Arquivos de Junho de 2010
Publicado em 30 de Junho de 2010 as 02:24:15 PM
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ALUNO(A):____________________________________________
CLASSE: _________________________________ NOTA:______
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 01 DO 3º TRIMESTRE/2010
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1. Em relação aos profetas do Antigo Testamento, considere as seguintes afirmações:
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I.
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Inspiram e instruem a igreja de Cristo. |
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II.
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O Senhor Jesus Cristo e os seus apóstolos fizeram-lhes referências. |
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III.
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Inspiram e instruem somente a Israel. |
São corretas as afirmações:
| A |
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I e II apenas. |
| B |
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II e III apenas. |
| C |
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I e III apenas. |
| D |
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I apenas. |
| E |
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I, II e III. |
02. Em Números 11.11-15,16,17, observamos Moisés achar pesado o seu cargo. Assinale o que for incorreto sobre esse assunto:
| A |
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O Senhor aliviou a carga de Moisés. |
| B |
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Moisés sentiu-se incapaz de conduzir o povo de Israel à Terra Prometida. |
| C |
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O Senhor tirou do espírito que estava sobre Moisés e colocou sobre sessenta anciãos de Israel. |
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| D |
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Moisés sentiu-se incapaz de satisfazer plenamente às necessidades do povo. |
| E |
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Moisés queixou-se que não tinha carne para dá a todo o povo. |
03. Com a ajuda dos _____ anciãos do povo hebreu, Moisés iniciou ao que posteriormente ficou conhecido como o ministério _______ em Israel.
àpara que o texto fique adequadamente preenchido, as lacunas devem ser completadas, respectivamente, por:
| A |
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sessenta e profético. |
| B |
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setenta e sacerdotal. |
| C |
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setenta e profético. |
| D |
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sessenta e sacerdotal. |
| E |
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setenta e intercessório. |
04. “Tomara que todo o povo do Senhor fosse profeta” (Nm 11.29). Qualquer pessoa podia ser profeta, desde que tivesse uma chamada divina. Com base nessas informações, qual das informações abaixo está incorreta?
| A |
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Na Bíblia há profetas e profetizas. |
| B |
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Não havia objeção quanto às condições físicas para alguém ser profeta. |
| C |
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O profeta Amós era camponês. |
| D |
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Os profetas precisavam pertencer a certa família sacerdotal, como a de Arão. |
| E |
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Não havia restrição de idade para alguém ser profeta. |
5. Sobre o termo “profeta”e seu significado, assinale o que for incorreto.
| A |
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O sentido do termo é “falar em nome de Deus”. |
| B |
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Sua etimologia é incerta. |
| C |
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O profeta revela algo impossível de saber através de recursos humanos. |
| D |
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O profeta é um “porta-voz”, um “embaixador”. |
| E |
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Não é possível ver o significado do termo pelo seu uso nas Escrituras. |
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6. Em relação a abrangência do termo, é correto afirmar, que:
| A |
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O termo “falso profeta” não se relaciona adivinhos e profetas das divindades pagães. |
| B |
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O verbo “profetizar” não tem nenhum significado em nossos dias. |
| C |
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O termo “falso profeta”aparece na versão grega dos setenta, conhecida como Septuaginta, e em o Novo Testamento, mas não existe nas Escrituras hebraicas. |
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| D |
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O termo “falso profeta” aparece nas Escrituras hebraicas. |
| E |
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O substantivo profeta não tem amplo significado no Antigo Testamento. |
7. Identifique a única alternativa incorreta:
| A |
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Samuel presidia a congregação de profetas em Naiote, região de Ramá, onde residia. |
| B |
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Elias chegou a ser o mestre de uma organização de profetas. |
| C |
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O profetismo como movimento, surgiu séculos depois do ministério mosaico. |
| D |
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No ministério mosaico iniciou-se a atividade profética em Israel. |
| E |
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Há quem negue a existência da escola e do ministério dos profetas como instituição em Israel nos tempos do Antigo Testamento. |
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08. Na questão a seguir escreva no parêntese a soma dos itens corretos: Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Junho de 2010 as 08:42:37 AM
“E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o SENHOR, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele”. (Nm 12.6)
Introdução
O ministério profético no Antigo Testamento foi algo notável da autoridade divina na vida dos santos homens de Deus. Os profetas tornaram-se o canal de comunicação entre Deus e os homens, e a sua missão era levar a verdadeira mensagem. Mesmo que alguns não a aceitassem, Deus continuou por gerações a falar de contínuo com os homens através deste ministério. O ministério profético, tema deste trimestre, certamente contribuirá para o enriquecimento espiritual da igreja.
