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TV EBD - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 8 - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Lição 8 - Os Impérios Mundiais E O Reino Do Messias

Lições Bíblicas - 4º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Comentários: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Questionário

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

veja

LIÇÃO 12, ZACARIAS, O REINADO MESSIÂNICO - 4º Trimestre de 2012          

http://www.youtube.com/playlist?list=PL9TsOz8buX1_ZiGvlR4p5ETqRtT6ABKj2

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv-2trim2012.htm (Arrebatamento, Governo do Anticristo, Milênio, Formosa Jerusalém, Juízo Final)

 

 

TEXTO ÁUREO

“E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão” (Dn 7.27).

 

VERDADE PRÁTICA

Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de DEUS se expande através de JESUS CRISTO.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Hb 1.3 JESUS é rei eternamente

Terça - Dn 2.44 O reino do Messias será único e eterno

Quarta - Dn 7.14 O reino do Messias é invencível

Quinta - Ap 19.15 JESUS, o Rei dos reis

Sexta - Ap 20.4 O reino milenial de CRISTO

Sábado - Mt 6.33; Mc 4.11; Mt 12.28 A realidade do Reino de DEUS

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Daniel 7.3-8,13,14

Daniel 7.3 E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como leão e tinha asas de águia; eu olhei até que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disso, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também esse animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7 Depois disso, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez pontas. 8 Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nessa ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.

Daniel 7.13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.
14 E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino, o único que não será destruído.

INTERAÇÃO

O texto bíblico que vamos estudar é todo o capítulo sete de Daniel.

 

OBJETIVOS - Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

Descrever e explicar a visão dos quatro animais.

Identificar o clímax da visão do profeta.

Compreender a volta de JESUS à luz do capitulo sete de Daniel.

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Questionário - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 8 - Os Impérios Mundiais E O Reino Do Messias

Responda conforme a revista da CPAD do 4º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE. Comentário: Pr. Elienai Cabral

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“E o reino, e o ____________________________, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao ___________________________ dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os __________________________ o servirão, e lhe obedecerão” (Dn 7.27).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

Enquanto os__________________________ humanos __________________________, o Reino de DEUS se __________________________ através de JESUS CRISTO.

 

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO

3- Qual a mudança de narrativa no capítulo sete de Daniel? Quais as principais diferenças entre as narrativas anteriores e as do capítulo sete?

(    ) Agora estamos diante de uma série de quatro visões do profeta.

(    ) É o “apocalipse do Antigo Testamento” apresentando quatro impérios simbolizados por quatro animais.

(    ) A visão do capítulo dois foi dada a um rei que se converteu, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um profeta de DEUS, o profeta Daniel.

(    ) A visão do capítulo dois foi dada a um rei pagão, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um servo de DEUS, o profeta Daniel.

(    ) Veremos que em Nabucodonosor, a visão revela o lado político dos impérios apresentados como uma grande estátua.

(    ) Em Daniel, através dos quatro animais, ela revela o lado moral e espiritual desses impérios.

(    ) Os fatos são os mesmos, mas os objetivos das duas visões têm finalidades distintas.

(    ) No capítulo sete, DEUS revela a Daniel o fim dos quatro impérios e o surgimento do reino eterno do Messias prometido.

 

I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7.1-8)

4- Quando Daniel recebeu a visão sobre os quatro animais?

(    ) No primeiro ano do rei Nabucodonor, que era regente da Babilônia.

(    ) No primeiro ano do rei Belsazar, que era co-regente com o seu pai, Nabonido da Babilônia.

(    ) No primeiro ano do rei Ciro, que era regente da Babilônia e do reino da Média e da Pérsia.

 

5- Como foi a primeira parte da visão de Daniel (vv.1-3)? Complete:

a) O “__________________________ com asas de águia” (v.4). Animal semelhante ao __________________________ com asas de águia. Asas do __________________________ eram arrancadas. Animal foi erguido da terra, posto de pé como um ser humano e, logo depois, ele recebeu um coração humano. O___________________________ representava o império da __________________________. b) O ___________________________ (v.5). Figura semelhante a um ____________________________. Erguido de um lado e tinha em sua boca três __________________________. “Levanta-te, devora muita carne”. O ________________ simbolizava o império __Medo-Persa__. c) O __________________________ com quatro asas (v.6). Este possuía quatro cabeças e tinha quatro asas de aves em suas costas. Foi-lhe dado domínio. O __________________________ simbolizava o império da ___________________________. d) Uma aparência indescritível (vv.7,8). “Terrível, espantosa e extremamente forte”. Ela tinha enormes dentes de __________________________, comia e triturava o que encontrasse pelo caminho. Em sua cabeça havia ainda dez ___________________________. Enquanto Daniel prestava atenção nos dez __________________________, um ______________________ pequeno surgiu entre os dez; mas três dos primeiros dez ________________________ foram arrancados pela raiz. No ________________________ pequeno havia também olhos como “olhos humanos” e uma boca que proferia “palavras arrogantes”. O animal, aqui descrito, simbolizava o império _______________________.

