Publicado em 21 de Maio de 2012 as 03:36:05 PM
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Texto Básico: Ap 3:14-22 27/05/2012 “Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca” (Ap 3:15,16). INTRODUÇÃO
Nesta Aula estudaremos sobre a última das epístolas às sete igrejas da Ásia, que foi dirigida ao líder da igreja em Laodicéia (Ap 3:14-22). De todas as cartas às igrejas da Ásia, esta é a mais severa. Jesus não faz nenhum elogio a essa igreja. Seu estado espiritual era repugnante aos olhos do Senhor. Materialmente falando, era uma igreja muito rica, mas desprovida de bens espirituais. Era uma igreja indiferente à Palavra de Deus, ou seja, seu estado espiritual não era frio e nem quente, logo, uma igreja morna espiritualmente. A mornidão espiritual é o pior estado que se estabelece na vida de alguém que um dia teve um encontro pessoal e verdadeiro com Cristo. Como as águas que perdiam sua temperatura pelo caminho, a igreja havia se adaptado ao mundo. Não mais fazia diferença. Este estado, figurado na igreja de Laodicéia, é a situação que nos faz abomináveis a Deus e que caracterizará todos quantos, no dia do arrebatamento, selarão seu triste destino sem Deus sobre a face da Terra. Por causa de sua prosperidade material, a igreja de Laodicéia parecia estar vivendo um tempo de grandes bênçãos. Todavia, é severamente repreendida pelo Senhor Jesus: “… porque és morno… vomitar-te-ei da minha boca”. Porém, o Senhor Jesus amava essa igreja e por isso aconselhou-a que buscasse um genuíno avivamento (Ap 3:18). Nem tudo está perdido, ainda há uma solução para aqueles que se encontram neste lastimável estado espiritual. Tenhamos em mente que aquela carta era de advertência do Senhor para uma igreja que Ele amava, e Ele corrige aqueles a quem ama (Ap 3:19). I. A CIDADE E A IGREJA DE LAODICÉIA
1. A Cidade de Laodicéia. Foi fundada pelo selêucida Antíoco II, no terceiro século a.C., no vale do rio Lico, na atual Turquia, perto da atual cidade de Denizli, e recebeu nome conforme o nome de sua esposa, Laodice. Devido a sua posição, era um centro comercial extremamente próspero, especialmente durante o governo romano. Segundo relato histórico, nela havia teatros, um estádio e um ginásio equipado com banhos. Era a cidade de banqueiros e de transações comerciais. Não muito distante de Colossos e de Hierápolis, Laodicéia havia sido construída no meio de uma importantíssima encruzilhada de estradas que facilitava a comunicação entre Roma e a Ásia Menor. Por ter sido construída como um entroncamento das principais estradas da região, Laodicéia já nasceu destinada a ter uma prosperidade material, tornando-se importante centro comercial. Era, por seguinte, um importante centro bancário e de troca de moedas. Em adição, estando situada no largo vale do rio Lico(um tributário do rio Meandro), a cidade era rodeada por terras férteis. Seus produtos distintivos incluíam vestes de lã negra polida, e tablóides ou pó medicinal. Apesar de sua localização privilegiada em termos de transporte, Laodicéia estava numa região extremamente carente de água. O abastecimento de água sempre foi o grande problema de Laodicéia que, para tanto, precisou construir uma grande rede de aquedutos (ou seja, canais que trouxessem água de outras regiões), principalmente das regiões das duas principais cidades vizinhas: Hierápolis e Colossos. As fontes de águas, no entanto, mostraram-se não ser úteis para o consumo. Havia muitas fontes de águas termais, ou seja, águas quentes, que chegavam mornas em Laodicéia, sendo insuficientes as águas frias que vinham também para abastecer a região. O resultado é que as águas que chegavam a Laodicéia eram impróprias para uso, causando, muitas vezes, vômitos para os que as utilizavam. O local foi eventualmente abandonado, e a moderna aldeia, Denizli, cresceu em torno das fontes. Como se percebe, a mornidão é uma situação de mistura, um estado artificial, não existente na natureza, criado pela ação humana, que lhe causa danos e prejuízos em sua saúde e na sua própria sobrevivência. A “mornidão espiritual” não é diferente. Ela é o resultado da mistura que o homem provoca entre coisas que são de naturezas completamente opostas. Assim como o quente e o frio são contrários e não podem ser misturados sem dano, também o santo e o profano, o puro e o impuro, o certo e o errado não podem ser misturados sem dano espiritual. 