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Conflitos na Família - Ev. Luiz Henrique

LI√á√ÉO 5 - CONFLITOS NA FAM√ćLIA¬†

LI√á√ēES B√ćBLICAS - 2¬ļ Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema:¬†A FAM√ćLIA CRIST√É NO S√ČCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
Coment√°rio: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

QUESTION√ĀRIO

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm  

TEXTO √ĀUREO

“Eu, por√©m, esperarei no SENHOR; esperei no DEUS da minha salva√ß√£o; o meu DEUS me¬†ouvir√°” (Mq 7.7).¬†

7.7 EU, POR√ČM, ESPERAREI NO SENHOR. Em meio a uma sociedade moralmente enferma, Miqu√©ias coloca a sua f√© em DEUS e em suas promessas. Ele sabia que DEUS o sustentaria, e que haveria de executar o castigo contra toda a iniq√ľidade, fazendo a justi√ßa triunfar (v. 9). (1) DEUS conclama os crentes em CRISTO a viverem “no meio duma gera√ß√£o corrompida e perversa”, onde devem “resplandecer como astros no mundo” (Fp 2.15). (2) Ainda que o mal aumente e a sociedade se desintegre, ofere√ßamos a salva√ß√£o gratuita de DEUS a todos quantos nos ouvirem. Oremos e antegozemos o dia em que Ele endireitar√° todas as coisas (cf. vv. 15-20).

VERDADE PR√ĀTICA

Se buscarmos a graça de DEUS e exercermos o amor que Ele nos concedeu, poderemos resolver todos os conflitos que surgirem em nossa família.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Pv 31.10 O valor da esposa virtuosa

Terça - Pv 31.11 A confiança do esposo

Quarta - Ef 6.4 Criando os filhos sabiamente

Quinta - Ef 6.1 Respeito aos pais

Sexta - Ef 6.2 Filhos honrando os pais

Sábado - Sl 119.11 A família observando a Palavra 

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE¬†-¬†Ef√©sios 5.22-30

22 Vós, mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor; 23 porque o marido é a cabeça da mulher, como também CRISTO é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. 24 De sorte que, assim como a igreja está sujeita a CRISTO, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seu marido. 25 Vós, maridos, amai vossa mulher, como também CRISTO amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, 26 para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, 27 para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. 28 Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. 29 Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes, a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; 30 porque somos membros do seu corpo.

 

5.22 MULHERES, SUJEITAI-VOS. A esposa tem a tarefa, dada por DEUS, de ajudar o marido e de submeter-se a ele (vv. 22-24). Seu dever para com o marido inclui o amor (Tt 2.4), o respeito (v. 33; 1 Pe 3.1,2), a ajuda (Gn 2.18), a pureza (Tt 2.5; 1 Pe 3.2), a submiss√£o (v. 22; 1 Pe 3.5), um esp√≠rito manso e quieto (1 Pe 3.4) e o ser uma boa m√£e (Tt 2.4) e dona de casa (1 Tm 2.15; 5.14; Tt 2.5). A submiss√£o da mulher ao marido √© vista por DEUS como parte integrante da sua obedi√™ncia a JESUS, “como ao Senhor” (v. 22; ver tamb√©m Gl 3.28; 1 Tm 2.13,15; Tt 2.4).
5.23 MARIDO… CABE√áA. DEUS estabeleceu a fam√≠lia como a unidade b√°sica da sociedade. Toda fam√≠lia necessita de um dirigente. Por isso, DEUS atribuiu ao marido a responsabilidade de ser cabe√ßa da esposa e fam√≠lia (vv. 23-33; 6.4). Sua chefia deve ser exercida com amor, mansid√£o e considera√ß√£o pela esposa e fam√≠lia (vv. 25-30; 6.4). A responsabilidade do marido, que DEUS lhe deu, de ser “cabe√ßa da mulher” (v. 23) inclui: (1) provis√£o para as necessidades espirituais e dom√©sticas da fam√≠lia (vv. 23,24; Gn 3.16-19; 1 Tm 5.8); (2) o amor, a prote√ß√£o, a seguran√ßa e o interesse pelo bem-estar dela, da mesma maneira que CRISTO ama a Igreja (vv. 25-33); (3) honra, compreens√£o, apre√ßo e considera√ß√£o pela esposa (Cl 3.19; 1 Pe 3.7); (4) lealdade e fidelidade totais na viv√™ncia conjugal (v. 31; Mt 5.27,28).

Exemplos de conflitos nas famílias da Bíblia:

Ad√£o e Eva - a mulher que me deste.

Caim e Abel - assassinato.

Noé embriagado e filho.

Moisés, Zípora, Jetro, Miriam, Arão

Abra√£o e Sara e a empregada - expulsa empregada.

Isaque e Rebeca - prefer√™ncia por filhos - e dois filhos Esa√ļ e Jac√≥ que se odiavam.

José e seus irmãos.

Davi (ad√ļltero, pol√≠gamo e assassino) e sua fam√≠lia - Filha estrupada pelo irm√£o, Filho rebelde que rouba trono do pai e namora com suas concubinas, Filho que mata seu irm√£o (Absal√£o mata Amnom).

