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O Cuidado com Aquilo que Falamos - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO

“Favo de mel s√£o as palavras suaves: doces para a alma e sa√ļde para os ossos” (Pv 16.24).
VERDADE PR√ĀTICA

As nossas palavras revelam muito do que somos, pois a boca fala do que o coração está cheio.
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Prov√©rbios 6.16-19; 15.1,2,23; 16.21.24.Prov√©rbios 616 - Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a s√©tima a sua alma abomina:17 - olhos altivos, e l√≠ngua mentirosa, e m√£os que derramam sangue inocente,18 - e cora√ß√£o que maquina pensamentos viciosos, e p√©s que se apressam a correr para o mal,19 - e testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irm√£os.Prov√©rbios 151 - A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.2 - A l√≠ngua dos s√°bios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estult√≠cia.23 - O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, qu√£o boa √©!Prov√©rbios 1621 - O s√°bio de cora√ß√£o ser√° chamado prudente, e a do√ßura dos l√°bios aumentar√° o ensino.24 - Favo de mel s√£o as palavras suaves: doces para a alma e sa√ļde para os ossos.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Conhecer¬†as consequ√™ncias das palavras;
  • Explicar¬†os s√≠mbolos usados por Salom√£o e Tiago, e
  • Ter¬†cuidado com o bom uso da l√≠ngua.

PALAVRA-CHAVE

L√≠ngua:¬†√ďrg√£o muscular, situado na boca e na faringe, respons√°vel pelo paladar e auxilia na mastiga√ß√£o e na degluti√ß√£o, e tamb√©m na produ√ß√£o de sons, fala.

COMENT√ĀRIO
introdução

Prov√©rbios e Tiago cont√™m as mais belas exposi√ß√Ķes sobre uma capacidade que apenas os seres humanos possuem: a fala. Na li√ß√£o de hoje, analisaremos o que as Escrituras revelam sobre esse fascinante dom. Num primeiro momento, estudaremos como o falar √© tratado pelos autores sagrados. Em seguida, veremos os conselhos que Salom√£o e Tiago d√£o √†queles que verbalizam pensamentos, princ√≠pios e preceitos. O objetivo √© mostrar como a literatura sapiencial b√≠blica toca num ponto sens√≠vel da vida humana, muitas vezes esquecido pelos crist√£os: a devida e correta utiliza√ß√£o das palavras.¬†[Coment√°rio:¬†¬†Palavras s√°bias trazem sa√ļde. Prov√©rbios revela o que a sabedoria de Deus (sua Palavra) ensina ao nosso cora√ß√£o: as verdades e promessas devem influenciar o nosso discurso, e esse ensinamento deve ser transmitido aos nossos l√°bios. A Palavra em nosso cora√ß√£o deve ensinar ou controlar o nosso falar e a nossa conduta. A “do√ßura” e a “sa√ļde” promovidas por tal modo de falar s√£o desej√°veis, quer em nossos relacionamentos humanos, quer no derramamento da gra√ßa divina em nossa vida di√°ria. Isso leva o crente a uma vida vitoriosa, atrav√©s de um reconhecimento constante da for√ßa e do poder de Deus pela l√≠ngua e a conduta]. Tenhamos todos uma excelente e aben√ßoada aula!
I. O PODER DAS PALAVRAS

1. Palavras que matam.¬†√Č evidente que, dependendo do contexto em que s√£o faladas e por quem s√£o pronunciadas, podem ferir ou at√© mesmo matar (Pv 18.21a). Este exemplo pode ser observado na vida conjugal, quando uma palavra ofensiva, ou injuriosa, dita por um c√īnjuge, ofende e magoa o outro. Se n√£o houver perd√£o de ambas as partes, o relacionamento poder√° deteriorar-se (Pv 15.1).¬†[Coment√°rio:¬†¬†O Rei Salom√£o disse que as palavras det√©m o poder da vida e da morte. Isto √©, palavras vivificam. Palavras matam. Matam aos poucos. Palavras matam aos poucos quando causam constrangimento: quem ouve quer se esconder ou desaparecer de vez, deixando claro que melhor seria se as tais palavras n√£o tivessem sido pronunciadas. Palavras matam aos poucos quando ferem: quem ouve sente uma dor como se algu√©m tivesse arrancado um peda√ßo seu, um peda√ßo da esperan√ßa, da confian√ßa, da beleza. Palavras matam aos poucos quando ofendem: quem ouve tem seu car√°ter questionado. Palavras matam aos poucos quando geram distanciamento: quem ouve vai perdendo o prazer de estar perto de quem fala. Palavras matam aos poucos quando desestimulam: quem ouve vai perdendo o pique, vai deixando de acreditar que vale a pena continuar lutando. Palavras matam aos poucos quando desestabilizam processos: quem ouve come√ßa a duvidar se est√° fazendo a coisa a certa, se vai chegar a algum lugar, se os outros est√£o igualmente comprometidos. Palavras matam aos poucos quando impedem ou fazem morrer processos: quem ouve abandona tudo. Palavras matam aos poucos quando promovem disc√≥rdias: quem ouve come√ßa a se afastar de um e de outro, at√© ficar ilhado].

2. Palavras que vivificam.¬†A palavra hebraica dabar significa palavra, fala, declara√ß√£o, discurso, dito, promessa, ordem. Os temas contemplados pelo uso desses termos s√£o, na maioria das vezes, valores morais e √©ticos. Salom√£o tem consci√™ncia da import√Ęncia das palavras e, por isso, afirma: “O s√°bio de cora√ß√£o ser√° chamado prudente, e a do√ßura dos l√°bios aumentar√° o ensino” (Pv 16.21).¬†[Coment√°rio:¬†¬†Quando estamos diante de algu√©m irado, uma resposta branda facilitar√° a reconcilia√ß√£o e a paz (cf. 1 Sm 25.21-34), ao passo que palavras duras despertam ainda mais a ira e a hostilidade (ver Cl 4.5,6). Os conselheiros se alegrariam em dar respostas adequadas, porque uma palavra dita a seu tempo √© boa (v. 23). Um bom conselho, quem o menospreza? S√≥ o tolo o enfatuado. O soberbo e o presun√ßoso tamb√©m s√£o visados nesta s√©rie de conselhos, como vemos no verso 24, onde o entendido acha o seu caminho para cima, porque para baixo est√° o Sheol. Olhe para cima e viva. Porque em cima est√° o Senhor.].
SINOPSE DO T√ďPICO (I)Segundo a B√≠blia, dependendo da motiva√ß√£o de quem pronuncia, as palavras podem matar ou vivificar
II. CUIDADOS COM A L√ćNGUA