2. A igreja em Laodicéia. A igreja em Laodicéia, provavelmente, fora fundada quando Paulo estava morando em Éfeso(At 19:10), e talvez por intermédio de Epafras(Cl 4:12,13). Embora Paulo faça menção da igreja cristã que ali existia(Cl 2:1;4:13-16), não há registro que ele a tenha visitado. É evidente que essa igreja mantinha conexões íntimas com as comunidades das cidades vizinhas de Herápolis e Colossos. Segundo muitos eruditos, a “epístola dos de Laodicéia”(Cl 4:16) referir-se-ia a uma cópia da nossa epístola aos Efésios que teria sido recebida pela igreja laodicense. A epístola dirigida ao pastor da igreja em Laodicéia parece conter muitas alusões ao caráter e circunstâncias da cidade. A igreja tinha a cara da cidade. Em vez de transformar a cidade, a igreja tinha se conformado a ela. Laodiceia era a cidade da transigência, e a igreja tornou-se também uma igreja transigente. Os crentes eram frouxos, sem entusiasmo, débeis de caráter, sempre prontos a se comprometer com o mundo, descuidados. Eles pensavam que todos eles eram pessoas boas. Eles estavam satisfeitos com sua vida espiritual. A igreja de Laodiceia é a igreja popular, satisfeita com sua prosperidade, orgulhosa de seus membros ricos. A religião deles era apenas uma simulação. George Ladd escreve: ” Laodiceia era muito parecida com Sardes: um exemplo de cristianismo nominal e acomodado. A maior diferença é que, em Sardes, ainda havia um núcleo que tinha preservado a fé viva (Ap 3:4), enquanto que toda a igreja de Laodiceia estava tomada pela indiferença. Provavelmente muitos membros da igreja participavam ativamente da alta sociedade, e essa riqueza econômica exerceu uma influência mortal sobre a vida espiritual da igreja”. Riqueza, luxo e bem-estar levam as pessoas a se sentir confiantes, satisfeitas e acomodadas. Muitos entendem que ter riquezas materiais representa um sinal de bênção espiritual da parte de Deus. Laodicéia era uma cidade abastada e a igreja ali era igualmente rica. Aquilo que seus moradores podiam ver e comprar havia se tornado mais valioso para eles que o invisível e o eterno. Não importa o que você possua, ou quanto dinheiro seja capaz de ganhar, você nada terá, verdadeiramente, se não tiver um relacionamento com Cristo. De que maneira seu nível atual de recursos está afetando seu desejo espiritual? Em vez de centrar sua vida principalmente no conforto e no luxo, busque a verdadeira riqueza que existe em Cristo. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 21 de Maio de 2012 as 03:30:00 PM
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ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA NITERÓI - RJ LIÇÃO Nº 09 - DATA: 27/05/2012 TÍTULO: “LAODICÉIA, UMA IGREJA MORNA” TEXTO ÁUREO – Mt 6.33 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Apc 3.14-22 PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO e-mail: geluew@yahoo.com.br blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
Uma Igreja pode deixar Deus com náuseas, levando-O a vomitá-la de Sua boca. Laudicéia é a Igreja morna, isto é, seus membros estão com um pé no mundo e o outro dentro da Igreja. Como consequencia haverá: pregação morna (sem unção); louvor morno (indiferente ou tanto faz), oração morna (sem fé), evangelismo morno (realizado por sal insípido). Tudo isso deixa Cristo doente, a ponto de mandar um solene aviso: “Vomitar-te-ei da minha boca!”. Eis aí um alerta para que tenhamos fervor espiritual, devoção e zelo santo pela Igreja do Senhor. Reparemos que Paulo e Epafras lutaram e zelaram pelo povo da Igreja de Laudicéia (Cl 2:1-3; 4:12-13).
II - A CIDADE DE LAUDICÉIA:
Laodicéia era uma pequena cidade situada no vale de Licos, na província de Frígia.
Foi fundada pelo Imperador Antiochus (Antíoco) II da Síria, no 3º século a.C. em homenagem à sua esposa de nome Laodice.
Seus habitantes eram sírios e judeus que vieram do exílio babilônico.
Mais tarde, em 190 a.C., a cidade ficou no meio de grandes rotas comerciais do oriente e com isso enriqueceu muito.
Laodicéia era famosa por 3 atividades essenciais:
(1) - Confecção de roupas de lã negra;
(2) - Fortíssimo centro bancário por causa do ouro que ali circulava (troca de moeda); e
(3) - Por uma escola de medicina que fabricava um raro colírio para cura dos olhos.
