Arquivos de Setembro de 2010
Publicado em 30 de Setembro de 2010 as 04:32:10 PM
Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 01 - O QUE É ORAÇÃO
INTRODUÇÃO
Neste último trimestre do ano estudaremos sobre O Poder e o Ministério da Oração, o relacionamento do cristão com Deus, onde teremos a oportunidade de estudar treze preciosas lições sobre a oração, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Sem dúvidas, desfrutaremos de momentos, não só de aprendizado, mas também de comunhão com Deus. Nesta primeira lição, cujo tema é: O que é Oração, estaremos respondendo os seguintes questionamentos: O que não é oração? O que é oração? Como devemos orar? Existe uma postura específica ou um local específico para buscarmos a Deus em oração?
I - O QUE NÃO É ORAÇÃO?
De acordo com as Sagradas Escrituras, a oração não é algo formal, para atrair a atenção dos homens, como faziam os fariseus, que foram condenados pelo Senhor Jesus (Mt 6.5). Também não é um mero ritualismo, sem consistência espiritual, como uma reza, cheia de repetições intermináveis e de enunciados que não trazem os sentimentos do coração (Mt 6.7). A oração não é um ato de penitência para subjugar a carne; nem deve ser vista pelo cristão como um pedido de socorro, que só o fazemos quando estamos em perigo. Vejamos, então, o que é oração.
II - O QUE É ORAÇÃO?
Oração é uma prece dirigida pelo homem ao seu Criador, como o objetivo de adora-Lo, pedir-lhe perdão pelas faltas cometidas, agradecer-lhe pelos favores recebidos, buscar proteção e, acima de tudo, uma comunhão mais íntima com Ele. Essa atividade é descrita como: invocar a Deus (Sl 17.6); invocar o nome do Senhor (Gn 4.26); clamar ao Senhor (Sl 3.4); levantar nossa alma ao Senhor (Sl 25.1), etc. Diversos textos das Sagradas Escrituras incentivam o crente a orar (I Cr 16.11; Sl 105.4; Is 55.6; Am 5.4,6; Mt 26.41; Lc 18.1; Jo 16.24; Ef 6.17,18; Cl 4.2; I Ts 5.17) fazendo-nos entender que Deus aspira a comunhão com o homem.
Vejamos outras definições:
2.1 Orar é comunicar-se com Deus. Toda vez que oramos, entramos em contato com Deus, de uma maneira especial. Não apenas em um monólogo, e sim, num diálogo, onde podemos, não apenas dirigir nossas palavras a Deus, mas, também, ouvi-Lo (Gn 18.23-33; Ex 14.15; 32.30-34).
2.2 Orar é tornar nossos pedidos conhecidos diante de Deus. É compartilhar com Ele tudo o que está em nosso coração, sabendo que Ele se importa com a nossa vida e todas as nossas necessidades (I Sm 1.9-11; Ne 2.4; Dn 6.10; Jo 11.41,42; At 12.5). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Setembro de 2010 as 04:24:04 PM
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ALUNO(A):____________________________________________________
CLASSE: __________________________________________ NOTA:______
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 01 DO 4º TRIMESTRE/2010
|
01. Acerca da oração, leia as afirmativas e marque a alternativa CORRETA.
| I. |
Tanto mais o cristão ora com fé em Deus, mais desenvolve sua comunhão e submissão com o seu Criador. |
| II. |
A oração quando associada à obediência dos preceitos das Santas Escrituras e à vigilância espiritual é talvez seja um meio de vitória sobre o pecado. |
| III. |
A oração estabelece um relacionamento de comunhão contínua com Deus. |
| IV. |
Há limite para o crente viver uma vida de constante e crescente oração. |
| A |
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Todas estão corretas. |
| B |
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Todas estão incorretas. |
Se
| C |
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Apenas a I e a II estão corretas. |
