Arquivos de Janeiro de 2012
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 04:49:49 PM
Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas BÃblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 06 - A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS
INTRODUÇÃO
O Sermão do Monte é um dos mais famosos ensinos de Jesus. A expressão Bem-aventurado do grego “Makários” significa, literalmente: “feliz, afortunado, ditoso”. Já a expressão “Makarismos” denota “felicitação, felizes, alegres” (Gl 4.15; Rm 4.6,9). Jesus estava descrevendo o bem-estar concedido por Deus que pertence apenas ao fiel. As Beatitudes demonstram que o caminho para a felicidade celestial é o oposto do caminho mundano normalmente seguido na busca da felicidade. A ideia mundana é que a felicidade é encontrada nas riquezas, nos prazeres, na abundância, no lazer e em coisas semelhantes. A verdade é exatamente o oposto. A verdadeira prosperidade não é sinônima de riqueza material, como muitos pensam. Nem sempre um homem rico pode ser considerado como próspero e, da mesma maneira, não podemos dizer que um homem pobre não possa ser próspero (1Co 13.4-7; Fp 2.3-5).
I - QUEM SÃO OS BEM-AVENTURADOS
Os Bem-aventurados referem-se ao estado abençoado daqueles que, por seu relacionamento com Cristo e sua Palavra, recebem de Deus o amor, o cuidado, a salvação e sua misericórdia. Cada Bem-aventurança diz respeito a uma bênção de Deus, significa mais do que ter alegrias. Implica o estado afortunado daqueles que fazem parte do Reino de Deus. As Beatitudes não prometem riso, prazer ou prosperidade terrena, mas, eternas!
Os pobres de espÃritos (V.3). São aqueles que perderam seu orgulho próprio, reconheceram seus pecados e arrependeram-se. Reconhecem que não tem qualquer auto-suficiência espiritual e que dependem exclusivamente da vida que vem do EspÃrito Santo e sentem-se inteiramente dependentes da graça de Deus. Reconhecer a verdadeira pobreza de espÃrito é a primeira das graças “porque deles é o Reino dos céus” (Ap 3.17);
Os que choram (V. 4). São aqueles que se contristam profundamente por causa das suas fraquezas e sentem pesar por aquilo que entristece a Deus. Sentem aflição em seu viver por causa do seu pecado, da imoralidade e da crueldade do mundo. Estes “serão consolados” (Lc 19.41; At 20.19; 2Pe 2.8);
Os mansos (V.5). São aqueles que vivem humilde e submissos a Deus e acham Nele o seu refúgio e lhe consagram todo o seu viver e não são violentos. São aqueles que aborrecem a volência. “porque eles herdarão a terra”;
Os que tem fome e sede de justiça (V.6). São aqueles que desejam o que é justo (Êx 33.13, 18; Sl 42.1-2; 63.1-2; Fp 3.8-10). São aqueles que tem fome das coisas de Deus pois “porque eles serão fartos” (Mt 5.6);
Os misericordiosos (V.7). São aqueles que estão cheios de compaixão e dó dos que sofrem. São aqueles que desejam minorar os sofrimentos dos outros, conduzindo estes à graça de Deus por meio de Jesus Cristo ( Mt1833-35; Lc 10.30-37; Hb 2.17), pois assim “porque eles alcançarão misericórdia” (Mt 5.8);
Os limpos de coração (V.8). São aqueles que foram libertos do poder do pecado mediante a graça de Deus, e que agora se esforçam para agradar a Deus e serem parecidos com Ele (Hb1.9; 1Sm 13.14; Mt 22.37; 1Tm 1.5),pois somente os limpos de coração “porque eles verão a Deus” (Mt 5.8; Ap 21.7; 22.4);
Os pacificadores (V.9). São aqueles que se reconciliaram com Deus. Tem paz com Ele mediante a cruz (Rm 5.1; Ef 2.14-16) e agora se esforçam, mediante seu testemunho para levarem outras pessoas, inclusive seus inimigos, à paz com Deus “porque eles serão chamdos filhos de Deus”.
Os perseguidos por causa da justiça (V.10). São aqueles que procuram viver de acordo com a Palavra de Deus, e por amor a justiça sofrerão perseguição (Ap 2; 3.1-4;, 14-22). O mundo lhes persegue com oposição (Mt 10.22; 24.9; Jo 15.19) “porque deles é o Reino dos céus”.