 

6- O bloco dos versículos 9 a 14 revelam mais duas figuras. Quais são?

(    ) A do anticristo e a do Filho do Homem.

(    ) A do Ancião e a do Filho do Homem.

(    ) A do Anjo do Senhor e a do Filho do Homem.

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O Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = ”E o reino, e o domínio, e a majestade dos remos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão”(Dn 7.2 7).
VERDADE PRÁTICA = Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de Deus se expande através de Jesus Cristo.
LETURA BIBLICA = Daniel 7: 3-8, 13,14
INTRODUÇÃO
Daniel 7 conclui a seção aramaica do livro (veja comentários em 1.1-2) e encerra as mensagens relacionadas aos poderes pagãos mundiais. Em certo sentido, esse capítulo serve de ponte entre a seção gentia e a seção judaica seguinte. A primeira seção, expressa na língua das terras onde Israel e Judá estavam exilados, levou a palavra de Deus aos imperadores e impérios dos gentios. A segunda, na língua da promessa ao povo da promessa, levou a palavra infalível de Deus ao remanescente de Israel. A perspectiva da primeira é a ordem mundial gentia. A perspectiva da segunda seção apresenta o Reino de Deus em primeiro plano, ainda que em conflito com as forças do mundo. Assim, esse sétimo capítulo faz convergir as duas perspectivas, a terrena e a celestial. Junto com o capítulo 2, ele tem sido definido como o coração da mensagem de Daniel.
A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS
O Sonho De Daniel Com As Quatro Bestas E Sua Interpretação, 7:1-14
7: 1 - Enquanto no capítulo 2 o sonho era de Nabucodonosor, registramos aqui o sonho de Daniel. Em muitos aspectos, estes sonhos são paralelos; de fato, o sonho de Daniel parece dar ampliação e entendimento tanto a Daniel 2 como a Apocalipse 13. Estes capítulos fornecem uma chave para o entendimento do livro de Apocalipse.
7:2-3 - Quatro grandes animais vieram do mar, cada uma diferente da outra. Estas quatro bestas são identifica das como quatro reinos (7:17, 23). O “mar” parece representar a massa humana da sociedade (Isaías 17:12; Apocalipse 17:15). Os “ventos” são forças usadas por Deus para comandar e até mesmo para destruir (Jeremias 49:36; 51: 1).

