Wordpress Themes

Gerados pela Palavra da Verdade - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabug√°, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LI√á√ÉO 04 - GERADOS PELA PALAVRA DA VERDADE - 3¬ļ TRIMESTRE 2014

(Tg 1.9-11,16-18)

INTRODUÇÃO

O evangelho tem o poder de fazer o pecador ser transformado em uma nova criatura (II Co 5.17). Em Tiago 1.18 vemos o ap√≥stolo, ensinar que a Palavra de Deus √© o instrumento usado para promover essa transforma√ß√£o radical no homem. Nesta li√ß√£o, traremos uma defini√ß√£o da palavra “regenera√ß√£o” e quais os instrumentos que a produz; destacaremos qual a import√Ęncia dessa interven√ß√£o divina na vida humana; e tamb√©m sobre qual deve ser o comportamento daqueles que passaram por essa experi√™ncia sobrenatural.

I - A DOUTRINA DA REGENERAÇÃO

Em Tiago 1.18 o ap√≥stolo nos fala sobre uma das doutrinas que comp√Ķe a soteriologia (doutrina da salva√ß√£o) que √© a regenera√ß√£o. A palavra regenera√ß√£o no grego √© “palinginesia” formada da express√£o p√°lin”, “novamente”, e “g√©nesis”, “nascimento”, significa portanto “novo nascimento”. √Č o “milagre que se d√° na vida de quem aceita a Cristo, tornando-o participante da vida e natureza divinas. Atrav√©s da regenera√ß√£o, conhecida tamb√©m como convers√£o e novo nascimento o homem passa a desfrutar de uma nova realidade espiritual” (ANDRADE, 2006, p. 317 - acr√©scimo nosso). “A regenera√ß√£o transfere o individuo de sua condi√ß√£o de pecado e morte espirituais para um estado renovado de santidade e de vida. √Č nessa mesma linha que a B√≠blia fala sobre o individuo regenerado como “nova criatura” (II Co 5.17). De acordo com Paulo (Gl 6.15), o que realmente importa √© ser uma nova cria√ß√£o. Por isso, o crente √© exortado a se revestir “do novo homem, criado segundo Deus, em justi√ßa e retid√£o procedentes da verdade” (Ef 4.24). O novo nascimento tamb√©m √© descrito como uma “gera√ß√£o” (Tg 1.18), e como uma “vivifica√ß√£o” (Jo 5.21 e Ef 2.5). Do crente √© dito que ele √© um “ressurreto dentre os mortos” (Rm 6.13), e tamb√©m que ele √© “feitura de Deus” (Ef 2.10)” (CHAMPLIN, 2004, p. 613). Abaixo destacaremos quais os dois instrumentos divinos que promovem o novo nascimento:

1.1 A Palavra de Deus. O Mestre Jesus ensinou que o novo nascimento √© operado atrav√©s da Palavra de Deus “Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que n√£o NASCER DA √ĀGUA […], n√£o pode entrar no reino de Deus” (Jo 3.5). A √°gua a que Jesus se refere aqui √© s√≠mbolo da Palavra (Jo 15.3; Ef 5.26). A Palavra de Deus √© a divina semente (I Pe 1.23). Quando ela √© aplicada em nosso cora√ß√£o pelo Esp√≠rito Santo, acontece o milagre do novo nascimento. √Č o que Tiago nos diz: “Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que f√īssemos como prim√≠cias das suas criaturas” (Tg 1.18). A express√£o “palavra da verdade” refere-se ao evangelho (II Co 6.7; Cl 1.5; II Tm 2.15). Normalmente no NT, o voc√°bulo “palavra” indica a mensagem crist√£. O uso mais comum √© “palavra de Deus” (At 6.2; 8.14; 13.46; 18.11; Rm 9.6; I Co 14.36; Ef 6.17; II Tm 2.9).

1.2 O Esp√≠rito Santo. “Quando se referia √† regenera√ß√£o, Jo√£o, o ap√≥stolo, sempre a descreveu como um nascimento da parte de Deus (Jo 1.13). Destaca-se nisso a origem do novo nascimento, na atividade do Espirito Santo. E a men√ß√£o ao vento mostra que se trata de algo sobrenatural (Jo 3.8). As ideias de “novidade”, de “regenera√ß√£o” e da “origem sobrenatural do Esp√≠rito” aparecem em Tito 3.5, onde se l√™ que a salva√ß√£o ocorre “mediante o lavar regenerador e renovador do Esp√≠rito Santo”. Tendo estado morta em suas transgress√Ķes e pecados (Ef 2.1,5), cega e indiferente para com as realidades do Espirito de Deus (I Co 2.14), incapaz de fazer OBRAS MERIT√ďRIAS da salva√ß√£o (II Tm 1.9; Tt 3.5), a pessoa, embora at√© ent√£o corrompida pelo pecado, √© recriada em Cristo Jesus” (CHAMPLIN, 2004, p. 613 -acr√©scimo nosso).

