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Lições

A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - CPAD

INTRODUÇÃO

I - O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12)

II - A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18)

III - A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO (Tg 5.19,20)

CONCLUSÃO

A ADVERTÊNCIA DE TIAGO ACERCA DO JURAMENTO. TIAGO 5.12.

Nesta última lição, veremos a advertência de Tiago concernente a vários conselhos práticos que os crentes da dispersão deveriam observar, inclusive, acerca do juramento. O meio irmão do Senhor adverte aos crentes que não é necessário se apropriar do juramento como forma de ratificar suas afirmativas. Pois o caráter de suas obras deve evidenciar, diante de Deus e dos homens, a veracidade de suas declarações: “Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação” (Tg 5.12). Porquanto, nada será mais manifesto em nosso favor do que nossas atitudes. Da mesma maneira, vemos no sermão da montanha, Cristo ensinar aos seus discípulos acerca do juramento: “Seja, porém, o vosso falar: sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt 5.37). Vemos aqui que ambas as passagens apresentam a prática de vida como algo que deve alinhar-se com a verdade confessada. Caso contrário, os crentes cairão em condenação, pela falta de comprometimento com aquilo que tratam diante de Deus. Tal comportamento é designado por Jesus como sendo de procedência maligna, tendo em vista que a mentira é uma característica inerente ao Diabo, pois “não há verdade nele; quando profere a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (cf. Jo 8.44). Assim, é imprescindível que os crentes permaneçam firmes e constantes em tudo quanto tratarem perante Deus e os homens, a fim de que o nome de Cristo não seja blasfemado. Tendo em vista que devemos ter cuidado com o que falamos, “pois pelas nossas palavras seremos justificados ou seremos condenados” (cf. Mt 12.37), explique à classe sobre a importância de o crente manter a palavra, a fim de demonstrar a verdade do evangelho. Avalie com os alunos se a ausência de tal comportamento não evidencia a falta do verdadeiro “novo nascimento”.

Devemos evitar fazer juramentos

Considerando a advertência de Tiago, é importante entender que o juramento não pode ser utilizado pelos crentes como forma de comprovar suas afirmativas, visto que o caráter de suas obras dará testemunho de suas palavras. Pois nada é mais evidente do que o testemunho de um homem para torná-lo digno de credibilidade. De acordo com o Dicionário Bíblico Wycliffe, “Os juramentos de Deus nas Escrituras são de dois tipos, aqueles feitos por Deus e aqueles feitos pelos homens: os juramentos de Deus são afirmações solenes para seu povo, afirmações da aliança da absoluta verdade de sua Palavra (Nm 23.19) afim de que possam depositar uma confiança implícita em sua palavra (Is 45.20-24). Suas promessas confirmadas por juramento foram feitas aos patriarcas (Gn 50.24; Sl 105.9-11), à nação de Israel (Dt 29.10-13), à dinastia davídica (Sl 89.35-37,49), e ao Sacerdote-Rei messiânico (Sl 110.1-4; Hb 7.15-22). Já o juramento feito pelos homens é um recurso solene a Deus para confirmar a veracidade de suas palavras, carregando a implicação expressa de castigo em caso de falha em falar a verdade ou cumprir a promessa. Nas Escrituras, os juramentos desempenharam um papel importante em tribunais legais (Êx 22.11; Lv 6.2-5) e em transações nacionais (1 Rs 18.10; 2 Rs 11.4; Ez 17.16), bem como em assuntos domésticos e religiosos (Gn 24.37; Jz 21.5; 1Rs 2.43; Ed 10.5). […] O Senhor Jesus Cristo condenou o uso indiscriminado, leviano ou evasivo de juramentos que prevalecia entre os judeus (Mt 5.33-37; 23.16-22). Ele ensinou que os homens deveriam ser transparentes e honestos em seu falar, para que o juramento entre eles se tornasse desnecessário (Mt 5.34-37)” (CPAD, 2010, pp.1118-19). Conforme o meio irmão do Senhor tornou conhecido ao longo desta epístola, as práticas das obras evidenciam a verdade da fé. Da mesma maneira, o caráter cristão comprovará a veracidade de nossas palavras por intermédio da nossa prática. Tendo em vista que é inerente ao crente falar a verdade, torna-se desnecessário a utilização do juramento (cf. Jo 8.44; 1 Co 5.8; 13.6).

A palavra do crente deve ser meramente sim ou não

Desta forma, o meio irmão do Senhor enfatiza que a resposta de nossas declarações deve ser meramente sim ou não. Porquanto, nada será mais manifesto em nosso favor do que as nossas atitudes. A procedência verdadeira em conformidade com a Palavra de Deus comprova a veracidade de nossas declarações. Semelhantemente no sermão da montanha, Jesus ensina seus discípulos acerca do juramento: “Seja, porém, o vosso falar: sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt 5.37). Assim sendo, o mundo dará crédito a nossa fala, à medida que guardamos os mandamentos da Palavra de Deus e os colocamos em prática. Com isso, vemos que a declaração de Tiago está em consenso com o evangelho de Cristo, pois prega a prática de vida em conformidade com a verdade confessada. De outra forma, os crentes cairão em condenação, pois a infidelidade com aquilo que tratamos perante Deus e os homens denota a falta de autenticidade em nosso caráter. Tal comportamento é designado por Jesus como procedência maligna, considerando que a mentira é uma característica do Diabo, pois “não há verdade nele; quando profere a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (cf. Jo 8.44). Portanto, Tiago adverte a que não haja incoerência nas palavras dos crentes, já que a honestidade e fidelidade a Verdade do Evangelho são suficientes para confirmar a veracidade de nossas declarações.

As palavras podem justificar e também condenar

Em face disso, é imprescindível que os crentes permaneçam firmes e constantes em tudo quanto tratarem perante Deus e os homens, a fim de que o nome de Cristo não seja blasfemado. Porquanto, devemos ter cuidado com o que falamos, “pois pelas nossas palavras seremos justificados ou seremos condenados” (cf. Mt 12.37). Desse modo, o caráter do homem se torna conhecido pela abundância do que há em seu coração. Sendo a natureza do homem má, todo o pensamento do seu coração também prevaricará contra ele, visto que da sua boca procederá somente o que for para a sua própria condenação. De outro modo, se a paz for abundante em seu interior, produzirá frutos de justiça e de sua boca emanará somente o que for para edificação (cf. Mt 12.35-37; Ef 4.29). Assim, os que fazem uso do juramento com a finalidade de ratificar suas afirmativas, evidenciam que não estão verdadeiramente firmados na verdade. Por esta causa, Jesus trata a respeito do juramento com a finalidade de desvendar a verdadeira aplicação da lei de Deus, que os homens transformaram em rudimentos favoráveis ao seu bel prazer, a fim de justificarem os intuitos pecaminosos da sua natureza humana decaída (cf. Mt 5.17, 33-37). Contudo, diante do Senhor não há lugar para a falsa devoção, pois todas as coisas estão bem patentes aos olhos de Deus que sonda o coração do homem e conhece qual é a verdadeira intenção (cf. Jr 17.10; Pv 20.27). Sendo assim, a advertência de Tiago conclui que não devemos proceder de forma dúbia em tudo quanto tratarmos. Para isso, importa aos crentes manterem-se comprometidos em procederem de forma coerente com aquilo que declaram, a fim de que o nome de Cristo não seja blasfemado (cf. 1 Jo 3.18).

