Tesouro em Vasos de Barro - Orientação Pedagógica
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ALUNO(A):___________________________________________
CLASSE: ________________________________ NOTA:______
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 05 DO 1º TRIMESTRE/2010 |
•01. A respeito de Paulo ter ser colocado como um “vaso de barro” analise os itens e faça o que se pede:
|
I. |
Paulo fez comparações de seu ministério com o de Moisés. | |
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II. |
O conhecimento secular de Paulo o capacitou a Paulo ser digno de guardar o glorioso tesouro. | |
|
III. |
Paulo não se sentia privilegiado pelo Senhor de trazer à tona o que estava encoberto. | |
|
IV. |
A misericórdia divina tornou possível o ministério de Paulo revelar a nova aliança como superior à luz do esplendor de Moisés. | |
Marque o item CORRETO:
| A | Apenas um item está correto. | |
| B | Apenas I e II estão corretos. | |
| C | Apenas I e III estão corretos. | |
| D | Apenas III e IV estão corretos. | |
| E | Todos os itens estão errados. |
•02. Com relação ao conteúdo genuíno dos vasos de barro, é incoerente afirmar: Clique aqui para ler o texto completo »
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
LIÇÃO 05 - DIA 31/01/2010
TÍTULO: “TESOURO EM VASOS DE BARRO”
TEXTO ÁUREO - II Cor 4:7
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 4:7-12
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e.mail: geluew@yahoo.com.br
I - INTRODUÇÃO:
II - O BARRO NAS MÃOS DO OLEIRO:
• PRIMEIRA LIÇÃO: - “O BARRO NÃO TEM VALOR”:
• Alguns pensam que foram feitos de porcelana. Por isso, a obra de Deus muito sofre por causa de nossas vaidades pessoais, quando achamos que somos muita coisa. Mas Deus a todos fez do pó da terra! Somos de barro! Meditemos em alguns versículos da santa Palavra de Deus: Clique aqui para ler o texto completo »
Leitura Bíblica em Classe
2 Coríntios 4.7-12
Introdução
I. Paulo Apresenta o Conteúdo dos Vasos de Barro (4.1-6)
II. Paulo Expõe a Fragilidade dos Vasos de Barro (4.7-12)
III. Paulo Fala da Glorificação Final Desses Vasos de Barro (4.13-18)
Palavras-chave: vaso, fragilidade
I. Paulo Apresenta o Conteúdo dos Vasos de Barro (4.1-6)
“A preciosa mensagem da salvação em Jesus Cristo, que tem um valor supremo, foi confiada por Deus a seres humanos frágeis e falíveis. O enfoque de Paulo, porém, não estava no recipiente perecível, mas em seu conteúdo de valor inestimável - no poder de Deus que habita em nós. Mesmo sendo fracos, Deus nos usa para transmitir suas Boas Novas e nos dá poder para fazer a sua obra. Saber que o poder é de Deus, e não nosso, deve nos afastar do orgulho e nos motivar a manter nosso contato diário com Ele, nossa fonte de poder. Nossa responsabilidade é deixar que as pessoas vejam Deus por nosso intermédio” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1615).
II. Paulo Expõe a Fragilidade dos Vasos de Barro (4.7-12)
“Paulo nos lembra que, embora, às vezes, possa parecer que estamos sendo quase vencidos, nunca devemos perder as esperança. Nosso corpo está sujeito a pecar e sofrer, mas Deus nunca nos abandona. Por Cristo ter vencido a morte, temos a vida eterna. Todos os nossos riscos, humilhações e provas são oportunidades de Cristo demonstrar seu poder e sua presença em nós e por nós” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1615).
Professor, explique aos seus alunos que “nossos problemas não devem diminuir a nossa fé ou nos desanimar. Antes, devemos perceber que existe um propósito em nossos sofrimentos. Os problemas e as limitações humanas trazem muitos benefícios:
1. Ajudam-nos a lembrar o sofrimento de Cristo por nós;
2. Ajuda a não termos orgulho;
3. Ajudam-nos a ver além dessa vida tão curta;
4. Provam a nossa fé;
5. Dão a Deus a oportunidade de demonstrar seu grande poder. Não se ressinta por seus problemas. ‘Veja-os como oportunidades de adquirir experiências com o Senhor’” (Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1325). Clique aqui para ler o texto completo »
Texto Áureo: II Co. 4.7 - Leitura Bíblica em Classe: II Co. 4.7-12.
Pb. José Roberto A. Barbosa http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Objetivo: Mostrar que ainda que sejamos frágeis, Deus nos usa para proclamar as Boas Novas, dando-nos o poder para realizar Sua obra.
