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A Primeira Carta de João - Pr. Geraldo Carneiro Filho

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
LIÇÃO 01 - DIA 05/07/2009
TÍTULO: “A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO”
TEXTO ÁUREO - II Tm 3:16
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Jo 1:1-4
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

I - INTRODUÇÃO:

I Jo 2:12-14 - A Primeira Carta de João foi escrita pelo já encanecido apóstolo, no ano 90 depois de Cristo, provavelmente em Éfeso. Ao contrário dos outros apóstolos, ele não dirige sua epístola a nenhuma Igreja ou pessoa em particular. Escreve para todos os cristãos, velhos e moços. Ele os chama pelo terno nome de “teknia”, que quer dizer “FILHINHOS”, “CRIANCINHAS”. Nesta Carta, Deus trata com Seus filhos nascidos de novo.

II - JOÃO, O DISCÍPULO DO AMOR:

Era filho de Zebedeu e Salomé, vindo, ao que parece, de uma família abastada, pois tinha empregados e sua mãe também serviu a Jesus(Mc 1:19-20; 15:40-41).

Inicialmente, João era conhecido como um dos “filhos do trovão” - Mc 3:17, que em diversas ocasiões agira com intolerância, caráter vingativo e espírito de intrigas (Mt 20:20-21; Mc 9:38; 10:35; Lc 9:49, 54).

Mesmo assim, João foi o discípulo a quem Jesus amava e foi o poder de Cristo que transformou este Galileu típico em “O APÓSTOLO DO AMOR”.

Ficou junto a Jesus na cruz do Calvário - Jo 19:25-27.

Contemplou o túmulo vazio na manhã da ressurreição - Jo 20:1-8.

Em Patmos foi arrebatado pelo Espírito e viu uma porta aberta para o céu - Apc 1:9-10; 4:1-2.

I Jo 1:1-4, 7; 2:13-14; 5:13 - João apresenta-nos o testemunho desses fatos, não havendo possibilidade de dúvidas quanto a eles. Ele dá-nos a prova daquilo que conhece. Ele tinha ouvido, visto e apalpado com as mãos a Palavra da vida. Ele deseja levar os leitores a essa íntima comunhão com o Pai e com Seu Filho, para que a alegria deles seja completa.

III - O GNOSTICISMO:

Gnosticismo (do Gr. Gnostikós = conhecimento) - Escola teológica que floresceu nos primórdios do Cristianismo. Contrariando as pregações dos apóstolos, seus adeptos diziam-se os únicos a possuírem um conhecimento perfeito de Deus. Seu arcabouço doutrinário considerava a matéria irremediavelmente má. Por isso, diziam que a humanidade de Cristo era apenas aparente. Os gnósticos foram muito combatidos pelo apóstolo João que, em suas epístolas, fazia questão de mostrar ser o Senhor Jesus verdadeiro homem e verdadeiro Deus.

O Gnosticismo defendia, particularmente, que :

1) O conhecimento é superior à virtude;

2) O verdadeiro significado das Escrituras está no sentido não literal e que só podem ser compreendidas por alguns poucos seletos;

3) O mal no mundo impossibilita que Deus seja o criador;

4) A encarnação é coisa incrível porque a divindade não pode se ligar a nada que seja material - tal como o corpo; e

5) Que não existe a ressurreição da carne.

Esta doutrina resultou no Docetismo, ascetismo e antinominianismo.

O Docetismo extremo defendia que Jesus não era humano sob qualquer aspecto, mas uma teofania meramente estendida, enquanto o Docetismo moderado considerava Jesus o filho natural de José e Maria, sobre o qual Cristo veio no momento do batismo. Ambas as formas da heresia foram atacadas por João na Primeira Epístola (I Jo 2:22; 4:2-3; 5:5-6).

Alguns gnósticos praticavam o ascetismo porque criam que toda a matéria era má. O ascetismo é largamente praticada por monges de todas as ordens religiosas. Constitui numa série de exercícios que tem como objetivo levar o homem à realização plena da virtude e à mortificação de certos desejos da carne. O ascetismo não preenche os requisitos bíblicos de uma vida verdadeiramente santificada (I Ts 5:23).

