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Arquivos de Janeiro de 2009

Dados Arqueológicos sobre Jericó

 Jericó desperta a atenção de arqueólogos e estudiosos por ser uma das cidades mais antigas do mundo. As escavações as ruínas de Jericó foram conduzidas pelo Dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém, e do Departamento de Antigüidades do governo da Palestina (1929-36) e após a II Guerra Mundial, por Kathleen Kenyon. Crânios revestidos de argila encontrados em JericóOs estudos arqueológicos narram que numa época muito anterior a invasão de Josué, existia culto aos mortos em Jericó, esta prática tinha manifestações muito interessantes: os cadáveres eram decapitados e as cabeças conservadas, modelando-se-lhes os traços com argila colocando no crânio e inserindo fragmentos de conchas nas órbitas dos globos oculares. Esses crânios “refeitos” oferecem-nos preciosas informações sobre as características étnicas das populações que habitavam a região muito antes dela ser tomada por Josué e talvez sejam os mais antigos retratos conhecidos. Uma nota arqueológica do Manual Bíblico de H.H.Halley aponta que Garstang encontrou em sua escavação nas ruínas de Jericó, a cidade queimada a fogo; muros derrubados; gêneros alimentícios carbonizados; cerâmica e escaravelhos, provas que evidenciam que a cidade tinha sido destruída cerca de 1.400 a.C. (segundo a datação arqueológica adotada por este arqueólogo); coincidindo com o tempo de Josué e descobriu evidências muito pormenorizadas que confirmam a narrativa bíblica de modo notável .

E a muralha ruiu por terra… (Josué 6:20). O Dr. Garstang descobriu que o muro realmente “foi abaixo”, caiu, e que era duplo; os dois muros ficavam separados um do outro por uma distância de 5 m; o muro externo tinha 2 m de espessura; o interno, 4 m; ambos de uns 10 m de altura. Eram construídos não muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de 10 cm de espessura, por 30 a 60 cm de comprimento, assentados em argamassa de lama. Os dois muros se ligam entre si por meio de casas construídas de través na parte superior, como a casa de Raabe “sobre o muro”. Verificou também que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas à proporção que rolavam ladeira abaixo. O Dr. Garstang pensa haver indícios de que o muro foi derribado por um terremoto. 
 
Queimaram a cidade…(Josué 6:24). Sinais da conflagração e destruição ficaram bem nítidos. Garstang encontrou grandes camadas de carvão vegetal e cinzas e ruínas do muro avermelhado pelo fogo. O muro externo foi o que mais sofreu, as casas ao longo foram arrasadas pelo incêndio. Garstang encontrou debaixo das cinzas e dos muros caídos, nas ruínas de salas de provisões, abundância de gêneros alimentícios, trigo, cevada, tâmaras, lentilhas e semelhantes, reduzidos a carvão pelo calor intenso, e intactos: evidência de que os conquistadores, Josué e seu exército, evitaram apropriar-se dos alimentos, como lhes fora ordenado (Josué 6:18).

 Reconstrução da torre   (corte) Plano baixo: localização da torre e da fonte perene
 

Acima temos uma reconstrução da torre de vigia e o plano baixo com algumas localizações referentes a cidade antiga de Jericó, os dados presentes são de escavações recentes. Uma imponente torre de vigia, erguida em pedra, guarda a cidade de Jericó. Medindo pelo menos 8,50 metros, da base ao topo, a torre foi construída com pedras de talhe grosseiro e unidas com barro; obtinha-se acesso ao teto plano por uma escada íngreme que partia de uma estrada na base, como mostra o corte desta reconstrução . O ponto vermelho na planta indica a torre que ficava bem junto a parte interna da muralha da cidade; acredita-se que também se situasse internamente a abundante fonte perene (ponto azul), embora a parte da muralha identificada pela linha interrompida marrom ainda não tenha sido escavada. As curvas de nível mostram a íngreme inclinação atual do terreno resultante de camadas de ocupação que se superpuseram durante milhares de anos.
 Escadaria da torre Torre de Jericó

Publicado no site do Projeto Chronos

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Jericó

 

