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O Uso Reverente do Nome de Deus - Steven R. Key

De um serm√£o pregado na Igreja Reformada “Randolph Protestant Reformed Church” em 21 de Setembro de 1997. Textos B√≠blicos: Salmo 145 e √äxodo 20:7.

√Ä medida em que continuamos nossa considera√ß√£o dos Dez Mandamentos, como aquele guia divino para a nossa vida de gratid√£o a Deus nosso Salvador, chegamos nesta manh√£ ao terceiro mandamento. O Catecismo de Heidelberg, no que pode ser considerado como um desenvolvimento at√≠pico, devota dois Domingos ao terceiro mandamento. No “Domingo 36″ √© tratado o terceiro mandamento na sua ess√™ncia, explicando o que nele √© exigido de n√≥s, mas tamb√©m estabelece a id√©ia da natureza terr√≠vel do pecado aqui proibido. “N√£o h√° pecado maior ou mais provocativo a Deus do que a profana√ß√£o do Seu nome.” Mas havendo exposto a lei de Deus apresentada no terceiro mandamento, o Catecismo ent√£o devota o Domingo 37 a um assunto que tamb√©m enquadra-se no tema geral deste mesmo mandamento, que √© o uso do juramento ou da conformidade com o testemunho de algu√©m ao proferir um juramento em nome de Deus. Aquela exposi√ß√£o longa e detalhada do terceiro mandamento serve para demonstrar a seriedade e santo temor nos quais devemos estar perante o nome de Deus. Pois o nome de Deus √© certamente o assunto deste mandamento.¬†“N√£o tomar√°s o nome do Senhor teu Deus em v√£o; porque o Senhor n√£o ter√° por inocente o que tomar o seu nome em v√£o” (√äxodo 20:7)

Temos visto que somente Deus √© Deus. Em gratid√£o a Deus por sua grande obra por n√≥s e em n√≥s √© que O louvamos como o √ļnico Deus. N√£o teremos outros deuses diante de n√≥s. E porque n√≥s reconhecemos que somente Ele √© soberano e que somente Ele tem o direito de exigir de n√≥s o que Ele queira, √© que n√≥s tamb√©m recebemos da Sua boca o segundo mandamento, o qual em ess√™ncia nos chama a louva-LO somente da maneira que Ele pr√≥prio indicou na Sua Palavra, principalmente ouvindo-O ativamente na prega√ß√£o do Seu Evangelho, de forma a responder a Ele com gratos louvores. Estes, como voc√™s se lembrar√£o, foram os dois primeiros mandamentos. Agora chegamos ao terceiro, um mandamento que tem suas bases na verdade de que o Deus Quem nos salvou e portanto o Deus a Quem servimos como o nosso Pai celeste, √© o Deus Que √© perfeitamente santo. E se Ele √© santo - e muito certamente Ele o √© - ent√£o o Seu nome, pelo qual Ele Se revela a n√≥s, tamb√©m √© santo. E n√≥s que usamos o Seu nome devemos faze-lo com rever√™ncia e santo temor, para adora-LO e glorifica-LO, e representa-LO atrav√©s de nossas vidas de santidade para com o Senhor. Com esta breve introdu√ß√£o, ent√£o, eu chamo sua aten√ß√£o para :

 

O Uso Reverente do Nome de Deus

Notamos:

I. O Santo Nome de Deus

II. O Abuso Daquele Nome

III. O Uso Apropriado do Nome de Deus

1. CONFORME CONSIDERAMOS AS EXIGÊNCIAS DO TERCEIRO MANDAMENTO, QUEREMOS COMEÇAR POR CONSIDERAR O SANTO NOME DE DEUS.

O QUE SIGNIFICA O SANTO NOME DE DEUS?

Entre os homens n√≥s nos referimos a um¬†nom¬†e em mais de um sentido. No nosso meio um nom epode ser pouco mais que uma etiqueta, uma designa√ß√£o que diferencia uma pessoa da outra. N√≥s temos nossos nomes pessoais, e algumas vezes at√© apelidos, pelos quais nos referimos uns aos outros, e nos endere√ßamos como pessoas. Mas uma coisa perdura como verdadeira sobre um nome - ele √© insepar√°vel da pessoa √† qual se refere. Pessoa e nome s√£o insepar√°veis. Quando algu√©m assina o seu nome num documento, expressa que pessoalmente endossa aquele documento ou √© respons√°vel pelo seu conte√ļdo. Mas porque uma pessoa e seu nome s√£o insepar√°veis, um nome tamb√©m denota a reputa√ß√£o daquele a quem pertence. Pelo nome de algu√©m, e pelo que √© dito a seu respeito, sua reputa√ß√£o √© gravada nas mentes de outros como sendo a de um homem com um nome bom ou mau. E tamb√©m lemos em Prov√©rbios 22:1 que um nome bom vale mais do que grandes riquezas (”Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado √© melhor do que a riqueza e o ouro.”). E em Eclesiastes 7 nos √© dito que um bom nome (boa fama) √© melhor que ung√ľento precioso (”Melhor √© a boa fama do que o melhor ung√ľento…”). N√≥s portanto tamb√©m compreendemos que quando o nome de algu√©m √© criticado ou injuriado, √© a sua pessoa que carrega a express√£o de abomina√ß√£o e desonra.

