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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO

“Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e est√£o escritas para aviso nosso, para quem j√° s√£o chegados os fins dos s√©culos” (1Co 10.11)..

VERDADE PR√ĀTICA
Os erros e pecados de Israel servem-nos de alerta para que n√£o venhamos a cometer os mesmos enganos.
HINOS SUGERIDOS

302, 467, 515.
LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Rm 15.4 A Bíblia toda nos ensina

Terça - Hb 2.1-3 Vigiemos em todo o tempo

Quarta - Hb 12.1,2 O crente e a carreira cristã

Quinta - Rm 9.28 Deus cumpre fielmente a sua Palavra

Sexta - Cl 2.16,17 Sombras do Antigo Testamento

Sábado - Hb 13.17 Obediência em Cristo

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

√äxodo 19.1-6; N√ļmeros 11.1-3.

Êxodo 191 - Ao terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mesmo dia, vieram ao deserto do Sinai.2 - Tendo partido de Refidim, vieram ao deserto do Sinai e acamparam-se no deserto; Israel, pois, ali acampou-se defronte do monte.3 - E subiu Moisés a Deus, e o SENHOR o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó e anunciarás aos filhos de Israel:4 - Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;5 - agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha.6 - E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.
N√ļmeros 111 - E aconteceu que, queixando-se o povo, era mal aos ouvidos do SENHOR; porque o SENHOR ouviu-o, e a sua ira se acendeu, e o fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu os que estavam na √ļltima parte do arraial.2 - Ent√£o, o povo clamou a Mois√©s, e Mois√©s orou ao SENHOR, e o fogo se apagou.3 - Pelo que chamou aquele lugar Taber√°, porquanto o fogo do SENHOR se acendera entre eles.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Analisar¬†a peregrina√ß√£o de Israel pelo deserto;
  • Saber¬†como foi a chegada e a perman√™ncia no monte Sinai, e
  • Conscientizar-se¬†de que a idolatria √© pecado.

COMENT√ĀRIO
INTRODUÇÃO
Palavra Chave

Peregrinação: A jornada longa e exaustiva que os israelitas fizeram até chegarem a Terra Prometida.
H√° muitos crentes que fazem a seguinte indaga√ß√£o: “Por que estudar as li√ß√Ķes do Antigo Testamento, sendo n√≥s crist√£os da Nova Alian√ßa?”. A resposta a esta pergunta se encontra na Primeira Ep√≠stola aos Cor√≠ntios, cap√≠tulo 10, vers√≠culos 1 a 12. Os fatos do Antigo Testamento s√£o como figuras (1Co 10.6,11), nos alertando para que n√£o venhamos a cometer os mesmos erros que o povo de Deus cometeu no passado. Ent√£o, estude com afinco cada li√ß√£o deste trimestre e jamais siga os caminhos da desobedi√™ncia, rebeldia e idolatria trilhados por Israel no deserto.Na li√ß√£o de hoje, estudaremos a caminhada do povo de Deus at√© o Sinai. Veremos como Deus guiou e sustentou seu povo que foi infiel, murmurador e id√≥latra. O Senhor permaneceu fiel e cuidando dos israelitas.¬†[Coment√°rio:¬†A B√≠blia √© uma revela√ß√£o progressiva. O Antigo Testamento √© um espelho que permite que nos vejamos nas vidas dos seus personagens e nos ajuda a aprender de forma indireta com os seus exemplos. Explica tantas coisas sobre quem Deus √©, as maravilhas que tem criado e a salva√ß√£o que tem providenciado. Conforta aqueles que est√£o passando por persegui√ß√£o ou problemas. Ao ler o Antigo Testamento, haver√° muito que voc√™ n√£o entende de imediato, mas haver√° muito mais que voc√™ vai entender e aprender. Ao continuar estudando as suas p√°ginas, pedindo a Deus que o ensine ainda mais, a sua escava√ß√£o vai lhe recompensar com grandes tesouros! Hoje, entraremos em contato com a saga israelita atrav√©s do deserto em dire√ß√£o ao Sinai. A peregrina√ß√£o deles em dire√ß√£o √† terra prometida, mostra-nos muito daquilo que √© a nossa experi√™ncia crist√£ neste mundo. Depois da travessia do Mar Vermelho o povo de Deus foi conduzido ao deserto, lugar onde Deus iria ensin√°-los √° viver em sua depend√™ncia. Foi no deserto onde eles aprenderam depender unicamente do seu Deus; suas provis√Ķes, e os cuidados para com o seu povo. Esta √© a figura que se aplica perfeitamente √† Igreja Militante, vis√≠vel.] Tenhamos todos uma excelente e aben√ßoada aula!
I. ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO
1. Israel chega a Mara (√äx 15.23).¬†O povo de Deus estava finalmente livre dos eg√≠pcios e come√ßava sua caminhada pelo deserto a caminho de Cana√£. Depois da travessia do Mar Vermelho os israelitas foram conduzidos por Mois√©s at√© o deserto de Sur. Eles andaram tr√™s dias pelo deserto e as √°guas que encontraram em Mara eram impr√≥prias para beber. Descontente, o povo come√ßou a murmurar contra Mois√©s. Na verdade eles n√£o estavam reclamando de Mois√©s, mas de Deus (√äx 16.7,8). Muitos podem pensar que est√£o reclamando do seu l√≠der, mas na verdade est√£o reclamando contra aquEle que delegou autoridade ao l√≠der: Deus. A murmura√ß√£o √© uma caracter√≠stica negativa daqueles que n√£o confiam no Senhor. Mois√©s confiava na provid√™ncia do Pai. Ent√£o ele orou e Deus lhe mostrou um lenho. Mois√©s jogou o lenho nas √°guas e elas se tornaram boas para o consumo. Segundo o Coment√°rio B√≠blico Beacon, “assim como Deus curou as √°guas amargas de Mara, assim Ele curaria Israel satisfazendo-lhes as necessidades f√≠sicas e, mais importante que tudo, curando o povo de sua natureza corrompida”.Israel era uma massa de gente briguenta e sem f√© que precisava ser lapidada pelo Senhor para que se transformasse em uma na√ß√£o santa. A lapida√ß√£o veio com as prova√ß√Ķes rumo ao monte Sinai.¬†[Coment√°rio:¬†Mara (em hebraico:¬†?????, cujo significado √© “amargo”) √© um dos locais que a Tor√° identifica como tendo sido percorrida pelos israelitas, durante o √äxodo.¬†Este foi provavelmente o ‘Ain Hawarah, onde ainda existem v√°rias nascentes de √°gua que s√£o muito “amargas”, distantes cerca de 47 quil√īmetros de ‘Ayun Mousa¬†(Dicion√°rio B√≠blico Easton de 1897). N√≥s bem sabemos que h√° um paralelo perfeito entre a caminhada do povo de Israel at√© a Terra Prometida com a trajet√≥ria da Igreja, que caminha em um deserto (o mundo em qual vivemos) em dire√ß√£o a Terra Prometida. Da mesma forma que Israel passou por dificuldades, foi provado, passou por momentos dif√≠ceis e contaram com o recurso de Deus para a vit√≥ria, n√≥s tamb√©m (a Igreja) passamos em alguns momentos, por situa√ß√Ķes dif√≠ceis, mas sabendo sempre que podemos contar com o recurso de Deus (Jesus) para vencer as nossas lutas. O caminho de tr√™s dias nos fala profeticamente da morte e ressurrei√ß√£o do Senhor Jesus, a palavra do Senhor relata que justamente ao terceiro dia, quando o povo precisava saciar sua sede, precisava do descanso para continuar a caminhada, o Senhor orienta a Mois√©s que tomasse o lenho e jogasse sobre as √°guas, transformando a √°gua amarga em doce, uma representa√ß√£o prof√©tica extraordin√°ria que aponta justamente a amargura do pecado do homem que estava sobre Jesus quando tomou o nosso lugar na cruz do calv√°rio, levando sobre si a amargura da morte, t√£o bem descrita pelo profeta Isa√≠as, no cap√≠tulo 53, verso 4, quando diz que: “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e n√≥s o reput√°vamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.” O lenho n√£o tinha valor algum aos olhos da raz√£o humana, era desprez√≠vel, mas trazia consigo um valor extraordin√°rio quando olhamos para o aspecto prof√©tico bem descrito pelo Profeta Isa√≠as, no verso 2, do cap√≠tulo 53: “…¬†como raiz de uma terra seca; n√£o tinha beleza nem formosura e, olhando n√≥s para ele, nenhuma beleza v√≠amos, para que o desej√°ssemos.” Era a figura prof√©tica do Senhor Jesus, que quando lan√ßado nas √°guas transforma as √°guas amargas (morte) em √°guas doces (vida).].

