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A Evasão na Escola Bíblica Dominical

 A Evasão na Escola Bíblica Dominical

FALANDO DA ESCOLA SECULAR…

Esta matéria é parte, e foi retirada do relatório produzido sobre o COMBATE A EVASÃO ESCOLAR, a cerca de 10 anos tomando como base o município de SANTA MARIA, situado no centro do estado do Rio Grande do Sul, onde a condição social do povo brasileiro, é muito melhor em relação aos Estados da região Nordeste. Em 1998, a rede municipal tinha 17.953 estudantes, somando-se os da zona urbana com os da zona rural. No ano de 1996, o índice de evasão escolar estava em torno de 4,02%, o que queria dizer que dos 17.953 que iniciavam o ano letivo, 722 alunos, jovens e crianças, abandonavam a escola. Foi criado um projeto pela Secretaria Municipal de Educação - Projeto Combatendo a Evasão Escolar. No primeiro ano da implantação deste projeto, o índice de evasão escolar caiu para apenas 1,34%. Em 1998, a evasão escolar reduziu-se a 0% (Zero). Clique aqui para ler o texto completo »

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Como melhorar a Escola Dominical

COMO MELHORAR A ESCOLA DOMINICAL

INTRODUÇÃO

Antes de tratarmos do tema “Como Melhorar a Escola Dominical”, faremos algumas reflexões sobre a importância da ED no contexto da Educação Cristã.

A) A Escola Dominical não é uma atividade opcional, é uma atividade essencial.

Ela se confunde com a própria essência da Igreja.

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2.42).

“A Escola Dominical não é uma parte da igreja; é a própria igreja ministrando ensino bíblico metódico.”

OBS: Enquanto as igrejas tradicionais estão repensando a ED, grande parte das igrejas pentecostais somente começaram a pensar na relevância do ensino bíblico sistemático de algumas décadas para cá.

Há algumas décadas atrás, na maioria das igrejas tradicionais, era comum o número de matriculados na ED ser superior ao número de membros da igreja. O que podemos dizer das nossas Escolas Dominicais?

B) Onde fica a ED no programa geral de nossas igrejas? Qual a sua importância?

Conceito: “A Escola Dominical conjuga os dois lados da Grande Comissão dada à Igreja (Mt 28.20; Mc 16.15). Ela evangeliza enquanto ensina.”

O cumprimento da Grande Comissão através da ED, pode ser visto em quatro etapas:

Alcançar - a ED é o instrumento que cada igreja possui para alcançar todas as faixas etárias.

Conquistar - através do testemunho e da exposição da Palavra: “…serão todos ensinados por Deus…todo aquele que do pai ouviu e aprendeu vem a mim” (Jo 6.45). A conversão é eterna quando acontece através do ensino.

Ensinar - até que ponto estamos realmente ensinando aqueles que temos conquistado?

“O ensino das doutrinas e verdades eternas da Bíblia, na Escola Dominical deve ser pedagógico e metódico como numa escola, sem contudo deixar de ser profundamente espiritual.”

Treinar - devemos treiná-los para que instruam a outros.

I. ATRAVÉS DE UMA EFICIENTE ADMINISTRAÇÃO

1. A administração só será eficiente se houver organização.

Organização lembra ordem, método de trabalho, estrutura, conformação, planejamento, preparo, definição de objetivos.

O crescimento sem ordem é aparente e infrutífero.

“Uma vez que a ordem penetra o universo de Deus, temos base para crer que o céu é lugar de perfeita ordem. Leis preciosas e infalíveis regulam e controlam toda a natureza, desde o minúsculo átomo até os maiores corpos celestes.” Clique aqui para ler o texto completo »

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Pedagogia de Projetos: uma nova proposta de aprendizagem para a Escola Dominical

PEDAGOGIA DE PROJETOS: UMA NOVA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM PARA A ESCOLA DOMINICAL

Marcos Tuler

A Pedagogia de Projetos surgiu no início do século passado com o americano John Dewey. Este renomado educador, baseou-se na concepção de que a “educação é um processo de vida e não uma preparação para a vida futura”. Em outras palavras, a escola deve representar a vida prática, presente, do cotidiano.

No âmbito da educação cristã, os ensinamentos bíblicos ministrados na ED têm de sair do campo teórico para o prático, ou seja, os conteúdos de ensino devem despertar nos alunos motivação para mudança de comportamento. O professor precisa estar ciente de que todo o ensinamento bíblico ministrado na ED está, naturalmente, carregado de realidade e senso prático: “Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto as minhas palavras como as minhas ações…” (Fp 4.9 ARA). Clique aqui para ler o texto completo »

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Igreja que ama, educa!

