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Os Dez Mandamentos do Senhor - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição 07.

7 - Falem: A li√ß√£o de hoje tem como t√≠tulo “Os Dez Mandamentos do Senhor”.

8 - Trabalhem o conte√ļdo da li√ß√£o de foram participativa e de forma contextualizada, vejam esta sugest√£o:

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Os Dez Mandamentos do Senhor - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†= “Porque o fim da lei √© Cristo para justi√ßa de todo aquele que cr√™.”
VERDADE PR√ĀTICA¬†= A lei exp√Ķe e condena os nossos pecados, por√©m, o Senhor Jesus Cristo, pelo seu sangue expiador, nos perdoa e nos justifica mediante a f√©.
LEITURA BIBLICA = Êxodo 20: 1-5, 7-10,12-17
INTRODUÇÃO
O povo de Deus, desde os tempos da cria√ß√£o, √© um povo que vive debaixo de normas e orienta√ß√Ķes divinas. Essas normas foram anotadas e transmitidas oralmente. Com o povo de Israel, o Senhor mandou que Mois√©s escrevesse os mandamentos, os ju√≠zos e os estatutos, que reunissem a lei do Senhor. Os dez mandamentos s√£o um conjunto de normas espirituais, √©ticas e morais, para o povo que Deus escolheu para represent√°-lo entre todas as na√ß√Ķes do mundo, como Sua propriedade peculiar, reino sacerdotal e povo santo¬†(√äx 19.5-7).
1. SIGNIFICADO E CLASSIFICA √áAO DO DEC√ĀLOGO
Os dez mandamentos s√£o chamados, tamb√©m de “O Dec√°logo”, express√£o que vem do Grego (Dek√°logos), significando “dez palavras”, ou dez princ√≠pios, leis ou mandamentos¬†(Dt 4.13).¬†Existem diversas classifica√ß√Ķes quanto √† ordem dos dez mandamentos. Umas, por conveni√™ncia, e outras, por erro de interpreta√ß√£o.
1. Classifica√ß√£o cat√≥lica e luterana.¬†O primeiro mandamento √© a reuni√£o dos √äx - 20.2-6.0 segundo, o vers√≠culo 7; Do terceiro ao 8¬ļ,¬†mandamentos, incluem os vers√≠culos 8 a 16; o nono e o d√©cimo mandamentos s√£o resumidos no vers√≠culo 17 de 20. Esta classifica√ß√£o √© enganosa, pois procura evitar o destaque de √äx 20.4, como o segundo mandamento, que proibe fazer imagens de esculturas e o v.5, que proibe encurvar-se a elas. Essa artimanha doutrin√°ria √© freio da concep√ß√£o idolatrada Igreja Cat√≥lica. Os luteranos tamb√©m a adotam.
2. Classifica√ß√£o correta.¬†A Igreja Evang√©lica, em geral, adota como v√°lida a classifica√ß√£o que considera o primeiro mandamento como sendo √äx 20.3; o segundo (v.4-6); o terceiro (v.7); o quarto (v.8-11); o quinto(v.12); o sexto (v.13); o s√©timo (v.14); o oitavo (v.15); o nono (v.16) e o d√©cimo, todo o vers√≠culo 17. Essa ordem √© aceita desde a Igreja Primitiva, pela Igreja Ortodoxa Oriental e pelas igrejas protestantes em geral (Coment√°rio B√≠blico Moody, p.90). Essa discrep√Ęncia doutrin√°ria mostra como pensadores e lideres religiosos procuram torcer a Palavra de Deus, de modo a acomod√°-la a seus dogmas e ensinamentos tendenciosos. Eles incorrem na repreens√£o do Senhor (Jr 22.36b).

