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Esperança em meio à Adversidade - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Moysés Ramos para EBD da Assembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 2 - 3T/2013

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Esperança em meio à Adversidade - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 02 - ESPERANÇA EM MEIO À ADVERSIDADE - 3º TRIMESTRE 2013

(Fp 1.12-21)

INTRODUÇÃO

Paulo escreveu a epístola aos Filipenses quando estava preso em Roma. Porém, não lemos nesta carta o apóstolo queixando-se do sofrimento, nem lamentando a sua prisão. Pelo contrário, ele externa constantemente a sua alegria, mesmo em meio a adversidade, e também declara que a sua prisão serviu de benefício para o evangelho. Seu exemplo nos ensina que devemos aproveitar as oportunidades para pregar o evangelho, mesmo nos momentos mais difíceis da vida. Nesta lição, veremos a definição de esperança e adversidade; como as adversidades de Paulo contribuíram para a expansão do evangelho; as motivações para pregar as boas novas; e a esperança de Paulo em meio a adversidade.

I - DEFINIÇÕES

1.1 Esperança. Aurélio define esperança como “o ato ou efeito de esperar o que se deseja”, “expectativa”, “fé em conseguir o que se deseja”. Esperança é uma das virtudes cristãs, através da qual o crente é motivado a crer no impossível. É a certeza de receber as promessas feitas por Deus através de Cristo Jesus (Rm 15.13; Hb 11.1) e uma sólida confiança em Deus (Sl 33.21,22). O termo deriva-se do grego “elpis” e significa “expectativa favorável e confiante” (Rm 8.24,25).

1.2 Adversidade. De acordo com Aurélio, adversidade é o mesmo que “contrariedade”, “infortúnio”, “aborrecimento”, “infelicidade” ou “revés”. O termo hebraico é “hovah” que também pode ser traduzido por “ruína” e “desastre” (Sl 10.6; 27.5; 35.15; 90.15; 107.39; Pv 27.10; Ec 7.14). O termo grego é “kakopatheõ” que quer dizer: “sofrimento”, “adversidade” ou “padecer” (2Tm 1.8; 2.9; 4.5; Tg 5.13).

II - AS ADVERSIDADES E A EXPANSÃO DO EVANGELHO

Escrevendo aos filipenses, o apóstolo Paulo diz que as coisas que lhe aconteceram, contribuíram para maior proveito do evangelho. Vejamos, então, alguns bons resultados de sua prisão:

2.1 “… as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho” (Fp 1.12). A expressão “… as coisas que me aconteceram” dizem respeito a sua prisão em Roma (Fp 1.7,13,14). Conforme a narração de Lucas, a prisão de Paulo lhe permitia uma certa liberdade. Ele podia receber visitas, pregar o evangelho, ensinar a Palavra de Deus e também escrever cartas às igrejas, como escreveu as epístolas de prisão, que são: Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemon (At 28.30,31).

2.2 “… as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda guarda pretoriana e por todos os demais lugares” (Fp 1.13). A guarda pretoriana, também chamada de guarda imperial, era composta de um grupo de soldados especiais, uma espécie de “tropa de elite” que guardavam não só o imperador, mas, também, os prisioneiros romanos. Com certeza, os soldados daquela guarda puderam ouvir a mensagem do evangelho por intermédio de Paulo. Quanto a expressão“demais lugares”, possivelmente, refere-se as pessoas que, mesmo estando distantes, procuraram ouvir as palavras daquele prisioneiro de Cristo.

2.3 “E muitos dos irmãos… ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor” (Fp 1.14). Vemos nesse texto um verdadeiro paradoxo, ou seja, um fato contrário ao comum. Em vez de os irmãos se sentirem ameaçados ou amedrontados com a prisão de Paulo, e deixarem de pregar a Cristo, eles se sentiram ainda mais motivados para anunciar o evangelho. Sem dúvida, foi a ação do Espírito Santo na vida dos cristãos que lhes deu condições de levar as boas novas de salvação sem temer as perseguições. Há inúmeros exemplos na Bíblia de servos de Deus que pregaram com ousadia, mesmo em meio às ameaças, tais como: Pedro e João (At 4.21-24); os apóstolos (At 5.40-42); Estêvão (At 7.58-60); e Paulo (At 21.13; II Co 11.24-33).

