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Arquivos de Outubro de 2008

A Doutrina da Predestinação

A Doutrina da Predestinação - Severino Pedro da Silva

Editora: CPAD

ISBN: 8526302612

Ano: 1989

Edição: 1

Número de páginas: 182

Acabamento: Brochura

Formato: Médio

Descrição: É uma refutação às doutrinas da predestinação incondicional de Calvino, e da restrita de Armínio, e a favor da condicional aceita pela maioria dos cristãos. Neste livro o autor discorre sobre as demais doutrinas que dizem respeito a salvação, tais como: graça, regeneração, arrependimento, santificação e adoção.

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Eleitos, mas Livres

Eleitos, mas Livres - Norman L. Geisler

Editora: Editora Vida

ISBN: 8573675454

Ano: 2005

Edição: 2

Número de páginas: 318

Acabamento: Brochura

Formato: Médio

Sinopse:

Uma perspectiva equilibrada entre a eleição divina e o livre-arbítrio.

Deus escolheu uns para a salvação e outros para a condenação eterna?
O homem tem a liberdade de aceitar ou recusar a graça divina?

O debate teológico acirrado em torno da salvação do ser humano não é novo. Para alguns, Deus em sua sabedoria escolhe salvar ou condenar a espécie humana, sem que ela possa interferir nessa decisão. Para outros, o homem é quem decide aceitar ou rejeitar a oferta da graça divina. Além disso, discute-se ainda a crença comum de que a soberania de Deus e a liberdade humana são mutuamente excludentes. Nesta obra fundamental, Norman Geisler adverte contra o perigo em render-se a visões extremadas desses aspectos da salvação. O escritor defende uma posição equilibrada sobre essa questão teológica: aceitar a soberania e a presciência de Deus ao lado da responsabilidade humana de escolher ou rejeitar a oferta de salvação.

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A Soberania de Deus e o Livre-arbítrio Humano - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: Dt. 10.17 - Leitura Bíblica em Classe: Is. 43.11-13; Ef. 1.4,5; Jo. 3.16
Objetivo: Mostrar que o Deus da Bíblia, a despeito de Seu imenso poder e soberania, concedeu aos homens, o direito de agirem como seres livres.
INTRODUÇÃO
Na aula anterior, estudamos a respeito da redenção propiciada por Deus através de Jesus Cristo. Essa salvação, conforme fora explicado, tratou-e de um ato soberano de Deus. Ao mesmo tempo, Ele exige do ser humano uma resposta à essa providência. A fim de esclarecer melhor essa verdade, na lição de hoje, mostraremos que Deus, em Sua Soberania, dotou o ser humano com a capacidade de escolher entre amá-lo e rejeitá-lo.

1. A SOBERANIDA DE DEUS
Existem diversas acepções teológicas e filosóficas a respeito do conceito de soberania. Na teologia filosófica, Deus é soberano porque existe antes de todas as coisas, conhece todas as coisas e pode todas as coisas, e está também no controle de todas as coisas. Na Bíblia, o conceito de soberania divina está bastante associado àquele de um rei celestial, cujas abas das vestes enchem o tempo (Is. 6). No Salmo 48.2 o Senhor é chamado de “grande Rei, cujo reino é eterno porque “reina soberanamente para sempre” (Sl. 29.9). A Bíblia, a Palavra de Deus, nos ensina que Deus governa sobre tudo e sobre todos (I Cr. 29.11,12). Ele não apenas governa sobre todas as coisas, também está no controle delas (Jó. 42.2; Sl. 115.3; 135.6; Dn. 4.35). A explicitação da soberania de Deus na Confissão de fé de Westminster sumariza esse pensamento afirmando que, “desde toda a eternidade, Deus, pelo muito sábio e santo conselho da sua própria vontade, ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece”. Esse conceito, no entanto, tem sido levado a extremos e dado margem à uma visão equivocada da predestinação bíblica. Alguns estudiosos, em certos momentos, exageram na concepção de soberania, em outros, na liberdade do ser humano.

