Jesus, o Filho Eterno de Deus - Ev. Isaías de Jesus
TEXTO ÁUREO - “Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos,Jesus Cristo nosso Senhor” (Rm 1 .4).
VERDADE PRÁTICA - A obediência, amor e comunhão, são às características do verdadeiro servo de Deus.
TEXTO BÍBLICO BÁSICO João 5.19-29
Jesus Cristo acabara de realizar mais um milagre, desta feita em Jerusalém, e novamente estava sendo contestado pelos judeus, que procuravam matá-lo, porque havia curado um paralítico em um dia de sábado.
Eram os religiosos perseguindo a Jesus por ter dado ordem ao recém- curado que este carregasse a sua cama num dia em que não era permitido trabalhar. Em resposta aos seus contestadores, Jesus declara-se Filho de Deus e diz que veio para vivificar aqueles que quer; e, ainda, com o poder dado pelo Pai, de exercer o juízo. Assim, Jesus Cristo, mais uma vez, desafiava os religiosos apegados à letra da lei que não produzia vida, restauração e redenção.
1. JESUS, O UNIGÉNITO FILHO DE DEUS
1. Fazendo a vontade de Deus. Em todo este capítulo cinco, basicamente, Jesus está fazendo a sua declaração de Filho de Deus, e como tal revestido de autoridade divina. Contudo, na condição de Filho, submete-se à vontade do Pai. “O Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma” (V.19a). É uma lição de humildade e submissão, inteira obediência ao Pai. Jesus nos dá exemplo de como deve ser moldada a nossa vida. Ele estava aprendendo do Pai pela obediência. Ninguém pode ser abençoado e vitorioso se não for obediente. Jesus declara que tudo quanto o Pai faz,o Filho o faz igualmente. Era o Pai se manifestando no Filho através da obediência e submissão deste.
2. Conhecendo a vontade de Deus. A obediência não é um privilégio, mas sim uma necessidade constante, pois é um meio pelo qual o cristão pode conhecer a vontade de Deus. Jesus disse que Ele não buscava a sua vontade, mas vontade de Deus Pai (V. 301,), Portanto, para fazer a vontade do Pai, Jesus devia andar em obediência.
Desde o princípio Satanás tem procurado fazer com que o homem desobedeça aos mandamentos de Deus. Algo foi avisado por Deus que ele morreria se O desobedecesse. Isto foi o que aconteceu no Jardim do Éden, a serpente veio e disse o contrario “certamente não morrereis” (Gn 2.17,3.1-6,19). A obediência é a verdadeira prova de nosso amor a Cristo.
3. Devemos aprender de Jesus. Assim como Jesus esteve em estreita comunhão com o Pai (Jo 17.10), devemos fazer o mesmo. Certa ocasião, ao final de seu ministério terreno, após a ceia, Jesus, num gesto de humildade, tirou os vestidos e tomando uma toalha cingiu-se,pôs água em uma bacia e lavou os pés dos discípulos.
Era um ato que cabia ao servo, e não ao senhor, ao discípulo e não ao mestre, mas Ele deu o exemplo e ao final disse: “Porque eu vos dei o exemplo, para que como eu fiz, façais vós também” (Jo 13.15).
II. A OBEDIÊNCIA CONDUZ À VIDA ETERNA
1. Quem obedece é amado. Qual é o filho obediente e humilde que não é amado por seus pais? Se aqui entre os homens o comportamento do filho tem muito a ver com o relacionamento com seus pais, ainda mais no plano divino, onde a justiça 6 exercida em toda sua plenitude. Jesus declarou que o Pai ama o filho e mostra tudo o que faz. Estão implícitas aqui três coisas, a saber Obediência, amor e comunhão. Jesus acrescenta “E lhe mostrará maiores obras do que esta para que vos maravilheis” (Jo 5.20). É o resultado da obediência, amor e comunhão.
2. A vida pela obediência. Os religiosos contemporâneos estavam em desobediência à Palavra de Deus, por isso não tinham discernimento, estavam mortos. Diziam que conheciam a Deus, mas ignoravam a Jesus como Filho de Deus. Por esta razão, Jesus disse que:
“Assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que o que? (v. 21). Jesus não está se referindo aos que estão mono, literalmente, e sepultados em seus túmulos, mas, sim, aos que estão monos espiritualmente em seus pecados, apesar de estarem vivos, pois no versículo 24 Jesus dá a interpretação do versículo 21 que diz “Quem ouve minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”
No versículo 24 Jesus afirma que aquele que ouve e crê tem a vida eterna. Esta é uma das grandes maravilhas inserida ao plano da redenção do homem. São Paulo disse que o último inimigo do homem a ser vencido é a morte (1 Co 15.24.26).