III - MOTIVAÇÕES PARA PREGAR O EVANGELHO

Em (Fp 1.15-17) o apóstolo Paulo menciona dois tipos de motivações para pregar o evangelho e externa também o seu regozijo pelo fato de Cristo estar sendo anunciado. Vejamos:

3.1 Motivações incorretas. Paulo faz menção a um grupo de cristãos que pregavam o evangelho por “inveja e porfia” (Fp 1.15) e outros por “contenção” (Fp 1.17); ou seja, àqueles que pregavam, não por amor a Cristo, e nem por amor as almas; mas, por ciúme, contenda e rivalidade. Sem dúvida, não era esta a atitude que Cristo, e o próprio apóstolo, esperava dos servos de Deus, principalmente, para os anunciadores das boas novas (Rm 13.13; I Co 3.3; Gl 5.20,21; II Co 12.20; Ef 5.18; Fp 2.3,14).

3.2 Motivações corretas. Paulo menciona também àqueles que pregavam “de boa mente” (Fp 1.15), ou seja, de boa vontade; e outros “por amor” (Fp 1.16); que são as principais motivações para pregar o evangelho. A Bíblia descreve a evangelização como (1) um mandamento (Mt 28.19,20; Mc 16.15-18; I Pe 2.9); (2) uma obrigação (Rm 1.14; I Co 9.16); (3) um dever de todo crente (Mt 10.8; 14.16); mas, também, como (4) um privilégio, pois somos cooperadores de Cristo, e seus embaixadores (Mc 16.20; I Co 3.9; II Co 5.19,20).

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Esperança em meio à Adversidade - Pr. Alexandre Coelho

Dica do comentarista, Pr. Alexandre Coelho, para a Lição 2: Esperança em meio à Adversidade.

Lição 2 - 3T/2013

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Esperança em meio à Adversidade - CPAD

INTRODUÇÃO

I. ADVERSIDADE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO
II. O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE (1.12,13)
III. MOTIVAÇÕES PARA A PREGAÇÃO DO EVANGELHO (1.14-18)
IV. O DILEMA DE PAULO (1.19-22ss)

CONCLUSÃO

Exemplos de caráter na vida do cristão
Exemplo é uma ação visível que estabelece paradigmas. Em relação à obra de Deus, há paradigmas que precisam ser estabelecidos a partir de exemplos que falam por si só. Por isso, na lição deste domingo, o prezado professor deve enfatizar os exemplos que se esperam na vida dos crentes e, particularmente, na dos ministros em exercício.

Exemplo pessoal
A mídia tem divulgado centenas de maus exemplos a respeito do caráter humano, criando uma falsa sensação de que o exemplo de caráter ilibado não existe mais. Numa perspectiva popular, o caráter expressa a integridade pessoal, a firmeza de atitudes, as qualidades morais e outros adjetivos. Quando a mídia divulga exemplos contrários aos atributos citados, estabelece-se uma sensação de ceticismo em relação ao caráter de uma pessoa, pois não são poucos os casos de corrupção entre líderes políticos, religiosos, empresariais, etc.

O apóstolo Paulo sabia que suas ações poderiam influenciar tanto positiva quanto negativamente as vidas das ovelhas. O apóstolo dos gentios tinha a ciência que qualquer falha de caráter poria em cheque o seu apostolado e a sua pregação. Ou seja, a motivação para se pregar o Evangelho não poderia ser outra que: amor pelas pessoas que não confessam a Cristo como o seu Senhor e Rei.

Uma das tentações no exercício da pregação é a Soberba. Contra ela Paulo afirma que “estão sem entendimento” (2 Co 10.12) os que louvam a si mesmo, medem a si mesmo e se comparam a si mesmo. O exemplo paulino denota que o conhecimento e a eloquência longe da obediência de Cristo (2 Co 10.5) corrompe o caráter , este uma vez corrompido, nunca mais será recuperado. Na perspectiva cristã o bom caráter chega a ser mais importante que bens materiais (Pv 22.1 ) e a ordenança de Cristo é que aonde estivermos, sejamos autênticos servos de Deus para gozarmos de suas bênçãos (Mt 25.23). O exemplo pessoal de quem está pregando o Evangelho, manifestará a sua integridade ou denunciará a sua corruptibilidade.

