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Neemias Lidera um Genuíno Avivamento - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO √ĀUREO

“E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congrega√ß√£o¬†[u.] E leu nela […] desde a alva at√© ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e s√°bios; e¬†os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei” (Ne 8.2,3)

VERDADE PR√ĀTICA

Somente o genu√≠no ‘ensino, da Palavra de DEUS √© capaz de produzir um verdadeiro avivamento.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Am 8.11 Fome e sede da Palavra

Terça - Rm 12.7 Ensino com dedicação

Quarta - Le 11.28 S√£o felizes os que ouvem a Palavra

Quinta - Jó 34.3 O ouvido prova as palavras

Sexta - Ez 3.3 Doce como o mel é a Palavra de DEUS

S√°bado - Ne 8.9,10 Um dia consagrado ao Senhor

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Neemias 8.1-3,5,6,9,10

1 -¬†E chegado o s√©timo m√™s, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um s√≥ homem, na pra√ßa, diante da Porta das √Āguas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Mois√©s, que o Senhor tinha ordenado a Israel. 2- E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congrega√ß√£o, assim de homens como de mulheres e de todos os s√°bios para ouvirem, no primeiro dia do s√©timo m√™s. 3- E leu nela, diante da pra√ßa, que est√° diante da Porta das √Āguas, desde a alva at√© ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e s√°bios; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei. 5- E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se p√īs em p√©.¬†6 - E Esdras louvou o Senhor, o grande DEUS; e todo o povo respondeu: Am√©m! Am√©m! -,¬†levantando as m√£os; e inclinaram-se e adoraram o Senhor, com o rosto em terra.¬†9 - E Neemias (que era o tirsata), e o sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas que ensinavam ao povo disseram a todo o povo: Este dia √©¬†consagrado ao Senhor, vosso DEUS, pelo que n√£o vos lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei. 10- Disse-Ihes mais: Ide, e comei as gorduras, e bebei as do√ßuras, e enviai por√ß√Ķes aos que n√£o t√™m nada preparado para si; porque esse dia √© consagrado ao nosso Senhor; portanto, n√£o vos entris te√ßais, porque a alegria do Senhor √© a vossa for√ßa. Prezado professor, estudaremos hoje¬†o avivamento ocorrido em Israel sob a lideran√ßa de Neemias. O que ali se deu, s√≥ foi poss√≠vel atrav√©s da leitura e da compreens√£o que os filhos de DEUS obtiveram da Lei. Devemos compreender que um genu√≠no avivamento s√≥ pode ser deflagrado, com o estudo e pr√°tica da Palavra do Senhor DEUS. “Avivamento” sem doutrina b√≠blica √©¬†apenas movimento passageiro que n√£o d√° frutos.

Introdução Nossa:

O avivamento é antes de tudo um amor à Palavra de DEUS e às almas perdidas, despertados pelo desejo de agradar a DEUS, fazendo sua obra.

O avivamento √© uma cachoeira do ESP√ćRITO SANTO derramada sobre poucos no in√≠cio, mas que se estende desde o mais tenro menino at√© atingir o mais idoso dos homens, tamb√©m contagia os descrentes e doentes de toda uma cidade, podendo chegar a mudar costumes e h√°bitos de toda uma sociedade.

O início de todo grande avivamento é com a descoberta da Palavra de DEUS.

√Č a partir do amor √† Palavra que nasce o desejo de orar, jejuar, adorar, louvar e evangelizar.

Infelizmente muitos avivamentos nascem através de uma pessoa e quando esta pessoa se afasta, o avivamento perde força e se acaba; por isso, nunca devemos apoiar nosso avivamento em cima de uma só pessoa com o líder, mas colocarmos diversos mestres no centro do mesmo.

Quando não se consegue manter o avivamento, o prejuízo de almas e a entrega ao mundanismo se alastra como chamas de um grande incêndio.

Num grande avivamento, os líderes, tanto políticos como religiosos, se assentam para ouvir a instrução de mestres e se sujeitam à Palavra de DEUS.

OBJETIVOS DA LIÇÃO - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Saber que um genuíno avivamento só pode ocorrer à partir do estudo e da prática da Palavra de DEUS.

Compreender que a Bíblia é a inerrante e infalível Palavra de DEUS.

Conscientiza se de que o genuíno avivamento ocorre quando há entendimento da Palavra de DEUS.

PARA ESTA LIÇÃO, VEJAMOS A LIÇÃO 13 - A DOUTRINA PRODUZ O AVIVAMENTO - 24 de dezembro de 2006  

QUARTO TRIMESTRE DE 2006

TEMA - As verdades centrais da fé cristã

COMENTARISTA : Claudionor Correa de Andrade

√Č seguindo fielmente os trilhos que a locomotiva, balan√ßando e apitando, chega a seu destino, Assim tamb√©m aqueles que querem adentrar as mans√Ķes celestiais devem seguir firmes os ensinamentos da B√≠blia, a Palavra de DEUS, sabendo que muitas ser√£o as tribula√ß√Ķes da viagem, mas prossegue-se pregando o evangelho e transmitindo a todos os passantes que JESUS est√° chegando.

LIÇÃO 13 - A DOUTRINA PRODUZ O AVIVAMENTO 

“Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, √≥ SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da miseric√≥rdia” (Hc 3.2).¬†¬†

O avivamento só é possível através do estudo amoroso, persistente e sistemático da Bíblia Sagrada.

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE¬†-¬†NEEMIAS 8.2,3,5,6

1 E chegado o s√©timo m√™s, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um s√≥ homem, na pra√ßa, diante da Porta das √Āguas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Mois√©s, que o SENHOR tinha ordenado a Israel.¬†2 E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congrega√ß√£o, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do s√©timo m√™s.¬†3 E leu nela, diante da pra√ßa, que est√° diante da Porta das √Āguas, desde a alva at√© ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei.¬†4 E Esdras, o escriba, estava sobre um p√ļlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em p√© junto a ele, √† sua m√£o direita, Matitias, e Sema, e Ana√≠as, e Urias, e Hilquias, e Maas√©ias; e √† sua m√£o esquerda, Peda√≠as, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesul√£o.¬†5 E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se p√īs em p√©.¬†6 E Esdras louvou o SENHOR, o grande DEUS; e todo o povo respondeu: Am√©m! Am√©m!?, levantando as m√£os; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.¬†7 E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maas√©ias, e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Han√£, e Pela√≠as, e os levitas ensinavam ao povo na Lei; e o povo estava no seu posto.¬†8 E leram o livro, na Lei de DEUS, e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.9 E Neemias (que era o 3tirsata), e o sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas que ensinavam ao povo disseram a todo o povo: Este dia √© consagrado ao SENHOR, vosso DEUS, pelo que n√£o vos lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei.

 

8.1 TODO O POVO SE AJUNTOU. Os caps. 8-10 descrevem um dos maiores avivamentos do AT e apontam v√°rios princ√≠pios fundamentais para um avivamento e renova√ß√£o espirituais. O avivamento e a renova√ß√£o, procedem exclusivamente de DEUS. Os instrumentos que o propiciam s√£o: a Palavra de DEUS (vv. 1-8), a ora√ß√£o (v. 6), a confiss√£o de pecados (cap. 9), um cora√ß√£o quebrantado e contrito (v. 9), ren√ļncia √†s pr√°ticas pecaminosas da sociedade contempor√Ęnea (9.2) e renova√ß√£o do compromisso de andar segundo a vontade de DEUS e de fazer da Palavra de DEUS o nosso viver (10.29).

8.3 ESTAVAM ATENTOS AO LIVRO DA LEI. O avivamento teve início mediante um autêntico retorno à Palavra de DEUS e um esforço decisivo para a compreensão da sua mensagem (v. 8). Durante sete dias, seis horas por dia, Esdras leu o livro da lei (vv. 3,18). Uma das principais evidências de um avivamento bíblico entre o povo de DEUS é a grande fome de ouvir e ler a Palavra de DEUS.

