2º Trim 09
Publicado em 25 de Junho de 2009 as 04:54:06 PM
Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas BÃblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000   Fone: 3084 1524
LIÇÃO 13 - AMOR, A VIRTUDE SUPREMA.
INTRODUÇÃO:
O Amor é o caminho sobremodo excelente que nos dispõe a fazer o bem através de nossas ações. Nesta lição vamos observar a importância desta virtude na vida da igreja e de cada crente individualmente. Com o apóstolo Paulo estaremos aprendendo que o amor é a suprema virtude, e não um mero sentimento como é difundido pela sociedade hodierna. O verdadeiro amor só encontra guarida na vida daquele que é nascido de novo.
(I Jo 4:7,8). Analisando o conceito de amor na BÃblia, em Corinto, as caracterÃsticas do amor e suas qualidades, e o amor em um contexto escatológico, aprenderemos que o amor é a evidência de uma igreja sólida e espiritualmente amadurecida.
I - CONCEITO:
- O amor - É uma virtude que pré-dispõe alguém desejar o bem de outrem. É a palavra que representa o Cristianismo. Amor (Gr. Agape ou Agapaõ) descreve a atitude de Deus para com o seu Filho (Jo17:26); para com o gênero humano, em geral (Jo 3:16; Rm 5:8); com aquele que crê em Jesus Cristo, (Jo 14:21).
Também transmite sua vontade aos seus filhos concernente a atitudes deles uns para com os outros (Jo 13:34), e para com todos os homens (I Tess. 3:12, I Cor. 16:42, II Ped. 1:7), bem como expressa a natureza essencial de Deus (I Jo 4:8). O amor cristão tem Deus por seu objeto primário, e se expressa em primeiro lugar, em obediência implÃcita aos Seus Mandamentos. ( Jo 14:15,21,23; 15:10; I Jo 2:5).
Amor (Gr. Phileó) - é o amor fraternal, representa mais intimamente “afeto terno”. (I Cor.16:22; Jo 21:15-17). Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 25 de Junho de 2009 as 04:28:05 PM
A MAIOR DE TODAS AS GRAÇAS ESPIRITUAIS - (13.1-13)
No NT, a palavra para amor (que em algumas traduções é expressa como caridade) é agape. Embora esse termo não fosse comum antes do nascimento da igreja cristã, ele já era conhecido. A Septuaginta (LXX) usa freqüentemente essa palavra e ela foi adotada pelos cristãos do primeiro século para designar um amor diferente tanto de eros (amor egoÃsta e ligado aos desejos), como de philia (simpatia natural, ou amizade).
Ãgape é um amor que está em completa harmonia com o caráter da pessoa que o exprime. Dessa forma, no NT a palavra ágape expressa cuidado e compaixão por aqueles que são totalmente indignos. Era um amor dedicado aos outros sem qualquer expectativa de benefÃcio ou recompensa. Era um sentimento supremo e redentor, e só poderia vir de Deus. Sua maior expressão foi revelada na cruz de Cristo. Ele passaria a ser uma marca registrada especial de todos os cristãos.
“O Maior Dom” é o amor porque: 1) E o dom mais essencial, 1-3; 2) E uma caracterÃstica acentuada de Cristo, 4-6; 3) E o dom mais abrangente, 7; 4) E o dom mais permanente, 8-13.
1. O Amor é Essencial (13.1-3)
Os dons têm um lugar especial na igreja e são muito úteis. Mas o amor representa a essência da vida cristã, e é absolutamente necessário. Ele encontra um lugar mesmo entre os dons carismáticos, porém os dons sem a presença do amor são como um corpo sem alma.
