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Lições

Deus Abomina a Soberba - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 05 - DATA: 02/11/2014
TÍTULO: “DEUS ABOMINA A SOBERBA”
TEXTO ÁUREO - Dn 4.37
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Dn 4.10-18
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

Diz a Bíblia: “Caiu a coroa da nossa cabeça; ai de nós porque pecamos” (Lm 5.16). Veremos nesta lição alguns exemplos de pessoas, mencionadas nas Escrituras, que perderam a sua coroa. Começamos pelo caso do rei Nabucodonosor.

II - O EXEMPLO DO REI NABUCODONOSOR:

Dn 4 - O rei Nabucodonosor teve um sonho que muito o perturbou (v.5). Fez chegar a sua presença os magos, astrólogos, caldeus e adivinhadores, mas ninguém conseguiu interpretar a revelação (v.7). Finalmente, foi convocado Daniel, e este, ao ouvir do rei o relato, ficou perturbado, e disse: “O sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação para os teus inimigos” (v. 19).

(1) - A interpretação de Daniel:

(a) - No sonho, o rei viu uma grande árvore cuja altura chegava até o céu, observada por todos os povos, cujas folhas eram formosas, e cujo fruto abundante. Ela representava o rei Nabucodonosor, que cresceu e se fez forte, e estendeu o seu domínio até as extremidades da Terra.

(b) - No sonho, foi visto um vigia, um santo, que descia do Céu, e dizia: “Cortai a árvore, e destruí-a, mas o tronco com as suas raízes deixai na terra, e com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu,e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos” (v.23).

(c) - Daniel aproveitou a oportunidade, para, amorosamente, aconselhar o rei a levar a sério o aviso de Deus, através do sonho. Livrasse-se também dos seus pecados, e usasse de misericórdia para com os pobres (v.27).

(2) - O cumprimento do sonho do rei - Ao fim de doze meses, no dia em que o rei passeava em seu palácio, ele disse: “Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? (vv.29,30).

No mesmo momento, ouviu-se uma voz do céu: “A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: passou de ti o reino. Serás tirado de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens, e os dá a quem quer” (w.31,32).

A palavra teve cumprimento imediato. Nabucodonosor morou com os animais, comeu erva como boi, e seu corpo foi molhado pelo orvalho.

(3) - O rei entendeu que tudo aconteceu, por causa de seu orgulho - Depois de restabelecido, Nabucodonosor declarou: “Agora eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço o Altíssimo, ao rei do céu; porque todas as suas obras são verdade,e os seus caminhos juízo, e pode humilhar os que andam na soberba” (v.37).

Ele aprendeu que Deus não aceita o orgulho, uma forma de insubordinação contra o Senhor. Também é uma manifestação da natureza caída do homem. A Bíblia expressa isto em Romanos 8.7: “A inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, e nem em verdade o pode ser”.

(4) - A Bíblia dá exemplo de outros reis que caíram nesta fraqueza:

(a) - O rei Herodes discursou, assentado no tribunal, e o povo, que o ouvia, exclamou: “Voz de Deus, e não de homem” (At 12.21,22). Na mesma hora, um anjo o feriu, porque não deu glória a Deus, e comido de bichos expirou (At 12.23).

(b) - O rei Uzias, soberano de Judá nos anos 757 a 697 a.C., era temente a Deus, e a bênção do Senhor fê-lo prosperar grandemente. Mas, após fortificar-se, exaltou-se o seu coração, e transgrediu contra o Todo-Poderoso. Entrou no Templo, para queimar o incenso. Foi repreendido pelo sacerdote Azarias, porque não lhe competia aquele ofício, uma vez que era atribuição exclusiva dos levitas. O monarca não aceitou a repreensão, e indignou-se contra o oficiante. Na mesma hora, a lepra lhe saiu à testa e, apressadamente, saiu do recinto sagrado. Ficou leproso até o dia da sua morte, e morou em casa separada (2 Cr 26.3-21).

(5) - Todos devemos ter cuidado, para que o orgulho não nos domine - A Bíblia relata a queda de Lúcifer, o querubim ungido (Ez 28.14), que se tornou o Diabo. Ele disse em seu coração: “Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14.14). E, com esta mesma arrogância, conseguiu derrubar Eva, no jardim do Éden. Satanás lhe disse: “…sereis como Deus” (Gn 3.5). O conselho da Bíblia é válido para todos os tempos: “Andes humildemente com teu Deus” (Mq 6.8).

III - O EXEMPLO DO REI SAUL:

Saul, benjamita de família respeitada, teve um bom início. O profeta Samuel transmitiu-lhe a chamada de Deus para o cargo de rei, e ungiu-o para esta função. Foi bem recebido pelo povo (l Sm 9.26; 10.1).

Logo no início de seu governo, Deus lhe ordenou que executasse o castigo divino sobre Amaleque (l Sm 15.2,3). A ordem era destruir tudo, mas ele poupou o melhor das ovelhas e das vacas (l Sm 15.9). O Senhor considerou a desobediência de Saul como rebelião (l Sm 15.23). Ele foi repreendido pelo profeta Samuel: “Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti para que não sejas rei” (l Sm 15.23).