8.6 INCLINARAM-SE E ADORARAM O SENHOR. Este capítulo da Bíblia descreve um dos maiores cultos de adoração ao Senhor, de todos os tempos. DEUS deseja a adoração do seu povo e o conclama a adorá-lo continuamente (cf. Sl 29.2; 96.9).

8.7 ENSINAVAM AO POVO NA LEI. Por meio de Esdras e dos levitas, vemos o que deve acontecer sempre que a Palavra de DEUS for ministrada aos fiéis. Muitos dos que voltaram do exílio, já não entendiam o hebraico, uma vez que o seu idioma era agora o aramaico.

Por isso, quando as Escrituras eram lidas em hebraico, um grupo de homens dedicados fazia a interpreta√ß√£o para o aramaico, de tal maneira que os fi√©is pudessem compreend√™-las a aplic√°-las √† sua vida. Deste modo, o povo se regozijou “porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber” (v. 12). A Palavra como revela√ß√£o divina, o arrependimento, o avivamento espiritual e a alegria est√£o todos potencialmente presentes; eles ser√£o desencadeados pelo ESP√ćRITO SANTO, atrav√©s de mensageiros ungidos que proclamem a Palavra de DEUS, com clareza, poder e convic√ß√£o.

8.9 TODO O POVO CHORAVA, OUVINDO AS PALAVRAS DA LEI. Quando o povo ouviu e entendeu a Palavra de DEUS, todos experimentaram uma profunda convic√ß√£o do pecado e da culpa. (1) Os trechos da lei que continham uma clara revela√ß√£o da condi√ß√£o espiritual do povo podem ter sidos Lv 26 e Dt 28; trechos estes que falam da b√™n√ß√£o ou ju√≠zo divino, conforme a obedi√™ncia ou desobedi√™ncia do povo √† Palavra de DEUS. (2) Nos avivamentos, o choro, quando acompanhado de profundo arrependimento (cf. cap. 9), √© um sinal da opera√ß√£o do ESP√ćRITO SANTO (ver Jo√£o 16.8). Sentir tristeza pelo pecado e abandon√°-lo resulta em perd√£o divino e¬†alegria da salva√ß√£o (ver v. 10; Mt 5.4).

Avivamento

Hc 3.2 Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia.

Por que raz√£o um DEUS justo silencia e nada faz, quando os √≠mpios (neste caso, Babil√īnia uma na√ß√£o pag√£ e perversa) devoram aqueles que s√£o mais justos do que eles? Esta foi a¬† maior d√ļvida e queixa de Habacuque quando escreveu seu livro. O profeta sabia que o povo em pecado, se inclinando para a viol√™ncia e injusti√ßa seria, obviamente, submetido ao ju√≠zo divino. Ele tamb√©m tinha convic√ß√£o de que os caldeus serviriam apenas como instrumento deste justo castigo. Por√©m, apesar de toda compreens√£o, ele precisava urgentemente interceder por seu povo. Em meio a tantas indaga√ß√Ķes, o profeta ora fervorosamente ao Senhor solicitando-Lhe provid√™ncias e a sua manifesta√ß√£o poderosa em favor de sua na√ß√£o, pois, caso contr√°rio, n√£o sobreviveriam diante do poderio babil√īnico. Era necess√°rio uma revolu√ß√£o espiritual para despertar o povo para o arrependimento e, quem sabe, usufru√≠rem¬† da miseric√≥rdia, benevol√™ncia e¬† renova√ß√£o do Senhor.

1) Medite nos Salmos 80.18,19; 85.4-7; 138.7,8 e responda a pergunta: O que significa avivamento nesses textos?

2) Qual a bênção do avivamento descrita em Oséias 6.1-3 e 14.7?

3) Como você acha que sua igreja pode vivenciar o avivamento?

4) Qual seria o efeito de uma avivamento em sua comunidade?

INTRODUÇÃO

Livro de Habacuque, um profeta de Judá, quase desconhecido, mas o que DEUS a ele transmite sobre avivamento é de grande peso espiritual e precisa ser cada vez mais conhecido pelo povo de DEUS.

I. O AMBIENTE DO AVIVAMENTO

O profeta Habacuque escreveu o seu livro pouco antes do seu povo ser subjugado pelos babil√īnios e levado¬†em cativeiro. O¬†povo de Israel vivia ent√£o em grande decl√≠nio espiritual como √© evidente em passagens como em Habacuque 1.2-5.

1. Ora√ß√£o profunda. “Ora√ß√£o do profeta Habacuque” (v.1).

Ora√ß√£o pessoal, a partir do profeta de DEUS. Todos devem orar muito por um avivamento poderoso, glorioso e soberano, enviado por DEUS.Todos os avivamentos da B√≠blia e da hist√≥ria da igreja foram marcados e conservados na atmosfera da ora√ß√£o, jejum, arrependimento, confiss√£o expont√Ęnea, quebrantamento de esp√≠rito, humilha√ß√£o diante de DEUS e santidade.

Há crentes que até oram bem quando em grupo, no culto ou noutro lugar, mas sozinhos não; mas precisamos intensificar também a nossa oração intercessória pessoal pela obra de DEUS, como fez Habacuque.

2. Louvor no ESP√ćRITO.¬†”Sobre sigionote” (v.1). Trata-se de um termo musical plural, cujo singular¬†(”sigaiom”) aparece na ep√≠grafe do Salmo 7. √Č uma diretriz para o regente de m√ļsica sacra na casa de DEUS, que o nosso espa√ßo aqui n√£o comporta detalhar. √Č tamb√©m o caso do termo musical “sel√°” que aparece em 3.3,9,13. Habacuque foi certamente um obreiro levita m√ļsico. Em 3.16 ele faz alus√£o a “meus instrumentos de m√ļsica”. Ele era um crente-m√ļsico, que dependia primeiro da f√© em DEUS (2.4), e n√£o primeiramente um m√ļsico-crente, que dependesse primeiro da m√ļsica.Uma igreja reavivada inclui abundante “m√ļsica de DEUS” (1 Cr 16.42). Em in√ļmeras congrega√ß√Ķes nossas, a verdadeira m√ļsica sacra morreu; seu espa√ßo √© preenchido com m√ļsica e canto tipo passatempo, divers√£o, anima√ß√£o; sem peso, sem mensagem, sem vida, sem un√ß√£o, sem melodia, sem gra√ßa, sem ora√ß√£o, sem endere√ßo, sem nada.Quando teremos outra vez no culto profetas de m√ļsica realmente sacra, santa, b√≠blica, espiritual? “C√Ęnticos espirituais”, que brotam primeiro como fontes, do cora√ß√£o crente (Ef 5.19).3. A Palavra de DEUS. “Ouvi, Senhor, a tua Palavra” (v.2). A Palavra de DEUS abundante, fluente, poderosa, revigorante e renovadora √© o grande agente divino para o avivamento. Hoje a Palavra saiu dos p√ļlpitos da maioria das igrejas e foi substitu√≠da ardilosamente e quase sempre por m√ļsica, festas, jograis e apresenta√ß√Ķes que s√£o “sacrif√≠cios de tolos” que DEUS aborrece.Mas n√£o √© s√≥ no culto que a mensagem do evangelho foi abafada; tamb√©m nos peri√≥dicos, nas emissoras, no v√≠deo, etc.

3.Temor de DEUS.¬†”E temi” (v.2). Sem renova√ß√£o espiritual constante na sua vida, o crente perde aos poucos o rep√ļdio ao pecado, sua sensibilidade espiritual diminui e o temor de DEUS tamb√©m. Isso afeta seriamente as coisas de DEUS, os valores espirituais, principalmente a santidade de vida e a retid√£o no viver cotidiano.

