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Os Falsos Profetas - Ev. Luiz Henrique

Complementos, question√°rios e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO √ĀUREO

“Acautelai-vos, por√©m, dos falsos profetas, que v√™m at√© v√≥s vestidos como ovelhas, mas interiormente s√£o lobos devoradores”(Mt 7.15).

VERDADE PR√ĀTICA

Conhecer a Palavra de DEUS e pratic√°-la todos os dias nos tornar√° aptos a identificar as falsas doutrinas, bem como identificar os falsos profetas.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda 1 Tm 1.3-7 Advertência contra as falsas doutrinas
Terça 1 Tm 6.3-10 Os falsos mestres e a busca de riqueza ilícita
Quarta 2 Tm 2.14-18 Os falsos profetas est√£o desviados da verdade
Quinta Gl 1.6-9 O ensino estranho à Palavra é maldito
Sexta Mq 3.5-11 O castigo dos falsos profetas
Sábado 2 Pe 2.1-3, 12-19 Ainda há falsos profetas entre nós

¬†LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

1 Jo√£o 4.1-6.

1Amados, n√£o creiais em todo esp√≠rito, mas provai se os esp√≠ritos s√£o de DEUS, porque j√° muitos falsos profetas se t√™m levantado no mundo. 2 Nisto conhecereis o ESP√ćRITO de DEUS: todo esp√≠rito que confessa que JESUS CRISTO veio em carne √© de DEUS; 3 e todo esp√≠rito que n√£o confessa que JESUS CRISTO veio em carne n√£o √© de DEUS; mas este √© o esp√≠rito do anticristo, do qual j√° ouvistes que h√° de vir, e eis que est√° j√° no mundo. 4 Filhinhos, sois de DEUS e j√° os tendes vencido, porque maior √© o que est√° em v√≥s do que o que est√° no mundo. 5 Do mundo s√£o; por isso, falam do mundo, e o mundo os ouve. 6 N√≥s somos de DEUS; aquele que conhece a DEUS ouve-nos; aquele que n√£o √© de DEUS n√£o nos ouve. Nisto conhecemos n√≥s o esp√≠rito da verdade e o esp√≠rito do erro.
  

Palavra Chave: Profecia: Declaração da mente e do conselho de DEUS. (VINE)

Profecias e seu Cumprimento - DEUS √Č FIEL

¬†”E temos, mui firme, a palavra dos profetas, √† qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em¬†lugar escuro, at√© que o dia esclare√ßa, e a estrela da alva apare√ßa em vosso cora√ß√£o” (2 Pe 1.19).

PROFETAS:

Ez 33.7 Quanto a ti, pois, ó filho do homem, eu te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; portanto ouve da minha boca a palavra, e da minha parte dá-lhes aviso.

Profecia de Oséias a respeito de JESUS CRISTO que se cumpriu cabalmente: 

Os 11.1 Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei a meu filho. 

Cumprimento em Mt 2.14,15

PROFETA:

Porta-voz de DEUS cuja mensagem é ou admoestação ou predição. Em um sentido os primeiros profetas foram os patriarcas, desde Adão até Moisés. Ver Gn 20.7. No sentido restrito, é em Samuel que começa o ministério profético. Entre esses profetas encontram-se Elias, Eliseu, Davi. A partir dessa época, começa outra ordem de profetas, divididos em duas classes:

l) Os grandes profetas: Isaias, Jeremias, Ezequiel, Daniel

2) Os profetas menores, isto √©, que deixaram escritos menos importantes, s√£o, cm n√ļmero de doze: Os√©ias, Joel, Amos, Obadias, Jonas, Miqu√©ias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. i| Lista cronol√≥gica dos profetas: Enoque, Gn 5.21-24; No√©, Gn 9.25-27; Abra√£o, Gn 20.7; Jac√≥, Gn 49.1; Ar√£o, √äx 7.1; Mois√©s, Dt 18.18; Bala√£o; Nm 23.5; Samuel, l Sm 3.20; Davi, SI 16.8-11; Nata, 2 Sm 7.2; Zadoque, 2 Sm 15.27; Gade, 2 Sm 24.11; Aias, l Rs 11.29; Ido, 2 Cr 9.29; Sema√≠as, 2 Cr 12.7; Azarias, 2 Cr 15.2-7; Hanani, 2 Cr 16.7; Je√ļ, l Rs 16.1; Elias, l Rs 17.1; Eliseu, l Rs 19.16; Micaias, l Rs 22.7; Jonas, 2 Rs 14.25; Isaias, 2 Rs 19.2; Os√©ias, Os 1.1; Amos, Am I.1; Miqu√©ias, Mq 1.1; Obede, 2 Cr 28.9; Naum, Na 1.1; Joel, Jl 1.1; Sofonias, Sf 1.1; Jedutum, 2 Cr 35.15; Jeremias, 2 Cr 36.12; Habacuque, He 1.1; Obadias, Ob l; Ezequiel, Ez 1.3; Daniel, Dn 12.11; Ageu, Ag 1.1; Zacarias, Zc 1.1; Malaquias, Ml 1.1; Zacarias, Lc 1.67; Jo√£o Batista, Lc 7.28; Caif√°s, J√ī II.51; √Āgabo, At 11.28; Paulo, l Tm 4.1; Pedro, 2 P√© 2.1, 2; Jo√£o, Ap 1.1; CRISTO, de quem testificavam todos os profetas (Lc 24.27, 44), √© O Profeta da Sua Igreja em todas as √©pocas, Dt 18.15; At 3.22, 23. Ver Ap√≥stolo, Evangelista, Ministro, Vidente.

PROFETAS

PROFETAS, FALSOS: Dt 18 20; Is 9.15; Jr 14.13; Ez 13.3; Mt 7.15; 2 Pé 2.1; l Jo 4.1. Zedequias, l Rs 22.11; Jr 29.21. Barjesus, At 13.6.

PROFETIZA:

Mulher que faz profecias. Miriã, Êx 15.20; Débora, Jz 4.4; Hulda, 2 Rs 22.14; Ana, Lc 2.36; As quatro filhas de Felipe, At 21.9. Ver Is 8.3; At 2.18; l Co 11.5.

PROFETIZAR: Predizer como profeta.

Profeta. Setenta anci√£os . . . profetizaram, Nm 11.25. A palavra dele se n√£o cumprir . . . como profetizou, Dt 18.22; (ver 13.1-5). Saul, e ele profetizou, l Sm 10.10. Um grupo de profetas profetizando . . . tamb√©m eles profetizaram, l Sm 19.20, Tamb√©m estes profetizaram . . . tamb√©m profetizaram, l Sm 19.21. Profetizou diante de Samuel, l Sm 19.24. Nunca profetiza de mim o que √© bom, l Rs 22.8. Profetizaram o profeta Ageu e Zacarias, Ed 6.14. N√£o profetizeis para n√≥s o que √© reto, Is 30.10. Os profetas profetizam falsamente, Jr 5.31. Profetizado em teu nome, Mt 7.22. Todos os profetas … profetizaram at√© Jo√£o, Mt 11.13. Profetiza-nos . . . quem √© que te bateu! Mt 26.68. Zacarias . . . profetizou, Lc 1.67. Em part; profetizamos, l Co 13.9. Procurai com zelo … de profetizar, l Co 14.39. Profetizou Enoque, Jd 14. Ver Pronunciar, Predizer.

PROFECIA:

Profeta. N√£o havendo p o povo se corrompe, Pv 29.18. Diferentes dons … se p, Rm 12.6. A outro p, l Co 12.10. Havendo p, desaparecer√£o, l Co 13.8. A p n√£o √© para os incr√©dulos, l Co 14.22. N√£o desprezeis p, l Ts 5.20. Segundo as p de que . . . foste objeto, l Tm 1.18 Dom … te foi concedido mediante p, l Tm 4.14. Nenhuma p … v√™m de particular elucida√ß√£o, 2 P√© 1.20. Ouvem as palavras da p, Ap 1.3; 22.18. O testemunho de JESUS √© o esp√≠rito da p, Ap 19.10. Que guarda as palavras da p, Ap 22.7. Ver Dons do ESP√ćRITO em 1 Co 12.

Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD

O PROFETA NO ANTIGO TESTAMENTO - BEP - CPAD
Is 6.8,9 “Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem h√° de ir por n√≥s?disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim¬†
Ent√£o, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvis, de fato, e n√£o entendeis, e vedes, em verdade, mas n√£o percebeis.”
 

O LUGAR DOS PROFETAS NA HIST√ďRIA DE HEBREUS.

(1) Os profetas do AT eram homens de DEUS que, espiritualmente, achavam-se muito acima de seus contempor√Ęneos. Nenhuma categoria, em toda a literatura, apresenta um quadro mais dram√°tico do que os profetas do AT. Os sacerdotes, ju√≠zes, reis, conselheiros e os salmistas, tinham cada um, lugar distintivo na hist√≥ria de Israel, mas nenhum deles, logrou alcan√ßar a estatura dos profetas, nem chegou a exercer tanta influ√™ncia na hist√≥ria da reden√ß√£o.

(2) Os profetas exerceram consider√°vel influ√™ncia sobre a composi√ß√£o do¬†AT. Tal fato fica evidente na divis√£o tr√≠plice da B√≠blia hebraica: a Tor√°, os Profetas e os Escritos (cf. Lc 24.44). A categoria dos profetas inclui seis livros hist√≥ricos, compostos sob a perspectiva prof√©tica: Josu√©, Ju√≠zes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis. √Č prov√°vel que os autores desses livros fossem profetas. Em¬†segundo lugar, h√° dezessete livros prof√©ticos espec√≠ficos (Isa√≠as at√© Malaquias). Finalmente, Mois√©s, autor dos cinco primeiros livros da B√≠blia (a Tor√°), era profeta (Dt 18.15). Sendo assim, dois ter√ßos do AT, no m√≠nimo, foram escritos por profetas.
 