a) O amor é maior que a habilidade de falar (13.1). Paulo começa apresentando uma possibilidade hipotética: Ainda que eu falasse as lÃnguas dos homens e dos anjos. Se uma pessoa tiver o excelente dom da oratória, ou de pronunciar expressões angelicais, mas não tiver o amor, ela não acrescentará nada à s outras pessoas. Sem amor, o dom de falar se torna vazio e imprudente - ele é como o metal que soa ou como o sino que tine. O metal que soa (”gongo barulhento”, RSV) significa um pedaço de metal não lavrado ou gongo usado para chamar a atenção. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 25 de Junho de 2009 as 04:20:25 PM
 QUESTIONÃRIO DA LIÇÃO 13 - AMOR, A VIRTUDE SUPREMA
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2 TRIMESTRE DE 2009
TEXTO ÃUREO
1- Complete:
“E a _____________________ não traz confusão, porquanto o ________________ de Deus está derramado em nosso coração pelo EspÃrito Santo que nos foi ___________________________” (Rm 5.5).
VERDADE PRÃTICA
2- Complete:
O ______________________ de Deus em nós não é um ____________________, mas o fruto do EspÃrito expresso na vida do _________________________ cristão.
INTRODUÇÃO
3- Qual o “caminho ainda mais excelente” para Paulo no capÃtulo 13 da Primeira EpÃstola aos CorÃntios?
(Â Â Â ) O caminho do Ardor.
(Â Â Â ) O caminho do Labor.
(Â Â Â ) O caminho do Amor. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 25 de Junho de 2009 as 04:17:33 PM
Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÃUREO
“E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de DEUS está derramado em nosso coração pelo ESPÃRITO SANTO que nos foi dado” (Rm 5.5).

VERDADE PRÃTICA
O amor de DEUS em nós não é um dom, mas o fruto do ESPÃRITO expresso na vida do verdadeiro cristão.

LEITURA DIÃRIA
Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 23 de Junho de 2009 as 03:57:30 PM
Leitura BÃblica em Classe
1 CorÃntios 13.1-8,13
Introdução:
I. A excelência do amor cristão
II. CaracterÃsticas do amor de Deus no crente
III. O alcance do amor cristão
Conclusão:
Palavras-chave: Dons espirituais, amor de Deus, amor cristão
O livro I e II CorÃntios - Os problemas da igreja e suas soluções, escrito por Stanley Horton e publicado pela CPAD, apresenta-nos uma divisão bastante interessante do capÃtulo 13 da primeira carta de Paulo a esta igreja.
1. A necessidade do amor (13.1-3)
O contraste neste capÃtulo é entre os dons espirituais sem amor e os dons espirituais com amor. Paulo já mostrou que o amor é visto em ação, especialmente no dom de Deus: Jesus e sua morte na cruz. Mas Paulo não degrada os dons, nem diz que o amor é melhor que os dons. ‘O ponto é que sem amor os melhores dons perdem sua apropriada eficácia, valor e recompensa.’ Paulo apresenta isto com sete exemplos do ministério espiritual valorizados pelos corÃntios.
As lÃnguas eram tão altamente valorizadas que alguns pensavam que eles falavam em ‘lÃnguas […] dos anjos’ (ou esta pode ser uma figura de linguagem que Paulo usa para indicar a alta consideração dos corÃntios para com as lÃnguas). Mas, quer sejam lÃnguas humanas ou angelicais, sem amor tais lÃnguas não tinham mais efeito que ‘o metal que soa ou […] o sino que tine.’ Eles chamam a atenção, e isso é tudo. Assim, as lÃnguas sem amor podem chamar a atenção, mas não contribuem para a adoração genuÃna.
Em Corinto, as lÃnguas não estavam trazendo edificação nem sequer aos indivÃduos que as falavam, porque a falta de amor dos corÃntios os ‘fazia tolerar, ou endossar, a sexualidade ilÃcita, a cobiça e a idolatria (1 Co 5.9,10; fato ilustrado em 1 Co 5.1-5; 6.1-11; 6.12-20; 8.1; 10.22)’. […]
2. A natureza do amor (13.4-7)
Considerando que a palavra ‘amor’ é usada em tantos contextos diferentes, Paulo identifica doze caracterÃsticas que descrevem o tipo de amor necessário na busca e manifestação dos dons espirituais. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 23 de Junho de 2009 as 09:01:38 AM
“Você me completa!” - Já ouviram esta frase ou já a disseram ao seu amado ou amada?
