Wordpress Themes

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO

“Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” (Tg 4.12).

VERDADE PRÁTICA

Os pecados de omissão e opressão são tão repulsivos diante de Deus quanto às demais transgressões.

HINOS SUGERIDOS

5, 50, 155.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Gn 3.1-24
A queda do ser humano

Terça - Is 59.2
O pecado nos separa de Deus

Quarta - Jo 1.29
O Cordeiro de Deus que tira o pecado

Quinta - Hb 9.22
Remissão pelo sangue de Jesus

Sexta - 1Jo 1.7
O sangue de Jesus purifica de todo pecado

Sábado - 1Rs 8.46
Não há quem não peque

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Tiago 4.17; 5.1-6.Tiago 417 - Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado.Tiago 51 - Eia, pois, agora vós, ricos, chorai e pranteai por vossas misérias, que sobre vós hão de vir.2 - As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão comidas da traça.3 - O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós e comerá como fogo a vossa carne. Entesourastes para os últimos dias.4 - Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras e que por vós foi diminuído clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos.5 - Deliciosamente, vivestes sobre a terra, e vos deleitastes, e cevastes o vosso coração, como num dia de matança.6 - Condenastes e matastes o justo; ele não vos resistiu.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Conscientizar-se dos perigos do pecado de omissão.
  • Mostrar que adquirir bens à custa da exploração alheia é pecado.
  • Saber que Deus ouve o clamor dos trabalhadores injustiçados

