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A Angústia das Dívidas - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO

Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos! Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem” (Sl 128.1,2).

VERDADE PRÁTICA

Para ter uma vida financeira equilibrada e bem-sucedida, o crente deve administrar seus recursos com sabedoria, prudência e comedimento.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Is 55.2 A repreensão por causa do desperdício

Terça - Pv 3.9 Honrando a DEUS com os haveres

Quarta- Lc 3.14 Contentando-se com o salário

Quinta - Pv 1.19 A cobiça aprisiona a alma

Sexta - Rm 13.8 Não contraia dívidas

Sábado - Pv 11.15 Fugindo da fiança e das dívidas

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 Timóteo 6.7-12

7 Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele. 8 Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. 9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. 10 Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. 11 Mas tu, ó homem de DEUS, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão. 12 Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.

O Cristão e os Problemas Financeiros

Você está enfrentando problemas financeiros? Faturas que você não consegue pagar? Cheques que você não pode cobrir? Necessidades que você não tem dinheiro para suprir? Vergonha? Frustração? Excesso de trabalho? Tensão? Problemas financeiros são excessivamente preocupantes e conduzem a muitos pecados: descontentamento, ingratidão, ira, desonestidade, impaciência, ansiedade e negligência das responsabilidades espirituais. A Bíblia ensina-nos como enfrentar muitas situações diferentes na vida, incluindo as dificuldades financeiras. A chave para enfrentar problemas financeiros está na atitude da pessoa. Para responder bem precisamos permitir que a palavra de DEUS opere em nosso coração e mude nosso modo de ver as coisas.

Atitudes

Gratidão: Paulo insiste em que sejamos gratos. Precisamos estar “… transbordando de gratidão” (Colossenses 2:7). “Dêem graças em todas as circunstâncias…” (1 Tessalonicenses 5:18). Não devemos nos queixar nem sentir pena de nós mesmos, mas antes devemos considerar cuidadosamente todas as razões que temos para sermos agradecidos e louvar a DEUS por suas bênçãos a nós. Os israelitas no deserto estavam se queixando constantemente, mas tinham se esquecido da grande libertação que DEUS lhes tinha dado havia apenas pouco tempo. Temos que atentar para o que o Senhor nos tem dado e não para as coisas que não temos.

Contentamento: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque DEUS mesmo disse: ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’” (Hebreus 13:5). A presença de DEUS com seu povo deveria dar tanta alegria e segurança que poderíamos facilmente nos contentar com qualquer padrão de vida. Paulo estava contente na fome ou na abundância (Filipenses 4:10:13). Por outro lado, as Escrituras estão repletas de advertências contra a ganância e a avareza (veja Lucas 12:15, por exemplo). Por qualquer razão, nunca parecemos reconhecer o desejo desordenado por coisas em nossas próprias vidas. Pensamos que todas as coisas que queremos são necessidades e que a dívida que acumulamos ao buscar adquiri-las é perfeitamente aceitável. Poderia ser que poucos de nós admitem a ganância em nossas vidas porque nos cegamos e deixamos de perceber o verdadeiro estado de nosso coração? Paulo exortou: “Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos” (1 Timóteo 6:8). Estamos satisfeitos somente com isto?

Sobriedade: Muitos textos nos exortam a sermos sóbrios (1 Tessalonicenses 5:6, 8; 1 Pedro 1:13; 4:7; 5:8). A pessoa sóbria encara os fatos e não deixa seus desejos colorirem sua percepção da realidade. Muitas pessoas tratam das finanças num mundo de sonho, sempre imaginando que tudo dará certo magicamente. Mas fugir de um problema ou negá-lo não ajuda e não está de acordo com o caráter de CRISTO. Temos que reconhecer nossa situação atual, não importa quão triste seja, e ser “homens de coragem” (1 Coríntios 16:13). Ignorar os problemas não os extingue. Lutas financeiras não desvanecem sem mais nada, mas precisam ser resolvidas por disciplina séria e perseverante.

