A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo - Ev. Luiz Henrique
Publicado em 4 de Março de 2010 as 09:34:10 AM
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Complementos, ilustrações, questionários e vÃdeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva

VERDADE PRÃTICA
Sem a autoridade ministerial que recebemos de nosso Senhor JESUS CRISTO, jamais conseguiremos desempenhar com eficácia o serviço cristão.
LEITURA DIÃRIA
|  Segunda | Ef 4.1,2 | A autoridade apostólica exercida com mansidão |
|  Terça | Fp 4.5 | A autoridade apostólica exercida com retidão |
|  Quarta | 1 Co 2.1-3 | A autoridade apostólica exercida com humildade |
|  Quinta | Rm 13.8,10 | A autoridade apostólica exercida com amor fraternal |
|  Sexta | 1 Co 3.6 | A autoridade apostólica e o trabalho em equipe |
|  Sábado | 2 Co 8.21 | A autoridade apostólica exercida com honestidade |

 10.1 EU, PAULO, VOS ROGO. A maioria dos crentes corÃntios aceitou a autoridade de Paulo e se submeteu aos seus ensinos e apostolado (7.8-16). Havia, no entanto, uma minoria, orientada por falsos obreiros, que subvertia o evangelho, fazendo o trabalho de Satanás (11.13,14), e que continuava a resistir a Paulo e a caluniar sua pessoa e seu caráter. Nos caps. 10-13, Paulo se dirige a esses falsos crentes.
10.4 AS ARMAS DA NOSSA MILÃCIA. Nossa luta é contra as hostes espirituais da maldade (Ef 6.12). Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são, em si mesmas, inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás. As únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais de Satanás, a injustiça e os falsos ensinos são as que DEUS nos dá. (1) Essas armas são poderosas porque são espirituais e provêm de DEUS. Noutros trechos, Paulo alista algumas dessas armas a dedicação à verdade, uma vida de retidão, a proclamação do evangelho, a fé, o amor, a certeza da salvação, a Palavra de DEUS e a oração perseverante (Ef 6.11-19; 1 Ts 5.8). Mediante o emprego dessas armas contra o inimigo, a igreja sairá vitoriosa. Isto é: a presença e o reino de DEUS se manifestarão poderosamente para salvar os pecadores, expulsar demônios, santificar os crentes, batizá-los no ESPÃRITO SANTO e curar os enfermos. (2) A igreja de nossos dias é freqüentemente tentada a enfrentar o desafio do mundo por meios carnais e com as armas mundanas, i.e., sabedoria, filosofia e psicologia humanistas, atrações emocionantes, atividades nas igrejas centradas em passatempo, etc. Com muita freqüência, essas coisas servem, hoje, como substitutas das práticas básicas do NT: a oração fervente, a fidelidade incondicional à Palavra de DEUS e a proclamação fervorosa do evangelho, com poder. Tais armas, porém, não trarão um reavivamento no ESPÃRITO SANTO, porque não têm nenhuma possibilidade de destruir as fortalezas do pecado, livrar-nos do poder de Satanás e desfazer as paixões malignas que grassam no mundo de hoje. Se usarmos as armas do mundo, apenas secularizaremos a igreja e a privaremos das armas da fé, da justiça e do poder do ESPÃRITO SANTO. Tragicamente, isso resultará em a igreja ser vencida pelos poderes das trevas e suas famÃlias serem dominadas e manipuladas pelas forças do mal, que agem no mundo
10.5 LEVANDO CATIVO TODO ENTENDIMENTO. A nossa guerra contra o mal inclui o alinhamento de todos os nossos pensamentos com a vontade de CRISTO. Deixar permanecer em nossa mente pensamentos contrários à santidade de DEUS nos levará ao pecado e à morte espiritual (Rm 6.16,23; 8.13). Siga os quatro passos abaixo para sujeitar todos os seus pensamentos ao senhorio de CRISTO: (1) Saiba que DEUS conhece todos os seus pensamentos, e de que nada jamais se oculta dEle (Sl 94.11; 139.2,4,23,24). Somos tão responsáveis diante de DEUS pelos nossos pensamentos, quanto somos pelas nossas palavras e ações (5.10; Ec 12.14; Mt 12.35-37; Rm 14.12). (2) Saiba que a mente é um campo de batalha. Alguns pensamentos têm sua origem em nós mesmos, enquanto outros provêm diretamente do inimigo. Levar cativo todo o pensamento à obediência de CRISTO demanda uma guerra espiritual contra a natureza humana