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O Livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, fa√ßam a panor√Ęmica do trimestre. Para tanto, apresentem os seguintes pontos:

- Tema: Uma Jornada de Fé - A Formação do povo de Israel e sua herança espiritual

- Capa:O que vemos?Paredes de água, caminho enxuto, que nos remete ao episódio ocorrido com o povo de Israel ao atravessar o mar(Ex 14.22).O que isto tem a ver com o tema?Intervenção divina de livramento para os Israelitas, que estavam diante do mar e atrás o exército inimigo, na jornada para a terra prometida, com atitudes de fé e esperança nAquele que os havia tirado do Egito.

-¬†Comentarista:¬†Pastor Antonio GilbertoApresentem informa√ß√Ķes sobre ele, vejam na intera√ß√£o da li√ß√£o 01.Se poss√≠vel, mostrem uma foto dele.

-¬†Temas das li√ß√Ķes¬†do trimestre - apresentem da seguinte forma:Falem: Neste trimestre, vamos estudar sob o livro do √äxodo. Os temas est√£o expressos nos t√≠tulos das li√ß√Ķes. Vamos conhec√™-los?Ent√£o, pe√ßam para que os alunos abram a li√ß√£o no √≠ndice e leiam com eles os t√≠tulos das li√ß√Ķes.

7 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição 01.

- Falem: A lição de hoje tem como título O Livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito.

- Dividam o tempo desta lição em 02 partes, a saber:

I- O livro do Êxodo:Falar que este livro faz parte do Pentateuco e é o segundo livro da BíbliaApresentar as características principais do livroEnfatizar a escravidão do povo de Israel no EgitoFalar sobre o clamor de libertação

II - A vida de MoisésFalar que Moisés foi o homem escolhido por Deus para ser o libertador de Israel

Apresentar fatos da vida de Mois√©s, mencionados na li√ß√£o. Cuidado para n√£o entrar no tema da li√ß√£o 02.- Trabalhem este conte√ļdo, buscando sempre a participa√ß√£o dos alunos e contextualizem o tema para o tipo de aluno que voc√™s ensinam.

- Para concluir o estudo desta li√ß√£o, utilizem a din√Ęmica¬†“O √äxodo”.- Para concluir a aula, utilizem a din√Ęmica¬†“Projeto 2014″.Tenham uma excelente e produtiva aula!

Din√Ęmica: O √äxodo

Objetivo: Socializar como ocorreu o êxodo do mundo de pecado para o Reino de Deus.

Material:02 correntes confeccionadas com papel

Procedimento:

- Ap√≥s a explana√ß√£o da li√ß√£o, falem novamente que a palavra “√äxodo” significa “sa√≠da”, do povo de Israel do Egito, onde viviam escravizados, para a terra prometida. Contextualizando este tema, podemos dizer que j√° fomos escravizados pelo pecado, mas hoje somos livres.

- Escolham um aluno e falem que ele vai representar a humanidade.

- Falem:O homem, antes de pecar, gozava da comunh√£o com Deus.Mas, quando o homem pecou, o pecado o separou de Deus.Tornando-se preso ao pecado e as garras do Diabo.

- Coloquem a corrente na m√£o do aluno, demonstrando a humanidade presa ao pecado.

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O Livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito - Ev. José Roberto A. Barbosa


O LIVRO DE ÊXODO E O CATIVEIRO DE ISRAEL NO EGITO

Texto √Āureo Gn. 50.25 - Leitura B√≠blica Ex. 1.1-14
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

√äxodo √© o segundo livro do Antigo Testamento, parte dos cinco primeiros livros denominados de Pentateuco (que significa tomos de cinco volumes em grego). Em hebraico, esses livros s√£o conhecidos como Torah (lei ou instru√ß√£o). √Č esse livro, cujo significado √© “partida”, em alus√£o √† sa√≠da do povo de hebreu do Egito, que estudaremos nas pr√≥ximas li√ß√Ķes. Na aula de hoje trataremos de contextualizar esse livro, ressaltando sua autoria, data e estrutura. Ao final destacaremos a pessoa de Cristo, como Aquele que √© maior do que Mois√©s.

