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2013

Tema a Deus em Todo o Tempo - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da lição.

- Falem: A li√ß√£o de hoje tem como t√≠tulo¬†“Tema a Deus em todo Tempo”.

- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.Procurem ser objetivos, pois ainda vocês vão realizar uma atividade para conclusão do trimestre.

- Depois, utilizem a din√Ęmica¬†“Passado, Presente e Futuro”.

- Em seguida, realizem a atividade postada abaixo para a finalização do trimestre.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Din√Ęmica: Passado, Presente e Futuro

Objetivo:

Refletir sobre a brevidade da vida e a import√Ęncia de atitudes s√°bias.

Material:

01 rel√≥gio grande ou uma ampulheta ou um cron√īmetro

Papel contendo tabela conforme modelo no procedimento

01 caneta para cada aluno

Procedimento:

- Ap√≥s trabalhar o conte√ļdo da li√ß√£o, mostrando a brevidade da vida e os contrastes entre o aspecto temporal e eterno, corporal e espiritual, juventude e velhice, realizem a seguinte atividade.

- Apresentem um rel√≥gio ou uma ampulheta ou um cron√īmetro e coloquem para que funcionem, com o objetivo de mostrar a rapidez do tempo. Observem a hora e falem para os alunos, para que confirmem.- Entreguem para os alunos uma folha ou um peda√ßo de cartolina, tendo o modelo a seguir.

Tempo Passado Tempo Presente Tempo Futuro

- Orientem os alunos:

Escrevam no tempo presente - sua idade e um dos nomes: Juventude, Meia Idade ou Velhice.Dessa forma vocês se posicionam diante do tempo, Escrevam no tempo presente aquilo que estão fazendo como cristãos para serem tementes a Deus.Escrevam no tempo passado pelo menos 02 acontecimentos que mais marcaram sua vida no aspecto material e espiritual.Olhando para o tempo presente, pensem e escrevem o que no tempo futuro vocês esperam para si no aspecto material e espiritual.

- Para concluir, falem: Quando começamos eram tantas horas, o tempo presente daquele momento agora já é passado, pois já são tantas horas. Lembrem-lhes que o tempo passa com brevidade. O tempo presente é pequeno, de curta duração, porque é o que acontece agora, e ele fica espremido entre o passado e o futuro. Façamos, portanto, no tempo presente a prática do que orientado pela Palavra de Deus para que no futuro diante do justo juiz, não nos envergonhemos de nossos atos, nos distanciando de Deus.Observação: As tabelas não devem ser recolhidas, os alunos deverão levar para casa e refletir sobre a brevidade do tempo e suas atitudes.

Por Sulamita Macedo.

Publicado no Blog Atitude de Aprendiz 

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Tema a Deus em Todo o Tempo - Ev. José Roberto A. Barbosa

TEMA A DEUS EM TODO TEMPO

Texto √Āureo: Ec. 12.13 - Leitura B√≠blica: 12.1-8
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Ao final desta série de estudos em Provérbios e Eclesiastes voltamos justamente para o local onde começamos: o temor do Senhor. O autor do livro de Provérbios destaca que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Pv. 1.7). O autor do livro de Eclesiastes conclui que temer a Deus e guardar seus mandamentos é o dever de todo homem (Ec. 12.13). Na aula de hoje reforçaremos esse ensinamento, destacando, a princípio, que temer a Deus não significa ter medo dEle, antes obedecê-lo, em amor.

1. LEMBRANDO DO CRIADOR

A juventude √© uma etapa na vida de muitas descobertas, muitos rapazes e mo√ßas, na busca desenfreada pelo prazer, acabam se distanciado do Criador. Por esse motivo, o autor do Eclesiastes convida os jovens a lembrarem do Criador, justamente nessa fase da vida (Ec. 12.1). Paulo tamb√©m deu as mesmas instru√ß√Ķes ao jovem pastor Tim√≥teo, orientando que esse seguisse a justi√ßa, a f√©, o amor e a paz (II Tm. 2.22). As op√ß√Ķes para a juventude s√£o as mais diversas, muitos se dedicam exclusivamente para aquilo que traz satisfa√ß√£o, o prazer como um fim em si mesmo. O risco √© o hedonismo distanciado de Deus, ou mais propriamente irrespons√°vel, que destrata o ser humano. A juventude est√° sendo dizimada por causa das drogas, muitos perderam o poder de decidir, se tornaram escravos do pecado (Jo. 8.34). A orienta√ß√£o do s√°bio √© para que os jovens se lembrem do Criador, antes que chegue o tempo da velhice, no qual dir√£o n√£o encontro nele contentamento. Evidentemente, os velhos t√™m seu lugar no Reino de Deus, conforme destaca o salmista, muitos ainda d√£o muitos frutos (Sl. 92.14). O pragmatismo moderno pode incitar a desconsidera√ß√£o aos mais idosos. Mas isso n√£o pode acontecer entre aqueles que servem a Deus. A mensagem do autor do Eclesiastes √© uma compara√ß√£o, entre o vigor da juventude, a busca pelo prazer, e a velhice, uma fase tamb√©m de canseira e enfado (Sl. 90.10). Diante de tudo, a conclus√£o final do pregador √©: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este √© o dever de todo homem” (Ec. 12.13), independentemente da idade.

2. APRENDENDO NA ESCOLA DA VIDA

A vida √© uma escola e nela extra√≠mos muitas li√ß√Ķes, mas, diferentemente das escolas convencionais, passamos pelo teste primeiro, e tiramos as li√ß√Ķes posteriormente. No livro de Eclesiastes, Salom√£o, em sua idade avan√ßada, repassa instru√ß√Ķes para os mais jovens, com base em sua experi√™ncia. Esse foi um dos homens mais s√°bios que j√° passou pela terra, estudou e investigou a respeito de v√°rios assuntos, escreveu livros como Cantares, Prov√©rbios e Eclesiastes (I Ts. 3.3-28). Ele teve o cuidado de organizar seus ensinamentos, dentro de uma abordagem que em nada deixa a desejar se comparados aos tratados filos√≥ficos contempor√Ęneos. Assuntos que foram tratados em Eclesiastes podem ser encontrados nos dias atuais nos escritos de Jean Paul Sartre e Albert Camus, considerados expoentes do existencialismo. A diferen√ßa √© que esses n√£o fundamentaram suas reflex√Ķes em Deus, mas nas investiga√ß√Ķes filos√≥ficas. As palavras de Salom√£o, por sua vez, partem do equil√≠brio, que procede de Deus (Pv. 8.6-11). Ele reconhecia que n√£o falava apenas pelo seu intelecto, sua exposi√ß√£o n√£o se firmava em dotes meramente humanos, mas em Deus, que O inspirou para refletir (Ec. 12.11). Percebemos, nessa declara√ß√£o do s√°bio, a import√Ęncia de meditar a respeito da f√©. Muitos crist√£os sup√Ķem que n√£o √© preciso refletir a respeito do que se acredita. Mas Jesus ensinou que uma das demonstra√ß√Ķes de amor a Deus √© o uso do pensamento (Mt. 22.37). A f√© se sustenta n√£o na raz√£o, mas a raz√£o pode ser utilizada para justificar a f√©, por isso, crer √© tamb√©m pensar. O pensamento n√£o pode ser um fim em si mesmo, como declara a filosofia moderna, mas √© tamb√©m uma prerrogativa crist√£. A recomenda√ß√£o de Paulo √© a de que saibamos em quem temos crido (II Tm. 1.2), e Pedro admoesta os crentes para que expliquem, quando inquiridos, sobre a f√© que defendem (I Pe. 3.15). Na escola da vida, aprendamos as li√ß√Ķes, a fim de crescermos na gra√ßa e conhecimento de nosso Salvador Jesus Cristo (II Pe. 3.18).