Pela sua ressurreição, Jesus já tem o controle da morte. Ele venceu a morte e fez-se as primícias dos que dormem. Mesmo que o crente venha a falecer, pois para este corpo está determinado um lapso de tempo. Ele já possui a vida eterna.
3. A obediência livra da condenação. Jesus disse que quem ouve e crê na sua palavra não entrará em condenação (V. 24). O Supremo Juiz vai julgar,não com critério da justiça humana, que é falha, mas, sim, com retidão e infalível Justiça, assentado no Grande Trono Branco. Naquele dia serão abertos os livros, diz a Bíblia.
Além do livro em que constará a nominata dos salvos, terá também o livro de registro das obras realizadas por cada indivíduo. O salmista rogava a Deus que retribuísse aos ímpios segundo as suas obras (SI 28.4).
O Senhor Deus disse que conhece as nossas obras e pensamentos e chegará o tempo do julgamento (Is 66.18). Mas aos que forem obedientes e guardarem a Palavra do Senhor, serão livres da condenação.
III. AUTORIDADE DE JESUS COMO JUIZ
1. Jesus, o Justo Juiz. Pelo resulta do da obediência de Jesus à vontade do Pai, foi-lhe outorgado todo o poder de julgar. Ele mesmo afirmou: “O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo” (v.22). Como coroação da missão terrena cumprida por Jesus, Dais entregou nas mãos de Jesus todo o juíza O apóstolo João, quando teve sua visão na ilha de Patmos, viu Jesus de uma outra forma, não mais um varão sofredor e anunciador do reino de Deus, mas o viu como o Justo Juiz que há de julgar com eqüidade e justiça (Ap 1.13-16).
2. Jesus, o Juiz Supremo. “Para que todos honrem o Filho, como honram o pai”(v.23).Ocorrem por mais de quarenta vezes, neste Evangelho, referências em que o Pai honra o Filho ou o Filho honra o Pai. O Filho opera no nome, na atitude e de conformidade com os propósitos do Pai. Se quisermos ter uma vida espiritual vitoriosa, devemos honrar o Filho de Deus.
Devemos reconhecer o senhorio de Jesus sobre a nossa vida, e tudo deve ser feito no Senhor (Ef 4.17). Honremos com nossa vida a Jesus Cristo, o Grande Juiz, assim como Ele honrou oPai e de igual modo foi honrado pelo Pai (Jo 17.22). Em fazermos assim, Ele também nos honrará (Jo 17.22).
1. A NATUREZA HUMANA DE JESUS
1. “Nasceu da descendência de Davi segundo a carne” (v.3). Essa expressão, usada amiúde por Paulo, revela a identificação de Jesus com a humanidade. O apóstolo empregou o termo “carne’ com esse mesmo sentido em Romanos 9.5. Era conveniente que Jesus viesse ao mundo como homem; se assim não fora, não poderia sofrer e, por conseguinte, ser o Salvador da humanidade (Hb 217). Além disso, a Bíblia mostra a humanidade de jesus, inclusive sua linhagem (SI 22.22; = Fp 2.6-11; = 1 Tm 2.5; = 2 Tm 2.8). Sua genealogia encontra-se em Mateus 1.1 - 17 e Lucas 3.2-38.
2. Características humanas. Os Evangelhos revelam que Jesus possuía atributos próprios do ser humano. Embora gerado por ato sobrenatural do Espírito Santo, o Mestre nascera de uma mulher (Mt 1. 18-20; = Lc 1.35) e teve irmãos e irmãs (Mt 12.47; = 13. 55-56). Sentiu fome sede e cansaço (Mt 21 .1 8; = Mc 4.38; = Jo 4.6; 19.28). Sofreu, chorou, angustiou-se (Mt 26.37; = Lc 19.41; = Hb 13.12) e, por fim, passou pela agonia da morte. Mas, ressuscitou glorioso, poderoso e triunfante ao terceiro dia (1 Co 15.3,4).
II. A NATUREZA DIVINA DE JESUS
1. Explícita na declaração “Filho de Deus” (v.4). A expressão “Filho de Deus”, conforme vimos na lição passada, é uma das revelações da divindade de Jesus Cristo ( Jo 5.18, = 1 0.33-36). O Senhor Jesus declarou “ser um com, Pai”; isso significa ser o mesmo Deus e não a mesma pessoa ( Jo 10.30). A divindade de Cristo é ensinada em toda a Bíblia de maneira direta: “e o Verbo era Deus” ( Jo 1 .1), “este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 Jo 5.20).
E, também, através dos seus atributos divinos, tais como onipresença, onipotência, onisciência, eternidade entre outros (Mt 18.20; = 28.18; = Jo 21.17; = Hb 13.8).