1. AUTORIA, DATA E PROP√ďSITO

O autor do livro de √äxodo, escrito entre 1450 e 1410 a. C., √© o mesmo que escreveu o Pentateuco. A tradi√ß√£o atribui esses livros √† pena de Mois√©s, ainda que n√£o haja uma refer√™ncia explicita no texto. Mas √© v√°lido destacar que nos tempos de Josu√© (Js. 8.31-35) Mois√©s j√° era reconhecido como seu autor, o que fora confirmado por Jesus (Mc. 12.46). H√° evid√™ncias internas no livro que apontam para a autoria mosaica, indicando que o autor fora testemunha ocular de alguns fatos (Ex. 2.12; 9.31,32; 15.57). O livro pode ser categorizado como uma narrativa hist√≥rica, por tratar a respeito de eventos que se desenvolveram no princ√≠pio da hist√≥ria nacional de Israel. Como hist√≥ria, o livro de √äxodo aborda aspectos espec√≠ficos do povo de Israel, ressaltando a alian√ßa desse povo com Deus. O enfoque principal do livro est√° no cumprimento das promessas do Senhor em rela√ß√£o a Israel. O contexto √© de opress√£o, pois os filhos de Jac√≥ tinham se multiplicado, incomodado ao novo Fara√≥, que n√£o tinha mais compromisso com Jos√© (Ex. 1.1.-8). A primeira parte do livro trata sobre a revela√ß√£o de Deus a Abra√£o de que o povo seria oprimido em uma terra estrangeira por um per√≠odo de 400 anos, at√© retornar √† terra prometida por Deus (Gn. 15.13-14). A segunda parte do livro mostra a revela√ß√£o da alian√ßa de Israel com Deus, ap√≥s o rompimento do pacto (Ex. 19.14; 32-34; 35-40), al√©m de apresentar instru√ß√Ķes, atrav√©s de Mois√©s, no Monte Sinai (Ex. 20-23; 25-31) para todo povo. O tema principal do √äxodo √© mostrar o cumprimento das promessas de Deus aos patriarcas de que ele faria deles uma grande na√ß√£o. Isso aconteceria apesar da pot√™ncia eg√≠pcia daquele tempo, e at√© mesmo da incredulidade do povo israelita. Muito embora Mois√©s seja considerado a figura central do livro de √äxodo, √© a provid√™ncia divina que o conduz ao longo da jornada de f√© e coragem. O Deus de Israel √© quem d√° instru√ß√Ķes precisas a esse homem para cumprir Seus des√≠gnios. O livro apresenta a seguinte organiza√ß√£o: 1. Opress√£o dos Hebreus no Egito (Ex. 1.1-11.10); 2. Livramento dos Hebreus do Egito (Ex. 12.1-13.16); 3. Ensinamento a Israel no Caminho do Sinai (Ex. 15.22-19.2); 4. O Pacto de Deus com Israel no Monte Sinai (Ex. 19.3-24.18); e 5. Normas de Adora√ß√£o a Deus por Israel, no Monte Sinai (Ex. 35.1-40.38). Os vers√≠culos-chave se encontram em Ex. 3.7,10, no qual o Senhor responde ao clamor do povo por liberta√ß√£o.

2. O PAPEL DE MOIS√ČS NO LIVRO DE √äXODO

O nome Mois√©s quer dizer “retirado das √°guas” (Ex. 2.10), e mais precisamente, em eg√≠pcio, “filho” ou “crian√ßa”. √Č reconhecidamente o grande legislador dos hebreus, filho de Anr√£o e Joquebede, da tribo de Levi. Mois√©s nasceu no tempo em que o Fara√≥ do Egito tinha resolvido eliminar todas as crian√ßas do sexo masculino das fam√≠lias hebreias (Ex. 2.1-4; 6.20; At. 7.20; Hb. 11.23). Para preservar a vida do seu filho, Joquebede tomou a iniciativa de coloc√°-lo em um cesto de junco, √†s margens do Nilo, sendo salvo pela filha de Fara√≥, que lhe deu o nome de Mois√©s, educando-o como filho adotivo, sendo este instru√≠do em toda ci√™ncia dos eg√≠pcios (Ex. 2.5-10; At. 7.21,22). Ainda que Mois√©s tenha tido um preparo profissional no Egito, sendo levado ao pal√°cio (Ex. 2.10), e frequentado o maiores centos de estudos eg√≠pcios (Ex. 3.9,10), fez prevalecer as orienta√ß√Ķes que recebera da sua m√£e, que trabalhara como escrava-ama para cuidar dele, sustentada pela filha do Fara√≥ (At. 7.22). Por isso quando mais velho, Mois√©s testemunhou um ato de agress√£o contra um escravo hebreu. Nesse momento, resolveu intervir, identificando-se com aquele homem. Nesse ato, Mois√©s matou o soldado eg√≠pcio que agredia o escravo hebreu, enterrando seu corpo na areia. Mas algu√©m que testemunhou aquele assassinato o denunciou perante as autoridades eg√≠pcias. Para escapar da puni√ß√£o, Mois√©s fugiu para as terras de Midian, onde se casou com Z√≠pora, filha de Jetro, chefe dos sacerdotes das tribos midianitas, passando a pastorear suas ovelhas (Ex. 2.11-21; At. 7.29). Durante o per√≠odo em que pastoreava as ovelhas do seu sogro, Mois√©s, que conhecia o Deus de Israel por ouvir falar, teve um encontro pessoal com Ele, diante de uma sar√ßa ardente (Ex. 3.1-14). Esse encontro modificou radicalmente a vida de Moises, nos primeiros anos de estudo no Egito fora instru√≠do para ser algu√©m, durante o per√≠odo em que esteve no deserto, percebeu que n√£o era ningu√©m, somente depois desse encontro, percebeu que Deus era tudo.