JESUS e sua família que foram prendê-lo

Paulo e Barnabé - Por causa do sobrinho de Barnabé.

A Autoridade do Marido e o AMOR por sua esposa.

Quando Deus criou o homem, o revestiu de autoridade sobre a cria√ß√£o. Pela ordem natural da cria√ß√£o primeiro Deus formou o homem, depois o completou com a mulher (I Tm 2:13). A inten√ß√£o da forma√ß√£o da mulher foi para auxili√°-lo na sua tarefa de dominar a terra, isso significa que ela n√£o √© fr√°gil, tem uma for√ßa tremenda, mas logo que p√īde, mostrou a sua fraqueza. A mulher revelou bem cedo, a sua dificuldade em obedecer. Ela conhecia a ordem de Deus, mas preferiu dar ouvidos a serpente, porque se negou a obedecer. N√£o foi Ad√£o o enganado da hist√≥ria, mas a mulher que se deixou enganar pela serpente e desobedeceu a lei de Deus (I Tm 2:14 e 15) - A √ļnica forma da mulher restabelecer a sua for√ßa est√° em permanecer na f√©, amor e santifica√ß√£o, com bom senso, cumprindo a sua miss√£o de m√£e, ou seja, cuidando da fam√≠lia, sabendo se colocar no seu lugar, por√©m, para a mulher comum, essa tarefa √© muito dif√≠cil, s√≥ consegue se submeter aquela que tem a Deus como primeiro em sua vida!

Assim como para a mulher é difícil se submeter a autoridade do homem, para ele, é difícil AMAR uma só mulher! O Homem foi criado para procriar, para exercer a função de provedor, para proteger a criação. Está na sua natureza o instinto de se multiplicar. Daí a razão de ser difícil ao homem natural, a monogamia. Igualmente, só consegue se dominar e ser feliz com uma só esposa, o homem que tem sua vida nas mãos de Deus.

Inconscientemente, agindo por seu instinto natural, autorit√°rio e dominador, e, conhecendo a fraqueza da mulher, o homem tende a agir sempre na defensiva (√© o seu instinto protetor se revelando), principalmente no relacionamento. √Č cada vez mais comum os homens optarem por viverem sozinhos, e os que casam, gritam primeiro para perguntar depois, n√£o √© verdade?! No √≠ntimo, o homem sabe que a mulher vai tentar desobedecer, vai questionar sua posi√ß√£o, ent√£o, usa a velha estrat√©gia: “A melhor defesa √© o ataque”. Ataca antes de ser atacado, para assim, mostrar sua for√ßa e autoridade, e dizer, subliminarmente a mulher, qual √© o seu lugar.

Mas, quando o casal √© de Deus, esta arma pode ser deixada de lado, porque ambos temem a Deus, a mulher saber√° ocupar o seu lugar de auxiliadora e respeitar√° ao seu marido e por conseq√ľ√™ncia disso, Deus pede ao marido que lhe retribua com o que ela precisa: Amor. Toda mulher quer ser amada, cuidada, protegida.

“Marido, ame a sua esposa e n√£o seja grosseiro com ela.”¬†(Colossenses 3:19)

√Č sempre bom relembrar… Amar √© fazer pelo outro aquilo que eu desejo para mim! Quando o marido ama sua esposa, ele cuida dela, deseja ver o bem dela, alimenta, protege, ampara, porque √© assim que ele faz a si mesmo. (Ef 5:28-30). Ele luta por ela, como Cristo luta pela sua igreja. A grosseria e os maus tratos n√£o fazem parte do car√°ter de Deus e tamb√©m n√£o devem fazer na vida daqueles que dizem ser de Deus.

“Maridos, v√≥s, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo considera√ß√£o para com a vossa mulher como parte mais fr√°gil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma gra√ßa de vida, para que n√£o se interrompam as vossas ora√ß√Ķes.”(I Pedro 3:7)

Quando o homem tamb√©m se nega a seguir as orienta√ß√Ķes divinas e n√£o trata a sua esposa com a considera√ß√£o que ela precisa, tem suas ora√ß√Ķes interrompidas. Quer dizer, at√© tenta falar com Deus, mas h√° um bloqueio, esse bloqueio se chama desobedi√™ncia. Ele sabe que est√° agindo errado perante Deus e n√£o consegue orar como conv√©m, d√° “gritos vazios”, logo, n√£o tem resposta. Talvez por isso que temos visto tantos maridos insatisfeitos no seio da igreja, porque n√£o conseguem viver a vida comum do lar, querem continuar a viver como solteiros, querem ser independentes, esqueceram que se casaram e agora tem uma alma constantemente sob sua responsabilidade.

O homem n√£o se casa apenas para procriar, para ter¬†rela√ß√Ķes sexuais l√≠citas, o projeto de Deus para o casamento √© que os dois se tornarem uma s√≥ carne. Por isso, √© preciso saber viver a vida comum do lar que envolve di√°logo, companheirismo, respeito, compreens√£o, compromisso, intimidade, uni√£o, harmonia e paz. Encontrando este equil√≠brio, eles passam a se conhecerem apenas pelo olhar, um sabe exatamente do que o outro precisa, est√£o juntos no mesmo “barco”, n√£o seguem a objetivos diferentes. S√£o lindos juntos, h√° um brilho diferente no olhar, principalmente quando se cruzam, h√° um sorriso de ternura entre os dois, angariam a admira√ß√£o dos filhos e todos a sua volta, testemunham com seu¬†casamento, o Deus que pregam!

