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O Poder Irresistível da Comunhão na Igreja - CPAD

Texto Bíblico: Atos 2.40-47

Introdução

I. A Comunhão dos Santos
II. A Comunhão Cristã Caracteriza-se Pela Unidade
III. Os Frutos da Comunhão Cristã

KOINONIA: A COMUNHÃO CRISTÃ NUMA DIMENSÃO TERRENA

Prezado professor, uma igreja local dividida não terá êxito em sua jornada terrena e jamais alcançará o objetivo de evangelização mundial. Você tem a oportunidade de desenvolver, nesse domingo, um assunto que foi determinante para o crescimento da Igreja Primitiva em Atos dos Apóstolos: A COMUNHÃO CRISTÃ.

A palavra Comunhão, de acordo com o texto bíblico no original, tem um sentido bem amplo. Proveniente do grego koinê, o termo remetente a essa palavra é KOINONIA. Este expressa os seguintes significados: “participação, quinhão; comunicação, auxílio, contribuição; sociedade, comunhão, intimidade, ‘cooperação’; (nos papiros, da relação conjugal)”1  . A ideia da palavra é expressar o vínculo perfeito de unidade fraternal dentro de uma comunidade específica cujas características essenciais são a cooperação e o relacionamento mútuo.

A Igreja de Cristo é a reunião de diversas pessoas (diferentes classes sociais, sexos e etnias). Estas formam numa determinada localidade ou espaço público - seja no bairro, no município, no Estado ou até mesmo no país - a “assembleia” visível [a comunidade do Altíssimo] e convocada por Deus para proclamar o Evangelho da salvação a toda criatura. Para atingir este alvo, a comunhão cristã tem um papel preponderante na divulgação das Boas Novas.
Através da koinonia, a Igreja Cristã denotará a relevância do Evangelho de Jesus Cristo a uma sociedade, cuja paz e a verdadeira dignidade humana são seu objeto de busca frequente.

A igreja local está estabelecida nessa sociedade. Aquela precisa ser relevante e autêntica no desenvolvimento de suas ações. Por isso a comunhão do Corpo de Cristo deve transparecer uma realidade visível de amor ao próximo entre os irmãos. Só assim que a sociedade sem Deus reconhecerá a graça acolhedora da igreja local e atentará para a proclamação do Evangelho de Cristo Jesus (At 2.46,47).

_____________________________________
1TAYLOR, W. C. Dicionário do N T Grego. 10. ed.
Rio de Janeiro: Imprensa Batista Regular, 2001, p. 119.

Proposta de Atividade Prática

Professor, por estarmos na estação do verão é comum nesse período ocorrerem pancadas de chuvas fortes ao final do dia. Por isso muitas regiões brasileiras são vítimas de enchentes e deslizamentos de terra.

Foi notícia nacional o sofrimento de moradores da região serrana do Estado do Rio de Janeiro (Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo). Entre eles estão vários de nossos irmãos que tiveram suas vidas ceifadas, e, outros que se encontram desabrigados por causa do grande fenômeno natural que lhes sobreveio às semanas passadas. Algumas cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais, e outras regiões, também sofreram com as enchentes e estão com seus moradores carentes de ajudas humanitárias.

Destarte, nossa proposta para essa semana é que você ore por todos familiares das vítimas desses recentes desastres naturais. Ore para que eles identifiquem os seus entes queridos ainda desaparecidos. Mas além de orar, propomos que você mobilize seus alunos com o objetivo de recolher donativos como roupas, materiais de higiene pessoal, alimentos não perecíveis e água potável. São os itens de maior urgência para a população vitimizada por esses desastres.

Procure informações sobre postos de doações em sua cidade. Universidades, Igrejas Locais, Associações, ONGs, etc., estão de plantão em diversas regiões do país recolhendo os donativos para amenizar o sofrimento do nosso próximo.