I – O profeta no tempo patriarcal.
Uma das funções determinadas por Deus, para o homem, e isto se define a um uso instrumental ao ofício de profeta, é a mais antigas entre todos os momentos em que Deus se relaciona com a humanidade. Para se declarar ao homem Deus falava aos seus ouvidos, como foi no principio com Adão (Gn 2.16), e daí em diante as manifestações do divino passam a ser de ordem específica e com a sua verdadeira presença. O plano do Senhor em abrir uma “linha de comunicação”, neste caso que ligasse a criatura com o seu criador, fez com que o Senhor usasse o próprio homem como seu instrumento.
O fato de Deus criar esse mecanismo de comunicação faz com que o homem que outrora caído, passa a partir daí, a se comunicar com o Senhor. Ao se falar de algo tão profundo, e ao mesmo tempo maravilhoso, é de igual importância entender que aqueles que são chamados, estes são sem duvida as pessoas mais importantes para o estudo deste trimestre. Portanto existe a importância de se compreender a necessidade do uso do ministério profético, que levou o Senhor a escolher uma grande quantidade de homens, em tempos determinados, para a expressão maior da presença divina, a profecia.
O termo profeta aparece já pela primeira vez em Genesis 20.7, quando o Senhor aparece em sonho a Abimeleque rei de Gerar, e repreendo este rei em favor de Abraão. “Agora, pois, restitui a mulher ao seu marido, porque profeta é, e rogará por ti, para que vivas; porém se não lha restituíres, sabe que certamente morrerás, tu e tudo o que é teu”. O Senhor estava preservando o casamento de Abraão, e a presença dEle sobre a vida daquele casal. Ao observarmos quando o Senhor diz: “restitui a mulher do seu marido, porque profeta é,” foi o Senhor quem disse e não o homem. Ao passo que, na continuação do versículo, se Abimeleque desobedecer à ordem divina valeria a sentença de morte. O episódio de Abraão retrata muito bem o carisma com que Deus sempre tratou os seus mensageiros (Sl 105.15). Abraão foi o primeiro ao qual o Senhor se refere como profeta.
E foi através de homens cheios da graça Divina que foram manifestadas a presciência de Deus aos homens. O divino revelando-se em seus projetos aos seus servos os santos profetas. Desta forma, a operação do ministério profético, começaria bem mais adiante na história de Israel. Cerca de 430 anos após Abraão, Deus levantaria outro homem que principiaria esse ministério. Foi através de Moisés que o realmente os profetas foram efetivados como pessoas que poderiam possuir um ministério dado pelo Senhor aos homens (Nm 11.29).
II - Um trabalho determinado por Deus
O ministério profético torna os homens escolhidos por Deus em verdadeiros instrumentos em suas mãos (Sl 104.4). A profecia refere-se ao ser humano como o canal de comunicação que o Senhor usou para transmitir aos seus servos na antiguidade todas as verdades inerentes aos acontecimentos do presente e futuro daquele período (Is 41.22). Os profetas se apresentavam aos seus contemporâneos como homens que tinham uma palavra a dizer. O oráculo falado é a forma pela qual a palavra de Deus era expressada. Cada profeta possuía uma singularidade que era sua marca de originalidade. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 29 de Junho de 2010 as 11:48:13 AM
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA
ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 01 - DATA:04/07/2010
TÍTULO: “O MINISTÉRIO PROFÉTICO NO ANTIGO TESTAMENTO”
TEXTO ÁUREO – Os 12:10
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Nm 11:24-29
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
• Não existe escola ou curso teológico onde se ensina a função de profeta; tampouco é transmitida por hereditariedade, como no caso do sacerdote e rei! O ministério profético é uma chamada específica de Deus.