“E, acima de tudo, tenham amor, pois o amor une perfeitamente todas as coisas.”¬†(Colossenses 3:14)

http://joiasdavida.com/2010/11/casamento-feliz9/

 

Temperamentos? - Col√©rico, Melanc√≥lico, Fleum√°tico, Sang√ľ√≠neo.

Quatro elementos? Fogo, Terra, √Āgua, Ar.

 

O QUE SÃO TEMPERAMENTOS?**
DE ONDE VÊM A TEORIA DOS QUATRO TEMPERAMENTOS?
“..; e depois do fogo uma voz mansa e delicada.” I Reis 19:12

Enquanto alguns se apegam aos quatro temperamentos, que derivam dos elementos da natureza, para justificar as suas a√ß√Ķes e atitudes, a B√≠blia mostra o contr√°rio, nos mostra, que o crente deve esperar unicamente no Senhor, pois de tempos em tempos surgem alguns “modismos”, que visam a confundir e iludir os crentes, desviando a sua aten√ß√£o para coisas e fatos que aparentemente n√£o t√™m nada a ver com a sua condi√ß√£o de¬†salvos, lavados e remidos¬†no Sangue precioso de Jesus Cristo.

Um destes “modismos” trata dos¬†temperamentos, nominando-os em quatro tipos, sem¬†nenhum respaldo ou base b√≠blica¬†para tal, e por isso cria teorias, filosofias, conceitos, teses e outras elucubra√ß√Ķes que n√£o levam absolutamente a lugar algum.

Essas teorias v√™em da¬†astrologia, do esoterismo e da psicologia¬†que¬†d√£o uma import√Ęncia secund√°ria para a quest√£o. O melhor √© confiar no poder do Senhor, trazendo-lhe “os nossos corpos em sacrif√≠cio vivo, santo e agrad√°vel a Deus, que √© o vosso culto racional” - Romanos 12:1 e 2.

OS “EVANG√ČLICOS” E OS QUATRO TEMPERAMENTOS
“Para que n√£o sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com ast√ļcia enganam fraudulosamente.” Ef√©sios 4:14

O Senhor Jesus em Mateus 11:30 diz: “…o meu jugo √© suave e o meu fardo √© leve”.¬†Por que ent√£o muitos buscam inventar f√≥rmulas “m√°gicas e milagrosas” para confundir e iludir aos crentes?

Devemos deixar que doutrinas inconsistentes afetem a nossa vida espiritual?

Devemos aceitar que algo que tem import√Ęncia secund√°ria para a ci√™ncia seja prioridade nas nossas vidas?

Como aceitar a teoria de Empédocles, se ela é usada para a leitura de horóscopos e do zodíaco? Podemos comparar esta doutrina com II Pedro 3:12?

Como podemos aceitar a teoria de Hipócrates diante de Gênesis 3:19, Jó 10:9, 34:15, Eclesiastes 3:20, 12:7 e Daniel 12:2?

Como aceitar que a teoria dos temperamentos está certa para a vida do crente se ela diz que o temperamento é hereditário? E se concordamos com esta afirmação, como fica II Coríntios 5:17?

A¬†B√≠blia¬†nos d√° liberdade para analisarmos situa√ß√Ķes e julgar aquilo que nos serve ou n√£o, I Cor√≠ntios 6:12 e 10:23, por√©m¬†n√£o¬†devemos estar apegados a¬†filosofias, conceitos e teorias que s√£o visivelmente contr√°rios √† Palavra de Deus.

Comparando II Cor√≠ntios 5:17 - v√™-se que o temperamento n√£o √© desculpa para o pecado. Imagine o seu pastor anunciando a voc√™ que o seu problema est√° baseado no fato de ser sang√ľ√≠neo, ou col√©rico, ou…

A melhor solu√ß√£o para superar todas as dificuldades de se compreender e se relacionar bem com todos os circundantes √© o amor. “No amor n√£o h√° medo, antes o perfeito amor lan√ßa fora o medo, porque o medo produz tormento. Aquele que teme n√£o √© aperfei√ßoado em amor.” - I Jo√£o 4:18 (Jehozadak A. Pereira¬†√Č jornalista e escritor).

 

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (2 Coríntios 5:17).

 

PAIS E FILHOS
Cl 3.21 “V√≥s, pais, n√£o irriteis a vossos filhos, para que n√£o percam o √Ęnimo.”

