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TV EBD - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 8 - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Lição 8 - Os Impérios Mundiais E O Reino Do Messias

Li√ß√Ķes B√≠blicas - 4¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Coment√°rios: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Question√°rio

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

veja

LI√á√ÉO 12, ZACARIAS, O REINADO MESSI√āNICO - 4¬ļ Trimestre de 2012¬†¬† ¬† ¬†¬†¬†¬†¬†

http://www.youtube.com/playlist?list=PL9TsOz8buX1_ZiGvlR4p5ETqRtT6ABKj2

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv-2trim2012.htm (Arrebatamento, Governo do Anticristo, Milênio, Formosa Jerusalém, Juízo Final)

 

 

TEXTO √ĀUREO

“E o reino, e o dom√≠nio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao povo dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os dom√≠nios o servir√£o, e lhe obedecer√£o” (Dn 7.27).

 

VERDADE PR√ĀTICA

Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de DEUS se expande através de JESUS CRISTO.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Hb 1.3 JESUS é rei eternamente

Ter√ßa - Dn 2.44 O reino do Messias ser√° √ļnico e eterno

Quarta - Dn 7.14 O reino do Messias é invencível

Quinta - Ap 19.15 JESUS, o Rei dos reis

Sexta - Ap 20.4 O reino milenial de CRISTO

S√°bado - Mt 6.33; Mc 4.11; Mt 12.28 A realidade do Reino de DEUS

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Daniel 7.3-8,13,14

Daniel 7.3 E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como le√£o e tinha asas de √°guia; eu olhei at√© que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em p√© como um homem; e foi-lhe dado um cora√ß√£o de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca tr√™s costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disso, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha tamb√©m esse animal quatro cabe√ßas, e foi-lhe dado dom√≠nio. 7 Depois disso, eu continuava olhando nas vis√Ķes da noite, e eis aqui o quarto animal, terr√≠vel e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em peda√ßos, e pisava aos p√©s o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez pontas. 8 Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual tr√™s das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nessa ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.

Daniel 7.13 Eu estava olhando nas minhas vis√Ķes da noite, e eis que vinha nas nuvens do c√©u um como o filho do homem; e dirigiu-se ao anci√£o de dias, e o fizeram chegar at√© ele.
14 E foi-lhe dado o dom√≠nio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, na√ß√Ķes e l√≠nguas o servissem; o seu dom√≠nio √© um dom√≠nio eterno, que n√£o passar√°, e o seu reino, o √ļnico que n√£o ser√° destru√≠do.

INTERAÇÃO

O texto bíblico que vamos estudar é todo o capítulo sete de Daniel.

 

OBJETIVOS - Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

Descrever e explicar a vis√£o dos quatro animais.

Identificar o clímax da visão do profeta.

Compreender a volta de JESUS à luz do capitulo sete de Daniel.

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Questionário - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 8 - Os Impérios Mundiais E O Reino Do Messias

Responda conforme a revista da CPAD do 4¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE. Coment√°rio: Pr. Elienai Cabral

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“E o reino, e o ____________________________, e a majestade dos reinos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao ___________________________ dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os __________________________ o servir√£o, e lhe obedecer√£o” (Dn 7.27).

 

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

Enquanto os__________________________ humanos __________________________, o Reino de DEUS se __________________________ através de JESUS CRISTO.

 

COMENT√ĀRIO - INTRODU√á√ÉO

3- Qual a mudança de narrativa no capítulo sete de Daniel? Quais as principais diferenças entre as narrativas anteriores e as do capítulo sete?

(¬†¬†¬† ) Agora estamos diante de uma s√©rie de quatro vis√Ķes do profeta.

(¬†¬†¬† ) √Č o “apocalipse do Antigo Testamento” apresentando quatro imp√©rios simbolizados por quatro animais.

(    ) A visão do capítulo dois foi dada a um rei que se converteu, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um profeta de DEUS, o profeta Daniel.

(    ) A visão do capítulo dois foi dada a um rei pagão, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um servo de DEUS, o profeta Daniel.

(    ) Veremos que em Nabucodonosor, a visão revela o lado político dos impérios apresentados como uma grande estátua.

(    ) Em Daniel, através dos quatro animais, ela revela o lado moral e espiritual desses impérios.

(¬†¬†¬† ) Os fatos s√£o os mesmos, mas os objetivos das duas vis√Ķes t√™m finalidades distintas.

(    ) No capítulo sete, DEUS revela a Daniel o fim dos quatro impérios e o surgimento do reino eterno do Messias prometido.

 

I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7.1-8)

4- Quando Daniel recebeu a vis√£o sobre os quatro animais?

(¬†¬†¬† ) No primeiro ano do rei Nabucodonor, que era regente da Babil√īnia.

(¬†¬†¬† ) No primeiro ano do rei Belsazar, que era co-regente com o seu pai, Nabonido da Babil√īnia.

(¬†¬†¬† ) No primeiro ano do rei Ciro, que era regente da Babil√īnia e do reino da M√©dia e da P√©rsia.

