O Valor da Temperança - Pr. Geraldo Carneiro Filho
Publicado em 1 de Junho de 2010 as 08:17:44 AM
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ESCOLA BÃBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 10 - DATA: 06/06/2010
TÃTULO: “O VALOR DA TEMPERANÇA”
TEXTO ÃUREO - Ef 5:18
LEITURA BÃBLICA EM CLASSE: Jr 35:1-5, 8, 18-19
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I - INTRODUÇÃO:
- TEMPERANÇA = DOMÃNIO PRÓPRIO, AUTOCONTROLE, MODERAÇÃO - Significa senhorio forte e pesado, capaz de controlar firmemente nossos pensamentos, ações, desejos e paixões.
- Eis as virtudes dos recabitas! Apesar de não pertencerem ao povo de Israel, seu modo de vida serviu para repreender os contumazes filhos de Judá, que em nada diferiam das nações gentÃlicas. Que o Senhor nos ajude a trilhar caminhos retos e jamais nos desviar das sendas da justiça. Como os recabitas, sejamos constrangidos pelo EspÃrito de Deus a sermos o sal da terra e luz do mundo.
II - IGREJAS PARA TODOS OS GOSTOS:
- O que assistimos nestes finais dos tempos é tão forte e corrupto que essa degeneração está adentrando nas Igrejas, deturpando o último reduto de seriedade e sobriedade que nos resta.
- Estão tentando tirar a força doutrinária da cristandade no que se trata da moral, ética e principalmente da santidade que Deus exige - Hb 12:14; I Ts.4:13; 5:23.
- Infelizmente estamos vendo Igrejas e mais Igrejas aparecerem com novas revelações e pseudos ensinamentos doutrinários. Senão, vejamos: Já existem Igrejas…
- (1) - Para quem gosta de beber cerveja sem álcool;
- (2) - Para quem gosta de fumar cigarro sem nicotina;
- (3) - Para quem gosta de bigamia;
- (4) - Para quem gosta de prostituir-se com a prática do homossexualismo ou o lesbianismo.
- Enfim, tem “Igrejas” para todos os gostos; um verdadeiro menu de Igrejas!
- O mais triste é que esses redutos heréticos se consideram cristãos e ainda se intitulam de evangélicos. É a famosa tática do diabo que diz: “Se não podemos com eles, juntemo-nos a eles”.
- E uma das mais antigas heresias que vem confundindo os cristãos é: “BEBER NÃO É PECADO”.
- Mas, qual é a sorte dos que bebem em relação ao nosso Deus santo e amoroso?
- Vejamos na BÃblia Sagrada alguns malefÃcios da bebida alcoólica:
- A BÃblia descreve a histórias de vários homens que se envolveram com as bebidas alcoólicas. Alguns eram maus; outros, homens de fé e comissionados por Deus.
- O fato de alguns desses homens terem bebido não nos coloca na liberdade de fazermos o mesmo.
- O grande salmista Davi foi um homem ricamente abençoado e devemos fazer de tudo para sermos também chamados de “homens segundo o coração de Deus”.
- Todavia, não devemos pensar em adulterar só porque a BÃblia relata essa triste fraqueza de Davi. Deus permitiu e relatou o fato para que tirássemos lições e não fizéssemos o mesmo.
- (A) - O CASO DE NOÉ: Gn 9:20-27 - Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã.
- (B) - O CASO DE LÓ E SUAS DUAS FILHAS: Gn 19:31-38 - Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou na gravidez das filhas de Ló.
- (C) - O CASO DOS FILHOS DE ARÃO: Lv 10 - Nadabe e Abiú entraram no Templo com seus incensários; por terem bebido bebidas fortes (Lv 10:8-9), saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu. Deus ainda chamou os seus sacrifÃcios de “fogo estranho”.
- (D) O CASO DOS PROFETAS E SACERDOTES NA ÉPOCA DE ISAÃAS: Is 28:7 - Há uma descrição da iniqüidade de Israel em termos de conduta reprovável e vergonhosa, como resultado do uso de bebida forte. Tanto o povo, quanto os lÃderes religiosos tinham trocado a verdade e a justiça pela imundÃcie e confusão (Am 4.1; 6.1, 6).
- (E) - O CASO DA EMBRIAGUEZ DOS CORÃNTIOS: I Cor 11:17, 21, 29-30 - A Igreja que Paulo havia recém-formado em Corinto estava, por falta de conhecimento, cometendo alguns sacrilégios. Usavam vinho fermentado na Santa Ceia, desagradando a Deus e ao apóstolo, visto que esse proceder não era digno de nenhum louvor, mas, sim, de grande vergonha. Isso foi chamado de comer e beber indignamente. Foi causa de mortes prematuras de alguns cristãos. Esse é o lucro de uma Igreja que deixa que se introduza tamanha maldade em seu meio.
- (F) - O CASO DA BEBIDA ALCÓOLICA NA IGREJA DE ÉFESO: Ef 5:18 - Na Igreja dos efésios havia, provavelmente, um grupo de crentes que não haviam recebido o batismo com o EspÃrito Santo e Paulo descreve o motivo. Esse grupo de irmãos achava normal beber e ser cristão, mas a prova que isso é impossÃvel é bradada por Paulo: “não vos embriagueis”.
- De forma figurada, dizem que uma pessoa bêbada é possuÃda por três espÃritos:
- (1) - O “ESPÃRITO DO MACACO”, pois faz “palhaçada” para os outros rirem;
- (2) - O “ESPÃRITO DO LEÃO”, porquanto a pessoa embriagada quer encarar qualquer adversário: pode ser em maior número e muito mais forte do que ele no porte fÃsico;
- (3) - O “ESPÃRITO DO PORCO”, posto que onde o embriagado cair (no esgoto, no vômito, no lixo…) ali permanecerá, até que passe o efeito do álcool.
- Mas o verdadeiro servo de Deus deve “ENCHER-SE DO ESPÃRITO DO SENHOR”! E o EspÃrito de Deus não permanece onde há sujeiras e embriaguez.
- Logo, como servos de Deus, devemos fugir daquelas coisas que, apesar de aparentemente lÃcitas, têm trazido tantas desgraças. Não foi isso o que o apóstolo disse aos irmãos em Corinto?
- Infelizmente, há crentes que buscam na BÃblia respaldo para o seu alcoolismo e outras imoderações (falta de temperança), esquecendo-se de uma das recomendações bÃblicas: Pv 23:31; I Pe 3:11
III - REFERÊNCIAS BÃBLICAS QUE ADVERTEM CONTRARIAMNETE AO ALCOOLISMO E À BEBEDICE:
- É uma das obras da carne - Gl 5:21;
- É loucura deixar-se dominar pela bebedice - Pv 20:1;
- Devemos evitar os viciados na bebedice - Pv 23:20; I Cor 5:11;
- Conduz à pobreza - Pv 21:17; 23:21;
- Conduz à contenda, aos lamentos e à tristeza - Pv 23:29-30;
- Inflama os sentidos, havendo denúncias contra os viciados na bebedice - Is 5:11-12; 28:1-3
- Os falsos mestres são adeptos da bebedice - Is 56:12;
- Os Ãmpios são adeptos da bebedice - Dn 5:1-4;
- Tira o entendimento - Os 4:11;
- Conduz à zombaria - Os 7:5;
- Denúncias contra os que encorajam tal vicio - Hc 2:15-16;
- Conduz à vida de orgias - Rm 13:13;
- A bebedice tem o seu castigo: exclui do céu - (Dt 21:18-21; Jl 1:5-6; Am 6:6-7); (I Cor 6:10; Gl 5:21; Mt 24:48-51)
IV - CONSIDERAÇÕES FINAIS:
- À semelhança dos recabitas, temos que viver de acordo com os princÃpios que nos transmitiram os profetas e apóstolos. Caso contrário, jamais convenceremos o mundo da veracidade da Palavra de Deus. Por causa de testemunhos levianos e sem profundidade, o nome de Cristo é vilipendiado e lançado a um crônico descrédito.
- Mas, será possÃvel vivermos como os recabitas? A resposta é: “Sim!”. O mesmo Deus que fortaleceu os filhos de Recabe, continua conosco e, por intermédio do EspÃrito Santo, assiste-nos em todas as fraquezas.
- Que o exemplo dos filhos de Recabe fique gravado em nossas almas para que o glorioso nome do Senhor seja por nós honrado e glorificado para todo sempre.
FONTES DE CONSULTA:
- Pampin, Richard T., Jeremias, Seu Ministério, Sua Mensagem - JUERP
- Lições BÃblicas CPAD - 3º Trimestre de 1991 - Comentarista: Adilson Faria Soares
- Stott, John R. W., A Mensagem do Sermão do Monte - ABU EDITORA
- Revista Obreiro Aprovado - CPAD - Nº 63 - ANO XVI
Publicado no Blog Escola BÃblica Dominical para Todos


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José Carlos Escreveu:
Essa pregação da abstinência total de álcool não tem o menor respaldo BÃblico, isso é herança dos primeiros missionários que adentraram ao Brasil, principalmente os vindos da América do Norte.
Quando a bÃblia diz vinho, é vinho mesmo e, se tomado em excesso, embora continha menos álcool do que os industrializados de hoje, embriagavam sim
Em Israel e nas redondezas sempre havia e, ainda há hoje, somente uma colheita de uva ao ano e, imediatamente após ser extraÃdo o suco, ele, o suco, inexoravelmente começa seu processo de fermentação, onde se inicia o processo quÃmico que resulta na produção de álcool.