PALAVRA CHAVE

Pecado de comissão: Realizar aquilo que é expressamente condenado por Deus.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos a contundente reprimenda da Palavra de Deus à opressão dos ricos contra os pobres. A denúncia de Tiago é semelhante a dos profetas do Antigo Testamento: de Isaías, de Ezequiel, de Amós, de Miqueias e de Zacarias (Is 3.14,15; 58.7; Ez 16.49; Am 4.1; 5.11,12; 8.4-8; Mq 6.12; Zc 7.10) contra os senhores que oprimiam os pobres. É importante refletirmos sobre este assunto, pois alguns pensam que as advertências dos santos profetas ficaram restritas à época da Lei (Lv 25.35; Dt 15.1-4,7,8). Entretanto, o mesmo tema é alvo do ensinamento do próprio Senhor Jesus (Lc 6.24,25). Igualmente, o livro de Atos nos informa que a Igreja do primeiro século cuidava dos pobres (At 2.42-45). Isso significa que o tema abordado nesta lição é atual e urgente. [Comentário:Tiago exorta agora, acerca das consequências trágicas da omissão de crentes mais abastados quanto à condição humilde de outros irmãos (Tg 1.27; 2.15,16). Interessante notar que Tiago , ainda que indiretamente, acusa os omissos de assassinos enquanto o seu pecado é responsável pelas mortes desnecessárias entre os mais necessitados, por não atenderem ‘as suas necessidades (Tg 4.3; 5.4,6). Esta missiva foi escrita por Tiago durante a grande fome que abateu a Judeia, por volta do ano 46 d.C., assim, o apostolo vê que a morte de alguns irmãos poderia ser poupada se não fosse a omissão dos mais ricos. Os bens fazem as pessoas se sentirem autossuficientes e julgarem ter encontrado a felicidade que estavam procurando. Aqueles que escolhem o conforto presente e não o caminho de Deus têm a sua consolação agora. Aqueles que tentam encontrar satisfação por intermédio da riqueza irão descobrir que a riqueza é a única recompensa que terão e que não durará. Vamos esmiuçar esta exortação de Tiago e aplica-la ‘a nossa vida?] Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. O PECADO DE OMISSÃO (Tg 4.17)
1. A realidade do pecado. Um dia o homem resolveu voluntariamente desobedecer a Deus (Gn 3.1-24). O pecado, então, tornou-se uma realidade fatal. A partir dessa atitude rebelde, todas as relações dos seres humanos entre si, com o Criador e com a criação, foram distorcidas (Rm 1.18-32). Assim, a humanidade e a criação sofrem e gemem como vítimas da vaidade humana (Rm 8.19-22). Não somos capazes de, por nós mesmos, vencermos o pecado! Contudo, em Jesus toda essa grave realidade pode ser superada, pois o Pai enviou o seu Filho para que morresse por nós e, assim, resgatasse-nos da miséria do pecado (Rm 8.3; Hb 10.1-39). [Comentário: Segundo 1Jo 3.4, pecado é iniquidade. A lei contra a qual se estima o pecado não é simplesmente a lei mosaica, mas sim toda e qualquer revelação de Deus durante todos os tempos. O pecado é descrito na Bíblia como transgressão à lei de Deus e rebelião contra Deus (Dt 9.7; Js 1.18). Lúcifer, a “estrela brilhante, o filho da manhã”, foi o primeiro a transgredir. Não satisfeito com sua glória, desejou tomar o lugar do Eterno, esta foi a causa de sua queda e o começo do pecado (Is 14.12-15). Tornou-se adversário de Deus e foi o causador da queda humana no Jardim do Éden, onde ele tentou Adão e Eva com a mesma fascinação: “sereis como Deus”. Gênesis 3 nos conta a respeito da rebelião de Adão e Eva contra Deus e contra Seus mandamentos. Daquele nefasto momento em diante, o pecado tem sido passado através de todas as gerações. Romanos 5.12 nos diz que através de Adão, o pecado entrou no mundo e assim a morte veio a todos os homens, porque “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). Pecado não é somente alguma coisa contrária ao que Deus disse que o homem não deveria fazer, mas é também algo contrário ao que Deus não quer que o homem faça, com base nos princípios revelados. Dessa forma, uma definição completa e inclusiva do pecado seria: o pecado é tudo o que é contrário ao caráter de Deus. Como a glória de Deus é a revelação do seu caráter, o pecado é uma insuficiência do homem em relação à glória ou ao caráter de Deus (Rm 3.23). J. C. Ryle escreve em sua obra Santidade - Sem a Qual Ninguém Verá o Senhor (Editora Fiel): “…Naturalmente, não preciso dizer, a qualquer um que lê a sua Bíblia com atenção, que um homem pode quebrar a lei de Deus em seu coração e em seus pensamentos, mesmo quando não há qualquer ato externo e visível de iniquidade Nosso Senhor resolveu a questão sem deixar dúvidas, ao proferir o Sermão do Monte (Mt 5:21-28). Até mesmo um de nossos poetas disse, com toda a verdade: “Um homem pode sorrir, sorrir e ainda ser um vilão. Porém, penso que é necessário relembrar aos leitores que um homem pode cometer um pecado e, no entanto, fazê-lo por ignorância, julgando-se inocente, quando na realidade é culpado. Não consigo perceber qualquer garantia bíblica para a moderna afirmativa de que “o pecado não é pecado, enquanto não o percebermos e tomarmos consciência dele”. Pelo contrário, nos capítulos quarto e quinto daquele livro muito negligenciado, Levítico, bem como em Números 15, vejo Israel sendo distintamente instruído de que havia pecados de ignorância que tornavam as pessoas imundas e que precisavam ser expiados (Lv 4:1-35; Lv 5:14-19; Nm 15:25-29). E também encontro o Senhor ensinando expressamente que o servo que não soube da vontade do seu senhor, e não agiu conforme essa vontade, não será desculpado pela sua ignorância, mas castigado (Lc 12:48). Faríamos bem em relembrar que, ao fazer de nosso conhecimento e de nossa consciência miseravelmente imperfeitos a medida de nossa pecaminosidade, estamos pisando em terreno perigoso. Um estudo mais profundo do livro de Levítico nos faria muito bem.”…J. C. Ryle - Santidade - Sem a Qual Ninguém Verá o Senhor, Editora Fiel - p.28-29]. Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Thiago Santos

INTRODUÇÃO

I - O PECADO DE OMISSÃO (Tg 4.17)

II - O PECADO DE ADQUIRIR BENS À CUSTA DA EXPLORAÇÃO ALHEIA (Tg 5.1-3)

III - O ESCASSO SALÁRIO DOS TRABALHADORES “CLAMA” A DEUS (Tg 5.4-6)