1. Evitando a tagarelice.¬†H√° um prov√©rbio muito popular que diz: “Quem fala o que quer, ouve o que n√£o quer”. Este ditado revela a maneira imprudente de se falar, algo bem pr√≥prio do tagarela. Este personagem est√° presente na tradu√ß√£o do hebraico batah: pessoa que fala irrefletida e impensadamente. N√£o basta dizer: “Pronto, falei!”. √Č preciso medir as consequ√™ncias do que se fala. E a melhor forma de fazer isso √© compreender que na “multid√£o de palavras n√£o falta transgress√£o, mas o que modera os seus l√°bios √© prudente” (Pv 10.19). Salom√£o tinha essa consci√™ncia (Pv 13.3).[Coment√°rio:¬†¬†”O que guarda a sua boca e sua l√≠ngua, guarda das ang√ļstias a sua alma“. (Pv 21.19). Com raz√£o disse Tiago: “Todos trope√ßamos em muitas coisas. Se algu√©m n√£o trope√ßa em palavra, esse homem √© perfeito, e capaz de refrear todo o corpo“. Quem nunca fez uma fofoca? Quem nunca disse mal de algu√©m? Quem nunca praguejou, ainda que de forma cl√°ssica? Quem nunca murmurou? Quem nunca proferiu uma mentira, ainda que comercial ou emergencial? Quem nunca discutiu e na discuss√£o feriu com palavras? Quem nunca disse algo que n√£o deveria ter dito? Estes s√£o os pecados sociais da l√≠ngua. Domar a l√≠ngua √© um processo di√°rio e que exige muito auto controle, disciplina e compromisso com a pr√°tica dos princ√≠pios b√≠blicos que devem nortear nossa vida. Quando o crist√£o mostra equil√≠brio no falar, significa que o Esp√≠rito Santo est√° construindo nele o car√°ter de Cristo. Pedro disse que Jesus nos deixou o exemplo, para que segu√≠ssemos as sua pegadas. Ter a mente de Cristo (1Co 2.16) tamb√©m √© falar como Cristo falou e agir como Ele agiu. N√≥s falamos aquilo que pensamos. “A boca fala do que est√° cheio o cora√ß√£o” (Mt 12.34). Quem afirmou isto foi o Mestre por excel√™ncia, Jesus.].

2. Evitando a maledic√™ncia.¬†O livro de Prov√©rbios tamb√©m apresenta conselhos sobre a maledic√™ncia. Ali, a palavra aparece como sendo a s√©tima abomina√ß√£o, isto √©, o ponto m√°ximo de uma lista de atitudes que o Senhor odeia (Pv 6.16-19). O Senhor “abomina” (do hebraico to’ebah) a maledic√™ncia ou a contenda entre irm√£os. No original, “abominar” significa “sentir nojo de” e pode se referir a coisas de natureza f√≠sica, ritual ou √©tica. Deus se enoja de intrigas entre irm√£os. √Č a mesma palavra usada para descrever coisas abomin√°veis ao Senhor, tais como a idolatria (Dt 7.25), o homossexualismo (Lv 18.22-30) e os sacrif√≠cios humanos (Lv 18.21)![Coment√°rio:¬†¬†Do latim¬†maledicentia.ae: caracter√≠stica ou particularidade da pessoa maledicente; seus sin√īnimos s√£o:¬†difama√ß√£o, fuxico, mexerico e mordacidade. Ato ou aptid√£o para falar mal dos outros; cuja inten√ß√£o √© denegrir; difama√ß√£o. Fala injuriosa ou maldosa: coment√°rio cheio de maledic√™ncia. Seis coisas Deus aborrece e a s√©tima ele abomina. O que semeia contendas entre os irm√£os aparece aqui como o pior de todos. N√£o √© apenas um cl√≠max de Prov√©rbios, em que a escala vai aumentando. Todavia, o que semeia contendas entre irm√£os, a que desune a fam√≠lia hebraica ou crist√£, deve ser mesmo um abomin√°vel, porque da intriga ou contenda nasce tudo que h√° de pior. Come√ßa por separar o que deveria estar unido e junto; cria o mal-estar onde deveria haver amor; prepara para outros desenvolvimentos, que podem levar muito longe, ao crime at√©, se Deus n√£o intervir. Quantas contendas entre irm√£os nas igrejas, por causa de um semeador de intrigas! Este prov√©rbio devia ser, em Israel, uma esp√©cie de cartilha, um manual que todo israelita saberia de cor, transpondo para o grupo dos prov√©rbios, como o encontramos aqui. Seria uma esp√©cie de trocadilho, que se proferiria ocasionalmente. Pensa-se, seria uma forma did√°tica para uso nas escolas, onde o mestre perguntaria ao aluno: Quais s√£o os sete pecados mortais? O aluno responderia na ponta da l√≠ngua. Para n√≥s s√£o bastante claros, pois todos temos ci√™ncia dos seus efeitos, de um modo ou de outro.].
SINOPSE DO T√ďPICO (II)O conselho b√≠blico para cuidarmos da nossa l√≠ngua come√ßa por evitarmos a tagarelice e a maledic√™ncia. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Cuidado com Aquilo que Falamos - CPAD

INTRODUÇÃO

I. O PODER DAS PALAVRAS
II. O CUIDADO COM A L√ćNGUA
III. O BOM USO DA L√ćNGUA
IV. SALOMÃO E TIAGO

CONCLUSÃO

O Poder Benéfico do Discurso
(Tg 3.1-5a)

Embora Tiago esteja preocupado com um poss√≠vel uso indevido da posi√ß√£o de professor ou mestre, por aqueles que n√£o alcan√ßaram a maturidade espiritual, ainda assim acredita que o discurso do homem desempenha um papel importante na determina√ß√£o e no controle de todas as formas de conduta. Portanto, inicia afastando-se um pouco dos leitores, n√£o porque seja merecedor de alguma honra especial, mas porque agora se tornou objeto de um maior escrut√≠nio (”Meus irm√£os, muitos de v√≥s n√£o sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro ju√≠zo”, v.1). Em seguida, conduz seus leitores de volta √† discuss√£o (”Todos trope√ßamos”, v.2) de forma a n√£o se elevar tanto perante eles e deixar clara a impress√£o de que os “professores” ou “mestres” n√£o s√£o possuidores de uma posi√ß√£o superior ou de uma perfei√ß√£o moral dentro da Igreja (estes tamb√©m “trope√ßam”).

Essas manifesta√ß√Ķes de ret√≥rica s√£o importantes porque o of√≠cio de ensinar era altamente considerado nos prim√≥rdios da Igreja, e a pretens√£o de “muitos” da congrega√ß√£o de se tornarem mestres, aos quais Tiago est√° se dirigindo, √© a causa de sua preocupa√ß√£o com a ambi√ß√£o pelo poder e pela posi√ß√£o (veja 1.9,12; 2.1-4 e coment√°rios). Os que podem suportar o julgamento mais rigoroso que aguarda os mestres s√£o aqueles cujo discurso e obras devem ser mutuamente consistentes; devem n√£o somente ser “perfeitos e poderosos” no que dizem, mas tamb√©m capazes de “refrear todo o corpo” (v.2).

Tiago emprega duas met√°foras para descrever a habilidade da l√≠ngua em “refrear todo o corpo” - o freio nas bocas dos cavalos e o leme no navio.

Nos dois exemplos, qualquer uma das menores partes √© capaz de controlar a dire√ß√£o e as a√ß√Ķes de todo o conjunto. No entanto, a rela√ß√£o entre a l√≠ngua e o resto do corpo √© diferente daquela de um freio com o cavalo ou de um leme com o navio; ela n√£o controla diretamente as a√ß√Ķes de uma pessoa. Devido √† imperfeita adapta√ß√£o dessa analogia, alguns comentaristas sugeriram que Tiago est√° estendendo sua discuss√£o ao papel dos professores da Igreja. √Č a “l√≠ngua” do mestre que controla todo o “corpo” da Igreja.