O nome de deus tamb√©m √© insepar√°vel do Seu pr√≥prio Ser. Atrav√©s do Seu nome Ele Se revela a Si pr√≥prio. O nome de Deus √© aquele atrav√©s do qual Ele Se faz conhecido, bem como a Todas as Suas virtudes. Em primeiro lugar, que o nome de Deus √© revelado em todas as obras das Suas m√£os, na cria√ß√£o e na hist√≥ria. Por interm√©dio de todas aquelas coisas Deus tem Se tornado conhecido, estabelecendo a Sua reputa√ß√£o. No cap√≠tulo 145 do livro dos Salmos, lemos que o salmista anuncia a sua resolu√ß√£o de louvar o nome de Deus, seu Rei, para sempre e sempre. Ele fala do nome de Deus como aquele pelo qual Deus tem Se revelado a Si mesmo. Vejam:¬†“Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome pelos s√©culos dos s√©culos e para sempre. Grande √© o Senhor, e muito digno de louvor, e a sua grandeza inexcrut√°vel. Uma gera√ß√£o louvar√° as tuas obras √† outra gera√ß√£o, e anunciar√£o as tuas proezas. Falarei da magnific√™ncia gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas. E se falar√° da for√ßa dos teus feitos terr√≠veis; e contarei a tua grandeza.”¬†(Salmo 145:2-6). Ele continua a falar das obras de Deus em toda a cria√ß√£o, e no desfecho do Seu conselho na hist√≥ria, maravilhando-se do fato de que¬†“Justo √© o Senhor em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras … O Senhor guarda a todos os que o amam; mas todos os √≠mpios ser√£o destru√≠dos.”¬†(vers√≠culos 17 e 20). E ent√£o conclui,¬†“A minha boca falar√° o louvor do Senhor, e toda a carne louvar√° o seu santo nome pelos s√©culos dos s√©culos e para sempre.”¬†(vers√≠culo 21). A mesma verdade √© expressada no Salmo 8, que o nome de Deus √© manifesto nas obras das Suas m√£os, e especialmente magnificado nos nossos olhos que s√£o Seus. Pois a nossa confiss√£o √© exatamente esta:¬†“√ď Senhor, Senhor nosso, qu√£o admir√°vel √© o teu nome sobre toda a terra!”¬†(Salmo 8:9).

Mas nós conhecemos o Seu nome de maneira especial através da Sua revelação, a qual se nos encontra gravada nas Escrituras. Lá o nosso Pai celestial nos tem revelado os Seus nomes pessoais, nomes com os quais Ele pode dirigir-se e pelos quais nós podemos falar a Seu respeito. Há também o nome através do qual Ele entra em relacionamento pessoal conosco. Há muitos nomes que tais de Deus, todos revelando um aspecto diferente do Seu Ser glorioso. Se nos referirmos a Ele como Deus, ou Senhor, ou Altíssimo, ou Todo-Poderoso, ou Pai, ou O Santo, cada nome conscientemente proferido, nos traz à comunhão com Ele e nos move a aproximarmo-nos dEle em louvor e adoração. Seus nomes são um presente para nós, Seu povo! Preste atenção! Quão imensurável é a grande misericórdia do nosso Deus! Ele, que é O Santo, apresentou-Se a nós pelo Seu nome! Ele Se aproximou de nós pessoalmente, nós que não somos simplesmente meras criaturas feitas do pó, mas que somos também pecadores, indignos e incapazes de utilizar Seu nome corretamente!

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N√£o o nome do Senhor Deus em v√£o - Ev. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 5: N√£o o nome do Senhor Deus em v√£o do 1¬ļ Trimestre de 2015: Os Dez Mandamentos ‚ÄĒ Valores imut√°veis para uma sociedade em constante mudan√ßa, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 5 - 1T/2015

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N√£o tomar√°s o Nome do Senhor Deus em v√£o - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Wilsonei Mattos para EBD da Asssembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 5 - 1T/2015

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N√£o Far√°s Imagens de Esculturas - Thiago Santos

rev-adultos

INTRODUÇÃO

I - PROIBIÇÃO À IDOLATRIA
II - AMEAÇAS E PROMESSAS
III - O CULTO VERDADEIRO
IV - AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO

CONCLUSÃO

A VENERAÇÃO MARIANA OU MARIOLATRIA

ATOS 4.12

Na li√ß√£o desta semana, estudaremos a respeito de uma pr√°tica que Deus abomina: a idolatria. Em toda a Escritura Sagrada, encontramos a admoesta√ß√£o divina a respeito desta venera√ß√£o il√≠cita que adultera a genu√≠na adora√ß√£o que √© devida somente a Deus, Criador dos c√©us e da terra. Todavia, muitas s√£o as pr√°ticas id√≥latras encontradas em diversas religi√Ķes. Tudo isso, √© fruto do anseio do cora√ß√£o do homem por um Deus que supra as suas necessidades.

Em raz√£o disso, surgiram muitos personagens significativos ao longo da hist√≥ria que se tornaram influentes, e por isso, venerados por muitos, e at√© mesmo, depois de mortos, exercem papel importante na cultura local onde viviam. Como exemplo, vemos em nosso contexto atual, uma pr√°tica que adquiriu influ√™ncia significativa no Cristianismo: a adora√ß√£o a Maria, ou como √© conhecida, “Mariolatria”.

Institu√≠da pela Igreja Cat√≥lica Apost√≥lica Romana, a venera√ß√£o a Maria acredita na deifica√ß√£o daquela que foi o instrumento de Deus para trazer o Salvador da humanidade a este mundo. Com base nessas concep√ß√Ķes e dogmas, estudaremos quais os fundamentos da adora√ß√£o mariana, mais especificamente abordados pelo catolicismo romano, e o que a Palavra de Deus afirma a respeito. Em virtude disso, o professor poder√° refletir com seus alunos acerca das principais implica√ß√Ķes desta tradi√ß√£o religiosa. Enfatize tamb√©m, a respeito da incumb√™ncia especial designada a Maria de ser a bem aventurada serva do Senhor e escolhida para ser a m√£e terrena do Salvador do mundo.

I. O contexto histórico da idolatria.

Para discorrermos sobre este assunto, é necessário que retornemos um pouco na história. A prática da idolatria é antiga, desde os tempos mais remotos da história da humanidade. Pelo fato do homem ser essencialmente espiritual e religioso, a busca pela proximidade com o divino não deixa de ser uma necessidade de explicação para tudo que existe no campo material. O mundo, os seres vivos e a própria existência são frutos de uma fonte inteligente com capacidade de criar e manter tudo o que existe no universo.
Em vista disso, o homem cria a imagem do divino, das mais diferentes formas e tamanhos possíveis, e isso, de acordo com as suas necessidades e, conforme o tipo de sociedade que está inserido. O Dicionário Bíblico Wycliffe comenta esta fase épica e cita os diversos tipos de adoração que existiram ao longo da história humana.