4. Renova√ß√£o espiritual.¬†”Aviva, √≥ Senhor, a tua obra” (v.2). Precisamente falando, avivar, tem a ver com quem j√° morreu, e reavivar, com quem ainda tem vida. O anjo da igreja de Sardo tinha nome no rol dos vivos, mas estava morto espiritualmente (Ap 3.1). A nova vida em CRISTO √© chamada ressurrei√ß√£o (Cl 3.1; 2.13; Ef 2.1; 5.14). Verdades pertinentes √† renova√ß√£o espiritual:

a) Avivamento do povo.¬†A “obra” de DEUS a ser avivada no v.2 √© o seu povo e n√£o as institui√ß√Ķes, seus pertences e objetos. Ver Is 29.23 “seus filhos, a obra das minhas m√£os”; Ef 2:10 “somos feitura sua, criados¬†em CRISTO JESUS¬†”.Que √© avivar espiritualmente? √Č uma opera√ß√£o soberana, irresist√≠vel e sobrenatural do ESP√ćRITO SANTO na igreja para traz√™-la de volta ao real cristianismo b√≠blico como retratado no livro padr√£o da igreja - Atos dos Ap√≥stolos. Ao avivar e reavivar a igreja, Ele salva crentes inconversos dentro da igreja, liberta os crentes carnais, realiza prod√≠gios (e n√£o apenas milagres conhecidos), levanta os ca√≠dos. JESUS batiza multid√Ķes com o ESP√ćRITO SANTO, os crentes buscam a vida santificada, os perdidos buscam a salva√ß√£o (como nos avivamentos de Mt 3.1-5; At 16.30) e prevalece o esp√≠rito de unidade de alma entre os crentes e n√£o apenas uni√£o de cabe√ßas, externa, ego√≠sta e ef√™mera. Ver Jo 6.66,67.

a) O momento do avivamento.¬†”No meio dos anos” (v.2). Isto √©, agora. “Meio” fala tamb√©m de equil√≠brio.

b) O esvaziamento do eu.¬†”Lembra-te da miseric√≥rdia” (v.2). No avivamento, m√©ritos humanos s√£o esquecidos e s√≥ DEUS √© glorificado do maior ao menor, na unidade do ESP√ćRITO.

 II. OS FATOS DO AVIVAMENTO 

O profeta Habacuque primeiro “viu” certos fatos de um avivamento (1.1; 2.2,3; 3.7). Ele era homem de f√©, a qual v√™ o invis√≠vel de DEUS, que a vis√£o espiritual comum n√£o alcan√ßa.¬†Mas o profeta tamb√©m “ouviu” de DEUS (3.2,16). No avivamento que iniciou-se em Jerusal√©m e propagou-se pela Jud√©ia, Samaria e at√© aos confins da terra, certos fatos sobrenaturais aconteceram. Ouviu-se do c√©u um som como de um volumoso vento, r√°pido e forte. Foram vistas l√≠nguas repartidas como que de fogo. O ESP√ćRITO SANTO encheu a todos, e falaram noutras √≠nguas.

O que chamam de avivamento em muitos lugares n√£o √© “do c√©u” (At 2.2), mas de homens e mulheres, que est√£o enganando, ou foram enganados.

1. O que DEUS fez ontem pode fazer hoje.¬†”DEUS veio de Tem√£” (v.3).A partir daqui o profeta faz um resumo dos feitos miraculosos de DEUS ao tirar Israel da servid√£o do Egito, conduzi-lo atrav√©s do deserto consumidor e estabelec√™-lo em Cana√£, ocupada por poderosas na√ß√Ķes pag√£s.¬†Tem√£ era a invenc√≠vel cidade-fortaleza, capital de Edom. Designava tamb√©m o territ√≥rio a leste do deserto de Par√£. Nada pode se suster diante do poder de DEUS. Nos vv. 3-15, os atos de DEUS em favor de Israel est√£o todos no tempo passado! DEUS fez! (Dt 33.2). DEUS ainda est√° no controle da situa√ß√£o decadente da igreja em muitos lugares, mesmo parecendo que os maus adoradores e maus obreiros est√£o a fazer como lhes apraz. O grande avivamento que deu origem a Assembl√©ia de DEUS e outras igrejas do mesmo quilate, no in√≠cio do s√©culo passado, DEUS pode reconduzi-lo, e ainda maior, se n√≥s o seu povo lhe clamarmos dia e noite, humilhados na sua presen√ßa. Ler 2 Cr 7.14,15. N√£o s√£o os incr√©dulos que impedem um avivamento do alto, na igreja; s√£o os crentes, quando se entregam a neglig√™ncia, ao mundanismo (2 Cr 7.14).

2. Santidade.¬†”O SANTO” (v.3). Assim DEUS √© declarado.¬†Ele √© santo num sentido √ļnico, e seus seguidores precisam ser santos. Os atos gloriosos que DEUS realizou no meio de Israel durante a peregrina√ß√£o no deserto e o culto divino no tabern√°culo em todos os pormenores falavam da santidade de DEUS. Ele n√£o modificou seus padr√Ķes. Hoje fala-se muito em poder, mas pouco em santidade, o que denota um falso evangelho, pois a santidade √© um atributo de DEUS tanto quanto o seu poder. No princ√≠pio das Escrituras DEUS anunciou ao seu povo, “sereis santos, porque eu sou santo” (Lv 11.44). No final do Novo Testamento DEUS volta a anunciar a mesma verdade, em 1 Pe 1.15,16 mostrando assim que a santidade deve ser uma virtude perene do seu povo.

3. Gloria divina manifesta.¬†”A sua gl√≥ria cobriu os c√©us” (v.3). A igreja √© no presente a habita√ß√£o de DEUS aqui (2 Co 6.16), assim como o foi seu povo Israel no passado. “Gl√≥ria na igreja”, est√° dito em Ef√©sios 3.21. Este √© o prop√≥sito de DEUS, mas o apego da igreja √† desobedi√™ncia, ao conformismo, √† toler√Ęncia e transig√™ncia quanto √†s trevas impedem um avivamento. Sempre que a igreja se mistura com o mundo fica parecida com ele como aconteceu com Israel no passado, e a gl√≥ria divina se afasta.Podemos dar gl√≥ria, cantar vit√≥rias, simular gl√≥ria, e falar de gl√≥ria, mas outra coisa √© “a Sua Gl√≥ria” manifestar-se e permanecer entre n√≥s. √Č o quadro de Ef√©sios 5.27. Sem esta divina gl√≥ria na igreja, a morte com sua frieza instala-se. Quando a gl√≥ria se foi, no passado, veio a trag√©dia nacional sobre Israel com a perda da arca do concerto, a derrota do ex√©rcito na batalha e a extin√ß√£o da f√© simbolizada na morte de Eli, o sumo sacerdote, seus dois filhos, e ainda a esposa de um deles.

4. Louvor celestial.¬†”A terra encheu-se do seu louvor” (v.3). N√£o √© louvor artificial, como est√° a acontecer por toda parte: c√Ęnticos e m√ļsicas sem un√ß√£o divina, sem mensagem b√≠blica, sem endere√ßo certo, com letra deturpada, com melodia, ritmo e andamento copiados do mundo, e que s√≥ satisfazem a carne. Um real avivamento do alto santifica tamb√©m o louvor ao Senhor. √Č o “seu” louvor (v.3).Observe-se que a Palavra afirma “A sua gl√≥ria cobriu os c√©us, e a terra encheu-se do seu louvor”. Isto √©, o louvor como resultado da presen√ßa da gl√≥ria divina. √Č a gl√≥ria de DEUS, sua presen√ßa pessoal, direta e abundante, buscada e manifesta que origina a adora√ß√£o. O louvor, como sacrif√≠cio espiritual ao Senhor, por sua vez conduz √† adora√ß√£o, como vemos em 2 Cr 29.27,30.

5. Poder celestial.¬†”Raios brilhantes saiam da sua m√£o, e ali estava o esconderijo da sua¬†for√ßa” (v.4). Como avivar os mortos e reavivar os que “n√£o tem nenhum vigor”, como diz Isa√≠as, sen√£o pelo poder vivificador do ESP√ćRITO? (Ez 37.14). Tr√™s alus√Ķes ao poder avivador de DEUS, no v.4.1) “Raios” √© literalmente “chifres”, que na simbologia b√≠blica fala do poderio; 2) “Sua m√£o” que reflete poder; uma figura muito difundida na B√≠blia; 3) “Sua for√ßa”, o poder do Senhor que sempre opera nos avivamentos.Observemos ainda que DEUS n√£o concede seu poder indiscriminadamente: “o esconderijo da Sua for√ßa”.