IL ABRANG√äNCIA DO DEC√ĀLOGO
1. No aspecto estrito.¬†Os dez mandamentos, sob o ponto de vista estrito, cont√©m normas de relacionamento entre o povo de Israel e o seu Deus e entre os indiv√≠duos e o seu pr√≥ximo. O Dec√°logo proibe matar (6¬ļ mandamento). Cristo, doutrinando sobre o assunto, disse que era pecado n√£o s√≥ matar, mas, at√©, encolerizar-se, sem motivo, contra o seu irm√£o (Mt 522). Nesse aspecto estrito, tem-se, por exemplo, a guarda literal do s√°bado como s√©timo dia da semana. Somente pari os judeus foi isso determinado (Ex 31.12-18; Ez 20. 12- 13,20; Cl 2.16-17) e n√£o para todos os povos.
2. No aspecto mais amplo. O Decálogo contém normas que servem para todos os povos, respeitando-se sua aplicação, de acordo com o entendimento abrangente dos propósitos neles incluídos.
Enquanto para o judeu, o s√°bado deveria ser observado estritamente, no seu aspecto moral e cerimonial, para outro povo serve a recomenda√ß√£o quanto a observar- se um dia de descanso na semana, para restaura√ß√£o das energias f√≠sicas e espirituais. N√£o matar, n√£o cobi√ßar nada do pr√≥ximo, honrar os pais, e n√£o ter outros deuses al√©m do Senhor, √©, em ess√™ncia, o desej√°vel para todos os povos e na√ß√Ķes.
3. Cristo e o Decálogo. O Senhor Jesus Cristo, doutrinando sobre o cumprimento da lei, fez alusão ao comportamento dos escribas e fariseus. que procuravam ser legalistas, observando o aspecto formal da lei, mas não praticavam de verdade, no dia-a-dia, o que era mais importante para a vida espiritual. Por isso, o Senhor disse aos seus discípulos que a justiça deles deveria exceder à dos escribas e fariseus (Mt 5.20). Em seguida, o Mestre demonstrou, no Sermão da Montanha, como Ele entendia e ordenava aos seus seguidores o cumprimento dos mandamentos:
= 6¬ļ.- mandamento: n√£o matar√°s. Jesus disse: “Qualquer que se encolerizar, sem motivo, contra seu irm√£o, ser√° r√©u de ju√≠zo”. “Qualquer que lhe disser: Louco, ser√° r√©u do fogo do inferno” (Mt 5.22).
= 7¬ļ.- mandamento:¬†n√£o adulterar√°s. Jesus disse: “Qualquer que atentar numa mulher para cobi√ßar, j√° em seu cora√ß√£o cometeu adult√©rio com ela” (Mt 5.28).
Com esses exemplos, o Senhor Jesus mostrou que ele não é um legalista formal. Ele exige dos seus servos não apenas o cumprimento exterior, mas o cumprimento interior das normas da lei.
4. O Decálogo e sua unidade com a lei. Alguns crentes, adeptos do legalismo, fazem questão de dividir a lei em aspectos ou partes, a fim de melhor se acomodarem com suas doutrinas e equívocos teológicos. Dentre esses, os mais conhecidos são os Adventistas do Sétimo Dia. Eles dividem a lei em:
1) Lei Moral, compreendendo os dez mandamentos e
2) Lei cerimonial, que compreende os demais preceitos da lei. H√° quem veja, ainda, um terceiro aspecto:
A lei Social ou Civil.¬†Esse arranjo doutrin√°rio nada mais √© do que a tentativa de legitimar a doutrina da guarda do s√°bado. Dizem eles que Jesus Cristo aboliu a lei cerimonial (sacrif√≠cios, rituais,etc), mas que n√£o aboliu a lei moral (os dez mandamentos), entre os quais est√° a guarda do s√°bado. Entretanto, nem Jesus nem os ap√≥stolos fizeram qualquer refer√™ncia a essa divis√£o (arbitr√°ria) da lei. No Serm√£o da Montanha, que cont√©m as “leis do Reino”, vemos o Senhor referir-se √† lei de modo geral, incluindo ou n√£o os dez mandamentos. Em Mt 5.21, refere-se ao 6 mandamento; em Mt 5.28, refere-se ao 7¬ļ. mandamento; em Mt 5.31, refere- se ao div√≥rcio, que n√£o est√° nos dez mandamentos, mas est√° na lei, e d√° sua determina√ß√£o sobre o assunto; Em Mt 5.43, Jesus refere-se ao amor ao pr√≥ximo, que est√° na lei, mas n√£o nos dez mandamentos (Lv 19.18).
Paulo, referindo-se à lei, não faz qualquer distinção entre moral e cerimonial. Em 01 5.3, ele diz que os que querem justificar-se pela lei estão separados de Cristo; que são malditos os que não permanecem em todas as coisas da lei ( Gl 3.10).
Naquilo em que os adventistas chamam de lei cerimonial, h√° in√ļmeros preceitos morais. Por exemplo: N√£o afligir a estrangeiros, √≥rf√£os e vi√ļvas (√äx 22.21,22). √Č preceito altamente moral e n√£o cerimonial. N√£o torcer o ju√≠zo (Dt 16.19). Estes e outros s√£o preceitos morais, que, no entanto, n√£o est√£o no Dec√°logo. Diante disso, verifica-se que os dez mandamentos e os outros preceitos da lei constituem uma unidade do velho concerto, abolido por Cristo (2 Co 3.14). O Novo Testamento (concerto), trazido por Cristo, √© superior ao de Mois√©s (Jo 14.15; 1 Jo 2.3,10; 3.22-24; 4.21; 5.1-3; 01 6.2). Os mandamentos de Cristo n√£o s√£o s√≥ dez. S√£o todo o NT.
OS DEZ MANDAMENTOS (Êx 20.1-17).
Os quatro primeiros referem-se aos deveres do homem para com Deus. Os outros seis, incluem os deveres do homem para com os seus semelhantes.
1¬ļ = “N√£o ter√°s outros deuses diante de mim” (v.3).¬†Refere-se ao √ļnico Deus. Nenhuma adora√ß√£o a santos, anjos ou a outra criatura ou objeto √© permitido pelo Senhor.
2¬ļ. “N√£o far√°s para ti Imagem de escultura”;¬†”n√£o te encurvar√°s a elas nem as servir√°s” (v.4-6). Lembra que Deus √© Esp√≠rito e n√£o admite ser adorado por meio de imagem de homem ou de qualquer criatura. Clique aqui para ler o texto completo »

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Os Dez Mandamentos do Senhor - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Eliziel Pacheco para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 07 - 1T/2014

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Os Dez Mandamentos do Senhor - Rede Brasil de Comunicação

 Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabug√°, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LI√á√ÉO 07 - OS DEZ MANDAMENTOS DO SENHOR - 1¬ļ TRIMESTRE 2014

(Êx 20.1-5, 7-10, 12-17)

INTRODUÇÃO

Um dos aspectos mais importantes da experi√™ncia dos israelitas no monte Sinai foi o recebimento da Lei de Deus, atrav√©s do seu l√≠der, Mois√©s. Nesta li√ß√£o relataremos o pacto de Deus com o seu povo, Israel; veremos a necessidade e o objetivo da Lei; falaremos sobre a import√Ęncia do Dec√°logo quanto a todo conte√ļdo das Escrituras, e, por fim, destacaremos que Cristo √© o objetivo da Lei para justi√ßa de todo aquele que cr√™.