II – A IDÉIA ESCRITURÍSTICA DE PROFETA:
• OS TERMOS EMPREGADOS NAS ESCRITURAS: O V.T. emprega três palavras para designar um profeta. Observemos pela leitura dos versículos bíblicos abaixo:
• “Antigamente em Israel, indo qualquer consultar a Deus, dizia assim: Vinde, e vamos ao VIDENTE; porque ao PROFETA de hoje antigamente se chamava VIDENTE” – I Sm 9:9; e
• “Os atos, pois, do rei Davi, assim os primeiros como os últimos, eis que estão escritos nas crônicas de Samuel, o VIDENTE, e nas crônicas do PROFETA Natã, e nas crônicas de Gade, o VIDENTE” – I Cr 29:29.
• Desta forma, estudemos de forma separada:
II.1 – O TERMO “VIDENTE”:
• As palavras traduzidas por VIDENTE (RÕ’EH; HÕZEH ou CHOZEH) - enfatizam o meio pelo qual o profeta se comunicava com Deus. Significam:
“ALGUÉM QUE RECEBE REVELAÇÕES DA PARTE DE DEUS, PARTICULARMENTE NA FORMA DE VISÕES”.
II.2 – O TERMO “PROFETA”:
• A palavra traduzida por PROFETA (NÃBÎ’ ou NABHI) – Representa O PROFETA, quer verdadeiro ou falso, ou ainda aos profetas pagãos (Dt 13:1-5; I Rs 18:19). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 29 de Junho de 2010 as 11:43:01 AM
Professoras e professores, estamos iniciando mais um conjunto de lições. Neste trimestre, estudaremos sobre “O Ministério Profético na Bíblia – A Voz de Deus na Terra”. Para a primeira aula, faço as seguintes sugestões:
1 – Ao iniciar a aula, cumprimentem os alunos, perguntem como passaram a semana.
2 – Para introduzir o assunto a ser estudado, falem:
- do tema do trimestre.
- quem é o comentarista: veja informações sobre ele na interação da lição 01. Se houver condições mostre uma imagem (foto).
- sobre a capa da lição: peçam para os alunos observarem a capa e perguntem “O que tem a ver a figura com o tema da lição?” Observem atentamente o que os alunos dizem.
- dos temas a serem estudados, lendo os títulos das 13 lições. Vocês podem dinamizar esta leitura, realizando-a de forma compartilhada, por exemplo:
Lição 01 – professor
Lição 02 – alunos da 1ª fila
Lição 03 – alunos da 2ª fila
Lição 04 – todos
E assim, sucessivamente até chegar a última lição.
Falem que, dessa forma, foi apresentada uma visão panorâmica do trimestre e a cada domingo, haverá o aprofundamento de um tema. E agora, comecem o estudo da lição 01.
3 – Trabalhem os itens da lição nesta ordem: II, III e I.
4 - Utilizem a dinâmica “Porta-voz”, após o item II.
Publicado no blog Atitude de Aprendiz
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Publicado em 28 de Junho de 2010 as 09:31:49 AM
Texto Áureo: Os. 12.10 - Leitura Bíblica em Classe: Nm. 11.24-26
Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com
Objetivo: Explicitar o caráter do ministério profético no Antigo Testamento.
INTRODUÇÃO
Neste trimestre, estudaremos, na Escola Bíblica Dominical, o ministério profético na Bíblia. As lições a serem estudadas visam orientar a respeito da natureza profética da fé judaico-cristã. Diferentemente de profissões de fé, que se baseia na experiência (misticismo) ou na razão (deísmo), o judaísmo e o cristianismo se fundamentam na palavra profética (revelação). Durante as aulas, atentaremos para o caráter profético da fé judaico-cristã, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Na aula de hoje, analisaremos panoramicamente o ministério profético no Antigo Testamento.