pecaminosa e as forças satânicas (Ef 6.12,13; cf. Mt 4.3-11). Quando você for atacado com pensamentos maus ou imundos, resista-os e rejeite-os firmemente em nome do Senhor JESUS CRISTO. Permita que a paz de DEUS guarde o seu coração e mente, em CRISTO JESUS (Fp 4.7). Nas lutas espirituais lembre-se de que nós, crentes, vencemos nosso adversário pelo sangue do Cordeiro, pela palavra do nosso testemunho e por dizer um “NÃO” persistente ao diabo, à tentação e ao pecado (Tt 2.11,12; Tg 4.7; Ap 12.11; cf. Mt 4.3-11). (3) Seja resoluto ao concentrar a sua mente em CRISTO e nas coisas celestiais, e não nas coisas terrenas (Fp 3.19; Cl 3.2). Compreenda que a mente firmada no ESPÃRITO é vida e paz, ao passo que a mente firmada na carne é morte (Rm 8.6,7). Encha sua mente da Palavra de DEUS (Sl 1.1-3; 19.7-14; 119) e com aquilo que é verdadeiro, justo e de boa fama (Fp 4.8). (4) Tenha cuidado com aquilo que seus olhos vêem e seus ouvidos ouvem. Recuse-se terminantemente (a) a deixar seus olhos serem um instrumento de concupiscência (Jó 31.1; 1 Jo 2.16) e (b) a colocar diante dos seus olhos qualquer coisa má ou vil, quer livros, revistas, quadros, televisão/vÃdeo/filmes ou cenas da vida real (Sl 101.3; Is 33.14,15; Rm 13.14). Armas - Nome de Jesus, Oração, Palavra de DEUS Luta - Exército de DEUS - Igreja Carnais - Não são usadas em confiança a nós mesmos, não vem de nós o poder e sim de DEUS Poderosas - Mais poderosas que bomba atômica - Dons Em DEUS - Tudo vem de DEUS, tudo depende de DEUS Destruir Fortalezas - Destruir pensamentos, Possessão, Interferência. Anulando sofismas - Engano; logro Altivez - Pretensão de ser superior ao próximo. Levanta contra - Levanta porque tem permissão na mente do crente. Conhecimento de DEUS - Prossiga em conhecer a DEUS (PAI, Filho e ESPÃRITO SANTO - Poucos conhecem) Levando cativo - Preso o pensamento na Palavra de DEUS. Pensamento - É nos pensamentos que os demônios vêm para abrir a porta para eles. Obediência de DEUS - Alfabeto de DEUS - 4 letras - OBDC SE MEDEM A SI MESMOS. Comparar-nos aos padrões contemporâneos e à vida dos crentes em nosso redor demonstra que ainda estamos sem a compreensão apropriada da vontade de DEUS. O padrão com o qual devemos nos medir é o padrão revelado em CRISTO e na doutrina dos apóstolos, no NT.
 Palavra-Chave - Autoridade - Poder divino conferido ao homem para liderar a Igreja TEXTO BÃSICO: ROMANOS 13.1-2
Em Romanos 13.1-2 a palavra de Deus diz: “Obedeçam à s autoridades, todos vocês. Pois nenhuma autoridade existe sem a permissão de Deus, e as que existem foram colocadas nos seus lugares por ele. Assim quem se revolta contra as autoridades está se revoltando contra o que Deus ordenou, e os que agem desse modo serão condenados”. O EXEMPLO DO APÓSTOLO PAULO
Antes de reconhecer a Autoridade, Paulo tentou acabar com a igreja (Atos 8.3); mas depois de se encontrar com Jesus na estrada de Damasco entendeu que era difÃcil recalcitrar (revoltar-se; rebelar-se, dar coices), contra os aguilhões (autoridade divina) (Atos 9.5) Imediatamente Paulo caiu no chão e reconheceu Jesus como Senhor. Em seguida, deu-se inÃcio ao tratamento de Paulo. O que precisava aprender aquele que tinha livre trânsito nas salas dos governadores e dos sumos-sacerdotes? O que precisava aprender aquele que fora instruÃdo aos pés de Gamaliel, o homem mais sábio de sua época e que podia se comunicar livremente com qualquer estrangeiro do seu tempo? O que precisava aprender aquele que não parava de ameaçar e perseguir a igreja, por considerá-la a escória da humanidade? A resposta é simples: Paulo precisava aprender a obedecer. A obediência era o ponto de partida não só para a restauração como para a confirmação da conversão de Paulo e posteriormente do seu ministério. Não nos esqueçamos de que foi ele quem escreveu a carta aos romanos. No momento em que foi salvo por Jesus, Paulo reconheceu a autoridade de Deus. Prova disso foi a sua atitude de submeter a sua vida a um cristão simples de Damasco chamado Ananias. Ananias é mencionado na BÃblia apenas uma vez. Humanamente não se tratava de um ilustre