Se hoje temos várias maneiras de conservar o suco, antes não era assim, e o destino do suco de uva era o vinho novo, e depois deitado em odres se tornava vinho velho, mais alcoólico ainda. No máximo que conseguiriam desfrutar do suco da uva seriam alguns dias do ano, antes que os sucos produzidos das colheitas de uva começassem a fermentar.
É obvio que a abstinência não é um mau caminho, muitos acabam se perdendo ao flertar com o perigo, outros mais maduros e seguros de si não se privam do prazer de uma taça de um bom vinho, e não podem ser condenados por isso, já que Deus não os condena.
E para aqueles que ainda acham que bebida é um proibição bÃblica, posto a seguinte passagem que ajuda a elucidar a questão.
7 Também é necessário que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em opróbrio, e no laço do Diabo.
8 Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de lÃngua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância,
Essa é uma passagem onde Timóteo dá algumas recomendações na escolha de quem almeja o episcopado. Essa passagem é interessante porque não dá margem a dúvidas quanto a ser vinho ou suco de uva.
Fica clarÃssimo quando ele diz: Não dados a muito vinho – ou seja, se fosse suco de uva, não caberia a recomendação então, é vinho mesmo e, se é vinho, o que não devemos, é tomar em excesso, ou seja, não se embriagar.
Além do mais, isso são recomendações para bispos e não membros comuns, onde as observações, teoricamente, muitos acham até mesmo mais rigorosas.
Paz!
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Elizeu Rios Escreveu:
E de grande valia a explanação; gostaria de acrescentar apenas dois pontos:
_O ponto 1 - é que as igrejas que serve a palavra de Deus a gosto do freguês não tem autoridade, não se identifica com Jesus Cristo, portanto o que eles dizem ser não pode nos atingir de forma alguma.
_ O ponto 2 - é que a advertência bÃblica contra o alcoolismo é contra também aos que vendem.
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jaimi Escreveu:
O texto de Jeremias, não condena o beber vinho, mas faz uma comparação entre a lealdade que os Racabitas demonstravam ao seu antepassado e a lealdade que Deus esperava de seu povo (ainda mais, porque seus decretos são maiores do que o de qualquer antepassado, conforme esquecem alguns defensores de usos e costumes). Não concordo com a aplicação deste texto para condenar a ingestão de bebidas alcóolicas. Não podemos negar que na bÃblia, há vários personagens que faziam uso de bebidas alcóolicas e nem todos cometeram pecado por isso. O próprio Paulo faz recomendação a Timóteo que faça uso do vinho com água (I Tm 5.23). O problema está no excesso, no não controlar-se, e isso sim vemos que a palavra de Deus condena (I Tm 3.8). O fato de sabermos que a bebida alcóolica não é recomendada para cristãos,(e também para não cristãos), não nos dá o direito de dizer que a bÃblia diz o que não diz. Perdemos crédito desta forma. Como explicar que Jesus multiplicou o vinho? ou vamos dizer que era suco de uva, como fazem os legalistas.? Não podemos correr para um extremo por vermos que as coisas não acontecem como julgamos ser o certo. Devemos manter o equilÃbrio, ensinando que o cristão não deve beber em razão dos escândalos e tropeços tão frequentes em nossos dias. Não devemos esquecer que a lição fala de temperança e que inclui também o comer, e devemos atentar bem para isso, visto que muitos cristão não bebem, mas comem muito mais do que o necessário (também é pecado) (Lc 21.34 - Rm 13.13 - Gl 5.21)…
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israel Escreveu:
A paz e a graça do Senhor Jesus Cristo.
Pr., me desculpe mas este tipo de ensino que o senhor esta trazendo Ñ acrescentou em nada no estudo desta semana, pois ficou vazio de conteúdo e cheio de proibições repetitivas.
Precisamos trazer para o povo de Deus o maná do céu que alimenta a alma do faminto e sacia a sede do sedento.
Se o pastor que falar então fala também daqueles que COBRAM PARA PREGAR COBRAM PARA CANTAR, COBRAM PARA ENSINAR DAS VENDAS FEITAS EM CIMA DOS PÚPITOS NO ÃTRIO (CANTINA).
Ñ estoudizendo que etas pseudo igrejas estão certas, só quero dizer que precizamos mostrar Jesus …
“De graça recebei de graça dai”…
Minha casa será chamada “casa de oração”…
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Luiz Henrique de Almeida Silva Escreveu:
Querido irmão Israel, nunca mais se dirija a um servo de DEUS nesses termos por favor. Os comentários do Pr Geraldo Carneiro são pertinentes à lição e vão ajudar aos que os estudarem com certeza. Até será muito interessante usarmos a ilustração dos 3 espÃritos, é claro, sem afirmarmos a existência dos mesmos, mas apenas como ilustração. Creio que o irmão se excedeuem seus comentários e creio ainda mais que o irmão Geraldo já o perdoou. Em CRISTO, DEUS o abençõe.
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PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO Escreveu:
Prezado irmão Israel,
A Paz do Senhor.
Perdoe-me também o prezado. Mas me parece que o irmão não observou o conteúdo da lição desta semana, em especial os objetivos, quais sejam:
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
1) Explicar a origem dos recabitas - Ou seja, já temos este assunto explanado na revista da CPAD e muito bem explanados nos demais subsÃdios apresentados neste “site”; desnecessária, assim, a repetição;
2) Compreender que os recabitas honravam a tradição de seus antepassados - Qual seja, dentre outras tradições que honravam,
eles não se embriagavam com vinho - conteúdo abordado neste subsÃdio; e
3) Conscientizar-se de que a Igreja de Cristo deve ter um forte compromisso com a temperança e com a excelência moral tanto
de seus membros quanto dos que a cercam - Ou seja, também foi abordado neste subsÃdio, em especial na parte introdutória e
nas considerações finais.
Por outro lado, se falássemos “daqueles que COBRAM PARA PREGAR COBRAM PARA CANTAR, COBRAM PARA ENSINAR DAS VENDAS FEITAS EM CIMA DOS PÚPITOS NO ÃTRIO (CANTINA)”, aÃ, sim, é que estarÃamos complemente fora do tema e dos objetivos da lição, posto que os recabitas não agiam desta forma: apenas não beberam vinho.
E ainda mais, pergunto:
A) Os levitas recebiam para louvar ao Senhor?
B) Os sacerdotes recebiam para fazerem a obra do Senhor?
C) O apóstolo Paulo recebia salários das Igrejas?
D) Em algum lugar a Palavra do Senhor diz: “digno é o obreiro do seu salário”?
Ora, também não estou dizendo que aqueles que “COBRAM PARA PREGAR COBRAM PARA CANTAR, COBRAM PARA ENSINAR DAS VENDAS FEITAS EM CIMA DOS PÚPITOS NO ÃTRIO (CANTINA)” estão certos.
Porém, se no subsÃdio falássemos destes assuntos, estarÃamos dentro do tema? EstarÃamos dentro dos objetivos? EstarÃamos
“mostrando Jesus”? EstarÃamos trazendo para o povo de Deus “o maná do céu que alimenta a alma do faminto e sacia a sede do
sedento????”
Repare que foi Deus quem determinou que Jeremias chamasse os recabitas para “dentro do Templo” e ali lhes oferecesse vinho o que, de pronto, aquele clã não aceitou.
É justamente neste ponto que abordamos o nosso subsÃdio: O CRISTÃO PODE BEBER BEBIDAS ALCOÓLICAS? SIM? NÃO? POR QUE?
É claro que o assunto não está esgotado. Por isso, sempre terminamos o subsÃdio com a expressão “CONSIDERAÇÕES FINAIS” e não “CONCLUSÃO”.
Assim, humildemente peço perdão ao prezado por não ter conseguido satisfazer o sincero desejo do irmão em Cristo.
Porém, tem o irmão também a liberdade de, dentro do tema da lição e alcançando seus objetivos, tecer seus comentários para acrescentar conteúdo à lição desta semana, para que não fique cheia de proibições repetitivas, para trazer para o povo de Deus o maná do céu que alimenta a alma do faminto e sacia a sede do sedento e ao mesmo tempo dizer que as pseudo Igrejas não estão certas… enfim, para nos mostrar Jesus.
Esperamos em Deus que todos os consulentes deste honrado “site” continuem orando por todos os servos do Senhor que contribuem com seus abençoados e ungidos subsÃdios que muito tem alimentado a minha alma e o meu espÃrito, para honra e glória do Senhor.
Permaneçamos todos na paz do Senhor.
02/06/2010 - 16:35h.
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Eliane Escreveu:
Queridos,
O colocação do Israel, vem provar o quanto os professores das escolas dominical não estão aptos. Muitos até tem conhecimento da BÃblia, mas falta muita graça, sabedoria e oração.
Permaneçamos todos na paz do Senhor.
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otoniel Escreveu:
obrigado pelo comentario
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rogerio Escreveu:
Jesus pode exigir que Seus discÃpulos dêem testemunho, porque Ele mesmo deu testemunho aos homens. Durante Seu ministério terreno, Jesus sempre mostrou que era “varão aprovado por Deus†(At.2:22), tanto que procuraram Seus inimigos, em vão, algum testemunho contra Ele (Mc.14:55). O testemunho de Jesus, quando aceito, confirma que Deus é verdadeiro (Jo.3:33; I Jo.5:10) e que, por isso, proporciona salvação aos homens (Jo.5:34). O testemunho de Jesus, além de verdadeiro, é bom (Jo.18:23; I Tm.6:13) e o objetivo na vinda de Jesus ao mundo era dar testemunho da verdade (Jo.18:37).