Para alcançar o objetivo desse trabalho é importante parceria, propósito unânime e comunhão no seu desenvolvimento e execução. Não poderia haver um momento mais natural para colocarmos em prática o que temos aprendido. Deus o abençoe e tenha uma boa aula!

Publicado no Portal CPAD

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    Francisco Salviano da Silva
    Escreveu:

    O poder irresistivel da comunhão na igreja.
    -IRRESISTIVEL é algo que não temos como dizer não, é algo que esta além de nossas forças.
    -COMUNHÃO é o que muito temos lutado para que a igreja “moderna” volte a ter, assim como a igreja primitiva na época dos apóstolos tinha, pena que a igreja de hoje não consegue entender que a comunhão não é algo que temos que ter somente no momento da Santa Ceia, pois se não tivermos comunhão durante todo o mês com os nossos irmãos de nada tem valor o dia da Santa Ceia.
    Seremos como hipocritas, pois estaremos mostrando uma coisa que na verdade não conhecemos.
    É isso que a biblia ensina? ou será que ela esta errada?
    Sl 133,1..3
    A Paz do Senhor Jesus Cristo, o Amor de Deus, a Comunhão e as Doces Consolações do Espirito Santo esteja com TODOS, Amem!!!


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    rogerio
    Escreveu:

    O PODER IRRESISTÍVEL DA COMUNHÃO NA IGREJA
    - A “comunhão” é, portanto, um efeito da salvação, uma consequência de termos nos
    arrependido dos nossos pecados, crido em Jesus como nosso único e suficiente Salvador
    e, em virtude disso, passado a ter um novo modo de viver, uma nova direção em nossas
    vidas (conversão), o que é possível porque somos perdoados dos nossos pecados,
    tornados justos por Deus (a justificação) e separados do pecado e de seu domínio (a
    santificação posicional). Antes estávamos longe de Deus mas, pelo sangue de Cristo,
    chegamos perto (Ef.2:13) e, por isso, passamos a integrar este novo povo, a Igreja, o
    grupo daqueles “reunidos para fora”. Destarte, passamos a viver separados do mundo
    mas unidos a Cristo e a Seus irmãos, união esta que é a “comunhão”.
    - Esta “comunhão” é “tornar comum”, ou seja, “tornar de todos”, aquilo que somente
    Jesus Cristo tinha, que era a qualidade de não ter pecado e, portanto, ser um com o Pai
    (Jo.10:30;17:22). Como Jesus nunca pecou, mantinha, enquanto homem, uma estrita
    comunhão com o Pai, pois o que faz divisão entre o homem e Deus é o pecado (Is.59:2).
    Como não havia pecado da parte de Cristo, nada impedia que Ele e o Pai estivessem em
    plena unidade, fossem um, tivessem comunhão e é por isso que nós, na medida em que
    cremos em Jesus e temos removidos os nossos pecados, também podemos ter esta
    mesma comunhão e se realize, assim, o anseio e desejo do Senhor manifestado na Sua
    oração sacerdotal, de sermos “perfeitos em unidade” (Jo.17:23).
    - “Comunhão”, portanto, é passar a compartilhar dos sentimentos, propósitos e
    desígnios de Deus, é ser “participante da natureza divina” (II Pe.1:4), é ser “vara da
    videira verdadeira” (Jo.15:4,5). O salvo, ao alcançar a salvação, passa a ter em comum a
    natureza divina, ou seja, passa a ser santo, a se separar do pecado, a abominá-lo, assim
    como Deus e a ter os mesmos desejos, pensamentos e sentimentos divinos em suas
    atitudes, sendo, portanto, um instrumento, consciente e livre, para a manifestação do
    amor divino para os demais seres humanos.
    - Não é coincidência, pois, que Lucas, ao descrever a igreja nos seus primeiros dias,
    tenha afirmado que se tratava de um povo que perseverava na doutrina dos apóstolos e
    na comunhão, ou seja, a igreja é um povo que, por permanecer nos ensinos dos
    apóstolos, que são os ensinos de Cristo Jesus, a Palavra de Deus, é um grupo de pessoas
    que permanece na comunhão, persiste sendo um conjunto de pessoas que compartilha
