A Inerrância da Bíblia - Ev. Luiz Henrique
TEXTO ÁUREO:
“E disse-me o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir” (Jr 1.12).
VERDADE PRÁTICAA Bíblia é a fiel e inconteste Palavra de DEUS. Sua inerrância e infalibilidade decorrem da plena inspiração supervisão do ESPÍRITO SANTO.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSESalmos 119.89-99.
89 - Para sempre, Ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu.
90 - A tua fidelidade estendese de geração a geração; tu firmaste a terra, e firme permanece.
91 - Conforme o que ordenaste, tudo se mantém até hoje; porque todas as coisas te obedecem.
92 - Se a tua lei não fora toda a minha alegria, há muito que teria perecido na minha angústia.
93 - Nunca me esquecerei dos teus preceitos, pois por eles me tens vivificado.
94 - Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos.
95 - Os ímpios me esperam para me destruírem, mas eu atentarei para os teus testemunhos.
96 - A toda perfeição vi limite, mas o teu mandamento é amplíssimo.
97 - Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia!
98 - Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio que meus inimigos, pois estão sempre comigo.
99 - Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque medito nos teus testemunhos. PALAVRA-CHAVE: Inerrância - Qualidade do que é Isento de erro.
Ter uma Bíblia e estudá-la é algo positivo . Em Apocalipse 1.3 lemos : “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as cousas nela escritas , pois o tempo está próximo .” A INERRÂNCIA DA BÍBLIA a- Definição etimológica. Vem do vocábulo latino inerrantia e significa, literalmente, qualidade daquilo que não tem erro. b- Definição teológica. As Sagradas Escrituras não contêm quaisquer erros por serem a inspirada, infalível e completa Palavra de DEUS (Sl 119.140). A INERRÂNCIA DAS ESCRITURAS
O conceito de inerrância das Escrituras contraria alguns críticos modernos que não aceitam a infalibilidade das Escrituras. Tais críticos julgam
haver erros nas Escrituras em razão de encontrarem nelas palavras divinas e humanas. Para nós que cremos na inspiração plena das Escrituras
estamos convictos de que as dificuldades nela encontradas não representam erros e, geralmente, são explicadas pelos textos paralelos
encontrados em toda a Bíblia.
A verdade divina revelada nas Escrituras é apresentada de modo explícito, certo e transparente.
O ensino genuíno das Escrituras não tem discrepâncias doutrinárias; é único em todo o mundo e adaptável a qualquer cultura (Jo 17.17; 1 Rs
17.24; Sl 119.142,151; Pv 22.21).
a- A infalibilidade das Escrituras. As Escrituras são a infalível Palavra de DEUS. A sua infalibilidade tem sido alvo de muita contestação
especialmente entre os chamados “racionalistas” que endeusam a razão humana, sem perceberem que ela é falha, afirmam que o racionalismo
científico, com seus métodos de estudo e pesquisa, será capaz de analisar e responder todas as indagações do homem. Porém, são
completamente limitados quando analisam coisas espirituais, além da matéria.
A ciência é incapaz de estudar elementos que não são pesados ou medidos, como a alma humana. Portanto, o poder sobrenatural das Escrituras
não pode ser analisado em laboratório, porque refere-se a algo milagroso e sobrenatural.
b- A autoridade divina e humana das Escrituras. Indiscutivelmente a Bíblia tem dupla autoridade. A autoridade divina é demonstrada pela
infalibilidade das Escrituras, uma vez que elas têm origem em DEUS e são a expressão de sua mente. A humana é reconhecida pelo fato de DEUS
ter escolhido, pelo menos 40 homens, os quais receberam a sua Palavra e a transmitiram na forma escrita. DEUS não pode errar. A Bíblia é a Palavra de DEUS. Portanto, a Bíblia está isenta de erros. Todo estudante de lógica sabe que estas três frases, da maneira como estão montadas, compõem um silogismo. Esta forma de raciocínio é totalmente válida como argumento comprobatório. As duas primeiras frases são chamadas de premissas. A última é a conclusão. Se as premissas são verdadeiras, a conclusão também será verdadeira. Portanto, o silogismo acima é totalmente verdadeiro. Porém, muitos críticos insistem em afirmar que a Bíblia está cheia de erros. Mas o fato é que até agora ninguém conseguiu apontar e confirmar de fato um único erro no texto original das Escrituras. Isto não quer dizer que não haja pontos de difícil compreensão na Palavra de DEUS. Dificuldades, sim; erros, não. A inerrância da Bíblia: A Bíblia não contém erros. Ela é infalível em sua mensagem e inerrante em seu conteúdo. Ela tem saído incólume de todos os ataques: tem vencido a fogueira dos intolerantes e triunfado sobre a prepotência dos críticos arrogantes. A Bíblia é a bigorna de DEUS que tem quebrado todos os martelos dos céticos. A enxada e a pá dos arqueólogos desmentem a falsa sapiência daqueles que se insurgiram contra sua infalibilidade. A Declaração de Chicago Sobre a Inerrância da Bíblia (1978) Digitação: Dawson Campos de Lima Prefácio A autoridade das Escrituras é um tema chave para a igreja cristã, tanto desta quanto de qualquer outra época. Aqueles que professam fé em JESUS CRISTO como Senhor e Salvador são chamados a demonstrar a realidade de seu discipulado cristão mediante obediência humilde e fiel à Palavra escrita de DEUS. Afastar-se das Escrituras, tanto em questões de fé quanto em questões de conduta, é deslealdade para com nosso Mestre. Para que haja uma compreensão plena e uma confissão correta da autoridade das Sagradas Escrituras é essencial um reconhecimento da sua total veracidade e confiabilidade. A Declaração a seguir afirma sob nova forma essa inerrância das Escrituras, esclarecendo nosso entendimento a respeito dela e advertindo contra sua negação. Estamos convencidos de que negá-la é ignorar o testemunho dado por JESUS CRISTO e pelo ESPÍRITO SANTO, e rejeitar aquela submissão às reivindicações da própria palavra de DEUS, submissão esta que caracteriza a verdadeira fé cristã. Entendemos que é nosso dever nesta hora fazer esta afirmação diante dos atuais desvios da verdade da inerrância entre nossos irmãos em CRISTO e diante do entendimento errôneo que esta doutrina tem tido no mundo em geral. Esta Declaração consiste de três partes: uma Declaração Resumida, Artigos de Afirmação e Negação, e uma Explanação. Preparou-se a Declaração durante uma consulta de três dias de duração, realizada em Chicago, nos Estados Unidos. Aqueles que subscreveram a Declaração Resumida e os Artigos desejam expressar suas próprias convicções quanto à inerrância das Escrituras e estimular e desafiar uns aos outros e a todos os cristãos a uma compreensão e entendimento cada vez maiores desta doutrina. Reconhecemos as limitações de um documento preparado numa conferência rápida e intensiva e não propomos que esta Declaração receba o valor de um credo. Regozijamo-nos, no entanto, com