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Arquivos de Dezembro de 2009

A Defesa do Apostolado de Paulo - Pb. Juarez Alves

Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco. Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis”. ( II Cor. 1.12,13)

Introdução

A segunda carta de Paulo aos Coríntios elenca em seu aspecto mais amplo, o desejo do homem de Deus, pela obra do Senhor. Escrever sobre o apóstolo Paulo se torna um desafio, ao passo que este homem se identificou com o evangelho de Jesus Cristo, em relação aos gentios, como nenhum outro apóstolo. Paulo tornou-se uma referência para todos os obreiros que vieram após ele, e muitos são os servos de Senhor que foram tocados pela história de vida deste obreiro.

Paulo em todas as épocas contribuiu, através dos seus escritos, de uma maneira gloriosa para manutenção das doutrinas bíblicas. Com poderíamos falar, sem os escritos de Paulo, sobre o casamento? Sobre a ressurreição? Sobre a fé? Sobre a segunda vinda de Jesus? Sobre tantas outras doutrinas que inspiradas pelo Espírito Santo foram deixadas para igreja? Não, de maneira nenhuma, este apóstolo se tornou, mesmo que se considerando como o menor (I Cor. 15.9), um marco para igreja de nosso Senhor Jesus Cristo.

O apóstolo Paulo que tivera uma vida exemplar vem através de sua nesta segunda carta convencer os seus pares, neste caso os da própria igreja que estava em Corinto, que tudo quanto fizera está dentro de um plano maior, isto é, a salvação das almas; Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação e salvação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas”. (II Cor. 1.6). Desta forma, o apóstolo inicia a sua epístola falando sobre as consolações que são produzidas pelo Espírito Santo na vida daqueles que se entregam ao serviço do Senhor.

A cidade de Corinto.

Uma das quatro cidades mais importantes do Império Romano, segundo alguns estudiosos considerada a cidade mai opulentas do Império.

Terrivelmente afetada pela licenciosidade, este era um dos seus maiores aspectos quanto à imoralidade praticada pelos seus habitantes. Situada aproximadamente 64 quilômetros a sudoeste de Atenas, na península do Peloponeso. Ficava numa posição estratégica e privilegiada, pois facilitava o acesso aos portos de trocas existentes naquele período. Possivelmente os grandes fluxos de pessoas vindas das várias partes do Império Romano circulavam pela cidade diariamente.

Outro aspecto importante a elencar, é que esta cidade era dominada pela idolatria e por toda forma ritos pecaminosos. O apóstolo chegou nesta cidade em sua segunda viagem missionária, como se lê em Atos 18.1,18. O evangelista encontrou grande dificuldade para ministrar a palavra de nosso Senhor Jesus aos judeus e gregos vers.6. Paulo permaneceu ali um ano e seis meses (Atos 18.11), ensinando a palavra do Senhor. Observemos que foi a partir da fundação da igreja em Corinto, pelo apóstolo Paulo, que a pregação aos gentios tornou-se mais evidente, no seu ministério. E foi pela ordenação do Senhor que Paulo inicia em Corinto a busca por aqueles que realmente necessitavam de salvação (Atos 18.6,10).

Uma cidade corrompida.

Paulo chegou a Corinto provavelmente em 57 d.C, e com certeza encontrou uma população envolvida com uma vida de extrema pobreza espiritual. O aspecto religioso daquele período mostra-nos que Corinto além de ser uma cidade importante para comércio servia como um centro de adoração a deusa Venus, uma entidade cultuada pelos habitantes daquela cidade. Segundo alguns estudiosos o templo em Corinto abrigava mais de mil prostitutas que praticavam todo o tipo de torpezas. Existiam ainda vários outros deuses que eram adorados em muitos templos espalhados pela cidade. Quiçá num ambiente tão hostil, isto falamos dos rudimentos aos quais aquele povo fora criado (Gl 4.3; Cl 2.8;Cl 2.20), seja fácil compreendermos a dificuldade de Paulo em combater o pecado e as divisões dentro da igreja. E isto é evidenciado na angústia que Paulo sentia ao escrever sua primeira carta aos irmãos em Corinto. No capitulo 5 de 1° Coríntios, fica evidenciado até a que ponto aqueles crentes foram influenciados pela corrupção social existente. Paulo condenou a prática daquele pecado. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Defesa do Apostolado de Paulo - Pr. Osiel Varela

Desejo a todo[a]s um Feliz ano Novo, com todas as Bênçãos celestiais em Jesus Cristo.ISAÍAS 6.1. No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo.