2. Rumo ao Sinai (√äx 16.1).¬†Depois de Mara os israelitas foram para Elim e em seguida para o deserto de Sim, que ficava entre Elim e Sinai (√äx 19.1,2). Esse √© um lugar in√≥spito, repleto de areia e pedra, por√©m um local perfeito para Deus tratar do seu povo. Diante das dificuldades o povo volta a murmurar e quer mais uma vez retornar ao Egito (√äx 16.2,3). Mas Deus √© bom e misericordioso. Ele mais uma vez supriu as necessidades do seu povo. Talvez voc√™ esteja sendo tamb√©m provado pelo Senhor. Este √© um momento dif√≠cil, mas em vez de murmurar adore ao Senhor. Voc√™, assim como Israel, ver√° o sobrenatural de Deus em sua vida. No deserto de Sim, Deus envia o man√° ao seu povo. O man√° n√£o foi um fen√īmeno natural, como alguns cogitam. Foi uma provis√£o especial de Deus. Esta provis√£o apontava para Jesus, o P√£o Vivo que desceu do c√©u (Jo 6.31-35).Deus sustentou seu povo atrav√©s do deserto n√£o somente com p√£o, mas tamb√©m com carne e √°gua. Em Refidim, Deus fez √°gua jorrar da rocha (√äx 17.1-7). Ele √© o nosso provedor (Sl 23.1). Tudo que temos vem do Senhor, por isso devemos ser gratos a Ele pela provis√£o. Depois de partir de Refidim, o povo, sob a orienta√ß√£o de Deus, caminhou at√© o monte Sinai, onde os israelitas receberam a lei do Senhor.¬†[Coment√°rio:¬†Ao seguirem para Elim, que estava logo adiante, encontraram “doze fontes de √°gua e setenta palmeiras; e ali se acamparam junto √†s √°guas” (Ex 15.27). Isto √©, logo √† frente, havia sombra e √°gua fresca. A analogia aqui √© clara: as √°guas de Mara se contrap√Ķem √†s fontes de Elim. Enquanto as √°guas de Mara simbolizam amargura, descren√ßa e murmura√ß√£o, as √°guas de Elim simbolizam a provis√£o plena de Deus para o seu povo. A grande li√ß√£o aqui √© que tivesse Israel suportado a amargura das √°guas de Mara, logo estaria festejando em Elim. A pouca paci√™ncia de muitos crentes embota o fio agu√ßado da vit√≥ria alegre quando esta ocorre. Elim, como mencionamos de passagem no t√≥pico anterior, fala de provis√£o plena de Deus. Se n√£o, vejamos: eram doze fontes para doze tribos, ou seja, uma para cada tribo de Israel¬†(COELHO, Alexandre; DANIEL, Silas. Uma Jornada de F√©. Mois√©s, o √äxodo e o Caminho a Terra Prometida. Editora CPAD. pag. 59-60). Todavia, o deserto tem os seus Elins bem como os seus Maras; as suas fontes e palmeiras, bem como as suas √°guas amargas. “Ent√£o, vieram a Elim, e havia ali doze fontes de √°gua e setenta palmeiras; e ali se acamparam junto das √°guas (vers√≠culo 27). O Senhor graciosa e ternamente prepara verdes lugares no deserto para o Seu povo; e embora sejam, quanto muito, o√°sis, refrescam, todavia, o esp√≠rito e animam o cora√ß√£o. A perman√™ncia tempor√°ria em Elim era evidentemente calculada para tranquilizar os cora√ß√Ķes do povo e fazer cessar as suas murmura√ß√Ķes. A sombra agrad√°vel das suas palmeiras e as √°guas refrescantes das suas fontes vieram muito a prop√≥sito, depois da prova√ß√£o de Mara, e real√ßam √† nossa vista as virtudes preciosas daquele minist√©rio espiritual que DEUS prov√™ para o Seu povo no mundo. Os n√ļmeros “doze” e “setenta” est√£o intimamente ligados com o minist√©rio. Mas Elim n√£o era Cana√£ As fontes e as palmeiras eram apenas um antegozo desse pa√≠s ditoso que estava situado para l√° dos limites do deserto est√©ril, no qual os remidos acabavam de entrar. Davam refrig√©rio, sem d√ļvida, mas era refrig√©rio do deserto: era apenas moment√Ęneo, destinado em gra√ßa, a animar os esp√≠ritos deprimidos e a dar-lhes vigor para a sua marcha para Cana√£. Assim √©, como sabemos, com o minist√©rio na Igreja; √© um suprimento gracioso para as nossas necessidades, destinado a refrescar, fortalecer e encorajar os nossos cora√ß√Ķes “at√© que todos cheguemos √† medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4:13)¬†(C. H. MACKINTOSH. Estudos Sobre O Livro De √äxodo. Editora Associa√ß√£o Religiosa Imprensa da F√©).].