Casamento feliz não é uma compensação de espaços vazios entre duas pessoas; Pois para um completar o outro, este outro tem que ser/estar cheio, aliás, transbordante, para desta forma ceder um pouco de si e “encher/completar” o outro.
Se não for assim, o casamento se torna uma união de duas pessoas incompletas que esperam que o outro retire ainda mais de si para encher a si próprio, o que causará ainda mais vazio no outro.
(Óbvio que apesar de nossas imperfeições e defeitos faremos o máximo para acrescentar e edificar a vida do outro)
Portanto antes de casar, faça um favor a você mesmo e aos outros: Complete-se e ame a você mesmo, pois se você não consegue ser feliz com você, como você espera fazer o outro feliz? E se você já está casado, reavalie suas atitudes antes de cobrar do seu cônjuge o que você nem ao menos admite que tentou.
O texto abaixo foi retirado e adaptado do livro de Jaime Kemp, Antes de dizer SIM!, para que você possa analisar segundo o texto de I CorÃntios 13:4-7 se você realmente vive e pode oferecer este amor ao seu amado/amada.
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
1. O AMOR É PACIENTE
Este amor custa a ficar zangado ou irritado.
Eu nunca levanto a voz ou perco a calma. Eu estou pronto a suportar o mau trato dos outros. Este amor sabe esperar o tempo certo para cada coisa. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 23 de Junho de 2009 as 08:58:49 AM
Pr. Kenneth Wieske
Texto: 1CorÃntios 13: 1-4#1
Leitura: 1CorÃntios 13: 1-4#1
1 Cor 13: 1-4 - Pregação 1 de 3
“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.†1 CorÃntios 13:4-7, BRP.
Amados em nosso Senhor Jesus Cristo:
Paulo nos primeiros três versiculos deste capitulo nos ensinou que há um caminho sobremode excelente; que existe algo fundamental, sem o qual até os maiores sinais e prodÃgios não valem nada, não adiantam nada. Algo não somente mais fundamental do que os maiores sinais e prodÃgios, mas até mais fundamental do que o mais perfeito conhecimento das verdadeiras doutrinas de Deus.
O amor. Graças a Deus, o Espirito Santo não somente inspirou Paulo para enfatizar a importância de amor, mas também o inspirou para nos dar uma descrição do amor, nos versiculos 4-7. Isto é de grande importância. Hoje em dia, a palavra “amor” é uma palavra barata. Se fala muito de amor. Têm hoteis todo canto, com placas anunciando o “amor”. Tudo mundo está a procura do amor: amor próprio, em primeiro lugar, e em segundo lugar um amor tipo “Hollywood”. Não pense que quando você estã assistindo um filme ou um video ou uma novela, que você não está ouvindo uma pregação! Não existe neutralidade neste mundo. Estamos numa guerra de culturas: a cultura do povo de Deus, e a cultura dos filhos da desobediência. Em toda revista, livro, novela, e filme, o mundo está pregando sua mensagem venenosa. Esta mensagem, especialmente nos filmes e novelas, quer nos ensinar que podemos e devemos deixar tudo, sacrificar tudo, mesmo nosso casamento, em busca deste amor emocionante.
Mas a descrição da Palavra de Deus vai de encontro a esta ideia barata e imunda do amor. Em quanto que o “amor” pregado e procurado pelo mundo reflete o caratér do homen no seu estado natural, e é nada menos do que a procura egoista de satisfazer seus próprios desejos; o amor que é fruto do Espirito de Deus é completamente o contrário. É um amor que reflete o caráter de Deus; é um amor sacrifical.
O que Paulo está nos ensinando nestes versÃculos, é em primeiro lugar o próprio caráter de Deus. Deus é amor; e não tem prova maior disto, não há manifestação maior deste amor do que o próprio Senhor Jesus Cristo. NEle, Deus Pai revelou Seu amor duma forma tão profunda que nós precisamos duma eternidade para aprendermos como louvá-Lo.
