Arquivos de Março de 2009
Publicado em 30 de Março de 2009 as 07:20:00 PM
Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000-Fone: 3084 1524
LIÇÃO 01 - CORINTO - UMA IGREJA FERVOROSA, MAS NÃO ESPIRITUAL
INTRODUÇÃO
Durante este trimestre estaremos estudando treze preciosas lições sobre “Os problemas da Igreja e suas soluções”, baseadas na Primeira Epístola aos Coríntios. Nesta primeira lição, iremos abordar o contraste da igreja de Corinto: fervor espiritual e carnalidade.
I - SUBSÍDIOS HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E BIBLIOLÓGICO DE CORINTO
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SUBSÍDIOS HISTÓRICO
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SUBSÍDIOS GEOGRÁFICO
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SUBSÍDIOS BIBLIOLÓGICO
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| A igreja em Corinto foi fundada pelo apóstolo Paulo durante a sua 2ª Viagem Missionária. (At 18.1-17). Nessa cidade, Paulo permaneceu por 18 meses, sendo auxiliado por Priscila e Áquila e outros obreiros. A igreja era composta basicamente por gentios. |
Nenhuma cidade da Grécia era mais favoravelmente localizada para o comércio por terra e mar do que a cidade de Corinto. O imperador Augusto fez de Corinto a capital da Acaia. Ela era também uma cidade
hospitaleira aos marinheiros e viajantes que vinham a negócio ou a procura de prazer. |
A 1ª Epístola aos Coríntios foi escrita por volta do ano 55 d.C. em Éfeso. O apóstolo Paulo, ao saber dos problemas que estavam acontecendo em Corinto, escreveu esta carta para solucionar os problemas daquela igreja, bem como para responder algumas perguntas sobre diversos assuntos (I Co 7.1; 8.1; 12.1). |
II - QUAIS ERAM OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA IGREJA EM CORINTO?
O apóstolo Paulo foi motivado a escrever a Primeira Epístola aos Coríntios depois de receber relatórios sobre os problemas de ordem espiritual que estavam acontecendo naquela igreja (I Co 1.11). Vejamos alguns desses problemas:
1. Divisões na Igreja. Após a sua saudação e ações de graças, o apóstolo Paulo trata do problema das divisões dentro da congregação (1.10-17). Em Corinto, as facções giravam em torno de seus obreiros preferidos: “Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo? Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais? Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um? (I Co 1.11-13; 3.4,5).
2. Carnalidade e imaturidade espiritual. Duas principais características da igreja em Corinto era a carnalidade e a imaturidade espiritual. Por isso, o apóstolo diz que não pôde falar-lhes como a espirituais e sim, como a carnais e meninos em Cristo: “E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis, porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?” (I Co 3.1-3). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Março de 2009 as 09:26:33 AM
A CIDADE DE CORINTO - GRÉCIA
Localização
As quatro cidades mais importantes do Império Romano eram: Roma, Corinto, Éfeso e Antioquia da Síria. Portanto, Corinto era célebre. A cidade localizava-se em um istmo, que é uma porção de terra que liga uma península ao continente. Possuía dois portos. Assim, além de ser a única passagem por terra entre o norte e o sul da Grécia, era também passagem entre a Ásia, a Palestina e a Itália. Os navegantes poderiam dar a volta pelo sul da península. Porém, o mar na região era muito tempestuoso. Corinto era então um corredor de mercadorias. Além disso, suas terras eram férteis. A cidade era rica e tinha localização estratégica no cenário mundial.
História
Corinto grega
No auge da civilização grega, Corinto já ocupava lugar de destaque. Em 146 a.C., a cidade foi destruída pelo cônsul romano Mummius.
Corinto romana
Devido à sua posição estratégica, a cidade foi reconstruída em 46 a.C. por Júlio César, tornando-se capital da Província Romana da Acaia. A nova Corinto possuía ruas amplas, praças, templos (Netuno, Apolo, etc), estádio (I Cor.9.24), teatros, estátuas, e o santuário de mármore branco e azul (Rostra), onde se pronunciavam discursos e sentenças.