3. JESUS, MAIOR DO QUE MOIS√ČS

Nos tempos de Mois√©s o povo de Israel estava debaixo do jugo opressor dos eg√≠pcios, que clamava por um libertador. A condi√ß√£o humana √© muito pior, pois as pessoas n√£o est√£o apenas debaixo da tortura de uma na√ß√£o, mas do pr√≥prio pecado. Por esse motivo, a necessidade premente do ser humano n√£o √© de um libertador nacional, mas primordialmente espiritual. Jesus, nesse sentido, √© maior do que Mois√©s (Hb. 3.1-6), pois o centro da nossa confiss√£o de f√© est√° fundamentada nEle. Mois√©s cumpriu aquilo que lhe dizia respeito em rela√ß√£o √† na√ß√£o israelita, libertando-a do cativeiro eg√≠pcio, mas Jesus foi al√©m disso, sendo o Filho de Deus, estabeleceu uma nova alian√ßa. Todos aqueles que est√£o em Cristo, na atual dispensa√ß√£o, foram firmados em uma promessa eterna (Mt. 10.22; Lc. 8.15; Jo. 8.31; 15.4-6). Nossa confian√ßa deve ser depositada n√£o apenas naquilo que Mois√©s disse, mas no que fora reafirmado por Jesus, como o Filho enviado pelo Pai (I Ts. 5.24; Jd. 24,25). A esperan√ßa do crente √© Cristo (Hb. 3.16), que realizou uma obra salvif√≠ca (Rm. 5.1,2), para todos aqueles que nEle creem (Jo. 3.16). Por meio de Cristo Deus estabeleceu um novo e vivo caminho (Hb. 10.20), firmado sobre Sua palavra (Hb 4.12), portanto, devemos nEle crer, para a vida eterna, caso contr√°rio, seremos conduzidos √† morte (Hb. 2.14,15; 3.17). √Č poss√≠vel estabelecer uma compara√ß√£o entre Mois√©s e Jesus, destacando a superioridade deste em rela√ß√£o √†quele. Na verdade, na nova alian√ßa, Jesus se sobrep√Ķe a Mois√©s, tendo em vista ser Jesus o profeta a respeito do qual falou o pr√≥prio Mois√©s vaticinou (Dt.18.15-18). Isso porque Jesus √© a express√£o maior do Pai, nEle o Verbo se fez carne, e habitou entre n√≥s, cheio de gra√ßa e de verdade (Jo. 1.1,14,18). Somente Ele poderia dizer que quem O visse estaria vendo o pr√≥prio Pai, destacando, assim, a plenitude da Sua revela√ß√£o (Jo. 14.9; Hb. 1.1,2).

CONCLUSÃO

O estudo do livro do √äxodo nos revelar√°, nas pr√≥ximas li√ß√Ķes, o valor da liberdade, principalmente em seu aspecto redentor. O bem mais precioso da humanidade √© a liberdade, n√£o por acaso existe uma est√°tua a ela dedicada nos Estados Unidos. Mois√©s foi o homem usado por Deus para libertar o povo de Israel do cativeiro eg√≠pcio. Maior do que ele √© Cristo, Aquele que √© o Grande Libertador, que tira o homem do pecado, e o conduz √† vida eterna (Jo. 8.36).
BIBLIOGRAFIA

ANDI√ĎACH, P. R.¬†O Livro do √äxodo. S√£o Leopoldo: Sinodal, 2010.
COLE, R. A. Êxodo: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1981.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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1¬ļ Trimestre de 2014

Uma Jornada de Fé: A formação do povo de Israel e sua herança espiritual

Comentarista: Pastor Antonio Gilberto

LI√á√ēES:

Li√ß√£o 1 ‚Äď O livro de √äxodo e o Cativeiro de Israel no Egito
Li√ß√£o 2 ‚Äď Um Libertador para Israel
Li√ß√£o 3 ‚Äď As Pragas Divinas e as Propostas Ardilosas de Fara√≥
Li√ß√£o 4 ‚Äď A Celebra√ß√£o da Primeira Pascoa
Li√ß√£o 5 ‚Äď A Travessia do Mar Vermelho
Li√ß√£o 6 ‚Äď A Peregrina√ß√£o de Israel no Deserto at√© o Sinai
Li√ß√£o 7 ‚Äď Os Dez Mandamentos do SENHOR
Li√ß√£o 8 ‚Äď Mois√©s - Sua Lideran√ßa e Seus Auxiliares
Li√ß√£o 9 ‚Äď Um Lugar de Adora√ß√£o a DEUS no Deserto
Li√ß√£o 10 ‚Äď As Leis Civis Entregues por Mois√©s aos Israelitas
Li√ß√£o 11 ‚Äď DEUS Escolheu Ar√£o e Seus Filhos para o Sacerd√≥cio
Li√ß√£o 12 ‚Äď A Consagra√ß√£o dos Sacerdotes
Li√ß√£o 13 ‚Äď O Legado de Mois√©s

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Tema a Deus em Todo o Tempo - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabug√°, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LI√á√ÉO 13 - TEMA A DEUS EM TODO TEMPO - 4¬ļ TRIMESTRE 2013

(Ec 12.1-8)

INTRODUÇÃO

“De tudo o que se tem ouvido, o fim √©: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este √© o dever de todo homem. Porque Deus h√° de trazer a ju√≠zo toda obra e at√© tudo o que est√° encoberto, quer seja bom, quer seja mau” (Ec 12.13,14). Foi com estas palavras que o s√°bio Salom√£o conclui o livro de Eclesiastes. Depois de buscar sentido para a vida no prazer, no vinho, em obras magn√≠ficas, em joias preciosas, e nos bens terrenos (Ec 2.1-10), ele conclui que o verdadeiro sentido da vida √© temer a Deus e guardar os seus mandamentos. Nesta √ļltima li√ß√£o do trimestre, estudaremos os s√°bios conselhos do rei Salom√£o acerca do preparo para a chegada da velhice e da morte, e tamb√©m sobre o significado de temor do Senhor e sobre os mandamentos divinos.