A Defesa do Apostolado de Paulo.

Lição 1 - CPAD - 1º Trimestre - 2010 -

Autor: Osvarela

Texto Áureo:

II Co.1.5. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também a consolação sobeja por meio de Cristo.

Leitura Bíblica em Classe:

II Co.1.12-14; 10.4,5.

Pequeno glossário:

A referência à autoridade é descrita através da palavra arché, que expressa um poder antigo, enraizado e carismático.

Mestres da palavra -os didáscalos.

Apto para ensinar - Mestre - Ensinador - Pastor é um ensinador. - Efésios 4:11.

Exousia- é uma palavra usada com muita freqüência no Novo Testamento. A rigor é traduzida como “autoridade”. Contudo, geralmente era empregada num contexto político (cf. Rm 13.1-3).

O Assunto da Lição 1 e o assunto da Lição 10:

É necessário lembrar e separar esta lição da lição de número 10 - A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo.

Esta nos fala sobre a imposição no seio da igreja do apostolado de Paulo, aquela nos falará, que uma vez estabelecida a regra do apostolado de Paulo, segue a luta na Defesa da autoridade espiritual pessoal sobre a Igreja, e Autoridade de seus Escritos, além da sua autoridade como Apóstolo em se posicionar, como veremos posteriormente.

EXÓRDIO:

Início de uma nova jornada para nós, que amamos a EBD.

Início com um novo tema paulino.

Sob a pena destra do Pastor Elienai Cabral, a Casa nos traz, mas, um trimestre de ensinos da Verdade.

O Tema do Trimestre:

II Co.12.15. “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas”.

É o que eu preciso e a Igreja precisa, se deixar gastar como Paulo, O Apóstolo dos gentios. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Defesa do Apostolado de Paulo - CPAD

Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 1.12-14; 10.4,5

Provavelmente a Segunda Epístola aos Coríntios foi escrita cerca de um ano depois da Primeira. Seu conteúdo está intimamente relacionado com o da primeira epístola. Aqui comenta-se particularmente a maneira como foi recebida a carta que Paulo escrevera anteriormente; esta foi tal que encheu o seu coração de gratidão a Deus, que o capacitou para desempenhar tão plenamente o seu dever para com eles. Muitos mostraram sinais de arrependimento e correção em sua conduta, mas outros ainda     seguiam aos seus falsos mestres; e como o apóstolo postergava a sua visita, por não desejar tratá-los com severidade, o acusaram de leviandade e mudança de conduta, de orgulho, vanglória e severidade, e falavam dele com  desprezo. Nesta epístola encontramos o mesmo afeto ardente de Paulo pelos discípulos de Corinto, que foi expresso na epístola anterior; o mesmo zelo pela honra do evangelho e a mesma ousadia para a repreensão cristã.

Paulo escreveu essa epístola a três classes de pessoas em Corinto: (1) Primeiro escreveu para encorajar a maioria da igreja que lhe era fiel, como seu pai espiritual. (2) Escreveu para contestar e desmascarar os falsos apóstolos  que continuavam a difamá-lo. (3) Escreveu, também, para repreender a minoria na igreja influenciada por seus oponentes e que não acatavam a sua autoridade e correção. Paulo reafirmou sua integridade e sua autoridade apostólica em relação a eles, esclareceu os seus motivos e os advertiu contra novas rebeliões.

II Coríntios têm três divisões principais. Na primeira, Paulo começa dando graças a Deus pela sua consolação em meio aos sofrimentos em prol do evangelho, elogia os coríntios por disciplinarem um grande transgressor e defende sua integridade ao alterar seus planos de viagem. Em 3.1_6.10, Paulo apresenta o mais extenso ensino do Novo Testamento sobre o verdadeiro caráter do ministério. Ressalta a importância da separação do mundo (6.11_7.1) e expressa sua alegria ao saber, através de Tito, do arrependimento de muitos na igreja de Corinto, que antes se desacatavam a sua autoridade apostólica. Nos capítulos 8 e 9, Paulo exorta os coríntios a demonstrar a mesma generosidade cristã e sincera dos macedônios, ao contribuírem na campanha por ele dirigida, a favor dos crentes pobres de Jerusalém. O estilo da epístola muda nos capítulos 10 a 13. Agora, Paulo defende o seu apostolado, discorrendo sobre a sua chamada, qualificações e sofrimentos como um verdadeiro apóstolo. Com isso, Paulo espera que os coríntios reconheçam os falsos apóstolos entre eles, o que os poupará de futura disciplina quando ele lá chegar. 