3. TEMENDO A DEUS

Mas a vida crist√£ n√£o est√° fundamentada apenas no conhecimento, √© preciso que aqueles que creem tamb√©m demonstrem pelas a√ß√Ķes, pois a f√© sem as obras √© morta (Tg. 2.14). Considerando que a vida √© um presente de Deus, devemos viver n√£o para n√≥s mesmos, mas para Ele (At. 17.24-28). Somos respons√°veis pelas nossas atitudes, n√£o apenas diante dos homens, tamb√©m perante Deus. Para tanto, devemos temer a Deus, em atitude de rever√™ncia, sobretudo de amor. Esse temor n√£o √© a mesma coisa que medo, muita gente tem medo de Deus, mas no amor n√£o h√° medo (I Jo. 4.18). Esse √© um temor obediente, n√£o por imposi√ß√£o, mas por amor, na disposi√ß√£o para guardar os mandamentos de Deus (Ec. 12.13). Jesus advertiu que aqueles que dizem am√°-LO guardam os mandamentos dEle (Jo. 14.21). N√£o devemos esquecer que o temor de Deus nos livra da impiedade e da autojusti√ßa (Ec. 7.18), do perigo de achar que podemos agradar ao Senhor por meio das nossas obras (Ef. 2.8-10). Quando tememos a Deus, n√£o somos atra√≠dos pelo pecado (Ec. 5.6; 8.12), esse √© o princ√≠pio da sabedoria (Sl. 111.10; 9.10). Aqueles que n√£o querem saber do Senhor ser√£o julgados no futuro, pois o momento chegar√° em que Ele far√° distin√ß√£o entre o justo e o injusto (Ec. 12.14). Aqueles que amam a Deus descansam na promessa de que nenhuma condena√ß√£o h√° para eles (Rm. 8.1). Mas √†queles que morrem distanciados de Deus, que n√£o se dobram a Sua palavra, e se negam a obedec√™-LO, enfrentar√£o, no futuro, o julgamento final (Ap. 20.11-15). A Palavra de Deus responsabiliza o ser humano pelas suas a√ß√Ķes, isso revela que n√£o somos produto de um determinismo divino. Todos prestar√£o contas perante Deus das suas atitudes, considerando que a todos √© dada a oportunidade para crerem (Jo. 3.16).

CONCLUSÃO

Os livros po√©ticos destacam o valor do temor do Senhor, sendo este o princ√≠pio da sabedoria. Essa verdade esbo√ßa um paradoxo em rela√ß√£o ao pensamento moderno, que valoriza apenas o ac√ļmulo de conhecimento. Viver em obedi√™ncia √© o que h√° de mais sublime para o ser humano, porque essa √© a vontade de Deus. Diante dEle, a vida que outrora estava destitu√≠da de significado, passa a fazer sentido. Pois nEle, e somente nEle, a nossa obra n√£o √© v√£, isto √©, deixa de ser vaidade, firmada em uma esperan√ßa eterna (I Co. 15.54,58).

BIBLIOGRAFIA

KIDNER, D. A mensagem de Eclesiastes. São Paulo: ABU, 1989.

WEIRSBE, W. W. Ecclesiastes: be satisfied. Colorado Springs: David Cook, 2010.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - Rede Brasil de Comunica√ß√£o

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabug√°, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LI√á√ÉO 12 - LAN√áA O TEU P√ÉO SOBRE AS √ĀGUAS - 4¬ļ TRIMESTRE 2013

(Ec 11.1-10)

INTRODUÇÃO

Eclesiastes 11.1-10 apresenta reflex√Ķes a respeito do excesso de cautela em nossa vida e naquilo que faz parte dela. Salom√£o trabalha quest√Ķes como as incertezas da natureza (v. 3), as incertezas a respeito dos des√≠gnios de Deus (v.5), as incertezas do nosso trabalho (v.6) e outras. Todas essas incertezas n√£o devem nos fazer apelar para um excesso de cautela que busque concretizar o que queremos, antes, devemos trabalhar e viver a nossa vida com sabedoria e f√©, sem ansiedades prejudiciais e que n√£o resolvem nada. √Č nesse contexto que esta li√ß√£o est√° inserida.

I - ANALISANDO O TEXTO DE ECLESIASTES

Esta cita√ß√£o est√° em Eclesiastes 11.1: “Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque depois de muitos dias o achar√°s.” N√£o h√° uma interpreta√ß√£o precisa a respeito do significado dessa express√£o. Assim, precisamos observar um pouco o contexto e as hip√≥teses que se levantam a respeito do que o autor atrav√©s do escrito quis comunicar. Vejamos o que podemos aprender de alguns vers√≠culos de Eclesiastes 11:

1.1 “Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque depois de muitos dias o achar√°s” (Ec 11.1). Precisamos semear com f√© .Este verso faz refer√™ncia a maneira de como era plantado o trigo naquela √©poca, que consistia em semear os gr√£os sobre a √°gua na √©poca da cheia dos rios e que quando as √°guas baixassem haveria uma grande planta√ß√£o. Isso demonstra uma confian√ßa de que mesmo sem saber qual semente vai germinar, a certeza √© que a colheita ser√° abundante. A lei da semeadura pode ser aplicada a todas as √°reas da nossa vida, “porque tudo o que o homem semear…” (Gl 6.7b).

1.2 “Reparte com sete, e ainda at√© com oito, porque n√£o sabes que mal haver√° sobre a terra” (Ec 11.2). Podemos aplicar isso a nossa vida; tomando uma atitude de generosidade com as pessoas, pois talvez algum dia vamos precisar da generosidade de algu√©m (Pv 21.13; Mt7.12; At 20.35; Gl 6.9).

1.3 “Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e caindo a √°rvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a √°rvore cair ali ficar√° ” (Ec 11.3). O homem √© limitado e com toda tecnologia existente, e todo conhecimento adquirido, n√£o pode prever com exatid√£o o que pode acontecer. Se Deus determinar uma coisa, quem √© o homem para impedir .“agindo Eu, quem o impedir√°?” (Is 43.13-b).