II - A IMPORT√āNCIA DO NOVO NASCIMENTO

“O pecador, antes, escravizado pela pr√≥pria carne, agora, pelo novo nascimento, tornou-se um filho de Deus (Jo 1.12), um ser liberto, s√ļdito do Reino de Deus (Jo 3.5; Ef 2.19). Tudo aconteceu porque o Esp√≠rito Santo agora habita nele (I Co 3.16; 6.19; Rm 8.9), e exerce dom√≠nio sobre ele, o que deu origem √† transforma√ß√£o do seu car√°ter. O homem recebe, pois, pela regenera√ß√£o, tanto uma nova dire√ß√£o sobre sua vida, como poder de Deus para seguir essa dire√ß√£o. O homem regenerado sente que agora: (a) seu pensamento mudou; ele pensa diferentemente de conformidade com a vontade de Deus (Cl 3.10; Fp 4.8); (b) seu entendimento se abriu para as coisas de Deus, pois antes n√£o as entendia (I Co 2.15; II Co 4.6) e Deus o renova para o conhecimento (Cl 3.10); (c) o seu sentimento registra o gozo pela presen√ßa de Deus (Sl 16.11). Agora ele ama a Deus (I Jo 4.19) e aos irm√£os (I Jo 3.14); (d) a sua vontade, que antes era escravizada pela carne (Ef 2.2,3; Is 53.6), conforma-se com a vontade de Deus (Mt 6.10; I Pe 1.22; 4.2; At 13.22); e (e) a sua consci√™ncia, agora purificada (Hb 9.14), torna-se sens√≠vel a dire√ß√£o de Deus (Rm 2.15)” (BERGST√ČN, 2007, p. 178 -acr√©scimo nosso).

III - O COMPORTAMENTO DOS QUE NASCERAM DE NOVO

Predominava entre os judeus a ideia de que as riquezas eram um sinal do favor especial de Deus. Em Tiago 1.9-11 encontramos o ap√≥stolo exortando os crist√£os ricos e os pobres contra essa ideia err√īnea, visto que agora eram novas criaturas (Tg 1.18). A igreja do primeiro s√©culo, tal qual nos dias atuais, era composta de pessoas de diferentes classes sociais, conforme nos relata Lucas (At 2.44,45; At 6; I Co 16.1-3). A orienta√ß√£o apost√≥lica nos faz entender que, como crist√£os, pobres e ricos, apesar de sua condi√ß√£o financeira, sua alegria deveria estar no Senhor (Tg 1.9-11).

3.1 O evangelho d√° ao pobre um novo sentido de seu pr√≥prio valor (Tg 1.9). O ap√≥stolo adverte os crist√£os pobres que n√£o se achem inferiores aos irm√£os ricos por causa das suas necessidade, pois ainda que pade√ßa por n√£o usufruir de prosperidade material, possuem uma riqueza nos c√©us “Mas o irm√£o de condi√ß√£o humilde glorie-se na sua exalta√ß√£o” (Tg 1.9 - ARA - Almeida Revista e Atualizada). A express√£o “condi√ß√£o humilde” usada no referido texto alude a condi√ß√£o financeira fraca, √† sua pobreza; e isso, naturalmente obriga-o a ajustar-se a um n√≠vel inferior da escala social, devido ao tipo de sociedade em que vivemos, tornando-se menos bem quisto como pessoa. O crente pobre tem sua “exalta√ß√£o” apesar de sua “humildade” em recursos financeiros e em posi√ß√£o social. A dignidade de tal crente consiste nas riquezas morais de sua presente experi√™ncia espiritual (Ef 1.3-7; I Pe 2.9,10); e no que ele espera receber no porvir (Lc 10.20; Fp 3.20; II Tm 4.8).

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

TV EBD - Gerados pela Palavra da Verdade - EV. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - Gerados pela Palavra da Verdade. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 4 - 3T/2014

2ª Parte - Lição 4 - 3T/2014

3ª Parte - Lição 4 - 3T/2014

4ª Parte - Lição 4 - 3T/2014

5ª Parte - Lição 4 - 3T/2014

6ª Parte - Lição 4 - 3T/2014

converter em pdf.

Question√°rio - Gerados pela Palavra da Verdade - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 4 - Gerados Pela Palavra da Verdade

Responda conforme a revista da CPAD do 3¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: F√Č E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Crist√£ Aut√™ntica

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“Sendo de novo gerados, n√£o de _______________________ corrupt√≠vel, mas da incorrupt√≠vel, pela _______________________ de DEUS, viva e que permanece para _______________________” (1 Pe 1.23).

 

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

Somente aqueles que foram ________________________ pela ________________________ da Verdade s√£o _______________________ pelo ESP√ćRITO SANTO.

 

I. A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS DA IGREJA (Tg 1.9-11)

3- Como era a classe dos pobres na Igreja do primeiro século?

(    ) A Igreja do primeiro século era constituída por três distintas classes sociais: a dos pobres, a dos sacerdotes e a dos ricos, tendo evidentemente mais pobres em sua composição.

(    ) Do ponto de vista social, a pobreza exclui o ser humano dos direitos básicos necessários à sua subsistência.

(    ) Não é difícil reconhecer que a Igreja do primeiro século era constituída por duas classes sociais: a dos pobres e a dos ricos, tendo evidentemente mais pobres em sua composição.

(    ) Uma vez que não podemos fazer acepção de pessoas, os pobres daquela época, que foram gerados pela Palavra e inseridos no corpo  de CRISTO - a Igreja - tinham motivos de alegrar-se no Senhor, pois além do novo nascimento, eles eram acolhidos pela igreja local.

 

4- Como eram os ricos na Igreja Antiga?

(¬†¬†¬† ) √Č poss√≠vel o irm√£o rico ser gerado pela Palavra e tornar-se um filho de DEUS? N√£o, claro. Ele encontrarar√° maior dificuldade para desprender-se de suas riquezas.

(¬†¬†¬† ) Por vezes, os ricos s√£o identificados na B√≠blia como judeus propriet√°rios de muitos bens e que negligenciavam as obriga√ß√Ķes que pesam sobre os que desfrutam de tal condi√ß√£o.

(    ) Por suas atitudes, eles eram frequentemente repreendidos pelas Escrituras.  

(¬†¬†¬† ) Os ricos e abastados t√™m a tend√™ncia a desenvolverem a arrog√Ęncia, a autossufici√™ncia e a postura de senhores poderosos, que pensam poder comprar as pessoas a qualquer pre√ßo.

