Publicado em 30 de Julho de 2010 as 09:16:33 AM
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Texto Base: Isaías 53:2-9
“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5:2). INTRODUÇÃO
A autenticidade da profecia bíblica pode ser averiguada através de sua precisão e fiel cumprimento. Se somente uma profecia houvesse falhado, então saberíamos que Deus não seria verdadeiramente Deus, porque o criador de todas as coisas, inclusive do tempo, não pode errar em predizer o futuro. Se uma profecia é autêntica, se vem da parte de Deus, ela deve ter um cumprimento na história. Da abundância de profecias relacionadas ao nascimento, à vida e à morte de Jesus, destacamos, como exemplo, o Salmo 22.16-17: “…traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos...”. Não há dúvida de que essa passagem fala da crucificação, pois o sofrimento descrito pelo salmista só acontece nesse tipo de morte. Entre os judeus a crucificação jamais foi uma forma de execução de condenados à morte e ainda não era conhecida quando o salmo foi escrito. Bem mais tarde os romanos copiaram dos cartagineses a pena de morte por crucificação. Portanto, seria muito mais lógico se o salmista tivesse descrito a morte por apedrejamento ou pela espada. Numa época tão remota (1000 a.C.), por que ele falou da morte pela cruz, completamente desconhecida dos judeus? A resposta é que o salmista, inspirado pelo Espírito de Deus, era um profeta e apontava a morte futura de Jesus(Lc 23:33). “Mas tudo isso aconteceu para que se cumpram as Escrituras dos profetas” (Mt 26:56).
“Conforme o Dr. Roger Liebi, 330 profecias extremamente exatas e específicas referentes ao Messias sofredor se cumpriram literalmente por ocasião da primeira vinda de Cristo”((Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br). Mas, nessa aula, nos deteremos a analisar apenas as profecias messiânicas registradas em Isaías 53. I. O DESPREZO DO SENHOR Neste tópico estudaremos que a autenticidade profética é reconhecida mediante o cumprimento das profecias vetero-testamentárias relativas à apresentação, aparência, rejeição e mensagem do Senhor. 1. A apresentação do Senhor. A apresentação de Jesus como “O Servo Sofredor do Senhor” está exarada em Isaias 52:13 - 53:12. Esta passagem é a mais importante entre todas as profecias messiânicas do Antigo Testamento. Quem, além de Isaias, poderia ter escrito um milagre literário dessa magnitude? E quem, além do Espírito Santo, poderia ter inspirado seus detalhes? Policarpo chamou-a de passagem dourada do Antigo Testamento. Nessa passagem é anunciado e descrito de forma tão clara como se o próprio profeta estivesse parado sob a cruz observando a crucificação. Essas predições foram cumpridas em Jesus Cristo. Assim, o Servo do Senhor não é ninguém mais do que o próprio Filho do Homem. É dessa maneira que o Novo Testamento se refere a Ele(cf Is 53:7-8 com At 8:26-35; cf. também Lc 24:25-27; 44-47). O apóstolo Paulo comenta acerca de Isaias 53 em Filipenses 2:5-11. 2. A mensagem do Senhor. Jesus era Profeta. Ele mesmo assim o disse: “Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã, e no dia seguinte; porque não convém que morra um profeta fora de Jerusalém”(Lc 13:13); “Então Jesus lhes dizia: Um profeta não fica sem honra senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua própria casa”(Mc 6:4). Ora, se Jesus se intitulou como profeta, quem somos nós para desmenti-lo? Jesus, por várias vezes, disse estar a anunciar as palavras do Pai, a revelá-las, a cumprir com aquilo que Lhe havia sido determinado (João 17:14,25,26). E o profeta além de predizer o futuro e operar sinais e maravilhas, anunciava a Palavra de Deus. Jesus pregou o Evangelho, ou seja, as boas novas de salvação (Mc 1:14,16), tendo, por algumas vezes, dito explicitamente que o que falava era por determinação do Pai (João 7:16-18; 14:10; 15:15). Sendo assim, sua mensagem era singular e despertava interesse e admiração entre o povo(Mt 7:14; 7:29); (João 7:46).