√Č obriga√ß√£o solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instru√ß√£o e a disciplina condizente com a forma√ß√£o crist√£. Os pais devem ser exemplos de vida e conduta crist√£s, e se importar mais com a salva√ß√£o dos filhos do que com seu emprego, profiss√£o, trabalho na igreja ou posi√ß√£o social (cf. Sl 127.3).
(1) Segundo a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instru√ß√Ķes de DEUS em muitos trechos do AT (ver Gn 18.19 .; Dt 6.7 .; Sl 78.5 .; Pv 4.1-4 .; 6.20 .), √© responsabilidade dos pais dar aos filhos cria√ß√£o que os prepare para uma vida do agrado do Senhor. √Č a fam√≠lia, e n√£o a igreja ou a Escola Dominical, que tem a principal responsabilidade do ensino b√≠blico e espiritual dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais no ensino dos filhos.
(2) A essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o coração dos filhos, a fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador (ver Lc 1.17 .).
(3) Na criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como também corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos filhos, com amor compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14, 21).
(4) Seguem-se quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a CRISTO:
(a) Dediquem seus filhos a DEUS no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
(b) Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justi√ßa e a odiar a iniq√ľidade. Incutam neles a consci√™ncia da atitude de DEUS para com o pecado e do seu julgamento contra ele (ver Hb 1.9 .).
(c) Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
(d) Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).
(e) Façam saber a seus filhos que DEUS está sempre observando e avaliando aquilo que fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
(f) Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em CRISTO, ao arrependimento e ao batismo em água (Mt 19.14).
(g) Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de DEUS, se mant√©m os padr√Ķes de retid√£o e o ESP√ćRITO SANTO se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o princ√≠pio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63; ver At 12.5 .).
(h) Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para DEUS (2Co 6.14-7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com CRISTO (Fp 3.20; Cl 3.1-3).
(i) Instruam-nos sobre a import√Ęncia do batismo no ESP√ćRITO SANTO (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
(j) Ensinem a seus filhos que DEUS os ama e tem um propósito específico para suas vidas (Lc 1.13-17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
(l) Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
(m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
(n) Previnam seus filhos sobre suportar persegui√ß√Ķes por amor √† justi√ßa (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em CRISTO JESUS padecer√£o persegui√ß√Ķes” (2Tm 3.12).
(o) Levem seus filhos diante de DEUS em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1, . sobre a oração de JESUS por seus discípulos, como modelo da oração dos pais por seus filhos).
(p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17 .).

O valor da esposa virtuosa

MULHER VIRTUOSA. Estes versículos descrevem a esposa e mãe ideal. Toda sua vida converge para um reverente temor de DEUS (v. 30), compaixão pelos necessitados (vv. 19,20) e dedicação e amor à sua família (v. 27). Certamente nem toda esposa e mãe tem todas as qualidades declaradas aqui. Mas toda esposa deve procurar servir a DEUS, à sua família e ao próximo conforme os talentos e os recursos materiais que DEUS lhe deu (ver Ef 5.22 .; 1 Tm 2.15).

 

Respeito aos pais

FILHOS, SEDE OBEDIENTES. Os filhos de crentes devem permanecer sob a orientação dos pais, até se tornarem membros doutra unidade familiar através do casamento. (1) As crianças pequenas devem ser ensinadas a obedecer e a honrar os pais, mediante a criação na disciplina e doutrina do Senhor (ver 6.4 .; Pv 13.24; 22.6 .; ver a . seguinte). (2) Os filhos mais velhos, mesmo depois de casados, devem receber com respeito, o conselho dos pais (v. 2) e honrá-los na velhice, mediante cuidados e ajuda financeira, conforme a necessidade (Mt 15.1-6). (3) Os filhos que honram seus pais serão abençoados por DEUS, aqui na terra e na eternidade (v. 3).

 

O olhar do crente.

De acordo com 1Jo 2.16, três aspectos do mundo pecaminoso são abertamente hostis a DEUS:
(a) “A concupisc√™ncia da carne”, que inclui os desejos impuros e a busca de prazeres pecaminosos e a gratifica√ß√£o sensual (1Co 6.18; Fp 3.19; Tg 1.14).
(b) “A concupisc√™ncia dos olhos”, que se refere √† cobi√ßa ou desejo descontrolado por coisas atraentes aos olhos, mas proibidas por DEUS, inclusive o desejo de olhar para o que d√° prazer pecaminoso (√äx 20.17; Rm 7.7). Nesta era moderna, isso inclui o desejo de divertir-se contemplando pornografia, viol√™ncia, impiedade e imoralidade no teatro, na televis√£o, no cinema, ou em peri√≥dicos (Gn 3.6; Js 7.21; 2 Sm 11.2; Mt 5.28).¬†Pv 23.5 Porventura fixar√°s os teus olhos naquilo que n√£o √© nada? porque certamente criar√° asas e voar√° ao c√©u como a √°guia.
(c) “A soberba da vida”, que significa o esp√≠rito de arrog√Ęncia, orgulho e independ√™ncia auto-suficiente, que n√£o reconhece DEUS como Senhor, nem a sua Palavra como autoridade suprema. Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si mesma, julgando n√£o depender de ningu√©m (Tg 4.16).