Os animais e a imagem de Nabucodonosor (7.1-3). No primeiro ano de Belsazar (1) seria quatorze anos antes da queda do reino Babilônico. O sonho de Daniel sobre a ordem das coisas futuras lançou a vista do tempo em que o profeta se encontrava, mais de cinco séculos antes do nascimento de Cristo, até a nossa era e até o fim dos tempos. Da sua perspectiva, rodeado por uma escuridão silenciosa da noite (2), emergiu uma figura violenta e furiosa - tempestuosos ventos do céu, animais rugindo (3) subindo das águas, espalhando-se pela terra, um após o outro.
Os ventos do céu agitando o mar é uma figura ilustrativa das duas dimensões da realidade na história. Há a existência terrena de pessoas e nações representada pelo mar agitado e a terra sólida. Há a ordem celestial, sobrenatural. Os dois domínios estão envolvidos no curso dos afazeres humanos, e entre eles e dentro deles há um conflito dinâmico de forças.
Há um paralelo impressionante entre a visão de Daniel descrita aqui e a visão de Nabucodonosor da grande imagem. Na verdade, elas claramente retratam as mesmas realidades históricas, embora de pontos de vista diferentes. O capítulo 2 retrata a história como Deus permitiu que um monarca pagão a vislumbrasse. A imagem continha elementos da própria situação de Nabucodonosor. Na visão de Daniel compartilhamos da concepção de um homem de Deus que consegue captar um vislumbre da perspectiva de Deus. Nabucodonosor viu a ordem mundial elevando-se em uma magnificência esplendorosa, um colosso dourado cintilante, mas Daniel viu a mesma substância em forma de animais temerosos e vorazes.
Stevens percebe a relevância do símbolo da bestialidade sendo aplicado aos tiranos da história. “Devemos nos curvar em respeito diante dessa manifestação avaliadora divina sobre o caráter do governo imperial do mundo. Quais são os atributos dos animais? Guardar o que é seu a qualquer custo; brigar por aquilo que não têm, mas que querem ter; voar e procurar a violência, sedentos de sangue a qualquer provocação [.,,] inclinados a sentir o máximo de satisfação no sangue, na agonia, na perda e na morte dos objetos da sua fúria […] Deus anteviu esse espírito predominante nos impérios mundiais até o fim. Na verdade, esse é o verdadeiro espírito do império mundial. E o militarismo é o seu instrumento indispensável”.15 Verdadeiramente, “o SENHOR não vê como vê o homem” (1 Sm 16.7).
7:4 - A primeira besta era como um leão com asas de águia, mas lhe foi dado uma mente de homem. Esta representaria a Babilônia (veja Daniel 2:37-38).
O leão com asas (7.4). A identificação dos três primeiros animais parece claramente um paralelo com a interpretação de Daniel da imagem do capítulo 2. O leão com asas de águias […] foi levantado […] e posto em pé como um homem e recebeu um coração de homem.Essa imagem provavelmente representa Nabucodonosor como a grande personificação do império babilônico. Sua degradação é sugerida pelo despojar das asas, e sua restauração pelo presente de um coração e a postura ereta de um homem. O rei dos animais é representado pela força e ferocidade, e o rei das aves, pela graça, agilidade e voracidade; combinados retratam o poder e a grandeza régia desse rei e de seu reino.
7:5 - O segundo animal era como um urso levantando-se sobre um de seus lados, com três costelas entre os dentes. Como este corresponde ao sonho de Nabucodonosor, representa o império medo-persa (Daniel 2:39; também 8:3, 20).
O urso desajeitado (7.5). O segundo animal, semelhante a um urso, “tendo sua pata levantada, pronto para atacar” (Berkeley), era o segundo animal mais feroz. As três costelas em sua boca e a ordem: Levanta-te, devora muita carne, descrevem seu instinto predatório. Os reinos da Babilônia, Lídia e Egito podem representar as costelas entre os dentes do urso. Pusey descreve de maneira vívida a impassibilidade desajeitada do império persa-imponente e pesado na sua estratégia militar, devastador de vidas e recursos humanos. A campanha militar de Xerxes contra a Grécia, que experimentou sua derrota inicial na batalha de Maratona, mais se assemelhava à migração de imensos bandos do que à ação de um exército. Estima-se em mais de dois milhões e meio de soldados em ação.
7:6 - A terceira besta era como um leopardo, mas com quatro asas e quatro cabeças. Esta corresponderia ao império macedônio ou grego (Daniel 2:39; também 8:8, 21).
O leopardo com suas asas velozes (7.6). O leopardo com quatro asas de ave é um símbolo apropriado do grego Alexandre, cuja velocidade impressionante e poder admirável rapidamente colocaram a Pérsia e o mundo aos seus pés. A divisão em quatro partes do seu reino logo após a sua morte é sugerida pelas quatro cabeças.
Poder, saque e terror (7). O caráter distinto do quarto animal é o terror que provoca no observador; ele era terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro. “Ele devorava e dilacerava suas vítimas em pedaços e pisoteava o que sobrava com seus pés” (Berkeley). Sua diferença marcante em relação aos outros animais antes dele era especificamente notada.
Dez chifres (7). Da sua cabeça cresciam dez pontas (”chifres”, ARA). Símbolos de poder militar, esses chifres representam dez reis ou reinos (cf. v. 24). Saindo da mesma cabeça eles apresentavam uma unidade na diversidade, como partes de um mesmo animal. Eles também pertenciam ao mesmo período histórico em contraste com as sucessivas aparições dos animais.

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO

“E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão” (Dn 7.27).

VERDADE PRÁTICA

Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de Deus se expande através de Jesus Cristo.

HINOS SUGERIDOS

90, 94, 599.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Hb 1.3
Jesus é rei eternamente

Terça - Dn 2.44
O reino do Messias será único e eterno

Quarta - Dn 7.14
O reino do Messias é invencível

Quinta - Ap 19.15
Jesus, o Rei dos reis

Sexta - Ap 20.4
O reino milenial de Cristo

Sábado - Mt 6.33; Mc 4.11; Mt 12.28
A realidade do Reino de Deus

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 7.3-8,13,14.3 - E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.4 - O primeiro era como leão e tinha asas de águia; eu olhei até que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem.5 - Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.6 - Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas: tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.7 - Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrí­vel e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez pontas.8 - Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.13 - Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem: e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.14 - E foi-lhe dado o domínio e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem: o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino o único que não será destruído.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Descrever e explicar a visão dos quatro animais.
  • Identificar o clímax da visão do profeta.
  • Compreender a volta de Jesus à luz do capitulo sete de Daniel.