Suas mensagens de ensino e os sinais e maravilhas que operava caracterizaram a singularidade do seu ministério profético e demonstravam que Ele não somente era um profeta, mas o Messias prometido, o “Servo Sofredor”. Conquanto Jesus fosse o Messias de Deus, muitos o rejeitariam e, portanto ficariam sem a salvação(ver João 12:38; Rm 10:16). Houve relativamente poucos salvos entre os judeus na primeira vinda de Jesus. Até mesmo os de sua casa não compreenderam o seu ministério (Mc 3.21; Jo 7.5). Essa rejeição da mensagem do Senhor tinha sido previsto pelo profeta Isaias quando diz: “Quem deu crédito à nossa pregação?”(Is 53:1). 3. A aparência e a rejeição do Senhor.
A aparência do Senhor. Ao longo dos anos, todos, de uma forma em geral, nos acostumamos a “identificar” a figura do Senhor Jesus na forma “tradicional”: olhos azuis (?), cabelos longos em madeixas, barba longa, semblante de um jovem de aparência bonita… Todavia, não há relatos bíblicos suficientes para se ter uma idéia de Sua aparência. Há somente uma profecia de como ele seria quando estivesse sofrendo na cruz: Isaías 52.14 - “Como pasmaram muitos à vista dele, pois a sua aparência estava tão desfigurada, mais do que o de outro qualquer, e a sua figura, mais do que a dos outros filhos dos homens”. Este versículo descreve os maus tratos que os judeus e os soldados romanos infligiam a Jesus, no seu julgamento e crucificação (cf Sl 22:6-8; ver Mt 26:67).
Em Isaias 53:2, também descreve a aparência do Messias Sofredor: “Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha parecer nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos”. Aqui, demonstra que não havia nada nele majestoso ou de caráter nobre que atraísse a admiração humana. A pergunta nos dias de Jesus era: “Pode alguma coisa boa vir de Nazaré”? Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 30 de Julho de 2010 as 08:16:45 AM
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Texto Áureo.
Mq. 5.2. E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas origens [saídas] são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.
Leitura Bíblica em Classe
Is.53.2-9. Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos. […]Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; […]Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. […]Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca [fez] cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca. Bíblia on-line. Versão ACRFiel - Bíblia.com.br
Glossário.
Trilema - O mais antigo uso registrado do termo vem do pregador britânico Philip Henry em 1672, seguido, aparentemente de forma independente, pelo pregador Isaac Watts em 1725
O termo ‘Pragmatismo’ foi introduzido por Charles S. Pierce em um famoso artigo intitulado “How to make our ideas clear“, publicado em 1878. Em Pierce há o Pragmatismo metodológico, que é fundamentalmente uma teoria do significado e também um pragmatismo metafísico que é uma teoria da verdade e da realidade. Segundo o autor, a idéia de um objeto é correspondente à idéia de seus efeitos sensíveis, assim, a concepção de um objeto é a concepção dos efeitos práticos que atribuímos a esse objeto da nossa compreensão. O pragmatismo de Pierce é uma teoria da significação, um método de determinação de significados que atribui o significado ao conjunto de disposições para agir que o objeto causa ao entrar em relação com um sujeito humano.
1. Velar
José Carlos Delfino (SC)
[Do lat. vigilare.]V. int.
1. Passar a noite, ou boa parte dela, acordado:
2. Conservar-se aceso (vela, candeeiro, etc.).
3. Estar alerta; vigiar. V. t. d.
4. Passar (a noite) acordado:
5. Estar de vigia, de guarda ou de sentinela a: 2
6. Passar a noite junto à cabeceira de (um doente), para tratar ou cuidar dele, ou ao pé de (um morto):
7. Proteger, patrocinar: 2 V. t. i.
8. Interessar-se grandemente, com zelo vigilante:
9. Interessar-se, preocupar-se, zelar: 2 V. p.
10. Acautelar-se, vigiar-se.
Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa de José Pedro Machado, amálgama vem «do francês amalgame, este do latim medieval - amalgama.