 

O FRUTO DO ESP√ćRITO.
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver √≠ntegro e honesto que a B√≠blia chama “o fruto do ESP√ćRITO”. Esta maneira de viver se realiza no crente √† medida que ele permite que o ESP√ćRITO dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunh√£o com DEUS (ver Rm 8.5-14; 8.14; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).
O fruto do ESP√ćRITO inclui:
(1)¬†”Caridade” (amor)¬†(gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).
(2)¬†”Gozo”¬†(gr. chara), i.e., a sensa√ß√£o de alegria baseada no amor, na gra√ßa, nas b√™n√ß√£os, nas promessas e na presen√ßa de DEUS, b√™n√ß√£os estas que pertencem √†queles que cr√™em em CRISTO (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).
(3)¬†”Paz”¬†(gr. eirene), i.e., a quietude de cora√ß√£o e mente, baseada na convic√ß√£o de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).
(4)¬†”Longanimidade”¬†(gr. makrothumia), i.e., perseveran√ßa, paci√™ncia, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).
(5)¬†”Benignidade”¬†(gr. chrestotes), i.e., n√£o querer magoar ningu√©m, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).
(6)¬†”Bondade”¬†(gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retid√£o, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreens√£o e na corre√ß√£o do mal (Mt 21.12,13).
(7)¬†”F√©”¬†(gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabal√°vel a algu√©m com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
(8)¬†”Mansid√£o”¬†(gr. prautes), i.e., modera√ß√£o, associada √† for√ßa e √† coragem; descreve algu√©m que pode irar-se com eq√ľidade quando for necess√°rio, e tamb√©m humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansid√£o de JESUS, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Mois√©s, cf. Nm 12.3 com √äx 32.19,20).
(9)¬†”Temperan√ßa”¬†(gr. egkrateia), i.e., o controle ou dom√≠nio pr√≥prio sobre nossos pr√≥prios desejos e paix√Ķes, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; tamb√©m a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5), tamb√©m no controle da vida financeira.
O ensino final de Paulo sobre o fruto do ESP√ćRITO √© que n√£o h√° qualquer restri√ß√£o quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode - e realmente deve - praticar essas virtudes continuamente. Nunca haver√° uma lei que lhes impe√ßa de viver segundo os princ√≠pios aqui descritos.

 

O DINHEIRO PODE SER BÊNÇÃO

Talvez a palavra dinheiro e o verbo comprar sejam os mais usados nos lares. Entretanto, a má atitude de algum membro da família com relação ao dinheiro pode prejudicar a todos. Mas, se houver bom ensinamento e boa administração financeira, certamente o dinheiro será bênção.

***√Č necess√°rio uni√£o e compreens√£o entre os membros da fam√≠lia. Se todos tiverem afei√ß√£o e confian√ßa entre si, se houver altru√≠smo, toler√Ęncia e respeito como base para seu relacionamento, a fam√≠lia conseguir√° superar seus problemas financeiros. √Č preciso que todos saibam fazer a diferen√ßa entre aquilo que √© necess√°rio e o que √© sup√©rfluo, I Tm. 6: 8, cooperando-se mutuamente.

***Deve-se ter uma atitude equilibrada com rela√ß√£o ao dinheiro. Ele n√£o deve ser encarado como um fim em si mesmo. √Č apenas um meio pelo qual se alcan√ßam alguns valores da vida. Por outro lado, n√£o podemos minimizar sua import√Ęncia. √Č justo que se trabalhe, se esforce e que se poupe certa quantidade para momentos imprevis√≠veis e para outras necessidades da vida. Economizar visando a um futuro melhor para os filhos √© um dever dos pais, e os filhos aprender√£o a gastar construtivamente e a dar a devida import√Ęncia ao dinheiro.

***Determina√ß√£o de viver dentro dos rendimentos. Precau√ß√Ķes devem ser tomadas para que as despesas do lar n√£o ultrapassem ao que se ganha. Se h√° descontrole nas finan√ßas, se os pais excedem nos gastos, √© claro que no final do m√™s haver√° dificuldades financeiras.

 

1 CR√ĒNICAS 29.12,14= E riquezas e gl√≥ria v√™m de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua m√£o h√° for√ßa e poder; e na tua m√£o est√° o engrandecer e dar for√ßa a tudo. Porque quem sou eu, e quem √© o meu povo, que tiv√©ssemos poder para t√£o voluntariamente dar semelhantes coisas? Porque tudo vem de ti, e da tua m√£o to damos.

 

A tecnologia ocupou o lugar da sabedoria 

A tecnologia é uma ferramenta muito boa. Quem não gosta do que a tecnologia tem dado para o homem? Porém, quando a tecnologia toma o lugar da sabedoria, ela se torna perigosa. Isso é o que está acontecendo principalmente no meio evangélico. Igrejas e pastores estão trocando a sabedoria pela tecnologia.  Faz o homem depender não de DEUS, mas dos efeitos tecnológicos. A oração e a leitura da Palavra de DEUS tem ficado em segundo plano.

Grande parte dos evangélicos confia muito mais nos efeitos que a tecnologia faz do que na oração e comunhão com DEUS. Um dos Faraós do Egito reclamou da invenção da escrita, dizendo que a mesma iria atrofiar a memória. Não podemos ser tecnofóbicos, por um lado, ou seja, ter medo da tecnologia, nem podemos ser tecnodólatra,  ou seja, colocar a tecnologia em primeiro lugar.   