(    ) As Escrituras são claras em afirmar que o Reino de DEUS não pode ser comprado por dinheiro algum.

(¬†¬†¬† ) √Č poss√≠vel o irm√£o rico ser gerado pela Palavra e tornar-se um filho de DEUS? Sim, claro. Por√©m, ele pode encontrar maior dificuldade para desprender-se de suas riquezas.

(¬†¬†¬† ) √Č imprescind√≠vel que os mais abastados compreendam que ap√≥s entregarem-se a CRISTO, obedecer√£o ao mesmo Evangelho a que os irm√£os pobres submetem-se.

(    ) Aqui, torna-se ainda mais clara a verdade bíblica: para DEUS não há acepção de pessoas.

 

5- Perante DEUS, pobres e ricos s√£o iguais. Complete:

A igreja local deve receber a _______________________ no esp√≠rito do Evangelho, isto √©, como membros da _______________________ de DEUS, pois atrav√©s da salva√ß√£o em CRISTO, independentemente da condi√ß√£o social, todos t√™m a DEUS como _______________________ (Rm 8.14), e a JESUS como _______________________ (Lc 8.21). Somos coerdeiros, juntamente com CRISTO, de uma heran√ßa _______________________ (1 Pe 1.4), pertencentes √† santa _______________________ de DEUS (Ef 2.19) e cidad√£os de um reino imut√°vel (Hb 12.28). Na fam√≠lia de DEUS h√° lugar para todo ser humano ________________________ por CRISTO. Portanto, o irm√£o pobre e o irm√£o rico n√£o devem se ________________________ de suas condi√ß√Ķes sociais. Se o Evangelho alcan√ßou seus cora√ß√Ķes, o rico saber√° ________________________ o que fazer com a sua riqueza. E o pobre, de igual forma, como viver√° sua pobreza. O importante √© que CRISTO em tudo seja _______________________!

 

II. DEUS S√ď FAZ O BEM (Tg 1.16,17)

6- O que quer dizer a express√£o: “N√£o erreis” (v.16)?

(¬†¬†¬† ) Com essa advert√™ncia o meio-irm√£o do Senhor est√° afirmando a doutrina da “santidade eterna” ou perfeccionista: a de que o homem, uma vez remido, n√£o mais pecar√°.

(¬†¬†¬† ) Com essa advert√™ncia o meio-irm√£o do Senhor n√£o est√° afirmando a doutrina da “santidade plena” ou perfeccionista: a de que o homem, uma vez remido, n√£o mais pecar√°.

(¬†¬†¬† ) Tal palavra tem como prop√≥sito conclamar o crente a n√£o dar ouvidos √† “voz” da concupisc√™ncia carnal.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Gerados pela Palavra da Verdade - Ev. Luiz Henrique

LI√á√ēES B√ćBLICAS - 3¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: F√Č E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Crist√£ Aut√™ntica

Coment√°rio: Pr. Eliezer de Lira e Silva
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Question√°rio

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO √ĀUREO

“Sendo de novo gerados, n√£o de semente corrupt√≠vel, mas da incorrupt√≠vel, pela palavra de DEUS, viva e que permanece para sempre” (1 Pe 1.23).

 

VERDADE PR√ĀTICA

Somente aqueles que foram gerados pela Palavra da Verdade s√£o guiados pelo ESP√ćRITO SANTO.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - 1 Pe 4.12,13 - Alegrai-vos com a provação

Terça - Lm 5.21 - Nossa oração pelo perdão

Quarta - Jo 3.3 - Novo nascimento e Reino de DEUS

Quinta - 1 Jo 5.4 - A vitória sobre o mundo

Sexta - 2 Co 6.2 - Hoje é dia de salvação

S√°bado - 1 Tm 2.4 - DEUS a todos quer salvar

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Tiago 1.9-11,16-18

Tg 1.9 Mas glorie-se o irmão abatido na sua exaltação, 10 e o rico, em seu abatimento, porque ele passará como a flor da erva. 11 Porque sai o sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa aparência do seu aspecto perece; assim se murchará também o rico em seus caminhos.
Tg 1.16 N√£o erreis, meus amados irm√£os. 17 Toda boa d√°diva e todo dom perfeito v√™m do alto, descendo do Pai das luzes, em quem n√£o h√° mudan√ßa, nem sombra de varia√ß√£o. 18 Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que f√īssemos como prim√≠cias das suas criaturas.

 

INTERAÇÃO

DEUS pode fazer o mal? O contexto da epístola de Tiago mostra que Ele é bom e, portanto, a sua sabedoria só pode fazer o bem, jamais o mal. Nele, não há variação de bondade e malignidade; de luz ou trevas. O nosso Pai Celestial decidiu de uma vez por todas, em JESUS, fazer o bem para reconciliar o mundo consigo mesmo. Por isso, a sabedoria de DEUS é pura, bondosa, benigna, humilde, cordata, temperante, etc. Porque Ele é bom! Prezado professor, que a bondade de DEUS inunde a sua vida e a dos seus alunos. Que eles decidam amar o próximo como o nosso Pai o ama.

 

OBJETIVOS - Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

Analisar a relação entre os pobres e os ricos da igreja.

Defender a verdade que DEUS só faz o bem.

Compreender que os filhos de DEUS são as primícias dentre as criaturas.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Gerados pela Palavra da Verdade - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO

‚ÄúSendo de novo gerados, n√£o de semente corrupt√≠vel, mas da incorrupt√≠vel, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre‚ÄĚ (1Pe 1.23). Amor genu√≠no e perseverante por outros (veja o v. 22) somente √© poss√≠vel por causa do amor que Deus nos mostrou primeiro ao efetuar em n√≥s o novo nascimento em Cristo (Jo 13.35; iJo 4.7-11).