 

5- Como foi a primeira parte da vis√£o de Daniel (vv.1-3)? Complete:

a) O “__________________________ com asas de √°guia” (v.4). Animal semelhante ao __________________________ com asas de √°guia. Asas do __________________________ eram arrancadas. Animal foi erguido da terra, posto de p√© como um ser humano e, logo depois, ele recebeu um cora√ß√£o humano. O___________________________ representava o imp√©rio da __________________________. b) O ___________________________ (v.5). Figura semelhante a um ____________________________. Erguido de um lado e tinha em sua boca tr√™s __________________________. “Levanta-te, devora muita carne”. O ________________ simbolizava o imp√©rio __Medo-Persa__. c) O __________________________ com quatro asas (v.6). Este possu√≠a quatro cabe√ßas e tinha quatro asas de aves em suas costas. Foi-lhe dado dom√≠nio. O __________________________ simbolizava o imp√©rio da ___________________________. d) Uma apar√™ncia indescrit√≠vel (vv.7,8). “Terr√≠vel, espantosa e extremamente forte”. Ela tinha enormes dentes de __________________________, comia e triturava o que encontrasse pelo caminho. Em sua cabe√ßa havia ainda dez ___________________________. Enquanto Daniel prestava aten√ß√£o nos dez __________________________, um ______________________ pequeno surgiu entre os dez; mas tr√™s dos primeiros dez ________________________ foram arrancados pela raiz. No ________________________ pequeno havia tamb√©m olhos como “olhos humanos” e uma boca que proferia “palavras arrogantes”. O animal, aqui descrito, simbolizava o imp√©rio _______________________.

 

6- O bloco dos versículos 9 a 14 revelam mais duas figuras. Quais são?

(    ) A do anticristo e a do Filho do Homem.

(    ) A do Ancião e a do Filho do Homem.

(    ) A do Anjo do Senhor e a do Filho do Homem.

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O Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO =¬†”E o reino, e o dom√≠nio, e a majestade dos remos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao povo dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os dom√≠nios o servir√£o, e lhe obedecer√£o”(Dn 7.2 7).
VERDADE PR√ĀTICA =¬†Enquanto os imp√©rios humanos caem, o Reino de Deus se expande atrav√©s de Jesus Cristo.
LETURA BIBLICA = Daniel 7: 3-8, 13,14
INTRODUÇÃO
Daniel 7 conclui a seção aramaica do livro (veja comentários em 1.1-2) e encerra as mensagens relacionadas aos poderes pagãos mundiais. Em certo sentido, esse capítulo serve de ponte entre a seção gentia e a seção judaica seguinte. A primeira seção, expressa na língua das terras onde Israel e Judá estavam exilados, levou a palavra de Deus aos imperadores e impérios dos gentios. A segunda, na língua da promessa ao povo da promessa, levou a palavra infalível de Deus ao remanescente de Israel. A perspectiva da primeira é a ordem mundial gentia. A perspectiva da segunda seção apresenta o Reino de Deus em primeiro plano, ainda que em conflito com as forças do mundo. Assim, esse sétimo capítulo faz convergir as duas perspectivas, a terrena e a celestial. Junto com o capítulo 2, ele tem sido definido como o coração da mensagem de Daniel.
A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS
O Sonho De Daniel Com As Quatro Bestas E Sua Interpretação, 7:1-14
7: 1 - Enquanto no capítulo 2 o sonho era de Nabucodonosor, registramos aqui o sonho de Daniel. Em muitos aspectos, estes sonhos são paralelos; de fato, o sonho de Daniel parece dar ampliação e entendimento tanto a Daniel 2 como a Apocalipse 13. Estes capítulos fornecem uma chave para o entendimento do livro de Apocalipse.
7:2-3 - Quatro grandes animais vieram do mar, cada uma diferente da outra.¬†Estas quatro bestas s√£o identifica das como quatro reinos (7:17, 23). O “mar” parece representar a massa humana da sociedade (Isa√≠as 17:12; Apocalipse 17:15). Os “ventos” s√£o for√ßas usadas por Deus para comandar e at√© mesmo para destruir (Jeremias 49:36; 51: 1).

