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Arquivos de Junho de 2009

Amor, a Virtude Suprema - Ev. Luiz Henrique

Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÃUREO

“E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de DEUS está derramado em nosso coração pelo ESPÃRITO SANTO que nos foi dado” (Rm 5.5).

VERDADE PRÃTICA

O amor de DEUS em nós não é um dom, mas o fruto do ESPÃRITO expresso na vida do verdadeiro cristão.

LEITURA DIÃRIA

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Amor, a Virtude Suprema - CPAD

Leitura Bíblica em Classe
1 Coríntios 13.1-8,13

Introdução:

I. A excelência do amor cristão

II. Características do amor de Deus no crente

III. O alcance do amor cristão

Conclusão:

Palavras-chave: Dons espirituais, amor de Deus, amor cristão

O livro I e II Coríntios - Os problemas da igreja e suas soluções, escrito por Stanley Horton e publicado pela CPAD, apresenta-nos uma divisão bastante interessante do capítulo 13 da primeira carta de Paulo a esta igreja.

1. A necessidade do amor (13.1-3)

O contraste neste capítulo é entre os dons espirituais sem amor e os dons espirituais com amor. Paulo já mostrou que o amor é visto em ação, especialmente no dom de Deus: Jesus e sua morte na cruz. Mas Paulo não degrada os dons, nem diz que o amor é melhor que os dons. ‘O ponto é que sem amor os melhores dons perdem sua apropriada eficácia, valor e recompensa.’ Paulo apresenta isto com sete exemplos do ministério espiritual valorizados pelos coríntios.

As línguas eram tão altamente valorizadas que alguns pensavam que eles falavam em ‘línguas […] dos anjos’ (ou esta pode ser uma figura de linguagem que Paulo usa para indicar a alta consideração dos coríntios para com as línguas). Mas, quer sejam línguas humanas ou angelicais, sem amor tais línguas não tinham mais efeito que ‘o metal que soa ou […] o sino que tine.’ Eles chamam a atenção, e isso é tudo. Assim, as línguas sem amor podem chamar a atenção, mas não contribuem para a adoração genuína.

Em Corinto, as línguas não estavam trazendo edificação nem sequer aos indivíduos que as falavam, porque a falta de amor dos coríntios os ‘fazia tolerar, ou endossar, a sexualidade ilícita, a cobiça e a idolatria (1 Co 5.9,10; fato ilustrado em 1 Co 5.1-5; 6.1-11; 6.12-20; 8.1; 10.22)’. […]
2. A natureza do amor (13.4-7)

Considerando que a palavra ‘amor’ é usada em tantos contextos diferentes, Paulo identifica doze características que descrevem o tipo de amor necessário na busca e manifestação dos dons espirituais. Clique aqui para ler o texto completo »

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Avalie seu amor baseado em I Coríntios 13:4-7

“Você me completa!” - Já ouviram esta frase ou já a disseram ao seu amado ou amada?

Casamento feliz não é uma compensação de espaços vazios entre duas pessoas; Pois para um completar o outro, este outro tem que ser/estar cheio, aliás, transbordante, para desta forma ceder um pouco de si e “encher/completar” o outro.
Se não for assim, o casamento se torna uma união de duas pessoas incompletas que esperam que o outro retire ainda mais de si para encher a si próprio, o que causará ainda mais vazio no outro.
(Óbvio que apesar de nossas imperfeições e defeitos faremos o máximo para acrescentar e edificar a vida do outro)

Portanto antes de casar, faça um favor a você mesmo e aos outros: Complete-se e ame a você mesmo, pois se você não consegue ser feliz com você, como você espera fazer o outro feliz? E se você já está casado, reavalie suas atitudes antes de cobrar do seu cônjuge o que você nem ao menos admite que tentou.

O texto abaixo foi retirado e adaptado do livro de Jaime Kemp, Antes de dizer SIM!, para que você possa analisar segundo o texto de I Coríntios 13:4-7 se você realmente vive e pode oferecer este amor ao seu amado/amada.

“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

1. O AMOR É PACIENTE
Este amor custa a ficar zangado ou irritado.
Eu nunca levanto a voz ou perco a calma. Eu estou pronto a suportar o mau trato dos outros. Este amor sabe esperar o tempo certo para cada coisa. Clique aqui para ler o texto completo »

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1Coríntios 13: 1-4#1

Pr. Kenneth Wieske

Texto: 1Coríntios 13: 1-4#1
Leitura: 1Coríntios 13: 1-4#1

1 Cor 13: 1-4 - Pregação 1 de 3

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.†1 Coríntios 13:4-7, BRP.

