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Arquivos de Outubro de 2011

TV EBD - A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 5 - A Conspiração dos Inimigos contra Neemias. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 5 - 4T/2011

2ª Parte - Lição 5 - 4T/2011

3ª Parte - Lição 5 - 4T/2011

4ª Parte - Lição 5 - 4T/2011

5ª Parte - Lição 5 - 4T/2011

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Questionário - A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Ev. Luiz Henrique

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 5, A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS

RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2011

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“Estou fazendo uma _______________________ obra, de modo que não poderei _____________________; por que _______________________ esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?” (Ne 6.3b).

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

O discernimento espiritual é ________________________________ na condução e execução da Obra de DEUS, pois as ___________________________ são muitas e _________________________________.

INTRODUÇÃO

3- Todo trabalho no Reino de DEUS requer o que?

(    ) Compromisso, discernimento espiritual e muita perseverança.

(    ) Sacrifício, discernimento espiritual e muita perseverança.

(    ) Sustentabilidade, discernimento espiritual e muita perseverança.

I - A FALSIDADE DOS ADVERSÁRIOS

4- Os muros foram levantados. O que dsse Neemias? Complete:

“Eu tinha edificado o muro e nele já não havia ____________________________ alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as _________________________ nos portais” (Ne 6.1). Quando os inimigos viram que os muros já estavam erguidos, reuniram-se para __________________________ suas investidas contra o povo de DEUS.

5- Qual era, agora, a tática, dos inimigos?

(    ) Marcaram um desafio para Neemias: “Vem, e disputemos juntamente pelas aldeias, no vale de Ono”.

(    ) Marcaram um encontro com Neemias: “Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono”.

6- Por que Neemias não compareceu ao encontro?

(    ) Neemias, porém “percebeu-Ihes o intento, porque agia avisada e prudentemente: “Porém intentavam fazer-me mal”.

(    ) Neemias, porém recebeu uma revelação de um anjo que lhe disse para não ir: “Porém intentavam fazer-me mal”.

7- Qual foi a resposta sábia e firme de Neemias e quantas vezes lhes mandou a mesma resposta?

(    ) Com sabedoria e firmeza, Neemias respondeu a Sambalate: “Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra. enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? Quatro vezes da mesma maneira Ihes respondi”.

(    ) Com sabedoria e firmeza, Neemias respondeu a Tobias: “Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra. enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? Seis vezes da mesma maneira Ihes respondi”. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO

“Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?” (Ne 6.3b).

VERDADE PRÁTICA

O discernimento espiritual é indispensável na condução e execução da Obra de DEUS, pois as adversidades são muitas e sutis.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Mt 26.41 Vigiando e orando

Terça - 2 Cr 15.7 - O trabalho para DEUS tem uma recompensa

Quarta - 1 Jo 4.1 - Cuidado com os falsos profetas

Quinta - SI 101.7 - Enganador não fica na Casa de DEUS

Sexta - Ef 4.14 - Levados pelo engano dos trapaceiros

Sábado - Hb 3.13 - O engano do pecado Clique aqui para ler o texto completo »

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - CPAD

Texto Bíblico: Neemias: 6.1-9

INTRODUÇÃO

I. A FALSIDADE DOS ADVERSÁRIOS
II. SUBORNO E FALSA PROFECIA
III. A CONCLUSÃO DA OBRA

CONCLUSÃO

TESTADO PARA A DESTRUIÇÃO

Por J. I. Packer

Intriga

Do ponto de vista daqueles a quem Neemias chama de “nossos inimigos” (6.1), a situação era, agora, desesperadora. Sua meta, o tempo todo, fora impedir Jerusalém de voltar a ser uma cidade fortificada, e os muros já estavam completos, faltando apenas colocar as portas nos portais - uma tarefa maior, sem dúvida, para a qual necessitavam de andaimes e equipamentos especiais - e as próprias portas tinham de ser manufaturadas. Sambalate e seus companheiros tinham, portanto, um tempo bem curto para frustrar a obra, e é fascinante observar como eles o usaram. O alvo deles tinha de ser a derrota pessoal de Neemias, porque nada menos que isso impediria a conclusão de seu projeto. Mas como conseguir tal coisa? Três ideias engenhosas foram experimentadas.