2. A DOUTRINA DA PREDESTINAÇÃO NA TEOLOGIA
Quando se fala em chamada para a salvação, a primeira palavra que nos vem à mente é ‘predestinação’, que, de fato, se encontra na Bíblia, com destaque especial para o texto de Ef. 1.5-11, onde está escrito que “E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo…”. No grego, a palavra é proordzo e aparece seis vezes no Novo Testamento com o sentido de predestinar o qual significa, literalmente, “assinalar de antemão por conhecimento prévio”. Ao longo da história, muitas teólogos se debateram a respeito dessa doutrina. Destacamos, a seguir, algumas perspectivas em relação a essa doutrina: 1) Predestinação Incondicional - delineada por Calvino, a partir de Agostinho, que a definia como “o decreto divino com referência aos seres morais - os anjos e homens”. A Confissão de Fé de Westminster a apresenta nos seguintes termos: “Pelo decreto de Deus e para manifestação da sua glória, alguns anjos e homens - são predestinados para a vida eterna, e outros preordenados para a morte eterna”; 2) Predestinação Restrita - desenvolvida por Jacob Arminius, que, na verdade, era um seguidor de Calvino, que se distinguia do seu mestre ao defender que em relação à predestinação ou eleição, trata-se de algo mais ocasionado por parte do livre-arbítrio humano, do que ocasionada pela soberana vontade de Deus, diferenciando-se, assim, da incondicional que ensinava que a salvação humana depende de uma “eleição absoluta e soberana” exclusiva de Deus; 3) Predestinação Condicional - sob a influência arminiana, John Wesley defendia que a “predestinação é Deus designando de antemão para a salvação os crentes obedientes, não sem conhecer antecipadamente todas as obras deles, mas ‘segundo sua presciência’ dessas obras, ‘desde a fundação do mundo’ Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - O Deus da Redenção - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - O Deus da Redenção. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD.

1ª Parte - Lição 4 - 4T/2008 - 1ª parte

2ª Parte - Lição 4 - 4T/2008 - 2ª parte

3ª Parte - Lição 4 - 4T/2008 - 3ª parte

4ª Parte - Lição 4 - 4T/2008 - 4ª parte

5ª Parte - Lição 4 - 4T/2008 - 5ª parte

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O Deus da Redenção - Pr. Osiel Varela

Glossário:

Redentor - Cristo é simultaneamente o nosso redentor e o preço do nosso resgate.
O direito hebraico incluía o “goel” - redentor, libertador, com uma tríplice função:

a-executar a “vingança” (Nm 35,9-29; Dt 19,1-13; Js 20);

b-resgatar as propriedades familiares (Rt 2,19s; 4,4; Lv 25,8-34);

c - ser “goel” na lei do levirato (Dt 25,5-10; Rt 3,13; 4,1-8).

Redenção: De forma simplifucada podemos dizer que “redenção significa livrar alguém através do pagamento de um preço“.

Remir : Tomar novamente posse de uma pessoa ou coisa, reaver pela compra, tornar a alcançar um direito, são atos que a lei mosaica regula com muita particularidade.

A redenção incluía:  propriedades (Lv 25.23,24,29; Lv 27.9 a 27), um homem israelita (Lv 25.48) Era natural que, como a pessoa que havia vendido a casa, ou a terra, ou a si próprio, poucas probabilidades tinha de alcançar os meios de resgatar o que tinha sido alienado, era assegurado aos seus parentes o direito da redenção (Lv 25.48,49). No N.T. as duas idéias que as palavras redenção e remir do A.T. sugerem, são compra (Gl 3.13 - 4.5, e Ap 5.9), e libertação (Lc 1.68 - 24.21 - Rm 3.24 - Ef 1.7 - Tt 2.14 - 1 Pe 1.18). (*veja Expiação, Sangue (Vingador do), Propiciação.)

No grego: resgate e redenção - para ambos é lytron, que era usado para o ato de pagar o resgate de escravos de guerra.Pode também ser definido como: “É aquilo que se oferece para libertar e resgatar um homem de uma escravidão bárbara”. Redenção é, pois, resgate, compra do poder da escravidão.

Palavras congênitas ou da mesma família, em relação a Lição 04:

Salvação: Salvamento, redenção, resgate, remição

Remição: Resgate, salvação, libertação, redenção

Resgate: Cumprimento, satisfação, pagamento, redenção, libertação, remição.

Rebbe (do ídiche ??? rebbe ) é um título dado aos rabinos dentro do judaísmo ortodoxo

A - Origem da Palavra:

A Bíblia apresenta-nos a expressão primeiramente em Êxodo 13.13 com a idéia é de dar algo em troca de algo Um cordeiro, um cabrito… Os primogênitos, desde a saída do Egito, pertenciam a Jeová. O próprio Israel é declarado primogênito de Jeová em Êxodo 4.22. Em Êxodo 13.2, todo animal primogênito é de Jeová.