Dicionário Aurélio, «Mistura de elementos que, embora diversos, contribuem para formar um todo»
1. Grandeza que indica o quão algo é ou está acurado
Adjetivo. ms=acurado|mPlural: acurados
| Feminino Singular: acurada
| Feminino Plural: acuradas feito com cuidado e perfeição
Plenitude (grego pleroma)
Conceitos.
Acurácia - sm. (acurar + ácia)
1. Mat. Exatidão de uma tabela ou de uma operação.
2 Fís. Propriedade de uma grandeza física que foi obtida por processos ou por instrumentos isentos de erros.
O termo acurácia, é definido como: “o mais próximo que de um elemento observado ou analisado estiver de um valor definido ou verdadeiro” e esclarece que a acurácia é usualmente expressa em termos de erros ou incerteza. Assim, acurácia é a habilidade de se fazer alguma coisa de maneira exata, sem cometer erro.”
No caso de base de dados, diz-se que ela tem acurácia, se os seus dados estiverem transcritos, sem erros de quaisquer espécies e a informação transcrita, tal como o original.
Publicado em 29 de Julho de 2010 as 04:34:17 PM
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Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 5 - A Autenticidade da Profecia. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.
Publicado em 29 de Julho de 2010 as 04:12:11 PM
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 5 – A AUTENTICIDADE DA PROFECIA
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 3º TRIMESTRE DE 2010
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de __________________________, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas ______________________ são desde os tempos antigos, desde os dias da ______________________________” (Mq 5.2).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A autenticidade da ____________________ bíblica pode ser averiguada através de sua______________________ e cumprimento ________________________ e insofismável.
INTRODUÇÃO
3- O que constitui-se uma prova incontestável da origem, inspiração e autenticidade divinas dos oráculos dos antigos profetas hebreus?
( ) O cumprimento das inúmeras profecias bíblicas a respeito dos reis Nabucodonosor, Ciro e Alexandre - o Grande, das nações do Egito, Assíria e Babilônia, das cidades de Tiro e Sidom e especificamente acerca de Israel e Jerusalém.
( ) O arrebatamento da Igreja e o governo milênico do Mesmo.
( ) O Senhor JESUS CRISTO, em seus dois adventos - do qual uma grande parte teve cumprimento na vida, obra e ministério terreno do Filho de DEUS.
I. O DESPREZO DO SENHOR
4- Como é a apresentação do Senhor em Isaías 52?
( ) “Eis que o meu servo operará com prudência”.
( ) “Eis que o meu senhor operará com prudência”.
( ) “Eis que o meu DEUS operará com prudência”.
5- Como era a mensagem do Senhor?
( ) Ele sempre tinha uma mensagem de amor, carinho e nunca repreendia a ninguém.
( ) Uma das singularidades do ministério de Nosso Senhor JESUS CRISTO foi exatamente o teor de sua mensagem.
( ) Não obstante, o capítulo 53 inicia já com a pergunta: “Quem deu crédito à nossa pregação?” (v.1), demonstrando que a prédica do Messias seria rejeitada.
( ) É contraditório entender o fato de que apesar dos milagres extraordinários operados pelo Filho de DEUS e de sua pregação repleta de autoridade e poder, muitos não criam nEle (Jo 12.37,38; Rm 10.16).
( ) Até mesmo os de sua casa não compreenderam o seu ministério.
6- Como era a aparência e a rejeição do Senhor?
( ) Certamente JESUS era de ótima aparência como Saul, forte como Davi e inteligente como Salomão.
( ) Não há como saber os traços físicos de JESUS, mas é bem possível que a sua aparência física contrarie a de todos os filmes já produzidos, pois a palavra profética declara que “nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos”.
( ) A rejeição do Senhor foi tão grande que se iniciou ainda em seu nascimento!
( ) Não havia espaço adequado para o nascimento do Filho de DEUS em Belém e, por isso, sua mãe deu-o à luz em uma manjedoura.
( ) Em Isaías 53, duas vezes o versículo três afirma que Ele era “desprezado” e termina dizendo: “não fizemos dele caso algum”.
( ) Tal descortesia cumpre-se de forma notória nos Evangelhos.