| D |
|
Apenas a I e a III estão corretas. |
| E |
|
Apenas a II e a III estão corretas. |
02. Marque a única alternativa INCORRETA.
| A |
|
Não há nenhum outro deus além do nosso, que possa ouvir e responder às nossas orações. |
| B |
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A Bíblia manda orar em todo o tempo. |
Se
| C |
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Somente o Novo Testamento ensina que devemos orar a Deus. |
| D |
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A Palavra de Deus condena a adoração e a oração a qualquer outro ser que não seja o Deus Eterno. |
| |
| E |
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O Antigo Testamento ensina que devemos orar somente a Deus. |
03. Marque a alternativa CORRETA:
| A |
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Para muitos, a oração só deve ser feita quando alguém se acha enfermo. |
| B |
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Parece que descuidamos da prática da oração quando as coisas estão indo bem. |
| C |
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Sansão só clamava ao Senhor quando estava em dificuldades. |
| D |
|
A oração preserva-nos do mal. |
| E |
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Todas estão corretas. |
04. Apóstolo que em uma de suas cartas dá-nos a receita bíblica para vencermos no dia da adversidade:
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Publicado em 30 de Setembro de 2010 as 04:20:42 PM
Neste último trimeste de 2010 o tema oração será abordado nas Lições Bíblicas da CPAD.
Esperamos em Deus, poder continuar publicando semanalmente os nossos subsídios. Continuo contando com as vossas orações.
Iniciarei este texto, com algumas belas frases sobre o valor da oração:
“A oração é o ato onipotente que coloca as forças do céu à disposição dos homens.” (Henri Lacordaire)
“Eu creio que sou incapaz de odiar. Através de uma disciplina baseada na oração, faz pelo menos quarenta anos que procuro amar todos.”(Mahatma Gandhi)
“A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago)
“Não há homem que, orando de todo coração, não aprenda alguma coisa.” (Ralph Waldo Emerson)
“A oração é a irmã trêmula do amor.” (Vítor Hugo)
“Na oração, é melhor ter um coração sem palavras do que palavras sem um coração.” (John Bunyan)
Segundo Thiessen, ninguém poder ler a Bíblia sem ficar impressionado com a importância do lugar dado à oração em suas páginas. Começando com a conversa entre Deus e Adão, e por todo o Antigo e Novo Testamento, temos exemplos de homens que oravam. A oração, segundo nos apresentada nas escrituras, vai além de um privilégio, ela é uma ordem (Gn 18.22-23; II Rs 19.15; Sl 5.2; 32.6; I Sm 12.23; Jr 29.7; Mt 5.44; 26.41; Lc 18.1; 21.36; Ef 6.18; I Ts 5.17, 25; I Tm 2.8; Tg 5.13-16).
- Esdras entendia que a oração era mais importante que um exército (Ed 8.21-23);
- Jesus a julgava mais necessária que o alimento e o sono (Mt 4.2; Mc 1.35; Lc 6.12);
- Os apóstolos a colocavam antes da pregação (At 6.4).
A NATUREZA DA ORAÇÃO
A oração tem sido definida como a “conversa da alma com Deus”. Orar é falar com Deus. A oração bíblica possui algumas características que passaremos a abordá-las;
a) Confissão. Chegar-se diante de Deus com consciência de nossas falhas e fraqueza humana, expressando um profundo desejo de melhor servi-lo e agradar-lhe, é fator fundamental na oração, como pode ser visto nos textos que se seguem (I Rs 8.47; Ed 9.5-10; Ne 1.6,7; 9.33-35; Dn 9.3-15; Lc 18.9.14);
b) Adoração. Adorar é reverenciar, louvar, reconhecer a majestade e a soberania de Deus. É amá-lo por aquilo que Ele é. (Sl 45.1-8; Is 6.1-4; Hc 3.17-19; Mt 14.33; 15.25; 28.9; Ap 4.11);
c) Comunhão. Do grego koinonia, fala do relacionamento que o crente passa a manter com Deus, mediante o sacrifício de Cristo Jesus no calvário. Nesta condição, pode dirigir-se a Deus, chamando-o de Pai (Mt 6.9; Rm 8.15);
d) Ação de graças. Temos vários exemplos desta prática na oração: A canção de Miriã (Êx 15), A canção de Débora (Jz 5) e A canção de Davi (II Sm 23). As Escrituras são repletas de exortações para que sejam dadas ações de graças (Fl 4.6; Cl 4.2; Ef 5.20; Sl 95.2; 100.4).