CONCLUSÃO O MATERIALISMO E A FALSA ESPIRITUALIDADE

TIAGO 4,17; 5.4. A lição desta semana nos ensina a respeito da omissão da igreja em cuidar dos necessitados e da condenação aos ricos que oprimem os pobres. Acerca disso, o meio irmão do senhor adverte-nos contra o materialismo obsessivo do coração humano em forma da falsa espiritualidade e da falsa prosperidade. A falta de compaixão e do interesse em explorar os pobres é predominante nos dias atuais assim como o era nos de Tiago.  No entanto, desde o princípio do seu ministério, o Evangelho de Jesus, deteve-se “aos pobres como bem-aventurados, pois dos tais é o Reino dos Céus” (Lc 6.20). O teor da mensagem evangélica indica um Reino que prioriza a justiça de Deus e o auxílio divino às necessidades das pessoas. (Mt 6.31-34).  A superficialidade dos bens materiais corrói a vida daqueles que são avarentos e orgulhosos, pois colocam a esperança somente nas riquezas. Atualmente a pregação da falsa teologia da prosperidade tem engodado o coração de muitos em busca da ascensão econômica por intermédio da fé. Vivemos em uma sociedade egocêntrica que prioriza tirar todo o “poder econômico” do homem, em vez de reconhecer a sua importância como indivíduo. Tal comportamento é refutado pelo Evangelho de Cristo, que tem como primazia: valorizar o ser humano como Criação de Deus.
A verdadeira prosperidade consiste na providência divina quanto à necessidade humana e a capacidade de o ser humano, agradecido, viver para a glória de Deus. Na aula desta semana, o professor poderá enfatizar de que forma a Igreja pode se preocupar em cuidar dos mais necessitados, bem como rejeitar a superficialidade do materialismo. Porquanto Deus repudia este comportamento, e quem anda por ele receberá duro juízo da Sua parte (cf. Tg 5.1).

A superficialidade dos bens materiais

É ilusória a conduta daqueles que colocam a esperança nas riquezas, visto que estas são bens materiais superficiais que se corroem com o passar do tempo (cf. Tg 5.2,3). Na igreja da dispersão, havia judeus ricos que eram presunçosos e materialistas a ponto de explorarem o salário dos pobres trabalhadores (4.13; 5.1,4). Tiago condena tal conduta e exorta aos crentes a observarem o fim dos ricos opressores, pois suas riquezas serão consumidas pela traça e pela ferrugem (cf. 5.2). Porquanto, não são em coisas materiais que consiste a verdadeira prosperidade, mas pela consciência do Evangelho. No Sermão da Montanha, o Evangelho de Jesus afirma que a nossa ansiedade pela vida é desnecessária ao passo que colocamos o Reino de Deus e a sua justiça em primeiro lugar (cf. Mt 6.33). Logo, a verdadeira prosperidade consiste no fato de confiarmos que Deus suprirá todas as nossas necessidades em glória, à medida que o servimos e o adoramos em espírito e em verdade (cf. Fp 4.19; Mt 6.31-34; Jo 4.23,24). Assim, a Igreja da atualidade carece discernir o que significa verdadeiramente “prosperidade”, pois “a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui” (Lc 12.15). Tendo em vista que, há muitos que possuem vários bens e não são prósperos, e há outros que possuem pouco, mas a boa mão de Deus os faz prosperar. Por isso, a prosperidade baseada na superficialidade dos bens materiais é constituída de falsa espiritualidade, assim como é a vida daqueles pregam esta teologia: “tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (cf. 2 Tm 3.5). Tal prática nada tem a ver com a prosperidade de Deus para a vida dos seus filhos. Pois, “a bênção do Senhor é que enriquece e Ele não acrescenta dores” (Pv 10.22).

A falsa Teologia da prosperidade

O ensinamento falso da Teologia da Prosperidade prega a seguinte condição: “como pode uma pessoa se dizer filho de Deus e padecer necessidades, visto que Deus é rico e dono da prata e do ouro?” Em contraste a tal ensino, o Evangelho anunciado por Cristo visava alcançar a todos, independente de classe econômica, cor ou posição social. O objetivo é chamar todas as pessoas ao arrependimento, a fim de que por meio da fé alcancem a vida eterna (cf. Mt 4.17).  Na obra, Heresias e Modismos, o pastor Esequias Soares faz uma reflexão sobre a Teologia da Prosperidade: “A mensagem dos profetas da Prosperidade está centrada na saúde e na prosperidade, e não na salvação, sendo um desvio do verdadeiro evangelho de Cristo. O movimento de Confissão Positiva não é denominação e nem seita, mas um movimento no seio das igrejas pentecostais e neopentecostais, que enfatiza o poder do crente em adquirir tudo o que quiser. É, também, conhecido como ‘Teologia da Prosperidade, Palavra da Fé’ ou ‘Movimento da Fé’. Sua origem está no ocultismo, suas crenças e práticas, algumas vezes, são aberrações doutrinárias e outras heresias” (CPAD, 2006, p.305).  A concepção da falsa Teologia da Prosperidade é sem fundamento, visto que o convite da pregação de Cristo não consiste em alcançar a vida plena deste mundo, como esperavam até mesmo os seus discípulos antes da ressurreição, mas conceder ao homem a salvação por meio de sua graça (cf. Rm 1.16,17). Não obstante, o alvo de Cristo era, e continua sendo, alcançar o homem pecador, independente de sua condição. Pois quem se entrega a Cristo e confia nEle, de nada tem falta, suas necessidades são supridas em glória por aquele que conhece todas as coisas. Pelo que diz o Salmista, “se as vossas riquezas aumentam, não ponhais nelas o coração” (Sl 62.10). Portanto, a ascensão econômica como fruto do trabalho honesto é benção de Deus, porém, aos que fazem disso a finalidade de sua fé “se tornarão apodrecidos semelhantes às suas riquezas, e serão corroídos pela traça conforme as suas vestes” (cf. Tg 5.2).

