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Arquivos de Abril de 2009

TV EBD - A Imoralidade em Corinto - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 5 - A Imoralidade em Corinto. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD.

1ª Parte - Lição 5 - 2T/2009 - 1ª parte

2ª Parte - Lição 5 - 2T/2009 - 2ª parte

3ª Parte - Lição 5 - 2T/2009 - 3ª parte

4ª Parte - Lição 5 - 2T/2009 - 4ª parte

5ª Parte - Lição 5 - 2T/2009 - 5ª parte

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A Imoralidade em Corinto - Pr. Adilson Guilhermel

A IMORALIDADE EM CORINTO - I Co 5.1-6, 9-11

Lição 5 - 03/04/2009

Texto Bíblico: I Co 6.20 Porque fostes comprados por bom preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus

CONTINUE SALVO NÃO COMPACTUANDO COM A IMORALIDADE

1. O CRENTE REDIMIDO DEVE VALORIZAR A SUA REDENÇÃO

Fomos libertados da nossa lealdade ao pecado - Rm 6.22 Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.

Fomos libertados da nossa escravidão ao pecado - Gl 5.1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.

Fomos libertados da nossa dominação ao pecado - Gl 5.13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.

2. O CRENTE REGENERADO DEVE TER VIDA SEPARADA

Nosso corpo deve ser consagrado ao Senhor - I Pe 2.8 Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;

Tenha força de vontade para resistir tentações - I Ts 5.22 Abstende-vos de toda a aparência do mal.

Busque desenvolver virtudes morais positivas - 2 Pe 1.5 E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência,

3. O CRENTE ESPIRITUAL DEVE SER MORADA DO ESPÍRITO

Temos que pertencer inteiramente a Deus -  Sl 100.3 Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto.

O Espírito não habita em templo poluído - I Co 6.19 Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?

Somos o lugar onde Deus manifesta a sua glória - Ef 1.12 Com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo.

Pr. Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços EBD

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A Imoralidade em Corinto - Pr. Manoel B. M. Júnior

Texto Áureo: “Porque fostes comprados por bom preço; Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito,
Os quais pertencem a Deus” (1Co 6.20).

Verdade Prática: O repúdio ao pecado é uma reação natural da Igreja como corpo de Cristo, assim como livrar-se de um vírus O é para o corpo físico.

Leitura Bíblica em classe: 1Co 5. 1 - 6, 9 - 11.

INTRODUÇÃO

Adultério, fornicação, lascívia, luxuria, incesto, prostituição, perversão sexual, avareza, idolatria, e todo o tipo de imoralidade, será que em uma igreja local pode haver tanto pecado assim? Será que as pessoas que vivem em pratica continua desses pecados tomam a Ceia do Senhor sem se sentirem indignos? A igreja de Corinto estava agindo e vivendo desta maneira completamente sem disciplina, Nesta lição estudaremos sobre a imoralidade em Corinto e o que fazer para evitar que essas coisas aconteçam em nossas igrejas locais.

I. ESCÂNDALO NA IGREJA.

1. O transgressor precisa ser confrontado (vv. 1-5).

Frouxidão no caso de incesto (1Co 5.1-6).

O apóstolo passa de súbito a comentar a frouxidão moral dos cristãos coríntios. Primeiro é o caso notório do crente que tomou a mulher de seu próprio pai. Podemos supor que o pai já houvesse morrido; contudo, esse ato era contrário às leis matrimoniais do Velho Testamento, as quais ainda obrigavam a Igreja. Além disso, era um ato que nem os gentios toleravam (veja-se o vers. 1). Mas o que mais admirava era a igreja ali aceitar a situação sem discuti-la! Andais ensoberbecidos e não chegastes a lamentar (2). Eu… Já sentenciei (3), diz ele. Este é um dos casos em cuja condenação ninguém deve hesitar; não é possível haver circunstâncias que o atenuem. Com palavras muito solenes o apóstolo instrui a igreja como deve proceder-Em nome do Senhor Jesus… Seja ele entregue a Satanás para a destruição da carne (4-5). A igreja devia convocar uma assembléia solene e, cônscia do poder do Senhor Jesus Cristo (note-se o título completo) no seu meio, entregasse a Satanás o irmão escandaloso. Paulo mesmo estaria com eles, e o meu espírito (4). Pode significar que empregaria o tempo em fervente oração por eles. Seja entregue a Satanás. O Novo Testamento ensina que Satanás é o “príncipe deste mundo” (veja-se Jo 12.31). Contudo tem poder apenas sobre a “carne” (Jó 2.5-6; Lc 13.16; 2Co 12.7). Em 1Tm 1.20 lemos: “Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás para que aprendam a não blasfemar”. Essa com certeza é uma escola que nunca vou desejar entrar.