A cidade foi destruída por um terremoto em 62 a.C. e reconstruída por seu próprio povo, o qual se orgulhava de o fazer sem pedir auxílio do Estado. As riquezas da cidade, provenientes da excelência de suas lãs, produziu um ambiente que se refletia em apatia espiritual na igreja. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 21 de Maio de 2012 as 03:26:17 PM
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TEXTO ÁUREO
“Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33). – Devemos fazer do governo soberano de Deus e do correto relacionamento com ele, a mais alta prioridade da nossa vida. A preocupação é incoerente com essa prioridade, revela dúvida a respeito da soberania e bondade de Deus, e nos desvia dos verdadeiros objetivos da vida. Deus satisfará todas as necessidades daqueles que arriscam tudo por ele{a}.
VERDADE PRÁTICA
A igreja que não busca os interesses do Reino de Deus está fadada ao fracasso, ao esquecimento e a indigência espiritual.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 3.14-22.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
· Descrever a situação espiritual da igreja de Laodiceia;
· Conscientizar-se de que a riqueza da igreja está em manter comunhão com o Senhor; e
· Saber Como manter a igreja fervorosa espiritualmente.
Palavra Chave
Morno: Desprovido de calor, de efervescência, de vida, monótono, aborrecido.
COMENTÁRIO
introdução
Laodiceia (Gr. ????????? ???? ??? ?????; Lt. Laodicea ad Lycum), por vezes transliterada como Laodikeia, anteriormente chamada Diospolis e Rhoas, foi uma das mais prósperas cidades da Frígia, durante a época romana{b}. Antígono II, governador da Síria, chamou-a Laodiceia em homenagem à sua esposa Laódice, após reedifica-la em cerca de 250a.C.. Possuía bancos, e suas atividades econômicas envolviam a indústria de lã negra, o manufaturamento de vestimentas comuns e caras, e a invenção e produção de um colírio eficaz para os olhos{c}, embora tivesse problemas com o abastecimento de água. Em certa ocasião, foi construído um aqueduto que transportava as águas térmicas vindas de Hierápolis. Porém, quando a água chegava na cidade, não estava nem quente e nem fresca, mas chegava em Laodiceia morna e saturada com carbonato de cálcio, onde bebida naquelas condições induzia ao vômito{d}. O vale de Lico, na Ásia Menor, tinha três cidades principais: Colossos, conhecida por suas fontes de água fria, Hierápolis, conhecida por suas fontes de águas termais, e Laodicéia, conhecida nesta carta por sua igreja morna, que causou enjoo ao Senhor Jesus Cristo. A igreja de Laodicéia era uma igreja morna. Seus membros eram materialmente prósperos, mas Deus lhes disse que os enxergava como espiritualmente miseráveis, dignos de compaixão, pobres, cegos e nus. Boa aula!
desenvolvimento
I - A IDENTIFICAÇÃO DE JESUS.
Laodiceia era uma igreja arrogante e autossuficiente em uma cidade afluente. Àquela igreja, Cristo revela-se como o “Amém” – amém (?????) “palavra litúrgica de aclamação, que indica anuência firme, concordância perfeita, com um artigo de fé; assim seja”. – e é empregado com a finalidade de confirmar uma verdade. No começo de uma afirmação, significa “certamente” ou “verdadeiramente”. No fim, pode ser entendida como “que seja assim”. Jesus é a palavra final, a autoridade absoluta. O Amém é o Deus da verdade (veja Ap 1.6; Is 65.16) e aquele que garante todas as promessas (2Co 1.20). “[…] a testemunha fiel e verdadeira”; quase a mesma descrição encontrada em 1.5. Jesus traz o verdadeiro testemunho sobre seu Pai e a vontade dele para com os homens. Ele fala a verdade em cada promessa e cada advertência que vem da sua boca. O princípio da Criação de Deus refere-se à fonte e causa da criação (Jo 1.3; Cl 1.15-18; Hb 1.2). 1. A testemunha fiel e verdadeira. O termo grego martus denota alguém que testifica a verdade que viu, alguém que tem conhecimento de um fato e pode dar informações a respeito e é nesse sentido que em Apocalipse 1.5, a Testemunha Fiel e Verdadeira é Cristo: “e da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados,”. Jesus traz o verdadeiro testemunho sobre seu Pai e a vontade dele para com os homens. Ele fala a verdade em cada promessa e cada advertência que vem da sua boca. Nesse contexto, é função da igreja apoiar e transmitir ao mundo a verdade que Deus revelou. Simon Kistemaker, Ph.D. (Free University, Amsterdam, professor emérito de Novo Testamento do Reformed Theological Seminary) vai dizer que “Laodiceia vivia um modelo de cristianismo tão apático, que as suas obras não eram sequer dignas de serem mencionadas. Pregação, ensino, evangelização, discipulado e outras realizações parecem não fazer parte da agenda da igreja em Laodiceia. É nesse ponto que encontramos na carta o primeiro sinal da manifestação da graça de Jesus operando em favor dos crentes laodicenses. Ele declara: “estou a ponto de vomitar-te da minha boca”. O tempo verbal no grego implica uma ação ainda não executada, ou seja, apesar da condição da igreja, a graça de Jesus estava dando aos crentes em Laodiceia tempo para se arrependerem após a leitura da carta” {e}. 