Publicado em 3 de Fevereiro de 2012 as 09:40:20 AM
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Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 6 - A Prosperidade dos Bem-aventurados. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.
Publicado em 3 de Fevereiro de 2012 as 09:32:01 AM
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 6, A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2012
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“O ESPÍRITO do Senhor é sobre _______________________, pois que me _______________________ para evangelizar os pobres, enviou-me a ______________________ os quebrantados do coração” (Lc 4.18).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A verdadeira _______________________________ não reside no acúmulo de bens materiais, mas se encontra na abundância dos bens _________________________ que a ____________________ de Nosso Senhor JESUS CRISTO nos proporciona.
COMENTÁRIO
3- O que destacam as bem-aventuranças de JESUS?
( ) Destacam os princípios que fundamentam a Lei e os Profetas.
( ) Destacam os princípios que fundamentam a Lei e a Graça.
( ) Em cada sentença, enfatizam as riquezas espirituais em detrimento das materiais.
( ) O escândalo dos escribas e fariseus, porque eles entendiam só a letra e não o espírito da Lei Mosaica.
4- Faz-se necessário nos voltarmos ao Sermão do Monte para reavaliarmos o que se vem ensinando nos púlpitos de nossas igrejas. Por que?
( ) Porque os ensinos e pregações estão em alinhamento perfeito com o sermão do monte.
( ) Caso contrário, agiremos como a classe sacerdotal do tempo de JESUS.
( ) Corremos o risco de transformar a fé cristã num mero e perigoso relacionamento mercantil entre o crente e DEUS.
I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS
5- Qual o significado das bem-aventuranças? Complete:
A expressão bem-aventurado vem da palavra latina ____________________ que, por seu turno, originou o termo beatitude. No original grego, o vocábulo usado por Mateus é ____________________________, cujo significado lembra felicidade, alegria divina e perfeita. Para os antigos gregos, somente os _________________________________ realmente eram felizes, isto é, bem-aventurados. No hebraico, por outro lado, o vocábulo _____________________ é traduzido, no salmo primeiro, com o sentido de quão felizes são! O sentido, portanto, é o de alguém que é feliz aos olhos de DEUS por ___________________ intensamente ao Senhor. Observa-se ainda que, na literatura grega clássica, a palavra era usada para se referir à prosperidade material. Mas, na literatura sapiencial hebraica, ela se refere a uma condição de bem-estar _________________________ com DEUS (Sl 1.1; 32.1; 112.1). JESUS mantém esse último sentido.
6- Por que são Bem-aventurados os pobres (Mt 5.3)? Complete:
No Sermão da Montanha, a pobreza não é vista propriamente como escassez de bens materiais, mas como _______________________ da alma. Nesse contexto, pobre é o que tem uma ___________________________ espiritual! Por conseguinte, é aquele que reconhece suas verdadeiras necessidades _______________________________. E por isso almeja um relacionamento mais profundo com DEUS como o fez o salmista: “Como o _____________________________ brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó DEUS! A minha alma tem sede de DEUS, do DEUS vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a ________________________ de DEUS? As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, porquanto me dizem constantemente: Onde está o teu DEUS? Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a ________________________; fui com eles à Casa de DEUS, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava. Por que estás _______________________, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em DEUS, pois ainda o louvarei na ___________________________ da sua presença” (Sl 42.1-5). Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 3 de Fevereiro de 2012 as 09:29:17 AM
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Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTO ÁUREO
“O ESPÍRITO do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração” (Lc 4.18).
VERDADE PRÁTICA
A verdadeira prosperidade não reside no acúmulo de bens materiais, mas se encontra na abundância dos bens espirituais que a graça de Nosso Senhor JESUS CRISTO nos proporciona.
Publicado em 1 de Fevereiro de 2012 as 04:38:09 PM
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TEXTO ÁUREO
“O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração” (Lc 4.18). O primeiro sermão de Jesus na sinagoga da cidade de Nazaré, onde morava, envolveu o cumprimento de uma passagem das Escrituras. Quando o rolo do Livro de Isaías foi entregue a Jesus, ele se pôs de pé e leu (Is 61.1,2; 58.6), omitindo “o dia da vingança do nosso Deus”, e então começou a pregar. Depois que o rejeitaram, não há registro de que Jesus tenha voltado a Nazaré para pregar[1].
