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O Ministério de Pastor - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.

Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, trabalhem a lição 09. Vejam as sugestões abaixo:

- Falem: Estamos estudando sobre os dons Ministeriais. Já estudamos sobre o ministério de Apóstolo, Profeta e Evangelista. Hoje, lição 09, vamos aprender sobre o ministério de Pastor.

- Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.

- Para finalizar a aula, realizem a dinâmica “Ministério Pastoral”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção, professoras e professores da lição de Pré-adolescentes, Adolescentes, Juvenis, Discipulado 1 e Discipulado 2! Vocês já podem encontrar orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.

Você encontram as orientações pedagógicas nesta sequência: Jovens e Adultos, Pré-adolescentes, Adolescentes, Juvenis, Discipulado 1 e Discipulado 2.

Dinâmica: Ministério Pastoral

Objetivo:

Exemplificar e refletir sobre as múltiplas funções do Pastor.

Enfatizar a importância dos colaboradores no ministério pastoral

Material:

Vários objetos de tamanhos  e formas diferentes

Procedimento:

- Escolham uma pessoa da turma para representar a figura do pastor.

- Falem sobre as inúmeras funções de um pastor.

Para cada função citada, entreguem um objeto para o “pastor” segurar, até que não haja mais condições por causa da quantidade.

- Falem: Observem que o pastor exerce muitas funções, com o objetivo de cuidar do rebanho e administrar de forma exitosa a parte administrativa da igreja.

- Falem: É necessário também divisão de tarefas no ministério de  pastor, para que haja um bom exercício das múltiplas funções que exerce, pois de forma isolada não é possível e para que haja responsabilidade, é necessária a cooperação de outros para poder trabalhar de forma exitosa.

- Neste momento, perguntem: Que tipo de atividades podem ser desenvolvidas pelos membros e congregados para colaborar com o vasto trabalho.

Aguardem as respostas.

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O Ministério de Pastor - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO

“Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10.11).

VERDADE PRÁTICA

Por meio do ministério pastoral, conduzimos as ovelhas ao Supremo Pastor, Jesus Cristo.

HINOS SUGERIDOS

156, 337, 515.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Ec 12.11

Há um só Pastor

Terça - Is 40.11

O pastor apascenta as ovelhas

Quarta - Ez 34.12

O pastor em busca das ovelhas

Quinta - Am 3.12

O pastor protege as ovelhas

Sexta - Zc 11.17

O pastor negligente com o rebanho

Sábado - Hb 13.20

Cristo, o Pastor das ovelhas

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

João 10.11,14; Tito 1.7-11; 1 Pedro 5.2-4.

João 10

11 - Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

14 - Eu sou o bom Pastor; e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.

Tito 1

7 - Porque convém que o bispo seja irrepreensível como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;

8 - mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante,

9 - retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes.

10 - Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,

11 - aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras, ensinando o que não convém, por torpe ganância.

1 Pedro 5

2 - apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;

3 - nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.

4 - E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Reconhecer o papel fundamental de Jesus como o sumo pastor.
  • Classificar as características de um verdadeiro pastor.
  • Conscientizar-se da missão do ministério pastoral.