O esquema número 1 pode ser descrito como política amistosa. Sambalate e Gesém fizeram um convite cortês, e até melífluo, a Neemias, para que comparecesse a uma conferência do alto escalão, em território neutro. “Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono” (6.2), isto é, na metade do caminho entre Jerusalém e Samaria. Como destaca o Dr. Boice, o gesto parece um discurso de concessão feito por perdedores numa campanha política: “Neemias, não adianta fingirmos que não nos opúnhamos ao seu projeto. Opusemo-nos… Mas você foi bem-sucedido, apesar de nós, e agora é inútil sustentar-mos nossa oposição. Para o que der e vier, teremos de conviver, você como governador de Jerusalém, e nós como governador de nossas províncias. Então, sejamos amigos. O que precisamos é de uma reunião de cúpula”.

O aparente reconhecimento do sucesso de Neemias foi lisongeiro; o convite a arranjar um meio de conviver soava cativante e vantajoso. Lisonja e vantagem imaginária tem sido sempre uma potente combinação para virar a cabeça das pessoas. Em negócios e em política, pessoas imprudentes têm tido os seus julgamentos alterados por essa artimanha o tempo todo. A cabeça de Neemias, porém, não foi virada, como o demonstra a sua réplica ao convite.

“Porém intentavam fazer-me mal”, escreveu Neemias. Como ele sabia? Teria ele um sistema de espionagem? Ou simplesmente juntou dois mais dois - seu conhecimento prévio dos homens que o estavam convidando, a consciência de que o leopardo não muda as pintas, e mais o fato de que o vale de Ono, a um dia de jornada de Jerusalém, fazia divisa com os territórios de Samaria e Asdode, e a observação do quão facilmente a violência é arranjada nas aldeias - e concluiu, ao somar essas coisas, que dois e dois são quatro? Indubitavelmente, ele estava certo ao suspeitar de um complô assassino. Sem dúvida, o lamentoso comunicado a Jerusalém, “Sentimos muito dizer-lhes que houve um triste incidente, e infelizmente Neemias está morto”, já havia sido esboçado. Todavia, por quatro vezes Neemias recusou o convite (6.4), e a conspiração deu em nada.

Contudo, note como ele expressa a recusa. Aquilo era política, e em política não se deve dizer nada impolítico, que possa ser usado contra você. Então Neemias não fez referência a sua suspeição da boa fé do proponente. Evitando a linguagem do insulto inflamatório, declarou simplesmente: “Estou fazendo uma grande obra” - e não posso dispor dos três dias ou mais (ao menos dois para viajar e uma para conversar), que a conferência tomaria (6.3). Clique aqui para ler o texto completo »

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Pr. Altair Germano

Sucedeu mais que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesém, o arábio, e o resto dos nossos inimigos que eu tinha edificado o muro e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais, (Ne 6.1)

Um inimigo é aquele que odeia alguém ou algo, e que procura sempre prejudicá-lo. Todos nós estamos passíveis de termos inimigos. A obra de Deus tem inimigos. Por bem que você faça, por íntegro que seja, sempre haverá aqueles que movidos por inveja, juízo equivocado, antipatia, cobiça ou influência malígna desejarão e buscarão sempre lhe fazer o mal.

INIMIGOS DECLARADOS

Há inimigos sem cerimônia alguma. Fazem questão que todos saibam o quanto te odeiam. As palavras e ações contra a tua vida são claras e públicas. A campanha contra o teu serviço prestado ao Reino de Deus é aberta. Nem todos os inimigos querem o teu lugar. Eles desejam apenas ver a tua derrota, o teu fracasso, a tua ruína e destruição. Os inimigos declarados nos oferecem uma vantagem, a de saber quem são e onde estão.

INIMIGOS CAMUFLADOS

Essa classe de inimigos é terrível, pois não se assumem como inimigos. Os inimigos camuflados fazem festa pra você, te recebem sempre com um sorriso largo, te honram publicamente, te abraçam, fazem juras de fidelidade, mas, no íntimo, te odeiam e não te suportam.

