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A Ilus√≥ria Prosperidade dos √ćmpios - Sulamita Mac√™do

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da li√ß√£o.¬†- Falem: A li√ß√£o de hoje tem como t√≠tulo¬†A Ilus√≥ria Prosperidade dos √ćmpios”.- Iniciem o estudo do tema, utilizando a din√Ęmica¬†“A Chave da¬† Prosperidade”.¬†

- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Vejam no final da postagem uma sugest√£o de atividade para o encerramento do trimestre!
Din√Ęmica: A Chave da Prosperidade

Objetivo:¬†Refletir sobre a prosperidade terrena e enfatizar a import√Ęncia da prosperidade com Deus.

Material:

Palavras digitadas: Paradoxo, Justo e √ćmpio, Inquietude e Crise na F√©

Quadro

Marcador para quadro branco

Rolo de fita adesiva

Figuras dos sinais matemáticos de diferença e igualdade

Envelopes amarelos

03 envelopes azuis

01 chave confeccionada em cartolina ou EVA em tamanho grande
01caixa dourada ou 01 ba√ļ pequeno

Procedimento:

- Entreguem para os alunos os envelopes azuis e amarelos e peçam para que abram somente quando vocês pedirem.

- Ap√≥s a apresenta√ß√£o do t√≠tulo da li√ß√£o, fa√ßam uma leitura do Salmo 73, dos vers√≠culos 1 a 16, de forma compartilhada.Para tanto, pe√ßam para os alunos abrirem a B√≠blia, para que a leitura seja realizada.Para cada vers√≠culo ou bloco de vers√≠culos, fa√ßam uma breve reflex√£o sobre a inquietude de Asafe diante da prosperidade os √≠mpios, a crise na f√© que foi gerada pela constata√ß√£o entre o paradoxo entre a vida do justo e do √≠mpio sob o ponto de vista terreno.√Ä medida que voc√™s falarem coloquem no quadro as seguintes palavras: Paradoxo, Justo e √ćmpio, Inquietude e Crise na F√©.

- Perguntem: Quais as diferenças, entre o justo e o ímpio, apresentadas por Asafe, nos versículos lidos?Coloquem no quadro o sinal de diferença usado em Matemática e peçam para os alunos que estão com os envelopes amarelos abram e leiam  as diferenças(elas abrangem o aspecto material).

- Escrevam no quadro ou cartolina a express√£o: Ilus√≥ria Prosperidade dos √ćmpios.

- Pe√ßam para que os alunos que est√£o com os envelopes azuis abram e leiam as perguntas:Quem s√£o os √≠mpios?Em que consiste a prosperidade dos √≠mpios?Por que a prosperidade dos √≠mpios √© ilus√≥ria?Reflitam sobre as respostas e acrescentem outras informa√ß√Ķes se necess√°rio.

- Falem: Vejamos agora mais uma diferença entre o justo e o ímpio ainda no salmo 73.17 ao 20.Coloquem outro sinal de diferente(matemática) e escrevem:A diferença está na vida espiritual e como será o fim do justo e do ímpio.Falem: Asafe mudou o foco de sua atenção que antes estava centrada na prosperidade da vida do ímpio e depois passou para outro aspecto, o espiritual, quando ele entrou no santuário de Deus, passando a perceber a real diferença entre o ímpio e o justo.- Salomão, em Ec 9.2, afirma que o que sucede ao justo também acontece ao ímpio, referindo-se a morte.Coloquem no quadro sinal de igualdade e escrevam: o que é comum é a morte física.Escrevam abaixo do sinal de diferente: A diferença principal é o destino na eternidade. Ml 3.19 e 4. 1 a 3.E é aí que reside a verdadeira Prosperidade!

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A Ilus√≥ria Prosperidade dos √ćmpios - Ev. Jos√© Roberto A. Barbosa

Texto √Āureo: Ec. 9.2 - Leitura B√≠blica: Ec. 9.1-6
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Os livros sapienciais da Bíblia visualizam a prosperidade de modo diferenciado do que costuma ser propagado em muitas igrejas, principalmente entre aquelas pseudopentecostais. Na lição de hoje, mais especificamente com base em Eclesiastes, mostraremos que a prosperidade financeira, ao contrário do que defendem alguns pregadores televisivos, não é garantia da verdadeira espiritualidade, e que os ímpios também prosperam, na maioria das vezes para a perdição das suas almas.

1. A PROSPERIDADE DOS √ćMPIOS √Č ILUSORIA

A l√≥gica consumista est√° moldando as atitudes do homem moderno de tal maneira que o ser humano acaba sendo reduzido √† quantidade de quinquilharias que consegue acumular. Ao inv√©s de investirem no Reino de Deus, e mais especificamente, nos outros, os adeptos de algumas igrejas, que absorveram o esp√≠rito deste s√©culo, transformaram o ac√ļmulo de bens em um fim em si mesmo. Em alguns casos, como vemos nos dias atuais, sacramentalizam a riqueza e transformam a ostenta√ß√£o em ben√ß√£o divina. Essa √© uma teologia da gan√Ęncia que motiva os fieis de suas igrejas n√£o a buscarem a vontade soberana de Deus, mas t√£o somente a acumularem riquezas, nas quais depositam sua confian√ßa. O Salmo 73, de Asafe, nos possibilita um vislumbre da ilus√≥ria prosperidade dos √≠mpios. Se n√£o tivermos cuidado, e olharmos para as riquezas dos √≠mpios, poderemos nos distanciar dos caminhos do Senhor (Sl. 73.21,22). A prosperidade dos √≠mpios √© ilus√≥ria porque n√£o passa de um simulacro (Sl. 73.20), isto √©, de uma miragem. Isso porque o mundo passa, bem como a sua concupisc√™ncia (I Jo. 2.17). O homem secularizado vive no engano do ter, por isso tem dificuldade de se aproximar do Criador (Mt. 19.22-24). Os √≠mpios t√™m tudo o que querem, menos a Deus, eles transformam a riqueza em um √≠dolo, que √© pecado (Ex. 34.15,16; I Cr. 5.25). Precisamos ter cuidado para n√£o nos deixar levar pela tend√™ncia desse s√©culo, e duvidarmos de Deus como fez o autor do Salmo 73. N√£o podemos ter inveja dos perversos, muito menos dos seus atos de desobedi√™ncia (Sl. 37.1; Pv. 3.31; 23.17; 24.1,19).