I - DEVEMOS NOS PREPARAR PARA A VELHICE E PARA A MORTE

Em Ec 12.1-8 Salom√£o aconselha que o homem deve, desde a sua juventude, lembrar-se de Deus, o Criador, pois, a velhice e a morte s√£o inevit√°veis. Vejamos:

1.1 “Lembra-te do teu Criador…” (Ec 3.1a). O termo hebraico para a palavra lembra-te √© z√£khar e significa: “lembrar”, “recordar”, “pensar a respeito” e “ser lembrado”. “Lembrar-se” na B√≠blia subentende a√ß√£o. Por exemplo: Quando Deus lembrou-se de No√©, Abra√£o e Ana, interviu em suas vidas para o seu bem (Gn 8.1-6; 19.29; I Sm 1.19). Por isso, lembrar-se do Criador implica em agir de acordo com os seus mandamentos (Ec 12.13; I Jo 2.4; 3.24), pois foi Ele que nos fez, e d√° a todos a vida, a respira√ß√£o e todas as coisas (Gn 1.26; At 17.24-26; Hb 11.3).

1.2 “… nos dias da tua mocidade…” (Ec 3.1b). Embora todos os homens devam lembrar-se do Criador, e n√£o apenas os jovens; o s√°bio Salom√£o exorta, principalmente a juventude, porque nesta fase da vida √© comum surgirem tenta√ß√Ķes que giram em torno da busca pelo prazer e satisfa√ß√£o pessoal, que podem levar o jovem ao esquecimento de Deus (Ec 11.9,10; Mt 19.16-22; Lc 15.11-15,30; II Tm 2.22).

1.3 “… antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: N√£o tenho neles contentamento” (Ec 3.1c). Os maus dias, neste texto, referem-se ao cansa√ßo e a fadiga da velhice, quando o homem perde o vigor f√≠sico, e os sentidos (audi√ß√£o, vis√£o, paladar, tato e olfato) j√° n√£o atuam como antes, como podemos ver nos vers√≠culos seguintes.

1.4 “Antes que se escure√ßam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas…” (Ec 12.2). Na B√≠blia Viva, o texto diz: “Os seus olhos ficar√£o t√£o fracos que n√£o poder√£o perceber a luz do sol, da lua e das estrelas…”. O que significa dizer que Salom√£o n√£o estava se referindo a fen√īmenos que ocorrer√£o nos astros celestes, e sim, a uma caracter√≠stica da velhice, onde √© comum ocorrer limita√ß√Ķes e defici√™ncia visual. Portanto, n√£o √© o sol, a lua e as estrelas que escurecer√£o, e sim, a vis√£o, que ao chegar a velhice, j√° n√£o √© perfeita, como ocorreu com Isaque, Jac√≥, o sacerdote Eli e o profeta A√≠as, que j√° n√£o podiam ver, por conta da idade avan√ßada (Gn 27.1; 48.10; I Sm 3.2; 4.15; I Rs 14.4).

1.5 “No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por j√° serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas” (Ec 12.3). Metaforicamente, neste texto, a casa √© o corpo; os guardas s√£o os bra√ßos; os homens fortes s√£o as pernas; os moedores s√£o os dentes; e, as janelas s√£o os olhos. Em outras palavras, Salom√£o estava dizendo: “No dia em que teus bra√ßos come√ßarem a tremer, e as tuas pernas se tornarem fracas, e teus dentes j√° n√£o puderem mastigar e os teus olhos estiverem cansados”. Na verdade, tudo isto acontece na velhice!

1.6 “E as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ru√≠do da moedura, e se levantar √† voz das aves, e todas as vozes do canto se baixarem” (Ec 12.4). As duas portas da rua refere-se aos l√°bios (Ec 12.4 ARA) que, por falta dos dentes, o barulho da mastiga√ß√£o diminui e j√° n√£o se pode falar em voz alta. Quanto ao “levantar-se √† voz das aves” tem o sentido de acordar mais cedo, ter pouco sono. As vozes tamb√©m diminuir√£o, pois, at√© as cordas vocais, com a idade, perdem a for√ßa, e a voz pode perder o timbre ou enfraquecer.