II - OS BEM-AVENTURADOS TAMBÉM SOFREM
Segundo o dicionário Aurélio próspero significa: “ditoso, afortunado”. Nos dias hodiernos, muita ênfase tem se dado à riqueza e a prosperidade, inclusive em muitos púlpitos chamados de “evangélicos”. A mensagem da cruz, da salvação e da santificação tem sido substituÃda pela pregação da Teologia da Prosperidade, que prega que o cristão não pode ser pobre e nem pode sofrer. Por causa disso, muitos cristãos vivem em busca de riquezas materiais e se esquecem das riquezas espirituais que Deus nos oferece através de Jesus Cristo (Ef 1.3; 2.6; Tg 2.5). Portanto, faz-se necessário entendermos, à luz das Escrituras, o que é ser Bem-aventurado. Vejamos alguns exemplos: Clique aqui para ler o texto completo »
converter em pdf.
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 04:45:06 PM
Texto BÃblico: Mateus 5.1-12
INTRODUÇÃO
I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS
II. A BEM-AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA
III. A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA E DA AFLIÇÃO
SERMÃO DO MONTE
As passagens em Mateus 5.1 - 7.29 e Lucas 6.20 - 7.1 receberam esta designação desde o inÃcio do século IV d.C., dada por Agostinho em seu comentário (De Sermone domini in monte). O discurso foi feito em alguma colina, provavelmente no planalto elevado da Galileia. Uma tradição do século XIII considera o episódio como ocorrido em um local conhecido como “chifres de Hattin”. A importância do prefácio consiste na expressão “vendo a multidão”. Percy C. Ainsworth observa: “O grande comentário sobre o Sermão do Monte é a vida - a vida como todos nós devemos viver - o pão cotidiano, a simples comunhão, a fadiga trazida pelo próximo, e as lágrimas”.
O Sermão começa com as Beatitudes (Mt 5.3-12) nas quais o Senhor Jesus mostra que conhece bem o significado da vida e como ela deve ser vivida, mostrando que a resposta para a busca universal pela felicidade só pode ser encontrada à medida que os homens se identificarem com o reino de Deus […].
Neste sermão - que Lord Acton definiu como a verdadeira revelação de uma sociedade moralmente nova - o Senhor Jesus contrasta ideias espirituais que sustentam a conduta moral adequada, com as exigências meramente exteriores da lei. Ele ensina que a ira que traz como fruto o assassinato é errada; que a reconciliação com um irmão é mais essencial do que o desempenho de atos exteriores de adoração; que o cultivo de pensamentos lascivos tornam as pessoas tão culpadas quanto a prática do próprio adultério; que seus seguidores devem ser extremamente comprometidos com a verdade, a ponto de os juramentos tornarem-se desnecessário; que a vingança é maligna; que os inimigos, assim como os amigos e benfeitores, devem receber nosso amor; que destacar os defeitos da vida dos outros, e tentar remodelar a vida destes de forma intrometida, e tudo isto através de uma atitude de censura, são repreensÃveis; que o exercÃcio da piedade como a doação de esmolas, as orações, e o jejum devem ser destituÃdos de ostentação; que o cristão só pode ter um Senhor.
Muitas passagens notáveis podem ser destacadas neste sermão. Existem as parábolas que falam da luz interior (Mt 6.22,23), e das duas casas (Mt 7.24-27). A oração do Senhor, citada por Mateus, em sua primeira seção trata dos deveres para com Deus, e, na sua segunda, trata dos deveres para com o próximo. O Senhor Jesus preparou este modelo a partir de um contexto judaico, dando um exemplo de como a alma, mesmo com poucas palavras, pode falar com Deus […].
A “regra áurea” (Mt 7.12) foi assim chamada no século XVIII por Richard Godfrey e Isaac Watts. Willian Dean Howells em seu romance Silas Lapham (1985) usou esta frase que agora nos é familiar. Este princÃpio de reciprocidade, que de acordo com Wesley é recomendado pela própria consciência humana, tornou-se a base do sistema ético de John Stuart Mill. Este princÃpio também é refletido na afirmação de Kant de que a pessoa deve agir como se sua regra de conduta estivesse destinada - pela força de sua vontade - a se tornar uma lei universal da natureza. A diferença entre a ordem categórica de Kant e a “regra áurea” de Cristo é que a ordem de Kant não tem conteúdo, enquanto Cristo resume o conteúdo da segunda tábua da lei moral de Deus. O Senhor Jesus Cristo exemplificou a “regra áurea” na parábola do Bom Samaritano (Lc 10.25ss.).
Texto extraÃdo do “Dicionário BÃblico Wycliffe “, editado pela CPAD.
Publicado no Portal CPAD
converter em pdf.