II. A PAIXÃO E A MORTE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
7- Apesar de todo o desprezo sofrido por Nosso Senhor JESUS CRISTO ao longo de sua vida terrena, como foram os seus últimos dias?
( ) Iniciados no Getsêmani, onde a sua agonia foi de tal intensidade que o fez suar gotas de sangue (Lc 22.44), mas, seus últimos dias foram de alegria.
( ) Iniciados no Calvário, onde a sua dor foi de tal intensidade que o fez suar gotas de sangue (Lc 22.44), foram de um sofrimento indescritível.
( ) Iniciados no Getsêmani, onde a sua agonia foi de tal intensidade que o fez suar gotas de sangue (Lc 22.44), foram de um sofrimento indescritível. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 29 de Julho de 2010 as 04:10:27 PM
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LIÇÃO 5 - A AUTENTICIDADE DA PROFECIA
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 3º Trimestre de 2010
O Ministério Profético na Bíblia, a voz de DEUS na Terra
Comentários da revista da CPAD:
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTO ÁUREO
“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).
VERDADE PRÁTICA
A autenticidade da profecia bíblica pode ser averiguada através de sua precisão e cumprimento fiel e insofismável.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Jr 23.5,6 A descendência do Messias
Terça - Is 7.14 O nascimento do Messias
Quarta - Is 9.1,2 O lugar em que o Messias iria morar
Publicado em 29 de Julho de 2010 as 03:33:59 PM
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Leitura Bíblica em Classe Deuteronômio 13.1-5; 18.10-12
I. O desprezo do Senhor
II. A paixão e a morte de nosso Senhor Jesus Cristo
III. Lições Doutrinárias do sacrifício de Cristo
Prezado professor, a revista Lições Bíblicas de Mestre, lição 5, na página 37, desse trimestre, trás um diagrama que o auxiliará para o uso deste subsídio. Para o fim de introduzir a lição, você poderá apresentar o diagrama que reproduz a história mundial através do sonho do rei Nabucodonosor, da Babilônia.
A autenticidade das profecias veterotestamentárias é inquestionável, principalmente, quando analisada de acordo com os acontecimentos dos históricos mundiais. A autoridade e a capacitação divinas confirmam a exatidão das profecias expressas sobre dois assuntos completamente desconhecidos pelos profetas em sua época: a transição dos impérios e o reinado de Cristo. Quem poderia desvendar a história mundial que culminaria na implantação do grande reino literal, o milênio? A história contada a partir do sonho do rei Nabucodonosor, da Babilônia, e interpretada divinamente pelo profeta Daniel, remonta um evento profético nunca visto antes: Deus de antemão revela seu plano para o mundo em detalhes.
O Sonho Profético do rei Nabucodonosor
O rei Nabucodonosor sonhou com uma estátua de ouro, prata, bronze e ferro/barro sendo atingida por uma pedra. Seus membros representavam os quatro grandes impérios mundiais e seus poderes futuros no mundo. A cabeça de ouro era a Babilônia, o peito e os braços de prata representavam os Medos e os Persas, os quadris de bronze representavam a Grécia, e as pernas e os pés de barro/ferro simbolizavam o Império Romano.
A pedra representa o Messias de Israel que feri os pés de barro/ferro da estátua esmiuçando-a completamente. Deus estabelece seu futuro reino que jamais terá fim. Esse reino se refere ao futuro reino messiânico de Cristo Jesus (Dn 2.44; Is 60.12; Zc 14.16-19).
O desdobramento dessa profecia deixa clara a absoluta soberania de Deus sobre os assuntos da humanidade. Independentemente das condições políticas, econômicas, sociais e religiosas; Deus conhece o passado, estabelece o presente e revela o futuro. Por isso na condução da história da humanidade, os impérios se formaram sempre a partir da ação de Deus como justiça em sua Terra.
Resumo Histórico dos Impérios
O império babilônico foi anunciado por Deus quando chegara a Israel para dominá-lo (605 - 539 a.C.). Babilônia teve sua grande ascensão, mas de imediato começou a desintegrar-se cedendo lugar, no cenário mundial, ao reino medo-persa (539 a.C.).