Os animais e a imagem de Nabucodonosor (7.1-3).¬†No primeiro ano de Belsazar (1) seria quatorze anos antes da queda do reino Babil√īnico. O sonho de Daniel sobre a ordem das coisas futuras lan√ßou a vista do tempo em que o profeta se encontrava, mais de cinco s√©culos antes do nascimento de Cristo, at√© a nossa era e at√© o fim dos tempos. Da sua perspectiva, rodeado por uma escurid√£o silenciosa da noite (2), emergiu uma figura violenta e furiosa - tempestuosos ventos do c√©u, animais rugindo (3) subindo das √°guas, espalhando-se pela terra, um ap√≥s o outro.
Os ventos do c√©u agitando o mar √© uma figura ilustrativa das duas dimens√Ķes da realidade na hist√≥ria. H√° a exist√™ncia terrena de pessoas e na√ß√Ķes representada pelo mar agitado e a terra s√≥lida. H√° a ordem celestial, sobrenatural. Os dois dom√≠nios est√£o envolvidos no curso dos afazeres humanos, e entre eles e dentro deles h√° um conflito din√Ęmico de for√ßas.
H√° um paralelo impressionante entre a vis√£o de Daniel descrita aqui e a vis√£o de Nabucodonosor da grande imagem. Na verdade, elas claramente retratam as mesmas realidades hist√≥ricas, embora de pontos de vista diferentes. O cap√≠tulo 2 retrata a hist√≥ria como Deus permitiu que um monarca pag√£o a vislumbrasse. A imagem continha elementos da pr√≥pria situa√ß√£o de Nabucodonosor. Na vis√£o de Daniel compartilhamos da concep√ß√£o de um homem de Deus que consegue captar um vislumbre da perspectiva de Deus. Nabucodonosor viu a ordem mundial elevando-se em uma magnific√™ncia esplendorosa, um colosso dourado cintilante, mas Daniel viu a mesma subst√Ęncia em forma de animais temerosos e vorazes.
Stevens percebe a relev√Ęncia do s√≠mbolo da bestialidade sendo aplicado aos tiranos da hist√≥ria. “Devemos nos curvar em respeito diante dessa manifesta√ß√£o avaliadora divina sobre o car√°ter do governo imperial do mundo. Quais s√£o os atributos dos animais? Guardar o que √© seu a qualquer custo; brigar por aquilo que n√£o t√™m, mas que querem ter; voar e procurar a viol√™ncia, sedentos de sangue a qualquer provoca√ß√£o [.,,] inclinados a sentir o m√°ximo de satisfa√ß√£o no sangue, na agonia, na perda e na morte dos objetos da sua f√ļria […] Deus anteviu esse esp√≠rito predominante nos imp√©rios mundiais at√© o fim. Na verdade, esse √© o verdadeiro esp√≠rito do imp√©rio mundial. E o militarismo √© o seu instrumento indispens√°vel”.15 Verdadeiramente, “o SENHOR n√£o v√™ como v√™ o homem” (1 Sm 16.7).
7:4 - A primeira besta era como um le√£o com asas de √°guia, mas lhe foi dado uma mente de homem. Esta representaria a Babil√īnia (veja Daniel 2:37-38).
O le√£o com asas (7.4).¬†A identifica√ß√£o dos tr√™s primeiros animais parece claramente um paralelo com a interpreta√ß√£o de Daniel da imagem do cap√≠tulo 2. O le√£o com asas de √°guias […] foi levantado […] e posto em p√© como um homem e recebeu um cora√ß√£o de homem.Essa imagem provavelmente representa Nabucodonosor como a grande personifica√ß√£o do imp√©rio babil√īnico. Sua degrada√ß√£o √© sugerida pelo despojar das asas, e sua restaura√ß√£o pelo presente de um cora√ß√£o e a postura ereta de um homem. O rei dos animais √© representado pela for√ßa e ferocidade, e o rei das aves, pela gra√ßa, agilidade e voracidade; combinados retratam o poder e a grandeza r√©gia desse rei e de seu reino.
7:5 - O segundo animal era como um urso levantando-se sobre um de seus lados, com três costelas entre os dentes. Como este corresponde ao sonho de Nabucodonosor, representa o império medo-persa (Daniel 2:39; também 8:3, 20).
O urso desajeitado (7.5).¬†O segundo animal, semelhante a um urso, “tendo sua pata levantada, pronto para atacar” (Berkeley), era o segundo animal mais feroz. As tr√™s costelas em sua boca e a ordem: Levanta-te, devora muita carne, descrevem seu instinto predat√≥rio. Os reinos da Babil√īnia, L√≠dia e Egito podem representar as costelas entre os dentes do urso. Pusey descreve de maneira v√≠vida a impassibilidade desajeitada do imp√©rio persa-imponente e pesado na sua estrat√©gia militar, devastador de vidas e recursos humanos. A campanha militar de Xerxes contra a Gr√©cia, que experimentou sua derrota inicial na batalha de Maratona, mais se assemelhava √† migra√ß√£o de imensos bandos do que √† a√ß√£o de um ex√©rcito. Estima-se em mais de dois milh√Ķes e meio de soldados em a√ß√£o.
7:6 - A terceira besta era como um leopardo, mas com quatro asas e quatro cabe√ßas.¬†Esta corresponderia ao imp√©rio maced√īnio ou grego (Daniel 2:39; tamb√©m 8:8, 21).
O leopardo com suas asas velozes (7.6). O leopardo com quatro asas de ave é um símbolo apropriado do grego Alexandre, cuja velocidade impressionante e poder admirável rapidamente colocaram a Pérsia e o mundo aos seus pés. A divisão em quatro partes do seu reino logo após a sua morte é sugerida pelas quatro cabeças.
Poder, saque e terror (7).¬†O car√°ter distinto do quarto animal √© o terror que provoca no observador; ele era terr√≠vel e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro. “Ele devorava e dilacerava suas v√≠timas em peda√ßos e pisoteava o que sobrava com seus p√©s” (Berkeley). Sua diferen√ßa marcante em rela√ß√£o aos outros animais antes dele era especificamente notada.
Dez chifres (7).¬†Da sua cabe√ßa cresciam dez pontas (”chifres”, ARA). S√≠mbolos de poder militar, esses chifres representam dez reis ou reinos (cf. v. 24). Saindo da mesma cabe√ßa eles apresentavam uma unidade na diversidade, como partes de um mesmo animal. Eles tamb√©m pertenciam ao mesmo per√≠odo hist√≥rico em contraste com as sucessivas apari√ß√Ķes dos animais.

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO

‚ÄúE o reino, e o dom√≠nio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao povo dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os dom√≠nios o servir√£o, e lhe obedecer√£o‚ÄĚ (Dn 7.27).

VERDADE PR√ĀTICA

Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de Deus se expande através de Jesus Cristo.

