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Arquivos de Fevereiro de 2012

Uma Igreja Verdadeiramente Próspera - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÃUREO

“E, a todos quantos andarem conforme esta regra, paz* e misericórdia** sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gl 6.16).

*Strong 1515: - eirene: paz (literal ou figurado); (por implicação) prosperidade: - paz, quietude, repouso, + retornar à unidade. Paz, mais especificamente em sentido civil, o oposto de guerra e dissensão (Lc 14.32; At 12.20; Ap 6.4). Paz com o significado de saúde, bem-estar, prosperidade, todas as formas de bem.

**Strong 1656: - eleos: compaixão (humana ou divina, especialmente de modo ativo):-(+terna) misericórdia.

Israel de Deus. Este termo se refere a todo o povo de Deus debaixo do novo concerto, i.e., todos os salvos, tanto judeus como gentios. Isto quer dizer que todos que pela “cruz de nosso Senhor Jesus Cristo” estão crucificados para o mundo (v.14) e se tornam “nova criatura” (v. 15), constituem-se no verdadeiro “Israel de Deus” (cf Rm 2.28,29; 9.7,8; Ef 2.14-22; Fp 3.3; 1Pe 2.9). [1]

_____________________________________

[1] Bíblia de Estudo Pentecostal, 1995 por Life Publishers, Deerfield, Flórida-EUA;Nota Textual Gálatas 6.16; p. 1804.

VERDADE PRÃTICA

A Igreja prospera quando cumpre integralmente a missão que lhe confiou o Senhor.

LEITURA BÃBLICA EM CLASSE

Efésios 2.11-13; Romanos 11.1-5.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:· Analisar alguns aspectos do povo de Deus na Velha e na Nova Aliança;· Compreender qual é a verdadeira natureza da Igreja; e· Conscientizar-se de que a Igreja tem como missão a adoração, a instrução, a edificação e a proclamação.

PALAVRA CHAVE

Igreja: Organismo místico composto por todos os que, pela fé, aceitaram a Jesus como único e suficiente Salvador, e têm a Palavra de Deus como única regra de fé e conduta.

COMENTÃRIO

(I. Introdução)

“O Israel de Deus”.- Essa locução pode designar o povo de Deus recentemente constituído, cuja marca distintiva é o Espírito Santo e não a circuncisão. Todos aqueles que crêem em Cristo são o Israel de Deus. Gálatas 3.29 diz que “E, se sois de Cristo, então, sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa”. A Igreja é apresentada nas Escrituras como o povo de Deus (1Co 1.2; 10.32; 1Pe 2.4-10), o agrupamento dos crentes redimidos como fruto da morte de Cristo (1Pe 1.18,19). Assim como a nação de Israel, é um povo peregrino que já não pertence a esta terra (Hb 13.12-14), cujo primeiro dever é viver e cultivar uma comunhão real e pessoal com Deus (1Pe 2.5). Que fique gravado na mente e no coração de nossos alunos que a missão principal da Igreja é representar a Deus perante todos os povos com o Evangelho de Cristo. Boa aula! Clique aqui para ler o texto completo »

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Uma Igreja Verdadeiramente Próspera - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Ãureo: Gl. 6.16 - Leitura Bíblica: Ef. 2. 11-13; Rm. 11.1-5

Pb. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

O que significa ser igreja? Essa pergunta deveria ser feita por toda agremiação que se diz cristã. Nem todas as igrejas que se dizem cristãs podem ser consideradas como tais de acordo com o parâmetro bíblico. Há quem defenda a prosperidade financeira como o critério de uma igreja verdadeira e abençoada por Deus. Na aula de hoje estudaremos a esse respeito, ressaltando que, uma igreja próspera é aquela que se pauta em conformidade com a Bíblia, a Palavra de Deus.

1. A VERDADEIRA IGREJA

A igreja - ekklesia em grego - é uma assembleia edificada por Jesus (Mt. 16.18), é um corpo que tem Cristo como cabeça (I Co. 12.17; Cl. 1.18), chamada para estar fora dos valores do mundo (Rm. 12.2) e composta por pessoas de todas as etnias e línguas (Cl. 3.11; Ap. 7.9). Os que estão em Cristo é uma nova criação (II Co. 5.17), participante de uma natureza divina (II Pe. 1.4), revestida do amor, o elo perfeito (Cl. 3.12-14) com o propósito de manifestar as grandezas daquele que a chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz (I Pe. 2.9). A igreja de Cristo é peregrina no mundo (Ef. 2.14-18), é cidadã dos céus, espera ansiosamente a Jesus Cristo (Fp. 3.20), por isso, não ama o mundo, já que está alicerçada no amor do Pai (I Jo. 2.15-17). Uma das marcas da igreja verdadeira é a comunhão - koinonia em grego - expressão exemplificada pela igreja de Jerusalém (At. 2.42), fundamentada no relacionamento comum em Cristo (I Co. 1.9). Essa koinonia inclui partilha tanto material quanto sacrificial (II Co. 8.1-5), sobretudo, sensibilidade para as necessidades dos domésticos da fé (Gl. 6.10). A unidade também é uma das características centrais da verdadeira igreja. A tendência humana, em razão do pecado, é criar facções, mas o desejo de Cristo é o de que todos sejam um (Jo. 17.11), que todos estejam unidos em um só pensamento e parecer (I Co. 1.10), ainda que na diversidade de dons e ministérios (I Co. 12-14; Rm. 12; Ef. 4; I Pe. 4.10). A divisão na igreja é problemática porque significa dividir a Cristo (I Co. 1.13), é uma demonstração de que seus membros não compreenderam as implicações do ministério (I Co. 3.5-20). A igreja é uma família, sendo Cristo o Primogênito entre muitos irmãos (Rm. 8.29), uma noiva que busca a pureza para o Seu amado (I Co. 11.2; Ap. 19.7), feita santa e inculpável (EF. 5.26,27).