2. A ILUSÃO DA PROSPERIDADE EM ECLESIASTES

Os √≠mpios fiam sua esperan√ßa nas riquezas, mas n√£o percebem que elas s√£o tempor√°rias. A morte chegar√°, e quando essa bater √† porta, os bens acumulados para nada servir√£o. Morre tanto o justo quanto o injusto, o santo quanto o √≠mpio (Ec. 9.1,2). No final, ainda que muitos fujam dessa realidade, as pessoas ter√£o que se deparar com a √ļltima inimiga (I Co. 15.26). Somente aqueles que est√£o em Cristo t√™m a bendita esperan√ßa, a certeza de que estar√£o com Cristo, seja por meio da morte, ou quando a trombeta soar, por ocasi√£o do arrebatamento (Rm. 6.23; Jo. 11.25,26; I Ts. 4.13-18; I Co. 15.51-58). A morte alcan√ßa a todo ser humano, indistintamente, mas n√£o tem todos est√£o cientes dessa realidade. A cultura da longevidade est√° fazendo com que as pessoas vivam como se n√£o tivessem que morrer. Pior ainda, como se n√£o tivesse a quem prestar contas no futuro. O crente tem sempre a morte diante de si (Ec. 9.5) porque se conduz a partir de uma viva esperan√ßa, fundamentada nAquele que conquistou a morte (I Pe. 1.3-5; II Tm. 1.10). Por esse motivo, n√≥s, os crist√£os, podemos desfrutar das condi√ß√Ķes que a vida permite, aproveit√°-la, mas sem perder a eternidade de vista. Ao inv√©s de se entregar √† tristeza, devemos usufruir de refei√ß√Ķes prazerosas (Ec. 9.7), das comemora√ß√Ķes alegres em fam√≠lia (Ec. 9. 8), de um casamento fiel e amoroso (Ec. 9.9) e do trabalho √°rduo (Ec. 9.10). N√£o √© proibido ter alegria, contanto que o fundamento desta seja o Senhor (Fp. 4.4). Tudo que o Senhor permitir, para nossa satisfa√ß√£o, devemos tirar proveito, c√īnscios que um dia nossas obras ser√£o julgadas, e por cada uma delas receberemos a devida recompensa (I Co. 3.10; Cl. 3.23-25). N√£o podemos viver tamb√©m demasiadamente preocupados, tentando controlar todas as situa√ß√Ķes, pois a vida √© imprevis√≠vel. Nem mesmo nossas aptid√Ķes garantem prosperidade, pois a injusti√ßa prevalece em alguns contextos (Ec. 9.11,12). Algumas pessoas estudam, se dedicam ao seu of√≠cio, mas nem sempre colhem os frutos do seu esfor√ßo, por causa da injusti√ßa dos homens. O autor do Eclesiastes nos instiga a aproveitar as oportunidades, reconhecendo que essas tamb√©m n√£o garantem a prosperidade (Ec. 9.13-18).

3. A PROSPERIDADE VERDADEIRAMENTE CRISTÃ

Uma leitura cuidadosa dos evangelhos e das ep√≠stolas do Novo Testamento nos mostrar√° que essa l√≥gica nada tem de b√≠blica. A economia de Deus est√° distante daquilo que nos √© apresentado pelos te√≥logos da gan√Ęncia nos canais de televis√£o. O ap√≥stolo Paulo afirma que quem deseja obter riqueza cai em “muitos desejos descontrolados e nocivos” (I Tm. 6.9,10). Conforme destacou o Senhor Jesus, ser rico pode se tornar um empecilho para segui-LO, tendo em vista que √© mais f√°cil um camelo passar pelo fundo de uma agulha que um rico entrar no Reino de Deus (Mt. 19.24,25). Enquanto muitos, nestes tempos, buscam confian√ßa nas riquezas, e tantos outros, fazem tudo para t√™-las, utilizando at√© de meios escusos, Jesus chama a aten√ß√£o para o “engano das riquezas” (Mt. 13.22). Aqueles que somente querem a prosperidade financeira deveriam ler mais os evangelhos, pois Jesus √© categ√≥rico ao reprovar o ac√ļmulo de tesouros na terra (Mt. 6.19-21). O interesse do Senhor √© que acumulemos tesouros no c√©u (Mt. 6.10), e que coloquemos em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justi√ßa (Mt. 6.33). A riqueza √© perigosa porque o seu poder est√° relacionado a uma divindade, Mamom, que √© rival de Deus (Mt. 16.33), aqueles que adoram a esse deus s√£o chamados por Jesus de insensatos (Lc. 12.16-21). As palavras de Paulo, ao jovem pastor Tim√≥teo, servem de alerta a todos os crist√£os, em especial √† lideran√ßa: “os que querem ficar ricos caem em tenta√ß√£o, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ru√≠na e na destrui√ß√£o” (I Tm. 6.9), por isso, o l√≠der da igreja n√£o deve ser “apegado ao dinheiro” (I Tm. 3.3) e os di√°conos n√£o podem ser amigos de “lucros desonestos” (I Tm. 3.8).

CONCLUSÃO

Quando o ser humano se distancia de Deus cria para si mesmo um ídolo, é isso que temos testemunhado na sociedade. Ao invés de dobrarem diante do Criador, as pessoas se voltam tão somente para as riquezas, e nelas colocam sua confiança. O autor do Eclesiastes, assim como os demais escritores bíblicos, lembram que as riquezas são efêmeras, e não são dignas de culto. Aprendamos, pois a confiar no Senhor, pois dEle procedem as insondáveis riquezas celestiais em Cristo Jesus, que nos impulsiona para um viver ético, que não coisifica as pessoas, antes nos coloca em condição de responsabilidade perante elas (Ef. 1.3-7; 3.8).