catedrático ou um respeitado homem de negócios. Era apenas um cristão cheio do EspÃrito Santo, cuja vida estava em total submissão a Deus. Como pode Paulo, que era formado e capacitado dar ouvidos à s Palavras de Ananias - um ilustre desconhecido? A resposta é: o conhecimento da Autoridade Espiritual. Se Paulo não tivesse tido um encontro com a Autoridade na estrada de Damasco jamais teria se sujeitado a Ananias. Isto nos faz aprender mais um princÃpio: Todo aquele que conhece a autoridade lida com a autoridade e não com o homem. Não consideramos o homem, mas a autoridade investida nele. Não obedecemos ao homem, obedecemos à autoridade de Deus que está nesse homem. Isto deve responder à s nossas posturas equivocadas diante de um governante calhorda, de um pai estúpido, de um lÃder espiritual hipócrita ou de um policial que abusa da sua autoridade. Certa vez, perguntaram a um grupo de membros de igreja: “Você é submisso aos seus lÃderes?”. As respostas mais comuns foram: “Se eu achar que devo, sim”; “Se eles fizerem por onde merecer, sim”; “Se os lÃderes procurarem viver de acordo com a vontade de Deus, sim”. O nosso erro está em sempre atrelar a nossa obediência a homens e não a Deus. Com isso damos lugar à rebeldia, alimentamos a desordem e saÃmos do propósito de Deus. O que seria da famÃlia se os filhos só obedecessem aos pais que nunca cometeram erros? O que seria da nação? NÃO PODEMOS ESQUECER-NOS DISSO: O princÃpio da Obediência não tem a ver com os homens, mas com Deus. Um irmão querido me perguntou esta semana, o que fazer quando um pai ou uma mãe diz para o filho a não vir mais para a igreja. Esse filho deve obedecer aos pais? Claro, eu respondi. Então a pessoa me disse: Mas Jesus não disse que aquele que não deixar pai e mãe por amor a ele não é digno dele? Sim. Respondi. Mas não confundamos Jesus com a instituição chamada “igreja”. Jesus irá resolver o problema desta pessoa, não porque ela foi fiel à igreja, mas porque foi obediente ao princÃpio da Autoridade Espiritual. Posteriormente veremos como Davi se relacionou com o princÃpio da Autoridade. Quando Saul perseguia Davi teve oportunidades de sobra para aniquilar com a vida de Saul. Os seus guerreiros lhe disseram destas chances. Mas qual foi a resposta de Davi? “Longe de mim, tocar a mão no ungido do Senhor”. Todos sabemos que Saul já não merecia mais nenhum respeito, nem como rei nem como homem. Mas Davi naquele momento não estava lidando com o homem, estava lidando com a Autoridade de Deus que ainda estava naquele homem. O povo e o próprio Deus já haviam escolhido Davi como sucessor de Saul. Mas o trono ainda não havia sido passado oficialmente a Davi. Portanto, Saul ainda era a autoridade. O EXEMPLO DE JESUS Vemos em Filipenses 2.8 que Jesus foi obediente até a morte na cruz; naquele tempo a maneira mais vergonhosa de morrer. No Jardim do Getsêmani Jesus buscou o Pai em oração a ponto de o seu suor se transformar em gotas de sangue. Jesus estava sendo fraco, tampou estava com medo da cruz. A sua condição no Getsêmani fundamentava-se no princÃpio de 1 Samuel 15.22, que diz que para Deus obedecer é melhor do que sacrificar. É a vontade de Deus que Jesus está procurando compreender e não a intensidade do sacrifÃcio. A vida de Jesus sempre esteve centrada na vontade do Pai. Sinceramente ele ora: “Se é possÃvel, passe de mim este cálice; não seja, porém, como eu quero, mas como tu queres”. Veja: A vontade de Deus é que é absoluta. Não o cálice (a crucificação). Antes de conhecer a vontade de Deus, o cálice e a vontade de Deus eram duas coisas distintas. Contudo, depois que Jesus compreendeu que o cálice estava dentro do propósito de Deus, a vontade de Deus e o cálice se tornaram uma só coisa. Quem, naquele momento, exercia autoridade sobre Jesus, a vontade de Deus ou a cruz? Claro, a Vontade de Deus. No cristianismo, a cruz é o ponto culminante. Mas é em função de Deus ter decidido que fosse. Antes de Jesus e depois dele, muitos morreram crucificados. O que tornou a cruz um sÃmbolo marcante foi porque aprouve a Deus que o seu filho morresse na cruz pelos