
|
ESCOLA DOMINICAL COMO ESPAÇO DA EVANGELIZAÇÃO |
|
X
- Princípios
Reflexivos para a Revitalização Ken
Hemphill aborda quatro pontos para nossa reflexão: 1.
Uma
visão na tarefa da evangelização É
preciso recuperar o foco da evangelização, que é o conteúdo da missão. Foi
este o foco que determinou a organização e a estrutura da Escola Dominical
em sua gênese na Inglaterra e na América. O foco do evangelismo na Escola
Dominical tem um efeito dominó, capacitando-a a se tornar uma ferramenta
de crescimento. Somos chamados/as a ir = evangelizar, batizar = assimilar,
e a ensinar = discipular. 2.
Ênfase
no compromisso Muitos
têm relegado a Escola Dominical a um segundo plano. É preciso apoio
pastoral a esse ministério, bem como da liderança da
Igreja. 3.
Visão
do trabalho em equipe Uma
escola precisa ter evangelismo, assimilação, ensino e comunhão na
integração dos novos crentes em classes ou grupos
pequenos. 4.
Propósito
definido Uma
vez que a Escola Dominical perde sua ênfase na evangelização, os seus
programas começam a fracassar. A Escola Dominical precisa redefinir seu
propósito senão ela permanecerá mutilada. Se ela for adequadamente plantada, organizada, ela se
tornará uma ferramenta para alcançar o ser humano para
Cristo. XI-
Razões para acreditar na Escola Dominical hoje
Ela
oferece uma estratégia simplificada e centralizada. A Escola Dominical é
familiar. Ela é fundamento sólido para inovação. A inovação sempre é
construída sobre o alicerce de princípios fundamentais. A Escola Dominical
envolve as pessoas no serviço. Ela oferece a experiência de grupos
pequenos. A Escola Dominical tem um registro provado em toda a história. No
filme A Sociedade dos Poetas Mortos,
de Peter Weir, o ator principal, Robin Willians, mostra uma escola
tradicional de Vermont nos Estados Unidos: a academia de Welton. Keating
(Willians), o novo professor de literatura, pede aos alunos que arranquem
todas as páginas da Introdução do livro que ensina como fazer poesia. Ele
estava propondo aos alunos para não basear-se no que os outros pensaram,
mas para procurar a poesia dentro de si mesmos. Ele
ensina os alunos a ser apaixonados pela vida, pela poesia e pela
liberdade. Ensina também que, quando abrimos mãos de um sonho, morrendo
por dentro, sempre um pouco de nós passa a estar morto e enterrado
juntamente com o nosso sonho. Ao final do filme, um velho professor tenta
trazer aos alunos o texto que reduz a poesia a um conjunto de fórmulas
matemáticas. Ao contrário, o professor de Welton é a verdadeira encarnação
do educador. Ele se preocupa com o ser humano mais do que com estruturas
rígidas, às vezes obsoletas e sem sentido. O
professor Keating é o educador que um poeta imaginou ao
escrever: Mestre, Teu verbo deve ser
revelação E em teu
ensinamento Deve viver o perfume de Teu
espírito. Se não podes dar a teu
discípulo
Tuas próprias
asas, Dá-lhe o anseio de
voar E contentaste em
ser A mais humilde
pedra Que sustentará a sua
galgada. Tu tens que caminhar com
ele, Lado a
lado, Na estrada do
Saber. Se tens
mensagem, Tuas palavras jamais se perderão
no tempo E as sementes do teu
verbo Germinarão na terra dos
corações E tu serás
eterno... Mas,
ah! Se não conheces o sentido da
vida E se em ti não existe
fé; Se não foste fermentado pela
dor, Se te preocupas com coisas, e
estás cristalizado em tuas
verdades, Melhor seria se não tivesses
nascido... Pois, de que vale a
flor Que não dá seu
néctar E nem se torna fruto?!.. (Maria Luiza Silveira Telles) |
|
|
|