Por√©m, a principal preocupa√ß√£o de Tiago nessa se√ß√£o da carta […] est√° dirigida √†s atitudes individuais dos crentes, e n√£o √† vida coletiva da Igreja (uma quest√£o que ele analisa em 5.13-20). Assim sendo, √© poss√≠vel que esteja pretendendo que suas met√°foras sejam entendidas dentro de um sentido mais amplo. Pode ainda estar fazendo uma ilustra√ß√£o da ideia dos ensinamentos de Jesus quando diz que “do que h√° em abund√Ęncia no cora√ß√£o, disso fala a boca” (Mt 12.34; cf. Tg 3.10, onde o desejo do indeciso cora√ß√£o humano profere tanto a b√™n√ß√£o quanto a maldi√ß√£o). A pr√≥pria “l√≠ngua” √© uma met√°fora da linguagem humana, indicando claramente a natureza dos desejos interiores que definitivamente orientam e determinam todas as a√ß√Ķes de uma pessoa. Tiago chama a aten√ß√£o para essa quest√£o fundamental da vontade dizendo explicitamente que freios s√£o usados “para que [os cavalos] nos obede√ßam” (v.3), e que o leme √© utilizado para que dirija as naus “para onde quer a vontade daquele que as governa” (v.4).

At√© esse ponto, Tiago tem enfatizado os aspectos positivos do discurso humano. Se a frase “se algu√©m n√£o trope√ßa” estiver expressando a aceita√ß√£o e a conformidade com a vontade de Deus, como se fosse a nossa pr√≥pria, ent√£o seremos capazes de “tamb√©m refrear todo o corpo” e de nos dirigirmos para longe das “muitas coisas” nas quais “todos trope√ßamos” (v.2); Por√©m, agora ele est√° sugerindo que muitas vezes a “l√≠ngua” n√£o est√° a servi√ßo dos prop√≥sitos mais nobres. Embora a l√≠ngua seja “um pequeno membro… gloria-se de grandes coisas” (v.5). A ostenta√ß√£o pode ser “maligna” (4.16) se indicar autoconfian√ßa ou auto-realiza√ß√£o, ao inv√©s de ser uma express√£o de confian√ßa e louvor pelo que Deus j√° realizou em n√≥s (veja 1.9,10 e coment√°rios). Nos versos seguintes, Tiago muda seu enfoque para o uso indevido do discurso humano.

Texto extraído do Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento, Vol.2, editado pela CPAD.

Publicado no Portal CPAD

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TV EBD - O Cuidado com Aquilo que Falamos - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 05 - O Cuidado com Aquilo que Falamos. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 05 - 4T/2013

2ª Parte - Lição 05 - 4T/2013

3ª Parte - Lição 05 - 4T/2013

4ª Parte - Lição 05 - 4T/2013

5ª Parte - Lição 05 - 4T/2013

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O Cuidado com Aquilo que Falamos - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†¬†= “Favo de mel s√£o as palavras suaves: doces para a alma e sa√ļde para os osso? (Pv 16.24)
VERDADE PR√ĀTICA =¬†As nossas palavras revelam muito do que somos, pois a boca fala do que do cora√ß√£o est√° cheio.
LEITURA BIBLICA = Prov. 6:16-19 = 15:1,2,23 = 16: 21,24
INTRODUÇÃO
Uma das grandes necessidades dos crist√£os, hoje, est√° no cuidado que devem ter com aquilo que falam; pois, como diz o Talmude: “a l√≠ngua do homem √© como a abelha: tem mel e tem ferr√£o”. Atrav√©s do ensino constante desta se√ß√£o da Ep√≠stola de Tiago, o Esp√≠rito Santo quer nos ajudar a manter a nossa l√≠ngua sob freios do temor do Senhor.
O Poder da Palavra
Tiago no capítulo 3 fala sobre o poder da palavra, ou da língua, uma vez que a palavra é articulada pela língua. O rei Salomão no seu livro de Provérbios, 18v21, diz que a vida e a morte estão no poder da língua. Vamos pensar sob este assunto, o poder da palavra, em quatro pontos principais.
Primeiro, ela √© um dom de Deus.¬†J√° pensaram o que seria de n√≥s ao sentir vontade de cantar, sem poder usar a l√≠ngua, ou pregar a palavra de Deus, ou conversar? Como fariam os locutores de r√°dio ou de televis√£o sem poder usar a l√≠ngua? Como faria o crist√£o quando desejasse falar com Deus, ou o jovem que desejasse pedir a sua namorada em casamento? √Č por isso que dizemos que a l√≠ngua ou a palavra √© um dom de Deus. E Tiago nos adverte do perigo de fazermos mau uso da palavra: com ela bendizemos a Deus ou amaldi√ßoamos aos homens.
Segundo.¬†A l√≠ngua pode matar uma pessoa.¬†Isto faz-nos lembrar do suic√≠dio do nosso presidente, Dr. Get√ļlio Vargas. Algu√©m fez denuncias contra ele, verdadeiras ou falsas, gerando murm√ļrios em todo Brasil; levando-o a cometer o suic√≠dio. Muitos choravam dizendo ser um grande presidente; enquanto outros diziam o contr√°rio. O importante disto a considerar, √© o poder da palavra de matar uma pessoa. Ela mata o √Ęnimo, destr√≥i a f√©, macula o amor, destr√≥i o entusiasmo; ou ainda o prazer de viver. Quanta responsabilidade pesa sobre cada um de n√≥s no uso deste membro t√£o importante de comunica√ß√£o. Por isto mesmo o Senhor Jesus nos adverte, dizendo que daremos contas no dia do ju√≠zo por toda a palavra ociosa que dissermos. Por isso todo o cuidado √© pouco. Saibamos usar bem este maravilhoso dom que Deus nos deu.
Terceiro.¬†Diz Tiago que a l√≠ngua √© um fogo, cujo fogo ele traz do inferno. Diz ele que um pequeno fogo destr√≥i um grande bosque; e a l√≠ngua um pequeno membro que incendeia o curso da natureza, Deus criou os homens para viverem em paz. E pergunta:¬†”De onde v√™m as guerras e pelejas entre v√≥s? Porventura n√£o vem disto, a saber, dos vossos deleites, que em vossos membros guerreiam?” (Tiago 4:1).
Maldizer o nosso semelhante √© cometer um homic√≠dio; porque a palavra tem o poder como foi citado acima. Vejam por ex: a televis√£o e o radio e ainda o computador, s√£o instrumentos dados por Deus para promover o bem-estar do nosso semelhante, ou ainda de toda comunidade. Lamentavelmente estes instrumentos s√£o usados muitas vezes para deturpar a verdade e estimular na pr√°tica do mal muito mais do que do bem. √Č o poder da palavra.
Quarto.¬†A palavra vivifica.¬†Exemplos: Jesus deu ordem e o defunto L√°zaro saiu da sepultura. (Jo√£o 11 43). O paral√≠tico do tanque de Betesda, e o de Cafarnaum, ao ouvirem a palavra: “Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa” (Jo√£o5: 8e9. Mt 9: 6e7).Uma boa palavra pode criar um bom animo; criar entusiasmo e glorificar a Deus, como diz Tiago, “Com ela bem dizemos a Deus, ou amaldi√ßoamos os homens; com ela n√≥s damos uma nova vida √† igreja, e promovemos o reino de Deus. Ent√£o distinto leitor de que modo voc√™ usa este dom que Deus lhe deu que √© a l√≠ngua ou a capacidade de pronunciar palavras? Voc√™ est√° contribuindo que na igreja haja muitas convers√Ķes, ou est√° barrando o crescimento dela? Est√° usando a sua l√≠ngua para vivificar uma pessoa, ou para mat√°-la? Quanta responsabilidade! A sua palavra, √© para vivificar ou matar? Use-a para dar vida pois o mundo precisa de vida.
TROPEÇANDO NAS PALAVRAS
Conforme Tiago, todos, principalmente os líderes, têm a responsabilidade e serão julgados com maior rigor por aquilo que falarem ou pregarem, mesmo sabendo que tropeçamos em muitas coisas; mas se alguém não tropeça em palavras, pode considerar-se perfeito sendo capaz de controlar todo corpo. Se é capaz de controlar todo corpo, a língua é membro do corpo a ser controlada.
AS PALAVRAS FEREM E MATAM
Não há nada mais penetrante do que as palavras ditas com intuito de machucar. Dependendo de como ela é aplicada ou da gravidade, pode até deixar um indivíduo psicologicamente arrasado. Elas são como espada ou flecha mortífera (Jr 9.8) na mão do valente, elas transpassam o coração. A língua é como veneno de cobra (Jó 20.16; Sl 140.3; Rm 3.13,14), é como um fogo que abrasa um bosque (Tg 3.5b); é como uma navalha afiada (Sl 52.2,4; 57.4; 64.3; Sl 73.9).
Ela proclama mentiras e difama√ß√£o¬†(Gn¬†39.13,14,15; Pv 6.24; Sl 15.3; Sl 119.2; Pv 6.17; Jr 9.3,5,8);¬†produz rosto irado e odeia a quem ela tem ferido¬†(Pv 25.23; Pv 26.28),¬†al√©m de se gloriar das grandes coisas¬†(Tg 3.5).¬†Do a√ßoite e lisonjas da l√≠ngua somente Deus nos livra¬†(J√≥ 5.21; Sl 31.20; Sl 120.2; Pv 6.24),¬†e das impreca√ß√Ķes¬†(Sl 91.10 -12);¬†Isa 54.17).¬†A l√≠ngua perversa ser√° destru√≠da(Pv 10.31).
CONTROLANDO A LINGUA
O controle da língua é imprescindível. Todos os membros do corpo podem ser dominados pelo homem, principalmente a língua (Tg 3.2), e quem não consegue controlá-la sofrerá as consequências. Ela serve de tropeço ao próprio homem (Sl 64.8; Sl 78.36; Isa 3.8; Os 7.16); e pode até levá-lo ao abismo (Pv 17.20). Assim não devemos ser precipitados no falar, mas, prontos para ouvir e tardios no falar (Ec 5.2; Tg 1.19).
A LINGUAS DO JUSTO
A l√≠ngua do justo deve ser √°rvore de vida¬†(Pv 15.4),¬†¬†deve ser como a pena de um destro escritor¬†(Sl 45.1),deve revelar sabedoria e conhecimento¬†(Isa 50.4; Sl 15.2);¬†ser como prata escolhida¬†(Pv 10.20);¬†produzindo sa√ļde¬†(Pv 12.18)¬†e propagar as boas novas¬†(Sl 35.28),¬†e produzindo justi√ßa e defendendo o direito dos pobres¬†(Pv 31.8,9).