B - A idéia do valor ou preço: o jumento era muito necessário, pela sua força física, para o trabalho no campo. Ele podia ser resgatado, ou seja, se poderia pagar um preço por ele, como lemos em Êxodo 13.13.,

Resgate é dar um valor para se ter algo que pertencera a pessoa, mas que agora lhe havia fugido do seu domínio e poder, ficando dependente do redentor, remidor.

Em Êxodo 30.12 tem o sentido de “cobertura”. Os israelitas eram por vezes recenseados, para se ter idéia da força militar, em termos de varões que ‘puxassem’ a espada, ou para se dispor deles em algum serviço oficial [o que é feito até ao dia de hoje]. Pagar-se-ia um resgate, um valor, por isto. Uma taxa (um imposto) pelo direito de serem do Senhor.

I - UMA DEFINIÇÃO TEOLÓGICA:

            Redenção inclui tudo aquilo que chamamos salvação:

a-livramento do pecado,

b-perdão dos pecados,

c-justificação,

d-santificação

e-vida eterna.

É o ato pelo qual o crente passa a ser de Deus.  Longe de Deus, o homem é escravo (Jo 8.34-35), e é libertado em Cristo (Jo 8.36). É libertado para não mais ser escravo de ninguém (Gl 5.1).

I I- Discurso Introdutório:

Baseados no pensamento que Deus preparou redenção para todos os homens e conseqüentemente Salvação para todos, leiamos o texto de I Tm2.3.ss: Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo em resgate por todos, para servir de testemunho a seu tempo. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Deus da Redenção - Elinaldo Renovato de Lima

Leitura Bíblica em Classe
2 Co 5.14, 15, 17-21


Conclusão:

Autor deste comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima (Comentarista do 4º trimestre de 2008 de Jovens e Adultos)

Título deste subsídio: O Deus da Redenção Humana

Palavras-chaves: Expiação; Propiciação; Redenção; Reconcialiação

E tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação (2 Co 5.18,19).

Deus previu, em seu plano maravilhoso para o planeta Terra, uma vida gloriosa, em todos os aspectos imagináveis. Na vida espiritual, emocional, física, social e de toda a ordem. No entanto, a tragédia do pecado prejudicou o ser humano que, de modo insensato, usando o livre-arbítrio, concedido por Deus, preferiu ouvir a voz do Adversário do Senhor Deus e de si mesmo. Diz a Bíblia: “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado não havendo lei. No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir” (Rm 5.12-14).

O pecado que é a desobediência a Deus, em qualquer aspecto, entrou no mundo por Adão, por sugestão de sua mulher que teve a infelicidade de ter sido a primeira a ser contatada pelo tentador. Ali, no Éden, teve início a tragédia espiritual da humanidade. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). Com o pecado, que passou a todos os homens, ninguém nasce, isento da marca da tragédia espiritual. Ainda que a criança não tenha culpa pessoal, é atingida pelo pecado original. Mas no próprio teatro da Queda, Deus prometeu a redenção da humanidade, por intermédio da “semente da mulher” (e não do homem), que é Cristo Jesus (Gn 3.15).

Satanás atingiu o ser criado à imagem de Deus e talvez pensou que Deus estaria derrotado. Mas ao encarnar-se no ventre de Maria, Jesus, o Deus Filho, dava início ao maravilhoso plano da redenção do homem. A Lei foi um elemento provisório, dada a Moisés, mas não teve eficácia salvífica. “Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado” (Rm 3.20). Porém, em Cristo, Deus propiciou a redenção: “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo”

 (1 Co 15.22). “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5).

I - CONCEITOS CORRELATOS

Os termos considerados a seguir são todos relacionados com a obra salvífica de Cristo Jesus. No Antigo Testamento eram usados de modo típico, ou profético, apontando para o sacrifício de Cristo na cruz, com o propósito de redimir o homem. No Novo Testamento, vê-se o cumprimento de todo o significado dos termos que apontam para a salvação no Senhor Jesus.  