2. O princípio da criação de Deus. Esta expressão tem causado grande confusão em virtude de admitir duas interpretações. Alguns a entendem no sentido passivo (o primeiro criado por Deus), outros no sentido ativo (a origem ou a fonte da criação). Certamente, conforme o entendimento, pode-se abraçar uma verdade ou uma grande heresia: Jesus é uma criatura, ou o eterno Criador? Ele foi feito por Deus, ou é Deus? Textos como João 1.1 e Apocalipse 1.18 afirmam que Jesus é eterno; Apocalipse 1.17 diz que ele é o primeiro e o último; em Mateus 1.23 Ele é Deus conosco, e João 1.14 vai afirmar que Cristo é o verdadeiro Deus que se fez carne. Ele é o “Eu Sou” (Jo 8.24,58; Êx 3.14), o soberano “Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (Ap 17.14). Jesus não foi criado. Ele não veio a existir. Ele é eterno. Laodiceia afirmava: “[…] pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma…”. (Ap 3.17); Esta afirmação não condiz com o real estado daquela igreja. Afirmar que está tudo bem na vida espiritual de uma igreja ou de um crente é fácil, mas “Aquele que tem olhos como chama de fogo” e que “passeia no meio dos candeeiros” conhece a verdade. Ele vê as obras e sonda os corações. A igreja de Laodicéia mentia para si mesma, mas a Cristo ela não conseguia enganar. O orgulho deles os cegou ao ponto de não enxergarem os seus problemas. Pareciam fortes e independentes, mas o Cristo glorificado apresenta uma radiografia do seu estado real: uma igreja fraca, cega e infrutífera. Aquele por meio de quem todas as coisas vieram a existir e em quem subexistem é a fonte última de toda autossuficiência. A mesma atitude de autossuficiência que reinava na cidade em virtude de sua prosperidade, perigosíssima num rebanho de ovelhas que precisa seguir o seu Bom Pastor, afetou aqueles crentes.
SINOPSE DO TÓPICO (I)
A riqueza da igreja não está em seus bens materiais, mas em sua comunhão com o Senhor.
2. A SITUAÇÃO ESPIRITUAL DA IGREJA DE LAODICEIA.
Onisciente que é, conhecia o Senhor Jesus a real situação de Laodiceia. Esta igreja, que vivia uma vida de aparências e mentiras, é desmascarada pela Testemunha Fiel e Verdadeira. Clique aqui para ler o texto completo »
Estudaremos, nesta aula, a carta à sétima igreja, a que ficava em Laodiceia. Veremos que se tratava de uma igreja morna, caracterizada pelo faltar de ardor espiritual. A princípio, apresentaremos a igreja em seu contexto histórico-geográfico, em seguida, caracterizaremos a sua mornidão, resultante da opulência. Ao final, mostraremos a necessidade da igreja arrepender-se, e buscar as riquezas celestiais.
1. A IGREJA DE LAODICEIA
A cidade de Laodiceia foi fundada em 250 a. C., por Antíoco da Síria, e se destacava pela sua localização. Ela ficava no meio de duas grandes rotas comerciais, famosa por sua riqueza e ostentação. A cidade de Laodiceia era a preferida pelos milionários, a efervescência cultural atraia a muitos, tinha teatros, estádios, ginásios. A prosperidade financeira era a principal motivação de muitos que se dirigiam àquela localidade. O desenvolvimento contribuiu para a produção de manufatura de tecidos e do avanço da medicina. A imponência da cidade era tanta que se vangloriava de ter se reerguido rapidamente, após a sua destruição, em 60 d. C., sem o auxílio governamental. O poderio de Laodiceia era tamanho que ela favorecia as cidades vizinhas quando essas eram atingidas por terremotos. O império romano guardava ali ouro, prata e moedas, homens de negócios viajavam para a cidade a fim de auferir lucros. As fábricas produziam lã e linho finíssimos, grandes centros médicos podiam ser encontrados em Laodiceia. Sua escola de medicina era a melhor da época, atraia estudantes de várias localidades. A igreja de Laodiceia estava contextualizada a essa realidade, ao invés de transformar a cidade, esta estava moldando a igreja. Os cristãos de Laodiceia viviam a partir da sua prosperidade material. Acabaram por desenvolver uma sensação de autossuficiência, a religiosidade era aparente, não havia fervor espiritual, a mornidão imperava. A igreja se assemelhava a água da cidade, que, em virtude da escassez, vinha de Hierápolis, saindo de lá quente, mas chegando a Laodiceia morna.