Logo depois, o profeta recebeu de Jeová a incumbência de ungir Davi rei sobre Israel (l Sm 16.1).

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Deus Abomina a Soberba - CPAD

INTRODUÇÃO

I - A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3)

II - DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9)

III - A PREGAÇÃO DE DANIEL

CONCLUSÃO

O JUÍZO DIVINO SOBRE A SOBERBA.

DANIEL 4.30-33

Na aula desta semana, aprenderemos de que forma a soberba domina o coração do homem a ponto de torná-lo endurecido para ouvir a voz do Criador. A história de Nabucodonosor exemplifica este fato. No auge do seu reinado, o rei não reconheceu a soberania divina e nem temeu ao Deus de Daniel que se mostrara presente na história de seu império. Antes, o rei se enrijeceu para com o Altíssimo e persistiu em se vangloriar da hegemonia alcançada em seu reinado. De modo que, a soberba engodou seu coração a tal ponto, que se tornou em afronta diante de Deus. Pois o egoísmo e a presunção do rei em achar que toda a grandeza do seu reino era para sua própria ostentação, fez com que Nabucodonosor perdesse a noção do propósito divino, para o qual, Deus o havia levantado.

Em vista disso, o Altíssimo interveio novamente na história do rei através de um sonho. Depois de consultar a todos os sábios e entendidos que havia na Caldéia, a fim de que trouxessem a interpretação da visão, por fim, o rei manda chamar a Daniel. Mais uma vez o jovem hebreu se apresenta diante da corte babilônica com a missão de dar entendimento ao rei do que seria a tal visão. De maneira precisa, o profeta hebreu descreve o declínio do reinado de Nabucodonosor e adverte ao rei para que se arrependa de suas injustiças e desfaça seus pecados diante de Deus. Pois brevemente, a justiça divina haveria de se manifestar sobre o rei, ao cabo de doze meses, trazendo um duro juízo sobre a postura presunçosa que o déspota demonstrara diante do Criador.

Após fazer declarações arrogantes e vangloriosas, a soberba do rei precedeu a sua ruína. Ao final, o tirano é arrancado dentre os homens e passa a comer erva como os bois, transformando-se em um animal. Dessa forma, o juízo de Deus se cumpre a fim de repreender o orgulho do rei babilônio. Nesta lição, analise com seus alunos a relação existente entre a soberania divina e a presunção humana. Explique como Deus realiza o seu juízo sobre os que se permitem ser dominados por esta mazela que consome a alma e leva a destruição.

O engano do coração de Nabucodonosor

Em face disso, ao invés de reconhecer a soberania divina, o rei se mostra enrijecido para ouvir a voz do Criador. A insistência em se vangloriar pela supremacia conquistada por seu reinado, fez com que a soberba se assenhoreasse do inculto coração do rei. Tal atitude pareceu mal aos olhos do Senhor, visto que Deus aborrece o coração altivo (cf. Pv 6.16,17). Não obstante tenha experimentado e visto com os próprios olhos a manifestação do poder do Criador na vida de Daniel e seus amigos, o rei não reconheceu a soberania divina. Antes, elevou o seu coração a ponto de afrontar o Deus Altíssimo com palavras de autosuficiência.

Acerca disso, o Dicionário Bíblico Wyciffe, define o orgulho da seguinte maneira: “Atitude de autoexaltação, com seu conceito de superioridade, pisando arrogantemente sobre os outros e, em sua independência espiritual, rebelando-se contra Deus com uma suposta autosuficiência. O uso de nove palavras hebraicas pelo Antigo Testamento indica a universalidade, natureza, efeitos e condenação do orgulho” (CPAD, 2010, p.1425). À vista disso, o egoísmo do rei foi acreditar que tudo quanto possuía e toda a grandeza de seu reino eram para a sua ostentação. Com isso, Nabucodonosor perdeu a noção e esqueceu-se do propósito divino para o qual foi constituído. A fim de subjugar vários povos que não temiam a Deus, o rei dilacerou as nações, transformando-os em pó, desprovendo reis de suas riquezas, levando escravos cativos para a Caldéia, dentre os quais, estava o povo de Judá. Porquanto, para isso foi constituído o poderoso Nabucodonosor.

Todavia, a arrogância em almejar assentar o seu trono acima de tudo e de todos, ecoou mal aos ouvidos de Deus. Assim, o Senhor dos senhores determinou a sua ruína, “a fim de que bendissesse o Altíssimo, e louvasse, e glorificasse ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração” (cf. Dn 4.34).

A soberba decorre em ruína

Em resposta a altivez de Nabucodonosor, o Altíssimo intervém novamente na história do rei através de um sonho. Havendo consultado todos os sábios e instruídos de todo império para fazer saber a interpretação do que seria aquela visão, o rei não obteve êxito, e por isso, manda chamar Daniel. Dessa vez, o rei relata o sonho ao jovem hebreu: estando sossegado em sua casa e florescente em seu palácio, o rei avistou uma árvore imensa e forte, cuja altura atingia o céu. Era vista por todos os confins da terra. Debaixo de sua folhagem formosa, todos os animais do campo encontravam sombra. Entretanto, a ordem superior determinara que a frondosa árvore fosse cortada e que seu tronco fosse mantido preso em cadeias. A visão deixa o jovem profeta atônito, de modo que esteve assim durante uma hora.