PALAVRA CHAVE

Império: Forma de governo monárquico, cujo soberano tem o título de imperador ou de imperatriz.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Na lição desta semana, veremos uma mudança narrativa no capítulo sete de Daniel. Agora estamos diante de uma série de quatro visões do profeta. É o “apocalipse do Antigo Testamento” apresentando quatro impérios simbolizados por quatro animais. A visão do capítulo dois foi dada a um rei pagão, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um servo de Deus, o profeta Daniel. Veremos que em Nabucodonosor, a visão revela o lado político dos impérios apresentados como uma grande estátua. Em Daniel, através dos quatro animais, ela revela o lado moral e espiritual desses impérios. Os fatos são os mesmos, mas os objetivos das duas visões têm finalidades distintas. No capítulo sete, Deus revela a Daniel o fim dos quatro impérios e o surgimento do reino eterno do Messias prometido.. [Comentário: Estamos iniciando o exame de um dos mais excitantes e emocionantes capítulos da Bíblia. A mensagem básica de Daniel 7 é que Deus passa a confirmar ao profeta Daniel tudo o que havia mostrado a Nabucodonosor (capítulo 2), ou seja, os acontecimentos vindouros, compreendidos desde o reino babilônico até a segunda vinda gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo e o estabelecimento do Reino Milenar Messiânico. No capítulo 7, no entanto, além de dar mais detalhes sobre aqueles impérios mundanos do ponto de vista político e militar que se sucederiam, Deus acrescenta um fato novo: o surgimento de um poder religioso que haveria de perseguir e tentar extinguir os santos do Altíssimo. A grande certeza expressa na Palavra de Deus é que em breve este poder, em toda a sua abrangência, perderá o seu domínio e será destruído. Na vitória final, o filho do homem (Jesus Cristo) é o instrumento indispensável e é por meio dEle que Seu povo herdará o reino eterno. Este é o clímax do estudo do capítulo 7 de Daniel. A visão de todos esses acontecimentos foi dada a Daniel, segundo dados históricos, em 553 a.C., considerado como sendo o “primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia.” (Daniel 7:1). O rei Nabucodonosor havia falecido há nove anos. O próprio Daniel tinha aproximadamente a idade de 70 anos. Devemos lembrar que a queda de Babilônia (capítulo 5) e sua experiência na cova dos leões (capítulo 6) ainda se encontravam no futuro, pois os capítulos de Daniel não estão em ordem cronológica. Entretanto, cinquenta e um anos haviam decorrido desde o sonho tido por Nabucodonosor, relatado no capítulo 2. O relevante é que Daniel 7 é uma profecia poderosa, cheia de verdades importantes para o nosso tempo. Os grandes eventos da história mundial têm seguido fielmente a profecia com uma precisão extraordinária.]Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7.1-8)
1. A visão. Daniel recebeu a visão sobre os quatro animais no primeiro ano do rei Belsazar da Babilônia. É importante lembrarmos, aqui, que Belsazar não governou sozinho. Ele foi corregente com o seu pai, Nabonido. Veremos agora a primeira parte da visão de Daniel (vv.1-3): [Comentário: O profeta Daniel relata a sua visão: “Eu estava olhando, numa visão noturna, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Mar Grande. E quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar. O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em dois pés como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem. Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças; e foi-lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando, em visões noturnas, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.” Daniel 7:1-7. De acordo com o relato bíblico, o profeta Daniel viu subindo do Mar Grande, quatro grandes animais. É importante observar que o mar estava sendo agitado pelos quatro ventos do céu quando estes quatro animais apareceram. Os quatro ventos que agitaram o Mar Grande (Daniel 7:2) significam lutas, guerras e comoções (Jeremias 49:36 e 37). Os reinos surgiram e ruíram como resultado das guerras. Mar e águas, nas profecias, representam povos, multidões, nações e línguas (Isaías 17:12 e 13; Jeremias 47:1 e 2; Apocalipse 17:15). Nesta profecia, ao ser mencionado o “Mar Grande” (atualmente conhecido por Mar Mediterrâneo), Deus queria também chamar a atenção quanto à localização geográfica onde ocorreriam esses conflitos. Os quatro ventos soprando sobre o mar simbolizam destruição, conflitos e guerras entre a humanidade. Eles sopraram sobre povos, nações e dessas guerras entre os homens surgiram quatro grandes bestas ou monarquias, que tiveram seu período de domínio uma após outra.]
a) O “leão com asas de águia” (v.4). O versículo quatro descreve um animal semelhante ao leão com asas de águia. Enquanto Daniel o contemplava, as asas do leão eram arrancadas. Posteriormente, o animal foi erguido da terra, posto de pé como um ser humano e, logo depois, ele recebeu um coração humano. O leão representava o império da Babilônia.[Comentário: O Império Babilônico, representado na grande estátua pela cabeça de ouro (Daniel 2:32), é apropriadamente representado aqui por um leão, o primeiro desses quatro grandes animais (Daniel 7:4). O profeta Jeremias se refere à Babilônia como um leão (Jeremias 4:6 e 7). Os símbolos de Babilônia são todos superlativos: O ouro (uma representação de Babilônia, conforme Daniel 2:38) é o mais precioso dentre todos os metais; o leão é o rei dos animais; a águia é o rei do ar. A Babilônia foi um reino rico e poderoso. Exerceu o seu domínio de 606 a 538 a.C. Quanto às asas de águia sem dúvida denotam a rapidez com que Babilônia estendeu suas conquistas sob o reinado de Nabucodonosor. Ao lhe serem arrancadas as asas, lembre-se do que aconteceu com Nabucodonosor (Daniel 4:33 e 34).]
b) O urso (v.5). Daniel viu uma figura semelhante a um urso. Este fora erguido de um lado e tinha em sua boca três costelas. A este animal as pessoas diziam: “Levanta-te, devora muita carne”. O urso simbolizava o império Medo-Persa. [Comentário: O Império Medo-Persa, simbolizado na grande estátua pelo peito e braços de prata (Daniel 2:32 e 39), é aqui representado pelo segundo animal, semelhante a um urso. Dominou de 538 a 331 a.C. O animal tinha três costelas na boca, simbolizando a conquista de três reinos: Babilônia, Egito e Lídia, que deram grande poder aos persas. A profecia indica que o urso se “levantou de um lado”. A história confirma que, apesar de os Medos e Persas terem se unido nas batalhas, os Persas eram mais fortes. Uma outra referência quanto a esta desigualdade de forças, nós encontramos registrado em Daniel 8:3, onde diz que o carneiro tinha dois chifres. Eles eram altos, mas um era mais alto do que o outro. O carneiro representava a Medo-Persa (Daniel 8:20)..]
c) O leopardo com quatro asas (v.6). Outro animal era uma figura semelhante ao leopardo. Este possuía quatro cabeças e tinha quatro asas de aves em suas costas. Foi-lhe dado domínio. O leopardo simbolizava o império da Grécia. [Comentário: A Grécia é simbolizada na grande estátua pelo ventre e coxas de bronze Daniel 2:32 e 39). Este poderoso Império é aqui representado pelo terceiro animal, semelhante a um leopardo. A própria Bíblia confirma a sequencia destes reinos. Grécia é também representada pelo bode (Daniel 8:21), o qual derrotou o carneiro, uma representação da Medo-Persa (Daniel 8:20). Grécia governou o mundo de 331 a 168 a.C. O animal tinha nas costas quatro asas de ave. As quatro asas representam a grande velocidade nas conquistas. A Grécia, sob o comando de Alexandre, o Grande, literalmente voou em sua conquista de dominação do mundo. A profecia relata que este animal tinha quatro cabeças, significando que, com a morte prematura de seu maior comandante, Alexandre, o Grande, quatro generais o substituíram. Eram eles: Cassandro (Macedônia), Lisímaco (Trácia), Ptolomeu (Egito) e Seleuco (Síria).] Clique aqui para ler o texto completo »

