Arquivos de Outubro de 2008
Publicado em 31 de Outubro de 2008 as 09:36:10 AM
Jack Cottrell
Um dos problemas mais desconcertantes na teologia é como Deus pode manter Sua absoluta soberania enquanto considerando o homem completamente responsável pelo seu pecado. Se Deus é soberano, ele não deve ser a causa última e determinante de tudo, incluindo os assim chamados atos livres dos homens? E se assim for, não devemos então concluir que o homem não é realmente livre e que ele não é responsável por suas ações? Por outro lado, se o homem é realmente livre para escolher entre o bem e o mal, ele não deve então ser a causa última de suas próprias ações? E se assim for, não devemos concluir que Deus é menos do que soberano? Há alguma maneira de solucionar o problema da soberania divina e da responsabilidade humana?
A teologia reformada enfatiza a natureza aparentemente contraditória deste e de outros problemas de doutrina, não obstante declara que a incapacidade para entender completamente tal antinomia não é razão suficiente para a rejeição de qualquer parte dela. A teologia reformada mantém tanto a absoluta soberania divina quanto a completa responsabilidade humana, apelando para a distinção entre causas imediatas e últimas como a possível solução ou ao menos como um modo antropomórfico de entender a relação entre a soberania e a responsabilidade. O próprio homem é dito ser a causa imediata, enquanto Deus é a causa real e última, dos atos livres dos homens. A escolha última não é atribuída ao homem.
Como a assim chamada teologia arminiana aborda o problema da soberania e responsabilidade? A resposta é que o Arminianismo também defende a soberania de Deus e a completa responsabilidade do homem, embora não no mesmo sentido que o Calvinismo. O homem é dito ser, não simplesmente a causa imediata de seus próprios atos livres, mas a causa última deles. O homem é dito ter completa liberdade da vontade no sentido de ser capaz de escolher tanto o bem quanto o mal.
A doutrina arminiana do livre-arbítrio é, obviamente, fortemente negada pelos calvinistas. É dito que tal noção de livre-arbítrio é uma negação real da absoluta soberania e da responsabilidade por abolir justamente a soberania. Tal doutrina do livre-arbítrio impediria a soberania de Deus, eles afirmam.
Esta é de fato uma acusação grave, e é este mesmo problema que eu proponho lidar neste ensaio. É verdade que a assim chamada doutrina arminiana do livre-arbítrio faz Deus qualquer coisa menos que soberano? Se o homem tem o poder último de escolha entre o bem e o mal, a soberania de Deus é excluída desde o começo? Como a pergunta é feita, não é inteiramente nem mesmo fundamentalmente um problema do que a Bíblia ensina. É mais um problema teórico ou lógico. A idéia da acusação parece ser que o entendimento arminiano do livre-arbítrio logicamente requer uma negação da soberania de Deus. É neste nível, então, que eu proponho discutir o problema: há uma incompatibilidade lógica entre a soberania de Deus e o livre-arbítrio do homem? Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Outubro de 2008 as 09:26:40 AM
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 5 - A SOBERANIA DE DEUS E O LIVRE-ARBÍTRIO HUMANO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD 4°TRIMESTRE DE 2008
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Pois o Senhor, vosso DEUS, é o DEUS dos deuses e o Senhor do senhores, O DEUS grande, ___________________________ e terrível, que não faz _____________________ de pessoas, nem aceita _____________________________________” (Dt 10.1 7)
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A despeito de seu imenso poder e soberania. ___________ concedeu aos homens o ______________ de agirem como seres ______________.
I - A ONIPOTÊNCIA DE DEUS
3- Cite alguma referências bíblicas que provam que DEUS é Onipotente: Coloque “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:
( ) Ele tudo pode: ” … operando eu, quem impedirá?” (ls 43.13).
( ) “Eu sou o DEUS Todo-Poderoso” (Gn 17.1).
( ) O verdadeiro poder pertence ao Altíssimo (SI 62.11; 1 Pe 4.11).
( ) Ele é o Criador (Gn 1.1; Jo 1.1-4)
( ) Ele é o Maximo (Gn 9.2; Mt 1.14)
( ) Pela sua força, todas as coisas são preservadas (At 17.25,26; Hb 1.2,3; SI 104.24).
( ) DEUS é o Senhor, Todo-Poderoso, que sustenta sua criação através das leis por Ele estabelecidas (At 17.25; 51 119.90,91). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Outubro de 2008 as 09:18:31 AM
Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO
“Pois o Senhor, vosso DEUS, é o DEUS dos deuses e o Senhor do senhores, O DEUS grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas” (Dt 10.1 7)

VERDADE PRÁTICA
A despeito de seu imenso poder e soberania. DEUS concedeu aos homens o direito de agirem como seres livres.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
Isaías 43
11 - Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador.