1. PROFETAS E PROFECIAS, DEFINIÇÕES
Profetizar, em hebraico, é nabá que pressupõe sempre uma atuação do Espírito de Deus. Essa palavra significa “anunciar” ou “declarar”. A atividade profética através do Espírito de Deus se manifestou, inicialmente, aos anciãos e reis de Israel (Nm. 11.5; I Sm. 10.5; 19.20), ainda que Abraão seja o primeiro na Bíblia a receber a denominação de profeta (Gn. 20.7). Deus é quem prepara os profetas e os comissiona para essa tarefa (Ex. 3.1-4; Is. 6; Jr. 1.4-19; Ez. 1-3; Os. 1.2; Am. 7.14,15). Nos dias de Samuel existia uma escola de profetas que deram ao ofício profético autoridade e perpetuidade (I Sm. 19.18-19; II Rs. 2.3-5; 4.38; 6.1). Os estudiosos fazem a diferença entre os profetas canônicos e não canônicos. Entre esses últimos estaria Micaias, em I Rs. 22.8, que profetizou contra o rei Acabe em Israel. Entre os canônicos, destacamos Jeremias e Ezequiel que denunciaram o pecado do povo de Judá (Jr. 19.14; 20.21; 26.9; Ez. 34.2) e das nações (Ez. 4.7; 6.2; 13.2; 21.2; 29.2; 36.6; 38.2; 39.1). Positivamente, os profetas visualizaram a reconstrução de Israel, em Ezequiel, a partir de um vale de ossos secos (Ez. 37.4) e Joel, antevendo a atuação do Espírito em uma era vindoura (Jl. 2.28). Profeta, em hebraico, é nabi, palavra formada a partir de nabá, utilizada para se referir ao ministério profético. O profeta do Senhor está comissionado a falar, a ser um porta-voz de Deus. O termo nabi também é utilizado no Antigo Testamento para os falsos profetas, os quais estão sujeitos ao julgamento divino, tais como os profetas de Baal (I Rs. 18.19; II Rs. 10.19).
2. O PROFETA NO ANTIGO TESTAMENTO
O profeta do Antigo Testamento atua pelo Espírito Santo a fim de denunciar práticas que se opõem à vontade de Deus (Am. 8.4-6). O profeta manifesta a insatisfação do Senhor devido o ser humano ter se distanciado dEle e buscado alternativas inócuas (Jr. 2.12-13). O profeta tende à impopularidade, pois suas palavras costumam ser perturbadoras (Is. 49.2; Hc. 2.6,9 11-12; Is. 10.13; Jr. 8.9). A mensagem profética destoa dos valores comumente reconhecidos pela sociedade (Jr. 11.18; Is. 40.15,17; Jr. 4.23-26). O profeta vetero-testamentário é um iconoclasta, isto é, um destruidor de ídolos, sejam eles externos – os deuses pagãos – ou internos – produto da religiosidade judaica (Jr. 6.20; 7.21-23). Isso porque o profeta percebe, pela Palavra do Senhor, que a religiosidade, per se, manifestada na adoração do templo, era incapaz de manifestar uma fé genuína, na verdade, serviria apenas para ocultar a ausência de uma espiritualidade sadia (Jr. 7.4-15). Mas o profeta, em consonância com o Senhor, não é insensível à dor do povo, nem mesmo aos seus pecados (Ez. 18.23), sua meta principal é conduzi-lo ao restabelecimento espiritual (Is. 35.3). Para tanto, o profeta chama seus ouvintes à responsabilidade. Por causa disso, o profeta é obrigado a viver em solidão, e frequentemente, na miséria (Jr. 15.15; 20.9-18; Am. 5.10), mesmo assim, não pode fugir da responsabilidade para a qual foi comissionado (Ez. 2.4-6; 3.8,9; 33.6-7; Mq. 3.8; Jr. 2.19). Apesar de tudo isso, o profeta encontra satisfação no Senhor, nas Suas Palavras (Jr. 15.16). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Junho de 2010 as 01:21:27 PM
Is 6.8,9 “Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim . Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis.”
O LUGAR DOS PROFETAS NA HISTÓRIA DE HEBREUS.
(1) Os profetas do AT eram homens de Deus que, espiritualmente, achavam-se muito acima de seus contemporâneos. Nenhuma categoria, em toda a literatura, apresenta um quadro mais dramático do que os profetas do AT. Os sacerdotes, juízes, reis, conselheiros e os salmistas, tinham cada um, lugar distintivo na história de Israel, mas nenhum deles, logrou alcançar a estatura dos profetas, nem chegou a exercer tanta influência na história da redenção.