BIBLIOGRAFIA

MELO, J. L. de. Eclesiastes: versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

WEIRSBE, W. W. Ecclesiastes: be satisfied. Colorado Springs: David Cook, 2010.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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TV EBD - Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - Ev. Luiz Henrique

Assista os v√≠deos da TV EBD com a aula da Li√ß√£o 10 - Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus. Para facilitar o download, o v√≠deo √© dividido em 5 partes. Voc√™ pode assistir aqui mesmo, clicando nos v√≠deos, ou clicar nos links, acima dos v√≠deos para salvar; ao abrir a nova p√°gina, clique no bot√£o Download. Os v√≠deos s√£o produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e tamb√©m publicados no site Estudos B√≠blicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 10 - 4T/2013

2ª Parte - Lição 10 - 4T/2013

3ª Parte - Lição 10 - 4T/2013

4ª Parte - Lição 10 - 4T/2013

5ª Parte - Lição 10 - 4T/2013

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Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - Ev. Isa√≠as de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†= “Quando a Deus fizeres algum voto, n√£o tardes em cumpri-lo; porque n√£o se agrada de tolos; o que votares, paga-o” (Ec 5.4).
VERDADE PR√ĀTICA¬†= A nossa vida de adora√ß√£o somente ser√° verdadeira quando nos conscientizarmos dos nossos direitos e deveres diante de Deus.
LEITURA BIBLICA = Eclesiastes 5: 1-5
1Guarda o pé, quando entrares na Casa de Deus; chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.2 Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras.3 Porque dos muitos trabalhos vêm os sonhos, e do muito falar, palavras néscias.4 Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. 5Melhor é que não votes do que votes e não cumpras.
INTRODUÇÃO
Nos cap√≠tulos 1- 4 do livro de Eclesiastes, Salom√£o j√° havia tratado praticamente de tudo aquilo que acontece “debaixo do sol. Ele mostrou que o conhecimento sem o temor de Deus n√£o √© sabedoria, mas estultice. Da mesma forma ele mostra que a busca pelo prazer e lazer pode ser simplesmente correr atras do vento , se n√£o tiverem como fim ultimo a adora√ß√£o a Deus. Dentro ainda dessa perspectiva, a aquisi√ß√£o de muitos bens ou posses pode transformar um pobre em um rico, mas n√£o em algu√©m pr√≥spero. Por √ļltimo ele mostrou que o trabalho sem a vis√£o de Deus como fim √ļltimo √© mero ativismo.
Agora Salom√£o, no cap√≠tulo 5 de Eclesiastes, ir√° falar sobre a adora√ß√£o em um contexto em que se contrastam a obriga√ß√£o e a devo√ß√£o. Como devotos temos direitos, mas tamb√©m possu√≠mos deveres. E essas obriga√ß√Ķes n√£o se limitar√£o apenas ao mundo religioso, mas tamb√©m ao universo pol√≠tico-social. Eclesiastes mostrar√° que essas obriga√ß√Ķes ser√£o melhores compreendidas quando vistas √† luz dos os atributos de Deus, tais como: Santidade, transcend√™ncia e iman√™ncia.
Neste cap√≠tulo darei maior destaque a uma pr√°tica que √© muito comum entre os pentecostais - a pr√°tica de se fazer um “voto” ou prop√≥sito em prol de determinada causa. Fiz isso tamb√©m porque esse parece ser o assunto que recebe maior destaque por parte de Salom√£o em Eclesiastes 5.1-6.
OBRIGA√á√ēES VERSUS DEVO√á√ÉO
Obriga√ß√Ķes de natureza pol√≠tico-social
H√° uma m√°xima que diz: “Primeiro a obriga√ß√£o depois a devo√ß√£o”. Esse dualismo, que separa obriga√ß√£o da devo√ß√£o como se fossem duas dimens√Ķes totalmente distintas n√£o √© b√≠blico. A Escritura orienta-nos a priorizarmos o Reino de Deus (Mt 6.33), mas sem perdermos de vista a dimens√£o material da qual fazemos parte (Mt 22.2 1). Neste aspecto a obriga√ß√£o deve ocorrer no contexto da devo√ß√£o e vice-versa.
Eclesiastes tamb√©m mant√©m essa perspectiva - “Eu te digo: observa o mandamento do rei, e isso por causa do teu juramento feito a Deus”. (Ec 8.2). H√° as autoridades constitu√≠das, e como¬†¬†cidad√£os, al√©m de direitos, possu√≠mos tamb√©m deveres perante elas. S√£o obriga√ß√Ķes com as quais temos compromisso de cumprir. Por exemplo, precisamos pagar impostos (Rm 13.7), votar e ser votado, etc. Como crist√£os n√£o podemos nos eximir dessas obriga√ß√Ķes ou deveres
Obriga√ß√Ķes de natureza religiosa e espiritual

Se há obrigação político-social que são de natureza civil, por outro lado, há também as de natureza religiosa ou espiritual. Elas acontecem na dimensão do culto, da adoração e são de natureza mais devocional.
A essência do culto é a adoração! De fato a palavra hebraica shachar mantém o sentido de prostrar-se com deferência diante de um superior (Gn 22.5; Ex 20.5). Salomão em Eclesiastes 5 está com isso em mente quando fala da casa de Deus como o local da adoração (Ec 5.1). Como construtor do grande Templo, Salomão sabia que aquela casa tinha como objetivo centralizar o culto e dessa forma proporcionar um dos propósitos mais sublimes do culto que é o de favorecer a unidade e promover a adoração verdadeira.
OBRIGA√á√ēES FRENTE √Ä SANTIDADE DE DEUS
Reverência
Todo culto possui seu ritual e sua liturgia. N√£o h√° nada de errado nisso. A prop√≥sito a palavra liturgia aparece associada ao culto na Igreja Primitiva: “Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnab√©, Sime√£o, por sobrenome N√≠ger, L√ļcio de Cirene, Mana√©m, cola√ßo de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando disse o Esp√≠rito Santo: Separai-me agora, Barnab√© e Saulo para a obra a que os tenho chamado” (At 13.1,2, ARA). A palavra servindo (v.2) √© a tradu√ß√£o do termo grego leitourgeo, de onde vem a palavra portuguesa liturgia. A liturgia, portanto tamb√©m faz parte da adora√ß√£o.
Salom√£o sabia disso e por isso adverte: “Guarda o p√©, quando entrares na Casa de Deus” (Ec 5.1). Desligue o celular, tire o chiclete da boca, seja reverente! Comporte-se como um verdadeiro adorador! (Jo 4.20-24).
Observe a liturgia do culto e não faça dele um local para interesses meramente pessoais. Infelizmente já presenciei casos de obreiros abandonarem o culto e até mesmo a mensagem para irem atender seus celulares! Se isso não é uma blasfêmia, no mínimo é pecado!
O culto √© um espa√ßo reservado para a adora√ß√£o. N√£o pode se transformar na “casa de m√£e Joana”. √Č ali onde cultuamos a Deus e prestamos-lhe rever√™ncia. Ent√£o, por que n√£o se observar a liturgia do culto? Por que n√£o evitar a movimenta√ß√£o sem fim dentro da nave do templo? Por que n√£o ensinar as crian√ßas que no templo n√£o √© o local adequado para comer “petiscos”?
Por que n√£o desligar o celular em vez de ficar mandando torpedo para uma outra pessoa? Por que gastar um bom tempo do culto em intermin√°veis avisos, se alguns deles podem ser dados at√© um ano depois? Por que permitir o uso do p√ļlpito como palanque eleitoral? Por que usar o p√ļlpito para desabafar? Por que n√£o usar o p√ļlpito √ļnica e exclusivamente para a gl√≥ria de Deus?
Obediência
A simples obedi√™ncia a um conjunto de preceitos, normas e regras, sem atentar para os princ√≠pios que lhes d√£o fundamenta√ß√£o, √© puro legalismo. N√£o vale a pena observar o preceito ou norma, √© necess√°rio atentar para o princ√≠pio por tr√°s dele. No livro de Eclesiastes isso aparece de forma bem clara: “Guarda o p√©, quando entrares na casa de Deus; Chegar-se para ouvir √© melhor do que oferecer sacrif√≠cios de tolos, pois n√£o sabem que fazem mal” (Ec 5.1). Deus n√£o est√° interessado na observ√Ęncia do sacrif√≠cio em si, mas na obedi√™ncia aos princ√≠pios que regulamentam a sua pr√°tica. Foi exatamente isso que o profeta Samuel disse a Saul (1 Sm 15.22).
OBRIGA√á√ēES FRENTE √Ä TRANSCEND√äNCIA DE DEUS
Deus, o Criador
Todas as grandes religi√Ķes possuem no√ß√£o do sagrado e demonstram temor e respeito diante dEle. A divindade aparece diante dos adoradores como o totalmente outro. No juda√≠smo e tamb√©m no cristianismo esse conceito √© mais elevado ainda, visto existir a consci√™ncia de que esse sagrado trata-se do Deus verdadeiro que se revelou ao homem ao longo da hist√≥ria. Deus, portanto, √© o Criador e se distingue das coisas criadas (Dt 4.15- 20). Na teologia b√≠blica isso aparece como a doutrina da transcend√™ncia de Deus e √© um dos seus atributos. Deus transcende as suas criaturas, isto √©, est√° acima delas e por isso se distingue delas. Eclesiastes fala disso: Clique aqui para ler o texto completo »

