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2013

Tema a Deus em Todo o Tempo - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da lição.

- Falem: A lição de hoje tem como título “Tema a Deus em todo Tempo”.

- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.Procurem ser objetivos, pois ainda vocês vão realizar uma atividade para conclusão do trimestre.

- Depois, utilizem a dinâmica “Passado, Presente e Futuro”.

- Em seguida, realizem a atividade postada abaixo para a finalização do trimestre.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: Passado, Presente e Futuro

Objetivo:

Refletir sobre a brevidade da vida e a importância de atitudes sábias.

Material:

01 relógio grande ou uma ampulheta ou um cronômetro

Papel contendo tabela conforme modelo no procedimento

01 caneta para cada aluno

Procedimento:

- Após trabalhar o conteúdo da lição, mostrando a brevidade da vida e os contrastes entre o aspecto temporal e eterno, corporal e espiritual, juventude e velhice, realizem a seguinte atividade.

- Apresentem um relógio ou uma ampulheta ou um cronômetro e coloquem para que funcionem, com o objetivo de mostrar a rapidez do tempo. Observem a hora e falem para os alunos, para que confirmem.- Entreguem para os alunos uma folha ou um pedaço de cartolina, tendo o modelo a seguir.

Tempo Passado Tempo Presente Tempo Futuro

- Orientem os alunos:

Escrevam no tempo presente - sua idade e um dos nomes: Juventude, Meia Idade ou Velhice.Dessa forma vocês se posicionam diante do tempo, Escrevam no tempo presente aquilo que estão fazendo como cristãos para serem tementes a Deus.Escrevam no tempo passado pelo menos 02 acontecimentos que mais marcaram sua vida no aspecto material e espiritual.Olhando para o tempo presente, pensem e escrevem o que no tempo futuro vocês esperam para si no aspecto material e espiritual.

- Para concluir, falem: Quando começamos eram tantas horas, o tempo presente daquele momento agora já é passado, pois já são tantas horas. Lembrem-lhes que o tempo passa com brevidade. O tempo presente é pequeno, de curta duração, porque é o que acontece agora, e ele fica espremido entre o passado e o futuro. Façamos, portanto, no tempo presente a prática do que orientado pela Palavra de Deus para que no futuro diante do justo juiz, não nos envergonhemos de nossos atos, nos distanciando de Deus.Observação: As tabelas não devem ser recolhidas, os alunos deverão levar para casa e refletir sobre a brevidade do tempo e suas atitudes.

Por Sulamita Macedo.

Publicado no Blog Atitude de Aprendiz 

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Tema a Deus em Todo o Tempo - Ev. José Roberto A. Barbosa

TEMA A DEUS EM TODO TEMPO

Texto Áureo: Ec. 12.13 - Leitura Bíblica: 12.1-8
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Ao final desta série de estudos em Provérbios e Eclesiastes voltamos justamente para o local onde começamos: o temor do Senhor. O autor do livro de Provérbios destaca que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Pv. 1.7). O autor do livro de Eclesiastes conclui que temer a Deus e guardar seus mandamentos é o dever de todo homem (Ec. 12.13). Na aula de hoje reforçaremos esse ensinamento, destacando, a princípio, que temer a Deus não significa ter medo dEle, antes obedecê-lo, em amor.

1. LEMBRANDO DO CRIADOR

A juventude é uma etapa na vida de muitas descobertas, muitos rapazes e moças, na busca desenfreada pelo prazer, acabam se distanciado do Criador. Por esse motivo, o autor do Eclesiastes convida os jovens a lembrarem do Criador, justamente nessa fase da vida (Ec. 12.1). Paulo também deu as mesmas instruções ao jovem pastor Timóteo, orientando que esse seguisse a justiça, a fé, o amor e a paz (II Tm. 2.22). As opções para a juventude são as mais diversas, muitos se dedicam exclusivamente para aquilo que traz satisfação, o prazer como um fim em si mesmo. O risco é o hedonismo distanciado de Deus, ou mais propriamente irresponsável, que destrata o ser humano. A juventude está sendo dizimada por causa das drogas, muitos perderam o poder de decidir, se tornaram escravos do pecado (Jo. 8.34). A orientação do sábio é para que os jovens se lembrem do Criador, antes que chegue o tempo da velhice, no qual dirão não encontro nele contentamento. Evidentemente, os velhos têm seu lugar no Reino de Deus, conforme destaca o salmista, muitos ainda dão muitos frutos (Sl. 92.14). O pragmatismo moderno pode incitar a desconsideração aos mais idosos. Mas isso não pode acontecer entre aqueles que servem a Deus. A mensagem do autor do Eclesiastes é uma comparação, entre o vigor da juventude, a busca pelo prazer, e a velhice, uma fase também de canseira e enfado (Sl. 90.10). Diante de tudo, a conclusão final do pregador é: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem” (Ec. 12.13), independentemente da idade.