Ao final, Daniel declara a interpetação: “A árvore que viste […] é tu, ó rei, que cresceste e te fizeste forte; a tua grandeza cresceu e chegou até o céu, e o teu domínio, até a extremidade da terra. E quanto ao que viu o rei, um santo que descia do céu e dizia que cortasse a árvore, porém o tronco deixasse na terra, com cadeias de ferro e bronze, significa o decreto do Altíssimo que virá sobre o rei, pois serás tirado de entre os homens e tua morada será com os animais do campo e comerás erva como os bois, até que passem sete tempos sobre ti” (cf. Dn 4.20,22-24). Dessa forma, o Senhor determinou o duro juízo sobre a postura presunçosa de Nabucodonosor.

Ao cabo de doze meses, estando o rei passeando sobre o palácio real, fez declarações arrogantes e vangloriosas que ecoaram mal aos ouvidos de Deus. Em consequência, o rei foi tirado dentre os homens, e a sua morada foi com os animais do campo, de modo que a prepotência do rei resultou em sua queda. Assim, vemos o cumprimento claro do que diz a Palavra de Deus a respeito da soberba: “A soberba precede a ruína, e a altivez de espírito precede a queda” (Pv 16.18). Tendo em vista que no coração do rei, não foi achado entendimento para se humilhar diante do Soberano Criador, a consequência de sua conduta foi um deprimente abatimento.

O juízo de Deus em repreensão à soberba

Não obstante, Deus tenha dado um período de doze meses para que o rei se arrependesse, a postura arrogante do tirano era deplorável diante da graça divina. Com isso, o juízo de Deus se cumpre a fim de repreender o orgulho do rei. O déspota é arrancado dentre os homens e passa a comer erva como os bois, transformando-se em um animal. Na obra Daniel, versículo por versículo, Severino Pedro descreve o estado caótico de Nabucodonosor da seguinte maneira: “o texto em foco mostra como o julgamento veio sobre Nabucodonosor conforme fora predito, e ele foi expulso do meio dos homens, aparentemente afetado da enfermidade conhecida como licantropia. A doença aqui referida está atestada em tempos pré-científicos, não sendo mais hoje mencionada por esse nome. O Dr. Montagu G. Barker, psiquiatra clínico, descreve o que segue: ‘No que tange à doença de Nabucodonosor, as características são de um bem agudo ataque de insanidade; a sua aparência dava ideia de que ele era de fato um animal. Porém, quanto à sua recuperação, podia ser imediata. Em outras pessoas, porém, não acontece assim’. Continua ainda o médico: ‘A pessoa que se recupera da citada doença, o fazia imediatamente. Seu discernimento e bom senso, como aconteceu com Nabucodonosor, voltava imediatamente’” (CPAD, 2005, p.87). Com isso, aprendemos por meio da maneira empregada pelo Senhor, que tornou conhecido o juízo sobre a vida de Nabucodonosor por causa de seu orgulho: “Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas. Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR” (Jr 9.23,24).

Considerações finais

Em virtude disso, podemos concluir que a soberba, de fato, é um sentimento que endurece o coração do homem de modo que este se torne insensível para ouvir a voz de Deus. A história de Nabucodonosor nos mostrou um exemplo desta prepotência no coração humano. Embora tivesse sido um rei muito aclamado e bem sucedido, não poderia em momento algum deixar de reconhecer a soberania do Deus Altíssimo, que o havia exaltado com o propósito de abater as nações ímpias sobre a terra. Entretanto, o rei persistiu em se autovenerar por causa da hegemonia alcançada por seu reinado e não se humilhou, mesmo com a repreensão de Daniel para que se desfizesse de seus pecados e usasse de misericórdia para com os pobres. Com isso, o duro juízo de Deus se manifestou sobre o rei, pelo tempo determinado, a fim de que desse a glória devida a Deus e bendissesse o seu santo nome. Assim, a presunção e egoísmo do rei babilônico refletem a imagem de muitos nos dias atuais que também desprezam a soberania divina e são arrogantes perante Deus, porquanto só se preocupam com a autorrealização. Na aula desta semana, o professor poderá explicar que Deus trará a juízo toda altivez humana que se eleva contra a soberania divina. Esclareça também a respeito do cuidado que devemos ter para que a soberba não domine nossos corações em virtude da magnificência que Deus manifesta em nossas vidas.

Publicado no Portal CPAD 

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Deus Abomina a Soberba - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 05 - DEUS ABOMINA A SOBERBA 4º TRIMESTRE 2014

(Dn 4.1018)

INTRODUÇÃO

Nesta quinta lição, veremos no mau exemplo do Rei Nabucodonosor, que a soberba é um grave pecado contra Deus. Estudaremos a definição da palavra soberba, as características deste sentimento e analisaremos as sérias consequências que ela (a soberba) proporciona. Também pontuaremos alguns exemplos de pessoas que foram soberbas na Bíblia.