12 - Eu anunciei, e eu salvei, e eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor; eu sou DEUS.
13 - Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá? Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Outubro de 2008 as 09:05:04 AM
TEXTO ÁUREO
“Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”. Deuteronômio 10.17.
VERDADE PRÁTICA
A despeito de seu imenso poder e soberania, Deus concedeu aos homens o direito de agirem como seres livres.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador. Eu anunciei, e eu salvei, e eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor; eu sou Deus. Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá? Um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Isaias 43.11-13; Efésios 4.5; João 3.16.
INTRODUÇÃO
É impossível para nós compreender totalmente a relação entre a soberania de Deus e a livre vontade humana.
A Bíblia é clara; Deus sabe quem será salvo, diz que Deus nos escolheu antes da fundação do mundo, descreve os crentes como escolhidos, predestinados e eleitos para salvação, isto é claramente ensinado nas escrituras. A Bíblia também diz que o homem tem a liberdade de escolha, tudo o que temos a fazer é crer em Jesus Cristo e seremos salvos.
Nossa responsabilidade é levar o Evangelho a todo mundo. Devemos glorificara Deus pela Sua soberania, e pregar a Palavra de Deus convidando as pessoas a ouvir, crer e receber se tornando filho de Deus por adoção em Jesus Cristo, aceitando e recebendo o plano de salvação que Deus projetou antes da fundação do mundo.
I - A ONIPOTÊNCIA DE DEUS
Deus é onipotente. Tem todo o poder, pode fazer acontecer tudo que deseje. Mateus 19.26; Gênesis 17.1; 18.14; Êxodo 6.3; Jó 42.2; Salmos 93.3-4; 115.3; Jeremias 32.17; Apocalipse 19.6; Filipenses 4.13. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 29 de Outubro de 2008 as 04:38:10 PM
A SOBERANIA DE DEUS E O LIVRE-ARBÍTRIO HUMANO - Is 43.11-13; Ef 1.4,5; Jo 3.16
Lição 5 - 02/11/2008
Texto Bíblico: Dt 10.17 Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas.
MELHOR QUE ENTENDER DEUS, É CRÊR NELE
1. É PRECISO RECONHECER A SUA AUTORIDADE
- O único que deve ser temido - Mt 10.28 E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.
- O único que deve ser seguido - Jo 8.12 Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
- O único que deve ser adorado - Lc 4.8 E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o SENHOR teu Deus, e só a ele servirás.
2. É PRECISO RECONHECER A SUA SUPREMACIA
- Revelada pela sua grandeza - 2 Sm 7.22 Portanto, grandioso és, ó SENHOR Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos
- Revelada pelo seu poderio - I Pe 5.11 A ele seja a glória e o poderio para todo o sempre. Amém.
- Revelada pela sua justiça - Fp 3.9 E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;
3. É PRECISO RECONHECER O SEU CHAMAMENTO
- Para todos que o aceitarem - Mt 11.28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
- Para todos que o buscarem - Is 55.6 Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
- Para todos que o clamarem - Sl 72.12 Porque ele livrará ao necessitado quando clamar, como também ao aflito e ao que não tem quem o ajude.
Pr Adilson Guilhermel - Mestre em Teologia
Publicado no site Esboços da EBD
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Publicado em 29 de Outubro de 2008 as 04:10:57 PM
Esse tópico trata do relacionamento de Deus com o homem, feito à sua imagem, conforme a sua semelhança. Nesta condição é indispensável e forçoso que o homem tenha liberdade para agir ou deixar de agir; fazer ou deixar de fazer; pensar ou deixar de pensar; ser ou não ser; ter ou não ter, dentro de suas limitações espirituais, emocionais ou físicas. Como entender a soberania de Deus que é a expressão de sua onipotência ante as ações do homem que em sua grande maioria rejeita o Criador e Salvador? Pode o homem ser realmente livre, diante do Deus onipotente? Se Deus é soberano, por que Ele não impede que o homem, em seu estado pecaminoso, cometa tantos desatinos e pecados? É o que desejamos apresentar, à guisa de respostas, com fundamento na Palavra de Deus.
1. A VONTADE SOBERANA DE DEUS
A vontade de Deus é soberana. No entanto, Ele não é arbitrário. Em seu relacionamento com o homem, apresenta duas formas de expressar sua vontade. Uma de modo absoluto, diretivo, inexorável, como expressão de sua onipotência; outra, de modo permissivo, abrindo espaço para o homem agir, segundo a liberdade que lhe é concedida desde a criação, para que o mesmo seja, ao mesmo tempo, livre, responsável e responsabilizado por suas ações.