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:- Escrevam no quadro o título da lição: Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias.

- Falem que a partir desta lição, vamos estudar sobre a 2ª parte do livro de Daniel, que trata de sonhos e visões de cunho profético e apocalíptico dados por Deus a Daniel.

- Escrevam no quadro os nomes dos 4 animais e apresentem também uma figura deles:

Leão com asas de águia

Urso

Leopardo com 04 asas

Animal com aparência espantosa


- Leiam com os alunos Dn 7. 3 a 8, 13,14, expliquem o significado da visão dos 04 animais. Falem também dos 10 chifres e do pequeno chifre.Apresentem a figura da estátua do sonho de Nabucodonosor e façam uma relação com a visão dos 04 animais.

- Depois, falem sobre o julgamento das nações do mundo e que o juiz será Deus.

- Falem em seguida sobre a Grande Tribulação, o domínio do Anticristo, seu julgamento e destruição.

- Agora, falem sobre a volta de Jesus e o reino milenial.- Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “O Reino do Messias”.Tenham uma excelente e produtiva aula!

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Daniel 7:3-8,13,14

“E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão” (Dn 7:27).

INTRODUÇÃO
Nesta Aula estudaremos o capítulo 7, onde é narrada a visão que Deus deu a Daniel sobre o fim dos Impérios mundiais e o surgimento do Reino eterno do Messias. Até o capítulo 6, vimos a parte histórica do livro; agora, nos capítulos 7 a 12, veremos a parte profética.
O capítulo 7 está dividido em duas grandes partes: os versículos 1 a 14 retratam o sonho de Daniel; os versículos 15 a 28, a interpretação do sonho.
Percebe-se que há um paralelo entre o capítulo 2 e o capítulo 7. Estudiosos dizem que o capítulo 2 apresenta um panorama na perspectiva do homem, enquanto o capítulo 7 apresenta uma perspectiva divina do mesmo tema. O capítulo 2 trata da história dos impérios em seu aspecto externo: seu esplendor; o capítulo 7 trata do aspecto espiritual interno: são como feras selvagens.
Daniel 7 trata do desenrolar da história humana até o fim do mundo. Se olharmos apenas para os reinos deste mundo somos o povo menos favorecido da terra, mas se olharmos para o trono de Deus somos o povo mais feliz da terra. Os impérios do mundo surgem, prosperam e desaparecem, mas o Reino de Cristo permanece para sempre. (1)
I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7:1-8)

1. A visão (Dn 7:3-15). A visão de Daniel ocorreu no “primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia” (Dn 7:1), ou seja, quatorze anos antes da queda do reino Babilônico. A visão de Daniel revela a ordem das coisas futuras - da época em que o profeta se encontrava, mais de cinco séculos antes do nascimento de Cristo, até os nossos tempos e até o fim da Era gentílica. Da sua perspectiva, rodeado por uma escuridão silenciosa da noite (Dn 7:2), emergiu uma figura violenta e furiosa - tempestuosos ventos do céu, animais rugindo (Dn 7:3) subindo das águas, espalhando-se pela terra, um após o outro. Aqui, Daniel vê a história dos reinos mundiais em terrível convulsão. Todavia, ele olha e vê Deus assentado no trono (Dn 7:9-11). Devemos estar conscientes de que um Dia toda natureza gentílica será extirpada e o reino de Cristo estabelecido para sempre. Os grandes reinos crescem, fortalecem-se, deterioram-se e caem, mas só o Reino de Deus permanece para sempre, conforme Daniel capítulos 2 e 7.
2. Interpretação. ”Cheguei-me a um dos que estavam perto e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isso. E ele me disse e fez-me saber a interpretação das coisas” (Dn 7:16).
a) “O leão com asas de águia” (Dn 7:4).O leão (rei dos animais) e a águia (rainha das aves) são símbolos da grandeza da Babilônia. Duas coisas aqui devem ser observadas no texto:

Primeiroas asas foram arrancadas. Aqui, fala de Nabucodonosor sendo expulso do trono para viver com os animais (ver Dn 4:32).
Segundo, o texto diz que o animal foi levantado da terra e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem. Isto se refere o retorno de Nabucodonosor de sua lucidez e da sua conversão (ver Dn 4:32b,36,37).
b) “O urso” (Dn 7:5).
Aqui, o urso é símbolo do império medo-persa, um império formado pela coligação de dois povos: os medos e os persas. Esse império foi descrito em Daniel 2:32,39.
As “três costelas” que o urso trazia na sua boca, na simbologia profética, significam as três primeiras potências conquistadas pelo Império Medo-persa. São elas: (a) Babilônia; (b) A Lídia, na Ásia Menor; (c) O Egito. Esses três reinos (costelas) fizeram uma coligação pensando suplantar as ameaças do inimigo, mas não tiveram nenhum êxito nisso, pois a conquista por Dario e Ciro dessas nações já estava vaticinada cerca de 80 anos antes, como está descrito pelo profeta do Senhor: “O Senhor despertou o espírito dos reis da Média; porque o seu intento contra Babilônia é para a destruir” (Jr 51:11,29).
c) O leopardo com quatro asas (Dn 7:6).
Esse animal simboliza o império grego-macedônio. Em 334, Alexandre Magno empreendeu sua surpreendente conquista, que em um período de 10 anos o levou a ser soberano de um vasto império.
Alexandre foi educado por Aristóteles. Difundiu a cultura grega entre os povos vencidos. O idioma grego tornou-se conhecido em todo o mundo antigo e veio a ser a língua em que o Novo Testamento foi escrito. Ele fundou a cidade de Alexandria, conhecida mundialmente por sua famosa biblioteca e pelo farol na ilha de Faros, uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Observe três destaques importantes no texto de Daniel 7:6.
Primeiro, ”e tinha quatro asas de ave nas suas costas”. Daniel notifica que nas costas do animal havia quatro asas. Elas representam, sem dúvida, os “quatro generais” de Alexandre que, após sua morte, fundaram quatro realezas. São eles: (a) Ptolomeu; (b) Selêuco; (c) Lisímaco; (d) Cassandro. Em tudo que Alexandre fazia esses generais estavam sempre em evidência. Cada um deles começou por implantar-se na região que lhe fora designada, e não ficaram somente nisso, pois a ambição de glória e de poder, levou-os a lutarem entre si, para novas conquistas. Clique aqui para ler o texto completo »