(2) Os profetas exerceram considerável influência sobre a composição do AT. Tal fato fica evidente na divisão tríplice da Bíblia hebraica: a Torá, os Profetas e os Escritos (cf. Lc 24.44). A categoria dos profetas inclui seis livros históricos, compostos sob a perspectiva profética: Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis. É provável que os autores desses livros fossem profetas. Em segundo lugar, há dezessete livros proféticos específicos (Isaías até Malaquias). Finalmente, Moisés, autor dos cinco primeiros livros da Bíblia (a Torá), era profeta (Dt 18.15). Sendo assim, dois terços do AT, no mínimo, foram escritos por profetas.
PALAVRAS HEBRAICAS APLICADAS AOS PROFETAS.
(1) Ro’eh. Este substantivo, traduzido por “vidente”, em português, indica a capacidade especial de se ver na dimensão espiritual e prever eventos futuros. O título sugere que o profeta não era enganado pela aparência das coisas, mas que as via conforme realmente eram — da perspectiva do próprio Deus. Como vidente, o profeta recebia sonhos, visões e revelações, da parte de Deus, que o capacitava a transmitir suas realidades ao povo.
(2) Nabi’. (a) Esta é a principal palavra hebraica para “profeta”, e ocorre 316 vezes no AT. Nabi’im é sua forma no plural. Embora a origem da palavra não seja clara, o significado do verbo hebraico “profetizar” é: “emitir palavras abundantemente da parte de Deus, por meio do Espírito de Deus” (Gesenius, Hebrew Lexicon). Sendo assim, o nabi’ era o porta-voz que emitia palavras sob o poder impulsionador do Espírito de Deus. A palavra grega prophetes, da qual se deriva a palavra “profeta” em português, significa “aquele que fala em lugar de outrem”. Os profetas falavam, em lugar de Deus, ao povo do concerto, baseados naquilo que ouviam, viam e recebiam da parte dEle. (b) No AT, o profeta também era conhecido como “homem de Deus” (ver 2Rs 4.21 nota), “servo de Deus” (cf. Is 20.3; Dn 6.20), homem que tem o Espírito de Deus sobre si (cf. Is 61.1-3), “atalaia” (Ez 3.17), e “mensageiro do Senhor” (Ag 1.13). Os profetas também interpretavam sonhos (e.g., José, Daniel) e interpretavam a história — presente e futura — sob a perspectiva divina.
HOMENS DO ESPÍRITO E DA PALAVRA. O profeta não era simplesmente um líder religioso, mas alguém possuído pelo Espírito de Deus (Ez 37.1,4). Pelo fato do Espírito e a Palavra estarem nele, o profeta do AT possuía estas três características:
(1) Conhecimentos divinamente revelados. Ele recebia conhecimentos da parte de Deus no tocante às pessoas, aos eventos e à verdade redentora. O propósito primacial de tais conhecimentos era encorajar o povo a permanecer fiel a Deus e ao seu concerto. A característica distintiva da profecia, no AT, era tornar clara a vontade de Deus ao povo mediante a instrução, a correção e a advertência. O Senhor usava os profetas para pronunciarem o seu juízo antes de este ser desferido. Do solo da história sombria de Israel e de Judá, brotaram profecias específicas a respeito do Messias e do reino de Deus, bem como predições sobre os eventos mundiais que ainda estão por ocorrer. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Junho de 2010 as 01:18:33 PM
A Lição Bíblica do 3º Trimestre/2010 abordará o tema “O Ministério Profético na Bíblia: A voz de Deus na terra”. O comentarista será o pastor Esequias Soares.
A primeira lição está dividida da seguinte forma:
Introdução
1. O início do ministério dos profetas
2. O profeta
3. O ministério
Conclusão
Os objetivos definidos são:
- Identificar a origem do ministério profético
- Explicar o significado do termo profeta dentro do contexto das Escrituras Sagradas
- Reconhecer que Moisés e Arão deram início ao ministério dos profetas em Israel
Neste meu primeiro subsídio farei apenas algumas considerações acerca do tema. Qual a relevância de se estudar sobre o ministério profético na Bíblia?
Em primeiro lugar, entendo que as informações e conhecimento da história do povo de Deus no Antigo e no Novo Testamento sempre nos passarão lições e aprendizagens muito preciosas.