1.4 “Quem observa o vento, nunca semear√°, e o que olha para as nuvens nunca segar√°.” (Ec 11.4). Olhar para os acontecimentos ao nosso redor, esperando melhorar, s√≥ vai atrasar o que temos que fazer, ou talvez n√£o faremos nada. Muitas pessoas esperam ganhar um sal√°rio maior, para passar a ser dizimista e ofertante na casa de Deus. A palavra de Deus nos diz que devemos “ser fieis no pouco e sobre o muito Ele nos colocar√°”. (Mt 25.23).

1.5 “Assim como tu n√£o sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher gr√°vida, assim tamb√©m n√£o sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.” (Ec 11.5). Hoje n√≥s j√° at√© sabemos como muitas coisas funcionam, mas n√£o sabemos na ess√™ncia como Deus fez tudo o que fez .“Pela f√© entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se v√™ n√£o foi feito do que √© aparente” (Hb 11.3)

1.6 “Pela manh√£ semeia a tua semente, e √† tarde n√£o retires a tua m√£o, porque tu n√£o sabes qual prosperar√° , se esta, se aquela, ou se ambas ser√£o igualmente boas” (Ec 11.6). N√≥s devemos semear em tempo oportuno, pela manh√£ e pela tarde, pois n√£o sabemos qual semente dar√° bom fruto. Vale a pena lembrar que ao nosso redor existem muitas pessoas que precisam que lancemos a boa semente sobre suas vidas, a come√ßar dentro da sua casa com seus filhos, marido ou esposa “Pois o que o homem semear certamente ceifar√°” (Gl 6.7). “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco tamb√©m ceifar√°; e o que semeia em abund√Ęncia, em abund√Ęncia ceifar√°.” (II Co 9.6).

II - POSS√ćVEIS INTERPRETA√á√ēES DO SIGNIFICADO DO TEXTO DE ECLESIASTES 11.1

“Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque depois de muitos dias o achar√°s” O que ser√° que B√≠blia est√° nos ensinando aqui? Vejamos algumas opini√Ķes:

  • Alguns estudiosos afirmam que esse texto possa se referir √† caridade, ou seja, devemos “lan√ßar” o p√£o para aben√ßoar vidas que precisam dele. Ajudando os outros, a b√™n√ß√£o voltaria √†s nossas vidas mais cedo ou mais tarde como consequ√™ncia da nossa liberalidade e amor ao pr√≥ximo.
  • Outros estudiosos apresentam a interpreta√ß√£o de que mesmo uma atitude que n√£o parece t√£o s√°bia - nesse caso lan√ßar o p√£o sobre as √°guas - tem as suas recompensas ou consequ√™ncias em nossa vida. Assim, temos que ter cuidado com nossas atitudes, principalmente aquelas absurdas, pois acharemos os frutos delas.
  • Outra interpreta√ß√£o diz que a alus√£o aqui possa ser a respeito do com√©rcio mar√≠timo de trigo. Salom√£o estaria apresentando essa modalidade de com√©rcio como algo s√°bio e recompensador, apesar de arriscado. Esse com√©rcio seria o lan√ßar o p√£o (trigo) sobre as √°guas e, depois da viagem longa e perigosa por mar, obter o seu lucro. Apesar da demora de muitos dias, o lucro seria achado (recebido), bastando que houvesse tranquilidade para fazer o investimento no tempo certo e a paci√™ncia de esperar.
  • Outros estudiosos do AT declaram que esse vers√≠culo √© uma alus√£o a um antigo costume eg√≠pcio. AS CHEIAS DO RIO NILO - Os eg√≠pcios jogavam as sementes quando a enchente estava baixando, no final da baixa, as sementes do trigo e da cevada, floresciam abundantemente por onde estivesse sementes. “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pr√≥prios pecados” ( Lm 3.39).

III - A LEI DA SEMEADURA NA AJUDA AO PR√ďXIMO

As Escrituras descrevem diversas promessas para quem exerce a semeadura no socorro ao necessitado. Citamos apenas algumas:

3.1 Jesus equiparou as d√°divas repassadas aos irm√£os na f√©, como se fossem a ele pr√≥prio: “E, respondendo o Rei, lhes dir√°: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irm√£os, a mim o fizestes” (Mt 25.40,45).

3.2 Quem se compadece do pobre √© recompensado pelo pr√≥prio Deus: “Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagar√° o seu benef√≠cio” (Pv 19.17).

3.3 Jesus disse que aquele que d√° esmola, ser√° recompensado por Deus: “Mas, quando tu deres esmola, n√£o saiba a tua m√£o esquerda o que faz a tua direita; Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que v√™ em secreto, ele mesmo te recompensar√° publicamente” (Mt 6.3,4).

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Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - Ev. Isa√≠as de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†= “Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque, depois de muitos dias, o achar√°s” (Ec 11.1).
VERDADE PRATICA = Lançar o pão sobre as águas é fazer o bem e ter esperança quanto a um futuro desconhecido.

LEITURA BIBLICA = Ec 11.1-10
Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.  Reparte com sete e ainda com oito, porque não sabes que mal sobrevirá à terra. Estando as nuvens cheias, derramam aguaceiro sobre a terra; caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que cair, aí ficará. Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas. Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.
Doce é a luz, e agradável aos olhos, ver o sol. Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos. Tudo quanto sucede é vaidade. Alegra- te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.
INTRODUÇÃO
Nos cap√≠tulos anteriores, o livro de Eclesiastes mostrou a realidade nua e crua da vida, O livro mostra que debaixo do sol a vida se apresenta de forma totalmente imprevis√≠vel, cheia de altos e baixos, e muitas vezes fora de uma explica√ß√£o l√≥gico-racional. √Č assim que se observa na an√°lise perplexa que Salom√£o faz das injusti√ßas sofridas pelo justo e prosperidade que acompanha o perverso.
E a√≠, o que fazer diante de tudo isso? Ficar inerte ou se lan√ßar no horizonte e enfrentar a vida como ela √©? Salom√£o escolhe essa segunda op√ß√£o e conclama seus ouvintes a fazer o mesmo. Mais reflexivo e agora mais consciente da realidade da vida, sabendo que ela pode se tornar um grande vazio, ele p√Ķe Deus no centro de suas reflex√Ķes. Ir√° mostrar que Deus √© o ator principal nesse grande cen√°rio da f√© e que sem Ele a vida √© totalmente sem prop√≥sito e vazia.