I - O PACTO DE DEUS COM O POVO DE ISRAEL NO SINAI

1.1 Lembrando o grande livramento. Deixando Elim, os israelitas chegaram ao deserto de Sim, e dali foram a Refidim, onde montaram acampamento (√äx 16.1; 17.1). No terceiro m√™s ap√≥s o √™xodo, alcan√ßaram o deserto do Sinai (√äx 19.1). Ali Mois√©s recebeu uma comunica√ß√£o de Deus para transmitir ao povo o grande livramento que Ele havia feito tirando-os do Egito: “V√≥s tendes visto o que fiz aos eg√≠pcios, como vos levei sobre as asas de √°guias, e vos trouxe a mim” (√äx 19.4). Com esta met√°fora, Deus descreveu o √™xodo e a jornada para o Sinai. As √°guias, comumente, tiram seus filhos dos ninhos e leva-os sobre as asas para ensin√°-los a voar. No seu c√Ęntico final, Mois√©s empregou essa figura de linguagem para retratar o cuidado de Deus por Israel e que s√≥ o Senhor podia fazer tal coisa (Dt 32.11,12).

1.2 O pacto no monte Sinai. Foi ao p√© do monte Sinai que Deus fez uma alian√ßa com Israel exigindo obedi√™ncia irrestrita aos seus mandamentos e fazendo-lhes preciosas promessas (√äx 19.5,6). O termo pacto ou alian√ßa em hebraico √© de berit, e berit karat que significa “fazer (lit. ‚Äěcortar? ou ‚Äělapidar?) uma alian√ßa”. Uma alian√ßa √© um acordo feito entre duas ou mais pessoas. Por isso, ap√≥s ouvir os detalhes do pacto bilateral, o povo de Israel respondeu com entusiasmo positivo (√äx 19.7,8).

1.3 A ratifica√ß√£o da alian√ßa. Em (√äx 19.9-25) para gravar na mente dos hebreus a import√Ęncia do pacto da Lei, Deus se apresentou na nuvem e pronunciou os Dez Mandamentos em voz forte (√äx 19.9,19). A santidade de Deus foi destacada pelos preparativos que Israel f√īra orientado a fazer. Eles deveriam se santificar e lavar as suas vestes (√äx 19.10-15). Mois√©s foi instru√≠do a marcar um limite em torno do monte Sinai para que os israelitas n√£o o tocassem. Dessa forma, eles aprenderam a grandeza inacess√≠vel e sua sublime majestade (√äx 19.12-25). No cap√≠tulo 24 do livro do √äxodo, Deus ratificou o pacto entregando a Mois√©s os mandamentos escritos em pedra por suas pr√≥prias m√£os (√äx 31.18; Dt 9.10).

II - A NECESSIDADE E O OBJETIVO DA LEI

Todo o povo precisa ter leis, e até as tribos mais primitivas contam com sua legislação, formal ou informal. Com o povo de Israel não podia ser diferente. Deus revelou sua Lei para os israelitas no Sinai (Êx 20.1,2). A Lei era necessária por pelos menos três motivos:

2.1 Proporcionar uma norma moral para os redimidos. A Lei revelava a vontade de Deus quanto a conduta do seu povo (√äx 19.4-6; 20.1-17) e prescrevia os sacrif√≠cios de sangue para a expia√ß√£o pelos seus pecados (Lv 1.5; 16.33). A Lei n√£o foi dada como um meio de salva√ß√£o para os perdidos. Ela foi destinada aos que j√° tinham um relacionamento de salva√ß√£o com Deus (√äx 19.4; 20.2) a fim de instru√≠-lo na vontade do Senhor, para que pudesse realizar o prop√≥sito de Deus (√äx 19.6). Logo, a revela√ß√£o foi dada “n√£o para dar, mas para orientar a vida” (Lv 20.22,23).

2.2 Demonstrar a natureza e o car√°ter de Deus. A Lei expressava a natureza e o car√°ter de Deus, isto √©, seu amor, bondade, justi√ßa e rep√ļdio ao mal, e sobretudo que o Deus de Israel √© Santo (Lv 11.44,45; 19.2; 20.7,26; 21.8). A B√≠blia denomina Deus de “santo” (Sl 99.3). Ele √© chamado de o “Santo de Israel” no (Sl 89.18); e, no livro do profeta Isa√≠as, aproximadamente trinta vezes (Is 1.4; 57.15). A santidade √© uma caracter√≠stica da pr√≥pria natureza de Deus, e n√£o somente express√£o de um procedimento santo. Ele mesmo diz: “Eu sou santo” (Lv 19.2; Sl 99.6,9; I Pe 1.16).

2.3 Mostrar √† humanidade seu estado pecaminoso e revelar que s√≥ pela gra√ßa podemos ser salvos. O ap√≥stolo Paulo disse que “nenhuma carne ser√° justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado” (Rm 3.20). Ela n√£o f√īra dada como um meio de se alcan√ßar a salva√ß√£o, mas “nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela f√© f√īssemos justificados” (Gl 3.24). A palavra grega traduzida por “aio” √© “paidag√Ķgos” que significa “instrutor”, “professor” e indica um escravo, cuja tarefa era cuidar de uma crian√ßa at√© que ela chegasse a idade adulta. A Lei serviu de aio para mostrar os nossos pecados e nos conduzir a Cristo (Gl 3.25).