O rei medo-persa, Ciro, foi chamado por Deus de servo “o pastor que cumprirá tudo o que me apraz” (Is 44.28). Ainda que inferior ao reino babilônico, o império dos medos foi por muito tempo majoritário no cenário mundial. Porém, como os babilônicos, foi posteriormente dominado e preterido pelo Império Grego fundado por Alexandre Magno (330 a.C.).
O jovem imperador foi conquistando terras e desbravando territórios até que repentinamente a morte o subjugou. Com a morte de Alexandre o império grego foi dividido dando lugar ao longo domínio do famoso Império Romano (67 a.C). Roma dominou o mundo numa amplitude que nenhum outro império dantes fizera. Mas após sua divisão (impérios ocidental e oriental) depois do reino de Teodósio (395 d.C.), o império romano finalmente sofreu a queda (império ocidental - 476). Esse pequeno resumo histórico mostra a precisão cirúrgica da profecia que o sonho interpretado pelo profeta Daniel descreveu a respeito dos rumos do mundo.
Apesar de esses impérios terem caídos, suas influências são experimentadas até hoje. A astrologia babilônica, a ética medo-persa, a arte e filosofia grega e a ideia de que se pode conquistar a paz através do poderio militar[1], remontam os intensos desejos que a humanidade tem em usufruir da verdadeira paz. Porém, a filosofia de vida e os valores desse mundo darão lugar, ao estabelecimento integral do reino de Cristo Jesus. Ele encherá a terra inteira e estenderá o seu governo aos novos céus e a nova terra (Ap. 21.1). Diferentemente dos reinos anteriores, o de Cristo não será transitório, imperfeito e inacabado; mas a eternidade, a perfeição e estabelecimento final serão a ratificação do plano salvífico orquestrado por Deus antes da fundação do mundo (Hb 9.26).
Professor, sua tarefa neste domingo é autenticar a veracidade da profecia bíblica para o seu aluno afirmando que Deus é Soberano e Senhor da história humana. Ele intervém soberanamente segundo o conselho de sua vontade. Se Ele cumpriu o que predisse a mais de dois mil anos atrás, devemos aguardar com fé revigorada o cumprimento completo do estabelecimento do seu reino na Terra. Mostre ao seu aluno que a melhor forma de fazer isso é vivendo as características, a ética e as premissas do reino de Deus como se tivéssemos nele (Mt 5, 6 e 7).
Publicado em 28 de Julho de 2010 as 08:31:10 AM
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1. A 2ª Conferência de Educação Teológica coordenada pelo Conselho de Educação e Cultura da CGADB será realizada nos dias 6 à 8 de Agosto do corrente ano em Teresina – PI.
2. O Evento é alusivo a celebração do centenário das Assembléias de Deus no Brasil. A Primeira Conferência aconteceu em Santos – SP (Região Sudeste) e agora chegou a vez de Teresina – PI (Região Nordeste).
3. Trata-se de um encontro de Diretores, Professores, Estudantes de Teologia, Obreiros e Esposas em Geral.
4. A Conferência acontecerá no Centro de Convenções da CEADP (Convenção Estadual das Assembléias de Deus do Piauí).
5. O Centro de Convenções está localizado na Rua Jacob Martins, 791 – Parque São João (próximo a Estação CHESF) em Teresina – PI.
6. Os temas e os preletores para a 2ª Conferência de Educação Teológica são os seguintes:
a) Teoria do Método Teológico (Pr. Jesiel Padilha - SP);
b) Antropologia Bíblica e suas Implicações (Pr. Elienai Cabral - DF);
c) Princípios Teológicos da Reforma Protestante (Pr. Altair Germano);
d) Modismos Teológicos da Pós-Modernidade (Pr. Esequias Soares - SP);
e) Pressupostos Hermenêuticos da Teologia Contemporânea (Pr. Esdras Bentho - RJ)
f) Exegese Bíblica do Novo Testamento (Pr. Douglas Baptista - DF).
7. A mensagem do culto de abertura será ministrada pelo Pr. José Wellington Bezerra da Costa (Presidente da CGADB). Os devocionais serão realizados pelos Pastores: José Gonçalves (Teresina-PI) e Eliezer Moraes (Porto Alegre-RS).
