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A Conquista de Jericó - Ev. Luiz Henrique

Complementos, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTO ÁUREO
“Pela fé, caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias” (Hb 11.30).
VERDADE PRÁTICA
Fé em DEUS e obediência aos seus desígnios são virtudes imprescindíveis àqueles que desejam superar todos os obstáculos da vida espiritual.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Js 6.1-5, 15, 16, 20
1- Ora, Jericó cerrou-se e estava cerrada por causa dos filhos de Israel: nenhum saía nem entrava. 2 - Então, disse o SENHOR a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó, e ao seu rei, e aos seus valentes e valorosos. 3 - Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando a cidade uma vez; assim fareis por seis dias. 4 - E sete sacerdotes levarão sete buzinas de chifre de carneiro diante da arca, e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes; e os sacerdotes tocarão as buzinas. 5 - E será que, tocando-se longamente a buzina de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido da buzina, todo o povo gritará com grande grita; e o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si. 1 5 - E sucedeu que, ao sétimo dia, madrugaram ao subir da alva e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes; naquele dia somente, rodearam a cidade sete vezes. 16 - E sucedeu que, tocando os sacerdotes a sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade! 20 - Gritou, pois, o povo, tocan­do os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade.
Observações:
A cidade estava fechada tanto para sair como para entrar, provavelmente por grandes portões de madeira, com reforço de ferro.
O número sete quase sempre representa DEUS na bíblia ou o total do que se quer representar, como as sete igrejas do apocalipse, as sete taças, as sete pragas, os sete cavalos, os sete castiçais, etc… (7 dias dura a procissão, 7 sacerdotes levam 7 trombetas, no 7º dia dão 7 voltas).
Josué já havia enviado dois espias para sondarem aquela cidade e suas proteções contra invasão. O povo estava ansioso para ver outro milagre, pois tinham experimentado da travessia do Jordão, tinham se santificado, se circuncidado, participado da ceia e agora estavam a um passo da primeira grande batalha, mas deveriam apenas assistir “de camarote” o poder de DEUS em ação. É assim, quando estamos em comunhão com o Senhor: Ele ganha as lutas por nós, temos apenas que darmos uma pequena parcela de trabalho, o milagre é Ele que faz. O Príncipe do exército de DEUS estava ali - O poderoso nas batalhas.
A conquista da cidade de Jericó, feita pelo povo de Israel conduzido por Josué, aparece narrada no cap. 6 do livro de Josué e situa-se cerca de 1400 a.C., quando os israelitas chegaram à Palestina, a Terra Prometida.
A primeira cidade inimiga que encontraram foi Jericó, um centro importante e rico (Js 6,24), rodeado por muralhas altas e poderosas (6,5). No seu interior habitavam os cananeus, com um rei, serviços secretos de inteligência (Js 2,2) e um valoroso exército. Os israelitas, pelo contrário, eram desorganizado de tribos e clãs que vinham a fugir da escravidão do Egito. Como é que poderiam conquistar todo o país, se a primeira cidade já parecia inconquistável?
Nesse momento Deus falou a Josué e explicou-lhe a estratégia que deviam utilizar para vencer e destruir Jericó, exterminando todos os habitantes da cidade. Era um ritual estranho: durante 7 dias, marchariam em círculo à volta da cidade, com a Arca da Aliança; os sacerdotes iriam tocando as trombetas, enquanto o resto do povo acompanharia com um solene silêncio; dariam uma volta cada dia e voltariam para o acampamento, no sétimo dia rodeariam sete vezes. (Js 6,15-20).
Esta batalha de Jericó aparece como um acontecimento militar chave para o povo de Israel, uma vez que lhe abriu as portas da conquista da Palestina.
A fé não segue padrões humanos e nem vê lógica humana nas coisas. A fé obedece a DEUS e vê o resultado logo após ser exercida.
O perfeito louvor pode expulsar demônios (Caso de Davi com Saul) e demonstrar o poder de DEUS (Caso das trombetas sendo tocadas em volta dos muros).
Num dia de Sábado aconteceu a derrota de Jericó - Dia de batalha espiritual e não de descanso.
A ordem era queimar tudo, pois tudo era oferecido a deuses ou ídolos pagãos. O povo de DEUS não se suja com o mundo.
Não são os guerreiros a terem o papel principal no combate, mas os sacerdotes;
São usadas trombetas, principal instrumento musical de louvor a Deus e de oração em todas as festas religiosas (Nm 10,10);
Nenhum general dirige a batalha, mas a Arca da Aliança;
Os soldados israelitas assistem a uma procissão, e não a um combate, guardando o respeitoso silêncio próprio da oração;
O grito de guerra que lançam no último dia era o clamor que os israelitas costumavam lançar nas suas festas religiosas (2Sm 6,15; Lv 25,9; Nm 29,1);
Não nos esqueçamos que eles escreviam para que os seus relatos fossem lidos no templo, nas suas reuniões e grupos de oração.
Não rodearam muito perto dos muros, pois ficavam em cima de uma colina, cercando a cidade. Não poderiam os israelitas ficarem muito perto dos muros para não levarem flechadas, ou água quente, ou lançadas dos inimigos em cima do muro. Os muros caíram de dentro para fora e rolaram ribanceira abaixo e eles passaram por cima deles para invadir a cidade e destruir tudo, menos a casa de Raabe.
