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O Valor do Estudo da Bíblia - Ev. Luiz Henrique

Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
 
TEXTO ÁUREO
“Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia!” (SI 119.97).
VERDADE PRÁTICA
Estudar a Bíblia não é apenas lê-Ia. É aproveitar suas lições preciosas para o crescimento espiritual, extraindo alimento para a alma.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Sl 119.11-20
11 - Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. 12 - Bendito és tu, ó Senhor! Ensina-me os teus estatutos. 1 3 - Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca. 14 - Folgo mais com o cami­nho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas. 1 5 - Em teus preceitos medi­tarei e olharei para os teus caminhos. 16 - Alegrar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra. 1 7 - Faze bem ao teu servo, para que viva e observe a tua palavra. 18 - Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei. 19 - Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. 20 - A minha alma está que­brantada de desejar os teus juízos em todo o tempo.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Distinguir entre leitura comum e persistente.
Explicar o valor e benefício do estudo da Bíblia.
Estudar a Bíblia com metodologia adequada. 
 
ESTUDO
Dn 9.1-3,21-27
Dn 9.1 - No ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da nação dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, 2 - No ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falou o Senhor ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos.3 - E eu dirigi o meu rosto ao Senhor DEUS, para o buscar com oração e rogos, com jejum, e saco e cinza. 21 - Estando eu, digo, ainda falando na oração, o varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente, e tocou-me a hora do sacrifício da tarde.22 - E me instruiu, e falou comigo, e disse: Daniel, agora sai para fazer-te entender o sentido.23 - No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; toma, pois, bem sentido na palavra, e entende a visão.24 - Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos.25 - Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas;as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos.26 - E depois das sessenta e duas semanas será tirado o Messias, e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações.27 - E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares;e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até á consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.
Não nos é possível descobrir com exatidão que método o profeta Daniel utilizou no estudo das Escrituras Sagradas de então. Sabemos, sim, que ele estudou e não o fez desordenadamente, mas metodicamente. Pelo estudo dos livros, diz Daniel, “entendi…”. Entendeu o quê? Entendeu o tempo de duração do cativeiro dos filhos de Israel na Babilônia. Decorrente dessa busca ordenada de conhecimento, foi que DEUS lhe revelou de maneira singular, fatos por vir.
A) A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO POR MÉTODO 
Pode o ESPÍRITO SANTO usar os elementos constitutivos do estudo metódico da Escritura? Certamente que pode e o faz. Dentre tantas vantagens do estudo metódico das Escrituras, poderíamos destacar os seguintes:
1. Uniformiza os elementos da Escritura. Ao iniciar o estudo bíblico por métodos, você irá aprendei termos e idéias que lhe parecerão novos; irá aprender passos a serem seguidos no estudo da Bíblia. À medida em que seguir esses passos, você notará como o ESPÍRITO SANTO ilumina a verdade, numa ação comparada à ação do sol e da chuva gerando fartura para o agricultor, a partir da semente viva. E assim como o trabalho metódico do agricultor (plantio, cultivo e colheita, ajuda a ação do sol e da chuva a produzir abundantes colheitas, assim também o estudo metódico da Escritura nos ajudará a receber a revelação da verdade através do ESPÍRITO SANTO, de maneira progressiva e organizada. Mais do que isto: o estudo bíblico seguido de método^tem a vantagem de uniformizar numa inquestionável ordem de valores todos os elementos da Escritura.
2. Evita o mau uso das Escrituras. Existe grande perigo de mau uso da Bíblia quando se despreza o seu estudo sistemático e metódico. Por exemplo:
a. A Escritura pode ser mal aplicada quando você ignora o que ela diz sobre determinado assunto.
b. A Escritura pode ser mal aplicada quando você toma um versículo fora do contexto.
c. A Escritura pode ser mal aplicada quando você lê uma passagem e a obriga a dizer o que ela não diz.
d. A Escritura pode ser mal aplicada quando você dá ênfase indevida a coisas menos importantes.
e. A Escritura pode ser mal aplicada sempre que você a usa para tentar levar DEUS a fazer o que você quer, em vez daquilo que Ele quer que seja feito.
3. Oferece opções no estudo das Escrituras. O sistema tradicional de leitura da Bíblia tende a fazê-lo algo moroso e monótono. Já o estudo bíblico dirigido ou por método, pelo seu sistema de diversificação, pode se transformar num novo desafio a cada oportunidade que nos propomos a estudar as Escrituras.