2. APRENDENDO NA ESCOLA DA VIDA

A vida é uma escola e nela extraímos muitas lições, mas, diferentemente das escolas convencionais, passamos pelo teste primeiro, e tiramos as lições posteriormente. No livro de Eclesiastes, Salomão, em sua idade avançada, repassa instruções para os mais jovens, com base em sua experiência. Esse foi um dos homens mais sábios que já passou pela terra, estudou e investigou a respeito de vários assuntos, escreveu livros como Cantares, Provérbios e Eclesiastes (I Ts. 3.3-28). Ele teve o cuidado de organizar seus ensinamentos, dentro de uma abordagem que em nada deixa a desejar se comparados aos tratados filosóficos contemporâneos. Assuntos que foram tratados em Eclesiastes podem ser encontrados nos dias atuais nos escritos de Jean Paul Sartre e Albert Camus, considerados expoentes do existencialismo. A diferença é que esses não fundamentaram suas reflexões em Deus, mas nas investigações filosóficas. As palavras de Salomão, por sua vez, partem do equilíbrio, que procede de Deus (Pv. 8.6-11). Ele reconhecia que não falava apenas pelo seu intelecto, sua exposição não se firmava em dotes meramente humanos, mas em Deus, que O inspirou para refletir (Ec. 12.11). Percebemos, nessa declaração do sábio, a importância de meditar a respeito da fé. Muitos cristãos supõem que não é preciso refletir a respeito do que se acredita. Mas Jesus ensinou que uma das demonstrações de amor a Deus é o uso do pensamento (Mt. 22.37). A fé se sustenta não na razão, mas a razão pode ser utilizada para justificar a fé, por isso, crer é também pensar. O pensamento não pode ser um fim em si mesmo, como declara a filosofia moderna, mas é também uma prerrogativa cristã. A recomendação de Paulo é a de que saibamos em quem temos crido (II Tm. 1.2), e Pedro admoesta os crentes para que expliquem, quando inquiridos, sobre a fé que defendem (I Pe. 3.15). Na escola da vida, aprendamos as lições, a fim de crescermos na graça e conhecimento de nosso Salvador Jesus Cristo (II Pe. 3.18).

3. TEMENDO A DEUS

Mas a vida cristã não está fundamentada apenas no conhecimento, é preciso que aqueles que creem também demonstrem pelas ações, pois a fé sem as obras é morta (Tg. 2.14). Considerando que a vida é um presente de Deus, devemos viver não para nós mesmos, mas para Ele (At. 17.24-28). Somos responsáveis pelas nossas atitudes, não apenas diante dos homens, também perante Deus. Para tanto, devemos temer a Deus, em atitude de reverência, sobretudo de amor. Esse temor não é a mesma coisa que medo, muita gente tem medo de Deus, mas no amor não há medo (I Jo. 4.18). Esse é um temor obediente, não por imposição, mas por amor, na disposição para guardar os mandamentos de Deus (Ec. 12.13). Jesus advertiu que aqueles que dizem amá-LO guardam os mandamentos dEle (Jo. 14.21). Não devemos esquecer que o temor de Deus nos livra da impiedade e da autojustiça (Ec. 7.18), do perigo de achar que podemos agradar ao Senhor por meio das nossas obras (Ef. 2.8-10). Quando tememos a Deus, não somos atraídos pelo pecado (Ec. 5.6; 8.12), esse é o princípio da sabedoria (Sl. 111.10; 9.10). Aqueles que não querem saber do Senhor serão julgados no futuro, pois o momento chegará em que Ele fará distinção entre o justo e o injusto (Ec. 12.14). Aqueles que amam a Deus descansam na promessa de que nenhuma condenação há para eles (Rm. 8.1). Mas àqueles que morrem distanciados de Deus, que não se dobram a Sua palavra, e se negam a obedecê-LO, enfrentarão, no futuro, o julgamento final (Ap. 20.11-15). A Palavra de Deus responsabiliza o ser humano pelas suas ações, isso revela que não somos produto de um determinismo divino. Todos prestarão contas perante Deus das suas atitudes, considerando que a todos é dada a oportunidade para crerem (Jo. 3.16).

CONCLUSÃO

Os livros poéticos destacam o valor do temor do Senhor, sendo este o princípio da sabedoria. Essa verdade esboça um paradoxo em relação ao pensamento moderno, que valoriza apenas o acúmulo de conhecimento. Viver em obediência é o que há de mais sublime para o ser humano, porque essa é a vontade de Deus. Diante dEle, a vida que outrora estava destituída de significado, passa a fazer sentido. Pois nEle, e somente nEle, a nossa obra não é vã, isto é, deixa de ser vaidade, firmada em uma esperança eterna (I Co. 15.54,58).

BIBLIOGRAFIA

KIDNER, D. A mensagem de Eclesiastes. São Paulo: ABU, 1989.

WEIRSBE, W. W. Ecclesiastes: be satisfied. Colorado Springs: David Cook, 2010.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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Lança o Teu Pão Sobre as Águas - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 12 - LANÇA O TEU PÃO SOBRE AS ÁGUAS - 4º TRIMESTRE 2013

(Ec 11.1-10)

INTRODUÇÃO

Eclesiastes 11.1-10 apresenta reflexões a respeito do excesso de cautela em nossa vida e naquilo que faz parte dela. Salomão trabalha questões como as incertezas da natureza (v. 3), as incertezas a respeito dos desígnios de Deus (v.5), as incertezas do nosso trabalho (v.6) e outras. Todas essas incertezas não devem nos fazer apelar para um excesso de cautela que busque concretizar o que queremos, antes, devemos trabalhar e viver a nossa vida com sabedoria e fé, sem ansiedades prejudiciais e que não resolvem nada. É nesse contexto que esta lição está inserida.

I - ANALISANDO O TEXTO DE ECLESIASTES

Esta citação está em Eclesiastes 11.1: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” Não há uma interpretação precisa a respeito do significado dessa expressão. Assim, precisamos observar um pouco o contexto e as hipóteses que se levantam a respeito do que o autor através do escrito quis comunicar. Vejamos o que podemos aprender de alguns versículos de Eclesiastes 11:

1.1 “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” (Ec 11.1). Precisamos semear com fé .Este verso faz referência a maneira de como era plantado o trigo naquela época, que consistia em semear os grãos sobre a água na época da cheia dos rios e que quando as águas baixassem haveria uma grande plantação. Isso demonstra uma confiança de que mesmo sem saber qual semente vai germinar, a certeza é que a colheita será abundante. A lei da semeadura pode ser aplicada a todas as áreas da nossa vida, “porque tudo o que o homem semear…” (Gl 6.7b).