[1] Bíblia de Estudo da Mulher, Editora Mundo Cristão e SBB; Barueri, SP; 2003
Nota Textual de Lc 4.18; p. 1258.
VERDADE PRÁTICA
A verdadeira prosperidade não reside no acúmulo de bens materiais, mas se encontra na abundância dos bens espirituais que a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo nos proporciona.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 5.1-12.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Saber quais são os fundamentos das bem-aventuranças;
Explicar as bem-aventuranças da mansidão e da misericórdia; e
Conscientizar-se de que a prosperidade dos bem aventurados firma-se nas coisas espirituais e não nas materiais.
Palavra Chave
Bem-aventurança: Do gr. makarismós; felicidade perfeita.
COMENTÁRIO
(I. introdução)
A expressão “bem-aventurado” aparece sete vezes no Antigo Testamento e vinte e seis vezes no Novo Testamento. Encerra o sentido de ‘ditoso’, ‘feliz’ e ‘felicidade perfeita’. Esta ‘felicidade perfeita‘ é fundamentada principalmente em Deus, na obediência à Sua palavra e na fé. A obediência conjugada à fé gera a ação de Deus no coração, que gera a felicidade, que ajuda o crente a resistir aos momentos mais difíceis - “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.” (Mt 5.4). Os servos de Deus que por algum motivo estão chorando, serão bem-aventurados, pois essa felicidade é fundamentada em Deus e na fé (serão consolados). Este é o tema que estudaremos na lição de hoje: “A Prosperidade dos Bem-Aventurados”. Ser um bem-aventurado não é ter muitos bens materiais, mas é viver do favor de Deus. A graça divina nos dá condições para vivermos segundo os seus preceitos. Ser bem-aventurado é ser feliz. Obediência gera felicidade, não obediência aos sistemas nem a homem, mas a Deus, que se comunica através dos mandamentos que deixou para o nosso bem-estar. Obediência é para a mente e para o coração. A obediência começa com o conhecimento do mandamento (o que exige meditação), desejo de seguir as instruções e esforço na caminhada. Obediência é para quem acha que os mandamentos de Deus são bons, mesmo que soem como azorragues (chicotes) ou repreensões. Diante deles, nós devemos nos sentir como aqueles que estão no caminho da obediência ou como aqueles que caminham pela margem deles. Obediência é uma palavra que só tem efeito quando vira prática. Essa felicidade não se origina dos bens materiais que possuímos, mas em termos os nossos pecados perdoados por Jesus. Somente aqueles que receberam a Cristo como único e suficiente Salvador podem desfrutar dessa felicidade; felicidade que nos acompanhará por toda a eternidade. Vejamos, pois, na aula de hoje, em que consiste a verdadeira prosperidade. Boa aula!
(II. desenvolvimento)
I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS
1. O significado das bem-aventuranças. É importante salientar que o nosso conceito de felicidade precisa se inscrever no círculo bíblico, não importa o que se proponha nos outros compassos. A Bíblia está cheia de descrições sobre felicidade. Makarismos denota ‘declaração de bem-aventurança, felicitação’; é encontrado em Gl 4.15; os convertidos gálatas tinham se considerado felizes quando ouviram e receberam o Evangelho de Paulo; ele lhes pergunta retoricamente o que tinha acontecido com o espírito que os tinha animado. A palavra também ocorre em Rm 4.6,9. A bem-aventurança, a comunhão com Deus e tudo aquilo que os acompanha, bem como a salvação, não são adquiridas mediante as obras, mas são o efeito do dom do perdão. É por causa da obra de Cristo, e não por causa da nossa, que somos justificados. Méritos humanos de qualquer tipo ficam excluídos. O Dicionário VINE afirma que o termo hebraico “‘asrê” ocorre 44 vezes e que todas, menos quatro das 44 ocorrências bíblicas, estão em passagens poéticas, como 26 ocorrências nos Salmos e oito em Provérbios e que conota, basicamente, o sentido de ‘prosperidade’ ou ‘felicidade’ que vem quando um superior concede seu favor (bênção) a alguém. Na maior parte das passagens, a fonte é sempre Deus: “Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR” (Dt 33.29) [2].Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 1 de Fevereiro de 2012 as 04:34:51 PM
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ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA NITERÓI - RJ LIÇÃO Nº 06 - DATA: 05/02/2012 TÍTULO: “A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS” TEXTO ÁUREO – Lc 4:18 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Mt 5.1-12 PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO e-mail: geluew@yahoo.com.br blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
Para os filósofos, a felicidade é inalcançável: Alguns são felizes por serem ricos, mas, por outro lado, a posse de muitos bens não tem garantido a felicidade de muitos outros. O que tem deixado muitas pessoas felizes, produz tristeza em outras. Dentro dessa cosmovisão, a felicidade é algo extremamente relativo. Todavia, não é esse o conceito que encontramos nas bem-aventuranças pregadas por Jesus. Uma simples leitura no Sermão do Monte nos revelará quem são as pessoas realmente felizes.