Jericó (Tell al-Sultan) é uma das mais antigas cidades do mundo, datando da Idade da Pedra, segundo a arqueóloga Kathleen Kenyon, que a estudou em 1953. Desde as primeiras pesquisas arqueológicas, no início do século XX, surgiram evidências conclusivas de muralhas derrubadas. Há um único ponto onde ainda existe uma ruína da imponente muralha dupla (datada da Idade do Bronze): uma torre de mais de oito metros de altura (a parte superior já não existe) que se encontra na parte noroeste (a mais alta) da muralha de Tell al-Sultan. Os arqueólogos Ernst Sellin e Carl Watzinger, que escavaram Jericó entre 1907 e 1909, encontraram os fundamentos da muralha dupla, a parte mais antiga (sólidos alicerces de dois metros de espessura) envolvendo a mais recente (aproximadamente quatro metros de espessura), ambas da Idade do Bronze. As duas partes da muralha eram separadas por um espaço de aproximadamente cinco metros. Como a cidade era pequena, casas foram construídas nesse espaço entre as partes da muralha. Eram visíveis na escavação grossas camadas de cinzas e os escombros das habitações da muralha. John Garstang, escavando Jericó (1929-1936), concluiu que a cidade foi destruída por volta de 1400 a.C. Durante a escavação, a evidência de que a muralha tinha caído de dentro para fora deixou Garstang tão impressionado que ele fez com que o relatório da pesquisa fosse assinado por dois outros membros da equipe, além dele mesmo. Garstang trouxe à luz grandes quantidades de madeira que não fora queimada sob toneladas de tijolos, depósitos de grãos que não foram saqueados, pedras esmiuçadas e evidências de que tetos de casas desabaram sobre os utensílios domésticos, mas também de tijolos enegrecidos, cinzas e madeiras carbonizadas, indicando que as casas ao longo da muralha dupla foram queimadas até o alicerce. Pode-se afirmar com certeza que após a queda da muralha a cidade foi incendiada pelos israelitas (Josué 6:24) e que estes não se apropriaram de despojos (Josué 6:18), o que se encontra em exata harmonia com o relato bíblico.

Em 1928, quando Garstang havia escavado Hazor (Tell al-Qedah) não encontrara nenhuma evidência de ocupação entre 1400 e 1200 a.C. Isso o levou a concluir que Hazor não tinha sido habitada no período de Josué, embora a Bíblia afirme o contrário (Josué 11:10-11). Entre 1955 e 1958 o arqueólogo Yigael Yadin voltou a escavar o tell e encontrou diversas ruínas datadas da época de Josué, inclusive edifícios públicos e palácios, com suas esculturas e pilares. Antes da conquista, a cidade era dividida em duas partes (uma “cidade alta” e uma “cidade baixa”). Tanto a “cidade alta” quanto a “cidade baixa” eram fortificadas com muros e portões. Além disso, Yadin encontrou a camada de ruínas e cinzas da destruição da cidade nos dias de Josué. Após a destruição, a “cidade alta” voltou a ser ocupada. Mais uma vez a narrativa bíblica estava certa. Mencionando a escavação de Yadin, a conceituada Encyclopaedia Britannica (Benton, W. & University of Chicago: Chicago, 1964, v. 11, p. 202) declara a respeito de Hazor: “foi abandonada por causa da conquista israelita de Canaã.” Clique aqui para ler o texto completo »

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União de Blogueiros Evangélicos

UNIÃO DE BLOGUEIROS EVANGÉLICOS
Blogando o Evangelho na Net

Depois de algum tempo de debate e solicitação de vários colegas da blogosfera cristã, criamos nesta oportunidade o “Blogueiros Evangélicos“, com a finalidade de abrir um espaço onde seja possível unir blogueiros cujos blogs falam eminentemente sobre o Cristianismo e sobre a Palavra de Deus.

A intenção é criar um ambiente virtual onde cristãos comprometidos e dispostos a cumprir o Ide do Senhor Jesus, principalmente no âmbito da internet, possam “dialogar” sobre os diversos temas no que diz respeito ao cristianismo, trocar idéias, debater e, sobretudo, divulgar seus trabalhos.