Nosso texto em primeiro lugar nos revela quem é Jesus. Podemos, neste capÃtulo, colocar o nome “Jesus” a cada vez onde tiver a palavra “amor”. A definição do amor é como um quadro que nos mostra as qualidades do nosso Deus e Salvador.
Em segundo lugar, esta descrição nos ensina qual é a verdadeira manifestação da obra do ES na vida do filho de Deus. O amor é o primeiro fruto do EspÃrito! Gálatas 5:22:
“Mas o fruto do EspÃrito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domÃnio próprio.†O amor é a marca da verdadeira congregação dos discipulos de Jesus! João 13:35: “Nisto todos conhecerão que sois meus discÃpulos, se vos amardes uns aos outros.â€
Amados, é bom para nós estudarmos estes versÃculos, para aprendermos mais sobre o caráter do nosso Salvador, e para aprendermos mais quais são as verdadeiras manifestaçãoes do Espirito Santo em nossas vidas.
O amor é paciente, o amor é benigno.
É difÃcil traduzir estes versÃculos, por que Paulo usa palavras tão ricas, cheias de significado. “Paciente” nem chega perto a exprimir o que Paulo está dizendo aqui. A palavra que ele usa, se refere a longanimidade de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 22 de Junho de 2009 as 09:39:24 AM
Texto Ãureo: Rm. 5.5 - Leitura BÃblica em Classe: I Co. 13.1-13
Objetivo: Mostrar que o amor de Deus em nós não é um dom, mas o fruto do EspÃrito expresso na vida do verdadeiro cristão.
INTRODUÇÃO
A igreja de Corinto, conforme estudamos na primeira lição deste trimestre, era bastante fervorosa, isto é, tinha muitos dons. Por outro lado, era carente de espiritualidade, pois lhe faltava a demonstração do fruto do EspÃrito. Nessa última lição do trimestre, estudaremos, com base em I Co. 13, o amor, esse que é o fundamento do fruto do EspÃrito, o qual também tem primazia na lista das virtudes espirituais apresentadas por Paulo em Gl. 5.22.
1. AMOR, SIGNIFICADOS E DEFINIÇÕES
No grego do Novo Testamento, a palavra amor é “ágape”, cujo significado primário vem do amor puro e verdadeiro de Deus em relação ao Seu Filho (Jo.17.26), ao seu povo (Gl. 6.10) e à humanidade perdida que se rebelou contra Deus (Jo. 3.16; Rm. 5.8). A BÃblia declara que a natureza de Deus é o amor (I Jo. 4.8,16). Em Hb. 12.6, sabemos que, mesmo debaixo da correção divina, somos alvo do Seu amor. O amor a Deus é o fundamento da obediência (Jo. 14.21). O fruto do EspÃrito, conforme aponta Paulo em Gl. 5.22, é o amor e é na manifestação desse amor sacrificial que o mundo vê Cristo é nós (II Co. 5.14). Ainda no grego, diferentemente do português, existem verbos distintos para descrever os diferentes tipos de amores. O verbo “agapao” tem em Deus sua demonstração máxima, na verdade, o próprio Deus é amor (I JO. 4.9-10). Por isso, esse Deus age com amor em relação ao homem perdido (Jo. 3.16; I Jo. 3.1,16). Em resposta ao amor de Deus, o homem deve também amá-lo, bem como ao próximo (Mc. 12.30-33; Mt. 19.19; 22.39; Mc. 12.31; Rm. 13.8; I Jô. 3.11,23), especialmente aos domésticos na fé (Gl. 5.6; I Jô. 2.10). Os inimigos também entram na lista daqueles que devem ser amados por aqueles que foram alcançados pelo amor de Deus (Mt. 5.44; Lc. 6.35). O verbo “phileo” é usado para descrever a afeição nos relacionamentos pessoais, mais próximo do sentido de “amizade” (Jo. 11.3, 36; Tt. 3.15) Uma das passagens mais conhecidas do Novo Testamento, por fazer a distinção entre os verbos “phileo” e “ágape” e se encontra em Jo. 21.15-27, quando Cristo pergunta a Pedro se esse O ama. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 19 de Junho de 2009 as 09:25:53 AM
INTRODUÇÃO
No que diz respeito à ajuda aos necessitados, o apóstolo Paulo orienta aos corÃntios que é muito importante que não fizessem apenas o que é requerido, mas fizessem como é ordenado, ou seja, prestar o auxÃlio da maneira certa e aceitável. Mostre aos alunos que nos versÃculos 5 e 6, esperava-se uma contribuição abundante, não com avareza, mas com generosidade, de maneira que esta generosidade deveria ser cultivada em nosso ato de ofertar.