o aprofundamento de nossas próprias convicções através dos debates que tivemos juntos, e oramos para que esta Declaração que assinamos seja usada para a glória de DEUS com vistas a uma nova reforma na Igreja no que tange a sua fé, vida e missão. Apresentamos esta Declaração não num espírito de contenda, mas de humildade e amor, o que, com a graça de DEUS, pretendemos manter em qualquer diálogo que, no futuro, surja daquilo que dissemos. Reconhecemos (…) que muitos que negam a inerrância das Escrituras não apresentam em suas crenças e comportamento as conseqüências dessa negação, e estamos conscientes de que nós, que confessamos essa doutrina, freqüentemente a negamos em nossa vida, por deixarmos de trazer nossos pensamentos e orações, tradições e costumes, em verdadeira sujeição à Palavra divina. Qualquer pessoa que veja razões, à luz das Escrituras, para fazer emendas às afirmações desta Declaração sobre as próprias Escrituras (sob cuja autoridade infalível estamos, enquanto falamos), é convidada a fazê-lo. Não reivindicamos qualquer infalibilidade pessoal para o testemunho que damos, e seremos gratos por qualquer ajuda que nos possibilite fortalecer este testemunho acerca da Palavra de DEUS. A COMISSÃO DE REDAÇÃO Uma Breve Declaração •1. DEUS, sendo Ele Próprio a Verdade e falando somente a verdade, inspirou as Sagradas Escrituras a fim de, desse modo, revelar-Se à humanidade perdida, através de JESUS CRISTO, como Criador e Senhor, Redentor e Juiz. As Escrituras Sagradas são o testemunho de DEUS sobre Si mesmo. •2. As Escrituras Sagradas, sendo apropria Palavra de DEUS, escritas por homens preparados e supervisionados por Seu ESPÍRITO, possuem autoridade divina infalível em todos os assuntos que abordam: devem ser cridas, como instrução divina, em tudo o que afirmam; obedecidas, como mandamento divino, em tudo o que determinam; aceitas, como penhor divino, em tudo que prometem. •3. O ESPÍRITO SANTO, seu divino Autor, ao mesmo tempo no-las confirma através de Seu testemunho interior e abre nossas mentes para compreender seu significado. •4. Tendo sido na sua totalidade e verbalmente dadas por DEUS, as Escrituras não possuem erro ou falha em tudo o que ensinam, quer naquilo que afirmam a respeito dos atos de DEUS na criação e dos acontecimentos da história mundial, quer na sua própria origem literária sob a direção de DEUS, quer no testemunho que dão sobre a graça salvadora de DEUS na vida das pessoas. •5. A autoridade das Escrituras fica inevitavelmente prejudicada, caso essa inerrância divina absoluta seja de alguma forma limitada ou desconsiderada, ou caso dependa de um ponto de vista acerca da verdade que seja contrário ao próprio ponto de vista da Bíblia; e tais desvios provocam sérias perdas tanto para o indivíduo quanto para a Igreja. Artigos de Afirmação e Negação Artigo I. Afirmamos que as Sagradas Escrituras devem ser recebidas como a Palavra oficial de DEUS. Negamos que a autoridade das Escrituras provenha da Igreja, da tradição ou de qualquer outra fonte humana. Artigo II. Afirmamos que as Sagradas Escrituras são a suprema norma escrita, pela qual DEUS compele a consciência, e que a autoridade da Igreja está subordinada à das Escrituras. Negamos que os credos, concílios ou declarações doutrinárias da Igreja tenham uma autoridade igual ou maior do que a autoridade da Bíblia. Artigo III. Afirmamos que a Palavra escrita é, em sua totalidade, revelação dada por DEUS. Negamos que a Bíblia seja um mero testemunho a respeito da revelação, ou que somente se torne revelação mediante encontro, ou que dependa das reações dos homens para ter validade. Artigo IV. Afirmamos que DEUS, que fez a humanidade à Sua imagem, utilizou a linguagem como um meio de revelação. Negamos que a linguagem humana seja limitada pela condição de sermos criaturas, a tal ponto que se apresente imprópria como veículo de revelação divina. Negamos ainda mais que a corrupção, através do pecado, da cultura e linguagem humanas tenha impedido a obra divina de inspiração. Artigo V. Afirmamos que a revelação de DEUS dentro das Sagradas Escrituras foi progressiva. Negamos que revelações posteriores, que podem completar revelações mais antigas, tenham alguma vez corrigido ou contrariado tais revelações. Negamos ainda mais que qualquer revelação normativa tenha sido dada desde o término dos escritos do Novo Testamento. Artigo VI. Afirmamos que a totalidade das Escrituras e todas as suas partes, chegando às próprias palavras do original, foram por inspiração divina. Negamos que se possa corretamente falar de inspiração das Escrituras, alcançando-se o todo mas não as partes, ou algumas partes mas não o todo. Artigo VII. Afirmamos que a inspiração foi a obra em que DEUS, por Seu ESPÍRITO, através de escritores humanos, nos deus Sua palavra. A origem das Escrituras é divina. O modo como se deu a inspiração permanece em grande parte um mistério para nós. Negamos que se possa reduzir a inspiração à capacidade intuitiva do homem, ou a qualquer tipo de níveis superiores de consciência. Artigo VIII. Afirmamos que DEUS, em Sua obra de inspiração, empregou as diferentes personalidades e estilos literários dos escritores que Ele escolheu e preparou. Negamos que DEUS, ao fazer esses escritores usarem as próprias palavras que Ele escolheu, tenha passado por cima de suas personalidades. Artigo IX. Afirmamos que a inspiração, embora não outorgando onisciência, garantiu uma expressão verdadeira e fidedigna em todas as questões sobre as quais os autores bíblicos foram levados a falar e a escrever. Negamos que a finitude ou a condição caída desses escritores tenha, direta ou indiretamente, introduzido distorção ou falsidade na Palavra de DEUS. Artigo X. Afirmamos que, estritamente falando, a inspiração diz respeito somente ao texto autográfico das Escrituras, o qual, pela providência de DEUS, pode-se determinar com grande exatidão a partir de manuscritos disponíveis. Afirmamos ainda mais que as cópias e traduções das Escrituras são a Palavra de DEUS na medida em que fielmente representam o original. Negamos que qualquer aspecto essencial da fé cristã seja afetado pela falta dos autógrafos. Negamos ainda mais que essa falta torne inválida ou irrelevante a afirmação da inerrância da Bíblia. Artigo XI. Afirmamos que as Escrituras, tendo sido dadas por inspiração divina, são infalíveis, de modo que, longe de nos desorientar, são verdadeiras e confiáveis em todas as questões de que tratam. Negamos que seja possível a Bíblia ser, ao mesmo tempo infalível e errônea em suas afirmações. Infalibilidade e inerrância podem ser distinguidas, mas não separadas. Artigo XII. Afirmamos que, em sua totalidade, as Escrituras são inerrantes, estando isentas de toda falsidade, fraude ou engano. Negamos que a infalibilidade e a inerrância da Bíblia estejam limitadas a assuntos espirituais, religiosos