Arquivos de Abril de 2009
Publicado em 27 de Abril de 2009 as 11:08:40 PM
Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTO ÃUREO
“Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a DEUS no vosso corpo e no vosso espÃrito, os quais pertencem a DEUS” (1 Co 6.20).
VERDADE PRÃTICA
O repúdio ao pecado é uma reação natural da Igreja como Corpo de CRISTO, assim como o livrar-se de um vÃrus o é para o corpo fÃsico.
LEITURA BÃBLICA EM CLASSE - 1 CorÃntios 5.1-6,9-11.
1 CorÃntios 5.1-6 Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Abril de 2009 as 09:47:39 AM
Ninguém iria discutir que era um “caso perdido”. Tentar ajudar um grupo como aquele pessoal de Corinto se tornar maduro em Cristo? ImpossÃvel. Aquela cidade imoral perto de Atenas era conhecida no mundo inteiro pela sua decadência bêbada. E a “igreja” lá? Bem… houve casos de sucesso magnÃfico1 mas ainda tinham muito refugo em esconderijos. O que fazer? O que Paulo faria com as notÃcias de Cloe dizendo que as coisas não estavam muito bem na igreja de Corinto?
Como você trataria um irmão ou irmã que já é um Cristão há algum tempo, mas ainda tem problemas com vÃcios e não refreia os impulsos carnais? E com irmãos que brigam um com o outro, e, acredite ou não, até processam um ao outro? O que vamos pensar daqueles que ainda estão tão insensÃveis a imoralidade sexual que decidem ignorar esses casos ao invés de se opor a eles? Como você trataria um irmão ou irmã com problemas desse tipo? Seria duro? Excluiria eles? Ficaria na sua e “não perderia seu tempo”?
Paulo, sem dúvida, sentiu na pele algumas dessas possibilidades.
É muito importante prestar atenção-o que Paulo fez… funcionou! Dentro de seis a nove meses depois que ele levantou a questão, ele pôde escrever para eles e dizer: “Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito,” “todos vocês foram obedientes”, “Alegro-me por ter plena confiança em vocês”, “eu estava orgulhoso de vocês, e vocês não me decepcionaram” (2Co 7:11-16). Isto é sucesso fenomenal!
Vamos considerar este assunto de fazer de homens e mulheres que ainda estão espiritualmente fracos ou até carnais discÃpulos de Jesus. Agora, é importante lembrar enquanto você lê e ora sobre estas palavras da vida do apóstolo Paulo que, não foi tanto o que “ele fez”, mas muito mais “quem ele era”. Por isso você vai descobrir que a maioria das mudanças talvez precisa ser feita na sua própria vida se quiser ser um vaso útil pelo qual Deus possa trabalhar para trazer um milagre na vida de alguém.
Não há nenhuma fórmula, só a habilidade de Deus de criar do nada, de trazer vida da morte. Muitas vezes Deus vai permitir que a pessoa com quem você está orando e “ensinando a obedecer” os mandamentos de Cristo, seu “Lázaro”, ficar no fedor da morte por um bom tempo para que seja bem claro a incapacidade do homem em ressuscitar alguém dos mortos. Deus deleita-se em trazer glória ao Seu nome tirando a pedra que está em frente dos nossos mausoléus ornamentados e cumprindo o impossÃvel em nossas vidas. Não existe uma fórmula mágica, só o EU SOU. Sua missão, se a aceitar, é fazer do seu coração um veÃculo para o Deus Eterno em misericórdia e poder.
Então, qual é o coração do apóstolo Paulo em como lidar com um irmão ou irmã que ainda vive buscando os prazeres deste mundo?
Manda Bala! Né? Desce o porrete!