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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA B√ćBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANG√ČLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITER√ďI - RJ
LI√á√ÉO N¬ļ 06- DATA: 09/02/2014
T√ćTULO: ‚ÄúA PEREGRINA√á√ÉO DE ISRAEL NO DESERTO AT√Č O SINAI‚ÄĚ
TEXTO √ĀUREO ‚Äď I Cor 10.11
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE: Ex 19.1-6; Nm 11.1-3
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I ‚Äď INTRODU√á√ÉO:

Tendo passado pela experi√™ncia da travessia do Mar Vermelho, o povo de Israel pode descansar de sua prolongada tens√£o sob a persegui√ß√£o do ex√©rcito de Fara√≥. Ali Mois√©s comp√īs o seu c√Ęntico de exalta√ß√£o a Deus, e o povo comemorou com ele o grande feito do Senhor. Ap√≥s, recome√ßaram sua caminhada, porque era preciso chegar at√© o Monte Horebe. A viagem desde o Egito at√© o Sinai durou, ao todo, tr√™s meses ‚Äď Ex 19.1.

II ‚Äď JORNADA AT√Č ELIM:

(1) ‚Äď Deus transforma √°gua amarga em √°gua doce - Ex 15.22-27 ‚Äď Aos tr√™s dias de viagem pelo deserto de Sur, os israelitas ficaram sem √°gua, e chegaram a um lugar onde havia um po√ßo, mas sua √°gua era amarga.

O lugar onde se deu este acontecimento ficou sendo chamado de Mara, que significa ‚Äúamargo‚ÄĚ, ‚Äútriste‚ÄĚ.

O calor abrasador do deserto fez com que Israel depressa se esquecesse dos grandes e recentes feitos de Deus. Os c√Ęnticos de vit√≥ria, de f√© e de louvor deram lugar ao medo, √† d√ļvida e √† murmura√ß√£o.

MOIS√ČS CLAMOU ‚Äď Ex 15.25 - O recurso de Mois√©s quando tudo ia mal, era saber recorrer √† Fonte da B√™n√ß√£o, o Deus Onipotente.

JEOV√Ā LHE MOSTROU UMA √ĀRVORE - Qual era a √°rvore e como ela fez as √°guas se tornarem doces √© in√ļtil especular. Sem d√ļvida era necess√°rio encontrar alguma erva de aroma bem forte, cujo sabor cobrisse o gosto mineral e tornasse a √°gua agrad√°vel ao paladar.

H√° √°rvores no Peru que t√™m esta qualidade, mas nenhum dos moradores das regi√Ķes do Sinai conhece algo semelhante; era necess√°rio haver uma revela√ß√£o divina em resposta √† ora√ß√£o de Mois√©s.

Para alguns cr√≠ticos n√£o houve interven√ß√£o divina aqui, nem havia necessidade dela, porque havia grande abund√Ęncia de √°rvores naquele lugar com a propriedade de ado√ßar as √°guas. Entretanto, n√£o h√° presentemente, nestas regi√Ķes, tais √°rvores, nem se pode afirmar que as houvesse noutras √©pocas. Os √°rabes n√£o conhecem sequer a tradi√ß√£o de que isto acontecesse, nos tempos idos.

Vamos admitir que existissem essas √°rvores ou arbustos. N√£o √© f√°cil aceitar que uma √°rvore, mesmo de grandes dimens√Ķes, tivesse virtude de ado√ßar √°guas para uma multid√£o como esta e para tantos animais como eles deviam levar. Seria necess√°rio jogar todas as √°rvores do lugar. Como, ent√£o explicar o efeito de uma √°rvore lan√ßada na √°gua? Simplesmente isto: Deus usa a natureza sempre que ela pode ajudar a incredulidade dos homens nalguma opera√ß√£o divina.

Fica claro que a indicação de uma árvore a Moisés foi uma resposta de Deus ao clamor do líder do povo de Israel naquela situação desesperada.

Alguns comentaristas veem aqui uma referência à cruz do Calvário, através da qual as águas amargas desta vida se tornam doces, bem como pode resgatar do julgamento mais amargo.

(2) ‚Äď Ex 15.27 - De Mara o povo seguiu at√© Elim, onde acampou e desfrutou de algum tempo de vida agrad√°vel, pois naquele lugar havia 12 fontes e 70 palmeiras.

Como s√£o r√°pidas as transi√ß√Ķes da vida! Hoje o c√Ęntico de vit√≥ria, amanh√£ os po√ßos amargos de Mara, e, a seguir, a sombra das palmeiras de Elim (que significa √ĀRVORES)! Num momento estamos cantando o alegre c√Ęntico de vit√≥ria √†s margens do Mar Vermelho, juncadas dos cad√°veres dos inimigos, que, assim cremos, estamos vendo pela √ļltima vez. Por√©m, logo depois, com uma s√ļbita mudan√ßa, n√≥s encontramos colocados juntos √†s √°guas da dor e da frustra√ß√£o, em Mara. Entretanto, aprendemos mais sobre Deus em Mara do que em Elim, pois ela nos revela a √°rvore da cruz. Foi ali que o Senhor submeteu inteiramente Sua vontade √† do Pai (Hb 10:5-7; I Pe 2:24).

(3) - Deus conduziu o Seu povo entre Elim e Sinai - Ex 15:27-16:1-3 - Esta jornada tem sido considerada uma das mais importantes da história de Israel, pelo fato desse povo ter deixado as águas refrescantes de Elim onde havia doze fontes de águas e setenta palmeiras, para sujeitar-se ao deserto de Sim.

Por√©m, nessa caminhada at√© o Sinai, Deus providenciou para o Seu povo MAN√Ā, CARNE e √ĀGUA - Ex 16:4, 11-15 cf Nm 21:4-5.