ou redentores, não alcançando informações de natureza histórica e científica. Negamos ainda mais que hipóteses científicas acerca da história da terra possam ser corretamente empregadas para desmentir o ensino das Escrituras a respeito da criação e do dilúvio. Artigo XIII. Afirmamos a propriedade do uso de inerrância como um termo teológico referente à total veracidade das Escrituras. Negamos que seja correto avaliar as Escrituras de acordo com padrões de verdade e erro estranhos ao uso ou propósito da Bíblia. Negamos ainda mais que a inerrância seja contestada por fenômenos bíblicos, tais como uma falta de precisão técnica contemporânea, irregularidades de gramática ou ortografia, descrições da natureza feitas com base em observação, referência a falsidades, uso de hipérbole e números arredondados, disposição tópica do material, diferentes seleções de material em relatos paralelos ou uso de citações livres. Artigo XIV. Afirmamos a unidade e a coerência interna das Escrituras. Negamos que alegados erros e discrepâncias que ainda não tenham sido solucionados invalidem as declarações da Bíblia quanto à verdade. Artigo XV. Afirmamos que a doutrina da inerrância está alicerçada no ensino da Bíblia acerca da inspiração. Negamos que o ensino de JESUS acerca das Escrituras possa ser desconhecido sob o argumento de adaptação ou de qualquer limitação natural decorrente de Sua humanidade. Artigo XVI. Afirmamos que a doutrina da inerrância tem sido parte integrante da fé da Igreja ao longo de sua história. Negamos que a inerrância seja uma doutrina inventada pelo protestantismo escolástico ou que seja uma posição defendida como reação contra a alta crítica negativa. Artigo XVII. Afirmamos que o ESPÍRITO SANTO dá testemunho acerca das Escrituras, assegurando aos crentes a veracidade da Palavra de DEUS escrita. Negamos que esse testemunho do ESPÍRITO SANTO opere isoladamente das Escrituras ou em oposição a elas. Artigo XVIII. Afirmamos que o texto das Escrituras deve ser interpretado mediante exegese histórico-gramatical, levando em conta suas formas e recursos literários, e que as Escrituras devem interpretar as Escrituras. Negamos a legitimidade de qualquer abordagem do texto ou de busca de fontes por trás do texto que conduzam a um revigoramento, desistorização ou minimização de seu ensino, ou a uma rejeição de suas afirmações quanto à autoria. Artigo XIX. Afirmamos que uma confissão da autoridade, infalibilidade e inerrância plenas das Escrituras é vital para uma correta compreensão da totalidade da fé cristã. Afirmamos ainda mais que tal confissão deve conduzir a uma conformidade cada vez maior à imagem de CRISTO. Negamos que tal confissão seja necessária para a salvação. Contudo, negamos ainda mais que se possa rejeitar a inerrância sem graves conseqüências, quer para o indivíduo quer para a Igreja. Explanação Nossa compreensão da doutrina da inerrância deve dar-se no contexto mais amplo dos ensinos das Escrituras sobre si mesma. Esta explanação apresenta uma descrição do esboço da doutrina, na qual se baseiam nossa breve declaração e os artigos. Criação, Revelação e Inspiração O DEUS Triúno, que formou todas as coisas por Sues proferimentos criadores e que a tudo governa pela Palavra de Sua vontade, criou a humanidade à Sua própria imagem para uma vida de comunhão consigo mesmo, tendo por modelo a eterna comunhão da comunicação dentro da Divindade. Como portador da imagem de DEUS, o homem deve ouvir a Palavra de DEUS dirigida a ele e reagir com a alegria de uma obediência em adoração. Além da auto-revelação de DEUS na ordem criada e na seqüência de acontecimentos dentro dessa ordem, desde Adão os seres humanos têm recebido mensagens verbais dEle, quer diretamente, conforme declarado nas Escrituras, quer indiretamente na forma de parte ou totalidade das próprias Escrituras. Quando Adão caiu, o Criador não abandonou a humanidade ao juízo final, mas prometeu salvação e começou a revelar-Se como Redentor numa seqüência de acontecimentos históricos centralizados na família de Abraão e que culminam com a vida, morte, ressurreição, atual ministério celestial e a prometida volta de JESUS CRISTO. Dentro desse arcabouço, de tempos em tempos DEUS tem proferido palavras específicas de juízo e misericórdia, promessa e mandamento, a seres humanos pecaminosos, de modo a conduzi-los a um relacionamento, uma aliança, de compromisso mútuo entre as duas partes, mediante o qual Ele os abençoa com dons da graça, e eles O bendizem numa reação de adoração. Moisés, que DEUS usou como mediador para transmitir Suas palavras a Seu povo à época do êxodo, está no início de uma longa linhagem de profetas em cujas bocas e escritos DEUS colocou Suas palavras para serem entregues a Israel. O propósito de DEUS nesta sucessão de mensagens era manter Sua aliança ao fazer com que Seu povo conhecesse Seu Nome, isto é, Sua natureza, e tantos preceitos quanto os propósitos de Sua vontade, quer para o presente, que para o futuro. Essa linhagem de porta-vozes proféticos da parte de DEUS culminou em JESUS CRISTO, a Palavra encarnada de DEUS, sendo Ele um profeta (mais do que um profeta, mas não menos do que isso), e nos apóstolos e profetas da primeira geração de cristãos. Quando a mensagem final e culminante de DEUS, Sua palavra ao mundo a respeito de JESUS CRISTO, foi proferida e esclarecida por aqueles que pertenciam ao círculo apostólico, cessou a seqüência de mensagens reveladas. Daí por diante, a Igreja devia viver e conhecer a DEUS através daquilo que Ele já havia dito, e dito para todas as épocas. No Sinai, DEUS escreveu os termos de Sua aliança em tábuas de pedra, como Seu testemunho duradouro e para ser permanentemente acessível, e ao longo do período de revelação profética e apostólica levantou homens para escreverem as mensagens dadas a eles e através deles, junto com os registros que celebravam Seu envolvimento com Seu povo, além de reflexões éticas sobre a vida em aliança e de formas de louvor e oração em que se pede a misericórdia da aliança. A realidade teológica da inspiração na elaboração de documentos bíblicos corresponde à das profecias faladas: embora as personalidades dos escritores humanos se manifestassem naquilo que escreveram, as palavras foram divinamente dadas. Assim, aquilo que as Escrituras dizem, DEUS diz; a autoridade das Escrituras é a autoridade de DEUS, pois Ele é seu derradeiro Autor, tendo entregue as Escrituras através das mentes e palavras dos homens escolhidos e preparados, os quais, livre e fielmente, “falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO” (2 Pe 1.21). Deve-se reconhecer as Escrituras Sagradas como a Palavra de DEUS em virtude de sua origem divina. Autoridade: CRISTO e a Bíblia JESUS CRISTO, o Filho de DEUS, que é a Palavra (Verbo) feita carne, nosso Profeta, Sacerdote e Rei, é o Mediador último