Publicado em 27 de Julho de 2010 as 03:30:52 PM
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TEXTO ÁUREO
“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).
VERDADE PRÁTICA
A autenticidade da profecia bíblica pode ser averiguada através de sua precisão e cumprimento fiel e insofismável.
OBJETIVOS
· Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
· Identificar a autenticidade da profecia bíblica na história
· Explicar as lições doutrinárias do sacrifício de Cristo.
· Reconhecer que Deus é o Senhor da história humana.
INTRODUÇÃO
O cumprimento das inúmeras profecias bíblicas a respeito dos reis Nabucodonosor, Ciro e Alexandre - o Grande, das nações do Egito, Assíria e Babilônia, das cidades de Tiro e Sidom e especificamente acerca de Israel e Jerusalém, constitui-se uma prova incontestável da origem, inspiração e autenticidade divinas dos oráculos dos antigos profetas hebreus. Isso sem falar no tema principal das profecias veterotestamentárias - o Senhor Jesus Cristo, em seus dois adventos - do qual uma grande parte teve cumprimento na vida, obra e ministério terreno do Filho de Deus. Devido à relevância de tal assunto, nessa lição nos deteremos a analisar as profecias messiânicas registradas em Isaías 53.
Nota-se que todas as profecias mesmo preditas há muitos anos antes de acontecerem foram específicas e tiveram suas realizações completas, pois eram profecias autenticas.
I. O DESPREZO DO SENHOR
1. A apresentação do Senhor. Na realidade, a conhecidíssima profecia de Isaías 53, inicia-se no capítulo anterior, em que o profeta apresenta o Servo do Senhor da seguinte forma: “Eis que o meu servo operará com prudência” (52.13). O Novo Testamento confirma terminantemente que o mais messiânico dos profetas está, incontestavelmente, falando do Senhor Jesus Cristo. Trata-se, portanto, de uma genuína e autêntica mensagem profética da parte do Senhor Deus (At 8.28-35).
Jesus é o Messias-Servo que se sujeitou à morte e humilhação para salvar toda a humanidade, foi obediente até o fim e cumpriu a missão para qual foi designado.
2. A mensagem do Senhor. Uma das singularidades do ministério de Nosso Senhor Jesus Cristo foi exatamente o teor de sua mensagem (Jo 7.46). Não obstante, o capítulo 53 inicia já com a pergunta: “Quem deu crédito à nossa pregação?” (v.1), demonstrando que a prédica do Messias seria rejeitada. É contraditório entender o fato de que apesar dos milagres extraordinários operados pelo Filho de Deus e de sua pregação repleta de autoridade e poder, muitos não criam nEle (Jo 12.37,38; Rm 10.16). Até mesmo os de sua casa não compreenderam o seu ministério (Mc 3.21; Jo 7.5). Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 27 de Julho de 2010 as 03:22:53 PM
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Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Recife / PE Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais Pastor Presidente: Ailton José Alves Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – CEP. 50040 – 000 Fone: 3084 1524 LIÇÃO 05 – A AUTENTICIDADE DA PROFECIA
INTRODUÇÃO
A autenticidade da profecia bíblica tem sido um assunto bastante contestado por diversos críticos que procuram relegar as Escrituras a um mero livro de mitologia judaica primitiva, desconsiderando sua autoria divina. Será que as profecias bíblicas são realmente autênticas? Podemos confiar nelas? Que critério utilizar para atestar sua autenticidade? É isso que vamos estudar nessa lição.
I – SÃO AUTÊNTICAS AS PROFECIAS BÍBLICAS?
Segundo o critério bíblico, a autenticidade de uma profecia é verificada por sua capacidade ou não de cumprimento (Dt 18:20-22). Logo, o grande diferencial da profecia sempre será sua fonte. Se a fonte é divina, seu cumprimento está assegurado (1 Sm 3:19; Jr 1:10); se for satânica ou humana, estará revestida de falibilidade. Embora a maioria das profecias das Escrituras sejam preditivas, sua função primordial é fazer conhecida a vontade de Deus aos homens. A profecia refere-se a três coisas: 1) Predizer eventos futuros (Ap 1:3; 22:7,10 e Jo 11:51); 2) Revelar fatos ocultos (Lc 1:67-79; At 13:6-12) e 3) Ministrar
instrução, consolo e exortação (Amós; At 15:32; 1 Co 14:3,4,31).