É verdade que Paulo tratou severamente com “qualquer que, dizendo-se irmão, mas que seja imoral, avarento, idólatra (de trabalho, bens, recreação ou famÃlia), caluniador (alguém “ajudando Deus” com sua crÃtica e reclamação constante), alcoólatra, ou ladrão” (1Co 5:11). Ele teve tal coragem e convicção da Verdade de Deus que podia dizer com ousadia: “Pois as reuniões de vocês mais fazem mal do que bem” (1Co 11:17). E “Irmãos, não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo” (1Co 3:1). Ele teve a coragem de se opor e admoestar toda desobediência e criancice perpétua. Sua utilidade para Deus será determinada pela sua disposição de pagar o preço em se posicionar e não frivolamente deixar homens e mulheres difamar o nome do Deus da Glória, negligenciar sua Santidade e presumir em Sua graça. Como Paulo nosso irmão, “um homem como nós”, devemos ter a ousadia de nos envolver.
Agora, antes de mergulharmos de cabeça nesta questão de “fazer a obra do EspÃrito Santo (encorajar, exortar, admoestar) uns aos outros todos os dias de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado” (Hb 3:13; 12:15), precisamos cuidadosamente examinar o coração de Paulo com a sua famÃlia em Corinto. É esse fator que realmente vale mais quando ajudamos outros crescerem nAquele que é o Cabeça. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Abril de 2009 as 09:43:45 AM
Jim Elliff
Quando o apóstolo Paulo ouviu que havia imoralidade na igreja de Corinto, ficou perplexo. A imoralidade era tal, que até a sensibilidade do mundo pagão seria ofendida - Há “quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai” (1 Co 5.1). Todavia, a admiração de Paulo se devia, em grande parte, ao fato de que a igreja tolerou isso como um sÃmbolo de honra. A igreja havia distorcido de tal modo o significado do amor, que se orgulhava de aceitar tais pessoas. “Contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar…?”, exclamou Paulo.
Este episódio revelador na história da igreja primitiva, encontrado em 1 CorÃntios 5, não poderia ser mais relevante.Como disse Paulo: “Não é boa a vossa jactância”. A idéia de que algumas associações de cristãos professos conduz atualmente à luta em favor de uniões de pessoas do mesmo sexo, homossexualidade no sacerdócio e outras práticas que mitigam contra a pureza sexual e os laços do matrimônio certamente evocaria a justa indignação de Paulo, se estivesse vivo hoje.
A igreja não é um clube de voluntários formado de pessoas de qualquer convicção ou comportamento, uma entidade sem caráter, pronta a aceitar qualquer pessoa que deseja se unir no regozijo e excitação. É uma sociedade séria que possui limites. É para aqueles que foram vivificados por Deus, confessaram essa mudança publicamente, por meio do batismo, e estão comprometidos a andar em obediência e arrependimento todos os dias de sua vida. A igreja é uma união repleta de amor, não apenas de sentimentalismo - um amor que exige santidade (2 Tm 1.9; Gl 5.13; Rm 6.1).
Paulo apresenta uma lista dos limites da comunhão cristã nesta passagem. Entre os que a igreja deveria remover e com os quais não se deveria associar, estava “alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador…”
Então, o que devemos fazer quando encontramos imoralidade dentro da igreja? Não pode haver engano quanto à resposta:
* Seja “tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou”.
* Seja “entregue a Satanás”. (Isto significa: ao ser removido de seu meio, a igreja deixa tal pessoa no mundo e sob o controle de Satanás.)
* “Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros.”
* “Com esse tal, nem ainda comais.”
* “Expulsai… de entre vós o malfeitor.”