1.7 “Como tamb√©m quando temerem o que est√° no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai √† sua casa eterna, e os pranteadores andar√£o rodeando pela pra√ßa” (Ec 12.5). Neste texto, o s√°bio lembra diversas experi√™ncias da velhice: (1) √Č comum o medo de altura, pois, com os ossos fragilizados, os velhos s√£o mais cautelosos e temem subir em lugares altos; (2) Tamb√©m, nessa √©poca, surgem os “espantos no caminho”, ou seja, os temores da vida; (3) Quanto ao “florescer da amendoeira” representa as c√£s da pessoa idosa (Gn 42.38; 44.29; Pv 16.31; 20.29), pois, a amendoeira, no Oriente, floresce quando as outras √°rvores n√£o tem flor. Depois, ela fica branca, pois suas flores s√£o alvas, enquanto as outras √°rvores ficam escuras, com a folhagem verde; (4) O gafanhoto torna-se um peso quando n√£o h√° mais disposi√ß√£o para um novo plantio, principalmente, para quem j√° n√£o tem mais apetite; (5) Ir a casa eterna fala da morte f√≠sica, que todos est√£o sujeitos (Gn 3.19; Dt 31.16; Sl 115.17; Jo 11.11; At 5.10; II Co 5.1; II Pe 1.14; Tg 2.26).

1.8 “Antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o c√Ęntaro junto √† fonte, e se despedace a roda junto ao po√ßo, e o p√≥ volte √† terra, como o era, e o esp√≠rito volte a Deus, que o deu” (Ec 12.6,7). Este texto faz men√ß√£o a tricotomia do homem, ou seja, corpo, alma e esp√≠rito (I Ts 5.23). A cadeia de prata refere-se a alma, a sede das emo√ß√Ķes (Gn 2.7; Sl 42.5; 86.4; Ct 1.7; Mc 14.34; Jo 12.27); o copo de ouro diz respeito ao esp√≠rito humano que, juntamente com a alma, forma o homem interior (Nm 16.22; Sl 51.10; Jo 4.22,23; Rm 1.9; I Co 14.14,15; II Co 7.1); e, o c√Ęntaro “de barro”, √© uma alus√£o ao corpo, que √© a parte material do homem (Sl 139.13-16; Rm 6.12-14; 7.24; I Co 6.19,20; II Co 4.14-16; 5.1). O s√°bio diz ainda que o p√≥ volta √† terra, ou seja, o corpo, depois da morte volta ao p√≥ (Gn 3.19) e o esp√≠rito volta para o controle de Deus (Lc 16.22).

II - O TEMOR DO SENHOR

O termo hebraico para a palavra teme em (Ec 12.13) √© “yare”, que significa: “temer”, “reverenciar” ou “respeitar”, e comumente se refere ao temor do Senhor, como em (Pv 1.7) onde o s√°bio diz que “O temor do Senhor √© o princ√≠pio da ci√™ncia”. Logo, temer a Deus significa honrar e respeitar a Sua autoridade e senhorio. Vejamos alguns exemplos:

TV EBD - Tema a Deus em Todo o Tempo - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 13 - Tema a Deus em Todo o Tempo. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 13 - 4T/2013

2ª Parte - Lição 13 - 4T/2013

3ª Parte - Lição 13 - 4T/2013

4ª Parte - Lição 13 - 4T/2013

5ª Parte - Lição 13 - 4T/2013

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Question√°rio - Tema a Deus em Todo o Tempo - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 13 - Tema a DEUS em Todo Tempo
Responda conforme a revista da CPAD do 4¬ļ Trimestre de 2013 - Prov√©rbios e Eclesiastes

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas

 

TEXTO √ĀUREO
1- Complete:

¬†“De tudo o que se tem ___________________________, o fim √©: ________________________________ a DEUS e __________________________ os seus mandamentos; porque este √© o _________________________ de todo homem” (Ec 12.13).

VERDADE PR√ĀTICA
2- Complete: 

Obedecer aos _____________________________________ do Senhor é a __________________________ de que vivemos uma vida _____________________________ diante dos homens e de DEUS

COMENT√ĀRIO/INTRODU√á√ÉO
3- Como o pregador Salomão conclui o seu ensino no capítulo 12 de Eclesiastes?

(¬†¬†¬† ) O autor fala do prazer da vida sem perder de vista a vida de abund√Ęncia.

(    ) Contrastando vividamente os distintos momentos da vida humana: juventude e velhice, alegria e tristeza, vida e morte, presente e futuro, temporal e eterno.

(    ) O estilo adotado por Salomão deixa-nos a sensação de que ele processa a sua reflexão de trás para frente.
(    ) O autor fala da juventude a partir de uma análise realista da velhice.

(    ) Fala da vida com os olhos fitos na morte.

(    ) Fala do temporal com os olhos voltados ao eterno.

(    ) Fala da criatura a partir do Criador.

(    ) E fala do prazer da vida sem perder de vista o julgamento final.


I. - UMA VERDADE QUE NÃO PODE SER ESQUECIDA
4- Qual uma importante exorta√ß√£o contida no √ļltimo cap√≠tulo de Eclesiastes?

(¬†¬†¬† ) O termo hebraico para lembrar, lehitra’ot, refor√ßa a id√©ia de que DEUS √© criador.

(¬†¬†¬† ) O √ļltimo cap√≠tulo de Eclesiastes inicia-se com uma exorta√ß√£o a que nos lembremos do nosso Criador.

(    ) Uma das doutrinas mais bem definidas da Bíblia é a da criação.

(    ) Pela fé cremos no DEUS criador do universo.

(    ) Mas aqui, não temos o interesse apologético de provar a existência de DEUS, pois Salomão parte do princípio de que DEUS é, e que os seus leitores têm isso muito bem resolvido.
(¬†¬†¬† ) Com a express√£o “lembra-te do teu Criador”, o s√°bio ensina aos homens que eles n√£o passam de criaturas.