Os inimigos camuflados são maliciosos. Estão sempre por perto em busca de alguma vantagem pessoal: um cargo, um privilégio, dinheiro, benefícios, credibilidade, etc.. Enquanto assim agem, estão sempre envolvidos numa nova conspiração para tentar te derrubar. São cínicos, hipócritas, falso, mentirosos, covardes e diabólicos.

CONSPIRAÇÃO

Sambalate e Gesém enviaram a dizer: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal. (Ne 6.2)
Conspirar é tramar ou maquinar algo contra alguém. Os inimigos da obra de Deus e de Neemias tentaram desviá-lo do seu projeto e trabalho. Kidner (2006, p. 107-108) comenta que:

A sugestão do vale de Ono era plausível, porque estava aproximadamente equidistante de Samaria e de Jerusalém. Ao mesmo tempo, estava para Neemias mais de um dia de viagem da sua cidade, e (conforme indica Brockington) bem no limite do seu território ao noroeste, formando fronteira com os distritos de Samaria e de Asdode. Visto que estas duas regiões eram histis (cf. 4.2, 7) o plano cheirava traição. na melhor das hipóteses, a viagem teria desperdiçado dias preciosos; portanto, de modo bastante sábio, baseou sua recusa nisto, e não nas suas suspeitas. Alías, a tradução familiar: ‘estou fazendo grande obra’, talvez pareça ter um gosto de louvor-próprio. O sentido é melhor transmitido na, e.g., NEB: ‘Tenho trabaho importante em mãos,’ ou de modo ainda mais objetivo: ‘… uma tarefa enorme…’

Barber (2003, p. 87) descreve o episódio da seguinte forma:

Este convite, por carta, é uma medida muito astuta. Sua possibilidade é mortal. Os opositores de Neemias estão dizendo: “Vamos ser amigos. Tivemos nossas divergências no passado, mas agora você conseguiu o que queria - já construiu o muro de Jerusalém. Não podemos negar o seu direito de liderar os judeus como você acha melhor. Quer gostemos, quer não, somos vizinhos; temos de viver uns com os outros. Agora que o muro está pronto, é hora de uma conferência de paz. Escolha uma das vilas da planície de Ono. Lá poderemos reunir-nos e resolver nossas diferenças, planejando uma coexistência pacífica.” Tudo isso parece muito magnânimo. O convite promete uma resolução amigável das diferenças de muitos anos. Parece ainda mais razoável porque se sabe que os judeus estão em aperto, cansados e sofrendo pela fome. A “conferência” parece oferecer uma trégua, e certamente será vista pelos moradores de Jerusalém como uma alternativa aceitável à apoquentação. Qual o líder, com as pressões sociais dos cidadãos sobre os seus ombros, como também a responsabilidade militar de proteção da cidade, que não atenderia um convite assim tão aparentemente bondoso? Mas todos esses supostos pontos positivos deixam de lado um fato importante: até que ponto se confia no inimigo quando ele aparece repentinamente com um “ramo de oliveira” na mão? Os historiadores se lembrarão de que a mesma espécie de coisa aconteceu quando o Papa prometeu salvo-conduto a João Huss, como também tratamento justo, se ele apenas fosse à Conferência de Constança. Tais promessas não impediram que Huss fosse preso e queimado no tronco.

Os líderes da obra de Deus na atualidade precisam estar atentos diante de alguns convites para reuniões e conferências, que são verdadeiros laços e armadilhas de inimigos da obra que se fingem de amigos, entre os tais estão os políticos corruptos, que só buscam o próprio interesse, e que só aparecem repentinamente às vésperas de um novo pleito eleitoral, prometendo a terra (e se possível até o céu) para pastores e igrejas. Lopes (2006, p. 103), cita Charles Spurgeon, que nos adverte: Clique aqui para ler o texto completo »

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 05 - DATA: 30/10/2011
TÍTULO: “A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS”
TEXTO ÁUREO – Ne 6:6b
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ne 6:1-9
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/


I - INTRODUÇÃO:

Quando Sambalate e seus colegas de conspiração perceberam que foram vencidos por Neemias, resolveram atacá-lo pessoalmente. Tinham uma vingança a resolver. Para atingirem o seu fim, primeiro recorreram à INTRIGA (Ne 6:1-4); depois, à INSINUAÇÕES (Ne 6:5-9) e, finalmente, à INTIMIDAÇÃO (Ne 6:10-14). Com o orgulho ferido, os inimigos de Neemias não se acalmaram, enquanto não conseguiam humilhar o servo de Deus.