Amados em nosso Senhor Jesus Cristo:

Paulo nos primeiros três versiculos deste capitulo nos ensinou que há um caminho sobremode excelente; que existe algo fundamental, sem o qual até os maiores sinais e prodígios não valem nada, não adiantam nada. Algo não somente mais fundamental do que os maiores sinais e prodígios, mas até mais fundamental do que o mais perfeito conhecimento das verdadeiras doutrinas de Deus.

O amor. Graças a Deus, o Espirito Santo não somente inspirou Paulo para enfatizar a importância de amor, mas também o inspirou para nos dar uma descrição do amor, nos versiculos 4-7. Isto é de grande importância. Hoje em dia, a palavra “amor” é uma palavra barata. Se fala muito de amor. Têm hoteis todo canto, com placas anunciando o “amor”. Tudo mundo está a procura do amor: amor próprio, em primeiro lugar, e em segundo lugar um amor tipo “Hollywood”. Não pense que quando você estã assistindo um filme ou um video ou uma novela, que você não está ouvindo uma pregação! Não existe neutralidade neste mundo. Estamos numa guerra de culturas: a cultura do povo de Deus, e a cultura dos filhos da desobediência. Em toda revista, livro, novela, e filme, o mundo está pregando sua mensagem venenosa. Esta mensagem, especialmente nos filmes e novelas, quer nos ensinar que podemos e devemos deixar tudo, sacrificar tudo, mesmo nosso casamento, em busca deste amor emocionante.

Mas a descrição da Palavra de Deus vai de encontro a esta ideia barata e imunda do amor. Em quanto que o “amor” pregado e procurado pelo mundo reflete o caratér do homen no seu estado natural, e é nada menos do que a procura egoista de satisfazer seus próprios desejos; o amor que é fruto do Espirito de Deus é completamente o contrário. É um amor que reflete o caráter de Deus; é um amor sacrifical.

O que Paulo está nos ensinando nestes versículos, é em primeiro lugar o próprio caráter de Deus. Deus é amor; e não tem prova maior disto, não há manifestação maior deste amor do que o próprio Senhor Jesus Cristo. NEle, Deus Pai revelou Seu amor duma forma tão profunda que nós precisamos duma eternidade para aprendermos como louvá-Lo.

Nosso texto em primeiro lugar nos revela quem é Jesus. Podemos, neste capítulo, colocar o nome “Jesus” a cada vez onde tiver a palavra “amor”. A definição do amor é como um quadro que nos mostra as qualidades do nosso Deus e Salvador.

Em segundo lugar, esta descrição nos ensina qual é a verdadeira manifestação da obra do ES na vida do filho de Deus. O amor é o primeiro fruto do Espírito! Gálatas 5:22:
“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.†O amor é a marca da verdadeira congregação dos discipulos de Jesus! João 13:35: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.â€

Amados, é bom para nós estudarmos estes versículos, para aprendermos mais sobre o caráter do nosso Salvador, e para aprendermos mais quais são as verdadeiras manifestaçãoes do Espirito Santo em nossas vidas.

O amor é paciente, o amor é benigno.

É difícil traduzir estes versículos, por que Paulo usa palavras tão ricas, cheias de significado. “Paciente” nem chega perto a exprimir o que Paulo está dizendo aqui. A palavra que ele usa, se refere a longanimidade de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »

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Amor, a Virtude Suprema - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Ãureo: Rm. 5.5 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 13.1-13
Objetivo: Mostrar que o amor de Deus em nós não é um dom, mas o fruto do Espírito expresso na vida do verdadeiro cristão.

INTRODUÇÃO
A igreja de Corinto, conforme estudamos na primeira lição deste trimestre, era bastante fervorosa, isto é, tinha muitos dons. Por outro lado, era carente de espiritualidade, pois lhe faltava a demonstração do fruto do Espírito. Nessa última lição do trimestre, estudaremos, com base em I Co. 13, o amor, esse que é o fundamento do fruto do Espírito, o qual também tem primazia na lista das virtudes espirituais apresentadas por Paulo em Gl. 5.22.