VERDADE PR√ĀTICA

Somente aqueles que foram gerados pela Palavra da Verdade são guiados pelo Espírito Santo.

HINOS SUGERIDOS

50, 106, 128.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - 1Pe 4.12,13
Alegrai-vos com a provação

Terça - Lm 5.21
Nossa oração pelo perdão

Quarta - Jo 3.3
Novo nascimento e Reino de Deus

Quinta - 1Jo 5.4
A vitória sobre o mundo

Sexta - 2Co 6.2
Hoje é dia de salvação

S√°bado - 1Tm 2.4
Deus a todos quer salvar

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Tiago 1.9-11,16-18.9 - Mas glorie-se o irm√£o abatido na sua exalta√ß√£o,10 - E o rico em seu abatimento; porque ele passar√° como a flor da erva.11 - Porque sai o sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa apar√™ncia do seu aspecto perece; assim se murchar√° tamb√©m o rico em seus caminhos.16 - N√£o erreis, meus amados irm√£os.17 - Toda a boa d√°diva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem n√£o h√° mudan√ßa, nem sombra de varia√ß√£o.18 - Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que f√īssemos como prim√≠cias das suas criaturas.

OBJETIVOS 

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Analisar¬†a rela√ß√£o entre os pobres e os ricos da igreja.
  • Defender¬†a verdade que Deus s√≥ faz o bem.
  • Compreender¬†que os filhos de Deus s√£o as prim√≠cias dentre as criaturas.

PALAVRA CHAVE

Verdade: Propriedade de está conforme os fatos ou a realidade.

COMENT√ĀRIO

INTRODUÇÃO
Na li√ß√£o de hoje vamos estudar acerca da qualidade relacional da igreja nos diversos n√≠veis de intera√ß√£o entre pessoas geradas pela Palavra. Veremos a Ep√≠stola de Tiago apontando as distor√ß√Ķes sociais que podem existir em um ambiente eclesi√°stico ou de conviv√™ncia entre irm√£os. A nossa perspectiva √© a de que possamos nos relacionar com o outro independente da sua condi√ß√£o econ√īmica e social. Ligados, sobretudo, pelo Evangelho.¬†[Coment√°rio:¬†No seio da igreja local encontramos uma amostra social com todos os desn√≠veis encontrados na sociedade secular, pobres e ricos, baixa escolaridade e forma√ß√£o acad√™mica. Qual o contexto social em que a sua igreja local est√° localizada? Trata-se de uma cidade nobre? Ou da periferia? Quem s√£o os seus alunos? Como se d√° a rela√ß√£o social entre os seus alunos? O professor n√£o pode planejar essa li√ß√£o sem antes fazer estas perguntas e respond√™-las com sinceridade. Tanto o pobre como o rico s√£o exortados para gloriar-se em suas circunstancias. O irm√£o pobre √© rico em tesouros espirituais. Ele tem um status privilegiado no reino de Deus. Se o termo “rico” se refere aos crist√£os abastados, Tiago entende que eles tamb√©m podem alegrar-se no fato de terem discernido onde o verdadeiro tesouro se encontra. Se “rico” se refere aos √≠mpios, a referencia √† sua gl√≥ria √© ir√īnica. O tema da li√ß√£o de hoje √© urgente, desde que, na igreja local, a diferen√ßa entre pobres e ricos deve ser atenuada pelo exemplo daquela igreja de Atos 4.35!]¬†Tenhamos todos uma excelente e aben√ßoada aula!
I. A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS DA IGREJA (Tg 1.9-11)
1. Os pobres na Igreja do primeiro s√©culo.¬†Do ponto de vista social, a pobreza exclui o ser humano dos direitos b√°sicos necess√°rios √† sua subsist√™ncia. N√£o √© dif√≠cil reconhecer que a Igreja do primeiro s√©culo era constitu√≠da por duas classes sociais: a dos pobres e a dos ricos, tendo evidentemente mais pobres em sua composi√ß√£o. Uma vez que n√£o podemos fazer acep√ß√£o de pessoas (Rm 2.11; Cl 3.11), os pobres daquela √©poca, que foram gerados pela Palavra e inseridos no corpo de Cristo - a Igreja - tinham motivos de alegrar-se no Senhor, pois al√©m do novo nascimento, eles eram acolhidos pela igreja local (Gl 2.10).[Coment√°rio:¬†A Igreja primitiva era composta em sua maioria por pessoas pobres, n√£o obstante alguns possu√≠rem bens, a exemplo de Barnab√©, que vendeu uma propriedade e entregou o valor aos ap√≥stolos para ser repartido com a comunidade (At 4.36,37). Uma correta posi√ß√£o diante de Deus n√£o tem base em motivos √©tnicos, e nem quaisquer distin√ß√Ķes autogeradas entre a humanidade (Rm 9.6-13; Gl 6.15). O Coment√°rio do Novo Testamento Aplica√ß√£o Pessoal comentando o texto de Gl 2.10, traz o seguinte: “Muito esfor√ßo seria necess√°rio para promover a unidade no n√≠vel das ra√≠zes entre os crist√£os de origem judaica e os gentios. Os ap√≥stolos perceberam que uma maneira imediata e pr√°tica de transpor esta poss√≠vel brecha seria lembrarem-se de ajudar aos pobres. Paulo assegurou que pretendia fazer isto com dilig√™ncia. Ele nunca se esqueceu desta ideia. Ele continuava ansioso por ajudar os crentes pobres de Jerusal√©m. Nas suas viagens mission√°rias (especialmente na terceira), Paulo arrecadou fundos para ajudar os crentes de origem judaica que eram pobres e que viviam em Jerusal√©m (veja At 24.17; Rm 15.25-28; 1 Co 16.1-4; 2 Co 8-9)”.¬†Coment√°rio do Novo Testamento Aplica√ß√£o Pessoal. Editora CPAD. Vol 2. pag. 268-269. Russell Norman Champlin tamb√©m comenta este texto e afirma o seguinte: “De conformidade com a doutrina farisaica, as tr√™s grandes colunas sobre as quais se apoia o mundo espiritual, seriam as esmolas, o servi√ßo no templo e o estudo da Torah. As condi√ß√Ķes econ√īmicas da √©poca, em muitas comunidades judaicas, mas sobretudo em Jerusal√©m, tornavam a pr√°tica das esmolas extremamente importante. Jerusal√©m parece ter sido sempre uma parasita econ√īmica, dependente das rendas do templo, que vinham de outras regi√Ķes de Israel e at√© mesmo de pa√≠ses estrangeiros. Com base nos fundos dos tesouros do templo de Jerusal√©m e das milhares de sinagogas √© que eram sustentadas as vi√ļvas e outros pobres, sendo dali tamb√©m tirados fundos para ajudar aos desempregados. Ao mesmo tempo, entretanto, l√≠deres gananciosos se enriqueciam mediante o uso pessoal dos fundos destinados √† comunidade. Est√™v√£o selou a sua condena√ß√£o ao indicar, em seu serm√£o, que o templo de Jerusal√©m estava obsoleto, e n√£o era mais essencial para a verdadeira adora√ß√£o. Ao menos por raz√Ķes financeiras, discursos dessa natureza n√£o poderiam mesmo ser tolerados entre os judeus antigos. (Ver Atos 7:49 e ss.). Falando sobre dinheiro, ningu√©m deseja contribuir, hoje em dia, para a manuten√ß√£o do minist√©rio e para a ere√ß√£o de escolas. Mas quando se trata do estabelecimento da idolatria e da adora√ß√£o falsa, nenhum custo √© poupado. A verdadeira religi√£o sempre padecer√° da falta de fundos suficientes, ao passo que as religi√Ķes falsas s√£o sustentadas pelas riquezas materiais¬Ľ. (Martinho Lutero, in loc.). ¬ę…dos pobres…¬Ľ Estes deveriam ser relembrados e servidos. Provavelmente apelaram a Paulo, para que os ajudasse, e a coleta foi feita, pelo menos em parte, como resposta a esse apelo. Naturalmente que isso n√£o foi apresentado como ¬ęcondi√ß√£o¬Ľ para a aceita√ß√£o de Paulo por parte dos demais ap√≥stolos; antes, foi a √ļnica coisa que veio a ser solicitada dele, no tocante a quaisquer sugest√Ķes adicionais que os ap√≥stolos tinham a respeito dos labores de Paulo. Os ¬ępobres¬Ľ, em geral, devem ser inclu√≠dos nessa ideia, ainda que parece ter havido uma preocupa√ß√£o especial como os pobres de Jerusal√©m e das cercanias”.¬†CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado vers√≠culo por vers√≠culo. Editora Candeias. Vol. 4. pag. 454.] Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Gerados pela Palavra da Verdade - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA B√ćBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANG√ČLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITER√ďI - RJ
LI√á√ÉO N¬ļ04- DATA: 27/07/2014
T√ćTULO: “GERADOS PELA PALAVRA DA VERDADE”
TEXTO √ĀUREO - I Pe 1.23
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE: Tg 1.9-11, 16-18
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