PALAVRA CHAVE

Pastor: Guia espiritual

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Ser pastor sempre foi uma tarefa árdua. Muitas são as demandas internas e externas da igreja local, entre elas o cuidado para com as pessoas do rebanho, visita a enfermos, questões relacionadas a administração eclesiástica e o constante desafio de se dedicar à oração, à pregação e ao ensino da Palavra de Deus. O dia a dia pastoral é desafiador a quem é vocacionado por Deus para apascentar. Somente pela graça e o amor do Pai é possível encarar tão grande responsabilidade. Por outro lado, uma liderança madura e servidora é imprescindível ao desenvolvimento da igreja local. Assim, a lição de hoje abordará esse importante ministério. [Comentário: Em sequencia ao estudo dos dons ministeriais, hoje nos deparamos com o mais árduo dom ministerial listado em Efésios 4.11. No hebraico Bíblico, “raah”, aparece com o sentido de pastor por setenta e sete vezes (Gn 49.24; Êx 2.17,19; Nm 27.17; 1Sm 17.40; Sl 23.1; Is 13.20; 31.4; 40.11; Jr 6.3; 23.4; 25.34-36; 31.10; Ez 34.2-10,12,23; Am 1.2; 3.1; Zc 10.2,3; 11.3,5,8,15,16; 13.7). Literalmente, “um pastor” é alguém que cuida dos rebanhos de ovelhas. Os pastores eram conhecidos como profissionais que alimentavam e protegiam os rebanhos (Jr 31.10; Ez 34.2), que procuravam as ovelhas perdidas (Ez 34.12) e que livravam dos animais ferozes as ovelhas que estivessem sendo atacadas (Am 3.12)” CHAMPLIN, 2004, p. 104. No Novo Testamento, a palavra grega é “poimén”: (a) em seu significado natural (Mt 9.36; 25.32; Mc 6.34; Lc 2.8,15,18,20; Jo 10.2,12); (b) metaforicamente, acerca de Jesus (Mt 26.31; Mc 14.27; Jo 10.11,14,16; Hb 13.20; I Pe 2.25); (c) metaforicamente, a cerca dos que atuam como pastores nas igrejas (Ef 4.11) VINE, 2002, p. 856. Longe destas descrições, nenhuma outra “profissão” tem caído tanto em descrédito quanto o pastorado. É desnecessário elencar os motivos e vamos fugir dessa linha de raciocínio, evidenciando apenas a proposição do comentarista - Jesus, o modelo ideal de pastorado.] Tenhamos todos uma excelente e abençoada aula!

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TV EBD - O Ministério de Pastor - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 9 - O Ministério de Pastor. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 9 - 2T/2014

2ª Parte - Lição 9 - 1T/2014

3ª Parte - Lição 9 - 2T/2014

4ª Parte - Lição 9 - 2T/2014

5ª Parte - Lição 9 - 2T/2014

6ª Parte - Lição 9 - 2T/2014

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O Ministério de Pastor - Ev. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo Jo. 10.11 - Leitura Bíblica Jo. 10.11,14; Tt. 1.7-11; I Pe. 5.2-4

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Em continuidade ao estudo dos dons ministeriais de Ef. 4.11, nos dedicaremos na aula de hoje ao dom ministerial de pastor. Inicialmente mostraremos a necessidade dos pastores na igreja, dando ênfase a Cristo, o maior exemplo de pastoreio. Em seguida, enfocaremos mais especificamente o dom ministerial, mostrando sua relevância para a edificação da igreja do Senhor. E ao final, destacaremos algumas características do pastor, ressaltando sua atuação para a preservação do rebanho de Deus.

1. A NECESSIDADE DOS PASTORES

Jesus é o maior exemplo de pastor, na verdade Ele é o Pastor dos pastores. Em Jo. 10 Jesus disse ser “o Bom Pastor” que dá a vida pelas ovelhas, contrastando com os mercenários, que buscavam apenas alimentar-se das ovelhas, não alimentá-las. Como Bom Pastor Ele conhece as suas ovelhas (Jo.14), cada uma nominalmente, pois são ovelhas do Seu pastoreio (Sl. 100.3). Como Pastor Jesus conduz as suas ovelhas, levando-as adiante (Jo. 10.3,4). Semelhante ao pastor do Sl. 23, Ele as “guia pelas veredas da justiça por amor do seu nome”. Pedro destacou que Jesus é o Pastor e Bispo das nossas almas, que nutre as nossas vidas com o alimento espiritual, instruindo no caminho que deve ser seguido (Sl. 32.8). Para o autor da Epístola aos Hebreus Jesus é o “Grande Pastor”, que não está sujeitos às limitações, por isso pode cuidar do Seu rebanho, tendo por ele interesse. Pedro denominou ainda Jesus de “Supremo Pastor”, que nos dará, se não desfalecermos, “a imarcescível coroa de glória” (I Pe. 5.4). Somos ovelhas carentes de um cuidado, por isso Cristo é Aquele que pode nos apascentar, considerando Suas credenciais. Ele desempenha essa função por meio dos pastores (gr. poimên), que Ele mesmo deu para a igreja (Ef. 4.11) Na medida em que a igreja foi se organizando, fez-se necessário que os pastores fossem estabelecidos, para supervisionar as igrejas (I Ts. 2.14). Esses pastores eram denominados nas igrejas judaicas de presbíteros, e bispos nas igrejas gregas (At. 11.30; 14.23; 20.17,28). Esses pastores tinham a responsabilidade de “apascentar o rebanho” (I Pe. 5.2). Nessa mesma passagem Pedro deixa claro que a motivação para o pastoreio não deveria ser o lucro, mas “a boa vontade”. Evidentemente digno é o pastor do seu salário (I Tm. 5.18), e aqueles que governam bem, e labutam na pregação e no ensino, são dignos de duplicada recompensa (I Tm. 5.17).

