Arquivos de Maio de 2009
Publicado em 25 de Maio de 2009 as 11:29:43 AM
A Importância da Santa Ceia para a Igreja de Cristo: A Ceia do Senhor Jesus, é uma das Festas mais solene da Igreja, de muitíssima importância. A sua importância relaciona-se com o passado, o presente e futuro.
Sua importância no Passado: É um ato «memorial» (gr. anamnesis) da morte de Cristo no Calvário, para nos remir da condenação (Luc 22.19; 1 Cor 11.24-26). «…Fazei isto em memória de mim…». Este é um importante elemento na Ceia do Senhor Jesus. Trata-se de uma memorial em face de tudo quanto Cristo foi e fez pelos homens, sobre tudo em sua expiação. Umas das funções da Ceia do Senhor Jesus é de fazer-nos lembrar a redenção que possuímos através de Cristo, que estende potencialmente a todos os homens, tal como a páscoa levou a nação de Israel a lembrar-se de sua redenção da servidão no Egito. Na celebração da Santa Ceia, as nossas mentes se voltam para o Calvário, relembrando do Sacrifício de Jesus, em nosso favor. Embora, que em todo tempo devemos lembrar-nos deste Santo Sacrifício, todavia, temos um dia especifico e oportuno para esta comemoração e meditação. É também um ato de «ação de graças» (gr. eucharistia) pelos benefícios provenientes do sacrifício de Jesus Cristo (Mat 26.27,28; Marc 14.23; Luc 22.19). «…Fazei isto…», isto é, «repeti este rito memorial, em lembrança de minha pessoa». Cumpre-nos relembrar tudo quanto Cristo fez em prol da humanidade, na redenção e na esperança que Ele nos trouxe; não permitamos que a sua vida seja vã para conosco, reconheçamos a importância da mesma. Tudo isso devemos perenemente relembrar.
A ordenança sobre o elemento «memorial» da Ceia do Senhor Jesus, é levada a efeito para mostrar Cristo aos homens, para conservá-lo na lembrança dos crentes, e, sobretudo para relembra a «morte» de Cristo. É importante conservar o seu sacrifício expiatório perante os olhos dos homens. Este «memorial» entrou em vigor desde que Cristo encerrou a última refeição pascal com os seus discípulos, até à sua vinda. Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é uma forma especial de «ação de graças», pelo dom inefável de Jesus Cristo, o Redentor de todos os homens.
Sua importância no Presente: A Santa Ceia expressa a nossa «comunhão» (gr. koinonia) com Cristo e, de nossa participação nos benefícios oriundos da Sua morte sacrificial e ao mesmo tempo expressa a nossa «comunhão» com os demais membros do Corpo de Cristo (1 Cor 10.16,17). A Santa Ceia, a mesa do Senhor Jesus é o lugar onde Cristo, o hospedeiro, se encontra com os remidos, é a mesa onde os dons preciosíssimos são dados e recebidos. É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma. A Santa Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo. É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível. A Santa Ceia é uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo. Lembre-nos que a Mesa é do Senhor Jesus, Ele é quem nos convida a participar deste ato glorioso, foi Ele que se ofereceu e se entregou por nós, o convite é de Cristo, o hospedeiro, nós somos os seus convidados. Que glorioso é saber que Cristo não está ausente, mas presente conosco, de uma forma tão tremenda, que dEle participamos, ao comermos do pão e bebermos do suco da videira, os elementos que representam essa comunhão. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 25 de Maio de 2009 as 11:27:26 AM
Na noite anterior à sua crucificação, Jesus celebrou a Páscoa com seus doze discípulos mais íntimos, os homens que ele tinha escolhido para serem seus apóstolos. A Páscoa, naturalmente, era a grande festa memorial da Velha Aliança: ela comemorava como Deus tinha livrado os israelitas da sua escravidão egípcia, e feito deles um povo livre (Êxodo 12:25-27). Quando sua ceia estava terminando, Jesus instituiu a festa memorial da Nova Aliança:
“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim” (1 Coríntios 11:23-25).
A Ceia do Senhor é a comemoração de Jesus Cristo. O pão representa seu corpo, tão cruelmente quebrado na cruz por crimes que ele nunca cometeu. O cálice representa seu sangue, tão livremente derramando para pagar pelos pecados daqueles que ele ama tanto.