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 02:42:57 PM
Texto Básico: Mateus 5:1-12
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus “(Mt 5:16)
INTRODUÇÃO
Nesta Aula estudaremos sobre a prosperidade dos bem-aventurados. Veremos que ser um bem-aventurado não é ter muitos bens materiais, mas é viver do favor de Deus. As bem-aventuranças que Jesus ensinou aos discÃpulos no Sermão do Monte mostram que os valores do Reino de Deus têm a ver com o SER e não com o TER. Elas mostram o quanto Jesus ensina sobre a verdadeira prosperidade: Ser humilde de espÃrito, ganha o Reino dos céus; Ser manso, herda a terra; Ser misericordioso, alcança misericórdia; Ser limpo de coração, vê Deus; Ser pacificador, é filho de Deus e Ser perseguido, recebe galardão. Quem não quer ter essa prosperidade? Todo verdadeiro cristão deve dizer como Asafe disse no salmo 73: “Não possuo outro bem, senão a Ti, Senhor; não há nada em que me compraza na terra e não tenho outro no céu senão a T i” (Sl 73:25). Portanto, a vida do cristão deve ter como alvo o SER. Deus deseja que seus filhos sejam prósperos, não prioritariamente em posses materiais, mas prósperos, na alma, da graça de Deus. É Jesus quem diz: “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma?” (Mt 16:26). Na carta aos Colossenses Paulo orienta os cristãos a buscarem as coisas lá de cima e não as que são aqui da terra; devem refletir sobre as coisas do Ser e não do Ter; pensar em Cristo e esse ressuscitado, pois morremos para as coisas efêmeras daqui da terra e vivemos para as coisas eternas onde Cristo está assentado e que em breve será manifestado em glória.
I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS
1. O significado das bem-aventuranças. As “Bem-Aventuranças ” são verdadeiras orientações para o verdadeiro caráter e conduta do cristão, em relação a Deus e aos homens; elas nos desafiam a sermos diferentes. Elas apresentam os fundamentos de uma vida feliz. A expressão que se repete é: “Bem-aventurados”. No original grego, o vocábulo usado por Mateus é “makarios “, cujo significado lembra felicidade, alegria divina e perfeita. Felicidade não no sentido subjetivo de sentir, mas no sentido de realização por ter agido de forma correta. Felicidade do ponto de vista de Deus. Aos olhos de Deus, felizes são os humildes de espÃrito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores e os perseguidos por causa da justiça.
Para ser “bem-aventurado” é necessário que se tenha sido salvo pelo Senhor (Dt 33:29), salvação esta que se dá mediante o perdão dos pecados (Sl 32:1,2), a fé no Senhor (Sl 34:8; 40:4; 84:12) e a eleição de Deus para se chegar a Ele (Sl 65:4). Todos estes requisitos são satisfeitos pela Igreja e, portanto, se os salvos são chamados bem-aventurados, isto é a prova evidente de que a prosperidade também é uma promessa que se estende à Igreja. No entanto, esta prosperidade não abrange aspectos materiais, mas, sim, um estado espiritual de felicidade, de bem-aventurança.
Quando vemos a descrição dos “bem-aventurado s” por parte do Senhor Jesus, em momento algum, vemos o Senhor se referindo a bênçãos materiais, a posse de riquezas. O bem-aventurado é reconhecido pelo seu caráter, pelo seu comportamento, não pelos bens que possa ter. Ao encerrar as bem-aventuranças, aliás, o Senhor faz questão de dizer que a prosperidade abrange um grande galardão nos céus, que deveria ser o motivo de exultação e alegria para a Igreja (Mt 5:11).
2. Bem-aventurados os pobres (humildes)(Mt 5:3). Nesse aspecto, a referência não trata de pessoas que possuem dinheiro, e sim de pessoas que são dependentes de Deus. Tanto pobres quanto ricos podem ser “pobres de espÃrito”, ou seja, pessoas que reconhecem sua incapacidade espiritual e ficam na dependência de Deus para sua subsistência e salvação. Eles percebem sua necessidade espiritual e encontram o suprimento no Senhor. O “reino dos céus”, onde a auto-suficiência não é virtude e a auto-exaltação é um vÃcio, pertence a tais pessoas.
Por reconhecer suas verdadeiras necessidades espirituais, os “pobres de espÃrito” almejam um relacionamento mais profundo com Deus como o fez o salmista: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus? As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, porquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus? Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão; fui com eles à Casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava. Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença” (Sl 42:1-5).
3. Bem-aventurados os que choram(Mt 5:4). Isso não se refere à s vicissitudes da vida. É o choro que uma pessoa experimenta devido à comunhão que ele tem com o Senhor Jesus. É também sentirmos pesar por aquilo que entristece a Deus. É ter nossos sentimentos em sintonia com os sentimentos de Deus. É sentir aflição em nosso espÃrito por causa do pecado, da imoralidade e da crueldade prevalecentes no mundo.