2. A MISSÃO DA IGREJA VERDADEIRA

Ao contrário do que argumentam os adeptos da Teologia da Prosperidade, a missão precípua da igreja verdadeira é o crescimento espiritual, atingindo a plenitude de Cristo (Ef. 4.13). Para tanto ela deva se pautar pelo evangelho, a Palavra de Deus, que é o leite espiritual puro que conduz ao crescimento (I Pe. 2.2), que ilumina o caminho e guarda contra a tentação (Sl. 119.105) e purifica do pecado (Ef. 5.26), portanto, deva ser encorajada à santidade, à abstenção da imoralidade (I Ts. 4.4-8). A verdadeira igreja está em movimento, ela segue fazendo discípulos de todas as nações (Mt. 28.19), sendo testemunha fiel de Cristo, no poder do Espírito Santo (At. 1.8). Como corpo de Cristo, a igreja encarna-O (Cl. 1.15-20; 2.9), atuando em amor, não se deixando moldar aos padrões do mundo (Rm. 12.1). Sendo assim, a agenda da igreja não pode ser a do mundo, tendo em vista que sobre este impera Satanás (Ef. 6.10-18). A agenda da igreja não pode se alicerçar apenas em aspectos morais, denunciando o pecado, precisa também fazer o bem (At. 10.38), lembrando que Deus é Pai das misericórdias e Deus de toda consolação (II Co. 1.3-5). Talvez a igreja não seja capaz de modificar as estruturas sociais, mas poderá alterá-lo, agindo como sal da terra e luz do mundo (Mt. 5.13-16). Essa deva obedecer às autoridades (Rm. 13.1-13) e interceder por elas para que viva uma vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito (I Tm. 2.1-4), mas, em alguns casos, se fará necessário que a igreja resista a sistemas injustos (At. 4.19), isso quando Cesar ultrapassar seus limites (Mt. 22.21). Como consequência sobrevirá sobre ela a perseguição, que a conduzirá à bem-aventurança (Mt. 6.10) e ao sofrimento por amor a Cristo (II Tm. 3.12; I Co. 12.26; Hb. 13.3). Clique aqui para ler o texto completo »

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Dízimos e Ofertas - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÃBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 09 - DATA: 26/02/2012
TÃTULO: “DÃZIMOS E OFERTASâ€
TEXTO ÃUREO – II Cor 9.7
LEITURA BÃBLICA EM CLASSE: Ml 3.10-11; II Cor 9.6-8
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I – INTRODUÇÃO:

Para tudo Deus tem um plano: Ele teve um plano para a criação, um para a construção da arca de Noé, outro para o tabernáculo, outro para a arca da aliança e, depois, para o templo. Enfim, Deus teve um plano para tudo o que realizou. Ele também tem um plano financeiro para o sustento da Sua obra. Vamos, pois, examiná-lo cuidadosamente, a fim de nos orientar na parte que nos cabe nesse plano.

II – O DÃZIMO NO ANTIGO TESTAMENTO:

(1) - A palavra “dízimo” significa simplesmente “a décima parte”; está relacionado com a fé em Deus. Eis algumas passagens que tratam do dízimo no curso da história:

(1.1) - Nos Patriarcas - Embora tenhamos indícios da prática desse ato de culto antes deles, não precisamos ir além do patriarca Abrão (Gn 14.18-20).

De onde e de quem teria Abraão aprendido a dar o dízimo? Não temos qualquer resposta na Bíblia. Todavia, parece-nos evidente que ele o fizesse instruído por Deus, assim como agiu em relação aos sacrifícios e demais atos de cultos por ele praticados.

Podemos considerar algumas características importantes vistas na prática de dizimar de Abraão.

(A) - Foi voluntário - Não foi pedido por Melquisedeque, mas oferecido espontaneamente. Não foi exigido pela lei, porque Abraão viveu 400 anos antes dela ser dada por Moisés.

(B) – Reconhecimento - O fato de Abraão reconhecer a propriedade divina sobre os seus bens, levou-o a entregar o dízimo (Gn 14.22). Enquanto o crente não se compenetrar e compreender essa verdade, terá dificuldade para ser fiel nas coisas de Deus.