1. AMOR, SIGNIFICADOS E DEFINIÇÕES
No grego do Novo Testamento, a palavra amor é “ágape”, cujo significado primário vem do amor puro e verdadeiro de Deus em relação ao Seu Filho (Jo.17.26), ao seu povo (Gl. 6.10) e à humanidade perdida que se rebelou contra Deus (Jo. 3.16; Rm. 5.8). A Bíblia declara que a natureza de Deus é o amor (I Jo. 4.8,16). Em Hb. 12.6, sabemos que, mesmo debaixo da correção divina, somos alvo do Seu amor. O amor a Deus é o fundamento da obediência (Jo. 14.21). O fruto do Espírito, conforme aponta Paulo em Gl. 5.22, é o amor e é na manifestação desse amor sacrificial que o mundo vê Cristo é nós (II Co. 5.14). Ainda no grego, diferentemente do português, existem verbos distintos para descrever os diferentes tipos de amores. O verbo “agapao” tem em Deus sua demonstração máxima, na verdade, o próprio Deus é amor (I JO. 4.9-10). Por isso, esse Deus age com amor em relação ao homem perdido (Jo. 3.16; I Jo. 3.1,16). Em resposta ao amor de Deus, o homem deve também amá-lo, bem como ao próximo (Mc. 12.30-33; Mt. 19.19; 22.39; Mc. 12.31; Rm. 13.8; I Jô. 3.11,23), especialmente aos domésticos na fé (Gl. 5.6; I Jô. 2.10). Os inimigos também entram na lista daqueles que devem ser amados por aqueles que foram alcançados pelo amor de Deus (Mt. 5.44; Lc. 6.35). O verbo “phileo” é usado para descrever a afeição nos relacionamentos pessoais, mais próximo do sentido de “amizade” (Jo. 11.3, 36; Tt. 3.15) Uma das passagens mais conhecidas do Novo Testamento, por fazer a distinção entre os verbos “phileo” e “ágape” e se encontra em Jo. 21.15-27, quando Cristo pergunta a Pedro se esse O ama. Clique aqui para ler o texto completo »

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Ajuda aos Necessitados - Jean Claude

INTRODUÇÃO

No que diz respeito à ajuda aos necessitados, o apóstolo Paulo orienta aos coríntios que é muito importante que não fizessem apenas o que é requerido, mas fizessem como é ordenado, ou seja, prestar o auxílio da maneira certa e aceitável. Mostre aos alunos que nos versículos 5 e 6, esperava-se uma contribuição abundante, não com avareza, mas com generosidade, de maneira que esta generosidade deveria ser cultivada em nosso ato de ofertar.

LEITURA BÃBLICA EM CLASSE (2Co 9.6-12)

“E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará” (v.6). O apóstolo Paulo ensina aos coríntios vários princípios bíblicos, e o primeiro pode ser chamado o “princípio de semear e colher”, ao qual emprega a figura da colheita (cf. Pv 11.25; 22.8,9; Lc 6.38). A lição é simples: quanto mais um fazendeiro semear, maior será a colheita.

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração…” (v.7). Deveria ser de maneira decisiva e reflexiva. Obras de caridade, como outras boas obras, devem ser feitas com planeja­mento, já que alguns apenas as fazem eventualmente. Por exemplo: alguns se compadecem momentaneamente de outros, sem um bom intento no coração, e dão mais do que gostariam e, então, se arrependem dis­so mais tarde. Ou, talvez se considerassem devi­damente a situação, teriam dado mais. Analisar as circunstâncias das pessoas que estamos prestes a ajudar é muito útil para nos orientar em quão genero­sos devemos ser nas contribuições para fins de ca­ridade.

“…não com tristeza ou por necessidade…”. Essa oferta deve ser de maneira voluntária, indepen­dentemente de quanto damos, seja mais, seja menos. As pessoas às vezes vão dar meramente para satisfazer a insistência daqueles que pedem a sua Cari­dade. Eles dão de forma forçada, e essa má vontade es­traga tudo que fazem. Devemos dar além daquilo que algumas pessoas necessitadas nos pedem. Não devemos somente dar o pão, mas também a nossa alma (Is 58.10).

“… porque Deus ama ao que dá com alegria”. Tendo em vista que a oferta é uma “dádiva generosa”, Deus ama a do­ação que é feita alegremente (Rm 12.8), com a mão aberta, com um semblante satisfeito, estando gratos pela oportunidade de sermos caridosos. Clique aqui para ler o texto completo »

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Ajuda aos Necessitados - Pr. Adilson Guilhermel

AJUDA AOS NECESSITADOS - 2 Coríntios 9.6-12

Lição 12 - 21/06/2009

Texto Bíblico: 2 Coríntios 9.7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

1. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE PROPÓSITO

  • Os resultados divinos vem para o que semeia - I Co. 9.6 E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.
  • A comunhão divina vem para o que semeia - I Co. 9.7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
  • A abundância divina vem para o que semeia - I Co. 9.8 E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra;

2. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE BENEFICIAR

  • As dádivas exercitam a nossa benevolência - 2 Co. 9.9 Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre.
  • As dádivas multiplicam a nossa prosperidade - 2 Co. 9.10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça;
  • As dádivas desenvolvem a nossa espiritualidade -  2 Co. 9.11 Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus.

3. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE TESTIFICAR

  • Atitudes de compaixão são louvor ao Senhor - 2 Coríntios 9.12 Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus.
  • Atitudes de bondade são louvor ao Senhor - 2 Coríntios 9.13 Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles, e para com todos;
  • Atitudes de comunhão são louvor ao Senhor - 2 Coríntios 9.14 E pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da excelente graça de Deus que em vós há.

Pr. Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços da EBD

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Ajuda aos Necessitados - Pr. Osiel Varela

TEXTO ÃUREO:

II Co. 9.7. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria.

Leitura bíblica em Classe:

II Co. 9.6-12.

Leia também os versículos 1-5 e 13-15

II Co. 9.1 Pois quanto à ministração que se faz a favor dos santos, não necessito escrever-vos; porque bem sei a vossa prontidão, pela qual me glorio de vós perante os macedônios, dizendo que a Acaia está pronta desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado muitos. Mas enviei estes irmãos, a fim de que neste particular não se torne vão o nosso louvor a vosso respeito; para que, como eu dizia, estejais preparados, a fim de, se acaso alguns macedônios forem comigo, e vos acharem desaparecidos, não sermos nós envergonhados (para não dizermos vós) nesta confiança. Portanto, julguei necessário exortar estes irmãos que fossem adiante ter convosco, e preparassem de antemão a vossa beneficência, já há tempos prometida, para que a mesma esteja pronta como beneficência e não como por extorsão.

II Co. 9.12. Porque a ministração deste serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também transborda em muitas ações de graças a Deus; visto como, na prova desta ministração…e pela liberalidade da vossa contribuição para eles, e para todos;…por causa da superabundante graça de Deus que há em vós. Graças a Deus pelo seu dom inefável.

Palavras-Chave:

Graça da caridade - ten charis - honra ou previlégio de participar do serviço.

A “charis” era a própria oferta oferecida pelos de Corinto.

Diligência - spoudazo - = pensar e agir + planejar e produzir. Ser zeloso, esforçar cada músculo ou nervo para conseguir.

Koinonia - compartilhamento; participação; uniformidade; fraternidade; uma comunhão; ajuda contribuinte.

Necessário - indispensável; imprescindível;

Necessitar - sentir necessidade; sofrer necessidade.

Necessitado - o que padece de necessidade. Clique aqui para ler o texto completo »

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Ajuda aos Necessitados - Jaquesilene Santos Silva

I – Considerações iniciais

Vivemos numa época de grande individualismo, em que muitos dos que se dizem “irmãos†não tomam conhecimento ou se compadecem com o sofrimento do próximo. Infelizmente na ânsia de crescimento material, muitas comunidades evangélicas têm se esquecido da necessidade da ação social, que sempre foi uma característica da igreja.

II– A importância da ajuda aos necessitados.

A Igreja primitiva praticava esta tão preciosa atividade, a de ajudar àqueles que se encontravam em dificuldades. Hoje talvez os crentes achem que isto é dever do Estado com suas “bolsasâ€. Quantas vezes um crente mais abastado senta-se ao lado de outro, que veio ao culto sabendo que quando voltar para sua casa não terá nem mesmo o que comer, e aquele que tem melhor condição fica indiferente ao sofrimento deste irmão mais humilde.

Lembro-me de um exemplo que li certa vez que uma jovem judia, depois de ouvir atentamente sobre a vida e obra de Jesus Cristo, fez a seguinte pergunta: “Quando foi que os cristãos deixaram de se parecer com Cristo?â€

O próprio Jesus ensinou a respeito da ajuda aos necessitados no Sermão Profético: “E, respondendo o rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que, quando fizerdes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizeste.†(Mt 25. 40)

III – Princípios gerais acerca da contribuição.

A luz das Sagradas escrituras ninguém é dono daquilo que possui. Com facilidade esquecemo-nos de tudo que temos recebido da parte de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - Ajuda aos Necessitados - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 12 - Ajuda aos Necessitados. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 12 - 2T/2009

2ª Parte - Lição 12 - 2T/2009

3ª Parte - Lição 12 - 2T/2009

4ª Parte - Lição 12 - 2T/2009

5ª Parte - Lição 12 - 2T/2009

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