II – PRIMEIRA TRAMA: INTRIGA:

O ciúme de Sambalate e associados toma primeiro a forma de INTRIGA: - Ne 6:1-4

Tudo isso parece muito magnânimo. Qual o líder, com as pressões sociais e a responsabilidade militar da proteção da cidade sobre seus ombros, não atenderia um convite assim tão aparentemente bondoso?!

Mas, Neemias não deixou de lado um fato importante: - ATÉ QUE PONTO SE CONFIA NO INIMIGO QUANDO ELE APARECE REPENTINAMENTE COM UM “RAMO DE OLIVEIRA” NA MÃO?

Neemias sabia do perigo de aceitar o “convite”. Se ele se permitisse sair de Jerusalém, estar-se-ia expondo à possibilidade de assassínio – Ne 6:2; Gn 50:19-20; I Sm 23:8-14.

O exemplo de Neemias mostra a importância da sabedoria prática. Ele conhecia suas prioridades e não se permitia um desvio de cumpri-las – Tg 1:5-8

Seu exemplo também mostra a necessidade de discernimento adequado e a importância do tato – Hb 5:14.

Sua capacidade de ver claramente as questões e ficar firme sob pressão, guardaram-no de cair nas artimanhas dos inimigos.

III – SEGUNDA TRAMA: INSINUAÇÕES:

Mais uma vez falhando em alcançar o que queriam, Sambalate e seus colegas tentam nova estratégia: INSINUAÇÕES – Ne 6:5-9.

Esse ataque a Neemias aproveita-se de um princípio importante da psicologia: AS PESSOAS ESTÃO SEMPRE PRONTAS A ACREDITAR NO PIOR COM RESPEITO AOS OUTROS.

Além do mais, A CALÚNIA PODE SER TOTALMENTE FALSA, MAS É IMPOSSÍVEL À VÍTIMA DA CALÚNIA LIMPAR COMPLETAMENTE O NOME AOS OUVIDOS DE TODOS OS QUE OUVIRAM O QUE SE DISSE.

Vejamos algumas citações bíblicas acerca da CALÚNIA:

CALÚNIA = DIFAMAÇÃO (TIRAR A FAMA) POR MEIO DE ACUSAÇÕES CONSCIENTEMENTE FALSAS.

(1) - É uma abominação para Deus - Pv 6:16, 19

(2) - É proibida - Ex 23:1; Ef 4:31; Tg 4:11

A CALÚNIA INCLUI:

(1) - Sussurros e falar mal na ausência - Rm 1:29-30; II Cor 12:20

(2) - Suspeitas malignas - I Tm 6:4

(3) - Mexericos - Lv 19:16

(4) - Difamação - Jr 20:10; I Cor 4:13 Clique aqui para ler o texto completo »

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Luciano de Paula Lourenço

Texto Básico: Neemias 6:1-9
Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?”(Ne 6:3b)