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Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - Rede Brasil de Comunica√ß√£o

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabug√°, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LI√á√ÉO 10 - CUMPRINDO AS OBRIGA√á√ēES DIANTE DE DEUS - 4¬ļ TRIMESTRE 2013

(Ec 5.1-5)

INTRODUÇÃO

Nos cap√≠tulos 1 ao 4 do livro de Eclesiastes, Salom√£o j√° havia tratado praticamente de tudo aquilo que acontece “debaixo do sol”. Agora o proverbista, no cap√≠tulo 5 de Eclesiastes, ir√° falar sobre a adora√ß√£o em um contexto em que se contrastam a obriga√ß√£o e a devo√ß√£o. Como devotos temos direitos, mas tamb√©m possu√≠mos deveres. E essas obriga√ß√Ķes n√£o se limitam apenas ao mundo religioso, mas tamb√©m ao universo pol√≠tico-social.

I - DEFINIÇÃO DE OBRIGAÇÃO

O dicion√°rio da l√≠ngua portuguesa define obriga√ß√£o como: “Ato de obrigar, necessidade moral de praticar ou n√£o praticar um ato, um dever, um preceito, uma sujei√ß√£o, uma d√≠vida”. Essa palavra portuguesa vem do latim, “obligare”. Obriga√ß√£o √© um termo √©tico que indica que existem certos deveres que o individuo precisa cumprir. Dentro da √©tica, a teoria da obriga√ß√£o se chama “deontologia”, que vem do grego “deon”. As obriga√ß√Ķes as devemos a Deus, √† comunidade dos homens, e a n√≥s mesmos (CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclop√©dia de B√≠blia Teologia e Filosofia. Vol. 4. Hagnos. p. 572).

II - O CRENTE E SUAS OBRIGA√á√ēES CIVIS E COM SEU PR√ďXIMO

Em Romanos capítulo 13 Paulo escreveu esta seção visando o ambiente sociopolítico das igrejas que se reuniam em casas romanas. Ele tinha plena consciência das realidades sociais e políticas que confrontavam os cristãos em Roma. O apóstolo queria evitar a anarquia e, consequentemente, uma perseguição desnecessária. Ele trata de três tópicos importantes sobre as responsabilidades do crente: para com as autoridades civis; para com o próximo e para com sua vida pessoal. Vejamos:

2.1 O crente e suas obriga√ß√Ķes com as autoridades civis

Porque devemos honrar e obedecer as autoridades?

  • Porque fazendo isso mostramos que amamos ao Senhor (1 Pe 2.13; Ec 8.2);
  • Porque essa √© a vontade soberana de Deus (1 Pe 13.15-17);
  • Porque foram constitu√≠das por Deus; s√£o ministros de Deus (Rm 13.1; Jr 29.7);
  • Por causa da nossa consci√™ncia (Rm 13.5);
  • Para vivermos uma vida tranquila (1 Tm 2.1,2).

A B√≠blia nos diz em Mt 22.21: “Dai a C√©sar o que √© de C√©sar e a Deus o que √© de Deus”. A pr√≥pria inscri√ß√£o no dinheiro era um reconhecimento de d√≠vida a C√©sar. O imposto n√£o era um presente, mas uma d√≠vida em troca de lei, ordem e estradas. H√° o dever ao Estado e o dever a Deus. Jesus j√° endossara o imposto do Templo. A ef√≠gie e inscri√ß√£o indicavam a autoridade do imperador que cunhara a moeda. As duas esferas s√£o distintas, mas ambas existem. O crist√£o n√£o deve esquivar-se de nenhuma das duas.

2.2 O crente e suas obriga√ß√Ķes com o governo (Rm 13.1-7)

  • O crist√£o deve ORAR pelos funcion√°rios do governo (1 Tm 2.1-2);
  • O crist√£o deve PAGAR os impostos (Mt 22.21; Rm 13.6-7).
  • O crist√£o deve OBEDECER o governo e suas leis desde que estas leis n√£o firam os preceitos estabelecidos na B√≠blia Sagrada (1 Pe 2.13; Rm 13.1-2, 5; Tt 3:1; Pv 24.21-22);
  • O crist√£o deve HONRAR o governo (Rm 13.7; 1 Pe 2.17).