No caso de pecados tão notórios como a imoralidade, a disciplina da igreja tem de ser imediata e decisiva. Por quê? Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Abril de 2009 as 09:26:12 AM
Augustus Nicodemus Lopes
O Contexto de Corinto
A igreja de Corinto era uma igreja que havia sido muito abençoada por Deus em diversos aspectos. Quando Paulo inicia esta carta ele reconhece, no capÃtulo primeiro, que Deus havia abençoado a igreja com toda sorte de bênçãos espirituais, de dons espirituais, ao ponto de “não lhes faltar dom nenhum”. Corinto era uma igreja carismática no sentido bÃblico da palavra, ou seja, tinha os “carismas” do EspÃrito de Deus, os dons, através dos quais desenvolvia seu serviço prestando culto a Deus e cumprindo a sua missão neste mundo. Infelizmente, por motivos que desconhecemos, esta igreja de Corinto, que havia sido fundada pelo apóstolo Paulo, com menos de três anos de fundada começou a desviar-se dos padrões de conduta e de doutrina que o apóstolo havia estabelecido por ocasião de sua fundação. Â
Os Problemas de Corinto
1) Divisões
Paulo estava no seu último ano de ministério na cidade de Éfeso, quando recebe informações de que a igreja de Corinto não estava indo muito bem. As informações eram muitas e poucas delas eram boas. Paulo soube que havia divisões na igreja, que estava dividida em 4 grupos. Grupos que se formaram em torno de personalidades, de pessoas que tinham tido uma participação no passado recente da igreja, com o próprio Paulo e Apolo (cap. 3:4). Havia até um grupo que talvez fosse o mais perigoso deles que era o “grupo de Cristo” (‘…e eu, de Cristo” Cap 1:12). Eles diziam que não eram seguidores de homem algum e sim de Cristo. Era como se dissessem: não queremos estar debaixo da orientação ou da instrução e autoridade de qualquer homem porque recebemos tudo diretamente de Cristo. Alguns estudiosos têm identificado este grupo como o “grupinho dos espirituais” que falavam em lÃnguas e se gloriavam por terem experiências extraordinárias; que não aceitavam a autoridade de Paulo na igreja e outras coisas mais. Â
2) Problemas doutrinários
A igreja tinha todas estas divisões e além disso tinha problemas de ordem doutrinária. Um grupo não aceitava a ressurreição dos mortos (cap. 15). Havia um espÃrito faccioso naquela igreja; existiam problemas com respeito à doutrina da liberdade cristã ( 10:28). “Será que posso comer carne sacrificada aos Ãdolos”? Os “fortes” diziam que sim e subestimavam os “fracos”. Havia problemas com respeito à s questões do casamento (cap. 7): O que é mais espiritual? Casar ou ficar solteiro?
A igreja estava dividida por uma série de problemas que se refletiam no culto. Os “espirituais” falavam lÃnguas sem interpretação para a igreja e desta forma não edificavam (14:5); os profetas falavam, mas não havia ordem de quem deveria falar primeiro (14:29, 32); as mulheres entusiasmadas estavam querendo tirar qualquer sinal de que há uma diferença entre homem e mulher dentro da ordem da criação de Deus (11:8-9); na hora da Santa Ceia havia pessoas que até se embriagavam (11:21) e participavam do sacramento sem ter o espÃrito apropriado. Corinto era uma igreja com graves complicações. Mas, mesmo considerando isso, era uma igreja que se gloriava de ser “espiritual”. Afinal, muitos, na concepção deles, não tinham os dons que indicavam a presença do EspÃrito Santo? Muitos não estavam falando em lÃnguas durante o culto (Cap. 14)? Outros não estavam profetizando e trazendo palavra de revelação? A igreja pensava que era espiritual e considerava-se assim apesar de estar toda minada de problemas. Â
3) Problemas Morais
Entre os problemas mencionados havia também problemas morais. Havia um irmão que estava processando outro num tribunal secular (6.4). Talvez a igreja não tenha se interessado o suficiente. A verdade é que não chegaram a um acordo e talvez por questão de terra ou talvez de dinheiro e negócios, este irmão estava em litÃgio com outro. Por isso estava processando-o no tribunal da cidade. Com esta atitude estava expondo o Evangelho à vergonha diante dos Ãmpios (v. 6).
Havia um grupo que estava voltando à prática da prostituição religiosa (6:18-19), o que era comum na cidade de Corinto. Isso era praticado nos templos onde se cultuava a deusa Afrodite. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Abril de 2009 as 08:51:30 AM
Texto Ãureo: I Co. 6.1 - Leitura BÃblica em Classe: I Co. 5.1-6; 9-11
Objetivo: Compreender que Deus repudia ao pecado, e, por isso, a igreja deve intervir na disciplina com vistas à saúde espiritual.