B) ESTUDO PELO MÉTODO ANALÍTICO 
O estudo bíblico pelo método analítico se compõe dos seguintes elementos:
1. Observação. Escolhido o texto bíblico para estudo, l Pedro 2, por exemplo, proceda da seguinte maneira: leia a passagem cuidadosamente; tome um caderno de anotacões e escreva na cabeça duma página a palavra OBSERVAÇÃO, e em seguida: 
a) anote toda e qualquer minúcia do texto; anote substantivos, verbos e outras palavras-chaves. Aqui entra a importância das perguntas: QUEM? QUÊ? QUANDO? POR QUÊ? e COMO? 
b) escreva o que lhe parecer obscuro, especificamente o que você não entende da passagem, o versículo 5, por exemplo; 
c) anote referências bíblicas doutros textos (elas poderão lançar luz sobre o texto que está sendo estudado); e 
d) anote as possíveis aplicações encontradas ao longo do estudo do texto em uso.
2. Interpretação. Tome o seu caderno de anotações e anote noutra folha um resumo dos pensamentos-chaves que lhe acorram à mente enquanto você estuda a passagem bíblica. Escreva um pensamento-chave, uma espécie de interpretação sua, para cada versículo do capítulo. Depois resuma num só pensamento os pensamentos-chaves de todos os versículos do capítulo estudado. Este pensamento deverá conter a essência da interpretação do texto estudado.
3. Correlação. Numa outra folha do seu caderno de anotações, escreva a palavra CORRELAÇÃO, anotando em seguida os versículos do mesmo capítulo que se correlacionam, isto é, que se combinam entre si.
4. Aplicação. Das aplicações possíveis, escolha aquela que você sente, definidamente, que DEUS quer que você ponha em prática, e as coisas específicas que DEUS quer que você faça para aplicar à sua vida. A Bíblia e os seus preceitos não nos foram dados para serem apenas teorizados, mas para serem vividos e fazerem parte inseparável da nossa vida.
C) ESTUDO PELO MÉTODO SINTÉTICO 
1. Passos a seguir. Os passos a serem seguidos no estudo bíblico pelo método sintético, constituem uma repetição do padrão: ler, observar, tomar notas; ler, observar, tomar notas. Isto continua até que você tenha encontrado todas as informações que deseja descobrir, independentemente de quantas leituras tenha de fazer.
2. Recomendações importantes. Para seu maior proveito no estudo bíblico pelo método sintético, siga a seguinte orientação:
a. Descubra o tema principal do livro. Em atitude de oração leia todo o livro que você escolheu para estudo, a fim de encontrar o tema principal. O tema pode ser encontrado como se fosse um fio que corre por todos os capítulos. Se necessário, leia-o mais de uma vez. Assim o tema começará a surgir na sua mente.
b. Desenvolva o tema principal do livro. Os anúncios referentes ao conteúdo do livro ajudam a encontrar o tema principal. Tais anúncios são afirmações que o autor faz, antecipadamente, dizendo o que vem a seguir. Por exemplo, o Evangelho de Mateus começa com o seguinte anúncio: “Livro da genealogia de JESUS Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1.1). Este é o anúncio referente ao conteúdo e logo a seguir vem a genealogia de JESUS.
D) OUTROS MÉTODOS DE ESTUDO
1. Estudo pelo método temático. Este método lida com um assunto específico. Por exemplo: o tema principal da Bíblia é a redenção através do sangue de Cristo.
2. Estudo pelo método biográfico. Hebreus 11 traz um resumo da vida de muitos dos fiéis que viveram e morreram na fé. De fato, a Bíblia afirma que “todos estes morreram na fé” (Hb 11.13), o que indica que essas pessoas continuam vivas no céu. Então, por que não estudar as suas vidas hoje, uma vez que conservaram até o fim uma confiança plena nas promessas de DEUS? 
A experiência tem mostrado que não basta ler a Bíblia. Maior proveito auferirá aquele que a estuda metódica e ordenadamente.
E) INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
Pela sua singularidade, a Bíblia não pode e nem deve ser interpreta- da ao bel-prazer do leitor. Tenha ele a cultura que tiver, para captar a mente de DEUS e o que o ESPÍRITO SANTO ensina na Bíblia, necessita estudá-la seguindo alguns princípios. Dentre esses princípios destacam-se os estudados nesta lição.