I - DEFINIÇÃO DA PALAVRA SOBERBA

A soberba é o encurvamento do homem a si mesmo. Soberbo no grego é huperephanos que significa: “mostrar-se a si mesmo acima dos outros” formada de huper que é “muito acima de” e da expressão phainomai que é “aparecer, ser manifesto”, embora muitas vezes denote “preeminente”, sempre é usado no NT no mau sentido de “arrogante, desonesto, orgulhoso, altivo, soberbo” (Lc 1.51? Rm 1.30? 2Tm 3.2? Tg 4.6? 1Pe 5.5) (VINE, 2002, p. 996 - grifo nosso). Um outro termo equivalente é “arrogância”. O Aurélio define como: “orgulho que se manifesta por atitudes altivas e desdenhosas” (FERREIRA, 2004, p. 199). O termo deriva-se do hebraico zadôn e significa “altivez”, “orgulho” ou “soberba” (Ml 3.15? 4.1? Sl 119.51,69,78,122? Jr 43.2). O orgulho é um pecado abominável diante de Deus (Pv 21.4? 6.16).

II - CARACTERÍSTICAS DA GRANDEZA DA BABILÕNIA

O império babilônico recebeu na Bíblia Sagrada o título de “a jóia dos reinos, a glória e orgulho (soberba) dos caldeus…”, e sua capital foi chamada de “cidade dourada” (Is 13.19? 14.4). Jeremias 51.41, diz de Babilônia: “A glória de toda terra”. A cidade era extravagante? suntuosa além do que se possa imaginar? era sem rival na história do mundo. “A grandeza do reino dos caldeus pode ser medida pelas dimensões e riquezas de Babilônia. Esta cidade ocupou uma área quadrada de 576 Km com avenidas de 45 metros de largura por 24 km de comprimento, que dividiam luxuosos quarteirões com exuberantes jardins, suntuosas residências, magníficos palácios e gigantescos templos. Um desses templos, dedicado a Bel, media 5 km de circunferência, e um dos palácios reais ocupava uma área superior a 12 km quadrados. Os historiadores afirmam que os muros de Babilônia eram duplos e alcançavam a altura de 112 metros, com uma largura de 24 metros […] essa grande metrópole inventou um alfabeto, resolveu problemas de aritmética, inventou instrumentos para medição do tempo, descobriu a arte de polir, gravar e perfurar pedras preciosas? alcançou grande progresso nas artes têxteis, estudou com êxito o movimento dos astros, concebeu a ideia da gramática como ciência e elaborou um sistema de leis civis. Em grande parte, a cultura dos gregos provinha de Babilônia” (ALMEIDA, sd, p. 10 ).

III - CARACTERÍSTICAS DA GRANDEZA DE NABUCODONOSOR

O profeta Jeremias, contemporâneo do período do exílio de Israel e Judá na Babilônia, diz que Deus chamou a Nabucodonosor de “meu servo”, seu significado evidentemente é “meu instrumento” (Jr 25.9? 27.6 e 43.10.). Na verdade, Nabucodonosor foi a vara de Deus de punição ao seu povo por ter abandonado o Senhor e tomado o caminho da idolatria e dos costumes pagãos. Ao referir-se a Nabucodonosor, um escritor disse que: “o Império era ele e ele era o Império.

Como supremo e absoluto […] ele era o ‘tudo’, a majestade suprema... Além disso, desempenhou uma administração que conservou todas as nações em harmonia, bem como sob completa segurança e proteção. Jamais a história registrou um soberano político no trono do mundo maior do que ele. Ele a todos sobrepujou em glória, grandeza e majestade. Assim, achou por bem Deus que lhe dera todo o poder e a glória (Dn 2.37-38? Jr 25.9), honrá-lo no símbolo da cabeça de ‘ouro fino’ da estátua de seu impressionante sonho inspirado… É surpreendente notar que a interpretação de Daniel ignorou por completo, não somente os reis que precederam Nabucodonosor no trono de Babilônia como também os que lhe sucederam. Em toda a Terra e em toda a História não houve outro potentado que governasse o mundo tão a contento de Deus” (ALMEIDA, sd, pp. 11,12).

IV - CARACTERÍSTICAS DA SOBERBA DE NABUCODONOSOR

O relato do quarto capítulo de Daniel demonstra o sutil, mas desastroso, efeito da soberba. Um comportamento excessivamente orgulhoso, arrogante e presunçoso caracteriza o sentimento da soberba. A ideia de poder sobre os outros por si só é uma loucura. “A soberba leva o homem a desprezar os superiores e a desobedecer as leis. Ela nada mais é que o desejo distorcido de grandeza” e completa: “a pessoa que manifesta a soberba atribui apenas a si próprio os bens que possui. Tem ligação direta com a ambição desmedida, a vanglória, a hipocrisia, a ostentação, a presunção, a arrogância, a altivez, a vaidade, e o orgulho excessivo, com conceito elevado ou exagerado de si próprio”. Nabucodonosor concentrou todas estas características perdendo-se em si mesmo no mundo obscuro do orgulho. … Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei […] para glória da minha magnificência? (Dn 4.30) (Revista Ensinador Cristão. Editora CPAD. p. 38).