1. PROPICIAÇÃO

É a expressão da misericórdia de Deus para com o homem pecador. Deus torna-se propício ao pecador, quando este aceita o sacrifício de Cristo, em seu lugar (Rm 3.23,25). O publicano pediu a Deus que lhe fosse propício, ou tivesse misericórdia dele (Lc 18.13). Às vezes, os termos correlatos parecem sinônimos, dependendo da interpretação. Diz Horton:  Clique aqui para ler o texto completo »

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O Deus da Redenção - Pr. Edevir Peron

INTRODUÇÃO

Graças a Deus, o autor, promotor e consumador da expiação dos pecados da humanidade; hoje podemos nos alegrar na salvação recebida gratuitamente, mas que custou preço de sangue inocente, o justo pelos injustos (1Pd 3.18). Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo (1Pd 1.18,19).

I. A EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO

1. Definição do termo.

No Antigo Testamento, o termo ????? (kãphar), traz o significado de: “cobrir, expiar, reconciliar, propiciar, pacificar”.  Esta raiz é encontrada no idioma hebraico em todos os períodos de sua história; suas formas verbais ocorrem por volta de 100 vezes na Bíblia hebraica. O verbo  ????? (kãphar) aparece pela primeira vez em Gn 6.14, onde o seu sentido é de “cobrir”. Nesta referencia Deus manda a Noé que cubra a arca por dentro e por fora com betume. No sacrifício, o sentido é de que o sangue do animal cobria o pecado, e aplacava a ira de Deus até que viesse o sacrifício perfeito do cordeiro de Deus, Jesus Cristo, que não cobriria pecado, mas remove e purifica o ser humano de seus pecados.

2. Uso do termo no Antigo Testamento.

Esta palavra ocorre mais vezes no livro de Levítico do que em qualquer outro livro, por ser esse o livro em que o povo é ensinado a respeito de todos os tipos de sacrifícios.  Só no capítulo 16 de Levítico, o termo expiação é encontrado pelo menos 16 vezes, por ser este o capitulo relativo ao dia da expiação.  No dia da expiação, o sumo sacerdote fazia expiação em primeiro lugar por si mesmo, depois por sua família, oferecendo um novilho como oferta pelo pecado, depois pelo povo. No grade dia da expiação, dois bodes eram trazidos perante o sumo sacerdote e se lançava sortes entre os dois, um era enviado para o deserto como expiação, e o outro era sacrificado e o seu sangue era espargido sobre o propiciatório como expiação pelo povo (Lv 16.10-20). Era neste dia que o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, e isto somente uma vez no ano.

É bom lembrar aqui também que a expiação em certos casos acontecia sem o oferecimento de sacrifícios; é o caso de Isaias, vejamos: Mas um dos serafins voou para mim trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com ela tocou a minha boca e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e purificado o teu pecado. (Is 6.6,7).

A expressão purificado na referencia acima é tradução de  ????? (kãphar),

Também em Isaias 27.9 diz: Por isso se expiará a iniqüidade de Jacó; e este será todo o fruto da remoção do seu pecado: ele fará todas as pedras do altar como pedras de cal feitas em pedaços, de modo que os aserins e as imagens do sol não poderão ser mais levantados. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Deus da Redenção - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais Pastor Presidente: Ailton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 - Fone: 3084 1524

LIÇÃO 04 - O DEUS DA REDENÇÃO

INTRODUÇÃO:

A salvação preparada para o mundo perdido nasceu no coração amoroso de Deus. No dia da queda do homem, Deus prometeu enviar um Salvador; Ele disse a respeito da semente da Mulher: “Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3.15). Na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher (Gl 4.4). A promessa cumpriu-se literalmente, sendo uma expressão do amor divino (Jo 3.16). Jesus é a salvação proveniente de Deus, pois, através de sua morte na cruz, ganhou uma eterna salvação (Hb 5.9), sendo-lhe dado “todo o poder no céu e na terra” (Mt 28.18). Por isso Jesus tem poder para perdoar a todos que o receberem, dando-lhes o direito de serem filhos de Deus (Jo 1.12).