    dos mesmos desejos, dos sentimentos e desígnios.
    - A comunhão apresenta-se, pois, como a principal característica da Igreja, a sua marca
    perante a humanidade, a característica indispensável para que o Senhor possa realizar a
    Sua obra através do Seu povo. Pela comunhão, a Igreja mostra-se como um povo
    perante os demais seres humanos e, graças a ela, pode cumprir todas as tarefas
    determinadas a ela. Tanto assim é que o relato de Lucas a respeito da igreja primitiva
    termina com o cumprimento da principal missão da Igreja: “E todos os dias
    acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar” (At.2:47 “in fine”).
    - Para que haja comunhão, portanto, é preciso que haja ausência de pecado, não só em
    virtude da chamada “santificação posicional”, ou seja, a nossa colocação por Deus entre
    os santos, pelo perdão dos nossos pecados (cfr. Sl.40:2,3), como também em virtude da
    nossa “santificação progressiva”, ou seja, a nossa contínua separação do pecado no diaa-
    dia de nossa vida espiritual (cfr. Ap.22:11). A multiplicação do pecado em nossos dias
    (Mt.24:14) produz inevitavelmente a diminuição da comunhão e o consequente
    crescimento das divisões, porfias, dissensões e todas as obras pecaminosas similares a
    estas no meio daqueles que servem a Deus (Gl.5:20; Jd.20).
    - A comunhão é o compartilhamento, participação, ou seja, a ação de tomar parte em
    algo, de se tornar parte de alguma coisa. Quando aceitamos a Cristo como único e
    suficiente Senhor e Salvador, nós nascemos de novo e, ao nascermos novamente, esta
    nova criatura que surge é um ser que decide ser parte de um corpo, que é a Igreja, que
    deseja, de livre e espontânea vontade, passar a ser apenas uma parcela, uma parte de um
    organismo que tem propósitos, sentimentos e vontade determinados pelo Senhor Jesus,
    que é a sua cabeça.
    - Desejar ser parte da Igreja é desejar ser submisso a Cristo, fazer o que Ele manda,
    tomar a posição e exercer a função que Ele determinar neste corpo. O crente que está
    em comunhão com Deus é um crente que não escolhe lugar, trabalho, tarefa, mas que se
    põe onde o Senhor manda, que ocupa o espaço que lhe é reservado no corpo de Cristo,
    pois tem consciência de que é parte do corpo, que é um “membro em particular” (I
    Co.12:27), ou, como diz a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, “cada um é uma
    parte desse corpo”.
    - A comunhão é a consciência que o crente tem de que é uma “parte desse corpo”, é
    uma “peça da engrenagem” e que, portanto, deve se relacionar bem com os demais
    integrantes do corpo, sabendo que todos são necessários, que ninguém é melhor do que
    ninguém, de que precisamos uns dos outros e que a obra de Deus somente se fará pela
    união de esforços, de objetivos, propósitos e sentimentos, o que nos será transmitido
    pelo Espírito Santo, a Quem incumbe nos anunciar tudo o que tiver ouvido e glorificar a
    Cristo (Jo.16:13,14).
    - Comunhão é compartilhamento, é participação e, por isso, é muito mais que uma
    conjugação de esforços, que uma mistura, que uma adição de pessoas. Muitos têm
    confundido a comunhão com uma simples mistura, esquecidos de que, na mistura, como
    nos ensina a química, há “associação de substâncias, distribuídas uniformemente, em
    processo que deixa intactas as moléculas, resultando num todo homogêneo”, ou seja,
    apesar de, a olho nu, na mistura, muitas vezes, vermos uma confusão na reunião de
    pessoas, na associação de elementos, na verdade, cada elemento continua intacto, ainda
    que isto nos seja invisível. Há um todo homogêneo, mas cada elemento continua
    diferente, muitas vezes até oposto (aliás, o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa
    considera que um dos significados de “mistura” é, precisamente, “reunião de coisas
    diversas e/ou opostas”).