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula prévia referente a Lição 8: Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias do 4º Trimestre de 2014: Integridade Moral e Espiritual — o legado do livro de Daniel para a Igreja hoje, como preparação dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 8 - 4T/2014

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. José Roberto A. Barbosa

OS IMPÉRIOS MUNDIAIS E O REINO DO MESSIAS

Texto Áureo Dn. 7.27 - Leitura Bíblica Dn. 7.3-14




Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

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Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

O capítulo 7 de Daniel inicia a segunda parte do livro, com ênfase nos detalhes proféticos. Essa característica faz com que alguns estudiosos identifiquem esse como o Apocalipse do Antigo Testamento. Esse capítulo pode ser dividido em duas partes: os versículos de 1 a 14 que tratam a respeito do sonho de Daniel, e do 15 ao 28, a interpretação do sonho. No início da aula nos voltaremos para a análise dos impérios mundiais, com destaque para a figura do anticristo, e ao final, estudaremos sobre o reino do Messias.

1. OS IMPÉRIOS MUNDIAIS

Os reinos do mundo não são independentes, os impérios mundiais estão debaixo da soberania de Deus (Dn. 7.2,3). Os quatro ventos, ao longo da Bíblia, retratam a totalidade da terra, o alcance mundial. Principalmente nos dias atuais, marcados pela globalização, os quatro cantos da terra se tornaram um. Os reinos se levantam e demonstram sua potência aos todos os lugares. A mídia se encarrega de fazer a divulgação dos feitos dos impérios, a propaganda é utilizada como arma para a dominação. O mar é símbolo dos povos, que se encontra em convulsão, diante dos impasses dos governos humanos. Deus permite que os governos humanos prevaleçam, mas não apoia suas decisões, principalmente àquelas que prejudicam seus servos. Impérios se levantam e caem, nenhum deles permanece para sempre, essa inconstância é uma demonstração de fragilidade. Os impérios mundiais são demonstrados através de quatro animais, que se encontram em paralelo com o capítulo 2 do livro de Daniel. Neste capítulo nos deparamos com os impérios e seu esplendor, enquanto que no capítulo 7 o enfoque está em aspecto interno, como feras. Esses governos não são ovelhas, mas animais selvagens, que não agem em prol do bem das pessoas, funcionam como governos que devoram as pessoas. Os animais apresentados nessa visão de Daniel sobem do mar, de maneira sucessiva e simultânea. Eles têm características recorrentes: surgem de baixo, são animais ferozes, serão destruídos no futuro, seu tempo é determinado por Deus (Dn. 7.12). Os quatro animais são: o leão (império babilônico), o urso (império medo-persa), o leopardo (império grego-macedônio) e o animal de dez chifres (império romano).