A Obediência no Falar
Na B√≠blia, nossa l√≠ngua √© chamada de “mundo de iniq√ľidade… que contamina o corpo inteiro… Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; tamb√©m, com ela, amaldi√ßoamos os homens, feitos √† semelhan√ßa de Deus” (Tg 3.6,9).
Na Palavra de Deus encontramos diversas instru√ß√Ķes e exorta√ß√Ķes em rela√ß√£o ao uso da l√≠ngua. Por exemplo: “Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos l√°bios” (Pv 4.24). Uma tradu√ß√£o livre do texto seria: “N√£o permitas que tua boca fale qualquer inverdade; que teus l√°bios pronunciem difama√ß√£o ou engano”. Tudo o que √© inverdade, tudo o que torce a verdade e tudo o que engana √© mentira. O mais dif√≠cil para n√≥s realmente √© obedecer com a l√≠ngua, n√£o √© mesmo? Uma pesquisa entre jovens alem√£es a partir de 14 anos revelou que as pessoas engendram alguma mentira a cada oito minutos: “S√£o aproximadamente 200 inverdades durante o dia” (Topic, 4/2002).
A B√≠blia declara com muita propriedade: “a l√≠ngua, por√©m, nenhum dos homens √© capaz de domar; √© mal incontido, carregado de veneno mort√≠fero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; tamb√©m, com ela, amaldi√ßoamos os homens, feitos √† semelhan√ßa de Deus. De uma s√≥ boca procede b√™n√ß√£o e maldi√ß√£o. Meus irm√£os, n√£o √© conveniente que estas coisas sejam assim” (Tg 3.8-10).
Uma história ilustra todo o poder do que falamos ou deixamos de falar:
Um homem riqu√≠ssimo tinha convidado muitas pessoas para uma festa. Encarregou seu cozinheiro-chefe de comprar os melhores alimentos. Este foi ao mercado e comprou l√≠nguas - somente l√≠nguas e nada mais. Apresentou-as como primeiro prato, segundo prato, etc., servindo somente l√≠nguas aos h√≥spedes. Os convivas elogiaram a composi√ß√£o da refei√ß√£o e a id√©ia original do cozinheiro. Mas, aos poucos come√ßaram a ficar saturados de tanto comer l√≠nguas. O anfitri√£o se irritou e mandou chamar o cozinheiro: “N√£o mandei que voc√™ comprasse o que h√° de melhor no com√©rcio?” Ele respondeu: “Existe algo melhor do que l√≠ngua? Clique aqui para ler o texto completo »

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O Cuidado com Aquilo que Falamos - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA B√ćBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANG√ČLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITER√ďI - RJ
LI√á√ÉO N¬ļ 05- DATA: 03/11/2013
T√ćTULO: ‚ÄúO CUIDADO COM AQUILO QUE FALAMOS‚ÄĚ
TEXTO √ĀUREO ‚Äď Pv 16.24
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE: Pv 6.16-19; 15.1-2, 23; 16.21, 24
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

Um dos piores pecados é o da língua; os resultados são tão abaladoramente sérios, que somente devemos citá-los com temor. Quantos filhos de Deus sucumbiriam chorando amargamente, se pudessem ver a amplitude e as consequências dos pecados da língua! Afinal, as palavras tem a leveza do vento e a força da tempestade.

II - O TROPEÇO NA PALAVRA:

√Č muito dif√≠cil algu√©m n√£o tro¬≠pe√ßar em palavras. √Äs vezes, dize¬≠mos algo que n√£o gostar√≠amos que sa√≠sse de nossos l√°bios. Quando per¬≠cebemos, j√° √© tarde. √Č o que se cha¬≠ma de ato falho, pois revela o que est√° no interior da pessoa e, muitas vezes, causa s√©rios problemas a quem diz e a quem ouve. Por isso, precisamos vigiar, santificando a l√≠n¬≠gua, para que n√£o venhamos a tro¬≠pe√ßar por palavras.