III ‚Äď DEUS MANDA O MAN√Ā E AS CODORNIZES:

Ex 16.1-36 ‚Äď O deserto de Sim ficava entre o o√°sis de Elim e o ponto de destino, o deserto de Sinai, onde estava o Monte Horebe. At√© este ponto a viagem durara dois meses. Os acontecimentos marcantes foram os milagres das codornizes e do man√°, para suprimento do povo de Israel de carne e p√£o. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 6: A Peregrina√ß√£o de Israel no Deserto at√© o Sinai do 1¬ļ Trimestre de 2014: Uma jornada de f√© ‚ÄĒ A forma√ß√£o do povo de Israel e sua heran√ßa espiritual, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 06 - 1T/2014

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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - AD Londrina

Aula ministrada pela Professora Eliza Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 06 - 1T/2014

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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Luciano de Paula Lourenço

Texto B√°sico: √äxodo 19:1-6; N√ļmeros 11:1-3
¬†“Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e est√£o escritos para aviso nosso, para quem j√° s√£o chegados os fins dos s√©culos” (1Co 10:11)
INTRODUÇÃO
Nesta Aula trataremos acerca da caminhada do povo de Israel até a região do Sinai. Veremos como Deus guiou e sustentou seu povo durante a árdua jornada pelo deserto, a despeito da infidelidade, do pecado da murmuração e do pecado da idolatria. Só precisou três dias de peregrinação para demonstrar que era um povo obstinado. Em cada dificuldade deparada os hebreus murmuravam e demonstravam ingratidão. A idolatria no Egito era tão forte que chamuscou a alma do povo hebreu, demonstrado isso de forma tangível, na planície do Sinai, quando eles cultuaram um bezerro de ouro. Mas, a fidelidade de Deus e seu amor, foram determinantes para que Ele cuidasse, dia a dia, dos descentes de Abraão. Deus tem um compromisso com a sua Palavra, Ele vela para cumpri-la. Apesar de nossas fraquezas, Deus não nos deixa sozinhos em nossa jornada rumo à Pátria Celestial.
I.  ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO
Depois, fez Mois√©s partir os israelitas do Mar Vermelho, e sa√≠ram ao deserto de Sur, e andaram tr√™s dias no deserto; e n√£o acharam √°gua. E o povo murmurou contra Mois√©s, dizendo: Que havemos de beber?”¬†(√äx 15:22,24).
Após a travessia do Mar Vermelho e livre definitivamente dos egípcios e do seu ardiloso rei, os hebreus agora iniciam sua Jornada de Fé rumo à Terra Prometida. O deserto é a sua trajetória até Canaã. Mas primeiramente tinha que passar pelo Sinai, porque ali, ao pé do monte Sinai, Israel receberia a lei, firmaria aliança perpétua com o Senhor e seria devidamente organizado como nação.
As dificuldades da caminhada s√£o maiores do que podemos imaginar. Toda a viagem por ali ter√° sido muito penosa. Para atravessar o deserto de forma resiliente √© necess√°ria uma for√ßa motriz, a F√©. Sem este elemento propulsor n√£o se atravessa o deserto inc√≥lume. √Č quando entramos na experi√™ncia do deserto que somos postos √† prova, a fim de que se manifeste at√© que ponto conhecemos Deus e o nosso pr√≥prio cora√ß√£o.
Por que Deus guiou o seu povo por uma região tão medonha? Segundo Paul Hoff, Deus tinha que concretizar alguns propósitos:
a)¬†Deus colocou os israelitas na escola preparat√≥ria do deserto, a fim de que as prova√ß√Ķes os disciplinassem e adestrassem para conquistarem a Terra Prometida. Ainda n√£o estavam em condi√ß√Ķes de enfrentar as hostes de Cana√£, nem desenvolvidos espiritualmente para servir ao Senhor uma vez que entrassem. Embora tenham sido libertados da escravid√£o, ainda tinham esp√≠rito de escravos, isto √©, demonstravam tra√ßos de covardia, murmura√ß√£o e rebeldia.
b)¬†Deus desejava que os israelitas aprendessem a depender inteiramente dele. Desde o momento em que Israel partiu do Egito, Deus come√ßou a submet√™-lo a uma s√©rie de provas, tendo em vista desenvolver e fortalecer a sua f√©. N√£o havia √°gua nem alimentos. A √ļnica maneira de conseguir estas coisas era receb√™-las do Senhor. O deserto era uma pra√ßa de esportes onde se podia desenvolver os m√ļsculos espirituais.
c)¬†Deus conduziu-os ao deserto para prov√°-los e trazer √† luz o que havia em seus cora√ß√Ķes (ler Dt 8:2-5). As provas e afli√ß√Ķes no deserto demonstrariam se os hebreus creriam ou n√£o na onipot√™ncia, no cuidado e no amor de Deus.
O apóstolo Paulo referiu-se às experiências de Israel no deserto como elementos que nos servem de exemplo e de advertência a fim de que não caiamos nos mesmos erros (1Co 10:1-13).
1. Israel chega a Mara (√äx 15:22-25).¬†A primeira prova da F√© do povo hebreu, ap√≥s o milagre do Mar Vermelho, aconteceu depois de tr√™s dias de viagem. Os hebreus estavam sedentos e exauridos pelo intenso calor do deserto, e ap√≥s esses tr√™s dias de peregrina√ß√£o, encontraram apenas¬†√°guas amargas¬†em Mara. As √°guas estavam impr√≥prias e impot√°veis para serem bebidas. Certamente, Deus estava provando a f√© do seu povo rec√©m-liberto da escravid√£o. Todavia, a F√© dele, mais uma vez, foi reprovada. O povo cometeu, pela segunda vez, o perigoso pecado da murmura√ß√£o - “E o povo murmurou contra Mois√©s, dizendo: Que havemos de beber?”(Ex 15:24). Os hinos de louvores entoados pelo triunfo sobre o ex√©rcito de Fara√≥ no milagre do Mar Vermelho foram depressa substitu√≠dos pelas palavras de descontentamento; o aspecto das coisas depressa mudou. Em rela√ß√£o a Deus a murmura√ß√£o √© uma reclama√ß√£o descabida. Quando voc√™ murmura, voc√™ est√° dizendo que Deus n√£o est√° sendo suficiente. Por isso a murmura√ß√£o em rala√ß√£o a Deus √© pecado.
Uma grande vit√≥ria como a travessia do Mar Vermelho proporcionou uma vis√£o maravilhosa da onipot√™ncia de Deus, mas n√£o treinou a f√© para os problemas mais corriqueiros, como a necessidade di√°ria de comida e bebida. √Äs vezes, grandes experi√™ncias com Deus n√£o s√£o suficientes para curar o cora√ß√£o duro e queixoso. Segundo Silas Daniel, √© preciso que aja um arrependimento e um quebrantamento sinceros, seguidos de uma submiss√£o total a Deus. Ou, como afirma o ap√≥stolo Paulo, “crucificarmos o eu e entronizarmos Cristo somente” (Ef 4:31,32).
Em sua primeira prova ap√≥s a travessia do Mar Vermelho, a F√© (o combust√≠vel) do povo foi reprovada. Eles n√£o perceberam que Deus “ali os provou”. Mois√©s, por√©m, tinha F√©; ele confiava na provid√™ncia divina. Ent√£o ele orou e Deus lhe mostrou um¬†lenho,¬†que foi jogado nas √°guas amargas e elas se tornaram boas para o consumo.
N√£o existe nenhuma prova de que o “lenho” que foi lan√ßado nas fontes tivesse a propriedade de tornar pot√°veis as √°guas. Deus tornou-as pot√°veis. O milagre n√£o somente mostrou que Deus tinha cuidado de seu povo, mas tamb√©m simbolizou no come√ßo desta viagem que o Senhor tiraria as amargas experi√™ncias futuras se os israelitas buscassem sua ajuda.