da comunicação de DEUS ao homem, como também o é de todos os dons da graça de DEUS. A revelação dada por Ele foi mais do que verbal; Ele também revelou o Pai mediante Sua presença e Seus atos. Suas palavras, no entanto, foram de importância crucial, pois Ele era DEUS, Ele falou da parte do Pai, e Suas palavras julgarão ao todos os homens no último dia. Na qualidade de Messias prometido, JESUS CRISTO é o tema central das Escrituras. O Antigo Testamento olhava para Ele no futuro; o Novo Testamento olha para trás, ao vê-lo em Sua primeira vinda, e para frente em Sua segunda vinda. As Escrituras canônicas são o testemunho divinamente inspirado e, portanto, normativo, a respeito de CRISTO. Deste modo, não é aceitável alguma hermenêutica em que CRISTO não seja o ponto central. Deve-se tratar as Escrituras Sagradas como aquilo que são em essência: o testemunho do Pai a respeito do Filho encarnado. Parece que o cânon do Antigo Testamento já estava estabelecido à época de JESUS. Semelhantemente, o cânon do Novo Testamento está encerrado na medida em que nenhuma nova testemunha apostólica do CRISTO histórico pode nascer agora. Nenhuma nova revelação (distinta da compreensão que o ESPÍRITO dá acerca da revelação existente) será dada até que CRISTO volte. O cânon foi criado no princípio por inspiração divina. A parte da Igreja foi discernir o cânon que DEUS havia criado, não elaborar o seu próprio cânon. Os critérios relevantes foram e são: autoria (ou Sua confirmação), conteúdo e o testemunho confirmador do ESPÍRITO SANTO. A palavra cânon, que significa regra ou padrão, é um indicador de autoridade, o que significa o direito de governar e controlar. No cristianismo a autoridade pertence a DEUS em Sua revelação, o que significa, de um lado, JESUS CRISTO, a Palavra viva, e, de outro, as Sagradas Escrituras, a Palavra escrita. Mas a autoridade de CRISTO e das Escrituras são uma só. Como nosso Profeta, CRISTO deu testemunho de que as Escrituras não podem falhar. Como nosso Sacerdote e Rei, Ele dedicou Sua vida terrena a cumprir a lei e os profetas, até ao ponto de morrer em obediência às palavras da profecia messiânica. Desta forma, assim como Ele via as Escrituras testemunhando dEle e de Sua autoridade, de igual modo, por Sua própria submissão às Escrituras, Ele testemunhou da autoridade delas. Assim como Ele se curvou diante da instrução de Seu Pai dada em Sua Bíblia (nosso Antigo Testamento), de igual maneira Ele requer que Seus discípulos assim o façam, todavia não isoladamente, mas em conjunto com o testemunho apostólico acerca dEle, testemunho que ele passou a inspirar mediante a Sua dádiva do ESPÍRITO SANTO. Desta maneira, os cristãos revelam-se servos fiéis de seu Senhor, por se curvarem diante da instrução divina dada nos escritos proféticos e apostólicos que, juntos, constituem nossa Bíblia. Ao confirmarem a autoridade um do outro, CRISTO e as Escrituras fundem-se numa única fonte de autoridade. O CRISTO biblicamente interpretado e a Bíblia centralizada em CRISTO e que O proclama são, desse ponto de vista, uma só coisa. Assim como a partir do fato da inspiração inferimos que aquilo que as Escrituras dizem, DEUS diz, assim também a partir do relacionamento revelado entre JESUS CRISTO e as Escrituras podemos igualmente declarar que aquilo que as Escrituras dizem, CRISTO diz. Infalibilidade, Inerrância, Interpretação As Escrituras Sagradas, na qualidade de Palavra inspirada de DEUS que dá testemunho oficial acerca de JESUS CRISTO, podem ser adequadamente chamadas de infalíveis e inerrantes. Estes termos negativos possuem especial valor, pois salvaguardam explicitamente verdades positivas. Infalível significa a qualidade de não desorientar nem ser desorientado e, dessa forma, salvaguarda em termos categóricos a verdade de que as Santas Escrituras são uma regra e um guia certos, seguros e confiáveis em todas as questões. Semelhantemente, inerrante significa a qualidade de estar livre de toda falsidade ou engano e, dessa forma, salvaguarda a verdade de que as Santas Escrituras são totalmente verídicas e fidedignas em todas as suas afirmações. Afirmamos que as Escrituras canônicas sempre devem ser interpretadas com base no fato de que são infalíveis e inerrantes. No entanto, ao determinar o que o escritor ensinado por DEUS está afirmando em cada passagem, temos de dedicar a mais cuidadosa atenção às afirmações e ao caráter do texto como sendo uma produção humana. Na inspiração DEUS utilizou a cultura e os costumes do ambiente de seus escritores, um ambiente que DEUS controla em Sua soberana providência; é interpretação errônea imaginar algo diferente. Assim, deve-se tratar história como história, poesia como poesia, e hipérbole e metáfora como hipérbole e metáfora, generalização e aproximações como aquilo que são, e assim por diante. Também se deve observar diferenças de práticas literárias entre os períodos bíblicos e o nosso: visto que, por exemplo, naqueles dias, narrativas são cronológicas e citações imprecisas eram habituais e aceitáveis e não violavam quaisquer expectativas, não devemos considerar tais coisas como falhas, quando as encontramos nos autores bíblicos. Quando não se esperava nem se buscava algum tipo específico de precisão absoluta, não constitui erro o fato de ela existir. As Escrituras são inerrantes não no sentido de serem totalmente precisas de acordo com os padrões atuais, mas no sentido de que validam suas afirmações e atingem a medida de verdade que seus autores buscaram alcançar. A veracidade das Escrituras não é negada pela aparição, no texto, de irregularidades gramaticais ou ortográficas, de descrições fenomenológicas da natureza, de relatos de afirmações falsas (por exemplo, as mentiras de Satanás), ou as aparentes discrepâncias entre uma passagem e outra. Não é certo jogar os chamados fenômenos das Escrituras contra o ensino da Escritura sobre si mesma. Não se devem ignorar aparentes incoerências. A solução delas, onde se possa convincentemente alcançá-las, estimulará nossa fé, e, onde no momento não houver uma solução convincente disponível, significativamente daremos honra a DEUS, por confiar em Sua garantia de que Sua Palavra é verdadeira, apesar das aparências em contrário, e por manter a confiança de que um dia se verá que elas eram enganos. Na medida em que toda a Escritura é o produto de uma só mente divina, a interpretação tem de permanecer dentro dos limites da analogia das Escrituras e abster-se de hipóteses que visam corrigir uma passagem bíblica por meio de outra, seja em nome da revelação progressiva ou do entendimento imperfeito por parte do escritor inspirado. Embora as Sagradas Escrituras em lugar algum estejam limitadas pela cultura, no sentido de que seus ensinos carecem de validade universal, algumas vezes estão culturalmente condicionadas pelos hábitos e pelas idéias aceitas de