Honestidade: A honestidade é parte do caráter cristão (2 Coríntios 8:21; Tito 2:5). Pessoas honestas aceitam suas limitações financeiras e não tentam ser uma coisa que não são, vivendo num estilo de vida que suas condições não permitem. Pessoas honestas admitem que há muitas coisas que outras em torno delas têm ou podem fazer que elas não podem porque não têm dinheiro suficiente para isso. E pessoas honestas não fazem dívidas que não têm capacidade para pagar (veja Romanos 13:8).

Diligência: Algumas vezes, porém nem sempre, os problemas financeiros resultam da preguiça. “Tirando uma soneca, cochilando um pouco, cruzando um pouco os braços para descansar, a sua pobreza o surpreenderá como um assaltante, e a sua necessidade lhe sobrevirá como um homem armado” (Provérbios 6:10-11). “Por causa da preguiça, o telhado se enverga; por causa das mãos indolentes, a casa tem goteiras” (Eclesiastes 10:18). Problemas financeiros devem ser esperados quando nos mimamos com descanso e sossego, e não trabalhamos esforçadamente. Um homem deve sustentar sua família (1 Timóteo 5:8) mesmo que isso possa envolver trabalho difícil ou empregos desagradáveis, ou mesmo se o trabalho disponível é relativamente mal pago.

Espiritualidade: Precisamos manter nosso foco principal em CRISTO, não em coisas materiais. “Ninguém pode servir a dois senhores: pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a DEUS e ao Dinheiro… Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de DEUS e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas” (Mateus 6:24, 33). Nossas posses, nossa posição e nosso sucesso nesta vida são matérias insignificantes para o verdadeiro cristão. Ele se vê como meramente passando através desta vida como um peregrino e portanto relativamente desinteressado nas suas condições. Ele nunca faz da prosperidade material uma meta séria (veja Lucas 9:57-58). O homem espiritual percebe que seu dinheiro e sua posição financeira não são as coisas importantes da vida.

Altruísmo: O servo do Senhor está sempre buscando dar, em vez de gastar consigo mesmo. Ele vê o dinheiro que ganha trabalhando como uma bênção que ele pode aplicar servindo a outros: “O que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade” (Efésios 4:28). Discípulos verdadeiros vêem a prosperidade material não tanto como algo para si mesmos, mas como algo útil para servir outros (2 Coríntios 9:8-11). Enquanto o cristão for egoísta, ele sempre sentirá frustrações ao lidar com assuntos financeiros.

Humildade: A humildade para admitir enganos e buscar corrigi-los é básica. Muitos de nós temos tido atitudes impróprias e não temos administrado bem nosso dinheiro. Nunca mudaremos até que admitamos que temos estado errados. Precisamos também ter a humildade de examinarmo-nos à luz da palavra de DEUS e fazer as coisas que aprendermos (Tiago 1:21-24). Esta seria uma boa hora para parar de ler este artigo e rever as oito atitudes que precisamos ter e tentar honestamente avaliar-nos e resolver mudar nossa atitude nas áreas necessárias. Como DEUS nos vê em cada uma destas atitudes?

Mudanças Específicas

As coisas específicas que precisamos fazer ao lidar com problemas financeiros dependem de nossa mudança e adoção das atitudes mencionadas acima. Sem perspectivas corretas, os passos seguintes terão pouca validade.

1- Avalie honestamente sua situação. Encare os fatos. Talvez ajudasse pegar uma folha de papel e lançar todas as suas dívidas e anotar os valores de todas. Então, lançar sua renda e suas despesas mensais. Qual é, exatamente, sua situação financeira.

2- Comece a pagar suas dívidas. “Não devem nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros…” (Romanos 13:8). Calcule quanto dinheiro por mês é necessário para pagar todos os juros e, também, comece a pagar o principal (o valor original do empréstimo, antes do acréscimo de juros). Se suas prestações e obrigações mensais forem mais do que tem disponível no orçamento da família, ha três coisas que poderia fazer de modo a ter dinheiro para pagar as dívidas:

(a) Gastar menos. Quando for necessário, as despesas podem ser reduzidas às mínimas necessidades de comida e lugar para viver (veja 1 Timóteo 6:6-10).