VIVENDO COM PROP√ďSITO
Tomando uma atitude =¬†“Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque depois de muitos dias o achar√°s” (Ec 11.1). No in√≠cio desse texto Salom√£o exorta seus leitores sobre a necessidade de se tomar uma atitude na vida e os convida a lan√ßar o p√£o sobre as √°guas. A palavra hebraica traduzida como lan√ßar √© shalah e mant√©m o sentido na l√≠ngua original de: enviar, mandar embora, deixar ir. O s√°bio est√° dizendo: v√°, n√£o fique a√≠ parado! Viva a vida com prop√≥sito! Viva a vida com uma atitude.
O treinador de l√≠deres John Maxwell comenta: “A pessoa comum em geral espera por algu√©m que a motive. Ela percebe que as circunst√Ęncias s√£o respons√°veis pelo modo como pensa. Entretanto o que vem primeiro - a atitude ou as circunst√Ęncias?
√Č de fato uma quest√£o como a do “ovo e da galinha”. Na verdade, n√°o importa o que vem primeiro. N√£o importa o que aconteceu a voc√™ ontem, hoje √© voc√™ que escolhe sua atitude.O psic√≥logo Victor Frankl acreditava que “a √ļltima de nossas liberdades humanas √© escolher nossa atitude n√£o importa a circunst√Ęncia”. Ele conhecia a veracidade dessa afirma√ß√£o. Frankl sobreviveu √† pris√£o em um campo de exterm√≠nio nazista e durante o cativeiro n√£o permitiu que sua atitude deca√≠sse. Se ele p√īde manter uma atitude ben√©fica, voc√™ tamb√©m pode.John Maxwell destaca tr√™s raz√Ķes por que devemos assumir uma atitude diante da vida:
1. Nossa atitude determina nossas a√ß√Ķes.2. Nossos seguidores s√£o um espelho de nossa atitude.3. Manter uma boa atitude √© mais f√°cil do que readquiri-la.
Por outro lado, um outro sentido dessa palavra usada no hebraico bíblico é do envio missionário. Podemos ver isso por meio dos vários exemplos que a palavra enviar (hb. Shakzh) possui. Por exemplo, a Escritura mostra que é Deus quem envia os homens como seus embaixadores ou representantes seus numa missão oficial (Is 6.8; Jr 1,7; Ez 2.34; Jz 6.8).
Dessa forma, tanto Mois√©s como Gide√£o foram representantes de Deus nas miss√Ķes que lhes foram entregues (√äx 4.28; Dt 34.11; Jz 6.14). De igual modo o Messias seria enviado na mais sublime das miss√Ķes - salvar o pecador (Is 61.1).

Evitando a passividade =¬†Se por um lado devemos assumir uma atitude diante da vida, por outro lado for√ßosamente n√£o devemos ser passivos diante da mesma. Salom√£o destaca que quem somente observa o vento nunca semear√° (Ec 11.4). Somente observar, contemplar e admirar n√£o √© suficiente. Se em um primeiro plano as palavras do s√°bio significam que deve haver empreendedorismo quer atrav√©s de uma miss√£o comercial, quer atrav√©s de uma miss√£o espiritual, em um segundo plano elas demonstram a necessidade da generosidade com o pr√≥ximo. “Lan√ßar p√£o”, portanto, significa ser condescendente com as necessidades dos pobres e menos favorecidos. √Č fazer alguma coisa e n√£o somente contemplar o infort√ļnio do outro.
√Č trazer o p√£o de longe para alimentar os famintos (Pv 31.14). Significa ser generoso! Em o Novo Testamento encontramos a preocupa√ß√£o da igreja para com os menos favorecidos (Gl 2.10).
Steven K. Scott (2008, p.88,89) destaca que:¬†Os psic√≥logos dizem que as duas maiores motiva√ß√Ķes da vida s√£o o desejo de ganhar e o medo de perder. Salom√£o (Pv 11.24,25) nos garante que a generosidade age diretamente sobre os dois. Se voc√™ pudesse ter uma varinha de cond√£o que garantisse suas necessidades materiais para toda a vida e uma prosperidade cada vez maior, quanto ela valeria? Salom√£o coloca essa varinha nas suas m√£os: tudo o que voc√™ precisa fazer √© se tornar uma pessoa generosa. O que Salom√£o quer dizer quando fala de generosidade? Ele diz que generoso √© aquele que d√° uma parte do que tem para suprir as necessidades do pr√≥ximo, e que o faz sem esperar receber nada em troca. Embora ele fale do aspecto financeiro e material, a generosidade n√£o se limita a isso. Ser generoso significa estar voltado para as necessidades dos outros, sejam elas quais forem.
O Novo Testamento tamb√©m destaca essa verdade. Vemos isso com toda for√ßa na carta de Paulo ao filipenses. No meu livro A Prosperidade √† Luz da B√≠blia destaquei esse fato: “E pe√ßo isto: que a vossa caridade abunde mais e mais em ci√™ncia e em todo o conhecimento” (Fp 1.9).
A palavra ‚Äėcaridade’ nesse texto √© a tradu√ß√£o da palavra grega √°gape, cujo significado b√°sico √© amor. Todavia o termo grego pode ser traduzido tamb√©m como benevol√™ncia e boa vontade. Ao traduzir √°gape por caridade nessa passagem b√≠blica, a tradu√ß√£o ARC p√Ķe em destaque o car√°ter generoso dos filipenses. Caridade aqui tem como sin√īnimo generosidade e n√£o significa de forma alguma que algu√©m √© salvo pelas obras (Ef 2.8).
Os filipenses haviam se sensibilizado com a situa√ß√£o de car√™ncia do ap√≥stolo e por isso resolveram ajud√°-lo (Fp 4.15). O modelo de prosperidade pregado por Paulo soa muito diferente daquele que √© adotado hoje. Prosperidade no atual contexto significa ‚Äėindepend√™ncia’. √Č por isso que vemos os constantes apelos como ‚Äėvenha conquistar sua independ√™ncia financeira’.Paulo era pr√≥spero e feliz, mas dependeu da ajuda de seus irm√£os e demonstrou satisfa√ß√£o por isso
VIVENDO COM DINAMISMO
Vivendo o presente o movimento do vento e das nuvensVimos que no livro de Prov√©rbios que Salom√£o se valia com muita frequ√™ncia de uma linguagem metaf√≥rica para melhor compartilhar suas ideias. Percebemos isso quando ele usou o exemplo do trabalho das formigas para contrastar com a vida do pregui√ßoso (Pv 6.6). Clique aqui para ler o texto completo »

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Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - AD Londrina

Aula ministrada pelo Professora Persiliana para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 12 - 4T/2013

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Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO

“Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque, depois de muitos dias, o achar√°s” (Ec 11.1).
VERDADE PR√ĀTICA

Lançar o pão sobre as águas é fazer o bem e ter esperança quanto a um futuro desconhecido.
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Eclesiastes 11.1-10.1 - Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás.2 - Reparte com sete e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.3 - Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e, caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ficará.4 - Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará.5 - Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da que está grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.6 - Pela manhã, semeia a tua semente e, à tarde, não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará; Se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.7 - Verdadeiramente suave é a luz, e agradável é aos olhos ver o sol.8 - Mas, se o homem viver muitos anos e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo quanto sucede é vaidade.9 - Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo.10 - Afasta, pois, a ira do teu coração e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Sabercomo viver uma vida com prop√≥sito.
  • Decidirviver uma vida din√Ęmica com f√© e esperan√ßa.
  • Vivera vida com responsabilidade diante de Deus e dos homens.

PALAVRA-CHAVE

Lançar: Jogar, estender, projetar, atirar, etc.