II – OS VERDADEIRAMENTE FELIZES:
(1) – BEM-AVENTURADOS OS POBRES – Mt 5.3 – Também podemos expressar: Bem-aventurados os humildes ou de espírito despojado – Aqui Jesus não está se referindo apenas a coisas materiais. Mateus coloca como sendo palavras de Jesus a expressão: “Bem-aventurados os pobres de espírito”. Nesse contexto, pobre é quem tem uma carencia. Os pobres de espírito, isto é, aqueles que reconhecem suas verdadeiras carencias são quem, de fato, prosperam. O termo empregado nesta passagem bíblica é o mesmo que foi aplicado ao mendigo Lázaro em Lc 16.20, 22 – sugerindo destituição espiritual.
(2) – BEM-AVENTURADOS OS QUE CHORAM – Mt 5.4 – Esta é a bem-aventurança das lágrimas ou do quebrantamento. Feliz é aquele que chora tanto pela sua própria situação, como também a do mundo. Da mesma forma que o Profeta Isaías, é aquele que sente seus próprios pecados, mas também lamenta os pecados do seu próximo (Is 6.5).
Leiamos II Rs 8:11; Lc 19:41; Jo 11:35 - OS MELHORES HOMENS CHORAM MAIS FACILMENTE! AS LÁGRIMAS TÊM EM SI UMA MENSAGEM SILENCIOSA DO CORAÇÃO.
(3) – BEM-AVENTURADOS OS MANSOS – Mt 5.5 - Os mansos não são os fracos ou covardes; os mansos…
(A) - São os que, sob as pressões da vida, aprenderam a curvar as suas vontades e colocar de lado as suas noções próprias, diante da grandeza e da graça de Deus;
(B) - São caracterizados por uma confiança humilde, em vez de arrogância independente.
(C) - São os que não se ofendem, mas os que sabem responder brandamente.
(4) – BEM-AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA – Mt 5.6 - As palavras “fome” e “sede”, no texto, significam “estar necessitado”, “ter forte desejo”, “almejar ardentemente”, “buscar ansiosamente”.
Jesus procura nos mostrar através desta bem-aventurança que antes de possuirmos Deus e seu Reino, precisamos fazer dEle o centro de nossa imaginação e busca. É preciso ansiar por Deus – Sl 42:1-2; Am 8:11; Mt 22:37; Apc 21:6 – O bem-aventurado está consciente de que a verdadeira prosperidade só se realiza com a implantação do Reino de Deus, onde a justiça é superabundade – Sl 119.40, 47, 70, 70, 92, 97, 103; Jr 15.16.
(5) – BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS – Mt 5.7 - A palavra misericórdia, dependendo do sentido abordado, pode significar: DEVOÇÃO, COMPAIXÃO, DÓ, BONDADE, FAVOR, GRAÇA. No caso deste versículo, expressa um sentimento emanante do amor de Deus e do coração daqueles que são nascidos e guiados pelo Espírito Santo. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 04:49:49 PM
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Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais Pastor Presidente: Ailton José Alves Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 06 - A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS
INTRODUÇÃO
O Sermão do Monte é um dos mais famosos ensinos de Jesus. A expressão Bem-aventurado do grego “Makários” significa, literalmente: “feliz, afortunado, ditoso”. Já a expressão “Makarismos” denota “felicitação, felizes, alegres” (Gl 4.15; Rm 4.6,9). Jesus estava descrevendo o bem-estar concedido por Deus que pertence apenas ao fiel. As Beatitudes demonstram que o caminho para a felicidade celestial é o oposto do caminho mundano normalmente seguido na busca da felicidade. A ideia mundana é que a felicidade é encontrada nas riquezas, nos prazeres, na abundância, no lazer e em coisas semelhantes. A verdade é exatamente o oposto. A verdadeira prosperidade não é sinônima de riqueza material, como muitos pensam. Nem sempre um homem rico pode ser considerado como próspero e, da mesma maneira, não podemos dizer que um homem pobre não possa ser próspero (1Co 13.4-7; Fp 2.3-5). I - QUEM SÃO OS BEM-AVENTURADOS
Os Bem-aventurados referem-se ao estado abençoado daqueles que, por seu relacionamento com Cristo e sua Palavra, recebem de Deus o amor, o cuidado, a salvação e sua misericórdia. Cada Bem-aventurança diz respeito a uma bênção de Deus, significa mais do que ter alegrias. Implica o estado afortunado daqueles que fazem parte do Reino de Deus. As Beatitudes não prometem riso, prazer ou prosperidade terrena, mas, eternas!