INTRODUÇÃO
A igreja de Corinto, como toda igreja carnal, além das divisões e partidarismos, tinha casos vergonhosos de imoralidade sexual (porneia em grego). Na lição de hoje, estudaremos a respeito da situação imoral na qual se encontrava aquela igreja. Em seguida, mostraremos algumas recomendações bÃblicas quanto à disciplina da igreja diante do pecado. Ao final, destacaremos que a disciplina é necessária, e mais que isso, é saudável tanto para a igreja quanto para aquele que é disciplinado.
1. A IMORALIDADE NA IGREJA DE CORINTO
Na igreja de Corinto a imoralidade sexual era comum. Isso acontecia porque a igreja era cúmplice, ou seja, tolerava o pecado. Havia um caso aviltante naquela igreja de relacionamento de um homem com a mulher do seu pai. Paulo deixa claro, em I Co. 5.1,2, que um caso como esse não teria apoio sequer no meio daqueles que não professam a fé cristã. Provavelmente, não se referia a própria mãe, pois se assim o fosse Paulo o teria dito. O ofensor, portanto, teria seduzido a mulher do seu pai, isto é, a madrasta, ainda que não fique explicitado se isso teria acontecido após o divórcio ou da morte do pai. Em todo caso, tratava-se de uma prática sexual ilÃcita, denunciada pelo Apóstolo e proibida tanto pelas leis romanas quanto judaicas (Lv. 18.8). A esse respeito, destacamos que: 1) não se pode fazer concessão ao pecado (v. 1) - a igreja havia se acostumado com tais práticas (v. 2); 2) é preciso chorar e lamentar o pecado - a palavra grega usada é penthein, cujo sentido é de alguém que pranteia num funeral, ao invés de chorar, a igreja estava ensoberbecida; 3) não se deixar ensoberbecer com o pecado - é triste saber que aquela igreja não apenas apoiava o pecado, mas se jactava dele (v. 6), o politicamente “correto” e a aplicação da tolerância havia chegado ao extremo, é possÃvel que não mais se levasse em conta o absoluto, o relativismo cultural já havia tomado conta da igreja, por isso, essa não mais disciplinava os pecadores (v.2).
2. O VALOR DA DISCIPLINA NA IGREJA
A fim de que não venhamos a entrar pelo caminho do mundo, defendendo que o errado é certo e que o certo é errado (Is. 5.20), a igreja precisa atuar amorosamente na disciplina dos pecados na igreja. Seguindo a admoestação de Paulo para aqueles dias, a igreja deve exercitar a disciplina do transgressor: o referido homem da I EpÃstola aos CorÃntios deveria ser entregue a Satanás (v. 3-5). Essa expressão não é muito comum no Novo Testamento, podemos encontrar relação com I Tm. 1.20. O sentido subjacente em ambos os casos é que fora da igreja se encontra a esfera de Satanás (Ef. 2.12; Cl. 1.13; I Jo. 5.19), por isso, extrair alguém do escopo da igreja seria entregá-lo à região de Satanás. Outra expressão de difÃcil compreensão, ainda nessa passagem, é a respeito dessa entrega para a “destruição da carne”. Pelo contexto, é possÃvel inferir que Paulo deseja que o ofensor, após a exclusão, tenha consciência das perdas e passe a se lembrar com nostalgia das coisas de Deus, nos tempos que estava na igreja, e, por fim, se arrependa dos seus pecados e se volte para Deus. Para Paulo, a disciplina é um ato de amor, pois, ainda que no momento seja duro tomar a decisão pela exclusão de alguém que tenha pecado, essa atitude pode muito bem redundar em graça e o ofensor poderá vir a ser salvo, e, para maior alegria, poderemos ver aquele que uma vez foi excluÃdo, voltando-se para Deus e a ser encontrado no dia do Senhor, por ocasião do arrebatamento da igreja (v. 5). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 25 de Abril de 2009 as 07:41:28 PM
INTRODUÇÃO
No capÃtulo 4, o apóstolo Paulo orienta os corÃntios sobre a forma como devem considerá-lo e aos seus colegas de ministério, e nesse sentido, pelo menos indiretamente, reprova-os por seu comportamento em relação a ele. Nos versÃculos 14-16, ele lhes chama a atenção para considerá-lo como o pai deles em Cristo.