6. Milagres de curas.¬†Adiante dEle ia a peste, e raios de fogo sob seus p√©s (v.5). As doen√ßas fogem diante de JESUS. “Ra√≠zes de Fogo”, a conhecida Vers√£o Berkeley traduz por “febre alta”¬†nas doen√ßas.¬†DEUS opera milagres.

7. O pecado, DEUS n√£o o dissimula.¬†”Parou, e mediu a terra” (v.6). O ato de medir em textos¬†como estes fala de julgamento de pecado. De fato, os avivamentos b√≠blicos e da hist√≥ria da igreja sempre conduzem o povo de DEUS a uma maior santidade pr√°tica de vida, “em toda maneira de viver”, como est√° escrito em 1 Pedro 1.16.Aquela nossa decis√£o firme de romper com todo pecado e apegar-se √† santidade, quando da nossa convers√£o, devia continuar pelo resto da vida, o que n√£o acontece, a menos que o crente busque renovar-se e reencher-se do ESP√ćRITO, como nos diz Ef√©sios 5.18: “Continuai cheios do ESP√ćRITO” (literalmente).

  

III. A CONTINUAÇÃO DO AVIVAMENTO 

A hist√≥ria da igreja mostra claramente que vez por outra ela atravessa per√≠odos de marasmo espiritual, apresentando frieza, abertura ao secularismo, organiza√ß√£o demasiada e por fim uma quase letargia por falta de vida, poder, fervor e un√ß√£o que s√≥ o ESP√ćRITO SANTO comunica. Tal quadro torna-se ainda mais dif√≠cil quando os dirigentes de obra tamb√©m acomodam-se a esse estado anormal de coisas e n√£o advertem, nem conclamam o povo para um completo retorno a DEUS e √† uma vida crist√£ normal, abundante, ativa, zelosa pelas coisas de DEUS e acima de tudo cheias do ESP√ćRITO. A Palavra de DEUS por Habacuque, fala-nos de alguns elementos espirituais que um avivamento deve buscar e preservar para que possa continuar.¬†Fica evidente que sem leitura e estudo da b√≠blia nada permanecer√°.

1. Humilha√ß√£o do povo diante de DEUS (v.16).¬†O quebrantamento de esp√≠rito do profeta, aliado √† sua profunda humilha√ß√£o diante de DEUS e seu sentimento de indignidade representa uma das¬†condi√ß√Ķes do povo para a continuidade de um avivamento. Num avivamento s√≥ DEUS √© grande e toda gl√≥ria humana se esvai. Habacuque era um obreiro de destaque no magnificente templo de Jerusal√©m, mas v√™mo-lo aqui quebrantado em seu esp√≠rito (”meu ventre; meus ossos; dentro de mim, v.16). A humildade de que DEUS se agrada √© primeiramente a de esp√≠rito e da√≠ permeia todo o seu ser (Is 57.15; 1 Pe 5.6). Quem √© grande em si mesmo n√£o pode ser servo, e quem √© servo n√£o pode ser grande em si mesmo.

2. F√© inabal√°vel em DEUS.¬†”Todavia eu me alegrarei no Senhor” (v.18). Uma das proezas da¬†f√© s√£o os seus “todavias”, os quais n√£o s√£o muitos na B√≠blia, pois trata-se da f√© sob prova no sofrimento. No avivamento nem tudo s√£o b√™n√ß√£os,regozijo, maravilhas do Senhor. De muitas maneiras o inimigo reage contra os santos e a f√© √© testada; por√©m, mesmo assim, ainda assim, contudo, todavia, o crente fiel continua firme.Um avivamento real n√£o persistir√° se nele vier a predominar o emocionalismo, a imaturidade, a pseudo lideran√ßa e a aus√™ncia da doutrina b√≠blica. O segredo √© a f√© e seu exerc√≠cio segundo a Palavra (Mt 9.29).

a) F√© independente de prosperidade material.¬†No vers√≠culo 17 Est√° a prosperidade material atingida. √Č a f√© sob prova. √Č a figueira sem flor, a videira sem fruto, a oliveira sem √≥leo, os campos sem produ√ß√£o e a extin√ß√£o dos rebanhos pela perda irrepar√°vel de “ovelhas” e “vacas”, que s√£o indispens√°veis √† reprodu√ß√£o. O “todavia eu me alegrarei no Senhor”, do vers√≠culo 18, ensina-nos que nossa f√© n√£o deve estar em coisas e bens terrenos, mas no Senhor! Aleluia! Sim, a f√© num avivamento real e permanente n√£o deve depender da prosperidade material e sim esta daquela.

b) A fé e sua senda no avivamento. Habacuque é o livro da fé no Antigo Testamento.

1) Em Habacuque cap√≠tulo 1, vemos a f√© voltada para DEUS, em ora√ß√£o;¬†”a ora√ß√£o da f√©”, de que fala Tiago. A situa√ß√£o era terrivelmente cr√≠tica em todos os sentidos nos dias de Habacuque, mas aquele profeta-m√ļsico afirma sua f√© em DEUS, orando (1.2-4, 12-17).

2) No cap√≠tulo¬†2, a¬†f√© contempla a vis√£o da vinda do Senhor (vv.2,3)¬†e tamb√©m o triunfo do justo mediante a f√©, at√© aquele dia, “mas o justo pela sua f√© viver√°” (v.4; Hb 10.37,38). Na esfera do natural, a praxe √© ver para crer, mas na esfera espiritual √© crer para ver (v.4; Jo 11.40).

3) No capítulo 3, a fé em DEUS, canta na certeza da vitória. Trata-se de um hino a DEUS (v.19b) contendo uma oração (v.1). Num avivamento bíblico a oração (cap. 1), a fé (cap. 2) e o louvor (cap. 3) são elementos preciosos que se completam.

3. A¬†for√ßa do Senhor.¬†”Jeov√°, o Senhor, √© minha for√ßa” (v.19). Duas grandes li√ß√Ķes divisa-se aqui.

1) A responsabilidade pessoal de cada crente: “minha” (e n√£o apenas nossa).

2) O crente sempre depender do poder do Senhor (força).

CONCLUSÃO

No avivamento bíblico registrado em Habacuque, a oração (cap.1), a fé (cap.2) e o louvor cap.3) são elementos preciosos que se completam.Busquemos ao Senhor incessantemente por este avivamento, e ele certamente virá.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda 2 Rs 23.2,3O avivamento e a Palavra de DEUS.

Terça Ne 8.1-9 O avivamento e o ensino da Palavra de DEUS.

Quarta 2 Cr 7.14 O avivamento e a oração.

Quinta Jn 3.1-10 O avivamento e o arrependimento nacional.

Sexta At 5.1-16 O avivamento e o temor a DEUS.

Sábado 1 Co 13 O avivamento e o amor.

S√ćNTESE TEXTUAL:¬†O termo hebraico traduzido por “avivar” em Hc3.2, aparece em diversos textos do Antigo Testamento com o sentido de “viver”, “ter vida”, “ser vivificado”, “restaurar”, “curar”, entre outros importantes sentidos - todos traduzem o verbo h?ya, “viver” ou “ter vida”. Portanto, avivamento, no contexto de Habacuque, contempla tanto o sentido imediato de reviver, renovar; quanto o sentido escatol√≥gico de p√īr em execu√ß√£o o programa salv√≠fico de DEUS¬†¬†(Hc 1.5-2; At 2.16-21).

Resumo da revista:

COMENT√ĀRIO: INTRODU√á√ÉO

Certa feita, declarou Charles Finney: “Todos os ministros devem ser ministros de avivamento, e toda prega√ß√£o deve ser prega√ß√£o de avivamento”. Um ministro de avivamento √© um obreiro comprometido com o ensino sistem√°tico da B√≠blia.