2. UMA IGREJA MORNA
A essa igreja morna Jesus se apresenta como o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus (Ap. 3.14). Como o Amém, Ele é a confirmação de todas as profecias, o cumprimento dos arautos divinos (Lc. 24.44). Sendo a testemunha fiel e verdadeira, Ele é Aquele que tem a Palavra, que fala com propriedade a respeito do Pai (Hb. 1.1,2). Ele também é o Princípio da criação de Deus, mas não é criado, pois tudo existe a partir dEle e sem Ele nada do que foi feito se fez (Jo. 1.3). Jesus conhece as obras das igrejas, sabem com que intenção elas são feitas. No caso de Laodiceia, diz o Senhor, “nem és frio nem quente, oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca” (Ap. 3.15). A igreja de Laodiceia multiplicou a iniquidade, por causa disso, o amor se esfriou (Mt. 24.12), perdeu o interesse pela Palavra, não tinha mais ardor quando o evangelho era partilhado (Lc. 24.32). A igreja cristã deve saber que o fervor espiritual pode se apagar, por isso precisa ser alimentado (Rm. 12.11; At. 18.25; II Tm. 1.6). A igreja não se definia, nem era fria nem quente, era morna. As águas da cidade haviam perdido sua propriedade terapêutica, porque não eram mais quentes. Do mesmo jeito, os crentes da igreja perderam o entusiasmo. A perda da essência favoreceu o culto à exterioridade. Eles se vangloriavam: “rico sou, estou enriquecido e de nada tenho falta” (Ap. 3.17). Muitas igrejas atuais, como a de Laodiceia, perderam o fervor, são igrejas mornas, e como perderam a espiritualidade, sobrevivem da opulência financeira. Templos vultosos, cultos marabalísticos, “pastores” que mais parecem animadores de auditório, danças pirotécnicas, tudo para camuflar a ausência de ardor espiritual. A avaliação de Jesus parte de outros parâmetros: “e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e cego e nu” (Ap. 3.17). A igreja que ostentava riqueza era desgraçada e miserável; que vivia cercada de uma medicina avançada, com a produção de colírios eficientes para os olhos, era cega; que produzia tecidos caríssimos, se encontrava espiritualmente nua.
Publicado em 19 de Maio de 2012 as 11:50:11 AM
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Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 8 - Filadélfia, a Igreja do Amor Perfeito. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.
Publicado em 19 de Maio de 2012 as 11:44:54 AM
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INTRODUÇÃO
I. FILADÉLFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL
II. A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA
III. UMA IGREJA AMOROSA, PACIENTE E CONFESSANTE
IV. FILADÉLFIA NOS ÚLTIMOS DIAS
CONCLUSÃO
OUSADIA [EM FILADÉLFIA]
Por Steven J. Lawson
Jesus reconhece: “Não negaste o meu nome”. Esta igreja não se envergonhava do Evangelho. Muitos em Filadélfia, especialmente os judeus incrédulos, forçavam os crentes a negligenciar os ensinamentos de Cristo e a negar a fé.
Mas este pequeno rebanho não se dobraria jamais. Permanecia fiel ao Senhor que os redimira. Onde quer que fossem, o nome de Jesus estava sempre em seus lábios. Corajosamente, testemunhavam em cada oportunidade.
Não admira que Cristo haja aberto grandes portas a esta pequena igreja. Haviam sido fiéis no pouco, então Deus coloca-lhes para serem fiéis no muito.
Alguns pensam: “Se Deus fizer de mim um homem de negócios bem sucedido, darei muito dinheiro para a igreja”. Mas, o fato é: “O que você tem feito com o dinheiro que agora possui?” Através de nossa fidelidade ao pouco, Deus determina como obtermos maiores oportunidades.
Aqui está o segredo de Filadélfia. Eram fiéis no pouco que possuíam. Por isto, abre-lhes Cristo a porta que leva as grandes oportunidades ministeriais. É a esta pequena igreja que Jesus promete: “Não importa quão pequena sejas, a fé num grande Deus abre-te grandes portas”.
[…] Quando Deus abre a porta, imediatamente remove todos os obstáculos e organiza as circunstâncias. Novo caminho é aberto; conduz-nos ao brilhante amanhã. Neste momento, Ele anuncia um novo dia para o ministério; fases de estratégico impacto são trazidas à cena.