Em Lucas 19:41 está escrito que Jesus chorou, quando ia chegando em Jerusalém, por ocasião de sua entrada triunfal. Esse choro de Jesus significa mais do que derramar lágrimas. É lamentação, pranto, soluço e clamor de uma alma em agonia. Jesus, em sua deidade, não somente revela seu sentimento, como também o coração partido do próprio Deus, por causa da condição do homem perdido e da sua recusa em arrepender-se e aceitar a salvação. O cristão bem-aventurado compartilha ativamente com Jesus Cristo das dores e dos pecados do mundo. Esses que choram serão consolados no dia vindouro quando Deus “… enxugará dos olhos toda lágrima…” (Ap 21:4). Os crentes choram pelos descrentes agora, nesta vida, pois a tristeza de hoje é apenas uma amostra da tristeza eterna.
II. A BEM-AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA
1. Bem-aventurados os mansos(Mt 5:5). Mansidão não é ausência de sentimentos ante a determinadas situações. Na verdade é uma atitude amável e justa para com qualquer pessoa ou situação. Mansidão na vida do crente fiel é “fruto do EspÃrito” (veja Gl 5:22). Os “mansos” são os humildes e submissos diante de Deus. Acham nEle o seu refugio e lhe consagram todo o seu ser. Por natureza essas pessoas poderiam ser até temperamentais e ásperas. Mas por causa do espÃrito de Cristo que há neles, tornam-se mansos ou gentis (cf. Mt 11:29). Clique aqui para ler o texto completo »
converter em pdf.
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 02:35:17 PM
TEXTO ÃUREO == “O EspÃrito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração” (Lc 4.18).
VERDADE PRÃTICA = = “O EspÃrito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração” Lc 4: 18
LEITURA BIBLICA == Mateus 5: 1 - 12
INTRODUÇÃO
Quando Jesus subiu aquele monte, aos arredores do mar da Galiléia, estava determinado a mostrar ao mundo o que significa realmente ser feliz. BEM-AVENTURANÇAS - TERMOS TEOLÓGICOS? São diversas afirmações de Jesus que começam com a expressão “bem-aventurados os…”, a respeito de certas pessoas - os cidadãos do Reino de Deus.  As bem-aventuranças falam do caráter, conduta e comportamento daqueles que nasceram de novo. A primeira palavra do sermão, bem-aventurados, que seria repetida mais sete vezes neste trecho, chamaria a atenção dos ouvintes. O termos bem-aventurança, é uma palavra especial no grego (makarios),…
O CENÃRIO DO SERMÃO, 5.1-2
Alguém poderia deduzir do primeiro versÃculo do capÃtulo cinco que Jesus deixou a multidão (1) e entregou este “sermão” somente para os discÃpulos. Mas parece que a multidão se reuniu em torno da parte externa do cÃrculo interno e ouviu o discurso (cf. 7.28). A referência a um monte é provavelmente significativa. Assim como Moisés recebeu a antiga Lei no monte Sinai, assim também Jesus, o novo LÃder, pronunciou a lei do Reino na encosta de um monte. Assentando-se. Enquanto os pregadores de hoje seguem o costume grego e romano de ficar em pé para falar, os mestres judeus sempre se sentavam enquanto ensinavam. DiscÃpulos literalmente significa “aprendizes”. A palavra só é encontrada nos Evangelhos e Atos (Mateus, 74 vezes; Marcos, 45; Lucas, 38; João, 81; Atos, 30). Esta é a designação mais antiga para os seguidores de Jesus.
1. As Bem-aventuranças (5.3-12)
a) Os Pobres de EspÃrito (5.3). Cada beatitude começa com bem-aventurados, o que lembrava aos ouvintes o Salmo 1.1. Lenski comenta: “‘Bem-aventurado!’ entoado repetidas vezes, soa como sinos do céu, tocando neste mundo amaldiçoado, do alto da catedral do reino, convidando todos os homens a entrar”.
A palavra grega makarios significa “feliz”. Mas é óbvio que “… as bênçãos contempladas nas Beatitudes não podem de forma alguma ser expressas em nosso idioma pela palavra ou pelo conceito de ‘felicidade’”. Elas se referem, antes, à bem-aventurança que só vêm para aqueles que desfrutam da salvação em Jesus Cristo. Hunter sugere: “‘Abençoado’ significa ‘Ah, a felicidade de’, e a beatitude é a felicidade do homem que, em comunhão com Deus, vive a vida que é realmente a vida”.  Arndt e Gingrich escrevem: “A tradução Ó, a felicidade de ou saudação à queles, preferida por alguns, pode ser exatamente correta para o original aramaico, mas ela escassamente exaure o conteúdo que makarios tinha nos lábios dos cristãos de fala grega”. John Wesley tem sido seguido por vários tradutores atuais ao adotar “Feliz”. Mas “Bem-aventurado” talvez seja uma tradução mais adequada.