A maior parte dos problemas enfrentados pelos crist√£os diz respeito ao mundo material. A moderna maquinaria publicit√°ria coloca o sentido da vida nas riquezas. A televis√£o e as revistas mostram que a pessoa bem-sucedida √© aquela que tem o carro do ano, cheque especial alt√≠ssimo, lancha mar√≠tima, etc. Este √© o pano de fundo da publicidade que nos esmaga com suas t√©cnicas bem elaboradas: a realiza√ß√£o est√° no ter coisas. Estar√° certa tal √≥tica? Ter coisas √© o bem supremo? Qual √© a rela√ß√£o correta entre o homem e os bens? Todas estas quest√Ķes podem ser enfocadas aqui e respondidas √† luz de Tiago.

II - O POBRE E O RICO:

(1) - Tg 1.9-10 - “O irm√£o de condi√ß√£o humilde” e “o rico” - Pobre aqui √© o homem desprovido de bens materiais. E rico √© o homem bem provido de bens. Tiago est√° nos falando do pobre e do rico em rela√ß√£o √† situa√ß√£o econ√īmica.

Qual a recomendação bíblica para o pobre, no tocante à sua pobreza?

“O irm√£o de condi√ß√£o humilde glorie-se na sua exalta√ß√£o.” A ERAB traduz “exalta√ß√£o” por “dignidade”. Aqui est√° onde o irm√£o deve gloriar-se: na sua “exalta√ß√£o”, ou no dar lugar √† sua “dignidade”.

Primeiro ressalte-se o fato que o irm√£o humilde n√£o deve desprezar-se por ser pobre. N√£o deve envergonhar-se dessa situa√ß√£o, nem julgar que √© uma pessoa de terceira ou √ļltima categoria.

Depois, ressalte-se que ele deve gloriar-se. O verbo “glorie-se” tem o sentido de: “Regozije-se com confian√ßa.” Na sua pobreza, o irm√£o humilde tem algo com que regozijar-se: sua “dignidade”. A gl√≥ria do pobre √© o seu car√°ter, aquilo que ele √© na sua natureza moral e espiritual.

N√£o aceitemos o padr√£o do mundo que julga as pessoas por aquilo que elas possuem. Deus julga o homem por aquilo que ele √©. Tiago vem combater a ilus√£o contempor√Ęnea, segundo a qual a realiza√ß√£o est√° no ter. A realiza√ß√£o est√° no ser - Pv 22:1.

