Wordpress Themes

A Oração em O Novo Testamento - Pr. Adilson Guilhermel

Texto Áureo: Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar 1 Ts 5.16,17.
Leitura Bíblica em Classe - Lucas 24.46,49,52,53; Atos 1.4,5,12,14

O NOVO TESTAMENTO EXIGE ORAÇÃO NO ESPÍRITO

1. A ORAÇÃO NO ESPÍRITO NOS LEVA A COOPERAR COM ELE

  • Temos um trabalho de intercessão com súplicas – Efésios 6.18 Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos;
  • Temos um trabalho de intercessão com clamores - Atos 12.5 Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus.
  • Temos um trabalho de intercessão com orações – Colossenses 4:3 Suplicai, ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado;

2. A ORAÇÃO NO ESPÍRITO NOS LEVA A COMUNHÃO COM ELE

  • Ser cheio da sua presença é prova de comunhão com Ele – Romanos 8.26 E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
  • Ser cheio da sua presença é prova de convivência com Ele – Tiago 4.5 Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes?
  • Ser cheio da sua presença é prova de fidelidade com Ele – Atos 2.42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.

3. A ORAÇÃO NO ESPÍRITO NOS LEVA A INTERAGIR COM ELE

  • Precisamos desenvolver o nosso senso de submissão – Romanos 1.10 Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco.
  • Precisamos compreender que sempre teremos aflições – Atos 16.25 E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam.
  • Precisamos incessantemente das misericórdias divinas – Lamentações 3.22 As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;

Obs: O esboço é elaborado exclusivamente pelo texto bíblico da lição.

Pr. Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços da EBD

converter em pdf.


  1. Warning: file_get_contents(http://...@ig.com.br) [function.file-get-contents]: failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 404 Not Found in /home/storage/1/49/c5/ebdweb1/public_html/wp-content/plugins/bbuinfo-blogblogs-user-info-plugin/bbuinfo.php on line 174
    rogerio
    Escreveu:

    - Devidamente preparado pela oração e pelo jejum, Jesus pôde vencer o diabo e suas tentações, usando como arma de ataque a Palavra de Deus. Que belo exemplo a ser seguido pelos crentes que também querem vencer e, com sua vitória, alcançar as sete promessas deixadas pelo Senhor nas cartas às igrejas da Ásia Menor! Quer ter vitória? Ore! Entretanto, muitos preferem ir atrás de falsificadores da Palavra que ensinam atalhos e outras invencionices…
    - A vida orante com a unção do Espírito Santo foi a responsável pela profusão de milagres que o Senhor Jesus começou a realizar. Expulsão de demônios, curas de enfermidades passaram a ser feitas por Jesus como resultado desta vida de oração e de unção do Espírito Santo. É precisamente o que ocorrerá com todos os servos do Senhor que se dedicarem à oração e à busca do poder do Espírito de Deus.
    - No entanto, é interessante observar que, apesar de não pecar e de ter iniciado Seu ministério com uma jornada de jejum e oração, além de estar cheio do Espírito Santo, Jesus não descuidava da oração. Ao contrário de muitos na atualidade que, por terem buscado a Deus, passam a ser usados pelo Senhor e, por causa das muitas atividades e da fama, abandonam a vida de oração, passando a atuar num “piloto automático” espiritual, o Senhor Jesus perseverava em oração.
    - Diz-nos o evangelista Lucas que, como resposta à propagação de Sua fama e do ajuntamento de gente para O ouvir e ser curado por Ele, o Senhor Jesus Se retirava para os desertos e ali orava (Lc.5:15,16). Que preciosa lição: não podemos permitir que a ação divina e a fama dela decorrente venha a nos impedir de manter nossa vida de oração, vida esta que se deve fazer dentro do aposento, na intimidade com Deus (Mt.6:6), longe dos holofotes e do reconhecimento público. Uma das grandes razões porque, quase sempre, os grandes homens levantados por Deus caem é porque abandonam a vida de oração por causa do êxito de seus ministérios, tornando-se presa fácil das astutas ciladas do diabo. Não deixemos de orar!
    - As Escrituras também nos indicam que, antes de tomar importantes decisões, o Senhor Jesus também recorria à oração. Foi assim que agiu quando escolheu os doze apóstolos, ocasião em que passou a noite em oração a Deus (Lc.9:12).
    - Não foi à toa, aliás, que, anos depois, tanto a escolha dos diáconos em Jerusalém (At.6:6), dos missionários em Antioquia (At.13:2,3) e de anciãos nas igrejas abertas por Paulo na sua primeira viagem missionária (At.14:23) foram acompanhadas e seguidas por orações e jejuns, a revelar que tal matéria exige, da parte da igreja, oração, pois não se pode impor precipitadamente as mãos sobre pessoa alguma (I Tm.5:22). Como seria
    bom que se seguisse isso em nossos dias em que os laços de sangue, as simpatias pessoais e os interesses monetários têm substituído as orações na separação de ministros e oficiais.
    - Nos dias hodiernos, as pessoas não oram para tomar decisões e, depois que as decisões são tomadas bem como atitudes nelas baseadas, diante das complicações decorrentes dos passos dados sem orientação ao Senhor, há, então, a desesperada ida aos pés do Senhor Jesus, em busca de auxílio e de livramento. São os crentes que chamamos de “medidas provisórias” que, assim como o Presidente da República, tomam atitudes que já viram lei e só depois vão pedir aprovação a Deus (o Presidente, ao Congresso Nacional). Não façamos assim, não foi assim que Jesus fez. Levemos diante de Deus os nossos “projetos de lei” e esperemos a Sua aprovação, até porque “o discípulo não é superior ao seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre” (Lc.6:40).
    - Na transfiguração, vemos, uma vez mais, a excelência da oração no ministério terreno de Cristo. Antes de Se transfigurar, o Senhor estava orando (Lc.9:29). Não poderemos resplandecer a glória do Senhor se não tivermos uma vida de oração. À evidência que não estamos a falar em nos transfigurarmos como o Senhor Jesus, visto que Ele é Deus e, ao Se transfigurar, revelou-Se como tal aos Seus discípulos mais próximos, mas, para que venhamos a praticar boas obras e refletir a glória de Cristo aos homens (Mt.5:16; Fp.2:15), assim como o Senhor, temos de ter uma vida de oração. Não será por isso que não temos refletido a glória do Senhor em nossas vidas?
    - É interessante notar que os discípulos não oravam com Jesus. Estavam dormindo enquanto o Senhor orava (Lc.9:32). Ao despertarem, viram a glória de Deus e Jesus conversando com Moisés e Elias. Quantos de nós, também, não apenas vemos a glória de Deus mas dela não participamos por falta de oração? Quantos de nós estão a dormir o “mui profundo sono do jardim”? “Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentro os mortos, e Cristo te esclarecerá (Ef.5:14)! Em outras palavras: Ora!
    - Após ter enviado setenta discípulos para que fossem às aldeias judaicas, visto que não teria o Senhor condições de visitá-las todas durante Seu ministério terreno, ao ouvir o relatório exitoso dos discípulos, o Senhor faz uma oração pública de agradecimento a Deus, fruto da Sua alegria no Espírito Santo (Lc.9:21,22).
    - O Senhor aqui nos ensina que devemos orar quando estamos alegres no Espírito Santo e o êxito na obra de Deus deve nos trazer este tipo de alegria, a ponto de rendermos graças ao Senhor. Temos orado em gratidão a Deus pela nossa salvação e pela salvação de vidas no desempenho da obra de Deus pela Igreja? Ou estamos tão ensimesmados que não temos mais alegria alguma na redenção das pessoas por Cristo?
    - Jesus não só orou, como também ensinou a orar. É interessante notar que os discípulos pediram a Jesus que Ele os ensinasse a orar, depois que viram Jesus orando (Lc.11:1). Somente pode ensinar a orar quem ora. Será por isso que não temos ensinado nossos filhos, parentes e irmãos a orar? Será por isso que eles não oram?
    - Também é interessante que, mesmo num assunto tão importante como é o do aprendizado da oração, o discípulo que pediu que Jesus ensinasse a orar esperou que Jesus acabasse de orar. Que exemplo de reverência que muito tem faltado a muitos que cristãos se dizem ser que interrompem as orações dos irmãos, como também do pastor,
    para pedir oração ou, o que é pior, falar de coisas que não convém. Aprendamos com este discípulo e esperemos que a pessoa acabe de orar.
    - Mas Jesus não Se limitou a ensinar a orar, tendo também mostrado que a oração nunca é em vão. Se pedirmos, ser-nos-á dado; se buscarmos, encontraremos (Lc.11:5-13). Se nós, sendo maus, sabemos dar boas dádivas a quem nos pede, quanto mais o Senhor de infinita bondade? A oração não é uma forma de manipular Deus, mas é um meio eficaz pelo qual o Senhor mostra toda a Sua bondade e benignidade para conosco. Ao orarmos, podemos estar certos, o Senhor sempre manifestará o Seu amor para cada um de nós. Então, por que não perseverar em oração?
    - Ainda sobre a validade e eficácia da oração, o Senhor Jesus também proferiu a parábola do juiz iníquo (Lc.18:1-8), onde, como vimos na lição 1 deste trimestre, mostrou que orar e nunca desfalecer na oração é um dever de cada servo de Deus. Na parábola, como já vimos, o Senhor mostra que se até um juiz iníquo não resistiu à insistência de uma viúva, de forma alguma Deus ficará indiferente ao clamor de um servo Seu.