Os pobres de espíritos (V.3). São aqueles que perderam seu orgulho próprio, reconheceram seus pecados e arrependeram-se. Reconhecem que não tem qualquer auto-suficiência espiritual e que dependem exclusivamente da vida que vem do Espírito Santo e sentem-se inteiramente dependentes da graça de Deus. Reconhecer a verdadeira pobreza de espírito é a primeira das graças “porque deles é o Reino dos céus” (Ap 3.17);
Os que choram (V. 4). São aqueles que se contristam profundamente por causa das suas fraquezas e sentem pesar por aquilo que entristece a Deus. Sentem aflição em seu viver por causa do seu pecado, da imoralidade e da crueldade do mundo. Estes “serão consolados” (Lc 19.41; At 20.19; 2Pe 2.8);
Os mansos (V.5). São aqueles que vivem humilde e submissos a Deus e acham Nele o seu refúgio e lhe consagram todo o seu viver e não são violentos. São aqueles que aborrecem a volência. “porque eles herdarão a terra”;
Os que tem fome e sede de justiça (V.6). São aqueles que desejam o que é justo (Êx 33.13, 18; Sl 42.1-2; 63.1-2; Fp 3.8-10). São aqueles que tem fome das coisas de Deus pois “porque eles serão fartos” (Mt 5.6);
Os misericordiosos (V.7). São aqueles que estão cheios de compaixão e dó dos que sofrem. São aqueles que desejam minorar os sofrimentos dos outros, conduzindo estes à graça de Deus por meio de Jesus Cristo ( Mt1833-35; Lc 10.30-37; Hb 2.17), pois assim “porque eles alcançarão misericórdia” (Mt 5.8);
Os limpos de coração (V.8). São aqueles que foram libertos do poder do pecado mediante a graça de Deus, e que agora se esforçam para agradar a Deus e serem parecidos com Ele (Hb1.9; 1Sm 13.14; Mt 22.37; 1Tm 1.5),pois somente os limpos de coração “porque eles verão a Deus” (Mt 5.8; Ap 21.7; 22.4);
Os pacificadores (V.9). São aqueles que se reconciliaram com Deus. Tem paz com Ele mediante a cruz (Rm 5.1; Ef 2.14-16) e agora se esforçam, mediante seu testemunho para levarem outras pessoas, inclusive seus inimigos, à paz com Deus “porque eles serão chamdos filhos de Deus”.
Os perseguidos por causa da justiça (V.10). São aqueles que procuram viver de acordo com a Palavra de Deus, e por amor a justiça sofrerão perseguição (Ap 2; 3.1-4;, 14-22). O mundo lhes persegue com oposição (Mt 10.22; 24.9; Jo 15.19) “porque deles é o Reino dos céus”.