Há um limite básico para a obediência do cristão ao governo: ele tem que obedecer a Deus antes que ao homem (Atos 5:29). O cristão não pode nunca permitir que qualquer autoridade, de qualquer tipo, suplante a autoridade de Cristo. Algumas pessoas se valem das leis liberais do governo, a respeito do divórcio, do aborto, da eutanásia, da profissionalização da prostituição etc. Deus autoriza a existência do governo civil e manda os cristãos obedecerem. Mas, como em qualquer relacionamento humano, as expressas ordenanças de Cristo têm mais autoridade do que as ordens de qualquer homem ou instituição.

2.3 O crente e suas obriga√ß√Ķes com o pr√≥ximo (Rm 13. 8-14)

O mandamento do amor suplanta todos os 613 mandamentos da Tor√° “Quem ama uns aos outros cumpriu a lei”. Toda a lei se resume numa s√≥ frase: “Amar√°s o teu pr√≥ximo com a ti mesmo” (Rm 13.9). “Ouviste o que foi dito: amar√°s o teu pr√≥ximo e odiar√°s o teu inimigo, eu por√©m, vos digo: amai os vossos inimigos…”. De que forma devemos amar o pr√≥ximo? Como a n√≥s mesmos (Mc 12.30); com amor sacrificial (Jo 15.34; 1 Jo 3.16; 1 Jo 4.20,21).

III - O CRENTE E SUAS OBRIGA√á√ēES ATRAVES DE SEU TESTEMUNHO

Podemos enumerar pelo menos três objetivos da obrigação que temos com o testemunho cristão. Vejamos:

3.1. Glorificar a Deus. Todo crist√£o deve ter como principal objetivo, glorificar a Deus (Rm 11.36; 1 Pd 4.11; Ap 1.6).

3.2. Edificar a Igreja. Todo cristão deve ter o objetivo de promover a edificação do corpo de Cristo. Diversos textos das Escrituras nos ensinam este princípio (Rm 14.19; 15.2; 1 Cor. 14.12,26; Ef. 4.16).

3.3. Servir ao próximo. O cristão sempre exercerá sua obrigação servindo ao próximo, atendendo suas necessidades físicas, emocionais, espirituais e sociais (Mt. 20.28,29; At. 2.42-47;Tg 2.14-17; Rm 12.13).

IV - O CRENTE E SUAS OBRIGA√á√ēES NO SERVI√áO CRIST√ÉO

Seria imposs√≠vel enumerar, neste breve subs√≠dio, todos os tipos de obriga√ß√Ķes que o crist√£o pode realizar em prol do Reino de Deus. Vejamos algumas:

4.1. Obriga√ß√£o quanto a adora√ß√£o (Jo 4.24; Rm 12.1). A palavra “adora√ß√£o” significa “chegar-se a Deus, de modo reverente, submisso e agradecido, a fim de glorific√°-lo. Adorar √© um ato de total rendi√ß√£o, gratid√£o e exalta√ß√£o a Deus”. Adorar a Deus √© um sublime ato de servi√ßo √† Deus. Por isso, devemos ador√°-lo e servi-lo com toda rever√™ncia, fervor, sinceridade e dedica√ß√£o (Hb 12.28,29). Adorar tamb√©m √© exaltar e reconhecer que Deus √© o Senhor, Criador de todas as coisas (Sl 95.3-6).

4.2. Obriga√ß√£o quanto a evangeliza√ß√£o (Mc 16.15; At 1.8). A tarefa da Evangeliza√ß√£o foi entregue pelo Senhor Jesus √† sua igreja. Todo crist√£o deve estar ocupado com esta tarefa, com o objetivo de conduzir os pecadores √† Cristo, quer seja no evangelismo infantil, evangelismo pessoal ou evangelismo em massa ou miss√Ķes transculturais.

4.3. Obriga√ß√£o quanto ao discipulado (Mt 28.18-20). A palavra “disc√≠pulo” no NT quer dizer um “aprendiz” e “seguidor do seu mestre”. Na realidade, o discipulado √© uma a√ß√£o conjunta com a evangeliza√ß√£o. N√£o h√° como discipular sem evangelizar. No entanto, quando falamos de discipulado, estamos nos referindo ao ato de proclamar as boas-novas de salva√ß√£o aos pecadores, a fim de convert√™-los a Cristo, e torn√°-los disc√≠pulos id√īneos, fi√©is a Jesus e capazes de gerarem outros seguidores (II Tm 2.2).

4.4. Obrigação quanto a assistência social (At 11.28-30). Atender ao pobre e ao necessitado é um preceito bíblico (Lv 23.22; Dt 15.11; Sl 41.1; 82.3). Nos dias da igreja primitiva, a igreja não só pregava o evangelho, mas também, atendia aqueles que necessitavam de socorro material (Gl 2.9,10). O serviço cristão não deve se restringir apenas a adoração, evangelização e discipulado, mas também, deve estender-se à assistência social aos necessitados, pois, ser generoso e solidário também é um dever do cristão (I Jo 3.17,18).

V - O CRENTE E O EXERC√ćCIO DE SUAS OBRIGA√á√ēES NA SOCIEDADE

A B√≠blia nos deixa claro que o Estado foi estabelecido por Deus e que deve exercer seu papel de “ministros da justi√ßa”, mantendo a paz, a ordem e viabilizando o bem estar social dentro do projeto original de Deus. A igreja pode e deve exercer sua obriga√ß√£o quanto a sua contribui√ß√£o na manuten√ß√£o do Estado de diversas maneiras. Vejamos como:

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Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Jeferson França para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 10 - 4T/2013

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Question√°rio - Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - Ev. Luiz Henrique

Question√°rio da Li√ß√£o 10- Cumprindo as obriga√ß√Ķes diante de DEUS
Responda conforme a revista da CPAD do 4¬ļ Trimestre de 2013 - Prov√©rbios e Eclesiastes

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas

TEXTO¬†√ĀUREO

1- Complete:

“Quando a DEUS fizeres algum _____________________, n√£o tardes em _______________________________; porque n√£o se agrada de tolos; o que _________________________, paga-o” (Ec 5.4).

VERDADE PRATICA

2- Complete:

A nossa vida de ____________________________ somente ser√° verdadeira quando nos ____________________________________ dos nossos ________________________ e deveres diante de DEUS.

COMENT√ĀRIO/INTRODU√á√ÉO

3- Sobre o que Salomão versa a partir do capítulo 5?