INTRODUÇÃO
A reconstrução dos muros de Jerusalém provocou forte reação dos inimigos. Eles usaram todos os meios possíveis, inclusive a conspiração, a fim de paralisar a Obra de Deus. Eles fizeram acusação falsas, subornaram falsos profetas para impressionar (6:10), infiltraram espiões no meio dos trabalhadores (6:19), armaram ciladas para fazer mal a Neemias(6:2); em fim, fizeram de tudo para impedir a reforma da cidade. Porem, Neeemias não se deixou intimidar pela fúria dos inimigos, pois sabia que a Obra era de Deus. A liderança sempre tem um custo; o caminho da liderança não é uma estrada aplainada por comodidade nem forrada de tapetes vermelhos. O líder, muitas vezes, é alvo de contradições, orquestrações e sórdida perseguição; não importa quão íntegro seja um líder, ele será perseguido. Na esfera da Igreja isso acontece, também, e com muita mais frequência. O cristianismo não é um paraíso de férias; aqui não é o Céu; aqui há lutas constantes, por isso precisamos trabalhar de olhos bem abertos.
I. A FALSIDADE DOS ADVERSARIOS
“Sucedeu mais que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesém, o arábio, e o resto dos nossos inimigos que eu tinha edificado o muro e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais. Sambalate e Gesém enviaram a dizer: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal.”(Ne 6:1,2).
1. Os muros foram levantados. Conquanto os muros estivessem levantados, as portas ainda não tinham sido restauradas. Desta feita, a cidade ainda estava vulnerável. As portas vazias e abertas eram a última esperança do inimigo em deixar a obra no meio do caminho. No afã de impedir a conclusão da Obra, os inimigos se aliam contra o povo de Deus com incansável persistência e diferente táticas e estratégias. Vejamos algumas estratégias do inimigo para paralisar a obra de Deus. Foram muitas, mas citaremos apenas três:
a) O inimigo tentou distrair os obreiros (6:2). O inimigo não desiste, ele ainda dá a sua última cartada. Ele faz um plano para distrair os obreiros e desviá-los da obra no meio do caminho. O diabo ataca de maneira especial aqueles que estão na metade do caminho. O meio do caminho é um lugar perigoso. O inimigo tem alcançado grandes vitórias, fazendo muitos obreiros parar no meio da obra. Quantos que depois de fazer grande parte da obra caem nas ciladas do diabo e fazem o jogo do inimigo! Por isso, continue avançando, trabalhando. [1]
b) O inimigo procurou dialogar com os obreiros (6:2). O inimigo nunca é tão perigoso como quando parece amigável e chama você para um diálogo. A sutileza da serpente é mais perigosa do que o rugido do leão. Os inimigos agora querem conversar com Neemias. O problema de Neemias é que esses inimigos tinham aliados dentro de Jerusalém, tanto na classe dos nobres quanto na classe dos sacerdotes. Uma das artimanhas mais sutis do adversário é infiltrar-se no meio do povo de Deus e conquistar aliados em seu meio. Neemias, porém, não dialogou com o inimigo. Jesus também não dialogou com o diabo. Jesus não nos mandou dialogar, mas pregar. Identificação é viver onde as outras pessoas vivem, não como elas vivem. Jesus se identificou, mas não transigiu. O diabo tentou dialogar com Jesus, mas Ele nunca sentou com o diabo numa mesa de conferência. [1]
c) O inimigo intentou fazer mal aos obreiros - “Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal“(6:2). Os inimigos queriam se encontrar com Neemias num lugar muito distante de Jerusalém: no vale do Ono, que ficava na fronteira de Samaria e Asdode. Visto que essa região era hostil a Neemias (4:7), o plano cheirava traição. Eles tramaram uma espécie de cambalacho para matarem Neemias. Porém, Neemias compreendeu que o propósito dos inimigos não era um tratado de paz. Eles queriam fazer mal a ele, queriam matá-lo. Um dos projetos do inimigo é paralisar a obra, fazendo mal aos obreiros, pois destruindo os obreiros, a obra fica estagnada.
O discernimento espiritual foi a arma de defesa usada por Neemias contra esse novo ataque dos inimigos. Ele discerniu que por trás de tamanha camaradagem, havia uma intenção maligna. Precisamos vigiar e estar apercebidos. Precisamos discernir tanto o rugido do inimigo, quanto sua voz mansa e sedutora.
2. A resposta sábia e firme de Neemias. Neemias manteve-se firme no seu objetivo de reconstruir os muros, não permitindo que nem amigos, nem inimigos desviassem a sua atenção da obra, até que a terminasse. Ele respondeu a Sambalate, com sabedoria e firmeza, da seguinte forma: “E enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? E da mesma maneira enviaram a mim quatro vezes; e da mesma maneira lhes respondi“(Ne 6:3,4). Uma grande visão, unida a uma fé inabalável, leva a efeito a realização do propósito de Deus para nossa vida e para nossa geração. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:

- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Se houver alunos ausentes, é interessante que vocês mantenham contato com eles, através de telefone ou email, durante a semana.

