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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática - Pr. César Moisés

Dicas da CPAD para que o professor possa dar uma boa aula.

O Pr. César Moisés ajuda você na preparação da sua aula de Escola Dominical falando sobre o tema da lição 9 - A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática.

Lição 9 - 3T/2014

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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO
“Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria” (Tg 3.13). Tiago continua sua discuss√£o sobre doutrina fazendo um contraste entre a sabedoria divina e diab√≥lica. O cerne aqui √© que o mestre deve praticar o que ensina.

VERDADE PR√ĀTICA
A verdadeira sabedoria não se manifesta na vida do crente através do discurso, mas das obras.

HINOS SUGERIDOS
165, 225, 499

LEITURA DI√ĀRIA
Segunda - 2 Cr 9.22

O rei mais s√°bio do mundo
Terça - Jó 28.28

Sabedoria e inteligência
Quarta - Sl 111.10; Pv 9.10

O princípio da sabedoria
Quinta - Dn 2.20,21

Deus é o dono da sabedoria
Sexta - Lc 2.52

Jesus cresceu em sabedoria
S√°bado - Cl 4.5

Sabedoria para com “os de fora”

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Tiago 3.13-1813 - Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria.14 - Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.15 - Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.16 - Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa.17 - Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.18 - Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Conscientizar-se¬†de que a nossa conduta pessoal demonstra se a nossa sabedoria √© humilde ou demon√≠aca;
  • Mostrar¬†que onde prevalecem a inveja e sentimento faccioso, prevalece tamb√©m o mal, e
  • Analisar¬†as qualidades da verdadeira sabedoria.

PALAVRA CHAVE

Sabedoria do Alto: Nesta lição, este tipo de sabedoria caracteriza-se pela capacidade de conviver de forma íntegra, ética e respeitosa para com todos.
COMENT√ĀRIO
INTRODUÇÃO
Nessa li√ß√£o aprenderemos que obter informa√ß√£o, ou conhecimento intelectual, n√£o significa adquirir sabedoria. Algumas pessoas s√£o bem inteligentes, mas ao mesmo tempo inaptas para relacionarem-se com outras pessoas. Hoje estudaremos a sabedoria como a habilidade de exercer uma √©tica correta com vistas a praticar o que √© certo. Veremos a pessoa s√°bia como algu√©m que se mostra madura em todas as circunst√Ęncias da vida, pois √© no cotidiano que a sabedoria do crente deve se mostrar.¬†[Coment√°rio:¬†Hoje, veremos que se conhecimento intelectual fosse sin√īnimo de sabedoria, os escribas seriam os mais s√°bios. Se a sabedoria humana tivesse valor, os escribas e fariseus seriam as pessoas mais elogiadas por Cristo, e sabemos que foi justamente o inverso, escribas e fariseus foram os mais bombardeados pelos duros discurso de Cristo. Nossos dias s√£o din√Ęmicos e dominados pelo conhecimento. Facilmente encontramos a solu√ß√£o de problemas graves e doen√ßas at√© pouco tempo atr√°s consideradas sem curas. Tecnologias que, se bem empregadas, salvam vidas. N√£o √© esse tipo de sabedoria que Tiago combate. N√£o devemos desprezar, seria loucura! Esse tipo de conhecimento √© sadio, faz bem √† humanidade e √© uma prova da capacidade intelectual que Deus concedeu ao homem. A quest√£o tem in√≠cio quando o homem tenta usar esse tipo de conhecimento no reino de Deus. Tiago ao falar “Ora, se algum de v√≥s tem falta de sabedoria, pe√ßa-a a Deus, que a todos d√° liberalmente e n√£o censura, e ser-lhe-√° dada”, n√£o se referia a esse tipo de sabedoria (grande soma de conhecimento, ou erudi√ß√£o, ou ci√™ncia, ou saber). Ele fala de outro tipo de sabedoria, a sabedoria vinda da parte de Deus - “para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da gl√≥ria, vos d√™ o esp√≠rito de sabedoria e de revela√ß√£o no pleno conhecimento dEle” (Ef 1.17). Em Mateus cap√≠tulo 11, Jesus inicia um discurso contra os escribas e os fariseus, e no vers√≠culo 19 ele chega ao √°pice da mensagem, afirmando que: “Entretanto a sabedoria √© justificada pelas suas obras”. Jesus estava condenando a sabedoria diab√≥lica dos fariseus e dos escribas, que sabiam e n√£o faziam; e afirma que o que justifica a sabedoria √© a pr√°tica de obras. Ou seja, n√£o adianta saber se n√£o faz.]¬†Vamos mergulhar mais fundo?
I. - A CONDUTA PESSOAL DEMONSTRA SE A NOSSA SABEDORIA √Č DIVINA OU DEMON√ćACA (Tg 3.13-15)
1. A Sabedoria n√£o se mostra com discurso (v. 13).¬†Segundo as Escrituras, quem √© s√°bio? De acordo com o que nos ensina Tiago, √© aquela pessoa que apresenta “bom trato com os outros” e “obras de mansid√£o”. Note que os conceitos de sabedoria, conforme expostos no texto, apenas podem ser provados pela pr√°tica. Quem se julga s√°bio e inteligente, para fazer jus aos termos, deve demonstrar sabedoria e habilidade na vida di√°ria, tanto para com os de dentro da igreja, quanto para com os de fora.¬†[Coment√°rio:¬†1 Cor√≠ntios 8.1 fala que o saber ensoberbece. Quem busca a sabedoria somente para saber √© soberbo. N√£o pode ser edificado porque nele n√£o est√° o amor de Deus, e o que edifica √© o amor.Nos vers√≠culo 2 e 3, Paulo diz que se algu√©m julga saber alguma coisa, com efeito n√£o aprendeu ainda como conv√©m saber. Mas se algu√©m ama a Deus esse √© conhecido por Ele. O Rev. Hernandes Dias Lopes escreve em sua obra¬†TIAGO Transformando provas em triunfo(Editora Hagnos): “Sabedoria √© tamb√©m olhar para a vida com os olhos de Deus. A pergunta do s√°bio √©; em meus passos, o que faria Jesus? Como ele falaria, como agiria, como reagiria? Cristo n√£o foi um mestre da escola cl√°ssica. Ele ensinou os seus disc√≠pulos na escola da vida. Ensinar a sabedoria √© mais importante do que apenas transmitir conhecimento. Tiago est√° contrastando dois diferentes tipos de sabedoria: a sabedoria da terra e a sabedoria do c√©u. Qual sabedoria governa a sua vida? Por qual caminho voc√™ est√° trilhando? Que tipo de vida voc√™ est√° vivendo? Que frutos esse estilo de vida est√° produzindo? A sua fonte √© doce ou salgada (3.12)? Tiago mostra, tamb√©m, que essa sabedoria se reflete nos relacionamentos (3.13.14). S√°bio √© aquele que √© santo em car√°ter, profundo em discernimento e √ļtil nos conselhos. Voc√™ conhece o s√°bio e o inteligente pela mansid√£o da sua sabedoria e pelas suas obras, ou seja, imitando a Jesus, que foi manso e humilde de cora√ß√£o (Mt 11.29). Warren Wiersbe, comparando a sabedoria de Deus com a sabedoria do mundo, faz tr√™s contrastes: quanto √† sua origem, quanto √†s suas caracter√≠sticas e quanto aos resultados.”LOPES. Hernandes Dias. TIAGO Transformando provas em triunfo. Editora Hagnos. pag.. Tiago compara o s√°bio √† fonte de √°gua doce, n√£o misturada com a amarga descrita no vers√≠culo 11, e √† √°rvore cuja natureza √© tal que produz “bons frutos”, nos vers√≠culos 12 e 17. Tiago aconselha aos mestres crist√£os - ou pretendentes a mestres - na Igreja e mais amplamente a todos que se chamam crist√£os. “O temor do Senhor √© o princ√≠pio da sabedoria, e a ci√™ncia do Santo, a prud√™ncia” (Pv 9.10) - este √© o significado que Tiago emprega aqui. Suas obras seriam os resultados espec√≠ficos ou a√ß√Ķes que brotam da sua vida reta. Todas essas a√ß√Ķes devem ser realizadas em mansid√£o de sabedoria, ou seja, com a humildade que √© decorrente de ser semelhante a Cristo.
2. Inveja e fac√ß√£o (v. 14).¬†Se para ocupar a posi√ß√£o de mestre a pessoa for motivada pela inveja, ou por um sentimento faccioso, de nada valer√° o ensino por ela ministrado. O que Tiago apresenta na passagem em estudo n√£o diz respeito ao conte√ļdo ministrado pelo mestre, mas √† postura soberba e arrogante adotada por ele ao ministr√°-lo. As informa√ß√Ķes podem at√© ser corretas e ortodoxas, mas a postura adotada pelo mestre lan√ßar√° por terra, ou n√£o, o discurso por ele proferido. O mestre, por voca√ß√£o, compreende a sua posi√ß√£o de servo. Ele gosta de estar com as pessoas. Assim, naturalmente, ele ensinar√° o aluno com efici√™ncia, mas principalmente, com o seu exemplo e respeito (Mt 23.1-39).¬†[Coment√°rio:¬†Sentir amarga inveja √© o resultado de um zelo mal orientado que traz a agressividade. √Č sentir raiva pelas realiza√ß√Ķes de outras pessoas. Sempre que n√≥s encontrarmos algum defeito em um l√≠der, devemos nos perguntar o que est√° nos motivando a este sentimento t√£o forte a respeito do defeito desta pessoa. Ser√° que n√≥s n√£o compartilhamos esta mesma fraqueza? N√≥s nos imaginamos melhores naquela fun√ß√£o? Ou, na verdade, estamos simplesmente com inveja das capacidades ou do talento que Deus lhe permitiu ter? Uma resposta afirmativa a qualquer destas perguntas deve nos fazer tomar muito cuidado na maneira como expressamos as nossas cr√≠ticas. O Vers√≠culo 14, como em Filipenses 2.3, o ego√≠smo refere-se aos l√≠deres da igreja que est√£o desenvolvendo um “esp√≠rito partid√°rio”. Isto produz fac√ß√Ķes que s√£o favor√°veis ou contr√°rias ao pastor ou a determinados programas, que apoiam ou n√£o quest√Ķes n√£o necessariamente essenciais √† f√© crist√£. O ego√≠smo √© o desejo de viver para si mesmo e para nada ou ningu√©m mais, somente para aquilo que se pode aproveitar. Em um esfor√ßo para persuadir a outros, esta pessoa pode perder a raz√£o e se tornar fan√°tica. Tendo confian√ßa somente no seu conhecimento, ela comporta-se de maneira arrogante e com superioridade em rela√ß√£o aos outros. Pessoas assim n√£o devem se gabar como se fossem s√°bias, pois este √© o pior tipo de mentira. O Coment√°rio B√≠blico Beacon (CPAD) comenta o vers√≠culo 14 assim: “Aqueles que t√™m amarga inveja e sentimento faccioso no cora√ß√£o (v. 14) n√£o s√£o humildes. Essa falha indica que eles n√£o t√™m a sabedoria de Deus da qual brota a mansid√£o. Essa “inveja amarga e ambi√ß√£o ego√≠sta” (NVI) est√° em vosso cora√ß√£o - o √Ęmago da pessoa, de onde se originam as a√ß√Ķes (cf. Mt 15.19). Tiago diz: Se voc√™ encontrar esse tipo de esp√≠rito, “n√£o se glorie disso e dessa forma esteja em rebeldia e contr√°rio √† Verdade” (NT AmpL). O ap√≥stolo pode estar usando a verdade no seu sentido costumeiro. No entanto, em vista do significado espec√≠fico que ele d√° a esse termo em 1.18 e 5.19, ele pode ser entendido como sendo sin√īnimo da palavra evangelho. Assim “as pessoas s√£o advertidas contra express√Ķes e a√ß√Ķes que contradizem ‚Äėa f√© do nosso Senhor Jesus Cristo’” (2.1).¬†A. F. Harper. Coment√°rio B√≠blico Beacon. Tiago. Editora CPAD. Vol. 10. pag. 179.]. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO =¬†”Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria” (Tg 3.13).
VERDADE PR√ĀTICA¬†= A verdadeira sabedoria n√£o se manifesta na vida do crente atrav√©s do discurso, mas das obras.
LEITURA B√ćBLICA¬†¬†= Tiago 3.13-18
INTRODUÇÃO
O saber humano √© limitado, falho, e mut√°vel a cada ano que passa. Entretanto, a sabedoria que vem da parte de Deus, √© ilimitada, perfeita e imut√°vel, consubstanciada na Sua Palavra, que permanece para sempre, capacitando o crente fiel a saber conduzir-se ante as mais dif√≠ceis situa√ß√Ķes, de modo surpreendente, diante de Deus e dos homens.
Na sua discuss√£o quanto √† sabedoria no seu aspecto global, Tiago afirma existirem dois tipos de sabedoria: a sabedoria proveniente de Deus, “a sabedoria que vem do alto” (v.17), e a sabedoria “terrena”, a sabedoria “animal”, pr√≥pria do homem natural. Ao estabelecer a diferen√ßa entre ambas, o ap√≥stolo desafia os seus leitores, bem como a todos os crentes, hoje, a se empenharem na conquista da verdadeira sabedoria, a divina, que procede do alto.
CONCEITOS DE SABEDORIA
1. Sob o ponto de vista humano.¬†Sabedoria significa “grande conhecimento, erudi√ß√£o, saber, ci√™ncia, conhecimento justo das coisas, raz√£o”. Esse √© o aspecto positivo da concep√ß√£o humana de sabedoria. H√°, tamb√©m, o sentido negativo, segundo o qual, sabedoria √© “esperteza, ast√ļcia, manha”. Da√≠, algu√©m dizer:”Fulano √© muito sabido…”.
2. Sob o ponto de vista bíblico.
a) √Č guardar os mandamentos do Senhor. Mois√©s, exortando o povo de Israel, sobre o cumprir os mandamentos do Senhor, disse: “Guardai-os, pois, e fazei-os, porque esta ser√° a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que ouvir√£o todos estes estatutos e dir√£o: S√≥ este grande povo √© gente s√°bia e entendida” (ver Dt 4.1-6). Para Deus, s√°bio √© quem Lhe obedece.