II - OS BEM-AVENTURADOS TAMBÉM SOFREM
Segundo o dicionário Aurélio próspero significa: “ditoso, afortunado”. Nos dias hodiernos, muita ênfase tem se dado à riqueza e a prosperidade, inclusive em muitos púlpitos chamados de “evangélicos”. A mensagem da cruz, da salvação e da santificação tem sido substituída pela pregação da Teologia da Prosperidade, que prega que o cristão não pode ser pobre e nem pode sofrer. Por causa disso, muitos cristãos vivem em busca de riquezas materiais e se esquecem das riquezas espirituais que Deus nos oferece através de Jesus Cristo (Ef 1.3; 2.6; Tg 2.5). Portanto, faz-se necessário entendermos, à luz das Escrituras, o que é ser Bem-aventurado. Vejamos alguns exemplos: Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 04:45:06 PM
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Texto Bíblico: Mateus 5.1-12
INTRODUÇÃO
I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS
II. A BEM-AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA
III. A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA E DA AFLIÇÃO
SERMÃO DO MONTE
As passagens em Mateus 5.1 - 7.29 e Lucas 6.20 - 7.1 receberam esta designação desde o início do século IV d.C., dada por Agostinho em seu comentário (De Sermone domini in monte). O discurso foi feito em alguma colina, provavelmente no planalto elevado da Galileia. Uma tradição do século XIII considera o episódio como ocorrido em um local conhecido como “chifres de Hattin”. A importância do prefácio consiste na expressão “vendo a multidão”. Percy C. Ainsworth observa: “O grande comentário sobre o Sermão do Monte é a vida - a vida como todos nós devemos viver - o pão cotidiano, a simples comunhão, a fadiga trazida pelo próximo, e as lágrimas”.
O Sermão começa com as Beatitudes (Mt 5.3-12) nas quais o Senhor Jesus mostra que conhece bem o significado da vida e como ela deve ser vivida, mostrando que a resposta para a busca universal pela felicidade só pode ser encontrada à medida que os homens se identificarem com o reino de Deus […].
Neste sermão - que Lord Acton definiu como a verdadeira revelação de uma sociedade moralmente nova - o Senhor Jesus contrasta ideias espirituais que sustentam a conduta moral adequada, com as exigências meramente exteriores da lei. Ele ensina que a ira que traz como fruto o assassinato é errada; que a reconciliação com um irmão é mais essencial do que o desempenho de atos exteriores de adoração; que o cultivo de pensamentos lascivos tornam as pessoas tão culpadas quanto a prática do próprio adultério; que seus seguidores devem ser extremamente comprometidos com a verdade, a ponto de os juramentos tornarem-se desnecessário; que a vingança é maligna; que os inimigos, assim como os amigos e benfeitores, devem receber nosso amor; que destacar os defeitos da vida dos outros, e tentar remodelar a vida destes de forma intrometida, e tudo isto através de uma atitude de censura, são repreensíveis; que o exercício da piedade como a doação de esmolas, as orações, e o jejum devem ser destituídos de ostentação; que o cristão só pode ter um Senhor.
Muitas passagens notáveis podem ser destacadas neste sermão. Existem as parábolas que falam da luz interior (Mt 6.22,23), e das duas casas (Mt 7.24-27). A oração do Senhor, citada por Mateus, em sua primeira seção trata dos deveres para com Deus, e, na sua segunda, trata dos deveres para com o próximo. O Senhor Jesus preparou este modelo a partir de um contexto judaico, dando um exemplo de como a alma, mesmo com poucas palavras, pode falar com Deus […].
A “regra áurea” (Mt 7.12) foi assim chamada no século XVIII por Richard Godfrey e Isaac Watts. Willian Dean Howells em seu romance Silas Lapham (1985) usou esta frase que agora nos é familiar. Este princípio de reciprocidade, que de acordo com Wesley é recomendado pela própria consciência humana, tornou-se a base do sistema ético de John Stuart Mill. Este princípio também é refletido na afirmação de Kant de que a pessoa deve agir como se sua regra de conduta estivesse destinada - pela força de sua vontade - a se tornar uma lei universal da natureza. A diferença entre a ordem categórica de Kant e a “regra áurea” de Cristo é que a ordem de Kant não tem conteúdo, enquanto Cristo resume o conteúdo da segunda tábua da lei moral de Deus. O Senhor Jesus Cristo exemplificou a “regra áurea” na parábola do Bom Samaritano (Lc 10.25ss.).