A verdadeira prosperidade vem de Deus

Em contraste a esta falsa doutrina a Palavra de Deus ressalta uma ideia equilibra sobre a prosperidade na vida do crente. Deus não condena o sucesso profissional e financeiro do crente, mas o seu apego às riquezas e ao materialismo no coração. A respeito desse equilíbrio o apóstolo Paulo afirma: “Pois os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. ‘Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores’” (1 Tm 6.10). Desse modo, os que querem se tornar ricos “a fim de satisfazer os seus desejos” (cf. Tg 4.1,3) são engodados pelo pecado e se tornam presas das riquezas, de maneira que a palavra de Deus fica infrutífera em suas vidas (cf. Mt 13.22). Assim, o crente deve ser vigilante com as ciladas da riqueza para que esta não o domine a ponto de não mais seguir a Cristo de forma honesta. Deus deseja que os seus servos sejam prósperos materialmente também, desde que as riquezas não comprometam a primazia do Evangelho em suas vidas. Deste modo, o Senhor concede a sabedoria para que seus servos administrem seus bens de forma apropriada e no temor de Deus (cf. Pv 24.3,4).

Considerações finais

Portanto, a Igreja de Cristo não pode ser omissa em cuidar dos que estão padecendo necessidades e nem aceitar que haja depreciação por parte dos que possuem maiores bens. Todos são membros de um mesmo corpo, cuja cabeça é Cristo (Rm 12.4,5; Cl 1.18) e todos devem cuidar uns dos outros (1 Co 12.25-27). Desse modo, Tiago exorta os irmãos a repudiarem este tipo de atitude no seio da Igreja, pois tal comportamento evidencia a falta de amor e equidade entre os crentes. O meio irmão do Senhor conclui de forma incisiva que Deus rejeita todo e qualquer favoritismo entre os irmãos, visto que Deus não faz acepção de pessoas (cf. Tg 2.1).
Aos que colocam o coração nas riquezas, acreditando em falsas ideologias, cujo materialismo e a falsa espiritualidade imperam, tornam-se prisioneiros dos bens materiais. Esta não é a verdadeira prosperidade, uma vez que não está fundamentada na palavra de Deus, e sim, nas concupiscências terrenas daqueles que só pensam nas coisas materiais e carnais, desejando apenas satisfazê-las. Nesta lição, importa ao professor explicar a respeito do bom uso dos bens materiais de acordo com a vontade de Deus. Compartilhe com a classe, a importância da Igreja se precaver dos ensinos da falsa “Teologia da Prosperidade”, presente no seio da igreja atual. Pois, os que se apropriam da fé com a finalidade de ascensão financeira receberão duro juízo no grande Dia do Senhor, conforme declara o apóstolo Pedro: “E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade; e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” (2 Pe 2.3).

Publicado no Portal CPAD 

converter em pdf.

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Pr. Alexandre Coelho

Dicas da CPAD para que o professor possa dar uma boa aula.

O Pr. Alexandre Coelho ajuda você na preparação da sua aula de Escola Dominical falando sobre o tema da lição 12 - Os Pecados de Omissão e de Opressão.

Lição 12 - 3T/2014

converter em pdf.

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 12 - DATA: 21/09/2014
TÍTULO: “OS PECADOS DE OMISSÃO E DE OPRESSÃO”
TEXTO ÁUREO - Tg 4.17
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Tg 5.1-6
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

A Bíblia não condena a riqueza em si, nem o rico que adquire bens de modo lícito e honesto. Em Tiago vemos a condenação daqueles que, por serem ricos, tornam-se opressores e corruptos. Tal condenação é mais severa, ainda, quando tais pessoas se dizem crentes em Jesus, e agem de modo injusto para com seus empregados, assemelhados e outras pessoas de status inferior.

II - A ORIGEM DAS RIQUEZAS:

(1) - Criadas por Deus - O planeta Terra, em sua situação original, foi contemplado com riquezas imensas em todas as partes. Entretanto, com a queda do homem, a Terra passou a ser maldita e a produzir cardos e espinhos (Gn 3.17,18). Mesmo assim, a bondade de Deus foi tão grande, que deixou para o homem pecador riquezas naturais enormes, capazes de assegurar a sobrevivência condigna por períodos de tempo incalculáveis (Sl 33.5; 104.24).

