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O Amor a Deus e ao Próximo - Pr. Geraldo Carneiro Filho

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA -

NITERÓI - RJ

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

LIÇÃO Nº 11 - DIA 13/09/2009

TÍTULO: “O AMOR A DEUS E AO PRÓXIMO”

TEXTO ÁUREO - Jo 13:35

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Jo 4:7-16

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

e.mail: geluew@yahoo.com.br
I - INTRODUÇÃO:

Rm 15:1-7 - O cristão é um ser social como qualquer outra criatura humana. Isto deve impeli-lo agir com sabedoria, buscando compreensão, bom relacionamento, sempre objetivando servir ao invés de ser servido.

II - O AMOR A DEUS:

Mc 12:30 - Esse é o amor que parte de nós para Ele. Deve ser sincero, não só por palavras e língua. Esse amor representa a disposição plena de cada pessoa de envolver o seu ser nas relações com o Senhor.

O texto em análise destaca quatro coisas que representam o ser humano no seu todo, conforme o pensamento judaico da época. Vejamos:

CORAÇÃO - Em hebraico, expressa o centro do pensamento do homem, bem como a vida física e o “eu” pessoal de cada ser humano. Isto que dizer que Deus deve permear nosso pensamento, porquanto é o nosso Sustentador - Dt 8:1-4; Is 41:10 comparar com At 17:22-28.

ALMA - É a sede ou fonte das emoções, da vontade, dos desejos e dos sentimentos do homem. Portanto, todos os poderes da alma devem comprometer-se com Ele e ser executados para Ele - Sl 42:1-2; 63:1-4

ENTENDIMENTO - Fala do intelecto, da mente, da inteligência, ou seja, o elemento racional que torna o ser humano ímpar no reino animal. Significa dizer que a nossa inteligência deve ser empregada não somente para o conhecimento de Deus, mas também em benefício de Sua obra. - Ex 31:1-11

FORÇA ou PODER - Fala de atividade, serviço; enfatiza o poder físico que ajuda na execução dos itens anteriores - I Cr 29:1-5, 11-14.

Essas palavras podem ser citadas separadamente, mas o uso dos quatro termos tem a intenção de dar a entender que: “PRECISAMOS AMAR O SENHOR COM TODO O NOSSO SER, SEM RESERVAS NA DEVOÇÃO”.

III - SETE PROMESSAS DE DEUS PARA COM AQUELES QUE O AMAM:

• Leiamos Sl 91:14-16 - Nesta passagem bíblica, podemos vislumbrar sete coisas realizadas pelo Altíssimo em favor daqueles que se apegam a Ele com amor. Meditemos.

“Pois que tão encarecidamente me amou, EU…”

- O LIVRAREI - Gn 15:13-14 comparar Ex 3:6-10 - Deus não se esquece das Suas promessas: 430 anos depois do cativeiro de Israel ter iniciado no Egito, o Senhor suscitou Moisés e Arão para de lá tirar o Seu povo. Deus assim o fez com mão forte e braço estendido! Hoje, Ele continua sendo o mesmo Deus Libertador - II Sm 22:1-3; Sl 18:2; 40:17; 70:5; 144:1-2.

- PÔ-LO-EI NUM ALTO RETIRO ou PÔ-LO-EI A SALVO, PORQUE CONHECE O MEU NOME - Sl 76:1; Ex 34:5-7; Jo 17:25-26 - Em várias ocasiões, Israel, oprimido por outras nações, tinha de ir à guerra para vencer e manter sua liberdade. Nesses combates, a nação se voltava para Deus em busca de ajuda. Os israelitas acreditavam que o resultado da batalha pertencia a Jeová. Por isso, eles se lançavam ao combate na certeza da vitória. (I Sm 17:47 cf Ex 14:30-31 cf I Sm 4:5-8; Sl 106:8; Dt 20:4; 33:29).

À medida que a nação de Israel ia crescendo em poder e em prestígio, tornava-se imperativo que o rei e o povo percebessem que a salvação não vem através de um exército poderoso, mas unicamente pelo poder de Deus. Conquanto Deus, em geral, empregasse agentes humanos para trazer salvação, os obstáculos vencidos eram tão impressionantes que, sem dúvida alguma, tinha de haver ajuda especial da parte do próprio Deus (II Cr 20:17 cf Os 1:7; Sl 44:1-8; Pv 21:31).

- ELE ME INVOCARÁ e EU LHE RESPONDEREI - Deus sempre tem sido um Deus que atende as orações - Jr 33:3; At 4:29-31.

No entanto, há um ponto de equilíbrio nesta questão: Não podemos esquecer que a resposta à oração nem sempre é a concessão das coisas que pedimos. Leiamos I Cor 12:7-10, onde o Senhor atendeu a oração do Apóstolo Paulo, não da forma que ele (apóstolo) desejava, mas dentro da soberana vontade de Deus.