Considerações finais

Por fim, chegamos ao final desta última lição em que vimos a abordagem de Tiago a respeito de vários conselhos práticos dados aos crentes da dispersão. Neste ínterim, consideramos a advertência do meio irmão do Senhor referente ao juramento. Concluímos que a mensagem do evangelho tem como finalidade que os crentes apresentem uma vida em que a prática da Palavra de Deus esteja em conformidade com aquilo que professam. Deste modo, as palavras se tornarão insuficientes para provarem a verdade se a conduta do crente não condisser com o seu discurso. Assim, o caráter de Cristo moldado no crente se mostra por meio da honestidade e imparcialidade em tudo quanto trata perante Deus e os homens. De fato, como já comentamos anteriormente, a palavra do crente deve ser firme e constante: sim, sim e não, não, de maneira que não perca a credibilidade perante os homens. Caso contrário, isto resultará em condenação, pois o compromisso com a verdade é inerente a natureza do salvo e os que procedem em mentira, devem analisar se verdadeiramente estão em Cristo (2 Co 13.5). Por certo, Deus é conhecedor do coração do homem e observa claramente a intenção de nossas atitudes. Assim sendo, é a nossa procedência que evidenciará quem verdadeiramente somos. Por esta causa devemos ter o devido cuidado com o que falamos, pois “pelas nossas palavras seremos justificados ou seremos condenados” (Mt 12.37). Considerando a advertência de Tiago, explique a respeito do comprometimento que os crentes devem ter com aquilo que tratam perante Deus e os homens. Analise com a classe em relação ao comportamento cristão, se a ausência da verdade não é uma evidência da necessidade de haver realmente um novo nascimento.

Publicado no Portal CPAD 

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A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 13 - A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO - 3º TRIM. 2014

(Tg 5.7-20)

INTRODUÇÃO

Nesta última lição deste trimestre, analisaremos diversos conselhos práticos para a vida cristã ensinados por Tiago, tais como: a importância de se esperar em Deus com paciência, tendo como exemplo a figura agricultor e do patriarca Jó; o apóstolo exorta que utilizemos o eficaz recurso da oração nas aflições, enfermidades e confissão de pecados. E, por fim, exorta-nos a resgatarmos os irmãos que se desviaram fazendo-os regressarem a comunhão perdida.

I - O AGRICULTOR: UM EXEMPLO DE ESPERANÇA, PACIÊNCIA E PERSEVERANÇA

“Tiago agora passa a aconselhar o pobre oprimido. Suas instruções são no sentido do pobre suportar com paciência sua situação econômica e social à vista da iminente volta, do Senhor. Como exemplo de alguém que deve exercitar a paciência, Tiago cita o caso do lavrador que espera “o precioso fruto da terra”. Na Palestina, as primeiras chuvas (outubro/novembro) vinha depois da semeadura e as últimas chuvas (abril/maio) quando os campos já estavam amadurecendo. Ambas eram de suma importância para o sucesso da colheita. Do mesmo modo o cristão, diz Tiago, não deve perder a paciência diante das adversidades, mas deve estabelecer firmemente o seu coração à vista do fato de que “a vinda do Senhor está próxima” (MOODY, sd, p. 24 - acréscimo nosso).

CARACTERÍSTICAS DO AGRICULTOR DEFINIÇÃO E REFERÊNCIAS
a) Esperança. “Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra” (Tg 5.7-a). No grego “elpis” que quer dizer “expectativa favorável e confiante”. Tem a ver com o que não se vê e o futuro (Rm 8.24,25).
b) Paciência. “aguardando-o com paciência” (Tg 5.7-b). No grego “hupomone”, que significa literalmente “permanência em baixo de”. A paciência que só se desenvolve nas provas (Tg 1.3).
c) Perseverança. “até que receba a chuva temporã e serôdia” (Tg 5.7-c). No grego “proskarteresis” que significa “constância”, “paciência”. A forma verbal desta palavra significa “aderir”, “persistir”, “ocupar-se em”, “passar muito tempo em” (Ef 6.18).

 

II - TIAGO EXORTA QUANTO A PACIÊNCIA, PRUDÊNCIA E A ORAÇÃO

2.1 Exortação a paciência tendo como modelo o patriarca Jó (Tg 5.10,11). “Além dos lavradores, também, os profetas são citados como exemplos de “sofrimento e paciência”. Jó era tradicionalmente considerado um profeta, e aqui foi explicitamente citado como um exemplo de perseverança. Este é o único lugar do NT, onde Jó foi mencionado. O ponto principal da ilustração de Jó é que a paciente perseverança mantém-se sobre a convicção de que as dificuldades não são sem significado, mas que Deus tem alguma finalidade e propósito nelas, o que Ele há de realizar” (MOODY, sd, p. 24). A Bíblia ensina que a tribulação produz paciência (Rm 5.3; Tg 1.3).

2.2 Exortação quanto aos juramentos tendo como base o ensinamento de Cristo (Tg 5.12). “Uma vez mais, Tiago menciona as palavras de Jesus em seu ensino doutrinário (Mt 5.33-37). O irmão de Jesus e pastor da Igreja em Jerusalém não está condenando os juramentos solenes, pois eram uma antiga prática judaica, legalmente válida, quando se precisava atestar uma palavra empenhada (Êx 22.11). Assim como foi instado a fazer Jesus perante Caifás (Mt 26.63,64), e Paulo, ao expressar seu zelo para com a Igreja (Rm 1.9; 9.1). Tiago está condenando o uso leviano do santo nome de Deus ou de qualquer pessoa ou objeto sagrado para garantir a verdade do que se diz. Os cristãos devem ser conhecidos como pessoas cujas palavras são absolutamente dignas de crédito, sem nem mesmo a necessidade de juramentos” (JAMES, 2007, p. 09).