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Os Dez Mandamentos do Senhor - Luciano de Paula Lourenço

Leitura Bíblica: Êxodo 20:1-5,7-10,12-17
“Porque o fim da Lei √© Cristo para justi√ßa de todo aquele que cr√™” (Rm 10:4)

INTRODUÇÃO
A partir desta Aula, iniciaremos o estudo da segunda parte do Livro de √äxodo (cap. 20-40), cujo conte√ļdo apresenta uma s√©rie de leis e instru√ß√Ķes detalhadas para a vida social e cerimonial dos israelitas. Na Aula de hoje estudaremos os dez Mandamentos; analisaremos a sua import√Ęncia para o povo de Israel e os princ√≠pios que Deus espera que sigamos em sua Lei.
Tr√™s meses depois da sa√≠da do Egito, Deus conduziu os hebreus pelo deserto at√© o Monte Sinai, onde ficaram acampados (√äx 19:1,2). Ali, Israel se tornou uma na√ß√£o eleita e santa ao entrar em um relacionamento de alian√ßa com Deus (√äx 19:3-8). A elei√ß√£o divina de Israel colocou essa na√ß√£o em uma posi√ß√£o especialmente privilegiada no mundo. Neste pacto entre o “EU SOU” (√äx 3:14,15; 20:2) e os israelitas, o Senhor fez quest√£o de relatar Sua atua√ß√£o na liberta√ß√£o que tirou o povo do cruel cativeiro. Para gravar na mente hebraica a import√Ęncia do pacto da lei, Deus se apresentou em forma de nuvem, figura que Israel n√£o poderia reproduzir.
No Monte Sinai, o Senhor declarou, em particular, a Mois√©s, a quem chamou √† Sua presen√ßa, as orienta√ß√Ķes preparat√≥rias para a entrega da Lei (√äx 19:3-6). Ali, o Senhor proferiu os Dez Mandamentos (Dec√°logo) que se constitu√≠ram nos estatutos perp√©tuos para serem obedecidos (√äx 20:6; 24:12). Tais ordenan√ßas revelam os princ√≠pios espirituais e relacionais de Deus ao Seu povo, bem como Sua natureza santa, os quais os homens devem observar como par√Ęmetro de conduta (Dt 33:3).
Deus espera duas atitudes em relação às Suas ordenanças: que possamos ouvir e obedecer (Dt 11:26,27). Desse modo, tornamo-nos Sua propriedade peculiar, Seu reino sacerdotal e Seu povo santo (Êx 19:5,6).
I. OS PROP√ďSITOS DA LEI
1. O Decálogo (Êx 20:3-17). O Decálogo é muito mais do que um código ritual ou cerimonial. No sentido espiritual, ele revela, prioritariamente, o caráter do Deus do pacto, inspirando os homens ao temor e à reverência. Além disso, no sentido moral, o Decálogo confronta o pecado e impulsiona o homem ao comportamento que conduz à vida.
a) Seu significado.¬†No original hebraico, “Dec√°logo” significa, literalmente, “dez palavras“. Segundo Leo G.Cox, “estes dizeres n√£o foram copiados do Egito ou de outras palavras, como alguns suspeitam. As declara√ß√Ķes do monte Sinai s√£o nobres e inteiramente diferentes de qualquer coisa encontrada em todo o conjunto da literatura eg√≠pcia”. Deus deu estas “palavras” n√£o como meio de salva√ß√£o, porque este povo j√° estava salvo do Egito, mas como norma de conduta. Levando em conta que a obedi√™ncia era uma cl√°usula para a continua√ß√£o do concerto (Ex 19:5), estas “palavras” se tronaram a base de perseveran√ßa na qualidade de povo de Deus. Paulo deixou claro que a observ√Ęncia da lei n√£o √© meio de salva√ß√£o pessoal, pois a justifica√ß√£o √© pela f√© em Cristo (Gl 2:16). A lei conduz a Cristo, mas n√£o salva (Gl 3:24).
b) Seu aspecto relacional. Deus fez escrever o Dec√°logo em duas t√°buas de pedra. Foram guardadas dentro da arca durante s√©culos. Portanto, deu-se ao tabern√°culo o nome de “tenda do testemunho” para lembrar aos israelitas que dentro da arca estava a lei e que deviam viver de acordo com ela.¬†Os primeiros quatro¬†mandamentos comp√Ķem a primeira t√°bua do Dec√°logo e mostram a rela√ß√£o apropriada do homem com Deus. T√™m seu cumprimento no primeiro grande mandamento: “Amar√°s o Senhor, teu Deus, de todo o teu cora√ß√£o, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mt 22:37).¬†Os √ļltimos¬†mandamentos¬†t√™m que ver com as rela√ß√Ķes dos homens entre si e cumprem-se no amor ao pr√≥ximo como a si mesmo. Somente os que amam a Deus podem em verdade amar a seu pr√≥ximo.