- NA SUA ANGÚSTIA, EU ESTAREI COM ELE, LIVRA-LO-EI - Deus não disse que ficaremos isentos de sofrimentos e aflições. Ao contrário: Ele dá a entender que teremos problemas, porque somos Seus servos. Porém, Ele não está apenas conosco; ESTÁ PRESENTE PARA LIVRAR-NOS! - Sl 34:19; 46:1

- E O GLORIFICAREI ou O HONRAREI - O mundo honra aos políticos, aos estadistas, aos artistas, aos generais, aos educadores, aos cientistas, etc.

Se chegar a honrar algum servo de Deus, o fará a um crente mundanista e modernista, que não crê em Deus nem no poder ou na autenticidade da Sua Palavra - Jo 17:14-16 comparar Apc 3:21.

Diferentemente, vejamos o QUE SE FARÁ AO HOMEM DE QUE CUJA HONRA O REI SE AGRADA - Et 6:1-11.

(6) - SACIÁ-LO-EI COM LONGEVIDADE - A vida longa é considerada uma recompensa especial pela retidão - Ex 20:12; Dt 5:16; II Rs 20:5-6; Sl 21:1, 4; Pv 3:1-2, 13, 16; Ef 6:1-3; I Pe 3:10.

Depois de uma vida longa em espiritualidade na terra, passaremos a contemplar a glória celestial - Sl 17:15.

- EU LHE MOSTRAREI A MINHA SALVAÇÃO - Quando surgem oposições, é possível esconder-se num refúgio em busca de proteção (Sl 62:7-8).

Assim, aquele que ama o Senhor experimenta salvação (libertação, ajuda, segurança, recebimento de vitória) e não precisa ficar atormentado pela ansiedade íntima. É verdade que ele terá de suportar a oposição, mas Deus assegurará que seus adversários não o destruam (Sl 18:35; Is 59:15-18)

Assim, a salvação (libertação, ajuda, segurança, recebimento de vitória) daqueles que amam a Deus não é apenas uma vitória momentânea no campo de batalha; é, também, a segurança e tranqüilidade necessárias para levar uma vida sem receio, apesar de numerosos perigos (Is 26:1; 60:18)

IV - AMOR AO PRÓXIMO:

Lc 10:29-37 - O nosso próximo é qualquer pessoa em necessidade a quem temos a oportunidade de ajudar e socorrer, movidos pelo amor.

Com o auxílio do Espírito Santo, vamos discorrer na Parábola do Bom Samaritano, objetivando ilustrar as personagens que a compõem:

- A VÍTIMA - Jesus não disse quem era a vítima. Não declinou as suas qualidades, suas condições financeiras, sua religião, sua nacionalidade, sua cor, sua idade, o seu sexo…

A vítima descia de Jerusalém (local do Templo do Senhor e da santidade - I Cr 23:25; Is 52:1) para Jericó (a cidade maldita, uma figura do mundo e suas más obras sob satanás - Js 6:26; I Rs 16:34 comparar Jo 3:19);

Em outras palavras: ela descia espiritualmente: É a estrada do mundo moral, pecaminoso, sempre de descida.

Os historiadores antigos chamavam aquela estrada de “ESTRADA SANGRENTA”.

Aí está uma das “estradas” em que temos oportunidade de socorrermos o próximo.

- SALTEADORES CRUÉIS - Não eram apenas ladrões de objetos; eram assaltantes. Eles roubaram, feriram e deixaram a vítima quase morta na estrada.

Hoje também multiplicam-se os assaltantes das mentes incautas e simples, com seus falsos ensinos, aparentemente bons, mas destruidores da fé e da sã doutrina - Is 1:6; Apc 3:1.

- O SACERDOTE - Este também descia pelo caminho (Rm 3:10-12) .

Os sacerdotes cuidavam do altar, dos sacrifícios, do povo diante de Deus. Juntamente com os levitas, representavam a religião organizada (sacerdotes) e a religião prática (levitas).

Seja qual for a forma da religião, ela não salva um só perdido!

O sacerdote, como todo judeu, tinha o dever de socorrer até os animais, quanto mais o ser humano! (Dt 22:4 comparar Hb 5:1-2)

O fato é que o sacerdote não socorreu o ferido.

  • Talvez pensasse que aquilo fosse trabalho do levita; não de um sacerdote.

Ou pensasse que tocar em um morto era ficar imundo - Lv 22; Nm 19.

No entanto, a vítima estava meio morta.

E nós? O que estamos fazendo pelos os que estão descendo pela “ESTRADA SANGRENTA”, caídos no caminho, à beira da morte?

- O LEVITA - Este também descia pelo caminho.

Os levitas cuidavam dos sacerdotes, das orações, do incenso, da limpeza, dos suprimentos, da música, das ofertas, etc. O levita fala de boas obras.