e) Petição. É somente depois de termos glorificado a Deus em nossa oração que estamos prontos a pensar em nós mesmos. A petição é o ato de tornar conhecidos os nossos pedidos. É verdade que antes mesmo de expressar nossas necessidades e desejos, Deus já as conhece. Contudo Ele tem prazer de conosco se comunicar através da oração (Dn 2.17, 18; 9.16-19;Mt 7.7-12; Jo 11.22; Atos 4.29, 30; Fl 4.6).
f) Súplica. Suplicar é simplesmente insistir em nosso pedido;
- Daniel fez petição e súplicas a Deus (Dn 6.11);
- O espírito de súplicas será derramado sobre Israel (Zc 12.10);
- A mulher siro-fenícia suplicou e seu pedido foi ouvido (Mt 15.22-28);
- Os eleitos que clamam a Deus dia e noite serão ouvidos com presteza (Lc 18.1-8);
- Paulo nos exorta a suplicar (Ef 6.18; I Tm 2.10).
g) Intercessão. Do latim intercessionem, é súplica em favor de outrem. A intercessão pressupõe sofrer com os que sofrem; chorar com os que choram; e, tomar, como se fossem nossas, as dores alheias. É dizer a Deus que nos importamos com o sofrimento e as necessidades do próximo. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Setembro de 2010 as 04:15:37 PM
Leitura Bíblica: 1Cr 16:8,10-17; João 15:16
“Orando em todo o tempo como toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisso com toda a perseverança e súplica por todos os santos”(Ef 6:18)
Estamos chegando a mais um último trimestre de um ano. Sem dúvida alguma, tivemos a oportunidade de prosseguirmos nossa caminhada de contínuo crescimento no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Damos graças a Deus por termos podido estudar a Sua Palavra e de termos contribuído para que cada professor, cada aluno da Escola Bíblica Dominical tivesse condições de fortalecer a sua fé e o seu amor a Deus, bem assim revigorar a sua esperança na volta do Senhor.
Neste último trimestre de 2010 estudaremos um tema importante e relevante para os nossos dias, a saber, “O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO”. Sempre a Igreja, ao longo de sua peregrinação na Terra, precisou se dedicar à oração, pois Satanás, o seu principal adversário, sempre a perseguiu, e foi através da oração que a Igreja prevaleceu sobre os seus ataques mortais. Mas, nestes últimos dias da dispensação da Graça precisamos ainda mais orar e vigiar, pois o adversário de nossas almas, Satanás, mais do que nunca, investirá suas principais armas para desanimar e destruir o maior número daqueles que cristão dizem ser. Portanto, vigiar e orar é o mandamento mais contundente que a igreja do Senhor deve atentar. Sem isto estaremos vulneráveis a se desviar do Alvo que a Igreja deve perseguir.
O comentarista das lições deste trimestre é o pastor Eliezer de Lira e Silva, conferencista de Escolas Bíblicas em todo o país e diretor do “Projeto Missionário Ide Ensinai em Moçambique, África”.
Que estas aulas, contribuam como subsídios, para que os professores, alunos e apreciadores da Palavra de Deus venham a conhecer melhor a Deus através da oração.
INTRODUÇÃO
A oração é o canal pelo qual o homem exercita a sua submissão a Deus. É a forma pela qual o crente se põe como um verdadeiro servo do Senhor. É a própria exteriorização de nossa qualidade de servo de Deus. Nas páginas das Escrituras Sagradas, veremos, sempre, que os grandes homens de Deus eram homens de oração, bem como que os grandes fracassos espirituais ali descritos têm, como ponto em comum, a falta de oração, a falta de diálogo com Deus. Quando o homem se distancia de Deus, podemos verificar que o distanciamento se deu, num primeiro instante, pela perda de contato entre o homem e Deus através da oração. Eis porque todas as forças do mal buscam retirar o nosso tempo de oração, buscam eliminar a oração do nosso dia-a-dia. A oração, como bem afirmou Paulo, é indispensável para que vençamos as hostes espirituais da maldade, pois é a ferramenta que nos coloca em forma para podermos utilizar adequadamente a armadura de Deus (Ef.6:13-18). Quando falamos em oração, entendamos que ela é um dever, ou seja, é algo que é obrigatório e que o cristão não tem o direito de deixar de fazer. Quando o Senhor Jesus contou aos discípulos a parábola do juiz iníquo ele quis ilustrar o “dever de orar sempre e nunca desfalecer”(Lc 18:1).