Nm 12.1 - O que produz o pecado da língua nos é mostrado, por exemplo, com Miriã e Arão. Qual foi o efeito? Esse falar contra o servo de Deus foi castigado, sendo que Miriã tornou-se leprosa.

Nm 12.15 - Que tragédia! Centenas de milhares de crentes foram detidos em sua marcha para a terra prometida, Canaã, por­que uma mulher tinha pecado com a sua língua.

III - DIFICULDADES EM DOMINARMOS A L√ćNGUA:

(1) - Mais duro ju√≠zo aos mestres ‚Äď Tg 3.1 - Tiago aconselha que muitos n√£o de¬≠vem querer ser mestres, pois para estes est√° reservado “mais duro ju√≠zo”.

De acordo com a B√≠blia de Estudo Pentecostal, os mes¬≠tres s√£o “os pastores, dirigentes de igreja, mission√°rios, pregadores da Palavra ou qualquer pessoa que en¬≠sine √†s congrega√ß√Ķes. O professor precisa compreender que ningu√©m na igreja tem uma responsabilidade maior do que aqueles que ensinam as Sagradas Escrituras. No ju√≠zo, os mestres crist√£os ser√£o julgados com mais rigor e mais exig√™ncia do que os demais crentes”.

(2) - O mestre tem que ser exem¬≠plo - √Č tarefa dif√≠cil ensinar na Igreja do Senhor. As pessoas empolgam-se com os ensinos bem ministrados, fundamentados e ilustrados, mas, depois, olham para a vida do pregador. - Tg 2.12.

(3) - O var√£o perfeito ‚Äď Tg 2.2 - O ap√≥stolo diz que “todos trope√ßamos em muitas coisas”. Ele se inclu√≠a en¬≠tre os que falhavam em muitas coisas, acrescentando que “se algu√©m n√£o trope√ßa em palavra, o tal var√£o √© perfeito e poderoso para tamb√©m refrear todo o corpo”. E isso n√£o √© f√°cil. Contudo, entregando nosso eu ao controle do Esp√≠rito Santo, Ele pode refrear nossos impulsos, inclu¬≠sive a compuls√£o no falar.

(4) - √Č mais f√°cil dominar animais e navios - Tg 3.3-4, 8 - Tiago diz que os cavalos e navios s√£o dominados pelo homem e que, “toda a natureza, tan¬≠to de bestas-feras como de aves, tan¬≠to de r√©pteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana”. Enquanto isso, “nenhum homem pode domar a l√≠n¬≠gua” (v.8). S√≥ h√° uma solu√ß√£o: santificar a l√≠ngua - Sl 141.3.

IV - OS MALES PROVENIENTES DA L√ćNGUA:

(1) - A l√≠ngua √© um fogo ‚Äď Tg 3.5-6a - Tiago usa essa figura para mostrar que, assim como um pequeno fogo pode incendiar um grande bosque (v.5), “a l√≠ngua tamb√©m √© um fogo; como mundo de iniquidade”, posta entre os nossos membros, “e conta¬≠mina todo o corpo”, “inflamada pelo curso do inferno”.

Realmente, vemos na vida quotidiana que a l√≠ngua serve de instrumento para propaga¬≠√ß√£o da mentira, das falsas doutrinas, da intriga, da inveja, das agress√Ķes verbais, dos improp√©rios, da fofoca, que tantos males t√™m causados √†s igrejas.

(2) - A dubiedade da l√≠ngua - Tg 3.8c-10 - A l√≠ngua “est√° cheia de pe√ßo¬≠nha mortal”. Por isso, √© preciso muito cuidado no falar, pois com a mesma l√≠ngua com que “ben¬≠dizemos a Deus e Pai”, “amaldi√ßoa¬≠mos os homens, feitos √† semelhan√ßa de Deus”.

Ainda que de uma mesma fonte não possa sair água doce e água amarga (Tg 3.11), ou de uma figuei­ra sair azeitona, ou da videira sair figos (Tg 3.12), infelizmente, da mesma língua podem sair a bênção e a maldição.

Não nos esqueçamos de que um dia cada um dará contas a Deus até das palavras ociosas - Mt 5.37.

V - OS PECADOS COMETIDOS COM A L√ćNGUA:

(1) - A cal√ļnia ‚Äď Pode ser feita atra¬≠v√©s da mentira, falsidade e inven√ß√£o contra algu√©m.

A lei jurídica brasileira prevê pena contra os caluniadores.

√Č de admirar que em muitas igrejas, quem calunia n√£o sofre qualquer a√ß√£o disciplinar e, com isso, o mal se avoluma, pois o caluniador √© assim estimulado na sua tarefa maligna e destruidora dos valores alheios.

Outros, da mesma √≠ndole, t√™m prazer em relembrar, comentar e espalhar fraquezas, imperfei√ß√Ķes e pecados dos outros, servindo-se da l√≠ngua.

A B√≠blia condena a cal√ļnia - Sl 101.5; √äx 20.16; √äx 23.7; Dt 5.20; Pv 19.9.

Hoje, h√° pessoas que est√£o desviadas dos caminhos do Senhor, porque foram v√≠timas de cal√ļnia de algum irm√£o.

(2) - A difama√ß√£o - Da mesma for¬≠ma, √© crime contra a honra, previsto no C√≥digo Penal Brasileiro. √Č perigoso o trope√ßo na palavra, falar con¬≠tra a honra de algu√©m.

Muitas vezes, o obreiro “passa a m√£o por cima” do difamador para n√£o dar esc√Ęndalo. Enquanto isso, o difamador ficou normalmente nas atividades da congrega√ß√£o.

(3) - A inj√ļria ‚Äď Mt 5.22b - H√° uma atitude de dois pesos e duas medidas em muitas igrejas, quan¬≠do s√≥ s√£o punidos aqueles que adulteram ou roubam, mas ficam totalmente impunes os calunia¬≠dores, injuriadores e difamadores. Algu√©m responder√° por isso no ju√≠zo de Deus.

(4) - O boato - Originariamente, boato vem do latim boatu, signifi¬≠cando “mugido ou berro de boi”.

Hoje, significa “not√≠cia an√īnima, que corre publicamente sem con¬≠firma√ß√£o; balela; rumor, zunzun-zum”.

H√° um dem√īnio espalhando esse tipo de coisa em muitas igrejas. √Č o “ouvi dizer…”, o “disse-me-disse”, sin√īnimos de mexerico. A Palavra de Deus condena esse tipo de mal uso da l√≠ngua. Te¬≠nhamos cuidado com esse “mugi¬≠do de boi” do Diabo! ‚Äď Lv 19.16; Ex 23.1.

(5) - A murmura√ß√£o - Murmurar significa “dizer em voz baixa; segre¬≠dar; censurar disfar√ßadamente; conversar, difamando ou desacreditan¬≠do”.

Os dem√īnios da murmura√ß√£o est√£o soltos no meio de muitas igre¬≠jas. √Č crente falando contra o pastor e sua fam√≠lia e vice-versa; √© obreiro falando contra outro; √© esposa de obreiro murmurando contra esse ou aquele crente. S√≥ quem gosta disso √© o Diabo, causando tristeza e dissens√Ķes nas igrejas. Devemos ter cuidado, pois Deus ouve as murmura√ß√Ķes - √äx 16.7,8; Sl 31.13 cf Fp 2.14.