Todas as riquezas naturais foram postas à disposição para o bem de todos e não apenas de alguns. A Terra é de Deus (Lv 25.23; Sl 24.1) e Ele a deu “aos filhos dos homens” (Sl 115.16b).

(2) - Produzidas pelo homem - Vejamos:

(2.1) - Homens de Deus ricos - Na Bíblia, há homens crentes ricos e exaltados por Deus.

Abraão possuía muita riqueza, fruto da bênção de Deus sobre seu trabalho (Gn 13.6; 24.35).

Jó possuía muitos bens, e muita gente a seu serviço, sendo o homem “maior do que todos os do Oriente” (Jó 1.3).

Davi, rei de Israel, era rico. Seu herdeiro, Salomão, era riquíssimo (l Rs 4.21-28; 7.1-12; 11.14-29).

Nos tempos modernos, há homens de Deus que são muito ricos, contribuindo com seus dízimos e ofertas para a obra do Senhor.

(2.2) - Descrentes ricos - Deus tem permitido que incrédulos também produzam riquezas, utilizando dinheiro, trabalho e tecnologia para o bem-estar dos povos.

Em todas as áreas da vida humana, há riquezas que são benéficas ao homem. Essas não são condenadas por Deus, embora nem todas resultem do trabalho de algum cristão.

III - O USO INÍQUO DAS RIQUEZAS:

(1) - Ricos miseráveis - A Bíblia brada alto contra os ricos opressores, dizendo: “chorai e pranteai por vossas misérias, que sobre vós hão de vir” (v.l). O apóstolo emprega aqui uma linguagem profética, que vê o futuro como seja fosse presente. Ao que tudo indica, tais ricos estavam entre os judeus convertidos ao Cristianismo.

Hoje, há homens cristãos a quem Deus concedeu riquezas. Entre estes, há os bons empresários, que cumprem seus deveres legais e sociais. Há outros, no entanto, que procedem como os ímpios. A Bíblia adverte os que querem ser ricos e também a respeito do amor ao dinheiro (cf. l Tm 6.9,10).

(2) - Acumulação iníqua de riquezas - As riquezas humanas são fruto da utilização do capital, que são as máquinas e os equipamentos, do uso dos recursos financeiros, da terra, da mão-de-obra e da tecnologia. Entretanto, há muita riqueza injusta.

Em nosso país, com mais de oito milhões e quinhentos mil quilômetros quadrados de terras, a maior parte delas está nas mãos de cerca de dez por cento de proprietários. “Há tanta gente sem terra e tanta terra sem gente”.

A exploração dos “boias-frias” daquele tempo, foi objeto da epístola de Tiago, quando diz: “Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras e que por vós foi diminuído clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (v.4). Será que não há fazendeiro, proprietário, empregador e empresário crente, hoje, que estão debaixo dessa condenação?

(3) - Sistemas econômicos injustos - O comunismo, graças a Deus, fracassou (apesar de estar vivo). Através da luta de classes, jogou pobres contra ricos e vice-versa. Acabou gerando a exploração de todos pelo “todo-poderoso” Estado marxista-leninista, que se fez “deus”, oprimindo as mentes, a ponto de não permitir a pregação do evangelho, matando milhões de pessoas.

O capitalismo, em sua ganância pelo lucro, não fica atrás, na opressão e na iniquidade. Chegou a ponto de não só apropriar-se da maior parte dos bens, mas até de pessoas. Inclui, também, a exploração sexual de crianças para fins de turismo, o trabalho infantil forçado, o comércio das drogas, as bebidas, o fumo, a prostituição, a fraude, a extorsão, a sonegação, etc. São riquezas apodrecidas e enferrujadas. Tiago diz: “As vossas riquezas estão apodrecidas… o vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram; e sua ferrugem dará testemunho contra vós… Entesourastes para os últimos dias” (vv.2,3).

(4) - Uma opção que não tem dado certo - Um sistema que atenderia, talvez, os princípios cristãos seria o cooperativista. Infelizmente, pelo egoísmo, infidelidade, omissão e corrupção, não tem tido o êxito esperado na maior parte das experiências.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula prévia referente a Lição 12: Os Pecados de Omissão e de Opressão do 3º Trimestre de 2014: Fé e obras — ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica, como preparação dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 12 - 3T/2014

converter em pdf.