(b) Ganhar mais. Às vezes há oportunidades para trabalhar mais horas, ter um segundo emprego, ou encorajar os filhos adultos que estejam vivendo no lar a trabalharem.

(c) Vender coisas. Os cristãos primitivos vendiam casas e terras para aliviar as necessidades de seus irmãos (Atos 4:32-37); certamente não é irracional esperar que um discípulo de CRISTO venda coisas para poder pagar o que deve.

3- Viva dentro dos limites de seu orçamento. A Bíblia adverte sobre a loucura de fazer dívidas: “O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta” (Provérbios 22:7). A escravidão aos credores é muito penosa; é melhor esperar pacientemente e comprar somente aquelas coisas que se pode pagar.

4- Comece a aplicar sua renda no sentido de metas espirituais. Temos que chegar a ver tudo o que temos como pertencendo ao Senhor e começar a usar nossos recursos para servi-lo. O Novo Testamento exorta-nos a dar generosa e abundantemente (2 Coríntios 8-9). Não devemos usar isso como uma desculpa para sovinice. Não devemos permitir que nossa oferta seja diminuída pela avareza (2 Coríntios 9:5).

Conclusão

Em todas as áreas da vida, a palavra do Senhor nos fornece a orientação perfeita. Da mesma maneira, no campo financeiro devemos dar ouvidos à sabedoria de DEUS revelada na Bíblia. Quando obedecemos os mandamentos do Senhor, recebemos tanto “a promessa da vida presente” como a da vida “futura” (1 Timóteo 4:8). Que sigamos estas instruções!

-por Gary Fisher [Obs.: As citações bíblicas neste artigo são da Nova Versão Internacional (NVI).]

DÍVIDAS

Qual o alcance do mandamento em Romanos 13:8?

O texto desse versículo é: “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei”.

Este mandamento é singular, pois o ensino em toda a Bíblia visa o comportamento dos credores, com respeito à compaixão que devem ter para com os seus devedores. Ele abrange o cumprimento de todas as obrigações do crente como devedor, sejam elas civis, morais, financeiras ou de qualquer outra espécie, em consonância com os versículos precedentes (obrigações civis) e o restante do versículo (obrigação moral).

Analisaremos a seguir as dívidas que um crente está sujeito a ter aqui no mundo, e que deverão ser prontamente pagas em conformidade com este mandamento. Sem dúvida haverá várias outras em função das nossas circunstâncias, mas espero que estas sirvam de exemplo:

DÍVIDAS CIVIS  

Todo cidadão está sujeito a obrigações civis, que variam entre os países. O versículo em pauta vem logo após uma exortação para que essas obrigações sejam cumpridas: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de DEUS; e as autoridades que há foram ordenadas por DEUS. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de DEUS; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação” (Romanos 13:1,2). O cumprimento das leis do país em que vive é uma obrigação de todo o crente (desde que não firam os mandamentos de DEUS). “A quem temor, temor, a quem honra, honra” (Romanos 13:7). A regularização dos seus documentos, os serviços diversos como o militar, júri, participar nas eleições, e outros mais, são obrigações civis no Brasil.

DÍVIDAS FINANCEIRAS

As obrigações financeiras exigem muita atenção, pois o seu cumprimento é geralmente uma das principais medidas para se avaliar a honestidade e integridade de uma pessoa. O crente deve primar por cumprir estas obrigações, e é lamentável ouvir o número de casos em que o testemunho de crentes, que aparentam ter boa maturidade, tem sido comprometido por dívidas não pagas.

Empréstimos são parte da economia doméstica, geralmente necessários para se obter casa-própria e aquisição de bens mediante cartão de crédito, bem como aos comerciantes, fazendeiros, produtores, etc, para desenvolverem as suas atividades.