PALAVRAS HEBRAICAS APLICADAS AOS PROFETAS. 

(1) Ro’eh.

Este substantivo, traduzido por “vidente”, em portugu√™s, indica a capacidade¬†especial de se ver na dimens√£o espiritual e prever eventos futuros. O t√≠tulo sugere que o profeta n√£o era enganado pela apar√™ncia das coisas, mas que as via conforme realmente eram - da perspectiva do pr√≥prio DEUS. Como vidente, o profeta recebia sonhos, vis√Ķes e revela√ß√Ķes, da parte de DEUS, que o capacitava a transmitir suas realidades ao povo.

(2) Nabi’.

(a) Esta √© a principal palavra hebraica para “profeta”, e ocorre 316 vezes no AT. Nabi’im √© sua forma no plural. Embora a origem da palavra n√£o seja clara, o significado do verbo hebraico “profetizar” √©: “emitir palavras abundantemente da parte de DEUS, por meio do ESP√ćRITO de DEUS” (Gesenius, Hebrew Lexicon). Sendo assim, o nabi’ era o porta-voz que emitia palavras sob o poder impulsionador do ESP√ćRITO de DEUS. A palavra grega prophetes, da qual se deriva a palavra “profeta” em portugu√™s, significa “aquele que fala em lugar de outrem”. Os profetas falavam, em lugar de DEUS, ao povo do concerto, baseados naquilo que ouviam, viam e recebiam da parte dEle.

(b) No AT, o profeta tamb√©m era conhecido como “homem de DEUS” (ver 2Rs 4.21), “servo de DEUS” (cf. Is 20.3; Dn 6.20), homem que tem o ESP√ćRITO de DEUS sobre si¬†(cf. Is 61.1-3), “atalaia” (Ez 3.17), e “mensageiro do Senhor” (Ag 1.13). Os profetas tamb√©m interpretavam sonhos (e.g., Jos√©, Daniel) e interpretavam a hist√≥ria - presente e futura - sob a perspectiva divina.

HOMENS DO ESP√ćRITO E DA PALAVRA.

O profeta n√£o era simplesmente um l√≠der religioso, mas algu√©m possu√≠do pelo ESP√ćRITO de DEUS (Ez 37.1,4). Pelo fato do ESP√ćRITO e a Palavra estarem nele, o profeta do AT possu√≠a estas tr√™s caracter√≠sticas:

(1) Conhecimentos divinamente revelados.¬†Ele recebia conhecimentos da parte de DEUS no tocante √†s pessoas, aos eventos e √† verdade redentora. O prop√≥sito primacial de tais conhecimentos era encorajar o povo a permanecer fiel a DEUS e ao seu concerto. A caracter√≠stica distintiva da profecia, no AT, era tornar clara a vontade de DEUS ao povo mediante a instru√ß√£o, a corre√ß√£o e a advert√™ncia. O Senhor usava os profetas para pronunciarem o seu ju√≠zo antes de este ser desferido. Do solo da hist√≥ria sombria de Israel e de Jud√°, brotaram profecias espec√≠ficas a respeito do Messias e do reino de DEUS, bem como predi√ß√Ķes sobre os¬†eventos mundiais que ainda est√£o por ocorrer.

(2) Poderes divinamente outorgados. Os profetas eram levados √† esfera dos milagres √† medida que recebiam a plenitude do ESP√ćRITO de DEUS. Atrav√©s dos profetas, a vida e o poder divinos eram demonstrados de modo sobrenatural diante de um mundo que, doutra forma, se fecharia √† dimens√£o divina.

(3) Estilo de vida caracter√≠stico. Os profetas, na sua maioria, abandonaram as atividades corriqueiras da vida a fim de viverem exclusivamente para DEUS. Protestavam intensamente contra a idolatria, a imoralidade e iniq√ľidades cometidas pelo¬†povo, bem como a corrup√ß√£o praticada pelos reis e sacerdotes. Suas atividades visavam mudan√ßas santas e justas em Israel. Suas investidas eram sempre em favor do reino de DEUS e de sua justi√ßa. Lutavam pelo cumprimento da vontade divina, sem levar em conta os riscos pessoais.
 

OITO CARACTER√ćSTICAS DO PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO.¬†

Que tipo de pessoa era o profeta do AT?

(1) Era alguém que tinha estreito relacionamento com DEUS, e que se tornava confidente do Senhor (Am 3.7). O profeta via o mundo e o povo do concerto sob a perspectiva divina, e não segundo o ponto de vista humano.

(2) O profeta, por estar pr√≥ximo de DEUS, achava-se em harmonia com DEUS, e em simpatia com aquilo que Ele sofria por causa dos pecados do povo. Compreendia, melhor que qualquer outra pessoa, o prop√≥sito, vontade e desejos de DEUS. Experimentava as mesmas rea√ß√Ķes de DEUS. Noutras palavras, o profeta n√£o somente ouvia a voz de DEUS, como tamb√©m sentia o seu cora√ß√£o (Jr 6.11; 15.16,17; 20.9).

(3) √Ä semelhan√ßa de DEUS, o profeta amava profundamente o povo. Quando o povo sofria, o profeta sentia profundas dores (ver O LIVRO DAS LAMENTA√á√ēES). Ele almejava para Israel o melhor da parte de DEUS (Ez 18.23). Por isso, suas mensagens continham, n√£o somente advert√™ncias, como tamb√©m palavras de esperan√ßa e consolo.

(4) O profeta buscava o sumo bem do povo, i.e., total confian√ßa em DEUS e lealdade a Ele; eis porque advertia contra a confian√ßa na sabedoria, riqueza e poder humanos, e nos falsos deuses (Jr 8.9,10; Os 10.13,14; Am 6.8). Os profetas continuamente conclamavam o povo a viver √† altura de suas obriga√ß√Ķes conforme o seu concerto estabelecido com DEUS, para que viesse a receber as b√™n√ß√£os da reden√ß√£o.

(5) O profeta tinha profunda sensibilidade diante do pecado e do mal (Jr 2.12,13, 19; 25.3-7; Am 8.4-7; Mq 3.8). Não tolerava a crueldade, a imoralidade e a injustiça. O que o povo considerava leve desvio da Lei de DEUS, o profeta interpretava, às vezes, como funesto. Não podia suportar transigência com o mal, complacência, fingimento e desculpas do povo (32.11; Jr 6.20; 7.8-15; Am 4.1; 6.1). Compartilhava, mais que qualquer outra 
pessoa, do amor divino √† retid√£o, e do √≥dio que o Senhor tem √† iniq√ľidade (cf. Hb 1.9).

(6) O profeta desafiava constantemente a santidade superficial e oca do povo, procurando desesperadamente encorajar a obediência sincera às palavras que DEUS revelara na Lei. Permanecia totalmente dedicado ao Senhor; fugia da transigência com o mal e requeria fidelidade integral a DEUS. Aceitava nada menos que a plenitude do reino de DEUS e a sua justiça, manifestadas no povo de DEUS.

(7) O profeta tinha uma vis√£o do futuro, revelada em condena√ß√£o e destrui√ß√£o (e.g., 63.1-6; Jr 11.22,23; 13.15-21; Ez 14.12-21; Am 5.16-20,27, bem como em restaura√ß√£o e renova√ß√£o (e.g., 61- 62; 65.17-66.24; Jr 33; Ez 37). Os profetas enunciaram grande¬†n√ļmero de profecias acerca da vinda do Messias.

(8) Finalmente, o profeta era, via de regra, um homem solitário e triste (Jr 14.17,18; 20.14-18; Am 7.10-13; Jn 3- 4), perseguido pelos falsos profetas que prediziam paz, prosperidade e segurança para o povo que se achava em pecado diante de DEUS (Jr 15.15; 20.1-6; 26.8-11; Am 5.10; cf. Mt 23.29-36; At 7.51-53). Ao mesmo tempo, o profeta verdadeiro era reconhecido como homem de DEUS, não havendo, pois, como ignorar o seu caráter e a sua mensagem.
 

O PROFETA E O SACERDOTE.

Durante a maior parte da história de Israel, os sacerdotes e profetas, constantemente, entravam em conflito. O plano de DEUS era que houvesse cooperação entre eles, mas os sacerdotes tendiam a aderir ao liberalismo e deixavam de protestar contra a decadência do povo de DEUS.

(1) Os sacerdotes muitas vezes concordavam com a situa√ß√£o anormal reinante, e sua adora√ß√£o a DEUS resumia-se em cerim√īnias e liturgia. Embora a moralidade ocupasse um lugar formal na sua teologia, n√£o era enfatizada por eles na pr√°tica.

(2) O profeta, por outro lado, ressaltava fortemente o modo de vida, √† conduta, e as quest√Ķes morais. Repreendiam constantemente os que apenas cumpriam com os deveres lit√ļrgicos Irritava, importunava, denunciava, e sem apoio humano defendia justas exig√™ncias e insistia em aplicar √† vida os eternos princ√≠pios de DEUS. O profeta era um ensinador de √©tica, um reformador moral e um inquietador da consci√™ncia humana. Desmascarava o pecado e a apostasia, procurando sempre despertar o povo a um viver realmente santo.


A MENSAGEM DOS PROFETAS DO ANTIGO TESTAMENTO. A mensagem dos profetas enfatiza três temas principais:

(1) A natureza de DEUS.

(a) Declaravam ser DEUS o Criador e Soberano onipotente do universo (e.g., 40.28), e o Senhor da história, pois leva os eventos a servirem aos seus supremos propósitos de salvação e juízo (cf. Is 44.28; 45.1; Am 5.27; Hc 1.6).