A cidade de Jericó foi descoberta em 1868, a 28 Km ao nordeste de Jerusalém, perto do Mar Morto. As primeiras escavações realizaram-se entre 1908 e 1910, pelos alemães E. Sellin y C. Watzinger. 240m abaixo do nível do mar. “cidade da lua”, nome derivado provavelmente da adoração do deus-lua - “Yarih” ou “Yerah”.
Entre 1930 e 1936 houve uma 2ª campanha arqueológica, dirigida pelo inglês John Garstang. Finalmente, entre 1952 e 1959 houve a 3ª e última campanha, dirigida pela arqueóloga Kathleen Kenyon.
A primeira surpresa surgiu quando se verificou que Jericó seria a cidade mais antiga do mundo, pois encontraram-se restos de uma muralha de defesa (com 6 metros de largura, com outro muro de 2m de largura pelo lado de dentro e uma torre de 9 metros, ainda faltando seu topo, de onde se calcula que todo o muro tinha cerca de 9m de altura com as torres mais altas, um pouco), datada de aproximadamente 4.000 a.C.
Então, Jericó erguia-se num fértil oásis, de abundantes palmeiras e tâmaras, com copiosas nascentes de água. Os habitantes da cidade enterravam os seus mortos debaixo do piso das suas próprias casas.
A 2ª grande descoberta foi que não houve apenas uma Jericó, mas muitas, pois ao longo da sua história a cidade foi destruída e reconstruída numerosas vezes, devido a catástrofes, guerras, invasões, conflitos, dando origem a um total de 17 Jericó, o que mostra a sua importância estratégica. A última Jericó que os arqueólogos encontraram foi a do ano 1550 a.C.
Há divergências quanto ao significado do nome Jericó (”lugar de perfume” ou “cidade da lua”). Em Deuteronômio 34:3 é chamada de “cidade das palmeiras”. Com certeza, pode-se afirma ser um dos mais antigos povoados de todo o Oriente Médio, com cerca de oito mil anos de existência. Em várias ocasiões, a cidade mudou de lugar, em conseqüência de guerras, terremotos e outras catástrofes que assolaram a região.
A cidade canaanita do Antigo Testamento estava localizada no sopé do Monte da Tentação, próximo da Fonte de Eliseu (2Re 2:19-22), e tinha certa importância em sua época (cerca de 3.000 anos a.C).
Essa cidade foi destruída pelos israelitas, em meados do Séc XIII a.C. ocasião em que Josué lançou-lhe uma maldição, dizendo: “Maldito seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó; sobre seu primogênito a fundará, e sobre o seu filho mais novo lhe porá as portas.” (Js 6:26).
Esta profecia teve fiel cumprimento nos dias de Hiel, o betelita, que a reedificou, sendo que “…em Abirão, seu primogênito, a fundou, e em Segube, seu filho menor, pôs as suas portas” (1Rs 16:34).
Esse lugar esteve totalmente encoberto até o ano 1907, quando foram iniciadas amplas escavações que culminaram com a descoberta das muralhas da cidade, cujas fundações eram compostas de pedras maciças, sem acabamento, sobre as quais foram eregidos os muros, em pedras de barro cozido.
Nessa ocasião, também foram escavados os restos da muralha canaanita, destruída quando da conquista dos hebreus.
A Jericó do Novo Testamento - pela qual Jesus passou inúmeras vezes, a caminho de Jerusalém - estava situada a uns 3 Km ao sul da Jericó do Antigo Testamento.
Essa cidade foi edificada na época do nascimento de Jesus e continuou crescendo até o final do Séc. III. A partir de então, foi gradualmente desaparecendo, até o Séc. VIII, quando os árabes a converteram em uma guarnição militar.
Nos últimos anos, habitantes de Jerusalém construíram em Jericó belas casas de inverno, aproveitando o seu clima subtropical que, além de excelente para passar o inverno, propicia condições para cultivo de belos jardins e inúmeras árvores frutíferas, além das variedades tradicionais, como as palmeiras e o sicômoro, a árvore na qual Zaqueu subiu para ver Jesus passar (Lc 19:4).
INTERAÇÃO
Nesta lição estudaremos “A Conquista de Jericó”. Todavia, o tema que domina todo o conteúdo é “O Triunfo da Fé” (Hb 1 1.30). O pastor e teólogo Sidlow Baxte afirma que a queda de Jericó apresenta “os princípios em que a fé opera, luta e aguarda”. Portanto, professor (a), enfatize aos alunos que na história de Js 6, a fé triunfou diante das poderosas muralhas de Jericó (v. 1). Se DEUS concedeu a vitória aos servos obedientes :- do passado, também dará aos filhos submissos do presente. Fé e obediência ,são requisitos indispensáveis para a destruição das fortalezas do Inimigo (1 Co 3.9, 2 Co 10.4). 
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Viver no cotidiano a fé bíblica.
Descrever os fatos da conquista de Jericó.
Relacionar a submissão à fé.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor (a) pergunte aos seus alunos se existem evidências arqueológicas da destruição de Jericó. Informe-os que a cidade datava de aproximadamente 7500 a.C., sendo uma das mais antigas do mundo. De acordo com dois arqueólogos, John Garstang e Bryant Wood, a data da queda de Jericó pode ser fixada em cerca de 1400 a.C. (o fim do período da Idade do Bronze Antigo). A fixação desta data harmoniza-se perfeitamente com o registro da Bíblia que afirma: a fortificação da cidade (6.1), a destruição pelo fogo (6.24), a conquista no tempo da colheita, na primavera (6.20), e a cidade abandonada , depois da conquista (6.26). Com inúmeras evidências B. Wood, provou que as desco­bertas arqueológicas da cidade de Jericó confirmam o relato e a cronologia bíblica.