E.1) PRINCÍPIOS DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
1. Princípio um. Estude a Bíblia partindo do pressuposto de que ela é a autoridade suprema em questão de religião, fé e doutrina. Em assunto de religião, fé e doutrina, consciente ou inconscientemente, o crente se submete à tradição, à razão, ou às Escrituras. A autoridade a que ele se submeter, há de determinar o tipo de crença que possa esposar. Independentemente do testemunho da tradição e da razão, o crente verdadeiro tem na Bíblia o seu guia e juiz infalível. Para ele as declarações da Bíblia são finais. Ele crê que a Bíblia registra as intenções e a vontade de DEUS, por isto pode crer nela. Ele aceita o testemunho da tradição e da razão, mas enquanto estas não entram em conflito com a Escritura. Para ele o que importa é: “O que diz a Escritura sobre isto?”
2. Princípio dois. Não se esqueça de que a Bíblia é o melhor intérprete de si mesma; isto é: a Bíblia interpreta a Bíblia. O manifesto desprezo a esta regra de interpretação da Escritura por parte de alguns cristãos ajuda- nos a entender que os maiores inimigos da Bíblia não são os seus opositores, que em épocas de cruentas perseguições rasgaram e queimaram-na, mas grande número dos seus expositores sempre prontos a achar na Bíblia apoio para as suas idéias absurdas. Quem não conhece pelo menos um bom irmão de Bíblia sempre aberta, procurando achar o sexo dos anjos, revelar quantos anjos cabem numa cabeça de alfinete, e tantas coisas outras? 
3. Princípio três. Interprete a experiência pessoal à luz da Escritura e não a Escritura á luz da experiência pessoal. A experiência pessoal se constitui na evidência daquilo que DEUS faz em nós, por isso não pode e nem deve ser desprezada; porém, no mo- mento de determinar o que é mais importante, se a experiência pessoal ou a Escritura, para efeito de interpretação bem-sucedida da Bíblia, a Escritura é superior. Por isso ela não está sujeita a julgamento por parte da experiência pessoal, antes, a experiência pessoal é que deve se submeter ao juízo da Escritura.
4. Princípio quatro. Os exemplos bíblicos só têm autoridade prática quando amparados por uma ordem que os faça mandamento universal. Ao ler a Bíblia, fica evidente que você não está obrigado a seguir o exemplo de cada pessoa que protagoniza os acontecimentos nela encontrados. Por exemplo: o fato de Noé haver plantado uma vinha e ter se embriagado com o vinho do seu fruto, não indica que você deva fazer o mesmo. O fato de JESUS ter mandado dizer a Herodes: “Ide dizer a essa raposa que hoje e amanhã expulso demônios e curo enfermos, e no terceiro dia terminarei”, não nos autoriza a mandar portadores com recados de afronta às autoridades.
E.2) PRINCÍPIOS GRAMATICAIS DE INTERPRETAÇÃO
1. Princípio um. A Escritura tem somente um sentido, e deve ser tomada literalmente. Por mais que repudiemos os casuísmos na interpretação da Escritura, a realidade nos obriga a ver que grande parte da igreja ecumênica faz precisamente isto. Chamam- lhe emprego de “palavras- conotativas”, uma forma de “contextualizar” as Escrituras à realidade moderna. Exemplo: já não empregam a palavra “reconciliação” no sentido bíblico do homem reconciliar-se com DEUS. “Redenção” já não é empregada no sentido bíblico do homem ser salvo do pecado e do castigo. Em vez disto, dão-lhe diferente “conotação”, e opinam que ela tem a ver com a melhoria social e cultural da sociedade. “Missão” foi substituída por “diálogo”; enquanto que “conversão” é um conceito inaceitável.
2. Princípio dois. As palavras do texto bíblico devem ser interpretadas no sentido que tinham no tempo do autor. Definir o correto sentido das palavras da Bíblia não chega a ser tão difícil quanto possa parecer a princípio. No entanto, se algum esforço deve ser feito neste sentido, vale a pena pagar o preço. Assim agindo, evitaremos nos envolver com aqueles casos curiosos e jocosos como o do pregador que afirmou com segurança que JESUS era músico. Indagado sobre que tipo de instrumento JESUS tocava, disse ele: “esquife”, e citou a ressurreição do filho da viúva de Naim, particularmente Lucas 7.14: “E, chegando-se, Tocou o esquife, e disse: Mancebo, a ti te digo: Levanta-te”.