b) √Č saber calar (J√≥ 13.5).¬†O patriarca disse aos seus amigos, que se eles tivessem ficado calados, isso seria a sua sabedoria. “At√© o tolo, quando se cala, ser√° reputado por s√°bio; e o que cerrar os seus l√°bios, por s√°bio” (Pv 17.28). Tiago considera imposs√≠vel domar a l√≠ngua (Tg 3.8). Entretanto o s√°bio segundo Deus cala-se, quando for tempo de calar (Ec 3.7b).
c) √Č temer a Deus.¬†No livro de J√≥ est√° escrito: “Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor √© a sabedoria, e apartar-se do mal a intelig√™ncia” (J√≥ 28.28). Para Deus, o s√°bio √© aquele que teme ao Senhor, ou seja, que tem respeito profundo ao Criador. Salom√£o disse: “O temor do Senhor √© o princ√≠pio da sabedoria, e a ci√™ncia do Santo, a prud√™ncia” (Pv 9.10).
d) √Č dom do Esp√≠rito Santo.¬†Deus d√° dons aos crentes, como “manifesta√ß√£o do Esp√≠rito”, “a cada um para o que for √ļtil”. “Porque a um, pelo Esp√≠rito, √© dada a palavra da sabedoria” (1 Co 12.7,8a). O dom da palavra da sabedoria √© “parte da sabedoria de Deus dada ao homem; opera no saber, na prega√ß√£o, no aconselhamento, nas emerg√™ncias, na separa√ß√£o de obreiros e na administra√ß√£o”. Quantos problemas e desastres t√™m ocorrido em muitas igrejas, que se esfacelam ou sobrevivem a duras penas, por falta desse dom.
A SABEDORIA DO MUNDO
A “sabedoria” enfocada neste ensino de Tiago, nada tem a ver com o conhecimento que resulta da forma√ß√£o acad√™mica ou com a que decorre da experi√™ncia de vida ao alcance de todos os homens. Tiago est√° falando aqui da “sabedoria” que ensina ao homem viver para si mesmo e n√£o para Deus. √Č a que traz em seu bojo a inveja, a contenda, a divis√£o, a perturba√ß√£o da paz. Tal “sabedoria” √© pr√≥pria do homem sem Deus. Deste modo, a sabedoria segundo o mundo “√© terrena, animal e diab√≥lica” (v.15). As suas conseq√ľ√™ncias s√£o:
1. Amarga inveja (v.14). Quanto desse fruto nocivo é encontrado em nossas igrejas! A inveja do progresso material de um irmão ou do seu crescimento espiritual ou posicional dentro da igreja, por exemplo. A inveja por parte de alguns daqueles que exercem cargos de liderança na igreja tem perturbado bastante o desenvolvimento da obra de Deus.
Na vida do rei Saul encontramos a manifesta√ß√£o devastadora do ci√ļme e da inveja.Para Saul era inconceb√≠vel que as mulheres em Jerusal√©m cantassem: “Saul feriu os seus milhares, por√©m Davi os seus dez milhares. Ent√£o Saul se indignou muito, e aquela palavra pareceu mal aos seus olhos, e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares: na verdade, que lhe falta, sen√£o s√≥ o reino?” (1 Sm 18.7,8). O que Saul n√£o sabia era que ele mesmo, e n√£o Davi seria a v√≠tima da sua atitude de inveja e ci√ļmes.
O que come√ßou com uma aparente “inocente” atitude de ci√ļme desdobrou-se em raiva e conseq√ľente tentativa de assassinato, e com tudo isso, o temor: “E temia Saul a Davi, porque o Senhor era com ele e se tinha retirado de Saul” (I Sm 18.12).
2. Sentimento faccioso (v.14).¬†O esp√≠rito de fac√ß√£o no seio da comunidade crist√£ √© de inspira√ß√£o diab√≥lica. O Esp√≠rito de Deus nada tem a ver com as divis√Ķes e partidarismos eventualmente surgidos na Igreja de Jesus Cristo. Para muitos crentes, hoje, a gl√≥ria √© pertencer a esta ou √†quela igreja, a este ou √†quele minist√©rio, enquanto que para eles os demais crentes s√£o crist√£os de segunda categoria.
Isto √© um desservi√ßo ao reino de Deus e uma forma de rompimento dos sagrados la√ßos do amor fraternal. Esta tend√™ncia de criar fac√ß√Ķes e partidos dentro da Igreja de Jesus Cristo n√£o √© t√£o recente como alguns possam imaginar. J√° nos prim√≥rdios da Igreja havia aqueles que estufavam o peito e arrogantemente diziam: “Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo…” (I Co 3.4).
A esses o ap√≥stolo Paulo censurou veementemente: “Ainda sois carnais. Pois, havendo entre v√≥s inveja, contendas e dissens√Ķes, n√£o sois porventura carnais, e n√£o andais segundo os homens?… Porventura n√£o sois carnais?” (I Co 3.3,4).
O resultado quando damos corda a estes dois aspectos da sabedoria “terrena, animal e diab√≥lica” (v.15), √© a “perturba√ß√£o e toda a obra perversa” (v.16).
CARACTER√ćSTICAS DA SABEDORIA CARNAL (vv.14-16)
1. Tem amarga inveja.¬†O s√°bio carnal √© dominado pela inveja. Ele fica perturbado e revoltado com o sucesso alheio. Sua sabedoria s√≥ abrange as coisas carnais e humanistas, √© de natureza baixa (v.15). 2. Sentimento faccioso. √Č sentimento de divis√£o, de grupos e grupelhos, de “panelinhas”. Essa sabedoria s√≥ faz mal √† obra do Senhor.
3. √Č terrena.¬†J√° vimos que a sabedoria excelente √© a que vem do alto. A sabedoria carnal √© terrena e s√≥ serve para as coisas desta vida.
4. Animal.¬†√Č sabedoria dominada pela natureza carnal, n√£o-convertida, que n√£o tem a virtude do Esp√≠rito Santo.
5. Diab√≥lica.¬†Na sabedoria que n√£o √© de Deus, o Diabo procura ocasi√£o, para causar inveja, esp√≠rito faccioso e “perturba√ß√£o e toda obra perversa” (v.16).