(6) - As palavras torpes - Ef 4.29 - S√£o palavras chulas ou grosseiras; pornofonias (palavras ou express√Ķes obscenas); pornografias, ou seja: aquilo relativo √† prostitui√ß√£o, a coi¬≠sas obscenas, (sejam por revistas, fil¬≠mes, etc.), piadas grosseiras; anedo¬≠tas que ridicularizam as coisas de Deus. Tudo isso leva o crente a tro¬≠pe√ßar na palavra, usando a l√≠ngua para agradar ao Diabo e entristecer o Esp√≠rito Santo.

VI ‚Äď CONSIDERA√á√ēES FINAIS:

Diante do que temos visto, o crente só pode combater o tropeço na palavra lendo a Palavra de Deus, deixando-se dominar pelo Espírito Santo, vigiando e disciplinando o falar.

Usemos a língua para o bem, pois somos cidadãos dos céus e não devemos descer a linguagem ao nível diabólico. Devemos usar a língua para encorajar outros, louvar a Deus, e levar a mensagem do evangelho aos perdidos. Assim fazendo, dificilmente tropeçaremos em palavras.

FONTES DE CONSULTA:

Ora√ß√£o e Despertamento ‚Äď Obra Mission√°ria Chamada da Meia-noite ‚Äď Wim Malgo

Disciplinas do Homem Crist√£o ‚Äď CPAD ‚Äď R. Kent Hughes

Li√ß√Ķes B√≠blicas CPAD ‚Äď 1¬ļ Trimestre de 1999 ‚Äď Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima.

Publicado no Blog Escola Bíblica Dominical para Todos

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O Cuidado com Aquilo que Falamos - AD Londrina

Aula ministrada pela Presb. Ailton Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 05 - 4T/2013

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Question√°rio - O Cuidado com Aquilo que Falamos - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos

Responda conforme a revista da CPAD do 4¬ļ Trimestre de 2013 - Prov√©rbios e Eclesiastes

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas

 

TEXTO √ĀUREO
1- Complete:

“Favo de _________________________ s√£o as palavras _______________________: doces para a alma e sa√ļde para os _________________________” (Pv 16.24).

VERDADE PR√ĀTICA
2- Complete:

As nossas __________________________ revelam muito do que _________________________, pois a boca fala do que o _________________________ est√° cheio.

I - O PODER DAS PALAVRAS
3- Como palavras podem matar?

(    ) As palavras duras resultam em conversão e união no lar.

(¬†¬†¬† ) √Č evidente que, dependendo do contexto em que s√£o faladas e por quem s√£o pronunciadas, podem ferir ou at√© mesmo matar.

(¬†¬†¬† ) Este exemplo pode ser observado na vida conjugal, quando uma palavra ofensiva, ou injuriosa, dita por um c√īnjuge, ofende e magoa o outro.

(    ) Se não houver perdão de ambas as partes, o relacionamento poderá deteriorar-se.


4- O que significa a palavra hebraica dabar e qual a import√Ęncia das palavras?

(    ) Significa palavra, fala, declaração, discurso, dito, promessa, ordem.

(    ) Significa palavra, fala, exortação, discurso, dito, promessa, obediência.

(    ) Os temas contemplados pelo uso desses termos são, na maioria das vezes, valores morais e éticos.

(¬†¬†¬† ) Salom√£o tem consci√™ncia da import√Ęncia das palavras e, por isso, afirma: “O s√°bio de cora√ß√£o ser√° chamado prudente, e a do√ßura dos l√°bios aumentar√° o ensino”.


II - CUIDADOS COM A L√ćNGUA
5- O que é a tagarelice e qual a consciência de Salomão sobre isto?

(¬†¬†¬† ) H√° um prov√©rbio muito popular que diz: “Quem fala o que quer, ouve o que n√£o quer”.

(    ) Este ditado revela a maneira imprudente de se falar, algo bem próprio do tagarela.

(    ) Este personagem está presente na tradução do hebraico batah: pessoa que fala irrefletida e impensadamente.
(    ) Este personagem está presente na tradução do hebraico malac: pessoa que fala muito.
(¬†¬†¬† ) N√£o basta dizer: “Pronto, falei!” √Č preciso medir as conseq√ľ√™ncias do que se fala.

(¬†¬†¬† ) E a melhor forma de fazer isso √© compreender que na “multid√£o de palavras n√£o falta transgress√£o, mas o que modera os seus l√°bios √© prudente”.

(    ) Salomão tinha essa consciência.


6- O que é maledicência e o que Senhor diz sobre ela?

(    ) O livro de Provérbios também apresenta conselhos sobre a maledicência.

(    ) Ali, a palavra aparece como sendo a sétima abominação, isto é, o ponto máximo de uma lista de atitudes que o Senhor odeia.

(¬†¬†¬† ) O Senhor “abomina” (do hebraico to’elah) a maledic√™ncia ou discuss√£o entre irm√£os.
(¬†¬†¬† ) O Senhor “abomina” (do hebraico to’ebah) a maledic√™ncia ou a contenda entre irm√£os.
(¬†¬†¬† ) No original, “abominar” significa “sentir nojo de” e pode se referir a coisas de natureza f√≠sica, ritual ou √©tica.

(    ) Deus se enoja de intrigas entre irmãos.

(¬†¬†¬† ) √Č a mesma palavra usada para descrever coisas abomin√°veis ao Senhor, tais como a idolatria, o homossexualismo e os sacrif√≠cios humanos.


III - O BOM USO DA L√ćNGUA
7- Como usar a língua na edificação de nosso próximo?

(    ) Como servos de Deus, somos desafiados a usar nossas palavras como um meio para ajudar nossos irmãos.

(¬†¬†¬† ) Devemos ajudar nossos irm√£os atrav√©s de exorta√ß√Ķes, bons conselhos e tamb√©m atrav√©s do ensino da Palavra de Deus e de seus princ√≠pios.

(¬†¬†¬† ) Devemos falar somente o que est√° escrito na b√≠blia. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Cuidado com Aquilo que Falamos - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

TEXTO √ĀUREO
“Favo de mel s√£o as palavras suaves: doces para a alma e sa√ļde para os ossos” (Pv 16.24).

VERDADE PR√ĀTICA
As nossas palavras revelam muito do que somos, pois a boca fala do que o coração está cheio.


LEITURA DI√ĀRIA
Segunda - Pv 15.23 Falando no tempo certo
Terça - Pv 15.2 A língua como adorno da sabedoria
Quarta - Pv 6.17 A língua que DEUS aborrece
Quinta - Pv 16.24 A língua como instrumento de cura
Sexta - Pv 16.21 O saber pela doçura no falar
Sábado - Tg 3.8 A difícil arte de domar a língua

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Prov√©rbios 6.16-19; 15.1,2,23;16.21,24
16 Estas seis coisas aborrece o SENHOR, e a sétima a sua alma abomina: 17 olhos altivos, e língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente, 18 e coração que maquina pensamentos viciosos, e pés que se apressam a correr para o mal, 19 e testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.