“a) Aminismo. Era a adora√ß√£o ou rever√™ncia aos objetos inanimados, tais como pedra, √°rvores, rios, fontes e outros objetos naturais. Tamb√©m havia a adora√ß√£o a coisas animadas, tais como aos animais: touros ou bezerros sagrados, s√≠mbolos do princ√≠pio da reprodu√ß√£o e da procria√ß√£o; a serpente, como s√≠mbolo de renova√ß√£o anual, uma vez que ela troca sua pele velha por uma nova; e p√°ssaros, tais como o gavi√£o, a √°guia e o falc√£o, como s√≠mbolos de sabedoria e conhecimento interior. Estas formas animais eram √†s vezes combinadas com formas humanas como objetos de adora√ß√£o - o teriomorfismo.

b) Divindades astrais. Era a adora√ß√£o aos corpos celestes, tais como o sol, a lua, e as estrelas. Os elementos e as for√ßas da natureza tamb√©m eram reverenciados e adorados: tempestades, ar, fogo, √°gua e terra. Consequentemente, os deuses da vegeta√ß√£o e o genii loci (‚Äėesp√≠rito do lugar’) recebiam uma posi√ß√£o importante.
O princ√≠pio da fertilidade era frequentemente divinizado como uma deusa-m√£e como as imagens de √Čfeso indicam. Isso envolvia a adora√ß√£o ao sexo e a glorifica√ß√£o da prostitui√ß√£o.
Havia a tendência comum da adoração aos heróis, que também incluía os ancestrais mortos da tribo ou do clã.

c) Totemismo. Representava não apenas a atividade em artes e ofícios, mas a adoração ao deus ou à deusa que eram patronos do clã, qualquer que fosse a imagem sob a qual a divindade tivesse sido concebida. Geralmente este era um animal selvagem ou um pássaro, ou ainda a combinação de uma das formas animais com a humana.

d) Idealismo. Envolvia a adora√ß√£o a conceitos abstratos tais como a sabedoria e a justi√ßa. A adora√ß√£o ao imperador deve ser inclu√≠da. Os reis, por terem o poder da vida e da morte sobre seus s√ļditos, passaram a ser divinizados. ‚ÄėAve C√©sar’ significava mais que um desejo de ‚Äėvida longa ao rei’, assim como Heil Hitler’ (Salve Hitler); estes eram atos de adora√ß√£o” (CPAD, 2010, p.945).

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N√£o Far√°s Imagens de Esculturas - Pr. Esequias Soares

Pastor Esequias Soares, comentarista das Li√ß√Ķes B√≠blicas da CPAD para a faixa et√°ria de adultos, comenta o tema da quarta li√ß√£o: N√£o Far√°s Imagens de Esculturas.

Lição 4 - 1T/2015

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N√£o Far√°s Imagens de Esculturas - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Euclides de Olivio para EBD da Asssembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 4 - 1T/2015

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N√£o Far√°s Imagens de Esculturas - Pr. Adilson Guilhermel

N√ÉO FAR√ĀS IMAGENS DE ESCULTURAS
Lição 4 - 25 de Janeiro de 2015
Texto √Āureo: I Cor√≠ntios 10.14 “Portanto, meus amados, fugi da idolatria.”
Leitura B√≠blica em Classe: √äxodo 20.4-6; Deuteron√īmio 4.15-19

O IRRACIONAL TEM SUA F√Č NO QUE V√ä, E O RACIONAL T√äM SUA F√Č NO QUE N√ÉO V√ä.