(C) – Gratidão - Foi um tributo de gratidão pela vitória alcançada contra a força de outros reinos (Gn 14.20).

(D) – Adoração - Foi entregue ao sacerdote do Deus Altíssimo, aquele que representava o próprio Deus. Quando o dízimo é entregue (devolvido) em espírito de culto e adoração ao Senhor, ganha um profundo significado para a alma do adorador.

(E) – Bênçãos - Notemos ainda que Abraão foi muito abençoado por Deus, tanto material como espiritualmente. Essa é a experiência através dos séculos daqueles que têm sido fiéis a Deus no dízimo.

(1.2) - No Livro de Levítico – Lv 27.30-32 - O texto mostra-nos as condições para a adoração e está explícita a forma de fazê-la através dos dízimos e ofertas.

(1.3) - No Livro de Números - O livro mostra-nos o progresso do povo da aliança na redenção, prenunciando o Senhor Jesus Cristo. Mostra também ao povo como deveria ser cumprido seu culto a Deus através de seus dízimos e ofertas (Nm 18.20-32).

(1.4) - Em Deuteronômio – É uma repetição da história e da lei de Israel. Apresenta as características de um tratado. Como parte do segundo pronunciamento de Moisés ao povo estão claros os deveres quanto à forma de sustento da obra de Deus (Dt 12.5-14, 17-19; 14.22-29; 26.12-15).

(1.5) - No Reino de Israel - Chegamos ao período dos Reis. A reforma promovida pelo rei Ezequias, regularizou a forma de contribuição que havia sido esquecida ou negligenciada pelo povo (II Cr 31.2-12).

(1.6) - No período pós-exílio - Encontramos Neemias, governador de Judá, que além de sua devoção à reforma dos muros de Jerusalém, devotou-se também a uma reforma religiosa. Juntamente com Esdras renovou o compromisso da comunidade pós-exílica com o Senhor. Travou uma luta ferrenha contra seus patrícios que insistiam em negligenciar suas responsabilidades quanto ao sustento daqueles que exerciam o ministério no templo (Ne 10.35-39; 12.44-47; 13.4-12).

III - O SIGNIFICADO DA PALAVRA “ROUBAR†NO LIVRO DE MALAQUIAS

(Ml 3:6-12) - O termo usado para ROUBAR tem a idéia de TOMAR À FORÇA.

Assim, não era obra de um descuidado; ERA ALGO PLANEJADO, INTENCIONAL!

Logo, O PLANEJAMENTO ou A INTENÇÃO de não dar o dízimo, é vista por Deus como uma violência contra Ele.

O outro significado para a palavra ROUBARà é SUPLANTAR; TIRAR VANTAGEM DE.

desta forma, o versículo ficaria desta assim:

“SUPLANTARà O HOMEM A DEUS?â€; ou

“TIRARà VANTAGEM O HOMEM SOBRE DEUS?â€

Ml 3:10 - A promessa dada por Deus impõe uma condição: Primeiro trazer os dízimos; depois, fazer prova do Senhor, que garante derramar bênção tal, trazendo maior abastança.

Porém, é preciso que fique claro: ISTO NÃO ANULA AS AFLIÇÕES DA VIDA, ONDE APARECEM OS MOMENTOS DE SEQUIDÃO.

No entanto, Deus garante vitória aos que, com fidelidade em tudo, atravessam estas horas mais difíceis, pois a Palavra do Senhor jamais cai por terra.

FAZER PROVA - Não é chantagear o Senhor, mas saber que Ele é fiel para conosco

IV – O DÃZIMO NO NOVO TESTAMENTO:

Mt 5.17; Lc 19.1-10 - Muitas vezes se tem dito que o Antigo Testamento contem mais ensino sobre a mordomia que o Novo Testamento e que, para o mordomo cristão, o Antigo Testamento é um manual mais claro que o Novo.

É muito difícil sustentar tal avaliação, especialmente se observamos as parábolas de Jesus e seus ensinos.

Jesus falou sobre o dinheiro 90 vezes. Dos 107 versículos do Sermão do Monte, 22 referem-se a dinheiro, e 24 das 49 parábolas de Jesus mencionam dinheiro.

(1) - Jesus não se opôs ao dízimo (Mt 5. 17,18; 23.23) - Podemos classificar o dízimo como pertencente à lei moral, visto que partimos do princípio de que tudo que temos é de Deus. Ele é dono de todas as coisas. A lei cerimonial ficou circunscrita a Israel; referia-se a costumes, alimentação e etc. Hoje não temos nenhuma obrigação para com essa lei. Ao devolvermos o que não nos pertence, reconhecemos que somos propriedades do Deus Triúno.

(2) - O dízimo era uma prática generalizada - Dirá alguém: não há nenhum mandamento para dar o dízimo no NT.. De fato, não há, nem haveria necessidade disso. Tratava-se de uma prática generalizada. Um mandamento sobre o dízimo seria, no dizer do povo: “chover no molhado”. O mesmo ocorre em relação à guarda do Domingo.