1 TIM√ďTEO 6.9,10= Mas os que querem ser ricos caem em tenta√ß√£o, e em la√ßo, e em muitas concupisc√™ncias loucas e nocivas, que submergem os homens na perdi√ß√£o e ru√≠na. Porque o amor do dinheiro √© a raiz de toda esp√©cie de males; e nessa cobi√ßa alguns se desviaram da f√© e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
ESTEJAMOS… CONTENTES. Os crentes devem estar satisfeitos, tendo as coisas essenciais desta vida, como alimento, vestu√°rio e teto. Caso surjam necessidades financeiras espec√≠ficas, devemos confiar na provid√™ncia de DEUS (Sl 50.15), enquanto continuamos a trabalhar (2 Ts 3.7,8), a ajudar os necessitados (2 Co 8.2,3), e servir a DEUS com contribui√ß√Ķes generosas (2 Co 8.3; 9.6,7). N√£o devemos querer ficar ricos (vv. 9-11).

 

A mídia trabalha em cima de mensagens subliminares:

A mídia trabalha em cima de mensagens subliminares que levam o consumidor desavisado a desejar e comprar até o que não desejaria ou não precisaria, apenas pelo prazer de comprar ou de possuir o que outro tem, ou ainda não conseguiu adquirir.

A vitrines est√£o abertas e chamativas ao consumo exagerado; Ao consumismo exagerado; Ao gasto excessivo; Ao endividamento.

 

O CRISTÃO E AS FINANÇAS

CUIDADO COM O CART√ÉO DE CR√ČDITO - PARA PAGAR D√ćVIDAS √Č S√ď REDUZIR DESPESAS,

“… a vida de um homem n√£o consiste na abund√Ęncia dos bens que ele possui”¬†(Lucas 12:15).

“Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abund√Ęncia nunca se farta da renda”¬†(Ec 5:10).

“Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as cousas que tendes”¬†(Hebreus 13:5).

“Ent√£o, direi √† minha alma: tens em dep√≥sito muitos bem para muitos anos; descansa, come, bebe, e regala-te”¬†(Lucas 12:19). Mas Deus replicou:¬†”Louco, esta noite te pedir√£o a tua alma; e o que tens preparado, para quem ser√°?”

“Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para v√≥s outros bolsas que n√£o desgastem, tesouro inextingu√≠vel nos c√©us, onde n√£o chega o ladr√£o, nem a tra√ßa consome”¬†(Lucas 12:33).

“Porque onde est√° o vosso tesouro, a√≠ estar√° tamb√©m o vosso cora√ß√£o”¬†(Lucas 12:34).

“Porque o amor ao dinheiro √© a raiz de toda esp√©cie de males; e nessa cobi√ßa alguns se desviaram da f√© e¬† se¬†traspassaram a si mesmos com muitas dores” (1 Tm 6.10).

No lar, no trabalho e o fisco. 

Em todos os setores de nossa vida devemos estar sob o total controle do ESP√ćRITO SANTO, isto significa estar em comunh√£o com o ESP√ćRITO SANTO (2 Co 13.13).

2.1=Motivos errados:¬†avareza, cobi√ßa e inveja (Prov√©rbios 23:1-5; Tiago 4:2-4). Em vez de trabalhar e exercer dom√≠nio pr√≥prio para poupar dinheiro e comprar √† vista, pessoas se enganam e pagam presta√ß√Ķes para obter as coisas imediatamente.

2.2=Procedimento errado:¬†desonestidade. A pessoa que promete pagar √© obrigada cumprir a promessa. Aquele que promete e n√£o paga est√° pecando. Quem promete quando sabe que n√£o tem condi√ß√Ķes para pagar √© um mentiroso indigno da voca√ß√£o a que fomos chamados (Ef√©sios 4:1,25; Mateus 5:37).

2.3=Vida desordenada:¬†falta de administra√ß√£o. Ao inv√©s de cuidar das suas obriga√ß√Ķes como Deus mandou, o devedor acaba sendo dominado por outros (Prov√©rbios 22:7). Falta dom√≠nio pr√≥prio, uma das qualidades essenciais da vida crist√£ (G√°latas 5:23; 2 Pedro 1:6).

a) Evitar dívidas fora do seu alcance. 

As vitrines das lojas são de vidro transparentes para que ao passar as pessoas tenham vontade de comprar, as prateleiras dos melhores produtos nos supermercados são no fundo para que ao voltar as pessoas venham a pegar os outros produtos que nem precisam, mas compram por que vêem.

√Č a concupisc√™ncia dos olhos.

Tg 1.14 Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência;

1 Jo 2.16 Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.


b) Evitar extremos.  

1 Tm 6.9 Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.


c) Comprar à vista, se possível. 

Fazendo um bom planejamento de seu salário, sendo fiel a DEUS em seus dízimos e ofertas, provavelmente você não precisará comprar a prazo, evitando assim os altíssimos juros que estão embutidos nos preços.


d) Não ficar por fiador. 