(    ) O termo hebraico para lembrar, zakar, reforça essa idéia.

(    ) Ele significa recordar, trazer a mente, fazer um memorial.

(¬†¬†¬† ) √Č como se o pregador dissesse: “Coloque isso em sua mente e, se poss√≠vel, fa√ßa um memorial. N√£o esque√ßa que voc√™ √© criatura e que h√° um Criador”.

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Tema a Deus em Todo o Tempo - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Question√°rio

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO √ĀUREO
“De tudo o que se tem ouvido, o fim √©: Teme a DEUS e guarda os seus mandamentos; porque este √© o dever de todo homem” (Ec 12.13).

VERDADE PR√ĀTICA
Obedecer aos mandamentos do Senhor é a prova de que vivemos uma vida justa diante dos homens e de DEUS

LEITURA DI√ĀRIA
Segunda - Gn 2.7 - Conhecendo a criatura
Terça - Ec 12.1 - Conhecendo o Criador
Quarta - Ec 11.9,10; Jo 21.18a - Conhecendo a mocidade
Quinta - Ec 12.1-7; Jo 21.18b - Conhecendo a velhice
Sexta - Ec 12.7; 1 Ts 5.23 - Conhecendo o ser humano
S√°bado - Ec 12.13,14 - Um dia prestaremos contas