Um outro aspecto que devemos observar dentro do NT., é que o dízimo deve ser usado no sustento do ministério sagrado (1 Cor 9). Paulo fala do dever que as igrejas tem de sustentarem condignamente os seus obreiros, missionários e ministros do evangelho.

No verso 11 desse capitulo, Paulo usa várias figuras de linguagem para explicar esse tema.

No verso 14 o apóstolo conclui: “Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho”.

Trata-se de uma ordem dada pelo próprio Cristo, cuja autoridade precisa ser respeitada.

(3) – A Realidade do Dízimo no Novo Testamento - Como nas outras leis do AT., o dízimo recebe na nova dispensação maior amplitude, no princípio da mordomia da vida e da propriedade. Esse princípio não exclui o dízimo, porém, vai além dele, assim como o NT (sem excluir o AT), completa-o e amplia-o.

Por isso mesmo, o que encontramos no NT., são exemplos de contribuição que vão além do dízimo:

Viúva pobre (Mc 12.41-44); Zaqueu (Lc 19.8); crentes de Jerusalém (At 2.44, 45; 4.32-37); crentes da Macedônia (2 Co 8.1-5); crentes de Corinto (1 Co 16.2).

Ainda mais: Quando lemos com a devida atenção os escritos de Paulo, não percebemos qualquer indicação quanto ao dízimo. Vemos uma omissão curiosa e desconcertante por parte de um homem que conhecia muito bem a lei.

Contudo, é possível afirmar que a contribuição do dízimo dentro do NT. é algo íntegro e digno da observação por parte do cristão do presente século.

O relativo silêncio sobre o tema pode ser entendido se considerarmos que o dízimo era algo que Jesus, Paulo e outros autores bíblicos consideravam sua prática um fato habitual e indiscutível. Tratava-se, portanto, de uma prática que não necessitava ser estabelecida (Mt 23.23; Lc 11.42; 18.12; Hb 7.1-10).

Quem se dispuser a praticar o ensino do NT. tomará o dízimo como simples ponto de partida, procurando crescer na graça da contribuição, a ponto de dizer como R. G. Le Torneau, riquíssimo e liberalíssimo industrial crente:

- “A questão não é: Quanto de meu dinheiro devo dar ao Senhor?, mas: Quanto do dinheiro do Senhor devo guardar para mim?”.

V – JESUS FOI DIZIMISTA?

O Dr. Dillard, em seu precioso livro “Mordomia Bíblica”, levanta esta interessante e importante pergunta. Ele responde a tal pergunta afirmativamente, e alinha entre outra, as seguintes razões:

(1) – Jesus foi educado num piedoso lar judeu, e os judeus piedosos eram dizimistas.

(2) – Jesus declarou que não veio revogar a lei e os profetas (Mt 5.17). O dízimo é ensinado pela lei e pelos profetas.

(3) – Jesus sempre elevou o nível moral. Leia, de novo, o que disse Ele no Sermão do Monte sobre o adultério, o juramento, e etc, e indague se ele ficaria satisfeito, em matéria de contribuição, com um padrão inferior ao dízimo.

(4) – Os inimigos de Jesus tentaram convencê-lo de que estava violando a lei, por exemplo, no caso da observância do Sábado. NÃO SERà ESTRANHO QUE ELES NUNCA O TIVESSEM ACUSADO DE VIOLAR A LEI DO DÃZIMO, CASO NÃO O PRATICASSE?

VI – CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Não há uma distinção essencial entre o dízimo do Antigo e do Novo Testamento. No primeiro, era parte da aliança, para o povo que a ela pertencia e envolvia compromisso, era princípio e valor espiritual, um privilégio concedido ao povo da aliança, jamais uma imposição. No Novo Testamento, não é diferente. Cada participante da Igreja de Cristo tem um compromisso assumido através dos votos Sagrados feitos diante de Deus perante a sua igreja.

No AT., o dízimo era regido pela lei, observando o princípio de culto, e reconhecimento da soberania de Deus. No NT., é impulsionado pelo amor, pela devoção e desejo sincero da prática de culto e obediência aos princípios da aliança.

O dízimo, tanto no Antigo como no Novo Testamento é uma doutrina clara e explícita. Não se trata de uma imposição da lei e, sim, um privilégio para o crente. Não se pode admitir a ideia de que está implícito no aparente silêncio do Novo Testamento a revogação desta santa doutrina. Não é inteligente trocarmos o explícito pelo implícito, trocar o certo pelo duvidoso.

Portanto, quando se considera o caráter contínuo da aliança, não é possível que uma pessoa verdadeiramente regenerada, convertida, justificada e adotada como família da aliança, não se sinta movida à uma verdadeira adoração ao Autor, Provedor e Sustentador da Aliança:

“Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!” (Rm 11.36).