Jericó, uma das mais formidáveis cidades do mundo antigo, tornara-se o maior obstáculo para Israel desde sua saída do Egito. Era uma cidade-fortaleza. Suas altas e fortes muralhas a tornavam, praticamente, indestrutível. Os habitantes daquela cidade tinham uma sensação de segurança que ninguém jamais poderia sentir em outro lugar. Apesar de parecer invencível, DEUS a entregou a Josué: “Olha, tenho dado na tua mão a Jericó” (Js 6.2). Não há nada, nem ninguém que consiga resistir ao poder e à soberania de DEUS quando Ele decide agir em favor dos seus servos.
A Queda dos Muros de Jericó
TEXTO BÍBLlCO BÁSICO Js 6.1-5,15-20; Hb 11.30
Jericó parecia indestrutível. No entanto, os filhos de Israel, orientados por DEUS, rodearam-na sete vezes. E, no sétimo dia, após a sétima volta, eis que os muros da perversa cidade palestina caem estrondosamente. Em nossa vida, também, enfrentamos dificuldades imensuráveis. Todavia, quando clamamos ao Senhor, as barreiras desaparecem. E, então, cantamos o hino da vitória!
ORIENTAÇÕES BÁSICAS
1. Incutir nos alunos o valor da perseverança e da infalibilidade das promessas do Senhor DEUS.
2. Lembrar-Ihes que, com DEUS ao nosso lado, não hã barreiras intransponíveis.
MOTIVAÇÃO
No inicio da aula de hoje, descreva rapidamente como eram os muros de Jericó. Em seguida, fale acerca de outras cidades que, à semelhança de Jericó, eram também inexpugnáveis e, no entanto, caíram por terra. Diante de DEUS, não hã barreiras! Deixe bem clara aos alunos esta sublime verdade.
Introdução
DEUS DÁ INSTRUÇÕES PARA QUE OS SACERDOTES E O EXÉRCITO RODEIEM A CIDADE
Rodeareis a cidade por seis dias
Sete sacerdotes levarão sete buzinas
Sétimo dia - Todos sacerdotes tocam, todo povo gritam.
A QUEDA DOS MUROS E A CONQUISTA DA CIDADE
O muro da cidade caíram abaixo
A fé cooperou e DEUS operou
Onde há sangue a casa não cai
A reedificação da cidade de Jericó
JERICÓ REPRESENTA AS FORTALEZAS DO MAL
As armas de nossa milícia são poderosas em DEUS
SUBSÍDIO CRONOLÓGICO
A tomada de Jericó pelos filhos de Israel deu-se entre 16 e 21 de abril de 1422 a,C.
SUBSÍDIO GEOGRÁFICO
Aqui estão mais algumas informações sobre a cidade de Jericó: “Segundo alguns pesquisadores, Jericó, se não é a cidade mais antiga do mundo, certamente é a mais antiga de toda a Canaã. Como prova disto são apresentados os vestígios de vida humana na Idade da Pedra encontrados nas camadas mais profundas de suas ruínas. Fica localizada na parte inferior do vale do Jordão, a oito quilômetros deste na direção oeste, a 12 quilômetros ao norte do Mar Morto e a 24 quilômetros de Jerusalém na direção leste; e, ainda, a 272 metros abaixo do nível do Mediterrâneo, junto da fonte de Eliseu ou Ain es-Sultan. Ao tempo da Conquista de Canaã pelo povo de Israel, Jericó era uma cidade grande e bem fortificada, dominando a passagem do Jordão ao sudeste da Palestina à margem do caminho de Jerusalém para a Transjordânia. Entretanto, foi destruída, milagrosamente, aos olhos do povo de DEUS comandado por Josué, depois de um cerco de sete dias com marchas ao redor de seus muros. (Js 6). Naquela ocasião Josué amaldiçoou o homem que viesse a reedificar a cidade o que se cumpriu cerca der quinhentos anos depois, nos dias do rei Acabe (1 Rs 16.34). Uma vez reedificada, Jericó aos poucos foi retomando seu lugar de importância e várias ocorrências ali verificadas com relação ao povo hebreu, tanto no tempo do Velho Testamento como no do Novo Testamento, estão registradas na Bíblia. A cidade moderna está a 1.600 metros a sudeste da anterior.” (Geografia Bíblica, de autoria de Osvaldo Ronis).
Raabe era realmente uma prostituta?Josué 2:1-7
“No relato desses acontecimentos Raabe é chamada em hebraico de zonah, um termo que a versão da Bíblia que conhecemos extraídas dos textos mais antigos, considera como “meretriz”. Os autores judeus, entretanto não estando dispostos a aceitar a idéia de que seus ancestrais houvessem tido um envolvimento pouco recomendável no início daquele grande empreendimento, preferiram interpretar aquela palavra como ‘hospedeira’, ou seja, alguém que mantinha uma estalagem, como se aquele vocábulo fosse derivado da palavra hebraica que significa ‘alimentar’. Os intérpretes cristãos estão inclinados a adotar esta interpretação pelo caráter da mulher sobre quem o apóstolo Paulo muito bem falou, e também porque Mateus 1:5 dá entender que ela mais tarde se tornou ancestral de Jesus Cristo por casar-se com Salmom, príncipe de Judá. No entanto, devemo-nos limitar a considerar os fatos como os conhecemos, e não distorcê-los a fim de resolver as dificuldades encontradas. Hoje em dia, é universalmente admitido por todo estudiosos hebreus consciente, que ‘zonah’ significa ‘meretriz’ e não hospedeira. Em todos os textos onde aparece, essa palavra tem o significado de ‘meretriz’, e a idéia de ‘hospedeira’ não é representada por esta ou qualquer outra palavra hebraica, pois a função relativa a ela não existia naquela época. Não havia estalagens naquele tempo, e eventualmente quando se passou a usar certos tipos de albergues, em qualquer país do Oriente eles certamente nunca foram dirigidos por mulheres. Por outro lado, estrangeiros vindos da outra margem do rio, poderiam entrar na casa de uma prostituta sem que isso levantasse suspeitas. Os beduínos do deserto freqüentemente assim procedem hoje em dia em suas visitas ao Cairo e Bagdá.