O antinominianismo, ou a anarquia religiosa, era a conduta dos outros, uma vez que consideravam o conhecimento superior à virtude (I Jo 1:8; 4:20).

IV - OBJETIVOS DA PRIMEIRA CARTA DE JOÃO:

Três vezes, na primeira epístola, João indicou o seu propósito em escrevê-la:

1. Para tornar o seu gozo completo (I Jo 1:4);

2. Para advertir seus leitores para não caírem no pecado (I Jo 2:1); e

3. Para dar aos fiéis, dentre os seus leitores, a certeza de que possuíam a vida eterna (I Jo 5:13).

Porém, é necessário ir além destas expressões de objetivo, a fim de estabelecer mais compreensivamente os vários objetivos, além dos declarados em mente, ao enviar esta carta para as Igrejas. Tais objetivos podem ser declarados como se segue:

1. Advertir contra falsos mestres, cujas idéias distorcidas, a respeito de Jesus, o Cristo, ameaçavam romper a comunhão - I Jo 2:18-25; 4:1-3.

2. Pelo simples gozo de partilhar a maravilhosa experiência que tivera de associação pessoal com Jesus - I Jo 1:4.

3. Estabelecer alguns importantes testes de discipulado e, desta forma, propiciar critérios pelos quais os seus leitores pudessem orientar a certeza de salvação e a posse da vida eterna. Os testes são estes:

(A) Andar na luz, que é a mesma coisa que obedecer aos mandamentos de Cristo (I Jo 1:7; 2:3-6);

(B) Guardar o superimportante mandamento de amar os irmãos (I Jo 2:9-11; 3:10, 15-16; 4:7, 20; 5:1-2);

(C) Ter fé em Jesus Cristo como o Filho de Deus (I Jo 2:23; 4:15; 5:1, 5, 10, 12-13);

(D) Viver uma vida de vitória sobre o pecado (I Jo 3:4-10; 5:18);

(E) Reconhecer a presença do Espírito de Deus na vida (I Jo 3:24; 4:13).

4. Deixar como um legado à posteridade a sua interpretação do amor que ele havia experimentado na vida e ensino de Jesus (I Jo 4:8, 16).

V - VISÃO PANORÂMICA DA PRIMEIRA CARTA DE JOÃO:

Alguns dos falsos mestres negavam a humanidade de Jesus - eles se recusavam a crer que Cristo havia vindo em carne.

Por outro lado, havia os que negavam a divindade de Cristo - eles declaravam que o homem Jesus não era o Cristo, o Filho de Deus.

Esses falsos mestres, a quem João procurava atacar com veemência, eram os precursores dos gnósticos consumados do segundo século. Por isso, a fé e a conduta estão fortemente entrelaçados nesta carta.

Os falsos mestres, aos quais João chama de “anticristos”, apartaram-se do ensino apostólico sobre Cristo e a vida de retidão.

De modo semelhante a II Pedro e a Judas, a Primeira Carta de João refuta a conduta e condena com veemência os falsos mestres com suas crenças e condutas destruidoras (I Jo 2:18-26; 4:1-5).

Do ponto de vista positivo, esta Primeira Carta de João expõe as características da verdadeira comunhão com Deus e revela cinco evidências específicas pelas quais o crente poderá saber, com confiança e certeza, quem tem a vida eterna.

1. A evidência da verdade apostólica a respeito de Cristo (I Jo 1:1-3; 2:21-23; 4:2-3, 15, 10, 20);

2. A evidência de uma fé obediente que guarda os mandamentos de Cristo (I Jo 2:3-11; 5:3-4);

3. A evidência de um viver santo, isto é, afastar-se do pecado para comunhão com Deus (I Jo 1:6-9; 2:3-6, 15-17, 29; 3:1-10; 5:2-3);

4. A evidência do amor a Deus e aos irmãos na fé (I Jo 2:9-11; 3:10-11, 14, 16-18; 4:7-12, 18-21); e

5. A evidência do testemunho do Espírito Santo no crente (I Jo 2:20, 27; 4:13).

Por fim, João afirma que a pessoa pode saber com certeza que tem a vida eterna, quando estas cinco evidências são manifestas na sua vida (I Jo 5:13).