Reflexão:

“O caráter nunca é comprovado por uma declaração escrita ou oral de convicções. É demonstrado pelo modo como vivemos, pelo comportamento, pelas escolhas e decisões. Caráter é a virtude vivida” (Manual do Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. Rio de Janeiro, CPAD, p. 115.)

Publicado no Portal CPAD 

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Esperança em meio à Adversidade - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula prévia referente a Introdução ao 3º trimestre de 2013 e à Lição 2: Esperança em meio à Adversidade, como preparação dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Introdução ao 3º trimestre de 2013

Lição 2 - 3T/2013

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Esperança em meio à Adversidade - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO
“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21). - Para o apóstolo Paulo, Cristo é a sua razão de existir.
VERDADE PRÁTICA
Nenhuma adversidade poderá reter a graça e o poder do Evangelho.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Filipenses 1.12-21.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Saber que as adversidades podem contribuir para a expansão do Evangelho;
  • Explicar as motivações de Paulo para a pregação do Evangelho, e
  • Compreender que o significado da vida consiste em vivermos para o evangelho.

PALAVRA CHAVE

Adversidade: infelicidade, infortúnio, revés. Qualidade ou caráter adverso
COMENTÁRIO
introdução
A prisão de Paulo em Roma foi crucial para a propagação do Evangelho. Nesta lição, entenderemos as motivações que levaram o apóstolo a entregar-se inteiramente à sua missão, sem olhar para as adversidades, mas, usando-as como elemento propulsor, levou a mensagem das boas novas, e deixou boa parte dos escritos do Novo Testamento. Sem as adversidades pelas quais Paulo passou, nós não teríamos este tesouro! Hoje, temos a oportunidade de compreendermos porque as adversidades afligem os filhos de Deus. O maior perigo que qualquer um de nós enfrenta é o desanimo diante das dificuldades, como Paulo, então, diante desse inimigo, poderemos exclamar: “Porque sei que disto me resultará salvação” (1.19). Tenhamos todos uma excelente e abençoada aula!
I. ADVERSIDADE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO

1. Paulo na prisão. O texto de Atos 2.30 e 31 afirma que Paulo permaneceu sob a custódia da guarda Pretoriana, prisioneiro por dois anos na sua própria casa, que alugara, onde recebia todos que o procuravam, pregando o Evangelho, com intrepidez e sem impedimento algum. Paulo soube, pelo poder do Espírito Santo em sua vida, transformar uma situação - aparentemente vexatória, humilhante e dolorosa - em grande testemunho e oportunidade para pregar o evangelho aos soldados e oficiais da famosa guarda pretoriana que, em Roma, somava um efetivo de mais de 9.000 homens. A Bíblia King James Atualizada publica em nota explicativa ao texto de At 28.31 (pág. 2151) que a tradição da Igreja registra que Paulo chegou a ser solto desse encarceramento. Paulo escreveu a várias igrejas com a expectativa de ser liberto a qualquer momento (Fp 2.24; Fm 22). Muitos detalhes nas cartas pastorais revelam que Paulo teve uma oportunidade de voltar à Ásia Menor, a Creta e à Grécia. A segunda epístola a Timóteo, por exemplo, fala de um ministério de Paulo não historiado no livro de Atos. E, por fim, alguns escritos tradicionais e respeitáveis da Igreja, como as cartas de Clemente (cerca de 95 d.C.) e o cânon Muratoriano (cerca de 170 d.C.), narram Paulo em plena atividade ministerial, na Espanha antes de sua morte pelas mãos de Nero (cerca de 67 d.C.).

2. Uma porta se abre através da adversidade. - Em vez de retardar a disseminação do evangelho, a prisão de Paulo lhe deu oportunidade para testemunhar, em especial entre a elite do exercito romano. Sua experiência também estimulou os outros a pregar com mais confiança, mesmo que alguns tivessem intenções erradas. Paulo não tem nenhum comentário sarcástico para essas pessoas, pois a doutrina deles está correta. Sua reação foi bastante diferente em relação aos agitadores referidos em Fp 3.
SINOPSE DO TÓPICO (I)
A prisão de Paulo foi uma porta aberta para a proclamação do Evangelho

II. O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE (1, 12, 13)

1. O poder do Evangelho. O termo “Evangelho”, designação preferida de Paulo para a sua mensagem, ocorre nove vezes em Filipenses (proporcionalmente, mais do que em qualquer outra carta). Paulo e os filipenses estão unidos pelo compromisso comum com o Evangelho. Confiar em Jesus, o Messias, dá a Paulo uma confiança que o leva a pregar confiadamente, sem temor (v. 14; Cl 1.26) e consolo que, longe de fazer com que necessite receber isso de outras pessoas, ele mesmo pode, de sua cela na prisão, fortalecer os irmãos que estão livres e consolar aqueles que se preocupam com ele tendo a certeza de que as boas-novas estão obtendo avanço, e que a sua própria situação é uma alegria.