OBJETIVOS

  • Criar um espaço virtual onde congreguem blogueiros evangélicos;
  • Apresentar ferramentas e idéias para a melhoria dos blogs evangélicos;
  • Colocar em debate temas atuais sob o foco da Palavra de Deus;
  • Indicar assuntos para publicação de posts com vistas a defesa da fé cristã;
  • Divulgar os blogs de acordo com os temas abordados;
  • Aprimorar a arte da escrita;
  • Intensificar a participação de cristãos na blogosfera;
  • Trocar dicas sobre blogs e internet. QUEM PODE PARTICIPAR?
  • Todos blogueiros evangélicos que possuam blogs voltados eminentemente para a divulgação da Palavra de Deus, inserido-se nessa definição a publicação de mensagens bíblicas, estudos, ensaios e comentários sobre fatos sociais à luz da Bíblia, sobre os diversos temas relativos ao cristianismo como teologia, apologia, louvor e adoração, etc. Clique aqui para ler o texto completo »

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    É tempo de blogar!

    João Cruzué

    “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.” Isaías 55:10 e 11.

    Estamos diante de um tempo ímpar. Com a maturidade da era digital, computadores e softwares disponibilizam a palavra escrita com imagens em qualquer lugar do mundo. Uma oportunidade sem igual está disponível diante de nós. O desenvolvimento tecnológico não para. Movido pelo prazer e pela competição, homens e empresas já não podem mais esconder seus conhecimentos, sob pena de perder o lugar nos negócios e na história. É tudo muito rápido. Quero deixar aqui a opinião de um cristão consciente: Assim como Deus colocou nas mãos de Martinho Lutero a imprensa pelas mãos de Gutemberg, este mesmo Deus tem colocado nas mãos dos cristãos de hoje uma tecnologia muito mais rápida, eficiente, acessível, e gratuita. Hoje podemos escrever para o mundo.

    Em 07 de agosto de 1991, o inglês Tim Berners-Lee colocou online o primeiro site e a primeira página em linguagem HTML, no CERN, e passou para a história. Naquela página estava uma aula de Internet. O conceito da WWW, de como criar um browser (navegador) e como configurar e instalar um host (servidor). Ele não patenteou o invento. É de uso livre. Ninguém na época jamais imaginou o tremendo potencial e versatilidade que estavam escondidos naquelas poucas linhas. Se fosse quantificar hoje o valor de sua criação, segundo analistas, valeria mais de um trilhão de dólares. Mas está aí de graça para ser aprendido e usado livre e universalmente.

    De lá para cá centenas de outras mentes iluminadas pelo mesmo Deus foram acrescentando novas tecnologias e novos softwares compondo um ferramental ágil, poderoso e de alcance global. Depois das comunidades científicas, o comércio mundial se apropriou deste conhecimento. Hoje, pela manhã, estava pesquisando o preço de um conjunto de sofás, online, sem sair de casa. Bilhões em produtos e serviços são comprados e vendidos assim, sem precisar sair de casa. Indústrias, bancos, supermercados, hotéis, escolas, academias, clubes, etc. O mundo está ao alcance de nossos dedos.

    Infelizmente, não foram somente empresas normais que tiveram acesso a este conhecimento e a esta ferramenta, a Internet. Muitas coisas que são condenadas pela Bíblia e promovidas pelo adversário também estão ali: a prostituição, a pornografia, o terrorismo, a discriminação, as drogas, venda de armas, contrabando, difamações, pedofilia, e muitas outras coisas podres que não são aceitas por um cristão. É por isso que a Igreja do Senhor não pode ficar de braços cruzados e deixar de iluminar e salgar a comunidade global que usa a Internet. O bom cheiro de Cristo deve ser espalhado pelas palavras de um texto de conteúdo 100% cristão. Clique aqui para ler o texto completo »

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    Jericó

    Heb. Yerichô, “cidade do (deus) lua”, ou “lugar da fragrância”; Gr. Iericho.

    Uma cidade importante no vale do Jordão, por vezes apelidada de “a cidade das palmeiras” (Dt 34:3; Jz 1:16; Jz 3:13; 2Cr 28:15). Localiza-se cerca de 8 km a oeste do rio, cerca de 13 km a norte do Mar Morto e 24 km a nordeste de Jerusalém em linha recta, na base das montanhas da Judeia, na zona mais alta do Vale do Jordão. Situa-se 250 metros abaixo do nível do mar mas a 140 metros acima do leito do rio. Possui um clima quase tropical. Por isso crescem ali palmeiras e actualmente também bananeiras.