I. O QUE √Č O AVIVAMENTO

Retorno aos princ√≠pios que caracterizavam a Igreja Primitiva.¬†Retorno √† B√≠blia como a nossa √ļnica regra de f√© e pr√°tica.¬†Retomada da ora√ß√£o.¬†Regresso √† Grande Comiss√£o, cujo lema continua a ser: At√© aos confins da terra.

II.  HABACUQUE E O AVIVAMENTO (Hc 3.2)

Despertamento dos judeus a reerguerem-se como sua particular heran√ßa, a fim de que proclamem o seu conhecimento entre as na√ß√Ķes.

(Extra BEP) 3.2 AVIVA, √ď SENHOR, A TUA OBRA NO MEIO DOS ANOS.

Habacuque sabia que o povo de DEUS havia pecado, e, conseq√ľentemente, seria submetido ao ju√≠zo divino. Nestas circunst√Ęncias, faz duas peti√ß√Ķes:

(1) Pede a DEUS que apare√ßa entre o seu povo com nova manifesta√ß√£o de poder. Habacuque est√° ciente de que o povo n√£o sobreviveria se o Senhor n√£o interviesse com um derramamento de sua gra√ßa e de seu ESP√ćRITO. Somente assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fi√©is.

(2) Habacuque ora para que DEUS se lembre da miseric√≥rdia em tempos de afli√ß√£o e ang√ļstia. Sem a sua miseric√≥rdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os alicerces da igreja sendo abalados, quando h√° afli√ß√£o por todos os lados, imploremos ao Senhor que torne a manifestar sua miseric√≥rdia e poder para que haja vida e renova√ß√£o entre o seu povo.

III.  O AVIVAMENTO E A PALAVRA DE DEUS

O avivamento promovido pelo bom rei Josias teve início com a descoberta do Livro da Lei na Casa do Senhor (2 Rs 22.8).

(Extra BEP)¬†O LIVRO DA LEI. O “livro da lei” que Hilquias achou, tratava-se da lei que fora dada “pelas m√£os de Mois√©s” (2 Cr 34.14); era, sem d√ļvida, um exemplar do Pentateuco, ou seja: os cinco primeiros livros da B√≠blia (cf. 23.25; Dt 31.24-26). Essa descoberta d√° testemunho da m√£o providente e soberana de DEUS, cuidando da sua Palavra inspirada, protegendo-a da destrui√ß√£o pelos id√≥latras e ap√≥statas. Realmente, a inspirada Palavra de DEUS escrita √© indestrut√≠vel (Is 40.8).

1. Um avivamento superficial (2 Rs 23.25). Morrendo o rei, morreu o avivamento (2 Rs 23.31-37).

(Extra BEP) 23.25 E ANTES DELE NÃO HOUVE REI SEMELHANTE. Josias é descrito aqui como o mais fiel e consagrado de todos os reis que já tinham reinado sobre o povo de DEUS, inclusive o próprio Davi (ver 2 Sm 12.7-15). Em termos da dedicação pessoal a DEUS e fidelidade à sua Palavra, Josias foi o maior de todos os reis (cf. 18.5; Dt 6.5; Jr 22.15,16).

23.26 O SENHOR SE N√ÉO DEMOVEU… DA SUA GRANDE IRA. Apesar da lideran√ßa moral de Josias e do avivamento e reformas espirituais que ele promoveu, Jud√° como na√ß√£o se arruinara a tal ponto que sua recupera√ß√£o nacional, geral e duradoura j√° n√£o seria poss√≠vel. A condena√ß√£o de Jud√° foi apenas adiada (ver Jr 11; 13.27), pois tanto o povo como os sacerdotes tinham um cora√ß√£o maligno.

Por isso, depois da morte de Josias, rapidamente a nação degenerou-se espiritual e moralmente, e DEUS teve de destruir o Reino do Sul em apenas vinte e dois anos mais tarde.

2. Um avivamento mais duradouro. Sob a liderança de homens como Zorobabel e Neemias, começaram a ser instruídos por Esdras na Lei de DEUS. Leia Neemias 8.

De Esdras a João Batista, anunciando a chegada do Reino de DEUS com a vinda de JESUS CRISTO (Mt 3.1-11).

(Extra BEP)¬†1.1 A¬†PALAVRA DO SENHOR, POR… JEREMIAS. Jeremias tinha predito que os judeus permaneceriam no cativeiro, no pa√≠s de

Babil√īnia por setenta anos, para ent√£o voltar a Jud√° (Jr 25.11,12; 29.10). Pode-se calcular o cativeiro de setenta anos, a partir da

primeira leva de cativos em 605 a .C., no terceiro ano de Jeoiaquim (2 Rs 24.1; Dn 1.1) até 538 a .C. (aproximadamente setenta anos

depois), quando, então, o povo começou a retornar a sua pátria (ver 2.1 *).

1.1 DESPERTOU O SENHOR O ESP√ćRITO DE CIRO. O Senhor DEUS executa o plano da reden√ß√£o no decurso da hist√≥ria, at√© o seu final determinado. No cumprimento disto, DEUS, √†s vezes, resolve humilhar governantes poderosos (e.g., Nabucodonosor, Dn 4), ordenar ju√≠zo destruidor contra reis (e.g., Fara√≥, por ocasi√£o do √™xodo, √äx 14; Belsazar, em Babil√īnia, Dn 5), ou elevar um dirigente internacional (e.g., o rei Ciro da P√©rsia, v. 2), a fim de cumprir a sua palavra e realizar os seus prop√≥sitos. Ao despertar o esp√≠rito de Ciro, para ser benevolente para com os vencidos e exilados, DEUS fez cumprir-se a tempo a sua promessa feita atrav√©s de Jeremias. Prov√©rbios declara que o cora√ß√£o do rei √© como ribeiros de √°guas na m√£o do SENHOR; a tudo quanto quer o inclina, a fim de garantir a marcha cont√≠nua da reden√ß√£o e desfecho da hist√≥ria (Pv 21.1).

1.2 CIRO, REI DA P√ČRSIA. Cerca de 160 anos antes do aparecimento de Ciro, Isa√≠as predissera a respeito de um governante chamado Ciro, que permitiria a volta dos judeus √† sua p√°tria, para reedificarem Jerusal√©m e o templo (Is 41.2; 44.26-28; 45.1,4,5,13).

1.5 AQUELES CUJO ESP√ćRITO DEUS DESPERTOU. Mediante o ESP√ćRITO SANTO, DEUS despertou o cora√ß√£o dalguns do seu povo para voltarem √† sua p√°tria (ver Fp 2.13). Cerca de 50.000 pessoas atenderam ao chamado do Senhor para participarem dessa primeira viagem de retorno √† Palestina. Note que os outros permaneceram no ex√≠lio (vv. 4,6); o prop√≥sito desses era animar e apoiar os que agora voltavam √† terra de Jud√°.

1.8 SESBAZAR. Sesbazar, o primeiro governador nomeado, dos exilados que voltavam (cf. 5.14,16), pode ter sido outro nome de Zorobabel (cf. 2.2; 3.2,8; 4.3).

IV. O ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS

Os judeus foram despertados pelo ensino amoroso e persistente da Palavra de DEUS.

1. O anseio do povo pelo ensino da Palavra. (Ne 8.1). Desejo pela Palavra é o princípio do avivamento.

2. O compromisso de Esdras com a Palavra.  Observemos o compromisso de Esdras com o ensino das Sagradas Escrituras   (Ne 8.2).

3. O ensino persistente da Palavra. A  instrução bíblica estendeu-se da alva ao meio dia (Ne 8.3).

4. A explicação da Palavra. Ensino da Palavra de DEUS inteligível e claro para toda a nação (Ne 8.8).

5. O avivamento que vem do ensino da Palavra.¬†J√° devidamente instru√≠do na Palavra de DEUS, o povo p√īs-se a chorar; a Palavra de DEUS era irresist√≠vel; o avivamento havia chegado. Entretanto, o que era choro, converteu-se em j√ļbilo (Ne 8.12).