A idolatria de Corinto
A idolatria fazia parte da cultura grega com seus inúmeros deuses mitológicos. Ao sul de Corinto havia uma colina chamada Acrocorinto, que se elevava a 152 metros acima da cidade. Ali estava o templo de Afrodite, também chamada Astarte, Vênus ou Vésper, - deusa do amor e da fertilidade.
A corrupção de Corinto
Os cultos a Afrodite incluíam ritos sexuais realizados por 1000 sacerdotisas, ou seja, prostitutas cultuais. O fato de ser cidade portuária, contribuía para que uma série de problemas se estabelecessem. Muitos viajantes que por ali passavam se entregavam à prostituição e à prática de outros delitos. O fato de estarem de passagem criava uma sensação de impunidade, o que de fato se concretizava normalmente. Estes e outros fatores contribuíam para uma corrupção generalizada na cidade.
História recente
A cidade de Corinto foi destruída por um grande terremoto em 1858. Em seguida foi reconstruída a 6 km do local anterior. Escavações na cidade antiga permitiram diversas descobertas arqueológicas, tais como monumentos, imagens e ruínas de casas, templos e palácios.
A IGREJA EM CORINTO
A igreja em Corinto foi fundada pelo apóstolo Paulo durante sua 2a viagem missionária, entre os anos 50 e 52 d.C. Ali, Paulo permaneceu durante dezoito meses (At.18.1-8). A igreja era composta por judeus e gentios. Entre seus membros havia ricos e pobres, inclusive escravos.
AS EPÍSTOLAS AOS CORÍNTIOS
Em nossas bíblias, temos duas epístolas de Paulo aos Coríntios. Entretanto, sabemos que elas seriam pelo menos três. Em I Cor.5.9, Paulo se refere a uma carta anterior, a qual não chegou às nossas mãos. Em II Cor. 7.8 existe referência a outra carta que pode ser I Coríntios. Alguns comentaristas sugerem que a carta mencionada em II Cor.7.8 seja uma outra epístola. Nesse caso, teríamos quatro epístolas. Trabalhando ainda com hipóteses, sugere-se que essa epístola corresponda aos capítulos 10 a 13 de II Coríntios, os quais poderiam ter sido ali agrupados posteriormente.
Temos então o seguinte esquema:
1a carta - desaparecida - existência garantida por I Cor.5.9
2a carta - é a que chamamos I Coríntios.
3a carta - desaparecida - existência hipotética.
4a carta - é a que chamamos II Coríntios. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Março de 2009 as 08:51:10 AM
AUTOR - Paulo, o apóstolo. Veja 1:1.
MARCO HISTÓRICO.
A igreja de Corinto foi fundada por Paulo em sua segunda viagem missionária. Esta igreja havia sido contaminada com males que a rodeavam, pois Corinto era uma cidade licenciosa.
Os gregos estavam orgulhosos de seus conhecimentos e de sua filosofia, mas ao mesmo tempo eram muito imorais. Eram especialmente amantes da oratória. É aparente que Apolo, um judeu cristão eloqüente que chegara a Corinto, havia ganhado a admiração dos cristãos gregos, At 18:24-28.
Este fato levou a fazer comparações entre Apolo, com sua eloqüência e persuasão, e outros líderes religiosos - especialmente com Paulo cuja aparência física parece não ter sido impressionante (veja 2Co 10:10).
Este fato talvez tenha sido a causa das divisões na igreja I Co 1:11-30. O desejo de Paulo de purificar a igreja das facções espirituais e da imoralidade, foi a causa primordial da escritura da carta.
A CARTA PODE SER DIVIDIDA EM DUAS PARTES.
PARTE I. Tema principal. A purificação da igreja de falsos conceitos do ministério, de orgulho intelectual, de males sociais, e de outras irregularidades, caps. 1-11.
CADEIA CHAVE mostrar os falsos conceitos do ministério, 1:12-17;3:4-7, 21-22; 4:6-7.
SINOPSE
(1) A saudação, 1:1-9.
(2) A necessidade de purificar a igreja das divisões parciais, do culto aos homens, e do gloriar-se na sabedoria mundana, 1:10-31.
(3) O ministério exemplar de Paulo. Este não tentava mostrar sabedoria mundana. Simplesmente declarava a sabedoria de Deus numa mensagem revelada pelo Espírito Santo, 2:1-16.