(b) Enfatizavam que DEUS √© santo reto e justo, e n√£o pode tolerar o pecado, iniq√ľidade e injusti√ßa. Mas a sua santidade √© temperada pela miseric√≥rdia. Ele √© paciente e tardio em manifestar a sua ira. Sendo DEUS santo, em¬†sua natureza, requer que seu povo seja consagrado e santo ao SENHOR (Zc 14.20; cf. Is 29.22-24; Jr 2.3). Como o DEUS que faz concerto, que entrou num relacionamento exclusivo com Israel, requer que seu povo obede√ßa aos seus mandamentos, como parte de um compromisso de relacionamento¬†m√ļtuo.

(2) O pecado e o arrependimento.

Os profetas do AT compartilhavam da tristeza de DEUS diante da cont√≠nua desobedi√™ncia, infidelidade, idolatria e imoralidade de seu povo segundo o concerto. E falavam palavras severas de justo ju√≠zo contra os transgressores. A mensagem dos profetas era¬†id√™ntica a de Jo√£o Batista e de CRISTO: “arrependei-vos, sen√£o igualmente perecereis”. Prediziam ju√≠zos catastr√≥ficos, tal como a destrui√ß√£o de Samaria, pela Ass√≠ria (e.g. Os 5.8-12; 9.3-7; 10.6-15), e a de Jerusal√©m por Babil√īnia (e.g., Jr 19.7-15; 32.28-36; Ez 5.5-12; 21.2, 24-27).

(3) Predi√ß√£o e esperan√ßa messi√Ęnica.

(a) Embora o povo tenha sido globalmente infiel a DEUS e aos seus votos, segundo o concerto, os profetas jamais deixaram de enunciar-lhe mensagens de esperança. Sabiam que DEUS cumpriria os ditames do concerto e as promessas feitas a Abraão através de um remanescente fiel  No fim, viria o Messias, e através dEle, DEUS haveria de ofertar a salvação a todos os povos.

(b) Os profetas colocavam-se entre o colapso espiritual de sua gera√ß√£o e a esperan√ßa da era messi√Ęnica. Eles tinham de falar a palavra de¬†DEUS a um povo obstinado, que, inexoravelmente rejeitavam a sua mensagem (cf. Is 6.9-13). Os profetas eram tanto defensores do antigo concerto, quanto precursores do novo. Viviam no presente, mas com a alma voltada para o futuro.


Será que ainda hoje temos o ministério profético operando em nosso meio? E evidente que sim, o que acabou, segundo o próprio JESUS é o ministério  profético que predizia sua vinda e sacrifício.

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Infelizmente devido ao brilho excessivo dado pela Igreja a alguns minist√©rios como o de Pastores e Evangelistas, como tamb√©m aos cantores e m√ļsicos (que n√£o √© minist√©rio dado por CRISTO); estamos assistindo ao progressivo sufocamento de outros minist√©rios essenciais ao crescimento qualitativo da Igreja de JESUS CRISTO, nesses √ļltimos momentos da mesma aqui na terra. Ainda se considera, embora dando pouco valor e ainda menos tempo, o minist√©rio de Mestre; quase n√£o se fala em Ap√≥stolos e sufocaram quase que totalmente o minist√©rio de profeta. Estamos confundindo profecia (Dom do ESP√ćRITO SANTO) com o minist√©rio de profeta (Pessoa escolhida e separada por CRISTO para exercer o minist√©rio prof√©tico na Igreja, sendo usado para predizer o futuro).

Diferença:

 A profecia pode vir de 3 fontes: DEUS, homem e satanás. Devem ser julgadas (1 Ts 5:21,22) e controladas para haver ordem no culto; um depois do outro e no máximo três em cada reunião (1 Co 14.31). Não devem ser desprezadas(1 Ts 5:20). Vêm para edificação, exortação e consolação(1 Co 14:3). Línguas + Interpretação = Profecia (1 Co 14:27,13). 

Diferente de profeta, todo profeta profetiza, mas nem todo que profetiza é profeta (1Co 14:31) e (Ef 4:11).

Profeta √© minist√©rio dado por CRISTO, profecia √© manifesta√ß√£o do ESP√ćRITO SANTO. Profeta prediz alguma coisa que ainda vai acontecer, profecia n√£o prediz nada. Todos podem profetizar (1 Co 14.31), mas poucos s√£o chamados para serem profetas.¬†

Ex: JESUS: “Assim tamb√©m v√≥s agora, na verdade, tendes tristeza; mas eu vos tornarei a ver, e alegrar-se-√° o vosso cora√ß√£o, e a vossa alegria ningu√©m vo-la tirar√°.”(Jo 16:22).

Agabo:

At 21 8 Partindo no dia seguinte, fomos a Cesar√©ia; e entrando em casa de Felipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. 9 Tinha este quatro filhas virgens que profetizavam (Dom do ESP√ćRITO SANTO). 10 Demorando-nos ali por muitos dias, desceu da Jud√©ia um profeta, de nome √Āgabo (Minist√©rio dado por CRISTO a Igreja); 11 e vindo ter conosco, tomou a cinta de Paulo e, ligando os seus pr√≥prios p√©s e m√£os, disse: Isto diz o ESP√ćRITO SANTO: Assim os judeus ligar√£o em Jerusal√©m o homem a quem pertence esta cinta, e o entregar√£o nas m√£os dos gentios.¬†

Paulo:

“disse Paulo ao centuri√£o e aos soldados: Se estes n√£o ficarem no navio, n√£o podereis salvar-vos. Ent√£o os soldados cortaram os cabos do batel e o deixaram cair. Enquanto amanhecia, Paulo rogava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: √Č j√° hoje o d√©cimo quarto dia que esperais e permaneceis em jejum, n√£o havendo provado coisa alguma. Rogo-vos, portanto, que comais alguma coisa, porque disso depende a vossa seguran√ßa; porque nem um cabelo cair√° da cabe√ßa de qualquer de v√≥s.”(At 27:31-34).

¬†Antioquia Da S√≠ria (Conhecida Na S√≠ria Como Antakya):¬† A Melhor Pron√ļncia Seria Dizer Antioquia, Com Acento No “I”, Porque Quem Fundou A Cidade Foi Ant√≠oco Epif√Ęneo. ¬† Havia Al√≠ Profetas E Doutores (Ser√° Que Temos Hoje?)¬† ¬† O Corpo Humano Para Funcionar Bem Tem Que¬† Funcionar Bem Todos Os Sentidos, Ou Seja:

1- Olfato     2- Paladar     3- Aldição    4- Visão    5- Tato

A Igreja, Como Corpo De CRISTO Na Terra, Para Funcionar Bem Tem Que Ter Também Cinco Ministérios Funcionando Bem:

1-Apóstolos     2-Profetas  3-Evangelistas    4-Pastores    5-Mestres   Ef  4.11

Para vermos melhor a opera√ß√£o do profeta que profetiza o que DEUS mandou e o que profetiza o que DEUS n√£o mandou temos que ter discernimento. vejamos um estudo sobre Discernimento do 2¬ļ Trimestre de 2006.

LIÇÃO 13 - O DISCERNIMENTO ESPIRITUAL DO CRENTE

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2006

TEMA - Heresias e modismos - Combatendo os erros doutrin√°rios

COMENTARISTA : Esequias Soares

Coment√°rios Extras: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

“Mas o que √© espiritual discerne bem tudo, e ele de ningu√©m √© discernido” (1 Co 2.15).

Discernimento √© a habilidade conferida pelo ESP√ćRITO SANTO ao crist√£o para distinguir o real do aparente e a verdade da mentira.

LEITURA B√ćBLICA: Deuteron√īmio 13.1-3; Atos 16.16-18

Deuteron√īmio 13.1-3

1 Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio, 2 e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, 3 não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o SENHOR, vosso DEUS, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso DEUS, com todo o vosso coração e com toda a vossa alma.

N√ÉO OUVIR√ĀS AS PALAVRAS DAQUELE PROFETA. √Č fundamental √† comunh√£o do crente com o Senhor, a sua fidelidade a DEUS e √† Palavra revelada dEle (8.3). Os vers√≠culos 1-5 mostram que a tenta√ß√£o visando a destruir nossa lealdade a DEUS, √†s vezes surge atrav√©s de pessoas parecendo espirituais. V√°rias infer√™ncias decorrem disso, para nossa vida como crentes.

(1) DEUS, às vezes, testa a sinceridade do nosso amor e dedicação a Ele e à sua Palavra (cf. 8.2).

(2) DEUS, √†s vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que s√£o profetas de DEUS, e que realizam “sinal ou prod√≠gio” (vv. 1,2).

Tais pessoas, √†s vezes, falam com muita “un√ß√£o”, predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prod√≠gios. Ao mesmo tempo, por√©m, podem pregar um evangelho contr√°rio √† revela√ß√£o b√≠blica, acrescentar inova√ß√Ķes √† Palavra de DEUS ou subtrair partes dela (cf. 4.2; 12.32). Aceitar esses falsos pregadores, significa abdicar da fidelidade total a DEUS e √† sua Palavra inspirada (v. 5).

(3) O NT tamb√©m, por sua vez, adverte que falsos profetas e falsos mestres perverter√£o grandemente o evangelho de CRISTO nos √ļltimos dias desta era. O crente deve ter firme determina√ß√£o quanto a sua fidelidade √† revela√ß√£o escrita de DEUS, como a temos na B√≠blia. A autenticidade do minist√©rio de uma pessoa e do seu ensino n√£o deve ser avaliada apenas pela sua prega√ß√£o talentosa, alocu√ß√Ķes prof√©ticas poderosas, realiza√ß√£o de milagres ou n√ļmero de decis√Ķes. Esses crit√©rios tornam-se cada vez menos dignos de confian√ßa √† medida que se aproximam os tempos do fim. O padr√£o da verdade sempre dever√° ser a infal√≠vel Palavra de DEUS.

Atos 16.16-18

16 E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. 17 Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo. 18 E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.

ESP√ćRITO DE ADIVINHA√á√ÉO.