1.2 “Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra” (Ec 11.2). Podemos aplicar isso a nossa vida; tomando uma atitude de generosidade com as pessoas, pois talvez algum dia vamos precisar da generosidade de alguém (Pv 21.13; Mt7.12; At 20.35; Gl 6.9).

1.3 “Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e caindo a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a árvore cair ali ficará ” (Ec 11.3). O homem é limitado e com toda tecnologia existente, e todo conhecimento adquirido, não pode prever com exatidão o que pode acontecer. Se Deus determinar uma coisa, quem é o homem para impedir .“agindo Eu, quem o impedirá?” (Is 43.13-b).

1.4 “Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará.” (Ec 11.4). Olhar para os acontecimentos ao nosso redor, esperando melhorar, só vai atrasar o que temos que fazer, ou talvez não faremos nada. Muitas pessoas esperam ganhar um salário maior, para passar a ser dizimista e ofertante na casa de Deus. A palavra de Deus nos diz que devemos “ser fieis no pouco e sobre o muito Ele nos colocará”. (Mt 25.23).

1.5 “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.” (Ec 11.5). Hoje nós já até sabemos como muitas coisas funcionam, mas não sabemos na essência como Deus fez tudo o que fez .“Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hb 11.3)

1.6 “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará , se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas” (Ec 11.6). Nós devemos semear em tempo oportuno, pela manhã e pela tarde, pois não sabemos qual semente dará bom fruto. Vale a pena lembrar que ao nosso redor existem muitas pessoas que precisam que lancemos a boa semente sobre suas vidas, a começar dentro da sua casa com seus filhos, marido ou esposa “Pois o que o homem semear certamente ceifará” (Gl 6.7). “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.” (II Co 9.6).

II - POSSÍVEIS INTERPRETAÇÕES DO SIGNIFICADO DO TEXTO DE ECLESIASTES 11.1

“Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” O que será que Bíblia está nos ensinando aqui? Vejamos algumas opiniões:

  • Alguns estudiosos afirmam que esse texto possa se referir à caridade, ou seja, devemos “lançar” o pão para abençoar vidas que precisam dele. Ajudando os outros, a bênção voltaria às nossas vidas mais cedo ou mais tarde como consequência da nossa liberalidade e amor ao próximo.
  • Outros estudiosos apresentam a interpretação de que mesmo uma atitude que não parece tão sábia - nesse caso lançar o pão sobre as águas - tem as suas recompensas ou consequências em nossa vida. Assim, temos que ter cuidado com nossas atitudes, principalmente aquelas absurdas, pois acharemos os frutos delas.
  • Outra interpretação diz que a alusão aqui possa ser a respeito do comércio marítimo de trigo. Salomão estaria apresentando essa modalidade de comércio como algo sábio e recompensador, apesar de arriscado. Esse comércio seria o lançar o pão (trigo) sobre as águas e, depois da viagem longa e perigosa por mar, obter o seu lucro. Apesar da demora de muitos dias, o lucro seria achado (recebido), bastando que houvesse tranquilidade para fazer o investimento no tempo certo e a paciência de esperar.
  • Outros estudiosos do AT declaram que esse versículo é uma alusão a um antigo costume egípcio. AS CHEIAS DO RIO NILO - Os egípcios jogavam as sementes quando a enchente estava baixando, no final da baixa, as sementes do trigo e da cevada, floresciam abundantemente por onde estivesse sementes. “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados” ( Lm 3.39).

III - A LEI DA SEMEADURA NA AJUDA AO PRÓXIMO

As Escrituras descrevem diversas promessas para quem exerce a semeadura no socorro ao necessitado. Citamos apenas algumas:

3.1 Jesus equiparou as dádivas repassadas aos irmãos na fé, como se fossem a ele próprio: “E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mt 25.40,45).

3.2 Quem se compadece do pobre é recompensado pelo próprio Deus: “Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício” (Pv 19.17).

3.3 Jesus disse que aquele que dá esmola, será recompensado por Deus: “Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente” (Mt 6.3,4).

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Lança o Teu Pão Sobre as Águas - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = “Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás” (Ec 11.1).
VERDADE PRATICA = Lançar o pão sobre as águas é fazer o bem e ter esperança quanto a um futuro desconhecido.

LEITURA BIBLICA = Ec 11.1-10
Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.  Reparte com sete e ainda com oito, porque não sabes que mal sobrevirá à terra. Estando as nuvens cheias, derramam aguaceiro sobre a terra; caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que cair, aí ficará. Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas. Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.
Doce é a luz, e agradável aos olhos, ver o sol. Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos. Tudo quanto sucede é vaidade. Alegra- te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.
INTRODUÇÃO
Nos capítulos anteriores, o livro de Eclesiastes mostrou a realidade nua e crua da vida, O livro mostra que debaixo do sol a vida se apresenta de forma totalmente imprevisível, cheia de altos e baixos, e muitas vezes fora de uma explicação lógico-racional. É assim que se observa na análise perplexa que Salomão faz das injustiças sofridas pelo justo e prosperidade que acompanha o perverso.
E aí, o que fazer diante de tudo isso? Ficar inerte ou se lançar no horizonte e enfrentar a vida como ela é? Salomão escolhe essa segunda opção e conclama seus ouvintes a fazer o mesmo. Mais reflexivo e agora mais consciente da realidade da vida, sabendo que ela pode se tornar um grande vazio, ele põe Deus no centro de suas reflexões. Irá mostrar que Deus é o ator principal nesse grande cenário da fé e que sem Ele a vida é totalmente sem propósito e vazia.