2. Explícita em seu ministério terreno. Jesus nunca disse “eu acho”, “eu penso”, “eu suponho”; jamais afirmou não poder resolver este ou aquele problema. Para o Mestre, não há impossível. Jesus não somente declarou ser Deus, mas revelou suas qualidades divinas, demonstrando seu poder sobre a natureza, o pecado, as enfermidades, o inferno, e a morte. Os Evangelhos estão repletos de suas manifestações divinas e sobrenaturais (Lc 24: 19; = At 2.22). Claro exemplo disso é o fato de Jesus ter perdoado os pecados do paralítico de Cafarnaum ( Lc 5.21, 24) e, por diversas vezes, ter recebido adoração (Mt 8.2; 9.18; = Jo 9.38). Ele afirmou ser o grande “Eu Sou”: “antes que Abraão existisse, eu sou” (Éx 3.14; = Jo 8.58).
III. PRINCIPAIS HERESIAS SOBRE AS NATUREZAS DE JESUS
1. Gnosticismo. Os gnósticos deram muito trabalho às igrejas dos tempos apostólicos. Seu pior período ocorreu em 135-160 d.C. Seus ensinamentos não passavam de enxertos das filosofias pagãs nas doutrinas cristãs mais importantes. Eles negavam o cristianismo histórico, afirmando que o Senhor Jesus jamais teve um corpo como o nosso. Segundo eles, o corpo de Cristo existia apenas aparentemente.
A Bíblia é incisiva: “O Verbo se fez carne” ( Jo 1 .1 4); “todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus” (1 Jo 4.3). E bom lembrar que os escritos de João são do final do primeiro século e compostos na cidade de Efeso, então capital da Ásia Menor, onde surgiu o gnosticismo.
2. Apolinarismo. Apolinário, bispo de Laodicéia, nasceu em 310 d.C. e morreu em 392. Ele afirmava que Jesus não tinha espírito humano porque, em sua encarnação, o “Logos” Ocupou o lugar da alma, afirmou ainda que quem põe em Cristo sua confiança como homem, destitui-se de racionalidade e torna-se indigno de salvação. Essa doutrina contraria a ortodoxia bíblica, pois a Palavra de Deus afirma que o Senhor Jesus é o verdadeiro homem (1 Tm 2.5).
Em Hebreus 2.14,17,18; 4.15, as Escrituras declaram que a humanidade de Jesus é igual à nossa, exceto quanto , ao pecado: “Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque, naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados’.
3. Monofisismo. Tratar-se da falsa doutrina que afirma haver apenas uma única natureza em Cristo: só a divina ou divina e humana amalgadas. Ou seja: mista. Assim, Jesus teria uma natureza híbrida; nem totalmente Deus nem totalmente homem. Todavia, a Bíblia ensina que o verdadeiro Deus veio ao mundo como um verdadeiro homem. Sendo homem, podia fazer a reconciliação pelos homens; sendo Deus, a sua reconciliação torna-se infinitamente valiosa.
IV. A UNIÃO DAS DUAS NATUREZAS DE JESUS
1. O perfeito homem e o perfeito Deus. Convém ressaltar que Jesus não é metade Deus nem metade homem. Ele é o perfeito homem Jesus Cristo (1 Tm 2.5), e o perfeito Deus, em toda a plenitude porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9).
2. O kenoticismo. A doutrina kenótica diz que Jesus não era deus quando esteve aqui na terra. Afirmam isso, por interpretarem erroneamente, em Fp 2.7, o termo “aniquilou-se”, ou “esvaziou-se”, concernente a Cristo. Esse “esvaziamento”, porém, não é de sua divindade, mas de sua glória. Jesus jamais “deixou no céu” a sua divindade para recuperá-la depois. É impossível a nós, seres frágeis, mortais e pecadores, encontrar nas Escrituras Sagradas a linha divisória entre a divindade e a humanidade de Jesus; trata-se de um mistério oculto aos seres humanos (1 Tm 3.16; Rm 9.20; = Jó 9.3-14).
CONCLUSÃO
Assim como é herético negar a divindade de Cristo, da mesma forma o é negar a sua humanidade. Devemos reconhecer e defender a ortodoxia bíblica a respeito das duas naturezas de Jesus, pois, Ele é verdadeiro homem e verdadeiro Deus.
Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar)
Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados - MS
Publicado no Blog do Ev. Isaías de Jesus


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celso Escreveu:
é um previlegio poder falar de jesus,ou melhor pronunciar o nome do rei do universo,esse nome jesus é um mel ,e pena que exite ainda gente ignorante que não conheça a vida de jesus cristo, eu chamo de pessoas ingnorante por que elas não sabem que o principio da sabedoria é o temor a deus. e eu falo pra vcs eu amo tanto tanto a jesus cristo esse sim é o verdadeiro filho de deus .
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