COMENT√ĀRIO
introdução

Nos cap√≠tulos anteriores de Eclesiastes, Salom√£o destacou os problemas da vida. Esta √© apresentada totalmente imprevis√≠vel, cheias de altos e baixos, e muitas vezes sem explica√ß√£o l√≥gica ou racional. √Č com tal perplexidade que o s√°bio enxerga as injusti√ßas contra o justo e a prosperidade do perverso. Quanta ambiguidade! O que fazer diante de tudo isso? Ficar inerte? Ou enfrentar a arena da vida? A li√ß√£o dessa semana abordar√° a postura que o pregador tomou, diante de Deus, em rela√ß√£o √†s quest√Ķes da vida. Veremos que o cap√≠tulo 11 de Eclesiastes mostra o Senhor nosso Deus como o centro da nossa vida, pois sem Ele ela torna-se vazia e sem sentido.¬†[Coment√°rio:¬†Nos cap√≠tulos anteriores, o livro de Eclesiastes mostrou a realidade nua e crua da vida. √Č assim que se observa na an√°lise perplexa que Salom√£o faz das injusti√ßas sofridas pelo justo e prosperidade que acompanha o perverso. E a√≠, o que fazer diante de tudo isso? Ficar inerte ou se lan√ßar no horizonte e enfrentar a vida como ela √©? Salom√£o escolhe essa segunda op√ß√£o e conclama seus ouvintes a fazer o mesmo. Mais reflexivo e agora mais consciente da realidade da vida, sabendo que ela pode se tornar um grande vazio, ele p√Ķe Deus no centro de suas reflex√Ķes. Ir√° mostrar que Deus √© o ator principal nesse grande cen√°rio da f√© e que sem Ele a vida √© totalmente sem prop√≥sito e vazia. Tenhamos todos uma excelente e aben√ßoada aula!
I. VIVENDO COM PROP√ďSITO

1. Tomando uma atitude.¬†Em nosso texto √°ureo, o rei Salom√£o exorta-nos a tomar uma firme e s√°bia atitude. Ele conclama-nos a lan√ßar o nosso p√£o sobre as √°guas. A palavra hebraica traduzida como “lan√ßar” √© shalah, que significa enviar, mandar embora, deixar ir. Noutros termos, o que o s√°bio est√° ensinando √©: “N√£o fique a√≠ parado! Glorifique a Deus com a sua atitude”. Podemos aplicar essa palavra tamb√©m √† obra mission√°ria. Deus √© quem envia homens e mulheres como embaixadores de seu Reino (Jz 6.8; Is 6.8; Jr 1.7), pois com igual determina√ß√£o e amor, enviou o seu Filho a realizar a mais sublime das miss√Ķes: Salvar o mundo (Is 61.1; Jo 3.16).¬†[Coment√°rio:¬†Em Eclesiastes 11.1 Salom√£o exorta seus leitores sobre a necessidade de se tomar uma atitude na vida e os convida a lan√ßar o p√£o sobre as √°guas. A palavra hebraica traduzida como lan√ßar √© shalah e mant√©m o sentido na l√≠ngua original de: enviar, mandar embora, deixar ir. O s√°bio est√° dizendo: v√°, n√£o fique a√≠ parado! Viva a vida com prop√≥sito! Viva a vida com uma atitude. Como sempre, o autor n√£o aprova a atitude passiva em rela√ß√£o √† vida. Ele admite que h√° muitas incertezas na vida, mas isso n√£o √© raz√£o para se negar a agir de forma positiva. N√£o importa o que o homem decida fazer, ele precisa enfrentar sua tarefa com ousadia, apesar dos riscos, acreditando que isso vai produzir os resultados desejados no devido tempo. No entanto, ele deve distribuir seus recursos, e n√£o concentr√°-los em um lugar. Se ent√£o for pego de surpresa por algum infort√ļnio, n√£o vai perder tudo (11.1,2). A pr√≥pria natureza mostra ao homem que h√° muitas coisas sobre as quais ele n√£o tem controle e que n√£o conhece. Se ele esperar at√© ter certeza completa para agir, nunca vai agir (v. 3-5). Sua atitude precisa ser positiva. Ele precisa ser diligente e otimista (v. 6). Assim como o agricultor deve passar o dia trabalhando apesar das incertezas do tempo, o homem precisa aproveitar ao m√°ximo a oportunidade de desfrutar da vida enquanto est√° acesa a luz do dia da vida, pois a longa noite da morte est√° se aproximando (v. 7,8)¬†{DONALD C. FLEMING. Coment√°rio B√≠blico NVI. Editora Vida. Eclesiastes. pag. 970}].

2. Evitando a passividade.¬†N√£o devemos agir com passividade (Ec 11.4). A vida meramente contemplativa nada resolve. √Č necess√°rio e urgente fazer o bem. Por isso, o pregador exorta-nos a demonstrar amor e generosidade ao necessitado. “Lan√ßar o p√£o”, portanto, significa ser condescendente com os pobres (Ec 11.1,2). Significa fazer alguma coisa e n√£o se limitar a contemplar a mis√©ria alheia. √Č trazer o p√£o de longe para alimentar os famintos (Pv 31.14). A igreja apost√≥lica demonstrou a mesma preocupa√ß√£o (Gl 2.10).¬†[Coment√°rio:¬†¬†Nesta vida, as circunst√Ęncias nunca ser√£o as ideais, mas devemos seguir em frente, e obedecer a DEUS, e confiar nele para obtermos os resultados. Se voc√™ espera pelo vento certo ou pelo dia apropriado, pode perder sua oportunidade. Voc√™ pode parecer um tolo, como algu√©m que lan√ßa o p√£o sobre as √°guas em movimento, mas DEUS providenciar√° para que ele retorne para voc√™.¬†{WIERSBE. Warren W. Coment√°rio B√≠blico. A.T. Editora Central Gospel. pag. 532}¬†Se por um lado devemos assumir uma atitude diante da vida, por outro lado for√ßosamente n√£o devemos ser passivos diante da mesma. Salom√£o destaca que quem somente observa o vento nunca semear√° (Ec 11.4). Somente observar, contemplar e admirar n√£o √© suficiente. Se em um primeiro plano as palavras do s√°bio significam que deve haver empreendedorismo quer atrav√©s de uma miss√£o comercial, quer atrav√©s de uma miss√£o espiritual, em um segundo plano elas demonstram a necessidade da generosidade com o pr√≥ximo. “Lan√ßar p√£o”, portanto, significa ser condescendente com as necessidades dos pobres e menos favorecidos. E fazer alguma coisa e n√£o somente contemplar o infort√ļnio do outro. √Č trazer o p√£o de longe para alimentar os famintos (Pv 31.14). Significa ser generoso! Em o Novo Testamento encontramos a preocupa√ß√£o da igreja para com os menos favorecidos (G12.10).].
SINOPSE DO T√ďPICO (I)Viver com prop√≥sito implica em tomar atitude evitando a passividade.
II. VIVENDO COM DINAMISMO