- Os discÃpulos de Jesus, portanto, como são Seus imitadores (I Co.11:1), também devem ter este “bom testemunhoâ€. Ser discÃpulo de Jesus é ter “o testemunho de Jesus Cristo†(Ap.12:17). Ter o “testemunho de Jesus Cristoâ€, ou seja, ter o sinal de Jesus é guardar os mandamentos do Senhor, é seguir os Seus passos, é viver como Ele viveu.
- Para ter o testemunho de Jesus é preciso crer em Jesus como o Filho de Deus (I Jo.5:10). É pela fé em Jesus que se inicia o testemunho do discÃpulo do Senhor, como, aliás, já ocorria com os antigos (Hb.11:2). Por isso, o testemunho cristão não vem do homem, mas, sim, de Deus (I Jo.5:9), porquanto a fé vem de Deus (Ef.2:8). Quem crê em Jesus começa a ter o testemunho, pois “…o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em Seu Filho?†(I Jo.5:11).
- Vê-se, pois, claramente que não há como um discÃpulo verdadeiro e genuÃno de Jesus deixar de ter o Seu testemunho, deixar de ser um sinal, uma prova da salvação operada por meio do Senhor Jesus.
- O testemunho nasce pela fé, mas é demonstrado por atos e gestos que demonstram que a pessoa é efetivamente uma pessoa salva, uma pessoa justa. A primeira pessoa a alcançar este testemunho foi Abel (Hb.11:4), testemunho este demonstrado pelo sacrifÃcio que ofertou a Deus, porque seu sacrifÃcio demonstrou sua fé em Deus, o reconhecimento de que Deus era o seu Senhor e que só nEle havia possibilidade de salvação.
- O testemunho caracteriza-se, pois, pela prática de atos que são agradáveis a Deus, que demonstram obediência e reconhecimento da soberania do Senhor sobre o homem. Não é possÃvel ter o testemunho de Jesus Cristo sem que passe a viver como Ele, sem que se faça aquilo que o Senhor tem ordenado na Sua Palavra. O testemunho nada mais é que a expressão do amor à Palavra do Senhor (Ap.1:2,9; 6:9; 12:11,17).
- O testemunho é algo que não vem da pessoa que o tem, mas que é reconhecido por todos os que o vêem. Por isso, Jesus recebeu o testemunho da parte de Deus (Jo.5:31,32), como também da parte dos profetas (Jo.5:33; At.10:43) e até mesmo de Seus discÃpulos (Jo.19:35). Testemunho não é algo que seja declarado ou anunciado pelo seu portador, pois o que se teria seria a auto-glorificação.
- Por isso, vemos que o verdadeiro discÃpulo de Jesus não se diz portador de bom testemunho, mas seu testemunho é dado por Deus (At.13:22; 15:8) e pelos homens (Mt.5:16; At.11:26; 16:2; 22:12). Os discÃpulos têm de ser chamados “cristãosâ€, ou seja, “semelhantes a Cristoâ€, “parecidos com Cristoâ€, “pequenos Cristos†e não se auto-denominarem “cristãosâ€, como costuma ocorrer. Quem se diz crente, santo, fá-lo porque seus atos não permitem concluir que o seja. Fujamos destes arrogantes, destes auto-intitulados crentes e ajamos como servos de Deus, dando, pelos nossos atos e não pelas palavras, testemunho do Senhor (At. 16:2; 20:24; 26:22; 28:23).
- Nos dias em que vivemos, onde as palavras sofrem grande desgaste, essencial é que sejamos portadores do chamado “testemunho mudoâ€, ou seja, aquele testemunho que resulta de nossas atitudes, de nossas ações, de nossos gestos. “…O testemunho mudo é tão importante que ele pode fazer com que as pessoas creiam ou duvidem das nossas palavras; o testemunho mudo nos dá ou tira a credibilidade. No mundo atual, todos estão sempre sendo observados por alguém. O testemunho mudo é o resultado de como nos vêem aqueles que nos observam.…†(O Testemunho cristão. DisponÃvel em: http://www.google.com/search?q=cache:wBKZV6VRmKYJ:www.maranataonline.com/toquefeminino/conduta.asp+%22testemunho+mudo%22&hl=pt-BR&gl=br&strip=1 Acesso em 02 abr. 2008).
- Para que possamos dar bom testemunho, temos de ter fé, de ter recebido o EspÃrito Santo, ou seja, termos aceitado a Jesus como único e suficiente Senhor e Salvador e passado a fazer aquilo que Ele manda. Nosso testemunho não advém daquilo que falamos, seja a respeito de nós mesmos ou a respeito do Senhor, mas daquilo que fazemos e do que Deus faz para confirmar tal testemunho. O apóstolo Paulo afirmava que seu testemunho não era baseado em palavras, mas na demonstração do poder de Deus (I Co.2:1-4), pois o testemunho de Cristo é confirmado por meio do enriquecimento espiritual, seja através dos dons (I Co.1:4-7), seja através dos sinais e maravilhas (At.14:3)
- Não é por outro motivo que o Senhor Jesus, antes de subir aos céus, disse aos discÃpulos que deveriam permanecer em Jerusalém para serem revestidos do poder para, então, serem Suas testemunhas desde Jerusalém até os confins da terra (At.1:4-8), demonstrando, assim, que a presença do poder de Deus seria necessária para a confirmação do testemunho. No entanto, se o testemunho é confirmado pela presença do poder de Deus, não podemos nos esquecer que o testemunho já está presente a partir do instante em que recebemos o EspÃrito Santo em nossa conversão, a partir do momento que passamos a andar segundo o EspÃrito e não segundo a carne (Rm.8:9).
- Quando passamos a ter Jesus como nosso único e suficiente Senhor e Salvador, passamos a viver como o patriarca Jó, sendo homens retos, sinceros, tementes a Deus e que se desviam do mal e, por isso, Deus passa a dar testemunho de nós (Jó 1:8; 2:3). O primeiro testemunho que o Pai deu a respeito de Jesus foi no exato instante em que Ele foi ungido pelo EspÃrito Santo, quando de Seu batismo (Mt.4:17), a demonstrar, claramente, que é necessário recebermos o EspÃrito de Deus em nós para que venhamos a dar bom testemunho.
- O testemunho, pois, é resultado de uma vida de santificação, de uma vida de sinceridade diante de Deus, de uma vida de obediência ao Senhor. O salmista, no Salmo 1, revela que os justos dão bom testemunho porque têm prazer na lei do Senhor e nela meditam de dia e de noite e, por isso, suas ações são elogiáveis. Neste salmo, ainda, vemos que a bem-aventurança, que é a felicidade sublime, nada mais é que o resultado de um bom testemunho e que o bom testemunho é algo que supera o tempo, que não depende das circunstâncias da vida.
- Os antigos procuravam construir “testemunhos†com pedras, porque estas resistiam ao tempo, não dependiam das circunstâncias polÃticas, sociais ou, mesmo, da sobrevivência do homem para se fazerem presentes. Os antigos escolhiam pedras para seus “testemunhosâ€, porque o testemunho tinha de transpor a barreira do tempo, os limites da vida de cada pessoa. Vemos, inclusive, que, mesmo na arca do concerto, onde havia, além do testemunho (as tábuas de pedra), a vara de Arão e o maná, num determinado instante, somente possuÃa o “testemunhoâ€, porque tanto a vara quanto o maná já haviam perecido (I Rs.8:9).
- Na nossa dispensação, o “testemunho†é mais forte do que as pedras das tábuas da lei. Neste novo pacto firmado na pessoa de Jesus Cristo, na nova aliança, a lei do Senhor não está mais gravada em tábuas de pedra, mas, sim, nos corações de cada pessoa salva (Jr.31:31-33; Hb.8:8-10). Este testemunho é superior ao anterior, porque é feito por intermédio de “pedras vivas†(I Pe.2:5), por pessoas que são verdadeiras cartas lidas e conhecidas por todos os homens (II Co.3:2).
- Na antiga aliança, as tábuas do testemunho, embora fossem resistentes e tivessem resistido a gerações, não eram vistas pelo povo, porque ficavam dentro da arca, arca esta que ficava no lugar santÃssimo e a cujo interior ninguém tinha acesso. Mas, na nova aliança, o testemunho é escancarado, estamos todos com cara descoberta, todos nos apresentamos aos homens como “pedras vivasâ€, como testemunho do Senhor Jesus e de Sua vitória sobre o pecado e a morte, prontos a sermos apresentados como prova do amor de Deus a toda criatura.
- Por isso, o testemunho de Jesus Cristo tem de causar incômodo para os homens. Como “pedras vivasâ€, somos testemunho, sinal de advertência e lembrete aos seres humanos de que Jesus é a principal pedra da esquina, ou seja, de que ou alicerçamos nossas vidas nEle, tornando-O fundamento de nossa existência ou, então, teremos a Cristo como nossa rocha de escândalo, ou seja, nEle tropeçaremos, sofrendo uma queda eterna.
- É por este motivo que o testemunho de Jesus Cristo é, a um só tempo, motivo de regozijo e de agrado como razão para perseguição e aflição. Ao darmos bom testemunho, estamos agradando a Deus e aos Seus filhos, mas, igualmente, gerando ódio e aborrecimento àqueles que rejeitam ao Senhor. O “bom cheiro de Cristo†é cheiro de vida para os que se salvam, mas cheiro de condenação para os que se perdem (II Co.2:15-17). Por isso, não devemos nos surpreender se, ao mesmo tempo em que agradamos a Deus, somos aborrecidos pelo mundo (Jo.15:18,19).