2. OS IMPERIOS MUNDIAIS E A REVELAÇÃO DO ANTICRISTO

O leão é o rei dos animais, sua força é notória, é um símbolo da grandeza do império babilônico (Dn. 4.32). O leopardo alado revela a velocidade e agilidade do império de Alexandre Magno, que em 334, após um período de 10 anos, tornou-se soberano entre as nações. Ele foi educado por Aristóteles, por isso difundiu a cultura grega, principalmente o idioma entre os povos conquistados. Mas morreu subitamente em 324 a. C., na Babilônia, seu reino foi dividido em quatro cabeças. A glória do império grego-macedônio passou, outra prova dos limites dos reinos humanos. Deus está no comando, os reinos do mundo tem liberdade, mas seus dias estão contados. Em Dn. 7.7, nos deparamos com um animal terrível, extremamente forte, símbolo do império romano. A principal característica desse animal é a sua força, e o seu poder, com capacidade destruidora. Esse animal possuía grandes dentes de ferro, e com eles devorava e estraçalhava a todos. Ele revela ser insensível com suas vítimas, as consome sem qualquer pena (Dn. 7.23). Tal animal estranho tem dez chifres, sendo identificados como dez reis (Dn. 7.24). É uma descrição nítida do império romano, que em 241 derrotaram os cartagineses e ocuparam a ilha da Sicília. Em 218 a. C., as legiões romanas entraram na Espanha, em 202 a. C., conquistaram Cartago. Em 146 a. C., tomaram Corinto, e em 63 a. C., Pompeu ocupou a Palestina. Ao longo de dois séculos, o império romano experimentou glória, fama e poder. Mas em 476, os bárbaros venceram o império romano, até que em 1453 d. C., os turcos ocuparam a cidade de Constantinopla, findando o império romano no Ocidente. Em seguida Daniel revela a figura do anticristo (Dn. 7.8), tratando-o como uma pessoa, o “pequeno chifre”, seu número é o 666 (Ap. 13.18). João o denomina de O mentiroso (I Jo. 2.22), o anticristo (I Jo. 2.18), a besta (Ap. 13.1). Para Paulo, ele é o homem da iniquidade (II Ts. 2.3), o iníquo (II Ts. 2.8), o filho da perdição (II Ts. 2.3). Para Jesus, o anticristo é o abominável da desolação (Mt. 24.15-28).

3. O REINO DO MESSIAS

A origem do anticristo é satânica, pois ele receberá autoridade do próprio Satanás. Esse pequeno chifre tem uma relação com o animal terrível, na verdade surge dele. Ele será pequeno apenas no início (Dn. 7.8), depois irá crescendo paulatinamente (Dn. 7.20). Isso porque o anticristo terá a pretensão de ser Deus (II Ts. 2.3,4). Ele agirá com ódio a Deus, sua boca falará grandes coisas (Dn. 7.8,20), proferirá palavras contra o Altíssimo (Dn. 7.25), tratará de mudar os tempos e a leis (Dn. 7.25). O anticristo será um perseguidor, pois fará guerra contra os santos de Deus, e prevalecerá contra eles (Dn. 7.21), magoará os santos do Altíssimo (Dn. 7.25), e esses serão entregues nas mãos dele (Dn. 7.25). Mas o governo do anticristo também terá seu fim, seu domínio é limitado (Dn. 7.25). O domínio será tirado dos quatro reis e também do anticristo (Dn. 726). Ele será destruído pelo fogo (Dn. 7.11), na verdade, será lançado no lago do fog (Ap. 19.20). Isso acontecerá por ocasião da vinda de Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, ao final dos sete anos de tribulação (II Ts. 2.8). Finalmente o Reino de Cristo será consumado em plenitude (Dn. 7.13,14). Cristo já reina, mas esse reino é limitado, acontece apenas entre aqueles que creem. Mas no futuro, quando Ele retornar com poder e grande glória, Seu reino será universal (Dn. 7.14). Todas as nações, povos e línguas O reconhecerão e O servirão (Dn. 7.14). Diante dEle todo joelho se dobrará, toda língua confessará que Jesus é o Senhor (Fp. 2.9-11) para sempre (Dn. 7.14). O governo de Cristo será partilhado com os santos (Dn. 7.18,22,27).

CONCLUSÃO

Daniel ficou impactado com os acontecimentos que viriam a acontecer (Dn. 7.14,15). Nós, os cristãos, temos motivos celebrar, ao reconhecer que os ditames do mundo estão nas mãos de Deus. O rosto de Daniel empalideceu (Dn. 7.28), nós também podemos nos espantar, mas com confiança, disposto a enfrentar os poderes do mal, cientes que, ao Seu tempo, o Senhor julgará todos os reinos da terra. Os inimigos que oprimem o povo de Deus serão julgados, e o reino do Messias durará para sempre.

BIBLIOGRAFIA

LOPES, H. D. Daniel. São Paulo: Hagnos, 2005.

WEIRSBE, W. W. Be resolute: Daniel. David Cook: Ontario, 2008.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Eliziel Pacheco para EBD da Asssembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 8 - 4T/2014

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