I. A QUEM ORAR E QUANDO ORAR?
1. A Quem devemos orar? É óbvio que devemos orar somente a Deus, e deve ser feito em nome de Jesus, “porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”(1Tm 2:5). Paulo exortou os crentes da igreja de Éfeso a sempre dar “graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 5:20). Jesus assegurou aos seus discípulos que qualquer coisa que pedissem em Seu nome seria concedido (João 15:16; 16:23) - “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho”(João 14:13). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 30 de Setembro de 2010 as 04:11:55 PM
Texto Básico = “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”. (Mt 6.6)
Introdução
A oração deve fazer parte da vida espiritual de cada crente. Na Bíblia, a oração é uma adoração que inclui todas as atitudes do espírito humano em sua aproximação de Deus. Como uma ferramenta indispensável à manutenção da comunhão do adorador que busca o favor divino, a oração pode mover o coração de Deus ( Sl 72.12). Oração é o tema que estudaremos neste trimestre, e ela deve ocupar lugar imprescindível na vida daqueles que buscam uma vida repleta de bênçãos.
I - Definição
A oração é uma adoração, que requer do adorador uma condição espiritual da qual este indivíduo pode estar diretamente ligado com seu criador. O crente cristão desfruta de uma forma impar de adoração a qual perpassa toda a sabedoria científica, humana e terrena e se manifesta na interação entre Deus e o homem (Sl 34.6). A oração abre o canal de comunicação entre o Senhor e o ser adorador, por isso a necessidade da ousadia e confiança para entrar na sua presença (Hb 10.19,23).
O homem natural não consegue se identificar com a oração (Is 1.15), e por isso existe diferença entre os que estão na presença de Deus e os que estão no mundo. Existe também a necessidade de se acreditar em o nosso SENHOR Jesus Cristo (Hb 11.6), pois sem fé o homem não consegue encontrar lugar no coração Deus. Sem a verdadeira comunhão com o Pai, Ele não os ouvirá (Jr 11.11).
II - A oração e seus efeitos.
A oração é eficiente, e como uma ferramenta adornada consiste em aproximar o homem de Deus. Alguns dizem ser ela uma “chave” que abre portas, mas realmente a oração sempre se constituiu uma forma de mover o coração do nosso SENHOR (II Cr 7.14).
A Bíblia registra que quando o profeta Jeremias estava no pátio da guarda, a única coisa a ser feita pelo profeta era buscar a face do SENHOR (Jr 33.3). O profeta deveria ir para a oração, pois esta foi incumbência recebida; “clama a mim”. É o clamor feito por um coração quebrantado que move o coração de Deus (Sl 34.18). O profeta Jeremias experimentou da parte de nosso SENHOR muitas bênçãos e todas estas através da oração. Desde a sua chamada, ainda na sua juventude, o “pequeno” homem de Deus (Jr 1.6), teve a sua vida permeada de orações e de muitas lágrimas, ele descobriu que tudo está sempre diante do nosso Deus, e tudo se move pelo seu poder (Jr 33.2). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 28 de Setembro de 2010 as 02:18:56 PM
Entre os anos de 2004 e 2005, durante as terças-feiras dos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, o pastor Pedro de Santana, líder da Assembleia de Deus em Goioerê, estado do Paraná, encarregou-me de ministrar os estudos bíblicos à igreja. A temática daquele período acabou servindo como sugestão do título da revista Lições Bíblicas desse último trimestre do ano, comentada pelo pastor Eliezer de Lira e Silva, da Assembleia de Deus em Curitiba.
Recordo-me que aqueles dias foram responsáveis pelo levantamento de muitas dúvidas que dezenas de membros da igreja — incluindo eu mesmo — tínhamos acerca do assunto. A despeito de ser uma prática milenar e de constituir-se como um dos grandes assuntos da espiritualidade, havendo, justamente por isso, centenas de livros sobre a oração, é natural que dúvidas inusitadas ou assuntos recorrentes surjam. Velhas questões, muitas delas nunca satisfatoriamente respondidas, certamente ainda ocuparão as páginas de obras, inspirarão temas de pregações e estudos e pode ser que elas nos acompanhem até atravessarmos os umbrais da eternidade. Isso obviamente não significa que devemos parar de refletir acerca do assunto, antes, é um convite a que nos debrucemos a respeito do tema, a fim de não reproduzirmos as histerias coletivas que ultimamente tem acontecido por aí.