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Ev. José Costa Júnior

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O assunto desta lição diz respeito aos pecados de omissão e opressão. Esta lição apresenta uma severa denúncia contra os ricos que têm granjeado prosperidade mediante opressão. Os tais são condenados, não por serem ricos, mas porque suas riquezas foram mal adquiridas, permanecendo sobre elas as marcas da corrupção. Tiago concita-os a chorar e a lamentar por causa das desventuras que lhes sobrevirão. Os orientais são muito efusivos na expressão de suas mágoas. Ouro, prata e vestuários (Mt 6.19; At 20.33) eram os principais artigos de que se compunha a riqueza no Oriente.
Quando Tiago fala sobre as riquezas “comidas de traça” e “enferrujadas”, ele está empregando o perfeito profético, em que se fala do futuro como se já tivesse ocorrido. “O destino inevitável da riqueza deles é referido como se já se tivesse realizado”. Apesar de todas as evidências externas de prosperidade e de brilhante sucesso, as vestes deles, aos olhos divinos, estavam comidas de traça; sua prata e seu ouro, em que confiavam, estavam corroídos; o seu deslustre testemunhava contra eles. Se estas palavras tiveram ou não seu cumprimento imediato nas desgraças que precederam a destruição de Jerusalém, permanece o princípio geral de que enfrentarão, um dia, inevitável retribuição os que parecem viver confiados em riquezas apodrecidas.
A principal oposição aos cristãos, naquela época, partia dos ricos. Aqui o apóstolo passa a especificar outras razões de queixa e mostra como as riquezas deles se têm corrompido. Não somente cerravam suas entranhas de compaixão pelos pobres, mas os salários justos e legais, devidos aos trabalhadores que ceifavam seus campos, esses eram retidos por eles (Lv 19.13; Dt 24.15; Jr 22.13; Ml 3.5). Pintando assim o quadro da luta entre o capital e o trabalho, Tiago não hesita em acusar de fraude os opressores. E embora os gritos e apelos dos oprimidos encontrassem ouvidos moucos da parte dos opressores, “penetravam nos ouvidos do Senhor dos exércitos”. “Jeová Sabaote”, Senhor das hostes, ou dos Exércitos é um frequente designativo de Deus no Velho Testamento, e significa Sua onipotência pela qual governa o mundo, defende o Seu povo e castiga os ímpios.
Ele não é um espectador indiferente (Êx 3.7-10). Procedendo daquele modo, os ricos só faziam “acumular tesouros para os últimos dias”. Tiago sente em sua alma o iminente juízo a desabar sobre a Santa Cidade, quando os judeus mais ricos foram despojados de tudo, seguindo-se um reinado de terror, que prevaleceu onde quer que se achassem judeus. Todavia o caso sugere também que tais condições, aí descritas, prevalecerão grandemente ao chegar ao fim a presente dispensação.
O objetivo deste estudo é trazer algumas informações, colhidas dentro da literatura evangélica, com a finalidade de ampliar a visão do sobre os pecados de omissão e opressão. Não há nenhuma pretensão de esgotar o assunto ou de dogmatizá-lo, mas apenas trazer ao professor da EBD alguns elementos e ferramentas que poderão enriquecer sua aula.
I. O PECADO DE OMISSÃO
Antes de abordar o tema específico, vale lembrar alguns conceitos importantes sobre o pecado. Segundo Vincent Cheung, o pecado produziu efeitos devastadores na humanidade. A “representatividade federal” de Adão refere-se ao seu papel como o representante de toda a humanidade no Éden. A Escritura ensina que, quando ele pecou, agiu no lugar de todos os seus descendentes na mente divina. Portanto, quando Adão caiu em pecado, toda a humanidade caiu com ele: “… o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens… uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens…” (Rm 5.12,18). Adão representou a raça humana no Éden como um “cabeça federal” e não como um “cabeça orgânico”. Toda a humanidade está condenada por seu pecado, não por causa de relação física com ele, mas porque ele a representava na mente divina; isto é, Deus soberanamente determinou que Adão representasse toda a humanidade no Éden. Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da lição. Observem as seguintes sugestões:- Para iniciar o estudo da lição, apliquem a dinâmica ”Injustiça Social - Igual em todo tempo?”

- Depois, escolham 03 alunos e peçam para que um deles leiam:

Amós 5:12:  “Porque sei que são muitas as vossas transgressões e graves os vossos pecados; afligis o justo, tomais resgate, e rejeitais os necessitados na porta”.

Amós 8:4-6 ”Ouvi isto, vós que anelais o abatimento do necessitado; e destruís os miseráveis da terra, dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o grão, e o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo, e procedendo dolosamente com balanças enganosas, para comprarmos os pobres por dinheiro, e os necessitados por um par de sapatos, e para vendermos o refugo do trigo?”