    Embora as escavações efectuadas mostrem que Jericó é uma das mais antigas cidades do mundo, não é mencionada em nenhum registo antigo, para além da Bíblia. Quando os israelitas invadiram Canaan, Jericó, que se situava na principal estrada que ligava o Este ao Oeste, foi o seu primeiro obstáculo na invasão da Palestina Ocidental. Uma vez que foi a primeira cidade a ser conquistada na Terra Prometida, Josué declarou que os seus tesouros seriam dedicados a Deus como oferta (Js 6:17-19). A história da sua queda é bem conhecida. Foram enviados homens para espiar a terra. Raabe mostrou-se hospitaleira para com eles, protegendo-os e ajudando-os a escapar quando foram perseguidos pelos habitantes de Jericó. Como recompensa por tê-los ajudado e também pela sua fé no Deus dos israelitas, os espiões prometeram salvar-lhe a vida e os bens, uma promessa que foi fielmente cumprida (Js 2:1-22, Js 6:22, 23, 25). Depois que os israelitas atravessaram o Jordão, acamparam em Gilgal, perto de Jericó (Js 5:10) e marcharam à volta da cidade uma vez por dia durante seis dias. No sétimo dia marcharam à volta da cidade sete vezes e depois, ao sinal das trombetas, gritaram. Nesse momento, os muros da fronteira ruíram (Js 6:8-21). Os israelitas entraram na cidade, destruíram os seus habitantes, com excepção de Raabe e da sua família e queimaram tudo, excepto determinados objectos que seriam usados no santuário (Js 6:1-21, 24). Josué, então, pronunciou uma maldição sobre todo aquele que tentasse reconstruir Jericó no futuro (Js 6:26).

    Embora a cidade, como tal, não fosse reconstruída até aos dias de Acabe, houve quem morasse nas suas proximidades, pois o nome continuou a ser usado (ver 2Sm 10:5). Na divisão do país, Jericó encontrava-se na fronteira entre Efraim e Benjamim, tendo sido atribuída a Benjamim (Js 16:1, 7; Js 18:12, 21). Eglom, o rei de Moabe, oprimiu os israelitas no início do período dos juizes e tomou Jericó para si (Jz 3:13). Os mensageiros de David, ao voltarem do encontro com o rei amonita, que os insultou, rapando-lhes metade das suas barbas, permaneceram em Jericó até estas voltarem a crescer (2Sm 10:5; 1Cr 19:5). No tempo de Elias, Hiel reconstruiu a cidade e, de acordo com a maldição pronunciada por Josué, perdeu dois dos seus filhos (1Rs 16:34). Ainda no tempo do profeta Elias, viveu em Jericó uma comunidade de profetas (2Rs 2:4, 5, 15, 18) e mais tarde, Eliseu sarou a fonte das águas ali existente (2Rs 2:19-22). Um século mais tarde, Jericó foi o cenário da libertação de cativos de Judá, capturados pelo exército do rei Peca, de Israel (2Cr 28:15). Nos últimos dias do reino de Judá, o exército babilónico capturou Zedequias nas proximidades de Jericó (2Rs 25:5; Jr 39:5; Jr 52:8). A população de Judá deve também ter sido levada cativa porque 345 descendentes dos seus antigos habitantes voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ed 2:34; Ne 7:36). Algumas pessoas de Jericó ajudaram Neemias a reconstruir o muro de Jerusalém (Ne 3:2). Clique aqui para ler o texto completo »

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    A Conquista de Jericó - Pb. José Roberto A. Barbosa

    Texto Áureo: Hb. 11.30 - Leitura Bíblica em Classe: Js. 6.1-5, 15, 16, 20
    Objetivo
    : Mostrar que a fé em Deus e a obediência aos Seus desígnios é condição essencial para conquistarmos vitórias.

    INTRODUÇÃO
    Um dos fatos mais inspiradores na história das conquistas de Israel, nos tempos de Josué, é a queda de Jericó. Na lição de hoje estudaremos a respeito desse grande feito, descreveremos, inicialmente, a Jericó daqueles tempos, em seguida, meditaremos a respeito da liderança de Josué e da intervenção de Deus na conquista da cidade, e por último, refletiremos sobre a importância da fé na conquista de vitórias, tanto naqueles dias quanto nos tempos atuais.