(4) A disputa sobre líderes é uma característica de imaturidade e carnalidade, 3:1-8.
(5) O verdadeiro ponto de vista do ministério. Os ministros devem ser vistos:
(a) Como despenseiros da verdade, 3:1-2.
(b) Como jardineiros, 3:6-8. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Março de 2009 as 08:47:37 AM
Autor: Paulo
Data: Cerca de 56 dC
Autor
A autenticidade de 1Co nunca foi seriamente desafiada. Em estilo e filosofia, a epístola pertence a Paulo
Data
Paulo estabeleceu a Igreja em Corinto pro volta de 50-51 dC, quando passou dezoito meses lá em sua segunda viagem missionária (At 17.1-17). Ele continuou a levar a correspondência adiante e a cuidar da igreja depois de sua partida (5.9; 2Co 12.14). Durante esse ministério de três anos em Efeso , em sua terceira viagem missionária (At 19), ele recebeu relatórios perturbadores sobre a complacência moral existente entre os crentes de Corinto. Para remediar a situação, ele enviou uma carta à igreja ( 5.9-11), que depois se perdeu. Pouco depois, uma delegação enviada por Cloe, membro da igreja em Corinto fez um relato a Paulo sobre a existência da facções divisórias na igreja. Antes que pudesse escrever uma carta corretiva, chegou outra delegação de Corinto com uma carta fazendo-lhe certas perguntas(7.1; 16.17). Paulo enviou imediatamente Timóteo a Corinto (4.17). Então, ele escreveu a carta que conhecemos como 1 Co, esperando que a mesma chegasse a Corinto antes de Timóteo (16.10). Visto que Paulo, aparentemente, escreveu a carta próximo ao fim do seu ministério em Éfeso (16.8) ela pode ser datada cerca de 56 dC.
Contexto Histórico
A carta revela alguns problemas culturais gregos típicos dos dias de Paulo, incluindo a grande imoralidade sexual da cidade de Corinto. Os gregos eram conhecidos por sua idolatria, filosofias divisórias, espírito de litígio e rejeição de uma ressurreição física. Corinto era uma das cidades comerciais mais importantes da época e controlava grande parte das navegações entre o Oriente e o Ocidente. Situava-se na parte da Grécia e a península de Peloponeso. A cidade era infame pela sua sensualidade e prostituição sagrada. Mesmo seu nome tornou-se um provérbio notório: “corintizar” significava praticar prostituição. A principal divindade da cidade era Afrodite (Vênus), deusa do amor licencioso, e milhares de prostitutas profissionais serviam no templo dedicado à sua adoração. O Espírito da cidade apareceu na igreja e explica o tipo de problemas que as pessoas enfrentavam.
Também revela alguns dos problemas que os antigos pagãos tinham em não transmitir experiências religiosas anteriores à experiência de ministério do ES. Eles podem ter associado algumas das extravagâncias frenéticas do paganismo com o exercito de dons espirituais (12.2).
Conteúdo
A carta consiste na resposta de Paulo a dez problemas separados:
Um espírito sectário, incesto, processos, fornicação, casamento e divórcio, ingestão de alimentos oferecidos a ídolos,uso do véu, a Ceia do Senhor, dons espirituais e a ressurreição do corpo. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Março de 2009 as 08:44:44 AM
Autor: Paulo, o apóstolo. Veja 1:1.
Quando foi escrito: 56 A.D.
Marco Histórico: Vindo de Atenas, em sua segunda viagem missionária, Paulo fundou a igreja de Corinto, cidade onde passou dezoito meses (Atos 18:1-18). Paulo escreveu esta carta aos cristãos da cidade de Corinto a fim de tratar de vários e sérios problemas que tinham surgido na igreja. A igreja havia sido contaminada com males que a rodeavam, pois Corinto era uma cidade licenciosa, depravada, libidinosa. Havia problemas a respeito de doutrinas e da vida cristã. A igreja tinha se dividido em vários grupos, e Paulo procura levá-los a resolverem as suas diferenças e a voltarem a ser unidos, como uma igreja de Cristo deve ser.