O S√ĀBIO E INTELIGENTE SEGUNDO A B√ćBLIA
1. Aquele que tem bom trato (v.13).¬†Isto se refere ao crente que tem bom procedimento, boas maneiras e modos no relacionamento com as outras pessoas. √Č qualidade muito necess√°ria em nossos dias, quando, em face do frenesi que domina a sociedade, pessoas, mesmo na igreja, tornam-se agressivas, grosseiras, mal-educadas, causando problemas de relacionamento. Infelizmente, at√© obreiros t√™m-se perdido nesse ponto. O crente s√°bio tem bom trato. Paulo aconselha que devemos considerar cada um superior a n√≥s mesmos (Fp 2.3).
2. Aquele que tem obras de mansidão de sabedoria (v.13b). Isto fala do crente que cultiva a mansidão de modo sábio, consciente e não por medo ou covardia. Ele sabe que é melhor ser manso do que agressivo, pois, assim, glorifica a Deus e evita muitos dissabores. Mansidão é fruto do Espírito1.
3. Aquele que v√™ o mal e esconde-se.¬†Em Pv 22.3, lemos: “O avisado v√™ o mal e esconde-se; mas os simples passam e sofrem a pena”. Esconder-se do mal √© ser s√°bio, O jovem s√°bio √© aquele que “foge dos desejos da mocidade” (2 Tm 2.22).
4. Aquele que ganha almas.¬†”. ..o que ganha almas s√°bio √©” (Pv 11. 30b). O s√°bio, no conceito mundano, √© aquele que ganha muito dinheiro, de prefer√™ncia com esperteza e ilicitude. Ou aquele que possui graus acad√™micos superiores. Para Deus, no entanto, o verdadeiro s√°bio √© aquele que se esfor√ßa para ganhar almas.
A SABEDORIA QUE VEM DO ALTO
J√° estudamos que “toda a boa d√°diva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem n√£o h√° mudan√ßa nem sombra de varia√ß√£o” (Tg 1.17).
Estudamos tamb√©m que se algu√©m “tem falta de sabedoria, pe√ßa-a a Deus, que a todos d√° liberalmente, e o n√£o lan√ßa em rosto, e ser-lhe-√° dada” (Tg 1.5).
Portanto, h√° uma sabedoria superior, que vem do alto, procedente de Deus, para tantos quantos a busquem sinceramente, “n√£o duvidando” (Tg 1.6).
Os realmente s√°bios detentores desta sabedoria singular mostram-na “pelo seu bom trato as suas obras em mansid√£o de sabedoria” (Tg 3.13).
De acordo com o ensino de Tiago, a verdadeira sabedoria, aquela que vem do alto(Tg 3.17), é:

1. Pura.¬†A pureza se constitui num dos aspectos da perfei√ß√£o divina e de tudo quanto se relaciona a ela. O termo grego a9ui empregado para a palavra “pura ‚Äė √© agn√©, e geralmente est√° associada com purifica√ß√£o cerimonial. A purifica√ß√£o cerimonial era uma exig√™ncia do culto no juda√≠smo para agradar a Deus. Uma pessoa impura n√£o podia participar dele. At√© aqueles que eram designados para conduzir os vasos do Senhor tinham que ser puros (Is 52.11).
A sabedoria do alto é cerimonialmente pura, não está contaminada pelas imundícias que desagradam a Deus. Procedentes de Deus ela não está à sua inteira disposição para que seja aplicada naquilo que contribui para cumprimento do Seu desígnio.
2. Pac√≠fica.¬†Ao contr√°rio da sabedoria do alto, que √© pac√≠fica, a sabedoria diab√≥lica produz “perturba√ß√£o e toda a obra perversa”. O termo eir√©ne aqui traduzido por “paz” e “pac√≠fica” designa um estado de ordem de seguran√ßa e isen√ß√£o de √≥dios.
Nenhum verdadeiro seguidor de Jesus Cristo usará da sabedoria do alto a qual Deus lhe confiou, para prejuízo de alguém; tampouco usará da influência de sua liderança para prejudicar o amor e a harmonia entre os filhos de Deus. Uma pessoa dominada pela sabedoria de Deus projetará isto no seu relacionamento com os seus semelhantes. Aqui jaz a bem-aventurança do pacificador (Mt 5.9).
3. Tratável. O termo sugere gentileza, uma forma de cavalheirismo com as pessoas. Infelizmente existem muitas pessoas e não poucos cristãos que não são tratáveis, pelo contrário: são agressivos, grosseiros, maldosos, rancorosos.  Alguns confundem franqueza com má educação, e convicção cristã irremovível com intransigência. A violência verbal e os ataques de alguns cristãos mostram que nada aprenderam do Cristo manso e humilde de coração (Mt 11.29).
Crist√£os col√©ricos, irados contra aqueles que deles discordam, constituem-se uma ofensa ao evangelho. √Č o amor √† verdade ou o ego ferido que prevalece? A sabedoria do alto n√£o √© truculenta, pelo contr√°rio, ela nos leva a zelar pela reputa√ß√£o do nosso semelhante.
4. Cheia de miseric√≥rdia e de bons frutos.¬†Aqueles que possuem a sabedoria divina e por ela se deixam conduzir, t√™m profundo interesse pelos que sofrem, e est√£o prontos a ajudar-lhes a levar as cargas. A insensibilidade para com o sofrimento alheio n√£o √© pr√≥pria de quem provou em sua vida a compaix√£o e miseric√≥rdia de Deus. Neste caso n√£o basta ser misericordioso para com os que sofrem, √© necess√°rio ser possuidor de bons frutos. Frutos, aqui, √© a demonstra√ß√£o do cristianismo atrav√©s das a√ß√Ķes.
5. Imparcial.¬†Onde a sabedoria divina est√° presente n√£o h√° prefer√™ncia por determinadas pessoas em detrimento de outras. Agir com parcialidade √© uma forma de discrimina√ß√£o, e, como j√° estudamos, Deus condena a acep√ß√£o de pessoas. Qualquer tipo de prefer√™ncia por uma pessoa, porque ela √© culta, rica e de boa posi√ß√£o social, em detrimento de outras, que n√£o usufruem de iguais privil√©gios, n√£o √©, por certo, de inspira√ß√£o divina. Clique aqui para ler o texto completo »

  1. II 5.22). O Mestre disse: “…aprendei de” mim, que sou manso e humilde de cora√ß√£o…” (Mt II .2′ []
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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA B√ćBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANG√ČLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITER√ďI - RJ
LI√á√ÉO N¬ļ 09 - DATA: 31/08/2014
T√ćTULO: “A VERDADEIRA SABEDORIA SE MANIFESTA NA PR√ĀTICA”
TEXTO √ĀUREO - Tg 3.13
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE: Tg 3.13-18
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

Muitas pessoas julgam serem mais s√°bias s√≥ porque alcan√ßaram maiores n√≠veis de estudo na vida secular. Aprenderemos nesta li√ß√£o que a sabedoria terrena, dominada pela natureza humana, s√≥ serve para as coisas deste mundo, por√©m a que vem de Deus, n√£o admite intentos maliciosos e n√£o atende a objetivos orgulhosos. √Č pura, pac√≠fica, moderada, trat√°vel e cheia de miseric√≥rdia. Conscientizemo-nos acerca destas verdades, para que possamos buscar a ilimitada sabedoria do alto.

II - CONCEITOS DE SABEDORIA:

(1) -¬†Sob o ponto de vista humano¬†- Sabedoria significa “grande conhecimento, erudi√ß√£o, saber, ci√™ncia, conhecimento justo das coisas, raz√£o”. Esse √© o aspecto positivo da concep√ß√£o humana de sabedoria.

H√°, tamb√©m, o sentido negativo, segundo o qual, sabedoria √© “esperteza, ast√ļcia, manha”. Da√≠, algu√©m dizer: “Fulano √© muito sabido…”.

(2) - Sob o ponto de vista bíblico:

(2.1) - √Č guardar os mandamentos do Senhor - Mois√©s, exortando o povo de Israel, sobre o cumprir os mandamentos do Senhor, disse: “Guardai-os, pois, e fazei-os, porque esta ser√° a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que ouvir√£o todos estes estatutos e dir√£o: S√≥ este grande povo √© gente s√°bia e entendida” (ver Dt 4. l-6). Para Deus, s√°bio √© quem Lhe obedece.

(2.2) - √Č saber calar (J√≥ 13.5) - O patriarca disse aos seus amigos, que se eles tivessem ficado calados, isso seria a sua sabedoria. “At√© o tolo, quando se cala, ser√° reputado por s√°bio; e o que cerrar os seus l√°bios, por s√°bio” (Pv 17.28). Tiago considera imposs√≠vel domar a l√≠ngua (Tg 3.8). Entretanto o s√°bio segundo Deus cala-se, quando for tempo de calar (Ec 3.7b).

(2.3) - √Č temer a Deus - J√≥ 28.28 - Para Deus, o s√°bio √© aquele que teme ao Senhor, ou seja, que tem respeito profundo ao Criador (Pv 9.10).

(2.4) - √Č dom do Esp√≠rito Santo - I Cor 12.7-8 - Deus d√° dons aos crentes. O dom da palavra da sabedoria √© “parte da sabedoria de Deus dada ao homem; opera no saber, na prega√ß√£o, no aconselhamento, nas emerg√™ncias, na separa√ß√£o de obreiros e na administra√ß√£o”. Quantos problemas e desastres tem ocorrido em muitas igrejas, que se esfacelam ou sobrevivem a duras penas, por falta desse dom.

III - O S√ĀBIO E INTELIGENTE SEGUNDO A B√ćBLIA

(1) -¬†Aquele que tem bom trato¬†- Tg 3.13 - Isto se refere ao crente que tem bom procedimento, boas maneiras e modos no relacionamento com as outras pessoas. √Č qualidade muito necess√°ria em nossos dias, quando, em face do frenesi que domina a sociedade, pessoas, mesmo na igreja, tornam-se agressivas, grosseiras, mal-educadas, causando problemas de relacionamento. Infelizmente, at√© obreiros t√™m-se perdido nesse ponto. O crente s√°bio tem bom trato. Paulo aconselha que devemos considerar cada um superior a n√≥s mesmos (Fp 2.3).

(2) - Aquele que tem obras de mansidão de sabedoria - Tg 3.13b - Isto fala do crente que cultiva a mansidão de modo sábio, consciente e não por medo ou covardia. Ele sabe que é melhor ser manso do que agressivo, pois assim glorifica a Deus e evita muitos dissabores. Mansidão é fruto do Espírito (Gl 5.22 cf t 11.29).

(3) -¬†Aquele que v√™ o mal e esconde-se¬†- Pv 22.3 - Esconder-se do mal √© ser s√°bio. O jovem s√°bio √© aquele que “foge dos desejos da mocidade” (2 Tm 2.22).

(4) - Aquele que ganha almas - Pv 11. 30b - O sábio, no conceito mundano, é aquele que ganha muito dinheiro, de preferência com esperteza e ilicitude. Ou aquele que possui graus acadêmicos superiores. Para Deus, no entanto, o verdadeiro sábio é aquele que se esforça para ganhar almas.

IV - DE ONDE PROV√ČM A SABEDORIA SEGUNDO DEUS:

(1) - Do próprio Deus - Tg 3.17a - Deus reserva a verdadeira sabedoria para os retos; escudo é para os que caminham na sinceridade (Pv 2.6.7). Salomão recebeu sabedoria de Deus (l Rs 4.29-34). infelizmente, na velhice, desperdiçou-a.

(2) - Da Palavra de Deus - (2 Tm 3.14,15).

(3) -¬†Do Esp√≠rito Santo¬†- O Esp√≠rito Santo ensina todas as coisas (Jo 14.26), iluminando o crente fiel, de modo que ele seja s√°bio. O dom da palavra da sabedoria (l Co 12.8) √© algo extraordin√°rio. No Antigo Testamento, temos exemplos de homens que tinham a sabedoria dada por Deus, como Bezaleel e Aoliabe (√äx 36.1,2), utilizando-a para o servi√ßo do tabern√°culo. No Novo Testamento, vemos Jesus dando demonstra√ß√Ķes dessa divina sabedoria (Mt 21.23-27).