O que podemos apreender com a experiência de Mara:
a) Às vezes, depois de alcançar grandes vitórias, como na travessia do mar Vermelho, vêm as experiências amargas.
b) A árvore lançada na água assemelha-se ao poder da cruz, não só porque redime, mas porque tem semelhança de uma vontade submissa a Deus. Ao aceitar as provas como permitidas por Deus, as amargas experiências tornam-se ternas.
c)¬†A experi√™ncia de Mara deu a oportunidade de revelar-se outro aspecto do car√°ter de Deus por meio de um novo nome:¬†Jeov√° Rafa, ou seja, “o Senhor que te sara”.¬†Deus prov√™ cura. Como a m√£e ama a seus filhos por inclina√ß√£o natural, assim Deus cura a seu povo, pois est√° em sua natureza curar. Deus √© a sa√ļde de seu povo. Se lhe obedecesse, Ele n√£o traria nenhuma das enfermidades mediante as quais julgou os eg√≠pcios.
Segundo Leo G. Cox, “assim como Deus curou as √°guas amargas de Mara, assim Ele curaria Israel satisfazendo-lhes as necessidades f√≠sicas e, mais importante que tudo, curando o povo de sua natureza corrompida”. Deus queria tirar o esp√≠rito de murmura√ß√£o do meio do povo e lhe dar uma f√© forte.
2. Rumo ao Sinai (Êx 16:1-21). Moisés agora conduz o povo rumo ao Sinai. Mas, para chegar lá teve que parar em três localidades: Elim, Sim e Refidim. Em cada uma dessas localidades houve um expediente especial da parte de Deus ao povo hebreu.
- A chegada em Elim¬†- “Ent√£o, chegaram a Elim, e havia ali doze fontes de √°gua e setenta palmeiras; e ali se acamparam junto das √°guas” (√äx 15:27).¬†Elim¬†era um verdadeiro o√°sis no deserto. Ali havia √°gua em abund√Ęncia e tamb√©m palmeiras. O Senhor, que cura as √°guas de Mara, conduz seu povo a um lugar de descanso e refrig√©rio. Assim como h√° √©pocas de severas prova√ß√Ķes, tamb√©m h√° “tempos de refrig√©rio” na presen√ßa do Senhor (Atos 3:19).
- De Elim, Mois√©s conduziu o povo pelo “deserto de Sim”.¬†”E partidos de Elim, toda a congrega√ß√£o dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que est√° entre Elim e Sinai,¬†aos quinze dias do m√™s segundo,¬†depois que sa√≠ram da terra do Egito” (Ex 16:1). Nessa localidade¬†os hebreus vivenciaram pela primeira vez o milagre do¬†man√°¬†e onde se maravilharam com o milagre das¬†codornizes¬†(√äx 16:1-21).
Na localidade de¬†Sim¬†os israelitas sentiram fome e come√ßaram a expressar de novo seus queixosos lamentos. Esquecendo-se da afli√ß√£o no Egito, queriam voltar para onde tinham alimento em abund√Ęncia. As queixas eram dirigidas contra Mois√©s, por√©m na realidade murmuravam contra o Senhor (√äx 16:8). Deus retribuiu-lhes o mal com o bem (2Tm 2:13); proveu codornizes e man√°. A partir de ent√£o, o man√° era fornecido diariamente, durante os quarenta anos de peregrina√ß√£o no deserto (√äx 16:35); foi um fato completamente milagroso -¬†“Eis que vos farei chover p√£o dos c√©us” (√äx 16:4); ca√≠a todas as noites, juntamente com o orvalho; a ra√ß√£o di√°ria era de um g√īmer (3,7 litros) por pessoa. Quanto √†s codornizes foram fornecidas somente uma vez mais na marcha atrav√©s do deserto (√äx 11:31,32).
Segundo Paul Hoff, a provis√£o de Deus no deserto de¬†Sim¬†nos fornece algumas li√ß√Ķes:
a) Deus deseja ensinar a seu povo a confiar nele como provedor de seu sustento diário e a não se preocupar com o dia de amanhã. Deus provia cada vez para apenas um dia, exceto na véspera do sábado. Nunca falhou com seu povo nos quarenta anos de peregrinação.
b) Deus quis ensinar a seu povo a não ser preguiçoso nem avaro. Embora o maná fosse uma dádiva do céu, cada família tinha de fazer sua parte recolhendo o maná todas as manhãs. Ao avaro que recolhia muito mais do que necessitava, nada lhe sobrava (Êx 16:18).
c) Deus desejava ensinar os hebreus a obedecer-lhe, por isso lhes deu normas para recolher o maná. Se por incredulidade ou avareza um hebreu guardava maná para o dia seguinte, aparecia bicho e apodrecia o maná. Ou se não cumprisse a ordem de recolher uma porção dobrada na sexta-feira, jejuava forçosamente no dia de descanso porque nesse dia não caía maná do céu. Desse modo Deus provou a seu povo (Ex 16:4) e o preparou para receber a lei.
d) O maná é um símbolo profético de Cristo, o Pão verdadeiro (João 6:32-35). Assim como o maná, Cristo, que veio do céu, tem de ser recolhido ou recebido cedo na vida (Êx 16:21; 2Co 6:2) e tem de ser comido ou recebido pela fé para tornar-se parte da pessoa que o come.
- De¬†Sim, Mois√©s conduz o povo √† localidade de¬†Refidim¬†- “Depois, toda a congrega√ß√£o dos filhos de Israel partiu do deserto de Sim pelas suas jornadas, segundo o mandamento do SENHOR, e acamparam em Refidim; e n√£o havia ali √°gua para o povo beber” (√äx 17:1). A palavra “Refidim”quer dizer “descansos ou lugares para descansar”.
Chegados a Refidim onde esperavam encontrar um grande manancial, não acharam nada. Sob qualquer aspecto, Deus não estava tornando as coisas fáceis. A falta de água causou sofrimento cuja severidade podemos avaliar, mas isto não pode justificar a reação dos israelitas. Pela quarta vez, o povo murmurou contra Deus. Estavam prestes a apedrejar Moisés, e em sua incredu­lidade provocaram a Deus. Desconfiavam do cuidado do Senhor e com sarcasmo falaram a respeito da presença do Senhor no meio deles (Êx 17:7) a qual se manifestara a eles de modo tão patente na coluna de nuvem e na coluna de fogo e em seus livramentos no passado. Por isto se deu ao lugar o nome de Massá (Prova) e Meribá (Contenda). Moisés levou consigo os anciãos de Israel a Horebe a fim de que presenciassem a fonte milagrosa e dela dessem testemunho (Êx 17:6).
A rocha de Horebe é uma figura profética de Cristo ferido no Calvário (1Co 10:4), e a água é a figura do Espírito Santo que foi dado depois que Jesus foi crucificado e glorificado. Moisés feriu a rocha só uma vez e a água manou continuamente. Assim, também, ira de Deus feriu a Cristo uma vez e a corrente do Espírito ainda flui.
Nessa localidade tamb√©m ocorreu a batalha contra os Amelequitas (√äx 17:8).¬†O ju√≠zo de Deus foi severo contra esses inimigos de Israel - “E, assim, Josu√© desfez a Amaleque e a seu povo a fio de espada” (Ex 17:13). O ju√≠zo severo foi pronunciado porque Amaleque levantou a m√£o contra o trono de Deus, isto √©, recusou-se a reconhecer que era o Senhor quem operava maravilhas a favor de Israel. “E Mois√©s edificou um altar e chamou o seu nome: O SENHOR √© minha bandeira” (√äx 17:15). Os crentes devem lutar contra os inimigos espirituais, mas devem lembrar-se tamb√©m de que lutam sob a bandeira do Senhor e “na for√ßa do seu poder”. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 5 - 1T/2014