Os gregos estavam orgulhosos de seus conhecimentos e de sua filosofia, mas ao mesmo tempo eram muito imorais e devassos. Eram especialmente amantes da oratória. É aparente que Apolo, um judeu cristão eloqüente, natural de Alexandria, que chegara a Corinto, havia ganhado a admiração dos cristãos gregos. (Atos 18:24-28).
Este fato levou a fazer comparações entre Apolo, com sua eloqüência e persuasão, e outros líderes religiosos - especialmente com Paulo cuja aparência física parece não ter sido impressionante (II Coríntios 10:7,10). Provavelmente, este fato tenha sido uma das causas das divisões que houve na igreja (I Coríntios 1:11-30). O desejo de Paulo de purificar a igreja das facções espirituais e da imoralidade, foi esse o motivo principal de ter escrito as cartas.
Os cristãos de Corinto haviam escrito a Paulo, pedindo a sua opinião sobre vários assuntos (Cap. 7 em diante) como o casamento, a adoração a ídolos, a ceia, mas uma das questões mais discutidas era a respeito dos dons do Espírito Santo, que Paulo tratou com sabedoria nos capítulos 12-14. É nesse contexto que aparece o “hino ao amor” (I Coríntios 13), uma das passagens mais conhecidas do livro. O capítulo 15 apresenta, com clareza, a doutrina da ressurreição.
- Parte I. Santificação, necessidades e o ministério
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- Tema principal:
- A purificação da igreja de falsos conceitos do ministério, de orgulho intelectual, de males sociais, e de outras irregularidades, caps. 1-11.
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- Cadeia Chave:
- Mostrar os falsos conceitos do ministério, 1:12-17; 3:4-7, 21-22; 4:6-7.
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- Sinopse:
- A saudação, 1:1-9.
- A necessidade de purificar a igreja das divisões parciais, do culto aos homens, e do gloriar-se na sabedoria mundana, 1:10-31.
- O ministério exemplar de Paulo. Este não tentava mostrar sabedoria mundana. Simplesmente declarava a sabedoria de Deus numa mensagem revelada pelo Espírito Santo, 2:1-16.
- A disputa sobre líderes é uma característica de imaturidade e carnalidade, 3:1-8.
- O verdadeiro ponto de vista do ministério. Os ministros devem ser vistos: Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Março de 2009 as 08:35:21 AM
Texto Áureo: I Co. 3.1 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 3.1-9
Pb. José Roberto A. Barbosa
jrabarbosa@oi.com.br
Objetivo: Mostrar que a igreja de Corinto, como algumas igrejas atuais, deveria buscar o equilíbrio entre os dons espirituais e o fruto do Espírito.
INTRODUÇÃO
Estamos iniciando mais um trimestre, e, desta feita, teremos a oportunidade de estudar a Epístola de Paulo aos crentes de Corinto. Embora essa carta tenha mais de 2000 anos, seu teor continua atual para a igreja. Os temas abordados admoestam quanto aos problemas que a igreja contemporânea enfrenta ainda hoje: falta de espiritualidade e compromisso com a Palavra de Deus, ausência da pregação da mensagem da cruz, partidarismos na igreja, imoralidade sexual, demandas judiciais entre os irmãos, desconsideração do casamento, pouca atenção à celebração da Santa Ceia, descuido quanto ao uso dos dons espirituais, falta de esperança quanto à ressurreição, carência de cuidados para com os irmãos mais necessitados, e, por fim, tudo isso se traduz no pouco cultivo do amor ágape. Na lição de hoje, a primeira do trimestre, trataremos a respeito da falta de espiritualidade genuinamente cristã da igreja de Corinto.