Curiosamente alguns têm interpretado Romanos 13:8 como uma proibição à contratação de empréstimos e apenas isso. Não encontramos alguma diretiva condenando o ato de contratar um empréstimo, como se fosse um pecado. Na lei dada através de Moisés, que “é santa; e o mandamento, santo, justo e bom” (Romanos 7:12), os empréstimos são normalmente regulados, o que não aconteceria se fossem pecado (p.ex. Êxodo 22:25, Deuteronômio 24:6, 10-13).

Um empréstimo consiste em trocar um compromisso por um benefício. Este intercâmbio é normal e legítimo, havendo uma recompensa ao credor pelo tempo decorrente entre o empréstimo e o reembolso. Há séculos existe a interveniência facultativa de terceiros, como os bancos, para dar maior garantia ao credor ao assumir eles próprios o risco de inadimplência pelo devedor.

O crente estará em falta se assumir um compromisso, ou tomar emprestado, se não tiver condições de cumpri-lo em seu vencimento. É a falta do pagamento na data contratada que o tornará “devedor” no sentido deste mandamento.

Assim também contrai-se dívida se as contas dos serviços, como aluguel, luz, água, gás, telefone, escola, etc., não forem pagas em seu vencimento.

Outras obrigações usuais são os impostos - federais, estaduais e municipais. Nem sempre as autoridades dispõem de todos os dados para o lançamento dos impostos e taxas, e neste caso pedem ao contribuinte que forneça algumas informações. Vem aqui a tentação de mentir, prática por demais comum no mundo. O crente deve resistir a essa tentação, não só por ser pecado de mentira e mesmo de roubo, mas também em coerência com o ensino do Senhor JESUS, quando lhe perguntaram se era lícito dar tributo ao imperador romano, e Ele respondeu: “Dai, pois, a César o que é de César e a DEUS, o que é de DEUS.” Às vezes as próprias autoridades civis exorbitam ao que lhes permite a legislação, e neste caso é justo que se tomem as medidas legais pertinentes, como mandado de segurança, etc. Uma vez estabelecido o valor correto, este deve ser pago para não se ficar em dívida.

Na maioria das vezes a dívida financeira ocorre devido a imprudência ou desleixo do devedor que gasta mais do que recebe. Um crente deve cuidar dos seus bens como bom administrador daquilo que DEUS lhe confiou, e uma boa administração consiste em equilibrar a receita com a despesa, deixando uma margem para os imprevistos. Mas pode ter outras causas, sobre as quais ele não tem controle. Não é portanto justo julgar mal a pessoa que se encontra insolvente, sem conhecer bem a causa.

O crente, no entanto, peca se ficar em dívida financeira. Sua obrigação é a de liquidá-la, cumprindo assim com o mandamento em Romanos 13:8, usando de todos os meios disponíveis, como negociar um refinanciamento, obter um empréstimo (desde que possa pagá-lo em seu vencimento), vender seus bens, hipotecar sua casa, reduzir seus gastos, etc.

Se ainda assim estiver em apuros, ele deve levar o assunto à direção da sua igreja, para que lhe dêem assistência. Enquanto a dívida persistir, ele estará em pecado e é melhor que ele próprio confesse o seu estado logo para que o assunto seja resolvido da melhor maneira possível. Se ele silenciar, o assunto virá eventualmente ao conhecimento público quando ele sofrer as sanções legais, para prejuízo do seu testemunho pessoal e, por conexão, do da igreja também.