A casa deste tipo de mulher era também a única que eles, como perfeitos estranhos poderiam ter acesso, e certamente também era o único lugar onde conseguiriam obter a informação de que necessitavam, sem levantar suspeitas de outros homens. A ocorrência de analogias na palavra, na coisa toda em si, e na probabilidade das circunstâncias, deve ser suficiente para resolver a questão. Se a nossa preocupação refere-se à moralidade de Raabe, a melhor prova que temos de que ela mudou sua vida reside no fato de ela haver subseqüentemente se casado com Salmom; isto implica em uma prévia conversão ao judaísmo, para o que, de fato, sua conversa com os espias demonstra que estava preparada.” (Fallows, Bible Commentary,Vol. 3, p. 1424).
Que Raabe possuía uma fé sincera em Jeová e evidenciado pelo fato de que tanto Paulo como Tiago a citaram como exemplo daquele grande atributo (veja Hebreus 11:31; Tiago 2:25).
APLICAÇÃO PESSOAL
“Pela fé, caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias” (Hb 11.30). A fé não busca a lógica da razão humana. A razão desconhece as razões da fé. Para os habitantes e soldados de Jericó, diante daquele muro intransponível estava apenas um grupo de estrangeiros ou beduínos à procura de uma batalha inglória. Quase é possível ouvi-Ios zombando daqueles sem-terra, com chifres de carneiro no lugar de uma lança; com uma caixa de ouro em vez de carros de guerra. Porém, a fé não necessita de forças bélicas; não suplica por armamento, mas por obediência e ousadia no Senhor. Ao toque da buzina, um abalo sísmico talvez, porém pouco importa os meios, os muros da grande cidade ruíram. Esta é a lógica da fé: O impossível se torna possível quando estamos na relação certa com DEUS.
Obs.: Nem todo o muro caiu, um pedaço não caiu! Depois de tudo ruir, restava um pedaço do muro, em cima, uma casa, na casa uma janela, na janela um fio vermelho, dentro da casa uma família salva pela graça de DEUS, mediante a fé de Raabe, a prostituta que se tornou matriarca da família de JESUS.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Arqueológico “A evidência de Jericó”
O arqueólogo B. Wood tem demonstrado que uma vez que a destruição esteja corretamente datada, a evidência arqueológica se harmoniza perfeitamente com o registro bíblico:
1) A cidade era extremamente fortificada no período da Idade do Bronze I, o tempo da conquista de acordo com a cronologia bíblica (Js 2.5,7,15; 6.5,20).
2) A cidade foi maciçamente destruída pelo fogo (Js 6.24).
3) Os muros de fortificação caíram ao mesmo tempo em que a cidade foi destruída, possivelmen­te por uma atividade sísmica (Js 6.20).
4) A destruição ocorreu no tempo da colheita da primavera, conforme indicado por grandes quantidades de grãos estocados na cidade (Js 2.6; 3.15; 5.10).
5) O ataque a Jericó foi breve, uma vez que o grão estocado na cidade não foi consumido (Js 6.15,20).
6) Os grãos não foram saqueados, como era usualmente na antigüidade, de acordo com a ordem divina (Js 6.17,18).
7) Os habitantes não tiveram nenhuma oportunidade de fugir com os produtos alimentícios (Js 6.1).
8) Jericó ficou abandonada por um período seguinte a destruição, de acordo com a maldição de Josué (Js 6.26).”
(PRICE, R. Arqueologia bí­blica. 5.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.134.)
Dados Arqueológicos sobre Jericó
Jericó desperta a atenção de arqueólogos e estudiosos por ser uma das cidades mais antigas do mundo. As escavações as ruínas de Jericó foram conduzidas pelo Dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém, e do Departamento de Antigüidades do governo da Palestina (1929-36) e após a II Guerra Mundial, por Kathleen Kenyon. 
Os estudos arqueológicos narram que numa época muito anterior a invasão de Josué, existia culto aos mortos em Jericó, esta prática tinha manifestações muito interessantes: os cadáveres eram decapitados e as cabeças conservadas, modelando-se-lhes os traços com argila colocando no crânio e inserindo fragmentos de conchas nas órbitas dos globos oculares. Esses crânios “refeitos” oferecem-nos preciosas informações sobre as características étnicas das populações que habitavam a região muito antes dela ser tomada por Josué e talvez sejam os mais antigos retratos conhecidos. Uma nota arqueológica do Manual Bíblico de H.H.Halley aponta que Garstang encontrou em sua escavação nas ruínas de Jericó, a cidade queimada a fogo; muros derrubados; gêneros alimentícios carbonizados; cerâmica e escaravelhos, provas que evidenciam que a cidade tinha sido destruída cerca de 1.400 a.C. (segundo a datação arqueológica adotada por este arqueólogo); coincidindo com o tempo de Josué e descobriu evidências muito pormenorizadas que confirmam a narrativa bíblica de modo notável .
E a muralha ruiu por terra… (Josué 6:20). O Dr. Garstang descobriu que o muro realmente “foi abaixo”, caiu, e que era duplo; os dois muros ficavam separados um do outro por uma distância de 5 m; o muro externo tinha 2 m de espessura; o interno, 4 m; ambos de uns 10 m de altura. Eram construídos não muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de 10 cm de espessura, por 30 a 60 cm de comprimento, assentados em argamassa de lama. Os dois muros se ligam entre si por meio de casas construídas de través na parte superior, como a casa de Raabe “sobre o muro”. Verificou também que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas à proporção que rolavam ladeira abaixo. O Dr. Garstang pensa haver indícios de que o muro foi derribado por um terremoto.
 