Introdu√ß√£o: Quando se fala no homem irracional √© l√≥gico que envolve as quest√Ķes espirituais no sentido daquilo que ele cr√™ e adora. Isto porque, todo homem √© dotado de um esp√≠rito gerado por Deus no momento da sua concep√ß√£o, e nesse esp√≠rito est√° o princ√≠pio inteligente que o diferencia dos demais seres viventes. Assim entendemos que o homem √© um esp√≠rito com corpo e alma, por√©m, esse corpo foi concebido com natureza pecaminosa vinda desde Ad√£o e Eva. Como est√° num corpo de natureza pecaminosa ele n√£o consegue visualizar o Deus que o gerou na sua concep√ß√£o, o qual √© um Esp√≠rito. Por√©m esse homem que est√° cego espiritualmente procura um deus para adorar, mas na sua irracionalidade espiritual resiste aos meios de salva√ß√£o que o verdadeiro Deus apresenta. Assim ele procura confeccionar deuses vis√≠veis, que s√£o frutos de uma imagina√ß√£o abastecida e influenciada pelo Diabo. Da√≠ √© comum observarmos figuras de animais alados, terrestres, mar√≠timos ou de pessoas feitas de madeira, lou√ßa, metais etc. Como diz a palavra a respeito dessa irracionalidade humana em rela√ß√£o a esses √≠dolos: t√™m boca, mas n√£o falam; olhos t√™m, mas n√£o v√™em. T√™m ouvidos, mas n√£o ouvem; narizes t√™m, mas n√£o andam; nem som algum sai da sua garganta. Neste mundo ainda na posse do deus deste s√©culo que √© o Diabo, bilh√Ķes de pessoas se inclinam diante de imagens, n√£o sabendo que por tr√°s de cada uma t√™m um dem√īnio sendo adorado, os quais levam essa adora√ß√£o ao seu senhor que √© o pr√≥prio Diabo. O √ļnico meio para o homem sair dessa irracionalidade e cegueira espiritual √© aceitar as condi√ß√Ķes impostas por Deus a respeito da salva√ß√£o. E nessa condi√ß√£o o ponto principal √© se arrepender dos seus pecados reconhecendo que √© um pecador pedir perd√£o e se render a Cristo.
1 - TODAS AS IMAGENS DE DEUSES √Č O FRUTO DA IMAGINA√á√ÉO DO HOMEM, POIS ELES N√ÉO EXISTEM
* Não se adora a Deus através de qualquer imagem, nem a imagem Dele, pois Ele é Espírito - Êxodo 20.4 Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
“N√£o fareis para v√≥s √≠dolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem est√°tua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus. Lev√≠tico 26:1″
Se o homem n√£o buscar o verdadeiro conhecimento de Deus, como √© revelado na Sua Palavra, t√™m grandes propens√Ķes a cair na idolatria. Esta tem sido a hist√≥ria do homem ao longo dos s√©culos. Por detr√°s do aparentemente inocente √≠dolo de barro, madeira, lou√ßa, metais etc. est√° √† presen√ßa e o sinistro poder de um dem√īnio. Trata-se verdadeiramente, de adora√ß√£o a dem√īnios. Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos dem√īnios, e n√£o a Deus. “E n√£o quero que sejais participantes com os dem√īnios. 1 Cor√≠ntios 10:20″. Todo crente deve fugir de qualquer coisa que possa ter a apar√™ncia de idolatria. Muitas igrejas pseudo evang√©licas voltadas √† teologia da prosperidade e curas instant√Ęneas t√™m introduzido nos seus cultos v√°rios objetos como pontos de f√©, que na realidade passam a serem usados como amuletos ou √≠dolos no seu lar. A adora√ß√£o de imagens que se constitui em idolatria, e, √© um dos pecados mais provocadores que pode existir diante de Deus. O Senhor Deus √© um ser existente, a sua unidade e a sua influ√™ncia s√£o universal, da√≠, √© necess√°rio que saibamos e acreditemos que Ele √© um Esp√≠rito infinito, que n√£o pode ser representado como uma imagem na sua confec√ß√£o e confin√°-lo como uma imagem na sua consagra√ß√£o, para us√°-lo nos momentos de necessidade. Assim √© uma grande irracionalidade ador√°-lo atrav√©s de uma imagem, curvando-se a ela. Isto √© mudar a sua verdade em mentira e a sua gl√≥ria em vergonha.
* Satan√°s quer ser adorado atrav√©s de imagens, mas Deus √© s√≥ em esp√≠rito e em verdade - √äxodo 20.5 N√£o te encurvar√°s a elas nem as servir√°s; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniq√ľidade dos pais nos filhos, at√© a terceira e quarta gera√ß√£o daqueles que me odeiam.
“Deus √© Esp√≠rito, e importa que os que o adoram o adorem em esp√≠rito e em verdade. Jo√£o 4:24″
A adora√ß√£o ao Deus Supremo, √ļnico e verdadeiro jamais pode ser feita atrav√©s de coisas vis√≠veis, pois Ele √© um Esp√≠rito infinito. A nossa adora√ß√£o a Ele deve ser feita pelo poder da f√© e n√£o pelo poder da imagina√ß√£o. Ele n√£o pode ser fantasiado pelo homem, como Ele fosse algu√©m como n√≥s. O crist√£o n√£o pode ter qualquer tipo de imagem ou coisa no seu lar que venha estimular a sua f√©, pois isso √© coisa de pag√£o e n√£o de crente. A nenhuma imagem pode ser dado qualquer sinal de respeito ou reverencia, muito menos serv√≠-la, pois isso n√£o √© de Deus, e sim do Diabo. Jamais Deus se agradar√° ou aceitar√°, se a adora√ß√£o a Ele vier por meio de uma imagem. O homem deve se inclinar para a espiritualidade da natureza divina e ador√°-lo em esp√≠rito. Se n√£o adorarmos a Deus em esp√≠rito n√£o damos a Ele a gl√≥ria devida ao seu Nome, e, assim o ato de adora√ß√£o n√£o tem qualquer valor ou aceita√ß√£o. Se Deus n√£o fosse Esp√≠rito, Ele n√£o poderia ser perfeito, nem infinito, nem eterno, nem independente, nem o Pai dos esp√≠ritos. (”Porque dele e por ele, e para ele, s√£o todas as coisas; gl√≥ria, pois, a ele eternamente. Am√©m. Romanos 11:36″).
* Quem ama a Deus e obedece a seus mandamentos tem a sua graça e a sua misericórdia - Êxodo 20.6 E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
“Porque os que ouvem a lei n√£o s√£o justos diante de Deus, mas os que praticam a lei h√£o de ser justificados. Romanos 2:13″
Uma coisa que esses irracionais espirituais que se inclinam diante de um √≠dolo ou imagem n√£o enxergam, √© que Deus odeia a idolatria e a toda falsa adora√ß√£o. Ele tem desprazer com essas coisas e com tudo que levam a elas. Sendo Deus zeloso o homem deve ter temor e n√£o oferecer qualquer adora√ß√£o a Deus diferente do que indica a sua Palavra. A idolatria √© uma grande maldade e ser√° punida severamente, por ser uma infra√ß√£o a sua lei, como tamb√©m uma afronta √† sua soberania absoluta. Sendo este um pecado mortal, os filhos que seguem seus pais nesse tipo de adora√ß√£o tamb√©m sofrer√£o as conseq√ľ√™ncias do pecado deles. Os judeus se amparavam numa linha de pensamento que pelo fato de serem da descend√™ncia de Abra√£o, por pior que vivessem, ainda assim teriam um lugar no mundo vindouro. Pelo fato de terem a lei, s√≥ poderiam t√™-la como um privil√©gio para a salva√ß√£o, se estivessem vivendo de acordo com essa lei, e isso era algo que eles n√£o faziam. N√£o √© o ouvir; mas o fazer que nos salvar√°. (E sede cumpridores da palavra, e n√£o somente ouvintes, enganando-vos a v√≥s mesmos. Tiago 1:22).
* N√£o se representa Deus por qualquer imagem, isto √© a maior afronta que algu√©m faz - Deuteron√īmio 4.15 Guardai, pois, com dilig√™ncia as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o Senhor, em Horebe, falou convosco do meio do fogo;
“Eu sou o Senhor; este √© o meu nome; a minha gl√≥ria, pois, a outrem n√£o darei, nem o meu louvor √†s imagens de escultura. Isa√≠as 42:8″