c) Sua divis√£o. Segundo Leo G. Cox, “a divis√£o do Dec√°logo √© entendida de modos variados. Segundo Agostinho, a Igreja Cat√≥lica Apost√≥lica Romana e a Igreja Luterana consideram √äx 20:2-6 o primeiro mandamento e dividem o vers√≠culo 17, que trata da cobi√ßa, em dois mandamentos. O juda√≠smo hodierno reputa que o vers√≠culo 2 ordena a cren√ßa em Deus e √© o primeiro mandamento; e combina os vers√≠culos 3 a 6 no segundo mandamento. A divis√£o aceita nos prim√≥rdios da igreja torna o¬†vers√≠culo 3¬†o primeiro mandamento e¬†os vers√≠culos 4 a 6¬†o segundo. Esta posi√ß√£o foi apoiada por unanimidade pela igreja primitiva, e √© mantida hoje pela Igreja Ortodoxa Oriental e pela maioria das igrejas protestantes”.
d) O Dec√°logo √©, tamb√©m, para os crist√£os? Sim. Os Mandamentos revelam Deus como uma Pessoa profundamente moral e am√°vel. Como poder√≠amos n√≥s, que O assumimos como Pai, n√£o tentarmos ser como Ele? Os Dez Mandamentos aponta o caminho; tamb√©m fornecem uma vis√£o de uma sociedade justa e moral. Em Cristo, somos libertos para expressar a realidade da salva√ß√£o que recebemos como uma oferta gratuita. E uma maneira pela qual podemos demonstrar nossa salva√ß√£o √© ter uma vida de completa harmonia com os padr√Ķes revelados por Deus nos Dez Mandamentos apresentados no Monte Sinai (cf. Rm 8:3,4).
2. Objetivos do Concerto divino. Os objetivos de Deus com a Lei foram, inicialmente:
a) Providenciar um padr√£o de justi√ßa que pudesse ser alcan√ßado.¬†As leis de Deus eram demonstra√ß√£o de sua justi√ßa por meio de s√≠mbolos e forneciam uma disciplina pela qual os israelitas poderiam ser conformados √† santidade de Deus. Inicialmente, a lei foi dada ao povo de Israel, mas, de forma atemporal, os princ√≠pios norteadores da lei s√£o eternos e contemplam a todos n√≥s. Segundo Alexandre Coelho, “esses princ√≠pios s√£o expostos em regras, ou seja, quando Deus desejou proteger o fruto do trabalho dos israelitas, ordenou que n√£o se furtasse. Os princ√≠pios desse mandamento s√£o a prote√ß√£o da propriedade e a valoriza√ß√£o do trabalho, e eles s√£o expostos na regra ‚Äėn√£o furtar√°s’.¬†Portanto, os princ√≠pios est√£o no topo, e as regras, na base. Regras podem variar com o passar do tempo, como o local e o povo, mas os princ√≠pios n√£o” (Dt 4:8; Rm 7:12). Portanto, as leis sociais e cerimoniais mudam, mas as rela√ß√Ķes fundamentais entre Deus e o homem, e entre os homens, conforme exaradas no Dec√°logo, s√£o eternas.
b) A lei de Deus tamb√©m mostra o pecado do homem. Segundo Alexandre Coelho, “ela n√£o faz do homem um pecador, mas mostra o quanto ele √© inclinado a desobedecer √†s regras e princ√≠pios que Deus determinou. Paulo comenta isso em Romanos 5:20: ‚ÄėVeio, por√©m, a lei para que a ofensa abundasse’,¬†isto √©, fosse devidamente conhecida. ‚ÄėPela lei vem o conhecimento do pecado’¬†(Rm 3:20), ou seja, o conhecimento pleno dele. ‚ÄėMas eu n√£o conheci o pecado, sen√£o pela lei’¬†(Rm 7:7). Ou seja, Paulo deixa claro que a lei traz o conhecimento de nossos pecados. Ela n√£o os cria, mas os denuncia”.
c) A lei mostra ainda a santidade de Deus. Segundo Alexandre Coelho, “Deus √© santo, e n√£o pode tolerar o pecado. A lei mostra que o padr√£o de Deus para uma vida justa deve ser buscado pelo homem. Com o passar do tempo, percebe-se que essa busca pela justi√ßa n√£o poderia ser alcan√ßada sem a ajuda de um Salvador, a quem Deus enviou ao mundo, seu Filho Jesus Cristo. Apenas por Ele podemos nos aproximar da santidade de Deus e busc√°-la para um viver santo neste mundo deca√≠do”.
II. OS DEZ MANDAMENTOS (Êx 20:1-17)
A) DEVERES PARA COM DEUS
1. O primeiro mandamento - √äx 20:3¬†-¬†“N√£o ter√°s outros deuses diante de mim”.¬†O vers√≠culo 2 √© a introdu√ß√£o deste mandamento - “Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servid√£o“. Neste, mostra quem tirou Israel da servid√£o eg√≠pcia: O SENHOR. Visto que Ele os libertara e provara que era supremo, Ele exigia absoluta prioridade a Ele: “n√£o ter√°s outros deuses diante de mim“. Deus pro√≠be o polite√≠smo que caracterizava todas as religi√Ķes do antigo Oriente Pr√≥ximo. Israel n√£o devia adorar, nem invocar nenhum dos deuses doutras na√ß√Ķes. Deus lhe ordenou a temer e a servir somente a Ele (Dt 32:29; Js 24:14,15). Clique aqui para ler o texto completo »

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Os Dez Mandamentos do Senhor - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 7: Os Dez Mandamentos do Senhor do 1¬ļ Trimestre de 2014: Uma jornada de f√© ‚ÄĒ A forma√ß√£o do povo de Israel e sua heran√ßa espiritual, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 07 - 1T/2014