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A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai - Ev. José Roberto A. Barbosa

Texto √Āureo: I Co. 10.11 - Leitura B√≠blica: Ex. 19.1-6; Nm. 11.1-3
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Ap√≥s a travessia do Mar Vermelho o povo de Israel prosseguiu sua jornada pelo deserto, passando pelo Sinai. Na aula de hoje extrairemos algumas li√ß√Ķes espirituais a partir desse trajeto, destacando a import√Ęncia da depend√™ncia em Deus, mesmo nas adversidades. Antes demonstraremos o percurso seguido, enfocando o per√≠odo que o povo permaneceu diante do Monte Sinai. A principal instru√ß√£o que retiramos dessa caminhada √© o foco na maturidade, cientes de que Deus est√° interessado n√£o apenas em nosso √™xito, mas, sobretudo, em nossa maturidade, para tanto, n√£o nos poupar√° de situa√ß√Ķes desagrad√°veis.

1.  A PEREGRINAÇÃO DE ISRAEL PELO DESERTO

A vida √© composta de altos e baixos, de vit√≥rias e derrotas, cantamos, e logo em seguida, pranteamos. Ningu√©m est√° isento de passar por adversidades, a caminhada do crist√£o √© sempre desafiadora (Jo. 16.33). Na escola de Deus a prova vem antes, e o aprendizado somente depois. Para alcan√ßarmos maturidade precisamos focar menos em n√≥s mesmos, e mais em Deus. O povo de Israel, ao longo da jornada, estava preocupado em o que comer ou beber (Ex. 15.22-27). A ansiedade em rela√ß√£o ao futuro √© uma demonstra√ß√£o de falta de maturidade espiritual. Jesus ressaltou que os gentios, e n√£o aqueles que t√™m f√©, s√£o os que vivem demasiadamente preocupados (Mt. 6.21, 25-33). Deus sabe quais s√£o nossas necessidades, Ele est√° atento ao que precisamos, mas, √†s vezes, somos conduzidos pela gan√Ęncia, esquecemos-nos de orar pelo p√£o de cada dia (Mt. 6.11), e deixamos de exercitar o contentamento (Fp. 4.11). Al√©m disso, como aconteceu com os israelitas, nos deparamos com as √°guas amargas. E n√£o podemos murmurar, pois assim seremos reprovados pelo Senhor (Tg. 1.12-18; Hb. 12.1-11). O povo de Israel reclamava com facilidade, demonstrando, assim, falta de confian√ßa em Deus (Ex. 16.1-12; Nm. 14.2; 16.41; 17.1-10; Dt. 1.27; Sl. 78.17). Mas o povo n√£o se queixou apenas pela falta de √°gua pot√°vel, angustiou-se tamb√©m pela falta de alimenta√ß√£o. Os israelitas se voltaram para o passado, lembrando-se das “panelas de carne” do Egito, e do alimento que tinham em abund√Ęncia (Ex. 16.3). O Deus de Israel, no entanto, √© Aquele que supre as necessidades, disse que √† tarde teriam carne para comer (Ex. 16.8) e pela manh√£ choveria p√£o do c√©u (Ex. 16.4). Os seguidores de Cristo devem priorizar o reino de Deus, e a sua justi√ßa, o essencial para a subsist√™ncia ser√° providenciado pelo Senhor (Mt. 6.33). O Deus que forneceu o man√° no deserto, para os hebreus, tamb√©m deu instru√ß√Ķes, para que o povo depositasse sua confian√ßa nEle, por isso o alimento deveria ser guardado apenas para o dia (Ex. 19.21), com uma provis√£o suficiente para o s√°bado (Ex. 16.23).