Quando Deus falou com o povo em Horebe, nenhuma apar√™ncia foi vista no meio do fogo. E isso refor√ßa o pensamento de que Deus pro√≠be seu povo de adorar representa√ß√Ķes vis√≠veis de dele ou qualquer coisa que Ele tenha feito, sejam seres humanos, animais, aves, peixes, sol, lua ou estrelas. O homem jamais tem o direito de adorar a cria√ß√£o e deixar o seu criador de lado. Deus fez o homem a sua imagem e semelhan√ßa, mas os id√≥latras fazem imagens das suas pr√≥prias imagina√ß√Ķes, depreciando e afrontando o Senhor. Eu sou o Senhor. Este √© o meu nome, e foi por esse nome que ele se tornou conhecido atrav√©s de todos os seus feitos milagrosos e poderosos. Sendo o Senhor, isso indica que Ele d√° exist√™ncia a todas as coisas e que somente Ele √© Deus. Por isso podemos ter a certeza de que Ele √© zeloso, e n√£o dar√° a sua gl√≥ria a outrem, a quem quer que seja, ou tente estar em competi√ß√£o com Ele.
2 - √Č ABOMIN√ĀVEL AOS OLHOS DE DEUS ALGU√ČM CONFECCIONAR QUALQUER IMAGEM PARA ADORAR -
* √Č uma estupidez do homem introduzir no culto qualquer imagem para adora√ß√£o e venera√ß√£o - Deuteron√īmio 4.16 Para que n√£o vos corrompais, e vos fa√ßais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhan√ßa de homem ou mulher;
“Filhinhos, guardai-vos dos √≠dolos. Am√©m. 1 Jo√£o 5:21″
Imagem esculpida na forma de √≠dolo. Um fator corruptor mentalizado pelo homem √© o fabrico de imagens para efeito de adora√ß√£o ou venera√ß√£o, pois isso desvia a mente das pessoas da presen√ßa invis√≠vel de Deus e rebaixa a id√©ia de como √© a deidade. √Č proibido confeccionar ou fabricar qualquer coisa que tende a desviar a mente dos homens da presen√ßa invis√≠vel de Deus. √Č uma estupidez a adora√ß√£o ou √† venera√ß√£o de imagens feitas por m√£os humanas. Deus se faz conhecer atrav√©s da natureza e por revela√ß√£o e nunca atrav√©s de imagens ou objetos. No paganismo isso sempre aconteceu em todos os tempos e no cristianismo a pr√°tica da adora√ß√£o de imagens de pessoas foi estabelecida pela Igreja Cat√≥lica pelo s√©culo terceiro d.C. e, que prevalece at√© esses tempos. O √≠dolo de si mesmo, nada √© no mundo e que n√£o h√° sen√£o um s√≥ Deus, ou seja, um √≠dolo n√£o possui exist√™ncia real. Uma imagem morta n√£o pode fazer coisa alguma pelo adorador, pois n√£o √© verdadeira. Um √≠dolo √© um substituto inanimado e in√ļtil do que √© real. Que √© um adorador racional aprendeu a conhecer o Deus verdadeiro por meio do seu Filho, Jesus Cristo, e por isso vive numa adora√ß√£o real. Deus n√£o tem c√≥pias, pois Ele √© um Ser aut√™ntico que n√£o tem imita√ß√Ķes. Os crist√£os vivem na luz da realidade e os incr√©dulos vivem nas trevas da irrealidade e num ambiente de falsidade e de simula√ß√£o. O crente verdadeiro recebe discernimento espiritual para distinguir entre o verdadeiro e o falso, um discernimento que os incr√©dulos n√£o possuem. Quem vive para os √≠dolos nunca se preencher√° espiritualmente e por isso acaba levando uma vida falsa e vazia.
* √Č o c√ļmulo do absurdo idolatrar meras figuras de animais, pois √© uma idolatria desmedida - Deuteron√īmio 4.17 Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alada que v√īa pelos c√©us;
“Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que √© bendito eternamente. Am√©m. Romanos 1:25″
A idolatria afeta muita gente, at√© mesmo os crentes podem ter mentes contaminadas por √≠dolos da ambi√ß√£o, da avareza, da inveja, do dinheiro, da fama ou at√© mesmo outro ser humano. √Č poss√≠vel vem em algumas Igrejas l√≠deres querendo ser supermilagreiros buscando para si a aten√ß√£o do povo, e o povo leigo em sim, que √© f√°cil de ser enganado e manipulado em quest√Ķes de f√©, acaba se fixando nesses l√≠deres como se fosse um semideus. Tem crente tamb√©m que se volta para astros de novela, cinema, esportes que passa a serem √≠dolos para eles a partir do momento que os priorizam ao inv√©s de priorizar a Deus. N√£o trocar uma novela, um jogo de futebol ou qualquer outra coisa por um culto √© uma forma escrachada de idolatria, a qual Deus abomina. O auge da luta contra a verdade de Deus √© quando o ser humano troca a verdade de Deus pela mentira e segue com a id√©ia de que ele pode criar o seu pr√≥prio deus. Assim na realidade o ser humano n√£o est√° servindo a ningu√©m e sim a s√≠ pr√≥prio deixando de lado o Criador.
* A irracionalidade em quest√Ķes espirituais leva o homem se expor ao rid√≠culo da adora√ß√£o - Deuteron√īmio 4.18 Figura de algum animal que se arrasta sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas √°guas debaixo da terra; - “E mudaram a gl√≥ria do Deus incorrupt√≠vel em semelhan√ßa da imagem de homem corrupt√≠vel, e de aves, e de quadr√ļpedes, e de r√©pteis. Romanos 1:23″
√ą algo surreal ver at√© onde chega a imagina√ß√£o do homem nas quest√Ķes voltadas a confec√ß√£o ou fabrica√ß√£o de figuras para adorar. E nessa coisa surreal de adora√ß√£o fizeram deuses para si a sua pr√≥pria imagem e se rebaixaram a ponto de adorar aves, insetos e outros animais. Assim o homem um ser dotado de intelig√™ncia chega at√© esse pondo e mal sabe ele que por tr√°s disso tudo est√° a influ√™ncia do Diabo. Por√©m isso faz parte da constitui√ß√£o humana que √© a necessidade de adora√ß√£o. Se n√£o adora o Deus verdadeiro, adorar√° um deus falso, mesmo que ele pr√≥prio tenha que fabric√°-lo. Isso mostra a tend√™ncia humana a se entregar facilmente a idolatria. Assim trocam a gl√≥ria do Deus verdadeiro por deuses substitutos que ele pr√≥prio fabrica. Na sua irracionalidade o homem que poderia estar voltado para a verdade, troca o verdadeiro pelo falso.
* Ningu√©m pode se inclinar as coisas do firmamento, pois elas s√£o para proclamar a gl√≥ria de Deus - Deuteron√īmio 4.19 Que n√£o levantes os teus olhos aos c√©us e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o ex√©rcito dos c√©us; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas √†queles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os c√©us. - “Os c√©us declaram a gl√≥ria de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas m√£os. Salmos 19:1″.
A adora√ß√£o de astros como o sol, lua e estrelas tem sido a mais antiga forma de idolatria. O homem cego na sua forma de adora√ß√£o n√£o entende que essas coisas, as quais ele se volta para adorar foram criadas por Deus com o prop√≥sito de manter a vida nesse planeta e principalmente a vida do homem. ¬†A exist√™ncia da cria√ß√£o implica na exist√™ncia de um Criador; e a natureza da cria√ß√£o demonstra que esse Criador teve a sabedoria necess√°ria para realizar todas essas coisas maravilhosas para o bem estar do homem e jamais para que ele venha a ador√°-la. Por isso o homem tanto judeu como gentio √© indesculp√°vel diante de Deus pela sua incredulidade. Todos os homens para sair dessas trevas precisam de um verdadeiro Salvador que √© o Senhor Jesus Cristo. Ele √© o √ļnico que pode suprir a necessidade da alma humana, pois n√£o existe outro meio, a qual o homem possa ser salvo.

Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

Publicado no site Esboços da EBD 

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Não Farás Imagens de Esculturas - Sulamita Macêdo

Lição 04: Não Farás Imagem de Escultura


Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Ap√≥s a chamada, solicitem ao secret√°rio da classe a rela√ß√£o dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, atrav√©s de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentir√£o queridos, cuidados, perceber√£o que voc√™s sentem falta deles. Dessa forma, voc√™s estar√£o estabelecendo v√≠nculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, voc√™s iniciam o estudo da li√ß√£o. Vejam estas sugest√Ķes:

- Iniciem utilizando a din√Ęmica¬†“Idolatria n√£o”.

- Depois, apresentem o título da lição: Não Farás Imagem de Escultura.

- Falem que esta express√£o se refere ao 2¬ļ. Mandamento e pe√ßam para que os alunos leiam sobre isto no livro do √äxodo 20.4.

- Depois, falem sobre os pontos levantados na lição, procurando sempre a participação dos alunos.

- Para finalizar a aula, perguntem:Voc√™s, antes da convers√£o, tinham devo√ß√£o a um “santo”, participavam de romarias, pagavam promessas e o que lhes motivava a proceder assim?

Oportunizem a 03 alunos, no máximo, para que falem de forma objetiva sobre esta vivência.Solicitem a turma para que observem o que os colegas falam.

- Perguntem aos mesmos alunos:Agora, há necessidade de uma imagem ou outro objeto para que vocês adorem a Deus? Por quê?Aguardem as respostas.

- Para concluir, leiam:”Deus √© Esp√≠rito, e importa que os que o adoram o adorem em esp√≠rito e em verdade”(Jo√£o 4:24).”Guardai, pois, com dilig√™ncia as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o Senhor, em Horebe, falou convosco do meio do fogo;Para que n√£o vos corrompais, e vos fa√ßais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhan√ßa de homem ou mulher;Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alada que voa pelos c√©us;Figura de algum animal que se arrasta sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas √°guas debaixo da terra;Que n√£o levantes os teus olhos aos c√©us e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o ex√©rcito dos c√©us; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas √†queles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os c√©us”(Deuteron√īmio 4:15-19).Tenham uma excelente e produtiva aula!

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Não Farás Imagens de Esculturas - Pr. Mário Sérgio

Vídeo Oficial da IEADJO - IEADJO - Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville: Dicas e comentários da Escola Bíblica Dominical, com o Pr. Mário Sérgio.

Lição 4 - 1T/2015

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N√£o Far√°s Imagens de Esculturas - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO
‚ÄúPortanto, meus amados, fugi da idolatria‚ÄĚ (1Co 10.14).

VERDADE PR√ĀTICA
O segundo mandamento proíbe a idolatria, adoração de ídolo, imagem de um deus ou de qualquer objeto de culto.

LEITURA DI√ĀRIA
Segunda - Lv 19.4
Deus proíbe a fabricação de ídolos e deuses de fundição

Terça - Dt 4.12
A adoração a Deus deve ser sem imagens e sem figuras

Quarta - Mt 4.10
Somente Deus deve ser adorado e a Ele devemos servir

Quinta - Jo 4.24
Deus é Espírito e deve ser adorado em espírito e em verdade

Sexta - At 17.24,25
Deus n√£o habita em templo feito por m√£os humanas

S√°bado - 1Jo 5.21
O combate à idolatria é mantido pelo apóstolo João

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

√äxodo 20.4-6; Deuteron√īmio 4.15-19.√äxodo 204 - N√£o far√°s para ti imagem de escultura, nem alguma semelhan√ßa do que h√° em cima nos c√©us, nem em baixo na terra, nem nas √°guas debaixo da terra.5 - N√£o te encurvar√°s a elas nem as servir√°s; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos at√© √† terceira e quarta gera√ß√£o daqueles que me aborrecem6 - e fa√ßo miseric√≥rdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos.
Deuteron√īmio 415 - Guardai, pois, com dilig√™ncia a vossa alma, pois semelhan√ßa nenhuma vistes no dia em que o SENHOR, vosso Deus, em Horebe, falou convosco, do meio do fogo;16 - para que n√£o vos corrompais e vos fa√ßais alguma escultura, semelhan√ßa de imagem, figura de macho ou de f√™mea;17 - figura de algum animal que haja na terra, figura de alguma ave al√≠gera que voa pelos c√©us;18 - figura de algum animal que anda de rastos sobre a terra, figura de algum peixe que esteja nas √°guas debaixo da terra;19 - e n√£o levantes os teus olhos aos c√©us e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o ex√©rcito dos c√©us, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas √†queles que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os c√©us.

OBJETIVO GERAL

Mostrar que Deus se revela ao homem sem a necessidade de meras reprodu√ß√Ķes.

OBJETIVOS ESPEC√ćFICOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Abaixo, os objetivos específicos referem-se aos que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

  • I. Explicar¬†a proibi√ß√£o b√≠blica quanto √† idolatria.
  • II. Apresentar¬†a caracter√≠stica zelosa de Deus.
  • III. Conscientizar¬†sobre o verdadeiro culto a Deus.
  • IV. Esclarecer¬†quanto √† idolatria da teologia romana.