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Os Dez Mandamentos do Senhor - Ev. José Roberto A. Barbosa

Texto √Āureo Rm. 10.4 - Leitura B√≠blica Ex. 20.1-17

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

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Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Na aula de hoje estudaremos os Dez Mandamentos, ou o Dec√°logo, que foram proferidos por Deus no Sinai (Ex. 20.1), e escritos em duas t√°buas de pedra (Ex. 31.18). Atentaremos, durante a li√ß√£o, para os enfoques diferenciados desses enunciados divinos. Inicialmente, a relacionamento do ser humano com o √ļnico e verdadeiro Deus, em seguida, a observ√Ęncia do s√°bado, do respeito aos pais, e ao valor da vida humana. Ao final, ressaltaremos a import√Ęncia que deve ser dada ao casamento, √† verdade e a necessidade de controle dos desejos.

1. O √öNICO E VERDADEIRO DEUS

O Deus da B√≠blia √© √ļnico e verdadeiro (Ex. 20.1-3), n√£o por acaso a express√£o “O SENHOR teu Deus” √© repetida cinco vezes nessa passagem (Ex. 20.2,5,7,10,12). Esse Deus n√£o pode ser desconsiderado, as palavras que Mois√©s est√° expressando s√£o da autoria do Deus de Israel. √Č a respeito desse Deus que o povo deve testemunhar perante as na√ß√Ķes (Sl. 115). Por isso, a cada manh√£ o judeu fiel declara: “Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, √© o √ļnico SENHOR” (Dt. 6.4). Somente Ele √© digno de adora√ß√£o, n√£o pode haver espa√ßo para os √≠dolos no cora√ß√£o daqueles que servem a Deus (Ex. 20.4-6). Ele mesmo declarou pelo profeta Isaias: “Eu sou o SENHOR, este √© o meu nome; a minha gl√≥ria, pois, n√£o a darei a outrem, nem a minha honra, √†s imagens de escultura” (Is. 42.8). Os crist√£os precisam ter cuidado com a idolatria, pois ela conduz √† imoralidade, desumaniza e escraviza (I Co. 10.10-22). Por esse motivo o Deus de Israel ordenou que Israel destru√≠sse os √≠dolos ao chegarem √† terra prometida (Dt. 7.1-11). Essa advert√™ncia serve para n√≥s hoje, Jo√£o admoesta a igreja de Jesus: “Filhinhos, guardai-vos dos √≠dolos” (I Jo. 5.21). Existem muitos √≠dolos nas igrejas, n√£o apenas os de pedra ou m√°rmore, mas tamb√©m os de carne e osso. Muitas igrejas adoram seus √≠cones evang√©licos, pastores e cantores, outros adoram o dinheiro, o imp√©rio de Mamon, e n√£o poucos adoram a eles mesmos. O nome de Deus deve ser honrado, pois Seu nome representa Sua pr√≥pria natureza (Ex. 20.7). Por isso, como ensinou Jesus em Sua ora√ß√£o: o nome de Deus deve ser santificado, ou melhor, todos devem reconhecer que Ele √© santo (Mt. 6.9). O nome de Deus tem sido profanado nos dias atuais, inclusive no meio dos evang√©licos, alguns transformam o Deus Vivo e Verdadeiro, em um √≠dolo, um instrumento para satisfa√ß√£o pessoal. Ao inv√©s de buscarem a face de Deus, muitos se interessam apenas pelas Suas m√£os. H√° aqueles que querem transformar Deus em um bot√£o, o qual apertam, a fim de satisfazerem suas desejos ego√≠stas.

2. O S√ĀBADO, OS PAIS E A VIDA

A palavra s√°bado, em hebraico, √© sabbath, e diz respeito ao descanso, o povo de Israel j√° observava esse dia, antes mesmo da institui√ß√£o legal (Ex. 16.23,25). Isso porque o fundamento para o s√°bado estava j√° na cria√ß√£o (Gn. 2.1-3), o pr√≥prio Deus descansou. Esse era um sinal especial entre Deus e Israel, espec√≠fico para aquela na√ß√£o, como parte do Pacto (Ex. 31.12-17; Ne. 9.13-15; Ez. 20.12,20). Mas o princ√≠pio do descanso deve ser considerado pelos crist√£os, as pessoas n√£o foram criadas para trabalharem ininterruptamente. O materialismo moderno, e a gan√Ęncia que prevalece, tem feito muitos se sacrificarem, e sacrificam tamb√©m suas fam√≠lias, deixando de investir no descanso (Cl. 2.16,17; Gl. 4.1-11; Rm. 14.1-15.7). A igreja primitiva separou o domingo, o primeiro dia da semana para observ√Ęncia, tendo em vista que nesse dia o nosso Senhor Jesus ressuscitou (Jo. 20.19,26; At. 20.7; I Co. 16.2). Outra instru√ß√£o de Deus, no Dec√°logo, est√° relacionada √† honra aos pais (Ex. 20.12). Os israelitas foram orientados a respeitarem os pais, a cuidar deles, mesmo na velhice (Ex. 21.15,17; Lv. 19.3,32; Dt. 27.16; Pv. 1.8; 16.31; 20.20; 23.22; 30.17). Nos dias atuais, marcados pela coisifica√ß√£o das pessoas, h√° quem deseje descartar os mais velhos. Alguns filhos desrespeitam seus pais, outros chegam mesmo a abandon√°-los. Paulo instrui os filhos a honrarem os pais, sendo esse inclusive um mandamento com promessa de vida longa (Ef. 6.1-3; I Tm. 5.1,2). A partir de Ex. 20.13, devemos destacar o valor da vida humana, considerando que essa √© uma d√°diva de Deus. Fomos feitos Sua imagem e semelhan√ßa, portanto, o homic√≠dio √© uma transgress√£o, um pecado que deveria ser punido (Gn. 1.26,27; 9.6). Esse mandamento n√£o proibia o povo de Israel de ir √† guerra, mas de cometer assassinatos (Ex. 22.2; Mt. 5.21-26). N√≥s, os crist√£os, devemos ser promotores da vida, opondo-nos √† cultura da morte. Por esse motivo, n√£o podemos defender pr√°ticas como o aborto e a eutan√°sia (Rm. 13). A vida, por ser uma d√°diva de Deus, √© digna de ser preservada. As pessoas n√£o podem ser descartadas, como se fossem objetos.