(¬†¬†¬† ) Sobre o estilo de vida do crente consciente dos seus direitos e obriga√ß√Ķes diante de DEUS.

(¬†¬†¬† ) Sobre o estilo de vida do adorador consciente dos seus direitos e obriga√ß√Ķes diante de DEUS.

(¬†¬†¬† ) Sobre o estilo de vida do salvo consciente dos seus direitos e obriga√ß√Ķes diante de DEUS.

I - OBRIGA√á√ēES E DEVO√á√ÉO

4- Quais nossas obriga√ß√Ķes de natureza pol√≠tico-social?

(¬†¬†¬† ) H√° um ditado popular que diz: ‚Äė‚ÄėPrimeiro a devo√ß√£o, depois a obriga√ß√£o”.

(¬†¬†¬† ) H√° um ditado popular que diz: ‚Äė‚ÄėPrimeiro a obriga√ß√£o, depois a devo√ß√£o”.

(¬†¬†¬† ) Aqui, h√° um dualismo que separa a obriga√ß√£o (vida social) da devo√ß√£o (vida espiritual), como se ambas fossem duas dimens√Ķes distintas.

(    ) Tal máxima não é bíblica, pois o livro de Eclesiastes denota uma perspectiva completamente oposta.

(    ) As Escrituras orientam-nos a priorizar o Reino de DEUS sem perder de vista a dimensão material em que estamos inseridos.

(¬†¬†¬† ) Vivemos em um mundo em que h√° autoridades constitu√≠das e onde, Conseq√ľentemente, direitos e deveres s√£o estabelecidos.

(    ) Somos cidadãos e possuímos direitos e deveres para com o Estado.

(    ) Pagamos os impostos, podemos votar e receber votos.

(¬†¬†¬† ) N√£o ¬†podemos eximir-nos das nossas obriga√ß√Ķes para com a na√ß√£o.

(    ) A nossa consciência cívica deve ter como base a Bíblia Sagrada.

5- Quais nossas obriga√ß√Ķes de natureza religiosa?

(    ) Além da nossa obrigação político-social, de natureza cível, há também a de natureza religiosa ou espiritual.

(    ) Elas acontecem na dimensão do culto, de louvor.

(    ) Elas acontecem na dimensão do culto, da adoração.

(¬†¬†¬† ) A palavra hebraica “shachar” mant√©m o sentido de “prostrar-se com defer√™ncia diante de um superior”.

(¬†¬†¬† ) A palavra hebraica “nasa” mant√©m o sentido de “prostrar-se com defer√™ncia diante de um superior”.

(¬†¬†¬† ) √Č com esse entendimento que Salom√£o fala da casa de DEUS como o local de adora√ß√£o.

(¬†¬†¬† ) Construtor do grande templo Salom√£o sabia que essa casa tinha como objetivos centralizar o culto, a fim de assegurar os elementos mais sublimes de sua liturgia: a adora√ß√£o verdadeira a DEUS e a unidade dos adoradores num √ļnico povo.

(¬†¬†¬† ) As obriga√ß√Ķes do crente s√£o de natureza pol√≠tico-social e de ordem religiosa. Clique aqui para ler o texto completo »

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Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm


TEXTO¬†√ĀUREO

“Quando a DEUS fizeres algum voto, n√£o tardes em cumpri-lo; porque n√£o se agrada de tolos; o que votares, paga-o” (Ec 5.4).


VERDADE PRATICA

A nossa vida de adoração somente será verdadeira quando nos conscientizarmos dos nossos direitos e deveres diante de DEUS.


LEITURA¬†DI√ĀRIA

Segunda Ec 5.8¬†Obriga√ß√Ķes de natureza pol√≠tica

Ter√ßa Ec 5.1 Obriga√ß√Ķes de natureza espiritual

Quarta Ec 5.2 Reverência a DEUS

Quinta 1 Sm 1 5.22 Obediência a DEUS

Sexta Ec 5.2b A transcendência

Sábado Ec 5.4; 2Co 6.16  A imanência de DEUS

LEITURA¬†B√ćBLICA EM CLASSE - Eclesiastes 5.1-5

1 - Guarda o teu p√©, quando entrares na Casa de DEUS; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrif√≠cios de tolos, pois n√£o sabem que fazem mal. 2 - N√£o te precipites com a tua boca, nem o teu cora√ß√£o se apresse a pronunciar palavra alguma diante de DEUS; porque DEUS est√° nos c√©us, e tu est√°s sobre a terra; pelo que sejam poucas as tuas palavras. 3 - Porque da muita ocupa√ß√£o v√™m os sonhos, e a voz do tolo, da multid√£o das palavras. 4 - Quando a DEUS fizeres algum voto, n√£o tardes em cumpri-lo; porque n√£o se agrada de tolos; o que votares, paga-o. 5 - Melhor √© que n√£o votes do que votes e n√£o pagues. Clique aqui para ler o texto completo »

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Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - Luciano de Paula Louren√ßo

Texto B√°sico: Pv 5:1-5

“Quando a Deus fizeres algum voto, n√£o tardes em cumpri-lo; porque n√£o se agrada de tolos; o que votares, paga-o”¬†(Ec 5:4).

INTRODUÇÃO

Nos cap√≠tulos 1 a 4 de Eclesiastes, Salom√£o j√° havia tratado praticamente de tudo aquilo que acontece “debaixo do sol”. Reconheceu-se a “vaidade” da terra (Ec 1:2-2:23), considerou-se √† luz da vida que Deus nos concede (Ec 2:24-26), e de sua soberania (Ec 3:1-15); falou-se da injusti√ßa (Ec 3:16-22) e v√°rias formas de solid√£o (Ec 4:1-16)¬†(1).¬†¬†Salom√£o mostrou que o conhecimento sem o temor de Deus n√£o √© sabedoria, mas estultice. Da mesma forma ele mostra que a busca pelo prazer e lazer pode ser simplesmente correr “atr√°s do vento“, se n√£o tiverem como fim √ļltimo a adora√ß√£o a Deus. Agora Salom√£o, no cap√≠tulo 5 de Eclesiastes, exp√Ķe uma s√©rie de conselhos pr√°ticos, onde inicia falando a respeito da vida religiosa e da rever√™ncia que √© devida na Casa de Deus (Ec 5:1). Os israelitas, desde a inf√Ęncia eram ensinados a reverenciarem o s√°bado como dia santo e o santu√°rio do Senhor (Lv 19:30; 26:2). Ser√° que nossos filhos sabem da import√Ęncia de se adorar ao Senhor no seu Templo?