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Eclesiastes 12.1-8

- 1 Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: N√£o tenho neles contentamento; 2 antes que se escure√ßam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva; 3 no dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por j√° serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas; 4 e as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ru√≠do da moedura, e se levantar √† voz das aves, e todas as vozes do canto se baixarem; 5 como tamb√©m quando temerem o que est√° no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai √† sua eterna casa, e os pranteadores andar√£o rodeando pela pra√ßa; 6 antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o c√Ęntaro junto √† fonte, e se despedace a roda junto ao po√ßo, 7 e o p√≥ volte √† terra, como o era, e o esp√≠rito volte a DEUS, que o deu. 8 Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo √© vaidade.
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Tema a Deus em Todo o Tempo - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO =¬†¬†”De tudo o que se tem ouvido, o fim √©: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este √© o dever de todo homem”(Ec 12.13).
VERDADE PRATICA = Obedecer aos mandamentos do Senhor é a prova de que vivemos uma vida justa diante dos homens e de Deus.
LEITURA BIBLICA = ECLESIASTES 12: 1-8
N√ďS SOMOS TODOS CRIATURAS DE DEUS?
E porquê? Porque Deus criou-nos a todos assim como criou todo o mundo. Mas sermos filhos de Deus isso é muito diferente: só é filho de Deus aquele que de Deus nasce, aquele que entrega a sua vida a Jesus e o recebe como seu Salvador.Irmãos, quando alguém entrega a sua vida a Jesus, várias coisas acontecem e uma delas é que você é feito uma nova pessoa, não por fora mas por dentro. Outra coisa que acontece é que é feito um filho de Deus.
E repare numa coisa interessante: não é você que se faz filho de Deus! Deus é que o faz Seu filho! Você não fez absolutamente nada..
Romanos 8:15¬†- “Porque n√£o recebeste o esp√≠rito de escravid√£o para outra vez estardes em temor, mas recebestes o esp√≠rito de adop√ß√£o de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.”
Romanos 8:16¬†- “E o mesmo Esp√≠rito testifica com o nosso esp√≠rito que somos filhos de Deus.”Eu n√£o sou mais um pecador, mas sim um filho de Deus. Eu sou aquilo que Deus diz que eu sou! Eu era um pecador, mas fui salvo e tornei-me uma nova criatura.
Romanos 8:17¬†- “E se n√≥s somos filhos, somos logo herdeiros tamb√©m, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo: se √© certo que com Ele padecemos, para que tamb√©m com Ele sejamos glorificados.”
SOMOS UMA NOVA CRIATURA
Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, pr√≠ncipe dos judeus. De noite Nicodemos foi ter com Jesus e disse-lhe: “Rabi, bem sabemos que √©s Mestre vindo de Deus, porque ningu√©m pode fazer estes sinais que Tu fazes se Deus n√£o for com ele” (Jo√£o 3:1 e 2).E Jesus respondeu e disse-lhe: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que n√£o nascer de novo n√£o pode ver o Reino de Deus”.
E o vers√≠culo 4 diz:¬†”E disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer de novo sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua m√£e?
Na verdade, na verdade te digo que aquele que n√£o nascer da √°gua e do esp√≠rito n√£o pode entrar no Reino de Deus. O que √© nascido da carne √© carne, o que √© nascido do esp√≠rito √© esp√≠rito.”Este homem era princ√≠pe de uma sinagoga; era assim como que um pastor. Foi ter com Jesus e Jesus disse-lhe que ningu√©m podia entrar no Reino de Deus se n√£o nascesse de novo. Jesus disse que ningu√©m entraria no Reino de Deus se n√£o tivesse nascido de novo.
O DEUS DA CRIAÇÃO.
(1) Deus se revela na B√≠blia como um ser infinito, eterno, auto- existente e como a Causa Prim√°ria de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus n√£o existisse. Conforme afirma Mois√©s: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu √©s Deus”¬†(Sl 90.2).¬†Noutras palavras, Deus existiu eterna e infinitamente antes de criar o universo finito. Ele √© anterior a toda cria√ß√£o, no c√©u e na terra, est√° acima e independe dela¬†( 1 Tm 6.16 nota; Cl 1.16).
(2) Deus se revela como um ser pessoal que criou Ad√£o e Eva “√† sua imagem”¬†(1.27; ver 1.26 ).¬†Porque Ad√£o e Eva foram criados √† imagem de Deus, podiam comunicar-se com Ele, e tamb√©m com Ele ter comunh√£o de modo amoroso e pessoal.
(3) Deus tamb√©m se revela como um ser moral que criou tudo bom e, portanto, sem pecado. Ao terminar Deus a obra da cria√ß√£o, contemplou tudo o que fizera e observou que era “muito bom”¬†(1.31).
Posto que Adão e Eva foram criados à imagem e semelhança de Deus, eles também não tinham pecado (1.26 ). O pecado entrou na existência humana quando Eva foi tentada pela serpente, ou Satanás (Gn 3; Rm 5.12; Ap 12.9).
A ATIVIDADE DA CRIAÇÃO.
(1) Deus criou todas as coisas em “os c√©us e a terra”¬†(1.1; Is 40.28; 42.5; 45.18; Mc 13.19; Ef 3.9; Cl 1.16; Hb 1.2; Ap 10.6).
O verbo “criar” (hb.”bara”) √© usado exclusivamente em refer√™ncia a uma atividade que somente Deus pode realizar. Significa que, num momento espec√≠fico, Deus criou a mat√©ria e a subst√Ęncia, que antes nunca existiram¬†(ver 1.3 nota).
(2) A Bíblia diz que no princípio da criação a terra estava informe, vazia e coberta de trevas (1.2).
Naquele tempo o universo não tinha a forma ordenada que tem agora. O mundo estava vazio, sem nenhum ser vivente e destituído do mínimo vestígio de luz.
Passada essa etapa inicial, Deus criou a luz para dissipar as trevas (1.3-5), Deu forma ao universo (1.6-13). E encheu a terra de seres viventes(1.20-28).
(3) O m√©todo que Deus usou na cria√ß√£o foi o poder da sua palavra. Repetidas vezes est√° declarado: “E disse Deus…”(1.3,6,9,11,14,20,24,26).
Noutras palavras, Deus falou e os céus e a terra passaram a existir, Antes da palavra criadora de Deus, eles não existiam (Sl 33.6,9; 148.5; Is 48.13; Rm 4.17; Hb 11.3).
(4) Toda a Trindade, e não apenas o Pai, desempenhou sua parte na criação.
(a) O pr√≥prio Filho √© a Palavra (”Verbo”) poderosa, atrav√©s de quem Deus criou todas as coisas. No pr√≥logo do Evangelho segundo Jo√£o, Cristo √© revelado como a eterna Palavra de Deus¬†(Jo 1.1).¬†”Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez”¬†(Jo 1.3).
Semelhantemente, o ap√≥stolo Paulo afirma que por Cristo “foram criadas todas as coisas que h√° nos c√©us e na terra, vis√≠veis e invis√≠veis.., tudo foi criado por Ele e para Ele”¬†(Cl 1.16).
Finalmente, o autor do Livro de Hebreus afirma enfaticamente que Deus fez o universo por meio do seu Filho (Hb 1.2).
(b) Semelhantemente, o Esp√≠rito Santo desempenhou um papel ativo na obra da cria√ß√£o. Ele √© descrito como “pairando” (”se movia”) sobre a cria√ß√£o, preservando-a e preparando-a para as atividades criadoras adicionais de Deus.
A palavra hebraica traduzida por “Esp√≠rito” (ruah) tamb√©m pode ser traduzida por “vento” e “f√īlego”. Por isso, o salmista testifica do papel do Esp√≠rito, ao declarar: “Pela palavra do Senhor foram feitos os c√©us; e todo o ex√©rcito deles, pelo esp√≠rito (ruah) da sua boca”¬†(Sl 33.6).¬†Al√©m disso, o Esp√≠rito Santo continua a manter e sustentar a cria√ß√£o¬†(J√≥ 33.4; Sl 104.30).
O PROP√ďSITO E O ALVO DA CRIA√á√ÉO.
Deus tinha raz√Ķes espec√≠ficas para criar o mundo.
(1) Deus criou os c√©us e a terra como manifesta√ß√£o da sua gl√≥ria, majestade e poder. Davi diz: “Os c√©us manifestam a gl√≥ria de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas m√£os”¬†(Sl 19.1; cf. 8.1).¬†Ao olharmos a totalidade do cosmos criado desde a imensa expans√£o do universo, √† beleza e √† ordem da natureza - ficamos tomados de temor reverente ante a majestade do Senhor Deus, nosso Criador.