2. O DOM MINISTERIAL DE PASTOR

O dom ministerial de pastor é necessário por diversos motivos, dentre eles, a importância de manter a decência e ordem no culto, atentando para os elementos litúrgicos da celebração (I Co. 14.40). Além disso existem falsas doutrinas que se proliferam, ameaçando a integridade do evangelho. O pastor tem responsabilidade apologética, de proteger o rebanho dos falsos mestres, os lobos que querem devorar as ovelhas (Tt. 1.11; II Pe. 2.1). Mas é no cuidado individual das ovelhas que o pastor exerce com maior propriedade o seu ministério, principalmente quando alguma delas se encontra enferma (Tg. 5.14). É nesse particular que o ministério de pastor se diferencia dos demais de Ef. 4.11. Cabe ao pastor a tarefa de dar acompanhamento pessoal às suas ovelhas. Em Jo. 21.15-17 Jesus orienta Pedro em relação à adequação do ministério pastoral. Ele deveria apascentar primeiramente instruir as ovelhas no caminho, não deixando de prover alimento apropriado para o crescimento saudável. É triste testemunhar que nos dias atuais muitos procuram o título de pastor, sem qualquer interesse nesse importante ministério. A elitização do pastorado tem causado muitos males à igreja, principalmente depois que se criou a figura dos “pastores-presidentes”. Ninguém quer mais ser um simples pastor, como foi Jesus, que se sacrificou pelo rebanho. Na verdade, a busca desenfreada por posição eclesiástica tem causado muitos danos à igreja institucionalizada. Individualmente muitos estão feridos em nome de Deus, e carregam marcas profundas advindas daqueles que deveriam curar, ao invés de causarem adoecimento. Nada há de errado em manter a relação do título de pastor com o ministério de pastor, contanto que esses de fato apascentem. Devemos considerar também que existem muitos que não têm o título, mas que são verdadeiros pastores, há muitos auxiliares, diáconos e presbíteros que são pastores, no sentido ministerial bíblico. Esses receberão do Senhor a recompensa, ainda que não tenham o devido reconhecimento eclesiástico.