Igreja que ama, educa!

Por Valmir Nascimento

John Stott escreveu um livro que deixaria muitos cristãos perplexos e estupefatos. Em “Crer é também pensar” Stott analisa a importância da mente na vida cristã e explica porque o uso da mente é tão importante para o cristão, e como se aplica em aspectos práticos de sua vida. Faz ainda um vigoroso apelo aos cristãos para mostrarem uma devoção inflamada pela verdade.

Digo que muitos cristãos ficariam perplexos e estupefatos pois no inicio de seu trabalho Stott afirma que o “espírito de anti-intelectualismo é corrente em nosso dia, o que segundo ele, no mundo moderno multiplicaram-se os pragmatistas, para os quais a primeira pergunta acerca de qualquer idéia não é: “É verdade?”, mas sim: “Será que funciona?”. Com efeito, este mesmo espectro de anti-intelectualismo surge freqüentemente para perturbar a Igreja cristã. Fazendo descrer da importância tanto do ensino teológico sistematizado quanto da educação secular, aduzindo, portanto, que presenciamos a “miséria e a ameaça do cristianismo de mente vazia”. Clique aqui para ler o texto completo »

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Mulher segundo o coração de Deus

Mulher Segundo o Coração de Deus

Gilson Costa Vieira

” E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo. Ela assentava-se debaixo das palmeiras de Débora, entre Ramá e Betel, nas montanhas de Efraim; e os filhos de Israel subiam a ela a juízo. E mandou chamar a Baraque, filho de Abinoão de Quedes de Naftali, e disse-lhe: Porventura o Senhor Deus de Israel não deu ordem, dizendo: Vai, e atrai gente ao monte Tabor, e toma contigo dez mil homens dos filhos de Naftali e dos filhos de Zebulom; E atrairei a ti para o ribeiro de Quisom, a Sísera, capitão do exército de Jabim, com os seus carros, e com a sua multidão; e o darei na tua mão. Então lhe disse Baraque: Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei. E disse ela: Certamente irei contigo, porém não será tua a honra da jornada que empreenderes; pois à mão de uma mulher o Senhor venderá a Sísera. E Débora se levantou, e partiu com Baraque para Quedes ” . (Juízes 4, 2-8)

Na ocasião em que estes acontecimentos ocorreram, o povo de Israel atravessava um momento muito difícil. Em virtude de suas falhas e descompromissos com Deus, tiveram a conseqüência de serem entregues nas mãos do inimigo, que neste caso era liderado por Jabim, rei de Canaã. O texto diz, no verso 3, que o povo estava sendo oprimido violentamente, então clamaram ao Senhor, ou seja, mais uma vez decidiram voltar-se a Deus, que tantas vezes os livrara com milagres e grandes prodígios. Clique aqui para ler o texto completo »

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Noé: O Pai da Humanidade

Noé: O Pai da Humanidade (LEITURA OPCIONAL PARA ILUSTRAÇÃO DA VISÃO JUDAICA DE NOÉ)

“Noé foi um homem justo e perfeito em sua geração”, afirma a Torá. Sua vida e suas ações se entrelaçam com o Grande Dilúvio que varreu a Terra no início da história, destruindo toda a humanidade, à exceção dele e de seus familiares.

A primeira menção a Noé é feita já no final da primeira porção da Torá, quando ele surge como a única esperança de um amanhã para o gênero humano. A narrativa bíblica aponta a profunda insatisfação do Criador com sua obra-prima - o ser humano. A Torá relata que DEUS “se arrependera” de ter criado o homem, pois seus filhos se haviam tornado moralmente corruptos. Tamanha era a maldade e a violência que reinava entre os seres vivos daquela geração que DEUS decide destruí-los por meio de uma grande inundação.

Quando o mundo parece estar inevitavelmente condenado a um trágico fim, o último verso da primeira leitura da Torá revela a existência de um homem que asseguraria a sobrevivência dos habitantes da terra: “Mas Noé encontrou favor aos olhos de DEUS” (Gênese 6:8). O cataclisma estava sendo preparado, porém, como ensina o Talmud, “o remédio para o mal sempre precede o próprio mal”. A esperança renasce no horizonte quando DEUS concentra Seu amor sobre um homem, Noé, e sua família. É a partir deles que o Todo Poderoso decide reconstruir o futuro de Seu mundo. Mas quem era Noé? Sua história, relatada no livro Gênese, da Torá, serve como prova explícita de que um único homem justo e bondoso pode salvar toda a humanidade. Clique aqui para ler o texto completo »

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Arca de Noé

Arca de Noé

Marco Antônio de Souza

Noé foi salvo ante o olhar estupefato dos que o consideraram um tolo fanático

Um dia Deus viu que a maldade do homem tinha se multiplicado na terra, e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração. Então o Senhor resolveu acabar com toda vida na terra. Um homem, porém, achou graça diante de Deus. Era Noé, homem íntegro e justo entre seus contemporâneos. Noé andava com Deus, significa que Noé tinha comunhão com o Senhor, e se esmerava em conhecer, amar e servir ao Criador no meio de uma sociedade materialista e corrupta.