CONCLUSÃO

De acordo com Arthur Wallis, o avivamento é a intervenção divina no curso normal das coisas. No tempo de Esdras, o avivamento veio através do ensino das Sagradas Escrituras. Portanto, se quisermos igrejas avivadas, comecemos pela Palavra de DEUS. Sem ela, não pode haver avivamento. (Extra BEP = Bíblia de Estudos Pentecostal - CPAD)

ORIENTA√á√ÉO PEDAG√ďGICA

Professor, reconhecendo a import√Ęncia do estudo da Palavra de DEUS e c√īnscios de que o avivamento s√≥ pode ser real quando h√° o compromisso do crente em rela√ß√£o √† B√≠blia, reproduza o quadro abaixo afixando-o em uma cartolina ou fazendo c√≥pias para os seus alunos. Converse com eles acerca das grandes reivindica√ß√Ķes da B√≠blia. Relembre-os de que Israel pecava pelo simples fato de haver se esquecido da Lei do Senhor. √Č de suma import√Ęncia que guardemos no cora√ß√£o os ensinamentos da B√≠blia Sagrada. Somente atrav√©s da Palavra de DEUS poderemos viver um genu√≠no avivamento.

A PALAVRA DE DEUS
Is 55.10,11 “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos c√©us, e para l√° n√£o tornam, mas regam a terra e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e p√£o ao que come, assim ser√° a palavra que sair da minha boca; ela n√£o voltar√° para mim vazia; antes, far√° o que me apraz e prosperar√° naquilo para que a enviei.”

A NATUREZA DA PALAVRA DE DEUS.

A express√£o “a palavra de DEUS” (tamb√©m “a palavra do Senhor”, ou simplesmente “a palavra”) possui v√°rias aplica√ß√Ķes na B√≠blia.

(1) Obviamente, refere-se, em primeiro lugar, a tudo quanto DEUS tem falado diretamente. Quando DEUS falou a Adão e Eva (e.g., Gn 2.16,17; Gn 3.9-19), o que Ele lhes disse era, de fato, a palavra de DEUS. De modo semelhante, Ele se dirigiu a Abraão (e.g., Gn 12.1-3), a Isaque (e.g., Gn 26.1-5), a Jacó (e.g., Gn 28.13-15) e a Moisés (e.g., Êx 3-4). DEUS também falou à totalidade da nação de Israel, no monte Sinai, ao proclamar-lhe os dez mandamentos (ver Êx 20.1-19). As palavras que os israelitas ouviram eram palavras de DEUS.

(2) Al√©m da fala direta, DEUS ainda falou atrav√©s dos profetas. Quando eles se dirigiam ao povo de DEUS, assim introduziam as suas declara√ß√Ķes: “Assim diz o Senhor”, ou “Veio a mim a palavra do Senhor”. Quando, portanto, os israelitas ouviam as palavras do profeta, ouviam, na verdade, a palavra de DEUS. (3) A mesma coisa pode ser dita a respeito do que os ap√≥stolos falaram no NT. Embora n√£o introduzissem suas palavras com a express√£o “assim diz o Senhor”, o que falavam e proclamavam era, verdadeiramente, a palavra de DEUS. O serm√£o de Paulo ao povo de Antioquia da Pis√≠dia (At 13.14-41), por exemplo, criou tamanha como√ß√£o que, “no s√°bado seguinte, ajuntou-se quase toda a cidade a ouvir a palavra de DEUS” (At 13.44). O pr√≥prio Paulo assegurou aos tessalonicenses que, “havendo recebido de n√≥s a palavra da prega√ß√£o de DEUS, a recebestes, n√£o como palavra de homens, mas (segundo √©, na verdade) como palavra de DEUS” (1Ts 2.13; cf. At 8.25).

(4) Al√©m disso, tudo quanto JESUS falava era palavra de DEUS, pois Ele, antes de tudo, √© DEUS (Jo 1.1,18; 10.30; 1Jo 5.20). Lucas, escritor do terceiro evangelho, declara explicitamente que, quando as pessoas ouviam a JESUS, ouviam na verdade a palavra de DEUS (Lc 5.1). Note como, em contraste com os profetas do AT, JESUS introduzia seus ditos: Eu “vos digo…” (e.g., Mt 5.18,20,22,23,32,39; 11.22,24; Mc 9.1; 10.15; Lc 10.12; 12.4; Jo 5.19; 6.26; 8.34). Noutras palavras, Ele tinha dentro de si mesmo a autoridade divina para falar a palavra de DEUS. √Č t√£o importante ouvir as palavras de JESUS, pois “quem ouve a minha palavra e cr√™ naquele que me enviou tem a vida eterna e n√£o entrar√° em condena√ß√£o” (Jo 5.24). JESUS, na realidade, est√° t√£o estreitamente identificado com a palavra de DEUS que √© chamado “o Verbo” [”a Palavra”] (Jo 1.1,14; 1Jo 1.1; Ap 19.13-16; ver Jo 1.1).

(5) A palavra de DEUS √© o registro do que os profetas, ap√≥stolos e JESUS falaram, i.e., a pr√≥pria B√≠blia. No NT, quer um escritor usasse a express√£o “Mois√©s disse”, “Davi disse”, “o ESP√ćRITO SANTO diz”, ou “DEUS diz”, nenhuma diferen√ßa fazia (ver At 3.22; Rm 10.5,19; Hb 3.7; 4.7); pois o que estava escrito na B√≠blia era, sem d√ļvida alguma, a palavra de DEUS.

(6) Mesmo não estando no mesmo nível das Escrituras, a proclamação feita pelos autênticos pregadores ou profetas, na igreja de hoje, pode ser chamada a palavra de DEUS.

(a) Pedro indicou que, a palavra que seus leitores recebiam mediante a prega√ß√£o, era palavra de DEUS (1Pe 1.25), e Paulo mandou Tim√≥teo “pregar a Palavra” (2Tm 4.2). A prega√ß√£o, por√©m, n√£o pode existir independentemente da Palavra de DEUS. Na realidade, o teste para se determinar se a palavra de DEUS est√° sendo proclamada num serm√£o, ou mensagem, √© se ela corresponde exatamente √† Palavra de DEUS escrita.

(b) O que se diz de uma pessoa que recebe uma profecia, ou revela√ß√£o, no √Ęmbito do culto de adora√ß√£o (1Co 14.26-32)? Ela est√° recebendo, ou n√£o, a palavra de DEUS? A resposta √© um “sim”. Paulo assevera que semelhantes mensagens est√£o sujeitas √† avalia√ß√£o por outros profetas. Todavia, h√° a possibilidade de tais profecias n√£o serem palavra de DEUS (ver 1Co 14.29). √Č somente em sentido secund√°rio que os profetas, hoje, falam sob a inspira√ß√£o do ESP√ćRITO SANTO; sua revela√ß√£o jamais deve ser elevada √† categoria da inerr√Ęncia (ver 1Co 14.31).

O PODER DA PALAVRA DE DEUS.

A palavra de DEUS permanece firme nos c√©us (Sl 119.89; Is 40.8; 1Pe 1.24,25). N√£o √©, por√©m, est√°tica; √© din√Ęmica e poderosa (cf. Hb 4.12), pois realiza grandes coisas (55.11).

(1) A palavra de DEUS √© criadora. Segundo a narrativa da cria√ß√£o, as coisas vieram a existir √† medida que DEUS falava a sua palavra (e.g., Gn 1.3,4,6,7,9). Tal fato √© resumido pelo salmista: “Pela palavra do SENHOR foram feitos os c√©us” (Sl 33.6, 9); e pelo escritor aos Hebreus: “Pela f√©, entendemos que os mundos, pela palavra de DEUS, foram criados” (Hb 11.3; cf. 2Pe 3.5). De conformidade com Jo√£o, a Palavra que DEUS usou para criar todas as coisas foi JESUS CRISTO (Jo 1.1-3).

(2) A palavra de DEUS sustenta a cria√ß√£o. Nas palavras do escritor aos Hebreus, DEUS sustenta “todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hb 1.3; ver tamb√©m Sl 147.15-18). Assim como a palavra criadora, essa palavra relaciona-se com JESUS CRISTO segundo Paulo insiste: “todas as coisas subsistem por ele [JESUS]” (Cl 1.17).