um período em particular, de modo que a aplicação de seus princípios, hoje em dia, requer um tipo diferente de ação (por exemplo, na questão do corte de cabelo e do penteado das mulheres, cf. 1 Co 11). Ceticismo e Crítica Desde a Renascença, e mais especificamente desde o Iluminismo, têm-se desenvolvido filosofias que envolvem o ceticismo diante das crenças cristãs básicas. É o caso do agnosticismo, que nega que DEUS seja cognoscível; do racionalismo, que nega que Ele seja incompreensível; do idealismo, que nega que Ele seja transcendente; e do existencialismo, que nega a racionalidade de Seus relacionamentos conosco. Quanto esses princípios não bíblicos e antibíblicos infiltram-se nas teologias do homem a nível das pressuposições, como freqüentemente acontecem hoje em dia, a fiel interpretação das Sagradas Escrituras torna-se impossível. Transmissão e Tradução Uma vez que em nenhum lugar DEUS prometeu uma transmissão inerrante da Escritura, é necessário afirmar que somente o texto autográfico dos documentos originais foi inspirado e manter a necessidade da crítica textual como meio de detectar quaisquer desvios que possam ter se infiltrado no texto durante o processo de sua transmissão. O veredicto dessa ciência é, entretanto, que os textos hebraicos e grego parecem estar surpreendentemente bem preservados, de modo que tempos amplo apoio para afirmar, junto com a Confissão de Westminster, uma providência especial de DEUS nessa questão e em declarar que de modo algum a autoridade das Escrituras corre perigo devido ao fato de que as cópias que possuímos não estão totalmente livres de erros. Semelhantemente, tradução alguma é perfeita, nem pode sê-lo, e todas as traduções são um passo adicional de distanciamento dos autographa. Porém, o veredicto da lingüística é que pelo menos os cristãos de língua inglesa estão muitíssimo bem servidos na atualidade com uma infinidade de traduções excelentes e não têm motivo para hesitar em concluir que a Palavra verdadeira de DEUS está ao seu alcance. Aliás, em vista da freqüente repetição, nas Escrituras, dos principais assuntos de que elas tratam e também em vista do constante testemunho do ESPÍRITO SANTO a respeito da Palavra e através dela, nenhuma tradução séria das Santas Escrituras chegará a de tal forma destruir seu sentido, a ponto de tornar inviável que elas façam o seu leitor “sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS” (2 Tm 3.15). Inerrância e Autoridade Ao confiarmos que a autoridade das Escrituras envolve a verdade total da Bíblia, estamos conscientemente nos posicionando ao lado de CRISTO e de Seus apóstolos, aliás, ao lado da Bíblia inteira e da principal vertente da história da igreja, desde os primeiros dias até bem recentemente. Estamos preocupados com a maneira casual, inadvertida e aparentemente impensada como uma crença de importância e alcance tão vastos foi por tantas pessoas abandonada em nossos dias. Também estamos cônscios de que uma grande e grave confusão é resultado de parar de afirmar a total veracidade da Bíblia, cuja autoridade as pessoas professam conhecer. O resultado de dar esse passo é que a Bíblia que DEUS entregou perde sua autoridade e, no lugar disso, o que tem autoridade é uma Bíblia com o conteúdo reduzido de acordo com as exigências do raciocínio crítico das pessoas, sendo que, a partir do momento em que a pessoa deu início a essa redução, esse conteúdo pode em princípio ser reduzido mais e mais. Isto significa que, no fundo, a razão independente possui atualmente a autoridade, em oposição ao ensino das Escrituras. Se isso não é visto e se, por enquanto, ainda são sustentadas as doutrinas evangélicas fundamentais, as pessoas que negam a total veracidade das Escrituras podem reivindicar uma identidade com os evangélicos, ao mesmo tempo em que, metodologicamente, se afastaram da posição evangélica acerca do conhecimento para um subjetivismo instável, e não acharão difícil ir ainda mais longe. Afirmamos que aquilo que as Escrituras dizem, DEUS diz. Que Ele seja glorificado. Amém e amém. Anteriormente publicada no site www.textosdareforma.net, que infelizmente deixou de existir.
Este texto foi uma produção de 1978 do ICBI - International Council on Biblical Inerrancy, em um esforço de defender a inerrância das Escrituras Sagradas, frente aos desafios lançados pelos liberais e neo-ortodoxos.
A seguinte nota se encontra no rodapé do documento no site de origem:
Retirado do apêndice do livro O ALICERCE DA AUTORIDADE BÍBLICA James Montgomery Boice
Páginas 183 a 196 Editado por: Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - Edição: 1989; Reimpressão: 1997
Todos os direitos reservados pela editora - Reproduzido com autorização Fone: 0xx11 5666-1911 - E-mail: evnsp@uol.com.br
CONCLUSÃO
As Escrituras têm produzido resultados práticos indiscutíveis; têm influenciado beneficamente civilizações, transformado vidas e trazido luz,
inspiração e conforto a milhões de pessoas. Nelas podemos confiar a orientação integral de nossa vida, e delas podemos extrair os fundamentos
do bem-estar e liberdade humana. O Senhor as estabeleceu como regra, bússola, alimento e fonte de bênçãos para a vida do crente.
Em uma revista alemã encontramos o texto abaixo, que transcrevemos por ser muito precioso: A Bíblia mostra a vontade de DEUS, a situação do ser humano, o caminho da salvação, o destino dos pecadores e a bem-aventurança dos crentes. • Seus ensinos são sagrados, seus preceitos exigem comprometimento, seus relatos são verdadeiros e suas decisões, imutáveis. • Leia-a para tornar-se sábio e viva de acordo com ela para ser santo. • A Bíblia lhe ilumina o caminho, fornece alimento para seu sustento, dá refrigério e alegria ao seu coração. • Ela é o mapa dos viajantes, o cajado dos peregrinos, a bússola dos pilotos, a espada dos soldados e o manual de vida dos cristãos. • Nela o paraíso foi restabelecido, o céu se abriu e as portas do inferno foram subjugadas. • CRISTO é seu grandioso tema, nosso bem é seu propósito, e a glorificação de DEUS é seu objetivo. • Ela deve encher nossos pensamentos, guiar nosso coração e dirigir nossos passos. • Leia-a devagar, com freqüência, em oração. Ela é fonte de riqueza, um paraíso de glórias e uma torrente de alegrias. • Ela lhe foi dada nesta vida, será aberta no juízo e lembrada para sempre. • Ela nos impõe a maior responsabilidade, compensará os maiores esforços e condenará todos os que brincarem com seu conteúdo sagrado. INTERAÇÃO
Prezado professor, esta lição trata de um dos mais importantes pilares da doutrina cristã: a inerrância das Sagradas Escrituras. Através desta doutrina, aprendemos que a Bíblia é a Palavra de DEUS e, portanto, fala com autoridade divina ao homem moderno. Foi este o pensamento dos reformadores quando substituíram a tradição pelo lema: Sola Scriptura (Somente a Escritura). DEUS o abençoe!