LEITURA BÃBLICA EM CLASSE (2Co 9.6-12)
“E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará” (v.6). O apóstolo Paulo ensina aos corÃntios vários princÃpios bÃblicos, e o primeiro pode ser chamado o “princÃpio de semear e colher”, ao qual emprega a figura da colheita (cf. Pv 11.25; 22.8,9; Lc 6.38). A lição é simples: quanto mais um fazendeiro semear, maior será a colheita.
“Cada um contribua segundo propôs no seu coração…” (v.7). Deveria ser de maneira decisiva e reflexiva. Obras de caridade, como outras boas obras, devem ser feitas com planejaÂmento, já que alguns apenas as fazem eventualmente. Por exemplo: alguns se compadecem momentaneamente de outros, sem um bom intento no coração, e dão mais do que gostariam e, então, se arrependem disÂso mais tarde. Ou, talvez se considerassem deviÂdamente a situação, teriam dado mais. Analisar as circunstâncias das pessoas que estamos prestes a ajudar é muito útil para nos orientar em quão generoÂsos devemos ser nas contribuições para fins de caÂridade.
“…não com tristeza ou por necessidade…”. Essa oferta deve ser de maneira voluntária, indepenÂdentemente de quanto damos, seja mais, seja menos. As pessoas à s vezes vão dar meramente para satisfazer a insistência daqueles que pedem a sua CariÂdade. Eles dão de forma forçada, e essa má vontade esÂtraga tudo que fazem. Devemos dar além daquilo que algumas pessoas necessitadas nos pedem. Não devemos somente dar o pão, mas também a nossa alma (Is 58.10).
“… porque Deus ama ao que dá com alegria”. Tendo em vista que a oferta é uma “dádiva generosa”, Deus ama a doÂação que é feita alegremente (Rm 12.8), com a mão aberta, com um semblante satisfeito, estando gratos pela oportunidade de sermos caridosos. Clique aqui para ler o texto completo »
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Publicado em 19 de Junho de 2009 as 09:21:18 AM
AJUDA AOS NECESSITADOS - 2 CorÃntios 9.6-12
Lição 12 - 21/06/2009
Texto BÃblico: 2 CorÃntios 9.7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
1. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE PROPÓSITO
- Os resultados divinos vem para o que semeia - I Co. 9.6 E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.
- A comunhão divina vem para o que semeia - I Co. 9.7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
- A abundância divina vem para o que semeia - I Co. 9.8 E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra;
2. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE BENEFICIAR
- As dádivas exercitam a nossa benevolência - 2 Co. 9.9 Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre.
- As dádivas multiplicam a nossa prosperidade - 2 Co. 9.10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça;
- As dádivas desenvolvem a nossa espiritualidade -  2 Co. 9.11 Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus.
3. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE TESTIFICAR
- Atitudes de compaixão são louvor ao Senhor - 2 CorÃntios 9.12 Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus.
- Atitudes de bondade são louvor ao Senhor - 2 CorÃntios 9.13 Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles, e para com todos;
- Atitudes de comunhão são louvor ao Senhor - 2 CorÃntios 9.14 E pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da excelente graça de Deus que em vós há.
Pr. Adilson Guilhermel
Publicado no site Esboços da EBD
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