1. CORINTO: A CIDADE E A I EPÍSTOLA DE PAULO
Corinto era uma esplêndida cidade comercial localizada ao sul do istmo de dezesseis quilômetros de largura que liga a Grécia central ao Peloponeso. O grego era a língua falada pelo povo e a cultura grega da qual o povo se orgulhava. O imperador Augusto fez de Corinto a capital da Acaia, que era governada por um procônsul (At. 18.12). Sua situação era de prosperidade o que atraiu grande multidão. No sudoeste da cidade antiga encontrava-se o monte Acrocorinto, numa altura de 574 metros, no qual fora construído um templo dedicado a Afrodite, a deusa do amor. Por isso, a cidade tinha uma moral pagã, corrupta, pautada no culto ao sexo. As competições também eram bastante comuns, não admira que Paulo tenha feito alusão aos prêmios dos atletas (I Co. 9.25). Paulo reconheceu nesse lugar um ponto estratégico para a difusão do evangelho. O Apóstolo chegou ali durante sua segunda viagem missionária, por volta de 50 d. C. Logo após a chegada, conheceu Áquila, um judeu nascido na província romana de Ponto, ao norte da Ásia Menor, e sua esposa Priscila (At. 18.2; I Co. 16.19). Após um ano e meio naquela cidade, Paulo partiu para outras missões, e, estando em Éfeso, durante sua terceira viagem missionária, escreveu uma epístola aos crentes de Corinto, que não nos chegou (I Co. 5.9) na qual ele aconselhava a evitar o companheirismo com pessoas imorais. Posteriormente, por volta do ano 55 d. C., Paulo escreveu uma outra carta aos crentes de Corinto, ainda Éfeso, a qual denominamos de Primeira Epístola aos Corintios.
2. UMA IGREJA FERVOROSA, MAS SEM ESPIRITUALIDADE
A igreja de Corinto era fervorosa, isto é, tinha os dons espirituais (I Co. 1.7), mas faltava-lhe a verdadeira espiritualidade, por isso, Paulo aqueles irmãos de carnais (I Co. 3.1-4). Semelhantemente a Igreja de Corinto, muitas igrejas atuais se encontram na mesma condição de muito fervor, mas de pouca ou nenhuma espiritualidade. Buscam os dons espirituais, falam muitas línguas, profetizam em todos os cultos, mas quando as pessoas saem da igreja, não dão um bom testemunho de fé professam dentro das quatro paredes do templo. Falta a esses crentes fervorosos o fruto da espiritualidade, pois é justamente através dos frutos que somos identificados como cristãos, não pelos dons espirituais (Mt. 5.13-16; 7.22). Os dons espirituais não refletem o nível de espiritualidade do cristão, na verdade, alguém pode ter dons espirituais, como acontecia com a igreja de Corinto, e mesmo assim não ser espiritual, agindo como meninos na fé (I Co. 14.20). Isso acontece porque os dons espirituais, em determinados contextos eclesiásticos, é visto individualmente, ou seja, não lhes é dado o valor coletivo que devam ter. Segundo Paulo, em I Co. 14.3-5,12,26, os dons são dádivas para a igreja, para o desenvolvimento, crescimento e amadurecimento do corpo de Cristo, não para alguém ostentar grandeza diante dos outros. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 29 de Março de 2009 as 04:15:06 PM
No 2º trimestre de 2009, estaremos estudando o tema I Coríntios - Os problemas da Igreja e suas soluções
64 páginas / Formato: 13,8 x 21cm / Trimestral
Comentarista: Pastor Antônio Gilberto
SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- Corinto - Uma Igreja Fervorosa, mas não Espiritual
2- A Superioridade da Mensagem da Cruz
3- Partidarismo na Igreja
4- Despenseiros dos Ministérios de Deus
5- A Imoralidade em Corinto
6- Demandas Judiciais Entre os Irmãos
7- Considerações Acerca do Casamento
8- Coisas Sacrificadas aos ìdolos
9- A Importância da Santa Ceia
10- Os Dons Espirituais
11- A Ressurreição de Cristo
12- Ajuda aos Necessitados
13- Amor, a Virtude Suprema
Informações: CPAD
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Publicado em 28 de Março de 2009 as 11:42:15 PM
TEXTO DEVOCIONAL E BASAL:
Js.24.14: Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade; deitai fora os deuses a que serviram vossos pais d’além do Rio, e no Egito, e servi ao Senhor. Mas, se vos parece mal o servirdes ao Senhor, escolhei hoje a quem haveis de servir; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Então respondeu o povo, e disse: Longe esteja de nós o abandonarmos ao Senhor para servirmos a outros deuses: porque o Senhor é o nosso Deus; ele é quem nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da servidão, e quem fez estes grandes sinais aos nossos olhos, e nos preservou por todo o caminho em que andamos, e entre todos os povos pelo meio dos quais passamos. E o Senhor expulsou de diante de nós a todos esses povos, mesmo os amorreus, que moravam na terra. Nós também serviremos ao Senhor, porquanto ele é nosso Deus.