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, a inerrância da Sagrada Escritura deriva-se da natureza própria da Bíblia. Em inúmeras ocasiões a Bíblia descreve a si mesma como a inerrantePalavra de DEUS. Solicite que um dos alunos leia Is 34.16 e, a seguir, faça um breve comentário da inerrância e infalibilidade das Escrituras. Depois, apresente aos alunos alguns nomes canônicos da Bíblia: a) Livro do Senhor (ls 34.16); b) Escritura da Verdade (Dn 10.21); c) Escritura de DEUS (Êx 32.16); d) Lei do Senhor (SI 1.1,2); e) Lei de DEUS (Js 24.26); f) Palavra do Senhor (Jr 22.29); g) Oráculo de DEUS (1 Pe 4: 11); h) Palavra de DEUS (Mt 1 S :6; At 6:7); i) Palavra de CRISTO (CI 3.16). A Bíblia procede do próprio DEUS portanto, é inerrante e infalível.
O CUMPRIMENTO DA BÍBLlA DEMONSTRA SUA INERRÂNCIA Entre os demais povos da terra nos tempos anteriores a Cristo, distinguia-se o povo judaico por seu monoteísmo ou pelo culto estrito de um só Deus. Os estudiosos têm procurado explicar o surto e a persistência do monoteísmo no povo de Israel desde Abraão (século XIX a.C.); não encontram elucidação sociológica ou psicológica para tal fenômeno, pois Israel era um povo militar e culturalmente inferior aos seus vizinhos politeístas; tendia a adotar os deuses e os costumes dos pagãos…; não obstante, à revelia de todas as influências politeístas, Israel professou constantemente o monoteísmo , suplantando assim, no plano da religião, os grandes reinos e impérios que o cercavam. Este fato só se entende se Deus quis intervir na história, suscitando e conservando Ele mesmo o monoteísmo em Israel (como,aliás, professa a Bíblia). Desta maneira a história de Israel é um portento, que a Providência Divina quis realizar a fim de preparar a vinda do Messias ou do Senhor Jesus. Este é o Prometido a Israel desde os tempos de Abraão. Nos séculos anteriores próximos a Cristo, o povo israelita se achava em fase de declínio. Após o apogeu de sua história sob Salomão († 932 a.C.), as tribos de Israel conheceram duas deportações (721 e 587 a.C.); após esta última, viveram sempre sob domínio estrangeiro. A destruição de Jerusalém A cidade de Jerusalém foi destruída pelos romanos em 70 d.C. O cerco e a queda de Jerusalém são descritos com pormenores gráficos pelo historiador judeu do primeiro século, Flávio Josefo, no livro Guerras dos Judeus, que foi publicado cerca do ano 75 d.C. De acordo com os Evangelhos, Jesus profetizou este evento aproximadamente no ano 30 d.C. Vejamos o relato de Mateus da profecia de Jesus, e comparemo-lo com a história de Josefo. Jesus: “Quando, pois,virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça para tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa” (Mateus 24:15-18). Josefo: “É então um caso miserável, uma visão que até poria lágrimas em nossos olhos, como os homens agüentaram quanto ao seu alimento … a fome foi demasiado dura para todas as outras paixões… a tal ponto que os filhos arrancavam os próprios bocados que seus pais estavam comendo de suas próprias bocas, e o que mais dava pena, assim também faziam as mães quanto a seus filhinhos… quando viam alguma casa fechada, isto era para eles sinal de que as pessoas que estavam dentro tinham conseguido alguma comida, e então eles arrombavam as portas e corriam para dentro… os velhos, que seguravam bem sua comida eram espancados, e se as mulheres escondiam o que tinham dentro de suas mãos, seu cabelo era arrancado por fazerem isso…” (Guerras dos Judeus, livro 5, capítulo 10, seção 3). Jesus: “Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” (Mateus 24:19). Josefo: “Ela então tentou a coisa mais natural, e agarrando seu filho, que era uma criança de peito, disse, ‘Oh, pobre criança! Para quem eu te preservarei nesta guerra, nesta fome e nesta rebelião? …’ Logo que acabou de dizer isto, ela matou seu filho e, então, assou-o, e comeu metade dele, e guardou a outra metade escondida para si.” (Guerras, livro 6, capítulo 3, seção 4). Jesus: “Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado, porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais” (Mateus 24:20-21). Josefo: “Eu falarei portanto aberta e francamente aqui de uma vez por todas e brevemente: que nenhuma outra cidade sofreu tais misérias nem nenhuma era produziu uma geração mais frutífera em perversidade do que era esta, desde o começo do mundo.” (Guerras, livro 5, capítulo 10, seção 5). Jesus: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados” (Mateus 24:22). Josefo: “Ora, o número daqueles que foram levados cativos durante toda esta guerra foi verificado ser noventa e sete mil, como foi o número daqueles que pereceram durante todo o cerco onze centenas de milhares, a maior parte dos quais era na verdade da mesma nação, porém não pertencentes à própria cidade, pois tinham vindo de todo o país para a festa dos pães asmos e foram subitamente fechados por um exército…” (Guerras, livro 6, capítulo 9, seção 3). Jesus: “Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” (Mateus 24:1-2). Josefo: “Ora, uma vez que César não foi de modo algum capaz de conter a entusiástica fúria dos soldados, e o fogo avançava mais e mais… assim foi a sagrada casa queimada, sem a aprovação de César.” (Guerras, livro 6, capítulo 4, Seção 7). “Ora, tão logo o exército não teve mais pessoas para matar ou saquear … César deu ordens para que não demolissem mais a cidade inteira e o templo…” (livro 7, capítulo 1, seção 1). No artigo sobre evidências do número anterior desta revista, examinamos algumas evidências dos manuscritos do Novo Testamento, e vimos que apontam para a conclusão de que seu conteúdo fosse escrito quando e por quem ele declara ter sido escrito. De fato, no caso do Evangelho de Mateus, há um fragmento recentemente descoberto que data de algum tempo antes de 68 d.C. Como foi observado acima, Jerusalém foi destruída em 70 d.C. Restauração de Israel: Pois vos tirarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra. (Ezequiel 36:24) Israel foi uma nação formada por Deus, com origem no patriarca Abrão e com o objetivo de ser um reino sacerdotal na Terra. Deveria anunciar aos demais povos a fé no verdadeiro e único Deus. Falhou por acabar seguindo os mesmos erros das nações e rejeitando o governo teocrático do Senhor. Não ouviu a Palavra dos profetas e, por sua desobediência, acabou caindo nas mãos dos homens. As principais punições sofridas foram: a escravidão no Egito por quatrocentos anos, o cativeiro na Babilônia por setenta anos e a dispersão mundial a partir do ano 70 A.D. Deus, no entanto, não rejeitou este povo para sempre, pois assumiu promessas infalíveis e as cumpri-las-á. O agir de Deus
Enquanto a guerra se desenvolvia, Deus agia nos bastidores da história para consolidar seus projetos e aniquilar definitivamente os propósitos daqueles que pretendiam levantar-se contra Israel.
