculiza. Pois diz lá no seu íntimo: Jamais serei abalado; de geração em geração, nenhum mal me sobrevirá. A boca, ele a tem cheia de maldição, enganos e opressão; debaixo da língua, insulto e iniqüidade. Põe-se de tocaia nas vilas, trucida os inocentes nos lugares ocultos; seus olhos espreitam o desamparado. Está ele de emboscada, como o leão na sua caverna; está de emboscada para enlaçar o pobre: apanha-o e, na sua rede, o enleia.

    Algumas coisas aqui abordadas são de suma importância ao nosso conhecimento, sem que as demais já conhecidas sejam desprezadas. Vejamos:

    1-. Dependendo do meio,pouco se fala sobre o assunto e pouca publicação há a respeito.
    2.- Em virtude, o velho e saudoso diálogo precisa voltar à reinar no meio das famílias.
    3.- Precisa-se averiguar aonde está o problema do indivíduo com tóxico-dependência: se no ocupacional, no social, no financeiro ou no familiar que leve à religião.
    4.- Procurar reduzir o convívio errado que possa estar conduzindo o indivíduo a ser um usuário, dado ao meio, a oferta e a procura.
    5.- Procurar descobrir a “causa e o efeito”, se dentro de casa, na escola, nos amigos, no trabalho, nas atividades, nas frustrações ou quem sabe: no ter de mais.
    6.- Saber avaliar a questão caso o filho esteja utilizando de meio toxicológico. O que fazer? Como fazer e a quem recorrer?
    7.- Não dramatizar o fato, encarar com realismo, com segurança, e ser objetivo na busca da solução do problema.
    8.- Procurar ter certeza do que está ocorrendo, para não ser o acusador apenas.
    9.-Ter uma conversa franca com o envolvido ou os envolvidos (filho e amigos dele).
    10.-Verificar há quanto tempo está ocorrendo o uso de substâncias ou bebidas.
    11.-Procurar identificar os motivos que levaram a fazer uso.
    12.-Não acusar o envolvido de: maconheiro, boleteiro, drogado, marginal, bêbado.
    13.-Não se recriminar se constatar que o problema esteve sempre junto de ti.
    14.-Dar o apoio necessário ao envolvido, como se você o fosse e precisasse de ajuda.
    15.-Lembrar que o amor, o carinho a compreensão são armas poderosas na ajuda.
    16.-Lembrar que o nosso passado é o nosso principal professor.
    17.-Ter a consciência que após curado, o usuário poderá recair e, prevenir-se antecipadamente sobre o problema, é antever situações desagradáveis. Ter em mente que a reconquista do controle da situação, dependerá do envolvido, o controle das suas atitudes e dos seus próprios pensamentos. Considerando sempre, os métodos empregados para a recuperação.

    18.-Que os pais podem e devem ser o exemplo para os seus filhos. Ter o conceito em mente que a fruta “jabuticaba”, seca no pé, e que a goiaba cai em baixo do pé; ou seja, nossas ações poderão desencadear reações em nossos filhos, e que eles, mesmo que não percebamos, estão constantemente de olho em nós.
    19.-A atitude que o pai tiver em relação ao descobrir que o filho é usuário ou dependente, desencadeará o rápido regresso ao estado natural do envolvido.
    20.-Saber que pode contar com ajuda dos meios sociais, da igreja , do poder legislativo do poder judiciário, não no sentido da repreensão, mas de orientação.

    A liberação das drogas resolveria o problema do consumo?
    O acesso fácil ao mundo das drogas poderá levar a um aumento do número de usuários experimentais e ocasionais, transformando-os em usuários contumazes. A liberação não oferecerá a eliminação da dependência do usuário. Se há a oferta maior, é porque há os que procuram é em maior quantidade, questão da produção em relação ao consumo.

    O que pode ser feito em relação à oferta?
    A prevenção é o divisor entre a busca e o consumo. A orientação leva à educação sobre o assunto, devendo vir com exemplos reais. Demonstrando as conseqüências, que inibirão o futuro usuário da busca à droga. Mostrando os danos físicos, emocionais, sociais, psicológicos que algumas drogas deixam as seqüelas irreversíveis à pessoa.

    Como podemos ajudar um jovem a ter atitudes contrárias à droga?
    Nossos exemplos como pais, nossas atitudes, nosso testemunho de vida.
    Os usuários potenciais, na maioria dos casos observados, são aqueles que presenciaram seus pais consumindo calmantes, para poderem dormir, droga de qualquer espécie que causaram fuga ante ao menor sinal de nervosismo, aqueles pais que tomavam qualquer coisa que propiciasse sair de situações. Uma dosezinha de uísque para dormir, para fazer refeições, um cigarro após uma discussão, tudo quanto propiciasse artifício de compensação emocional ao momento.
    Saber que este processo de aprendizagem começa na infância e vai até ao final da adolescência, e que sendo assim, eles nos observam.

    Quais as razões que levam uma pessoa a usar drogas?
    O fato de uma pessoa usar drogas uma vez ou outra, não faz dela um dependente. Mas experiências inocentes podem levar uma pessoa à presença da lei e ao internamento em uma casa de recuperação. O excesso de preocupação com os filhos em relação à droga, pode levar o filho à busca em saber qual a sensação que a droga causa, tornando-o um dependente. Saber orientar sem cobrar é uma questão necessária. Cabe ao adulto alertar sobre os riscos relacionados com o uso. O jovem, sendo um curioso por natureza, tende ir de encontro à busca. Para o adolescente, o risco faz parte do jogo, e o próprio risco, é transformado em desafio para sua auto-afirmação.