FONTE DE CONSULTA:

Estudo bíblico: “Dízimo: imposição ou privilégio?†– Autor: David C. Costa

Publicado no blog Escola Biblica Dominical para Todos

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Dízimos e Ofertas - CPAD

O princípio básico do dízimo é o reconhecimento de que tudo pertence por direito a Deus…

Texto Bíblico: Malaquias 3.10,11; 2 Coríntios 9.6-8

INTRODUÇÃO

I. DÃZIMO E OFERTAS NA BÃBLIA
II. A PRÃTICA DO DÃZIMO E DAS OFERTAS COMO FORMA DE ADORAÇÃO
III. DÃZIMOS E OFERTAS COMO FONTES DE BÊNÇÃOS

CONCLUSÃO

DÃZIMO [NO PENTATEUCO]

A palavra hebraica ‘asar, “dizimar” é derivada da palavra que significa “dez” e que também significa “ser rico”. O princípio básico do dízimo é o reconhecimento de que tudo pertence por direito a Deus, inclusive as propriedades dos homens, das quais eles são apenas guardiões. O dízimo corresponde a um testemunho oferecido em honra a Deus, e em reconhecimento de que tudo pertence a Ele.

O costume de pagar o dízimo era muito comum entre os povos semíticos, e era anterior à lei de Moisés. Abraão deu a Melquisedeque um décimo de todo o despojo conquistado de Quedorlaomer (Gn 14.20. cf. Hb 7-10). A forma como este fato foi mencionado parece indicar que se tratava de um costume estabelecido. O voto de Jacó (Gn 28.22) acrescenta ainda mais peso a esta opinião.

O dízimo de Israel consistia de um décimo de toda a produção anual de alimentos e do crescimento dos rebanhos de ovelhas e gado. Era um costume considerado sagrado para Jeová, da mesma forma que o aluguel ou imposto feudal dedicado a Ele que era, realmente, o dono da terra. Certas Escrituras sugerem que esses dízimos consistiam de décimo de tudo que restava das “primícias de todos os frutos da terra”, depois que a oferta sacerdotal havia sido separada (Êx 23.19; Dt 26.1ss). Como a lei não estabelecia a quantidade a ser oferecida como uma oferta das primícias, alguns consideram as regras do dízimo como a definição do que deveria ser pago. Outros consideram o dízimo um complemento destes primeiros frutos. Fontes judaicas indicam que essa segunda hipótese é verdadeira e que as “primícias dos primeiros frutos” geralmente representavam uma quinta parte da produção.

No Pentateuco, a legislação sobre os dízimos era a seguinte:
1. Levítico 27.30-33. Um décimo de toda a produção (safras, frutas, azeite, vinho) e de todos os animais deveria ser dedicado ao Senhor. O dízimo da produção da terra podia ser compensado (ou “remido”) se a ele fosse acrescido um quinto de seu valor. O dízimo dos animais não podia ser compensado. O crescimento do rebanho era calculado e todo décimo animal era considerado santificado para o Senhor. Isso estava de acordo com as instruções dadas a Israel, anteriores ao Sinai, de que os primogênitos dos rebanhos pertenciam ao Senhor (Êx 13.12,13). Tudo o que passasse “debaixo da vara” (Lv 27.32) era designado aos levitas para fazer o que bem entendessem, pois não haviam recebido nenhuma parte da terra como herança (cf. Nm 18.21-32). Além desse dízimo, os levitas pagavam um dízimo (ou oferta alçada) aos sacerdotes, que deveria ser levado ao templo de Jerusalém. Neemias 10.38 sugere que havia uma supervisão dessa divisão de dízimos.

2. Deuteronômio 12.5,6,11,18 (cf. Am 4.4). O dízimo das festas correspondia a um décimo dos nove décimos que restava. Devia ser separado e levado para Jerusalém onde era consumido como refeição sagrada pelo ofertante e seus familiares, junto com o levita que está dentro das suas portas (Dt 12.15). Se a distância era proibitiva, os dízimos podiam ser vendidos e o dinheiro usado para a compra de alimentos ou animais para servirem como ofertas em Jerusalém (cf. Dt 14.22-27).

3. Deuteronômio 26.12-15; 14.28-29. O dízimo trienal ou dízimo da caridade, oferecido durante o terceiro ano, era destinado aos levitas, aos estrangeiros, aos órfãos de pai e às viúvas.
As opiniões diferem em relação a esse terceiro dízimo. De acordo com Josefo ele era, na verdade, um terceiro dízimo oferecido a cada três anos, do qual os levitas e os sacerdotes eram obrigados a participar. Outros afirmam que a cada três anos, o segundo dízimo, ou dízimo da festa, era oferecido aos pobres em casa, invés de ser levado a Jerusalém.
O pagamento do dízimo não era obrigatório, mas uma questão de consciência perante o Senhor. O povo deveria obedecer a estes decretos com todo coração e alma (Dt 26.16). A cada três anos deveria ser feita uma solene declaração no último dia da Páscoa, dizendo o seguinte: “Obedeci à voz do Senhor, meu Deus; conforme tudo o que me ordenaste, tenho feito” (Dt 26.14).

Texto extraído do “Dicionário Bíblico Wycliffe”, editado pela CPAD.