As express√Ķes vocais demon√≠acas da jovem escrava eram consideradas a voz de um deus; por isso, os servi√ßos dela como adivinha eram muito procurados, dando grande lucro aos seus donos. Atrav√©s de Paulo, CRISTO demonstrou aqui, mais uma vez, seu poder sobre o imp√©rio do mal.

Atos 16.16-21 = 16. A segunda parte da hist√≥ria nos leva para fora do mundo do juda√≠smo para o contato com a supersti√ß√£o popular do mundo helen√≠stico. Numa das visitas para o lugar de ora√ß√£o, ele e seus companheiros foram encontrados por uma jovem escrava, que tinha o dom da vid√™ncia, e dava lucro aos senhores com suas adivinha√ß√Ķes. Lucas atribui esta capacidade a um esp√≠rito adivinhador, literalmente, “um esp√≠rito, um pit√£o”. Esta √ļltima palavra originalmente significava uma serpente, e, em especial, a serpente que guardava o or√°culo c√©lebre em Delfos e que, segundo a lenda, foi morta por ApoIo. A palavra tamb√©m se emprega no sentido de ventr√≠loquo. Os ventr√≠loquos agiam como adivinhadores, e, sem d√ļvida, o car√°ter incomum dos sons que produziam tinha efeito numinoso; pensava-se, provavelmente, que um dem√īnio neles habitava. No presente caso, sup√Ķe-se que a jovem falava como ventr√≠loco e que tinha o dom da clarivid√™ncia.. e, portanto, Lucas disse que tinha um esp√≠rito (i.√©, um esp√≠rito maligno), a saber, um que era capaz da ventriloquia.

17. A jovem saiu ao encontro de Paulo e seus companheiros na rua, e gritava, seguindo ap√≥s eles, que eram servos do DEUS Alt√≠ssimo, e que proclamavam o caminho da salva√ß√£o. Semelhantes descri√ß√Ķes do DEUS supremo se acham alhures nos l√°bios de pag√£os (Lc 8:28), mas tamb√©m se empregavam entre os judeus de l√≠ngua grega; √© prov√°vel que os pag√£os copiassem o uso ling√ľ√≠stico dos judeus quando se referiam ao DEUS deles. Salva√ß√£o era um termo comum para o conte√ļdo da mensagem crist√£ (4:12; 13:26, 47). Eposs√≠ve1, portanto, que o grito da jovem dependesse meramente daquilo que era do conhecimento geral acerca das atividades dos mission√°rios em Filipos. Mesmo assim, a hist√≥ria se conta de modo semelhante √†s hist√≥rias de exorcismo nos Evangelhos, nas quais os endemoninhados proclamam seu conhecimento da identidade de JESUS (Lc 4:34, 41; 8:28) como meio de procurar demonstrar a autoridade que desejariam ter sobre Ele. Parece prov√°vel que Lucas atribu√≠sse o conhecimento da jovem √† clarivid√™ncia dos endemoninhados. Noutras partes do Novo Testamento, √© igualmente dif√≠cil reconhecer as fronteiras claras entre a possess√£o demon√≠aca, a doen√ßa mental e a obra de charlat√£es.

18. O efeito da proclama√ß√£o da jovem, que foi repetida no decurso de muitos dias, cada vez que se encontrava com Paulo, foi dar aos mission√°rios uma publicidade inesperada. Paulo n√£o fez tentativa alguma para tratar do caso na primeira ocasi√£o, por raz√Ķes que n√£o ficam claras. Talvez, de in√≠cio, os gritos da jovem n√£o parecessem perigosos; na realidade. n√£o havia sugest√£o alguma de que ela era hostil aos mission√°rios. Mas logo fica sendo claro a Paulo de que ela estava no poder de um esp√≠rito maligno e passou a exorcizar o esp√≠rito por meio do nome de JESUS. A hist√≥ria n√£o nos conta se a jovem se converteu; o interesse de Lucas aqui se focalizava no efeito que o incidente teve sobre Paulo e seus companheiros. Conseq√ľentemente, n√£o podemos tirar deste incidente conclus√Ķes acerca do problema do exorcismo na igreja dos nossos dias. O que ficou claro √© que o exorcismo privou a jovem da sua capacidade de adivinhar ou da sua disposi√ß√£o para assim fazer.

19. N√£o se diz se os senhores da jovem estavam com ela durante o exorcismo, mas o certo √© que logo descobriram que n√£o somente o esp√≠rito deixara a jovem, como tamb√©m a fonte de lucro deles (Lucas deliberadamente emprega o mesmo verbo, para efeito humor√≠stico, nos vv. 18 e 19), e sabiam quem era o respons√°vel por isto. Assim como aconteceu no caso posterior, em √Čfeso (19:23-27), o efeito do evangelho era arruinar os neg√≥cios daqueles que tiravam lucro ou vantagem das supersti√ß√Ķes e dos v√≠cios humanos. Assim, os donos da escrava; sem d√ļvida com a ajuda de amigos ou circunstantes, prontamente agiram na sua pr√≥pria causa ao lan√ßarem m√£o de Paulo e Silas, arrastando-os para a pra√ßa central da cidade onde podiam apresentar acusa√ß√Ķes contra eles diante dos magistrados. Os demais membros do grupo (Tim√≥teo e Lucas), n√£o foram envolvidos na cena (o emprego de “n√≥s” cessa no v. 17), ou porque eram de menos import√Ęncia que os mission√°rios principais, ou apenas porque estavam noutro lugar na ocasi√£o. (Ou ser√° que foram presos apenas os membros do grupo que eram judeus de pleno direito, conforme sugere Bruce, Livro, p√°g. 3357). A pra√ßa do mercado era o centro dos neg√≥cios da cidade; j√° foi escavada pelos arque√≥logos.

20-21. Os pretores se mencionam com o t√≠tulo geral de “autoridades” no v. 19, mas aqui recebem seu nome mais espec√≠fico. O seu t√≠tulo especial era duoviri, conforme atestam as inscri√ß√Ķes. A palavra grega que aqui se emprega, strategoi, talvez seja a equival√™ncia mais pr√≥xima que existe em Grego (Sherwin-White, p√°gs. 92-93), mas tamb√©m podia traduzir o t√≠tulo mais grande eloq√ľente de preletores; comentaristas mais antigos sugerem que os magistrados tenham arrogado sobre si este t√≠tulo (assim como faziam em C√°pua no s√©culo I. a.C.; Bruce, Livro, p√°g. 335), mas √© improv√°vel que este uso arcaico ainda estivesse corrente. √Č de signific√Ęncia que, quando os acusadores fazem a sua queixa, as considera√ß√Ķes econ√īmicas se colocam em segundo plano, e procuram-se outros pretextos. A queixa, na realidade, se divide em duas partes. A primeira √© que Paulo e Silas estavam perturbando a ordem p√ļblica, o que era apoiado pelo coment√°rio de que eram judeus, a fim de tirar vantagem do sentimento antijudaico que n√£o era incomum naquela √©poca (ver 18:2, 12-17). A segunda parte -da acusa√ß√£o era que Paulo e Silas estava propagando costumes antiromanos. Assim, o exorcismo foi colocado no contexto mais lato da atividade mission√°ria. Vemos aqui a auto-consci√™ncia romana que se achava numa col√īnia. Os romanos eram oficialmente proibidos de praticar religi√Ķes estrangeiras, embora pudessem, na pr√°tica, fazer assim na condi√ß√£o de n√£o haver nada que ofendesse contra os costumes romanos. O princ√≠pio era claramente flex√≠vel, e podia ser invocado conforme a necessidade. Durante o s√©culo I d.C. em diante, empregava-se quando os cultos estrangeiros levavam a pr√°ticas criminosas; aqui, a queixa tem o som arcaico de que o respectivo culto era “n√£o-romano”. As vezes tem sido argumentado que os judeus eram banidos por proselitiza√ß√£o, mas n√£o parece .que foi assim a situa√ß√£o (Sherwin-White, p√°gs. 78-83).

LEITURAS IMPORTANTES:

Mt 16.1-3 Os hipócritas não discernem o tempo de DEUS.

1 E, chegando-se os fariseus e os saduceus para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. 2 Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. 3 E pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis diferençar a face do céu e não conheceis os sinais dos tempos?

Os sinais dos tempos

Lc 12.54 E dizia também à multidão: Quando vedes a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva; e assim sucede.55 E, quando assopra o vento sul, dizeis: Haverá calma; e assim sucede.56 Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis, então, discernir este tempo?

At 5.1-5 O exemplo cl√°ssico de discernimento.

1 Mas um certo var√£o chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade 2 e reteve parte do pre√ßo, sabendo-o tamb√©m sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos p√©s dos ap√≥stolos. 3 Disse, ent√£o, Pedro: Ananias, por que encheu Satan√°s o teu cora√ß√£o, para que mentisses ao ESP√ćRITO SANTO e retivesses parte do pre√ßo da herdade? 4 Guardando-a, n√£o ficava para ti? E, vendida, n√£o estava em teu poder? Por que formaste este des√≠gnio em teu cora√ß√£o? N√£o mentiste aos homens, mas a DEUS. 5 E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram.

5.3 MENTISSES AO ESP√ćRITO SANTO. A fim de obterem prest√≠gio e reconhecimento, Ananias e Safira mentiram diante da igreja a respeito das suas contribui√ß√Ķes. DEUS considerou um delito grave essas mentiras contra o ESP√ćRITO SANTO. As mortes de Ananias e Safira ficaram como exemplos perp√©tuos da atitude de DEUS para com qualquer cora√ß√£o enganoso entre aqueles que professam ser crist√£os. Note, tamb√©m, que mentir ao ESP√ćRITO SANTO √© a mesma coisa que mentir a DEUS, logo, o ESP√ćRITO SANTO tamb√©m √© DEUS (vv.3,4; ver Ap 22.15).