HINOS SUGERIDOS

90, 94, 599.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Hb 1.3
Jesus é rei eternamente

Terça - Dn 2.44
O reino do Messias ser√° √ļnico e eterno

Quarta - Dn 7.14
O reino do Messias é invencível

Quinta - Ap 19.15
Jesus, o Rei dos reis

Sexta - Ap 20.4
O reino milenial de Cristo

S√°bado - Mt 6.33; Mc 4.11; Mt 12.28
A realidade do Reino de Deus

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Daniel 7.3-8,13,14.3 - E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.4 - O primeiro era como le√£o e tinha asas de √°guia; eu olhei at√© que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em p√© como um homem; e foi-lhe dado um cora√ß√£o de homem.5 - Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca tr√™s costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.6 - Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas: tinha tamb√©m este animal quatro cabe√ßas, e foi-lhe dado dom√≠nio.7 - Depois disto, eu continuava olhando nas vis√Ķes da noite, e eis aqui o quarto animal, terr√≠¬≠vel e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em peda√ßos, e pisava aos p√©s o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez pontas.8 - Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual tr√™s das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.13 - Eu estava olhando nas minhas vis√Ķes da noite, e eis que vinha nas nuvens do c√©u um como o filho do homem: e dirigiu-se ao anci√£o de dias, e o fizeram chegar at√© ele.14 - E foi-lhe dado o dom√≠nio e a honra, e o reino, para que todos os povos, na√ß√Ķes e l√≠nguas o servissem: o seu dom√≠nio √© um dom√≠nio eterno, que n√£o passar√°, e o seu reino o √ļnico que n√£o ser√° destru√≠do.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Descrever¬†e explicar a vis√£o dos quatro animais.
  • Identificar¬†o cl√≠max da vis√£o do profeta.
  • Compreender¬†a volta de Jesus √† luz do capitulo sete de Daniel.