Tiago 5. 1 ao 6: ”Eia, pois, agora vós, ricos, chorai e pranteai, por vossas misérias, que sobre vós hão de vir. As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão comidas de traça. O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e comerá como fogo a vossa carne. Entesourastes para os últimos dias. Eis que o jornal dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras, e que por vós foi diminuído, clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos exércitos. Deliciosamente vivestes sobre a terra, e vos deleitastes; cevastes os vossos corações, como num dia de matança. Condenastes e matastes o justo; ele não vos resistiu”.- Depois, perguntem: Que tipo de denúncia há nestes textos bíblicos?Aguardem as respostas.Espera-se que os alunos falem que nos versículos lidos em Amós e Tiago há uma séria advertência contra a exploração dos ricos contra os pobres.

- Falem: É sobre este assunto, o tema na lição de hoje.

- Em seguida, falem sobre o pecado de comissão e omissão.- Depois, falem sobre a exploração dos pobres e trabalhadores pelos ricos gananciosos e opressores.

- Utilizem a dinâmica “Sociedade de Contrastes”- Para concluir, leiam o texto “O Bicho”.Neste texto, desde o título até o penúltimo verso, o autor nos leva a pensar que o bicho é um animal, que está comendo entre os detritos, porém há um elemento surpresa no último verso ao ser revelado que é o bicho é um homem.  É uma poesia de denúncia social, pois descreve as condições desumanas que passa o homem marginalizado devido a injustiça e desigualdade social.Depois, analisem a situação retratada neste poema, falando sobre miséria, pobreza, dignidade humana, fome, desemprego, moradia etc que muitas pessoas vivenciam.Tenham uma excelente e produtiva aula!

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

TV EBD - Os Pecados de Omissão e de Opressão - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 12 - Os Pecados de Omissão e de Opressão. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 12 - 3T/2014

2ª Parte - Lição 12 - 3T/2014

3ª Parte - Lição 12 - 3T/2014

4ª Parte - Lição 12 - 3T/2014

5ª Parte - Lição 12 - 3T/2014

converter em pdf.

Questionário - Os Pecados de Omissão e de Opressão - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 12 - Os Pecados de Omissão e de Opressão

Responda conforme a revista da CPAD do 3º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: FÉ E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“Aquele, pois, que sabe fazer o ______________________ e o _______________________ faz comete _______________________” (Tg 4.17).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

Os pecados de ________________________ e _______________________ são tão ______________________ diante de DEUS quanto às demais transgressões.

 

I. O PECADO DE OMISSÃO (Tg 4.17)

3- como é a realidade do pecado?

(    ) Um dia o homem resolveu involuntariamente desobedecer a DEUS.

(    ) Um dia o homem resolveu voluntariamente desobedecer a DEUS.

(    ) O pecado, então, tornou-se uma realidade fatal.

(    ) A partir dessa atitude rebelde, todas as relações dos seres humanos entre si, com o Criador e com a criação, foram distorcidas.

(    ) A humanidade e a criação sofrem e gemem como vítimas da vaidade humana.

(    ) Não somos capazes de, por nós mesmos, vencermos o pecado!

(    ) Em JESUS toda essa grave realidade pode ser superada, pois o Pai enviou o seu Filho para que morresse por nós e, assim, resgatasse-nos da miséria do pecado.

 

4- Como acontece o pecado de comissão (Gn 3.17-19)?

(    ) A partir da realidade do pecado algumas formas de pecados podem ser verificadas nas Escrituras.

(    ) Uma delas é o pecado de omissão, ou seja, realizar aquilo que é expressamente condenado por DEUS.

(    ) Uma delas é o pecado de comissão, ou seja, realizar aquilo que é expressamente condenado por DEUS.

(    ) Os nossos pais, Adão e Eva, foram proibidos de comer do fruto da árvore do bem e do mal.

(    ) Ainda assim dela comeram.

(    ) Realizar conscientemente o que DEUS de antemão condenou é um atentado à sua santidade e justiça.

 

5- Como acontece o pecado de omissão (Tg 4.17)?

(    ) Essa forma de transgredir as leis divinas, muitas vezes, é ignorada entre o povo de DEUS.

(    ) As consequências do seu julgamento não serão menores diante do Altíssimo.

(    ) Não é apenas deixando de obedecer a lei expressa de DEUS que incorremos em pecado, mas de igual modo, quando omitimo-nos de fazer o bem pecamos contra DEUS e a sua justiça.

