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Arquivos de Maio de 2010

Esperando contra a Esperança - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÃBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA

NITERÓI - RJ

LIÇÃO Nº 09 - DATA: 30/05/2010

TÃTULO: “ESPERANDO CONTRA A ESPERANÇA”

TEXTO ÃUREO - Jó 14:7

LEITURA BÃBLICA EM CLASSE: Jr 30:7-11

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

e-mail: geluew@yahoo.com.br

blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

  • Há um ditado popular que diz: “A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE”.
  • Se analisarmos esta frase, veremos que estamos afirmando que a “ESPERANÇA MORRE”! ou seja, “MESMO QUE SEJA A ÚLTIMA COISA, A ESPERANÇA MORRE!”.
  • No entanto, há Um que é nossa única esperança para o nosso viver: O SENHOR JESUS CRISTO! Ele mesmo é a NOSSA VIVA ESPERANÇA!

II - SIGNIFICADOS DE “ESPERAR”, “ESPERANÇA” e “ANGÚSTIA DE JACÓ”:

  • (1) - ESPERAR - Permanecer em prontidão e expectativa. Na Bíblia, a palavra “esperar” normalmente sugere a expectativa ansiosa, ainda que confiante, do povo de Deus para que o Senhor intervenha em seu favor. Portanto, esperar é o exercício da fé.
  • (2) - ESPERANÇA - Expectativa confiável. Na Bíblia, a palavra “esperança” significa tanto o ato de esperar (Rm 4.18; I Co 9.10) quanto o que se espera (Cl 1.5; I Pe 1.3). Não é pensamento fantasioso, mas uma firme segurança em algo não visível e ainda futuro (Rm 8.24-25; Hb 11.1, 7).
  • (3) - ANGÚSTIA DE JACÓ - Provação a que será submetida a descendência de Israel durante a Grande Tribulação. Angústia fala de um aperto sem referências, quer na história sagrada, quer na história secular do povo de Deus. É o sofrimento dos sofrimentos! A angústia de Jacó terá como clímax a conversão nacional de Israel (Zc 12.10).
  • (3.1) - Uma das passagens bíblicas utilizadas para figurar a passagem de Israel pela Grande Tribulação é a de Daniel capítulo 3. Notemos bem:
  • (A) - A fornalha de Nabucodonosor representa, em figura, a GRANDE TRIBULAÇÃO;
  • (B) - Os três hebreus, figurativamente, representam ISRAEL;
  • (C) - Aqueles jovens não foram salvos da fornalha ardente, mas dentro dela, a qual é uma salvação ainda maior;
  • (D) - Logo, Israel não será salvo da Grande Tribulação, mas, justamente, no período da mesma, “dentro” da mesma - Zc 12:7-14; 13:6.
  • Isto se cumprirá com a vinda de Jesus em glória, quando “todo o olho O verá, até mesmo os que o transpassaram”, quando, então, o remanescente de Israel será salvo - Mt 26:64; Apc 1:7; Rm 9:27. E, assim, será inaugurada a fase áurea do Reino de Deus na terra.

III - FÉ QUANDO NÃO Hà ESPERANÇA:

Esperando contra a Esperança - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:

- Ao iniciar a aula, façam o que costumeiramente oriento: cumprimentem os alunos. Perguntem como passaram a semana e nessa conversa informal, vocês perceberão quem está precisando de oração ou de uma conversa e até de uma visita.

- Para introduzir o tema da lição, utilizem a sugestão proposta na orientação pedagógica da lição, com uma modificação: ao invés de vocês trabalharem características de uma pessoa sem esperança, enfatizem as características de uma pessoa que tem sua esperança em Deus.

- Depois de estudarem os conteúdos dos itens da lição, sugiro a leitura de uma fábula com o título “Esperança” ou utilizar a dinâmica “A Estrela Verde“, adaptada do texto de reflexão já citado.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz

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Esperando contra a Esperança - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÃUREO“Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos” (Jó 14.7).