(2) - “O rico no seu abatimento”, ou “insignific√Ęncia” - O rico tamb√©m deve gloriar-se,¬†¬†mas n√£o nas suas riquezas. “Abatimento” significa “baixeza, humildade, humilha√ß√£o”; √© “saber viver na pobreza”.

Que o rico se regozije confiantemente, n√£o no seu poder econ√īmico, mas num quebrantamento diante de Deus. Aqui √© que est√° a sua seguran√ßa. Da mesma forma, o pobre n√£o deve buscar riquezas a qualquer pre√ßo, mas sim, preservar a sua dignidade.

III - O QUE √Č BOM VEM DE DEUS:

Tg 1.16 - “N√£o vos enganeis” - Esta express√£o significa: N√£o se enganem, pensando que o pecado vem de Deus (Tg 1.13), pois dele s√≥ vem o bem, tanto que “ele nos gerou pela palavra da verdade” (Tg 1.18).

Não nos enganemos, pensando que Deus nos conduz ao mal. Não nos desculpemos dos nossos pecados, colocando a culpa em Deus. Ele não tenta a ninguém. Dele só vem o que é bom e nunca o mal.

Tg 1.17 - “Toda boa d√°diva e todo dom perfeito v√™m do alto” - “Alto” √© empregado aqui como substitui√ß√£o para “Deus”. Al√©m disso, esse termo mostra a transcend√™ncia de Deus. Ele √© o que est√° l√° em cima, em contraposi√ß√£o aos homens, que est√£o c√° embaixo - Jo√£o 8:23.

O ensino de Tiago é que Deus dá boas coisas ao seu povo. Dele não nos vem o mal, a tentação. Vem o bem, que é descrito em Tg 1.18.

Tg 1.18 - “Segundo a sua pr√≥pria¬†vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade…” - A salva√ß√£o √© produto do querer de Deus. √Č a sua vontade e o seu amor para conosco que est√£o como elementos motivadores da nossa salva√ß√£o. N√£o encontramos na B√≠blia um Deus relutante aos apelos de um homem desesperado por uma salva√ß√£o que lhe √© negada. Desde o √Čden encontramos um Deus que procura e um homem que se esconde. Deus quer o nosso bem. Foi o seu querer, a sua vontade, que o levou a salvar-nos.

No processo de novo nascimento do crist√£o, Deus re√ļne em si tanto as fun√ß√Ķes masculinas como as femininas: “ele nos deu √† luz”. Ele nos fez nascer espiritualmente porque assim o desejou. O meio para a nossa gera√ß√£o foi “a palavra da verdade”. A mesma ideia encontramos em I Pedro 1:23.

Deus nos fez nascer pela palavra da verdade, “para que f√īssemos como que prim√≠cias das suas criaturas”.

“Prim√≠cias” significa “primeiros”. As prim√≠cias eram o princ√≠pio da colheita que se oferecia a Deus. Deviam sempre ser o princ√≠pio, porque este √© o fundamento da mordomia: Deus deve ter prioridade. A Deus n√£o se d√° o resto nem o que sobeja. Assim sendo, os primeiros frutos eram consagrados a Deus, dados a Ele.

O livro de Lev√≠tico trata exatamente dos regulamentos sacerdotais, incluindo as ofertas ao Senhor. E termina tratando justamente das coisas consagradas ao Senhor. Diz ent√£o o texto de Lev√≠tico 27:28, 29: “Todavia, nenhuma coisa consagrada ao Senhor por algu√©m, daquilo que possui, seja homem, ou animal, ou campo de sua possess√£o, ser√° vendida nem ser√° remida; toda coisa consagrada ser√° sant√≠ssima ao Senhor. Nenhuma pessoa que dentre os homens for devotada ser√° resgatada; certamente ser√° morta”. O que a Deus fosse oferecido, seria dele, irremissivelmente dele. O texto de Deuteron√īmio 26:1-11 trata do oferecimento das prim√≠cias. Dadas a Deus, passavam a ser dele.

Cristo nos resgatou do poder do Inimigo e nos deu ao Pai. Somos propriedade divina. Não pertencemos mais ao poder das trevas. Somos de Deus. E não somos um presente dado de forma irrefletida e recebido de má vontade. Foi o querer de Deus que operou o processo de nosso novo nascimento. E foi sua revelação consumada em Jesus Cristo, numa sintonia entre as pessoas da divindade, que nos gerou. Por isso, tudo o que temos de bom, a começar da salvação e da comunhão, vem-nos de Deus. Ele nos ama e nos dá o que é bom.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Gerados pela Palavra da Verdade - Pr. Alexandre Coelho

Dicas da CPAD para que o professor possa dar uma boa aula.

O Pr. Alexandre Coelho ajuda você na preparação da sua aula de Escola Dominical falando sobre o tema da lição 4 - Gerados pela Palavra da Verdade.

Lição 4 - 3T/2014

converter em pdf.