Diz Paulo: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido” (Gl 6.7-9). Parece-nos bem claro que o homem tem liberdade para “semear”, ou seja, agir, fazer ou praticar algo, seja certo, ou errado. Assim, pode ser santo ou ímpio. O apóstolo deixa bem patente que o que semear “na carne”, ou seja, de acordo com a natureza carnal, herdada do pecado original, “ceifará corrupção”, isto é, a condenação. Não será salvo. Não porque Deus o predestinou, de modo arbitrário. Mas porque ele semeou.
Por outro lado, se o homem semear “no Espírito”, ou seja, der valor ao relacionamento espiritual com Deus, “ceifará a vida eterna”. Será salvo (Jo 3.16; 5.24). No Apocalipse, lemos: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20; grifo meu). Deus sempre permite um “se”, no seu relacionamento com o homem. Se ele quer viver com Deus, na dimensão terrena, viverá com Deus, na eternidade. Do contrário, se não quer saber de Deus, viverá eternamente longe de sua presença. É uma escolha pessoal. Um direito. E uma grande responsabilidade, com repercussões para toda a eternidade.
1) Vontade Permissiva de Deus
Por que Deus não impede que o homem faça o mal? Por que Deus permite tanta violência? Quando alguém faz o bem, mesmo sem crer em Deus, está sendo teleguiado por Ele? Seriam os homens “fantoches de Deus”, como diz certo escritor? Está em foco o livre-arbítrio concedido por Deus ao homem, para que este faça o que desejar e puder fazê-lo até mesmo o mal. Deus pode impedir o mal. Porém, pela sua vontade permissiva, faculta ao homem escolher entre o bem e o mal. Se não houvesse permissão para o mal, não haveria também liberdade concedida. Seria uma contradição. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 28 de Outubro de 2008 as 04:52:50 PM
INTRODUÇÃO
O que é livre-arbítrio e qual a relação com a vontade do homem.
Pedindo sempre em minhas orações que, afinal, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião para ir ter convosco. Romanos 1: 10
O apostolo Paulo tinha no seu coração uma revelação que ele pertencia a alguém, que sua vida não era de si mesmo, apesar da liberdade que Deus nos permite através do livre-arbítrio. Uma coisa é ter o livre-arbítrio, outra é usar dele para desprezar aquele que o concedeu. Quem despreza o livre-arbítrio que Deus nos deu, não tem realidade de quem é Deus e qual o Seu propósito na nossa vida. Deus coordena todo universo em harmonia através das suas leis, todo o universo subsiste e se mantém devido as suas leis, a natureza tem o seu funcionamento perfeito segundo as suas leis. Agora veja bem, Deus nos deu livre-arbítrio e se usamos dele para ir contra as Suas leis, a perfeição, a harmonia e a subsistência estarão quebradas.
Veja o temor que o apostolo Paulo tinha em relação a Deus, ele não ousava ir fazer uma visita aos romanos sem a permissão de Deus, sem que esta fosse a sua vontade. Ele poderia pensar que esta visita era uma coisa boa, que não iria fazer mal algum ir lá visitá-los e que não teria problema em ir a Roma. Mas seu pensamento era diferente, ele esperava por uma boa ocasião para ir visitá-los, o momento certo, a qual as portas estariam abertas e a sua visita seria dirigida por Deus.
A expressão que Paulo usa aqui, “boa ocasião”, é muito importante. Repare que a sua visita a Roma era algo que dirigia a Deus nas orações, nos momentos em que conversava com o Senhor, ele pedia que fosse lhe concedida uma boa ocasião Paulo sabia que por ele nada poderia fazer, mas que se o Senhor abrisse as portas a sua frente, sua visita seria proveitosa. A nossa vida, quando é guiada por Deus, também é assim, nada fazemos por nós mesmos, porém, sempre oramos para que Deus vá a nossa frente a abra as portas. O nosso papel é somente entrar por ela. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 28 de Outubro de 2008 as 04:49:10 PM
Doutrina: Eleição e Predestinação
Leitura: 1 Pe 1.1-21.
Eleição é “o ato soberano de Deus, pela graça, através do qual ele escolheu em Cristo Jesus, para salvação, todos aqueles que previu que o aceitariam” (Thiessen citado por DUFFIELD). Predestinação é um termo mais abrangente, que envolve a eleição (para os crentes) e a reprovação (para os incrédulos).