Porém, tanto o sacerdote quanto o levita passaram de largo. Olharam, mas não viram com o espírito de misericórdia; olharam sem visão interior (Mt 13:15; Ef 1:17-18)

- O BOM SAMARITANO - É a figura central desta Parábola e simboliza o Senhor Jesus na Sua compaixão e bondade infinitas - At 10:38.

Vejamos em que consiste a bondade do Bom Samaritano:

- ESQUECEU-SE DE SI MESMO PARA SERVIR - Ele ia de viagem. Tudo ficou para trás: viagem, negócios, perigo de assaltantes, para salvar a Vítima agonizante. Jesus desceu do céu à terra para nos salvar.

- CHEGOU PERTO, “AO PÉ DELE” e VIU O SEU ESTADO - O sacerdote e o levita também olharam, mas não viram nada. Diferentemente, o Bom Samaritano viu o estado da vítima, sem procurar saber quem era o necessitado.

- MOVEU-SE DE ÍNTIMA COMPAIXÃO - Ou seja, teve solidariedade. Sentiu o que se passava como se fosse com ele mesmo ou um dos seus.

- FICOU JUNTO AO FERIDO ou APROXIMOU-SE - Isto é, desceu ao nível do necessitado. Quando temos este amor de Deus, servimos bem a todos, servimos bem à obra do Senhor, sem interesse de qualquer recompensa.

- ATOU-LHE AS FERIDAS, APLICANDO-LHES AZEITE E VINHO - O Bom Samaritano não apenas moveu-se de íntima compaixão; ele também agiu.

Algumas das ilustrações do vinho são: O SANGUE DE CRISTO (Mt 26:27-29) e AS BÊNÇÃOS DO EVANGELHO (Is 55:1-3).

Já o azeite, pode ilustrar: A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO (Sl 45:7; At 4:8-13); A CONSOLAÇÃO DO EVANGELHO (Is 61:1-3) e A REPREENSÃO BRANDA (Sl 141:5)

- PAGOU AO HOSPEDEIRO DOIS DENÁRIOS - Além de bom, o Samaritano era generoso.

Pagou do seu bolso uma quantia razoável, equivalente ao salário de dois dias (Mt 20:1-2). Este era exatamente o valor do resgate de uma pessoa quanto ao tributo do Templo, que era de meio siclo (Ex 30:12-13).

Ora, meio siclo hebreu equivalia a dois denários romanos do tempo de Jesus. Portanto, figuradamente, o ato do Bom Samaritano está relacionado à redenção ou resgate da alma do homem (Sl 49:6-8).

V - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Infelizmente, muitos que se dizem e se acham “bons” têm esquecido do vinho, do azeite, do dinheiro e mesmo da vítima!

Por isso, encerramos este esboço, transcrevendo, para nossa meditação, a frase seguinte: “NÃO EXISTE O AMOR A DEUS SEM O AMOR AO PRÓXIMO E NÃO SE PODE AMAR O PRÓXIMO SEM LHE FALAR DE DEUS”.

FONTES DE CONSULTA:

  • Comentário Bíblico Broadman - Vol. 8 - JUERP
  • Dicionário Ilustrado da Bíblia - Vida Nova
  • Comentário Bíblico de Matthew Henry - CPAD
  • Lições Bíblicas CPAD - 1º Trimestre de 1990 - Comentarista: Antônio Gilberto
  • Espada Cortante Vol. 2 - CPAD - Orlando Boyer
  • Artigo na internet - “A fé em ação” - do Pastor Wagner Tenório de Almeida

•A Bíblia de Estudo Vida NovaPublicado no blog Escola Bíblica Dominical para Todos

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    Valdir Carvalho
    Escreveu:

    AMOR INCOMPREENDIDO

    Êxodo 34:6 Então Deus passou diante de Moisés e disse em voz alta: —Eu sou o SENHOR, o Deus Eterno! Eu tenho compaixão e misericórdia, não fico irado com facilidade, e a minha fidelidade e o meu amor são tão grandes, que não podem ser medidos.