1 A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. 2 A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia.

23 O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!

21 O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios aumentará o ensino.

24 Favo de mel s√£o as palavras suaves: doces para a alma e sa√ļde para os ossos.
Clique aqui para ler o texto completo »

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O Cuidado com Aquilo que Falamos - Luciano de Paula Lourenço

Texto Básico: Provérbios 6:16-19; 15:1,2,23; 16:21,24
“Favo de mel s√£o as palavras suaves: doces para a alma e sa√ļde para os ossos” (Pv 16:24)
INTRODUÇÃO

Das sete atitudes que Deus abomina, registradas em Prov√©rbios 6:16-19, tr√™s t√™m a ver com o mau uso das palavras; talvez por isso o livro de Prov√©rbios d√™ tanto destaque a este tema. √Č v√°lido atentar para a advert√™ncia de Tiago 1:19: “Sabeis isto, meus amados irm√£os; mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar” (Tg 1:19). Quanto menos falar, menos risco em trope√ßar. Alerta o s√°bio: “No muito falar n√£o falta transgress√£o, mas o que modera os l√°bios √© prudente” (Pv 10:19). Mas, √© bom enfatizar que falar pouco n√£o significa se omitir. Precisamos falar o necess√°rio, na hora certa e de forma eficaz, sem “jogar conversa fora”.

I.  O PODER DAS PALAVRAS

Quero alertar os professores, alunos e os demais leitores deste blog que o “poder das palavras” referido aqui nada tem a ver com o que a falaciosa teologia da “confiss√£o positiva” diz sobre isso.A Confiss√£o Positiva¬†√© uma heresia indissoci√°vel da falaciosa Teologia da Prosperidade, as duas andam juntas, isto porque o “poder das palavras“, aquilo que eu confesso com a minha boca √© a base para recebermos os demais benef√≠cios pregados pelos adeptos deste movimento: riqueza, sa√ļde plena e aus√™ncia de sofrimento. O seu ensino her√©tico resume-se na m√°xima j√° bastante conhecida no meio evang√©lico: “H√° poder em suas palavras!”. O ensino consiste em dar um significado m√°gico as nossas palavras, de forma que, se eu digo (confesso) a coisa certa, tudo dar√° certo, por√©m, se eu digo algo negativo, isto me trar√° problemas. Portanto, os adeptos chegam a praticar um novo modelo de ora√ß√£o, onde n√£o se pede, “determina-se”,”decreta-se”,”toma-se posse“, e condena-se a atitude de perseverar em ora√ß√£o por algo, como sendo falta de f√©. Segundo os pregadores deste movimento, uma verdadeira atitude de f√© est√° no ato de “decretar” e “crer” que aquilo acontecer√°; segundo este movimento, isto √© que √© f√©, a f√© do tipo que Deus teve ao criar o mundo, quando ele disse “Haja!”; e o que ele disse (confiss√£o positiva) aconteceu.
Isso √© rid√≠culo e abomin√°vel! A B√≠blia n√£o atribui nenhum poder “m√°gico” √†s nossas palavras. O poder pertence a Deus e n√£o as nossas palavras (Sl 62:11). Isto vai totalmente de encontro ao que Jesus ensinou (Mt 6:10; 26:39,42) e os ap√≥stolos tamb√©m (At 18:21; 1Co 4:19; 16.7; Hb 6:3; Tg 4:13-16). Decretar ou determinar s√£o prerrogativas de quem tem autoridade, de quem det√©m o poder (2Sm 15:15; Ed 6:13; Et 1.20; Ec 8:3,4). Na ora√ß√£o, n√≥s somos os s√ļditos e o rei √© Jesus, o √ļnico que pode decretar alguma coisa (Sl 62:11; Mt 28:18). Este ensino do “poder das palavras” deriva-se de uma outra heresia do movimento, que √© o ensino de que o homem √© um semideus. O modelo de ora√ß√£o ensinado na B√≠blia n√£o decreta nem determina, antes, se submete humildemente √† vontade soberana de Deus. Diz o ap√≥stolo Jo√£o: “E esta √© a confian√ßa que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa,¬†segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1Jo√£o 5:14).
1. Palavras que matam.¬†”A morte e a vida est√£o no poder da l√≠ngua” (Pv 18:21). Ningu√©m ignore o os efeitos das palavras. Elas nos animam ou nos deixam arrasados. Elas nos levam ao arrependimento ou ao pecado. Elas nos fazem aceitar o que √© certo ou nos levam a admitir o que √© errado.¬†Tiago 3:6¬†diz que a l√≠ngua¬†“√© um fogo”. As nossas palavras podem incendiar a nossa vida, destruir tudo o que constru√≠mos ao longo de nossa exist√™ncia. Quantos ideais de vida e projetos n√£o tem sido destru√≠do por causa de palavras mal ditas! Quantos casamentos j√° n√£o se acabaram por causa de palavras ofensivas! Quantos j√° n√£os se desviaram e abandonaram a igreja por causa de palavras ditas precipitadamente por aqueles que deveriam amparar! O perd√£o √© o rem√©dio eficaz para palavras venenosas, que ferem e que matam.
2. Palavras que vivificam.¬†”…¬†a l√≠ngua dos s√°bios √© sa√ļde”¬†(Pv 12:18). A l√≠ngua do s√°bio √© medicina para os doentes, b√°lsamo para os aflitos, t√īnico para os cansados e fonte de vida para os que jazem prostrados. A l√≠ngua dos s√°bios √© o ve√≠culo que transporta a verdade e o canal que conduz a esperan√ßa. O s√°bio √© aquele que fala a verdade em amor. Da boca do s√°bio n√£o saem palavras torpes, apenas palavras para a edifica√ß√£o, conforme a necessidade, transmitindo gra√ßa aos que ouvem. Nossa l√≠ngua transporta vida ou √© instrumento de morte? Pense cada um consigo mesmo.¬†(1)

II. CUIDADOS COM A LINGUA

1. Evitando a tagarelice (Pv 12:18). “Tagarelice √© como pontas de espada“. Tagarelice √© falar pelos cotovelos. √Č falar ao vento. √Č falar sem pesar nas consequ√™ncias de sua fala. √Č ser irrespons√°vel com a mordomia da comunica√ß√£o. A l√≠ngua do tagarela fere como pontas de espada. Destr√≥i como veneno e devasta como fogo. A l√≠ngua do tagarela transporta a morte, e n√£o a vida, pois semeia inimizade entre os irm√£os e provoca contendas entre as pessoas. A l√≠ngua do tagarela √© como um cavalo selvagem desenfreado e como um navio em alto-mar desgovernado. Ambos s√£o agentes de morte, e n√£o de vida.¬†(2)
Deus advertiu ao povo de Israel: “N√£o andar√°s como mexeriqueiro entre o teu povo”(Lv 19:16). Ele tamb√©m advertiu algumas tagarelas que se infiltraram na igreja de √Čfeso: “Al√©m do mais, aprendem tamb√©m a viver ociosas andando de casa em casa; e n√£o somente ociosas, mas ainda tagarelas e intrigantes, falando o que n√£o devem”¬†(1Tm 5:13). No Salmo 101:5, Deus diz: “Aquele que difama o seu pr√≥ximo √†s escondidas, eu o destruirei”.¬†Deus √© de opini√£o que pessoas tagarelas n√£o O reconhecem estando entregues aos seus pensamentos corrompidos. Ele equipara as pessoas difamadoras com aqueles que n√£o merecem confian√ßa.
Al√©m disso, as fofocas n√£o precisam ser obrigatoriamente mentirosas. Muitos pensam: “O assunto √© verdade, por isso posso cont√°-lo a todos”. Mas isto n√£o est√° certo! Dizer a verdade com falsos motivos pode ter efeito ainda mais funesto do que falar inverdade.¬†(4)


2. Evitando a maledic√™ncia¬†(Pv 6:16-19).¬†”Estas seis coisas aborrece o SENHOR, e a s√©tima a sua alma abomina: olhos altivos, e l√≠ngua mentirosa, e m√£os que derramam sangue inocente, e cora√ß√£o que maquina pensamentos viciosos, e p√©s que se apressam a correr para o mal, e testemunha falsa que profere mentiras, e¬†o que semeia contendas entre irm√£os“.
“contenda entre os irm√£os” significa maledic√™ncia.¬†Muitas contendas entre os crentes s√£o idealizadas por Satan√°s. Ele √© o maior semeador de contendas entre os irm√£os, mas o que ele faz na maioria das vezes √© “aproveitar a nossa lenha para fazer sua fogueira“. O seu maior desejo √© ver o povo de Deus lutando consigo mesmo, quando dever√≠amos, juntos, lutar contra as for√ßas das trevas.