3. CARACTERÍSTICAS DO PASTOR

É imprescindível que o pastor tenha conhecimento da Palavra, pois como irá doutrinar se não tiver fundamentação bíblica? Não podemos esquecer que toda Escritura é divinamente inspirada, e é a partir desta que o obreiro está preparado para toda boa obra (II Tm. 3.16,17). Se quisermos ser obreiros aprovados por Deus, inclusive no ministério pastoral, devemos manejar bem a palavra da verdade ( II Tm. 2.15). Atualmente há muitas exigências para o ofício de pastor, mas que não têm respaldo bíblico, não se fundamentam nas recomendações paulinas (Tt. 1.7-11). Há igrejas que substituíram o modelo pastoral bíblico pela administração empresarial. Alguns pastores são reconhecidos não pela capacidade de apascentar, mas pela produtividade organizacional, pelos lucros que trazem às igrejas. Esse modelo está em declínio, principalmente depois do sucesso editorial O monge e o executivo. Para espanto dos evangélicos, esse estilo de liderança-servidora tem fundamentação bíblica, sendo Jesus o Seu grande modelo (Jo. 13.1-17). Seguindo o exemplo de Jesus, o que mais se espera de um pastor é que esse seja amoroso, que apascente o rebanho com cuidado (I Pe. 5.1-3). Ele deve exercitar a longanimidade, não pode ser tempestivo, levado pelas emoções, o amor sacrificial precisa sustentar seu ministério (At. 20..31; II Tm. 4.2). O ministério de pastor é exercido também através dos cuidados com as necessidades dos irmãos mais pobres (Gl. 2.9,10). O dom de pastor não se concretiza apenas no cuidado com o espírito, é necessário também atentar para as carências materiais (Gl. 6.10). O ministério de pastor é percebido principalmente no cuidado com os enfermos. A sociedade contemporânea tende a descartar as pessoas, a medi-las pela capacidade de produção. Mas o pastor sabe que cada vida tem valor para Deus, por isso visita os enfermos, auxiliando-os em oração (Tg. 5.14,15). Ao proceder desse modo o pastor obterá do Senhor uma posição, não aquela acirradamente disputada nos arraiais evangélicos, mas a de “despenseiro dos mistérios de Deus” (I Pe. 4.1,2).

CONCLUSÃO

Jesus continua sendo o Maior exemplo de Pastor para as igrejas, todos aqueles que são chamados por Deus para esse ministério dão continuidade ao pastoreio do Senhor. A esse respeito é válido lembrar a pergunta de Jesus a Pedro após ressuscitar: “Pedro, tu me amas?” Em seguida o comissionou: “apascenta as minhas ovelhas” (Jo. 21.15-17). Que o Senhor continue dando pastores à sua igreja, e que sejam aprovados nesse importante critério: que amem ao Senhor, e também ao rebanho que Ele lhes confiou, tendo-o adquirido com Seu próprio sangue (Mt. 22.36-38; At. 20.28-30).

BIBLIOGRAFIA

GEE. D. Os dons do ministério de Cristo. Rio de Janeiro: Livros Evangélicos, 1961.

SOUZA. E. A. de. Títulos e dons do ministério cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1992.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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O Ministério de Pastor - Luciano de Paula Lourenço

Texto Básico: João 10:11,14; Tito 1:7-11; 1Pedro 5:2-4
“Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor da a sua vida pelas ovelhas” (1João 10:11)

INTRODUÇÃO

Ser pastor é um trabalho excelente; Paulo diz que aqueles que aspiram ao episcopado excelente obra almejam (1Tm 3:1). Mas também é um trabalho árduo. Não é uma obra para gente preguiçosa, mas uma obra que exige todo esforço, todo empenho e todo zelo. As demandas internas e externas do rebanho são exaustivas, “entre elas o cuidado para com as pessoas do rebanho, visita a enfermos, questões relacionadas a administração eclesiástica e o constante desafio de se dedicar à oração e ao ensino da Palavra de Deus”. Diz o Rev. Hernandes Dias Lopes, em seu livro “De: Pastor A: Pastor“, que “ser ministro é viver constantemente sob pressão. O ministério é uma arena de lutas contra o poder das trevas e contra o poder da carne. Não há ministério sem lágrimas. Ser pastor é cruzar um deserto escaldante, em vez de pisar os tapetes aveludados da fama. Ser pastor é a arte de engolir sapos e vomitar diamantes. Ser pastor é estar disposto a investir a vida na vida dos outros sem receber o devido reconhecimento. Ser pastor é amar sem esperar a recompensa, é dar sem esperar receber de volta. Ser pastor é saber que o nosso galardão não nos é dado aqui, mas no céu”. (1)