    Por mais que os seres humanos tentem dizer ou explicar sobre a palavra AMOR, jamais terão a compreensão exata do que seja amar.
    Aos olhos carnais, até sabemos o que seja desejar ser amado. Buscamos em nossas relações pessoais, nos expressarmos em dizermo-nos amados ou amantes. Mas não se conhece entre os homens o amor duradouro. Não estamos falando das músicas e louvores sentimentais, onde o que se canta é bonito e das pregações humanas, onde a poesia e a retórica aviva e emociona momentaneamente.
    Sabemos que pessoas para expressarem seu amor à outra, unem-se em matrimônio, e lá perante juiz e no altar perante o representante das coisas de Deus, juram-se em PERPETUIDADE aos seus sentimentos.
    Sabemos também, que ao passarem os dias, aquela jura, aquela aliança é rompida, frustram-se os intentos, e as alianças até então perpétuas, tornam-se rompidas.
    Percebe-se que as tendências humanas são passageiras, as intenções relativas às vontades de cada indivíduo, as suas necessidades e as suas aspirações.
    Bem diferente do amor do Nosso Criador.
    No livro áureo da crença humana, tem sempre a palavra amor como sendo o centro.
    Deus fez a terra pelo seu desejo e sua Palavra, fez o homem segundo sua imagem e semelhança, deu-lhe o sopro de vida segundo sua vontade, ornou toda criação com seres vivos, celestes e refulgentes para que o homem pudesse admirar, mas ainda assim, percebeu que o homem sentia-se só. Precisava o homem preencher um vazio no seu espírito, algo que trouxesse satisfação, algo da essência de Deus, faltava ao homem. Fez-lhe uma companheira e permitiu que o homem lhe desse um nome. Produzia assim os relacionamentos humanos sobre a terra. Entre seus iguais.
    Sabemos que a terra foi corrompida pelo desejo, e a cobiça despertou nos seres racionais, sua irracionalidade diante dos céus, trazendo condenação à toda humanidade. Sabemos que a esta geração, Deus expressa o seu amor a toda criatura, para que a criatura possa perceber o que seja AMAR.
    Razão disso é no que cremos, é o que temos difundido como fato, como real, como profícuo. Eis que temos falado na Graça, isto é do Amor.
    Propiciou Deus uma aliança com o homem chamado de pai na fé de todas as nações, dizendo a ele que andasse em sua presença e que fosse perfeito. Mas ele mesmo se viu acuado ao preservar a sua vida, mentindo ao rei, causando-lhe pela mentira, desgraça ao faraó.
    O amigo de Deus teve seus momentos de dissabores, tanto na área sentimental, quanto na área espiritual. Razão de por fora do arraial, a Agar, mãe de seu filho Ismael.
    Cresceram os problemas à Abraão, cresceram os problemas de relacionamentos humanos, cresceu-se os conflitos e para isto precisou novamente a intervenção divina entre os homens. É o que encontramos em João 3.16 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

    Novamente o amor de Deus sendo demonstrado à toda criação. Mas não sem que os homens demonstrassem e continuassem à demonstrar rejeição ao seu amor. Mesmo Deus falando aos que naqueles dias estiveram às margens do rio Jordão e presenciaram o batismo do Seu Filho Jesus,ouvindo uma voz dos Céus que mencionou-lhes: Este é o Meu Filho Amado em quem eu tenho prazer.
    Poderíamos entender o amor de Deus se o próprio Deus não nos abrisse o entendimento? Segundo as escrituras NÃO. Porque o que nos afasta do amor de Deus são as nossas transgressões.
    Quando Deus nos abre o entendimento, nos dá o privilégio de sermos filhos, então pela ação do Espírito Santo, entendemos quão carentes somos da misericórdia do Altíssimo. Percebendo que os nossos semelhantes precisam desta tão grande dádiva.
    O que posso fazer se o próximo não queira aceitar esta mensagem como fiel e digna de aceitação? Clamar a Deus para que tenha COMPAIXÃO daquela alma e sem dúvida alguma, AGRADECER a Ele pela minha.
    O Bom Samaritano deixou pago à estalagem a cura do pobre coitado que havia encontrado pelo caminho de Jerusalém. A mesma Jerusalém que matou os seus profetas e Crucificou o Messias enviado pelo grande amor que dos céus lhes fora demonstrado.
    Participaram dos milagres, mas não entenderam O MILAGRE.
    Entendemos que O amor ESPIRITUAL difere do amor NATURAL.
    O espiritual dá vida pela vida que nos foi dada. O natural brota pelo sentimento, e todo sentimento humano é passageiro. O de Cima permanece.
    O amor natural é eterno enquanto dura. O de Cima, o espiritual, é eterno enquanto buscarmos estar sob a GRAÇA, no amor do nosso REMIDOR.
    1ª João 3.1 Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo.
    1ª João 3.23 Ora, o seu mandamento é este: que creiamos em o nome de seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou. E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.

    Se temos guardado os mandamentos, guardemo-nos do mundo.

    Se honramos a Deus, tentemos amar ao próximo, como Ele nos amou. Não vamos nos iludir, só porque as palavras nos mencionam a sermos amorosos. O que daríamos pela salvação de um parente? Uma ponta da nossa unha quem sabe? Que daríamos de nós para atender as necessidades das viúvas? Venderíamos tudo? Dificilmente! Abriríamos mãos das coisas perenes para atender as necessidades emergentes de alguns? Que dirá das espirituais.

    Valdir Carvalho – 07.9.2009 – Cascavel-Pr

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