- Ser testemunha de Jesus é, portanto, incomodar o mundo que nos cerca, é ser alguém que provoca atitudes por parte do próximo. Não é por outro motivo que a palavra hebraica para “testemunho†deriva de palavra cujo significado é “responderâ€. O testemunho gera uma resposta dos que nos cercam, produz uma reação. Jesus quer que ajamos neste mundo, para que, por nossos atos, todos possam ver que Jesus é o Salvador do mundo e que só Ele pode dar a vida eterna.
- Ora, uma testemunha não pode apresentar depoimento contraditório, sem o que será uma testemunha falsa, o que é abominável aos olhos do Senhor que, já nas tábuas de pedra, condenava o “falso testemunho†(Ex.20:6; Dt.5:20). Testemunha verdadeira é aquela que não se contradiz, é aquela que não nega, com seus atos, as suas palavras. O testemunho de Jesus é verdadeiro e não comporta a hipocrisia, que nada mais é do que falar o que não se faz, conduta que mereceu o mais duro discurso de Jesus em Seu ministério terreno (Mt.23).
- Uma testemunha tem de ser relevante, ou seja, não serve como testemunha aquele que nada sabe sobre os fatos, como, aliás, diz o artigo 209, § 2º do Código de Processo Penal. Para ser testemunha de Jesus, portanto, é preciso que conheça o Senhor, que O tenha encontrado, que saiba quem Ele é, que tenha tido intimidade com Ele (Jo.10:14,27). Por isso, só é testemunha do Senhor aquele que O recebeu em seu coração, aquele que é habitação do EspÃrito Santo (Jo.14:17).
- Uma testemunha não pode ser incapaz, impedida ou suspeita (artigo 405 do Código de Processo Civil). Incapaz é, na lei dos homens, a testemunha que não tem condições de se conduzir, seja por enfermidade mental, seja por causa da menoridade, da imaturidade. Não pode ser testemunha de Jesus aquela pessoa que ainda não consegue discernir a vontade do Senhor, que ainda não teve a experiência pessoal da salvação, que ainda não entrou em comunhão com o Senhor mediante o perdão de seus pecados. Aquele que ainda não tem o discernimento espiritual, que é homem natural, que não possui a mente de Cristo (I Co.2:12-16) não é testemunha de Jesus.
- Testemunha impedida é aquela que, por ter algum traço de parentesco ou um relacionamento muito Ãntimo com uma das partes, não pode ser considerada imparcial para depor. Não pode ser testemunha de Jesus aquele que, por causa de sua posição diante de Deus, ainda se encontra sob o domÃnio do mal e do pecado, que é filha do diabo, porque não tem o amor de Deus, que ainda se encontra comprometido com a iniqüidade (I Jo.3:4-8), porque ainda se constitui em inimigo de Deus, visto que é amigo do mundo (Tg.4:4).
- Testemunha suspeita é aquela que tem algum interesse na solução de uma determinada causa, alguém que é movida por algum fator que a impede de dizer a verdade sobre o que sabe. Não pode ser testemunha de Jesus aquele que ainda tem interesse próprio, que ainda não se despojou do seu “euâ€, que não morreu para o mundo. A testemunha de Jesus precisa ter crucificado o velho homem com Cristo, não mais vivendo, mas Cristo vivendo nele (Gl.2:20). Precisa ser alguém que morreu para nascer novamente e, assim, poder dar fruto permanente (Jo.3:3,7; 12:24; 15:16).
- Uma testemunha tem obrigação de depor, não podendo eximir-se de fazê-lo (artigo 206 do Código de Processo Penal). As testemunhas de Jesus, também, têm o dever de viver de acordo com a Palavra de Deus, não podem pedir licença de testificarem do seu Senhor. Jesus disse que elas seriam Suas testemunhas em todos os lugares, que deveriam sempre demonstrar o Seu amor para com Ele, fazendo o que Ele manda (Jo.14:23,24; 15:14). Aquele que não quiser se apresentar como prova de que pertence ao Senhor, de que é testemunha, negará o Seu nome e, portanto, será também alvo da negação por parte do Filho diante do Pai (Mt.10:33; Lc.12:9). O Senhor não tem prazer na alma daquele que recua (Hb.10:38). Por isso, é no momento do perigo de vida, que o Senhor exige que sejamos Suas testemunhas (Mt.10:18).
- Uma testemunha não pode, ainda, fazer manifestações ou apreciações pessoais, salvo quando inseparáveis da narrativa dos fatos (artigo 213 do Código de Processo Penal). Assim, também, as testemunhas de Jesus não têm a liberdade de interpretar a Palavra de Deus a seu bel-prazer, de adaptarem as Escrituras a seu modo de vida ou a seus desejos e mentes. Muito pelo contrário, seu testemunho deve ser o de Jesus, aquilo que o Senhor nos deixou na BÃblia Sagrada. Devemos testemunhar a verdade, como fez João Batista, na direção do EspÃrito Santo e, portanto, perfeitamente de acordo com as Sagradas Letras, pois foram elas inspiradas por este mesmo EspÃrito (I Pe.1:21). Por isso, as testemunhas de Jesus não distorcem a BÃblia Sagrada nem constroem doutrinas conforme as suas próprias concupiscências.
OBS: Vemos, pois, que as chamadas “testemunhas de Jeová†são testemunhas falsas, já que vivem, desde sua criação, a alterar e adulterar a BÃblia Sagrada…
- Uma testemunha, por fim, antes de ser inquirida, é alvo da análise dos envolvidos que podem contraditá-la, ou seja, podem levantar suspeitas quanto à veracidade e credibilidade da pessoa da testemunha. Assim também as testemunhas de Jesus, assim como o próprio Senhor, são alvo de uma análise e verificação diuturna não só da parte dos homens, mas também do inimigo e de seus anjos, sendo alvo de todo tipo de acusação e de enfrentamento. Jesus, como o cordeiro pascal, foi observado e posto à prova pelos judeus e pelo próprio inimigo durante três anos e meio, não tendo sido achado qualquer defeito ou pecado nEle, motivo pelo qual pôde subir ao Calvário e Se oferecer como sacrifÃcio perfeito pelo perdão dos nossos pecados. Nós, também, enquanto testemunhas do Senhor, servimos de espetáculo para o mundo, aos anjos e aos homens (I Co.4:9), para que possam ver que o reino de Deus não consiste em palavras, mas em virtude (I Co.4:20) e, após todas as dificuldades, após termos sofrido com vitupérios e tribulações (Hb.10:33), não sejamos reprovados (II Co.13:5-7), mantendo-nos obedientes e agradáveis ao Senhor (Tt.1:16).
III – SER TESTEMUNHA DE JESUS É SER LUZ DO MUNDO E SAL DA TERRA
Colaboração/Gráfico: Jair César
- Tendo visto o que é ser testemunha de Jesus Cristo, verificamos que a testemunha de Jesus traz incômodo para o mundo, porquanto ao agir segundo os mandamentos do Senhor, torna-se cheiro de salvação para os que se salvam e cheiro de condenação para os que se perdem. Não há como ser testemunha de Jesus e não causar uma resposta do próximo, do mundo que nos cerca. Por isso, disse o Senhor Jesus, no sermão do monte, que Seus discÃpulos são luz do mundo e sal da terra (Mt.5:13-16). Tanto a luz quanto o sal modificam, alteram o ambiente onde se encontram e se constituem em dois excelentes sÃmbolos para que entendamos o valor do testemunho cristão.
- É muito interessante que venhamos a verificar estas duas figuras, pois elas são um ensino precioso para que saibamos estabelecer os parâmetros de nosso comportamento, para sabermos se, efetivamente, temos sido discÃpulos do Senhor ou se, ao contrário, temos sido apenas motivo de escândalo, obstáculos à propagação do Evangelho e à salvação das almas.
- Por primeiro, cumpre observar, de pronto, que estas duas figuras mostram que os cristãos devem ser semelhantes a Cristo. Jesus disse que devemos ser a luz do mundo, mas Ele próprio disse que era a luz do mundo (Jo.8:12; 12:46). Ao dizer que somos o “sal da terraâ€, o Senhor também nos identificou a Ele, já que o sal era o elemento presente em todas as ofertas apresentadas ao Senhor (Lv.2:13), de modo que não se tratava de sÃmbolo senão de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo.1:29).
- Assim, ao apresentar estas duas figuras para indicar qual deve ser o comportamento da Igreja, Jesus simplesmente está a Se apresentar como o modelo desta Igreja. Por isso, como afirmou o escritor Charles M. Seldon em seu famoso livro, a principal diretriz da ética cristã é perguntar, antes de tomar qualquer atitude ou decisão: “Em seus passos, que faria Jesus?â€
- A segunda observação que vemos nas duas figuras apresentadas pelo Senhor é de que ser “luz†e ser “sal†é afirmar que há uma contradição, uma oposição entre o modo de viver da Igreja e o modo de viver do mundo. “…A realidade é que o Reino de Deus e o mundo são distintos, é como luz e trevas, porém estão relacionadas uma com a outra: de um lado, a decomposição; do outro, a preservação; de um lado, a escuridão; do outro, a iluminação. O efeito preservador faz cessar a decomposição e a iluminação faz enxergar na escuridão.…†(BARRETO, Hermes. O maior sermão do mundo: a relevância do caráter cristão, p.30).
- Dizer que a Igreja é a luz do mundo é afirmar que ela se opõe ao mundo, que é considerado como trevas (Is.9:2; 59:9; Jo.1:5; 3:19; Rm.13:12; II Co.6:14). Ser luz do mundo, como explica Jesus, é praticar boas obras, é conduzir-se com verdade (Jo.3:20,21). O mundo, porém, que está no maligno (I Jo.5:19), não pratica a verdade, pois está sob o domÃnio do pai da mentira (Jo.8:44) e, por isso, suas obras são más.