1. A imobilidade da √°rvore ca√≠da (vivendo do passado).¬†Em rela√ß√£o ao texto de Eclesiastes 11.3, o escritor Derek Kidner destaca a met√°fora da nuvem como um fen√īmeno meteorol√≥gico portador de leis pr√≥prias em desacordo com as leis e o tempo dos homens. Ele igualmente destaca o relato da √°rvore ca√≠da: ela n√£o pediu licen√ßa para tombar e n√£o houve homem que a impedisse de cair. Aqui, a vida mostra-se de forma imprevis√≠vel. Ela n√£o √© composta apenas de bons momentos, mas tamb√©m de per√≠odos desagrad√°veis. Ent√£o, o que fazer? Ficar aprisionado pela experi√™ncia passada sobre a qual nada mais se pode fazer, ou enfrentar o futuro com f√© e coragem?¬†[Coment√°rio:¬†¬†Os processos naturais da natureza, dirigidos pela Vontade Divina, continuam cumprindo seu dever. Esses processos nunca cessam; eles continuam repetindo suas tarefas determinadas. As nuvens s√£o formadas mediante evapora√ß√£o do mar; elas cobrem a superf√≠cie inteira do globo terrestre, depositando suas √°guas; os rios assim formados precipitam-se para os mares; a evapora√ß√£o √© cont√≠nua; a forma√ß√£o das nuvens √© cont√≠nua; a chuva √© cont√≠nua; a natureza obedece aos decretos divinos. E, ent√£o, se uma √°rvore cair (o que tamb√©m acontece por decreto divino), isso poder√° parecer uma orienta√ß√£o arbitr√°ria, na dire√ß√£o sul ou norte, mas at√© a dire√ß√£o da queda de uma √°rvore est√° determinada. Quando a √°rvore bater no ch√£o, jazer√° exatamente onde caiu, o que serve de outra indica√ß√£o da determina√ß√£o divina. √Č rid√≠culo dizer que podem chegar homens para movimentar aquela √°rvore, isso s√≥ estragaria a analogia. O ponto do vers√≠culo √© que todas as coisas foram ordenadas de antem√£o, e n√£o h√° mero acaso. Mas j√° que n√£o sabemos como as coisas ficar√£o, se boas ou m√°s, ou quando acontecer√£o, continuemos a fazer a parte que nos cabe: trabalhar com dilig√™ncia e esperar pelo melhor. N√£o tenhamos medo dos ventos, √© preciso semear e colher tudo quanto pudermos. Carma? Alguns estudiosos sup√Ķem que a √°rvore que cai e fica onde caiu seja uma declara√ß√£o misteriosa acerca de como um homem inevitavelmente colhe aquilo que tiver semeado. Sua vida √© como a queda de uma √°rvore: o que ele tiver feito levar√° a √°rvore a permanecer exatamente onde cair. A fortuna de um homem consiste em continuamente encontrar-se consigo mesmo.¬†{CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado vers√≠culo por vers√≠culo. Editora Hagnos. pag. 2737.}¬†A parte ‚Äėa’ do vers√≠culo 3 talvez sugira a generosidade de Deus como uma nova motiva√ß√£o para a vida altru√≠sta (cf. Mt 5.44-45). Caindo a √°rvore […] a√≠ ficar√° (3b) sugere claramente o elemento do destino inescap√°vel. Mas o contexto do cap√≠tulo inteiro sugere que aqui Qoheleth esteja falando dos resultados inevit√°veis das escolhas humanas. O tipo de vida que voc√™ leva determina o tipo de pessoa que voc√™ ser√°. O julgamento final de Deus e a realidade da vida na fase adulta e da velhice levam a pessoa a tomar as decis√Ķes corretas j√° desde a juventude (cf. cap√≠tulo 9 e 12.1).¬†{EARL C. WOLF. Coment√°rio B√≠blico Beacon. Editora CPAD. Vol. 3. pag. 462}.].

2. O movimento do vento e das nuvens (vivendo o presente).¬†Em Prov√©rbios, Salom√£o usa frequentemente a linguagem metaf√≥rica para compartilhar as suas ideias. Uma met√°fora que revela bem esse recurso √© a da formiga e do pregui√ßoso (Pv 6.6). Em Eclesiastes, encontramos o mesmo princ√≠pio na met√°fora do vento (Ec 11.4). N√£o s√£o poucos os int√©rpretes da B√≠blia que observam, nesse texto, a ideia de movimento e imprevisibilidade da vida. O vento movimenta-se o tempo todo e as nuvens mostram-se imprevis√≠veis. Eis a met√°fora da vida! Olh√°-la e queixar-se dela sem tomar uma firme e s√°bia decis√£o diante dos seus obst√°culos equivalem a esperar que o vento e as nuvens passem. Dessa forma, o ser humano assiste a exist√™ncia passar sem nada realizar de concreto. Quem tem f√© n√£o age assim.¬†[Coment√°rio:¬†¬†Estando as nuvens cheias, derramam aguaceiros sobre a terra… (v. 3). Para quem este aguaceiro? Para todos, bons e maus, como nos ensina Jesus em Mateus 5.45. Deus se apresenta sempre como Deus da humanidade. At√© na terra deserta chove para que as bestas da terra tenham capim para comer. A natureza √© pr√≥diga para com todos e tudo. N√≥s, por√©m, nos trancamos em nosso ego√≠smo e em nossa gula, e qualquer bem que poder√≠amos fazer n√£o fazemos. As lutas das igrejas com as suas finan√ßas, o que s√£o sen√£o a avareza, a gan√Ęncia dos seus membros, que s√≥ pensam em si, sem se lembrarem dos pobres e sofredores? Tudo jaz √† base da falta de simpatia pelo pr√≥ximo.¬†{Ant√īnio Neves de Mesquita. Prov√©rbios. Editora JUERP}.Muitos int√©rpretes da B√≠blia observam que a ideia aqui √© a de movimento e imprevisibilidade. O vento est√° se movimentando o tempo todo e as nuvens s√£o imprevis√≠veis em seu movimento. E uma met√°fora da vida que est√° em constante movimento e que n√£o pode deixar de ser vivida por causa da sua imprevisibilidade! E o tempo presente no qual se vive e que exige uma tomada de decis√£o diante dos desafios que ele imp√Ķe. Ficar olhando para a vida e se queixar sem tomar uma atitude frente aos seus desafios assemelha-se √†quele que apenas olha o vento e as nuvens. Ver a vida passar e passa batido pela vida!]. Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - Ev. Luiz Henrique

Assista os v√≠deos da TV EBD com a aula da Li√ß√£o 12 - Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas. Para facilitar o download, o v√≠deo √© dividido em 5 partes. Voc√™ pode assistir aqui mesmo, clicando nos v√≠deos, ou clicar nos links, acima dos v√≠deos para salvar; ao abrir a nova p√°gina, clique no bot√£o Download. Os v√≠deos s√£o produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e tamb√©m publicados no site Estudos B√≠blicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

2ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

3ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

4ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

5ª Parte - Lição 12 - 4T/2013

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Question√°rio - Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - Ev. Luiz Henrique

Question√°rio da Li√ß√£o 12 - Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas
Responda conforme a revista da CPAD do 4¬ļ Trimestre de 2013 - Prov√©rbios e Eclesiastes

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“Lan√ßa o teu _____________________________ sobre as ________________________________, porque, depois de muitos ____________________________, o achar√°s’ (Ec 1 1.1).