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Deus Abomina a Soberba - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = ”Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalto, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.3 7).
VERDADE PRÁTICA =  = A soberba e o pecado que mais afronta a a soberania divina.
LEITURA BIBLICA = Daniel 4.10-18
INTRODUÇÃO
O princípio e o final deste capítulo levam-nos a ter a esperança de que Nabucodonosor tenha sido um monumento ao poder da graça divina, e às riquezas da misericórdia celeste. Após ser curado de sua loucura, difundiu amplamente e escreveu para as gerações futuras o modo como Deus o havia humilhado de modo justo e, por sua graça o havia restaurado. Quando o pecador volta a si, procurará o bem-estar dos demais, dando a conhecer a prodigiosa misericórdia de Deus.
Antes de Daniel relatar os juízos divinos contra ele por causa de seu orgulho, Nabucodonosor falou das advertências que teve em um sonho ou visão. Daniel explicou-lhe o seu significado. A pessoa representada seria despojada de toda honra e privada do uso da razão pelo espaço de sete anos. Este é certamente o mais doloroso de todos os juízos temporais. Qualquer que seja a aflição exterior que Deus permita nos alcançar temos motivos para suportá-la pacientemente e estar agradecidos de Ele permitir que utilizemos a nossa mente de um modo são, e que coloque a nossa consciência em paz. Porém se o Senhor considerar adequado impedir por tais meios que um pecador cometa múltiplos delitos, ou que um crente desonre o seu nome, até a prevenção mais espantosa seria preferível à má conduta.
A PROVA DA SOBERANIA DIVINA
4: 1-3 - Este capítulo está na forma de uma proclamação do rei para todo o mundo. A lição que Nabucodonosor aprendeu de sua experiência é resumida agora, depois que sua arrogância se foi, só então a maneira pela qual ele foi humilhado é explicada. Nabucodonosor fala da grandeza de Deus e da sua capacidade de fazer com que os homens orgulhosos se humilhem (Jeremias 27:4-6) e também reconhece a permanência do reino de Deus (Salmo 145: 13).

Atribuição de Louvor ao Deus Altíssimo (4.1-3)
O quarto capítulo de Daniel tem sido descrito ·como o documento governamental mais marcante dos tempos antigos. Iniciando com a inscrição Nabucodonosor, rei (1), esse documento falava com autoridade imperial a todos os povos, nações e línguas. Sem expressar vergonha ou apresentar desculpas, essa proclamação exaltava a Deus, o Altíssimo(2). Poucos líderes mundiais em qualquer época têm sobrepujado Nabucodonosor em dar glória a Deus ou em expressar de forma correta seu sublime caráter. Esse capítulo bem poderia ser chamado de “Teodicéia do Imperador” - uma vindicação sublime dos julgamentos de Deus e sua justiça.
Como são grandes os seus sinais,  como são poderosas as suas maravilhas!O seu reino é um reino eterno; o seu domínio dura de geração em geração (3, NVI).
2. Nabucodonosor fala de seu sonho, 4:4-18.
4:4-7 - Este sonho difere daquele do capítulo 2 porque Nabucodonosor o conta aos sábios, mas nem assim eles conseguem dar a interpretação.
4:8-9 - Nabucodonosor não tinha sido completamente curado do politeísmo, mas parece reconhecer o Deus de Daniel como o maioral. Depois que seus próprios sábios fracassam na interpretação, ele chama por Daniel.
4: 1 0-12 - Ele sonhou com uma árvore forte e grande que estava num lugar proeminente e cujos galhos atingiam os confins da terra.Era agradável de se olhar, seu fruto era bom de se comer, e sua sombra dava proteção às bestas do campo e às aves do ar.
4:13-14 - Um “vigilante” (anjo), “um santo que descia do céu” veio.Ele mandou que a árvore fosse abatida, os galhos e as folhas cortados, e seu fruto espalhado.
4: 15-16 - Mas o tronco foi deixado, amarrado com uma faixa de ferro e bronze. A árvore representava uma pessoa que teria seu coração de homem trocado por um de um animal até que sete períodos de tempo passassem. A extensão dos “tempos” não pode ser determinada, se refere a semanas, meses ou anos, ou mesmo estações dentro do ano. O ensinamento mais claro é que se refere a um tempo completo, um período de tempo plenamente determinado, conhecido por Deus e intencionalmente começado e terminado por Deus (veja 4:25,32; 5:21).
4: 17 -18 - O propósito a ser conseguido por isto é, então, declarado:“o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens; e o dá a quem quer” (veja 2:21; 4:17, 25, 32; 5:21; Jeremias 27:4-8).