Aprenderemos sobre a conduta de um verdadeiro e genuÃno obreiro, sua chamada, responsabilidade, compromisso, etc., bem como os pilares que sustentam sua missão. Ainda veremos o conceito sobre os mistérios de Deus e a preocupação do apóstolo em manter sua reputação. Não deixe de ler a história que ilustra a verdade notável sobre o Tribunal de Cristo.
DEFINIÇÃO DO ENCARGO DE DESPENSEIROS
Literalmente, “despenseiro” é o mesmo que “ecônomo”, ou seja, “administrador ou governante de uma residência; mordomo”. Ainda tem o sentido de um “eclesiástico que administra os bens de uma abadia”, em outras palavras: indivÃduo com cargo superior responsável pela administração de uma igreja (Dic. Houaiss).
- Paulo refere-se aos ministros que eram responsáveis em administrar a Igreja do Senhor, como mordomos dos mistérios de Deus.
1. OS VERDADEIROS MINISTROS DE CRISTO
Nesse tópico da lição, o comentarista cita algumas qualidades que identificam um genuÃno obreiro de Cristo:
1.1. São chamados pela vontade de Deus.
- Em toda história bÃblica, patriarcas e profetas que falavam ao povo as palavras de Deus, foram considerados ministros da justiça. Embora fossem homens sujeitos a erros e falÃveis, foram chamados pela vontade de Deus e entregaram-se ao seu serviço.
- Desde que Cristo foi elevado ao céu, como a cabeça da Igreja, tem escolhido embaixadores para realizar sua obra no mundo. A exemplo disso, na igreja de Antioquia haviam alguns profetas e doutores, que foram chamados para servir ao Senhor. O EspÃrito Santo falou que Paulo fosse separado para realizar a obra para a qual fora chamado (At 13.1-2); e ele mesmo confirma: “do qual fui feito ministro, pelo dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação do seu poder” (Ef 3.7; conf. Cl 1.25-26). Paulo foi chamado desde o ventre de sua mãe (Gl 1.15; At 9.15).
- Para exercer o ministério é preciso ter a convocação e vocação do Senhor, caso contrário, vai servir de escândalo e tropeço na obra de Deus.
1.2. Têm senso de responsabilidade ministerial.
Refere-se à prudência, ao entendimento, à percepção, ao caráter e a capacidade de responder pelas ações próprias ou dos outros, no que diz respeito ao seu ministério, dando bom testemunho a todo público. Observe o que Paulo escreveu a Timóteo: “Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2 Tm 4.1). Como um obreiro pode cumprir essa determinação se não entender a importância do senso de responsabilidade de um ministro evangélico? Ver também 1Tm 5.21-22.
1.3. São piedosos e Ãntegros.
Ser piedoso é ter amor pelas coisas religiosas, e ser Ãntegro é ser irrepreensÃvel na sua conduta. O apóstolo Paulo recomenda aos romanos: “…procurai as coisas honestas perante todos os homens” (12.17). Ele mesmo diz: “…tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fl 4.8). Um bom ministro tem um viver honesto, é observado pelas suas obras (1Pe 2.12) e, acima de tudo, deve ser exemplo para o rebanho (Tt 2.7; 1Pe 5.3). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 24 de Abril de 2009 as 05:51:34 PM
Texto áureo: I Co. 4.1: QUE os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.