- Jó afirma que uma árvore tem mais esperança que um homem: nesse sentido, quando a árvore é cortada, brota novamente e cresce, mas o homem quando é cortado, para onde vai? Jó, então, ensina que o homem expira, rende seu espírito e vai para o sheol até que de lá seja chamado para o julgamento. Seu clamor ao SENHOR era que a morte o alcançasse, ele tinha esperança de ressurreição (v. 13), ele concluiu que a morte era a única saída para escapar das agruras da vida, do mar de misérias em que estava mergulhado, assim, ‘escondido’ no sheol. Jó desejou a morte - parece não ter mais esperança, e sugere que o SENHOR o deixe morrer e o ressuscite quando a sua ira se acalmasse. Esse pessimismo de Jó é compreensível, notável é ver sua esperança brotando (14.14). Ao desejar o túmulo, Jó mostra que cria na esperança da ressurreição e numa vida futura melhor, ainda que, não seja a finalidade deste texto fundamentar uma doutrina sobre a ressurreição, ele mostra que a idéia estava na mente do povo daqueles dias.

VERDADE PRÃTICA

O que confia em Deus jamais será subvertido pelo desespero; em meio às crises, brotará a esperança.

LEITURA BÃBLICA EM CLASSE

Jeremias 30. 7-11

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

- Saber que a esperança é uma das virtudes fundamentais da fé cristã;

- Explicar o significado da expressão “angústia de Jacó”;

- Compreender que dias atribulados estão reservados a Jerusalém, mas o Senhor jamais a desamparará.

PALAVRA-CHAVE

Esperança

Uma das três virtudes teologais da fé cristã, através da qual, o crente é motivado a crer no impossível e a vislumbrar a intenção divina nos momentos mais críticos.

COMENTÃRIO

(I. INTRODUÇÃO)

Como ter esperança quando atravessamos uma crise? O desejo do Espírito Santo é nos encher de esperança. O fruto da esperança é a alegria e a paz. Aqueles que crêem esperam - a fé é definida como ‘a certeza das coisas que se esperam‘ (Hb 11.1), porque as coisas invisíveis que se esperam, no futuro, são alcançadas pela fé. Os que acreditam em Deus esperam nEle. A esperança é certa; em Hebreus 6.9-19, o escritor define a esperança perfeita como a ‘âncora da alma, segura e firme‘ (Hb 6.18,19). Que figura interessante! Para que a embarcação não seja levada pelas águas, a âncora é lançada. De acordo com a Bíblia, Cristo é a ‘nossa esperança‘ (1Tm 1.1), e o nosso Deus é chamado de ‘o Deus da esperança‘ (Rm 15.13). Com o profeta Jeremias, aprenderemos hoje a crer contra a própria esperança (Rm 4.18). Àquele que confia em Deus, mesmo que a esperança venha a lhe morrer e seja ela sepultada, há de ressurgir em glória. A esperança produz paciência (Rm 8.25), a esperança fortifica e dá confiança para completarmos a carreira, para combatermos o bom combate e suportarmos as tribulações e angustias desta vida (Jo 16.33). Clique aqui para ler o texto completo »

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Esperando contra a Esperança - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Ãureo: Jó 14.7 - Leitura Bíblica em Classe: Jr.30.7-11.
Pb. José Roberto A. Barbosa http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Objetivo: Mostrar aos crentes que aqueles que esperam nos Senhor terão suas forças renovadas, e, mesmo como uma árvore cortada, poderá, ao seu tempo, frutificar.

INTRODUÇÃO
O julgamento sobre Judá seria inevitável. Diante da calamidade, o profeta teria motivos para desesperar-se. Mas, conforme estudaremos na lição de hoje, ele adotou uma atitude de esperança. Nos dias atuais, veremos, nesta aula, que, do mesmo modo, temos fundamentos, em Cristo, para esperar um futuro promissor.