VI - ESBOÇO DA PRIMEIRA CARTA DE JOÃO:

CAPÍTULO 1:

O apóstolo dedica sua epístola aos crentes em geral, com evidente testemunho de Cristo para promover a felicidade e o gozo deles - I Jo 1:1-4;

Demonstra que a vida de santidade é necessária para se ter comunhão com Deus - I Jo 1:5-10.

CAPÍTULO 2:

O apóstolo se dirige à expiação de Cristo como ajuda contra as fraquezas pecaminosas - I Jo 2:1-2;

Os efeitos do conhecimento salvador para produzir obediência e amor para com os irmãos - I Jo 2:3-11;

Os cristãos são tratados como filhinhos ou criancinhas, jovens e pais - I Jo 2:12-14;

Todos são advertidos contra o amor a este mundo e contra o engano - I Jo 2:15-23;

Exortação a permanecer firmes na fé e na santidade - I Jo 2:24-29.

CAPÍTULO 3:

O apóstolo admira o amor de Deus ao tornar os crentes Seus filhos - I Jo 3:1-2;

A influência purificadora da esperança de ver a Cristo - o perigo de ter esta pretensão, vivendo em pecado - I Jo 3:3-10;

O amor aos irmãos é o caráter é o caráter do verdadeiro cristão - I Jo 3:16-21;

Esse amor é demonstrado por seus atos - I Jo 3:22-24;

O benefício da fé, do amor e da obediência - I Jo 3:22-24.

CAPÍTULO 4:

Os crentes são advertidos contra dar atenção a qualquer um que tenha a pretensão fingida de ter o Espírito - I Jo 4:1-6;

O amor fraternal está em vigor - I Jo 4:7-21.

CAPÍTULO 5:

O amor fraternal é o efeito do novo nascimento que torna grato obedecer a todos os mandamentos de Deus - I Jo 5:1-5;

Referências às testemunhas que concordam em provar que Jesus, o Filho de Deus, é o verdadeiro Messias - I Jo 5:6-8;

A satisfação que o crente tem por Cristo e pela vida eterna por meio dEle - I Jo 5:9-12;

A certeza de que Deus ouve e responde as orações - I Jo 5:12-17;

A feliz condição dos verdadeiros crentes e a ordenança de renunciar à idolatria - I Jo 5:18-21

Fontes de consulta:

Comentário Bíblico Moody - vol. 5 - Charles F. Pfeiffer e Everett F. Harrison - Imprensa Batista Regular

Comentário Bíblico Broadman - JUERP

Dicionário Teológico - CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade

Estudo Panorâmico da Bíblia - Editora Vida - Henriquetta C. Mears

Comentário Bíblico de Matthew Henry - CPAD

Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD

Publicado no blog Escola Bíblica Dominical para Todos

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  1. valdir carvalho Escreveu:

    QUAIS SÃO SUAS CONVICÇÕES?