VIVENDO COM PROPÓSITO
Tomando uma atitude = “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” (Ec 11.1). No início desse texto Salomão exorta seus leitores sobre a necessidade de se tomar uma atitude na vida e os convida a lançar o pão sobre as águas. A palavra hebraica traduzida como lançar é shalah e mantém o sentido na língua original de: enviar, mandar embora, deixar ir. O sábio está dizendo: vá, não fique aí parado! Viva a vida com propósito! Viva a vida com uma atitude.
O treinador de líderes John Maxwell comenta: “A pessoa comum em geral espera por alguém que a motive. Ela percebe que as circunstâncias são responsáveis pelo modo como pensa. Entretanto o que vem primeiro - a atitude ou as circunstâncias?
É de fato uma questão como a do “ovo e da galinha”. Na verdade, náo importa o que vem primeiro. Não importa o que aconteceu a você ontem, hoje é você que escolhe sua atitude.O psicólogo Victor Frankl acreditava que “a última de nossas liberdades humanas é escolher nossa atitude não importa a circunstância”. Ele conhecia a veracidade dessa afirmação. Frankl sobreviveu à prisão em um campo de extermínio nazista e durante o cativeiro não permitiu que sua atitude decaísse. Se ele pôde manter uma atitude benéfica, você também pode.John Maxwell destaca três razões por que devemos assumir uma atitude diante da vida:
1. Nossa atitude determina nossas ações.2. Nossos seguidores são um espelho de nossa atitude.3. Manter uma boa atitude é mais fácil do que readquiri-la.
Por outro lado, um outro sentido dessa palavra usada no hebraico bíblico é do envio missionário. Podemos ver isso por meio dos vários exemplos que a palavra enviar (hb. Shakzh) possui. Por exemplo, a Escritura mostra que é Deus quem envia os homens como seus embaixadores ou representantes seus numa missão oficial (Is 6.8; Jr 1,7; Ez 2.34; Jz 6.8).
Dessa forma, tanto Moisés como Gideão foram representantes de Deus nas missões que lhes foram entregues (Êx 4.28; Dt 34.11; Jz 6.14). De igual modo o Messias seria enviado na mais sublime das missões - salvar o pecador (Is 61.1).

Evitando a passividade = Se por um lado devemos assumir uma atitude diante da vida, por outro lado forçosamente não devemos ser passivos diante da mesma. Salomão destaca que quem somente observa o vento nunca semeará (Ec 11.4). Somente observar, contemplar e admirar não é suficiente. Se em um primeiro plano as palavras do sábio significam que deve haver empreendedorismo quer através de uma missão comercial, quer através de uma missão espiritual, em um segundo plano elas demonstram a necessidade da generosidade com o próximo. “Lançar pão”, portanto, significa ser condescendente com as necessidades dos pobres e menos favorecidos. É fazer alguma coisa e não somente contemplar o infortúnio do outro.
É trazer o pão de longe para alimentar os famintos (Pv 31.14). Significa ser generoso! Em o Novo Testamento encontramos a preocupação da igreja para com os menos favorecidos (Gl 2.10).
Steven K. Scott (2008, p.88,89) destaca que: Os psicólogos dizem que as duas maiores motivações da vida são o desejo de ganhar e o medo de perder. Salomão (Pv 11.24,25) nos garante que a generosidade age diretamente sobre os dois. Se você pudesse ter uma varinha de condão que garantisse suas necessidades materiais para toda a vida e uma prosperidade cada vez maior, quanto ela valeria? Salomão coloca essa varinha nas suas mãos: tudo o que você precisa fazer é se tornar uma pessoa generosa. O que Salomão quer dizer quando fala de generosidade? Ele diz que generoso é aquele que dá uma parte do que tem para suprir as necessidades do próximo, e que o faz sem esperar receber nada em troca. Embora ele fale do aspecto financeiro e material, a generosidade não se limita a isso. Ser generoso significa estar voltado para as necessidades dos outros, sejam elas quais forem.
O Novo Testamento também destaca essa verdade. Vemos isso com toda força na carta de Paulo ao filipenses. No meu livro A Prosperidade à Luz da Bíblia destaquei esse fato: “E peço isto: que a vossa caridade abunde mais e mais em ciência e em todo o conhecimento” (Fp 1.9).
A palavra ‘caridade’ nesse texto é a tradução da palavra grega ágape, cujo significado básico é amor. Todavia o termo grego pode ser traduzido também como benevolência e boa vontade. Ao traduzir ágape por caridade nessa passagem bíblica, a tradução ARC põe em destaque o caráter generoso dos filipenses. Caridade aqui tem como sinônimo generosidade e não significa de forma alguma que alguém é salvo pelas obras (Ef 2.8).
Os filipenses haviam se sensibilizado com a situação de carência do apóstolo e por isso resolveram ajudá-lo (Fp 4.15). O modelo de prosperidade pregado por Paulo soa muito diferente daquele que é adotado hoje. Prosperidade no atual contexto significa ‘independência’. É por isso que vemos os constantes apelos como ‘venha conquistar sua independência financeira’.Paulo era próspero e feliz, mas dependeu da ajuda de seus irmãos e demonstrou satisfação por isso
VIVENDO COM DINAMISMO
Vivendo o presente o movimento do vento e das nuvensVimos que no livro de Provérbios que Salomão se valia com muita frequência de uma linguagem metafórica para melhor compartilhar suas ideias. Percebemos isso quando ele usou o exemplo do trabalho das formigas para contrastar com a vida do preguiçoso (Pv 6.6). Clique aqui para ler o texto completo »

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Lança o Teu Pão Sobre as Águas - AD Londrina

Aula ministrada pelo Professora Persiliana para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 12 - 4T/2013

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Lança o Teu Pão Sobre as Águas - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO

“Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás” (Ec 11.1).
VERDADE PRÁTICA

Lançar o pão sobre as águas é fazer o bem e ter esperança quanto a um futuro desconhecido.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Eclesiastes 11.1-10.1 - Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás.2 - Reparte com sete e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.3 - Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e, caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ficará.4 - Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará.5 - Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da que está grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.6 - Pela manhã, semeia a tua semente e, à tarde, não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará; Se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.7 - Verdadeiramente suave é a luz, e agradável é aos olhos ver o sol.8 - Mas, se o homem viver muitos anos e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo quanto sucede é vaidade.9 - Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo.10 - Afasta, pois, a ira do teu coração e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Sabercomo viver uma vida com propósito.
  • Decidirviver uma vida dinâmica com fé e esperança.
  • Vivera vida com responsabilidade diante de Deus e dos homens.