Um Sonho Perturbador (4.4-18)
Não há uma indicação clara acerca do período no reinado de Nabucodonosor em que essa experiência humilde e esclarecedora veio a ele. Keil sugere que ela ocorreu “no período final do seu reinado, depois de ter participado de muitas guerras para a fundação e estabelecimento do seu império mundial, mas também, após concluir a maior parte das suas construções esplêndidas”. Não havia nada em seu ambiente que trouxesse profunda satisfação ao rei. Ele havia varrido o mundo com suas conquistas. Ele tinha sido altamente bem-sucedido como projetista e construtor, tanto na Babilônia como em todo seu vasto império. Agora, em casa, estava sossegado […] e florescente no seu palácio (4). Mas sua paz e satisfação foram quebradas por um sonho que o perturbou profundamente. Como ele havia feito anteriormente em uma ocasião semelhante, convocou todos os sábios de Babilônia (6). Mas, apesar de toda sua sabedoria e ostentação eles não fizeram saber (7) o mistério ao rei. Não está inteiramente claro se Daniel foi chamado nessa primeira convocação.
Talvez ele tenha sido propositadamente excluído pelo rei até que a maioria dos sábios tivesse a oportunidade de provar o que eles eram capazes de fazer. Mas, por fim, entrou na minha presença Daniel (8). Dele, o rei testificou: eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos (9). O rei tinha visto em seu sonho uma árvore (10) que crescia cada vez mais de maneira que a sua altura chegava até ao céu (11) e parecia cobrir toda a terra. Sua folhagem era tão formosa e o fruto tão abundante que provia alimento e sombra para todos (12) - homens, aves e animais do campo. Então, um ser celestial chamado de vigia, um santo (13) apareceu e quebrou o silêncio com uma ordem poderosa:  Derribai a árvore, e cortai·lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto (14).
O mensageiro celestial continuou a mostrar detalhes específicos do sonho amedrontador, o qual soava como um presságio de julgamento. E, na verdade, era um julgamento, mas um julgamento temperado com misericórdia. Porque Nabucodonosor estava em rota de colisão, mas Deus seria fiel a ele.
Keil sugere que é possível que na identificação do rei do decreto dos vigiadores (17) haja uma alusão à antiga teologia babilônica. Na hierarquia das deidades havia trinta deuses conselheiros servindo cinco grandes deuses planetários. Quinze deles eram encarregados pelo mundo superior e quinze pelo mundo inferior. A cada dez dias um mensageiro de cada conselho visitava o outro mundo e trazia uma palavra. Mas, independentemente da limitação teológica que Nabucodonosor tivesse tido, ele veio a conhecer um Deus superior, o Altíssimo, que tem domínio sobre os reinos dos homens.

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Deus Abomina a Soberba - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO
“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalto, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.37).

VERDADE PRÁTICA
A soberba é o pecado que mais afronta a soberania divina.

HINOS SUGERIDOS
46, 244, 306.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Pv 8.13

Deus aborrece a soberba
Terça - Pv 11.2

A soberba é afronta
Quarta - Mc 7.20-22

A soberba é o pecado do coração
Quinta - 1Jo 2.16

A soberba da vida não é de Deus
Sexta - Gn 17.1; Jó 11.7

Nenhuma soberba resiste a Deus
Sábado - 2Cr 26.3-21

O rei Uzias e a soberba

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 4.10-18.10 - Eram assim as visões da minha cabeça, na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande;11 - crescia essa árvore e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e foi vista até aos confins da terra.12 - A sua folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela, os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda carne se mantinha dela.13 - Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu,14 - clamando fortemente e dizendo assim: Derribai a árvore, e cortai-lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela e as aves dos seus ramos.15 - Mas o tronco, com as suas raízes, deixai na terra e, com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais na grama da terra.16 - Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e seja-lhe dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.17 - Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles.18 - Isso em sonho eu, rei Nabucodonosor, vi; tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Analisar a soberania divina na vida de Nabucodonosor.
  • Saber que Deus falou com Nabucodonosor por intermédio dos sonhos.
  • Compreender a fidelidade da pregação de Daniel para o rei.