DÍVIDAS MORAIS  

Estas são dívidas que surgem em vista de nosso relacionamento pessoal com outras pessoas. Promessas, por exemplo, são obrigações que devem ser cumpridas, senão serão mentiras. Não juramos, para não sermos condenados por perjúrio, mas nos limitamos ao “sim, sim” e “não, não” (Tiago 5:12). Quantas crianças aprendem a desconfiar dos seus pais e outros adultos pelas promessas vazias que lhes são feitas! O ditado popular diz que “promessa é dívida”, e é uma dívida fácil de adquirir, mas muitas vezes difícil de pagar! A integridade moral exige que não façamos qualquer promessa que não tenhamos os meios, ou a intenção, de cumprir. Uma vez feita, que seja cumprida sem vacilação.

“Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho!” (1 Coríntios 9:16). Esta foi também uma obrigação declarada pelo apóstolo Paulo. Temos o dever de proclamar o Evangelho ao mundo perdido, como luzes na escuridão. Há muitas formas de fazê-lo, pessoalmente, junto com outros irmãos, em trabalhos da igreja, em apoio aos evangelistas, programas de rádio, impressos, etc.

A única dívida permitida é “o amor com que vos ameis uns aos outros”. Essa é a dívida que incorremos quando recebemos a CRISTO como nosso Salvador e Senhor, pois é o Seu grande mandamento para nós e é uma obrigação constante. Devemos estar sempre pagando esta dívida, mas ela nunca nos será quitada.

http://www.bible-facts.info/artigos/dividas.htm

Liberdade financeira (2) http://www.ibcu.org.br/escolabiblica

Introdução:

Equilíbrio financeiro depende de diligência, disciplina e dependência do Senhor e da sua palavra.

Objetivos do estudo:

- Avaliar suas atitudes quanto à riqueza e à pobreza e formular uma perspectiva equilibrada e bíblica sobre ambas.

- Traçar passos para adquirir controle sobre suas finanças, inclusive suas dívidas.

- Estabelecer um plano para os gastos familiares que reflita a realidade familiar e os princípios bíblicos sobre finanças.

- Conversar como família, sobre as finanças e tomar decisões que reflitam suas prioridades e valores financeiros.

1 - Prova: Os valores relativos em nossas vidas. (Responda com falso ou verdadeiro).

(   ) O dinheiro é a raiz de todos os males.

(   ) Para um cristão é pecado ser rico (um multimilionário, com vários carros, várias casas, etc…).

(   ) É mais fácil ser um crente pobre do que um crente rico.

(   ) O ideal nesta vida é não ser nem pobre e nem rico.

(   ) O cristão que realmente vive pela fé, será abençoado financeiramente por DEUS.

2 - Princípios de equilíbrio financeiro em provérbios

TEXTOS PRINCÍPIO(S) APLICAÇÕES
Pv 11: 28

Pv 3: 5-6

Depositar sua confiança em DEUS e

não em riquezas.

DEUS está no controle de tudo. O importante é conhecer a vontade de DEUS para nós e segui-la. Confiar a DEUS o nosso futuro nos trará paz e certeza de salvação, o resto será o que DEUS quiser que seja.
Sl 127: 1-2 Não trabalhar excessivamente,

sacrificando outras prioridades (família),

no altar da prosperidade.

Ter a visão nas riquezas nos trará noites sem dormir, preocupações diversas, falta de tempo para DEUS e para a família, além disso, nos fará acreditar em coisas anti bíblica e a cometer pecado para enriquecer.
Pv 28: 19

Pv 6: 6-11

Pv 21:5

II Ts 3:10

Trabalhar e planejar diligentemente e na

dependência do Senhor, sem a pressa

de ficar rico rápido.

Os que querem ficar ricos caem em laço. Devemos trabalhar e desejar obter sucesso em nosso trabalho, mas sempre planejando e vigiando para não gastarmos além do que podemos.
Pv 22: 7

Rm 13: 8

Não emprestar dinheiro de outros. Emprestar o que podemos dispor, em caso de não virmos a receber de volta, é dever de cada um de nós, quando podemos ajudar ao próximo, mas quando não temos o suficiente para nós mesmos, não podemos arriscar o sustento de nossa família. Não empreste dinheiro que não é seu.
Pv 22: 26-27