1. O DESESPERO JUDAICO
O capítulo 30 de Jeremias, de acordo com alguns estudiosos, destaca o período próximo ao exílio, por volta do ano 587 a. C. A calamidade já havia se instaurado sobre a nação e o povo havia perdido a esperança. O profeta que até então havia vaticinado o julgamento, passa, nesse momento, a mostrar que ainda há esperança. Ele destaca que o cativeiro servirá de lição para aqueles que se distanciaram do Senhor (Jr. 30.1-3). O tempo de angústia, na condição profética, nunca é o fim, mas um prelúdio para dias melhores que virão no futuro (Am. 5.19,20; Sf. 1.14-18). O Israel de hoje já começa a desfrutar das promessas que alcançarão sua plenitude durante o Milênio, no qual Cristo estará reinando com Sua igreja (Ap. 20.2-7). Por esse tempo, todas as profecias elencadas no Antigo Testamento, que dizem respeito a Israel, se cumprirão. Já temos atualmente um Estado de Israel, criado, maravilhosamente, em um só dia (Is. 66.8). No dia 14 de maio de 1948 a criação desse Estado foi proclamada. O povo judeu passou por muitos sofrimentos ao longo da sua história. Um dos mais marcantes foi o da perseguição durante o período da Segunda Guerra Mundial. Hitler exterminou mais de 6 milhões de judeus. Mas esse povo não foi esquecido de Deus, há promessas que se cumprirão no futuro (Rm. 11). Haverá o dia no qual eles reconhecerão que Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores, e, então, a redenção judaica será plena, essa é a esperança do povo judeu.

2. O DESESPERO HUMANO
O desespero, entretanto, não é uma especificidade dos judeus. A sociedade moderna está toldada por esse sentimento. As pessoas não sabem mais em quem ou em que esperar. Os sonhos da humanidade, de certo modo decorrentes do período pós-guerra, esmaeceram. As expectativas de progresso se dissiparam com a explosão das bombas atômicas da Guerra. O ser humano perdeu a esperança no próprio homem, e o mais triste, no próprio Deus. A voz do desespero humano pode muito bem ser ecoada a partir das reflexões do filósofo Nietzsche. Ele entendeu que estávamos diante de uma geração anticristã. Ele mesmo constatou a morte de Deus, isto é, que a humanidade não mais vivia a partir dos pressupostos cristãos. Testemunhamos, como resultado do desespero humano, a angústia e mais uma série de mazelas que acompanham a sociedade. Não há mais absolutos, por esse motivo, todos vivem a partir de um relativismo extremado. Cada um faz o que pensa e o que acha que é melhor para as suas vidas. Como Deus está “morto”, cada um tenta dar sentido à sua vida a partir da esfera material. Nunca o ser humano valorizou tanto o material em detrimento do espiritual. O dinheiro - Mamon - está entronizado no coração das pessoas. A depressão tornou-se uma mal recorrente que se alastra em todas as camadas sociais. A morte tornou-se um fim em si mesmo, a existência humana está reduzida ao corpo físico, que, neste contexto, se transformou em objeto de culto. A eternidade dura apenas enquanto o corpo consegue se manter saudável e com boa aparência. Alguns filósofos recentes retrataram com maestria essa condição, dentre eles destacamos Jean Paul Sartre e Albert Camus. Entre eles, um cristão, Soren Kierkegaard, lançou, no absurdo da fé, o escape contra o desespero. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Poder da Verdadeira Profecia - Pr. Osiel Varela

Lição 08 - 2º Trimestre/2010 - CPAD - Autor: Osvarela

Isa. 8.20. À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva. [é porque não há luz neles].

SITUANDO O ALUNO:

LEIA O CAPÃTULO 27 DE Jeremias.

Ali está a situação pela qual Jeremias foi levado a colocar a canga em seu pescoço, em um simbolismo próprio do exercício de seu ministério profético em Israel.