Publicado no Portal CPAD

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TV EBD - Dízimos e Ofertas - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 9 - Dízimos e Ofertas. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 9 - 4T/2011

2ª Parte - Lição 9 - 4T/2011

3ª Parte - Lição 9 - 4T/2011

4ª Parte - Lição 9 - 4T/2011

5ª Parte - Lição 9 - 4T/2011

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Questionário - Dízimos e Ofertas - Ev. Luiz Henrique

QUESTIONÃRIO DA LIÇÃO LIÇÃO 9, DÃZIMOS E OFERTAS

RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2012

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.

TEXTO ÃUREO

1- Complete:

“Cada um ____________________________________ segundo propôs no seu coração, não com __________________________ ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com _____________________” (2 Co 9.7).

VERDADE PRÃTICA

2- Complete:

A chave da verdadeira _______________________________ está em ser fiel a DEUS em tudo, inclusive, na __________________________ dos dízimos e das _________________________.

COMENTÃRIO - Introdução

3- O que compromete as práticas bíblicas de o crente ofertar e dizimar para a Obra do Senhor?

(    ) As distorções provenientes da Teologia da Trindade.

(    ) As distorções provenientes da Teologia da Prosperidade.

(    ) As distorções provenientes da Teologia da Santidade.

I. DÃZIMOS E OFERTAS NA BÃBLIA

4- O que quer dizer o vocábulo dízimo?

(    ) Quer dizer “a duodécima parte”.

(    ) Quer dizer “a décima parte”.

(    ) Refere-se àquilo que é pago ao Senhor, em dinheiro ou em cheques.

(    ) Refere-se àquilo que é devolvido ao Senhor, quer em dinheiro, quer em produtos e bens.

5- Qual o sentido de oferta?

(    ) Tem o sentido de contribuição obrigatória.

(    ) Tem o sentido de contribuição voluntária.

(    ) Tem o sentido de contribuição opcional.

6- O dízimo e a oferta foram criados pela lei mosaica?

(    ) Não. Apenas deu-lhes conteúdo e forma através das diversas normas ou leis que as regulamentaram.

(    ) Sim. São normas ou leis regulamentares que DEUS deu a Moisés.

(    ) Não. Tanto o dízimo como a oferta é opcional na vida de qualquer um.

7- Desde quando o ofertar e dizimar é visto como prática na bíblia?

(    ) Desde o tempo da lei.

(    ) Desde os dias de Abel e o dízimo já era praticado pelos patriarcas.

(    ) Desde os dias de Adão e o dízimo já era praticado pelos profetas, começando por Elias.

8- Como aparece o dízimo no período mosaico?

(    ) Como preceito de um princípio que passaria a existir no período monarquico.

(    ) Como preceito de um princípio já existente no período patriarcal.

(    ) Os preceitos mudam e até desaparecem, todavia, os princípios são imutáveis e permanentes. Clique aqui para ler o texto completo »

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Dízimos e Ofertas - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Com QUESTIONÃRIO - Veja também

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-dvc-dizimoseofertas.htm

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-mordomia-amordomiadodizimo.htm

TEXTO ÃUREO

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria” (2 Co 9.7).

VERDADE PRÃTICA 

A chave da verdadeira prosperidade está em ser fiel a DEUS em tudo, inclusive, na prática dos dízimos e das ofertas.

LEITURA DIÃRIA

Segunda - 1 Co 9.13 A liberalidade no ofertar

Terça - Gn 28.22 A prática dos dízimos e ofertas precede a lei

Quarta - Gn 14.20 Dízimos e ofertas como gratidão

Quinta - 2 Co 9.8 Dízimos e ofertas em toda boa obra

Sexta - Ml 3.10,11 Dízimos e ofertas e a bênção da proteção

Sábado - Jl 2.25 Dízimos e ofertas e a bênção da restituição Clique aqui para ler o texto completo »

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Dízimos e Ofertas - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:

- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Compreendem a importância desse ato?Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem do tema da aula e procurem estabelecer a diferença entre dízimo e oferta. Vocês podem apresentar uma figura, um desenho ou um bolo ou pizza para demonstrar a décima parte.

- Trabalhem o conteúdo da lição, utilizando a dinâmica “E os 90%?“.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção,  professores da lição de Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II.

Na maioria das aulas, com raríssimas exceções, o método mais utilizado é o da Preleção, que consiste na explanação do tema pelo professor. Por haver, apenas a fala do docente, a retenção da aprendizagem é muito baixa. Por isso, é aconselhável a utilização de outros recursos e a participação dos alunos para que haja melhoria na aprendizagem.

Observem o exemplo de Jesus quando agregou outros recursos a sua fala:

No Sermão da Montanha, em Mateus 5 ao7, Jesus ao discursar à multidão, usou várias figuras (sal, luz,pão,aves, lírios, árvore, frutos, uvas, figos, casa, rocha…)

No Sermão Profético, em Mateus 24, 25, 26.01, Jesus ao falar às pessoas, utilizou-se de figuras e várias parábolas.