Os pobres de espÃrito (3) são aqueles que reconhecem a sua pobreza espiritual. Lucas (6.20) diz: “Bem-aventurados vós, os pobres”. Mas, após o cativeiro babilônico, a frase “os pobres” era freqüentemente usada para os piedosos, em contraste com os opressores ricos, Ãmpios e mundanos dos pobres. Assim, as afirmações em Mateus e Lucas significam a mesma coisa. Talvez a melhor tradução de 5.3a seja a de Goodspeed: “Bem aventurados são aqueles que sentem a sua necessidade espiritual”.
Por que estes pobres são bem-aventurados? Porque deles é o Reino dos céus. As Beatitudes estão na forma de paralelismo sintético, um tipo de poesia hebraica na qual a segunda linha completa o significado da primeira. Desse modo, aqui a segunda linha define mais especificamente a conotação de “bem-aventurado”.
A primeira beatitude atinge diretamente o centro da necessidade do homem. Fitch declara: “A pobreza de espÃrito é essencialmente o destronamento do orgulho”.  Depois de declarar que “o orgulho é a própria essência do pecado”, ele continua dizendo: “O orgulho é o pecado de um individualismo exagerado, o pecado do usurpador reivindicando um trono que não é seu, o pecado que enche o universo com apenas um ego, o pecado de destronar a Deus de sua soberania de direito”.
b) Os que Choram (5.4). Quando alguém percebe que está falido de todos os bens espirituais que o tornariam aceitável a Deus, irá chorar (4) sobre o fato. Lloyd-Jones escreve:”‘Chorar’ é algo que vem logo depois da necessidade de ser ‘pobre de espÃrito’ e acrescenta: “Quando eu confronto Deus e a sua santidade, e contemplo a vida que devo viver, vejo a mim mesmo, o meu total desamparo e falta de esperança”. Clique aqui para ler o texto completo »
converter em pdf.
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 02:32:12 PM
Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões: - Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Compreendem a importância desse ato? Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vÃnculos afetivos com seus alunos.
- Introduzam o estudo da lição, com a seguinte pergunta: O que significa a palavra “bem-aventurado”? Observem as respostas dos alunos e falem que no dicionário Michaelis significa:  muito feliz.
- Então, leiam, de forma compartilhada, com os alunos As Bem-aventuranças (Mt 5.1 a 12). Vocês falam a primeira parte do versÃculo e os alunos completam a leitura de cada verso.
- Perguntem: Em que se fundamenta a felicidade? Em bens materiais ou espirituais? Como podemos encontrá-la? Aguardem as respostas. Certamente, elas convergirão para o aspecto espiritual.
- Em seguida, dividam os alunos em 04 grupos. Caso sua classe tenha aula dentro da igreja, dividam os alunos por proximidade. Orientem que cada grupo deverá ler o que a lição explica sobre 02 bem-aventuranças. Estipulem o tempo de no máximo 15 minutos.
Grupo 01: As bem-aventuranças dos versÃculos 3 e 4.
Grupo 02: As bem-aventuranças dos versÃculos 5 e 6.
Grupo 03: As bem-aventuranças dos versÃculos 7 e 8.
Grupo 04: As bem-aventuranças dos versÃculos 9 e 10.
Falem ainda que eles apresentarão para os colegas o que leram de mais significativo sobre cada bem-aventurança. Enfatizem que eles deverão ter objetividade.
Durante esse trabalho, é interessante, que vocês passem em cada grupo, tirando dúvidas e observando o direcionando da atividade. Dividir os alunos em grupos, não significa momento de descanso para o professor, a atenção deve ser redobrada, tanto no momento da atividade em si, como na apresentação.No momento da apresentação, permaneçam diante da turma, ao lado dos alunos de cada grupo. Dessa forma, vocês estarão dando suporte emocional aos que estão nervosos e se sentirão mais seguros. Observem o que está sendo dito, acrescentem outras informações e corrijam se necessário.
- Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “Sem Medo de Ser Feliz “.
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Atenção, professores da lição de Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: SubsÃdio Pedagógico Discipulado I e II.
Publicadeo no blog Atitude de Aprendiz
converter em pdf.
Publicado em 30 de Janeiro de 2012 as 08:38:14 AM
Texto Ãureo: Lc. 4.18 - Leitura BÃblica: Mt. 5.1-12
Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com
Twitter: @subsidioEBD
INTRODUÇÃO
O movimento da Teologia da Ganância, que nada tem de cristã, foge dos textos bÃblicos que tratam a respeito do sofrimento. As bem-aventuranças, apresentadas por Jesus no Sermão do Monte, são desconsideradas. Na lição de hoje, aprenderemos que existe prosperidade para os bem-aventurados, e esses, diferentemente do que defendem o pseudopentecostalismo, tem como marca o sofrimento. Mesmo em meio ao sofrimento, por amor a Cristo, esses são considerados - makarios em grego - isto é, mais do que felizes.