Ao destruir o mundo de então através do dilúvio, resolveu, o Senhor, salvar a Noé pela Sua graça. Para tanto, o orientou na construção de uma grande arca, onde foram salvos Noé, sua família e um grande número de animais. Enquanto construia a arca, Noé, com certeza, foi tido como louco e fanático pelos seus vizinhos e amigos, que não entendiam o motivo pelo qual esse homem teimava em levar adiante um empreendimento tão maluco.

Imagine que de repente alguém na sua rua comece a construir uma arca enorme. Ao ser perguntado sobre a razão dessa empreitada, este homem diz estar cumprindo uma ordem dada por Deus. Não é loucura? No mínimo chamariam a polícia para esse cidadão. Mas, o que você me diz se aquele homem, sem se importar com as críticas, continuasse a sua construção? Hoje, existe um povo que dia após dia vem alertando a humanidade que os homens precisam se arrepender e aceitar o sacrifício de Jesus como única forma de serem salvos do inferno. Clique aqui para ler o texto completo »

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Se Você Tivesse Sido Noé…

Se Você Tivesse Sido Noé…

Noé brilhou como um farol numa sociedade de trevas. As condições morais dos seus dias haviam deteriorado ao ponto em que Deus determinou inundar o mundo inteiro. Assim, ele selecionou Noé para construir um barco para preservação da vida na terra, e para pregar ao povo a respeito do julgamento devastador que estava se aproximando (2 Pedro 2:5). O Novo Testamento elogia Noé como um modelo de fé e justiça (Hebreus 11:7). Se você tivesse sido Noé, você teria…

Achado graça?

Se você tivesse sido Noé, você teria achado graça diante de Deus? “Porém Noé achou graça diante do SENHOR” (Gênesis 6:8). Isto significa que Deus se agradava dele, o que é, por si só, um pensamento admirável. Deus é tão santo que é difícil imaginar que homens pudessem realmente viver de tal modo a dar-lhe prazer. Mas Noé o fez, e nós também podemos. Como? “Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus” (Gênesis 6:9). Noé era fiel a Deus e vivia como Deus gostava que ele vivesse. E, é notável que Noé vivia numa época de muita impiedade. “Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração…. A terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência” (Gênesis 6:5, 11). É possível viver fielmente diante de Deus no meio da impiedade e do mal. De fato, se queremos agradar a Deus, precisaremos fazer isso, porque a vida de um servo fiel de Deus é usualmente solitária. São exigidas concentração e disciplina para nadarmos contra a corrente. Você teria andado com Deus? Se você tivesse sido Noé, com o mundo inteiro corrompido, você teria achado graça diante de Deus? Clique aqui para ler o texto completo »

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A integridade de José

Senhor, dá-me a integridade, pureza e santidade pessoal de José.

Eu oro “Deus, dá-me a integridade de José, a pureza de José e a santidade pessoal de José.” A ascensão de José ao poder, e a influência que ele teve só podem ser descritas como meteóricas. Quando isso acontece, o resultado normalmente é o orgulho.

Todos sabemos que o poder tende a corromper. Já sentimos isso na própria pele. Todos já nos sentimos sendo arrastados para o lado do mal. José é um dos poucos grandes líderes nas escrituras que não “quebrou a cara”, que não cedeu às suas tentações.

Como ele fez isso? José encarava sua liderança como algo do qual ele era mordomo e que um dia prestaria contas a Deus. Ele vivia diariamente com a consciência de que o líder precisa ter autoridade moral para liderar bem. E a autoridade moral vem de uma consciência limpa diante de Deus.

A única maneira que conheço para não cair num poço de depravação é contínua e diariamente me colocar diante de Deus e dizer “Deus, mais uma vez preciso desesperadamente da Tua ação em minha vida.” Então eu oro, “Oh Senhor, quero terminar minha vida como José terminou a dele, sem trazer vergonha ao Teu nome.” Quero deixar um legado de integridade, e não de vergonha.

[Este texto faz parte do artigo intitulado “A Oração do Líder” escrito por Bill Hybels.]


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