5.4 POR QUE FORMASTE ESTE DES√ćGNIO…? A raiz do pecado de Ananias e de Safira era seu amor ao dinheiro e elogio dos outros. Isto os fez tentar o ESP√ćRITO SANTO (v.9). Quando o amor ao dinheiro e o aplauso dos homens tomam posse de uma pessoa, seu esp√≠rito fica vulner√°vel a todos os tipos de males sat√Ęnicos (1 Tm 6.10).

Ninguém pode estar cheio de amor ao dinheiro e, ao mesmo tempo, amar e servir a DEUS (Mt 6.24; Jo 5.41-44).

5.5 ANANIAS… CAIU E EXPIROU. DEUS feriu com severidade a Ananias e Safira (vv. 5,10), para que se manifestasse sua avers√£o a todo engano, mentira e desonestidade no reino de DEUS. Um dos pecados mais abomin√°veis na igreja √© enganar o povo de DEUS no tocante ao nosso relacionamento com CRISTO, trabalho para Ele, e a dimens√£o do nosso minist√©rio. Entregar-se a esse tipo de hipocrisia significa usar o sangue derramado de CRISTO para exaltar e glorificar o pr√≥prio eu diante dos outros. Esse pecado desconsidera o prop√≥sito dos sofrimentos e da morte de CRISTO (Ef 1.4; Hb 13.12), e revela aus√™ncia de temor do Senhor (vv. 5,11) e de respeito e honra ao ESP√ćRITO SANTO (v. 3), e merece o justo ju√≠zo de DEUS.

1 Co 2.14 O homem natural n√£o compreende as coisas espirituais.

14 Ora, o homem natural n√£o compreende as coisas do ESP√ćRITO de DEUS, porque lhe parecem loucura; e n√£o pode entend√™-las, porque elas se discernem espiritualmente.

O homem/mulher natural (gr. psuchikos, 2.14), denotando a pessoa irregenerada, i.e., governada por seus pr√≥prios instintos naturais (2Pe 2.12). Tal pessoa n√£o tem o ESP√ćRITO SANTO (Rm 8.9), est√° sob o dom√≠nio de Satan√°s (At 26.18) e √© escravo da carne com suas paix√Ķes (Ef 2.3). Pertence ao mundo, est√° em harmonia com ele (Tg 4.4) e rejeita as coisas do ESP√ćRITO (2.14). A pessoa natural n√£o consegue compreender a DEUS, nem os seus caminhos; pelo contr√°rio, depende do racioc√≠nio ou emo√ß√Ķes humanas.

1 Co 12.10 O dom de discernir os espíritos.

10 e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.

O Dom de Discernir esp√≠ritos funciona como uma b√ļssola e √© uma manifesta√ß√£o sobrenatural do ESP√ćRITO SANTO que visa descobrir a origem de quem est√° inspirando uma mensagem, se DEUS, ou o Homem ou Satan√°s.

Hb 4.12 A Palavra de DEUS √© apta para discernir os pensamentos dos cora√ß√Ķes.

12 Porque a palavra de DEUS √© viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra at√© √† divis√£o da alma, e do esp√≠rito, e das juntas e medulas, e √© apta para discernir os pensamentos e inten√ß√Ķes do cora√ß√£o.

A PALAVRA DE DEUS A palavra de DEUS mostra quem vai entrar no repouso de DEUS.

Ela é uma espada cortante que penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são espirituais ou não (vv. 12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar ou para nos condenar à morte eterna (cf. Jo 6.63; 12.48).

Por isso, nossa atitude para com a palavra de DEUS deve ser achegar-nos a JESUS como nosso sumo sacerdote.

Hb 5.14 O discernimento do crente experiente. 14 Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.

DISCERNIR TANTO O BEM COMO O MAL. Quem √© fraco e imaturo na f√© n√£o tem sensibilidade nem discernimento espiritual para perceber o que √© bom e o que √© mau nesta vida e aquilo que honra a DEUS e o que o desonra. O crente espiritualmente maduro, por outro lado, √© aquele que tem seus sentidos espirituais treinados para distinguir claramente entre o bem e o mal mediante a pr√°tica constante da justi√ßa e da obedi√™ncia a DEUS e √† sua Palavra. Este crente aprendeu a amar a justi√ßa e a odiar a iniq√ľidade (ver 1.9), tendo uma mente renovada segundo os princ√≠pios da justi√ßa (Rm 12.1,2). E, por ser capacitado pelo ESP√ćRITO SANTO para ver as coisas do ponto de vista de DEUS, est√° apto a receber o alimento s√≥lido da sua Palavra e crescer segundo a estatura completa de CRISTO (cf. Ef 4.13).

PONTO DE CONTATO: Louvamos a DEUS pelo discernimento. Sabemos que o homem natural, que n√£o tem o ESP√ćRITO, n√£o distingue o certo do errado, o puro do impuro, o santo do profano. Mas o filho de DEUS, discerne bem entre o certo e o errado.

Assim como Paulo, na era apost√≥lica, levantou-se cheio de ousadia e repreendeu o esp√≠rito de adivinha√ß√£o daquela jovem, da mesma maneira, Pedro, orientado pelo ESP√ćRITO SANTO, foi sabedor das reais inten√ß√Ķes de Ananias. √Č, portanto, desejo de DEUS que n√≥s, crist√£os da presente era, pe√ßamos a Ele que capacite homens com o Seu poder e com o dom de discernimento dos esp√≠ritos, a fim de livrar nossas igrejas de heresias e movimentos que cercam o povo de DEUS.

S√ćNTESE TEXTUAL:

A necessidade do discernimento espiritual e do conhecimento das doutrinas bíblicas tem aumentado nesses dias devido ao crescimento das sutilezas de Satanás. Mas por outro lado, estamos advertidos por JESUS que disse:

“porque surgir√£o falsos cristos e falsos profetas e far√£o t√£o grandes sinais e prod√≠gios, que, se poss√≠vel fora, enganariam at√© os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito.” (Mt 24.24). Hoje, faz-se necess√°rio o dom de discernir os esp√≠ritos que est√£o camuflados com doutrinas que parecem crist√£s.

ORIENTA√á√ÉO DID√ĀTICA:

Como seus alunos reagiram durante este trimestre? O tema das li√ß√Ķes foi cativante? Nesta √ļltima li√ß√£o, propomos um recurso que visa despertar seus alunos quanto as doutrinas que invadem nossas igrejas atrav√©s das m√ļsicas que, cheias de sensacionalismos e emo√ß√Ķes, arrebanham vidas. As m√ļsicas sempre defendem uma vis√£o doutrin√°ria, por isso, escreva trechos de m√ļsicas sacras e outras com teor duvidoso (m√ļsicas que colocam o arcanjo Miguel como maestro do coral de DEUS, ou outras que incitam pessoas a mergulharem numa aventura de f√©, como alguns hinos denominados de guerra ou de adora√ß√£o), em folhas de papel e d√™ aos alunos para eles analisarem a letra √† luz da B√≠blia. Conceda-lhes alguns minutos para debaterem entre si e depois conclua corrigindo as letras dos hinos e valorizando as m√ļsicas com letras doutrin√°rias.

COMENT√ĀRIO - INTRODU√á√ÉO:

Aprendemos a precavermo-nos das sutilezas de Satan√°s e dos perigos √† nossa volta. H√° heresias, aberra√ß√Ķes teol√≥gicas e doutrinas que parecem crist√£s. Por meio do ensino dos falsos mestres √© poss√≠vel o crist√£o reconhecer a fonte, mas, √†s vezes, tais doutrinas s√£o apresentadas de maneira sutil, tornando-se imposs√≠vel o seu discernimento sem a ajuda do ESP√ćRITO SANTO.

√Č fun√ß√£o sacerdotal o discernimento:

Ez 44.23 E a meu povo ensinar√£o a distinguir entre o santo e o profano e o far√£o discernir entre o impuro e o puro.

√Č nosso dever como sacerdotes de DEUS na terra, assumirmos nosso papel de sal da terra e luz do mundo. Para isso precisamos enxergar pelo ESP√ćRITO SANTO o que √© de DEUS, o que √© do homem e o que √© de Satan√°s.

Devemos identificar o joio e n√£o permitir que o mesmo mate o trigo, embora conviva com este.

I. DEFININDO OS TERMOS

1. Sinais e prod√≠gios (v. 1). A palavra hebraica ‘√īth, traduzida no texto, por “sinal” √© termo gen√©rico que significa: “marca, ins√≠gnia, ind√≠cio, milagre, sinal miraculoso”. Porque surgir√£o falsos cristos e falsos profetas e far√£o t√£o grandes sinais e prod√≠gios, que, se poss√≠vel fora, enganariam at√© os escolhidos. (Mateus 24:24 RC) a esse cuja vinda √© segundo a efic√°cia de Satan√°s, com todo o poder, e sinais, e prod√≠gios de mentira, (2 Ts 2:9 RC)

“A contrafa√ß√£o ser√° de tal modo semelhante √† manifesta√ß√£o verdadeira, que ser√° imposs√≠vel distinguir entre ambos sem o aux√≠lio das Escrituras Sagradas.”

Nos dias de Moisés e Arão, com que propósito Satanás operou milagres?

Êxodo 7:10-13. A que perigo estão sujeitos aqueles cuja fé se baseia na manifestação de milagres?

10 Então, Moisés e Arão entraram a Faraó e fizeram assim como o SENHOR ordenara; e lançou Arão a sua vara diante de Faraó, e diante dos seus servos, e tornou-se em serpente. 11 E Faraó também chamou os sábios e encantadores; e os magos do Egito fizeram também o mesmo com os seus encantamentos. 12 Porque cada um lançou sua vara, e tornaram-se em serpentes; mas a vara de Arão tragou as varas deles. 13 Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito. (Êxodo 7:10-13 RC)

“O homem que torna a opera√ß√£o de milagres a prova de sua f√© verificar√° que Satan√°s pode, por meio de uma variedade de enganos, efetuar prod√≠gios que parecer√£o genu√≠nos milagres. Ele esperou fazer disto um elemento de prova para os israelitas ao tempo de seu livramento do Egito.”