No primeiro capítulo de II Coríntios versículos 12-14, o apóstolo Paulo declara a sua própria integridade e a de seus companheiros de labor. Mesmo como pecador, ele somente podia regozijar-se e gloriar-se em ser realmente aquilo que professava. A consciência testifica acerca do curso e do teor que fazem parte da vida. Por isso podemos nos julgar, e não por este ou aquele ato isolado. Nossa conversão será bem ordenada, se vivermos e atuarmos sob o princípio da graça no coração. Tendo isto, podemos deixar o nosso caráter nas mãos do Senhor, mas usando os meios apropriados para demonstrá-lo, quando o mérito do evangelho ou nossa utilidade assim o exigir.

Bibliografia:

Bíblia de Estudo Pentecostal
, Rio de Janeiro: CPAD

Comentário Bíblico Matthew Henry, p.968. Rio de Janeiro: CPAD

Publicado no site da CPAD

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A Defesa do Apostolado de Paulo - Pr. Adilson Guilhermel

Lição 1 - 03/01/2010
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Coríntios 1.12-14; 10.4,5      
TEXTO ÁUREO:  2 Co 1.5 “Porque, como as aflições de CRISTO são abundantes em nós, assim também a nossa consolação sobeja por meio de CRISTO”
A AUTORIDADE APOSTÓLICA DE PAULO
 

1. UM APOSTOLADO CARACTERIZADO PELO SEU TESTEMUNHO

  • Ele tinha consciência da sua simplicidade - 2 Co 1.12a…Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade  I Co 15.9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus.
  • Ele tinha consciência da sua sinceridade - 2 Co 1.12b…e sinceridade de DEUS, não com sabedoria carnal, mas na graça de DEUS, temos vivido no mundo e maiormente convosco.  I Co 2.4 A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder;
  • Ele tinha consciência da sua transparência - 2 Coríntios 1.13 - Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis,  2 Co 13.10 Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.

2. UM APOSTOLADO CARACTERIZADO PELA SUA SINCERIDADE

  • Tinha convicção de que a graça divina operava em sua vida - 2 Co 1.14 - como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no Dia do Senhor JESUS. 1 Co 15.10 Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo.
  • Tinha convicção de que o poder divino operava na sua vida - 2 Co 1.15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça; I Ts 1.5 Porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós.
  • Tinha convicção de que o querer divino operava na sua vida - Co 1.17 Ora, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, faço-o segundo a carne, para que haja comigo e sim, sim e o não, não?  Fp 2.13 Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.

3. UM APOSTOLADO CARACTERIZADO PELA SUA INTEGRIDADE

  • Sempre combateu as contendas humanas - 2 Co 10.4 - Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em DEUS, para destruição das fortalezas;  Ef 6.12 Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
  • Sempre combateu as exaltações humanas - 2 Co 10.5 - destruindo os conselhos e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de DEUS, e levando cativo todo entendimento à obediência de CRISTO. 2 Co 11.30 Se convém gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza.
  • Sempre combateu as rebeliões humanas - 2 Co 10.6 e estando prontos para vingar toda desobediência, quando for cumprida a vossa obediência.  Ef 2.2 Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.

Pr Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços da EBD

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A Relevância da Vida de Paulo na Igreja de Corinto - Ev. Isaías de Jesus

Paulo foi e é um personagem do Novo Testamento que se identifica com a igreja de hoje. Neste primeiro trimestre, estaremos dando seqüência ao estudo das cartas de Paulo aos coríntios. Especialmente a segunda carta tem um caráter bem pessoal e foi escrita quase um ano depois da primeira enviada à igreja de Corinto. Porém, neste artigo, queremos destacar alguns aspectos fascinantes da vida do apóstolo Paulo, os quais deixaram lições preciosas para todos os tempos da vida da Igreja na Terra.

Missionário e plantador de igrejas, especialmente na Asia Menor e Europa, Paulo se destacou pela sua ousadia e amor ao Senhor Jesus. Por causa de seu passado

religioso judeu radical, não lhe faltaram questionamentos, levantados por outros judeus, que duvidavam da autenticidade de seu apostolado e da sua mensagem.Havia quem duvidasse até mesmo de sua conversão a Cristo e, por isso, rejeitavam seus ensinos. Ele enfrentou a influência do helenismo grego através da filosofia do gnosticismo sobre os cristãos espalhados na Ásia Menor e na Europa.

Mas, Paulo enfrentou ameaças de morte porque era capaz de contender com com judeus radicais e com os filósofos de sua época.