Coincidência, ou não, há poucos minutos li uma reportagem do jornal carioca O Globo, dizendo que duas clínicas de recuperação para dependentes químicos foram fechadas no interior do estado de São Paulo. O motivo? A única “terapia” utilizada para a “cura” dos drogados era a oração. Não tenho como avaliar o caso, pois precisaria de mais elementos, entretanto, de início, entendo que seja qual for a orientação religiosa, nenhuma clínica pode sentir-se autossuficiente e dispensar os serviços de assistência social, psicológica e médica, com a desculpa que é possível recuperar as pessoas apenas com o “trabalho espiritual”. Tal fato aponta para os equívocos que existem a respeito da oração.
Perspectivas acerca da oração
Um dos nossos grandes erros é achar que conhecemos “muito” (alguns menos lúcidos acham até que sabem “tudo”!) de um assunto, simplesmente por ele ser algo que faz parte do nosso cotidiano. É preciso que quem leciona ou prega, tenha coragem de, tanto quanto possível, pensar coisas simples e comuns de formas, digamos, não muito convencionais e não óbvias. Essa atitude, inevitavelmente, obriga-nos a enxergar dimensões inexploradas acerca de um tema conhecido. Devo adiantar, por exemplo, que não serão consideradas, nesse texto, as chamadas orações multirreligiosas, inter-religiosas, extáticas, verbais, meditativas e contemplativas, mas apenas alguns aspectos de duas delas. Contudo, esse elenco oferece a oportunidade de se vislumbrar o quanto há ainda do tema a ser explorado.
Uma de minhas reflexões preferidas é imaginar quão distinta é a perspectiva divina da oração em relação ao que nós achamos dela. Para grande parte dos cristãos, influenciada pelo pragmatismo, a oração parece ser uma ferramenta ou uma técnica capaz de fazer com que Deus obedeça as nossas ordens ou desejos egoístas. Não acredito em nenhuma “teoria infalível” que pretenda ser uma “receita de bolo” para ensinar os cristãos a “saquearem o céu”. Esse tipo de incentivo ao que pretende ser “oração”, se parece mais com egoísmo, existencialismo ou qualquer outra postura filosófica desse ou de qualquer outro tempo, mas nada tem com o que as Escrituras apresentam (se não de maneira normativa, ao menos, descritiva), em termos de relacionamento com o Eterno — algo que, para mim, define a essência do ato de orar. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 28 de Setembro de 2010 as 10:57:54 AM
Professoras e professores, para a lição 01 e panorâmica do trimestre apresento as seguintes sugestões:
1 – Cumprimentem os alunos, perguntem como passaram a semana.
2 – Iniciem a aula, fazendo uma panorâmica do trimestre, apresentando:
- O Tema: O Poder e o Ministério da Oração - O Relacionamento do Cristão com Deus
- A capa: O que vemos?
O significa esta figura?
Qual a origem do hábito de orar/rezar com as mãos postas?
Conta-se que na época das conquistas romanas, os derrotados nas lutas corriam em direção aos vitoriosos, ajoelhavam- se e estendiam as mãos pedindo para serem acorrentados, para não serem mortos. Essa atitude de súplica difundiu-se na Era Cristã. Orar/rezar de joelhos com as mãos postas indica uma atitude de reverência, submissão e humildade do humano, diante da soberania de Deus todo poderoso.
- Comentarista: Pastor Eliezer de Lira e Silva. Há algumas informações sobre ele na interação da lição 01.
- Lições do trimestre: Dinamizem a leitura dos títulos das lições, para isto sugiro três maneiras diferentes:
A) Uma parte da sala lê as lições ímpares e a outra parte lê as de número par.
B) Cada fila de alunos lê um título da lição.
C) A classe lê os títulos das lições, os professores a palavra-chave.
3 – Perguntem para os alunos o que é oração. Observem atentamente as respostas.