- Falem do tema da aula: A Conspiração dos Inimigos contra Neemias.

- Trabalhem o conteúdo dos itens da lição.

- Para finalizar, utilizem a dinâmica “A Construção II”.

Tenham uma excelente aula!

Divulguem para os professores do Discipulado I e II que eles poderão encontrar subsídios pedagógicos para estas lições no blog Atitude de Aprendiz.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Francisco A. Barbosa

Texto Áureo

“Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? (Ne 6.3b). - A principal lição ensinada por Neemias para todas as gerações de crentes é a necessidade de se ter a devida visão da grandeza da obra para a qual fomos chamados, não importando se esta obra que desenvolvemos agora pareça pequena ou sem importância. Como Paulo escreve em 1Co 12.20, que existe diversidade de dons e diversidade de ministérios, mas que um só é o Senhor do qual eles provêm. Diz ainda que, no seio da igreja, existem operadores de milagres e de curas, crentes com o dom excepcional para o atendimento aos necessitados, outras para o governo, mas a origem de tudo é Deus. É justamente essa diversidade de dons que garante a unidade da Igreja. Cada dom contribui com algo necessário à vida comum e ao crescimento do todo. Não há lugar para o orgulho ou para o complexo de inferioridade, cada crente é especial e essencial para o funcionamento adequado do Corpo de Cristo. Nada pode remover de dentro de nós essa consciência da grandeza e importância de nosso chamado.

Verdade Prática

O discernimento espiritual é indispensável na condução e execução da Obra de Deus, pois as adversidades são muitas e sutis.

Leitura Bíblica em Classe
Neemias 6.1-9

Objetivos

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
- COMPREENDER que todo líder precisa de discernimento para não ser enganado pelo inimigo;
- DESCREVER algumas das estratégias do inimigo para prejudicar Neemias; e
- CONSCIENTIZAR-SE de que apesar das muitas investidas do inimigo, Neemias foi um líder vitorioso.

Palavra-chave
CONSPIRAÇÃO - Tramar, maquinar em secreto contra alguém.

Comentário

(I. Introdução)

Nós temos visto como Neemias veio da Pérsia para reconstruir o muro de Jerusalém, e como seus esforços foram abençoados pelo Senhor. Nenhum outro judeu conseguiu enxergar como Neemias. Para todos, eram escombros somente; para Neemias, era a restauração da cidade santa. A essa obra, levantou-se ferrenha oposição, os inimigos dos judeus, que os tinham ameaçado durante quase 100 anos, fizeram tudo para impedir o avanço de seu trabalho: “Sambalate e Gesém mandaram dizer-me: Vem, encontremo-nos, nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal. Enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria a obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? (Ne 6.2,3). Neemias sabia que sua missão era urgente e importante, e recusou ser distraído pelos adversários. Esta é a preciosa lição legada a nós. Talvez os convites que temos recebido hoje não sejam tão explícitos e óbvios quanto este que Neemias recebeu. O certo é que a todo instante recebemos convites para perder tempo em coisas inúteis, quaisquer que sejam elas: vãs discussões de questões insensatas e contendas que não edificam (2Tm 2.23-26); coisas inocentes e até boas que suprimem o tempo que deveríamos dedicar às mais importantes (1Tm 4.8; 1Tm 6.6-10; Mt 6.19-21,24-34; Lc 10.38-42). Constantemente Paulo alerta a Timóteo sobre o risco de se perder por causa de tais distrações: “Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou” (2Tm 2.4). Com esta lição, esperamos adquirir discernimento e atenção indivisa para prosseguirmos nessa obra sem olhar para trás (Lc 9.62). Boa Aula!