    1. JERICÓ NOS TEMPOS DE JOSUÉ
    A palavra Jericó quer dizer “Lugar de Fragrâncias”, devido ao odor exalado pelas rosas daquele lugar. Nos dias de Josué, Jericó era uma cidade imensa, cercada por muralhas que tinha cerca de nove metros de altura e seis de espessura (Js. 2.5,15; 6.2,5,20; 12.9). Os cidadãos eram abastados, sendo produtivos os terrenos da região (Dt. 34.3; Jz. 1.16; 3.13). Situava-se no lado ocidental do Mar Morto e ao sopé das montanhas que dão acesso à planície de Judá. Era conhecida pelo nome de Cidade das Palmeiras (Jz. 3.13). A primeira menção que se faz dela nas Escrituras é quando os israelitas se acamparam nas planícies de Moabe, do outro lado do Jordão (Nm. 22.1; 26.3). Devido à localização estratégica, sua conquista se tornava fundamental para o avanço dos filhos de Israel. Clique aqui para ler o texto completo »

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    TV EBD - Lições Espirituais do Pós-Jordão - Ev. Luiz Henrique

    Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - Lições Espirituais do Pós-Jordão. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD.

    1ª Parte - Lição 4 - 1T/2009 - 1ª parte

    2ª Parte - Lição 4 - 1T/2009 - 2ª parte

    3ª Parte - Lição 4 - 1T/2009 - 3ª parte

    4ª Parte - Lição 4 - 1T/2009 - 4ª parte

    5ª Parte - Lição 4 - 1T/2009 - 5ª parte

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    Lições Espirituais do Pós-Jordão - Pr. Osiel Varela

    Texto Áureo: Js.5. 9: Disse mais o Senhor a Josué: Hoje revolvi de sobre vós o opróbrio do Egito; pelo que o nome daquele lugar se chamou Gilgal, até o dia de hoje.

    Leitura Bíblica em Classe:

    Js. 4.1-3;5.2,3;10-12

    Texto destaque devocional:

    Js.4.19: O povo, pois, subiu do Jordão no dia dez do primeiro mês, e acampou-se em Gilgal, ao oriente de Jericó. E as doze pedras, que tinham tirado do Jordão, levantou-as Josué em Gilgal; e falou aos filhos de Israel, dizendo: Quando no futuro vossos filhos perguntarem a seus pais: Que significam estas pedras? fareis saber a vossos filhos, dizendo: Israel passou a pé enxuto este Jordão.

    Dados e informações necessárias:

    1-Época do evento:

    Os  filhos de Israel entraram na Terra de Canaã aproximadamente no ano 1466 antes de Cristo.

    2-Qualificação da essencialidade e expectativa divina quanto a Terra Prometida:

    O melhor da Terra.

    Habitarem o «lebensraum», uma espécie de espaço vital da Terra Prometida: Deuteronômio 20. «quanto às cidades daqueles povos que o Senhor, teu Deus, te há-de dar por herança, não deixarás subsistir nelas nem uma só alma. Votarás à destruição, o heteu, o amorreu, o cananeu, o farezeu, o heveu e o jebuseu como te ordenou o Senhor, teu Deus.»

    3-Pontos geográficos importantes:

    Gilgal - lugar de retirada do opróbrio.

    História contemporânea:

    No sítio de Gilgal acha-se, agora, a povoação de Tell-Jiljul, distante sete km do rio Jordão, e 2.400 metros de Er-Riha (Jericó). Clique aqui para ler o texto completo »

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    Lições Espirituais do Pós-Jordão - Pr. Adilson Guilhermel

    LIÇÕES ESPIRITUAIS DO PÓS-JORDÃO - Js 4.1-3; 5.2,3, 10-12

    Lição 4 - 25/01/2009

    Texto Bíblico: Js 5.9  Disse então o Senhor a Josué: Hoje revolvi de sobre vós o opróbrio do Egito; pelo que se chama aquele lugar: Gilgal, até o dia de hoje.