“Em maio de 1947, a Assembléia Geral da ONU, adotou uma resolução estabelecendo o Comitê Especial das Nações Unidas para a Palestina, integrado por 11 países. O problema da Palestina havia se agravado e a Grã-Bretanha, como potência mandatária, já não tinha condições de manter a paz e a ordem e controlar as agitações e violências que lá irrompiam”. Este foi um dos primeiros passos dados pela ONU para que a profecia de Ezequiel se cumprisse!
Após os primeiros passos serem dados, já no ano de 1948 o Senhor providencia para que, no dia 14 de maio fosse proclamado o Estado de Israel!
Este foi e continua sendo um milagre que o mundo presenciou e que lhe proporcionou a oportunidade de reconhecer que Deus existe e que continua no governo (controle) da história da humanidade! Não há paralelo na história de tal fato! Somente através da ação minuciosa e precisa de Deus tal coisa seria possível! E aconteceu!
O Eterno cuidou para que nenhum detalhe fosse esquecido na restauração do Estado de Israel!
O que a Bíblia diz, a verdadeira ciência, como uma serva obediente, confirma: (Texto Chave: Salmos 19) a) Isaías 40:22: “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra”. Isaías fez esta afirmação em 700 a.C. A ciência SÓ descobriu este fato em 1519 quando Magalhães navegou ao redor do mundo, 2200 anos depois. Como Isaías sabia disto 2200 anos antes da ciência???!! b) Jó 26:7: “… e suspende a terra sobre o nada”. O livro de Jó é o mais antigo da Bíblia, tendo sido escrito por volta de 2000 a.C. Mesmo quando Isac Newton explicou como a gravidade do sol era equilibrada pela a força centrífuga da rotação da terra em 1687, ele nada acrescentou a esta afirmação científica proferida por Jó!!! Como Jó sabia disto 3600 anos antes da ciência???!!! c) Gênesis 2:7: “E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente”. Será que devemos levar o livro de Gênesis a sério? Desde o final do séc. XVIII, cientistas vêm desenvolvendo técnicas para analisar os minerais. Comparação entre as análises químicas da composição do corpo humano e do pó da terra mostram os seguintes elementos em comum: cálcio, ferro, magnésio, oxigênio, carbono, nitrogênio, fósforo, sódio, potássio, cloro, hidrogênio, enxofre… E mais: em 11/1982, Seleções Reader’s Digest incluiu um artigo entitulado “Como a vida na Terra começou”, onde diz que cientistas da NASA declararam que os ingredientes necessários para formar o ser humano estão no BARRO. O artigo disse ainda: “O cenário descrito pela Bíblia quanto à criação da vida vem a ser NÃO MUITO DISTANTE DO ALVO” (PÁG. 116). Não, a Bíblia não “passou não muito distante do alvo” - ela atingiu exatamente o alvo!!! Como Moisés sabia disto 3000 anos antes da ciência???!!! d) Eclesiastes 1:6: “O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento e volta fazendo os seus circuitos”. O vento apresenta alguns fenômenos, dentre os quais: circular entre o equador e os dois pólos, descoberto por Hardley no séc. XVII; girar, evidenciando a força Coriolis, descoberta no séc. XIX e apresentar circuitos específicos, descoberto apenas recentemente. Como Salomão sabia disto 1000 a.C.? Quem contou isso para ele???!!! e) Eclesiastes 1:7: “Todos os rios vão para o mar e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr”. Acrescentar Jó 36:27-29; Salmo 135:7 e Amós 9:6. Como todos estes escritores bíblicos, que escreveram entre 2000 a.C. e 800 a.C. sabiam sobre o ciclo hidrológico (evaporação, condensação e precipitação pluviométrica) e a decorrente formação e manutenção de rios, lagos, mares e oceanos por causa deste ciclo, se isto só foi reconhecido pela ciência quando foi descoberto por Galileu em 1630 d. C.???!!! Quem contou isto a eles???!!! f) Provérbios 6:6-9: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?”. Na Life’s Nature Library, em “Os insetos” (pág. 163) diz: “Um dos enigmas entomológicos do último século diz respeito a esta observação por Salomão. Não havia nenhuma evidência de que formigas, realmente, faziam colheitas de grãos. Em 1871, entretanto, um naturalista britânico mostrou que Salomão, afinal de contas, tinha estado certo” Como Salomão detalhou este fato científico em 1000 a.C.? Quem contou isto a ele???!!! g) Levítico 15:13: “Quando, pois, o que tem fluxo, estiver limpo do seu fluxo, contar-se-ão sete dias para a sua purificação, e lavará as suas roupas, e banhará a sua carne em águas CORRENTES; e será limpo”. Até fins do século XVIII todos os médico de um hospital lavavam suas mãos em uma mesma bacia, dia após dia (disseminando os germes com velocidade, facilidade e mortandade igual a de fogo em capim seco). Até cirurgiões eram sujos, e 17% das grávidas que entravam no melhor hospital do mundo (em Viena, Áustria) morriam de infecção. Isto até que com Pasteur e Koch e os avanços em microscopia e bacteriologia é que os médicos começaram a lavar as mão em águas CORRENTES, provando-se que a purificação salva mais que todos os remédios juntos. Como Moisés sabia disto em 1490 a. C.? Quem contou isso a ele???!!! h) Salmo 8:8: “… as aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo que passa pelas veredas dos mares”. Matthew Fontaine Maury, ministro da marinha americana, em 1860 aproximadamente, lançou-se ao empreendimento de encontrar estes curiosos “caminhos nos mares” e descobre que os oceanos têm caminhos que fluem através deles. Ele descobriu as correntes marítimas. Davi escreveu o Salmo 8 por volta de 1000 a. C. Quem falou isto a Davi 2800 antes da ciência???!!! i) Levítico 17:11: “Porque a vida da carne está no sangue…”. Durante séculos os cientistas discutiram sobre a “vida da carne” e sugeriram que vários órgãos no corpo humano tinham esta responsabilidade. O sangue nunca esteve na lista. Só em 1628, Harvey provou que o sangue circula do coração e volta para ele, alcançando todas as partes do corpo através de artérias e veias. A partir daí, descobriu-se que é o sangue que dá continuidade a todos os processos da vida, no corpo; que é o sangue que causa o crescimento, constrói novas células e faz o transporte de substâncias vitais (como oxigênio, glicose, aminoácidos…) e remove os metabólitos tóxicos (dióxido de carbono, lactato, uréia…), que se não forem removidos das células, elas morrem; que é o sangue que faz crescer osso e carne, armazena gordura, faz cabelo e até unha… Por milhares de anos, os médicos tratavam as pessoas com uma prática chamada de “sangria”, pensando curar doenças com a extração de sangue. Em 1799, George Washington foi sangrado até a morte. Os médicos sem saberem estavam na verdade, retirando a vida dele. Só no início dos anos 1900 é que o Dr. Lister descobriu que o sangue provê o sistema imunológico aos corpos, motivo pelo qual uma vacina é aplicada na corrente sangüínea. Como pode aquele livro maravilhoso, escrito milhares de anos atrás e por homens com conhecimento científico muito limitado, estar tão à frente do melhor que a humanidade pôde produzir nos últimos 4000 anos???!!