    - Mistura não é comunhão, pois, na mistura, os elementos permanecem sendo o que
    eram antes de ser reunidos, antes de ser confundidos, antes de ser dissolvidos, mas, na
    comunhão, ao contrário, o que se tem é a transformação do elemento em parte de um
    todo que é uniforme, não apenas a olho nu, mas em essência, em natureza. Por isso, o
    apóstolo Paulo podia dizer que não mais vivia, mas Cristo vivia nele, porque agora era
    parte do corpo de Cristo, um elemento que participava da natureza divina, não um ser
    independente e que se mantinha intacto, intocado por Deus.
    - Exemplo de mistura era o “vulgo” que saiu com Israel do Egito (Ex.12:38; Nm.11:4).
    A palavra hebraica para se referir a esta “mistura de gente” é “`ereb” ( ??? ), cujo
    significado é de “material entrelaçado, combinado”, como se fossem as linhas juntadas
    pelo tricô ou crochê, ou seja, pessoas que haviam estabelecido relacionamentos, que
    haviam se juntado com o povo de Israel, que pareciam ligados a eles mas que se
    mantinham intocados por Deus, que não faziam parte do povo de Deus, que não
    constituíam aquela nação que havia se comprometido a servir ao Senhor. Por isso,
    mantinham-se alheios aos propósitos divinos, não eram “parte do povo”, mas, sim, uma
    “mistura”, elementos que se mantinham independentes de Deus, sem qualquer
    compromisso com Ele. Foram estes que levaram a geração do Êxodo à incredulidade e à
    morte (Hb.3:19).
    OBS: Em Nm.11:4, a palavra hebraica utilizada para designar o “vulgo” é “’aspesuf” ( ???? ), que significa “ralé”,
    “conjunto de pessoas à parte”, a indicar que se tratava de um grupo que não estava unido ao povo, à propriedade
    peculiar de Deus entre os povos, mas pessoas que se mantinham apartadas da presença de Deus.
    - A Igreja é um povo que tem comunhão com Deus e, por ter comunhão com o Senhor,
    sabe que é apenas uma parte e, por isso, acaba tendo comunhão uns com os outros, pois
    como temos consciência de que somos “partes”, sabemos que os outros irmãos também
    são “partes” e, por isso, nos unimos, sabendo que somente com a nossa união, o corpo
    poderá produzir o que a cabeça exige e determina, pois sabemos que somos “membros
    uns dos outros” (I Co.12:27 APF). Para que produzamos fruto e o nosso fruto
    permaneça (Jo.15:16), é fundamental que nos comportemos como “varas da videira
    verdadeira”, que assumamos a nossa condição de “partes” do corpo de Cristo.
    - É importante vermos que o fato de assumirmos a condição de “partes” do corpo de
    Cristo não significa a anulação de nossa individualidade. Somos “membros em
    particular” do corpo de Cristo, ou, na expressão trazida pela Nova Versão Internacional,
    “cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo” (I Co.12:27) ou, na
    Tradução Brasileira, “individualmente um de seus membros”, o que nos mostra,
    claramente, que mantemos a nossa individualidade, mas a nossa vida passa a ser vivida
    em função do Senhor Jesus e de nossa posição no Seu corpo. Não viramos “massa” nem
    “robôs”, mas, por livre e espontânea vontade, passamos a renunciar a nós mesmos e a
    fazer a vontade do Senhor (Mt.16:24).
    - A comunhão é, portanto, um estado espiritual que deve ser mantido pela nossa
    submissão ao Senhor Jesus, de Quem nos tornamos participantes (Hb.3:14),
    participação esta que exige, de nós, a retenção firme do princípio da nossa confiança até
    o fim, ou seja, que mantenhamos a nossa fé em Cristo Jesus até o instante de nossa
    morte física ou do arrebatamento da Igreja, se estivermos vivos até lá. Comunhão se faz,
    portanto, mediante a submissão nossa a Cristo, através da manutenção da nossa fé.