PALAVRA CHAVE

Soberba: Comportamento excessivamente orgulhoso; arrogância, presunção.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Na aula de hoje estudaremos o capítulo quatro de Daniel, cujo conteúdo consiste de um testemunho pessoal do rei Nabucodonosor. Ele foi submetido a um estado de loucura, resultante de sua soberba, que o levou a viver como um animal do campo por “sete tempos”, até que Deus o tirou daquela condição. Ao final desse período, Nabucodonosor reconheceu a soberania do Deus dos cativos de Judá. A história revela o que ocorre com os que se exaltam e se tornam soberbos ante a majestade do Todo-Poderoso. A trajetória de Nabucodonosor demonstra a soberania divina sobre toda a criação, pois nenhuma criatura pode usurpar a glória de Deus. O episódio ilustra também que a misericórdia e a justiça divinas são capazes de salvar o homem arrependido. [Comentário: O ano era 606 antes de Cristo (a.C.), o mundo estava sob domínio do Império Babilônico, cujo rei deste império era Nabucodonosor, filho e sucessor de Nabopolassar, rei da Babilônia que libertou o reino da Assíria e destruiu Nínive, seu pai lutou contra Neco, rei do Egito, em Carquêmis, derrotou os egípcios, e conquistou a Síria e a Israel. Nabucodonosor também conquistou a Palestina, tomou Jerusalém, e levou cativos para a Babilônia vários judeus, inclusive o profeta Daniel. Em 598 a.C., após a revolta de Joaquim de Judá, que tinha o apoio do faraó Neco, Nabucodonosor o derrota. Nabucodonosor derrota os judeus uma terceira vez, e leva cativo o rei Jeconias de Judá em 597 a.C. Na última revolta, de Zedequias, Nabucodonosor arrasa Jerusalém (586 a.C.), fura os olhos de Zedequias e o deixa prisioneiro por toda a vida. Nabopolasar (626-605 a.C.) foi o fundador do que se chama Império Neobabilônico, o qual teve sua idade de ouro nos dias do rei Nabucodonosor e durou até que Babilônia caiu nas mãos dos medos-persas no ano 539. Nabucodonosor se orgulhava de “sua Babilônia”, que ele dizia ter criado por suas próprias mãos, com a força de seu poder, para glória de sua magnificência. Este soberbo rei foi reduzido ao estado dos animais, completamente humilhado pelo decreto divino que anulou tudo quanto ele era e podia fazer. A graça de Deus é soberana, Seu chamado é irresistível. Os propósitos de Deus não podem ser frustrados. Ele leva a cabo tudo o que determina fazer. Agindo Deus, ninguém o impedirá?. O apóstolo Paulo declara: “Aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou” (Rm 8.30). Daniel, no capítulo 4, mostra a luta de Deus na salvação de Nabucodonozor. Deus move os céus e a terra para levar esse soberbo rei à conversão. Hoje, veremos nesta lição a soberania de Deus na história e também na salvação de cada pessoa!] Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3)
1. Nabucodonosor, chamado por Deus para um desígnio especial (Jr 25.9). Segundo a história, Nabucodonosor reinou na Babilônia no período de 605 a 562 a.C. Foi um rei que Deus, dominador de todas as nações do mundo, levantou para um desígnio especial, permitindo que o seu reino prosperasse e crescesse em extensão. O profeta Jeremias diz que Deus chamou a Nabucodonosor de “meu servo” (Jr 25.9). Na verdade, Nabucodonosor foi o instrumento divino de punição do povo de Deus. Israel foi castigado por ter abandonado o Senhor e tomado o caminho da idolatria e dos costumes pagãos. [Comentário: Este versículo afirma com clareza que YAHWEH era a causa real dos acontecimentos. Nabucodonosor chega a ser chamado de servo de YAHWEH, e ele saberia realizar bem a sua tarefa. Haveria total destruição de Judá e das nações circundantes. Essas nações tornar-se-iam uma piada internacional, lugares de desolação perpétua. Animais selvagens se mudariam para as desolações que antes tinham sido Jerusalém, a Dourada (Veja Jr 9.11 e 10.22). Quanto a Nabucodonosor como servo de YAHWEH, não significa que o monarca babilônio adorava o Deus de Israel, mas apenas que era usado pelo Senhor para cumprir seus propósitos (como no caso de Ciro, que é chamado de ungido do Senhor, em Isaías 45.1). Jr 40.2 mostra-nos que Nebuzaradã, capitão de Nabucodonosor, tinha alguma consciência da missão divina que o rei da Babilônia cumpria. O Novo Comentário da Bíblia afirma que “Meu servo não está nos LXX, porém seu significado evidentemente é “meu instrumento”. O rei babilônio e seus aliados deixariam a terra se perder e levariam para o exílio quem quisessem”. DAVIDSON. F. Novo Comentário da Bíblia.  pag. 55.].
2. A soberba de Nabucodonosor. Apesar de ser um “instrumento” usado pelo Senhor, segundo o pastor Matthew Henry, “Nabudonosor foi o rival mais ousado da soberania do Deus Supremo do que qualquer outro mortal jamais pudesse ter sido”. Traspassado pela presunção, Nabucodonosor ficou longos “sete tempos” numa situação irracional à semelhança dos animais do campo (Dn 4.28-33). Só assim o soberano caldeu viu que o Altíssimo está acima dele. [Comentário: Matthew Henry comenta o seguinte: “Os monarcas mais potentes e absolutos são servos de Deus. Nabucodonosor, que é um instrumento da sua ira, é tão verdadeiramente seu servo quanto Ciro, que é um instrumento da sua misericórdia. Com a terra de Judá prestes a ser desolada, aqui Deus convoca o seu exército que deverá abatê-la. Ele o reúne, toma todas as famílias do norte, pois talvez haja ocasião para elas, e as lidera como seu comandante, trazendo-as contra essa terra, e dá-lhes sucesso, não somente contra Judá e Jerusalém, mas contra todas as nações em redor para que não confiem nelas como aliadas ou auxiliares contra essa força ameaçadora”.HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Antigo Testamento Isaías a Malaquias. Editora CPAD. pag. 473.]. Clique aqui para ler o texto completo »

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Deus Abomina a Soberba - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 5 - 4T/2014 - Parte 1

Lição 5 - 4T/2014 - Parte 2

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Deus Abomina a Soberba - Sulamita Macêdo


Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:

- Iniciem apresentado o título da lição: Deus Abomina a Soberba.