Pv 6: 1-5

Pv 11: 15

Não ser fiador de dívidas. Ficar por fiado é se comprometer a pagar a conta dos outros. Só podemos fazer isso quando dispusermos desse valor sem dele precisarmos, para ajudar a alguém realmente necessitado.
Pv 13: 11

Pv 28: 20,22

Não correr atrás de “dinheiro fácil”. O dinheiro fácil, como o conseguido em jogos de azar e na comercialização de drogas ou outros produtos ilegais, tem sido motivo de muitos lares desfeitos, famílias destruídas e dores.
Pv 21: 17

Pv 32: 21

Evitar o desperdício em gastos

desnecessários (vícios, prazeres, etc…).

Gastos com vícios representam perda de pelo menos 20% do orçamento familiar. Imagine uma família que deixa de investir em sua alimentação, seu conforto, união e prazer cerca de 20% de sua renda.
Pv 3: 9-10 Honrar ao Senhor com as

“primìcias” da sua renda.

Dízimos e ofertas honram a DEUS que sente prazer em ajudar, em guardar e proteger aqueles que assim demonstrarm seu amor para com ELE. separar primeiro o de DEUS traz paz e certeza de proteção no lar.
Pv 11: 24-26

Pv 14: 21,31

Pv 28: 27

II Co 9:6-11

Contribuir para aliviar a

situação dos pobres ao

seu redor.

Amar ao próximo é o segundo e mais importante mandamento. Se não amamos quem está perto de nós e os vemos, como podemos amar a DEUS a quem não vemos? devemos demonstrar com obras o amor que recebemos em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO.
Pv 27: 23-24 Ser um bom mordomo e

fiel naquilo que já adquiriu.

Somos canais de DEUS para abençoar aos outros. Quando DEUS nos dá é para que distribuamos entre os que não têm.

3 - Questões práticas à luz dos princípios aprendidos

a) Qual o equilíbrio entre a dependência do Senhor e a diligência no planejamento e no trabalho?

Sl 127 : 1-2 : “Se o Senhor na edificar a casa, em vâo trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem”.

b) Ser fiador é pior do que ter dívidas próprias, pois assumimos o compromisso de pagar as dívidas dos outros, sem poder usufruir dos bens adquiridos.. Existem exceções onde o cristão pode ou deve assumir alguma dívida

de terceiros?

c) O livro de provérbios ressalta muitas vezes o envolvimento social do justo no cuidar dos pobres e aflitos. Quais são os princípios bíblicos que norteiam nosso envolvimento em ação social, por exemplo, a contribuição para os pobres?

Gl 6: 10 : “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé’.

I Tm 5: 8 : “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos de sua própria casa, tem negado a fé, e é pior do que o descrente”.

ORÇAMENTO FAMILIAR

CARRO

Gasolina
Seguro de Carro
IPVA
Licenciamento
Lavagem carro
Troca de Óleo
Manutenção carro
Pedágio
Multa
Estacionamento

VIDA / SAÚDE

Seguro / Plano Saúde
Dentista
Médico
Farmácia
Ortodontista

EDUCAÇÃO - Filhos

Mesada -
Celular
Ônibus
Gasolina
Pedágio
Estacionamento
Refeições
Curso
Curso
Material Didático
Xerox

CASA

Condomínio
IPTU
Luz (energia elétrica)
Internet rápida
Água
Telefone Fixo
Telefone Celular
Empregada
Manutenção
Móveis e Utensílios
Lavanderia
Aluguel

ALIMENTAÇÃO

Supermercado
Açougue
Frutaria
Padaria

LAZER

Restaurante - Comer fora.
Aluguel de Filmes
Academia de Ginástica
Aulas de

VIAGEM

Alimentação
Pedágio
Gasolina
Locações (Casa)
Hotel
Presentes
Passeios
Passagem aérea