A Ceia do Senhor não é mero ritual, não é simplesmente uma ordenação a ser “observada”. É um memorial vivo que deriva seu profundo significado da natureza gloriosa daquele que está sendo lembrado, do poder de seu sacrifício, e da condição dos corações daqueles que participam.
“Porque, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si” (1 Coríntios 11:26-29).
Se não comemos os elementos da ceia de modo correto, com nossos corações e mentes focalizados no Salvador, então comemos em vão. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 25 de Maio de 2009 as 08:22:10 AM
Doutrina: Santa ceia
Leitura: 1 Co 11.23-32
A Ceia foi instituída pelo Senhor (1 Co 11.23) na sua última refeição da Páscoa (Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.15-20). Para a igreja, toma o lugar da Páscoa (1 Co 5.7). Jesus não determinou o intervalo de realização (semanal, mensal, etc), mas que a realizássemos até que voltasse (1 Co 11.26). No AT, antes da páscoa, Deus chamara seu povo para comer e beber em Sua presença (Ex 24.9,11).
1. A Ceia aponta para o passado.
(a) É um memorial (gr. anamnesis; vv. 24-26; Lc 22.19) da morte de Cristo no Calvário, para redimir os crentes do Pecado e da condenação. Através da Ceia do Senhor, nos lembramos do que Cristo fez por nós e nos motivamos a viver longe do pecado (1 Ts 5.22). Cristo, por nós: humilhou-se (Fp 2.5-8), entregou-se (Jo 10.17,18) e santificou-se (Jo 17.19).More…
(b) É um ato de ação de graças (gf. eucharistia) pelas bênçãos e salvação da parte de Deus, provenientes do sacrifício de Jesus Cristo na cruz por nós (v. 24; Mt 26.27.28; Mc. 14.23; Lc 22.19).
2. É fundamental no presente.
(a) A Ceia do Senhor é um ato de comunhão (gr. koinonia) com Cristo e com o Pai (1 Jo 1.3) e com os demais membros do corpo de Cristo (1 Co 11.16,17; Tg 1.4; Jd 3). Ceia sem comunhão não é do Senhor, apenas uma cerimônia (1 Co 11.20,21). Temos que reconhecer (discernir) o corpo espiritual de Cristo, a igreja (1 Co 10.16,17) e ceiarmos sem contendas e divisões (1 Co 1.12). Assim, cumprimos o mandamento do Mestre: amai-vos (Jo 13.34,35; Rm 12.10).
(b) É o reconhecimento e a proclamação da Nova Aliança, mediante a qual os crentes reafirmam o senhorio de Cristo e nosso compromisso de fazer a sua vontade, de permanecer leais, de resistir o pecado e de identificar-nos com a missão de Cristo (v. 25; Mt 26.28; Mc 14.24; Lc 22.20). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 24 de Maio de 2009 as 11:39:03 PM
Texto Áureo: I Co. 11.26 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 11.23-32
Objetivo: Mostrar que a Santa Ceia não é um mero símbolo, mas um memorial da morte e ressurreição redentora de Cristo Jesus e anuncia a Sua volta para arrebatar a igreja.
INTRODUÇÃO
A celebração da Santa Ceia sempre teve um lugar especial como memorial da morte e ressurreição do Senhor. Em Corinto, conforme veremos na aula de hoje, esse ato tão sublime fora degenerado pela carnalidade. Para não deturpar a ceia do Senhor, atentaremos, nesta lição, para os ensinamentos bíblicos em relação à celebração da Ceia, baseados na Epístola em foco.