Lembre-se: Quanto mais sentidos envolvidos na aprendizagem, mais eficaz ela será! O aluno aprende…

10% do que ouve

30% do que vê

50% do que ouve e vê

70% do que ouve, vê e fala

90% do que ouve, vê, fala e faz

Publicado no blog Atitude de Aprendiz

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Dízimos e Ofertas - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÃUREO - “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança(Ml 3.10).
VERDADE PRÃTICA - Adorar a Deus com os nossos dízimos e ofertas é uma forma de expressar-lhe nosso amor por sua provisão.
LEITURA BÃBLICA EM CLASSE - Malaquias 3.7-12.
INTRODUÇÃO
Para enriquecer o conhecimento de seus alunos acerca do dízimo, faça a seguinte atividade: Solicite à classe que leia as referências indicadas sobre o dízimo e descubra os propósitos, princípios e verdades relacionadas ao tema na Bíblia.
Lv 27.30-32 - Os dízimos pertencem ao Senhor. O povo deveria dar os dízimos de todos os produtos da terra e dos rebanhos.
18.21-32 - Um dos propósitos do dízimo era o sustento dos levitas em troca dos serviços prestados na tenda da congregação; por sua vez, os levitas davam os dízimos dos dízimos ao sacerdote.
Dt 14.28,29 - Outro propósito era auxiliar aos necessitados.
Dt 26.12-19; Ml 3.8,10 - Assim como Deus dera bênçãos a seu povo, os que as receberam deviam reparti-las com os menos favorecidos. Dar o dízimo, portanto, traria bênçãos divinas, retê-lo traria a maldição. De início, escreva no quadro de giz apenas as referências. Seus alunos deverão lê-las e interpretar o texto. É natural que tenham dificuldades. Porém, ajude-os com um breve comentário sobre cada texto.
Ao descrever as bênçãos decorrentes do dízimo, afirmou J. Blanchard: “O dízimo não deve ser um teto em que paramos de contribuir, mas um piso a partir do qual começamos”. Não há como discordar do irmão Blanchard. Infelizmente, muitos são os que, menosprezando esta tão rica disciplina espiritual, longe estão de experimentar a bênção da mordomia cristã. Afinal, por que devo eu contribuir, financeiramente, com a Obra de Deus? Que benefícios espirituais obterei com os meus dízimos e ofertas? Em primeiro lugar, conscientize-se: as ofertas e os dízimos não lhe pertencem; a Deus pertencem. Não é Ele o dono da prata e do ouro? Então, dai a Deus o que é de Deus.
O QUE SÃO OS DÃZIMOS E OFERTAS
1. Definição. Os dízimos e ofertas, entregues a Deus com ações de graças, são um dos maiores atos da devoção cristã: testemunham de que lhe reconhecemos o senhorio supremo e inquestionável sobre todas as coisas; e evidenciam que lhe aceitamos o império de sua vontade sobre todas as coisas que possuímos (1 Co 10.16). Em nosso Dicionário Teológico, definimos assim o dízimo: “Oferta entregue voluntariamente à Obra de Deus, constituindo-se da décima parte da renda do adorador (Ml 3.10). O dízimo não tem valor mercantilista, nem pode ser visto como um investimento. É um ato de amor e de adoração que devotamos àquele que tudo nos concede. É uma aliança prática entre Deus e o homem. O que é fiel no dízimo, haverá de usufruir de todas as bênçãos que o Senhor reservou-nos em sua suficiência”.
2. Mordomia cristã. A entrega amorosa e voluntária do que possuímos a Deus é conhecida, também, como mordomia cristã. Ou seja: como seus mordomos, cabe-nos administrar, devocional e amorosamente, o que nos entregou Ele, visando o serviço de adoração, a expansão de seu Reino e o sustento dos mais necessitados. A mordomia cristã, por conseguinte, é a administração de quanto recebemos do Senhor. Por isso requer-se de cada mordomo, ou despenseiro, que se mantenha fiel ao que Deus lhe confiou (1 Co 4.2).
ADORANDO A DEUS COM NOSSOS HAVERES
 Vejamos por que os dízimos e ofertas são importantes.
1. Através das contribuições financeiras, honramos a Deus. “Honra ao Senhor com a tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e trasbordarão de mosto os teus lagares” (Pv 3.9,10).
2. Por meio das ofertas e dízimos, mostramos a Deus nossa alegria. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Co 9.7).
3. Por intermédio do dar, expomos a Deus um coração voluntário: “Então, falou o Senhor a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada” (Êx 25.1,2).
4. Através do ofertar, revelamos o nosso desprendimento. “Porém o rei disse a Araúna: Não, porém por certo preço to comprarei, porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que me não custem nada. Assim, Davi comprou a eira e os bois por cinqüenta sidos de prata” (2 Sm 24.24). Clique aqui para ler o texto completo »

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Dízimos e Ofertas - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÃUREO

Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade*; porque Deus ama** ao que dá com alegria***” (2 Co 9.7).
(*) ananké; constrangimento, aflição, necessidade. Refere-se a algo que surge da influencia de outras pessoas, constrangimento, coação.
(**) agapaõ; talvez de agan, muito; amar num sentido social ou moral. É considerar com forte afeição, com favor, boa vontade, benevolencia.
(***) hilarios; disposto, de boa natureza, alegremente pronto. A palavra descreve um espírito de alegria no ato de dar que afasta todo comedimento.
- Nossas ofertas podem e devem ser feitas com alegria.