    NO SOLO DA RESSURREIÇÃO O OPRÓBRIO DO PECADO DESAPARECE

    1.    DEUS REMOVEU A VERGONHA DE UM POVO

    • Saíram da escravidão para a libertação - Lv 25.38 Eu sou o SENHOR vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos dar a terra de Canaã, para ser vosso Deus.
    • Saíram do sofrimento para a consolação - Êx 3.7 E disse o SENHOR: Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores
    • Saíram da humilhação para a exaltação - Js 5.9 Disse mais o SENHOR a Josué: Hoje retirei de sobre vós o opróbrio do Egito; por isso o nome daquele lugar se chamou Gilgal, até ao dia de hoje.

    2.    DEUS DEVOLVEU A DIGNIDADE DE UM POVO

    • Com a promessa da supremacia - Dt 28.13 E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir.
    • Com a promessa da abundancia - Lv 26.9 E para vós olharei, e vos farei frutificar, e vos multiplicarei, e confirmarei a minha aliança convosco.
    • Com a promessa da hegemonia - Lv 26.12 E andarei no meio de vós, e eu vos serei por Deus, e vós me sereis por povo.

    3.    DEUS RESTITUIU A FELICIDADE DE UM POVO

    • Com a renovação da aliança divina - Js 5.3 Então Josué fez facas de pederneira, e circuncidou aos filhos de Israel em Gibeáte-Haaralote.
    • Com a celebração da páscoa divina - Js 5.10 Estando, pois, os filhos de Israel acampados em Gilgal, celebraram a páscoa no dia catorze do mês, à tarde, nas planícies de Jericó.
    • Com a satisfação da provisão divina - Js 5.12 E no dia depois de terem comido do produto da terra, cessou o maná, e os filhos de Israel não o tiveram mais; porém nesse ano comeram dos produtos da terra de Canaã.

    Os esboços são elaborados exclusivamente pelos textos bíblicos da lição.

    Pr Adilson Guilhermel

    Publicado no site Esboços EBD

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    Lições Espirituais do Pós-Jordão - Pr. Edevir Peron

    INTRODUÇÃO

    A Bíblia Sagrada é uma verdadeira fonte para tirarmos lições espirituais, e aplicarmos em nossos dias; principalmente em texto como estes, onde podemos ver Deus operando na vida destes homens, que se dedicaram, e se empenharam em executar a vontade de Deus. Analisaremos cada ponto com atenção para entendermos e saber o propósito de Deus em cada um deles, e o que representam para nós nestes dias atuais.

    I. -LIÇÕES DO MEMORIAL DE PEDRAS (4.1-24)             

    1. O que é um memorial.

    Memorial; do hebraico ????????? (zikk?rôn); pelo latim memoriale “Escrito que relata fatos memoráveis, memórias”; e algo que representa alguma coisa que se passou, e que deve ser lembrado pelas pessoas que presenciaram, principalmente gerações futuras, que precisam conhecer esses fatos para ter base naquilo que estão fazendo e esperando.

    2. O memorial de pedras.

    A ordem de Deus a Josué e que ordenasse ao povo que retirasse do fundo do Jordão, no momento em seco, 12 ????? (?eben), “pedras”, e com elas levantassem ao lugar do acampamento (Js 4.1-3,8). E aquelas pedras deveriam permanecerem com o povo, para que quando os filhos, isto é, futuras gerações perguntasse o porque daquelas pedras, e o que significava, então os mais velhos poderiam contar a bela historia da travessia do Jordão (Js 4.4-7,22-24). Mais tarde, Josué levantou aquelas pedras por memorial em Gilgal (Js 4.20).     

    Um outro memorial de pedras foi levantado no fundo do rio Jordão (Js 4.9), este era um memorial que foi  coberto pelas águas quando retornaram ao leito, transbordando como dantes (Js 4.18).  Este memorial não seria visto pelo povo, pois estaria submerso, isto fala da fé que todo homem deve ter no invisível, mas existente. A nossa fé não esta baseada nas coisas visíveis, mas nas invisíveis, porque andamos por fé, e não por vista (2Co 5.7).  

    3. Diferença entre memorial e idolatria.

    Memorial, como vimos acima se trata de alguma coisa que nos faça lembrar-se de acontecimentos passados, que ao contrario, poderia cair no esquecimento. Clique aqui para ler o texto completo »

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