- Esta oposição que existe entre a Igreja e o mundo não permite que haja qualquer possibilidade de comunhão, de contacto entre a luz e as trevas. Onde há luz, as trevas se dissipam; onde a luz se apaga, as trevas dominam. Não pode o cristão verdadeiro e genuÃno ter a forma do mundo, portar-se como o mundo se porta, pois não é possÃvel qualquer conciliação entre luz e trevas (II Co.6:14b).
- Preocupante, portanto, o gesto de muitos sedizentes cristãos que, sob a justificativa de que “Deus só quer o coraçãoâ€, procuram cada vez mais se assemelhar à s outras pessoas, não ser “diferentesâ€, ser “iguais à s outrasâ€, inclusive alguns buscando basear-se numa falsa doutrina de evangelização, segundo a qual “é preciso ser fraco para ganhar os fracos; ser como os pecadores para ganhá-los para Cristoâ€. Tal ensino, completamente sem respaldo bÃblico, não se coaduna com o ensinamento de Jesus: somos a luz do mundo e não há comunhão entre luz e trevas. Ter uma linguagem e uma estratégia de evangelização para se fazer compreendido pelos pecadores em absoluto significa viver como os pecadores, mas, sim, viver sóbria, pia e justamente no presente século, para que os homens incrédulos percebam a diferença que há entre a luz e as trevas (Tt.2:11,12).
- A figura do “sal†também nos dá conta da oposição que existe entre a Igreja e o mundo. Enquanto o mundo é sempre caracterizado pela corrupção generalizada, pela degeneração de costumes e de hábitos (Gn.6:5; Ex.32:7-9; Jz.2:10-15; II Rs.17:7-23; 23:25,26; Ml.1), o sal é o elemento que simboliza a preservação, a conservação, mormente nos dias em que foi redigido o texto bÃblico, quando ainda não havia os métodos atuais de conservação de alimentos, todos dependentes da energia elétrica.
- O terceiro fator a que nos remete as figuras da luz e do sal é a circunstância de que, tanto uma quanto a outra não produzem seus efeitos se não vier à tona, se não se apresentar. A luz, como o próprio Jesus disse, não pode ser mantida escondida, tem de se manifestar para que possa iluminar, assim como o sal não pode ser mantido separado dos alimentos, mas tem de se misturar com eles para ter algum efeito.
- A Igreja, portanto, não pode cumprir o seu papel sem que se misture no meio dos outros dois povos, sem que esteja no meio deles. Por isso, a Igreja está no mundo, embora não seja do mundo. As iniciativas sectárias, ou seja, que procuram separar os cristãos do meio da sociedade, colocar-lhes à parte, em comunidades totalmente separadas e alheias à s outras pessoas são movimentos que não têm respaldo bÃblico, pois caminham no sentido contrário do ensinamento de Jesus. Precisamos estar no meio de judeus e gentios, sem que compartilhemos os seus valores e crenças, sem que assumamos o seu modo de viver. Somos diferentes, mas temos de estar no meio destas pessoas, sem o que a Igreja não cumprirá o papel que lhe foi destinado pelo Senhor.
- Manter o equilÃbrio e estar no centro da vontade do Senhor tem sido um constante desafio da Igreja ao longo da sua história. Muitos se levantam no meio das igrejas locais e defendem uma posição sectarista, de total isolamento da comunidade, obrigando os crentes a viver “dentro das quatro paredes†dos templos e de suas residências, totalmente alheios ao mundo que os cerca. Este comportamento não tem base bÃblica e é, na verdade, um farisaÃsmo que se implanta dentro das igrejas, cujo resultado é a total irrelevância dos cristãos no seio da comunidade. Escondendo-se a luz e não se salgando a alimentação, os cristãos passam a ser inúteis, totalmente dispensáveis, permitindo que, nos locais onde se encontram, haja predomÃnio das trevas e degeneração de costumes e hábitos cada vez mais intensa.
- Outros, no extremo oposto, no afã de evitar o farisaÃsmo, acabam assumindo a forma do mundo, confundido “estar no mundo†com “ser do mundoâ€. Querendo ser “sociáveisâ€, acabam enveredando pelo caminho do “nicolaÃsmoâ€, ou seja, do comprometimento com o pecado e com a corrupção do mundo(Ap.2:6,15). Apagam a sua luz, por causa do pecado que praticam, por causa da hipocrisia que passam a professar (pois não vivem mais como pregam), tornam-se escravos da mentira. Tornam-se um sal insÃpido, sem sabor, sem poder de conservação, para nada mais servindo senão para ser lançados fora e pisados pelos homens. O resultado é uma série de escândalos que servem para desacreditar a mensagem do Evangelho e, assim, aumentar, ainda mais, as trevas e a corrupção.
- Ser “luz do mundo†é iluminar o mundo, ou seja, fazer resplandecer a luz do Evangelho de Cristo (II Co.4:4), o que somente se faz quando praticamos a verdade, quando temos um comportamento de total submissão às Escrituras (II Co.4:2). Quando vivemos conforme a Palavra de Deus, os homens vêem que estamos na luz e identificam que somos filhos de Deus e, por isso, glorificam ao nosso Pai que está nos céus, pois sabem que nossas obras são boas (Mt.5:16).
- Ser “luz do mundo†é ter comunhão com Deus, o que significa que é viver sem pecar e, se pecarmos por acidente, pedirmos imediatamente perdão a Deus e a quem ofendermos, como também termos comunhão uns com os outros, com a “famÃlia de Deusâ€(Ef.2:19), pois só assim teremos condição de estar debaixo do poder purificador do sangue de Cristo (I Jo.1:5-7).
- Ser “luz do mundo†é amarmos o próximo como a nós mesmos, não é apenas dizer que amamos, mas tomarmos atitudes reais que demonstram o nosso amor pelo outro (I Jo.3:17-19), guardando, assim, os mandamentos do Senhor (I Jo.3:24).
- Ser “luz do mundo†é também trazer não só iluminação, mas também calor para o mundo. A luz também produz calor e é necessário que o cristão traga, ao mundo, fervor espiritual (Rm.12:11). Para termos fervor espiritual, faz-se mister que vivamos uma vida de santificação, de oração e de jejum, para que sejamos vasos de honra na casa do Senhor e nossas palavras possam “ferverâ€, atingindo os corações (Sl.45:1). Uma vida de separação do pecado é indispensável para que tenhamos “fervorâ€, que não se confunde com “barulho†nem tampouco com “emocionalismo†ou “movimentos carnaisâ€.
- Ser “luz do mundo†é produzir energia. O cristão verdadeiro traz ânimo e estimula os demais a buscar a Deus, a temer a Deus. Quando o cristão vive uma vida de sinceridade, todos que estão à sua volta percebem a sua condição de santo homem de Deus (II Rs.4:9) e, por isso, passam a desejar a sua companhia, ainda que inconscientemente, pois todo homem tem dentro de si um vazio do tamanho de Deus. Muitas vidas têm se rendido a Cristo por causa dos testemunhos destas “luzes do mundo†que estão a brilhar por este mundo afora (Fp.2:15). O verdadeiro cristão é um dÃnamo, uma testemunha de Cristo que, revestida de poder, leva multidões aos pés do Senhor com o seu exemplo (I Pe.2:21).
- Ser “sal da terra†é conservar o ambiente onde se encontra, é preservar a sua qualidade. O cristão, onde quer que se encontre, precisa ser um instrumento da resistência do EspÃrito Santo contra a corrupção, contra a degeneração total deste mundo (II Ts.2:7). Se o mundo ainda não apodreceu de vez, se tudo ainda não “degringolou†definitivamente, é porque ainda existe um povo que é o “sal da terraâ€, a Igreja.
- É muito triste quando percebemos que, em muitos ambientes, a presença de crentes nominais nada representa. A devassidão, a imoralidade, a prostituição e a corrupção predominam nestes lugares, apesar da presença de “sedizentes cristãos†(como, por exemplo, no Congresso Nacional na legislatura passada, onde, apesar de uma expressiva “bancada evangélicaâ€, tivemos a mais corrupta de todas as legislaturas da história do paÃs, tendo os “evangélicosâ€, lamentavelmente, sido protagonistas de alguns dos piores escândalos, como o da “máfia dos sanguessugasâ€). Isto é inadmissÃvel, pois o verdadeiro crente, embora não possa impedir o aumento da iniqüidade, que está profetizado nas Escrituras (Mt.24:12), deve ser um bastião de resistência, pois é sal da terra.
- Como se comportam as pessoas que conosco convivem quando vão entabular conversas imorais, chocarrices e outras más conversações? Será que se incomodam com a nossa presença? Será que nos respeitam? Ou será que somos os primeiros a nos assentar na roda dos escarnecedores? O ambiente aumenta de padrão moral com a nossa presença, ou não fazemos a menor diferença? Se somos “sal da terraâ€, evidentemente que somos um instrumento de resistência e, embora não possamos “consertar o mundoâ€, pelo menos um pouco de moralidade, pureza e santidade levaremos ao ambiente, pois, se somos “sal da terraâ€, não permitiremos a deterioração total do ambiente.