Jr. 27.1-3;9. NO princípio do reinado de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá, veio esta palavra a Jeremias da parte do Senhor, dizendo:Assim me disse o Senhor: Faze uns grilhões e jugos, e põe-nos ao teu pescoço. E envia-os ao rei de Edom, e ao rei de Moabe, e ao rei dos filhos de Amom, e ao rei de Tiro, e ao rei de Sidom, pela mão dos mensageiros que vêm a Jerusalém a ter com Zedequias, rei de Judá. E vós não deis ouvidos aos vossos profetas, e aos vossos adivinhos, e aos vossos sonhos, e aos vossos agoureiros, e aos vossos encantadores, que vos falam, dizendo: Não servireis ao rei de Babilônia.

VEJA ESTUDO DO AUTOR:

Link: http://www.ensinodominical.com.br/os-falsos-profetas-osiel-varela/

NESTE ESTUDO PUBLICADO EM 04/09/2009, o autor dá uma visão etimológica para prophetes, nabi e outros termos e destaca a atuação da ação dos falsos profetas, numa visão neotestamentária e veterotestamentaria.

Assim, o leitor deste texto é aconselhado a ler ou reler o estudo em destaque para obter ou rever os dados ali publicados de forma extendida.

Mt. 7.15. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.

Jr.5.5. Irei aos grandes, e falarei com eles; porque eles sabem o caminho do Senhor, o juízo do seu Deus; mas estes juntamente quebraram o jugo, e romperam as ataduras.

LEITURA BÃBLICA EM CLASSE:

Livro do Profeta Jeremias. 28.5-12;16,17.

Destaque No Texto:

Jr.28. 6 Disse, pois, Jeremias, o profeta: Amém! Então Hananias, o profeta, tomou o jugo do pescoço do profeta Jeremias, e o quebrou….veio a palavra do Senhor a Jeremias, depois que Hananias, o profeta, quebrou o jugo de sobre o pescoço de Jeremias,este ano morrerás, porque falaste em rebeldia contra o Senhor. o profeta, dizendo:…Eis que te lançarei de sobre a face da terra; 17 E morreu Hananias, o profeta, no mesmo ano, no sétimo mês.

ITEM 1- COMO ERAM CLASSIFICADOS E DENOMINADOS OS PROFETAS NO AT?

Eram utilizadas quatro palavras básicas para os que ministravam a palavra profética, sobre o povo:

Além de serem denominados “profetas” (hebraico nabi), também recebiam o nome de “videntes” (roeh ou chozeh),,”sentinelas” (tsaphah) ou “pastores” (raah). Clique aqui para ler o texto completo »

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O Poder da Verdadeira Profecia - Pr. Adilson Guilhermel

LIÇÃO 8, O PODER DA VERDADEIRA PROFECIA

Texto Ãureo: Isaías 8.20 “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva”

Leitura Bíblica em Classe - Jeremias 28.5-12,16,17

O PODER DA PROFECIA ESTÃ NA SUA LEGITIMIDADE

1. TODA PROFECIA DEVE SER JULGADA

  • A profecia não pode ser produzida pelo homem - 2 Pe 1.21 Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.
  • A profecia deve ser entregue com o aval divino - Dt 18.20 Porém o profeta que tiver a presunção de falar alguma palavra em meu nome, que eu não lhe tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá.
  • A profecia deve estar de acordo com a palavra - Is 55.11 Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.

2. TODA PROFECIA DEVE SER PROVADA

  • Os eventos preditos por Deus tem que acontecer - Dt 18.22 Quando o profeta falar em nome do SENHOR, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele.
  • A predição só é legítima quando procede de Deus - I Jo 4.1 Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.
  • O que é de Deus jamais contradiz seus princípios - Nm 23.19 Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?