Alguns motivos para sinais:

***Autenticar os mensageiros dessas revela√ß√Ķes (1Rs 17:24; Jo 10:24-25; At 2:22; 14:3);

- Então a mulher disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de DEUS, e que a palavra do SENHOR na tua boca é verdade. (1 Reis 17:24)

- Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o CRISTO, dize - no-lo abertamente. Respondeu-lhes JESUS: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas testificam de mim. (João 10:24-25)

- Homens israelitas, escutai estas palavras: A JESUS Nazareno, homem aprovado por DEUS entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que DEUS por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; (Atos 2:22)

- Detiveram-se, pois, muito tempo, falando ousadamente acerca do Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios. (Atos 14:3)

***Fazer crer em CRISTO, o centro das revela√ß√Ķes, E na B√≠blia - Jo 20:31; At 5:12-14.

Estes, porém, foram escritos para que creiais que JESUS é o CRISTO, o Filho de DEUS, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. (João 20:31)

E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão. Dos outros, porém, ninguém ousava ajuntar-se a eles; mas o povo tinha-OS em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais. (Atos 5:12-14).

2. ESP√ćRITO de adivinha√ß√£o (v.16). A palavra grega usada para “adivinha√ß√£o” √© python, nome de um drag√£o que, segundo a mitologia cl√°ssica, era guardi√£o do templo de Apolo e do or√°culo de Delfos.

Em Atos 16:16-18, uma menina que tinha um esp√≠rito de adivinha√ß√£o (ou, no jarg√£o moderno, que era “ps√≠quica”), s√≥ teve tais poderes porque foi possu√≠da por um dem√īnio. O ap√≥stolo Paulo expulsou este dem√īnio, no nome de JESUS CRISTO, e deixou a menina livre desta opress√£o sombria. Por que DEUS odeia adivinha√ß√£o?

Porque é uma forma diabólica e desautorizada de revelação.

DEUS deu aos homens um guia perfeito, infal√≠vel, para a salva√ß√£o, vida e conduta santa. Este guia √© a B√≠blia. “Toda Escritura √© dada por inspira√ß√£o de DEUS, e √© √ļtil para o ensino, para repreens√£o, para corre√ß√£o, para instru√ß√£o na justi√ßa; a fim de que o homem de DEUS seja perfeito, completamente capaz para realizar toda boa obra” (2 Tm. 3:16,17). Quando as pessoas rejeitam, ignoram ou tentam alegorizar a B√≠blia para incorpor√°-la em um paradigma oculto ou novo, eles est√£o afirmando sua independ√™ncia de DEUS. Eles insultam a majestade de DEUS. Eles est√£o dizendo por suas a√ß√Ķes: “A B√≠blia √© desnecess√°ria;” ou, “A B√≠blia n√£o √© adequada como regra de vida.” Elas est√£o dizendo: “Eu vou fazer do meu jeito. Eu n√£o preciso de DEUS me dizendo o que crer ou como agir.” Os praticantes da adivinha√ß√£o, quer eles tenham percebido ou n√£o, est√£o aceitando a doutrina sat√Ęnica da salva√ß√£o e poder, buscando autonomia (independ√™ncia) de DEUS (cf. Gn. 3:1-6; Jz. 21:25).

Satanás foi o primeiro adivinho da história. Quando Adão e Eva obedeceram a Satanás mais do que a DEUS, eles estavam buscando um atalho para alcançar poder e domínio. Adão e Eva rejeitaram o plano de DEUS, creram na palavra de Satanás e decidiram seguir seu padrão ético (cf. Gn. 3:1-6). O resultado da desobediência à palavra de DEUS é a morte (cf. Gn. 2:17), morte espiritual e escravidão ao pecado e a Satanás nesta vida; morte física, inferno e lago de fogo no futuro.

Quando as pessoas buscam a resposta para os problemas da vida por meio de adivinhos, eles só aumentam seus problemas.

√Č perfeitamente racional buscar meios de contornar os problemas da vida; mas fazer isto √† parte da Palavra de DEUS √© uma forma de idolatria e auto-adora√ß√£o. Ningu√©m pode servir a dois senhores: porque ou h√° de aborrecer-se de um e mar ao outro, ou se devotar√° a um e desprezar√° ao outro. N√£o podeis servir a DEUS e a Mamom [i.e., as riquezas]… Mas buscai primeiro o reino de DEUS, e a sua justi√ßa; e todas estas coisas vos ser√£o acrescentadas” (Mt. 6:19-21,24,33).

Em vez da tagarelice tola e vã dos adivinhos, você tem que se submeter à Palavra de DEUS como seu projeto de vida.

Talvez voc√™ esteja se perguntando: “Por que eu preciso crer em JESUS CRISTO? A hist√≥ria de Seu nascimento virginal, crucifica√ß√£o e ressurrei√ß√£o n√£o s√£o mitos criados na √©poca da igreja primitiva?” Absolutamente n√£o! O ap√≥stolo Pedro disse, “N√£o vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor JESUS CRISTO seguindo f√°bulas engenhosamente inventadas, mas n√≥s mesmos fomos testemunhas oculares de sua majestade” (2 Pe. 1:16).

A adivinha√ß√£o n√£o o salvar√°. Ela o arrastar√° para a cova do inferno, “o lan√ßar√° fora nas trevas exteriores: ali haver√° choro e ranger de dentes” (Mt. 8:12).

3. Discernimento. A palavra grega para “discernimento” √© diakrisis. Est√° completamente fora das possibilidades do homem natural compreender o ESP√ćRITO, pois s√≥ quem tem a mente purificada pode faz√™-lo. Porque o ESP√ćRITO tomou posse do crente, em vez da mente natural, possui “a mente de CRISTO”. “O homem que possui o ESP√ćRITO compartilha do divino ” (cf. 2Pe 1.4 ). Paulo fez uma afirma√ß√£o ousada: “n√≥s temos a mente de CRISTO”, por essa raz√£o, o homem espiritual n√£o v√™ as coisas da perspectiva do mundo, mas do ponto de vista do seu Salvador.

II. AS ARMAS ESPIRITUAIS

1. O dom do ESP√ćRITO SANTO. O dom de discernir os esp√≠ritos aparece logo ap√≥s o dom de profecia (1 Co 12.10).

Dom de Discernimento de Esp√≠ritos (12.10). Trata-se de uma dota√ß√£o especial dada pelo ESP√ćRITO, para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem prov√©m do ESP√ćRITO SANTO ou n√£o (ver 14.29; 1Jo 4.1).

No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver Mt 24.5) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm 4.1), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja.

Discernimento: Saber de onde vem e o que est√° operando numa pessoa.

Ex: JESUS: “E JESUS, vendo-lhes a f√©, disse ao paral√≠tico: Filho, perdoados s√£o os teus pecados.”(Mc 2:5)

Paulo:” E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao esp√≠rito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu.”(At 16:18).

2. O discernimento apost√≥lico (v. 18). H√° duas maneiras para se discernir a fonte da mensagem ou dos milagres: pelo conte√ļdo doutrin√°rio (Hb 5.14; 1 Jo 4.1)

ou pela revela√ß√£o do ESP√ćRITO SANTO (At 5.1-5).

1 Co 12.4 Os dons s√£o opera√ß√Ķes sobrenaturais do ESP√ćRITO.

4 H√° diversidade de dons, mas o ESP√ćRITO √© o mesmo.

12.1-6 DONS ESPIRITUAIS. Os termos que a Bíblia emprega para os dons espirituais descrevem a sua natureza.

(1) “Dons espirituais”, (gr. pneumatika, derivado de pneuma, “esp√≠rito”). A express√£o refere-se √†s manifesta√ß√Ķes sobrenaturais concedidas como dons da parte do ESP√ćRITO SANTO, e que operam atrav√©s dos crentes, para o seu bem comum (vv. 1,7; 14.1).

(2) “Dons” ou “dons da gra√ßa” (gr. charismata, derivado de charis, “gra√ßa”), indicam que os dons espirituais envolvem tanto a motiva√ß√£o interior da pessoa, como o poder para desempenhar o minist√©rio referente ao dom (i.e., a capacita√ß√£o din√Ęmica) recebido do ESP√ćRITO SANTO.

Esses dons fortalecem espiritualmente o corpo de CRISTO e aqueles que necessitam de ajuda espiritual (v. 4; ver Rm 12.6; Ef 4.11; 1 Pe 4.10;).

III. AS AST√öCIAS MALIGNAS

1. Uma mensagem embaraçosa (v. 17). A jovem estava possessa, tomada pelo espírito das trevas, logo, a mensagem não vinha de si mesma, mas do espírito que a oprimia.

2. O termo “salva√ß√£o” (v. 17). O texto n√£o esclarece a que salva√ß√£o o esp√≠rito imundo referia-se, considerando ser um termo comum entre os pag√£os.

A legítima salvação:

Nossa salva√ß√£o envolve primeiro, a morte de CRISTO por n√≥s, segundo, CRISTO vivendo em n√≥s (Jo√£o 15:4; 17:26; Colossenses 1:27) e n√≥s vivendo em CRISTO, unidos com Ele em Sua morte e ressurrei√ß√£o (Romanos 6:3-10; Colossenses 2:12, 20; 3:1). Esta uni√£o vital, que √© sustentada pelo ESP√ćRITO, do lado divino, e pela f√©, do nosso lado, √© formada atrav√©s do nosso novo nascimento, e pressup√Ķe uma alian√ßa no sentido de nossa elei√ß√£o eterna em CRISTO (Ef√©sios 1:4-6). JESUS foi designado antes da funda√ß√£o do mundo para ser nosso representando carregando os nossos pecados sobre seus ombros (1 Pedro 1:18-20; cf. Mateus 1:21), e n√≥s fomos escolhidos para ser efetivamente chamados, conforme a Sua imagem, e glorificado pelo poder do ESP√ćRITO (Romanos 8:11, 29-30).