nossos pecados. Para Jesus, importante não era morrer dessa ou daquela maneira; importante era estar no centro da vontade de Deus. Não era o sacrifÃcio, era a autoridade de Deus sobre a sua vida. Este foi um princÃpio que o acompanhou durante todos os seus dias aqui na terra. A ATITUDE DE JESUS DIANTE DOS TRIBUNAIS Mateus 26 e 27 registram o duplo julgamento que Jesus enfrentou após o seu aprisionamento. Diante do sumo sacerdote ele recebeu julgamento religioso e diante de Pôncio Pilatos recebeu julgamento polÃtico. Quando foi julgado por Pilatos (Mateus 27), o Senhor não respondeu nada, pois se encontrava sob jurisdição terrena. Mas quando o sumo sacerdote o conjurou pelo Deus Vivo, então ele precisou responder à s perguntas que estavam sendo feitas. Isto é obediência à autoridade. Aqui está a segunda consideração que precisávamos fazer acerca deste princÃpio: Todo aquele que conhece a autoridade lida com a autoridade e não com o homem. CONCLUSÃO Vamos concluir a mensagem de hoje pensando nas palavras do pastor chinês Watchman Nee: Há dois importantes aspectos no universo: confiar na salvação de Deus por meio de Jesus Cristo e obedecer à sua autoridade. Confiar e Obedecer. A BÃblia define o pecado como transgressão (1 João 3.4). Em Romanos 2.12, a palavra “sem” lei é o mesmo que “contra” a lei. A transgressão é desobediência à autoridade de Deus; e isto é pecado. Pecar é uma questão de conduta, mas transgressão é uma questão de atitude do coração. O presente século caracteriza-se pela transgressão, e logo o fruto desse pecado aparecerá. A autoridade no mundo está sendo cada vez mais solapada até que, finalmente, todas as autoridades sejam destruÃdas e a transgressão governe. Saibamos que no universo existem dois princÃpios: o da autoridade de Deus e o da rebeldia satânica. Não podemos servir a Deus e simultaneamente andar pelo caminho da rebeldia. Satanás ri quando uma pessoa rebelde prega a palavra, pois nessa pessoa habita o princÃpio satânico. “O princÃpio do serviço tem de ser a autoridade, se obedecemos ou não a autoridade de Deus”. Na palavra de Deus há linhas especÃficas de autoridade que devemos obedecer para não estarmos em rebeldia contra o próprio Deus: 1. Em relação a Deus (Daniel 9.5-9) 2. Ao governo civil (Romanos 13.1-7, 1Timoteo 2.1-4; 1Pedro 2.13-17) 3. Aos pais (Efésios 6.1-3) 4. Esposa em relação ao marido (1Pedro 3.1-4) 5. Ao patrão (1 Pedro 2.18-23) 6. Aos lÃderes da igreja (Hebreus 13.17) 7. Uns aos Outros (Efésios 5.21) Por Pr. Irailton Melo de Souza - Artigo extraÃdo do site www.jornalpequeno.com.br INTERAÇÃO De acordo com Matthew Henry “em nenhum outro lugar o apóstolo Paulo sofreu mais oposição dos falsos profetas do que em Corinto”. Paulo foi duramente provado. Se você é fiel ao Senhor e está enfrentando oposição, não desanime. Siga o exemplo da Paulo,. Não se exaspere, não deixe de realizar a obra que lhe foi confiada por DEUS com amor e zelo. O inimigo desejava enfraquecer a Paulo e a sua liderança, impedindo a igreja de avançar. Ele também deseja fazer o mesmo com você. Não tente agir por sà mesmo, por esta é uma batalha espiritual. OBJETIVOS Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Conscientizar-se de que sem a autoridade ministerial que recebemos de nosso Senhor JESUS CRISTO, jamais conseguiremos desempenhar com eficácia o serviço cristão. Compreender que temos de andar de acordo com as leis do ESPÃRITO, lutando sempre com as armas espirituais. Explicar o significado da palavra autoridade. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Professor, para a aula de hoje sugerimos que você providencie, com antecedência, cópias da tabela abaixo para seus alunos. Caso deseje, você também poderá reproduzir a tabela no quadro-de-giz. Depois que todos estiverem com suas cópias, explique que em Corinto, havia um grupo de falsos crentes que não consideravam Paulo como um apóstolo, por isso não levavam a sério seu ensino e suas recomendações. O apóstolo precisou confrontá-los apresentando suas credenciais apostólicas. Diga que as credenciais do apóstolo estão relacionadas no quadro.