(II. Desenvolvimento)

I. A FALSIDADE DOS ADVERSÁRIOS

1. Os muros foram levantados. Os muros erguidos nos dias de Neemias eram menos extensos que os da antiga Jerusalém. No capítulo 2.11-15, Neemias fez a avaliação dos estragos da cidade, e no capítulo 3 dispôs o povo para o serviço. Contudo, como a população era pouca, Neemias optou por encurtar os muros. Eis uma decisão que aponta Neemias como um sábio governante e realista em sua visão dos fatos. Os muros podiam ser menos extensos, mas a obra não era menos importante. Terminada a obra, ainda restava fixar as portas, sem elas, os muros não tinham serventia. Os opositores enxergaram nesse último lance da reconstrução a oportunidade de estragar o trabalho ainda incompleto e lançaram seus últimos esforços para impedir a conclusão da obra. Corremos o risco de deixar muitos trabalhos pela metade. A planície de Ono era parte do vale de Saron, cerca de 30 quilômetros a noroeste de Jerusalém; a viagem de Jerusalém até Ono era de um dia, distração suficiente para uma furtiva invasão. Este território era considerado neutro. Sambalate e Tobias queriam atrair Neemias para fora de Jerusalém e abatê-lo. Cuidado com os gestos amistosos por parte dos inimigos, pode ser armadilha. Corremos o risco de nos esquecermos facilmente que temos terríveis inimigos. João nos alerta para não amarmos o mundo e com ele não nos envolvermos. Satanás é descrito como aquele que nos acusa de dia e de noite, em tribunal. O diabo leva muito a sério sua acusação, e nós brincamos com a nossa proteção! Clique aqui para ler o texto completo »

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A Conspiração dos Inimigos contra Neemias - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: Ne. 6.3 - Leitura Bíblica: Ne. 6.1-9

Pb. José Roberto A. Barbosa

http://www.subsidioebd.blogspot.com/

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Os inimigos da obra de Deus tudo farão para impedir a expansão do Seu reino. Na aula de hoje atentaremos para a conspiração dos inimigos contra Neemias. A princípio destacaremos as estratégias do inimigo a fim de atrasar o avanço da obra. Em seguida, analisaremos a trama dos inimigos para atingir Neemias, já que esse estava em posição de liderança na condução dos trabalhos. Por fim, apontaremos as convicções do servo do Senhor que fizeram diferença diante das ameaças dos inimigos.

1. AS ESTRATÉGIAS DOS INIMIGOS

Os inimigos não dão trégua e tentam de várias maneiras atrapalharem o desenvolvimento da obra de Deus. Neemias passou por várias afrontas dos seus opositores: desagrado (Ne. 2.10), zombaria (Ne. 2.19), escárnio (Ne. 4.1), humilhação (Ne. 4.2), chacota (Ne. 4.3), confusão (Ne. 4.8), violência (Ne. 4.11) e boatos (Ne. 4.12). Eles recorreram a diversas estratégias no intuito de dificultar o progresso da obra, dentre elas destacamos: 1) a distração - como as portas ainda não havia sido postas no devido lugar, os adversários tentaram retirar os obreiros do foco sobre a tarefa a ser desenvolvida (Ne. 6.1); 2) a negociação - quando os opositores não conseguem êxito em sua empreitada contra os servos de Deus, eles buscam barganhar, com vistas a tirarem alguma vantagem (Ne. 6.2); 3) a maldade - os adversários queriam conduzir Neemias para um local distante, fora da zona de segurança, com essa proposta pretendiam mata-lo (Ne. 6.2); 4) o cansaço - os inimigos não desistem, a insistência visa levar os servos de Deus ao cansaço (Ne. 6.4); 5) a boataria - os opositores da obra de Deus recorrem a essa estratégias; por meio do falso testemunho querem denegrir a imagem da liderança (Ne. 6.4-7); 6) a chantagem - através de tais recursos os adversários pretendem demonstrar aos servos de Deus que não há saída, que eles estão encurralados (Ne. 6.7); e 7) o medo - os adversários sabem que o temor pode fazer com que as pessoas fiquem paralisadas, por isso, tentam amedrontar os servos de Deus (Ne. 6.9). Essas estratégias utilizadas pelos inimigos da obra de Deus nos tempos de Neemias ainda se repetem nos dias atuais. Através dos recursos da mídia, ou de aparatos jurídicos, os opositores do Reino de Cristo tentam intimidar os que servem ao Senhor. Clique aqui para ler o texto completo »

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