V - CARACTER√ćSTICAS DA SABEDORIA CARNAL:

Leiamos Tg 3.14-16:

(1) - Tem amarga inveja - O sábio carnal é dominado pela inveja. Ele fica perturbado e revoltado com o sucesso alheio. Sua sabedoria só abrange as coisas carnais e humanistas, é de natureza baixa (Tg 3.15).

(2) -¬†Sentimento faccioso¬†- √Č sentimento de divis√£o, de grupos e grupelhos, de “panelinhas”. Essa sabedoria s√≥ faz mal √† obra do Senhor.

(3) -¬†√Č terrena¬†- J√° vimos que a sabedoria excelente √© a que vem do alto. A sabedoria carnal √© terrena e s√≥ serve para as coisas desta vida.

(4) -¬†Animal¬†- √Č sabedoria dominada pela natureza carnal, n√£o-convertida, que n√£o tem a virtude do Esp√≠rito Santo.

(5) -¬†Diab√≥lica¬†- Na sabedoria que n√£o √© de Deus, o Diabo procura ocasi√£o para causar inveja, esp√≠rito faccioso e “perturba√ß√£o e toda obra perversa” (Tg 3.16).

VI - CARACTER√ćSTICAS DA SABEDORIA DO ALTO:

Leiamos Tg 3.17:

(1) -¬†√Č pura¬†- √Č sabedoria que vem do Deus puro e santo! Essa sabedoria n√£o se mistura com o mal, com o pecado. Ela n√£o se presta para intentos perversos. H√° homens, de n√≠vel superior, que usam a sabedoria, tanto para o bem quanto para o mal. Um m√©dico, que prescreve rem√©dios para curar, se usado pelo Diabo, pode prescrever drogas destruidoras. Um professor pode ensinar coisas boas ou m√°s, dependendo de sua √≠ndole e forma√ß√£o. Mas um servo de Deus s√≥ utiliza a sabedoria de modo puro.

(2) -¬†√Č pac√≠fica¬†- A sabedoria que vem do alto s√≥ produz a paz. Os crentes s√°bios s√£o pacificadores (Mt 5.9).

(3) -¬†√Č moderada¬†- A sabedoria divina √© moderada. Parece um paradoxo. Se ela √© ilimitada, como pode ser moderada? Sim. Da parte de Deus, ela n√£o tem limites. Mas, utilizada pelo homem, deve ser moderada, sem exageros, sem exibi√ß√£o. Uma pessoa que tem sabedoria de Deus n√£o pode orgulhar-se. Deve ter o fruto da temperan√ßa (Gl 5.22).

(4) -¬†√Č trat√°vel¬†- Quem tem a sabedoria de Deus √© trat√°vel. Ou seja: sabe relacionar-se bem, com mod√©stia, aten√ß√£o e interesse pelos outros. Normalmente, os cientistas, os s√°bios segundo o mundo, s√£o inacess√≠veis. O crente s√°bio n√£o √© soberbo. Tanto atende ao rico como ao pobre, ao letrado como ao indouto.

(5) -¬†√Č cheia de miseric√≥rdia¬†- A sabedoria do alto √© utilizada com miseric√≥rdia, procurando colocar-se a servi√ßo dos que sofrem, dos carentes espirituais e sociais; sente a mis√©ria dos oprimidos pelo Diabo. Nas igrejas, precisamos usar a sabedoria que Deus nos concede para atender ao homem integral. √Č preciso dar o p√£o para o esp√≠rito e tamb√©m para o corpo.

(6) -¬†√Č cheia de bons frutos¬†- Tiago n√£o aceita a f√© sem as obras de justi√ßa. Ele recebeu a revela√ß√£o de que a sabedoria que vem do alto √© cheia de “bons frutos”. Sem d√ļvida alguma, esses frutos s√£o as manifesta√ß√Ķes do fruto do Esp√≠rito que vemos em Gl 5.22.

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TV EBD - A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 9 - A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

2ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

3ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

4ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

5ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

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Question√°rio - A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 9 - A Verdadeira Sabedoria Se Manifesta Na Prática

Responda conforme a revista da CPAD do 3¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: F√Č E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Crist√£ Aut√™ntica

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“Quem dentre v√≥s √© _____________________ e inteligente? Mostre, pelo seu bom ______________, as suas obras em ________________________ de sabedoria” (Tg 3.13).

 

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

A verdadeira _______________________ não se manifesta na _______________ do crente através do discurso, mas das ______________.

 

I- A CONDUTA PESSOAL DEMONSTRA SE A NOSSA SABEDORIA √Č DIVINA OU DEMON√ćACA (Tg 3.13-15).

3- Por que a sabedoria n√£o se mostra com discurso (v. 13)?

(¬†¬†¬† ) Segundo as Escrituras, quem √© s√°bio? De acordo com o que nos ensina Tiago, √© aquela pessoa que “ganha almas” e quem “teme a DEUS”.

(¬†¬†¬† ) Segundo as Escrituras, quem √© s√°bio? De acordo com o que nos ensina Tiago, √© aquela pessoa que apresenta “bom trato com os outros” e “obras de mansid√£o”.

(    ) Note que os conceitos de sabedoria, conforme expostos no texto, apenas podem ser provados pela prática.

(    ) Quem se julga sábio e inteligente, para fazer jus aos termos, deve demonstrar sabedoria e habilidade na vida diária, tanto para com os de dentro da igreja, quanto para com os de fora.

 

4- Como é a inveja e a facção (v.14) na vida do mestre?

(    ) Se para ocupar a posição de mestre a pessoa for motivada pela inveja, ou por um sentimento faccioso, de nada valerá o ensino por ela ministrado.

(¬†¬†¬† ) O que Tiago apresenta na passagem em estudo diz respeito ao conte√ļdo her√©tico ministrado pelo mestre e √† postura soberba e arrogante adotada por ele ao ministr√°-lo.

(¬†¬†¬† ) O que Tiago apresenta na passagem em estudo n√£o diz respeito ao conte√ļdo ministrado pelo mestre, mas √† postura soberba e arrogante adotada por ele ao ministr√°-lo.

(¬†¬†¬† ) As informa√ß√Ķes podem at√© ser corretas e ortodoxas, mas a postura adotada pelo mestre lan√ßar√° por terra, ou n√£o, o discurso por ele proferido.

(    ) O mestre, por vocação, compreende a sua posição de servo.

(    ) Ele gosta de estar com as pessoas. Assim, naturalmente, ele ensinará o aluno com eficiência, mas principalmente, com o seu exemplo e respeito.

 

5- Como é a sabedoria do alto e a sabedoria diabólica (v. 15)?

(    ) A fonte da verdadeira sabedoria é o temor ao Senhor.

(    ) A fonte da verdadeira sabedoria são as obras realizadas para o Senhor.

(    ) Mediante a nossa reverência e confiança depositada no Altíssimo, o próprio DEUS concede-nos sabedoria para vivermos.

(    ) Mas não podemos nos esquecer da falsa sabedoria.

(¬†¬†¬† ) Esta sabedoria afirma-nos Tiago, √© “terrena”, “animal” e “diab√≥lica”, pois n√£o edifica, mas destr√≥i; n√£o une, mas divide; n√£o √© humilde, mas soberba.

(¬†¬†¬† ) √Č na arena da pr√°tica que a nossa conduta pessoal demonstrar√° o tipo de sabedoria que obtemos - se do alto ou se terrena.

(    ) DEUS nos guarde da falsa e diabólica sabedoria!

 

II- ONDE PREVALECEM A INVEJA E SENTIMENTO FACCIOSO, PREVALECE TAMB√ČM O MAL (Tg 3.16)

6- Como combater a maldade do coração humano?

(¬†¬†¬† ) “Quem quiser ser realmente o maior deve tornar-se o menor de todos, e aquele que desejar o lugar de governo tem de se apresentar como servo”.

(¬†¬†¬† ) √Č o que ensina o Senhor JESUS nos Evangelhos.

(    ) Apesar de a lealdade e a autorrealização serem sentimentos que despertam desejos latentes no ser humano, os discípulos de CRISTO não podem permitir que tais desejos os dominem.