(    ) Não é apenas deixando de obedecer a lei expressa de DEUS que incorremos em pecado, mas de igual modo, quando omitimo-nos de fazer o bem entristecemos DEUS e sua alegria.

 

II. - O PECADO DE ADQUIRIR BENS À CUSTA DA EXPLORAÇÃO ALHEIA (Tg 5.1-3)

6- Qual o julgamento divino sobre os comerciantes ricos (v.1)?

(    ) Não é a primeira vez que Tiago menciona os ricos em sua epístola.

(    ) Aqui há uma particularidade, enquanto nos outros textos o meio-irmão do Senhor faz advertências ou denúncias contra os ricos, o quinto capítulo apresenta o juízo divino contra eles.

(    ) Da forma em que o texto da epístola está construído, percebemos que não há indício algum de que a sentença divina é exclusiva para os que conhecem a DEUS, deixando “os ricos ignorantes” de fora do juízo divino.

(    ) O alvo aqui são todos os ricos crentes que conduzem os seus negócios de maneira desonesta e opressora contra os menos favorecidos.

(    ) O alvo aqui são todos os ricos, crentes ou descrentes, que conduzem os seus negócios de maneira desonesta e opressora contra os menos favorecidos.

 

7- De que modo o mal virá (v.2)?

(    ) A Bíblia afirma que a confiança dos ricos embora não esteja amparada nos bens que possuem, elas contaminam o ser humano.

(    ) A Bíblia afirma que a confiança dos ricos está amparada nos bens que possuem.

(    ) Não atentando para a brevidade da vida e a transitoriedade dos bens materiais, eles orgulham-se e confiam na quantidade de bens que possuem.

(    ) Tiago diz que as riquezas dos ricos desonestos e arrogantes estão apodrecidas e as suas roupas comidas pela traça, isto é, brevemente elas se mostrarão ineficazes para garantir-lhes o futuro.

(    ) Os ricos opressores terão uma triste surpresa em suas vidas!

 

8- Como é a corrosão das riquezas e o juízo divino (v.3)? Complete:

JESUS de Nazaré falou do mesmo assunto no Sermão da ______________________, ao advertir que “não [devemos ajuntar] ______________________ na terra, onde a traça e a ferrugem tudo v, e onde os ladrões minam e roubam” (Mt 6.19). Sabemos que nos dias atuais, muitos ignoram esta admoestação do Senhor, dizendo que não é bem isso que Ele quis dizer. Ora, então do que se tratava o assunto do nosso Senhor, senão do perigo de se ______________________ bens neste mundo? A arrogância demonstrada pelo ______________________ insensato revela esse desvario do nosso tempo (Lc 12.15-21). Olhando para os dois textos citados, tanto o de Mateus quanto o de Lucas, é impossível não atentarmos para essas duas perspectivas: a denúncia para o ______________________ da riqueza e a revelação profética do ______________________ divino contra a confiança nela (Ap 3.17; 6.15; 13.16).

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Os Pecados de Omissão e de Opressão - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Questionário

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO ÁUREO

“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado” (Tg 4.17).

 

VERDADE PRÁTICA

Os pecados de omissão e opressão são tão repulsivos diante de DEUS quanto às demais transgressões.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Gn 3.1-24 A queda do ser humano

Terça - Is 59.2 O pecado nos separa de DEUS

Quarta - Jo 1.29 O Cordeiro de DEUS que tira o pecado

Quinta - Hb 9.22 Remissão pelo sangue de JESUS

Sexta - 1 Jo 1.7 O sangue de JESUS purifica de todo pecado

Sábado - 1 Rs 8.46 Não há quem não peque

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Tiago 4.17; 5.1-6

17 Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado

1 Eia, pois, agora vós, ricos, chorai e pranteai por vossas misérias, que sobre vós hão de vir. 2 As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão comidas da traça. 3 O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós e comerá como fogo a vossa carne. Entesourastes para os últimos dias. 4

Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras e que por vós foi diminuído clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos. 5 Deliciosamente, vivestes sobre a terra, e vos deleitastes, e cevastes o vosso coração, como num dia de matança. 6 Condenastes e matastes o justo; ele não vos resistiu.

INTERAÇÃO

Professor, na lição de hoje estudaremos a respeito dos pecados de omissão e opressão. Também veremos a exortação de Tiago em relação ao julgamento dos ricos impiedosos. O meio-irmão do Senhor adverte os ricos, não pela posse de bens materiais, mais porque estes não eram bons mordomos dos seus bens. Segundo Tiago, estes ricos exploravam os pobres (Tg 2.5,6). Atitude esta que DEUS abomina.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.