PALAVRA CHAVE

Império: Forma de governo monárquico, cujo soberano tem o título de imperador ou de imperatriz.
COMENT√ĀRIO
INTRODUÇÃO
Na li√ß√£o desta semana, veremos uma mudan√ßa narrativa no cap√≠tulo sete de Daniel. Agora estamos diante de uma s√©rie de quatro vis√Ķes do profeta. √Č o “apocalipse do Antigo Testamento” apresentando quatro imp√©rios simbolizados por quatro animais. A vis√£o do cap√≠tulo dois foi dada a um rei pag√£o, Nabucodonosor, enquanto que a do cap√≠tulo sete, a um servo de Deus, o profeta Daniel. Veremos que em Nabucodonosor, a vis√£o revela o lado pol√≠tico dos imp√©rios apresentados como uma grande est√°tua. Em Daniel, atrav√©s dos quatro animais, ela revela o lado moral e espiritual desses imp√©rios. Os fatos s√£o os mesmos, mas os objetivos das duas vis√Ķes t√™m finalidades distintas. No cap√≠tulo sete, Deus revela a Daniel o fim dos quatro imp√©rios e o surgimento do reino eterno do Messias prometido..¬†[Coment√°rio:¬†Estamos iniciando o exame de um dos mais excitantes e emocionantes cap√≠tulos da B√≠blia. A mensagem b√°sica de Daniel 7 √© que Deus passa a confirmar ao profeta Daniel tudo o que havia mostrado a Nabucodonosor (cap√≠tulo 2), ou seja, os acontecimentos vindouros, compreendidos desde o reino babil√īnico at√© a segunda vinda gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo e o estabelecimento do Reino Milenar Messi√Ęnico. No cap√≠tulo 7, no entanto, al√©m de dar mais detalhes sobre aqueles imp√©rios mundanos do ponto de vista pol√≠tico e militar que se sucederiam, Deus acrescenta um fato novo: o surgimento de um poder religioso que haveria de perseguir e tentar extinguir os santos do Alt√≠ssimo. A grande certeza expressa na Palavra de Deus √© que em breve este poder, em toda a sua abrang√™ncia, perder√° o seu dom√≠nio e ser√° destru√≠do. Na vit√≥ria final, o filho do homem (Jesus Cristo) √© o instrumento indispens√°vel e √© por meio dEle que Seu povo herdar√° o reino eterno. Este √© o cl√≠max do estudo do cap√≠tulo 7 de Daniel. A vis√£o de todos esses acontecimentos foi dada a Daniel, segundo dados hist√≥ricos, em 553 a.C., considerado como sendo o “primeiro ano de Belsazar, rei de Babil√īnia.” (Daniel 7:1). O rei Nabucodonosor havia falecido h√° nove anos. O pr√≥prio Daniel tinha aproximadamente a idade de 70 anos. Devemos lembrar que a queda de Babil√īnia (cap√≠tulo 5) e sua experi√™ncia na cova dos le√Ķes (cap√≠tulo 6) ainda se encontravam no futuro, pois os cap√≠tulos de Daniel n√£o est√£o em ordem cronol√≥gica. Entretanto, cinquenta e um anos haviam decorrido desde o sonho tido por Nabucodonosor, relatado no cap√≠tulo 2. O relevante √© que Daniel 7 √© uma profecia poderosa, cheia de verdades importantes para o nosso tempo. Os grandes eventos da hist√≥ria mundial t√™m seguido fielmente a profecia com uma precis√£o extraordin√°ria.]Convido voc√™ para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7.1-8)
1. A vis√£o.¬†Daniel recebeu a vis√£o sobre os quatro animais no primeiro ano do rei Belsazar da Babil√īnia. √Č importante lembrarmos, aqui, que Belsazar n√£o governou sozinho. Ele foi corregente com o seu pai, Nabonido. Veremos agora a primeira parte da vis√£o de Daniel (vv.1-3):¬†[Coment√°rio:¬†O profeta Daniel relata a sua vis√£o: “Eu estava olhando, numa vis√£o noturna, e eis que os quatro ventos do c√©u agitavam o Mar Grande. E quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar. O primeiro era como le√£o, e tinha asas de √°guia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em dois p√©s como um homem; e foi-lhe dado um cora√ß√£o de homem. Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca tr√™s costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha tamb√©m este animal quatro cabe√ßas; e foi-lhe dado dom√≠nio. Depois disto, eu continuava olhando, em vis√Ķes noturnas, e eis aqui o quarto animal, terr√≠vel e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em peda√ßos, e pisava aos p√©s o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.” Daniel 7:1-7. De acordo com o relato b√≠blico, o profeta Daniel viu subindo do Mar Grande, quatro grandes animais. √Č importante observar que o mar estava sendo agitado pelos quatro ventos do c√©u quando estes quatro animais apareceram. Os quatro ventos que agitaram o Mar Grande (Daniel 7:2) significam lutas, guerras e como√ß√Ķes (Jeremias 49:36 e 37). Os reinos surgiram e ru√≠ram como resultado das guerras. Mar e √°guas, nas profecias, representam povos, multid√Ķes, na√ß√Ķes e l√≠nguas (Isa√≠as 17:12 e 13; Jeremias 47:1 e 2; Apocalipse 17:15). Nesta profecia, ao ser mencionado o “Mar Grande” (atualmente conhecido por Mar Mediterr√Ęneo), Deus queria tamb√©m chamar a aten√ß√£o quanto √† localiza√ß√£o geogr√°fica onde ocorreriam esses conflitos. Os quatro ventos soprando sobre o mar simbolizam destrui√ß√£o, conflitos e guerras entre a humanidade. Eles sopraram sobre povos, na√ß√Ķes e dessas guerras entre os homens surgiram quatro grandes bestas ou monarquias, que tiveram seu per√≠odo de dom√≠nio uma ap√≥s outra.]
a) O “le√£o com asas de √°guia” (v.4). O vers√≠culo quatro descreve um animal semelhante ao le√£o com asas de √°guia. Enquanto Daniel o contemplava, as asas do le√£o eram arrancadas. Posteriormente, o animal foi erguido da terra, posto de p√© como um ser humano e, logo depois, ele recebeu um cora√ß√£o humano. O le√£o representava o imp√©rio da Babil√īnia.[Coment√°rio:¬†O Imp√©rio Babil√īnico, representado na grande est√°tua pela cabe√ßa de ouro (Daniel 2:32), √© apropriadamente representado aqui por um le√£o, o primeiro desses quatro grandes animais (Daniel 7:4). O profeta Jeremias se refere √† Babil√īnia como um le√£o (Jeremias 4:6 e 7). Os s√≠mbolos de Babil√īnia s√£o todos superlativos: O ouro (uma representa√ß√£o de Babil√īnia, conforme Daniel 2:38) √© o mais precioso dentre todos os metais; o le√£o √© o rei dos animais; a √°guia √© o rei do ar. A Babil√īnia foi um reino rico e poderoso. Exerceu o seu dom√≠nio de 606 a 538 a.C. Quanto √†s asas de √°guia sem d√ļvida denotam a rapidez com que Babil√īnia estendeu suas conquistas sob o reinado de Nabucodonosor. Ao lhe serem arrancadas as asas, lembre-se do que aconteceu com Nabucodonosor (Daniel 4:33 e 34).]
b) O urso (v.5). Daniel viu uma figura semelhante a um urso. Este fora erguido de um lado e tinha em sua boca tr√™s costelas. A este animal as pessoas diziam: “Levanta-te, devora muita carne”. O urso simbolizava o imp√©rio Medo-Persa.¬†[Coment√°rio:¬†O Imp√©rio Medo-Persa, simbolizado na grande est√°tua pelo peito e bra√ßos de prata (Daniel 2:32 e 39), √© aqui representado pelo segundo animal, semelhante a um urso. Dominou de 538 a 331 a.C. O animal tinha tr√™s costelas na boca, simbolizando a conquista de tr√™s reinos: Babil√īnia, Egito e L√≠dia, que deram grande poder aos persas. A profecia indica que o urso se “levantou de um lado”. A hist√≥ria confirma que, apesar de os Medos e Persas terem se unido nas batalhas, os Persas eram mais fortes. Uma outra refer√™ncia quanto a esta desigualdade de for√ßas, n√≥s encontramos registrado em Daniel 8:3, onde diz que o carneiro tinha dois chifres. Eles eram altos, mas um era mais alto do que o outro. O carneiro representava a Medo-Persa (Daniel 8:20)..]
c) O leopardo com quatro asas (v.6). Outro animal era uma figura semelhante ao leopardo. Este possu√≠a quatro cabe√ßas e tinha quatro asas de aves em suas costas. Foi-lhe dado dom√≠nio. O leopardo simbolizava o imp√©rio da Gr√©cia.¬†[Coment√°rio:¬†A Gr√©cia √© simbolizada na grande est√°tua pelo ventre e coxas de bronze Daniel 2:32 e 39). Este poderoso Imp√©rio √© aqui representado pelo terceiro animal, semelhante a um leopardo. A pr√≥pria B√≠blia confirma a sequencia destes reinos. Gr√©cia √© tamb√©m representada pelo bode (Daniel 8:21), o qual derrotou o carneiro, uma representa√ß√£o da Medo-Persa (Daniel 8:20). Gr√©cia governou o mundo de 331 a 168 a.C. O animal tinha nas costas quatro asas de ave. As quatro asas representam a grande velocidade nas conquistas. A Gr√©cia, sob o comando de Alexandre, o Grande, literalmente voou em sua conquista de domina√ß√£o do mundo. A profecia relata que este animal tinha quatro cabe√ßas, significando que, com a morte prematura de seu maior comandante, Alexandre, o Grande, quatro generais o substitu√≠ram. Eram eles: Cassandro (Maced√īnia), Lis√≠maco (Tr√°cia), Ptolomeu (Egito) e Seleuco (S√≠ria).] Clique aqui para ler o texto completo »

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Ap√≥s a chamada, solicitem ao secret√°rio da classe a rela√ß√£o dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, atrav√©s de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentir√£o queridos, cuidados, perceber√£o que voc√™s sentem falta deles. Dessa forma, voc√™s estar√£o estabelecendo v√≠nculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, voc√™s iniciam o estudo da li√ß√£o. Vejam estas sugest√Ķes:- Escrevam no quadro o t√≠tulo da li√ß√£o: Os Imp√©rios Mundiais e o Reino do Messias.