1. A CELEBRAÇÃO DA CEIA EM CORINTO
Com base em I Co. 11.21, depreendemos que, em Corinto, a Santa Ceia não era uma refeição simbólica apenas, como acontece em nosso meio nos dias atuais, mas uma refeição de verdade. Fica claro também pelo texto que cada um dos participantes levava uma porção de comida que era compartilhada uns com os outros. Mas em razão dos partidarismos na igreja, os grupinhos se formavam também para comer. Uns comiam primeiro, outros depois, tudo se fazia para evitar contatos. Paulo não tinha motivos para elogiar a igreja por essa desunião e falta de controle (v. 17), pois, além das divisões, havia aqueles que tinham mais condições (v, 18), levavam muita comida e bebida, exageravam, enquanto que outros ficavam com fome, numa nítida demonstração de segregação social e financeira. Comiam antes que os outros chegassem, principalmente os escravos que não podiam chegar mais cedo. Como conseqüência, o Apóstolo chama a atenção dos crentes de Corinto para que não se apropriem indignamente da ceia do Senhor. Essa indignidade, pelo contexto da passagem, não é prioritariamente moral, antes uma ausência de discernimento quanto ao significado do corpo e do sangue do Senhor (v. 27). Antes de se apropriar dos elementos da Ceia, é preciso que o crente examina-se, veja quais são suas reais intenções na participação do pão e do cálice (v. 28), e, principalmente, do seu lugar no Corpo de Cristo (v. 29), quando isso deixa de ser uma regra, o resultado é a morte tanto espiritual quanto física (v. 30-32), portanto, se tão somente para comer, que o faça em casa, pois a celebração da ceia não é apenas comida e bebida (v. 33,34). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 22 de Maio de 2009 as 11:22:23 PM
TEXTO ÁUREO:
As coisas que os gentios sacrificam aos demônios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. I Co. 10.20.
Leitura Bíblica em Classe:
14 Portanto, meus amados, fugi da idolatria.
15 Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.
16 Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura
a comunhão do corpo de Cristo?
17 Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão.
18 Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são porventura participantes do altar?
19 Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa?
20 Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios.
21 Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
22 Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?
Texto devocional complementar:
I Co 10.1.16.ss. Pois não quero, irmãos, que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar; e, na nuvem e no mar, todos foram batizados em Moisés, e todos comeram do mesmo alimento espiritual; e beberam todos da mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os acompanhava; e a pedra era Cristo. Mas Deus não se agradou da maior parte deles; pelo que foram prostrados no deserto. Ora, estas coisas nos foram feitas para exemplo, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos torneis, pois, idólatras…: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar. E não tentemos o Senhor, como alguns deles o tentaram, e pereceram pelas serpentes. Ora, tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar. Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Cristo? Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 22 de Maio de 2009 as 09:59:27 PM
NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM
Texto Áureo = “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém!” (1 Jo 5.21).
Verdade Prática = A idolatria que hoje ameaça a Igreja de Cristo é tão nociva quanto a que causou a ruína de Israel. O momento requer maior vigilância e total compromisso com a Palavra de Deus.
Leitura Bíblica = EXODO 20.1-5; ATOS 15.29; CORINTIOS 5.16-18
INTRODUÇÃO
Que reação teria Paulo se viesse a perambular por nossas praças e encruzilhadas? Ficaria certamente mais perplexo com as cidades e metrópoles deste século do que com a Atenas que percorrera durante a sua segunda viagem missionária. Infelizmente, o apóstolo haveria de melindrar-se também com muitos crentes que, embora professem o nome de Cristo, curvam-se ante os numerosos ídolos que o mundo vai talhando e esculpindo.
Neste trimestre, estaremos mostrando, à luz da Palavra de Deus, que as modernas idolatrias (riquezas, prazeres, fama etc), apesar de seus disfarces e nuanças, são tão nocivas quanto àquelas que levaram Israel à ruína.
1- O QUE É A IDOLATRIA
1. Definição. A palavra idolatria é formada por dois vocábulos gregos: eidolon, ídolo + latria, adoração. Idolatria, portanto, é a adoração aos ídolos.
2. Conceito teológico. Teologicamente, idolatria é tudo aquilo que, em nosso coração, tira a primazia de Deus. É idolatria, por exemplo, o excessivo apego que se tem a uma pessoa ou objeto (Cl 3.5).
3. A idolatria é obra da carne. Ao relacionar as obras da carne, Paulo coloca a idolatria no mesmo nível destas (Gl 5.20). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 21 de Maio de 2009 as 11:50:51 AM
Introdução
O problema focalizado por Paulo nos capítulos 8 a 10 desta Primeira Carta aos Corintios relaciona-se com o uso para alimentação da carne sacrificada aos ídolos. A pergunta era esta: É lícito crentes comerem dessa carne? Não estão cometendo um pecado contra Deus, alimentando-se do que fora dedicado a falsos deuses? Alguns crentes não viam mal algum. A carne em si mesma não tinha qualquer impureza, argumentavam. Outros crentes escandalizavam-se com esse comportamento de irmãos. Qual devia ser a atitude cristã diante do problema? Paulo responde s essas questões, ensinando como devem os crentes proceder diante de situações semelhantes.