I. OBRIGA√á√ēES FRENTE √Ä SANTIDADE DE DEUS

1. Rever√™ncia. “Guarda o teu p√©, quando entrares na Casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrif√≠cios de tolos, pois n√£o sabem que fazem mal” (Ec 5:1).¬†Vivemos numa √©poca √≠mpar: a √©poca da irrever√™ncia.¬†Nada √© considerado sagrado nestes dias p√≥s-modernos: religi√£o, sexo, f√©, fam√≠lia; tudo pode ser zombado, satirizado e distorcido. H√° uma urgente necessidade de resgatarmos o respeito e rever√™ncia para com Deus e Sua palavra. H√° os que se dirigem ao Grande, Todo-poderoso e Santo Deus, que habita na luz inacess√≠vel, como se dirigissem a um ser humano qualquer ou a um animal. Tais devem lembrar-se de que se acham √† vista dAquele a quem serafins adoram, perante quem os anjos velam o rosto.

N√£o h√° d√ļvida de que se amarmos a Deus, teremos rever√™ncia, e rever√™ncia significa mais do que dar louvores ou ajoelhar-nos quando oramos. O poeta Alem√£o Goethe declarou: “A alma da religi√£o crist√£ √© a rever√™ncia”. Certa vez, Jesus entrou no Templo e ficou indignado com a falta de rever√™ncia das pessoas. O louvor e a adora√ß√£o haviam sido substitu√≠dos pelo com√©rcio (Mt 21:12). O que se ouvia ali n√£o eram aleluias e gl√≥rias ao Todo-Poderoso, mas o grito dos cambistas e dos que comercializavam os pombinhos que eram utilizados nos sacrif√≠cios. O Mestre ficou indignado! Jesus colocou toda aquela “turma” no seu devido lugar. O louvor, a adora√ß√£o e a ora√ß√£o estavam sendo substitu√≠dos.

Na Antiga Alian√ßa,¬†os israelitas para se apresentarem diante de Deus era necess√°rio sacrif√≠cios e a interven√ß√£o de um sacerdote.¬†¬†Hoje temos livre acesso a Deus, n√£o precisamos realizar todo o ritual lit√ļrgico do culto lev√≠tico, por√©m n√£o significa que em nossos cultos n√£o devemos seguir uma liturgia santa, b√≠blica. Paulo ao ensinar a respeito do culto diz que tudo deve ser feito para a edifica√ß√£o: “Que fareis, pois, irm√£os? Quando vos ajuntais, cada um de v√≥s tem salmo, tem doutrina, tem revela√ß√£o, tem l√≠ngua, tem interpreta√ß√£o. Fa√ßa-se tudo para edifica√ß√£o” (1Co 14:26).

Muitas vezes n√£o experimentamos a gra√ßa de Deus porque nossa postura para com ele n√£o √© adequada. Algu√©m descreveu assim o culto: “Cultuar √© avivar a consci√™ncia pela santidade de Deus, alimentar a mente com a verdade de Deus, purificar a imagina√ß√£o pela beleza de Deus, abrir o cora√ß√£o ao amor de Deus, devotar a vontade aos prop√≥sitos de Deus“. Se n√£o temos uma postura adequada, nada disso acontece num culto, muito pelo contr√°rio, o que acontece pode ser exatamente o oposto de tudo isso. A mente permanece distra√≠da, a imagina√ß√£o √© dominada por futilidades, o cora√ß√£o se fecha e a vontade √© que tudo aquilo termine o mais r√°pido poss√≠vel.

O culto p√ļblico √© a ocasi√£o onde todos n√≥s, criados √† imagem e semelhan√ßa de Deus, cumprimos o prop√≥sito para o qual fomos criados. √Č por isso que nenhum de n√≥s comparece ao culto para “assistir” como se fosse espectador, como se estivesse num teatro ou cinema. Todos fomos chamados para adorar e oferecer a Deus um cora√ß√£o compungido, humilde, contrito e grato, que √© o cora√ß√£o do adorador.

Portanto, devemos ser reverentes diante de Deus: porque somos criaturas; porque reconhecemos nossa situação pecaminosa; porque apesar de termos pecado, a cruz de Cristo nos alcançou e esse infinito amor nos constrange; porque o nome de Deus representa seu caráter. Como seres humanos nosso dever é: temer e obedecer, para que um dia possamos vê-lo face a face.

2. Obedi√™ncia.¬†N√£o podemos reverenciar a Deus sem obedecer-lhe. Muitos aceitam facilmente a Jesus como Salvador, mas nem todos querem aceit√°-Lo como o Senhor de suas vidas. O sum√°rio do Livro de Eclesiastes (Ec 12:13) deixa claro qual √© o dever do homem: “De tudo o que se tem ouvido, o fim √©: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este √© o dever de todo homem“.

Seremos avaliados em termos da nossa obedi√™ncia aos mandamentos de Deus.¬†A B√≠blia diz em Mateus 5:19: “Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, ser√° chamado o menor no reino dos c√©us; aquele, por√©m, que os cumprir e ensinar ser√° chamado grande no reino dos c√©us“.

A obedi√™ncia √© um dos resultados de amar a Deus.¬†A B√≠blia diz em Jo√£o 14:15,23: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. … Respondeu-lhe Jesus: Se algu√©m me amar, guardar√° a minha palavra; e meu Pai o amar√°, e viremos a ele, e faremos nele morada“.

O Esp√≠rito Santo¬†s√≥ ser√° dado √†queles que obedecem a Deus.¬†A B√≠blia diz em Atos 5:32: “E n√≥s somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Esp√≠rito Santo, que Deus deu √†queles que lhe obedecem“.

Jesus obedeceu ao Seu Pai dando-nos um exemplo de como devemos obedecer ao Senhor,¬†e que a salva√ß√£o √© para os que obedecem.¬†A B√≠blia diz em Hebreus 5:8-9: “Embora sendo Filho, aprendeu a obedi√™ncia, por aquilo que padeceu e, tendo sido aperfei√ßoado, tornou-se o Autor da salva√ß√£o eterna para todos os que lhe¬†obedecem¬†(Hb 5:8,9).