2. A preocupação dos filipenses com Paulo. Em virtude da prisão de Paulo, o evangelho transitou irresistivelmente por toda a guarda do palácio e mesmo para além dela. A prisão de Paulo por pregar o evangelho tornou-se conhecida não somente dos soldados a serviço do imperador, mas também da casa imperial (cf. 4.22) onde Paulo se refere não aos familiares do imperador, mas sim, a todos os militares, serviçais e escravos que, por meio do testemunho do apóstolo, agora serviam ao Senhor Jesus - entre os mais chegados cooperadores estava Timóteo (1.1,13,14,16) - e, talvez, também da população romana. Não acredito que os filipenses temessem que a prisão de Paulo fosse prejudicial à causa cristã, também não vi nenhum outro comentarista afirmar isso, e o relato do que Deus estava fazendo através de Paulo na “Casa de Cézar” afastou de vez - caso houvesse esse temor - e deu ânimo aos filipenses para imitarem a sua entrega total à causa do Evangelho.

3. Paulo rejeita a autopiedade Paulo tem absoluta certeza da sua salvação (tradução literal da palavra ‘libertação’) eterna em Cristo (Rm 8.28) e fé em seu livramento da prisão, por meio das orações dos filipenses e da vontade do Espírito Santo (veja v. 25; 2.24). Ele esperava sair da prisão, mas não tinha certeza disso, mas de uma coisa ele estava certo: Deus o libertará pelos meios que tiver escolhido, quer humanos como divinos. Na teologia paulina, mesmo em momentos difíceis e de sofrimento, mesmo em amargas decepções, mesmo quando tratados de maneira errada, os crentes podem saber que Deus operará em meio a essas situações, para cumprir seu bom decreto em seus filhos. A situação pode ou não ser diretamente mudada por Deus, mas, mesmo que elas se tornem difíceis, Deus garante bons resultados definitivos, incluindo o amadurecimento do caráter daqueles que são chamados. Nesse pensamento, não há espaço para a autocomiseração, Deus está no controle!
SINOPSE DO TÓPICO (II)
O testemunho de Paulo na adversidade pode ser observado pela sua rejeição a autopiedade e a sua fé no poder do Evangelho

III. MOTIVAÇÕES PARA A PREGAÇÃO DO EVANGELHO (1.14-18)

Duas motivações predominavam nas igrejas da Ásia Menor onde o apóstolo Paulo atuava. São elas:

1. A motivação positiva. “De maneira que as minhas prisões em Cristo forammanifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares” (v.13). O termo ‘manifestas’ (aberto à visão) sugere uma visibilidade que dá ao observador uma capacidade de definir imediatamente o que é visto. Aqui, Paulo declarou que a injustiça de sua prisão era patente aos olhos de todos. Muitos mestres cristãos reconheciam os verdadeiros motivos das perseguições, açoites e prisões de Paulo e pregavam o evangelho ainda com mais amor, lealdade e bravura.

2. A motivação negativa. Mas havia outros, que dando vazão à inveja que alimentavam contra o apóstolo, usavam estes fatos de forma fraudulenta e maldosa, com o propósito de destruir a reputação de Paulo e fazer prevalecer seus ensinos sobre Cristo, projetar suas próprias imagens e conquistar ambições meramente egoístas. Paulo usa a expressão grega ‘aumentar o sofrimento’, que significa literalmente ‘fricção’, numa figura de linguagem sugerida pelo ‘atrito’ das algemas em suas mãos e pés. Contudo, o apóstolo do Senhor não se deixava deprimir, pois sabia que a mensagem é sempre maior do que o mensageiro. Alegria é a palavra chave dessa carta de Paulo, aparecendo no texto mais de quinze vezes. Clique aqui para ler o texto completo »

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Esperança em meio à Adversidade - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO AUREO =  “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Filp 1 .21).
VERDADE PRÁTICA = Nenhuma adversidade poderá reter, a graça e à poder do Evangelho.