2.3 Exortação quanto a prática da oração tendo como exemplo o profeta Elias (Tg 5.13-18). Para exemplificar o poder da oração, Tiago cita o profeta Elias, que sendo um homem com as mesmas limitações que temos, orou ao Senhor para que não chovesse e não choveu; em seguida orou para que chovesse e assim foi (I Rs 17.1; 18.1). Segundo Tiago, a oração de um justo realiza muitas coisas (Tg 5.16-b), entre as quais podemos citar: (1) leva-o mais perto de Deus (Hb 7.25); (2) abre caminho para uma vida cheia do Espírito Santo (Lc 11.13; At 1.14); (3) dá-lhe poder para servir e para a devoção cristã (At 1.8; 4.31,33; Ef 3.14-21); (4) edifica-o espiritualmente (Jd 20); (5) dá-lhe compreensão da provisão de Cristo por nós (Ef 1.18,19); (6) ajuda-o a vencer a Satanás (Dn 10.12,13; Ef 6.12,18); (7) esclarece a vontade de Deus para ele (Sl 32.6-8; Pv 3.5,6 Mc 1.35-39); (8) capacita-o a receber dons espirituais (I Co 14.1); (9) leva-o a comunhão com Deus (Mt 6.9; Jo 7.37; 14.16,18,21) e, (10) outorga-lhe graça, misericórdia e paz (Fp 4.6,7; Hb 4.16).

III - CONSELHOS DE TIAGO PARA QUEM SOFRE, PARA QUEM ESTÁ ENFERMO E EM PECADO

Em sua epístola, Tiago deu o devido valor a prática da oração mencionando-a várias vezes (Tg 1.5,6; 4.2,3; 5.13-18). A Bíblia ensina o cristão a orar em todo tempo (I Ts 5.17). Todavia, o apóstolo elenca alguns momentos e circunstâncias na vida onde devemos buscar o socorro de Deus em oração:

3.1 Oração na aflição (Tg 5.13). Essa palavra do apóstolo visa descrever aqueles que sofrem por qualquer tribulação, aperto, necessidade, privação ou enfermidade. Diante de qualquer circunstância difícil diz Tiago “ore”. Temos diversos exemplos de pessoas que recorreram a Deus em momentos de aflição e foram por Ele aliviados (2 Cr 32.12,13; Sl 18.6; Lc 22.44; 2 Co 12.7-10). Mas, por quais razões devemos orar na aflição? (1ª) Porque a oração é um ato de fé que pode solucionar problemas e trazer alegria (Gn 25.21; I Sm 1.10-18); (2ª) porque a oração pode ajudar o crente a mostra-se capaz de suportar suas tribulações (II Co 12.8,9; Ef 6.18); (3ª) porque a oração pode distrair a mente do salvo em suas tribulações (Fp 4.6,7; I Pe 5.7); e, (4ª) porque a oração é um exercício espiritual que melhora a qualidade espiritual da alma, ainda que o homem mortal continue a padecer sob circunstâncias adversas (Lc 22.44; At 7.60).

3.2 Oração quando se está enfermo (Tg 5.14,15). Certamente o texto em foco refere-se aos doentes no corpo físico. A recomendação do apóstolo para aqueles que encontram-se nessa condição é de recorrerem ao presbítero a fim de pedir oração, crendo que sua saúde pode ser restaurada. Isto não é uma sugestão de que Deus sempre atende a oração do crente com um sim. Toda oração, inclusive a oração pela cura, fica sujeita à vontade de Deus (II Co 12.8,9; I Jo 5.14). Deve-se destacar também que a prática de ungir a cabeça do enfermo, não indica que o óleo possui poder curador. Embora na cultura judaica o azeite de oliveira era considerado com propriedades medicinais (Lc 10.34). A ideia original é que esse óleo fosse usado como um sinal visível e tangível do poder de Deus representando a unção do Espírito Santo. Biblicamente, o que pode proporcionar cura é o nome do Senhor conforme o próprio Jesus e os seus santos apóstolos ensinaram (Mc 16.17,18; At 3.6,7; Tg 5.14,15).

3.3 Confissão de pecados contra Deus e contra o próximo (Tg 5.15-16). A origem das enfermidades está no pecado original, nem sempre num pecado pessoal (Gn 3.17-19; Jo 9.1-3). Todavia, existem casos também onde a pessoa encontra-se enferma por causa de uma transgressão cometida (Sl 32.3,4; II Cr 26.19; Jo 5.14). Por isso, Tiago diz: “e, se houver cometido pecados” lançando luz sobre esta verdade. Em caso de pecado que fira a santidade da igreja, o transgressor confessa a Deus e pede orientação ao pastor e/ou presbítero para que se necessário for, seja aplicada a disciplina pela igreja, dependendo da gravidade do pecado (Tg 5.15; I Co 5;6). No segundo caso, se o pecado está no campo dos relacionamentos interpessoais, o apóstolo recomenda “confessar as suas culpas uns aos outros”. Isso visa o encorajamento mútuo, como também a busca da reconciliação e perdão dos irmãos entre si.

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TV EBD - A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 13 - A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 13 - 3T/2014

2ª Parte - Lição 13 - 3T/2014

3ª Parte - Lição 13 - 3T/2014

4ª Parte - Lição 13 - 3T/2014

5ª Parte - Lição 13 - 3T/2014

Resumo do Trimestre - Lição 14 - 3T/2014

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Questionário - A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 13 - A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago
Responda conforme a revista da CPAD do 3º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: FÉ E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“Confessai as vossas __culpas__ uns aos outros e orai uns pelos outros, para que __sareis__; a oração feita por um __justo__ pode muito em seus efeitos” (Tg 5.16).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

Se vivermos os __princípios__ da Epístola de __Tiago__ teremos uma vida cristã que __agradará__ ao nosso Deus.

 

I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12)

3- Qual o valor da paciência e da perseverança (vv.7,8)?

(    ) No versículo sete Tiago evoca uma imagem agrícola para exemplificar o valor da paciência e da perseverança. Tal imagem é comum aos destinatários de sua época.

(    ) O líder da Igreja em Jerusalém nos ensina que tanto a paciência quanto a perseverança são valores que devem ser cultivados, não em alguns momentos, mas durante a vida toda.

(    ) A fim de vencermos as dificuldades, privações, inquietações e sofrimentos da existência terrena, precisaremos da paciência e da perseverança.

(    ) Essas características também estão relacionadas à nossa esperança na vinda do Senhor.

(    ) Sejamos pacientes e perseverantes em aguardá-la, pois ela, conforme nos diz as Escrituras, está próxima (Fp 4.5; Hb 10.25,37; 1 Jo 2.18; Ap 22.10,12,20).