Paulo foi recompensado com muitas portas divinamente abertas: “Porque uma grande e eficaz se me abriu” (1 Co 16.9). Mais tarde, acentua: “Ora, quando cheguei a Troas para pregar o evangelho de Cristo, e abrindo-se uma porta no Senhor” (2 Co 2.12). “Orando também juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do ministério de Cristo, pelo qual estou também preso” (Cl 4.3).
Quando retorna à igreja em Antioquia, regozija-se por tudo o que Deus fizera em sua primeira viagem missionária. Lucas registra: “E quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas fizera por eles, e como abrira aos gentios a porta da fé” (At 14.27). O apóstolo relata todos os seus sucessos obtidos através desta porta aberta por Deus.
Que porta colocou Deus diante de você? Às vezes falhamos em ver tais portas. Não precisamos forçar porta alguma, pois Ele já abriu a porta certa diante de nós. Que oportunidade Deus já lhe proporcionou? Você, quem sabe, pode ministrar estudos bíblicos, alcançar um vizinho ou até mesmo usar algum talento na igreja.
Texto extraído da obra “As Sete Igrejas do Apocalipse: O Alerta Final de Cristo para o seu Povo”, editada pela CPAD.
Publicado em 19 de Maio de 2012 as 11:42:09 AM
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A Fundação da Igreja em Filadélfia
Filadélfia foi fundada em 140 a.C. por Átalo II. Em homenagem a seu irmão Eumenes, e por seu amor fraterno a ele, a cidade chamou-se Filadélfia. Com um solo extremamente fértil, a cidade tornou-se conhecida por seus vinhos e bebidas refrigerantes. Um templo foi erguido entre 69 e 70 d.C. em homenagem e para culto ao imperador Vespasiano.[1] O ponto forte de Filadélfia era a sua localização estratégica, o que a tornou rota obrigatória do correio imperial nas comunicações entre o ocidente e o oriente.[2]
Assim como em Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira e Sardes, o Evangelho pode ter chegado naquela cidade através da obra missionária de Paulo (At 19.10), mas não devemos descartar a hipótese de que testemunhas e convertidos no dia de Pentecostes poderiam ter sido os primeiros a levar o Evangelho para aquela região (At 2.5-11).
A Condição da Igreja em Filadélfia
Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá: (Ap 3.7)
Em sua apresentação à igreja em Filadélfia, o Senhor Jesus destaca três de seus atributos: santidade, verdade e autoridade soberana. Na condição de santo: “Ele é absolutamente separado de todas as Suas criaturas e exaltado sobre elas, e que Ele é igualmente separado da iniqüidade moral e do pecado”.[3] Como verdade, o conhecimento, declarações e representações do Cristo Deus se conformam eternamente com a realidade.[4] Ele é aquele de plena integridade, confiabilidade e fidelidade.[5] Em sua autoridade soberana, Ele governa sobre tudo e sobre todos, e ninguém pode lhe impor limites. Ele realiza sua vontade no céu e na terra (Mt 28.18) sem impedimento algum (Ef 1.11; Rm 11.36).[6] Por isso, Ele abre e ninguém fechará, e fecha e ninguém abrirá.
Conheço as tuas obras - eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar - que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome. (Ap 3.8)
Junto com Esmirna, Filadélfia não é repreendida pelo Senhor. São muitas as indicações da forte influência da igreja em Filadélfia através dos séculos, mesmo quando o islamismo tornou-se a religião dominante naquela região. Na primeira metade do século 20, cinco congregações cristãs ainda floresciam em Filadélfia.[7]
Há praticamente consenso entre os estudiosos das Escrituras de que a “porta aberta” citada na carta se relaciona com o lugar onde Filadélfia estava estabelecida, o que facilitava a pregação do Evangelho (1 Co 16.9; 2 Co 2.12; Cl 4.3). Dessa forma, através da igreja em Filadélfia, o Evangelho era livremente e ativamente pregado e ensinado.
No caso da “pouca força” da igreja, alguns comentaristas atribuem o fato ao número pequeno de crentes na cidade[8], enquanto que outros afirmam a carência de poder espiritual, em comparação com o Pentecoste.[9] Há ainda os que alegam a ausência de riquezas materiais, pujança teológica e de celebridades.[10] Independente do significado de “pouca força”, na graça de Jesus a igreja permaneceu fiel ante a oposição dos da sinagoga de Satanás (Ap 3.9), a quem o Senhor promete fazer vir e curvar-se diante deles, levando-os a admitir o amor de Jesus por sua igreja.