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

Lança o teu ____________________________ sobre as _________________________________ é fazer o bem e ter esperança quanto a um ________________________________ desconhecido.

I - VIVENDO COM PROP√ďSITO

3- Qual atitude devemos tomar em relação a nosso futuro com DEUS?

(    ) Em nosso texto áureo, o rei Salomão exorta-nos a tomar uma firme e sábia atitude.

(    ) Ele conclama-nos a lançar o nosso pão sobre as águas.

(¬†¬†¬† ) A palavra hebraica traduzida como “lan√ßar” √© shalah, que significa enviar, mandar embora, deixar ir.

(¬†¬†¬† ) A palavra hebraica traduzida como “lan√ßar” √© Kabbalah, que significa enviar, mandar embora, deixar ir.

(¬†¬†¬† ) Noutros termos, o que o s√°bio est√° ensinando √©: “N√£o fique a√≠ parado Glorifique a Deus com a sua atitude”.

(    ) Podemos aplicar essa palavra também à obra missionária.

(¬†¬†¬† ) Deus √© quem envia homens e mulheres como embaixadores de seu Reino, pois com igual determina√ß√£o e amor, enviou o seu Filho a realizar a mais sublime das miss√Ķes: Salvar o mundo.

4- Como viver evitando a passividade?

(    ) Não devemos agir com passividade.

(    ) A vida meramente contemplativa tudo resolve.

(    ) A vida meramente contemplativa nada resolve.

(¬†¬†¬† ) √Č necess√°rio e urgente fazer o bem.

(    ) Por isso, o pregador exorta-nos a demonstrar amor e generosidade ao necessitado.

5- O que significa “lan√ßar o p√£o”?

(¬†¬†¬† ) “Lan√ßar o p√£o significa ser condescendente com os pecadores.

(¬†¬†¬† ) “Lan√ßar o p√£o significa ser condescendente com os pobres.

(    ) Significa fazer alguma coisa e não se limitar a contemplar a miséria alheia.

(¬†¬†¬† ) √Č trazer o p√£o de longe para alimentar os famintos.

(    ) A igreja apostólica demonstrou-a mesma preocupação.

II- VIVENDO COM DINAMISMO

6- Como é a imobilidade da árvore caída (vivendo do passado)?

(¬†¬†¬† ) Em rela√ß√£o ao texto de Ec 11.3, o escritor Derek Kidner destaca a met√°fora da nuvem como um fen√īmeno meteorol√≥gico portador de leis pr√≥prias em desacordo com as leis e o tempo dos homens.

(    ) Ele igualmente destaca o relato do pecador caído: ele não pediu licença para tombar e não houve homem que o impedisse de cair.

(    ) Ele igualmente destaca o relato da árvore caída: ela não pediu licença para tombar e não houve homem que a impedisse de cair.

(    ) Aqui, a vida mostra-se de forma imprevisível.

(    ) Ela não é composta apenas de bons momentos, mas também de períodos desagradáveis.

7- O que fazer diante dos períodos desagradáveis de nossa vida, pelos quais passamos?

(    ) Não ficar aprisionado pela experiência passada sobre a qual nada mais se pode fazer.

(    ) Pensar no futuro com fé e coragem.

(¬†¬†¬† ) Enfrentar o futuro com f√© e coragem. Clique aqui para ler o texto completo »

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Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Question√°rio

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm


TEXTO √ĀUREO

“Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque, depois de muitos dias, o achar√°s’ (Ec 1 1.1).


VERDADE PR√ĀTICA

Lança o teu pão sobre as águas é fazer o bem e ter esperança quanto a um futuro desconhecido.


LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Ec 11.1 Vivendo com atitude

Terça - Ec 11.4 Evitando a passividade

Quarta - Ec 11.3 Vivendo com dinamismo

Quinta - Ec 1 1.6 Tendo a fé e a esperança

Sexta - Ec 1 1.9 Fazendo escolhas

S√°bado - Ec 11.9,10 Assumindo as consequ√™ncias Clique aqui para ler o texto completo »

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Lan√ßa o Teu P√£o Sobre as √Āguas - Luciano de Paula Louren√ßo

4¬ļ Trimestre/2013

Texto B√°sico: Eclesiastes 11:1-10
22/12/2013
 
“Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque, depois de muitos dias, o achar√°s” (Ec 11:1).

INTRODUÇÃO

Nos textos de Eclesiastes 11:1-10, o s√°bio Salom√£o nos convida a ser proativos (algu√©m que antecipa futuros problemas, necessidades ou mudan√ßas, fazendo com que as coisas aconte√ßam). “Lan√ßa, reparte, semeia, alegre-se, recreie-se, anda” (Ec 11:1,2,6,9) s√£o alguns dos imperativos apresentados pelo s√°bio. Muitos comentaristas tem dito que aqui temos a “vida de f√©”, no sentido de tomar algumas atitudes e acreditar que elas trar√£o resultados proveitosos. A express√£o “n√£o sabes” aparece quatro vezes em tr√™s vers√≠culos (Ec11:2,5,6). Ent√£o, a lei da semeadura e da colheita est√° presente aqui.