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Deus Abomina a Soberba - Ev. Luiz Henrique

Lições Bíblicas - 4º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Comentários: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO ÁUREO

“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.37).

 

VERDADE PRÁTICA

A soberba é o pecado que mais afronta a soberania divina.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Pv 8.13 DEUS aborrece a soberba

Terça- Pv 11.2 A soberba é afronta

Quarta - Mc 7.20-22 A soberba é o pecado do coração

Quinta- 1 Jo 2.16 A soberba da vida não é de DEUS

Sexta- Gn 17.1; Jó 11.7 Nenhuma soberba resiste a DEUS

Sábado - 2 Cr 26.3-21 O rei Uzias e a soberba

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Daniel 4.10-18

10 Eram assim as visões da minha cabeça, na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande; 11 crescia essa árvore e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e foi vista até aos confins da terra. 12 A sua folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela, os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda carne se mantinha dela. 13 Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu, 14 clamando fortemente e dizendo assim: Derribai a árvore, e cortai-lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela e as aves dos seus ramos. 15 Mas o tronco, com as suas raízes, deixai na terra e, com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais na grama da terra. 16 Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e seja-lhe dado coração  de animal; e passem sobre ele sete tempos. 17 Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles. 18 Isso em sonho eu, rei Nabucodonosor, vi; tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.

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Questionário - Deus Abomina a Soberba - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 5 - DEUS Abomina a Soberba

Responda conforme a revista da CPAD do 4º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE. Comentário: Pr. Elienai Cabral

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO             

1- Complete:

“Agora, pois, eu, _________________________________, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são _________________________________; e os seus caminhos, juízo, e pode ________________________________ aos que andam na soberba” (Dn 4.37).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

A _________________________________ é o ________________________________ que mais _________________________________ a soberania divina.

 

I. A PROVA DA SOBERANIA DIVINA (Dn 4.1-3)

3- Como Nabucodonosor foi chamado por DEUS para um desígnio especial (Jr 25.9)?

(    ) Segundo a história, Nabucodonosor reinou na Babilônia no período de 562 a 605 a.C..

(    ) Segundo a história, Nabucodonosor reinou na Babilônia no período de 605 a 562 a.C..

(    ) Foi um rei que DEUS, dominador de todas as nações do mundo, levantou para um desígnio especial, permitindo que o seu reino prosperasse e crescesse em extensão.

(    ) O profeta Jeremias diz que DEUS chamou a Nabucodonosor de “meu servo”.

(    ) Na verdade, Nabucodonosor foi o instrumento divino de punição do povo de DEUS.

(    ) Israel foi castigado por ter abandonado o Senhor e tomado o caminho da idolatria e dos costumes pagãos.

 

4- Como era a soberba de Nabucodonosor?

(    ) Apesar de ser um “instrumento” usado pelo Senhor, segundo o pastor Matthew Henry, “Nabudonosor foi o rival mais ousado da soberania do DEUS Supremo do que qualquer outro mortal jamais pudesse ter sido”.

(    ) Traspassado pela presunção, Nabucodonosor ficou longos “seis tempos” numa situação irracional à semelhança dos bois do campo.

(    ) Traspassado pela presunção, Nabucodonosor ficou longos “sete tempos” numa situação irracional à semelhança dos animais do campo.

(    ) Só assim o soberano caldeu viu que o Altíssimo está acima dele.

 

5- De que maneira Nabucodonosor proclama a soberania de DEUS (Dn 4.1-3)?

(    ) Depois de ter experimentado a punição de sua soberba, Nabucodonosor se arrependeu do seu pecado e foi restaurado de sua demência.

(    ) Mesmo depois de ter experimentado a punição de sua soberba, Nabucodonosor não se arrependeu do seu pecado e nunca foi restaurado de sua demência, acabando por ser substituído por seu filho.

(    ) Isso o levou a fazer uma proclamação acerca do eterno domínio de DEUS.

(    ) O rei babilônio aprendeu que o Senhor, em sua soberania, é aquele “que muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis”.

 

II. DEUS FALA NOVAMENTE A NABUCODONOSOR POR MEIO DE SONHOS (Dn 4.4-9)

6- Como DEUS adverte Nabucodonosor através de um sonho?

(    ) Nabucodonosor recebeu de seus sábios e adivinhos a revelação de sua transformação em um animal.

(    ) Tanto no Antigo como em o Novo Testamento os sonhos eram um dos canais de comunicação entre DEUS e o homem.

(    ) No caso do sonho que teve Nabucodonosor, seus sábios e adivinhos nada puderam revelar.

(    ) O rei, então, se lembrou de Daniel, o único capaz de trazer a revelação do sonho que certa vez ele tivera.

(    ) Obviamente, não se tratava de um sonho comum, pois era uma revelação divina acerca do futuro de Nabucodonosor.

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TV EBD - Deus Abomina a Soberba - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 5 - Deus Abomina a Soberba. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 5 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 5 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 5 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 5 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 5 - 4T/2014

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