LEITURA BIBLICA = FILIPENSES 1: 12-21


INTRODUÇÃO
Todas as ocasiões em que Deus derramou do Seu Espírito, a igreja experimentou uma profunda paixão por Deus e pelas almas perdidas; o avivamento sempre deságua em evangelização; sempre se transforma em uma cachoeira demissões transculturais. No avivamento, a igreja entende que a tarefa da evangelização é uma tarefa sua e não de anjos.Quando o Espírito Santo é derramado, a visão de Deus passa a ser a visão da igreja e o mundo passa a ser a sua paróquia; no avivamento, os que são alcançados e trazidos aos celeiros, logo são enviados e levados aos campos.
O VALOR DA ADVERSIDADE, 1.12-18
Paulo expressou seu louvor a Deus pela participação dos crentes filipenses no progresso do evangelho, e fez uma petição por eles. Agora ele procura dissolver as inquietações que sentiam relativas a ele, obviamente em resposta às investigações que fizeram. E quero, irmãos, que saibais (12). Eles desejam saber as perspectivas do apóstolo (12), a possibilidade de visitá-los (25), o estado de saúde de Epafrodito (2.26) e quando ele pode lhes enviar ajuda (4.10ss.). Eles sofreram com ele por causa do evangelho numa participação comum na adversidade (1.7,28,30), e estão ansiosos em ter informações de suas condições pessoais e da situação do evangelho em Roma. Ele os assegura que Deus está tirando o bem do mal, está glorificando a si mesmo e está revertendo os acontecimentos a favor dos servos que o amam.


1. O Progresso do Evangelho (1.12,13)
As coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho (12). O compromisso de Paulo é tão completo, que ele não consegue dizer como ele está sem dizer como está o evangelho. Lucas nos conta algo da situação que Paulo vivia. O apóstolo era constantemente vigiado, mas tinha permissão para morar em casa alugada, receber visitas e lhes anunciar as boas novas do Reino de Deus (At 28.16,30,31). Seu aprisionamento não restringiu o evangelho; pelo contrário, maior (mailon) se tornou a ocasião para o seu avanço.
O uso do termo grego mailon dá a entender que os crentes filipenses esperavam notícias ruins. Na opinião de certos expositores, o termo evidencia mudança nas circunstâncias de Paulo, particularmente quando analisado à luz da referência à sua “defesa” (apologia, ).A sugestão é que Paulo tivesse sido transferido de sua residência provisória (At 28.30) para a prisão, onde os indivíduos sob julgamento ficavam presos. Por essa razão, os filipenses esperariam que esta custódia mais rígida significasse mais sofrimentos.
Mas o apóstolo acaba com a suposição. A palavra grega prokopen (proveito; “progresso”, BJ, NTLH, NVI, RA; “avanço”, AEC), que também ocorre no versículo 25, era usada para descrever sapadores que abriam fossos, trincheiras e galerias subterrâneas em preparação à chegada de um exército ou outro grupo bélico. E derivada do verbo prokoptein, que significa “cortar árvores e vegetação rasteira”. Em vez de impedir o “progresso” do evangelho, a prisão de Paulo serviu para tirar obstáculos e aumentar a propagação das boas novas (cf. 1 Tm 4.15). Este é o desejo supremo de Paulo, pouco importando o que lhe aconteça pessoalmente.
De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana (13). Melhor tradução: “As minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas” (AEC, RA). Em Cristo quer dizer “por causa de Cristo” (NVI). O termo grego praitorio é interpretado de quatro modos importantes: a) A guarda pretoriana, significando os soldados; b) o palácio do imperador; c) os quartéis da guarda pretoriana; d) as autoridades judiciais ou as pessoas que ouvem os casos dos prisioneiros. A última opção, caso aceita, se ajustaria com a referência à “defesa” no versículo 7, sendo possibilidade aceitável.  Lightfoot demonstrou imparcial e categoricamente que praitorio não pode ser aplicado ao palácio, nem aos quartéis os soldados ou ao acampamento pretoriano. Refere-se a um grupo de homens, uma guarda ou companhia de soldados. Embora não excluamos a interpretação que diz se tratar de autoridades judiciais, a idéia de uma companhia de soldados afigura-se melhor. Augusto tinha dez mil desses homens. Esta interpretação se harmoniza com a declaração lucana de Paulo ter morado durante certo tempo em casa alugada.
Em Efésios 6.20, carta escrita na mesma prisão pouco antes de Filipenses, Paulo fala de ser “embaixador em cadeias” (halusei; cf. At 28.20). A alusão é à corrente que prendia guarda e prisioneiro. A cada mudança de guarda Paulo tinha nova oportunidade de testemunhar de Cristo. Na prisão de dois anos grande número de guardas teria ouvido o evangelho de Paulo. Ele havia testemunhado na prisão filipense (At 16.25-32); e agora ainda testemunhava (4.22). Além deste testemunho pessoal, é possível que Paulo já tivesse defendido oficialmente a si mesmo e ao evangelho (7).
“A palavra de Deus não está presa” (2 Tm 2.9), de forma que ele pode dizer que o evangelho é apresentado por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares (13). A tradução todos os demais lugares é obviamente inexata. Leitura melhor é: “todos os demais” (AEC, NVI, RA; cf. CH, NTLH).
Esta frase confirma a dedução de que Paulo não se refere a um palácio, mas a um grupo de pessoas; provavelmente aos que o visitavam e a outros a quem subseqüentemente contaria a Palavra do Senhor. Sua prisão proporcionou nova oportunidade para testemunhar de Cristo.