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 02:42:57 PM
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Texto Básico: Mateus 5:1-12
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus“(Mt 5:16)
INTRODUÇÃO Nesta Aula estudaremos sobre a prosperidade dos bem-aventurados. Veremos que ser um bem-aventurado não é ter muitos bens materiais, mas é viver do favor de Deus. As bem-aventuranças que Jesus ensinou aos discípulos no Sermão do Monte mostram que os valores do Reino de Deus têm a ver com o SER e não com o TER. Elas mostram o quanto Jesus ensina sobre a verdadeira prosperidade: Ser humilde de espírito, ganha o Reino dos céus; Ser manso, herda a terra; Ser misericordioso, alcança misericórdia; Ser limpo de coração, vê Deus; Ser pacificador, é filho de Deus e Ser perseguido, recebe galardão. Quem não quer ter essa prosperidade? Todo verdadeiro cristão deve dizer como Asafe disse no salmo 73: “Não possuo outro bem, senão a Ti, Senhor; não há nada em que me compraza na terra e não tenho outro no céu senão a Ti” (Sl 73:25). Portanto, a vida do cristão deve ter como alvo o SER. Deus deseja que seus filhos sejam prósperos, não prioritariamente em posses materiais, mas prósperos, na alma, da graça de Deus. É Jesus quem diz: “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma?”(Mt 16:26). Na carta aos Colossenses Paulo orienta os cristãos a buscarem as coisas lá de cima e não as que são aqui da terra; devem refletir sobre as coisas do Ser e não do Ter; pensar em Cristo e esse ressuscitado, pois morremos para as coisas efêmeras daqui da terra e vivemos para as coisas eternas onde Cristo está assentado e que em breve será manifestado em glória. I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS 1. O significado das bem-aventuranças. As “Bem-Aventuranças” são verdadeiras orientações para o verdadeiro caráter e conduta do cristão, em relação a Deus e aos homens; elas nos desafiam a sermos diferentes. Elas apresentam os fundamentos de uma vida feliz. A expressão que se repete é: “Bem-aventurados”. No original grego, o vocábulo usado por Mateus é “makarios“, cujo significado lembra felicidade, alegria divina e perfeita. Felicidade não no sentido subjetivo de sentir, mas no sentido de realização por ter agido de forma correta. Felicidade do ponto de vista de Deus. Aos olhos de Deus, felizes são os humildes de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores e os perseguidos por causa da justiça.
Para ser “bem-aventurado” é necessário que se tenha sido salvo pelo Senhor (Dt 33:29), salvação esta que se dá mediante o perdão dos pecados (Sl 32:1,2), a fé no Senhor (Sl 34:8; 40:4; 84:12) e a eleição de Deus para se chegar a Ele (Sl 65:4). Todos estes requisitos são satisfeitos pela Igreja e, portanto, se os salvos são chamados bem-aventurados, isto é a prova evidente de que a prosperidade também é uma promessa que se estende à Igreja. No entanto, esta prosperidade não abrange aspectos materiais, mas, sim, um estado espiritual de felicidade, de bem-aventurança.
Quando vemos a descrição dos “bem-aventurados” por parte do Senhor Jesus, em momento algum, vemos o Senhor se referindo a bênçãos materiais, a posse de riquezas. O bem-aventurado é reconhecido pelo seu caráter, pelo seu comportamento, não pelos bens que possa ter. Ao encerrar as bem-aventuranças, aliás, o Senhor faz questão de dizer que a prosperidade abrange um grande galardão nos céus, que deveria ser o motivo de exultação e alegria para a Igreja (Mt 5:11). 2. Bem-aventurados os pobres (humildes)(Mt 5:3). Nesse aspecto, a referência não trata de pessoas que possuem dinheiro, e sim de pessoas que são dependentes de Deus. Tanto pobres quanto ricos podem ser “pobres de espírito”, ou seja, pessoas que reconhecem sua incapacidade espiritual e ficam na dependência de Deus para sua subsistência e salvação. Eles percebem sua necessidade espiritual e encontram o suprimento no Senhor. O “reino dos céus”, onde a auto-suficiência não é virtude e a auto-exaltação é um vício, pertence a tais pessoas.
Por reconhecer suas verdadeiras necessidades espirituais, os “pobres de espírito” almejam um relacionamento mais profundo com Deus como o fez o salmista: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus? As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, porquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus? Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão; fui com eles à Casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava. Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença” (Sl 42:1-5). 3. Bem-aventurados os que choram(Mt 5:4). Isso não se refere às vicissitudes da vida. É o choro que uma pessoa experimenta devido à comunhão que ele tem com o Senhor Jesus. É também sentirmos pesar por aquilo que entristece a Deus. É ter nossos sentimentos em sintonia com os sentimentos de Deus. É sentir aflição em nosso espírito por causa do pecado, da imoralidade e da crueldade prevalecentes no mundo.