3. Qual a intenção do espírito de adivinhação? O propósito diabólico era dizer a todos que a mensagem que Paulo e Silas pregavam seria a mesma da jovem adivinhadora.

ADIVINHA√á√ÉO: Arte de conhecer por meios sobrenaturais: IE adivinha√ß√£o √© comum entre todos os povos em todos os tempos. A id√©ia √© quase universal que certos deuses, ou certos esp√≠ritos, t√™m conhecimento, escondido aos homens, mas que. sob certas condi√ß√Ķes, esses. esp√≠ritos ficam prontos a revelar.

Refere-se . a Bíblia a várias maneiras de adivinhar, por meio de:

1. Astromancia ou astrologia: Arte de adivinhar por meio dos astros, Is 47.13; 2 Rs 17.16; 21.3; 23.5; Dn 2.27. Os livros dos que seguiam artes m√°gicas (At. 19. 19) naturalmente inclu√≠am os almanaques e as t√°buas de astrologia. Entre as na√ß√Ķes somente os judeus foram ensinados a n√£o seguir artes m√°gicas nem temer aqueles que as exerciam. Is 44.25: Jr. 10.2.

2. Belomancia: Arte de adivinhar por meio de flechas. Depois de marcar as flechas, escolhiam uma, ou sacudiam todas at√© uma cair fora, de modo que satisfazia a informa√ß√£o ali ensejada.Ou ainda julgavam pela maneira de cair a flecha quando lan√ßada para cima. “Pois o rei de Babil√īnia parar√° na encruzilhada, para usar de adivinha√ß√Ķes.sacode as setas. . .” Ez 21.2I(R).

3. Hepatoscopia: Arte de adivinhar por meio de inspeção do fígado das vítimas, Ez 21. 2J. Cada parte do fígado tinha sua própria significação.

A idéia baseava-se em que o deus a quem. ofereciam o animal em sacrifício, revelasse. sua vontade pela forma que dera ao fígado, órgão que consideravam como o centro da vida da vítima.

4. Hidromancia: Arte de adivinhar por meio de √°gua. Deixava-se um objeto de ouro, de prata, ou uma pedra preciosa, cair em uma vasilha d’√°gua. O movimento da.√°gua ou as figuras resultantes do movimento.que resultavam, eram interpretadas por regras fixas. Ver Gn 44.5.

5. Necromancia: Arte de adivinhar por meio de evoca√ß√£o dos mortos, Dt 18. 11. Por meio de esp√≠ritos familiares, isto √©, esp√≠ritos que se podem fazer aparecer por meio de esconjuros, invoca√ß√Ķes ou exorcismos, Is 8.19; Dt 18.11(R); 2 Rs 21.6(B); I Cr 10. 13(B): I Sm 28.3, 7, 8, 9(8); Is 19.3(B); 29. 4(B). Em vez de necromante,√© traduzido, tamb√©m, pit√£o (F), ou na forma feminina, pitonisa (F).

6. Rabdomancia: Adivinhação por meio de varinha mágica. Os 4. 12.

7. Sonhos: Refere-se em Is 65.4 ao costume de adivinhar, dormindo junto √†s sepulturas; etc…

8- Sortil√©gio …;

9-Terafim …;

10- Filhos oferecidos em holocaustos; …

IV. DISCERNIMENTO

1. O falso e o verdadeiro (v.2). DEUS deu a Israel profetas leg√≠timos, os quais falaram inspirados pelo ESP√ćRITO SANTO.

2. A necessidade do discernimento. J√° vimos em li√ß√Ķes anteriores a possibilidade de manifesta√ß√Ķes sobrenaturais por meio de homens n√£o comprometidos com a verdade.

 

MILAGRE: Sucesso que se n√£o explica por causas naturais: √Č propriamente obra de DEUS, √äx 7.3,4; At 10.38. contudo os milagres s√£o feitos, √†s vezes, por poderes maus: Mt 24.24; 2 Ts 2.9; Ap 13.14; 16.14.: Empregam-se v√°rios outros voc√°bulos para exprimir a id√©ia de milagres: prod√≠gios, maravilhas, sinais, poderes miraculosos.

Alguns têm caráter profético e pressagioso, predizendo grandes juízos: as pragas sobre o Egito, Êx 3.20; prodígios no céu, At 2.19. Outros são grandes e poderosos, Mt 13.54; Mc 6.14; At 6.8; 8.6,13; 2 Co 12.12.

Milagres extraordin√°rios. At 19. 11. Ainda outros tinham significa√ß√£o teol√≥gica, servindo como “sinais”, Jo 2.11; 4.54. 11 N√£o todos os grandes servos de DEUS faziam milagres: Jo 10.41; 1 Co 12.10,29. As curas eram milagrosas, At 4.22. Havia quatro per√≠odos quando DEUS operava maior n√ļmero de milagres:

1) Quando ‘formava a na√ß√£o de Israel, sob Mois√©s e Josu√©.

2) Sob Elias e Eliseu, quando o culto a Baal ameaçava destruir toda a adoração a DEUS.

3) No tempo de Daniel.

4) Ao estabelecer a Igreja. no tempo de CRISTO e os apóstolos. Mas não foi porque DEUS não quisesse que os milagres continuassem ininterruptamente; antes foi porque o povo não mais atentava para a voz do Senhor. Ver 1 Sm 3; etc. As Escrituras não ensinam que milagres cessariam com os apóstolos, mas sim que permaneceriam até que viesse o que é perfeito, 1 Co 13. 10. Tanto os sinais como a salvação pertencem à promessa de Mc 16.16, 17. Milagres, prodígios e sinais são para a confirmação da Palavra, At 2.22; Hb 2.4. E nunca houve maior necessidade, de confirmação do que há atualmente. CRISTO operava milagres, movido de compaixão, Mt 9.36. Ele, portanto, atende aos necessitados hoje, porque Ele, é o mesmo, Hb 13.8. 11 JESUS curava toda sorte de doenças e enfermidades, em toda parte, e fazia muitos outros sinais que não estão registrados nas Escrituras. Mt 4.23, 24; 8.16; 9.35; 10.8; 14.14; 5.30;21.14; Jo 20.30.

 

CONCLUSÃO:

√Č dever do crist√£o n√£o se levar pela manifesta√ß√£o de sinais sobrenaturais sem antes ter certeza de sua origem.

 

AUX√ćLIOS SUPLEMENTARES: Subs√≠dio Apolog√©tico

“O momento √© de alerta”

O momento atual da Igreja de JESUS CRISTO imp√Ķe urg√™ncia ao tratar as doutrinas fundamentais da B√≠blia Sagrada como prioridade inegoci√°vel. √Č preciso escrev√™-las, discuti-las, ensin√°-las com mais profundidade e dedica√ß√£o para que possam ser aprendidas, lembradas, divulgadas como tarefa sine qua non da igreja. No passado, gast√°vamos muito tempo falando mais de costumes do que de doutrina. Hoje, infelizmente, n√£o falamos nem de uma coisa nem de outra. Muitos de nossos p√ļlpitos est√£o indefinidos porque cederam √† tenta√ß√£o dos avivamentos coreogr√°ficos, da exibi√ß√£o dos grandes n√ļmeros e da cultura imediatista, as quais flagelam os que procuram seriedade no servir a DEUS. Algumas igrejas, por causa disso, tornaram-se patrocinadoras de espet√°culos e locais onde o ego humano √© ‘massageado’, com o n√≠tido objetivo de crescimento r√°pido e vantajoso. Resultado: vulnerabilidade doutrin√°ria e frenesi pelas novidades (At 17.21).

Com a falta de ensino b√≠blico em muitos de nossos p√ļlpitos, criou-se no povo um fasc√≠nio desesperadamente ambicioso pela experi√™ncia, que acabou se tornando a pedra de toque da vida da esmagadora maioria dos crentes pentecostais. As profecias, sem nenhum ensino, acabaram tomando o primeiro lugar na prefer√™ncia da maioria dos nossos cultos, valendo, para muitos, mais uma profecia do que um ensino b√≠blico.

Não esqueçamos que o nascedouro de heresias é sempre a ausência de estudo bíblico sistemático. Ademais, o povo de DEUS precisa ter conhecimento das doutrinas cardeais das Sagradas Escrituras para poder se defender das heresias.

Precisamos, portanto, e com muita urgência, fazer uma nova leitura das necessidades reais do nosso povo e da sociedade ao nosso redor e pensar num meio

de tornar as Boas Novas do Evangelho mais convincentes para o homem atual”. (LIMA, Paulo C√©sar. O que est√° por tr√°s do G-12. Rio de Janeiro : CPAD, 2000. p.30-31.)

INTERAÇÃO

Caro professor, vivemos dias em que o falso mostra-se t√£o bem vestido de verdadeiro, que, se poss√≠vel fosse, enganaria at√© mesmo os escolhidos. S√£o falsos milagres, falsos milagreiros, falsos ensinos, falsos mestres, falsas profecias e falsos profetas. Por isso, sua responsabilidade √© grande. Voc√™ possui a fun√ß√£o de fundamentar a f√© de seus alunos nos alicerces s√≥lidos da Palavra de DEUS, a fim de que, sob estrutura firme, suas casas espirituais n√£o sejam abaladas pelos “ventos de doutrina”.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Definir os termos profeta e profecia.

Explicar como se julgam as profecias e os profetas.

Apontar os falsos ensinos ressaltados na lição.

ORIENTA√á√ÉO PEDAG√ďGICA

Utilize o quadro informativo a respeito das quatro peneiras pelas quais a profecia deve ser avaliada para introduzir o tópico 2.