No campo da teologia, Paulo tinha uma boa formação da escola judaica quando fi aluno de mestres respeitados como Gamaliel. Reuniu o que sabia e com a revelação do Espírito Santo, foi um sistematizador da teologia do Novo testamento, sem diminuir os demais apóstolos, pais da igreja. Ele deu uma nova roupagem a teologia judaica do Antigo Testamento, apresentando uma teologia nova em que Cristo se tornou o ponto convergente da vida da Igreja

Nos dias de Paulo, no primeiro século da Era Cristã, o Império Romano abrangia parte da Europa, da Asia Menor e norte da Africa.Cesar Augusto ascendeu ao poder romano em 3l aC. e teve um período de quase um século (ate 68 dC) de grande progresso e paz período conhecido como o da pax romana. Havia muito comércio, cultura e religiosidade em todo o império, especialmente em Roma. A religiosidade do povo era politeísta ( I Co 8.5), com os deuses romanos e os gregos representados, não só em templos, mas expostos em obras de escultura nas praças públicas. Paulo enfrentou dificuldades ao pregar que havia apenas um Deus e, por isso, em todo o império, onde ele visitava, grandes polemicas e debates teológicos existiam, conforme o testemunho dos Atos dos Apóstolos e as epístolas e cartas enviadas as igrejas.

As cartas à igreja de Corinto

Corinto tem sua posição geográfica numa estreita faixa de terra entre o Golfo de Corinto e o Golfo Sarônico. Essa posição lhe dava garantias de grande comércio para toda a região ao seu redor. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Defesa do Apostolado de Paulo - Pr. Geraldo Carneiro Filho

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA - NITERÓI - RJ

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

LIÇÃO 01 - DIA 03/01/2010

TÍTULO: “A DEFESA DO APOSTOLADO DE PAULO”

TEXTO ÁUREO - II Cor 1:5

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:12-14; 10:4-5

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

e.mail: geluew@yahoo.com.br

I - INTRODUÇÃO:

  • Tem-se dito com razão, que a PRIMEIRA EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS retira o telhado da Igreja Cristã daquela Cidade, permitindo-nos espiar o seu interior; e
  • Que a SEGUNDA CARTA, fornece-nos um quadro ainda de maior intimidade: Vemos o interior do coração do apóstolo Paulo, de como ele realmente era em momentos de maior pressão emotiva: indignado ou desanimado, ou então aliviado e grato.

II - A CIDADE DE CORINTO:

  • Estima-se que nos dias de Paulo, Corinto teria uma população de cerca de 250 mil cidadãos livres e não mais de uns 400 mil escravos. Sob vários aspectos, era a cidade principal da Grécia.
  • CULTURA: Seus habitantes interessavam-se pela Filosofia grega e tinham a sabedoria na mais alta estima.
  • RELIGIÃO: Corinto tinha pelo menos 12 templos:
  • (A) - Um dos mais infames era dedicado a AFRODITE, a deusa do amor carnal. A adoração a Afrodite promovia a prostituição em nome da religião. No templo de Afrodite, ter relações sexuais com suas sacerdotisas era uma das maneiras de cultuar essa deusa. Em certo período, mil prostitutas sagradas serviam no seu templo. O mesmo costume existia em templos de Afrodite em Chipre, Cítera e na Sicília, seguindo a tradição dos cultos a Inana, Ishtar e Astarote, dos povos da Mesopotâmia, Síria, Fenícia e Palestina. Clique aqui para ler o texto completo »

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Questionário - A Defesa do Apostolado de Paulo - Pr. Moisés Soares da Câmara

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ALUNO(A):_____________________________________________
CLASSE: __________________________________  NOTA:______

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 01 DO 1º TRIMESTRE/2010

•01.  Considerando que a Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios foi uma resposta ao antagonismo que havia se levantado contra a sua autoridade apostólica, pode-se dizer dessa epístola paulina:

I.

Refutou falsos cristãos que, embora se autodenominassem apóstolos, contradiziam os ensinos genuínos do evangelho de Cristo que Paulo pregava.

II.

Paulo consolou os crentes que temiam que aqueles que morriam, perderiam o prazer de serem testemunhas da vinda do Senhor.

III.

Paulo fez uma defesa do seu apostolado.

IV.

Paulo corrigiu uma falsa doutrina de que o dia do Senhor já tinha vindo.