(    ) Apesar de a vaidade e a ambição serem sentimentos que despertam desejos latentes no ser humano, os discípulos de CRISTO não podem permitir que tais desejos os dominem.

 

7- Por que a inveja e a facção instauram a desordem?

(    ) JESUS de Nazaré sabia desde antemão que a soberba dominaria o coração de seus seguidores.

(    ) JESUS de Nazaré sabia desde antemão que a vaidade dominaria o coração de muitos dos seus seguidores.

(    ) A Epístola de Tiago relata exatamente os problemas anteriormente abordados por JESUS.

(¬†¬†¬† ) Nos dias do meio-irm√£o do Senhor, a “inveja” e o “esp√≠rito faccioso” assolavam as igrejas locais.

(    ) Atualmente, muitos são os problemas dessa natureza em nossas igrejas.

(¬†¬†¬† ) Injusti√ßas e persegui√ß√Ķes ocorrem em nossas comunidades at√© mesmo em nome de DEUS, quando sabemos que o Senhor nada tem com tais atitudes.¬†¬†

 

8- Como s√£o as obras perversas?

(¬†¬†¬† ) Como √© do conhecimento de cada salvo em CRISTO, onde h√° “lutas” e “esp√≠rito corajoso”, o mal impera.¬†

(¬†¬†¬† ) Como √© do conhecimento de cada salvo em CRISTO, onde h√° “inveja” e “esp√≠rito faccioso”, o mal impera.¬†

(¬†¬†¬† ) Em um ambiente onde a perversidade e a malignidade est√£o presentes, muitas pessoas “adoecem” e at√© “morrem” espiritualmente.

(    ) Maldades contra o irmão, mentiras contra o próximo, mexericos e falatórios, enfim, são atitudes que as pessoas que passam a frequentar uma igreja local, naturalmente, esperam não encontrar.

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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Ev. Luiz Henrique

LI√á√ēES B√ćBLICAS - 3¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: F√Č E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Crist√£ Aut√™ntica

Coment√°rio: Pr. Eliezer de Lira e Silva
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO √ĀUREO

“Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria” ¬†(Tg 3.13).

 

VERDADE PR√ĀTICA

A verdadeira sabedoria não se manifesta na vida do crente através do discurso, mas das obras.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - 2 Cr 9.22 O rei mais s√°bio do mundo

Terça - Jó 28.28 Sabedoria e inteligência

Quarta - Sl 111.10; Pv 9.10 O princípio da sabedoria

Quinta - Dn 2.20,21 DEUS é o dono da sabedoria

Sexta - Lc 2.52 JESUS cresceu em sabedoria

S√°bado - Cl 4.5 Sabedoria para com “os de fora”

 

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Tiago 3.13-18

13 Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria. 14 Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. 15 Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. 16 Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa. 17 Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada,  tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. 18 Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.

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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 9: A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica do 3¬ļ Trimestre de 2014: F√© e obras ‚ÄĒ ensinos de Tiago para uma vida crist√£ aut√™ntica, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 9 - 3T/2014

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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email. Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da li√ß√£o. Observem as seguintes sugest√Ķes:

- Falem que o tema da aula ser√° “A Verdadeira Sabedoria se Manifesta pela Pr√°tica”.

- Trabalhem o conte√ļdo da li√ß√£o, buscando a participa√ß√£o dos alunos, para isto motivem a turma de forma que cada aluno se sinta confiante para expor suas ideias.

- Perguntem: O que é sabedoria e conhecimento?Aguardem as respostas.Depois falem que a aquisição de conhecimento não significa que a pessoa possui sabedoria relacional, apontada por Tiago, pois muitas vezes a pessoa pode tornar-se soberba, arrogante e tratar mal o próximo.

- Dividam a turma em dois grupos.Peçam que o grupo 01 leia Tg 3.14 a 16 e escreva numa cartolina as características da sabedoria terrena.Solicitem que o grupo 02 leia Tg 3.13 e 18 e escreva numa cartolina as características da sabedoria divina.Depois, os grupos devem apresentar o que caracteriza cada uma delas.

- Em seguida, trabalhem com os alunos cada caracter√≠stica dos 02 tipos de ¬†sabedorias, enfatizando a import√Ęncia da sabedoria que vem do alto, que abrange¬† o aspecto espiritual, sentimental, emocional e relacional.

- Vejam estas sugest√Ķes de textos e din√Ęmicas que ajudam a exemplificar o tema. Escolham pelo menos uma delas.¬†Para trabalhar sobre:A inveja, utilizem a din√Ęmica¬†“Inveja”.O trato com as pessoas, utilizem a din√Ęmica¬†“Relacionamentos”¬†ou o texto¬†“Para se Ter um Bom Relacionamento”.¬†Entreguem este texto para cada aluno da seguinte forma: dobrem o papel ao meio, repita a opera√ß√£o e depois lacre-o com durex colorido. Depois solicitem para que os alunos abram o texto e realizem a leitura de forma compartilhada. Falem que para ler o texto precisamos abri-lo, isto √©, devemos estar abertos a manter bons relacionamentos.- Para concluir, utilizem a din√Ęmica¬†“Construindo Pontes”.Tenham uma excelente e produtiva aula!

Din√Ęmica: Inveja

Objetivo: Estudar sobre a inveja.

Material:

Texto “A inveja do Pequeno Ramo”(postado no procedimento)

01 ramo

01 figura de sol

Flores

Folhas secas

01 saco

Sementes

Procedimento:

1 - Leiam com os alunos o texto “A inveja do Pequeno Ramo”(postado abaixo), para que os alunos entendam o que v√£o fazer.

2 - Agora, ap√≥s a leitura, fa√ßam uma encena√ß√£o deste texto. Para isto, voc√™s precisam observar as seguintes orienta√ß√Ķes:O narrador deve ser o professor.Escolher um aluno para ser o pequeno ramo, entregar para ele um ramo verde e folhas secas.Escolher um aluno para ser o jardineiro e outra pessoa para ser a filha; o jardineiro entra com um saco no bolso.Observar as orienta√ß√Ķes em it√°lico e entre par√™nteses para os alunos realizarem.
A inveja do Pequeno Ramo

Era uma vez um pequeno ramo. O pequeno ramo estava no topo de uma montanha. A montanha mais bela e alta da floresta, do lado da casa de um jardineiro trabalhador. O pequeno ramo era feliz com seus outros amigos ramos ali(todos os alunos devem ficar agachados deste o in√≠cio da leitura).Ent√£o o tempo foi passando, e a chuva ca√≠a(os alunos devem dizer chu√° chu√°),¬†e o sol nascia(um aluno deve mostrar o sol).¬†E todos os ramos come√ßaram a crescer(os alunos devem se levantar).¬†Os amigos do pequeno ramo, agora j√° n√£o eram mais ramos, e sim, bot√Ķes de flor(os alunos mostram as flores). O pequeno ramo ficou feliz pelos amigos, e resolveu parar seu trabalho de crescimento para observ√°-los.Ent√£o se passou mais um tempo e os amigos do pequeno ramo j√° viraram canteiros de rosa. E nada do pequeno ramo crescer(o aluno “pequeno ramo” deve permanecer abaixado). Mas dessa vez, o pequeno ramo n√£o ficou feliz pelos amigos. Ele ficou triste(fazer cara de pessoa triste). Ficou triste e chateado porque seus amigos estavam crescendo e ficando mais bonitos do que ele, simples mato amarelado.Os amigos do pequeno ramo j√° eram grandes arbustos e o pequeno ramo estava t√£o triste de ver seus amigos t√£o grandes, que ele resolveu ser a praga que estragava a beleza dos grandes arbustos florais.Agora, os arbustos deixaram cair sementes(os alunos jogam sementes pelo ch√£o),¬†que se multiplicaram, e que formaram um jardim. E cada vez mais, o pequeno ramo tentava estragar a beleza do jardim, se alastrando por todo o gramado.Chegou um dia que ele ficou t√£o triste, mas t√£o triste por causa dos amigos, que resolveu se transformar em uma verdadeira praga parasita, e come√ßou a influenciar os amigos a deixar de produzir aquelas flores t√£o belas, para que fossem apenas simples arbustos, e o lugar iria ficar mais bonito.
- Simplicidade, meus colegas, simplicidade. Ele os enganava.Alguns caíam em sua conversa, outros não.Até que um dia veio o jardineiro daquele lugar, com a filha pequena(o aluno jardineiro e a filha entram). A menina adorou as roseiras. Mas ela notou que havia um matinho chato as enforcando(a menina fica olhando entre as roseiras). Então pediu para o pai arrancar o que estava estragando o trabalho tão bonito do tempo, e da natureza, com seu coração todo mole pelas rosas.Então o pequeno ramo foi arrancado(o aluno pequeno ramo sai, puxado pelo braço). E só o que sobrou dele, foram suas folhas secas imundas, que o jardineiro recolheu(o aluno jardineiro apanha as folhas secas e coloca no saco), feliz por ter se livrado de uma praga inconveniente, e causado um sorriso a mais no rosto da pequena filha.Autoria do texto desconhecida.