Devemos admitir que hesitaríamos muito, hoje em dia, em fazer precisamente o que o apóstolo mandou que os coríntios fizessem. Podíamos desculpar-nos lembrando que a Igreja dos tempos apostólicos tinha de agir de modo especial em determinadas circunstâncias, a fim de, inequivocamente, estabelecer a autoridade do Senhor ressuscitado. Demais disto, a Igreja apostólica era uma corporação pequena, relativamente, e por conseqüência sua vida era muito mais intensa em assuntos espirituais (ou era capaz de o ser, sob a direção apostólica).

Mas, embora hoje possamos achar difícil pensar nos termos precisos aqui usados pelo apóstolo, não há razão para não tomarmos a sério e pormos em prática o conselho que ele dá, a saber, excluir da congregação os que são malfeitores notórios. Olhando o vers. 11 adiante, vemos ali uma lista de pecados que devem ser tratados desse modo. Qualquer membro da igreja que peque dessa forma deve ser francamente condenado em face da congregação, fazendo-se ver a ele que Satanás o tem preso em tais práticas, afastando-se do seu convívio os outros crentes, na esperança de que venha a descobrir a gravidade de sua situação e se arrepender, de modo que seu espírito se salve no dia do Senhor Jesus (5). Clique aqui para ler o texto completo »

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Disciplina na Igreja

 

Um Manual de Disciplina para a Igreja de Hoje

Jim Elliff & Daryl Wingerd 

Editora Fiel

acesse aqui

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Disciplina na Igreja - Russel Shedd

Disciplina na Igreja - Russel P. Shedd 

Editora: Vida Nova

Autor: RUSSELL P. SHEDD

ISBN: 8527500698

Origem: Nacional

Ano: 1983

Edição: 1

Número de páginas: 72

Acabamento: Brochura

Formato: Médio

Sinopse:

Dr. Shedd expõe neste livro a visão neotestamentária da disciplina eclesiástica. A disciplina positiva visa ao desenvolvimento da maturidade dos membros da igreja. A disciplina negativa orienta o leitor com respeito ao tratamento do pecado e da rebelião na igreja. É surpreendente descobrir quantas instruções Deus nos proporciona na sua Palavra para orientar os que se empenham no árduo ministério de conduzir a igreja para o alvo da perfeição. (Cl. 1.28).

Sobre o Autor:

Russell P. Shedd é Ph.D. em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo, Escócia. Fundou a Edições Vida Nova há 45 anos; atualmente é consultor da Shedd Publicações. Faz parte da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil e há várias décadas trabalha no Brasil. Lecionou na Faculdade Teológica Batista de São Paulo; é aclamado no Brasil e exterior como conferencista, falando em congressos, igrejas, seminários e faculdades de Teologia. É autor de vários livros publicados por Edições Vida Nova e Shedd Publicações. É casado com dona Patrícia há 50 anos; tem 5 filhos e 13 netos.

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A Disciplina na Igreja - Valdeci da Silva Santos

Disciplina eclesiástica é um termo em risco de extinção no atual vocabulário cristão. Desde que os princípios do pós-modernismo encontraram lugar no seio da igreja, qualquer conceito que ameace o individualismo e a liberdade de escolha quanto ao estilo de vida, comportamento, etc., é logo taxado de arcaico, passé. A dicotomia prática de muitos cristãos gera a ilusão de que a igreja não tem nada a ver com o procedimento “secular” de seus membros. Nessa “nova era” antropocêntrica, a igreja é vista como uma organização altamente dependente do indivíduo, e que precisa conservá-lo ao custo de várias exceções. O medo da impopularidade leva muitos líderes à cumplicidade e pecados são justificados em nome de uma atitude mais “humana”. Por outro lado, o que dizer daqueles que, em nome do zelo pela disciplina, cometeram injustiças e causaram mais males que bens?. Em todo esse contexto, a disciplina tem uma vida curta e a tolerância consagra-se como a virtude da moda. Porém, o que acontece com uma igreja sem disciplina?..