Em Lucas 19:41 está escrito que Jesus chorou, quando ia chegando em Jerusalém, por ocasião de sua entrada triunfal. Esse choro de Jesus significa mais do que derramar lágrimas. É lamentação, pranto, soluço e clamor de uma alma em agonia. Jesus, em sua deidade, não somente revela seu sentimento, como também o coração partido do próprio Deus, por causa da condição do homem perdido e da sua recusa em arrepender-se e aceitar a salvação. O cristão bem-aventurado compartilha ativamente com Jesus Cristo das dores e dos pecados do mundo. Esses que choram serão consolados no dia vindouro quando Deus “… enxugará dos olhos toda lágrima…” (Ap 21:4). Os crentes choram pelos descrentes agora, nesta vida, pois a tristeza de hoje é apenas uma amostra da tristeza eterna. II. A BEM-AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA 1. Bem-aventurados os mansos(Mt 5:5). Mansidão não é ausência de sentimentos ante a determinadas situações. Na verdade é uma atitude amável e justa para com qualquer pessoa ou situação. Mansidão na vida do crente fiel é “fruto do Espírito” (veja Gl 5:22). Os “mansos” são os humildes e submissos diante de Deus. Acham nEle o seu refugio e lhe consagram todo o seu ser. Por natureza essas pessoas poderiam ser até temperamentais e ásperas. Mas por causa do espírito de Cristo que há neles, tornam-se mansos ou gentis (cf. Mt 11:29). Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 02:35:17 PM
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TEXTO ÁUREO == “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração” (Lc 4.18).
VERDADE PRÁTICA = = “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração” Lc 4: 18
LEITURA BIBLICA == Mateus 5: 1 - 12
INTRODUÇÃO
Quando Jesus subiu aquele monte, aos arredores do mar da Galiléia, estava determinado a mostrar ao mundo o que significa realmente ser feliz. BEM-AVENTURANÇAS - TERMOS TEOLÓGICOS? São diversas afirmações de Jesus que começam com a expressão “bem-aventurados os…”, a respeito de certas pessoas - os cidadãos do Reino de Deus. As bem-aventuranças falam do caráter, conduta e comportamento daqueles que nasceram de novo. A primeira palavra do sermão, bem-aventurados, que seria repetida mais sete vezes neste trecho, chamaria a atenção dos ouvintes. O termos bem-aventurança, é uma palavra especial no grego (makarios),…
O CENÁRIO DO SERMÃO, 5.1-2
Alguém poderia deduzir do primeiro versículo do capítulo cinco que Jesus deixou a multidão (1) e entregou este “sermão” somente para os discípulos. Mas parece que a multidão se reuniu em torno da parte externa do círculo interno e ouviu o discurso (cf. 7.28). A referência a um monte é provavelmente significativa. Assim como Moisés recebeu a antiga Lei no monte Sinai, assim também Jesus, o novo Líder, pronunciou a lei do Reino na encosta de um monte. Assentando-se. Enquanto os pregadores de hoje seguem o costume grego e romano de ficar em pé para falar, os mestres judeus sempre se sentavam enquanto ensinavam. Discípulos literalmente significa “aprendizes”. A palavra só é encontrada nos Evangelhos e Atos (Mateus, 74 vezes; Marcos, 45; Lucas, 38; João, 81; Atos, 30). Esta é a designação mais antiga para os seguidores de Jesus.
1. As Bem-aventuranças (5.3-12)
a) Os Pobres de Espírito (5.3). Cada beatitude começa com bem-aventurados, o que lembrava aos ouvintes o Salmo 1.1. Lenski comenta: “‘Bem-aventurado!’ entoado repetidas vezes, soa como sinos do céu, tocando neste mundo amaldiçoado, do alto da catedral do reino, convidando todos os homens a entrar”.
A palavra grega makarios significa “feliz”. Mas é óbvio que “… as bênçãos contempladas nas Beatitudes não podem de forma alguma ser expressas em nosso idioma pela palavra ou pelo conceito de ‘felicidade’”. Elas se referem, antes, à bem-aventurança que só vêm para aqueles que desfrutam da salvação em Jesus Cristo. Hunter sugere: “‘Abençoado’ significa ‘Ah, a felicidade de’, e a beatitude é a felicidade do homem que, em comunhão com Deus, vive a vida que é realmente a vida”. Arndt e Gingrich escrevem: “A tradução Ó, a felicidade de ou saudação àqueles, preferida por alguns, pode ser exatamente correta para o original aramaico, mas ela escassamente exaure o conteúdo que makarios tinha nos lábios dos cristãos de fala grega”. John Wesley tem sido seguido por vários tradutores atuais ao adotar “Feliz”. Mas “Bem-aventurado” talvez seja uma tradução mais adequada.