3. Princípio três. As palavras do texto bíblico devem ser interpretadas em relação à sua sentença e no seu contexto. O contexto é formado de todos os elementos de informação que circundam o texto. Citemos um exemplo apenas. Imaginemos que você esteja lendo João 3.16, e queira compreender melhor “Porque DEUS amou o mundo de tal maneira…” O que fazer? Parta do texto escolhido (Jo 3.16), e estude-o à luz do seu contexto, no caso todo o capítulo 3 do Evangelho de João. 
4. Principio quatro. Quando um objeto inanimado é usado para descrever um ser vivo, a proposição pode ser considerada figurada. As grandes passagens “Eu sou”, no Evangelho de João, ilustram a regra onde objetos inanimados são usados para descrever um ser vivo. Ali encontramos JESUS dizendo: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6.35); “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12); “Eu sou a porta” (Jo 10.9); “Eu sou o caminho” (Jo 14.6); “Eu sou a videira…” (Jo 15.1). É evidente que nenhum cristão e cuidadoso estudante da Bíblia chegaria às raias do absurdo, a ponto de acreditar que os substantivos “pão”, “luz”, “porta”, “caminho” e “videira” tenham relação literal e não figurada com a pessoa de JESUS Cristo.
E.3) PRINCÍPIOS HISTÓRICOS DE INTERPRETAÇÃO
l. Princípio um. Uma palavra nunca é compreendida completamente até que se possa entendê-la como palavra viva, isto é, originada na alma do autor. A melhor maneira de se conhecer uma pessoa é associando-se com ela. Assim também, a melhor maneira de conhecer o autor dum livro é estudando diligentemente os seus escritos, prestando especial atenção aos mínimos detalhes da sua vida. Por exemplo: quem quiser conhecer a pessoa de Moisés, deve estudar o Pentateuco, especialmente passagens como Êx 2.4; 16.15-19; 33.11;34.5-7; Nm 12.7,8; Dt 34.7-11. Quem quiser conhecer o apóstolo Paulo deverá dar especial atenção a passagens como At 7.58; 8.1-4;9.1,2,22,26; 26.9; 13.46-48; Rm 9.1- 3; l Co 15.9; 2 Co 11; 12.1-11; G1 1.13-15; 2.11-16; Fp 1.7,8,12-18; 3.5- 14; l Tm 1.13-16.
2. Princípio dois. Ë impossível entender um autor e interpretar corretamente suas palavras sem que ele seja visto à luz de suas circunstâncias históricas. Por circunstâncias, entende-se tudo aquilo que não faz parte da vida normal duma pessoa, mas que esta é levada a participar com o povo da sua época. Particularmente, quanto aos escritores da Bíblia, eles estiveram sujeitos a circunstâncias geográficas, políticas e religiosas; fatos que influíram sensivelmente nos seus escritos. Por exemplo: a menos que compreendamos as circunstâncias políticas sob as quais se achava o apóstolo Paulo, jamais poderemos compreender passagens como a de l Coríntios 12.3.
3. Princípio três. Uma vez que as Escrituras se originaram de modo histórico, elas devem ser interpretadas à luz da história. A compreensão desta regra não indica que tudo quanto a Bíblia contém só deva ser explicado historicamente. Como revelação sobre- natural de DEUS, é concebível que a Bíblia contenha elementos que transcendem os limites do histórico. A compreensão desta regra de interpretação determina, sim, que o conteúdo da Bíblia seja, em grande parte, determinado historicamente, sendo, portanto, na história que se encontra a sua explicação.
E.4). PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS DE INTERPRETAÇÃO
1. Princípio um. Você precisa compreender gramaticalmente a Bíblia, antes de compreendê-la teologicamente. Melhor explicando esta regra de interpretação teológica do texto das Escrituras, queremos dizer que você precisa entender o que diz a passagem lingüisticamente, antes de poder esperar entender o que ela quer dizer teologicamente, isto é, o seu sentido, sua mensagem.
2. Principio dois. Uma doutrina não pode ser considerada bíblica, a menos que resuma e inclua tudo o que a Escritura diz sobre ela. O propósito básico desta regra de interpretação é determinar a verdade doutrinária do texto bíblico. É evidente que a Bíblia inteira é a Palavra de DEUS; toda ela é a verdade, e tudo nela é útil para a nossa vida. Mas é igualmente importante lembrar que nem tudo na Bíblia tem o mesmo valor, nem é útil da mesma maneira. Evidentemente a determinação da legitimidade da doutrina não implica que algumas partes da Bíblia não sejam verdadeiras e que outras o sejam. Entretanto, a .verdadeira doutrina (as passagens que declaram a vontade de DEUS para o homem agora), é útil a nós de uma maneira mais particular pelo fato de exigir alguma coisa de nós de forma particular. Assim como Filipe foi usado como instrumento do ESPÍRITO SANTO para interpretar o texto de Isaías 53 ao alto oficial de Candace, resultando daí a sua conversão a Cristo, de igual modo, DEUS espera que sejamos fiéis intérpretes da Sua Palavra no mundo hoje. Não impeça- mos, pois que os homens sejam abençoados por intermédio da fiel interpretação das Sagradas Escrituras.