    - Vemos, pois, que a associação que se fez entre a comunhão e a participação na ceia do
    Senhor é apenas uma figura da comunhão e não ela mesma, como, infelizmente, alguns
    consideram, ainda sob o influxo dos ensinos sacramentalistas surgidos no seio do
    romanismo. Não há dúvida de que a ceia do Senhor é uma declaração de que estamos
    em comunhão com Deus (o que é representado pelo vinho, símbolo do sangue que nos
    fez chegar perto de Deus) e com os nossos irmãos (o que é representado pelo pão,
    símbolo do corpo de Cristo, ou seja, da Igreja) (I Co.10:16). No entanto, o simples ato
    de participar da celebração da ceia não é prova da comunhão nem nos traz comunhão,
    mas é uma declaração de que estamos em comunhão. A comunhão vem de nossa vida
    espiritual de submissão a Deus, de conscientização de que somos “parte do corpo de
    Cristo” e que estamos “separados do pecado” desde o dia em que aceitamos a Cristo e
    fomos purificados pelo Seu sangue, que continua a nos purificar, dia após dia, se nos
    mantivermos em santidade.
    - Tanto assim é que os que participam da ceia do Senhor sem ter esta vida de comunhão
    com Deus estão selando a sua própria condenação, porque estão a mentir, a faltar com a
    verdade, a não discernir o corpo do Senhor, a não compreender o que é a Igreja, o que é
    ser salvo, o que é ter comunhão com Deus e com o Seu povo (I Co.11:29,30).


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    rogerio
    Escreveu:

    - A palavra “comunhão” é uma expressão típica da Igreja, tanto que sé é encontrada nas
    Escrituras Sagradas em o Novo Testamento e, mais especificamente, após a
    “inauguração” da Igreja a partir do dia de Pentecostes do ano 30. Seu primeiro
    aparecimento na Bíblia é em At.2:42, na primeira descrição deste novo povo de Deus,
    quando se diz que os crentes perseveravam na doutrina dos apóstolos e na “comunhão”.
    É a tradução da palavra grega “koinonia” (????????). A Bíblia de Estudo Plenitude
    aponta o significado desta palavra como sendo “compartilhamento, uniformidade,
    associação próxima, parceria, participação, uma sociedade, um companheirismo, ajuda
    contribuinte, fraternidade”, dizendo tratar-se de “uma uniformidade realizada pelo Espírito Santo. Em koinonia, o indivíduo compartilha o vínculo comum e íntimo do companheirismo com o resto da sociedade cristã. Koinonia une os crentes ao Senhor
    Jesus e uns aos outros.” (BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE. Palavra-chave:
    comunhão, p.1109) (destaques originais). A Bíblia On-line da Sociedade Bíblica do
    Brasil, por sua vez, afirma que a comunhão é “associação com uma pessoa, envolvendo
    amizade com ela e incluindo participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e
    na sua vivência”, “relacionamento que envolve propósitos e atividades comuns”.
    - O surgimento da palavra “comunhão” nas Escrituras Sagradas só depois do início da evangelização feita pelos apóstolos é uma demonstração de que se trata de um
    fenômeno que exige, previamente, a salvação das pessoas. Não há que se falar em
    “comunhão” se, antes, não se tiver o novo nascimento, ou seja, a visão e a entrada no
    reino de Deus (Jo.3:3,5). Em Seu diálogo com Nicodemos, o Senhor Jesus deixou bem
    claro que somente através do novo nascimento se pode ver e entrar no reino de Deus e
    que quem vê e entra está na luz (Jo.3:21) e para que tenhamos comunhão uns com os
    outros e com Deus é necessário que andemos na luz (I Jo.1:7).
    - A “comunhão” é, portanto, um efeito da salvação, uma consequência de termos nos
    arrependido dos nossos pecados, crido em Jesus como nosso único e suficiente Salvador
    e, em virtude disso, passado a ter um novo modo de viver, uma nova direção em nossas
    vidas (conversão), o que é possível porque somos perdoados dos nossos pecados,
    tornados justos por Deus (a justificação) e separados do pecado e de seu domínio (a
    santificação posicional). Antes estávamos longe de Deus mas, pelo sangue de Cristo,
    chegamos perto (Ef.2:13) e, por isso, passamos a integrar este novo povo, a Igreja, o
    grupo daqueles “reunidos para fora”. Destarte, passamos a viver separados do mundo
    mas unidos a Cristo e a Seus irmãos, união esta que é a “comunhão”.
    - Esta “comunhão” é “tornar comum”, ou seja, “tornar de todos”, aquilo que somente
    Jesus Cristo tinha, que era a qualidade de não ter pecado e, portanto, ser um com o Pai
    (Jo.10:30;17:22). Como Jesus nunca pecou, mantinha, enquanto homem, uma estrita
    comunhão com o Pai, pois o que faz divisão entre o homem e Deus é o pecado (Is.59:2).
    Como não havia pecado da parte de Cristo, nada impedia que Ele e o Pai estivessem em
    plena unidade, fossem um, tivessem comunhão e é por isso que nós, na medida em que
    cremos em Jesus e temos removidos os nossos pecados, também podemos ter esta
    mesma comunhão e se realize, assim, o anseio e desejo do Senhor manifestado na Sua
    oração sacerdotal, de sermos “perfeitos em unidade” (Jo.17:23).
    - “Comunhão”, portanto, é passar a compartilhar dos sentimentos, propósitos e
    desígnios de Deus, é ser “participante da natureza divina” (II Pe.1:4), é ser “vara da
    videira verdadeira” (Jo.15:4,5). O salvo, ao alcançar a salvação, passa a ter em comum a
    natureza divina, ou seja, passa a ser santo, a se separar do pecado, a abominá-lo, assim
    como Deus e a ter os mesmos desejos, pensamentos e sentimentos divinos em suas
    atitudes, sendo, portanto, um instrumento, consciente e livre, para a manifestação do
    amor divino para os demais seres humanos.