Ficar por fiador de alguém é dever a conta deste alguém até que o mesmo a pague e isto vai trazer preocupação à sua família, a você e ao credor, pois hoje ninguém mais tem garantia de que estará empregado amanhã.


e) Pagar os impostos. 

Os impostos são taxas de serviço cobradas pelos governos municipal, estadual e federal; devendo o crente não ser achado como ladrão do governo.


f) Pagar o salário do trabalhador. 

Tg 5.4 Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos.

Voc√™ sempre sabe o que seu filho est√° estudando no col√©gio ou institui√ß√£o de ensino que ele freq√ľenta?

Por exemplo podemos pensar nas cartilhas que o governo anda distribuindo nos colégios - muitos desses folhetos ensinam masturbação, iniciação a drogas e iniciação a prostituição. Você já pegou uma dessas cartilhas com seus filhos? Existem até folhetos que são para serem escondidos dos pais (como o que ensina como usar drogas). Mostramos acima apenas as figuras mais simples, existem outras implubicáveis.

http://ipco.org.br/home/noticias/cartilha-para-estimular-a-pratica-homossexual-nas-escolas

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/monteiro-lobato-nao-pode-ja-a-pornografia/

 

INTERAÇÃO 

Foi no √Čden que a fam√≠lia vivenciou seu primeiro e maior conflito. A conseq√ľ√™ncia desta desordem √© sentida at√© hoje em todos os lares. Por√©m, DEUS n√£o foi pego de surpresa com o pecado do homem e j√° no √Čden providenciou a solu√ß√£o para as fam√≠lias e para a iniq√ľidade: JESUS CRISTO. O Filho de DEUS veio ao¬†mundo como um beb√™ e experimentou a vida familiar. Atualmente, em JESUS, as fam√≠lias podem resolver seus conflitos. Com o amor verdadeiro no¬†cora√ß√£o, que √© resultado da¬†gra√ßa divina, poderemos n√£o¬†somente vencer, mas evitar as confus√Ķes. Para¬†isto precisamos convidar JESUS a fazer do nosso lar sua morada permanente. Que o Filho de DEUS tenha a primazia em¬†nossos lares.

 

OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Elencar alguns fatores que podem gerar conflitos entre os c√īnjuges.¬†

Analisar os resultados das atividades profissionais dos pais.

Compreender a import√Ęncia da fidelidade conjugal no casamento.¬†

 

ORIENTA√á√ÉO PEDAG√ďGICA

Professor, reproduza, conforme as suas possibilidades, o quadro abaixo. Inicie¬†a aula com a seguinte indaga√ß√£o: “Quais s√£o os principais conflitos vivenciados pelas fam√≠lias na atualidade?” Ou√ßa os alunos com aten√ß√£o. √Ä medida que forem falando, v√° preenchendo a primeira coluna do¬†quadro. Depois fa√ßa a segunda pergunta: “Como podemos vencer esses conflitos?” Ou√ßa as respostas e preencha a segunda coluna do¬†quadro. Conclua a atividade orando com os alunos e pedindo que DEUS d√™ sabedoria para que os conflitos que tentam assolar as fam√≠lias sejam sanados com discernimento e prud√™ncia.¬†

 

A FAM√ćLIA E SEUS CONFLITOS
PRINCIPAIS CONFLITOS

DA FAM√ćLIA ATUAL

COMO PODEMOS VENCÊ-LOS
   
   
   
   

 

PALAVRA-CHAVE - CONFLITO - Embate, Discuss√£o acompanhada de inj√ļrias e amea√ßas; desaven√ßa.

 

RESUMO DA¬†LI√á√ÉO 5 - CONFLITOS NA FAM√ćLIA¬†

I.¬†DESENTENDIMENTO ENTRE OS C√ĒNJUGES¬†

1. Temperamentos diferentes. 

2. Fatores que trazem conflitos. 

a) Falta de confiança.

b) Tratamento grosseiro.

c) Dívidas.

d) Infidelidade.

II. ATIVIDADES PROFISSIONAIS DOS PAIS 

1. A mulher no mercado de trabalho.

2. A ausência dos pais prejudica a criação dos filhos.  

III. M√Ā¬†EDUCA√á√ÉO¬†DOS¬†FILHOS¬†

1. Educação prejudicada.

2. Quem s√£o os professores?

3. Falta de estrutura espiritual e moral.

 

SINOPSE DO T√ďPICO (1)¬†Falta¬†de confian√ßa, tratamento grosseiro, d√≠vidas e infidelidade podem causar conflitos familiares.¬†

SINOPSE DO T√ďPICO (2)¬†Os pais podem¬†trabalhar fora, todavia, n√£o podem descuidar da¬†educa√ß√£o de¬†seus filhos. A educa√ß√£o dos filhos deve ser prioridade.¬†

SINOPSE DO T√ďPICO (3)¬†A aus√™ncia de DEUS √© o inimigo n√ļmero um do lar. JESUS, o maior educador de todos os tempos, precisa estar presente em nossos lares¬†

 

AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO I¬†-¬†Subs√≠dio Devocional