    As drogas podem modificar o que sentimos e ser atrativas pelo que causam?
    Sobretudo para o jovem sim. Ele necessita descarregar suas energias, ou demonstrar que como individuo é capaz. É onde começa o caminho inverso à maioria social. Não tendo ele, a maturidade pelos anos vividos, pode se enlaçar no convite fácil, e descambar para o desatino individual, donde o regresso será sofrido.
    Algumas atividades em que o jovem pode se envolver para que isto não ocorra é a interação desportiva, sadia. Sem que com isto venha à abandonar suas atividades religiosas e seus costumes. Nisto sempre monitorado pelos mais experientes.
    Consumir drogas é uma forma de prazer. Isso não pode ser negado. Entretanto o preço a ser pago pode ser muito alto.

    A pressão do grupo pode ocasionar o consumo?
    Não necessariamente. Dependerá do que implantarmos na cabeça da criança e no seu desenvolvimento de adolescente. Embora a pressão do grupo tenha influência, jamais o grupo, e sua influência, poderá ter domínio sobre a personalidade e o caráter do envolvido, sob pena de tudo quanto nós, pais nos empenhamos em transmitir, ter sido em vão e sem proveito..

    O uso da droga pode ser uma tentativa de compensação?
    Sim. Entretanto cabe aos pais o dever de propiciar segurança para seus filhos, através do afeto, demonstrando amor, amparo, apesar dos defeitos dos seus filhos e suas dificuldades como pais.

    Existem sinais que identificam se o filho está usando drogas?
    Não é de maneira fácil a percepção. Deve-se cuidar com o clima da desconfiança, pois poderá ser um pretexto à utilização. Os pais devem procurar saber sobre a questão com o próprio filho, com cuidado, e buscar orientação de quem é da área. Conflitos familiares podem levar os filhos à busca e utilização, pela oferta dos colegas. Estes serão mais presentes na vida dos filhos em relação aos próprios pais.

    Deve-se conversar com os filhos sobre o problema das drogas?
    Sim, na proporção que eles demonstrarem interesse. Mas sempre procurando orientar.
    Qualquer atividade vista como oculta do mundo dos pais e de seus orientadores, pode ser percebida como instigante e excitante, e, é tudo o que o jovem busca na fase da sua adolescência. Os pais devem prestar atenção às reações de seus filhos.

    Como deve ser as informações que os pais devem transmitir?
    Dado à percepção dos jovens ser maior que a de seus pais, eles provavelmente, saberão mais sobre drogas do que os próprios pais. Os pais terão maiores dificuldades em falar sobre as drogas ilegais do que as legais (álcool,cigarros). É aconselhável aos pais adquirirem conhecimentos básicos sobre as principais substâncias de uso e abuso, para que possam dar orientações corretas.
    A maioria dos filhos aceita a autoridade de seus pais, outros, próprio da idade, tem dificuldade. O autoritarismo, arbitrariedade ou rigidez em demasia, pode levar o filho para longe dos pais e mais perto daquele que oferece drogas.

    O que fazer quando um filho está usando drogas?
    Quando se tornar impossível conversar com o filho, os pais devem procurar pessoas que admirem o seu filho, tal qual: um amigo dele, um parente, uma pastoral de aconselhamento familiar, um professor, o médico da família , um jurista ou um profissional especializado. Não há uma resposta simples para esta questão.
    A lei é diferente para cada tipo de droga, portanto, a orientação é diferente.
    Cada indivíduo é diferente consigo mesmo, e os pais, são diferentes em conduzir orientação ao filho, pois todos são indivíduos em si.

    Aos que usam drogas, quem deve ser tratado?
    Principalmente os que se tornaram dependentes, tanto os ocasionais como os costumeiros. Os ocasionais, talvez com conselhos demovam de seus novos hábitos, já os costumeiros, necessitam de tratamento e orientação de pessoas mais aparelhadas.
    Devendo em ambos os casos, dar orientação sobre o perigo de se tornar um viciado e aonde o vício leva.
    O usuário experimental, é um indivíduo que poderá ser dominado pelo vício, aí, necessitando de ajuda sem sombra de dúvida, pois se tornou escravo do seu engano e do seu vício.

    O que causa a abstinência do uso?
    É como um luto após a quebra do laço que os unia. A droga e quem a consome, eram considerados mutuamente como amigos. A droga era aquela que sempre esteve presente em suas ansiedades. Nas tristezas e nas alegrias.
    O deixar da droga funciona como a morte de um parente que se vai. Nos primeiro dias causa depressão, tristeza e até raiva, vontade de que tudo fosse como antes, depois passa, é normal, e acontece com todos os que param. Como tudo na vida passa, esta sensação também passa. É como um acordar gradativo e muitas vezes isto causa susto, ou seja, constatação da realidade à vida, ao meio, à aceitação de si mesmo.
    Não deve estranhar se o envolvido possa ter atitudes diferentes, podendo voltar a ser uma criança ou adolescente. Isto não é retrocesso, são as causas das inconseqüências vividas.

    De quem é problema?
    É meu , é teu, é social.
    Como indivíduo, sou senhor dos meus atos, como membro da sociedade humana, meus atos individuais podem te alcançar, então, minhas ações passam a ser teus problemas também e vice-versa.
    Causa/ Efeito …. Ação e Reação.

    Fonte de busca:
    Casa Dia Jaú –
    Jaú –SP

    Elaboração:
    Valdir Carvalho – Cascavel – PR – 24.8.2008


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    Jonas
    Escreveu:

    Olha eu sempre estou assistindo suas aulas, e elas tem acrescentado muito para mim, que Deus abençoe vc..sempre


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    Sonia Regina
    Escreveu:

    Excelente a didática.Vou de muita valia para mim.Sou da igreja Batista de Jacarezinho

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