2. ISRAEL DIANTE DO MONTE SINAI

A chegada do povo de Israel ao Monte Sinai foi um cumprimento da profecia do Senhor, entregue atrav√©s de Mois√©s (Ex. 3.12). Os israelitas estavam diante do Monte de Deus, e ali permaneceriam pelos pr√≥ximos onze meses. Mois√©s subiu o monte para ter um encontro pessoal com Deus. Aquele foi um momento singular n√£o apenas para Mois√©s, mas para todo o povo. Mas antes o povo caiu no pecado da idolatria, ao se prostrarem diante de um bezerro de ouro (Ex. 32.1-8,25). Atrelado √† idolatria estava a promiscuidade, uma desonra aos olhos do Deus de Israel. Os crist√£os devem ter cuidado para n√£o cair no mesmo erro dos hebreus, devem fugir do pecado da idolatria, para n√£o deixar de dar gl√≥ria a Deus (I Co. 10.7). Para tanto, devem lembrar que s√£o propriedade de Deus, escolhidos para viver em santifica√ß√£o (Ex. 19.5), tamb√©m viver em santifica√ß√£o, como sacerdotes do Senhor (Ex. 19.6). Em Cristo somos, agora, uma na√ß√£o santa, povo adquirido, retirado das trevas para viver na luz do evangelho (Ex. 19.6; I Pe. 1.15; 2.5,9). Como povo separado para o Senhor, precisamos viver dignamente, distanciados do mundo. O povo de Israel tamb√©m deveria permanecer nas imedia√ß√Ķes do Sinai, de igual modo precisamos nos aproximar de Deus, pelo vivo caminho preparado por Jesus, no calv√°rio (Hb. 10.20). Ao mesmo tempo em que nos aproximamos, tamb√©m devemos reconhecer a grandeza do Senhor (Dt. 5.22-27). O Deus dos crist√£os √© de amor, mas tamb√©m √© fogo devorador (Dt. 4.24; Hb. 12.29), isso deve servir de motiva√ß√£o para uma vida de temor e tremor diante do Senhor (Fp. 2.12).

3. O PECADO DE IDOLATRIA DOS ISRAELITAS

O povo de Israel prometeu obedecer a Palavra do Senhor (Ex. 19.8; 24.3), mas o pr√≥prio Deus estava ciente de que tal promessa n√£o seria cumprida (Dt. 5.28,29). Quando Mois√©s subia o monte, os hebreus ficaram impacientes, o que os conduziu ao pecado. Paci√™ncia √© uma virtude para aqueles que est√£o caminhando rumo √† maturidade (Sl. 40.1). Por outro lado, aqueles que vivem a partir da natureza pecaminosa, tendem √† desobedi√™ncia, ao distanciamento do Senhor. O povo de Israel mostrou inicialmente essa propens√£o no Egito, ao se prostrarem diante dos deuses daquela na√ß√£o (Js. 24.14). Durante a peregrina√ß√£o pelo deserto, e em decorr√™ncia da demora de Mois√©s, o povo instigou Ar√£o a providenciar um “deus substituto” (Ex. 32.2-6). Eles trocaram a gl√≥ria do Deus invis√≠vel pela imagem de um bezerro, um animal quadr√ļpede (Sl. 106.19-23). O povo recebeu a recompensa pelo seu pecado, isso porque o pecado traz consequ√™ncias, o sal√°rio do pecado √© a morte (Rm. 6.23). A lei da semeadora permanece, o que plantamos √© justamente o que colhemos (Gl. 6.7,8). Por isso o povo de Deus precisou ser disciplinado para aprender a obedi√™ncia, o pr√≥prio Mois√©s, como l√≠der, descontrolou-se, ao quebrar as t√°buas da Torah (Ex. 32.19,22). O Senhor n√£o admite conchavos com o pecado, a op√ß√£o √© posta, entre uma vida de santidade ou de pecado. Os bezerros de ouro devem ser destru√≠dos de nossas vidas, n√£o podemos substituir a gl√≥ria de Deus por uma vida devotada aos √≠dolos (Ex. 17.1-7). Depois daquele epis√≥dio Mois√©s retornou ao Monte Sinai, onde permaneceu por quarenta dias e noites, jejuando e orando, intercedendo pelo povo. Aqueles que exercem lideran√ßa devem manter o equil√≠brio, e investirem espiritualmente com vistas ao crescimento dos seus liderados. Precisamos permanecer em contato com o Senhor, sobretudo dando o exemplo na comunh√£o com Deus (Nm. 12.1-8; Dt. 34.10). Tamb√©m n√£o podemos perder o equil√≠brio emocional diante da rebeldia, antes devemos disciplinar com amor e orar para que as pessoas se voltem para Deus (Ex. 32.30-34; 34.28; Dt. 9.18-20).

CONCLUSÃO

Como o povo de Israel estamos todos em uma peregrinação, caminhando pelos desertos da vida. O Senhor tem nos dado Sua revelação, através da Palavra escrita, mas também em Cristo, o Verbo que se fez carne (Jo. 1.1,2; Hb. 1.1,2). Como povo separado de Deus, escolhido para viver em obediência, sobretudo em amor ao Senhor, devemos fugir da idolatria (I Jo. 5.21). Enquanto estivermos em direção à terra prometida, devemos aprender a confiar no Senhor, e a depender da Sua providência, contentes com o que Ele tem nos tem dado (Hb. 13.5).

BIBLIOGRAFIA

SWINDOW, C. R. Moisés: um homem dedicado e generoso. São Paulo: Mundo Cristão, 2000.

WEIRSBE, W. W. Exodus: be delivered. Colorado Springs: David Cook, 2010.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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TV EBD - A Travessia do Mar Vermelho - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 5 - A Travessia do Mar Vermelho. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 5 - 1T/2014

2ª Parte - Lição 5 - 1T/2014

3ª Parte - Lição 5 - 1T/2014

4ª Parte - Lição 5 - 1T/2014

5ª Parte - Lição 5 - 1T/2014

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Question√°rio - A Travessia do Mar Vermelho - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 5 - A Travessia Do Mar Vermelho

Responda conforme a revista da CPAD do 1¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: Uma Jornada de Fé - A Formação do povo de Israel e sua herança espiritual

Complete os espa√ßos vazios e marque com”V”as respostas verdadeiras e com”F”as falsas

 

TEXTO √ĀUREO

 1- Complete:

“O Senhor √© a minha ______________________________ e o meu ______________________________; ele me foi por ______________________________; este √© o meu DEUS […]” (√äx 15.2).


VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

DEUS tirou o seu povo do _____________________________ e o conduziu com ____________________________, proteção e provisão pelo __________________________ até a Terra Prometida.

 

3- O dia chegou e quem traçou a rota de saída? Qual o caminho escolhido?