1ª Peneira - O modo como a profecia é expressa - 1 Co 14.29-33,39,40

2ª Peneira - O propósito da profecia - 1 Co 14.3

3¬™ Peneira - O conte√ļdo da profecia - 2 Tm 3.16,17

4ª Peneira - O cumprimento da profecia - Dt 18.20-22; Jr 28

RESUMO DA REVISTA DA CPAD DA

LIÇÃO 10- OS FALSOS PROFETAS

INTRODUÇÃO

Sempre houve no meio do povo de DEUS impostores,

que falavam falsamente em nome do Senhor.

I. CONCEITOS

1. Profeta. Aquele que é chamado por DEUS para transmitir

a mensagem divina ao povo.

2.Profecia. Primeiramente declarativa e, depois, preditiva.

a) Aspectos da atividade profética.

b) A profecia como dom ministerial em o Novo Testamento.

c) O dom de profecia (1 Co 12.10; 14.3,31). 

d) A natureza da profecia.

II. A FALSA PROFECIA

O propósito divino da profecia é consolar, exortar e edificar.

1. Julgando as profecias pela Palavra.

2. Julgando o falso profeta pelos frutos.

III. ENSINOS FALSOS

DEUS fala, n√£o o que gostamos de ouvir, mas o que precisamos ouvir

1. A busca do ser humano pela prosperidade.

2. O menosprezo da glória de CRISTO.

CONCLUSÃO

Devemos buscar com zelo os dons espirituais.

SINOPSE DO T√ďPICO (1) A profecia pode ser vista na B√≠blia como um minist√©rio permanente, um dom ministerial e um dom espiritual.

REFLEX√ÉO “O dom de profecia, hoje, n√£o tem a mesma autoridade can√īnica das Escrituras, que s√£o infal√≠veis.”

SINOPSE DO T√ďPICO (2) As profecias devem ser julgadas de acordo com as orienta√ß√Ķes expostas na B√≠blia, e os profetas, pelos seus frutos.

REFLEX√ÉO“Atrav√©s de um misticismo exacerbado e antib√≠blico, colocam-se os falsos profetas acima da Palavra de DEUS. Apresentam-se, via de regra, como portadores de uma nova revela√ß√£o. S√≥ existe uma maneira de se combater os falsos profetas: confront√°-los com a Palavra de DEUS”. Claudionor de Andrade

SINOPSE DO T√ďPICO (3) Os ensinos falsos consistem geralmente na busca do ser humano pela prosperidade e no menosprezo da gl√≥ria de CRISTO.

AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO (Subs√≠dio Doutrin√°rio)

Jo√£o come√ßa com a declara√ß√£o de que existem falsos profetas, bem como profetas verdadeiros, e com a ordem aos crist√£os para que fa√ßam uma distin√ß√£o entre eles. Ao mesmo tempo, ele indica qual √© o ponto importante em fazer essa distin√ß√£o. N√£o √© se o fen√īmeno sobrenatural est√° presente, pois o Diabo tamb√©m pode realizar milagres. √Č uma quest√£o de definir a fonte da inspira√ß√£o do profeta. Seria DEUS? Nesse caso, o profeta √© verdadeiro. Se n√£o √© DEUS, ent√£o ele n√£o deve merecer cr√©dito nem ser seguido, independentemente de qu√£o grande seja a sua sabedoria ou de quanto impacto sua atividade provoque.

Quando Jo√£o diz que muitos falsos profetas vir√£o ao nosso mundo, n√£o necessariamente est√° pensando a respeito de sua √©poca. De fato, ele saberia que sempre houve falsos profetas e que o povo de DEUS sempre teve a tarefa de distinguir entre aqueles que s√£o de DEUS e aqueles que falam da parte de si mesmos ou pelo poder do Diabo.” (BO ICE, James Montgomery. As ep√≠stolas de Jo√£o. RJ: CPAD, 2006, p.127).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

EARLE, R. Comentário Bíblico Beacon. RJ: CPAD, 2006. ZUCKY, R. B. Teologia no Novo Testamento. RJ: CPAD, 2008.

SAIBA MAIS - Revista Ensinador Crist√£o CPAD, n¬ļ 39, p.41.

APLICAÇÃO PESSOAL

A B√≠blia nos declara que a intimidade do Senhor √© para aqueles que o temem (Sl 25.14). Infelizmente, observamos nos √ļltimos dias muitos homens e mulheres se autoproclamando √≠ntimos e detentores dos segredos de DEUS. Entretanto, quando atentamos para a vida deles, constatamos uma total falta de temor. Um dos termos gregos traduzido como temor (gr. Phobos) significa ter grande respeito pela majestade e santidade de DEUS. Temer a DEUS √© ter a consci√™ncia de quem Ele √©, um DEUS santo e justo, que n√£o se deixa escarnecer.

Em tempos de falsos profetas, √© recomend√°vel aos profetas temer a DEUS antes de mais nada, uma vez que falar em nome Dele √© algo profundamente s√©rio. E aos membros do Corpo de CRISTO, √© imprescind√≠vel o discernimento. Talvez nosso maior problema hoje n√£o seja a seculariza√ß√£o da igreja, mas a falsa “espiritualidade”, uma vez que aquela √© facilmente identificada, no entanto, esta somente por interm√©dio do dom de discernir os esp√≠ritos.

AJUDA

CPAD - http://www.cpad.com.br/ - B√≠blias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - B√ćBLIA de Estudos Pentecostal.

V√ćDEOS da EBD na TV, DE LI√á√ÉO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm ¬†

B√ćBLIA ILUMINA EM CD¬†- B√ćBLIA de Estudo NVI EM CD - B√ćBLIA Thompson EM CD. ¬†

Nosso novo endereço: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/

Veja vídeos em http://ebdnatv.blogspot.com/ http://www.ebdweb.com.br/, em http://sitecristaovideos.magnify.net/widgets/playlist?playlist=KW77LM31JGJWHVW7

- Ou nos sites seguintes: 4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube.

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/profeciaseseucumprimento.htm

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/donsdoespiritosanto.htm

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao13-heresias-odiscernimentoespiritualdocrente.htm

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    Jo√£o Luiz Marques
    Escreveu:

    Queridos irmãos, glorifico a Deus por este site que, de forma excelente tem servido com fonte consulta e orientação para tantos como eu, leitor da Bíblia Sagrada.
    Gostaria que me entendessem, pois que, n√£o tenho a inten√ß√£o de ensin√°-los, muito menos corrig√≠-los. Ocorre que desejo discordar, com respeito, quando informam que ” Os profetas menores, isto √©, que deixaram escritos menos importantes, s√£o, cm n√ļmero de doze:..”. Tanto os profetas “menores” quanto os “maiores” escreveram seu escritos com igual import√Ęncia. O que na verdade ocorre √© que o tempo de minist√©rio de um teve per√≠odo mais duradouro que o do outro.

    Caso levemos esta express√£o a termo e, chegando ao conhecimentos dos menos avisados, qui√ß√° incautos, poderemos incorrer na possibilidade de valorizar ou valorar mais um “livro” que o outro.
    Espero que tenha me feito entender

    Que Deus vos abençoe poderosamente

    Jo√£o Luiz

    Seu conservo


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    elci carlos
    Escreveu:

    Estudo maravilhoso. Pena que n√£o o estudei por completo, mas o estudarei ainda. Sou pastor de um pequena igreja Batista e me indigno muito com o evangelho da prosperidade e de coisas que est√£o inventando atualmente como principalmente o evangelho pragm√°tico. Somos uma igreja independente, mas procuramos pregar a genu√≠na palavra de Deus sem rodeios, sem falsas promessas e modismos gospel. Li o livro de Paulo Romeiro, o Supercrentes e os meus olhos foram abertos em rela√ß√£o ao monte de heresias que circulam por a√≠ no meio evang√©lico. Nossa igreja h√° uns quatro anos atr√°s, tinha uns 40 membros, fora os visitantes que chegava √†s vezes, ter um total de 60 a 80 pessoas. Numa noite de s√°bado, nossa dirigente de louvor convidou um pastor que estava para abrir uma outra igreja em nosso bairro e o tal pastor, naquela noite de s√°bado, no final do culto, fez revela√ß√£o para praticamente todas as pessoas que estavam naquele culto. Eu acredito que Deus nos revela as coisas, mas fiquei cabreiro com aquele n√ļmero de pessoas sendo reveladas. E, detalhe: assim que aquele pastor abriu sua igreja, grande parte de nossos membros e visitantes foram para a sua nova igreja, uma igreja pentecostal que continua nesta linha de revela√ß√Ķes. Sua igreja hoje √© cheia. Nas quartas feiras, quando h√° culto, h√° muita revela√ß√£o, fazem at√© filas e muitos carros ficam parados em torno do templo e at√© vendedores de lanches, com um carrinho, ficam √† frente, esperando a grande multid√£o para faturar um dinheiro. Eu n√£o julgo aquele pastor, mas fico pensando, meu Deus, como ser√° tudo isso. Nossa igreja, desde ent√£o, ficou vazia e temos sobrevivido a trancos e barrancos. T√≠nhamos o melhor grupo de louvor da nossa regi√£o, perdemos e hoje nossa igreja n√£o tem mais de 15 membros e at√© estamos pensando em fechar as portas. As outras igrejas do bairro, como a Deus √© amor e a Quadrangular e at√© mesmo a Assembl√©ia de Deus, que era a mais cheia, que por sinal minha m√£e que j√° faleceu foi uma de suas fundadoras neste bairro, est√° bastante vazia. Desculpe-me pelo desabafo, mas procuramos fazer um trabalho s√©rio, mas n√£o temos tido sucesso. Pe√ßo conselhos ou estudos nesta √°rea. Sou tamb√©m professor de Geografia e p√≥s-graduado em Pr√°ticas Educativas Inclusivas. N√ÉO SOU PASTOR FORMADO NO SEMIN√ĀRIO, FUI CONSAGRADO PELA IGREJA. Abra√ßos. Elci Carlos

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