O termo “disciplina,” em geral, é empregado em vários sentidos. Podemos usá-lo para referir-nos a uma área de ensino, ao exercício da ordem, ao exercício da piedade(5) ou a medidas corretivas no seio da igreja. O objetivo deste artigo é delinear alguns fatores da importância da disciplina eclesiástica entre os membros do corpo de Cristo. O autor está plenamente consciente de que um artigo como este não coloca um ponto final no diálogo sobre o assunto. Porém, o que motiva esta reflexão é a esperança de que a mesma seja útil para elucidar a muitos quanto ao aspecto bíblico-teológico da disciplina.

I. Errando o alvo

A igreja cristã tem sido acusada de ser o único exército que atira nos seus feridos.(6) O grau de verdade dessa acusação é, muitas vezes, devido a mal-entendidos com relação à disciplina eclesiástica. Tais mal-entendidos estão presentes em pelo menos dois grupos: 1) os que aplicam a disciplina, e 2) os que sofrem a aplicação da mesma. Como cada caso deve ser analisado individualmente, só nos cabe aqui listar os mal-entendidos mais comuns em relação à disciplina eclesiástica.

A. Disciplina e Despotismo

Com a subida ao poder do Partido Nacional na África do Sul, em 1948, a segregação foi legalizada em nome da disciplina. Como resultado, foi sancionado o aprisionamento de negros sem nenhum julgamento formal.(7) Isso não foi disciplina, mas despotismo.

A história da Igreja Medieval apresenta uma vasta galeria de ilustrações da confusão entre o uso da disciplina e o exercício do despotismo.(8) Seria isto apenas um fenômeno do passado? Infelizmente basta familiarizar-se com os círculos eclesiásticos para se descobrir que o espírito medieval ainda está vivo e ativo na mente e atitude de alguns líderes modernos. Há aqueles que, como resultado da ganância pelo poder, seguem o caminho de Balaão e amam a injustiça (2 Pe 2.13,15). Estes estarão sempre prontos a “disciplinar” por motivos interesseiros (Jd 16). Não se deve esquecer, porém, que a culpa de Edom consistiu no fato de que “perseguiu o seu irmão à espada, e baniu toda a misericórdia; e a sua ira não cessou de despedaçar, e reteve a sua indignação para sempre” (Amós 1.11). Clique aqui para ler o texto completo »

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A Disciplina na Igreja - Luciano P. Subirá

Muitos são tão impactados por Deus na sua conversão e experimentam uma transformação tão grande, que chegam a pensar que todos na igreja são perfeitos. Porém, não é necessário muito tempo para descobrir que isto não é verdade; todos somos falhos e imperfeitos, e na igreja encontraremos falhas, erros e limitações.

A maneira de se lidar com estes erros é com amor e paciência; vamos nos ajustando aos poucos e assim prosseguimos. Mas quando se trata de pecado, a igreja deve agir diferente, deve usar de disciplina.

Na igreja encontraremos todo tipo de gente; aqueles que querem levar Deus a sério, e os que não. O Senhor Jesus disse que quando a rede é lançada ao mar, recolhe todo tipo de peixes: bons e ruins (Mt.13:47,48); nesta mesma ocasião Jesus também ilustrou isto de outra forma, falou acerca do joio e do trigo para mostrar que na igreja temos todo tipo de gente. O Senhor nos preveniu que haveria escândalos em nosso meio (Mt.18:7), deixando claro que estes por quem vem os escândalos serão julgados, mas que é inevitável que isto ocorra.

Quando o evangelho é proclamado, a pessoa é convidada a vir a Deus como está, mas depois que passa a pertencer à Igreja do Senhor terá que se ajustar à Sã Doutrina.

Todos somos falhos e pecamos. Como diz a Escritura “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós”(I Jo.1:4). Portanto, não é qualquer pecado que nos fará sermos disciplinados, senão viveríamos só de disciplina. Quando pecamos, devemos nos arrepender e confessar nossos pecados e seremos perdoados (I Jo.1:9); a disciplina é para tratar com quem peca e não quer se arrepender, insistindo em viver no pecado.

SOMOS UM CORPO

Não podemos perder de vista que ninguém vive espiritualmente isolado; somos membros uns dos outros e constituímos um só corpo. Quando alguém passa a viver no pecado fere não só a si mesmo, mas também ao corpo de Cristo!