- Ser “sal da terra†é dar sabor ao ambiente onde vivemos. O sal dá sabor, faz com que o alimento se torne gostoso, temperado e agradável. Como crentes, devemos tornar o lugar onde estamos agradável, apetitoso, equilibrado. Como as pessoas se sentem quando estão conosco? Será que irradiamos paz, tranqüilidade, confiança, pureza, equilÃbrio e moderação? Será que, com exceção daqueles que estão sob possessão maligna, nossa presença é um lenitivo espiritual para as pessoas que nos cercam? Ou será que nós, ao invés de sermos “sal da terraâ€, temos sido “vinagreâ€, azedando o ambiente, tornando-o ácido e de difÃcil convivência? Somos pacificadores ou, pelo contrário, por nosso intermédio é que se produzem as contendas e porfias nos relacionamentos?
- Ser “sal da terra†é, também, trazer “calor humanoâ€, solidariedade e amor ao lugar onde estamos. Com efeito, nos paÃses temperados e frios, o sal é utilizado para impedir que o gelo e a neve se produzam nas estradas e ruas no rigor do inverno. O sal, portanto, impede que se consolide a frieza, que predomine o gelo. Temos sido instrumento para o aumento da amizade e do companheirismo entre as pessoas? Temos levado as pessoas a reavaliar a sua relação com Deus, ou somos os principais “refrigeradores†do ambiente onde estamos, levando as pessoas a se distanciar cada vez mais do “Sol da justiça†e do “fervor espiritualâ€?
- Ser “sal da terra†é, muitas vezes, manter-se anônimo, invisÃvel e imperceptÃvel ao olho nu. Com efeito, o sal, no mais das vezes, não é visto embora esteja ali presente. O verdadeiro e genuÃno cristão também não aparece, mas deixa que os efeitos da sua presença se apresentem, até porque não quer jamais a glória para si, mas, sim, para o Senhor. Por isso, muitos “aparecidos†não são “sal da terraâ€, mas pessoas que, por quererem aparecer, acabam fazendo a comida ficar “salgada demais†e imprestável para consumo.
- Ser “luz do mundoâ€, também, é manter-se anônimo, pois, em verdade, quando brilhamos, não fazemos aparecer a nossa imagem, pois somos apenas espelhos(IICo.3:18), luzeiros(Fp.2:15 ARA), que estão a refletir a imagem de Cristo, o único que deve aparecer e ser glorificado.
OBS: “…Mas a questão é: Qual rótulo nós queremos para a igreja nestes dias? O rótulo virá; cabe a nós trabalharmos para fazer com que as pessoas olhem para nós com simpatia, como olhava a sociedade que cercava a igreja primitiva (At. 2:47) ou com desprezo pelas discrepâncias entre nossa mensagem e nossa prática (que Deus nos livre!!!). Já partimos do princÃpio que há incontáveis cidadãos analisando as ações da noiva de Cristo, ávidos, observando seus passos e aguardando ansiosamente para dar sua opinião a nosso respeito. Colar um rótulo. Mas é dever da igreja preocupar-se com o que as pessoas pensam de nós? Sem dúvida! Nosso trabalho é ser reflexo de Cristo e é importante que todos consigam enxergar Jesus em nós de forma lÃmpida, transparente e clara. Espelhos do Mestre.…†(BENTES, Fábio. O rótulo da igreja. DisponÃvel em: http://www.bibliaworldnet.com.br/ Acesso em 29 dez. 2006).
- Temos tido esta conduta no nosso dia-a-dia? Pertencemos mesmo à Igreja? Temos um bom testemunho de Jesus Cristo?
OBS: “…Os problemas que enfrentamos no Brasil hoje são muitos. A corrupção tem aumentado. A degradação moral também. Leis com objetivo de atacara Igreja estão surgindo. O que fazer? Apenas ficar parados, de mãos cruzadas, vendo as coisas acontecerem?(…). O mandato espiritual da Igreja é para ganhar vidas para Cristo e ‘salgar’ a sociedade, ser relevante, provocar transformações sadias. Que por meio da igreja brasileira brilhe a luz de Cristo, dissipando as trevas espirituais em que está imerso o nosso paÃs.†(PROMOVER transformações na sociedade é o desafio das igrejas do século 21. Mensageiro da paz, ano 77, n. 1.460, jan. 2007, p.5).
IV – SER TESTEMUNHA DE JESUS É SER DIFERENTE PARA FAZER A DIFERENÇA
- Nos dias de hoje, em muitos lugares, é comum ouvir que “o crente deve fazer a diferençaâ€, querendo, com isso, dizer que o cristão deve se sobressair no meio das demais pessoas, já que é filho de Deus e tem a vida eterna.
- Muitos dos que isto dizem, no entanto, estão comprometidos com idéias e doutrinas completamente alheias à Palavra de Deus. Insistem que o cristão deve “fazer a diferença†dentro de uma pregação triunfalista, onde se sobressai o “eu†do indivÃduo, onde o que se realça é o egoÃsmo, a manipulação dos desejos, sonhos e paixões, com emprego de técnicas de sugestão, de promoção da auto-estima e outros métodos que nada mais são que uso de instrumentos de auto-ajuda, onde há a super-valorização do homem e o menosprezo ou negação total de Deus.
- “Fazer a diferença†para estes falsos ensinadores é uma roupagem muito mal disfarçada do que prega o movimento Nova Era, que busca exaltar o homem, incentivando e estimulando o desejo de se igualar a Deus, de ter uma vida independente de Deus, precisamente o engodo com que o diabo tentou e obteve a queda do primeiro casal no Éden (Gn.3:4,5). Este “fazer a diferença†torna-se ainda mais danoso que a pregação da Nova Era, pois esta, ao menos, explicitamente arroga para o homem um caráter divino, enquanto que, numa verdadeira atitude de blasfêmia, este triunfalismo ousa considerar Deus como o principal empregado ou serviçal do ser humano, a ponto de se Lhe poder “exigirâ€, “requererâ€, “colocálO contra a paredeâ€, ações que, efetivamente, não podem provir de um discÃpulo de Jesus, mas que é caracterÃstica própria e peculiar dos que se rebelam contra o Senhor (Sl.2:1,2).
- Quando, porém, analisamos o que é o testemunho cristão, qual a finalidade pela qual o Senhor nos quis fazer Suas testemunhas em todos os lugares do mundo (At.1:8), compreendemos que o cristão deve, mesmo, fazer a diferença entre os demais seres humanos que o cercam, mas não porque Deus lhe seja serviçal ou lhe deva obrigações, mas, muito pelo contrário, porque o cristão é uma pessoa diferente: “…o cristão deve ser alguém com uma mentalidade diferente, cuja postura diante da vida difere, em toda a sua extensão, daquele que não tem a mente de Cristo. Se não for assim, então o cristianismo não será algo realmente fundamental. Mas, na verdade, é assim. Quando essa verdade foi crida e vivida pela igreja, a história mudou; quando é crida e vivida por um cristão, a sua história muda. E quando a igreja se esquece disso, degenera-se em um exercÃcio mÃstico impotente…â€(LEITE, Cláudio Antonio Cardoso e LEITE, Fernando Antonio Cardoso. Evangélicos ou evangélicos? A igreja brasileira entre os exemplos do passado e os dilemas do presente. In: LEITE, Cláudio Antonio Cardoso et alii. Cosmovisão cristã e transformação, p.23).
- Ao longo da história da humanidade, toda vez que os cristãos efetivamente se tornaram testemunhas de Jesus, o mundo, mesmo sem ter aceitado a Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador, em sua totalidade, experimentou uma modificação, uma mudança para melhor em suas estruturas, em todos os aspectos. Assim, por exemplo, a civilização romana foi profundamente alterada pela disseminação do Evangelho, como também, durante a Reforma Protestante, experimentou a Europa um processo de transformação que nem mesmo os céticos são capazes de desmentir.
- Toda vez que os cristãos assumem o seu dever de serem “pedras vivasâ€, de serem testemunhas de Cristo Jesus, há uma influência no mundo, pois o cristão, enquanto luz do mundo e sal da terra, promove, a um só tempo, a dissipação das trevas e a conservação do que é santo e louvável, com a cura das chagas e máculas trazidas pelo pecado e pelo mal.
- O progresso da maldade e do pecado a que hoje assistimos é o resultado do esfriamento do amor de quase todos os cristãos (Mt.24:12), é conseqüência da apostasia, ou seja, do desvio espiritual deliberado de muitos, cuja luz se apagou, cujo sal se tornou insÃpido. Assim, em vez de serem “testemunhas†de Jesus, passam a ser “veÃculos de escândalosâ€, gerando descrença e incredulidade. Sabemos que isto é cumprimento de profecia, é sinal dos tempos, mas não é porque há estes “filhos da perdiçãoâ€, que nós deixaremos contaminar as nossas vestes.
- O Senhor ainda está, como fez na igreja de Sardo, à procura daqueles que ainda não contaminaram as suas vestes brancas (Ap.3:4), a fim de fazê-los vencedores (Ap.3:5). Ainda há tempo e lugar para que espalhemos a luz do Evangelho de Cristo (I Co.4:1-6), para que produzamos o fruto do EspÃrito, para que salguemos este mundo com a sã doutrina. Não podemos desfalecer, pois sabemos que, no tempo certo, ceifaremos (Gl.6:9).
- Apesar dos tempos trabalhosos em que vivemos, os relatos da Igreja são animadores, pois Jesus é o mesmo (Hb.13:8) e continua a operar como nos tempos antigos ou nos momentos de avivamento da história da Igreja. O testemunho de Jesus continua gerando transformações, produzindo mudanças não só na vida do homem interior, mas, também, na sociedade como um todo. Os exemplos têm sido muitos, como têm recentemente documentado a “International Fellowship of Transformation Partnersâ€, grupo que tem reunido e mantido contactos com diversos movimentos ao longo do mundo, onde os cristãos têm buscado se unir para ser testemunhas do Senhor Jesus, partindo para a humilhação, oração, busca da face do Senhor e conversão dos seus maus caminhos, a fim de obter a bênção da parte de Deus para suas comunidades e nações (II Cr.7:14).