(3) A palavra de DEUS tem o poder de outorgar vida nova. Pedro testifica que nascemos de novo “pela palavra de DEUS, viva e que permanece para sempre” (1Pe 1.23; cf. 2 Tm 3.15; Tg 1.18). √Č por essa raz√£o que o pr√≥prio JESUS √© chamado o Verbo da vida (1Jo 1.1).

(4) A palavra de DEUS também libera graça, poder e revelação, por meio dos quais os crentes crescem na fé e na sua dedicação a JESUS CRISTO. Isaías emprega um expressivo quadro verbal: assim como a água proveniente do céu faz as coisas crescerem, assim a palavra que sai da boca de DEUS nos leva a crescer espiritualmente (55.10,11). Pedro ecoa o mesmo pensamento ao escrever que, ao bebermos do leite puro da palavra de DEUS, crescemos em nossa salvação (1Pe 2.2).

(5) A palavra de DEUS √© a arma que o Senhor nos proveu para lutarmos contra Satan√°s (Ef 6.17; cf.Ap 19.13-15). JESUS derrotou Satan√°s, pois fazia uso da Palavra de DEUS: “Est√° escrito” (i.e., “consta como a Palavra infal√≠vel de DEUS”; cf. Lc 4.1-11; ver Mt 4.1-11).

(6) Finalmente, a palavra de DEUS tem o poder de nos julgar. Os profetas do AT e os ap√≥stolos do NT freq√ľentemente pronunciavam palavras de ju√≠zo recebidas do Senhor. O pr√≥prio JESUS assegurou que a sua palavra condenar√° os que o rejeitarem (Jo 12.48). E o autor aos Hebreus escreve que a poderosa palavra de DEUS julga “os pensamentos e inten√ß√Ķes do cora√ß√£o” (ver Hb 4.12). Noutras palavras: os que optam por desconsiderar a palavra de DEUS, acabar√£o por experiment√°-la como palavra de condena√ß√£o.

NOSSA ATITUDE ANTE A PALAVRA DE DEUS.

A B√≠blia descreve, em linguagem clara e inconfund√≠vel, como devemos proceder quanto a palavra de DEUS em suas diferentes express√Ķes:

(A) Devemos ansiar por ouvi-la (1.10; Jr 7.1,2; At 17.11)

(B) Procurar compreendê-la (Mt 13.23).

(C) Louvar, no Senhor, a palavra de DEUS (Sl 56.4,10),

(D) Am√°-la (Sl 119.47,113),

(E) Dela fazer a nossa alegria e deleite (Sl 119.16,47).

(F) Aceitar o que a palavra de DEUS diz (Mc 4.20; At 2.41; 1Ts 2.13),

(G) Ocultá-la nas profundezas de nosso coração (Sl 119.11),

(H) Confiar nela (Sl 119.42),

(I) Colocar a nossa esperança em suas promessas (Sl 119.74,81,114; 130.5).

(J) Obedecer ao que ela ordena (Sl 119.17,67; Tg 1.22-24)

(K) Viver de acordo com seus ditames (Sl 119.9).

DEUS conclama os que ministram a palavra (cf. 1Tm 5.17) a:

(A) Manej√°-la corretamente (2Tm 2.15),

(B) Preg√°-la fielmente (2Tm 4.2).

Todos os crentes s√£o convocados a proclamarem a palavra de DEUS por onde quer que forem (At 8.4).

COMPLETUDE DA B√ćBLIA

Completude: Aquilo que é, ou está completo.

Há realmente necessidade de DEUS ainda revelar coisas para que sejam catalogadas na Bíblia, hoje em Dia?

Creio que não. Desde de Adão até os apóstolos, DEUS revelou seu plano de redenção ao homem, falando diretamente aos homens escolhidos por Ele, ou através de seus profetas.

√Ä medida que DEUS ia revelando seu plano, ordenou que fosse escrito para lembran√ßa e confirma√ß√£o de suas Palavras, tamb√©m confirmou sua mensagem com sinais e milagres. Foi no livro do profeta Jeremias, no cap√≠tulo 31, j√° pr√≥ximo ao final do Velho Testamento que DEUS prometeu fazer uma nova alian√ßa com seu povo, tamb√©m complementando sua mensagem escrita atrav√©s dos evangelhos e escritos do Novo Testamento. A Nova alian√ßa foi anunciada e realizada em JESUS CRISTO. O ESP√ćRITO SANTO cuidou de orientar e revelar a escrita do evangelho atrav√©s dos ap√≥stolos e disc√≠pulos de JESUS (Jo√£o 16:12-13). O evangelho foi completamente revelado e confirmado no primeiro s√©culo (Hebreus 2:3-4).

A INERR√āNCIA DAS ESCRITURAS
O conceito de inerr√Ęncia das Escrituras contraria alguns cr√≠ticos modernos que n√£o aceitam a infalibilidade das Escrituras. Tais cr√≠ticos julgam
haver erros nas Escrituras em razão de encontrarem nelas palavras divinas e humanas. Para nós que cremos na inspiração plena das Escrituras
estamos convictos de que as dificuldades nela encontradas n√£o representam erros e, geralmente, s√£o explicadas pelos textos paralelos
encontrados em toda a Bíblia.
A verdade divina revelada nas Escrituras é apresentada de modo explícito, certo e transparente.
O ensino genu√≠no das Escrituras n√£o tem discrep√Ęncias doutrin√°rias; √© √ļnico em todo o mundo e adapt√°vel a qualquer cultura (Jo 17.17; 1 Rs
17.24; Sl 119.142,151; Pv 22.21).
a- A infalibilidade das Escrituras. As Escrituras são a infalível Palavra de DEUS. A sua infalibilidade tem sido alvo de muita contestação
especialmente entre os chamados “racionalistas” que endeusam a raz√£o humana, sem perceberem que ela √© falha, afirmam que o racionalismo
cient√≠fico, com seus m√©todos de estudo e pesquisa, ser√° capaz de analisar e responder todas as indaga√ß√Ķes do homem. Por√©m, s√£o
completamente limitados quando analisam coisas espirituais, além da matéria.
A ciência é incapaz de estudar elementos que não são pesados ou medidos, como a alma humana. Portanto, o poder sobrenatural das Escrituras
não pode ser analisado em laboratório, porque refere-se a algo milagroso e sobrenatural.
b- A autoridade divina e humana das Escrituras. Indiscutivelmente a Bíblia tem dupla autoridade. A autoridade divina é demonstrada pela
infalibilidade das Escrituras, uma vez que elas têm origem em DEUS e são a expressão de sua mente. A humana é reconhecida pelo fato de DEUS
ter escolhido, pelo menos 40 homens, os quais receberam a sua Palavra e a transmitiram na forma escrita.

DEUS não pode errar. A Bíblia é a Palavra de DEUS. Portanto, a Bíblia está isenta de erros.

Todo estudante de l√≥gica sabe que estas tr√™s frases, da maneira como est√£o montadas, comp√Ķem um silogismo. Esta forma de racioc√≠nio √© totalmente v√°lida como argumento comprobat√≥rio. As duas primeiras frases s√£o chamadas de premissas. A √ļltima √© a conclus√£o. Se as premissas s√£o verdadeiras, a conclus√£o tamb√©m ser√° verdadeira. Portanto, o silogismo acima √© totalmente verdadeiro.

Por√©m, muitos cr√≠ticos insistem em afirmar que a B√≠blia est√° cheia de erros. Mas o fato √© que at√© agora ningu√©m conseguiu apontar e confirmar de fato um √ļnico erro no texto original das Escrituras. Isto n√£o quer dizer que n√£o haja pontos de dif√≠cil compreens√£o na Palavra de DEUS. Dificuldades, sim; erros, n√£o.