O Velho Testamento nos revela como o pecado de um só homem, Acã, prejudicou todo Israel e como foi necessário que ele fosse julgado (Js.7:11-26). O Novo Testamento enfatiza muito a idéia do corpo; quando Jesus envia sua mensagem a cada uma das sete igrejas da Ásia (Ap.2 e 3), ele as trata como um todo tanto ao falar de suas virtudes como também de seus erros.

OS QUATRO NÍVEIS DA DISCIPLINA NA IGREJA

Jesus foi quem primeiro falou de disciplina no Novo Testamento:

“Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só. Se te ouvir, ganhaste a teu irmão. Mas se não te ouvir, leva contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra seja confirmada.E se não ouvir, dize-o à igreja; e, se também não ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano”. - Mateus 18:15-17

Há quatro níveis distintos no processo de disciplina que o Senhor ensinou:

1. Repreensão pessoal;

2. Repreensão com testemunhas;

3. Repreensão pública;

4. Exclusão.

Não praticamos a disciplina quando a pessoa se arrepende, mas sim quando ela se recusa a arrepender-se. E neste caso, dentro de uma progressividade; com a repreensão pessoal primeiro, a com testemunhas em segundo, a diante da igreja em terceiro e só então a exclusão em quarto lugar. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Disciplina na Igreja - Solano Portela

IntroduçãoNossas igrejas estão sempre tendo problemas relacionados à disciplina de membros. Se a igreja é fiel e bíblica ao disciplinar, há a necessidade de que todos os membros compreendam as bases bíblicas para tanto; se a igreja é falha, é necessário que todos se conscientizem das razões dadas pelas Escrituras para a aplicação da disciplina e dos perigos e conseqüências de negligenciá-la. Esse é, portanto, um tema sempre relevante. Não se trata de um caminho opcional para a administração da igreja, mas de uma trilha necessária, que deve ser entendida, acatada, apoiada e aplicada, para que tenhamos saúde espiritual em nosso meio.

O exercício da disciplina na igreja é algo tão importante que o reformador João Calvino a considerou, ao lado da proclamação da Palavra e da administração dos sacramentos, uma das marcas que distinguem a igreja verdadeira da falsa. Ou seja, na igreja falsa não somente está ausente a pregação das inspiradas Escrituras e os sacramentos são antibíblicos, ou incorretamente administrados, mas ela é negligente, também, na preservação de sua pureza moral e doutrinária. A igreja, às vezes, não segue os passos e objetivos de disciplina eclesiástica delineados na Palavra de Deus. Quando negligencia essa área, passa a abrir mão da identidade peculiar dos seus membros, perante o mundo. O resultado é que a autoridade na pregação e o testemunho do Evangelho ficam prejudicados.

Não queremos desenvolver um espírito de censura gratuita, no qual enxerguemos sempre o argueiro no olho do irmão antes da trave que está no nosso. Mas precisamos despertar um senso de comportamento bíblico que faça justiça ao nome de Cristo e que não envergonhe o Evangelho. Isso começa com o cuidado sobre a nossa própria vida e deve se estender pela nossa igreja local.

A disciplina, exercida com amor, pelas razões especificadas na Bíblia e com os objetivos que ela prescreve, deve ser exercida na esfera pessoal e apoiada e compreendida quando já estiver na esfera do Conselho da Igreja, ou de outras autoridades superiores.

Queremos examinar alguns textos bíblicos que se relacionam com a disciplina na igreja. Alguns outros tratam igualmente desse assunto, mas os que apresentaremos são fundamentais à nossa compreensão. Com o seu exame, oramos para que sejamos despertados ao apreço da pureza tanto do indivíduo como da igreja visível.

1. O perigo da falta de disciplina

Paulo, escrevendo à igreja da Corinto (1 Co 5.1-13), alerta para os perigosque sobrevêm quando se é negligente na aplicação da disciplina. Nesse trecho lemos:

Geralmente, se ouve que há entre vós imoralidade e imoralidade
tal, como nem mesmo entre os gentios, isto é, haver quem se
atreva a possuir a mulher de seu próprio pai.

E, contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou?
Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja,
em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor,entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus.

Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, comosois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiropascal, foi imolado.

Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade.
Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros;
refiro-me, com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras; pois, neste caso, teríeis de sair do mundo.

Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais.
Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não julgais vós os de dentro?
Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor.