INTRODUÇÃO
Conforme estudamos na lição anterior, a glória do ministério cristão não repousa nos atributos pessoais, mas em Deus, que, em Cristo, realiza, em nós, Sua obra em misericórdia. Na aula de hoje atentaremos para a conduta do ministério de Paulo, a fragilidade e o conteúdo dos vasos de barros, e finalmente, da glorificação final desses vasos. Veremos que o Senhor decidiu, soberanamente, concretizar seus propósitos através de vasos frágeis, os quais, paradoxalmente, conduzem um conteúdo precioso.
1. MENSAGEM: TESOURO EM VASOS
Paulo está ciente que o ministério cristão é realizado segundo a misericórdia de Deus (II Co. 4.1). É válido ressaltar que outrora o Apóstolo fora um perseguidor da Igreja de Deus (I Co. 15.9,10; I Tm. 1.12-16). Paulo afirma que não se utiliza de argumentos astuciosos (sutilezas, truques), nem tem a mínima pretensão de adulterar a palavra de Deus (II Co. 4.2) como fez a serpente quando enganou Eva (II Co. 11.3,14,15; 12.6). Sua conduta ministerial é pautada na convicção da presença de Deus, pois é Ele quem julga os atos do obreiro (I Co. 4.3,4). Depreendemos de II Co. 4.3,4 que os opositores de Paulo criticavam-no, dizendo que ele não se fazia compreendido. O Apóstolo defende-se argumentando que o problema não está no encobrimento da mensagem, mas na cegueira promovida por satanás, o deus-deste-século, fazendo com que os incrédulos não compreendam a mensagem (II Co. 2.11; 11.3,14; Jo. 8.44). A cegueira satânica opera a fim de que não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus, a do último Adão (Gn. 1.26; I Co. 15.45-49). A mensagem do apóstolo é simples, ele não trata de si mesmo, mas do Cristo Crucificado (II Co. 4.5), escândalo para os judeus e loucura para os gregos (I Co. 1.20-23). Por meio dessa mensagem, Deus, como no princípio (Gn. 1.2,3), possibilita uma nova criação, retirando os pecadores do império das traves e conduzindo-os ao reino de amor em Seu Filho Jesus Cristo (Cl. 1.13). Clique aqui para ler o texto completo »
Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - A Glória das Duas Alianças. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mes3o, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 04 - A GLÓRIA DAS DUAS ALIANÇASRESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2009
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Porque, se o que era ______________________ foi para __________________________, muito mais é em glória o que _______________________________. (2 Co 3.11).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A glória da ___________________________ Aliança _________________________ ante a glória _______________________ da Aliança revelada em Cristo Jesus.
INTRODUÇÃO
3- O que havia da parte dos coríntios acerca de Paulo, que substituía qualquer documento comprobatório de seu apostolado?
( ) Um conhecimento dele por parte da Igreja.
( ) Paulo fundara aquela igreja durante a primavera do ano 50 d.C.
( ) Paulo permaneceu na cidade, inicialmente, por 18 meses.
( ) Paulo tinha também um pergaminho contendo as conversas que teve com JESUS, em pessoa.
( ) Nessa época os irmãos reuniam-se em casas particulares como a de Tito Justo.
( ) Só então, começaram a surgir os primeiros líderes daquela igreja. Clique aqui para ler o texto completo »
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva 
TEXTO ÁUREO
“Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece. (2 Co 3.11).

VERDADE PRÁTICA
A glória da Antiga Aliança desvaneceu ante a glória superior da Aliança revelada em CRISTO JESUS.

LEITURA DIÁRIA
| Segunda | Jr 31.33 | Uma nova aliança com a casa de Israel |
| Terça | Mt 26.28 | O sangue da nova aliança |
| Quarta | Hb 12.24 | JESUS, o Mediador de uma nova aliança |
| Quinta | Is 55.3 | Uma aliança perpétua |
| Sexta | Hb 13.20 | Uma aliança de sangue |
| Sábado | Gl 4.24-26 | Dois concertos |
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 CORÍNTIOS 3.1-11 Clique aqui para ler o texto completo »
Texto Áureo: II Co. 3.11. Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.
Leitura Bíblica em Classe: II Co. 3.1-11.
Glossário:
Alegoria: Uma alegoria usa pessoas e acontecimentos para simbolizar certas verdades.
Aliança - A palavra hebraica para “aliança” é b’riyt [behirit].
Aliança define-se em hebraico e no grego pelas expressões:
- “beriht” = o significado da aliança = atar, agrilhoar, casar, cobrir, proteger.