Ponto forte da Liderança de Josué:
Josué 24.31: Serviu, pois, Israel ao Senhor todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que sobreviveram a Josué e que sabiam toda a obra que o Senhor tinha feito a favor de Israel.
HISTORIANDO:
Israel ao perder o seu líder Josué, não teve nenhuma nova indicação, advinda de Deus para um novo líder.
O povo hebreu nascido do ventre de Sara e Abraão formou-se ao longe de quase 500 anos, primeiramente através de longas caminhadas, desde Canaã, vindo de Harã, até ao Egito, e após certo período retornaram ao Egito, no processo de ajuste e providencia de Deus.
Era necessário criar uma grande Nação e preparar uma rede de subsistência daquele povo, que viria, após 4 séculos, ser um contingente humano para ser uma grande nação, o Povo de Deus.
Para isto, a própria Bíblia mostra que, Deus usou dos povos que ocuparam o território de Canaã foi por Ele utilizado em preparar estas coisas.
Durante a vida do povo hebreu, no Egito, este tornou-se de hóspedes importantes, parceiros comerciais, que ajudaram ao Egito ser o Celeiro do Mundo de então, através da benção de Eu Sou na vida de Zafnate-Paneiã e produtivos, em escravos, após a morte de José e a mudança do Faraó que conhecera José.
Após 400 anos tornaram-se escravos, sob o chicote do exator egípicio, com medo que a multidão dos hebreus se voltasse, contra o Faraó e se ajuntasse com os reis que fustigavam constantemente ao Egito para subjuga-lo.
O povo constituído sob a benção de Deus à Abraão, era um povo desbravador e próspero e aumentava em número com facilidade, além de habitar no melhor da terra, em Gósem.
Deus constituíra toda esta multidão sob uma Aliança com Abraão, instituindo os governos sob a forma de um Sistema Patriarcal, no qual o patriarca tinha a liberdade de governar e dirigir o povo e bem como, de abençoa-lo.
Esta era a forma de liderança através das Alianças Patriarcais, desde Abraão, Isaque e Jacó.
Após o Egito e a morte de Jacó, foram constituídas 12 cabeças, que formariam no futuro, as tribos, e a Confederação da Nação hebraica, com base nas 12 Tribos.
O primeiro líder, após a queda de Faraó, foi Moisés, contando com a ajuda militar do general Josué, escolhido por Deus no “exílio”, no Monte Sinai, foi chamado com uma finalidade principal: Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 26 de Março de 2009 as 11:27:27 PM
A DESPEDIDA DE UM LÍDER - Josué 24.14-18
Lição 13 - 29/03/2009
Texto Bíblico: Js 24.15 Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.
A RESPONSABILIDADE DE UM VERDADEIRO LÍDER
1. DEVE SER EXEMPLO EM SUAS CONVICÇÕES
- Ensinar que a vida consiste em escolhas - Josué 24.14a Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, I Reis 18.21 Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu.
- Ensinar que a vida consiste em decisões - Josué 24.14b e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao Senhor. I João 5.21 Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém.
- Ensinar que a vida consiste em sensatez - Josué 24.15a Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR. Atos 16.31 E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.
2. DEVE SER EXEMPLO EM SUAS INFLUÊNCIAS
- Saber expressar a relevância acerca da salvação - Josué 24.16 Então respondeu o povo, e disse: Nunca nos aconteça que deixemos ao SENHOR para servirmos a outros deuses; Salmo 40.10 Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação. Não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade.
- Saber despertar a consciência acerca do pecado - Josué 24.17a Porque o SENHOR é o nosso Deus; ele é o que nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da servidão, Gl 5.1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.
- Saber incentivar a gratidão acerca da proteção - Josué 24.17b e o que tem feito estes grandes sinais aos nossos olhos, e nos guardou por todo o caminho que andamos, e entre todos os povos pelo meio dos quais passamos. Colossenses 2.7 Arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças.