Queimaram a cidade…(Josué 6:24). Sinais da conflagração e destruição ficaram bem nítidos. Garstang encontrou grandes camadas de carvão vegetal e cinzas e ruínas do muro avermelhado pelo fogo. O muro externo foi o que mais sofreu, as casas ao longo foram arrasadas pelo incêndio. Garstang encontrou debaixo das cinzas e dos muros caídos, nas ruínas de salas de provisões, abundância de gêneros alimentícios, trigo, cevada, tâmaras, lentilhas e semelhantes, reduzidos a carvão pelo calor intenso, e intactos: evidência de que os conquistadores, Josué e seu exército, evitaram apropriar-se dos alimentos, como lhes fora ordenado (Josué 6:18).

Acima temos uma reconstrução da torre de vigia e o plano baixo com algumas localizações referentes a cidade antiga de Jericó, os dados presentes são de escavações recentes. Uma imponente torre de vigia, erguida em pedra, guarda a cidade de Jericó. Medindo pelo menos 8,50 metros, da base ao topo, a torre foi construída com pedras de talhe grosseiro e unidas com barro; obtinha-se acesso ao teto plano por uma escada íngreme que partia de uma estrada na base, como mostra o corte desta reconstrução . O ponto vermelho na planta indica a torre que ficava bem junto a parte interna da muralha da cidade; acredita-se que também se situasse internamente a abundante fonte perene (ponto azul), embora a parte da muralha identificada pela linha interrompida marrom ainda não tenha sido escavada. As curvas de nível mostram a íngreme inclinação atual do terreno resultante de camadas de ocupação que se superpuseram durante milhares de anos.