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    luciano
    Escreveu:

    Concordo com o que nos trouxe o comentario do irmão Rogerio acerca das misturas existentes e trazem prejuizos a obra do Senhor,todo o comentario nos faz repensar a nossa caminhada para o grande Dia do Senhor. Examinarmo-nos a nos mesmo, e uma tarefa que deve ser feita não so na ceia, mas, a todo o momento, a cada dia a cada minuto. Como estou lidando com o meu irmão do banco?como estou lidando com o meu vizinho que não é crente? Irmão Rogerio.que Deus te ajude e te abençoe!


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    Carlos Roberto Leite
    Escreveu:

    Irmão gostei de sua explanação nesta revista só tenho uma ressalva que é quanto a ceia nenhum de nós somos antropófagos mas entendo que é mesmo o sangue de Jesus e o corpo de Jesus como ele mesmo disse
    luc 22 .19 E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim.


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    Carlos Roberto Leite
    Escreveu:

    E entre ficar com o que o senhor Jesus disse em sua palavra Lc22.19 E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. e o que a maioria interpreta eu prefiro ficar com as palavras de Jesus.


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    admin
    Escreveu:

    Prezado irmão Carlos Roberto,

    A paz do Senhor!

    Precisamos observar que Jesus estava empregando uma figura de linguagem. Ele também disse (literalmente): “Eu sou a porta” (Jo 10.9), e você não imagina Jesus como uma chapa de madeira, com fechadura e dobradiças. Ele também disse: “Eu sou o caminho” (Jo 14.6), e você não o vê como uma estrada. Do mesmo modo, quando ele afirma que o pedaço de pão que está em sua mão é o seu corpo, Ele está falando figuradamente.

    Klauber Maia

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