3. TODA PROFECIA DEVE TER EFEITOS

  • Quando o Senhor fala tem resultados - Is 14.24 O SENHOR dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará.
  • Quando o Senhor fala tudo acontece - Is 14.27 Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem o invalidará? E a sua mão está estendida; quem pois a fará voltar atrás?
  • Quando o Senhor fala não há confusão - I Co 14.33 Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.Como trabalhar com o esboço: O esboço tem uma estrutura de três tópicos e nove sub tópicos. Os três tópicos são extraídos do texto áureo da lição que é o versículo chave. Os sub tópicos são extraídos dos textos da leitura bíblica em classe através de uma exegese do texto, com começo meio e conclusão. Cada sub tópico tem uma ou duas referências bíblicas que deve ser consultada através de um bom comentário bíblico e assim haverá um entendimento mais profundo de cada referência e com isso o ministrador pode dar uma aula com segurança, confiança e sabedoria.

Obs.: quem gosta de tudo pronto nunca vai aprender a preparar.

Elaborado pelo Pr Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços da EBD

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O Poder da Verdadeira Profecia - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 08 - O PODER DA VERDADEIRA PROFECIA

INTRODUÇÃO

Foi em períodos de crise como os do profeta Jeremias que as profecias do Antigo Testamento tiveram maior florescimento. Toda a Bíblia, de maneira genérica, consiste de matéria profética. Sem profecia, o conhecimento de Deus tornar-se-ia impossível. Jeremias foi um autêntico profeta de Deus, manteve-se fiel ao seu chamado, e combateu com toda a veemência os falsos profetas que surgiram em seu tempo.

I-O que é profecia?

O termo profecia vem do lat. prophetia, e significa: revelação inspirada, sobrenatural e única do conhecimento e da vontade de Deus. As profecias na atualidade, são parte dos dons espirituais manifestados na igreja de Cristo. Embora válidas para consolação e edificação dos fiéis, não podem modificar qualquer doutrina esposada pelas Escrituras, pelo contrário, devem passar pelo crivo da Bíblia Sagrada para serem recebidas na igreja (I Co 15.26-40).

A profecia bíblica tem dois objetivos básicos:

  • Manifestar os fatos concernentes a Deus e as suas relações com a humanidade
  • Declarar os seus decretos em momentos de crise espiritual, visando preservar as alianças e concertos estabelecidos entre o Eterno e o seu povo

II-A função Profética

O termo profeta vem do hb. nabi, e do gr. prophetes. No A.T., era a pessoa devidamente autorizada e vocacionada por Deus, para falar por Deus e em lugar de Deus (Ez 2.1-10). O profeta era um mestre incontestável quando sob a inspiração do Espírito Santo, que preservava o conhecimento divino e revelava a vontade do Único e Verdadeiro Deus. Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - O Poder da Verdadeira Profecia - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 8 - O Poder da Verdadeira Profecia. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 8 - 2T/2010

2ª Parte - Lição 8 - 2T/2010

3ª Parte - Lição 8 - 2T/2010

4ª Parte - Lição 8 - 2T/2010

5ª Parte - Lição 8 - 2T/2010

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O Poder da Verdadeira Profecia - Pr. Altair Germano

A 8ª lição da CPAD deste trimestre aborda o tema “profeta e profecia”. A lógica da lição é a seguinte: falsos profetas transmitem profecias falsas, enquanto verdadeiros profetas transmitem profecias verdadeiras.
PLANO DE AULA

1. OBJETIVOS DA LIÇÃO (Extraídos da Lição Bíblica-CPAD)

-Compreender qual é a função e a relevância do profeta de acordo com as Escrituras.
-Saber que os falsos profetas sempre vão se opor aos profetas do Senhor.
-Conscientizar-se de que, nos últimos dias, aparecerão muitos falsos profetas que, se possível, enganarão até os escolhidos.

2. CONTEÚDO

O primeiro ponto da lição trata de definir o que é um profeta. Traremos aqui algumas informações extras como subsídio.

O QUE É UM PROFETA

O termo “profeta” deriva-se do hebraico nabhi (aquele que foi chamado, aquele que foi nomeado) e ocorre cerca de 309 vezes na Bíblia. O termo é usado tanto para se referir aos verdadeiros e aos falso profetas. A primeira ocorrência de nabhi está em Gênesis 20.7, onde Abraão é chamado de profeta. A segunda ocorrência acontece em Êxodo 7.1, que diz: “Então, disse o SENHOR a Moisés: Eis que te tenho posto por Deus sobre faraó; e Arão, teu irmão, será o teu profeta”. É exatamente neste sentido (porta-voz) que o termo é utilizado para aqueles que falam em nome de Deus.