 

4- Qual o valor da tolerância de uns para com os outros (v.9)?

(    ) Mais uma vez a Palavra do Senhor reitera o cuidado com a língua, pois se não soubermos usá-la acabaremos por cometer falsos julgamentos contra as pessoas.  

(    ) No versículo nove, Tiago adverte-nos acerca do dia do juízo divino.

(    ) O Juiz está às portas! Ele sim julgará com retidão e, justamente por isso, não podemos nos ocupar emitindo opiniões e comentários falsos contra quaisquer pessoas, quer sejam esta parte da igreja quer não.

 

5- Qual o testemunho da aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12)?

(    ) O ensino desses três versículos, primeiramente, alude à aflição e a paciência dos profetas que falaram em nome do Senhor.

(    ) De igual modo, posteriormente, trata da paciência de Jó e o fim que o Senhor lhe concedeu após tamanha aflição e sofrimento (Ez 14.14,20; Hb 11.23-38).

(    ) Os crentes a quem Tiago escreveu sentiam-se orgulhosos por ser comparados aos personagens do Antigo Testamento.

(    ) Ao experimentar as aflições, eles sabiam que assim como Deus concedera graça a Jó (Jó 42.10-17), da mesma forma daria a eles.  

(    ) No versículo doze, após o exemplo do poder de Deus em relação aos seus servos, os profetas e Jó, Tiago admoesta-nos a que não caiamos no erro de jurar pelo céu ou pela terra.

(    ) Nossas palavras não são poderosas para garantir o juramento.

(    ) Não! Tudo depende de Deus e da sua vontade. Tiago nos ensina que não devemos fazer tais juramentos, pois a palavra do discípulo de Jesus deve se resumir ao sim ou ao não (Mt 5.33-37). Isto deve ser suficiente!

 

II. - A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18)

6- Qual o valor da oração e dos cânticos (Tg 5.13)?

(    ) Diante das adversidades, ou nos períodos de bonança, a Bíblia nos recomenda a adorar a Deus.

(    ) Se estivermos tristes e angustiados, devemos buscar o Senhor em oração; se estivermos alegres, devemos cantar louvores a Deus. Em ambas as situações, Deus deve ser adorado! Como é bom sermos acolhidos pelo Senhor.

(    ) Se tivermos de chorar, choremos na presença dEle; se tivermos de cantar, entoemos louvores diante dEle.

Dessa maneira, seremos maravilhosamente consolados pelo Criador.

 

7- Qual o valor da oração da fé (vv. 14,15) pelo enfermo?

(    ) A orientação de se chamar os presbíteros, ou anciãos da comunidade cristã, para orar por um enfermo e ungi-lo com azeite, denota a ideia de respeito que os crentes tinham com esses ministros.

(    ) Os presbíteros serviam ao povo de Deus com alegria. Isso também indica que a atitude de ungir o enfermo com o óleo não deve ser banalizada em nosso meio.

(    ) Hoje, as pessoas ungem bens materiais, bairros e até cidades. Isso é esoterismo!

(    ) A base bíblica em o Novo Testamento fala do acolhimento ao enfermo para que ele seja curado.

(    ) É a “oração da fé” que, além de curar o doente, faz com que ele sinta igualmente o perdão dos seus pecados.

 

8- Como são a oração e confissão (v.16-18)?

(    ) Esse é um texto maravilhoso, mas infelizmente, desprezado por muitos. Ele rechaça a “confissão entre os irmãos”.

(    ) É um incentivo a koinonia, ou seja, à união e ao amor fraternal entre os salvos.

(    ) Como todos somos pecadores, em vez de acusarmo-nos uns aos outros, devemos realizar confissões públicas para ajudarmo-nos mutuamente.  

(    ) Uma vez confessada a nossa culpa e tendo orado uns pelos outros, seremos sarados.

(    ) Tiago lança ainda mão do conhecido profeta Elias, para mostrar que até mesmo um homem como ele, que foi usado poderosamente por Deus, era igual a nós e sujeito às mesmas paixões. Todavia, o profeta orou e Deus ouviu o seu clamor. De fato, a oração de um justo pode muito em seus efeitos.

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A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Ev. Luiz Henrique

LIÇÕES BÍBLICAS - 3º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: FÉ E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

Comentário: Pr. Eliezer de Lira e Silva
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO ÁUREO

“Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5.16).

 

VERDADE PRÁTICA

Se vivermos os princípios da Epístola de Tiago teremos uma vida cristã que agradará ao nosso Deus.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Tg 5.7,8 Pacientes até a vinda do Senhor

Terça - Tg 5.9 Não nos acusemos mutuamente

Quarta - Tg 5.10,11 O exemplo da paciência de Jó

Quinta - Tg 5.12 Ninguém seja falso

Sexta - Tg 5.13-16 A oração da fé

Sábado - Tg 5.17,18 O exemplo da oração de Elias

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A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 13 - DATA: 28/09/2014
TÍTULO: “A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO”
TEXTO ÁUREO - Tg 5.16
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Tg 5.7-20
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

Vivemos num mundo de pressa e de mudanças constantes, a ponto de haver elevado número de pessoas neuróticas, principalmente nas grandes cidades. Contudo, a Palavra de Deus nos exorta a sermos pacientes, tanto nos momentos de alegria quanto nas tribulações. O texto bíblico em estudo nos desperta para o valor da paciência, aguardando a vinda do Senhor, que, certamente, está mais perto do que pensamos.

II - CONCEITOS DE PACIÊNCIA:

(1) - Sentido comum - A palavra paciência vem do latim “patientia”, significando “qualidade de paciente; virtude que consiste em suportar as dores, incômodos, infortúnios, sem queixas e com resignação”.

(2) - A paciência cristã - Para o cristão, a paciência, além de ser a capacidade de suportar com resignação, dores e infortúnios, é a virtude que o capacita a suportar as falhas e ofensas alheias. É também a “tranquila espera por algum acontecimento, que venha a alterar as circunstâncias incômodas. Trata-se da capacidade de esperar por mudanças, sem demonstrar ansiedade exagerada”. É sinônimo de longanimidade, que é uma das manifestações do fruto do Espírito (cf. Gl 5.22).

(3) - A paciência divina - Deus é paciente. É a nossa sorte, pois, se o Senhor não tivesse paciência conosco, ante as falhas e pecados, certamente não estaríamos hoje estudando esse assunto.

(A) - No Antigo Testamento - “O Senhor é longânimo e grande em beneficência, que perdoa a iniquidade e a transgressão…” (Nm 14.18).