I.  JESUS, O SUMO PASTOR

1. Jesus é o Pastor Supremo. O escritor da Epístola aos Hebreus refere-se ao Senhor Jesus como o “grande pastor das ovelhas” (Hb 13:20) e a primeira Epístola de Pedro, por sua vez, O declara como sendo “Pastor e Bispo das vossas almas” (1Pe 2:25). “Como Pastor, apascentará o seu rebanho; entre os braços, recolherá os cordeirinhos e os levará no seu regaço; as que amamenta, Ele as guiará mansamente” (Is 40:11).
Jesus Cristo é o Senhor da Igreja, o Seu único Mediador, o Seu Intercessor e Sumo Sacerdote. Ele é o único que está de forma absoluta, espiritual e hierarquicamente acima de qualquer líder da Igreja. Nenhum líder possui o direito de ser reconhecido como espiritualmente superior ao restante dos membros da Igreja, à semelhança de um “pontífice” entre Deus e os seres humanos, isto é, como uma espécie de “ponte” entre Deus e os discípulos. Esse tipo de posição na hierarquia religiosa ocorria no Antigo Testamento na pessoa dos sacerdotes do Templo, os quais tinham a função de mediar o encontro entre o pecador confesso e Deus, a fim de que ocorresse o recebimento do seu perdão ou o derramamento de bênçãos; mas, essa representação era uma figura de Jesus Cristo o nosso Sumo Sacerdote, por meio do qual toda e qualquer bênção o ser humano poderá alcançar. Assim, pode-se concluir que não há qualquer ministério eclesiástico humano que deva ser reconhecido como espiritualmente superior ao restante dos membros da Igreja, e por meio do qual os discípulos recorram para que as bênçãos sejam-lhes derramadas. Só Jesus Cristo é o Pastor Supremo!
2. O Pastor conhece as Suas ovelhas (João 10:14,15). ”Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai…“. Na Palestina as ovelhas eram criadas para produzir lã, sendo tosquiadas de ano em ano. Desta feita, o pastor as mantinha sob seus cuidados durante muitos anos e entre eles se desenvolvia um relacionamento de confiança e intimidade. O pastor sabia até o nome de cada uma delas e as chamava pelo nome (João 10:3).
Era esta certamente a relação existente entre Jesus e seus discípulos. Ele conhecia pessoalmente as suas ovelhas. Assim como no Antigo Testamento Jeová chamava Abraão, Moisés, Samuel, Elias, Josué e outros pelo nome, assim Jesus conhecia e chamava as pessoas individualmente. Quando Ele viu Natanael se aproximando e lhe disse: “Eis um verdadeiro israelita em quem não há dolo!”; Natanael perguntou-lhe, atônito: “Donde me conheces?”(João 1:47,48). Mais adiante, Jesus chama Zaqueu pelo nome para que desça do sicômoro onde havia se escondido. E, após a sua ascenção, Ele chamou Saulo de Tarso pelo nome, na estrada de Damasco (Lc 19:5; At 9:4). E mesmo que, ao nos convertermos, não tenhamos escutado nenhuma voz audível, nós também podemos dizer que Ele nos chamou pessoalmente, Ele nos conhece por nome. Tal conhecimento e confiança entre Jesus e seus seguidores é comparado ao relacionamento entre Jesus e o Pai: “Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai“. Portanto, a mesma união, comunhão, intimidade e o mesmo conhecimento que há entre o Pai e o Filho também existe entre o pastor e as ovelhas.
3. O pastor dá a vida pelas ovelhas (João 10:11,15). ”Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas“. O bom pastor se dedica ao bem-estar das ovelhas e toda a sua vida é dominada pelas necessidades delas. A principal reclamação de Deus contra os líderes de Israel era esta: “Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas?” (Ez 34:2; Jd 12). Jesus mesmo deu a vida pelas suas ovelhas. Não agiu como um empregado ou um mercenário, que faz o trabalho por dinheiro. Ele cuidou delas genuinamente, a ponto de morrer por elas. Seu grande amor se revelou em sacrifício e serviço, sacrificando a si mesmo para servir aos outros.
Uma dos diversos cuidados que o bom pastor tem é fortalecer as ovelhas que são fracas, curar as doentes, atar as feridas das que estão machucadas e buscar as que se encontram extraviadas. É desse amor sacrificial, que serve, que os pastores precisam hoje, pois muitas vezes os seres humanos, assim como as ovelhas, podem se desviar do caminho.
Jesus se comparou, ainda, a um pastor de ovelhas que deixou o resto de seu rebanho a fim de ir atrás daquela que se havia perdido. Longe de abandoná-la, na esperança de que ela pudesse sair balindo e tropeçando até encontrar o caminho de volta para casa, ele arriscou a própria vida para ir à procura dela (Lc 15:1-7). Na verdade, “o bom Pastor” deu a sua vida por suas ovelhas (Joao 10:11,15). Deliberada e voluntariamente, Jesus foi para a cruz, a fim de identificar-se conosco. Deus, em Cristo, assumiu o nosso lugar, a fim de que pudéssemos ser perdoados e feitos nova criação (2Co 5:17).

II. AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO PASTOR

O verdadeiro pastor - que modela o seu ministério pelo do Bom Pastor -, além de ser exemplo para os fiéis e infiéis, e exemplo para sua família, ele tem, pelo menos, as seguintes características:
1. Tem um caráter íntegro. A integridade do pastor é o fundamento sobre o qual ele constrói seu ministério. Sem vida íntegra não existe pastorado. Hoje, assistimos com tristeza a muitos pastores gananciosos que mercadejam a palavra e vendem sua consciência no mercado do lucro. Há obreiros que são rigorosos com os crentes, mas vivem de forma frouxa em sua vida pessoal. Há pastores que apascentam a si mesmos, e não o rebanho. Amam a sua própria glória, em vez de buscar a honra do Salvador. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Ministério de Pastor - EBD Fora da Caixa

Aula ministrada no site EBD Fora da Caixa.

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no EBD Fora da Caixa

Lição 9 - 2T/2014

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O Ministério de Pastor - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Moysés Ramos para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 9 - 2T/2014

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O Ministério de Evangelista - CPAD

INTRODUÇÃO
I. JESUS ENVIA OS SETENTA

II. A GRANDE COMISSÃO (Mt 28.19,20; Mc 16.15-20)

III. O DOM MINISTERIAL DE EVANGELISTA

CONCLUSÃO

O desafio das “pluriversidades”O núcleo central da pós-modernidade é a antítese do pensamento cristão Por Valmir Nascimento Ao freqüentar uma universidade espera-se que a pessoa seja guiada a encontrar a unidade na diversidade ou, mais precisamente, a forma pela qual os diversos campos do conhecimento se encaixam para fornecer um quadro uniforme da vida, escreveram Norman Geisler e Frank Turek. Entretanto, apesar de ser uma tarefa nobre, os autores enfatizam que essa não é a busca da universidade atual. “Em vez de universidades, temos hoje as pluriversidades. São instituições que consideram todos os pontos de vista tão válidos como quaisquer outros, por mais ridículo que possa ser, com exceção do ponto de vista de que apenas uma religião ou visão de mundo possa ser verdadeira. Esse é o único ponto de vista considerado intolerante e fanático na maioria das universidades.”
Apesar das contradições, o fenômeno é crescente e vigoroso. A elite da cultura do Ocidente, após beber na fonte dos gurus pós-modernos como Nietzsche, Michel Foucault, Jacques Derrida, Richard Rorty e outros, está ditando as regras nos campi universitários, arrebanhando professores, seduzindo acadêmicos e, sobretudo, influenciando as principais mentes da atualidade, ou seja, os formadores de opinião. Charles Colson e Nancy Pearcey traçam muito bem este cenário ao afirmarem que “uma geração de graduados das universidades tem saído com diplomas nas mãos e uma ideologia pós-modernista na cabeça, para trabalhar em escritórios executivos, centros políticos e nas salas editoriais de jornais, revistas e estúdios de televisão. E o resultado disso, dizem os autores, é o surgimento de um grupo de profissionais novo e influente que trabalha primordialmente com palavras e ideias - o que alguns sociólogos chamam de Nova Classe ou classe do conhecimento ou, mais pejorativamente, a classe falante; por controlarem os meios do discurso público, sua filosofia tem se tornado dominante. Uma vez alocada na gênese da produção do conhecimento de hoje, a pós-modernidade influencia diretamente a cultura popular de massa, ditando tendências na arquitetura, nas artes, no cinema, na música e principalmente na mídia. A partir deste cenário, não é difícil entrever o desafio do cristianismo dentro dos campi, exatamente porque, ao contrário da pós-modernidade, a cosmovisão cristã é alicerçada em uma verdade absoluta, revelada por Deus por meio das Escrituras Sagradas. A verdade é o fundamento do pensamento cristão; a viga mestra das suas doutrinas. Logo, quando a verdade desaparece, escreveu David Limbaugh, a autoridade do evangelho diminui, porque o evangelho diz tudo sobre a verdade. Para os cristãos, Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida, e ninguém vai ao Pai senão por Ele (João 14.6).
