A Segurança em Cristo - CPAD
Leitura BÃblica em Classe
1 João 5.13-21
O propósito de João de escrever essa epÃstola foi expresso de forma muito simples: para que saibais que tendes a vida eterna. O evangelho, então, foi escrito para que as pessoas pudessem ter vida e a epÃstola para que elas soubessem que possuem essa vida. As palavras-chave da epÃstola são assegurar, confiança, saber e crer, bem como vida, amor e fé.
No versÃculo 14, João escreve: E esta é a confiança que temos nele. Em três oportunidades, João falou da confiança (parresia): duas vezes em conexão com o Dia do JuÃzo (2.28; 4.17) e uma vez em conexão com oração (3.21). “Assim mais duas ideias chave da epÃstola podem ser encontradas nessa recapitulação: ousadia para com Deus e amor fraternal; porque é o amor aos irmãos que nos leva a orar por eles”.
Essa confiança ou “ousadia” que vem do conhecimento de possuir a vida eterna resulta em uma confiança em relação à oração pelos irmãos. Se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. Alguma coisa não se refere a todos os pedidos que fazemos, independentemente de quão apropriados possam ser; esse termo se refere, primeiramente, a qualquer coisa referente à salvação de um irmão (16). Temos aqui a oração intercessora e insistente. Encontramos duas limitações nesse texto: primeiro a oração deve ser segundo a sua vontade. Ela é uma “identificação ativa com a vontade divina, um elevar da nossa vontade ao nÃvel do desejo de Deus, não uma tentativa de persuadir Deus para satisfazer os nossos desejos”. Mas nem sempre é possÃvel conhecer exatamente qual é a vontade de Deus. Nas palavras de Paulo: “não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo EspÃrito intercede por nós com gemidos inexprimÃveis” (Rm 8.26). Contudo, em geral sabemos que é da vontade de Deus que todos gozem da vida eterna e tornem-se filhos de Deus.
Em segundo lugar, nossas orações são limitadas por aqueles por quem oramos - os irmãos. Os versÃculos 15-17 provavelmente se referem basicamente a alguém que pecou inadvertidamente (2.1-2) e por alguma razão persiste nesse pecado. Esse alguém continua sendo chamado de irmão e significa alguém que pertence à comunidade de crentes, mas que ao mesmo tempo, vive na iniquidade(v 17).
João faz uma distinção entre os tipos de pecados - alguns são para morte e outros não são. O pecado para a morte não é um pecado em particular, mas um pecar habitual. Devemos nos desfazer da ideia […] de que “pecado para a morte” é um pecado que pode ser reconhecido por à queles que estão próximos daquele que comete esse pecado […] Ele sugere que alguns pecados podem ser reconhecidos como não sendo pecados “para a morte”: ele não diz nem sugere que todo ‘pecado para morte’ pode ser conhecido como tal.
Cometer o pecado […] para morte é pecar voluntariamente e se “alguém persiste em pecar, isso acabará levando-o a um afastamento definitivo da vida divina. Há também um pecar que não é para morte. A diferença está na motivação da alma. Isso pode ser ilustrado por um homem em uma escada. Uma pessoa não pode determinar a sua verdadeira condição até que descubra se está indo para cima ou para baixo. Algumas pessoas em pecado estão lutando para sair enquanto que outras permitem afundar-se cada vez mais no pecado. Deus conhece a diferença, e somos assegurados de que Ele dará a vida à queles que não pecarem para morte (16).
Não há aqui nenhuma sugestão ou implicação de um pecado ou um hábito de pecar que Deus não vá perdoar. João diz que um homem pode afastar-se de Deus e continuar se afastando até que não consiga mais ouvir a Deus; ele pode andar na escuridão até que esteja fora do alcance da luz.Â
Mas o tópico principal do apóstolo aqui é a oração, a oração intercessora, um corolário próximo do amor fraternal.
Orar assim é orar com fé, pedindo qualquer coisa, tudo pelos irmãos, mas deixando os resultados à vontade de Deus, que sabe o que está acontecendo. E para que não se pense que a incerteza por parte da pessoa que está orando pareça lançar dúvida sobre o fato do pecado ou pareça tratá-lo levianamente, ele diz que toda iniquidade é pecado (17). O pecado também “é iniquidade” (3.4). É melhor que não saibamos o que está acontecendo no coração de um irmão; acabarÃamos sendo severos demais ou moles demais com ele. Não cabe a nós conhecer ou julgar. A nós cabe orar. Deus fará o restante.
A fórmula de João para a oração intercessora é ótima: 1) Ore pelos irmãos; 2)Orem em fé; 3)Ore sabendo que Deus ouve você; 4)Ore sabendo que Deus responderá de acordo com a vontade dEle.
Por meio dessa epÃstola, João continua falando a nós hoje, porque ele anuncia a Palavra viva de Deus. Seu êxito nessa tarefa depende de quão bem ouvimos e de quão bem, sob a orientação de Deus, tornamos a história atual. Amém!
ExtraÃdo:
TAYLOR. Ricahrd S. Comentário BÃblico Beacon. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
Publicado no site da CPAD



SERVOS DISCÃPULOS ou PROFETAS ?
Se nos fosse dado saber pela própria boca de Deus o que Ele pensa a respeito de cada um de nós, nesta vida, será que suportarÃamos ouvir com a mesma capacidade que temos de julgar aos nossos semelhantes?
Provérbios 20.27- O espÃrito do homem é a lâmpada do SENHOR, a qual esquadrinha todo o mais Ãntimo do corpo.
…. O Senhor deu aos seres humanos inteligência e consciência; ninguém pode se esconder de si mesmo.