III. O BOM USO DA LINGUA

1. Quando a l√≠ngua edifica o pr√≥ximo.¬†Palavras agrad√°veis e adequadas, no momento certo, proporcionam edifica√ß√£o espiritual e moral no pr√≥ximo. Diz o s√°bio: “Palavras agrad√°veis s√£o como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo” (Pv 16:24). Como servos de Deus, somos desafiados a usar nossas palavras como um meio para ajudar o nosso pr√≥ximo, atrav√©s de exorta√ß√Ķes e bons conselhos. O aconselhamento √© um grande servi√ßo que a igreja deve prestar em seu seio. A Igreja tem de se preocupar com a conduta dos homens que a integram e dos que vivem ao seu redor. N√£o se trata de impor atitudes aos outros, nem tampouco de conquistar o poder de fazer com que os outros ajam desta ou daquela maneira. Muito pelo contr√°rio, trata-se de uma manifesta√ß√£o do amor divino que est√° no cora√ß√£o de cada membro em particular do corpo de Cristo. Trata-se de sentir compaix√£o pelos seres humanos e, por causa disto, dar opini√Ķes, ensinos ou avisos a eles sobre o que deve ser feito no cotidiano, no viver debaixo do sol. O √ļnico e verdadeiro aconselhamento √© aquele que √© baseado na Verdade, ou seja, na Palavra de Deus. Se aconselhar √© dar ou pedir conselhos e o conselho genu√≠no e aut√™ntico √© aquele que tenha, simultaneamente, base racional e espiritual, a Igreja √© o √ļnico povo, na atual dispensa√ß√£o, que pode, validamente, aconselhar a humanidade, pois s√≥ ela tem condi√ß√Ķes de orientar os homens no caminho em que devem andar. Diz o s√°bio: “…¬†com os que se aconselham se acha a sabedoria“¬†(Pv 13:10). Clique aqui para ler o texto completo »

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O Cuidado com Aquilo que Falamos - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição.

- Falem: A li√ß√£o de hoje tem como t√≠tulo¬†O Cuidado com Aquilo que Falamos”.

- Em seguida, analisem alguns prov√©rbios populares, tais como:”Quando morrer o corpo vai num caix√£o, a l√≠ngua num caminh√£o”.”Fulano tem coceira na l√≠ngua”.“Boca fechada n√£o entra mosca”.”Quem muito fala, muito erra”.”O burro calado passa por s√°bio”.”A boca fala do que o cora√ß√£o est√° cheio”.”Quem conta um conto, aumenta um ponto”.”Quem muito fala, d√° bom dia a cavalo”.

- Depois, utilizem a din√Ęmica “Telefone Sem Fio”.

- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

- Para concluir, leiam o Texto de Reflex√£o¬†“Penas ao vento”.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Din√Ęmica: Telefone Sem Fio

Objetivo:Refletir sobre a import√Ęncia de transmitir informa√ß√Ķes de forma verdadeira.

Material:Um pequeno texto(vejam no procedimento)

Procedimento:- Preparem um pequeno texto contendo v√°rias informa√ß√Ķes, como por exemplo:”Geralmente, afirma-se que Prov√©rbios e Eclesiastes foram escritos por Salom√£o, filho de Davi e o segundo rei de Israel. Salom√£o escreveu 3000 mil prov√©rbios e 1005 c√Ęnticos, mas sabe-se que o livro de Prov√©rbios n√£o tem somente um √ļnico autor, podendo ser citados Agur pela autoria do cap√≠tulo 30 e o 31 √© atribu√≠do ao rei Lemuel, al√©m de alguns s√°bios an√īnimos. Prov√©rbios, Eclesiastes, Cantares, Salmos e J√≥ fazem parte dos Livros de Sabedoria”.- Escolham 8 a 10 alunos e os posicionem na frente da classe, um ao lado do outro.- Expliquem que voc√™s v√£o transmitir uma mensagem para o primeiro aluno e este passar√° as informa√ß√Ķes para o colega ao lado e assim sucessivamente, at√© chegar ao √ļltimo. Esclare√ßam que a mensagem deve ser transmitida de forma que ningu√©m escute, com exce√ß√£o daquele que est√° recebendo-a.- Pe√ßam para que o √ļltimo aluno fale qual a mensagem que recebeu. Com certeza a mensagem estar√° truncada, distorcida, errada.- Em seguida, revelem a mensagem inicialmente transmitida.- Concluam, dizendo que embora seja uma brincadeira, extra√≠mos li√ß√Ķes preciosas, tais como: a import√Ęncia de transmitir o que ouvimos de algu√©m corretamente, n√£o mentir, n√£o espalhar fofoca, n√£o levantar falso testemunho.Ideia original desconhecida.Esta vers√£o da din√Ęmica por Sulamita Macedo.
Texto de Reflex√£o

Penas ao vento

Conta-se que, num tempo e lugar distantes daqui, um jovem levantou falso testemunho, inventando uma história repleta de meias verdades sobre uma pessoa inocente. A fofoca se espalhou rapidamente e começou a prejudicar a vítima. Ocorre que ao ver os danos causados, o jovem se arrependeu e procurou um velho sacerdote para conversar e pedir orientação. O sábio o atendeu calmamente, ouvindo cada uma de suas palavras. Ao final disse: - Você está realmente arrependido deste ato? O jovem rapidamente respondeu que sim e que inclusive já havia pedido perdão à pessoa que injustamente havia acusado. - Bem,  respondeu o confessor, então peço que você faça o seguinte:- Você vai pegar um travesseiro de penas, subir em um alto da montanha e soltar as penas ao vento. - Só isso? Admirou-se o rapaz.- Sim. Depois volte aqui.No dia seguinte o jovem voltou muito satisfeito. Então o sacerdote disse: - Agora você está preparado para cumprir a outra parte. Volte à planície e recolha todas as penas novamente no travesseiro e venha me mostrar. O jovem olhou sem entender e disse: - Mas isso é impossível.- Justamente. Da mesma forma é impossível reparar a fofoca, a mentira, falso testemunho. Apenas porque a misericórdia de Deus é infinita, você poderá receber o perdão. Mas o mal que você provocou ficará pairando sempre, como penas ao vento. Pense bem antes de falar novamente algo contra alguém!Que tal espalhar esta história por aí como penas ao vento?
Autoria desconhecida

Publicado no blog Atitude de Aprendiz 

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