3. O ADULT√ČRIO, A VERDADE E OS DESEJOS

O casamento √© uma institui√ß√£o divina, por isso n√£o poderia ser destru√≠do por causa do adult√©rio, que deveria ser punido com a pena capital (Lv. 20.10; Dt. 22.22). A fam√≠lia √© a c√©lula-mater da sociedade, quando essa √© solapada, as consequ√™ncias s√£o dr√°sticas. A orienta√ß√£o contra o adult√©rio √© importante porque esse √© revelado como defrauda√ß√£o (I Ts. 4.1-8), n√£o apenas em rela√ß√£o ao c√īnjuge, mas tamb√©m para quem o comete (Pv. 6.20-35). Aqueles que est√£o envolvidos nesse tipo de pecado devem se arrepender, e buscar o perd√£o de Deus, antes que seja tarde (I Co. 6.9-11; Jo. 8.1-11). Deus perdoou o pecado de adult√©rio de Davi, restabelecendo-o a uma vida espiritual plena (II Sm. 12.13,14; Sl. 51). O adult√©rio, como ensinou Jesus, come√ßa no cora√ß√£o, na inten√ß√£o impura, instigado pelo olhar (Mt. 5.27-30). Deus tamb√©m orientou o povo de Israel quanto ao respeito √† propriedade pessoal (Ex. 20.15). A terra √© propriedade de Deus, os israelitas deveriam ser apenas mordomos (Lv. 25.2, 23, 38), e a Ele deveriam prestar contas. As pessoas que det√™m grandes propriedades de terra, sem torna-las produtivas, devem refletir a respeito dessa instru√ß√£o. O governo precisa investir em uma reforma agr√°ria com amplitude, n√£o apenas distribuindo terra, mas tamb√©m criando oportunidades para seu cultivo. A riqueza √© produzida, de acordo com Ef. 4.18, atrav√©s do trabalho, recebendo heran√ßa e furtando os outros. Que o Senhor nos livre do enriquecimento il√≠cito, e que ningu√©m, ao prosperar por meios escusos, venha a dizer que foi “ben√ß√£o de Deus”. Em prosseguimento aos mandamentos, destacamos a import√Ęncia da verdade aos olhos de Deus. Em Ex. 20.15, h√° uma orienta√ß√£o quanto ao perigo do falso testemunho, os crist√£os n√£o podem mentir, principalmente diante de um tribunal. No Antigo Pacto, aqueles que davam falso testemunho deveriam ser punidos com a morte (Dt. 17.6-13). √Č preciso tamb√©m controlar os desejos, a cobi√ßa √© um pecado grave (Ex. 20.17). Ao inv√©s de desejar o que n√£o nos pertence, ou ser tomado pela gan√Ęncia, devemos exercitar o contentamento (Fp. 4.11-13; Hb. 13.5).

CONCLUSÃO

Os mandamentos de Deus são eternos, seus princípios são considerados ainda hoje. As leis de muitos países estão fundamentadas nos enunciados de Deus entregue a Moisés. Como cristãos devemos viver a partir desses princípios. No entanto, devemos lembrar que toda lei pode ser resumida no amor a Deus e ao próximo (Lv 19.18; Mt. 22.34-40). O amor é o cumprimento da lei (Rm. 13.8-10), é o amor a Deus, e ao próximo, que nos conduz à obediência (Gl. 5.22-26; Rm. 5.1-5).

BIBLIOGRAFIA

COLE, R. A. Êxodo: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1981.

WEIRSBE, W. W. Exodus: be delivered. Colorado Springs: David Cook, 2010.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Pr. Altair Germano