COMENT√ĀRIO
INTRODUÇÃO
O primeiro mandamento estabelece a adora√ß√£o somente a Deus e a mais ningu√©m. A ordem do segundo mandamento √© para adorar a Deus diretamente, sem media√ß√£o de qualquer objeto. A idolatria √© o primeiro dos tr√™s pecados capitais na tradi√ß√£o judaica, “a idolatria, a impureza e o derramamento de sangue”. Os crist√£os devem se abster da contamina√ß√£o dos √≠dolos (At 15.20).¬†[Coment√°rio:¬†No preludio do primeiro mandamento Deus se revela. O segundo mandamento est√° muito pr√≥ximo do primeiro por ser tamb√©m de ordem espiritual e afirmar, como aquele, a exist√™ncia de um Deus vivo, o √ļnico que deve ser adorado. Aqui, YHWH terminantemente pro√≠be a adora√ß√£o aos √≠dolos e o culto a qualquer imagem de escultura ou de pintura que possa ser tomado como objeto de adora√ß√£o. √Č nesse sentido que Matthew Henry afirma que “o segundo mandamento diz respeito √†s ordenan√ßas da adora√ß√£o, ou √† maneira segundo a qual Deus dever√° ser adorado, o que √© adequado que Ele mesmo indique. Aqui temos: A proibi√ß√£o. Aqui somos proibidos de adorar at√© mesmo o Deus verdadeiro, em imagens, w. 4,5. [1] Os judeus (pelo menos, depois do cativeiro) se julgaram proibidos, por este mandamento, de fazer qualquer imagem ou pintura. Consequentemente as imagens que os ex√©rcitos romanos tinham em suas ins√≠gnias s√£o chamadas de abomina√ß√Ķes por eles (Mt 24.15), especialmente quando s√£o colocadas no lugar santo.“¬†HENRY. Matthew. Coment√°rio Antigo Testamento G√™nesis a Deuteron√īmio. Editora CPAD. pag. 292.]¬†¬†Convido voc√™ para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. PROIBIÇÃO À IDOLATRIA
1. √ćdolo e imagem.¬†O termo hebraico empregado aqui para “imagem de escultura” (√äx 20.4; Dt 5.8) √© p√©ssel, usado no Antigo Testamento para designar os deuses (Is 42.17), como Aser√°, a divindade dos cananeus (2Rs 21.7, TB - Tradu√ß√£o Brasileira). Esses √≠dolos eram esculpidos em pedra, madeira ou metal (Lv 26.1; Is 45.20; Na 1.14). A Septuaginta traduz p√©ssel pela palavra grega eidolon, “√≠dolo”, a mesma usada no Novo Testamento (1Co 10.14; 1Jo 5.21). O √≠dolo √© um objeto de culto visto pelos id√≥latras como tendo poderes sobrenaturais e a imagem √© a representa√ß√£o do √≠dolo.¬†¬†[Coment√°rio:¬†Aser√° (?????????) √©, na mitologia sem√≠tica, uma deusa m√£e canaanita da fertilidade, do amor e da guerra, que aparece em v√°rias fontes acadianas escritas pelo nome de Ashratum/Ashratu e entre os hititas Asherdu, Ashertu, Aserdu ou Asertu. Aser√° √© geralmente considerada id√™ntica √† deusa ugarita Athirat ou Atirat. O livro de Jeremias refere-se a Aser√° quando menciona a “rainha dos c√©us” nos cap√≠tulos 7,18 e 44,18 na qual Jeremias condena o culto √† “rainha dos c√©us”. Jeremias, assim como Isa√≠as, descreve o f√ļtil processo de manufatura de √≠dolo (Jr 10.3-9), mas, depois, apresenta a importante conclus√£o do ponto de vista teol√≥gico de que esses “deuses, que n√£o fizeram nem os c√©us nem a terra, desaparecer√£o da terra e de debaixo dos c√©us” (Jr 10.11). Os produtores deles, continua ele, s√£o “est√ļpidos e ignorantes; cada ourives √© envergonhado pela imagem que esculpiu” (v. 14a). Quanto aos √≠dolos, eles “s√£o uma fraude, eles n√£o t√™m f√īlego de vida. S√£o in√ļteis, s√£o objetos de zombaria. Quando vier o julgamento delas, perecer√£o” (w. 14b, 15). Em contrapartida, Jeremias declara: “Aquele que √© a por√ß√£o de Jac√≥ nem se compara a essas imagens, pois ele √© quem forma todas as coisas, e Israel √© a tribo de sua propriedade” (v. 16). Esse √© exatamente o ponto dos dois primeiros mandamentos. N√£o havia nenhum Deus al√©m do Senhor de Israel, e os √≠dolos e as imagens que representavam outras deidades eram cria√ß√Ķes do homem e, portanto, n√£o representavam nada. Para Israel, ador√°-las representava cometer um sacril√©gio abomin√°vel. O Coment√°rio B√≠blico Beacon (CPAD) esclarece que “Como o primeiro mandamento afirma a unidade de Deus e √© um protesto contra o polite√≠smo, assim o segundo afirma sua espiritualidade e √© um protesto contra a idolatria e o materialismo.” Embora certas formas de idolatria n√£o sejam materiais - por exemplo, a avareza (Cl 3.5) ou a sensualidade (Fp 3.19) -, o segundo mandamento condena primariamente a fabrica√ß√£o de imagens (4) na fun√ß√£o de objetos de adora√ß√£o. Este tipo de idolatria sempre existiu entre os povos pag√£os mais simpl√≥rios do mundo. A hist√≥ria de Israel comprova que esta tenta√ß√£o √© trai√ßoeira“.