(    ) Foi Moisés.

(    ) Foi o próprio Senhor.

(    ) O caminho escolhido foi o mais longo, pois DEUS conhecia o coração dos israelitas e sabia que na primeira dificuldade logo desejariam retornar.

 

I - A TRAVESSIA DO MAR

4- Como foi a saída dos israelitas do Egito (Êx 12.11,37)?

(    ) Depois de tudo, somente os israelitas perceberam que estavam diante de um milagre divino, um acontecimento sobrenatural.

(    ) DEUS retirou com mão forte o seu povo do Egito.

(    ) Depois de tudo que presenciaram, tanto os israelitas quanto os egípcios perceberam que estavam diante de um milagre divino, um acontecimento sobrenatural.

(    ) Agora era hora da partida.

(    ) O povo já estava preparado para ir embora, todos vestidos e com seus cajados nas mãos.

(    ) Todos terão um dia que fazer esta passagem.

(    ) Segundo o texto bíblico de Êxodo 12.37, deixaram o Egito seiscentos mil homens, fora os meninos e as mulheres.

(    ) Os israelitas não saíram do Egito de mãos vazias. Os abençoou de tal maneira que eles despojaram os egípcios.

(    ) Era uma pequena retribuição por todos os anos de trabalho escravo a que foram submetidos.

(    ) A rota escolhida pelo Senhor para a saída do Egito foi a mais longa, pois nem sempre DEUS escolhe o caminho mais rápido para nos abençoar.

(    ) O objetivo de tal escolha era também evitar que os israelitas tivessem que passar pelo caminho dos filisteus, evitando confronto com eles.

(    ) Os hebreus não estavam preparados para lutar, pois ainda estavam acostumados à escravidão.

(    ) DEUS também sabia que diante de qualquer obstáculo o povo iria querer voltar para o Egito.

 

5- Como foi a perseguição de Faraó na saída dos israelitas do Egito (Êx 14.5-9)? O que aprendemos daí?

(    ) Faraó enviou todo o seu exército em perseguição ao povo de DEUS, ele ficou em Menfhis.

(    ) O povo estava acampado próximo do mar Vermelho quando o coração de Faraó foi mais uma vez endurecido contra os hebreus.

(    ) Faraó tomou todo o seu exército e saiu em perseguição ao povo de DEUS.

(¬†¬†¬† ) Aqueles que servem ao Senhor com integridade s√£o alvos de muitas persegui√ß√Ķes, mas temos um DEUS que nos livra de todas as afli√ß√Ķes e persegui√ß√Ķes.

(    ) O povo de Israel ficou apavorado quando viu o exército de Faraó vindo em sua direção.

(    ) Diante deles estava o mar e atrás um grande exército inimigo.

(    ) Há momentos em que o Inimigo tenta nos acuar, mas DEUS sempre sai em defesa do seu povo, por isso, não tenha medo. Confia no Senhor e Ele o guardará.

(    ) Diante da perseguição de Faraó os israelitas mais uma vez clamam ao Senhor.

(¬†¬†¬† ) DEUS ouve a ora√ß√£o do seu povo, Ele tamb√©m responde a s√ļplica que lhe fazemos, por isso ore, clame e veja o agir do Todo-Poderoso em sua vida.

 

6- Como foi a ruína de Faraó e seu exército (Êx 14.26-31)?

(    ) Eles marcharam e DEUS enviou durante toda aquela noite uma brisa e um fogo que abriu o mar.

(¬†¬†¬† )¬†”Dize aos filhos de Israel que marchem” . Esta foi √† resposta do Senhor para o seu povo que estava sendo perseguido pelo ex√©rcito eg√≠pcio.

(    ) Eles marcharam e DEUS enviou durante toda aquela noite um vento e o mar se abriu.

(    ) O Senhor providenciou um caminho para os israelitas passarem, e o mesmo caminho serviu de juízo para Faraó e seu exército.

(    ) O povo de DEUS atravessou o mar e quando os egípcios intentaram fazer o mesmo, o Senhor os destruiu.

(    ) Para que o povo não duvidasse, DEUS permitiu que os israelitas vissem os corpos dos egípcios na praia.

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A Travessia do Mar Vermelho - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO √ĀUREO

¬†”O Senhor √© a minha for√ßa e o meu c√Ęntico; ele me foi por salva√ß√£o; este √© o meu DEUS […]” (√äx 15.2).

 

VERDADE PR√ĀTICA

DEUS tirou o seu povo do Egito e o conduziu com zelo, proteção e provisão pelo deserto até a Terra Prometida.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda- Êx 1 3.17 Rumo à liberdade

Terça- Êx 1 3.19 Uma promessa é cumprida

Quarta- Êx 1 3.21 DEUS protege o seu povo

Quinta- Ex 14.11 A murmuração do povo de DEUS

Sexta- √äx 14.1 3,14 “Vede o livramento do Senhor”

Sábado - Êx 1 5.1 A celebração do povo de DEUS

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE √äxodo 14.15,19-26

15 - Ent√£o, disse o SENHOR a Mois√©s: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. 19 - E o Anjo de DEUS, que ia adiante do ex√©rcito de Israel, se retirou e ia atr√°s deles; tamb√©m a coluna de nuvem se retirou de diante deles e se p√īs atr√°s deles. 20 - E ia entre o campo dos eg√≠pcios e o campo de Israel; e a nuvem era escuridade para aqueles e para estes esclarecia a noite; de maneira que em toda a noite n√£o chegou um ao outro. 21 - Ent√£o, Mois√©s estendeu a sua m√£o sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as √°guas foram partidas. 22 - E os olhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as √°guas lhes foram como muro √† sua direita e √† sua esquerda. 23 - E os eg√≠pcios seguiram-nos, e entraram atr√°s deles todos os cavalos de Fara√≥, os seus carros e os seus cavaleiros, at√© ao meio do mar. 24 - E aconteceu que, na vig√≠lia daquela manh√£, o SENHOR, na coluna de fogo e de nuvem, viu o campo dos eg√≠pcios; e alvoro√ßou o campo dos eg√≠pcios, 25 - e tirou-lhes as rodas dos seus carros, e f√™-los andar dificultosamente. Ent√£o, disseram os eg√≠pcios: Fujamos da face de Israel, porque o SENHOR por eles peleja contra os eg√≠pcios. 26 - E disse o SENHOR a Mois√©s: Estende a tua m√£o sobre o mar, para que as √°guas tornem sobre os eg√≠pcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros.

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