1. BEM-AVENTURADOS OS POBRES, OS QUE CHORAM E OS MANSOS
A pobreza espiritual é o reconhecimento da nossa necessidade de Deus, de que somos pecadores, carentes do Seu perdão. Como bem explicitou Calvino: “só aquele que, em si mesmo, foi reduzido a nada, e repousa na misericórdia de Deus, é pobre de espÃrito”. O reino de Deus é concedido à queles que percebam sua carência de Deus, os pecadores, nos tempos de Jesus, concretizados, por exemplo, nos publicanos e prostitutas (Mt. 21.21). Os fariseus, alicerçados em sua vã religiosidade, deixaram de atentar para essa sublime verdade (Mt. 23.23-26). Os que choram também são bem-aventurados, Jesus é um grande exemplo nesse sentido, pois Ele mesmo chorou a miséria dos homens (Jo 11.35; Mt. 23.37; Hb. 5.7). Somente aqueles que choram pelos seus pecados podem receber o Consolador, pois esses, ao final, terão suas lágrimas enxugadas por Deus (Ap. 7.17). Os mansos - praus em grego - seguem o modelo que é Cristo, em Sua mansidão (Mt. 11.29). Dr. Lloyd Jones explica essa bem-aventurança com a seguinte declaração: “a mansidão é, em essência, a verdadeira visão que temos de nós mesmos, e que se expressa na atitude e na conduta para com os outros”. A promessa de Jesus aos mansos é que eles herdarão a terra, que ecoa as palavras do Salmo 37, para não nos indignarmos por causa dos malfeitores, e a mantermos nossa esperança no Senhor.
2. OS QUE TÊM FOME E SEDE DE JUSTIÇA, OS MISERICORDIOSOS
Maria, em seu Magnificat, declara que Deus encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos (Lc. 1.53). De fato, os que têm fome e sede de Deus, e de justiça, é que serão fartos. A ambição desses não é material, como tanto se propaga atualmente, mas espiritual. Essa fome e sede de justiça não serão cumpridas enquanto estivermos aqui na terra. No mundo impera a maldade e o engano, as pessoas fazem de tudo para tirar vantagem. O rico prospera e ostenta o produto das suas aquisições, muitas vezes adquiridas ilicitamente. Enquanto que o pobre é injustiçado, trabalha por um salário de fome, e é constantemente oprimido. Mas bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois eles, no céu, jamais terão fome e nunca mais terão sede (Ap. 7.16,17). Os misericordiosos - eleos em grego - também são bem-aventurados, pois demonstram compaixão pelas pessoas que passam necessidade. Existe uma diferença marcante entre graça (charis) e misericórdia (eleos). A primeira é resultante do favor imerecido, em relação ao pecado, enquanto que essa última é uma demonstração de alÃvio diante da dor, da miséria e do desespero. O mundo desconhece tanto a graça quanto a misericórdia, pois trata as pessoas com crueldade, foge da dor e do sofrimento dos homens. A cultura da vingança e da competitividade se consolidou no contexto de uma sociedade insensÃvel à mensagem de Deus. Agir com misericórdia é está disposto a perdoar, conforme instruiu Jesus na parábola do credor incompassivo (Mt. 18.21-35). Clique aqui para ler o texto completo »
converter em pdf.
Publicado em 26 de Janeiro de 2012 as 03:30:28 PM
Assista os vÃdeos da TV EBD com a aula da Lição 5 - As bençãos de Israel e o que cabe à Igreja. Para facilitar o download, o vÃdeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vÃdeos, ou clicar nos links, acima dos vÃdeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vÃdeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos BÃblicos EBD , ou no blog EBDnaTV .
1ª Parte - Lição 5 - 4T/2011
VIDEO
2ª Parte - Lição 5 - 4T/2011
VIDEO
3ª Parte - Lição 5 - 4T/2011
VIDEO
4ª Parte - Lição 5 - 4T/2011
VIDEO
5ª Parte - Lição 5 - 4T/2011
VIDEO
converter em pdf.
Publicado em 26 de Janeiro de 2012 as 03:07:49 PM
QUESTIONÃRIO DA LIÇÃO 5, AS BÊNÇÃOS DE ISRAEL E O QUE CABE À IGREJA
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2012
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.
TEXTO ÃUREO
1- Complete:
“Bendito o DEUS e Pai de nosso Senhor JESUS CRISTO, o qual nos abençoou com ___________________________ as bênçãos espirituais nos lugares __________________________ em CRISTO, como também nos ___________________________________ nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensÃveis diante dele em amor” (Ef 1.3,4).
VERDADE PRÃTICA
2- Complete:
Se observarmos a Palavra de DEUS, experimentaremos a verdadeira _______________________________: a comunhão ____________________________, em ________________________________, com o Pai Celestial.
COMENTÃRIO - Introdução
3- Quais os tipos de bênçãos?
(Â Â Â ) Pessoais.
(Â Â Â ) Nacionais.
(   ) Periódicas.