3 - Depois, analisem com os alunos sobre as consequências da inveja do pequeno ramo.

4 - Em seguida, falem sobre a inveja dos irmãos de José(personagem bíblico); leiam Gn 37. 5 a 11 e se possível apresentem figuras que ilustrem esta narrativa.Vocês podem conseguir as figuras no departamento infantil da igreja. Pelo fato de mostrar figuras, isto não quer dizer que é algo infantil, pois depende do enfoque dado pelo professor para o tipo de aluno que tem.

5 - Depois, leiam Gn 49.22 “Jos√© √© um ramo frut√≠fero, ramo frut√≠fero junto √† fonte; seus ramos correm sobre o muro.”Em seguida, fa√ßam uma compara√ß√£o entre Jos√©, um ramo frut√≠fero, com o ramo do texto que n√£o cresceu, estabelecendo diferen√ßas entre eles sobre a inveja, um que foi invejado e o que aconteceu com os irm√£os invejosos e o pequeno ramo que invejava seus amigos ramos que cresceram e ele n√£o.Por Sulamita Macedo.

Din√Ęmica: Relacionamentos

Objetivo: Exemplificar atos de respeito ao próximo

Material:¬ľ da folha de papel of√≠cio e caneta para cada aluno.

Procedimento:

- Organizem os alunos em círculo.

- Distribuam ¬ľ da folha de papel of√≠cio.

- Solicitem para que cada aluno escreva o que ele deseja que seu colega do lado esquerdo realize, naquele momento da aula. Normalmente as a√ß√Ķes s√£o engra√ßadas e at√© “micos”.Veja um exemplo: Maria deve fazer tal coisa. Jo√£o( nome da pessoa que est√° escrevendo).Orientem que o colega n√£o pode ver o que o aluno est√° escrevendo.

- Recolham todos os papéis.

- Agora, falem: A regra da brincadeira est√° mudada, o “feiti√ßo virou contra o feiticeiro”. Quem vai realizar a tarefa √© a pessoa que escreveu e n√£o o colega para quem voc√™ desejou.

- Então, os alunos deverão realizar as tarefas.Certamente, haverá um pouco de rejeição ou vergonha, mas encorajem os alunos.

- Depois, falem: Esta é a finalidade da brincadeira: não desejar aos outros ou fazer algo com os outros, que você não gostaria para você.

- Para concluir, leiam:”E, como v√≥s quereis que os homens vos fa√ßam, da mesma maneira lhes fazei v√≥s tamb√©m” Lc¬† 6.31 Ou se preferir a vers√£o NTLH: “Fa√ßam aos outros a mesma coisa que querem que eles fa√ßam a voc√™s”.Ideia original desta t√©cnica desconhecidaEsta vers√£o da din√Ęmica por Sulamita Macedo
Texto de Reflex√£o

Para se Ter um Bom Relacionamento

- Coloque-se no lugar do outro para pelo menos tentar compreender o seu ponto de vista.

- A gentileza é fundamental para manter um bom convívio com as pessoas.

- √Č poss√≠vel discutir sem maltratar, sem ofender, sem atacar ou humilhar o outro.

- Confie e seja digno de confiança. Lembre-se, não basta parecer confiável e honesto, tem que ser confiável e honesto.

- Cultive o respeito m√ļtuo por meio de pequenas a√ß√Ķes no dia-a-dia.

- N√£o se envergonhe de pedir ajuda, sempre que for necess√°rio.

- N√£o se envergonhe de pedir desculpas, sempre que for necess√°rio.

- N√£o maltrate nem se deixe maltratar.

- Sorria, sempre! Para fazer cara feia, 72 m√ļsculos entram em a√ß√£o, para sorrir, apenas 23. Al√©m disso, o sorriso traz resultados mais agrad√°veis e positivos do que a cara feia.- Contribua com 100% para construir um √≥timo relacionamento!Autoria do texto desconhecida.
Din√Ęmica: Construindo Pontes

Objetivo:Concluir o estudo sobre a verdadeira sabedoria que se manifesta na pr√°tica.Enfatizar a import√Ęncia do bom trato com o pr√≥ximo.

Material:

Cadeiras

exto “A Ponte” para cada aluno(postado abaixo)

Procedimento:

- Falem: Vamos fazer de conta que voc√™s estavam discutindo sobre um determinado tema de conhecimento de todos, por√©m como havia opini√Ķes conflitantes, houve uma discuss√£o acalorada, e dessa forma o grupo se dividiu, se distanciando um do outro, n√£o se falando mais.

- Dividam a turma em 02 grupos.- Peçam para que fiquem um de frente para o outro, com um espaço livre entre eles.

- Depois, falem: Os grupos est√£o separados por causa de um problema de relacionamento, isto √©, discutiram e est√£o brigados por falta de bom trato com o pr√≥ximo que tinham opini√Ķes diferentes.

- Coloquem entre os alunos uma fila de cadeiras.

- Falem: Esta fila de cadeiras nos remete a empecilho de comunicação.

- Perguntem:O que pode ser modificado para que esta situa√ß√£o seja resolvida, de acordo com o que acabamos de estudar nesta li√ß√£o?Aguardem as sugest√Ķes.Espera-se que os alunos apresentem a ideia de que a fila de cadeiras seja retirada, promovendo um restabelecimento de comunh√£o entre os grupos e bom trato entre as pessoas.

- Depois, falem: O conhecimento sem o uso da sabedoria divina pode tornar as pessoas soberbas e de mal trato com os demais. Podemos ter conhecimento acompanhado de obras de mansidão, pois a sabedoria divina proporciona frutos de justiça que se semeia na paz, para os que praticam a paz(Tg 3. 13 e 18).

- Em seguida, leiam o texto¬†“A Ponte”(postado abaixo), para exemplificar o tema.

- Para finalizar, falem da import√Ęncia de n√£o construir cercas de separa√ß√£o, mas construir pontes que unam as pessoas.Que tal deixar que o carpinteiro Jesus trabalhe na nossa mente e atitudes para que sejamos promotores de pontes e n√£o de cercas?Que tal formar uma ponte entre os grupos, atrav√©s do abra√ßo?Por Sulamita Macedo.
Texto de Reflex√£o

A Ponte

Dois irm√£os que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desaven√ßa em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que come√ßou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras r√≠spidas, seguidas por semanas de total sil√™ncio.Numa manh√£, o irm√£o mais velho ouviu baterem na sua porta. Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramenta de carpinteiro na m√£o.- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez voc√™ tenha algum servi√ßo para mim.- Sim, disse o fazendeiro. Claro! V√™ aquela fazenda ali, al√©m do riacho? √Č do meu vizinho. Na realidade do meu irm√£o mais novo. N√≥s brigamos e n√£o posso mais suport√°-lo. V√™ aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.- Acho que entendo a situa√ß√£o, disse o carpinteiro. Mostre-me onde est√£o a p√° e os pregos.O irm√£o mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, n√£o acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi constru√≠da ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:- Voc√™ foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei.Mas as surpresas n√£o pararam a√≠. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irm√£o se aproximando de bra√ßos abertos. Por um instante, permaneceu im√≥vel do seu lado do rio. O irm√£o mais novo ent√£o falou:- Voc√™ realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.De repente, num s√≥ impulso, o irm√£o mais velho correu na dire√ß√£o do outro e abra√ßaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho partiu com sua caixa de ferramentas.- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para voc√™. E o carpinteiro respondeu:- Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…
Autoria do texto desconhecida.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz 

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A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Tiago 3:13-18
“Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria” (Tg 3:13).