- Falem que a partir desta li√ß√£o, vamos estudar sobre a 2¬™ parte do livro de Daniel, que trata de sonhos e vis√Ķes de cunho prof√©tico e apocal√≠ptico dados por Deus a Daniel.

- Escrevam no quadro os nomes dos 4 animais e apresentem também uma figura deles:

Le√£o com asas de √°guia

Urso

Leopardo com 04 asas

Animal com aparência espantosa


- Leiam com os alunos Dn 7. 3 a 8, 13,14, expliquem o significado da visão dos 04 animais. Falem também dos 10 chifres e do pequeno chifre.Apresentem a figura da estátua do sonho de Nabucodonosor e façam uma relação com a visão dos 04 animais.

- Depois, falem sobre o julgamento das na√ß√Ķes do mundo e que o juiz ser√° Deus.

- Falem em seguida sobre a Grande Tribulação, o domínio do Anticristo, seu julgamento e destruição.

- Agora, falem sobre a volta de Jesus e o reino milenial.- Para concluir a aula, utilizem a din√Ęmica¬†“O Reino do Messias”.Tenham uma excelente e produtiva aula!

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Daniel 7:3-8,13,14

“E o reino, e o dom√≠nio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao povo dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os dom√≠nios o servir√£o e lhe obedecer√£o” (Dn 7:27).

INTRODUÇÃO
Nesta Aula estudaremos o capítulo 7, onde é narrada a visão que Deus deu a Daniel sobre o fim dos Impérios mundiais e o surgimento do Reino eterno do Messias. Até o capítulo 6, vimos a parte histórica do livro; agora, nos capítulos 7 a 12, veremos a parte profética.
O capítulo 7 está dividido em duas grandes partes: os versículos 1 a 14 retratam o sonho de Daniel; os versículos 15 a 28, a interpretação do sonho.
Percebe-se que há um paralelo entre o capítulo 2 e o capítulo 7. Estudiosos dizem que o capítulo 2 apresenta um panorama na perspectiva do homem, enquanto o capítulo 7 apresenta uma perspectiva divina do mesmo tema. O capítulo 2 trata da história dos impérios em seu aspecto externo: seu esplendor; o capítulo 7 trata do aspecto espiritual interno: são como feras selvagens.
Daniel 7 trata do desenrolar da história humana até o fim do mundo. Se olharmos apenas para os reinos deste mundo somos o povo menos favorecido da terra, mas se olharmos para o trono de Deus somos o povo mais feliz da terra. Os impérios do mundo surgem, prosperam e desaparecem, mas o Reino de Cristo permanece para sempre. (1)
I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7:1-8)

1. A vis√£o (Dn 7:3-15).¬†A vis√£o de Daniel ocorreu no “primeiro ano de Belsazar, rei da Babil√īnia” (Dn 7:1), ou seja, quatorze anos antes da queda do reino Babil√īnico. A vis√£o de Daniel revela a ordem das coisas futuras - da √©poca em que o profeta se encontrava, mais de cinco s√©culos antes do nascimento de Cristo, at√© os nossos tempos e at√© o fim da Era gent√≠lica. Da sua perspectiva, rodeado por uma escurid√£o silenciosa da noite (Dn 7:2), emergiu uma figura violenta e furiosa - tempestuosos ventos do c√©u, animais rugindo (Dn 7:3) subindo das √°guas, espalhando-se pela terra, um ap√≥s o outro. Aqui, Daniel v√™ a hist√≥ria dos reinos mundiais em terr√≠vel convuls√£o. Todavia, ele olha e v√™ Deus assentado no trono (Dn 7:9-11). Devemos estar conscientes de que um Dia toda natureza gent√≠lica ser√° extirpada e o reino de Cristo estabelecido para sempre. Os grandes reinos crescem, fortalecem-se, deterioram-se e caem, mas s√≥ o Reino de Deus permanece para sempre, conforme Daniel cap√≠tulos 2 e 7.
2. Interpreta√ß√£o.¬†”Cheguei-me a um dos que estavam perto e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isso. E ele me disse e fez-me saber a interpreta√ß√£o das coisas” (Dn 7:16).
a) “O le√£o com asas de √°guia” (Dn 7:4).O le√£o (rei dos animais) e a √°guia (rainha das aves) s√£o s√≠mbolos da grandeza da Babil√īnia. Duas coisas aqui devem ser observadas no texto:

Primeiro, as asas foram arrancadas. Aqui, fala de Nabucodonosor sendo expulso do trono para viver com os animais (ver Dn 4:32).
Segundo, o texto diz que o animal foi levantado da terra e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem. Isto se refere o retorno de Nabucodonosor de sua lucidez e da sua conversão (ver Dn 4:32b,36,37).
b) “O urso” (Dn 7:5).
Aqui, o urso é símbolo do império medo-persa, um império formado pela coligação de dois povos: os medos e os persas. Esse império foi descrito em Daniel 2:32,39.
As “tr√™s costelas”¬†que o urso trazia na sua boca, na simbologia prof√©tica, significam as tr√™s primeiras pot√™ncias conquistadas pelo Imp√©rio Medo-persa. S√£o elas: (a) Babil√īnia; (b) A L√≠dia, na √Āsia Menor; (c) O Egito. Esses tr√™s reinos (costelas) fizeram uma coliga√ß√£o pensando suplantar as amea√ßas do inimigo, mas n√£o tiveram nenhum √™xito nisso, pois a conquista por Dario e Ciro dessas na√ß√Ķes j√° estava vaticinada cerca de 80 anos antes, como est√° descrito pelo profeta do Senhor: “O Senhor despertou o esp√≠rito dos reis da M√©dia; porque o seu intento contra Babil√īnia √© para a destruir” (Jr 51:11,29).
c) O leopardo com quatro asas (Dn 7:6).
Esse animal simboliza o imp√©rio grego-maced√īnio. Em 334, Alexandre Magno empreendeu sua surpreendente conquista, que em um per√≠odo de 10 anos o levou a ser soberano de um vasto imp√©rio.
Alexandre foi educado por Aristóteles. Difundiu a cultura grega entre os povos vencidos. O idioma grego tornou-se conhecido em todo o mundo antigo e veio a ser a língua em que o Novo Testamento foi escrito. Ele fundou a cidade de Alexandria, conhecida mundialmente por sua famosa biblioteca e pelo farol na ilha de Faros, uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Observe três destaques importantes no texto de Daniel 7:6.
Primeiro,¬†”e¬†tinha quatro asas de ave nas suas costas”.¬†Daniel notifica que nas¬†costas¬†do animal havia¬†quatro asas.¬†Elas representam, sem d√ļvida, os “quatro generais” de Alexandre que, ap√≥s sua morte, fundaram quatro realezas. S√£o eles: (a) Ptolomeu; (b) Sel√™uco; (c) Lis√≠maco; (d) Cassandro. Em tudo que Alexandre fazia esses generais estavam sempre em evid√™ncia. Cada um deles come√ßou por implantar-se na regi√£o que lhe fora designada, e n√£o ficaram somente nisso, pois a ambi√ß√£o de gl√≥ria e de poder, levou-os a lutarem entre si, para novas conquistas. Clique aqui para ler o texto completo »

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 8: Os Imp√©rios Mundiais e o Reino do Messias do 4¬ļ Trimestre de 2014: Integridade Moral e Espiritual ‚ÄĒ o legado do livro de Daniel para a Igreja hoje, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 8 - 4T/2014

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. José Roberto A. Barbosa

OS IMP√ČRIOS MUNDIAIS E O REINO DO MESSIAS

Texto √Āureo Dn. 7.27 - Leitura B√≠blica Dn. 7.3-14




Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

O capítulo 7 de Daniel inicia a segunda parte do livro, com ênfase nos detalhes proféticos. Essa característica faz com que alguns estudiosos identifiquem esse como o Apocalipse do Antigo Testamento. Esse capítulo pode ser dividido em duas partes: os versículos de 1 a 14 que tratam a respeito do sonho de Daniel, e do 15 ao 28, a interpretação do sonho. No início da aula nos voltaremos para a análise dos impérios mundiais, com destaque para a figura do anticristo, e ao final, estudaremos sobre o reino do Messias.

1. OS IMP√ČRIOS MUNDIAIS

Os reinos do mundo n√£o s√£o independentes, os imp√©rios mundiais est√£o debaixo da soberania de Deus (Dn. 7.2,3). Os quatro ventos, ao longo da B√≠blia, retratam a totalidade da terra, o alcance mundial. Principalmente nos dias atuais, marcados pela globaliza√ß√£o, os quatro cantos da terra se tornaram um. Os reinos se levantam e demonstram sua pot√™ncia aos todos os lugares. A m√≠dia se encarrega de fazer a divulga√ß√£o dos feitos dos imp√©rios, a propaganda √© utilizada como arma para a domina√ß√£o. O mar √© s√≠mbolo dos povos, que se encontra em convuls√£o, diante dos impasses dos governos humanos. Deus permite que os governos humanos prevale√ßam, mas n√£o apoia suas decis√Ķes, principalmente √†quelas que prejudicam seus servos. Imp√©rios se levantam e caem, nenhum deles permanece para sempre, essa inconst√Ęncia √© uma demonstra√ß√£o de fragilidade. Os imp√©rios mundiais s√£o demonstrados atrav√©s de quatro animais, que se encontram em paralelo com o cap√≠tulo 2 do livro de Daniel. Neste cap√≠tulo nos deparamos com os imp√©rios e seu esplendor, enquanto que no cap√≠tulo 7 o enfoque est√° em aspecto interno, como feras. Esses governos n√£o s√£o ovelhas, mas animais selvagens, que n√£o agem em prol do bem das pessoas, funcionam como governos que devoram as pessoas. Os animais apresentados nessa vis√£o de Daniel sobem do mar, de maneira sucessiva e simult√Ęnea. Eles t√™m caracter√≠sticas recorrentes: surgem de baixo, s√£o animais ferozes, ser√£o destru√≠dos no futuro, seu tempo √© determinado por Deus (Dn. 7.12). Os quatro animais s√£o: o le√£o (imp√©rio babil√īnico), o urso (imp√©rio medo-persa), o leopardo (imp√©rio grego-maced√īnio) e o animal de dez chifres (imp√©rio romano).