3. DEVE SER EXEMPLO EM SEUS PROPÓSITOS
- Levar o povo a testificar do poder divino - Josué 24.18 E o SENHOR expulsou de diante de nós a todos esses povos, até ao amorreu, morador da terra; Atos 26.22a… Mas, alcançando socorro de Deus, ainda até ao dia de hoje permaneço dando testemunho tanto a pequenos como a grandes, não dizendo nada mais do que o que os profetas e Moisés disseram que devia acontecer,
- Levar o povo a sujeição ao poder divino - Josué 24.22b…também nós serviremos ao SENHOR, I Samuel 12.10 E clamaram ao SENHOR, e disseram: Pecamos, pois deixamos ao SENHOR, e servimos aos baalins e astarotes; agora, pois, livra-nos da mão de nossos inimigos, e te serviremos.
- Levar o povo a conversão ao poder divino - Josué 24.22c…porquanto é nosso Deus. I Reis 18.39 O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram: Só o SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!
Pr Adilson Guilhermel
http://www.pastorguilhermel.com.br/
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Publicado em 26 de Março de 2009 as 08:42:52 AM
Texto Áureo: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24. 15)
Ao encerrarmos este trimestre de estudos sobre o livro de Josué, creio que a maior lição ou o maior ensinamento que podemos tirar é que Deus honra aqueles que lhe são fiéis até o fim. Pois, enquanto Josué esteve na liderança do povo do Israel, estes serviram ao Senhor. “Serviu, pois, Israel ao Senhor todos os dia de Josué…” (Js 24. 31).
A história de Israel aponta uma verdade ensinada claramente por toda história, isto é, que as massas são ou logo serão aquilo que seus líderes forem. Daí a grande responsabilidade de um líder.
A escolha por Josué para suceder Moisés não foi mera politicagem! Josué foi escolhido por Deus porque era “homem em quem havia o espírito” (Nm 27. 18). Se Josué não fosse um líder escolhido por Deus, o que teria acontecido a Israel diante dos povos inimigos?
Para Josué, Deus não foi menos ajudador do que para Moisés, pois o Senhor assumiu com ele este maravilhoso compromisso, manifestando-lhe confiança: “Como fui com Moisés, assim serei contigo, não te deixarei nem te desampararei.” (Js 1. 5).
Deus que é onisciente sabia que além do Jordão muitas e duras provas o seu povo teria de enfrentar, devendo, para vencer, ter um comandante à altura. Para executar as atribuições do seu cargo tinha que se submeter permanentemente à direção do céu.
Josué, ao chegar ao final da sua jornada, convocou o povo para uma verdadeira “profissão de fé”, na qual fez menção às maravilhas realizadas pelo Senhor aos filhos de Israel.
Ele reiterou sua completa confiança em Deus e, movido por uma fé pessoal abrasante e heróica, desafiou o povo a continuarem firmes e a renovarem o pacto de fidelidade incondicional ao Deus verdadeiro.
Exortou o povo dizendo: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram os vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus em cuja terra habitais; porém eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24. 15). Josué foi fiel até a morte!
As péssimas condições espirituais de muitas igrejas nos dias de hoje têm estreita relação com as lideranças das mesmas. Existe um provérbio as avessas que diz: “Tal sacerdote, tal povo”.
Este assunto é muito sério pois envolve o Sagrado. E não se pode brincar com isto. Certos fatores contribuem para uma liderança espiritual defeituosa, tais como: o desejo de sempre agradar, ser amado e admirado, ter medo de desagradar (principalmente os mais abastados), ambição, ausência de verdadeira experiência espiritual e preparo insuficiente.
Quantos desses líderes da atualidade podem dizer como o apóstolo Paulo? “Sede também meus imitadores, irmãos” (Fp 3. 17). Infelizmente, muitos sem terem chamado de Deus e as qualidades necessárias, fazem de si mesmos pastores e líderes.
Os crentes esperam do seu líder espiritual que este os leve às verdes pastagens, mas muitas ovelhas são desviadas sem se aperceberem do que está acontecendo. A igreja iluminada não aceita isto! Somos protestantes! Clique aqui para ler o texto completo »
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