Junto aos poços de Mara, onde o povo de Israel murmurou por causa das águas amargas
Afinal, chegaram a Mara; todavia, não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se-lhe Mara. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? Então, Moisés clamou ao SENHOR, e o SENHOR lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces. Deu-lhes ali estatutos e uma ordenação, e ali os provou, e disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o SENHOR, que te sara. Então, chegaram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras; e se acamparam junto das águas. (Ex 15. 22.27)
O povo de Israel, depois de três dias dia de jornada, por não encontrar água, e se frustrando diante das águas amargas de Mara, adotou uma postura de murmuração. Num só momento todo o processo de libertação e de intervenção sobrenatural e poderosa de Deus foi esquecido. As pragas do Egito, o livramento do anjo da morte, a abertura do Mar Vermelho, a celebração pela grande vitória, nada foi considerado.
Quando murmuramos diante da adversidade, colocamos a integridade e a fidelidade de Deus em quest√£o. Com os nossos sentimentos, pensamentos, palavras e a√ß√Ķes declaramos que Deus n√£o √© t√£o bom o quanto parece ser. O ser humano tem uma facilidade muito grande de esquecer os grandes feitos de Deus.
Diante da murmura√ß√£o do povo Mois√©s clamou ao Senhor, que lhe orientou mais uma vez. Deus sempre dar√° orienta√ß√£o aos l√≠deres por Ele estabelecidos. Nos dias atuais h√° muitos l√≠deres que n√£o buscam mais a orienta√ß√£o de Deus. S√£o soberbos e est√£o inchados de arrog√Ęncia. A solu√ß√£o para aplacar a murmura√ß√£o do povo veio de um ato de f√©, atrav√©s da utiliza√ß√£o de uma vara, ou galho de √°rvore, que ao ser lan√ßado nas √°guas tornaram-nas doces.
O Deus que nos libertou e que nos guia, sabe o melhor caminho para n√≥s. Andar por f√© √© saber que na hora certa ele nos dar√° a provis√£o necess√°ria. Ele cuidar√° de todo o suprimento em nossa jornada. Ap√≥s o milagre realizado, a B√≠blia nos narra que eles partiram para Elim, onde havia doze fontes de √°gua (uma por tribo) e setenta palmeiras. Elim ficava, considerando as variantes dos estudos atuais, acerca de 50 a 200 km de Mara, ou seja, com mais um ou dois dias de viagem eles seriam supridos, porque o Senhor sabia por onde os conduzia. N√£o acontece o mesmo conosco? Murmuramos pelas situa√ß√Ķes amargas da vida, quando a solu√ß√£o de Deus j√° est√° bem pr√≥xima.
Deixemos qualquer manifestação de murmuração contra o Senhor, e no lugar disso tenhamos sentimentos e atitudes de celebração e gratidão, num ato de fé, que confia apesar de não perceber ou ver a solução que se encontra logo adiante.
O Deus que nos libertou é o mesmo que proverá dia após dia o nosso sustento. Guardemos e obedeçamos a sua Palavra, andando em fé e santidade para a sua glória.
Na graça do Pai,
Taba, Sul do Sinai, Egito, em 13/07/2012.

Publicado no Blog do Pr. Altair Germano 

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TV EBD - A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 6 - A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 6 - 1T/2014

2ª Parte - Lição 6 - 1T/2014

3ª Parte - Lição 6 - 1T/2014

4ª Parte - Lição 6 - 1T/2014

5ª Parte - Lição 6 - 1T/2014

6ª Parte - Lição 6 - 1T/2014

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Questionário - A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 6 - A Peregrinação de Israel No Deserto Até O Sinai

Responda conforme a revista da CPAD do 1¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: Uma Jornada de Fé - A Formação do povo de Israel e sua herança espiritual

Complete os espa√ßos vazios e marque com”V”as respostas verdadeiras e com”F”as falsas

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“Ora, tudo isso lhes sobreveio como ________________________, e est√£o escritas para ______________________________ nosso, para quem j√° s√£o chegados os _______________________ dos s√©culos” (1 Co 10.11).

VERDADE PRATICA

2- Complete:

Os ____________________________________ e pecados de Israel servem-nos de ___________________________ para que n√£o venhamos a cometer os mesmos ___________________________.

INTRODUÇÃO

3- Por que estudar as li√ß√Ķes do Antigo Testamento, sendo n√≥s crist√£os da Nova Alian√ßa?

(    ) Porque o Antigo Testamento é mais importante do que o Novo Testamento.

(    ) Os fatos do Antigo Testamento são como figuras, nos alertando para que não venhamos a cometer os mesmos erros que o povo de DEUS cometeu no passado.

(    ) Jamais siga os caminhos da desobediência, rebeldia e idolatria trilhados por Israel no deserto.

(    ) DEUS guiou e sustentou seu povo que foi infiel, murmurador e idólatra. O Senhor permaneceu fiel e cuidando dos israelitas.

I - ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO

4- Como foi a chegada de Israel a Mara (Êx 15.23)?

(    ) Eles andaram dois dias pelo deserto e encontraram muitas águas em Mara para beberem e saciarem a sede.

(    ) O povo de DEUS estava finalmente livre dos egípcios e começava sua caminhada pelo deserto a caminho de Canaã.

(    ) Depois da travessia do Mar Vermelho os israelitas foram conduzidos por Moisés até o deserto de Sur.

(    ) Eles andaram três dias pelo deserto e as águas que encontraram em Mara eram impróprias para beber.

(    ) Descontente, o povo começou a murmurar contra Moisés.

(    ) Na verdade eles não estavam reclamando de Moisés, mas de DEUS.

(    ) Muitos podem pensar que estão reclamando do seu líder, mas na verdade estão reclamando contra aquEle que delegou autoridade ao líder: DEUS.

(    ) A murmuração é uma característica negativa daqueles que não confiam no Senhor. Moisés confiava na providência do Pai.

(    ) Então ele orou e DEUS lhe mostrou um lenho. Moisés jogou o lenho nas águas e elas se tornaram boas para o consumo.

(¬†¬†¬† ) Segundo o Coment√°rio B√≠blico Beacon, “assim como DEUS curou as √°guas amargas de Mara, assim Ele curaria Israel satisfazendo-lhes as necessidades f√≠sicas e, mais importante que tudo, curando o povo de sua natureza corrompida”.

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