OBS: “…O movimento de transformação está se accelerando e se espalhando entre as nações. Atualmente não menos de 500 comunidades têm experimentado transformação sobrenatural enquanto a presença de Deus permeia as pessoas e a sociedade em todos os nÃveis. Não é um perÃodo de avivamento que é limitado a um lugar ou liderado por um ministro, mas este é um mover de Deus que se espalha e está varrendo comunidade de um para outro paÃs, atravessando denominações, etnias, gêneros e esferas da sociedade. Ninguém o está “dirigindo†ou controlando seus resultados…†(O movimento de transformação global. DisponÃvel em: http://www.fusionministry.com/GlobalTransMovement.php Acesso em 01 abr. 2008) (tradução nossa do texto original em inglês).
- Para que “façamos a diferençaâ€, precisamos, antes de mais nada, “ser diferentesâ€. Ser diferente é ser “pedra vivaâ€, é ser testemunha de Jesus e, como vimos supra, uma testemunha não pode ser comprometida com o mundo, alheia ao senhorio de Cristo, hipócrita, falsificadora da Palavra, interessada em coisas desta vida. Uma testemunha não pode estar presa à s circunstâncias da vida, mas, como prova de Deus, tem de superar o tempo e todas as demais circunstâncias. A beleza do testemunho cristão está, precisamente, nesta capacidade, vinda do céu, para que homens e mulheres simples consigam remover, com sua simplicidade e sinceridade, as mais fortes e arrogantes estruturas injustas e pecaminosas.
- As testemunhas de Jesus Cristo, cheias do poder do EspÃrito Santo, são capazes de encher da sã doutrina o ambiente em que vivem (At.5:28), tendo como compromisso único o de obedecer a Deus (At.5:30), não temendo nem a morte nem o sofrimento, pois consideram um privilégio padecer afronta por causa do nome de Jesus (At.5:41).
- A falta de testemunho por parte daqueles que cristãos se dizem ser, ou seja, o “não ser diferenteâ€, o “parecer-se com o mundo†tem sido um dos principais fatores para o progresso da maldade e para a implantação do ambiente propÃcio ao surgimento do Anticristo. Com efeito, como já dizia o padre Antonio Vieira, o maior orador sacro em lÃngua portuguesa, em pleno século XVII, um dos motivos pelos quais a Palavra de Deus faz pouco fruto nos dias hodiernos é a falta de testemunho dos próprios pregadores. Assim, quando não damos testemunho, além de “não fazermos diferençaâ€, transformamo-nos em instrumento do pecado e do mal.
OBS: Por sua absoluta pertinência, transcreve-se aqui trecho do Sermão da Sexagésima de Vieira: “…Será porventura o não fazer fruto hoje a palavra de Deus, pela circunstância da pessoa? Será porque antigamente os pregadores eram santos eram varões apostólicos e exemplares, e hoje os pregadores são eu e outros como eu? — Boa razão é esta. A definição do pregador é a vida e o exemplo. Por isso Cristo no Evangelho não o comparou ao semeador, senão ao que semeia. Reparai. Não diz Cristo: saiu a semear o semeador, senão, saiu a semear o que semeia: Ecce exiit, qui seminat, seminare. Entre o semeador e o que semeia há muita diferença. Uma coisa é o soldado e outra coisa o que peleja; uma coisa é o governador e outra o que governa. Da mesma maneira, uma coisa é o semeador e outra o que semeia; uma coisa é o pregador e outra o que prega. O semeador e o pregador é nome; o que semeia e o que prega é ação; e as ações são as que dão o ser ao pregador. Ter o nome de pregador, ou ser pregador de nome, não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, as obras, são as que convertem o Mundo. O melhor conceito que o pregador leva ao púlpito, qual cuidais que é? — o conceito que de sua vida têm os ouvintes. Antigamente convertia-se o Mundo, hoje porque se não converte ninguém? Porque hoje pregam-se palavras e pensamentos, antigamente pregavam-se palavras e obras. Palavras sem obra são tiros sem bala; atroam, mas não ferem. A funda de David derrubou o gigante, mas não o derrubou com o estalo, senão com a pedra: Infixus est lapis in fronte ejus. As vozes da harpa de David lançavam fora os demônios do corpo de Saul, mas não eram vozes pronunciadas com a boca, eram vozes formadas com a mão: David tollebat citharam, et percutiebat manu sua. Por isso Cristo comparou o pregador ao semeador. O pregar que é falar faz-se com a boca; o pregar que é semear, faz-se com a mão. Para falar ao vento, bastam palavras; para falar ao coração, são necessárias obras. Diz o Evangelho que a palavra de Deus frutificou cento por um. Que quer isto dizer? Quer dizer que de uma palavra nasceram cem palavras? — Não. Quer dizer que de poucas palavras nasceram muitas obras. Pois palavras que frutificam obras, vede se podem ser só palavras! Quis Deus converter o Mundo, e que fez? — Mandou ao Mundo seu Filho feito homem. Notai. O Filho de Deus, enquanto Deus, é palavra de Deus, não é obra de Deus: Genitum non factum. O Filho de Deus, enquanto Deus e Homem, é palavra de Deus e obra de Deus juntamente: Verbum caro factum est. De maneira que até de sua palavra desacompanhada de obras não fiou Deus a conversão dos homens. Na união da palavra de Deus com a maior obra de Deus consistiu a eficácia da salvação do Mundo. Verbo Divino é palavra divina; mas importa pouco que as nossas palavras sejam divinas, se forem desacompanhadas de obras. A razão disto é porque as palavras ouvem-se, as obras vêem-se; as palavras entram pelos ouvidos, as obras entram pelos olhos, e a nossa alma rende-se muito mais pelos olhos que pelos ouvidos. No Céu ninguém há que não ame a Deus, nem possa deixar de o amar. Na terra há tão poucos que o amem, todos o ofendem. Deus não é o mesmo, e tão digno de ser amado no Céu e na Terra? Pois como no Céu obriga e necessita a todos a o amarem, e na terra não? A razão é porque Deus no Céu é Deus visto; Deus na terra é Deus ouvido. No Céu entra o conhecimento de Deus à alma pelos olhos: Videbimus eum sicut est; na terra entra-lhe o conhecimento de Deus pelos ouvidos: Fides ex auditu; e o que entra pelos ouvidos crê-se, o que entra pelos olhos necessita. Viram os ouvintes em nós o que nos ouvem a nós, e o abalo e os efeitos do sermão seriam muito outros. …†(VIEIRA, Antonio. Sermão da Sexagésima. DisponÃvel em: http://www.cce.ufsc.br/~nupill/literatura/sexagesi.html Acesso em 02 abr. 2008).
- Temos sido testemunhas de Jesus? Há transformação à nossa volta por causa de nosso testemunho? O Senhor tem confirmado o nosso testemunho com demonstração de poder? Temos tido alguma relevância na sociedade em que vivemos? A ordem do Senhor é que sejamos Suas testemunhas onde estivermos. Temos sido obedientes a esta ordenança divina? Pensemos nisso!
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rogerio Escreveu:
pr Geraldo quero parabenizá-lo pela sua humildade em receber e aceitar as criticas que o amado recebe, e parabens pela resposta repassada, em momento algum o querido mostou-se indignado com o irmão israel, creio que ele não o quis ofendê-lo talvez só estava querendo algo a mais que não foi alcançado, porém o amado pastor mostrou-se humilde em sua resposta, e isso que faz o abençoado pastor a continuar neste site sendo um bom comentarista. que Deus continue o abençoando em nome de Jesus,amém.
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Godofredo Sousa Escreveu:
Pastor Geraldo, a paz do Senhor,gosto de usar os comentários deste site para complementar o ensino sobre o tema da lição,alguns comentaristas repetem quase tudo que está na lição. Os seus comentários nos dá mais subsÃdios para passar-mos para os alunos,
parabens pelos seus comentários e que Deus continue te abençoando
para o Sr continuar neste ministério.
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Alan Escreveu:
A paz do Senhor Jesus!!!
O comentário do Pr. Geraldo é válido ,dada a destruição de lares e da própria sociedade por conta do consumo desregrado e irresponsável do álcool.
A lição deste domingo também trabalha nesta linha de pensamento.
Por outro lado, temos que observar o contexo, a fim de que não haja uma má interpretação do texto. Estava Deus parabenizando os recabitas por não consumir o vinho???
Estava ele proibindo o consumo moderado (e aà entra a temperança)do vinho ou de bebida alcoólica?
Se quer me perguntar, eu respondo, não! Eu não consumo bebida alcóólica alguma por conta dos costumes da nossa igreja. Mas, dificilmente conseguiremos uma proibição expressa da bÃblia acerca do vinho (apesar de encontramos trechos bÃblicos com advertências ao álcool). O renomado pastor sabe em Deus que não minto. Mas também sabe que devemos ser um pouco hipócritas a fim de não falarmos certas verdades, pois estas poderiam tremer os alicerces do atual cristianismo.
Deus estava falando de fidelidade. Os recabitas foram fiéis ao seu pai, enquanto Israel não o eram ao seu Deus. Mas volto a validar o comentário, pois o consumo desregrado e irresponsável do álcool tem destruÃdo a sociedade.
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SIlv@ni@ Escreveu:
Parabéns Pr.Geraldo,o Senhor mostrou o valor da temperança ao ser criticado,poucos tem esta virtude!