Lições que Aprendermos com a Igreja em Filadélfia
A igreja em Filadélfia nos ensina grandes lições e nos deixa belos exemplos.
Em primeiro lugar, é necessário continuar aproveitando a liberdade de pregação do Evangelho em terras nacionais, mas sem se descuidar com as missões transnacionais. O brasileiro é privilegiado com a pluralidade de seu estereotipo, o que facilita a sua infiltração em qualquer nação e povos no mundo. Infelizmente, a pregação do Evangelho vem se enfraquecendo, e os recursos que deveriam ser investido em missões e nos missionários são gastos com luxo, superfluidade denominacional e pessoal por parte de algumas lideranças. Em muitos lugares se pratica uma falsa generosidade, onde o líder da igreja vive com um altíssimo salário (além de outros privilégios), enquanto seus auxiliares, na grande maioria, ganham pouco mais do que o mínimo. Quando reclamam, escutam que precisam aprender a viver pela fé, enquanto o próprio líder não vivencia esse tipo de fé. Será que esses líderes passariam hoje na prova do jovem rico, aqui adaptada?
Disse-lhe Jesus (ao presidente): Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pastores e obreiros auxiliares e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. Tendo, porém, o presidente ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades. (Adaptado de Mt 19.21-22)
Não me refiro aqui a ninguém especificamente, e o Senhor é minha testemunha. Nem estou afirmando que todo “presidente de igreja” é rico, avarento e injusto. Conheço muitos que vivem dignamente, em justiça, e em generosidade o Evangelho de Jesus. Falo apenas de circunstâncias e fatos da vida evangélica real. Alguém certa vez me disse que eu deixaria de ser convidado por algumas igrejas por causa de minhas claras e firmes colocações. Penso que enquanto houver pastores sérios e tementes a Deus à frente de igrejas, o Senhor continuará a me “abrir portas” através de seus servos fiéis. Creio naquele que me chamou, e que me achou digno para o santo ministério. Não posso recuar diante daquilo para o qual fui designado. Para isso, conto com a graça de Jesus, com o poder do Espírito e com as orações dos santos.
Se Jesus não era mais rico do que os apóstolos, e se os apóstolos não foram mais ricos do que os bispos e presbíteros, se os bispos e presbíteros não foram mais ricos que os diáconos, e se a liderança da igreja de forma geral não era necessariamente mais rica que os membros, de onde vem a ideia de que quanto maior o cargo na igreja, mais dinheiro e posses se deve ter? Pura mentalidade capitalista selvagem. Prego aqui algum tipo de socialismo ou comunismo cristão? Não, antes, na atual conjuntura, falo de encurtar as distâncias econômicas entre obreiros, e entre obreiros e igreja.
Em segundo lugar, as portas para a pregação do Evangelho não são abertas por fórmulas mágicas ou estratégias mirabolantes de evangelização ou crescimento de igreja. Deus coopera com o homem (1 Co 3.9) na pregação do Evangelho, mas todo raciocínio e lógica humana precisam estar submissos a sua soberana vontade e direção (At At 13.1-3; 16.6-10). Clique aqui para ler o texto completo »
Dentre as sete igrejas, endereçadas nos capítulos segundo e terceiro do Apocalipse, somente as de Esmirna e Filadélfia não recebem nenhuma palavra de repreensão, mas de advertência. Apesar de que a questão da “pouca força” parece ser uma reprimenda suave, contanto que compreendamos isto como força espiritual, e não como a inutilidade da igreja diante do mundo. A despeito dessa advertência gentil, o caráter desta igreja está muito acima do da maioria das outras igrejas, pois o que é dito muito provavelmente se aplica a um remanescente dentro da igreja de Filadélfia, e não aquela igreja inteira. Esta igreja podia ter pouca força, mas era muito fiel (CHAMPLIN, 2002, p. 421 grifo nosso).
I - IMPORTANTES INFORMAÇÕES SOBRE A CIDADE
1.1 Nome. A cidade de Filadélfia gozava de uma localização estratégica de acesso entre os países antigos de Frígia, Lídia e Mísia. Foi fundada pelo rei de Pérgamo Átalo II, que no segundo século a.C. Diz a história que ele amava tanto a seu irmão Eumenes que apelidou-o de “philadelphos” (o que ama a seu irmão). Ele foi conhecido por sua lealdade, dando assim origem ao nome da cidade (Filadélfia que significa “amor fraternal” ou “amor de irmão”). Nos tempos do NT Filadélfia era a segunda cidade mais importante de Lídia. Filadélfia estava perto do limiar de um trecho fértil da região do planalto, o que lhe dava grande parte de sua prosperidade. (CHAMPLIN, 2004, pp. 727-728 - grifo nosso).