    - Na parábola do fariseu e do publicano (Lc.18:9-14), por sua vez, o Senhor Jesus mostrou como a oração não é, por si só, um meio pelo qual Se pode agradar a Deus. Neste ensinamento, Cristo mostra, com clareza, que a oração não pode ser utilizada como mecanismo de autojustificação ou de autoexaltação e que somente aquele que confessa seus pecados e obtém perdão obtém meios para que, pela oração, alcance a benevolência do Senhor. Temos confessado nossos pecados ou temos nos utilizado da oração para nossa vaidade? Cuidado!
    - Ainda numa sequência da condenação de orações mal-intencionadas, o Senhor mostra que os fariseus receberiam maior condenação por devorarem as casas das viúvas tendo, por pretexto, largas orações (Lc.20:47). O uso da oração como subterfúgio para ostentação de uma vida de hipocrisia religiosa é abominável aos olhos do Senhor, é atitude considerada objeto de “maior condenação”. Como estamos a este respeito?
    - Ao instituir a ceia do Senhor, Jesus também orou, rendendo graças, antes de partir o pão (Lc.22:19), como também antes de distribuir o vinho (Lc.22:17). Neste gesto, não só nos ensinou a consagrar os elementos da ceia, como, o que é mais relevante, ante a simbologia do ato, indicou-nos que a vida de comunhão com Deus e com os irmãos não se pode fazer sem oração. A oração sobre os elementos também aponta para a necessidade de vivermos em oração para que, desta maneira, possamos nos manter em comunhão com o Senhor e uns com os outros, sem o qual jamais adentraremos ao céu. Temos tido esta vida de oração, condicionante da manutenção de nossa comunhão com o corpo de Cristo?
    - A relevância da oração apresenta-se quando, ao findar as últimas instruções aos Seus discípulos, antes de Se dirigir ao jardim do Getsêmane, faz Jesus a Sua oração sacerdotal (Jo.17), que será objeto de lição específica, quando inicia o Seu ministério intercessório. Ao fazê-lo, dá- nos uma preciosa revelação: a vida cristã é sustentada pela comunhão com Deus e os irmãos, mediante a nossa oração e a intercessão de Cristo Jesus perante o Pai. Esta é a vida eterna, que, aliás, é descrita pelo próprio Senhor no introito de Sua oração sacerdotal.
    - Em seguida à última páscoa e instituição da ceia do Senhor, Jesus vai ao Getsêmane, onde acompanhamos a mais aflitiva e agonizante oração de toda a história da humanidade. Uma vez mais, Seus discípulos mais próximos vão dormir, enquanto o Senhor ora ao Pai, a fim de sacrificar a Sua própria vontade (Lc.22:39-46).
    - Ao chegar ao jardim, Jesus manda Seus discípulos que orassem para que não entrassem em tentação. A oração é, pois, a arma pela qual alcançamos o necessário discernimento para que nos desviemos das astutas ciladas do diabo. Será talvez por isso que sempre nos envolvemos com o laço do passarinheiro e a peste perniciosa?
    - Depois, sozinho, numa distância de um tiro de pedra, pôs-se de joelhos e começou a orar ao Pai, a fim de que, se possível fosse, não bebesse o cálice, mas fazendo questão de dizer que estava disposto a fazer a vontade do Pai. Ainda neste trimestre discutiremos a questão da oração e da vontade divina, mas é importante, no registro da oração do Getsêmane, vermos que o Senhor Jesus, a exemplo do que já vimos em relação a outros orantes da Bíblia, mostrar que, diante de Deus, temos plena liberdade, sem que isto signifique, em absoluto, qualquer diminuição da soberania divina.
    - A oração do jardim mostra-nos, também, como é necessário que gozemos de solidão e que tenhamos reverência em nossas orações. Apesar da companhia de discípulos, Jesus Se pôs em uma posição solitária, para que pudesse abrir Seu coração em intimidade com o Pai. Ao mesmo tempo, demonstrou reverência, não só na posição física, mas, sobretudo, na posição espiritual diante de Deus, de completa submissão.
    - À medida que orava, o Senhor Jesus Se angustiava e Se entristecia muito, o que se refletiu no gesto de, depois de estar ajoelhado, ter, também, caído com o rosto em terra (Mt.26:39). Embora não se tenha uma posição física pré-estabelecida para a oração, é inegável que o envolvimento do orante com a oração o leva a atitudes físicas, pois ele está com todo o seu ser, espírito, alma e corpo, envolvidos na comunicação com Deus.
    - Foram três as orações feitas pelo Senhor Jesus e, diante da resposta negativa do Pai, acompanhada do necessário conforto de um anjo (Lc.22:43), Jesus simplesmente aceita a vontade divina e, após ter novamente advertido Seus discípulos a orar para que não entrassem em tentação, cumpre tudo quanto havia sido determinado a Seu respeito.
    - Durante toda Sua paixão e morte, vemos como o Senhor Jesus Se comporta como um verdadeiro orante. Na cruz, Suas primeiras palavras foram de oração, pedindo perdão aos Seus algozes (Lc.23:34). A segunda palavra da cruz foi uma resposta à oração do ladrão arrependido, o exercício do ministério intercessório do Senhor (Lc.23:43).
    - A quarta palavra da cruz é outra oração, em que o Senhor clama ao Pai, sentindo o desespero de quem se vê privado da comunhão com Deus por causa da imputação dos pecados de toda a humanidade sobre Si (Mt.27:46; Mc.15:34), oração, aliás, que havia sido profetizada pelo salmista Davi (Sl.22:1,2). Este clamor mostra-nos como Deus não dá ouvido a pecadores, como Se mantém distante de quem pratica a iniquidade. Jesus, naquele instante, vê-se só, pois havia Se feito pecado por nós (Ii Co.5:21). Como, então, pretendemos que Deus nos ouça sem que nos arrependamos de nossos pecados, confessando-os (Is.59:2,3)?
    - Por fim, a sétima palavra da cruz traz-nos a oração final do Senhor, em que entrega nas mãos do Pai o Seu espírito (Lc.23:46). Aquele que entrara no mundo orando, que vivera orando, agora morria orando. Que vida exemplar de oração! Assim como Jesus, temos de viver orando e morrer orando. Como não sabemos a que hora morreremos (e até se morreremos, diante da iminência do arrebatamento), para seguirmos o exemplo de Jesus, não podemos deixar de orar. Temos feito isto?
    - Pelo que observamos, pois, das sete palavras da cruz, três foram orações e uma, resposta a uma oração. Não dá, pois, para dissociarmos a redenção da humanidade da oração, não dá para pensarmos que uma vida de oração é dispensável para quem quer ter a vida eterna.
    - Depois de ressurreto, Jesus não parou de orar. Pelo contrário, na casa onde entrou com os discípulos em Emaús, foi o Senhor quem orou pelo alimento, momento em que desapareceu de diante deles. Foi a Sua oração que lhes fez abrir os olhos e percebessem que se tratava do Senhor Jesus (Lc.24:30,31), pois nenhuma outra ação de Jesus era tão característica como a oração. Pela oração, fazemos as pessoas perceber que Jesus está em nós? Sem oração, jamais as pessoas perceberão a presença de Jesus conosco!
    - Jesus não deixou, por fim, de mostrar-lhes que o caminho para a continuidade de Sua obra passava necessariamente pela oração. Deveriam eles permanecer em oração até que fossem revestidos de poder e tivessem condição de cumprir a obra da pregação do Evangelho (Lc.24:49; At.1:4). O revestimento de poder depende da oração (Lc.11:13).
    - Tendo subido aos céus, Jesus continua a orar por nós, intercedendo pelos transgressores (Is.53:12; I Tm.2:4-6; Hb.2:18; 10:21; Apo.5:8; 8:3,4).