RESUMO DA LIÇÃO 09 NA REVISTA - DA CPAD 4TRIMESTRE DE 2008
INTRODUÇÃO: Pode ser que haja falhas nas traduções, interpretações ou na gramática das cópias manuscritas, pois a Bíblia foi escrita originalmente em linguagem antiga.I - CONCEITUAÇÃO TEOLÓGICA DE INERRÂNCIA
1. O que é “inerrância bíblica”?
2. Inerrância e infalibilidade.
II- RAZÕES PELAS QUAIS A BÍBLIA É INERRANTE
1. Autoria divina.
2. Supervisão do ESPÍRITO SANTO (2 Tm 3.16, 2Pe 1.19·21).
3. A Bíblia é a exata Palavra de DEUS.
III- O CUMPRIMENTO DA BÍBLlA DEMONSTRA SUA INERRÂNCIA
1. O cumprimento das profecias.
2. A História confirma a Bíblia. a) as duas deportações b) a destruição de Jerusalém c) a restauração de Israel
3. A verdadeira ciência confirma a Bíblia. IV - OS MANUSCRITOS BÍBLICOS
1. Formatos e materiais dos manuscritos bíblicos.
2. Os autógrafos.
3. Falhas na transmissão escrita das palavras da Bíblia.
CONCLUSÃO A Bíblia é a inerrante e infalível Palavra de DEUS.
SINOPSE DO TÓPICO (1) A inerrância e a infalibilidade bíblicas são doutrinas que descrevem a natureza própria da Bíblia. O fato de a Bíblia ser inerrante, assegura-lhe o caráter de infalível.
SINOPSE DO TÓPICO (2) As razões pelas quais a Bíblia é inerrante são: autoria divina, supervisão e orientação do ESPÍRITO SANTO, e ser a exata Palavra de DEUS.SINOPSE DO TÓPICO (3) O cumprimento das profecias bíblicas e a relação entre a História e a Bíblia comprovam a inerrância das Escrituras.
SINOPSE DO TÓPICO (4) Apesar de a Bíblia ter sido escrita e copiada em vários formatos, os erros de transmissão são irrelevantes, e as possíveis contradições são aparentes e humanas. Subsídio Teológico
“A Exatidão da Bíblia
Tanto a autenticidade quanto a historicidade dos documentos do Novo Testamento estão confirmadas de modo sólido. Norman Geisler indica que as evidências documentárias em favor da autenticidade do Novo Testamento são esmagadoras, e fornecem uma base, igualmente sólida, para a reconstrução do texto grego original. Bruce Metzger, especialista em crítica textual, informa que, no século 111 a.C., os estudiosos em Alexandria indicavam que as cópias que possuíam da Ilíada de Homero apresentavam cerca de 95% de fidedignidade. Indica, também, que os textos setentrional e meridional da Mahabharata da índia diferem entre si numa extensão de 26.000 linhas. Isto se contrasta com mais de 99,55 de exatidão para as cópias manuscritas do Novo Testamento’. Esse meio-porcento de diferença consiste principalmente nos erros de ortografia dos copistas e, mesmo assim, passíveis de correção. Nenhuma doutrina da Bíblia depende de algum texto cuja forma original não possa ser determinada com exatidão.”
(HIGGINS,j. A palavra inspirada de DEUS. In HORTON, S.M.Teologia Sistemática: uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p.94.)
APLICAÇÃO PESSOAL
“Alegrar-me-ei em teus mandamentos, que eu amo” (SI 119.47). Em um outro belo e piedoso verso o salmista prorrompe: “Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia” (v.97). As igrejas de todo o Brasil costumam organizar gincanas, sorteios e usar estratégias de marketing para atrair cada vez mais alunos para a Escola Bíblica Dominical. Não há qualquer problema nesses métodos. Porém, nenhuma dessas estratégias seria necessária se cada crente amasse ardentemente as Escrituras assim como o salmista. O que deve incitar o crente à Escola Dominical é o incomensurável amor pela Palavra de DEUS. Que todos os crentes exclamem como o poeta: “Oh! Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais doces do que o mel à minha boca … Pelo que amo os teus mandamentos mais do que o ouro, e ainda mais do que o ouro fino” (vv.l 03, 127). Ajuda: CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal. http://universobiblico.com.br/assembleia/Users/sony.com/Desktop/videosebdnatv.htm (VÍDEOS da EBD na TV, DESTA LIÇÃO INCLUSIVE) BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD. Nosso novo endereço:http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/ Veja vídeos em http://www.ebdweb.com.br/ em http://www.ieadnovocacoal.com.br/ebd-henr.htm em http://www.idbpa.net/joomla/index.php?option=com_content&task=category§ionid=10&id=44&Itemid=133&limit=50&limitstart=0 - Ou nos sites seguintes: 4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube. Norbert Lieth - http://www.ajesus.com.br/ http://www.estudosdabiblia.net/2002322.htm http://estudandoabiblia.tripod.com/Prof05.htm http://www1.uol.com.br/biblia/revista/edicao1/1948.htm http://pilb.blogspot.com/2006/08/o-que-bblia-diz-verdadeira-cincia.html Veja http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/bibliaconstituicaodivina.htm BÍBLIA, A CONSTITUIÇÃO DIVINA - REVISTA CPAD 4º TRIMESTRE DE 1986 - COMENTÁRIOS DE Pr. RAIMUNDO F.DE OLIVEIRA


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