2. OS IMPERIOS MUNDIAIS E A REVELAÇÃO DO ANTICRISTO

O le√£o √© o rei dos animais, sua for√ßa √© not√≥ria, √© um s√≠mbolo da grandeza do imp√©rio babil√īnico (Dn. 4.32). O leopardo alado revela a velocidade e agilidade do imp√©rio de Alexandre Magno, que em 334, ap√≥s um per√≠odo de 10 anos, tornou-se soberano entre as na√ß√Ķes. Ele foi educado por Arist√≥teles, por isso difundiu a cultura grega, principalmente o idioma entre os povos conquistados. Mas morreu subitamente em 324 a. C., na Babil√īnia, seu reino foi dividido em quatro cabe√ßas. A gl√≥ria do imp√©rio grego-maced√īnio passou, outra prova dos limites dos reinos humanos. Deus est√° no comando, os reinos do mundo tem liberdade, mas seus dias est√£o contados. Em Dn. 7.7, nos deparamos com um animal terr√≠vel, extremamente forte, s√≠mbolo do imp√©rio romano. A principal caracter√≠stica desse animal √© a sua for√ßa, e o seu poder, com capacidade destruidora. Esse animal possu√≠a grandes dentes de ferro, e com eles devorava e estra√ßalhava a todos. Ele revela ser insens√≠vel com suas v√≠timas, as consome sem qualquer pena (Dn. 7.23). Tal animal estranho tem dez chifres, sendo identificados como dez reis (Dn. 7.24). √Č uma descri√ß√£o n√≠tida do imp√©rio romano, que em 241 derrotaram os cartagineses e ocuparam a ilha da Sic√≠lia. Em 218 a. C., as legi√Ķes romanas entraram na Espanha, em 202 a. C., conquistaram Cartago. Em 146 a. C., tomaram Corinto, e em 63 a. C., Pompeu ocupou a Palestina. Ao longo de dois s√©culos, o imp√©rio romano experimentou gl√≥ria, fama e poder. Mas em 476, os b√°rbaros venceram o imp√©rio romano, at√© que em 1453 d. C., os turcos ocuparam a cidade de Constantinopla, findando o imp√©rio romano no Ocidente. Em seguida Daniel revela a figura do anticristo (Dn. 7.8), tratando-o como uma pessoa, o “pequeno chifre”, seu n√ļmero √© o 666 (Ap. 13.18). Jo√£o o denomina de O mentiroso (I Jo. 2.22), o anticristo (I Jo. 2.18), a besta (Ap. 13.1). Para Paulo, ele √© o homem da iniquidade (II Ts. 2.3), o in√≠quo (II Ts. 2.8), o filho da perdi√ß√£o (II Ts. 2.3). Para Jesus, o anticristo √© o abomin√°vel da desola√ß√£o (Mt. 24.15-28).

3. O REINO DO MESSIAS

A origem do anticristo √© sat√Ęnica, pois ele receber√° autoridade do pr√≥prio Satan√°s. Esse pequeno chifre tem uma rela√ß√£o com o animal terr√≠vel, na verdade surge dele. Ele ser√° pequeno apenas no in√≠cio (Dn. 7.8), depois ir√° crescendo paulatinamente (Dn. 7.20). Isso porque o anticristo ter√° a pretens√£o de ser Deus (II Ts. 2.3,4). Ele agir√° com √≥dio a Deus, sua boca falar√° grandes coisas (Dn. 7.8,20), proferir√° palavras contra o Alt√≠ssimo (Dn. 7.25), tratar√° de mudar os tempos e a leis (Dn. 7.25). O anticristo ser√° um perseguidor, pois far√° guerra contra os santos de Deus, e prevalecer√° contra eles (Dn. 7.21), magoar√° os santos do Alt√≠ssimo (Dn. 7.25), e esses ser√£o entregues nas m√£os dele (Dn. 7.25). Mas o governo do anticristo tamb√©m ter√° seu fim, seu dom√≠nio √© limitado (Dn. 7.25). O dom√≠nio ser√° tirado dos quatro reis e tamb√©m do anticristo (Dn. 726). Ele ser√° destru√≠do pelo fogo (Dn. 7.11), na verdade, ser√° lan√ßado no lago do fog (Ap. 19.20). Isso acontecer√° por ocasi√£o da vinda de Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, ao final dos sete anos de tribula√ß√£o (II Ts. 2.8). Finalmente o Reino de Cristo ser√° consumado em plenitude (Dn. 7.13,14). Cristo j√° reina, mas esse reino √© limitado, acontece apenas entre aqueles que creem. Mas no futuro, quando Ele retornar com poder e grande gl√≥ria, Seu reino ser√° universal (Dn. 7.14). Todas as na√ß√Ķes, povos e l√≠nguas O reconhecer√£o e O servir√£o (Dn. 7.14). Diante dEle todo joelho se dobrar√°, toda l√≠ngua confessar√° que Jesus √© o Senhor (Fp. 2.9-11) para sempre (Dn. 7.14). O governo de Cristo ser√° partilhado com os santos (Dn. 7.18,22,27).

CONCLUSÃO

Daniel ficou impactado com os acontecimentos que viriam a acontecer (Dn. 7.14,15). Nós, os cristãos, temos motivos celebrar, ao reconhecer que os ditames do mundo estão nas mãos de Deus. O rosto de Daniel empalideceu (Dn. 7.28), nós também podemos nos espantar, mas com confiança, disposto a enfrentar os poderes do mal, cientes que, ao Seu tempo, o Senhor julgará todos os reinos da terra. Os inimigos que oprimem o povo de Deus serão julgados, e o reino do Messias durará para sempre.

BIBLIOGRAFIA

LOPES, H. D. Daniel. São Paulo: Hagnos, 2005.

WEIRSBE, W. W. Be resolute: Daniel. David Cook: Ontario, 2008.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Eliziel Pacheco para EBD da Asssembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 8 - 4T/2014

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