2. O Incentivo dos Romanos (1.14)
E muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor (14). Muitos (pleionas) dos irmãos indica que alguns não se abalaram com o fato de Paulo estar preso. A expressão no Senhor é mais bem compreendida se não for considerada junto com irmãos, mas com tomando ânimo. Esta tradução é mais precisa: “Os irmãos, em sua maioria, motivados no Senhor pela minha prisão” (NVI; cf. BAB, BJ, CH, NTLH, RA). Muitos dos irmãos romanos ficaram “mais [extraordinariamente] ousados para” (BAB) falar a palavra.
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Esperança em meio à Adversidade - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 2 - 3T/2013

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Esperança em meio à Adversidade - Luciano de Paula Lourenço

“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1:21)
INTRODUÇÃO
É possível ter esperança em meio à adversidade? Aquele que tem fé em Cristo, sim; sejam quais forem as circunstâncias! A esperança de Paulo na adversidade está latente quando ele comunica aos seus irmãos: “As coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho” (Fp 1:12). Aqui, quem fala não é uma pessoa que se acampa em um escritório opulento e distante do sofrimento alheio, mas um ser humano que redige uma mensagem de esperança em um lugar contrário a qualquer esperança: a prisão. O apóstolo Paulo estava preso em Roma, sob algemas, com esperança de ser absolvido em seu julgamento por meio das orações da igreja (Fp 1:19; Fm 22). Paulo era um homem que nutria a sua alma de esperança (Fp 2:24). Ele se considerava prisioneiro de Cristo, e não de César. Não eram os homens maus que estavam no controle da sua vida, mas a providência divina.
I. ADVERSIDADE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO
1. Paulo na prisão. Quando Paulo foi preso em Jerusalém, ao testemunhar ousadamente perante o sinédrio judaico, o próprio Deus apareceu a ele numa visão e lhe disse: “… Paulo, tem ânimo! Porque, como de mim testificaste em Jerusalém, assim importa que testifiques também em Roma” (At 23:11). Contudo, sua viagem para Roma foi tumultuada e cheia de percalços.
Paulo chegou a Roma como um prisioneiro depois de enfrentar um terrível naufrágio. Durante dois anos, ficou detido numa prisão domiciliar em Roma (At 28:30), na companhia de um soldado da guarda pretoriana, que o guardava (At 28:16; Fp 1:13). Nessa prisão domiciliar, numa casa alugada por ele mesmo, tinha liberdade para receber as pessoas e instruí-las (At 28:23). Nesse tempo, pregou o reino de Deus com toda a intrepidez, e sem nenhum impedimento ensinava as coisas referentes ao Senhor Jesus Cristo (At 28:31).
Paulo jamais se considerou prisioneiro do imperador romano, mas prisioneiro de Cristo. Jamais murmurou atribuindo a Satanás suas algemas. Embora Satanás tenha intentado contra ele, nunca Paulo o considerou como o agente de seus sofrimentos. Quem estava no comando de sua agenda não era o inimigo, mas Deus. Paulo não acreditava em casualidade nem em determinismo. Ele sabia que a mão da Providência o guiava até mesmo na prisão. Ele foi perseguido, odiado, caluniado, açoitado, enclausurado, mas jamais viu os seus adversários como agentes autônomos nessa empreitada. Ele sempre olhou para os acontecimentos na perspectiva da soberania e do propósito de Deus. Considerava-se embaixador em cadeias. Estava preso, mas a Palavra de Deus estava livre.
Paulo considerava o evangelho mais importante que o evangelista; a obra, mais importante que o obreiro. A divulgação do evangelho é mais importante que o mensageiro. Por isso, na prisão Paulo foca sua atenção na proclamação do evangelho, e não em si mesmo. Não importa se o obreiro vive ou morre, desde que o evangelho seja anunciado (Fp 1:20). (1)