1.2 Localização Geográfica. Filadélfia era uma cidade da província romana da Ásia Menor. A cidade era chamada “a porta do Oriente”. A cidade servia como base para a divulgação do helenismo (cultura grega) às regiões de Lídia e Frígia. Localizava-se num vale no caminho entre Pérgamo e Laodiceia. Filadélfia foi destruída por um terremoto em 17 d.C. e reconstruída pelo imperador Tibério, e depois de ser reconstruída, foi chamada de Neocesaréia (a nova cidade de César). Durante o reinado de Vespasiano, foi também chamada de Flávia (nome da mulher dele, e a forma feminina de um dos nomes dele). Atualmente, a cidade de Alasehir (na atual Turquia) fica no mesmo lugar, construída sobre as ruínas da antiga Filadélfia (CHAMPLIN, 2004, pp. 727-728 grifo nosso).
1.3 Religião. “A região produzia uvas, e o povo especialmente honrava a Dionísio, o deus grego do vinho. Também era chamada de pequena Atenas, por ter muitos templos dedicados aos deuses” (LOPES, 2006, p. 6). Como quase todas as cidades do império, Filadélfia cultuava o imperador e praticava o paganismo romano. Além disso, possuía grandes templos e muitas festas religiosas, seguindo os rituais pagãos.
II - CARACTERÍSTICAS DA IGREJA DE FILADÉLFIA
O Senhor Jesus introduz a carta falando de seus atributos como santidade e verdade (Ap 3.7-a) e aindan acrescenta ser o possuidor da chave de Davi, “que abre e ninguém fecha e fecha e ninguém abre” (Ap 3.7-b). Esta expressão está em linha com (Is 22.22-25), que nos mostra o senhorio absoluto de Cristo sobre a terra e, especialmente, sobre a Igreja. (Mt 28:18). Após identificar-se, o Senhor relata algumas características dos crentes de Filadélfia. Vejamos quais são:
2.1 Ap. 3.8-a “Conheço as tuas obras…”. Percebe-se que não somente a cidade, mas a própria igreja destacava-se por seu amor - a primeira virtude desta igreja. Que se expressa em primeiro lugar, em obediência implícita aos Seus Mandamentos (Jo 14:15,21,23; 15:10; I Jo 2:5) e o amor fraternal (entre irmãos), que representa mais intimamente “afeto terno” (I Co16.22; Jo 21.15-17);
2.2 Ap. 3.8-b “… guardaste a minha palavra…”. Destaca-se aqui a segunda virtude desta igreja: fidelidade. Aurélio diz que fiel é a pessoa que é leal, honrado, íntegro. Depois do amor é a principal característica de um verdadeiro servo de Deus. Afinal de contas, ele preza pela fidelidade dos seus servos (Nm 12.7; I Sm 12.24; I Co 4.2); Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 19 de Maio de 2012 as 11:09:52 AM
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Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões: - Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email. Compreendem a importância desse ato? Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
- Falem que a lição será sobre a carta dirigida a igreja de Filadélfia.
- Mostrem no mapa, a localização desta cidade. Apresentem características de Filadélfia no aspecto econômico, político, cultural e religioso.
- Quanto à fundação da igreja, falem que provavelmente foi fundada pelo Apóstolo Paulo. Leiam Atos 19.10.
- Em seguida, leiam a carta, que se encontra em Apocalipse 3. 7 a 13.
- Organizem as ideias contidas na carta, separando-as, conforme a tabela abaixo, dessa forma a apresentação do conteúdo torna-se mais didática.
Característica(s) Positiva(s)
Característica(s) Negativa(s)
Advertência(s)
Observação: A coluna referente as características negativas não será preenchida, pois esta igreja e a de Esmirna foram as únicas que não tiveram nenhum tipo de repreensão.
- Trabalhem os pontos levantados na lição, de forma participativa e procurem contextualizar este tema com a vida do seu aluno e com o momento atual da igreja.
- Para finalizar, utilizem a dinâmica “O Coração Mais Bonito”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Professoras e professores de Adolescentes e Juvenis, vocês podem encontrar orientações pedagógicas no Blog Atitude de Aprendiz. Professoras e professores do Discipulado, vocês encontram orientações pedagógicas no Blog Atitude de Aprendiz, no marcador “Subsídio Pedagógico Discipulado I e II”
Escola Dominical Participativa Site do Pr. Marcos Tuler, Reitor da Faculdade Evangélica de Ciência e Tecnologia da CGADB (FAECAD), escritor, pedagogo e conferencista.