Gerados pela Palavra da Verdade - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†= “Sendo de novo gerados, n√£o de semente corrupt√≠vel, mas da incorrupt√≠vel, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre”.¬†I Pedro 1: 23
VERDADE PR√ĀTICA¬†= Somente aqueles que foram gerados pela Palavra da Verdade s√£o guiados pelo Esp√≠rito Santo.
LEITURA B√ćBLICA = Tiago 1:9-11,16-18
INTRODUÇÃO
A passagem de Tiago 1.9-16 nos conduz a um manancial de riquezas quanto √† compreens√£o da posi√ß√£o do homem em rela√ß√£o ao seu semelhante bem como em rela√ß√£o ao pr√≥prio Deus. O texto coloca o pobre e o rico como absolutamente respons√°veis e iguais diante de Deus, ao mesmo tempo em que reconhece a soberania divina e ainda a eq√ľidist√Ęncia de Deus dos problemas e circunst√Ęncias da vida cotidiana do homem. Procuremos, ent√£o, saber o que o Esp√≠rito Santo quer ensinar- nos atrav√©s destes oito vers√≠culos da Ep√≠stola de Tiago.
POBRES E RICOS - COMO DEUS OS VÊEM
A pobreza e a riqueza, independentemente de suas origens, são fatos comuns à realidade da existência humana, Evidentemente nunca foi propósito de Deus que uns poucos retivessem consigo tanta fortuna, enquanto que a maioria das pessoas vive uma vida que abeira a extrema miséria. Então, de acordo com o ensino de Tiago, como Deus vê pobres e ricos? Tentaremos responder a esta questão analisando-a no contexto da Igreja.
1. O crist√£o pobre (v.9).¬†O crente que vive com o m√≠nimo necess√°rio, e at√© mesmo aquele que vive sem condi√ß√Ķes de satisfazer as suas necessidades b√°sicas m√≠nimas, √© instado pelo ap√≥stolo: “Mas glorie-se o irm√£o abatido (pobre) na sua exalta√ß√£o”.Isto √©: o crist√£o pobre deve fazer da sua posi√ß√£o em Cristo, uma fonte de gozo.
Uma vez que Deus não olha para o homem distinguindo-o por classe social qualquer, mas estabelece o seu valor intrínseco através da obra redentora efetuada por Jesus Cristo no Calvário, fica evidenciado que é pela sua identidade com Cristo que o cristão pobre se exalta, e nisto deve gloriar-se.

2. O crist√£o rico (v.10).¬†Desde o princ√≠pio da Igreja tem havido entre seus membros aqueles que det√™m maior riqueza material. Considerando a possibilidade dos mais ricos abandonarem a simplicidade do Evangelho, escrevendo a Tim√≥teo recomenda o ap√≥stolo Paulo: “Manda aos ricos deste mundo que n√£o sejam altivos, nem ponham a esperan√ßa na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos d√° todas as coisas para delas gozarmos” (I Tm 6.17).
A este, manda o Esp√≠rito Santo atrav√©s do ap√≥stolo Tiago, que ele se glorie em seu abatimento (insignific√Ęncia), porque o rico bem como a sua riqueza “passar√° como a flor da erva” (Tg 1.10).
3. A transitoriedade do rico e das riquezas (v.11).¬†Parece que ao pobre ningu√©m precisa lembrar a sua necessidade de depender √ļnica e exclusivamente de Deus.¬†¬†Nada tendo aqui, ele vive o antegozo de possuir um tesouro no C√©u (Mt 6.19,20).
O rico, por√©m, precisa ser lembrado de que o vigor da vida perece, as rugas chegam com os anos, e de que, enfim, as riquezas terrenas de nada valem. Enquanto o vigor da vida n√£o se esvai e a velhice n√£o chega, aos irm√£os abastados por dinheiro e outros bens, recomenda o Esp√≠rito Santo:¬†¬†”Que fa√ßam bem, enrique√ßam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunic√°veis; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcan√ßar a vida eterna” (I Tm 6.18,19).
DEUS S√ď FAZ O BEM
O vers√≠culo 16 √© com freq√ľ√™ncia tratado como uma transi√ß√£o do pensamento dos vers√≠culos 13-14 para os vers√≠culos 17-18.¬†A mudan√ßa √© brusca: N√£o erreis. N√£o vagueiam tanto no seu pensamento a ponto de acreditar que qualquer prova√ß√£o ou tenta√ß√£o, com um prop√≥sito mal, vem de Deus. Deus somente d√° o que √© bom - e Ele √© a Fonte de todas as coisas boas. Deus nos fez o tipo de pessoas que somos e quando a cria√ß√£o estava completa Ele viu que tudo “era muito bom” (Cii 131). Moffatt traduz a primeira parte do vers√≠culo 17 da seguinte maneira: “Tudo que recebemos √© bom e todos os nossos dons s√£o perfeitos”.
16_ N√£o vos enganeis, meus amados irm√£os. Toda boa d√°diva e todo dom perfeito vem do alto, 17_descendo do Pai das luzes, em quem n√£o h√° mudan√ßa nem sobra de varia√ß√£o. Segundo a sua pr√≥pria vontade, 18_ ele nos gerou pela palavra da verdade, para que f√īssemos como que prim√≠cias das suas criaturas.
“N√£o vos enganeis” esta ligando duas id√©ias. N√£o se enganem, pensando que o pecado vem de Deus (vs. 13), pois dele s√≥ vem o bem, tanto que “ele nos gerou pela palavra da verdade” (vs. 18), e a partir do vs. 21 temos a apresenta√ß√£o do que seja a “palavra da verdade”.
 Nosso ponto de partida, portanto, deve ser o vs. 13. Não nos enganemos, pensando que Deus nos conduz ao mal. Não nos desculpemos dos nossos pecados, colocando a culpa em Deus. Ele não tenta a ninguém. Dele só vem o que é bom e nunca o mal.

“Meus amados irm√£os”.¬†Apesar da advert√™ncia a ser feita, o tom √© carinhoso. Tiago repreende sem ira, mas at√© com ternura. Uma li√ß√£o que devemos aprender aqui √© a tratar a todos com carinho, sem concordar com o erro.N√£o lan√ßa duvidas sobre a convers√£o genu√≠na dos crist√£os daqueles dias, (muito menos hoje) embora percebesse que tinham ca√≠do em alguns erros doutrin√°rios e pr√°ticos.