Leitura bÃblica em classe:
I Co. 4.1-5; 14-16
1 QUE os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus.
2 Além disso requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel.
3 Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por algum juÃzo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo.
4 Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor.
5 Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desÃgnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor.
14 Não escrevo estas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados.
15 Porque ainda que tivésseis dez mil aios em Cristo, não terÃeis, contudo, muitos pais; porque eu pelo evangelho vos gerei em Jesus Cristo.
16Â Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.
Texto bÃblico auxiliar:
II Tm.2.8.ss: Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dentre os mortos, segundo o meu evangelho; Por isso sofro trabalhos e até prisões, como um malfeitor; mas a palavra de Deus não está presa. Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna. Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos; Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará; Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
Verbetes:
Revelação. Do latim revelatio, de revelare (descobrir, desnudar, desvendar) entende-se a divulgação de fato ou coisa que se mantinha em segredo ou que era ignorada. Consiste na narração ou na informação de fato ou assunto de que não se tinha conhecimento ou notÃcia.
Ministério. Do latim ministerium, em amplo conceito, quer dizer todo ofÃcio, cargo ou função que se exerce.
A palavra ministério vem do grego “Diakonia” que significa serviço, porém, revelando o indivÃduo como alguém “preparado e vocacionado” para servir.
Vocábulos na lÃngua grega que definem a palavra servo.
Oikonomos. É traduzido como despenseiros. Em relação aos escravos, um supervisor; em relação ao Senhor, um servo; em relação aos bens um mordomo ou administrador. Os bens são os “mistérios” (a Palavra) de Deus. I Co.4.1. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 23 de Abril de 2009 as 11:37:34 PM
QUESTIONÃRIO DA LIÇÃO 04 - DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DE DEUS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD - 2º TRIMESTRE DE 2009
TEXTO ÃUREO
1- Complete:
“Que os homens nos ____________________________ como _______________________ de CRISTO e despenseiros dos ______________________ de DEUS” (1 Co 4.1).
VERDADE PRÃTICA
2- Complete:
DEUS não precisa da _______________________ humana, mas permite que seus _________________________ participem da realização de seus ______________________ propósitos.
INTRODUÇÃO
3- Paulo ao destacar o papel do obreiro cristão, emprega dois vocábulos. Quais são e qual seu significado? Coloque “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:
(   ) hyp?ret?s “ministro” - refere-se ao remador de um navio da época, que remava abaixo da linha da superfÃcie. Seu trabalho era volumoso, pesado e sempre sob as ordens de um chefe. A lição aqui comunicada é de subordinação aos superiores, trabalho e humildade.
(   ) oikonomos. “despenseiro” - diz respeito a um servo administrador de uma casa ou propriedade. É a lição da fidelidade, capacidade e responsabilidade.
(   ) Diaconos. “despenseiro” - diz respeito a um servo carregador de bancos de uma igreja. É a lição da humildade, capacidade e responsabilidade. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 23 de Abril de 2009 as 11:27:23 PM
Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÃUREO
“Que os homens nos considerem como ministros de CRISTO e despenseiros dos mistérios de DEUS”
(1 Co 4.1).

VERDADE PRÃTICA
DEUS não precisa da ajuda humana, mas permite que seus ministros participem da realização de seus eternos propósitos.

| LEITURASIMPORTANTES |
1 Co 3.9 |
Os ministros da Palavra são cooperadores de DEUS |
| 2 Co 8.23 |
Os ministros da Palavra são embaixadores de DEUS |
| Fp 3.17 |
Os ministros da Palavra devem ser exemplo em tudo |
| 2 Tm 3.17 |
Os ministros da Palavra devem buscar a perfeição |
| 2 Tm 2.15 |
Os ministros da Palavra devem ser aprovados |
| 1 Ts 2.19,20 |
Os ministros da Palavra e seus frutos |
LEITURA BÃBLICA EM CLASSE - 1 CorÃntios 4.1-5, 14-16.
1 CorÃntios 4.1-5 Clique aqui para ler o texto completo »
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