II. OBRIGA√á√ēES FRENTE √Ä TRANSCEND√äNCIA DE DEUS

Deus é Espírito infinito, sem fronteiras ou limites tanto quanto ao seu Ser como quanto aos seus atributos, e cada aspecto e elemento de sua natureza é infinito. Essa natureza infinita, em relação ao tempo, é chamada eternidade, e em relação ao espaço é chamada onipresença. Em relação ao universo, ela implica tanto em transcendência como em imanência.

Por transcend√™ncia¬†de Deus se entende que Ele est√° separado de toda a sua cria√ß√£o como um Ser independente e auto-existente (Dt 4:15-20). Deus est√° al√©m de suas criaturas, como afirma o Eclesiastes: “Deus est√° nos c√©us, e tu est√°s sobre a terra (Ec 5:2b). Ele n√£o est√° limitado pela natureza, mas existe infinitamente exaltado sobre ela. At√© mesmo aquelas passagens das Escrituras que salientam suas manifesta√ß√Ķes temporais e locais d√£o √™nfase √† sua exalta√ß√£o e onipot√™ncia como Ser externo ao mundo, como seu soberano Criador e Juiz(cf Is 40:12-17).

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Cumprindo as Obriga√ß√Ķes Diante de Deus - Sulamita Mac√™do

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da lição.

- Falem: A li√ß√£o de hoje tem como t√≠tulo¬†Cumprindo as Obriga√ß√Ķes diante de Deus”

- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

- O item I vai tratar sobre as obriga√ß√Ķes do crist√£o em dois aspectos. Neste item h√° uma refer√™ncia a prioridade que deve ser dada ao reino de Deus.Sugiro a utiliza√ß√£o da din√Ęmica¬†“Primeiro as Primeiras Coisas”,¬†para trabalhar este tema das prioridades associada ao tema da Liturgia do item II. Ent√£o, fica a crit√©rio de voc√™s o momento de aplicar esta din√Ęmica, ap√≥s o item I ou depois do item II.

- O item II da li√ß√£o vai tratar sobre Liturgia e o comportamento do crist√£o como adorador neste momento do culto.Inicialmente √© interessante explicar o que √© “liturgia”.Depois, perguntem: Quais as partes da liturgia do culto?Aguardem as respostas.Reflitam sobre a liturgia do culto que vivenciamos hoje.Em seguida questionem sobre a liturgia ideal x a liturgia real. Acrescentem informa√ß√Ķes sobre os modismos lit√ļrgicos e, para tanto, realizem uma pesquisa sobre isto.

- No Item III e no Item IV, o estudo ser√° sobre a Transcend√™ncia e a Iman√™ncia de Deus, respectivamente.Escrevam estes nomes no quadro ou cartolina e procurem explicar o que significa estas palavras. Em seguida, trabalhem o conte√ļdo proposto.

- Para concluir a aula, utilizem o texto¬†“Maravilhe-se e Adore”,¬†que proporcionar√° a reflex√£o de atitudes de adora√ß√£o, maravilhando-se diante dos atos poderosos de Deus.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Vejam no final da postagem uma sugestão de atividade para o encerramento do trimestre!
Din√Ęmica: Primeiro as Primeiras Coisas

Objetivos:Ilustrar a import√Ęncia das prioridades na liturgia do culto.Refletir sobre as prioridades nas nossas vidas.

Material:

- 02 vasos transparentes de tamanho pequeno ou médio.

- Aproximadamente ¬Ĺ kg de arroz cru

- 04 bombons tipo serenata de amor (pode ser mais, depende do tamanho do vaso).

Procedimento:

Observa√ß√£o Importante! Fa√ßam esta din√Ęmica, primeiro, em casa para ter certeza da quantidade de arroz e bombons que ser√£o utilizados para as duas situa√ß√Ķes descritas abaixo.

- Perguntem:Quais as partes principais do culto? Para cada resposta certa, vocês colocam 01 bombom dentro de um dos vasos, até completar a quantidade de quatro. Os bombons deverão caber dentro do vaso e não deverão ultrapassar a borda do vaso.

- Falem: Este vaso representa a totalidade do culto, colocamos até o momento, as partes principais do culto.

- Apresentem o arroz e perguntem: Esta quantidade de arroz cabe dentro deste vaso?(aponte para o vaso que tem os bombons dentro).
Coloquem , com cuidado, o arroz até a borda. Agora falem: esta parte de arroz representa as outras partes do culto, além daquelas já apontadas como prioridades. Leiam: I Co 14.40.

- Agora, fa√ßa o processo inverso. Peguem o outro vaso, coloquem o arroz e depois os bombons, com as mesmas quantidades do procedimento anterior.O que aconteceu?Por que os bombons n√£o cabem totalmente no vaso?¬†Falem: O arroz colocado em primeiro lugar representa alguma parte do culto com tempo exagerado (geralmente os c√Ęnticos), ficando o que √© priorit√°rio com pouco espa√ßo ou at√© mesmo sem espa√ßo.

- Concluam falando sobre a import√Ęncia do que √© priorit√°rio na liturgia do culto.

- Reflitam, ainda, com os alunos que isto tamb√©m pode acontecer em nossas vidas. O que temos como prioridade? Leiam Mt 6.33: “Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justi√ßa e todas estas coisas vos ser√£o acrescentadas”.

Ideia original desconhecida.

Din√Ęmica adaptada por Sulamita Macedo.

Texto de Reflex√£o: Maravilhe-se e Adore

Nunca perca a capacidade de maravilhar-se diante de Deus, ou você perderá a motivação para adorá-Lo. Se você não acreditar que Deus é todo-poderoso, onipresente e acessível, viverá em um estado de ansiedade, acreditando que tudo depende de você.Isto fará com que você se encolha e deixe de compartilhar a sua fé com medo de ser ridicularizado e de não encontrar as palavras certas. Você deixará de ser generoso porque a fonte da sua segurança estará em si mesmo.


Você evitará confrontar aqueles que precisam ser confrontadas, porque quando não tem certeza da aceitação de Deus, você se torna um escravo da opinião das pessoas.

Vivemos em uma era que encoraja o cinismo e desencoraja a nossa capacidade de nos maravilharmos com qualquer coisa. Reduzimos nosso poder de nos impressionarmos e maravilharmos, mas bem lá no fundo ainda desejamos ardentemente sentir estas coisas. Quando você reduz o seu conceito de Deus, para encaixá-Lo no seu próprio racionalismo, você ora sem fé, trabalha sem paixão, serve sem alegria e sofre sem esperança. E o resultado é o medo, fuga e perda de visão.

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