 

SINOPSE DO TÓPICO (1) Josué, quando preparava o povo para a conquista, encontrou­se com Jeová, que se manifestara como “príncipe do exército do Senhor.
SINOPSE DO TÓPICO (2) Jericó era uma cidade-fortaleza, cercada de muros colossais e considerada invicta pelos cananeus.
SINOPSE DO TÓPICO (3) Josué e o povo obedeceram irrestritamente a DEUS, contor­nando a cidade de Jericó várias vezes até o momento de os muros ruírem e a fortaleza ser conquistada.
Ajuda:
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
http://universobiblico.com.br/assembleia/Users/sony.com/Desktop/videosebdnatv.htm   (VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE)
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.  
Nosso novo endereço:http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/
Veja vídeos em http://www.ebdweb.com.br/, em http://www.idbpa.net/joomla/index.php?option=com_content&task=category&sectionid=10&id=44&Itemid=133&limit=50&limitstart=0 - Ou nos sites seguintes:
4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube. 
Veja http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/bibliaconstituicaodivina.htm  
http://br.geocities.com/aguazul2001br/Biblia/Antigo/Intrjsue.htm
http://www.geocities.com/pjchronos/Jerico/jer_arqu.htm
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    EDMUNDO DOS SANTOS
    Escreveu:

    IRMAO EVANGELISTA LUIZ HENRIQUE; Apartir de quinta fera d/semana eu procuro a EBD na web para assistir a sua aula que e uma bençao pois tambem sou professor de escola dominical e o seu trabalho de audio e vidio tem me dado inspiraçao;;

    este fim de semana nao encontrei ; o que aconteceu? senti falta da sua aula que tem sido uma bençao na minha vida

    SOU DA ASSEMBLEIA DE DEUS MINIST/ DO BELEM (RIO CLARO)

    A PAZ DO SENHOR


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    sandra
    Escreveu:

    Querido irmão este site tem sido uma benção, e nos tem auxiliado muito nas aulas da escola dominical, tem sido muito graficante,muito proveitoso mesmo, não quero perder uma aula sua, gostaria de que os mapas, e as figuras fossem colocadas de modo que pudessem “colar” para usar na nossa aula, na nossa igreja. Desde já muito agradecida por todo esse trabalho. Sou membra da Ass. De Deus em São Paulo-Guaianazes - Pastor Jairo Bartolomeu da Rocha. A paz do Senhor(Aguardo respostas quanto aos mapas e figuras)


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    Luiz Henrique de Almeida Silva
    Escreveu:

    A paz do Senhor. Era só entrar em http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/videosebdnatv.htm - desde Sexta-feira a noite estava pronto, não deu tempo para ser colocado aqui.


  4. Warning: file_get_contents(http://...@hotmail.com) [function.file-get-contents]: failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 404 Not Found in /home/storage/1/49/c5/ebdweb1/public_html/wp-content/plugins/bbuinfo-blogblogs-user-info-plugin/bbuinfo.php on line 174
    Luiz Henrique de Almeida Silva
    Escreveu:

    Irmã Sandra é só entrar em http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/ e depois em EBD e ver a lição desejada.


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    PR JONAS CORREA
    Escreveu:

    ==Gostaria de saber sobre a km que tinha o muro de jericó.
    ==Por favor me ajude estamos num debate na ESCOLA DOMIICAL.

    ATT Jonas

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