Notem, no trecho, os seguintes pontos que o Espírito Santo fez registrar para a nossa instrução: Clique aqui para ler o texto completo »

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A Imoralidade em Corinto - Pr. César Moisés Carvalho

Leitura Bíblica em Classe
1 Coríntios 5.1-6,9-11

Introdução:I. Escândalo na Igreja 

II. A Ação Pastoral Disciplinar na Igreja (vv.9-11)

III. Relacionamentos do Crente

Conclusão:

 Palavras-chave: Imoralidade. Desafio. Relacionamentos
 Título deste subsídio: O desafio de ser cristão em meio a uma sociedade ímpia 
 Autor: César Moisés Carvalho

O desafio de ser cristão em meio a uma sociedade ímpia 

Introdução 

Enxergar os acontecimentos do século 1, com óculos ocidentais do século 21, é uma tarefa não muito fácil e, não rara as vezes, inatingível. Como conceber a idéia de que pessoas pertencentes a uma comunidade cristã primitiva seriam capazes de praticar atos lascivos piores que os ímpios? Parece impossível, mas é exatamente esta a triste realidade de uma igreja que decide se pautar pela cultura circundante. Quando as convenções sociais, e não a Bíblia, tornam-se o padrão para uma igreja, ela fica à beira do precipício do secularismo.

A Sociedade Coríntia

Assim como neste tempo pós-moderno, ser crente em Corinto era um desafio, pois o próprio estilo de vida de um coríntio era sinônimo de imoralidade. Tanto que quando os gregos queriam designar uma vida promíscua, utilizavam o termo korinthiazesthai (cunhado por Aristófanes, c.450-385 a.C.), que significa “viver como um coríntio” ou “à moda coríntia”, o que equivalia à expressão “fornicar”. Além de sua licenciosidade, Corinto era extremamente idólatra, mantendo altares a Poseidon (que era o deus principal), a Hermes, Ártemis, Zeus e Dionísio, só para mencionar alguns. Na verdade, havia uma “prostituição cultual” na metrópole, pois o templo dedicado a Afrodite possuía mil sacerdotisas que ofereciam seus corpos à prostituição. Enfim, era um lugar de mistura pluralista de culturas, filosofias, estilos de vida e religiões. 

Na verdade, a fonte de todos os problemas desta igreja está exatamente na cultura helenística que tanto influenciou os coríntios. A grande questão era o que significava ser “espiritual” (cf. o uso da palavra pneumatikos 14 vezes, só em 1 Coríntios, contra apenas 4 vezes nas outras cartas paulinas). Clique aqui para ler o texto completo »

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Questionário - A Imoralidade em Corinto - Ev. Luiz Henrique

 

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 05 - A IMORALIDADE EM CORINTO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD - 2º TRIMESTRE DE 2009
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Porque fostes ________________________ por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso _____________________ e no vosso espírito, os quais _____________________ a Deus” (1 Co 6.20).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
O repúdio ao _________________________ é uma reação natural da Igreja como ______________________ de Cristo, assim como o livrar-se de um ______________________ o é para o corpo físico.
INTRODUÇÃO
3- O que acontece quando a pecaminosa conduta social do mundo sem Deus é aceita pela Igreja em lugar da Bíblia? Coloque “X” na resposta correta:
(    ) Os pecados mais degradantes e abomináveis se aninham sem protesto entre os crentes.
(    ) Os pecados dos crentes são aceitos e perdoados pela sociedade.
(    ) Os pecados dos crentes são mais facilmente tratados pela igreja..
I. ESCÂNDALO NA IGREJA
4- Qual era o pecado que trazia escândalo a Corinto? Coloque “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:
(    ) O pecado de adultério de um de seus membros.
(    ) O pecado era abominável e grosseiro.
(    ) Um dos crentes de Corinto vivia um relacionamento incestuoso com a mulher do pai.
5- Qual era a situação da igreja em Corinto, devido ao incesto ali praticado por um membro? Coloque “X” na resposta correta:
(    ) A igreja vivia triste devido ao pecado, porquanto não o tolerava.
(    ) A igreja se envergonhava perante os descrentes.
(    ) A igreja era cúmplice do pecado, porquanto o tolerava.
6- Até quando ainda haverá pecado entre os salvos, em meio à igreja? Coloque “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:
(    ) Somente até haver disciplina para os pecados cometidos em seu meio.
(    ) Até que Jesus volte, a igreja local é composta de salvos que ainda pecam.
(    ) Quando Jesus voltar não haverá mais mancha, nem ruga. Clique aqui para ler o texto completo »

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