Em segundo lugar, o conhecimento da pessoa e da postura dos profetas de Deus nos tempos bíblicos servem de exemplo para os que foram chamados e comissionados como profetas nos dias atuais. Em tempos onde muitos dos que se intitulam profetas não passam de meros mercenários, tais lições são imprescindíveis.
Em terceiro lugar, as condições em que viveram os profetas e o conhecimento do contexto religioso, político, social e econômico dos seus dias nos revelará que vivemos em condições semelhantes, onde a imoralidade, a injustiça, a idolatria, a falsidade e outras pragas imperam, e o pior, são produzidas e disseminadas por aqueles que deveriam ser exemplo como líderes cristãos.
Em quarto lugar, em razão do comentário acima, se percebe que muitos já perderam a autoridade de profeta, pois estão envolvidos em sérias corrupções, subornos, roubos, mentiras, adultérios, prostituição e etc., não tendo assim, as condições morais necessárias para confrontar o pecado dentro e fora do arraial “evangélico”. Só quem pode dar certo crédito a estes profetas chagados são os que ignoram, ou os que desconhecem os seus atos imundos e vergonhosos.
Em quinto lugar, teremos a oportunidade de ver o quanto um sistema religioso e poderoso, com a sua máquina administrativa, com a sua hierarquia dominante e opressora pode comprar, negociar, perseguir ou tentar calar e matar profetas.
Em sexto lugar, poderemos entender que assim como os palácios e templos nos dias dos profetas bíblicos serviram para esconder os pecados de reis e sacerdotes, nossos palácios (seculares e religiosos) e templos atuais, em muitos lugares não passam de sepulcros de luxo, catedrais da imundície, monumentos da vaidade e da loucura daqueles que já perderam a muito tempo a essência do verdadeiro Evangelho, caindo nos mesmo erros da igreja medieval e caminhando para o mesmo destino. O Senhor é aquele que conhece (e que faz saber) o que acontece nas câmaras secretas. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Junho de 2010 as 01:16:22 PM

O MINISTÉRIO PROFÉTICO NA BÍBLIA
A voz de Deus na terra
Comentarista: Esequias Soares da Silva
01- O Ministério Profético no Antigo Testamento
02- A Natureza da Atividade Profética
03- As Funções Sociais e Políticas da Profecia
04- Profecia e Misticismo
05- A Autenticidade da Profecia
06- Profetas Maiores e Menores
07- Os falsos Profetas
08- João Batista – O Último Profeta do Antigo Pacto
09- Jesus – O Cumprimento Profético do Antigo Pacto
10- O Ministério Profético no Novo Testamento
11- O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia
12- O Tríplice Propósito da Profecia
13- A Missão Profética da Igreja
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Publicado em 26 de Junho de 2010 as 06:40:20 AM
Hoje, dia 26/06, às 19h00, estará acontecendo o lançamento do livro “Doutrina Prática”, de autoria do Pr. Kleber Maia.
O evento ocorrerá na congregação da Assembleia de Deus no Conjunto Ponta Negra.
O endereço é Rua Praia de Jacumã, 9032 (em frente à praça da caixa d´água - disco voador) - Conjunto Ponta Negra – Natal-RN.

Este livro aborda alguns temas relevantes da doutrina cristã, de maneira prática, tais como: Confissão de Pecados, Ressurreição ou Reencarnação, A Verdade Sobre a Mentira, Autoridade e Submissão, Dominando a Língua, entre outros.O autor apresenta a visão bíblica tradicional sobre estes temas, de forma que as pessoas possam colocar em prática a orientação da Palavra de Deus em cada uma destas áreas da vida. Os temas são apresentados em um estudo condensado, próprio para um estudo pessoal ou em grupo sobre os temas abordados. São apresentadas várias referências a textos bíblicos, não citados, que podem ser lidos para esclarecer e aprofundar o estudo.
Destina-se a todos que queiram conhecer e praticar as orientações da Bíblia. Tanto cristãos interessados em viver de acordo com as Escrituras, como pessoas de outras religiões que queiram conhecer a visão bíblica sobre estes temas.
Mais informações com o autor:
Carlos Kleber Maia
ckmaia@hotmail.com
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