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Ramiro Gama Escreveu:
Deus prova a quem ele ama, e o senhor provado foi pravado, e teve temperança pois nós devemos viver aquilo que pregamo. Que o Senhor Deus continue lhe abençoando, e lhe dando mais sabedoria. A paz do senhor Jesus.
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gláucia Escreveu:
A paz do senhor pr. Geraldo, sou grata a Deus por ter nos dado um pastor como o senhor, que apesar de ter recebido criticas as usou como construtivas, é assim que um servo de Deus tem que agir, crescer espiritualmente e mostrar ter temperança em momentos de turbulência.O artigo nos faz refletir como os recaditas agiriam nos dias de hoje e como nós assebleanos estamos agindo , Deus o abênçoe.
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Luiz Cláudio Pires Escreveu:
A Paz do Senhor para todos.
Aqui está uma pequena amostra do grande número de evangélicos que gosta de degustar “umazinha”. Deus tenha misericórdia de nós. Mas, para não acirrar mais ainda a questão, só gostaria que alguém explicasse se o significado da palavra “vinho” utilizada nas passagens de I Tm, Tt e Jo 2 (casamento de Caná) é realmente vinho embriagante. Se o for, a BÃblia estará em contradição, porque em algumas passagens ela exorta a não beber, inclusive a não olhar para o vinho e em outras aconselha a beber vinho. Será que tem o mesmo significado na linguagem da bÃblia original (grego e hebraico)? E qual a diferença entre vinho e bebida forte? É, pastor Geraldo, por aqui vemos como Jeremias sofria ao falar para o povo de Judá. A maioria não aceitava e maltratava o profeta de Deus. Mas continue nesta tua força, pois o Senhor é contigo. Que todos nós sejamos imitadores de Cristo.
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Jesuina Alves Escreveu:
Jesuina Alves escreveu:
Pastor geraldo, fico preocupada com o despreparo de nossos professores. Sempre digo que os pastores e superintendentes da EBD precisam investir em SIMPÓSIOS para que o corpo docente tenha noção de pedagogia. Ensinar requer muita preparação. Quanto as crÃticas, tenho certeza que os servosde Deus são preparados para recebê-las. Isto só nos faz crescer. Fiquei feliz pela humildade do querido irmão. Continue nos ajudando.
Que Deus o abençoe.
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JOÃO RIBEIRO NETTO Escreveu:
A Paz do Senhor Para Todos.
Os que são favoráveis à ingestão de bebida alcoólica, por favor, respondam-me: Se o álcool é considerado uma droga, será que, COM MODERAÇÃO, podemos também fumarmos um cirgarrinho de maconha, cheirarmos um pouquinho de cocaÃna, fumarmos uma pedrinha de clark???? Seria isto pecado, se é feito com moderação???? Que nós venhamos a fazer distinção entre o santo e o profano. Pastor Geraldo, obrigado por sua humildade, coragem e por seus subsÃdios que muito tem enriquecido e ajudado minha vida espiritual.
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PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO Escreveu:
Prezados irmãos em Cristo Jesus,
Mais uma vez, pedimos perdão a todos irmãos, em nome de Jesus, visto não ter sido nossa intenção criarmos nenhuma celeuma, que, muitas vezes, ao invés de ajudar, contribui mais para que o povo de Deus fique confuso e dividido. A nossa intenção é e sempre será a de estudarmos a palavra de Deus e cada dias mais aprendermos um com os outros. Agradecemos ao Senhor pela contribuição de cada um dos irmãos e confesso que copiei para os meus arquivos pessoais cada manifestação ali postada, para que possa estudar e pesquisar com mais afinco e dedicação a Poderosa e Santa Palavra de Deus e, assim, crescermos cada vez mais na graça e no conhecimento que há em Cristo Jesus, nosso Senhor. Agradecemos também as palavras do prezado irmão Luiz Henrique de Almeida Silva, que tem nos enriquecido com os seus comentários, seus questionários e suas aulas em vÃdeo. Que o nosso Deus continue sustentando, edificando e abençoando o seu honrado ministério, que em diversas oportunidades me utilizei como auxÃlio para ministrações das aulas da EBD. Ao irmão Rogério, que em seu sólido apanhado sobre Cristo, o cristão e o testemunho, muito nos faz refletir na aplicação da lição desta semana. Aos demais irmãos que, mesmo não concordando com o conteúdo do subsÃdio, nos fazem lembrar que não existe moeda de um lado só. Temos que ouvir e ponderar os dois lados e isso estamos fazendo com muita sinceridade. No mais, mesmo não sendo o dono da verdade (longe de nós tal pretensão), humildemente mantemos todo conteúdo do subsÃdio e reverentemente nos curvamos ante à quela interpretação bÃblica. Isso porque, conhecemos pessoas que hoje choram e gemem para alcançarem libertação do vÃcio da embriaguez, mas não conseguem. Essas pessoas, um dia, começaram a beber “socialmente”, começaram a beber alegando que tinham controle e sabiam o momento exato de pararem, o que, infelizmente, não conseguiram. Tenho um amigo particular com vÃcio do alcoolismo; gastava todo seu dinheiro na bebida; chegava em casa, batia na esposa e nos filhos. Ao contar o seu testemunho, ele diz que uma madrugada, em sua casa, após agredir mais uma vez seus entes familiares, chegou na janela e olhou para o céu; chorando e em seu desespero disse: “Deus, se tu existes, livra-me deste vÃcio e dê paz entre mim e minha famÃlia”. Apesar de não ser evangélico, aquele homem ficou livre e hoje é um dos lÃderes dos Alcoólicos Anônimos. Fora outros testemunhos que temos de grandes amigos que foram libertos deste vÃcio, mas que tiveram que gemer e chorar muito para alcançarem libertação. Se os irmãos tiverem oportunidade, visitem uma reunião dos A.A. e ali perguntem como aquelas pessoas começaram a beber. Assim poderemos refletir que para não termos a possibilidade de chegarmos à quele estágio, devemos sempre evitar o primeiro gole. Que todos nós possamos refletir para alcançarmos um melhor aprendizado da BÃblia Sagrada e colocá-lo em prática para que o nome do Senhor seja glorificado. Em Cristo Jesus nosso Senhor, mais uma vez me perdoem e muito grato por tudo.
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Eleonice Escreveu:
A paz do Senhor Jesus amado irmão, o que eu tenho a diser é este site
é abençoado por Deus e com certeza nos ajuda muito.
Não se preocupe com esses comentarios pos Deus sendo Deus não
conseguio agradar a todos, por que o sr. agraderia?
Fica na paz e Deus continue te abençoando.
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israel Escreveu:
A paz e a graça do Senhor Jesus Cristo seja com todos.
Pr. Geraldo, me desculpe se fui infeliz em meu comentário, só quis dizer que o problema de Israel ñ era a bebida até porque eles bebiam, o problema era a desobediencia a Deus e o exemplo dos Recabitas foi exencial para repreender a Israel.
Eu louvo a Deus pela simplicidade de sua resposta e oro a Deus para que continue abençoando a sua vida e se ministério.
Gostei de ver a participação de tantos irmãos postando os seus comentários, que Deus abençõe a todos.
Que Deus em Cristo continue abençoando ao senhor
Rogo as vossas orações em Cristo.
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Edna de Castro Escreveu:
A paz do senhor a todos, muito obrigada pelo estudo querido pastor, pois tem ajudado muito em sala de aula para as senhoras, quanto as criticas fazem parte daqueles que são chamados e escolhidos por Deus! Continue denunciando as obras da carne!
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Eduardo Escreveu:
Parabéns Pr. Geraldo,
Pelo comentário..
Nos tempos em que a Igreja esta vivendo temos , temos que passar a verdadeira realidade para Igreja, e não somente passar por cima dos erro ou seja a mão na cabeça, como muitos costumam fazer.
Estamos nos finais dos tempos !!!, e a palavra nos diz
“Aquele que for Fiel até o fim será Salvo !!.
Vale a pena ser Fiel !!!
Deus te abençoe Pr.
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israel Escreveu:
A paz do Senhor Jesus.
Só gostaria de dizer aqueles que se indignaram pelo comentário que fiz ao estudo que:
1º Não vivemos na chamada era das trevas, onde ñ se podia fazer comentários sobre aqueles que tinham autoridade e nem se espressar em pontos contrários com a religião predominante.
2º Aqueles que são lÃderes também são passÃveis de erro Ex: Ap Pedro ensinava a circuncizão e o Ap Paulo se posicionou contra e fe-lo mudar de ensino;
3º O lÃder seja qual for o quadro ministerial não o torna infalÃvel, vemos isto em várias passagens bÃblicas, o único lÃder que se considera infalÃvel lastimavelmente é o Papa e isto ao longo de toda história e podemos ver o resultado da religião deles.
4º Quem posta estudo na internet deve estar disposto a receber comentários a favor e contra, isto faz parte da liberdade de expressão e é muito proveitoso.
5º Ao comentar o estudo do Pastor Geraldo, em nenhum momento fui desrespeitoso, e isto ñ indica despreparo para ensinar. Despreparo tem aqueles que não absorvem a critica pois se consideram os donos da verdade e os mais capacitados. Por isso digo aos amados irmãos que se indignaram com o meu comentário que estudem mais, não apenas leiam e aplaudam pois se assim o fizerem não passarão de simples imitadores(repetidores), pois ao comentar você espressa opinião e conhecimento. Talvez me falte os dois por isso que gosto de ler e comentar.
6º Devemos ter a mente de Cristo…
Pr Gerlado que Deus continue abençoando o senhor e ministério, fique sabendo que pela sua humildade na sua resposta ganhou um admirador.
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