(Â Â Â ) Universais.
I. ABRAÃO E O ASPECTO PESSOAL DA BÊNÇÃO
4- A BÃblia revela que DEUS trata com pessoas e não apenas com nações. Qual era o alcance individual das bênçãos de DEUS, na Antiga Aliança?
(   ) As bênçãos contemplavam o presente, mas também apontavam para o porvir.
(   ) Eram circunstanciais, porém sinalizavam algo permanente.
(Â Â Â ) Eram tanto temporais como eternas.
(Â Â Â ) Eram tanto normais como maravilhosas.
5- O que são bênçãos temporais e bênçãos eternas?
(   ) As temporais eram aquelas que diziam respeito à realidade pessoal do patriarca.
(   ) As temporais eram aquelas que diziam respeito às coisas escatológicas.
(   ) As eternas referiam-se às promessas que estavam por se cumprir na plenitude dos tempos.
6- Complete segundo a prosperidade na vida de Abraão:
Quando DEUS chamou Abraão de Ur dos Caldeus, o patriarca não partiu __________________________ por expectativas materiais e ____________________________, mas saiu para cumprir a vontade divina. Mas nem por isso Abraão deixou de ser abençoado com bens materiais (Gn 24.35). Ele sabia como lidar com o transitório, pois tinha a mente no ________________________________.
7- De nada adianta possuir bênçãos materiais, se aqueles que estão ao nosso redor, não forem alcançados em decorrência de nossa confissão e testemunho (Gn 12.3). Qual o alcance social das bênçãos de Abraão?
(   ) Abraão, apesar de pouco conhecido em sua época, soube abençoar aos que o conheceram.
(   ) De acordo com o texto bÃblico, Abraão desfrutava de um excelente conceito por parte dos que o cercavam, pois, através dele, todos eram abençoados (Hb 11.7,8). Clique aqui para ler o texto completo »
converter em pdf.
Publicado em 26 de Janeiro de 2012 as 03:04:02 PM
Complementos, ilustrações, questionários e vÃdeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTO ÃUREO
“Bendito o DEUS e Pai de nosso Senhor JESUS CRISTO, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em CRISTO, como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensÃveis diante dele em amor” (Ef 1.3,4).
VERDADE PRÃTICA
Se observarmos a Palavra de DEUS, experimentaremos a verdadeira prosperidade: a comunhão plena, em CRISTO, com o Pai Celestial.
LEITURA DIÃRIA
Segunda - Gn 12.1-3A bênção de DEUS sobre Israel
Terça - Gn 25.11A bênção de DEUS sobre Isaque
Quarta - Gn 30.43; 31.9-16A bênção de DEUS sobre Jacó
Quinta - Gn 45.1-11A bênção de DEUS sobre José
Sexta - Dt 28.1-14A bênção de DEUS sobre os israelitas
Sábado - Gl 3.14A bênção de DEUS sobre a Igreja Clique aqui para ler o texto completo »
converter em pdf.
Publicado em 26 de Janeiro de 2012 as 09:49:15 AM
Texto Ãureo
“Bendito o Deus e pai de nosso SENHOR Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fossemos santos e irrepreensÃveis diante dele em amor” (Ef 1.3,4).
Introdução
Na lição de hoje abordaremos as bênçãos do SENHOR sobre Israel e aquelas que cabem a igreja. Existe a necessidade de entendermos que algumas dessas bênçãos, elencadas na palavra de Deus, pode estar relacionada a um perÃodo da história, ou sobre um personagem apenas, ou como no caso de Abraão, alcançarem todos aqueles que aceitam a Cristo Jesus como único e suficiente salvador.
I - A Benção de Abraão aspectos gerais
A BÃblia mostra em todas as histórias dos seus grandes personagens, certa seqüência de fatos que levaram esses homens, na sua maioria de origem humilde e limitada economicamente a serem portadores de bênçãos inimagináveis. Ao reportarmos a Abraão, temos em nossas mentes um homem que por obediência a Deus, deixou a terra de seus pais (Gn 12.1).  Para nós, poderia simbolizar uma pequena mudança, mas consistia em algo maior que isso. Deixar a terra do seu nascimento significava, além de outras coisas, renunciarem os privilégios conquistados naquele lugar. Todo o trabalho empregado pelos seus antepassados. Vivendo em uma comunidade, a cidade de Ur significava segurança, tranqüilidade e prosperidade. Portanto a proposta do SENHOR ao afirma que ele deveria sair para outro lugar seria a priori algo impensável para a realidade vivida por Abraão, “para terra que Eu te mostrarei” ( vers 1b).
Enquanto nos dias hodiernos o mundo procura grande comodidade, nos quais as bênçãos parecem ser apenas uma conseqüência de uma vida sem sacrifÃcios e renúncias. Oferecem um evangelho fácil de pouca ou nenhuma transformação, deixando para trás o verdadeiro do significado da palavra santificação.