EXTRAS

Lanchonetes / Cafés
Cabeleireiro
Manicure
Roupas e Acessórios
CDs / DVDs
Livros
Artigos de Informática
Presentes dados aos outros
Assinatura Jornal
Assinatura Revistas
Dízimos e Ofertas
Joias e presentes família

CACHORRO/GATO

Alimentação Pet
Banho e Tosa
Remédio
Vacina
Vestuário

IMPOSTOS

INSS
IRPF

VALES

Vales na Empresa que trabalha

T  O  T  A  L    G  E  R  A  L  GANHOS

T  O  T  A  L    G  E  R  A  L  GASTOS

T  O  T  A  L    G  E  R  A  L  A  GASTAR

 

5 - Como implementar um plano familiar de gastos

a) Objetivo deste plano:

- Gastar por contas previamente estabelecidas.

- Planejar e replanejar, aperfeiçoando constantemente essas contas.

- Ter um compromisso mútuo como casal de viver dentro do plano.

- Determinar nunca comprar nada com cartões de crédito, ou seja, enquanto não tiver o dinheiro em mãos para pagar “à vista”.

b) Passos para a implementação

1 - Anote cuidadosamente os gastos durante pelo menos 2 meses.

2 - Calcule suas despesas fixas e seus gastos extras. Se suas despesas fixas consomem toda a sua renda, você tem um problema.

3 - Tenham como objetivo, liquidar todas as dividas que existem.

4 - Prepare um envelope para cada “conta” do seu orçamento, com o valor mensal que deve receber anotado.

5 - “Deposite” nestes envelopes o valor referente à conta assim que receber seu salário cada mês. (Não se esqueça de parcelar os pagamentos trimestrais, semestrais ou anuais, para não ter surpresas desagradáveis mais tarde! Por exemplo, se o IPTU será pago à vista em março, separe o suficiente cada mês para ter com que pagar aquela conta naquele mês).

6 - Procure sempre ter o dinheiro “em mãos” (no envelope) , para cada conta antes do vencimento de seu prazo. Se houver a necessidade e “emprestar” de uma conta para outra, anote isso e reponha o dinheiro o quanto antes.

7 - Prometam um ao outro, que vão viver dentro de seus limites, que não ultrapassarão suas “contas”.

8 - Nunca comprem nada em prestações, caso vocês não tenham o dinheiro em mãos agora para pagar.

9 - Façam ajustes mensais nas contas até conseguirem um orçamento equilibrado e que dê liberdade financeira à família.

10 - Continue sempre com o sistema de envelopes, ou até conseguir a disciplina financeira para manter o equilíbrio financeiro. (O sistema é uma ótima maneira de treinar seus filhos em princípios financeiros também).

INTERAÇÃO

Professor, você tem suas finanças sobre controle? DEUS deseja abençoar-nos, mas precisamos agir com sabedoria e sermos íntegros financeiramente. O crente precisa ser disciplinado na administração das suas finanças a fim de honrar os seus compromissos. O ato de comprar parece simples e prazeroso, mas não é. Exige planejamento e reflexão. Jamais podemos comprar por impulso, sem pensar no quanto estamos gastando. Quem compra por impulso e não segue um planejamento, cedo ou tarde acabará tendo problemas financeiros.

OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Compreender quem é o dono do nosso dinheiro.

Discutir a respeito dos efeitos maléficos do consumismo e das dívidas.

Saber que é possível livrar-se das dívidas com sabedoria e planejamento.

RESUMO DA LIÇÃO 9, A ANGÚSTIA DAS DÍVIDAS

I. QUEM É O DONO DO NOSSO DINHEIRO 

1. Dê a DEUS o que lhe pertence.

2. Disciplina e orçamento financeiro.

3. Cuidado com a cobiça.

II. O CONSUMISMO E AS DÍVIDAS 

1. Os males do consumo inconsciente.

2. Adquirir o que se pode pagar.

3. Aja com integridade, fuja da corrupção.

III. É POSSÍVEL LIVRAR-SE DAS DÍVIDAS

1. Cuidado com seu cartão de crédito e com o cheque especial.

2. Vivendo de modo simples, porém tranquilo e santo.

3. Confie em DEUS. 

SINÓPSE DO TÓPICO (1) Como servos de DEUS precisamos ser fiéis na entrega dos dízimos e ofertas, fazendo uso do nosso dinheiro com sabedoria.