RESUMO RÃPIDO DA LICÃO 10
A DEFESA DA AUTORIDADE APOSTÓLICA DE PAULO
Paulo, para defender seu apostolado que recebera do Senhor JESUS, apela agora para a diplomacia e deixa transparecer que em breve estará cara a cara com seus oponentes, quando espera reconhecer neles alguma autoridade espiritual para desafiá-lo pessoalmente como faziam na sua ausência.
I. PAULO RESPONDE AOS SEUS ADVERSÃRIOS
Talvez os adversários de Paulo pudessem chegar à conclusão de que Paulo os enfrentaria pela força fÃsica, levando consigo seus companheiros de viagem, mas Paulo adianta a eles que fisicamente era até despresÃvel (talvez, como alguns historiadores afirmassem, fosse de pequena estatura, meio cambota e calvo, com nariz meio torto e ainda com enfermidades devido aos maus tratos dados pelos inimigos do evangelho por onde passava), mas o que usaria seria a força e autoridade lhes concedidas por DEUS para execução de seu ministério apostólico.
II. INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO APOSTOLADO
Paulo visava derrotar as forças satânicas introduzidas na igreja corÃntia pelos falsos mestres, pelos falsos irmãos, pelos disseminadores de heresias e costumes judaicos. As armas que empregaria para derrotar esses falsos ensinos seriam armas espirituais, como as listadas em sua carta aos efésios, no capÃtulo 6: verdade, uma vida de retidão, a proclamação do evangelho, a fé, o amor, a certeza da salvação, a Palavra de DEUS e a oração perseverante (Ef 6.11-19; 1 Ts 5.8).
III. Â A PERSPECTIVA DE PAULO SOBRE AUTORIDADEÂ
A autoridade mencionada por Paulo é a autoridade advinda de DEUS, dada aos seus soldados, para derrotar as forças das trevas e colocar por terra os inimigos do evangelho.
Paulo sabia que diante de sua autoridade apostólica, a unção de DEUS, os falsos mestres seriam convencidos de que ele realmente era um servo de DEUS e com poder para expulsá-los da igreja corÃntia,ou pelo menso discipliná-los, mas o que eles não sabia que sua verdadeira intenção era que eles se arrependessem e todos se tornassem um só corpo, o corpo de CRISTO, a igreja.
CONCLUSÃO
Devemos fazer de tudo para que a igreja marche unida e nunca considerarmos a aparência exterior mais importante do que a autoridade espiritual verdadeira dada por DEUS. Oremos pelos nossos pastores e lÃderes que tanto trabalham em prol da obrade DEUS, para que o façam com alegria e como nossa ajuda.
RESUMO DA LICÃO 10
A DEFESA DA AUTORIDADE APOSTÓLICA DE PAULO
Paulo defende o apostolado que recebera do Senhor JESUS.
I. PAULO RESPONDE AOS SEUS ADVERSÃRIOS
1. A aspereza versus a delicadeza de Paulo (10.1,2).
2. Paulo apela para a mansidão e ternura de CRISTO (10.1,2).
3. Paulo diz que sua conduta não era segundo a carne (10.2,3).
II. INIMIGOS E ARMAS ESPIRITUAIS DO APOSTOLADO
1. Os inimigos interiores (vv.4,5).
2. As armas espirituais (vv.4,5).
III. Â A PERSPECTIVA DE PAULO SOBRE AUTORIDADEÂ
1. O significado de autoridade.
2. A perspectiva de Paulo quanto à autoridade espiritual.
CONCLUSÃO
Não devemos temer falsas acusações, pois essas sempre
farão parte da vida de um servo fiel.Â
SINOPSE DO TÓPICO (1) Paulo não seguia os ditames da carne, ele era guiado pelo ESPÃRITO de DEUS.
SINOPSE DO TÓPICO (2) Apesar de vivermos neste mundo sujeitos à s tentações, temos de andar de acordo com as leis do ESPÃRITO, lutando sempre com as armas espirituais.