A Palavra de Deus fala sobre a soberania de Deus na salvação do homem, mas a Bíblia também fala sobre a responsabilidade humana diante da oferta da salvação. É necessário manter-se o equilíbrio ao considerar-se este tema:
Toda iniciativa é de Deus
A salvação vem de Deus (Sl 3.8). Toda a iniciativa da salvação vem do Criador. Não foi o homem quem escolheu salvar-se, mas Deus quem quis oferecer ao homem a comunhão com Ele mesmo e a vida eterna, pois o homem estava morto espiritualmente e não podia dar vida a si mesmo (Ef 2.1-3,5,6). Cristo diz aos discípulos: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós” (Jo 15.16). O pecador sem a graça de Deus, não entende nem aceita as coisas de Deus (1 Co 2.14; 2 Co 4.4; Ef 4.18). A Bíblia afirma que todos pecaram (Rm 3.23) e que nossas justiças não têm valor redentivo diante de Deus (Is 64.6; Ef 2.8-10).
A Bíblia afirma a eleição (1 Ts 1.4; Cl 3.12; Ef 1.4,5; 2 Ts 2.13). Vemos a eleição dos anjos (1 Tm 5.21), de Cristo (Mt 12.18; 1 Pe 2.4,6) e dos crentes, individual (Rm 16.13; 2 Jo 1.1,13) ou coletivamente (Rm 8.33; 1 Pe 2.9). Em nenhum ponto, contudo, a Bíblia ensina predestinação para condenação (reprovação), e não é necessário, pois todos pecaram e, sem a graça de Deus, estariam perdidos.
Deus tomou a iniciativa quanto a:
O propósito de salvar - determinado antes da fundação do mundo (Ef 1.4; Rm 8.28; 2 Ts 2.13; 2 Tm 1.9). Deus, em Sua sabedoria, sabia que o homem pecaria, então juntamente com o propósito de criar, também determinou salvar.
O meio de salvação - a morte de Cristo (Ef 1.4,5). Todos os atos envolvidos (encarnação, crucificação, ressurreição, ascensão, retorno) foram planejados (Ap 13.8; At 2.23,24).
Os indivíduos salvos - Deus elegeu todos os que hão de ser salvos (Ef 1.4,5; Rm 8.28-30; 1 Pe 1.2; At 13.48; 2 Ts 2.13,14). Esta eleição foi feita segundo a presciência de Deus (Rm 8.29; Ef 1.4; 1 Pe 1.2). Não dependente da presciência, como um passo posterior, mas intrinsecamente ligada a ela. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Outubro de 2008 as 11:53:54 AM
Antes de apresentar as diferenças, é necessário salientar que este é um debate intramuros de irmãos em Cristo. Não se levanta a questão para se saber quem é salvo e quem não é, tampouco para descobrir quem é o mais espiritual, pois em ambos os lados há pessoas verdadeiramente convertidas e de vida piedosa. Porém, não se pode dizer que o tema é irrelevante, haja vista que nossa vida diária, o culto que oferecemos ao Senhor e o serviço que prestamos em Sua Obra são influenciados pela maneira como entendemos essas questões. Os parágrafos seguintes apresentam as duas opções teológicas da forma mais imparcial possível.
O calvinismo entende que o homem é absolutamente incapaz de ir a Cristo, pois está morto espiritualmente e precisa antes de qualquer ação de sua parte ser vivificado em seu espírito e renovado em sua vontade. O arminianismo entende que o homem tem livre-arbítrio pelo qual pode crer e aceitar a Cristo, para depois ser regenerado.
O calvinismo crê que Deus escolheu de forma soberana e graciosa aqueles a quem iria salvar, sem que nada neles os habilitasse a isso, nem mesmo fé antevista. Os arminianos crêem que Deus escolheu aqueles que Ele pela Sua presciência viu que iriam responder com fé à oferta do evangelho.
Os calvinistas afirmam que Jesus Cristo morreu para tornar certa a salvação daqueles que Deus havia escolhido na eternidade. O arminianismo ensina que Jesus morreu para tornar possível a salvação de todos e cada um dos homens.
O calvinismo crê que os eleitos são chamados de forma eficaz, de modo que todos sejam salvos. O arminianismo crê que a graça pode ser resisistida e de fato é por aqueles que não crêem.
Os calvinistas crêem que todos os que foram verdadeiramente regenerados irão perseverar certamente. Os arminianos acreditam que crentes nascidos de novo podem vir a cair da fé e perder a salvação.
Apresentadas estas diferenças, convém esclarecer alguns mal entendidos de parte a parte.
Não é certo dizer que os calvinistas acreditam que o homem é como um robô ou fantoche, pois eles acreditam que os homens sãos erem morais livres. E não é correto afirmar que os arminianos ensinam que o homem pode ser salvo apenas pela sua vontade, sem a assistência da graça.
Não é verdade que os calvinistas defendem uma eleição arbitrária, tipo um sorteio cósmico, pois fazem a eleição depender de um Deus que é soberano, sábio e bom. Também não é certo afirmar que os arminianos negam a doutrina da eleição, pois afirmam a eleição ou pela presciência ou de forma corporativa. Clique aqui para ler o texto completo »
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