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Tema a Deus em Todo o Tempo - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA B√ćBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANG√ČLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITER√ďI - RJ
LI√á√ÉO N¬ļ 13- DATA: 29/12/2013
T√ćTULO: “TEMA A DEUS EM TODO TEMPO”
TEXTO √ĀUREO - Ec 12.13
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE: Ec 12.1-8
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

Dt 6.1-2 - Um mandamento frequente ao povo santo √© “temer a Deus” ou “temer ao Senhor”. √Č importante que saibamos o que esse mandamento significa para n√≥s como crentes. Somente √† medida que verdadeiramente temermos ao Senhor √© que seremos libertos da escravid√£o de todas as formas de temores anormais e sat√Ęnicas.

II - O SIGNIFICADO DO TEMOR DE DEUS:

O mandamento geral de “temer ao Senhor” inclui uma variedade de aspectos do relacionamento entre o crente e Deus. Vejamos:

(1) - √Č fundamental, no temor a Deus, reconhecer a Sua santidade, justi√ßa e retid√£o como complemento do Seu amor e miseric√≥rdia, isto √©, conhec√™-Lo e compreender plenamente quem Ele √© (Pv 2.5). Esse temor baseia-se no reconhecimento que Deus √© um Deus santo, cuja natureza inerente O leva a condenar o pecado.

(2) - Temer ao Senhor é considerá-Lo com santo temor e reverência, e honrá-Lo como Deus, por causa da Sua excelsa glória, santidade, majestade e poder (Fp 2.12).

Quando, por exemplo, os israelitas, no monte Sinai, viram Deus manifestar-se atrav√©s de “trov√Ķes e rel√Ęmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina mui forte”, o povo inteiro “estremeceu” (√äx 19.16) e implorou a Mois√©s que este falasse, ao inv√©s de Deus (√äx 20.18-19; Dt 5.22-27 cfSl 33.8-9).

(3) - O verdadeiro temor de Deus leva o crente a crer e confiar exclusivamente nEle para a salva√ß√£o. Por exemplo: depois que os israelitas atravessaram o mar Vermelho como em terra seca e viram a extrema destrui√ß√£o do ex√©rcito eg√≠pcio, “temeu o povo ao SENHOR e creu no SENHOR” (√äx 14.31 cf Sl 115.11). Noutras palavras, o temor ao Senhor produz no povo de Deus esperan√ßa e confian√ßa nEle. N√£o √© de admirar, pois, que tais pessoas se salvem (Sl 85.9) e desfrutem do amor perdoador de Deus, e da Sua miseric√≥rdia (Lc 1.50; cf. Sl 103.11; 130.4).

(4) - Finalmente, temer a Deus significa reconhecer que Ele é um Deus que se ira contra o pecado e que tem poder para castigar a quem transgride Suas justas leis, tanto no tempo como na eternidade (Sl 76.7-8).

Quando Ad√£o e Eva pecaram no jardim do √Čden, tiveram medo e procuraram esconder-se da presen√ßa de Deus (Gn 3.8 10).

Moisés experimentou esse aspecto do temor de Deus quando passou quarenta dias e quarenta noites em oração, intercedendo pelos israelitas transgressores (Dt 9.19).

III - RAZ√ēES PARA TERMOS TEMOR DE DEUS:

As raz√Ķes para temer o Senhor v√™m do significado do temor do Senhor.

(1) - Devemos temê-Lo por causa do Seu grande poder como o Criador de todas as coisas e de todas as pessoas (Sl 33.6-9; 96.4-5; Jo 1.9).

(2) - Além disso, o poder inspirador de santo temor que Ele exerce sobre os elementos da criação e sobre nós é motivo de temê-Lo (Êx 20.18-20; Ec 3.14; Jn 1.11-16; Mc 4.39-41).

(3) - Quando nós nos apercebemos da santidade do nosso Deus, isto é, Sua separação do pecado e Sua aversão constante a ele, a resposta normal do espírito humano é temê-Lo (Ap 15.4).

(4) - Todos quantos contemplarem o esplendor da glória de Deus não podem deixar de experimentar reverente temor (Mt 17.1-8).

(5) - As bênçãos contínuas que recebemos da parte de Deus, especialmente o perdão dos nossos pecados (Sl 130.4), devem nos levar a temê-Lo e a amá-Lo (1 Sm 12.24; Sl 34.9; 67.7; Jr 5.24).

(6) - √Č indubit√°vel que o fato de Deus ser um Deus de justi√ßa, que julgar√° a totalidade da ra√ßa humana, gera o temor a Ele (Dt 17.12-13; Is 59.18-19; Ml 3.5; Hb 10.26-31).

√Č uma verdade solene e santa que Deus constantemente observa e avalia as nossas a√ß√Ķes, tanto as boas quanto as m√°s, e que seremos responsabilizados por essas a√ß√Ķes, tanto agora como no dia do nosso julgamento individual.

IV - CONOTA√á√ēES PESSOAIS LIGADAS AO TEMOR DE DEUS:

O temor de Deus é muito mais do que uma doutrina bíblica; ele é diretamente aplicável à nossa vida diária, de numerosas maneiras.

(1) - Primeiramente, se realmente tememos ao Senhor, temos uma vida de obedi√™ncia aos Seus mandamentos e damos sempre um “n√£o” estridente ao pecado.

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Tema a Deus em Todo o Tempo - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 13 - 4T/2013 - Parte 1

Lição 13 - 4T/2013 - Parte 2

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