A ordem era sair do meio da tua terra e dos teus parentes. O que levaria o Eterno a uma decisão como esta? Poderia a benção vir sobre Abraão ali mesmo? Ou numa cidade próxima? Mas o AltÃssimo tem suas maneiras para trabalhar (Is 55.8). Contudo as bênçãos poderiam chegar até ele, mas Deus preferiu algo melhor para seu servo, por isso a necessidade da mudança ( Gn 12.2,3). Deste modo a benção pode simbolizar mudança de um lugar para outro, como conseqüência de uma benção maior e mais importante. Deus disse “em ti serão benditas todas as famÃlias da terra, ” então o lugar onde Abraão estava poderia limitar a bênção de Deus na sua vida.  O sábio patriarca não titubeou em obedecer à s ordens do SENHOR. PoderÃamos hoje estar dispostos a fazer uma renuncia que nos traria prejuÃzos sem saber realmente se alcançarÃamos as promessas. Abraão não recebeu em sua vida a posse da terra (At 7.5), por isso peregrinou naquela terra onde teve que comprar o direito de enterrar o sua mulher (Gn 23). O nosso Deus não desamparou o seu maior amigo (Tg 2.23). As nossas vidas precisam ser transformadas a todo o momento, em todas as horas, que Deus nos ajude a entender as suas promessas e que sempre as suas bênçãos possam nos alcançar. Observemos que as promessas feitas a um único homem alcançou muitos outros após ele, e sempre o SENHOR fazia menção aos seus descendentes quem realmente era Aquele que garante a continuidade; Eu sou o Deus de Abraão, Isaque e Jacó ( Ex 3.6,16; Dt 29.13; 9,5 etc…).
II - A Benção que cabe a cada um.
As bênçãos do SENHOR como se vêem na lição de hoje, pode ser particular e individual, e podem também alcançar aqueles que nos cercam, locais e universais. Mas, nem todas as bênçãos deferidas na antiga aliança podem se ministradas como plenas nos dias de hoje. Uma analise sistemática e precisa dos textos bÃblicos, pode levar a um entendimento de quais bênçãos podem ser alcançadas em nossas vidas.  Diz o SENHOR a Abraão “em ti serão benditas todas as famÃlias da terra “, essa promessa diz respeito a todos que alcançados por Jesus recebem  a salvação ( At 13.26 ). Enquanto alguns procuram pequenos textos proféticos para extraÃrem deles bênçãos que jamais alcançaram, pois dizem respeito a um povo especifico ou a uma determinada pessoa.    E bom lembrar que todas as palavras de Deus podem ser temporais, isto é, para um tempo proposto para que cumpra e faça valer a sua palavra (Os 1.4,). Enquanto que outras são atemporais alcançam no futuro o seu cumprimento (Ez 38.8).
Quem não gostaria de ser abençoado ou ser um homem próspero neste mundo? E quantos que por não conseguirem bens materiais “prometidos” (casa, carro, apartamento) não estão no meio do povo evangélico? Outros que por uma fé baseadas em milagres, curas mirabolantes, deixam o verdadeiro caminho e buscam em cisternas rotas bênçãos fácies e uma fé barata. Galgando apenas para suas almas uma sede insaciável pelo consumismo. Onde o mercantilismo da fé que, plagiam entre eles, os destrutivos argumentos para “promoção da fé”. Não esquecem estes homens, capitalistas da fé, que Jesus cedo virá e deixarão de fora todos estes que mercantilizam fé (Mt 7.20-23).
As promessas feitas pelo nosso SENHOR na antiga aliança, podem ser entendidas a luz da palavra de Deus, como sendo para um povo em um tempo distinto, possivelmente a um futuro breve, ou simplesmente a gerações futuras. A compreensão das promessas feitas a Abraão nos leva um entendimento aproximado da vontade de Deus.  A bÃblia apresenta que o evangelho foi pregado primeiro a Abraão (Gl 3.8), isso num passado remoto. Mas a própria palavra do SENHOR nos diz que ele era portador de uma aliança (Gl 3.14), e que a benção só chegou a nós pela existência de um homem como ele ( Rm 4.3).
A beleza do evangelho de Cristo Jesus, é algo incomum e muito prazeroso. Ao compreender que tudo provem dEle e tudo é dEle e para Ele,(Rm 11.36) e sem ele não nos movemos ou existimos. (At 17.28a) ficamos sempre gratos. Graças ao SENHOR por tudo o que Ele tem nos feito. Considerando a salvação como maior bem adquirido pelo homem, deixamos todo o pecado e vivamos uma vida marcada pelas bênçãos do Eterno, pois a eternidade nos espera. Clique aqui para ler o texto completo »
converter em pdf.