“Zelo B√≠blico como Relacionamento

N√≥s¬†acreditamos que o companheirismo permanece sendo o prop√≥sito prim√°rio do¬†casamento. Apesar de todas as coisas maravilhosas que DEUS criou no¬†jardim do √Čden, elas eram inadequadas para suprir as necessidades de Ad√£o. Nenhum dos animais, espl√™ndidos como devem ter sido antes da¬†queda, podiam oferecer uma companhia adequada para ele. Naquele momento o Senhor criou a primeira fam√≠lia. Em G√™nesis 2.18, DEUS disse: ‘N√£o √©¬†bom que o¬†homem esteja s√≥; far-lhe-ei uma adjutora que esteja diante dele.’ Aqui est√° de novo - paternidade segue a¬†parceria. Paternidade depende de fidelidade. O papel estrat√©gico do relacionamento marido/esposa no¬†casamento estabelece um¬†ponto central no alvo familiar. tudo mais √© secund√°rio. tudo o mais √© inferior, porque quando o companheirismo n√£o funciona, a fam√≠lia n√£o pode funcionar.

N√≥s, pais, permanecemos no pin√°culo estabelecido por DEUS, em nossa unidade familiar, por isso somos ao mesmo tempo gratos, temerosos e esperan√ßosos no¬†que se refere a nossa tarefa de lideran√ßa e ao nosso zelo divino (cuidado estabelecido pela alian√ßa) por nossos relacionamentos no casamento” (GANGEl, Kenneth O. & GANGEl, Jefrey S. Aprenda a¬†ser Pai¬†com o Pai: Tornando-se o pai que DEUS quer que voc√™ seja. 1.ed.¬†Rio¬†de Janeiro: CPAD, 2004, pp.72-3).¬†

 

AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO II¬†-¬†Subs√≠dio Bibliol√≥gico

“Esta¬†passagem [Ef 5.19-21] tem sido deturpada e fica quase irreconhec√≠vel em algumas interpreta√ß√Ķes. Muitas vezes ou√ßo pessoas fazendo malabarismos com essa passagem em favor daquele vers√≠culo que diz¬†que as esposas t√™m que se submeter aos seus maridos - que os homens s√£o o cabe√ßa da casa. Mas pegar esse vers√≠culo isolado da passagem anterior destr√≥i o¬†significado da Escritura. N√≥s podemos ser tentados a controlar os outros, para transform√°-los em alguma esp√©cie de¬†imagem que n√≥s formamos. Mas este tipo de intoler√Ęncia n√£o √© o que Paulo est√° falando. A id√©ia de Paulo era¬†que maridos e esposas devem submeter-se mutuamente. Eles devem ser sens√≠veis √†s necessidades um do¬†outro e fazer o poss√≠vel para alcan√ß√°-las. Eles precisam ver¬†seus c√īnjuges como distintos, como independentes deles, com necessidades peculiares, e n√£o devem controlar ou dominar o esposo, ou¬†a esposa, ou¬†dizer a eles como devem viver. tamb√©m n√£o devem viver inteiramente separados do¬†seu parceiro. Paulo idealizou uma intera√ß√£o √≠ntima e santa entre marido e mulher: ‘Assim¬†tamb√©m v√≥s, cada um em particular, ame a sua pr√≥pria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido’ (Ef 5.33)” (HAWKINS, David. 9 Erros Cr√≠ticos que Todo Casal Comete: Identifique as Armadilhas e Descubra a Ajuda de¬†DEUS. 3.ed. Rio de¬†Janeiro: CPAD, 2010, p.93).

 

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 

ADEI, Stephen. Seja o Líder que sua Família Precisa. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. GANGEl, Kenneth O. & GANGEl, Jefrey S. Aprenda a ser Pai com o Pai. Tornando-se o pai que DEUS quer que você seja.1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004. 

 

SAIBA MAIS¬†-¬†Revista Ensinador Crist√£o¬†-¬†CPAD, n¬ļ 54, p.38.

 

AJUDA

CPAD -¬†http://www.cpad.com.br/¬†- B√≠blias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - B√≠blia de Estudos Pentecostal.

V√ćDEOS da EBD na TV, DE LI√á√ÉO INCLUSIVE -¬†http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

B√ćBLIA ILUMINA EM CD - B√ćBLIA de Estudo NVI EM CD - B√ćBLIA Thompson EM CD.

Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD

Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.
Comentário Bíblico NVI - EDITORA VIDA.
Revista Ensinador Crist√£o - n¬ļ 53 - CPAD.
Comentário Bíblico Beacon, v.5 - CPAD.

GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA

ELISSEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento. VIDA.

CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo. 

STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD

AS GRANDES DEFESAS DO CRISTIANISMO - CPAD - Jéfferson Magno Costa

O NOVO DICION√ĀRIO DA B√ćBLIA - Edi√ß√Ķes Vida Nova - J. D. Douglas

Tesouro de Conhecimento Bíblico - Emílio Conde - CPAD

http://www.gospelbook.net

www.ebdweb.com.br

http://www.escoladominical.net

http://www.portalebd.org.br/

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao05-dns-malesdoconsumismo.htm

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao11eticaefinancas.htm

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    Luiz Henrique de Almeida Silva
    Escreveu:

    Os vídeos estão em http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

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