VERDADE PRÃTICA

A chave da verdadeira prosperidade está em ser fiel a Deus em tudo, inclusive, na prática dos dízimos e das ofertas.

LEITURA BÃBLICA EM CLASSE

Malaquias 3.10,11; 2 Coríntios 9.6-8.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Analisar a questão do dízimo e das ofertas dentro de uma perspectiva bíblica;
  • Conscientizar-se de que a prática do dízimo e das ofertas é uma forma de adoração ao Senhor; e
  • Explicar os dízimos e as ofertas como fontes de bênçãos.

Palavra-Chave

Dízimo: Décima parte de tudo aquilo que é devolvido ao Senhor, quer em dinheiro, quer em produtos e bens.

COMENTÃRIO

(I. Introdução)

A Teologia da Prosperidade tem distorcido as práticas bíblicas de o crente ofertar e dizimar para a Obra do Senhor. Nesta aula, porém, temos a oportunidade de verificar à luz das Escrituras Sagradas que a entrega dos dízimos e das ofertas é uma atitude de amor e gratidão a Deus. Não devemos fazer com tristeza ou por constrangimento, mas com alegria, pois tudo que possuímos não é nosso; foi o Pai Celeste que as confiou aos nossos cuidados. Tudo que temos pertence ao Senhor. Tudo vem dEle - nosso trabalho, saúde, família. Temos de contribuir impulsionados pelo amor abnegado e desinteresseiro. Deus não está preocupado com a quantia que entregamos, mas com o nível de desprendimento, sacrifício e fé. Que sejamos mordomos fiéis do Senhor, sabendo que Ele é fiel para suprir todas as nossas necessidades. Boa aula!

(II. Desenvolvimento)

I. DÃZIMOS E OFERTAS NA BÃBLIA

1. O Antigo Testamento. O termo hebraico aqui é ma’a sar (Strong 4643), significando ‘um décimo”; “um dízimo”; “décima parte” dízimo”. No contexto bíblico, o vocábulo hebraico re’sith, refere-se àquilo que é “o primeiro”, indica o mais elevado de alguma coisa, o melhor, o mais excelente, tal como as melhores partes das ofertas (1Sm 2.29). Por definição, Dízimo é a Décima parte; Ordenado pelo Senhor (Lv 27.30-32; Ml 3.10), com o propósito de sustentar os levitas (Nm 18.21) e sacerdotes (Nm 18.28), para ajudar nas refeições sagradas (Dt 14.22-27), e para socorrer os pobres, os órfãos e as viúvas (Dt 14.28,29). Encerra a lição de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; Ag 2.8). Quando Israel deixou de entregar o Dízimo, isso foi uma demonstração de sua desobediência (Ml 3.8-10); de igual modo, ao retornarem com a praticar de apresentar os Dízimos, isso foi um sinal de reforma, como aconteceu nos dias de Ezequias (2Cr 31.55,6,12) e Neemias (Ne 10.37; 12.44). Além do dízimo, Deus fez registrar a propriedade das ofertas alçadas, ou seja, de contribuições esporádicas que fluíam dos corações de servos movidos pelo desejo de ir além, de sua contribuição dizimal, quer por mera gratidão, quer por uma causa específica, colocada por Deus perante eles, quer por uma necessidade extrema de auxílio, de caráter social (Êx 25-36). Esta perícope apresenta a construção do tabernáculo. A questão é: “Porque Deus não utilizou os dízimos de seu povo para esta necessidade”? A razão é que os dízimos deveriam ser aplicados ao sustento dos levitas, dos líderes religiosos, e serviriam à manutenção dos atos de adoração, não poderiam fazer face à necessidade específica, esporádica e extra-normal que agora era colocada por Deus perante seu povo. Deus os chamou, conseqüentemente, a contribuir com ofertas alçadas, extras (Êx 25.2). O vocábulo no original hebraico é t’rûmáh (Strong 8641), um presente oferecido em sacrifício ou como tributo; a idéia básica é de algo sendo levantado (alçado) e apresentado ao Senhor como uma dádiva especial, de forma voluntária. O fato que deve ficar patente é que as práticas do dízimo ou das ofertas não são instituídas a partir da lei mosaica, Moisés apenas sistematizou tais práticas (Gn 4.4; 14.20; 28.22; Nm 18.20-32). “[…] O dízimo pode ter começado no Antigo Testamento, mas seu espírito, verdade e prática, continuam válidos” (HAYFORD J. A Chave de Tudo. 1.ed., RJ: CPAD, 1994, pp.93-4). Clique aqui para ler o texto completo »

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