4 – Escrevam no quadro ou cartolina, as seguintes perguntas, uma de cada vez:
A QUEM ORAR?
QUANDO ORAR?
COMO ORAR?
ONDE ORAR?
POR QUEM ORAR?
Aguardem as respostas dos alunos. Em seguida, acrescentem outras informações contidas na lição, na Bíblia e/ou outras fontes de pesquisa.
Observações:
- Estas perguntas compõem os itens da lição.
- Sugiro a leitura e reflexão do texto “Consciente dos pequenos reparos”, após o estudo da pergunta “Quando orar?”
5 – Para finalizar a aula, utilizem a dinâmica “De Coração para coração”.
Publicado no blog Atitude de Aprendiz
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Publicado em 28 de Setembro de 2010 as 10:40:31 AM
Texto Áureo: Ef. 6.18 - Leitura Bíblica em Classe: I Cr. 16.8,10-17; J.. 15.16
Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/
www.twitter.com/JoseRoberto_AB
Objetivo: Definir os sentidos bíblicos da oração enquanto meio de comunicação que Deus estabeleceu para cultivamos um relacionamento íntimo e contínuo com Ele.
INTRODUÇÃO
Neste trimestre estudaremos a respeito da oração, um assunto extremamente importante e necessário para a igreja e a saúde espiritual de todo cristão. Há quem diga que a relevância que o oxigênio tem para o corpo é a mesma que a oração tem para a alma. As lições serão: 1) o que é oração; 2) a oração no Antigo Testamento; 3) a oração sábia; 4) a oração em o Novo Testamento; 5) orando como Jesus ensinou; 6) importância da oração na vida do crente; 7) oração da igreja e o trabalho do Espírito Santo;
a oração sacerdotal de Jesus Cristo; 9) a oração e a vontade de Deus; 10) o ministério da intercessão; 11) a oração que conduz ao perdão; 12) quando o crente não oração e 13) se o meu povo orar. Nesta primeira lição, abordaremos os sentidos bíblico-teológicos da oração.
1. SENTIDOS DA ORAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
O termo “oração” tem diferentes palavras no Antigo Testamento. Palal é um verbo encontrado em oitenta contextos com o significador predominantes de “orar”. As ocorrências desse verbo dizem respeito às orações que são oferecidas a Deus (Gn. 20.17; Nm. 11.2; Dt. 9.26; I Sm. 1.10; I Rs. 8.28; II Rs. 6.17; II Cr. 6.19; Ne. 2.4; Sl. 5.2; Is. 37.15; Jr. 29.12; Jn. 2.1). Essa palavra também é usada para referir-se ao ato de interceder a Deus (Jr. 7.16; 11.14; 14.11) e como um ato de confissão (Ed. 10.1; Ne. 1.4; Dn. 9.4,20). Outra palavra em hebraico para oração é tephilah, um substantivo derivado de palal, que se encontra em II Sm. 7.27; I Rs. 8.28; Sl. 42.8; Jn. 2.7. Tephilal também ocorre no sentido da oração intercessória em Is. 37.4; Dn. 9.3 e também diz respeito ao templo, enquanto Casa de Oração, em Is. 56.7. O verbo selah, em aramaico, é encontrado em dois lugares: Ed. 6.10; Dn. 6.10, no sentido de oração. O verbo paga apresenta o sentido de “encontro”, ressaltando esse aspecto da oração em Jó. 21.15. Atar é um verbo encontrado em Gn. 25.21; Ex. 8.8 com o significado de “interceder”. Shaal, encontrado aproximadamente 170 vezes no Antigo Testamento, tem como significado primário o ato de “pedir” (Sl. 122.6). Halah é uma palavra com sentidos variados, dentre eles destacamos: a petição (Zc. 7.2; 8.21,22). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Setembro de 2010 as 08:29:26 AM
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 01 - DATA: 03/10/2010
TÍTULO: “O QUE É ORAÇÃO”
TEXTO ÁUREO – Ef 6:18
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Cro 16:8, 10-17; Jo 15:16
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
• Orar é estender toda a nossa incapacidade e a de outros, em nome de Jesus, perante os olhos carinhosos de um Pai que tudo sabe, tudo entende, tudo acolhe e tudo responde. A oração é a respiração e o suspiro do espírito humano por Deus.