II – AS PREDIÇÕES PROFÉTICAS BÍBLICAS DIZEM RESPEITO APENAS A ISRAEL?
A Bíblia descreve o destino de muitas nações, além de Israel. Dentre as quais podemos citar:
2.1 Babilônia - “E Babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou. Nunca mais será habitada, nem reedificada de geração em geração; nem o árabe armará ali a sua tenda, nem tampouco os pastores ali farão deitar os seus rebanhos.” (Is 13:19,20). O império de Nabucodonosor foi o mais poderoso do Oriente Médio durante o período áureo da profecia bíblica. Babilônia é hoje, como descreve a profecia, completa ruína e desolação e o árabe não arma a sua tenda e nem pastores fazem deitar o seu rebanho.
2.2 Cidades Fenícias de Tiro e Sidom – Tiro (Ez 26:2-5,14) era uma importante cidade-estado da costa fenícia, situada a 40 km ao norte da Galiléia e 40 Km ao sul de Sidom, outra cidade- estado. O profeta Ezequiel profetizou anunciando sua ruína
para sempre. Atualmente Tiro é o que o profeta de antemão falou. Já para Sidom ( Ez 28:21-23), o profeta não disse que a cidade seria destruída e desabitada para nunca mais ser reedificada, por isso, ela existe ainda hoje, no atual Líbano.
2.3 Israel – Deus fez um pacto com Israel (Ex 19:6-9) e estabeleceu uma relação com um tríplice propósito: 1) Mostrar ao mundo seu poder e sua glória, e que somente Ele é Deus (Rm 9:17); 2) Israel foi receptáculo dos oráculos divinos, pois, o Senhor deu a Bíblia às nações por meio dos Israelitas (Rm 3:1,2); e, finalmente, 3) para dar ao mundo o Salvador (Gn 12:3).
Uma vez rompida a aliança, o povo estaria vulnerável diante das nações a sua diáspora (Lv 26:33), como também advertências similares (Dt 28:25,36,37). Os profetas que vieram depois alertaram o povo sobre tal perigo (Jr. 16:13) e pelo Senhor Jesus Cristo que anunciou a segunda diáspora (Lc 21:24). A destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., pelo general Tito, assinala o início do cumprimento da profecia. Jerusalém seria uma pedra de tropeço para às nações (Zc 12:3), mas no devido tempo seria restaurada (Ez 11:17; 36:24; 37:21; Am 9:14,15) e renasceria como uma nação em um dia (Is. 43: 5,6; 66:8). Os judeus
continuarão a voltar à Jerusalém mas em incredulidade (Ez 37:8-10). Após o arrebatamento da Igreja, Israel fará uma aliança com o anticristo (Dn 9:9-27); Na metade da semana, o anticristo fará cessar a aliança e os judeus não adoração a imagem do
anticristo (Ap. 13:11-15); Israel será perseguido pelo rei do norte e seus aliados (Ez 38 e 39) e no final da grande tribulação, haverá a batalha do Armagedom e Israel será salvo pelo Messias (Zc 14:3-11; Ap. 1:7;16:16-21) e o governo do Messias será a partir de Jerusalém (Is 2:2-5; 11:1-4).
III – AS PROFECIAS MESSIÂNICAS DO A.T. SE CUMPRIRAM EM JESUS CRISTO?
Sim, Por todo o Novo Testamento os apóstolos se basearam em duas áreas da vida de Jesus de Nazaré para provar o Seu caráter messiânico. Uma foi a ressurreição, a outra consiste nas prefecias messiânicas cumpridas. O Antigo Testamento, escrito durante um período de mais de mil anos, contém centenas de referências ao Messias que viria. Todas essas referências cumpriram-se em Jesus Cristo e fornecem uma sólida confirmação das Suas credenciais como o Messias. Clique aqui para ler o texto completo »
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