2. Uma porta se abre através da adversidade. As cadeias de Paulo abriram portas para o evangelho. Deus é o Senhor da obra e também dos obreiros. Ele abre portas para a pregação e usa os acontecimentos que atingem os obreiros como instrumentos para ampliar os horizontes da evangelização. Porque Paulo estava preso, ele pôde alcançar grupos que jamais alcançaria em liberdade. Os homens podem prender você, mas não o evangelho. Paulo não é um malfeitor social, nem um preso político, mas um embaixador de Cristo em cadeias. Sua prisão é uma tribuna. Suas algemas são megafones de Deus.
A quem Paulo alcançou por causa de sua prisão em Roma?
a) A guarda pretoriana (Fp 1:13). A guarda pretoriana era a guarda de elite situada no palácio do imperador. Era composta de 8 a 10 mil soldados romanos. Dia e noite, durante dois anos, Paulo era preso a um soldado dessa guarda por uma algema. Visto que cada soldado cumpria um turno de seis horas, a prisão de Paulo abriu caminho para a pregação do evangelho no regimento mais seleto do exército romano, a guarda imperial. Paulo, no mínimo, podia pregar para quatro homens todos os dias. Toda a guarda pretoriana sabia a razão pela qual Paulo estava preso, e muitos desses soldados foram alcançados pelo evangelho (Fp 4:22). Assim, as cadeias de Paulo removeram as barreiras e deram a ele a oportunidade de evangelizar os mais altos escalões do exército romano.
b) Todos os demais membros do palácio (Fp 1:13). Além dos soldados, Paulo também evangelizou as demais pessoas que viviam no pretório. Por causa de sua prisão, Paulo esteve em contato com outro grupo de pessoas: os oficiais do tribunal do imperador César. O apóstolo encontrava-se em Roma como prisioneiro do Estado, e seu caso era importante. Além das pessoas que viviam no pretório, Paulo recebia na prisão domiciliar muitas pessoas, e a todas elas ele influenciou e a muitas delas ganhou para Jesus por meio do evangelho (At 28:23-31). Como foi dito acima, Paulo estava preso, mas a Palavra de Deus estava livre.
II. O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE (Fp 1:12,13)
1. O poder do Evangelho. De modo objetivo, Paulo quer que os irmãos saibam que as coisas que lhe aconteceram, a saber, seu julgamento e a sentença de prisão, contribuíram para o progresso do evangelho, em vez de ser um impedimento, como era de esperar. Essa é mais uma ilustração maravilhosa de como Deus sabe desfazer os planos malignos de demônios e homens, obter vitória onde parecia haver apenas tragédia e conquistar uma coroa, em vez de ficar com as cinzas.
Jamais seremos pregadores convincentes do evangelho se nós mesmos não estivermos convicção de que o evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rm 1:16). Se o evangelho é poder de Deus, é mister que experimentemos deste poder, que sintamos e sejamos instrumentos deste poder, sem o que não poderemos ter esta convicção. Paulo tinha esta convicção e, por isso, podia diferenciar-se dos grandes e eloquentes oradores de seu tempo, pois a sua pregação não era mera retórica, mas demonstração do poder de Deus (1Co 2:4-6).

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Esperança em meio à Adversidade - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:

- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.

Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.Compreendem a importância desse ato?Vocês realmente estão fazendo isto?

- Falem do tema da lição: Esperança em meio à adversidade.