É normal olharmos à s pessoas e vermos seus defeitos, olhamos para igreja e logo fazemos o diagnóstico de sua enfermidade, ninguém escapa de nossos olhos analÃticos e crÃticos, pois somos realmente craques em dizer caracterÃsticas de outros, principalmente as negativas. A principal questão humana: COMO NOS VÊEM?
Eu li uma ilustração sobre um cego que sempre ao sair à noite usava uma lâmpada acesa, alguém o questionou: - Para que esta lâmpada se você não enxerga? - “O problema não sou eu, mas sim os outros, não quero que ninguém tropece em mimâ€- respondeu o cego.
JÓ 36.2 a 11 …Tenho argumentos a favor de Deus.
Mais um pouco de paciência, e te mostrarei que ainda tenho argumentos a favor de Deus. De longe trarei o meu conhecimento e ao meu Criador atribuirei a justiça. Porque, na verdade, as minhas palavras não são falsas; contigo está quem é senhor do assunto. Eis que Deus é mui grande; contudo a ninguém despreza; é grande na força da sua compreensão. Não poupa a vida ao perverso, mas faz justiça aos aflitos. Dos justos não tira os olhos; antes, com os reis, no trono os assenta para sempre, e são exaltados. Se estão presos em grilhões e amarrados com cordas de aflição, ele lhes faz ver as suas obras, as suas transgressões, e que se houveram com soberba. Abre-lhes também os ouvidos para a instrução e manda-lhes que se convertam da iniqüidade. Se o ouvirem e o servirem, acabarão seus dias em felicidade e os seus anos em delÃcias.
Quantos de nós, nos vangloriamos dos dons que Deus deu para que por eles, os homens percebam quem somos no reino.
Esquecemos que SOMOS SOMENTE fiéis depositários destes dons. DeverÃamos saber que os dons foram dados à causa de DEUS, e por isso devem ser empregados em benefÃcio do próximo e da igreja de Deus. Fazendo isso, somos abençoados.
Infelizmente observamos à luz da Palavra que alguns tiram proveito pessoal para se beneficiarem disso. Uma pergunta: ESTAREMOS SOMANDO PERANTE DEUS se agirmos assim?
Falamos muito de Jô, mas de Deus nos colocasse na condição de Jô. EscutarÃamos os conselhos dos Eliu’s na condição de Jô, ou quererÃamos ser somente Eliu’s ?
Muitos desejam ser somente Eliu’s, Moisés, Paulo’s, Davi’s, mas tristemente somos os JONAS, profetas obstinados, teimosos, querendo fazer o que não nos manda, e agindo segundo nosso entendimento pensamos estar agradando ao Senhor.
-.- O QUE DEVEMOS buscar ser, é sermos ABRAÃO’s, o amigo de Deus.
-.- Os discÃpulos quando abandonaram tudo e dispuseram a seguir Cristo, Ele os chamou de AMIGOS, e não mais servos. Somos servos, ou amigos?
O PRIMEIRO ESTÃGIO DO DISCÃPULO É SER SERVO.
A maioria dos discÃpulos estão desejosos de serem avivados, mas aqueles servos, deixaram tudo para trás e O seguiram. EstarÃamos dispostos a pedir-Lhe: “AVIVA EM NÓS A TUA OBRA SENHOR! Deixando tudo para trás?â€
JEREMIAS 23.23 à 36: 23 Acaso, sou Deus apenas de perto, diz o SENHOR, e não também de longe? Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? —diz o SENHOR; porventura, não encho eu os céus e a terra? —diz o SENHOR.Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, proclamando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei. Até quando sucederá isso no coração dos profetas que proclamam mentiras, que proclamam só o engano do próprio coração? Os quais cuidam em fazer que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu companheiro, assim como seus pais se esqueceram do meu nome, por causa de Baal. O profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a minha palavra fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? —diz o SENHOR.Não é a minha palavra fogo, diz o SENHOR, e martelo que esmiúça a penha? Portanto, eis que eu sou contra esses profetas, diz o SENHOR, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu companheiro.Eis que eu sou contra esses profetas, diz o SENHOR, que pregam a sua própria palavra e afirmam: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o meu povo; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e também proveito nenhum trouxeram a este povo, diz o SENHOR. Quando, pois, este povo te perguntar, ou qualquer profeta, ou sacerdote, dizendo: Qual é a sentença pesada do SENHOR? Então, lhe dirás: Vós sois o peso, e eu vos arrojarei, diz o SENHOR. Quanto ao profeta, e ao sacerdote, e ao povo que disser: Sentença pesada do SENHOR, a esse homem eu castigarei e a sua casa. Antes, direis, cada um ao seu companheiro e cada um ao seu irmão: Que respondeu o SENHOR? Que falou o SENHOR?
Mas nunca mais fareis menção da sentença pesada do SENHOR; porque a cada um lhe servirá de sentença pesada a sua própria palavra; pois torceis as palavras do Deus vivo, do SENHOR dos Exércitos, o nosso Deus.
Peso é para nós a Palavra do Senhor, como um martelo que esmigalha, primeiramente o meu desejo de ser mais um profeta que proclama a sua Palavra. Devemos cuidar em não sermos lançados fora, pela própria palavra que anunciamos. Quando julgamos algo que só compete a Deus e não nós que somos servos ou ovelhas do seu pasto.
QUE CADA UM DE NÓS, DIMINUA E QUE ELE CRESÇA.
- Valdir Carvalho – 23.9.2009 – Cascavel-Pr
Gostaria de parabenizar pelo seu texto, estou aprendendo muito de Deus ,com a escola dominical.
Que voce contimui escrevendo texto edificante..
Fique na Paz…
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