    Algo me chamou a atenção num comentário da lição anterior:
    Aplicação pessoal,quando se entende que O AMOR É PASSAGEIRO COMO DOM, não como FRUTO DO ESPÍRITO. Entendi que para viver FRUTO, o seu portador precisa demonstrar à que está. Já o DOM, passa quando seu portador se vai, morre, então quem O CONCEDEU o recebe de volta.
    O firme fundamento da fé, é algo como que PARECIDO ao nosso entendimento. APLICAÇÃO PESSOAL de como entender para que venhamos a praticar. Coisas simples de perceber até à nossa mente natural, que dirá da espiritual?
    Crer no Unigênito Filho de Deus, aceitar sua morte como sacrifício que tenha valido a pena. Saber que aceitando-O, devo abrir mão de algumas coisas e caminhar em novidade de CONTUDA de expressões e de demonstrações de quem agora sou eu.
    Saber que o que conta realmente, é algo que me foge do conhecimento se não adentrar no CONHECER o PROPOSTO, e ainda assim, perceber que se penso em saber MUITO, devo considerar que SABEREI MUITO POUCO de tudo quanto se tem guardado e ainda não revelado. A questão toda está na PERSEVERANÇA, na OBEDIÊNCIA, na SUBMISSÃO aos PRECEITOS, na COMUNHÃO, no RECONHECER O AMOR de DEUS como sendo favor imerecido, que nisto está a virtude daquele que aceita em dizer-se: sou diferente.
    Saber que não somos nem seremos os senhores da OBRA.
    Perceber que SEM ELE nada seremos no SEU MUNDO. Buscar ser guiados pelo SEU QUERER. Se não conseguirmos entender por que estamos, PEDIR DISCERNIMENTO, sabendo que pela sua GRAÇA, Deus nos dará entendimento, para que TENHAMOS FIRMES POSIÇÕES de sermos SOMENTE SERVOS que LUTAM ainda aqui na terra, por dias melhores NOS CÉUS, diante das PROMESSAS ACATADAS como fiéis, e NISTO, seremos LOUVADOS por termos ACATADO o TESTEMUNHO que O PAI deu de SEU FILHO, como INSTRUMENTO da REDENÇÃO ETERNA.
    Como crer se não me esforçar? O que nos compete ?
    Assim fala a Palavra de Deus: CONHECER e PROSSEGUIR EM CONHECER.
    Deus quer ter uma relacionamento com os homens, onde estes, venham OUVIR Ele falar com. Temos procurado ouvir Deus?
    Mas, com quem Deus se relacionará?
    Com os CONTRITOS DE CORAÇÃO E ESPÍRITO.
    Sabemos, o homem, deseja PERCEBER à Deus como Deus, mas pouca força faz em DEIXAR-SE ser conduzido como PAI, SENHOR, Aquele que quer dirigir PASSOS, PENSAMENTOS e ATITUDES. Sabe por que?
    Porque se diminuirmo-nos Ele se fará crescer em cada um, e, nisto, está a dificuldade individual, quando temos que ABRIR MÃO de nós mesmos, do nosso EU, rever nossas percepções tendenciosas, mesmo dentro da Igreja, julgando-nos melhores que o mundo, NOS ESQUECEMOS DA NOSSA MISSÃO COMO LUZEIRO, que precisa PROCLAMAR a OBRA DA MISERICÓRDIA de Deus, para que nossa MENSAGEM, seja aceita, e creiam que a sua GRAÇA, seu AMOR, foi demonstrada à toda a raça humana. Sangue que foi derramado com o objetivo de PERDÃO. Sangue diferente, sangue para a vida e vida abundante.
    Ainda agora, percebo que o DOM INEFÁVEL de Deus, DEMONSTRADO pela morte do FILHO, deu VIDA aqueles que se entregarem em aceitar a mensagem da CRUZ, como PODER e SABEDORIA de Deus à SALVAÇÃO DE TODA HUMANIDADE PECADORA.

    A Palavra de Deus menciona que todos pecaram e destituídos estão da Graça d e Deus, aí está algo que se torna necessário perceber: alguns cuidados de Deus, que são básicos à fé: O COMPROMISSO, A CRIANÇA COM PROPÓSITO, O MINISTÉRIO TERRENO, A TRAIÇÃO, A CRUZ, O SANGUE, A MORTE, A RESSURREIÇÃO, A SUBIDA AO CÉU, A PROMESSA DO FUTURO, O REGRESSO.