PALAVRA-CHAVE

Lançar: Jogar, estender, projetar, atirar, etc.

COMENTÁRIO
introdução

Nos capítulos anteriores de Eclesiastes, Salomão destacou os problemas da vida. Esta é apresentada totalmente imprevisível, cheias de altos e baixos, e muitas vezes sem explicação lógica ou racional. É com tal perplexidade que o sábio enxerga as injustiças contra o justo e a prosperidade do perverso. Quanta ambiguidade! O que fazer diante de tudo isso? Ficar inerte? Ou enfrentar a arena da vida? A lição dessa semana abordará a postura que o pregador tomou, diante de Deus, em relação às questões da vida. Veremos que o capítulo 11 de Eclesiastes mostra o Senhor nosso Deus como o centro da nossa vida, pois sem Ele ela torna-se vazia e sem sentido. [Comentário: Nos capítulos anteriores, o livro de Eclesiastes mostrou a realidade nua e crua da vida. É assim que se observa na análise perplexa que Salomão faz das injustiças sofridas pelo justo e prosperidade que acompanha o perverso. E aí, o que fazer diante de tudo isso? Ficar inerte ou se lançar no horizonte e enfrentar a vida como ela é? Salomão escolhe essa segunda opção e conclama seus ouvintes a fazer o mesmo. Mais reflexivo e agora mais consciente da realidade da vida, sabendo que ela pode se tornar um grande vazio, ele põe Deus no centro de suas reflexões. Irá mostrar que Deus é o ator principal nesse grande cenário da fé e que sem Ele a vida é totalmente sem propósito e vazia. Tenhamos todos uma excelente e abençoada aula!
I. VIVENDO COM PROPÓSITO

1. Tomando uma atitude. Em nosso texto áureo, o rei Salomão exorta-nos a tomar uma firme e sábia atitude. Ele conclama-nos a lançar o nosso pão sobre as águas. A palavra hebraica traduzida como “lançar” é shalah, que significa enviar, mandar embora, deixar ir. Noutros termos, o que o sábio está ensinando é: “Não fique aí parado! Glorifique a Deus com a sua atitude”. Podemos aplicar essa palavra também à obra missionária. Deus é quem envia homens e mulheres como embaixadores de seu Reino (Jz 6.8; Is 6.8; Jr 1.7), pois com igual determinação e amor, enviou o seu Filho a realizar a mais sublime das missões: Salvar o mundo (Is 61.1; Jo 3.16). [Comentário: Em Eclesiastes 11.1 Salomão exorta seus leitores sobre a necessidade de se tomar uma atitude na vida e os convida a lançar o pão sobre as águas. A palavra hebraica traduzida como lançar é shalah e mantém o sentido na língua original de: enviar, mandar embora, deixar ir. O sábio está dizendo: vá, não fique aí parado! Viva a vida com propósito! Viva a vida com uma atitude. Como sempre, o autor não aprova a atitude passiva em relação à vida. Ele admite que há muitas incertezas na vida, mas isso não é razão para se negar a agir de forma positiva. Não importa o que o homem decida fazer, ele precisa enfrentar sua tarefa com ousadia, apesar dos riscos, acreditando que isso vai produzir os resultados desejados no devido tempo. No entanto, ele deve distribuir seus recursos, e não concentrá-los em um lugar. Se então for pego de surpresa por algum infortúnio, não vai perder tudo (11.1,2). A própria natureza mostra ao homem que há muitas coisas sobre as quais ele não tem controle e que não conhece. Se ele esperar até ter certeza completa para agir, nunca vai agir (v. 3-5). Sua atitude precisa ser positiva. Ele precisa ser diligente e otimista (v. 6). Assim como o agricultor deve passar o dia trabalhando apesar das incertezas do tempo, o homem precisa aproveitar ao máximo a oportunidade de desfrutar da vida enquanto está acesa a luz do dia da vida, pois a longa noite da morte está se aproximando (v. 7,8) {DONALD C. FLEMING. Comentário Bíblico NVI. Editora Vida. Eclesiastes. pag. 970}].

2. Evitando a passividade. Não devemos agir com passividade (Ec 11.4). A vida meramente contemplativa nada resolve. É necessário e urgente fazer o bem. Por isso, o pregador exorta-nos a demonstrar amor e generosidade ao necessitado. “Lançar o pão”, portanto, significa ser condescendente com os pobres (Ec 11.1,2). Significa fazer alguma coisa e não se limitar a contemplar a miséria alheia. É trazer o pão de longe para alimentar os famintos (Pv 31.14). A igreja apostólica demonstrou a mesma preocupação (Gl 2.10). [Comentário:  Nesta vida, as circunstâncias nunca serão as ideais, mas devemos seguir em frente, e obedecer a DEUS, e confiar nele para obtermos os resultados. Se você espera pelo vento certo ou pelo dia apropriado, pode perder sua oportunidade. Você pode parecer um tolo, como alguém que lança o pão sobre as águas em movimento, mas DEUS providenciará para que ele retorne para você. {WIERSBE. Warren W. Comentário Bíblico. A.T. Editora Central Gospel. pag. 532} Se por um lado devemos assumir uma atitude diante da vida, por outro lado forçosamente não devemos ser passivos diante da mesma. Salomão destaca que quem somente observa o vento nunca semeará (Ec 11.4). Somente observar, contemplar e admirar não é suficiente. Se em um primeiro plano as palavras do sábio significam que deve haver empreendedorismo quer através de uma missão comercial, quer através de uma missão espiritual, em um segundo plano elas demonstram a necessidade da generosidade com o próximo. “Lançar pão”, portanto, significa ser condescendente com as necessidades dos pobres e menos favorecidos. E fazer alguma coisa e não somente contemplar o infortúnio do outro. É trazer o pão de longe para alimentar os famintos (Pv 31.14). Significa ser generoso! Em o Novo Testamento encontramos a preocupação da igreja para com os menos favorecidos (G12.10).].
SINOPSE DO TÓPICO (I)Viver com propósito implica em tomar atitude evitando a passividade.
II. VIVENDO COM DINAMISMO