I. VIVENDO COM PROP√ďSITO

1. Tomando uma atitude.¬†“Lan√ßa o teu p√£o sobre as √°guas, porque depois de muitos dias o achar√°s” (Ec 1:1).¬†Aqui, Salom√£o nos exorta a tomarmos uma atitude.¬†Este texto faz refer√™ncia a maneira de como era plantado o trigo naquela √©poca, que consistia em semear os gr√£os sobre a √°gua na √©poca da cheia dos rios e que quando as √°guas baixassem haveria uma grande planta√ß√£o. Isso demonstra uma confian√ßa de que mesmo sem saber qual semente vai germinar, a certeza √© que a colheita ser√° abundante. A lei da semeadura pode ser aplicada a todas as √°reas da nossa vida, “porque tudo o que o¬†homem semear, isso tamb√©m ceifar√°. Porque o que semeia na carne, da carne ceifar√° corrup√ß√£o; mas o que semeia no Esp√≠rito, do Esp√≠rito ceifar√° a vida eterna“(Gl 6:7b,8). Vivemos num tempo em que se ficarmos aguardando condi√ß√Ķes ideais para fazermos alguma coisa, nunca faremos ¬†nada. Para “lan√ßar o p√£o sobre as √°guas”, √© preciso ter f√©. A f√© “√© o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se n√£o veem” (Hb 11:1). S√≥ aquele que cr√™ que Deus supre as nossas car√™ncias pode tomar esta atitude. N√£o tenha medo de lan√ßar sementes, pois Deus “√© poderoso para fazer […] al√©m daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em n√≥s opera” (Ef 3:20).
Lan√ßa o p√£o sobre as √°guas, atrav√©s das obras. As Escrituras nos contam a hist√≥ria de Davi e J√īnatas. Eles constru√≠ram uma amizade sincera, na base da honestidade e compreens√£o. J√īnatas n√£o concordava com as atitudes erradas do seu pai, o rei Saul, por isso defendeu a Davi em v√°rias ocasi√Ķes, livrando-o da morte, pois o rei, seu pai, queria mat√°-lo. Mais tarde, ap√≥s a morte do pr√≠ncipe J√īnatas, quando Davi j√° era rei, o filho de J√īnatas, Mefibosete, aleijado, vivia isolado e pobre em lugar distante do reino. Paral√≠tico e longe de sua fam√≠lia ele vivia, at√© que o rei Davi o descobriu e lhe restituiu a honra, deu-lhe uma casa e o colocou como um pr√≠ncipe at√© o fim dos seus dias. J√īnatas lan√ßou o seu p√£o sobre as √°guas e o seu filho colheu as b√™n√ß√£os da sua atitude.
2. Evitando a passividade.¬†“Reparte com sete, e ainda at√© com oito, porque n√£o sabes que mal haver√° sobre a terra”¬†(Ec 11:2). O s√°bio se utiliza de uma figura de linguagem para nos fazer um convite √† generosidade.¬†Repartir “com sete e ainda com oito” √© a generosidade colocada em pr√°tica. Afinal, muitos que ajudamos hoje poder√£o nos ajudar amanh√£.¬†Podemos aplicar isso √† nossa vida; tomando uma atitude de generosidade com as pessoas, pois talvez algum dia vamos precisar da generosidade de algu√©m. Salom√£o se afastou de Deus e certamente deve ter experimentado o ego√≠smo. Por√©m, ele conseguiu perceber que o ego√≠smo torna a vida sem sentido, vazia, que n√£o compensa, por isso, Deus nos ensina, em sua Palavra, a termos uma vida generosa. A sociedade est√° marcada pelo ego√≠smo, onde n√£o damos mais espa√ßo para a generosidade. Todavia, n√≥s crentes n√£o podemos nos conformar com a maneira de pensar deste mundo: “E n√£o vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renova√ß√£o do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agrad√°vel e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2). Ao inv√©s de olharmos somente para as nossas car√™ncias e necessidades, venhamos a olhar para aqueles que est√£o necessitados da nossa ajuda.
O ap√≥stolo Paulo¬†escrevendo aos G√°latas diz: “E n√£o nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se n√£o houvermos desfalecido. Ent√£o, enquanto temos tempo, fa√ßamos o bem a todos, mas principalmente aos dom√©sticos da f√©” (Gl 6:9,10).
John Wesley disse:¬†”Fa√ßa todo o bem que voc√™ puder, por todos os meios que voc√™ puder, de todos os modos que voc√™ puder, em todos os lugares que voc√™ puder, em todo o tempo que voc√™ puder, pra todas as pessoas que voc√™ puder“.

II. VIVENDO COM DINAMISMO

1. A imobilidade da √°rvore ca√≠da (vivendo do passado).¬†“Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e, caindo a √°rvore para o sul ou para o norte,¬†no lugar em que a √°rvore cair, ali ficar√°”¬†(Ec 11:3). O pr. Jos√© Gon√ßalves, citando Derek Kidner, observa que na met√°fora da √°rvore ca√≠da aprendemos que a mesma n√£o consultou a conveni√™ncia de ningu√©m para que pudesse tombar. A √°rvore caiu e onde tombou ficou! Est√° totalmente im√≥vel e n√£o h√° mais nada a fazer! A vida tamb√©m √© imprevis√≠vel e cheia de conting√™ncias. Ela n√£o √© feita somente de momentos bons, pelo contr√°rio, h√° aqueles que s√£o extremamente desagrad√°veis. E a√≠, o que fazer? Ficar preso a uma experi√™ncia passada sobre a qual nada mais se pode fazer ou enfrentar a vida desse ponto para frente? Ficar preso ao passado √© assemelhar-se √† √°rvore que tombou e sobre a qual nada mais pode ser feito. Devemos, sim, enfrentar o futuro com f√© e coragem.
2. O movimento do vento e das nuvens (vivendo o presente).¬†”Quem observa o vento nunca semear√°, e o que olha para as nuvens nunca segar√°”¬†(Ec 11:4).¬†O homem √© limitado e mesmo com toda tecnologia existente, e todo conhecimento adquirido, n√£o pode prever com exatid√£o o que pode acontecer. Se Deus determinar uma coisa, quem √© o homem para impedir? “Agindo eu, quem o impedir√°?”¬†(Is 43:13b). As for√ßas da natureza (”nuvens cheias, chuvas, √°rvores, ventos“) s√£o apenas um lembrete que o homem n√£o controla o clima. Ent√£o, o melhor √© n√£o ficar somente observando o vento ou olhando para as nuvens. A frase a seguir √© muito instrutiva: “O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, e o realista ajusta as velas” ( Nicolas- Sebastien Chamfort, escritor franc√™s, 1741-1794).

III. VIVENDO COM F√Č E ESPERAN√áA

1. Plantando a semente.¬†”Pela manh√£, semeia a tua semente e, √† tarde, n√£o retires a tua m√£o, porque tu n√£o sabes qual prosperar√°; se esta, se aquela ou se ambas igualmente ser√£o boas” (Ec 11:6). Aqui, Salom√£o usa, novamente, uma met√°fora: a do plantio - “semeia a tua semente“.¬†N√≥s devemos semear em tempo oportuno, pela manh√£ e ¬†pela tarde, pois n√£o sabemos qual semente dar√° bom fruto. Vale a pena lembrar que ao nosso redor existem muitas pessoas que precisam que lancemos a boa semente sobre suas vidas, a come√ßar dentro da sua casa com seus filhos, marido ou esposa. Pois tudo o que o homem semear, isso tamb√©m ceifar√° (Gl 6:7). Diz o pr. Jos√© Gon√ßalves que lan√ßar e semear requer a√ß√£o. √Č preciso plantar a semente, pois s√≥ colhe quem planta. “E digo isto: Que o que semeia pouco pouco tamb√©m ceifar√°; e o que semeia em abund√Ęncia em abund√Ęncia tamb√©m ceifar√°” (2Co 9:6). Muitos desistem de semear porque as condi√ß√Ķes n√£o s√£o favor√°veis; desistem logo diante das primeiras dificuldades que a vida lhes imp√Ķe. Mas, o s√°bio incentiva: “N√£o retires a tua m√£o“. √Č um convite a n√£o desanimar. No mundo da semeadura, vale lembrar que a perseveran√ßa √© fator determinante. Clique aqui para ler o texto completo »

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