O termo grego para “profeta” é prophetes. Trata-se de um substantivo composto da raiz phe (dizer, proclamar), do prefixo pro (antes, de antemão). Embora possa ter o sentido de “aquele que prediz”, na literatura antiga a combinação do prefixo pro com os verbos para “falar” não possui a idéia de indicar o futuro. Dessa forma, profeta pode significar “o que proclama abertamente”, “o que proclama em alta voz”, “o que declara abertamente”, “o que denuncia abertamente” etc.

Unindo os termos do Antigo e do Novo Testamento, pode-se entender “profeta” como alguém nomeado por Deus para proclamar abertamente a sua palavra. Dessa forma, a autoridade do profeta reside naquele que o nomeou e na fidelidade para com a mensagem recebida.

OS FALSOS PROFETAS

Como já citados na lição passada, os falsos “profetas”, ou seja, aqueles que dizem falar em nome de Deus, são reconhecidos pela ausência de frutos (caráter cristão e compromisso com Deus) em suas vidas, ou pela má qualidade dos mesmos (Mt 7.15-20). Eles geralmente: Clique aqui para ler o texto completo »

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O Poder da Verdadeira Profecia - CPAD

Leitura Bíblica em Classe
Jeremias 28.5-12,16,17

Introdução
I. O que é o profeta
II. O falso profeta Hananias entra em cena
III. Cuidado com os falsos profetas

Conclusão

O PROFETA E SUA FUNÇÃO

O profeta e a teocracia. A afirmação de que existia uma grande separação entre o sacerdote e o profeta, era praticamente um axioma[1] da escola superior de crítica de Wellhausen. O sacerdote era o representante formal e oficial da religião, enquanto já o profeta fora chamado para um tipo mais espiritual de religião. Estabeleceu-se uma reação contra essa falsa disjunção[2], e atualmente os estudiosos afirmam que a ênfase ao sacerdote e ao profeta não era necessariamente antagônica. Na verdade, existiam alguns (por exemplo, A. R. Johnson) que até mencionavam profetas ligados a seitas, afirmando que o profeta era, muitas vezes, um empregado da seita de que fazia parte. 
Do ponto de vista bíblico-teológico, podemos dizer que o profeta era um guardião da teocracia [grifo nosso]. De acordo com o costume da época, ele realmente tinha acesso à presença dos reis. Quando os reis teocráticos precisavam de algum encorajamento ou censura, o profeta estava sempre presente para oferecer ajuda (Is 7.3ss.; 37.5-7; 21.35). Era seu dever mostrar o curso de ação que Deus desejava que a nação adotasse [grifo nosso]. Portanto, os profetas não eram simples figuras políticas, mas pronunciavam-se sobre questões políticas, porque elas poderiam influir no futuro curso da teocracia. 
Profetas falsos e verdadeiros
. Era de se esperar que a verdadeira profecia sofresse a oposição dos imitadores (Dt 13.1-5). Alguns homens falavam em nome de outros deuses, mas alguns falavam falsamente em nome de Jeová. Um exemplo notável desses últimos foi Hananias, que falsamente profetizou a respeito do exílio (Jr 28). 
Para distinguir o verdadeiro profeta do falso que declarava falar em nome de Deus, havia o teste do cumprimento da profecia: seu cumprimento versus seu não-cumprimento (Dt 18.20-22; cf. Jr 28). No caso daqueles profetas que prenunciavam eventos em um futuro tão distante que não poderiam ser avaliados pelo teste do cumprimento, eles eram julgados pela sua doutrina, além de quaisquer eventos que pudessem ocorrer durante sua vida (cf. Jr 25.12; Dn 19.37). Clique aqui para ler o texto completo »

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