Sendo assim, o núcleo central da pós-modernidade é a antítese do pensamento cristão, razão pela qual a fé evangélica é constantemente atacada dentro do ambiente acadêmico. A vista deste contexto, Phillip Johnson observou que “cedo ou tarde o jovem descobrirá que os professores da faculdade (às vezes, até professores cristãos) agem conforme a suposição implícita de que as crenças religiosas são o tipo de coisa que se espera que a pessoa deixe de lado quando se dá conta de como o mundo de fato funciona; e que, em geral, é louvável ‘crescer’ afastando-se gradualmente dessas crenças como parte do processo natural de amadurecimento”.
Quando não é atacado pelo ceticismo dos antiteístas, o cristianismo é colocado em pé de igualdade com as demais religiões, cujas doutrinas devem ficar adstritas ao “mundo espiritual”, sem qualquer possibilidade de influenciar as discussões de ordem pública, porque a religião - afirmam - é uma questão de preferência, sem qualquer base objetiva de autoridade.
Por todos estes motivos, dentro de um contexto pós-moderno, a atuação dos cristãos nas universidades continua sendo uma grande necessidade, porque representa um campo de pregação do evangelho. Além disso, se os cristãos não se tornarem intelectualmente engajados, como alertou Willian Lane Craig, corremos o sério risco de perder nossa juventude , mantendo o cristianismo em um gueto espiritual.
Nesse mesmo sentido, o teólogo J. Gresham Machen, advertiu que, se a igreja perder a batalha intelectual em uma geração, a evangelização se tornará infinitamente mais difícil na geração seguinte. Ele prossegue: “Falsas ideias são o maior obstáculo à recepção do evangelho. Podemos pregar com todo o fervor de um reformador e, mesmo assim, sermos bem sucedidos apenas em ganhar poucas pessoas perdidas por aqui e por ali; e isso só tem acontecido porque permitimos que o pensamento coletivo da nação, ou do mundo, seja controlado por ideias que, pela força irresistível da lógica, impedem o cristianismo de ser reconhecido como algo mais do que uma mera ilusão inofensiva. Sob tais circunstâncias, o que Deus deseja de nós é que destruamos o obstáculo em sua raiz” .
A propósito, o cristão tem à sua disposição o arsenal suficiente para lutar contra os obstáculos e desafios que hoje se levantam contra a fé. Como escreveu o apóstolo Paulo: Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo. (2 Coríntios 10:4-5) Texto extraído:http://www.cpadnews.com.br/blog/valmirnascimento/?POST_1_74_O+DESAFIO+DAS+

Publicado no Portal CPAD

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O Ministério de Evangelista - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 8 - 2T/2014

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TV EBD - O Ministério de Evangelista - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 8 - O Ministério de Evangelista. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 8 - 2T/2014

2ª Parte - Lição 8 - 1T/2014

3ª Parte - Lição 8 - 2T/2014

4ª Parte - Lição 8 - 2T/2014

5ª Parte - Lição 8 - 2T/2014

6ª Parte - Lição 8 - 2T/2014

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