    -Compromisso: PRÉ-disposição de Deus em oferecer um meio de REDENÇÃO; João 3.16, a concretização desta promessa, predita no Éden.
    -A CRIANÇA concebida por obra miraculosa de Deus, que crescia em estatura e sabedoria divina, sendo inspirada pela ação do Espírito de Deus à dizer que O ARREPENDIMENTO seria necessário para que o homem se voltasse ao seu Senhor.
    -As demonstrações de PODER, da fé sem limites: transformação, multiplicações, milagres, curas, ressurreição de mortos, comprometimento com sua missão. O homem Deus.
    -A traição levada a termo pelos sacerdotes, utilizando a ganância humana como meio de concretizar a continuidade do poder.
    -A cruz como meio de religar velho homem a um novo homem. Quem pois olhara à cruz de Cristo para que possa ser salvo? O necessitado, o contrito, o abatido, o manso.
    -O sangue como meio de perdão dos pecados. Agora não mais sacrifícios de animais e nunca mais intermediários.
    -A morte como PODER de VIDA. Ela, que possibilita ao velho nascer novamente.
    -A ressurreição que fez do homem JESUS, a diferença sobre todos os outros profetas que morrendo, ficaram em seus túmulos e lá permanecem aguardando o juízo de Deus. Jesus o Messias não está sepultado, mas VIVE COMO REDENTOR DE TODA RAÇA HUMANA.
    -A SUBIDA e a promessa de estar continuamente intercedendo por todos os que O buscarem em espírito e em verdade junto ao Pai Celeste. Inclusive, fazendo papel de Advogado Justo e Fiel.
    -A PROMESSA DE UM FUTURO como GALARDÃO, a RECOMPENSA dos que O RECEBEREM por SENHOR, por DEUS, por SALVADOR, futuro em ruas de ouro, mansões preciosas. Que ele continua preparando lugares para a morada daqueles que O receberem
    -O REGRESSO que PRECEDERÁ a RECOMPENSA, a CERTEZA do ARREBATAMENTO DA IGREJA. Uma igreja sem ruga, sem envolvimento com as coisas terrenas, os desejos individuais, sem comprometimento com o engano do coração, mas, COMPROMETIDA com o DESEJO DO SEU SENHOR: “QUE NÃO QUER QUE NENHUMA ALMA SE PERCA”

    Infelizmente, este quesito hoje tão pouco falado, é instigado como meio para a recompensa. Quantos homens tem buscado coisas terrenas, suas realizações mundanas e passageiras, desprezando as eternas, querendo as coisas imediatas, desprezando a salvação de suas almas. O que seria a alma na falta da compreensão espiritual? A sede da nossa consciência, de todos os nossos atos, quer sejam bons ou maus.
    Muitos vivendo religiosamente e cumprindo somente formalidades em momentos de encontros religiosos. Tendo o conceito de FIZ MINHA OBRIGAÇÃO semanal.
    Nossa fé é CRISTOCÊNTRICA sim, mas ainda assim devemos perceber, que sem ISAIAS, sem JEREMIAS, sem EZEQUIEL, ZACARIAS, JÓ, AGEU, JONAS, MATEUS, LUCAS, MARCOS, JOÃO, PEDRO, PAULO, TIMÓTEO, TITO, tudo quanto estes e outros homens DEVIDAMENTE INSPIRADOS POR DEUS, deixaram REGISTRADO nas ESCRITURAS SAGRADAS, que é impossível RECEBER a PROMESSA : “VIDA ETERNA”, se não viermos entender que necessitamos abrir mão de alguns de nossos hábitos e que incorremos em o sacrifício de Cristo se tornar vão em nossas vidas.
    Precisamos crer que tudo quanto está ESCRITO É PARA O NOSSO PRÓPRIO BEM. Amém.

    Lucas 17:33 Quem quiser preservar a sua vida perdê-la-á; e quem a perder de fato a salvará.

    Tiago 5:20 sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados.

    Esforcemos em difundir a Salvação e se necessário utilizemo-nos das palavras.

    Valdir Carvalho - Cascavel- Pr, 28.6.2009

  2. edson da costa campos Escreveu:

    A paz do senhor,tenho certeza que teremos mas uma etapa de conhecimentos e aprendizado, com esse grande servo do senhor,que de trovão tornou-se o apostolo do amor.Que Deus continuem enriquecendo a todos vocês na graça e conhecimento!

  3. ruth Escreveu:

    Gostaria de saber porque João é considerado o discipulo amado?

  4. Furlanetto Escreveu:

    Excelente comentário,acrescentou muito à minha aula deste domingo!Obrigado,e fique na Paz.

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