1. A imobilidade da árvore caída (vivendo do passado). Em relação ao texto de Eclesiastes 11.3, o escritor Derek Kidner destaca a metáfora da nuvem como um fenômeno meteorológico portador de leis próprias em desacordo com as leis e o tempo dos homens. Ele igualmente destaca o relato da árvore caída: ela não pediu licença para tombar e não houve homem que a impedisse de cair. Aqui, a vida mostra-se de forma imprevisível. Ela não é composta apenas de bons momentos, mas também de períodos desagradáveis. Então, o que fazer? Ficar aprisionado pela experiência passada sobre a qual nada mais se pode fazer, ou enfrentar o futuro com fé e coragem? [Comentário:  Os processos naturais da natureza, dirigidos pela Vontade Divina, continuam cumprindo seu dever. Esses processos nunca cessam; eles continuam repetindo suas tarefas determinadas. As nuvens são formadas mediante evaporação do mar; elas cobrem a superfície inteira do globo terrestre, depositando suas águas; os rios assim formados precipitam-se para os mares; a evaporação é contínua; a formação das nuvens é contínua; a chuva é contínua; a natureza obedece aos decretos divinos. E, então, se uma árvore cair (o que também acontece por decreto divino), isso poderá parecer uma orientação arbitrária, na direção sul ou norte, mas até a direção da queda de uma árvore está determinada. Quando a árvore bater no chão, jazerá exatamente onde caiu, o que serve de outra indicação da determinação divina. É ridículo dizer que podem chegar homens para movimentar aquela árvore, isso só estragaria a analogia. O ponto do versículo é que todas as coisas foram ordenadas de antemão, e não há mero acaso. Mas já que não sabemos como as coisas ficarão, se boas ou más, ou quando acontecerão, continuemos a fazer a parte que nos cabe: trabalhar com diligência e esperar pelo melhor. Não tenhamos medo dos ventos, é preciso semear e colher tudo quanto pudermos. Carma? Alguns estudiosos supõem que a árvore que cai e fica onde caiu seja uma declaração misteriosa acerca de como um homem inevitavelmente colhe aquilo que tiver semeado. Sua vida é como a queda de uma árvore: o que ele tiver feito levará a árvore a permanecer exatamente onde cair. A fortuna de um homem consiste em continuamente encontrar-se consigo mesmo. {CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. pag. 2737.} A parte ‘a’ do versículo 3 talvez sugira a generosidade de Deus como uma nova motivação para a vida altruísta (cf. Mt 5.44-45). Caindo a árvore […] aí ficará (3b) sugere claramente o elemento do destino inescapável. Mas o contexto do capítulo inteiro sugere que aqui Qoheleth esteja falando dos resultados inevitáveis das escolhas humanas. O tipo de vida que você leva determina o tipo de pessoa que você será. O julgamento final de Deus e a realidade da vida na fase adulta e da velhice levam a pessoa a tomar as decisões corretas já desde a juventude (cf. capítulo 9 e 12.1). {EARL C. WOLF. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 3. pag. 462}.].

2. O movimento do vento e das nuvens (vivendo o presente). Em Provérbios, Salomão usa frequentemente a linguagem metafórica para compartilhar as suas ideias. Uma metáfora que revela bem esse recurso é a da formiga e do preguiçoso (Pv 6.6). Em Eclesiastes, encontramos o mesmo princípio na metáfora do vento (Ec 11.4). Não são poucos os intérpretes da Bíblia que observam, nesse texto, a ideia de movimento e imprevisibilidade da vida. O vento movimenta-se o tempo todo e as nuvens mostram-se imprevisíveis. Eis a metáfora da vida! Olhá-la e queixar-se dela sem tomar uma firme e sábia decisão diante dos seus obstáculos equivalem a esperar que o vento e as nuvens passem. Dessa forma, o ser humano assiste a existência passar sem nada realizar de concreto. Quem tem fé não age assim. [Comentário:  Estando as nuvens cheias, derramam aguaceiros sobre a terra… (v. 3). Para quem este aguaceiro? Para todos, bons e maus, como nos ensina Jesus em Mateus 5.45. Deus se apresenta sempre como Deus da humanidade. Até na terra deserta chove para que as bestas da terra tenham capim para comer. A natureza é pródiga para com todos e tudo. Nós, porém, nos trancamos em nosso egoísmo e em nossa gula, e qualquer bem que poderíamos fazer não fazemos. As lutas das igrejas com as suas finanças, o que são senão a avareza, a ganância dos seus membros, que só pensam em si, sem se lembrarem dos pobres e sofredores? Tudo jaz à base da falta de simpatia pelo próximo. {Antônio Neves de Mesquita. Provérbios. Editora JUERP}.Muitos intérpretes da Bíblia observam que a ideia aqui é a de movimento e imprevisibilidade. O vento está se movimentando o tempo todo e as nuvens são imprevisíveis em seu movimento. E uma metáfora da vida que está em constante movimento e que não pode deixar de ser vivida por causa da sua imprevisibilidade! E o tempo presente no qual se vive e que exige uma tomada de decisão diante dos desafios que ele impõe. Ficar olhando para a vida e se queixar sem tomar uma atitude frente aos seus desafios assemelha-se àquele que apenas olha o vento e as nuvens. Ver a vida passar e passa batido pela vida!]. Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - Lança o Teu Pão Sobre as Águas - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 12 - Lança o Teu Pão Sobre as Águas. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

2ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

3ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

4ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

5ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

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Questionário - Lança o Teu Pão Sobre as Águas - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 12 - Lança o Teu Pão Sobre as Águas
Responda conforme a revista da CPAD do 4º Trimestre de 2013 - Provérbios e Eclesiastes

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“Lança o teu _____________________________ sobre as ________________________________, porque, depois de muitos ____________________________, o acharás’ (Ec 1 1.1).

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

Lança o teu ____________________________ sobre as _________________________________ é fazer o bem e ter esperança quanto a um ________________________________ desconhecido.

I - VIVENDO COM PROPÓSITO

3- Qual atitude devemos tomar em relação a nosso futuro com DEUS?

(    ) Em nosso texto áureo, o rei Salomão exorta-nos a tomar uma firme e sábia atitude.

(    ) Ele conclama-nos a lançar o nosso pão sobre as águas.

(    ) A palavra hebraica traduzida como “lançar” é shalah, que significa enviar, mandar embora, deixar ir.

(    ) A palavra hebraica traduzida como “lançar” é Kabbalah, que significa enviar, mandar embora, deixar ir.

(    ) Noutros termos, o que o sábio está ensinando é: “Não fique aí parado Glorifique a Deus com a sua atitude”.

(    ) Podemos aplicar essa palavra também à obra missionária.

(    ) Deus é quem envia homens e mulheres como embaixadores de seu Reino, pois com igual determinação e amor, enviou o seu Filho a realizar a mais sublime das missões: Salvar o mundo.

4- Como viver evitando a passividade?

(    ) Não devemos agir com passividade.

(    ) A vida meramente contemplativa tudo resolve.

(    ) A vida meramente contemplativa nada resolve.

(    ) É necessário e urgente fazer o bem.

(    ) Por isso, o pregador exorta-nos a demonstrar amor e generosidade ao necessitado.

5- O que significa “lançar o pão”?

(    ) “Lançar o pão significa ser condescendente com os pecadores.

(    ) “Lançar o pão significa ser condescendente com os pobres.

(    ) Significa fazer alguma coisa e não se limitar a contemplar a miséria alheia.

(    ) É trazer o pão de longe para alimentar os famintos.

(    ) A igreja apostólica demonstrou-a mesma preocupação.

II- VIVENDO COM DINAMISMO

6- Como é a imobilidade da árvore caída (vivendo do passado)?

(    ) Em relação ao texto de Ec 11.3, o escritor Derek Kidner destaca a metáfora da nuvem como um fenômeno meteorológico portador de leis próprias em desacordo com as leis e o tempo dos homens.

(    ) Ele igualmente destaca o relato do pecador caído: ele não pediu licença para tombar e não houve homem que o impedisse de cair.

(    ) Ele igualmente destaca o relato da árvore caída: ela não pediu licença para tombar e não houve homem que a impedisse de cair.

(    ) Aqui, a vida mostra-se de forma imprevisível.

(    ) Ela não é composta apenas de bons momentos, mas também de períodos desagradáveis.

7- O que fazer diante dos períodos desagradáveis de nossa vida, pelos quais passamos?

(    ) Não ficar aprisionado pela experiência passada sobre a qual nada mais se pode fazer.

(    ) Pensar no futuro com fé e coragem.

(    ) Enfrentar o futuro com fé e coragem. Clique aqui para ler o texto completo »

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Lança o Teu Pão Sobre as Águas - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Questionário

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm


TEXTO ÁUREO

“Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás’ (Ec 1 1.1).


VERDADE PRÁTICA

Lança o teu pão sobre as águas é fazer o bem e ter esperança quanto a um futuro desconhecido.


LEITURA DIÁRIA

Segunda - Ec 11.1 Vivendo com atitude

Terça - Ec 11.4 Evitando a passividade

Quarta - Ec 11.3 Vivendo com dinamismo

Quinta - Ec 1 1.6 Tendo a fé e a esperança

Sexta - Ec 1 1.9 Fazendo escolhas

Sábado - Ec 11.9,10 Assumindo as consequências Clique aqui para ler o texto completo »

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Lança o Teu Pão Sobre as Águas - Luciano de Paula Lourenço

4º Trimestre/2013

Texto Básico: Eclesiastes 11:1-10
22/12/2013
 
“Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás” (Ec 11:1).

INTRODUÇÃO

Nos textos de Eclesiastes 11:1-10, o sábio Salomão nos convida a ser proativos (alguém que antecipa futuros problemas, necessidades ou mudanças, fazendo com que as coisas aconteçam). “Lança, reparte, semeia, alegre-se, recreie-se, anda” (Ec 11:1,2,6,9) são alguns dos imperativos apresentados pelo sábio. Muitos comentaristas tem dito que aqui temos a “vida de fé”, no sentido de tomar algumas atitudes e acreditar que elas trarão resultados proveitosos. A expressão “não sabes” aparece quatro vezes em três versículos (Ec11:2,5,6). Então, a lei da semeadura e da colheita está presente aqui.