Moisés, orando a Deus, disse: “Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras…” (Êx 34.6b). Ele suportou os pecados de Israel no deserto durante quarenta anos!

(B) - No Novo Testamento - A paciência é destacada em vários textos. Em Rm 5.3,4 lemos: “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança”.

III - A NECESSIDADE DA PACIÊNCIA:

(1) - Na espera da vinda do Senhor - Tiago ao exortar os crentes a serem pacientes “até a vinda do Senhor” (v.7), tinha em mente que a volta do Senhor seria iminente, exortando, assim, os crentes de sua época a se manterem pacientes na fé. Ele tomou como exemplo o lavrador, que “espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência…” (v.7b).

(A) - Ante a impaciência e incredulidade- Naquele tempo, havia uma certa impaciência e descrença quanto à vinda do Senhor. O apóstolo Pedro escreveu aos irmãos, exortando-os a esperar a volta de Jesus, alertando para os escarnecedores, que diziam: “Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram todas coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pe 3.4).

(B) - Ante a cronologia de Deus - Pedro lembra que a cronologia de Deus é diferente da nossa. “Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia” (2 Pe 3.8). Ele assevera que Deus é fiel, e que “o Dia do Senhor virá como o ladrão” (2 Pe 3.10). Sendo assim, precisamos ser pacientes, não só na espera, mas na fidelidade, de modo que sejamos “achados imaculados e irrepreensíveis em paz” (2 Pe 3.14). Se no tempo de Tiago, a vinda do Senhor já estava próxima (cf. v.8), quanto mais agora, quando os sinais dos fins dos tempos são bem evidentes!

(2) - No amor fraternal - Tiago, antevendo a vinda do Senhor, exorta-nos a sermos pacientes, não nos queixando “uns contra os outros”, para não sermos condenados, pois “o juiz está à porta” (v.9). Naquele tempo, como hoje, infelizmente, é comum a existência de queixas entre os irmãos. Isso é próprio da natureza falha do homem. Contudo, se desejamos ter nossos “espírito, alma e corpo (…) plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (l Ts 5.23), precisamos demonstrar paciência no amor fraternal, pois a caridade (amor em ação), “é benigna, é sofredora (…), tudo espera, tudo suporta” (l Cor 13.7).

(3) - Na proclamação do Evangelho - Tiago recorre ao exemplo do lavrador, que “espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva têmpora c serôdia” (v.7b).

A proclamação do evangelho é comparada à ação do lavrador (cf. Mt 13.44; Mc 4.1-20), ora plantando uma pequena semente, ora semeando em terrenos os mais diversos. Mas é muito importante, na evangelização, seguir o exemplo do lavrador, cuja característica mais marcante é a da paciência.

No livro de Eclesiastes temos uma solene orientação sobre isto: “Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás (…) Pela manhã, semeia atua semente e, à tarde, não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas” (Ec 11.1, 6).

As igrejas que mais têm prosperado são aquelas que trabalham diuturnamente, sem desânimo, evangelizando, discipulando e integrando os crentes.

IV - EXEMPLOS DE PACIÊNCIA E CONSTÂNCIA:

Na Bíblia, encontramos exemplos notáveis de servos de Deus, que se destacaram no cultivo da paciência em suas vidas. Por isso, em meio às vicissitudes, eles venceram tudo.

(1) - Jeremias - Chamado “o profeta da lágrimas”, teve um ministério de quarenta anos (626-586 a.C.), tendo sofrido intensa e pacientemente, ao ver que a “Palavra de Deus ia sendo repudiada por seus familiares e amigos, pelos sacerdotes e reis, e pela totalidade do povo de Judá. Embora fosse solitário e rejeitado durante toda a sua vida, Jeremias não deixou de ser um dos mais ousados e corajosos profetas”  (Bíblia de Estudo Pentecostal).

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A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.- Escutem atentamente o que eles falam.- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da lição. Observem as seguintes sugestões:- Falem que nesta lição vamos estudar sobre vários conselhos práticos e atuais de Tiago, encontrados no último capítulo do livro, tais como:

Paciência e perseverança

Esperança na Vinda do Senhor

Não queixar-se dos outros

Não fazer juramento

Juízo divino

Cantar na alegria e orar na aflição

Unção de enfermos

Oração da fé

Confissões de culpas

Orar uns pelos outros

Conversão de um irmão

- Escrevam estas expressões acima citadas no quadro, para que haja melhor compreensão do que vai ser estudado.

- Em seguida, comecem a ler os versículos 7 a 20 do capítulo 5 de Tiago. À medida que a leitura for efetuada, façam comentários sobre o que foi lido.Neste momento, estimulem a participação dos alunos e procurem contextualizar o que está sendo explanado com o tipo de aluno que você ensina.

- Vejam algumas sugestões para trabalhar alguns pontos da lição:Sobre a paciência, vocês podem escolher entre a dinâmica “Perdendo a Cabeça” ou  a fábula “A Lebre e a Tartaruga”(postadas abaixo).Sobre a oração, vocês podem utilizar a dinâmica “A Chave”.Sobre a unção de enfermos, peçam a um presbítero para ungir os alunos que estão doentes.

- Para conclusão do trimestre, foi sugerida desde a lição 10, a realização de uma gincana. Caso vocês estejam tomando conhecimento desta sugestão apenas hoje, faça algumas adaptações para realizar algumas tarefas da gincana sugerida.Tenham uma excelente e produtiva aula.

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A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Pr. César Moisés

Dicas da CPAD para que o professor possa dar uma boa aula.

O Pr. Alexandre Coelho ajuda você na preparação da sua aula de Escola Dominical falando sobre o tema da lição 12 - Os Pecados de Omissão e de Opressão.