Os pobres de espírito (3) são aqueles que reconhecem a sua pobreza espiritual. Lucas (6.20) diz: “Bem-aventurados vós, os pobres”. Mas, após o cativeiro babilônico, a frase “os pobres” era freqüentemente usada para os piedosos, em contraste com os opressores ricos, ímpios e mundanos dos pobres. Assim, as afirmações em Mateus e Lucas significam a mesma coisa. Talvez a melhor tradução de 5.3a seja a de Goodspeed: “Bem aventurados são aqueles que sentem a sua necessidade espiritual”.
Por que estes pobres são bem-aventurados? Porque deles é o Reino dos céus. As Beatitudes estão na forma de paralelismo sintético, um tipo de poesia hebraica na qual a segunda linha completa o significado da primeira. Desse modo, aqui a segunda linha define mais especificamente a conotação de “bem-aventurado”.
A primeira beatitude atinge diretamente o centro da necessidade do homem. Fitch declara: “A pobreza de espírito é essencialmente o destronamento do orgulho”. Depois de declarar que “o orgulho é a própria essência do pecado”, ele continua dizendo: “O orgulho é o pecado de um individualismo exagerado, o pecado do usurpador reivindicando um trono que não é seu, o pecado que enche o universo com apenas um ego, o pecado de destronar a Deus de sua soberania de direito”.
b) Os que Choram (5.4). Quando alguém percebe que está falido de todos os bens espirituais que o tornariam aceitável a Deus, irá chorar (4) sobre o fato. Lloyd-Jones escreve:”‘Chorar’ é algo que vem logo depois da necessidade de ser ‘pobre de espírito’ e acrescenta: “Quando eu confronto Deus e a sua santidade, e contemplo a vida que devo viver, vejo a mim mesmo, o meu total desamparo e falta de esperança”. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 31 de Janeiro de 2012 as 02:32:12 PM
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Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões: - Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Compreendem a importância desse ato? Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
- Introduzam o estudo da lição, com a seguinte pergunta: O que significa a palavra “bem-aventurado”? Observem as respostas dos alunos e falem que no dicionário Michaelis significa: muito feliz.
- Então, leiam, de forma compartilhada, com os alunos As Bem-aventuranças (Mt 5.1 a 12). Vocês falam a primeira parte do versículo e os alunos completam a leitura de cada verso.
- Perguntem: Em que se fundamenta a felicidade? Em bens materiais ou espirituais? Como podemos encontrá-la? Aguardem as respostas. Certamente, elas convergirão para o aspecto espiritual.
- Em seguida, dividam os alunos em 04 grupos. Caso sua classe tenha aula dentro da igreja, dividam os alunos por proximidade.Orientem que cada grupo deverá ler o que a lição explica sobre 02 bem-aventuranças. Estipulem o tempo de no máximo 15 minutos.
Grupo 01: As bem-aventuranças dos versículos 3 e 4.
Grupo 02: As bem-aventuranças dos versículos 5 e 6.
Grupo 03: As bem-aventuranças dos versículos 7 e 8.
Grupo 04: As bem-aventuranças dos versículos 9 e 10.
Falem ainda que eles apresentarão para os colegas o que leram de mais significativo sobre cada bem-aventurança. Enfatizem que eles deverão ter objetividade.
Durante esse trabalho, é interessante, que vocês passem em cada grupo, tirando dúvidas e observando o direcionando da atividade. Dividir os alunos em grupos, não significa momento de descanso para o professor, a atenção deve ser redobrada, tanto no momento da atividade em si, como na apresentação.No momento da apresentação, permaneçam diante da turma, ao lado dos alunos de cada grupo. Dessa forma, vocês estarão dando suporte emocional aos que estão nervosos e se sentirão mais seguros. Observem o que está sendo dito, acrescentem outras informações e corrijam se necessário.
Atenção, professores da lição de Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II.
Escola Dominical Participativa Site do Pr. Marcos Tuler, Reitor da Faculdade Evangélica de Ciência e Tecnologia da CGADB (FAECAD), escritor, pedagogo e conferencista.