I. VIVENDO COM PROPÓSITO

1. Tomando uma atitude. “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” (Ec 1:1). Aqui, Salomão nos exorta a tomarmos uma atitude. Este texto faz referência a maneira de como era plantado o trigo naquela época, que consistia em semear os grãos sobre a água na época da cheia dos rios e que quando as águas baixassem haveria uma grande plantação. Isso demonstra uma confiança de que mesmo sem saber qual semente vai germinar, a certeza é que a colheita será abundante. A lei da semeadura pode ser aplicada a todas as áreas da nossa vida, “porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na carne, da carne ceifará corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna“(Gl 6:7b,8). Vivemos num tempo em que se ficarmos aguardando condições ideais para fazermos alguma coisa, nunca faremos  nada. Para “lançar o pão sobre as águas”, é preciso ter fé. A fé “é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (Hb 11:1). Só aquele que crê que Deus supre as nossas carências pode tomar esta atitude. Não tenha medo de lançar sementes, pois Deus “é poderoso para fazer […] além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera” (Ef 3:20).
Lança o pão sobre as águas, através das obras. As Escrituras nos contam a história de Davi e Jônatas. Eles construíram uma amizade sincera, na base da honestidade e compreensão. Jônatas não concordava com as atitudes erradas do seu pai, o rei Saul, por isso defendeu a Davi em várias ocasiões, livrando-o da morte, pois o rei, seu pai, queria matá-lo. Mais tarde, após a morte do príncipe Jônatas, quando Davi já era rei, o filho de Jônatas, Mefibosete, aleijado, vivia isolado e pobre em lugar distante do reino. Paralítico e longe de sua família ele vivia, até que o rei Davi o descobriu e lhe restituiu a honra, deu-lhe uma casa e o colocou como um príncipe até o fim dos seus dias. Jônatas lançou o seu pão sobre as águas e o seu filho colheu as bênçãos da sua atitude.
2. Evitando a passividade. “Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra” (Ec 11:2). O sábio se utiliza de uma figura de linguagem para nos fazer um convite à generosidade. Repartir “com sete e ainda com oito” é a generosidade colocada em prática. Afinal, muitos que ajudamos hoje poderão nos ajudar amanhã. Podemos aplicar isso à nossa vida; tomando uma atitude de generosidade com as pessoas, pois talvez algum dia vamos precisar da generosidade de alguém. Salomão se afastou de Deus e certamente deve ter experimentado o egoísmo. Porém, ele conseguiu perceber que o egoísmo torna a vida sem sentido, vazia, que não compensa, por isso, Deus nos ensina, em sua Palavra, a termos uma vida generosa. A sociedade está marcada pelo egoísmo, onde não damos mais espaço para a generosidade. Todavia, nós crentes não podemos nos conformar com a maneira de pensar deste mundo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2). Ao invés de olharmos somente para as nossas carências e necessidades, venhamos a olhar para aqueles que estão necessitados da nossa ajuda.
O apóstolo Paulo escrevendo aos Gálatas diz: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6:9,10).
John Wesley disse: ”Faça todo o bem que você puder, por todos os meios que você puder, de todos os modos que você puder, em todos os lugares que você puder, em todo o tempo que você puder, pra todas as pessoas que você puder“.

II. VIVENDO COM DINAMISMO

1. A imobilidade da árvore caída (vivendo do passado). “Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e, caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ficará” (Ec 11:3). O pr. José Gonçalves, citando Derek Kidner, observa que na metáfora da árvore caída aprendemos que a mesma não consultou a conveniência de ninguém para que pudesse tombar. A árvore caiu e onde tombou ficou! Está totalmente imóvel e não há mais nada a fazer! A vida também é imprevisível e cheia de contingências. Ela não é feita somente de momentos bons, pelo contrário, há aqueles que são extremamente desagradáveis. E aí, o que fazer? Ficar preso a uma experiência passada sobre a qual nada mais se pode fazer ou enfrentar a vida desse ponto para frente? Ficar preso ao passado é assemelhar-se à árvore que tombou e sobre a qual nada mais pode ser feito. Devemos, sim, enfrentar o futuro com fé e coragem.
2. O movimento do vento e das nuvens (vivendo o presente). ”Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará” (Ec 11:4). O homem é limitado e mesmo com toda tecnologia existente, e todo conhecimento adquirido, não pode prever com exatidão o que pode acontecer. Se Deus determinar uma coisa, quem é o homem para impedir? “Agindo eu, quem o impedirá?” (Is 43:13b). As forças da natureza (”nuvens cheias, chuvas, árvores, ventos“) são apenas um lembrete que o homem não controla o clima. Então, o melhor é não ficar somente observando o vento ou olhando para as nuvens. A frase a seguir é muito instrutiva: “O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, e o realista ajusta as velas” ( Nicolas- Sebastien Chamfort, escritor francês, 1741-1794).

III. VIVENDO COM FÉ E ESPERANÇA

1. Plantando a semente. ”Pela manhã, semeia a tua semente e, à tarde, não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas” (Ec 11:6). Aqui, Salomão usa, novamente, uma metáfora: a do plantio - “semeia a tua semente“. Nós devemos semear em tempo oportuno, pela manhã e  pela tarde, pois não sabemos qual semente dará bom fruto. Vale a pena lembrar que ao nosso redor existem muitas pessoas que precisam que lancemos a boa semente sobre suas vidas, a começar dentro da sua casa com seus filhos, marido ou esposa. Pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará (Gl 6:7). Diz o pr. José Gonçalves que lançar e semear requer ação. É preciso plantar a semente, pois só colhe quem planta. “E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará” (2Co 9:6). Muitos desistem de semear porque as condições não são favoráveis; desistem logo diante das primeiras dificuldades que a vida lhes impõe. Mas, o sábio incentiva: “Não retires a tua mão“. É um convite a não desanimar. No mundo da semeadura, vale lembrar que a perseverança é fator determinante. Clique aqui para ler o texto completo »

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