I- DEFINIÇÃO DO TERMO REDENÇÃO

Redenção - É um termo congênere do vocábulo salvação. Vem do grego exagorazõ, e significa “resgate” ou “libertação“. Portanto, redenção “é o livramento proporcionado por Cristo, ao oferecer-se para morrer em nosso lugar“; isto pode ser constatado nas seguintes referências: (Rm 3.24) “sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus“; (Ef 1.7) “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça“. O verbo “redimir“, tanto no AT como no NT, significa “tornar a comprar por um preço; livrar da servidão por um preço; comprar no mercado, e retirar do mercado“.  A obra redentora originou-se no coração de Deus, como produto de sua presciência, na mais remota eternidade, e culminou no Calvário com a morte de Jesus. Portanto, o Senhor Jesus é o nosso Redentor, e sua obra expiatória é descrita como redenção (Mt 20.28; Ap 5.9; 14.3,4; Gl 3.13; 4.5; Tt 2.14; I Pe 1.18). Com sua morte vicária, Jesus livrou-nos das conseqüências eternas do pecado original.

II- O PECADO E A NECESSIDADE DE REDENÇÃO

2.1 A universalidade do pecado - As Escrituras ensinam que o pecado de Adão e Eva tornou-se um legado à toda a sua posteridade, como vemos em Rm 5.19: “Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim, pela obediência de um, muitos serão feitos justos.”. É por causa do pecado de Adão que viemos ao mundo com uma natureza contaminada, e sob a condenação de Deus, pois a Bíblia ensina, que o pecado de Adão deu origem a lei do pecado e da morte, atuante sobre a totalidade da raça humana (I Co 15.21,22). O pecado sujeitou o homem à morte, que segundo as Sagradas Escrituras manisfesta-se em três dimensões:

A morte física - Deus disse ao homem no dia da queda: “Comerás o teu pão, até que te tornes à terra” (Gn 3.19). Assim, a morte física ou a separação do espírito e alma do corpo (Tg 2.26) começou desde o dia da queda. Deus já no Éden, falava de dor e sofrimento (Gn 3.16), onde inclui-se também as enfermidades que levam à morte. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Deus da Redenção - Pr. Adilson Guilhermel

O DEUS DA REDENÇÃO - 2 Co 5.14,15,17-21

Lição 4 - 26/10/2008

Texto Bíblico: 2 Co 5.19 Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação.

MEIOS QUE LEVAM O HOMEM A REDENÇÃO

1. A RECONCILIAÇÃO DIVINA

  • É o resultado da expiação perfeita - I Jo 4.10 Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.
  • É o resultado do sacrifício perfeito - Hb 10.12 Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus,
  • É o resultado da mediação perfeita - Hb 9.15 E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna.

2. A COMPLACÊNCIA DIVINA

  • São operações para que haja contrição - Is 57.15 Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos.  
  • São operações para que haja conversão - Is 55.7 Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.
  • São operações para que haja salvação - At 4.12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.

3. O OUTORGAMENTO DIVINO

  • É a nossa comissão como embaixadores - 2 Co 5.20 De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.
  • É a nossa comissão como anunciadores - I Co 9.16 Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!
  • É a nossa comissão como mensageiros - Rm 10.15 E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.

Pr Adilson Guilhermel - Mestre em Teologia

Publicado no site Esboços da EBD

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Questionário - O Deus da Redenção - Ev. Luiz Henrique

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 4 - O DEUS DA REDENÇÃO

RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD 4° TRIMESTRE DE 2008

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“DEUS estava em _______________________ reconciliando consigo o _______________________, não Ihes imputando os seus pecados, e pôs em nós a _________________________ da reconciliação” (2 Co 5.19).

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

O Pai projetou a ___________________, o Filho a ________________________, e o ESPÍRITO SANTO ____________________________ esta gloriosa obra na vida de todos os que crêem.

I - A EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO

3- O que eram os sacrifícios no Antigo Testamento?

(    ) Eram rituais de caráter profético, que apontavam para o perfeito sacrifício de CRISTO, “o Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo”.

(    ) Eram rituais de caráter veterotestamentário, que apontavam para o perfeito sacrifício humano, “o Cordeiro do mundo”.

(    ) Eram rituais de caráter pretérico, que apontavam para o perfeito sacrifício de CRISTO, “o Filho de DEUS, que tira o pecado do mundo”.

4- Quais os cinco tipos de sacrifícios no Antigo Testamento de acordo com a Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal? Coloque “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:

(    ) Holocaustos.

(    ) Oferta de manjares.

(    ) Sacrifício pacífico.

(    ) Expiação.

(    ) Oferta pelo pecado.

(    ) Oferta pela culpa.

(    ) Oblução. Clique aqui para ler o texto completo »

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