SINOPSE DO TÓPICO (3) Somente CRISTO é o alvo, o ponto máximo e convergente da revelação de DEUS mediante o Evangelho.
REFLEXÃO “E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de DEUS permanece para sempre.” 1 João 2.17
AUXÃLIO BIBLIOGRÃFICO I
SubsÃdio Bibliológico - “O ofÃcio apostólico e a autoridade de Paulo
[…] Paulo retrata seu ministério apostólico em termos de campanha militar. Ele e sua equipe ministerial viviam no mundo (gr. en sarki, Ã…gna carne”, cf. “em vasos de barros”, 2 Co 4.7). Mas ele não militava ou empreendia guerra como o mundo faz (gr. kata sarka, “segundo a carne”, isto é, limitado pelo que é finito, humano, terrestre ou meramente fÃsico). Pouco importando o quão fraco, tÃmido ou humilde Paulo parecesse ser na presença dos corÃntios, ele não teve de enfrentar destemidamente ou usar métodos e armas que o mundo usa. Quando o ESPÃRITO o ungiu ele tinha armas “poderosas em DEUS” para destruir as fortalezas inimigas. Estas armas são o ESPÃRITO e a Palavra. As “fortalezas” eram os ardis argumentos contra o Evangelho simples de CRISTO que Paulo pregava, como também os esforços em destruir seu ministério e levar seus convertidos à escravidão espiritual pelas falsas doutrinas dos inimigos. Podemos aplicar isto à s forças do mal que procuram destruir a Igreja trazendo falsas doutrinas, modos mundanos, entretenimento secular e apresentações terrenas. A Palavra e o ESPÃRITO ainda têm o poder de destruir os poderes das trevas (veja Ef 6.14-18)” (HORTON, Stanley M. I & II CorÃntios: Os Problemas da Igreja e suas Soluções. RJ: CPAD, 2003, pp.234-35).
AUXÃLIO BIBLIOGRÃFICO II - SubsÃdio TeológicoÂ
“Os limites da jactância de Paulo
Com ironia Paulo rejeita qualquer comparação dele com seus oponentes. Como The Message traduz o versÃculo 12: ‘Nós, entenda, não nos colocamos em liga com aqueles que se gloriam que nos são superiores. Não ousarÃamos fazer isto’. Eles procuravam fazer com que suas realizações parecessem impressionantes, comparando-se totalmente ‘consigo mesmos’. Eles se recusavam a reconhecer o que DEUS fez por Paulo em relação à sua comissão aos gentios dada a ele por CRISTO (At 9.15; Gl 2.9). Eles diziam que Paulo deveria gloriar-se como eles o faziam e que ele era verdadeiro apóstolo. Mas Paulo só gloriará dentro dos limites do ministério que lhe foi dado por DEUS, o que inclui Corinto. Dizendo isto, Paulo está denotando que os falsos apóstolos são os instrumentos que estão ferindo a assembleia que DEUS o enviou para estabelecer.
A jactância de Paulo não vai muito longe, além dos limites convenientes, porque ele e seus companheiros foram os primeiros a chegar a Corinto com o Evangelho. Este foi o ponto mais distante que ele tinha alcançado em suas viagens missionárias até aqueles dias. Sua esperança porém, era expandir o trabalho em Corinto e depois ir para outras regiões. Na visão de Paulo, abrangeria IlÃrico, Roma e Espanha (veja Rm 15.19,23,24,28). Mas ele não seria como os falsos apóstolos, porque não afirmaria que foi o primeiro a levar o Evangelho em território que já tivesse sido de fato evangelizado por outra pessoa.
Paulo limita ainda mais a jactância parafraseando Jeremias 9.24. Esta é outra razão por que ninguém deve se gloriar de assumir algo que é de responsabilidade de outra pessoa.
De fato, toda jactância ou louvor à  pessoa ou ministério não é importante. A única coisa que conta é o louvor do Senhor (cf. Rm 2.29; 1 Co 4.3-5). Ele não dará louvor à queles que buscam exaltar-se. (HORTON, Stanley M. I & II CorÃntios: Os Problemas da Igreja e suas Soluções. RJ: CPAD, 2003, pp. 237, 238).
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da BÃblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005. HENRY, Matthew. Comentário BÃblico do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2008. SAIBA MAIS NA Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 41, p. 41
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - BÃblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - BÃBLIA de Estudos Pentecostal.
VÃDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm Â
BÃBLIA ILUMINA EM CD - BÃBLIA de Estudo NVI EM CD - BÃBLIA Thompson EM CD. Â
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