SINÓPSE DO TÓPICO (2) Comprar mais do que se pode pagar, comprometendo as finanças, é tolice.

SINÓPSE DO TÓPICO (3) Com a ajuda de DEUS, oração e sabedoria, podemos nos livrar das dívidas.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Vida Cristã

“Evitando dívidas fora do seu alcance.

Muitos têm ficado em situação difícil, por causa do uso irracional do cartão de crédito (na verdade, cartão de débito). As dívidas podem provocar muitos males, tais como falta de tranquilidade (causando doenças); desavenças no lar; perda da autoridade e independência. Devemos lembrar: ‘O rico domina sobre os pobres, e o que toma emprestado é servo do que empresta’ (Pv 22.7). Outro problema é o mau testemunho perante os ímpios, quando o crente compra e não paga.

Evitando os extremos

De um lado, há os avarentos, que se apegam demasiadamente à poupança, em detrimento do bem-estar dos familiares. São os ‘pães-duros’. Estes preferem ver os filhos sob um padrão baixo de conforto, não adquirindo os bens necessários, somente com o desejo de ‘poupar’, de entesourar para o futuro.

De outro lado, há os que gastam tudo o que ganham, e compram o que não podem, às vezes para satisfazer o exibicionismo, a inveja de outros, ou por mera vaidade. Isso é obra do Diabo” (LIMA, Elinaldo Renovato de. Ética Cristã: Confrontando as Questões Morais do Nosso Tempo. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. p.172).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Vida Cristã

“Tratar do Crédito com Cuidado.

As intermináveis pressões de ‘mês mais comprido que o dinheiro’ é o bastante para separar famílias. Mas, em alguns casos, ter mais dinheiro não é solução. Devemos começar a administrar corretamente o que temos. O marido e a esposa têm de trabalhar juntos (e haverá o tempo e o lugar para envolver os filhos). Olhe além dos pagamentos mensais. Faça uma imagem mental de toda a dívida em destaque. Damos graças a DEUS porque uma taxa de crédito nos permitirá tomar dinheiro emprestado, mas não nos enganemos: os juros serão altos. Cartões de crédito têm sido a ruína de muitos lares. Melhor deixar de comprar a crédito, a menos que tenha disciplina e limite. Abandone o uso de cartões de crédito, se você sabe que não haverá dinheiro para pagar. Pague suas contas no vencimento. Quando os pagamentos não puderem ser efetuados, comunique ao credor.

Deixar de dizimar é retirar-se da terra da bênção. DEUS não honrará a má administração. Precisamos ser mordomos fiéis. Devemos honrar ao Senhor com as nossas riquezas (Pv 3.9,10). As riquezas são mais que o dízimo. O dízimo pertence a DEUS. Somos chamados a honrar a DEUS com a parte que nos resta depois de dizimar” (Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. 3.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p.146).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 

BARNHILL, Julie Ann. Antes que as Dívidas nos Separem: Respostas e cura para os conflitos financeiros em seu casamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. 3.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005

SAIBA MAIS PELA Revista Ensinador Cristão, CPAD, nº 51, p.40.

AJUDA

CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.

VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.

Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao05-dns-malesdoconsumismo.htm

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao9-mordomia-financas.htm

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao11eticaefinancas.htm

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/dizimo.htm

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    Luciano
    Escreveu:

    Chamou-me a atenção fato que o nobre ev .nos trás acerca da humildade. Que é hora de parar e meditar sobre o que temos feito pra o Reino de Deus, concordo em gênero grau e número, particularmente me sinto motivado,pois se a Palavra não me alcança estarei dando um passo atraz

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