¬†Leo G. Cox. Coment√°rio B√≠blico Beacon. √äxodo. Editora CPAD. pag. 189. Russell Norman Champlin esclarece que “O primeiro mandamento pro√≠be o polite√≠smo, e a idolatria e o uso de imagens promoviam cultos polite√≠stas. Portanto, o primeiro mandamento tamb√©m combate o uso de √≠dolos. Por motivos assim √© que muitos int√©rpretes pensam que os vss. 4-6 deste cap√≠tulo fazem parte do primeiro mandamento. Os vss. 4-6, para a maioria dos grupos protestantes (com a exce√ß√£o dos luteranos), constituem o segundo mandamento. √Č proibido o fabrico de qualquer imagem de escultura para fins de adora√ß√£o. As imagens tendem ou mesmo promovem formas v√°rias de polite√≠smo, e isso fora estritamente proibido no primeiro mandamento. Al√©m disso, as imagens de escultura, tal como o pr√≥prio polite√≠smo, destroem a natureza √≠mpar de YHWH, al√©m de injetarem elementos estranhos no pensamento e na adora√ß√£o religiosos. Grandes segmentos da cristandade t√™m uma esp√©cie de subpol√≠te√≠smo no uso de imagens e na venera√ß√£o dos “santos”. Digo aqui “sub-polite√≠smo” porque, acima do mesmo, reservam uma adora√ß√£o especial a Deus. O que temos, nesses casos, √© uma forma de sincretismo onde o antigo polite√≠smo alia-se ao monoteismo, A cristandade, ao entrar em contacto com culturas pag√£s, inventou v√°rias formas de sincretismo, pelo que desobedecem de forma crassa o primeiro e o segundo mandamentos. O primeiro e o segundo mandamentos proibiam qualquer forma de representa√ß√£o id√≥latra, e a adora√ß√£o a essas formas“.¬†CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado vers√≠culo por vers√≠culo. Editora Hagnos. pag. 388.]
2. Idolatria.¬†O termo “idolatria” vem de eidolon, “√≠dolo”, e latreia, “servi√ßo sagrado, culto, adora√ß√£o”. Idolatria √© a forma pag√£ de adora√ß√£o a √≠dolos, de adorar e servir a outros deuses ou a qualquer coisa que n√£o seja o Deus verdadeiro. √Č pr√°tica incompat√≠vel com a f√© judaico-crist√£, pois nega o senhorio e a soberania de Deus. Mois√©s e os profetas viam na idolatria a destrui√ß√£o de toda a base religiosa e √©tica dos israelitas, al√©m de negar a revela√ß√£o (Dt 4.23-25).¬†¬†[Coment√°rio:¬†De forma bem sucinta, Charles F. Pfeiffer esclarece que o termo¬†idolatria¬†(latim idolatria, -ae, do grego eidolatre√≠a, -as) √© uma translitera√ß√£o da palavra gr. eidololatria, cujo significado entendemos ser “a adora√ß√£o a √≠dolos; a adora√ß√£o a imagens como divinas e sagradas”. Esse voc√°bulo gr. √© uma composi√ß√£o de dois termos: O primeiro √© eido (cf. o latim video), significando “ver” e “saber”; assim ele traz em si o conceito b√°sico de “saber por ver”. Com base nesse termo foi formada a palavra eidolon, “imagem”, que veio a significar especificamente uma imagem de um deus como um objeto de adora√ß√£o, ou um s√≠mbolo material do sobrenatural como tal objeto. O segundo termo √© latreia, significando “culto” ou, mais especificamente, “culto ou adora√ß√£o aos deuses”. Idolatria, ent√£o, √© prestar honras divinas a qualquer produto de fabrica√ß√£o humana, ou atribuir poderes divinos a opera√ß√Ķes puramente naturais.¬†PFEIFFER .Charles F. Dicion√°rio B√≠blico Wycliffe. Editora CPAD. pag. 944.]
3. Semelhan√ßa ou figura.¬†A frase “Nem semelhan√ßa alguma do que h√° em cima no c√©u, nem embaixo na terra, nem nas √°guas debaixo da terra” (√äx 20.4b; Dt 5.8b), √† luz de Deuteron√īmio 4.12,15, pro√≠be adorar o pr√≥prio Deus verdadeiro por interm√©dio de qualquer objeto. A palavra hebraica para “semelhan√ßa” √© temunah, “apar√™ncia, representa√ß√£o, manifesta√ß√£o, figura”. Sua ideia b√°sica √© de apar√™ncia externa, ou seja, uma imagem vista numa vis√£o (Nm 12.8; Dt 4.12,16-18; J√≥ 4.16; Sl 17.15). Essa proibi√ß√£o inclui a representa√ß√£o de coisas materiais como homens e mulheres, p√°ssaros, animais terrestres, peixes e corpos celestes (Dt 4.16-19).¬†[Coment√°rio:¬†Note que muito das advert√™ncias feitas por YHWH ao povo tem a finalidade de evitar pr√°ticas da cultura Eg√≠pcia. Os eg√≠pcios adoravam toda esp√©cie de objetos, como aves, r√©pteis e figuras celestes imagin√°rias. E n√£o hesitavam em representar tais supostas divindades por meio de imagens. Assim, encontramos este mandamento proibindo esta pr√°tica aos filhos de Israel. A tripla designa√ß√£o, “em cima nos c√©us, nem em baixo na terra, nem nas √°guas debaixo da terra”, para os antigos, apontavam para a cria√ß√£o inteira. Esta condena√ß√£o de imagens claramente inclui imagens do Deus verdadeiro, pois √© bem certo que algum tipo de imagem estivera em uso entre os ancestrais de Israel. Os √≠dolos do lar (terafim) de Lab√£o poderiam, √© verdade, ter mais valor legal do que significado religioso, mas os que Jac√≥ escondeu debaixo do carvalho no “santu√°rio” em Siqu√©m eram com toda certeza objetos religiosos (Gn 35.2-4). Isto aconteceu antes da doa√ß√£o da lei: mesmo depois disso, imagens n√£o eram algo estranho em Israel (ver Jz 8:27, Gide√£o; Jz 17:4, Mica; 1 Sm 19:13, Davi). Todavia, a exist√™ncia de imagens mais tarde em Israel n√£o prova a inexist√™ncia de leis contra seu uso.]
PONTO CENTRAL

Deus se revelou ao homem sem necessidade de media√ß√Ķes sob meras reprodu√ß√Ķes imag√©ticas e humanas.
S√ćNTESE DO T√ďPICO I

Reproduzir imagens humanas, de animais ou qualquer outra coisa, com a finalidade de adorar, foi proibido ao povo de Deus.

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