Está(ão) correta(s)

A apenas I
B apenas II e III

Se

C apenas I, II e IV
D apenas I e III
E todas

•02.  A Segunda epístola de Paulo aos Coríntios pode ser identificada sob três divisões. Identifique a alternativa que não faz parte dessas divisões:

A A coleta para os necessitados.
B Correção das desordens morais e sociais.

Se

C A defesa do apostolado paulino.
D A exposição do ministério paulino.
E  Nenhuma das alternativas anteriores.

•03.  Sobre a cidade de Corinto é correto afirmar, exceto: Clique aqui para ler o texto completo »

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A Defesa do Apostolado de Paulo - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: II Co. 1.5 - Leitura Bíblica em Classe: II Co. 1.12-14; 10.4,5 Pb. José Roberto A. Barbosa http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Objetivo: Mostrar que apesar dos dissabores e angústias da jornada cristã, jamais faltará a consoladora presença do Espírito Santo.

INTRODUÇÃO
Neste trimestre estudaremos a II Epístola de Paulo aos crentes de Corinto. Na primeira aula trataremos a respeito dos aspectos gerais dessa Carta. Em especial, contextualizaremos a cidade nos tempos do Apóstolo, a autoria, os objetivos, a data e a estrutura da Epístola, e ao final, apontaremos algumas lições que essa epístola nos trarão nas aulas seguintes.

1. A CIDADE DE CORINTO NOS TEMPOS DE PAULO
A cidade de Corinto nos tempos de Paulo situava-se no estreito istmo que ligava o Peloponeso ao território continental da antiga Grécia. Essa cidade foi construída sobre uma plataforma trapezoidal, com cerca de cinco quilômetros e meio a sudoeste da Corinto atual, ao pé de uma colina rochosa conhecida como Acrocorinto. Tal colina se levanta à altura de quase mil metros acima do nível do mar e abrange toda a paisagem ao redor. Essa cidade ficava no cruzamento de duas importantes rotas comerciais. A primeira era a que dava a volta pelo istmo, entre a Ática e o Peloponeso; a segunda, cortava o istmo, indo de Lecaion até Cencréia. A posição geográfica privilegiada de Corinto favoreceu o enriquecimento à custa dos impostos cobrados pela movimentação de mercadorias. Além da importância comercial, Corinto era reconhecida também pelos jogos realizados a cada dois anos e que atraiam muitas pessoas. No local havia um templo construído para a adoração a Afrodite no qual os transeuntes gastavam seu dinheiro com as prostitutas cultuais. Nos tempos do Apóstolo essa cidade estava debaixo do controle romano, ainda que tivesse características cosmopolitas em virtude da presença de pessoas dos diversos lugares que para lá se dirigiam em busca de enriquecimento. Paulo ministrou naquela cidade no período em que Cláudio era o imperador e permeneceu no local pelo período de dezoito meses, por ocasião da sua segunda viagem missionária (At. 18). Clique aqui para ler o texto completo »

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Lições Bíblicas - 1º Trimestre de 2010

Lições Bíblicas Mestre Jovens e Adultos

1º Trimestre de 2010

A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.
No 1º trimestre de 2010, estaremos estudando o tema 2ª Coríntios - “Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas.”
Comentarista: Pastor Elienai Cabral

SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- A Defesa do apostolado de Paulo
2- O Consolo de Deus em meio à aflição
3- A Glória do ministério Cristão
4- A Glória das duas alianças
5- Tesouro em vasos de barro
6- O Ministério da reconciliação
7- Paulo, um modelo de líder servidor
8- Exortação à santificação
9- O Princípio biblico da generosidade
10- A Defesa da autoridade apostólica de Paulo
11- Caraterísticas de um autêntico líder
12- Visões e revelações do Senhor
13- Solenes advertências pastorais

Formato: 13,8 x 21cm / 64 págs
Acabamento: Grampeado
Periodicidade: Trimestral

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Comentário Bíblico: 1 e 2 Coríntios

Comentário Bíblico - 1 e 2 Coríntios - Thomas Reginald Roover

  • Editora: CPAD
  • Autor: THOMAS HOOVER
  • ISBN: 8526301594
  • Origem: Nacional
  • Ano: 1999
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 214
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio

Sinopse:

O autor desafia o leitor a retornar à época da Igreja Primitiva, imaginando-se como um dos novos convertidos à espera das cartas de Paulo e visualizando sua época, suas lições e todos os desafios de um ministério diante de uma igreja tão conturbada. Capítulo por capítulo, você acompanhará os conselhos de Paulo aos cristãos de Corinto e o propósito de Deus para aquela igreja.

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