  2. Warning: file_get_contents(http://...@ig.com.br) [function.file-get-contents]: failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 404 Not Found in /home/storage/1/49/c5/ebdweb1/public_html/wp-content/plugins/bbuinfo-blogblogs-user-info-plugin/bbuinfo.php on line 174
    rogerio
    Escreveu:

    pr Adilson
    a paz do Senhor!
    o senhor vive uma vida de intensa oraçao com Deus?
    e quando o senhor vai elaborar seus esboços, ora a Deus para que os mesmos falem ao coraçao dos que iram lê-los?
    perdoe-me se essas perguntas lhe parecem afronta, pois minha intençao nao é de afrontá-lo, porém como o tema deste trimestre é todo sobre a oraçao, nós comentaristas o ministros do evangelho devemos estar preocupados com nossa postura diante do nosso publico.
    eu me faço essa pergunta sempre que estou a apresentar-me ao povo de Deus de alguma forma que seja, pois como o seu povo é o melhor povo da face da terra ele merece o melhor que puder-mos lhe oferecer da parte de Deus, pois Ele tem sempre o melhor para dar aos seus filhos na face da terra.
    e que todos nós que temos de Deus o privilégios de ser-mos seus ministros pensemos sempre nisso, sempre que for-mos apresentarmos-nos para ministrar para o seu povo, busque-mos à Deus para que possamos dar o melhor a seus filhos que esperam sempre o melhor de nós. amém.
    que Deus continue abençoando a todos os comentarista da palavra de Deus, que fazem tudo de graça esperando receber a recompensa maior de dEle, e não para receber dinheiro de ninguém.

Comente.