Lição 13 - 3T/2014

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A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = “Confessai as vossas culpas uns aos outros e oral uns pelos outros, para quesareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 516).
VERDADE PRÁTICA = Se vivermos os princípios da Epistola de Tiago teremos uma vida cristã que agradará ao nosso Deus.
LEITURA BIBLICA = TIAGO 5: 7-20
INTRODUÇÃO
A vida cristã aqui, é alternada por momentos de alegria e aflição e tristeza. Para cada um deles, no entanto, a Palavra de Deus indica os meios da graça disponíveis ao crente. Em ocasiões de alegria, louvar e adorar ao Senhor é a atitude mais apropriada. Nos momentos de doença, tristeza e aflição, o caminho é a oração da fé, que, feita por um justo, “pode muito em seus efeitos”.
Tiago conclui a sua epístola com uma série de recomendações úteis à vida do crente, em particular, e da Igreja de forma geral. Ele faz recomendações quanto à conduta cristã, envolvendo assuntos tais como: juramento, irrepreensão na palavra, aflição e oração, alegria e louvor, doença, unção com óleo e cura, confissão e perdão, e restauração de desviados à comunhão da Igreja.
Tiago não tenta provar a doutrina da Segunda Vinda, nem anunciá-la. Para ele, a Segunda Vinda é uma esperança viva para a Igreja Primitiva. Ele cita a iminência e realidade da vinda (parousia) do Senhor como um motivo para os cristãos permanecerem firmes: Sede, pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor (v. 7).Dois tipos de paciência são sugeridos. O primeiro diz: Sede […] pacientes (v. 7) - não se apressem em retaliar contra as injustiças cometidas contra vocês por homens descritas nos versículos 1-6. O segundo diz: Sede […] pacientes (v. 8)-aceitando pacientemente a demora de Deus em relação ao retorno do nosso Senhor.
A ilustração da época de plantio e colheita foi tirada da experiência palestina. O fruto da terra é a colheita de grãos. Ele era precioso porque a vida do lavrador e sua família dependiam dele. Na Palestina, o grão é plantado no outono e recebe a chuva temporã no final de outubro. Ele recebe a chuva […] serôdia em março e abril, pouco antes de estar maduro. Durante todo esse tempo, o agricultor espera pacientemente pela colheita. A razão da sua paciência é sua esperança confiante na colheita.
Tiago interpreta sua própria parábola: Sede vós também pacientes, fortalecei o vosso coração, porque já a vinda do Senhor está próxima (v. 8). A vinda do nosso Senhor era uma grande fonte de esperança para os primeiros cristãos. Porventura temos essa mesma expectativa em relação à vinda do Senhor? Tasker escreve:
Se a volta do Senhor parece muito distante, ou se a relegamos a um futuro tão remoto que tão exerce nenhum efeito sobre a nossa perspectiva ou nossa maneira de viver, fica claro que deixou de ser para nós uma esperança viva. É possível que tenhamos permitido que a doutrina da sua volta em glória para julgar os vivos e os mortos tenha sido abafada pelo ceticismo ou se transformado em algo diferente, talvez como a transformação gradual da sociedade humana por valores cristãos, que parou de exercer qualquer tipo de influência em nossas vidas. Na medida em que permitimos que isso aconteça, cessamos de ser cristãos do Novo Testamento.
A PRESSÃO NOS INDUZ À IMPACIÊNCIA, 5.9
O foco aqui muda da paciência com os pecadores fora da igreja para a paciência um com o outro dentro da Igreja. Alguém escreveu o seguinte:
Caminhar em amor com os santos de cimaSerá uma maravilhosa glória;Mas, caminhar com os santos aqui em baixo,Bem, isso já é uma outra história!
Em tempos de dificuldades, a paciência é provada e somos tentados a nos queixar (v. 9; lit., gemer, ou seja, reclamar ou resmungar) uns contra os outros. Tiago adverte os cristãos a não apontarem para erros de outra pessoa, para que não sejais condenados. A proximidade da vinda de Cristo serve como advertência contra o fracasso do cristão bem como para a consolidação da sua contância. Além do mais, o juiz está à porta. O retorno de Cristo está próximo; Ele será o Juiz de todos os homens; portanto, não devemos assumir o papel de julgar os outros, quer fora quer dentro da Igreja (cf. Mt 7.1-5).
EXEMPLOS DE PACIÊNCIA, 5.10,11
Exemplos de piedade e devoção sempre servem de encorajamento para o cristão. Tiago provavelmente tinha as palavras de Jesus em mente: “bem-aventurados sois vós quando vos […] perseguirem […] por minha causa. Exultai […] porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós” (Mt 5.11-12). É por isso que ele diz: Eis que temos por bem-aventurados (v. 11, “Eis que temos por felizes”, ARA).

“Nós, semelhantemente a Jesus, pronunciamos uma bem-aventurança aos profetas que foram homens tão pacientes”. Tiago nos lembra do nosso privilégio bem como do nosso sofrimento. Se sofremos por Deus, estamos em boa companhia. Por que os profetas, em vez de Jesus (cf. 1 Pe 2.21), foram escolhidos por Tiago como exemplos de paciência? Mayor considera diversas possibilidades, entre elas que “Tiago deseja que eles vejam Jesus como o Senhor da glória em vez de o padrão de sofrimento”.
Dos profetas que sofriam com paciência e que falaram em nome do Senhor (v. 10), Tiago volta-se agora para um homem que tem sido conhecido como “o maior exemplo” de paciência. Essa é a única referência a Jó no Novo Testamento, embora Tiago entenda que seus leitores estejam familiarizados com a história de Jó:
Ouvistes qual foi a paciência de Jó (v. 11). A paciência dos profetas era uma atitude de longanimidade em relação aos seus compatriotas que os perseguiam. A palavra usada para descrever a paciência de Já (hypomene) significa persistência ou tolerância’ Á paciência singular de Jó podia ser reconhecida na sua determinação em suportar quaisquer que fossem os infortúnios, sem perder sua fé em Deus. A frase o fim que o Senhor significa “o alvo do Senhor”. O apóstolo sabia que o propósito final de Deus sempre é bênção para o homem que suporta com paciência a aflição. Provavelmente, citando dos Salmos, ele conclui: “porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo” (v. 11, ARA; cf SI 103.8; também Ex 34.6).
O JURAMENTO É PROIBIDO, 5.12
Superficialmente, a admoestação desse versículo não parece estar relacionada com o contexto. Há, no entanto, uma conexão com o pensamento do versículo 9. Debaixo da pressão das circunstâncias, há uma tendência de se falar explosivamente e se usar o nome de Deus em vão com juramentos precipitados e irreverentes. Talvez seja com relação ao versículo 9 que Tiago diz: Mas, sobretudo - i.e., acima todas as formas desprotegidas do falar emocional e queixoso - não jureis. Nesse mandamento o autor está parafraseando as palavras de Jesus (Mt 5.34-37; veja CBB, vol VI).
Nem Tiago nem Jesus tinham a intenção de proibir o juramento sério ou oficial ordenado nas Escrituras (cf. Dt 6.13; 10.20; Is 65.16; Jr 4.2; 12.16). Ambos estavam preocupados com o uso irreverente do nome de Deus e advertiam contra o falar desonesto que requeria um juramento para apoiar cada afirmação. O caminho para evitar ofensa desse tipo é fazer uso de uma linguagem simples e sincera - que a vossa palavra seja sim, sim e não, não.

UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS
1. Chamar os presbíteros da igreja (v.14). ”Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja…” Por que os presbíteros? Como os presbíteros ou bispos do tempo do apóstolo, os pastores e obreiros de hoje, devem ser chamados a orar pelos enfermos e ungi-los com azeite, pois para fazer jus a esses nomes, são crentes idôneos e dedicados à oração.
2. Receber a oração da fé. ”E orem sobre ele…”(v.14). Os familiares ou irmãos em Cristo, devem chamar os presbíteros e estes oram sobre o enfermo. Aqui, sem dúvida, cabe a prática da imposição das mãos (Mc l6.18b), como gesto ou sinal de fé, através de mãos abençoadas por Deus, que transmitem virtude. Não é errado recorrer aos médicos (Mt 9.12). Contudo, é fundamental buscar primeiro a oração da fé, no nome do Senhor.
3. Receber a unção em nome do Senhor. “Ungindo-o com azeite em nome do Senhor” (v.14c). A unção é prática adotada pelos seguidores de Jesus. Os discípulos a utilizavam (Mc 6.13). “O azeite, sem dúvida, simboliza o Espírito Santo e Seu poder sanador: a unção com azeite estimula a fé” (Bíblia de Estudo Pentecostal).
Duas crianças, cuja mãe estava muito doente, foram a uma cruzada evangelística. Lá, viram o pregador ungir com azeite. De volta à sua casa, tomaram azeite de cozinha, ungiram a mãe e ela se levantou curada. Temos visto muitas pessoas curadas através desse ato de fé.
4. “A oração da fé salvará o doente” (v.15a). Tiago falava para pessoas crentes, salvas em Jesus. Salvação, nesse versículo, refere- se à cura propriamente dita. “. . . e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (v.15b). Aí, vemos a cura da enfermidade física, e, no caso de ter havido pecados, o doente seria perdoado, sem dúvida após sua confissão. “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros para que sareis” (v. 16). Fechando o texto sobre a oração da fé, Tiago diz que “a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (v.16b) e toma o exemplo de Elias, que, orando, mudou o clima, fazendo vir a seca e, depois, chuva (vv.17,18). Lembremo-nos de que o Deus de Elias é o nosso Deus!
RECOMENDAÇÕES QUANTO À ORAÇÃO
Tiago começa e termina a sua epístola tratando sobre oração. Ele tinha consciência de que a oração exerce um papel de inestimável valor na vida individual do cristão, bem como na vida da Igreja como um todo. Quanto a isto, Tiago diz que:
1. Devemos orar quando aflitos (v.13). Em aflição, Davi orou ao Senhor muitas vezes. Ele orou dizendo: “Olha para a minha aflição, e livra-me…” (Sl 119.153).
Pela última vez no Getsêmani, em aflição e em agonia profunda, Jesus orava intensamente, “e o seu suor tornou-se grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão” (Lc 22.44).  Deus tem os seus ouvidos atentos às orações resultantes da fé e aflição dos Seus filhos queridos.
2. Devemos orar pelos enfermos (v.14). Tiago recomenda que os doentes da Igreja chamem os presbíteros para que orem sobre eles, ungindo-os com óleo em nome do Senhor para que sejam sarados. Aqui, nem de leve, sugere ungir com óleo a roupa do doente para que ele seja curado, a carteira profissional de um desempregado que busca emprego, e nem mesmo fotos de pessoas problemáticas, para que alcancem vitória. Também não é qualquer pessoa que pode ministrar a cura através do azeite.  A unção com óleo tem que ser sobre o doente, e só os ministros da Igreja deverão administrá-la.
3. Devemos confessar as nossas culpas uns aos outros (v.16). Não apenas confessar as nossas culpas uns aos outros, devemos orar uns pelos outros também, “para que sareis”, numa evidente alusão tanto à cura física quanto à restauração espiritual decorrente da confissão. Os membros das nossas igrejas no Brasil precisam aprender mais e melhor o ensino bíblico concernente à confissão. Eles têm que aprender que “o que encobre as suas transgressões, nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Pv 28.13).  O pecado na vida do crente tem sido uma constante causa de enfermidades, e a não confissão do pecado tem sido a causa de muitos crentes não serem curados. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Tiago 5:7-20
“Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5:16).