- “dietiz” = a amplitude a aliança = estende-se ao nível pessoal, familiar, eclesiástico, sacerdotal.
A Bíblia diz que Deus “fez uma aliança”, se traduzir literalmente, está escrito “Deus cortou a carne”.
Numa cena sob o modelo suseranita hitita, um parceiro ou aliançado inferior passava entre as metades cortadas. Isso foi exatamente o que aconteceu com Abraão quando ele fez uma aliança com Deus: um animal foi cortado e ambos passaram pelo meio das duas metades que foram cortadas:
“E sucedeu que, posto o sol, houve escuridão, e eis um forno de fumaça, e uma tocha de fogo, que passou por aquelas metades” Gênesis 15:17. Neste caso Deus prefigura a sua vontade em que seu Filho seria um homem, [servo menor] pra dar valor a uma aliança entre Ele e os homens.
Imputado - coloca cada ação em uma posição de crédito [ou débito]. Sl. - Finéias -106. 31. E isto lhe foi imputado como justiça, de geração em geração, para sempre.
Sl.32.2. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade…; Rm.4.3. Deus comunica a justiça àqueles que crêem.
Imputar - Atribuir.
A Questão da Lei E da Graça.
Exórdio:
Eis uma questão que tem despertado crises existenciais, entre cristãos e crises doutrinárias entre Igrejas, no sentido denominacional.
Porém nesta Lição teremos a oportunidade de obter um pouco mais de claridade, pois o tema abordado nos orienta sobre a manifestação da glória sobre ambas as Alianças, as quais o Apóstolo dos gentios, chama de Ministérios.
Um, o Ministério de Morte ou da Condenação.
Outro, o Ministério de Vida ou da Nova Aliança, ou ainda do Espírito.
I - Introdução:
A Bíblia é cheia de situações que parecem levar a um aparente dualismo [Lei e Graça, assunto que determinou início de heresias e erros teológicos], as quais demonstram as diversas formas utilizadas, para nos ensinar de forma pedagógica, a diversidade de caminhos na vida espiritual ou mesmo na vida do homem, como ser antropológico, o qual tem ou não clareza do querer de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »
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ALUNO(A):__________________________________________
CLASSE: _______________________________ NOTA:______
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 04 DO 1º TRIMESTRE/2010 |
•01. Observe atentamente as seguintes proposições:
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I. |
Paulo teve o cuidado de enviar obreiros experientes para a igreja de Corinto, como Timóteo, Silas e Apolo. | |
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II. |
O pai espiritual da comunidade cristã de Corinto era Paulo. | |
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III. |
Paulo fundou a igreja de Corinto durante a primavera do ano 60 d.C. | |
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IV. |
A prova da aprovação apostólica de Paulo era a própria existência da igreja coríntia. | |
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V. |
Inicialmente os irmãos de Corinto se reuniam nas sinagogas particulares como a de Tito Justo. | |
| A | Apenas as proposições IV e V são verdadeiras. | |
| B | Apenas as proposições II e IV são falsas. | |
| C | Há duas alternativas verdadeiras. | |
| D | Apenas há uma alternativa falsa. | |
| E | Apenas as proposições III e V são falsas. |
•02. Leia e marque a única alternativa correta:
| A | Não era hábito dos judeus viajarem com carta de recomendação. | |
| B | Na igreja coríntia não havia dúvida acerca da autenticidade do apostolado de Paulo. |
Se
| C | Em ralação a igreja de Corinto, havia a necessidade de Paulo ter carta de recomendação da igreja de Jerusalém. | |
| D | Caso Paulo portasse carta de recomendação, satisfaria apenas o espírito opositor que dominava alguns judeus-cristãos de Corinto. | |
v
| E | Paulo jamais sofreu oposição em Corinto, pois Deus era com ele. |
•03. “… necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação de vós?” (2 Co 3.1b). Sobre a mútua e melhor recomendação, é correto afirmar que:
| 01) | A maior recomendação que um servo de Cristo pode ter é a evidência do seu ministério no coração e na vida daqueles que foram por ele alcançados para o Senhor Jesus. |
| 02) | Paulo via-se como insignificante, pois os coríntios não eram o seu verdadeiro louvor e glória. |
| (04) | Paulo diz aos coríntios que sua carta de recomendação foi escrita no coração deles. |
| (08) | Na parte “b” do versículo acima Paulo fez um questionamento. |
| (16) | Para Paulo, os coríntios necessitavam de recomendação escrita. |
| (32) | Paulo apelou para a reciprocidade que havia entre ele e a igreja de Corinto. |
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