Não enfrentamos este problema em nossos dias. Tem significado estudar este texto bíblico? Sim, porque nele encontramos um princípio que se aplica à vida cristã, em todos os tempos, em todos os lugares: o limite da liberdade cristã é o amor cristão. Há coisas que não trazem mal a quem delas participe. Mas esa participação enfraquece o testemunho e escandaliza o irmão mais fraco. Por amor ao irmão, para não escandalizá-lo, para não colocarmos tropeço diante dele, abstenhamo-nos dessas coisas “Se com o nosso comportamento descuidado ofendemos a cosnciência dele, pecamos contra Cristo.
Versos 8 a 13 - Relembremos em poucas palavras o problema da carne sacrificada aos ídolos em Corinto. Uma parte da carne, depois de derramado o sangue do animal, era entregue aos sacerdotes, e usada em sua alimentação. Outra parte era dada aos que tinham pedido o sacrifício. Estes a usavam para banquetes em suas casas ou no templo. Nesses banquetes, os participantes se entregavam a todo o tipo de licenciosidade e imoralidade. Os cultuadores pobres, quando recebiam de volta uma parte da carne dedicada, vendiam-na nos açougues. Os crentes corriam o risco de comer dessa carne, convidados para os banquetes, ou comprando-as nos mercados.
A igreja estava dividida quanto a esse procedimento. Os crentes de origem judia viam nisso um grande pecado: servos de deus comendo daquilo que se oferecia aos falsos deuses. Outros crentes invocavam aliberdade cristã, achando que comer não fazia diferença, desde que não cultuavam aos ídolos. Argumentavam dizendo que um ídolo nada é. Sacrificar a ídolos é sacrificar a coisa nenhuma. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 21 de Maio de 2009 as 08:16:17 AM
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 08 - COISAS SACRIFICADAS AOS ÍDOLOS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2º TRIMESTRE DE 2009
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“As coisas que os gentios ____________________________, as sacrificam aos _______________________ e não a Deus. E não quero que sejais ________________________ com os demônios” (1 Co 10.20).
VERDADE PRÁTICA
1- Complete:
O crente deve fugir da _____________________, dos objetos, festividades e reuniões que envolvem _______________________ e adoração aos ___________________.
INTRODUÇÃO
3- Como era a cidade de Corinto? Coloque “V” para Verdadeiro e “F” para Falso:
( ) Uma das cidades da Ásia mais destacadas no comércio em geral.
( ) Corinto era uma importante cidade da Grécia
( ) Corinto era a capital da província romana Acaia.
( ) Corinto possuía posição geográfica privilegiada favorecia o comércio, a cultura, os esportes e as religiões pagãs.
( ) Em Corinto havia muitos templos dedicados aos deuses greco-romanos.
4- Qual templo se destacava em Corinto e a quem era consagrado? Coloque “X” na resposta correta:
( ) O de Zeus, localizado abaixo do Acrocorinto, tendo mais de mil sacerdotisas que se dedicavam à prostituição religiosa.
( ) O de Afrodite, localizado no topo do Acrocorinto, tendo mais de mil sacerdotisas que se dedicavam à prostituição religiosa.
( ) O de Diana, localizado no topo do Acrocorinto, tendo mais de mil sacerdotisas que se dedicavam à prostituição religiosa. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 21 de Maio de 2009 as 08:14:41 AM
Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO
“As coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a DEUS. E não quero que sejais participantes com os demônios” (1 Co 10.20).

VERDADE PRÁTICA
O crente deve fugir da idolatria, dos objetos, festividades e reuniões que envolvem reverência e adoração aos ídolos.

LEITURA DIÁRIA
| Segunda |
Dt 32.15-21 |
O péssimo exemplo de Israel no passado |
| Terça |
Sl 106.36,37 |
Correlação entre os ídolos e os demônios |
| Quarta |
At 15.29 |
Uma norma divina para todos os crentes |
| Quinta |
1 Co 8.13 |
O manjar do escândalo |
| Sexta |
1 Co 10. 20 |
Coisas sacrificadas aos demônios |
| Sábado |
Tg 4.4,5 |
O zelo do ESPÍRITO pelo crente |
A grande dúvida entre os cristãos Coríntios era se podiam comprar e consumir a carne comprada nos açougues de Corinto, porque sabiam que ali se vendia carne, que antes, teria sido oferecida a ídolos. Clique aqui para ler o texto completo »
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