RESUMO DA LIÇÃO 13
O VALOR DO ESTUDO DA BÍBLIA
Estudar a Bíblia é muito mais do que apenas lê-Ia.
I - O QUE É LER A BÍBLIA
1. Leitura comum.
2. Leitura persistente.
II- O ESTUDO SIGNIFICATIVO DA BÍBLIA
1. O que é estudar.
2. O estudo aplicado da Bíblia.
III- BENEFÍCIOS NO ESTUDO DA BÍBLIA
1. Crescer em conhecimento.

2. Evitar as “meninices”.
3. Meditação.
4. Prevenção.
IV- COMO ESTUDAR A BÍBLIA
1. Com atitude espiritual.
a) Humildade.
b) Fé e oração.
c) Santidade.
2. Com atitude intelectual.
a) Método.

b) Anotações.
c) Observar regras de interpretação bíblica.
CONCLUSÃO
A Bíblia não é apenas um livro; nem mais um livro entre
tantos outros. Ela é a Palavra de DEUS.
Obs.:
SINOPSE DO TÓPICO (1) A existência de Deus não pode ser explicada somente pela lógica humana, pois a sabedoria do homem é limitada e falível.
SINOPSE DO TÓPICO (2) A humanidade, em razão do pecado, não tem como compreender e aceitar que existe um único Deus, por isso, O Eterno em sua bondade, revelou-se ao homem através de Cristo.
SINOPSE DO TÓPICO (3) Através das Escrituras Sagradas podemos conhecer a diferença entre o Deus da Bíblia e os falsos deuses.
SINOPSE DO TÓPICO (4) O Maligno usa seus ardis através do Teísmo Aberto e da Nova Era para que o homem não reconheça que o Deus da Bíblia é o Verdadeiro.
 Subsídio Teológico
“A Existência de Deus
Embora a Bíblia não apresente argumentos em favor da existência de Deus, (…) argumentos clássicos vem sendo apresentados desde a Era Medieval. Apesar de limitados em si mesmos, provêem eles, em seu conjunto, o apoio intelectual suficiente para corroborar a verdade da Bíblia. O primeiro desses argumentos é o ontológico. Defende este que um Ser Perfeito implica numa existência real. Por conseguinte, para se conceber um Ser Perfeito, é necessário se acreditar que este Ser Perfeito realmente exista. O segundo argumento clássico é o cosmológico. Segue-se de maneira coerente ao ontológico. O universo, como todos o admitimos, não existe por si mesmo. Todos os eventos que presenciamos dependem de alguma causa além deles mesmos. O terceiro argumento clássico em prol da existência de Deus é o teleológico, ou argumento do desígnio. O mundo maravilhoso descoberto pela inquirição científica desvenda uma notável e espantosa ordem em toda a natureza. As improbabilidades matemáticas de todas estas maravilhas terem ocorrido por mero acaso, leva-nos a enaltecer aquEle que é o autor de tudo quanto vemos e admiramos. O quarto argumento clássico é o moral. Ele apresenta-se como o senso inato do que é certo e do que é errado. Que ser humano não o possui? Similar ao anterior é o quinto argumento. Acha-se ele alicerçado sobre a estética ou beleza.”
  
RESUMO DO TRIMESTRE EM FIGURAS ILUSTRATIVAS
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ajuda:
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
http://universobiblico.com.br/assembleia/Users/sony.com/Desktop/videosebdnatv.htm   (VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE)
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.  
Nosso novo endereço:http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/
Veja vídeos em http://www.ebdweb.com.br/, em http://www.idbpa.net/joomla/index.php?option=com_content&task=category§ionid=10&id=44&Itemid=133&limit=50&limitstart=0 - Ou nos sites seguintes:
4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube. 
Veja http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/bibliaconstituicaodivina.htm
BÍBLIA, A CONSTITUIÇÃO DIVINA - REVISTA CPAD 4º TRIMESTRE DE 1986 - COMENTÁRIOS DE  Pr. RAIMUNDO F.DE OLIVEIRA
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