INTRODUÇÃO
Com esta Aula, concluímos os estudos da Epístola de Tiago. Estudamos treze temas que trouxeram substância à nossa alma e combustível à nossa fé. Depois de trazer uma palavra de encorajamento aos irmãos destinatários de sua Epístola, haja vista que passavam por tribulações ferrenhas, bem como duras exortações sobre o mundanismo que imperava dentro da Igreja, Tiago finda seus ensinos com uma consolação. Ele fala a respeito da paciência em meio às aflições e cita Jó como exemplo de vida e paciência (Tg 5:11). Segundo a visão de Tiago, a paciência pode ser considerada sob dois aspectos: condição de resistir às aflições com resignação e a capacidade de suportar as ofensas alheias. Tiago lembra aos irmãos que Jesus em breve voltará (Tg 5:8) e que toda tribulação terá o seu fim, pois desfrutaremos da misericórdia e bondade de Deus para todo o sempre.
I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5:7-12)
“A paciência é a virtude de suportar a injustiça, o sofrimento, as aflições, confiando a nossa vida na mão de Deus para corrigir todas as coisas na sua vinda” (Bíblia de Estudo Pentecostal).
1. O valor da paciência e da perseverança (Tg 5:7,8). ”Sede vós também pacientes, fortalecei o vosso coração, porque já a vinda do Senhor está próxima” (5:8).
A falta de paciência é um dos males que atormenta a humanidade, a causa de muitas doenças psíquicas, e até somáticas. Nos dias em que vivemos, em que a imediatidade e a pressa são a regra, falar em paciência soa estranho e se apresenta como um desafio, mas os salvos em Cristo Jesus, devem ter esta característica, que é mais uma das marcas do nosso Deus, que é conhecido nas Escrituras como longânimo (Nm 14:18; Sl 103:8; Jn 4:2; 2Pe 3:9).
Ninguém quer esperar, mas em qualquer lugar aonde se vá, impõe-se a necessidade de esperar. Para saber esperar é preciso ter paciência: paciência para esperar o transporte coletivo; paciência para esperar nos congestionamentos do trânsito; paciência nos bancos, nos supermercados; paciência para pagar e receber; paciência para ser atendido nos consultórios e nos hospitais, até mesmo particulares; paciência para registrar uma queixa, ou elaborar um Boletim de Ocorrência; paciência de Jó, se precisar bater às portas do Poder Judiciário; paciência para com tudo e para com todos. Todos estão prestes a explodir, mas o crente fiel precisa fazer a diferença: mostrar amor, tolerância, dar provas de paciência, pois “… o fruto do Espírito é:… paciência…”, ou longanimidade.
Há uma certa inquietação nos meios evangélicos. Falta paciência para buscar e pensar nas“…coisas que são de cima…”(Cl 3:1). Falta a paciência e a perseverança da viúva da parábola do Juiz Iníquo (Lc 18:1-8); ela permaneceu batendo e pedindo, com perseverança. Colossenses 1:9-11 ensina-nos a perseverar com paciência na fé cristã.
2. O valor da tolerância de uns para com os outros (Tg 5:9). “Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta“.
Este texto chama os servos do Senhor a trabalhar juntos em meio às tribulações. Nos momentos de pressão é comum o ser humano se irar contra aqueles que mais ama. Daí a advertência: “Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados”. À época de Tiago, como hoje, é comum a existência de queixas entre os irmãos. Isso é próprio da natureza carnal do homem. Contudo, se desejamos ter nosso “espirito, alma e corpo (…) plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5:23), precisamos demonstrar paciência no amor fraternal, pois o amor “é benigno, é sofredor (…), tudo espera, tudo suporta” (1Co 13:7).
3. Aflição, sofrimento e juramento (Tg 5:10-12).
Aflição. ”Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor (Tg 5:10).
Os profetas foram homens que andaram com Deus, ouviram a voz de Deus, falaram em nome de Deus, mas passaram também por grandes aflições. Eles trilharam o caminho estreito das provas e foram pacientes. Privilégio e provas caminharam juntos na vida dos profetas. Sofrimento e ministério caminharam lado a lado na vida dos profetas. Exemplos: Isaías não foi ouvido pelo seu povo. Ele foi serrado ao meio; Jeremias foi preso, jogado num poço e maltratado por pregar a verdade. Ele viu o cerco de Jerusalém e chorou ao ver o seu povo sendo destruído; Daniel foi banido da sua terra e sofreu pressões quando jovem. Sofreu ameaça e perseguição por causa da sua fidelidade a Deus, a ponto de ser jogado na cova dos leões.
O apóstolo Paulo diz: “E na verdade todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3:12). Nem sempre a obediência a Deus produz vida fácil! Se a igreja for mais perseguida, será mais fiel? Não. Se ela for mais fiel será mais perseguida. Isso significa que Deus não nos poupa das aflições, mas Ele nos assiste nas aflições. Elias anunciou ao ímpio rei Acabe que a seca viria sobre Israel. Ele também sofreu as consequências da seca, mas Deus cuidou dele e lhe deu vitória sobre os ímpios.
Jesus disse: “Bem-aventurado sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós” (Mt 5:11,12).
Quando você estiver enfrentando sofrimento, não coloque em dúvida o amor de Deus, pois pessoas que andaram com Deus como você, também passaram pelas aflições. Seja paciente!
Sofrimento. “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso” (Tg 5:11).
A “Teologia da Prosperidade” tem pregado que o bem-estar espiritual é irreconciliável com qualquer espécie de sofrimento. Se o crente sofre é porque não é próspero. Todavia, a vida cristã não uma sala VIP, nem uma colônia de férias. O sofrimento é o cálice que o povo de Deus precisa beber, enquanto caminha rumo à glória. A cruz vem antes da coroa, o sofrimento antes da recompensa final. Nós entramos no reino de Deus por meio de muitas tribulações (At 14:22). O ensino bíblico, porém, é claro ao ensinar que “muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas”(Sl 34:19).
Não há vitória sem luta. Não há picos sem vales. Se você deseja a bênção, você tem que estar preparado para carregar o fardo e entrar nessa guerra. Jó era um homem piedoso, justo, próspero, bom pai, sacerdote da família, preocupado com a glória de Deus. O próprio Deus dá testemunho a seu respeito. Deus o constitui Seu advogado na terra. Todavia, Satanás faz Jó sofrer com a permissão de Deus. Jó perdeu todos os seus bens, perdeu todos os seus filhos e perdeu também a sua saúde (Jó 1:22; 2:10). Jó perdeu o apoio da sua mulher. Jó perdeu o apoio dos seus amigos. Jó faz 16 vezes a pergunta: por quê? Jó expressa sua queixa 34 vezes. Mas no auge da sua dor, ele disse para Deus: “Ainda que Deus me mate, ainda assim, esperarei nele…” (Jó 13:15).
Jó esperou pacientemente no Senhor e Deus o honrou. Ele não explicou nada para Jó, mas apesar de Jó não conhecer os porquês de Deus, ele pôde conhecer o caráter de Deus (Jó 42:5). A maior bênção que Jó recebeu não foi saúde e riqueza, mas um conhecimento mais profundo de Deus. Isso é a própria essência da vida eterna (João 17:3).
Jó passou a conhecer o Senhor de uma forma nova e mais profunda. O propósito de Satanás era fazer de Jó um homem impaciente com Deus. Isto porque um homem impaciente com Deus é uma arma nas mãos do maligno. Mas o propósito de Deus em permitir Jó sofrer foi fortalecê-lo e fazer dele uma bênção maior para o mundo inteiro.
Como os profetas, devemos procurar oportunidades para testemunhar, mesmo no meio do sofrimento. Como Jó, devemos esperar para que o Senhor complete Seu amoroso propósito em nós, mesmo em meio ao sofrimento.
Juramento. ”Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim e não, não, para que não caiais em condenação” (Tg 5:12).
Jurar era um costume comum, e Tiago queria que essa prática fosse suspendida entre os crentes. As pessoas ofereciam garantias verbais desrespeitosas ou arrogantes que elas mesmas podiam reverter através de alguns detalhes legais. Os cristãos não deviam fazer nenhum juramento para garantir a veracidade daquilo que diziam. A nossa honestidade deve ser inquestionável. Os crentes não precisam fazer juramentos, pois as suas palavras devem ser sempre verdadeiras. Não deve haver motivo para que eles precisem reforçar as suas palavras com um juramento. Deus irá julgar as suas palavras.
Uma pessoa que tenha a reputação de exagerar ou de mentir não pode conseguir que alguém creia nela somente através de sua palavra. Por exemplo, esta pessoa poderia dizer: “Eu prometo!”, ou: “Eu juro!”. Os cristãos não devem nunca ser assim. Seja sempre honesto, para que os outros creiam nos seus simples “sim” e “não“. Evitando as mentiras, as meias-verdades, e as omissões da verdade, você ficará conhecido como uma pessoa digna de confiança. Clique aqui para ler o texto completo »

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