A inerr√Ęncia da B√≠blia:¬†A B√≠blia n√£o cont√©m erros. Ela √© infal√≠vel em sua mensagem e inerrante em seu conte√ļdo. Ela tem sa√≠do inc√≥lume de todos os ataques: tem vencido a fogueira dos intolerantes e triunfado sobre a prepot√™ncia dos cr√≠ticos arrogantes. A B√≠blia √© a bigorna de DEUS que tem quebrado todos os martelos dos c√©ticos. A enxada e a p√° dos arque√≥logos desmentem a falsa sapi√™ncia daqueles que se insurgiram contra sua infalibilidade.

RESUMO DA¬†LI√á√ÉO 6, NEEMIAS LIDERA UM GENU√ćNO AVIVAMENTO

I - O POVO SE AJUNTOU NA PRAÇA PARA OUVIR A LEITURA DA LEI

1. Reunidos para ouvir a Lei.

2. O povo estava atento à leitura da Lei.

3. O culto de doutrina.

II- O ENSINO BíBLICO

1. Homens preparados para o ensino (Ne 8.7).

2. O líder deve ser apto para o ensino.

3. A Bíblia é a Palavra de DEUS.

III - O ENTENDIMENTO DA PALAVRA GEROU O AVIVAMENTO

1. O ensino significativo.

2. “Comei as gorduras, e bebei as do√ßuras” (Ne 8.10).

3. “A alegria do Senhor √© a nossa for√ßa” (Ne 8.10).

VOCABUL√ĀRIO

Aptidão: Disposição inata.

SAIBA MAIS PELA Revista Ensinador Crist√£o - CPAD, n048. p.39.

AUX√ćLIO¬†BIBLIOGR√ĀFICO I - Subs√≠dio Bibliol√≥gico

“O primeiro resultado mencionado a respeito da leitura da Lei √©que ela causou muita tristeza, pois tomaram consci√™ncia de que a Lei de DEUS havia sido infringida. ‘Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei’ (Ne 8.9). Mas essa tristeza n√£o durou muito tempo: ‘Bem-aventurados os que choram, porque eles ser√£o consolados’ (Mt 5.4). Quando Neemias e Esdras viram que o povo estava arrependido e chorava, eles provavelmente disseram: N√£o vos entriste√ßais, mas alegrai-vos porque DEUS foi bondoso e perdoou o vosso pecado. ‘Porque esse dia √© consagrado ao nosso Senhor; portanto, n√£o vos entriste√ßais, porque a alegria do Senhor √© a vossa for√ßa’ (Ne 8.10).

Isso parece ser uma simplifica√ß√£o do processo pelo qual uma alma oprimida pelo pecado passa a entender a disposi√ß√£o divina de perdoar e, de repente, troca a sua tristeza pela alegria. Embora isso n√£o demande um longo per√≠odo de tempo, basta, entretanto, que exista uma completa sinceridade. Parece que foi isso que aconteceu com aqueles que ouviram a leitura feita por Esdras” (Coment√°rio B√≠blico Beacon. l.ed. V.2. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.525).

AUX√ćLIO¬†BIBLIOGR√ĀFICO II - Subs√≠dio Devocional

U[…] todo o povo [retomou de suas cidades e] se ajuntou como um s√≥ homem, na pra√ßa, diante da Porta das √Āguas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Mois√©s” (Ne 7.73b; 8.1).

O que foi isso? Foi certamente uma ocasi√£o planejada, porque uma grande plataforma de madeira fora constru√≠da para a leitura feita por Esdras (8.4,5), e √© natural supormos que o planejador foi Neemias. √Č f√°cil imagin√°-Io anunciando a reuni√£o, enquanto despediase de cada destacamento de sua for√ßa-tarefa: ‘Lembrem-se: estejam de volta no primeiro dia do m√™s, quando, juntos, aprenderemos a Lei do nosso DEUS’. A necessidade de que todos conhecessem a revela√ß√£o de DEUS acerca da sua vontade e de seus caminhos, na Tor√° (os cinco livros de Mois√©s), era clara e √≥bvia: A Lei achava-se escrita em hebraico, enquanto todo o povo falava aramaico; e como, ao menos desde o ex√≠lio, n√£o se fizera nenhuma tentativa de √Ęmbito nacional de se ensinar a Lei, o povo comum era profundamente ignorante de seu conte√ļdo. E a ignor√Ęncia torna imposs√≠vel servir e agradar a DEUS. Um programa nacional de instru√ß√£o da lei divina fazia-se urgentemente necess√°rio.

Vale a pena observar, […] que uma reprodu√ß√£o do que Neemias fez em Jerusal√©m, na metade do quinto s√©culo a.c., √© extremamente necess√°rio no Ocidente moderno. Os pais j√° n√£o ensinam a B√≠blia aos filhos em casa; os pregadores, na igreja, s√£o geralmente tem√°ticos e superficiais, em vez de expositivos e teol√≥gicos; o ensino da Escola Dominical √© muitas vezes rudimentar no que diz respeito √† B√≠blia; o sistema educacional p√ļblico e a m√≠dia, tanto popular quanto a acad√™mica, tratam o cristianismo como uma letra morta, sobrevivente apenas como um hobby para pessoas de um estilo singular. Assim, n√£o h√° em nossa cultura o menor encorajamento para se tornar biblicamente literato, e o resultado √© uma gera√ß√£o assustadora e pateticamente ignorante da Palavra de DEUS. N√£o se pode esperar nenhum movimento significativo em dire√ß√£o a DEUS enquanto as coisas permanecerem como est√£o” (PACKER, J. I. Neemias - Paix√£o Pela Fidelidade. Sabedoria extra√≠da do livro de Neemias. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, pp. 166-67).

AJUDA

CPAD -¬†http://www.cpad.com.br/¬†- B√≠blias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - B√ćBLIA de Estudos Pentecostal.

V√ćDEOS da EBD na TV, DE LI√á√ÉO INCLUSIVE -¬†http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

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www.portalebd.org.br¬†(Caramur√ļ)

BANCROFT, E. H. Teologia Elementar. S√£o Paulo, IBR, 1975.

CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.

B√ćBLIA. Portugu√™s. B√≠blia Sagrada. Edi√ß√£o contempor√Ęnea. S√£o Paulo, Vida, 1994.

McNAIR, S. E. A Bíblia Explicada. Rio de Janeiro, CPAD, 1994.

Espada Cortante 2 - Orlando S. Boyer - CPAD - Rio de Janeiro - RJ

CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. v. 1
JOSEFO, Flávio. História dos hebreus: de Abraão à queda de Jerusalém obra completa. 9. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário Vine. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

(http://realizandoaobradosenhor.blogspot.com/2010/02/as-portas-de-jerusalem.html)

Coelho, Valnice Milhomens. Personalidades restauradas, S√£o Paulo: Edi√ß√£o do autor, 1992. 244p.1. Palavra da F√© Produ√ß√Ķes Caixa Postal 60061 - CEP 05096-970 Av. Pomp√©ia, 2110 - S√£o Paulo - S. P. - Tel. :(011) 873-3117, FAX 62.4015

Neemias - COMENT√ĀRIO B√ćBLICO DO ANTIGO TESTAMENTO, VOL 1, G√™nesis a Neemias - Matthew Henry

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    Geraldino Cavalcante Dias
    Escreveu:

    A paz do Senhor meu Pastor!
    Parabéns pelos artigos publicados nete meio de comunicação. Que o SENHOR DEUS continue lhe usando e dando-lhe inspiração para realizar tão grande feito em prol do reino de Deus. Sou professor na classe de senhores aqui na Assembléia de Deus, cidade Cruz das Almas Ba, vice-superintendente da EBD, pedagogo e professor. Tenho apreciado muito os seus artigos sobre a EBD e uso-os na minha classe, que por sinal, tem surtido grande efeito.
    Que o Senhor continue lhe abençoando.


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    Luiz Henrique de Almeida Silva
    Escreveu:

    Irm√£o Geraldino, a paz do Senhor. Precisamos conhecer a cidade de Cruz das Almas, Ba, n√£o cobro nada viu? Obrigado pelas palavras de √Ęnimo. DEUS continue aben√ßoando-o.

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