- Trabalhem o conteúdo proposto na lição, buscando sempre a participação dos alunos.- Para concluir, utilizem a dinâmica “Estrela Verde” ou “Na Fornalha”.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Texto Pedagógico


Avaliando a Avaliação da Aprendizagem na Escola Bíblica Dominical

Muito se tem discutido e escrito sobre avaliação da aprendizagem. Novas concepções surgem na área educacional, reflexões são realizadas, tomadas de decisões são feitas nas escolas, mas sempre há um ponto de interrogação no processo avaliativo, por ser alvo de opiniões controvertidas e por se entender que é um processo difícil de ser realizado a contento.

Nas escolas seculares, partindo de uma análise simples, a avaliação de forma geral tem sido associada à realização de provas, testes, atribuição de notas ou diagnóstico descritivo dos alunos após um bimestre, trimestre, semestre, ano, série ou ciclo, tendo como foco principal o resultado aprovado, reprovado.            Dessa forma, podemos concluir que a avaliação, nessa concepção, está atrelada ao resultado final do desempenho dos alunos, domínio ou não das competências e habilidades requeridas para aquele momento de estudo etc. É mais conhecida como Somativa, pois a decisão final requer a soma de vários resultados ao longo de um período de estudo. É interessante ressaltar que outros tipos de avaliação já acontecem, em várias escolas, e não estão conjugadas a aferição de notas.

E na Escola Bíblica Dominical, a avaliação para que serve?

Para que serve? Isto mesmo! Caso você, professor, seja daqueles que não realiza avaliação da aprendizagem na EBD, não se espante, você não é exceção! Na EBD pouco se fala em avaliação da aprendizagem, mesmo sendo um requisito tão importante dentro do processo de ensino e aprendizagem.  Mas, é necessário realizar avaliação. É interessante, então, pensar sobre alguns pontos relevantes.

Na Escola Dominical não há uma finalização de períodos conclusivos para que os alunos terminem um módulo e sejam julgados aptos ou não para prosseguir nos estudos posteriores.

É importante também refletir sobre o conteúdo transmitido na EBD, que na sua maioria deve ser vivenciado pelo aluno na sua prática cristã. Então, neste caso, somente o aluno é capaz de julgar como o ensino está sendo absorvido por ele, como cristão. Daí, a necessidade do professor contextualizar o tema com o tipo de aluno, para que a aprendizagem seja mais significativa.Há professores que realizam testes ao final do trimestre e fazem premiação dos alunos que se destacam nestas avaliações escritas, observando também assiduidade, pontualidade, participação etc. As avaliações, na grande maioria, se referem a conteúdos, conceitos; mas, a assimilação deles e vivência do que aprendeu somente os discentes podem avaliar a si mesmos - este tipo de avaliação é conhecida como Autoavaliação. Embora, que possamos “avaliar” alguém pela demonstração de suas atitudes e por aquilo que fala. Afinal, pelos frutos se conhece uma árvore.Outra forma de avaliar os alunos é conhecida como avaliação Diagnóstica. Antes de iniciar o estudo da lição, o professor indaga sobre o que os alunos conhecem sobre o tema. Dessa forma, ele tem conhecimento prévio sobre o que os alunos conhecem da temática que será abordada e pode, inclusive, partir dessas respostas para iniciar o estudo. Há outra forma de avaliar - a Formativa ou Processual. Esta não busca detectar o insucesso do aluno no final de período, nem prioriza o resultado final. Ela acontece no processo de ensino, de forma contínua e informal, como prática de investigação para que o aluno aprenda e dessa forma pode ter uma perspectiva transformadora, isto é, observando as modificações que estão ocorrendo no aluno para que ele aprenda, alcançando os objetivos propostos.Como fazer? O professor durante a aula deve observar a expressão facial e corporal dos alunos, para identificar se estão entendendo o assunto, além de fazer perguntas sobre o assunto e expressões como: “Estão entendendo?” e “Alguma dúvida?” O professor deve também oportunizar espaço para o aluno realizar perguntas. É possível também utilizar-se de outros instrumentos avaliativos, dentro desta perspectiva, como: pequenos testes, dinâmica pedagógica etc. Dessa forma, a avaliação será uma ferramenta eficaz a serviço do ensino e da aprendizagem.Concluindo, reconheço que este texto não esgota o questionamento da problemática avaliativa na EBD. Todavia, apresenta uma reflexão sobre o tema e aponta algumas alternativas para a realização do processo avaliativo.Que tal começar na próxima aula?
Por Sulamita Macedo.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz 

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