II – ORAR É UMA EXPERIENCIA DE INTIMIDADE COM DEUS:
• Leiamos Mt 6:5-8 e meditemos:
• (1) - ORAR É UMA RELAÇÃO DE INTIMIDADE A DOIS – Mt 5:6 - A ênfase no “secreto”: – Não exatamente em um local, mas uma atitude; é entre mim e Deus; Ele conhece o nosso coração.
• A ênfase da postura: – Não pela repetição, duração ou postura física.
• A ênfase do interior: – “Teu Pai que vê em secreto”:
• (A) - Deus sabe de tudo que existe em nosso coração;
• (B) - Deus sabe que não estamos dizendo o que queríamos dizer;
• (C) - Quando estivermos diante dEle, estaremos em um momento de intimidade.
• (2) - A RECOMPENSA DO ORAR - Existe uma promessa direta e incondicional de Jesus; há promessa de recompensa. QUAL?!
• Deus promete recompensa em nossa vida de oração: – Quando temos a atitude correta e o coração correto, “Ele é capaz de fazer muito mais do que pensamos …” – Ef 2:20
• Deus sabe o que precisamos antes mesmo que o expressemos, mas se alegra conosco quando oramos; como Pai, se alegra quando vamos a Ele.
III – ORAR COLOCA-NOS EM CONTATO COM UM DEUS SENSÍVEL AOS SEUS FILHOS:
• Leiamos Mt 7:7-12 e observemos:
• (A) - ORAR É UMA ATITUDE CONTÍNUA DE BUSCA POR DEUS – Mt 7:7-8 – “Pedir, buscar e bater…”
• Não constituem um processo, mas uma ênfase, uma continuidade – Sl 62:8;
• Não constituem uma ação de postura 24 horas, mas uma atitude de estar continuamente na presença de Deus.
• Não constituem uma vã repetição da oração, mas um crescimento na intimidade com Deus, por meio de uma mente permeada por oração – I Ts 5:17.
• Isto afeta a forma como vemos televisão ou navegamos na Internet; como nos dirigimos às pessoas que nos perseguem e maltratam; isto afeta nosso comportamos no namoro ou quando estamos fazendo negociações, etc.
• (B) – ORAR É INTERAGIR COM DEUS – Ou seja, estaremos em um contexto de uma relação de um Pai amoroso com Seus filhos - Isto é graça. Deus interage conosco como um pai interage com seus filhos – Sl 81:10; Hb 4:14-16.
• Se não entendemos isto, perguntemos a nós mesmos: “Como ajo quando meu filho vem e amorosamente me pede algo que posso fazer?”. Na oração aprendemos a experimentar o melhor de Deus para conosco.
• (C) – ORAR É AGUARDAR A RESPOSTA DE DEUS, PELO SEU GANDE PODER – A promessa de Jesus é: “– Deus dará boas coisas”.
• As coisas boas são aquelas que tem a ver com o amor dEle para conosco; são aquelas coisas que glorificarão o nome dEle e nos trarão satisfação. Elas podem ou não incluir as coisas materiais que pedimos, mas nunca incluirá algo que venha fazer-nos mal. Por isso, fomos ensinados a orar de acordo com a vontade de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 27 de Setembro de 2010 as 08:26:10 AM

A tendencia dos fins dos tempos é o esfriamento espiritual. Se quisermos manter a chama viva e ter um relacionamento íntimo e verdadeiro com Deus é imprescinsdível a oração.
A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.
Neste 4º trimestre de 2010, estaremos estudando o tema O Poder e o Ministério da Oração
Comentarista: Pastor Eliezer de Lira e Silva
Consultor Doutrinário e Teológico: Pastor Antônio Gilberto
SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- O que é Oração
2- A Oração no Antigo Testamento
3- A Oração Sábia
4- A Oração em o Novo Testamento
5- Orando como Jesus Ensinou
6- A Importância da Oração na vida do crente
7- A Oração da Igreja e o Trabalho do Espírito Santo
8- A Oração Sacerdotal de Jesus Cristo
9- A Oração e a Vontade de Deus
10- O Ministério da Intercessão
11- A Oração que conduz ao perdão
12- Quando o crente não Ora
13- Se o Meu povo Orar
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