“Toda boa d√°diva e todo som perfeito v√™m do alto”.¬†”Alto” √© empregado aqui como substitui√ß√£o para “Deus”. Embora v√°rias vezes Tiago use o nome de Deus na sua carta, era pr√°tica comum aos hebreus substitu√≠rem o nome divino por outra forma de express√£o.

Al√©m do termo “Alto” ser um sin√īnimo de Deus, outra considera√ß√£o deve ser feita sobre o mesmo. Ele mostra a transcend√™ncia de Deus. Ele √© o que esta l√° em cima, em contraposi√ß√£o aos homens, que est√£o c√° embaixo. H√° uma diferen√ßa entre Deus e os homens. Em Jo√£o 8:23, por exemplo, encontramos as seguintes palavras de Jesus: “V√≥s sois de baixo, eu sou de cima; v√≥s sois deste mundo, eu n√£o sou deste mundo.” H√° uma diferen√ßa entre Jesus e seus opositores. A diferen√ßa moral, portanto, √© acentuada pelo termo “Alto”.

Transcend√™ncia de Deus:¬†√Č o Car√°ter do que est√° fora do alcance de nossa a√ß√£o ou at√© de nosso pensamento.

  • Ele √© diferente e independente da sua cria√ß√£o (ver √äxodo 24.9-18; Isa√≠as 6.1-3; 40.12-26; 55.8,9).
  • Seu ser e sua exist√™ncia s√£o infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada (1Reis 8.27; Isa√≠as 66.1,2; Atos 17.24,25).
  • Ele subsiste de modo absolutamente perfeito e puro, muito al√©m daquilo que Ele criou. Ele mesmo √© incriado e existe √† parte da cria√ß√£o (ver 1Tim√≥teo 6.16).
  • A transcend√™ncia de Deus n√£o significa, por√©m, que Ele n√£o possa estar entre o seu povo como seu Deus (Lev√≠tico 26.11,12; Ezequiel 37.27; 43.7; 2Corintios 6.16).

“Boa d√°diva… dom perfeito”. Os dois termos “d√°diva , perfeito” s√£o derivados, significa “dou, concedo, ofere√ßo”. Parece mais uma repeti√ß√£o para enfatizar o argumento, uma forma de expressar, do que propriamente duas realidades distintas. O ensino de Tiago √© que Deus d√° boas coisas ao seu povo. Tudo o que √© bom vem de Deus. Dele n√£o nos vem o mal, a tenta√ß√£o. Vem o bem, que est√° no vs. 18.

“Descendo do Pai das luzes”.¬†O dom vem dele, descendo, para n√≥s. Uma conclus√£o l√≥gica, j√° que ele √© l√° do alto e n√≥s somos c√° de baixo.

A figura de Deus como luz √© comum, tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento. No Salmo 27:1 “O Senhor √© a minha luz e a minha salva√ß√£o…”, Em Jo√£o 1:5 lemos que “Deus √© luz”. O Salvador tamb√©m aplicou a si a significativa figura: Jo√£o 8:12 “Eu sou a luz do mundo; quem me segue, de modo algum andar√° em trevas, mas ter√° a luz da vida”.

Mas, Tiago ultrapassa esta met√°fora, ele amplia e declara que Deus √© “Pai das luzes”.¬†A linguagem √© alusiva a Deus como Criador dos luminosos, ensino que fica patente em G√™nesis 1:14-18. Ele √© Pai das coisas mais elevadas da cria√ß√£o, os astros. Os astros se localizam muito acima dos homens. Mas, quem os criou √© maior do que os astros e est√° acima deles, por ser “o Pai das luzes”.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Gerados pela Palavra da Verdade - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 4 - 3T/2014

converter em pdf.

Gerados pela Palavra da Verdade - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da li√ß√£o. Observem as seguintes sugest√Ķes:

- Falem sobre o t√≠tulo da li√ß√£o “Gerados pela Palavra da Verdade”.

- Depois, trabalhem o conte√ļdo da li√ß√£o sempre de forma participativa e contextualizada. Dessa forma, a aprendizagem ser√° mais significativa.

- Utilizem a din√Ęmica¬†“Riqueza x Pobreza”, para refletir como deve ser a conviv√™ncia entre os ricos e os pobres da Igreja.

- Para concluir, utilizem a din√Ęmica¬†“Transformados”.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Din√Ęmica: Riqueza x Pobreza

Objetivos:Refletir sobre riqueza e pobreza.Refletir como deve ser a convivência entre os ricos e os pobres da Igreja.

Material:

01 caixa de papel√£o para confeccionar um dado grande

Cobrir a caixa com cartolina de cor vermelha

Digitar a palavra RICO e POBRE e fazer 03 cópias de cada

Colar no dado: 03 nomes RICO e 03 nomes POBRE, um nome em cada lado do dado

Procedimento:

- Organizem os alunos em círculo.

- Apresentem o dado, mostrando as duas palavras.

- Orientem: Cada aluno vai jogar o dado para o alto e quando cair, o aluno deve falar algo que caracterize a palavra que aparece na parte de cima do dado.

- Anotem todas as características no quadro.

- Depois, que todos os alunos participarem, analisem o que eles falaram sobre as palavras RICO e POBRE. Certamente haverá diferenças bastante acentuadas entre os dois e certamente isto faz com que muitas pessoas desejem possuir recursos financeiros e bens, para que tenha uma vida mais digna.

- Agora, A riqueza material não é condenada pela Bíblia, desde que adquirida de forma honesta e adverte que o coração da pessoa não esteja nesta riqueza.- Depois, trabalhem sobre como deve ser a convivência entre os ricos e os pobres dentro da Igreja.

Por Sulamita Macedo.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.