INTRODUÇÃO

Dando continuidade ao estudo da Ep√≠stola de Tiago, estudaremos nesta Aula “a sabedoria como a habilidade de exercer uma √©tica correta com vistas a praticar o que √© certo. Veremos a pessoa s√°bia como algu√©m que se mostra madura em todas as circunst√Ęncias da vida, pois √© no cotidiano que a sabedoria do crente deve se mostrar”. A Carta de Tiago √© um conjunto de serm√Ķes que trata de modo muito pr√°tico a forma como um servo de Deus deve viver, e isso inclui agir com sabedoria em todos os momentos. Na vida crist√£ n√£o vale a m√°xima¬†fa√ßa¬†o que eu digo, mas n√£o fa√ßa o que eu fa√ßo.¬†Na vis√£o de Tiago, as atitudes corretas t√™m mais sentido do que palavras vazias e sem exemplo de vida.
I. A CONDUTA PESSOAL DEMONSTRA SE A NOSSA SABEDORIA √Č DIVINA OU DEMON√ćACA (Tg 3:13-15)
1. Sabedoria n√£o se mostra com discurso (Tg 3:13).¬†”Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria“.
Um crist√£o desejoso de crescer na vida crist√£ certamente privilegia a palavra falada e escrita. Lemos a B√≠blia e ouvimos as prega√ß√Ķes em nossas igrejas, e cremos que os discursos s√£o elementos de comunica√ß√£o que atingem sua finalidade: convencer pessoas e motiv√°-las a que tenham atitudes que agradem a Deus. Entretanto, devemos nos lembrar de que a sabedoria n√£o √© demonstrada apenas em nossos discursos, mas tamb√©m em nossas atitudes. Palavras, como diz a sabedoria popular, o vento leva. Entretanto, atitudes falam mais alto do que nossas pr√≥prias palavras, e ficam marcadas em nossas vidas.
Discursos, por mais elaborados que sejam, tornam-se inócuos se desprovidos de atitudes que os espelhem. Deus espera ver em nós atitudes condizentes com o que ensinamos e pregamos, para que a mensagem do evangelho seja não apenas um conjunto de palavras bem apresentadas, mas acima de tudo, o poder de Deus manifesto em nossas vidas, moldando-nos de acordo com a sua vontade e mostrando ao mundo a diferença que Deus faz. (1)
2. A inveja e fac√ß√£o (Tg 3:14).¬†“Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso cora√ß√£o, n√£o vos glorieis, nem mintais contra a verdade“.¬†Inveja e fac√ß√£o s√£o dois sentimentos que andam muito pr√≥ximos de n√≥s.
A inveja¬†√© caracterizada pelo desgosto que uma pessoa tem em rela√ß√£o a outra pessoa e contra o que¬†¬†essa outra pessoa possui. Diferente da arrog√Ęncia, que faz com que o arrogante veja outras pessoas como se ele estivesse em uma posi√ß√£o superior, o invejoso v√™ a si pr√≥prio como uma pessoa que est√° em posi√ß√£o inferior. Ele imagina que a pessoa alvo de seu sentimento n√£o √© digna de ter o que tem, e se imagina como merecedora daqueles talentos, dons ou bens que a pessoa tem.¬†(2)
O sentimento facccioso.¬†√Č outra caracter√≠stica de quem alega ter a sabedoria e n√£o¬†consegue demonstr√°-la na pr√°tica. A falsa sabedoria manifesta-se atrav√©s de um sentimento faccioso. H√° grandes feridas nos relacionamentos dentro das fam√≠lias e das igrejas. A palavra que Tiago usa,erithia, significa esp√≠rito de partidarismo. Subentende a inclina√ß√£o por usar meios indignos e divis√≥rios para promover os pr√≥prios interesses. Era a palavra usada por um pol√≠tico √† cata de votos. As pessoas est√£o a seu favor ou est√£o contra voc√™. Tiago, ent√£o, prop√Ķe √† igreja um desafio √†queles que afirmavam ter a verdadeira sabedoria: eles precisavam observar a verdadeira sabedoria que vem do C√©u.
Paulo alertou os crentes de Filipos sobre o perigo de estarem envolvidos na obra de Deus com motiva√ß√Ķes erradas: vangl√≥ria e partidarismo (cf Fp 2:3). Essa exorta√ß√£o √© bastante atual!
3. Sabedoria do alto e sabedoria diab√≥lica (Tg 3:15). “Essa n√£o √© a sabedoria que vem do alto, mas √© terrena, animal e diab√≥lica”.
De modo meio ir√īnico, Tiago agora compara a sabedoria possu√≠da por aquelas pessoas invejosas e facciosas com a sabedoria que desce l√° do alto. A verdadeira sabedoria, e as Escrituras deixam isso claro, procede somente de Deus:¬†“… o Senhor d√° a sabedoria” (Pv 2:6). √Č por isso que ela pode ser obtida apenas se a pedirmos a Deus (Tg 1:5).
A sabedoria que n√£o produz um bom estilo de vida (Tg 3:13) √©, em suma, caracterizada “pelo mundo, pela carne e pelo dem√īnio”. Em cada uma destas formas, ela √© a ant√≠tese direta da “sabedoria que desce l√° do alto” - celestial em natureza, espiritual em ess√™ncia e divina em sua origem.
II. ONDE PREVALECEM A INVEJA E SENTIMENTO FACCIOSO, PREVALECE TAMB√ČM O MAL (Tg 3:16)
“Porque, onde h√° inveja e esp√≠rito faccioso, a√≠ h√° perturba√ß√£o e toda obra perversa”.
1. A maldade do cora√ß√£o humano.¬†Uma das quest√Ķes mais dif√≠ceis com que temos de lidar √© a capacidade de o cora√ß√£o humano ser mal. H√° muitos gestos de bondade, generosidade e altru√≠smo ao longo da hist√≥ria em todas as culturas, mas h√° muito mais registros da capacidade m√° do homem agindo tanto em grupo quanto individualmente.
A maldade humana se desenvolve na mais tenra idade, e n√£o s√£o poucos os atos maldosos cometidos por crian√ßas e adolescentes. Veja o que est√° escrito em G√™nesis 8:21: “…¬†disse o SENHOR em seu cora√ß√£o: N√£o tornarei mais a amaldi√ßoar a terra por causa do homem, porque a imagina√ß√£o do cora√ß√£o do homem √© m√° desde a sua meninice...”. Assim sendo, a igreja deve investir com muita dedica√ß√£o na apresenta√ß√£o do evangelho tamb√©m para as crian√ßas, a fim de que ainda pequenas tenham a oportunidade de conhecer a Jesus Cristo e receberem a salva√ß√£o.
A maldade do cora√ß√£o humano √© vista n√£o apenas entre as pessoas que n√£o conheciam ao Senhor, mas igualmente entre o povo de Deus houve manifesta√ß√£o de maldades e de pensamentos ruins. Jeremias, usado por Deus, reclamou com os habitantes de Jerusal√©m sobre suas atitudes: “Lava o teu cora√ß√£o da malicia, √≥ Jerusal√©m, para que sejas salva; at√© quando permanecer√£o no meio de ti os teus maus pensamentos?” (Jr 4:14). Jeremias ainda reitera a capacidade m√° que o cora√ß√£o humano possui: “Enganoso √© o cora√ß√£o, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecer√°?” (Jr 17:9). Isso n√£o ocorreu somente com Israel, mas tamb√©m dentro da pr√≥pria igreja (Tg 3:12; 4:1-3; 2Co 12:20).
A maldade do cora√ß√£o humano, certamente, ter√° resultados terr√≠veis. Veja estas palavras do Senhor atrav√©s do Jeremias: “Eu, o SENHOR, esquadrinho o cora√ß√£o, eu provo os pensamentos; e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas a√ß√Ķes” (Jr 17:10).
2. A inveja e a fac√ß√£o instauram a desordem.¬†”…¬†a√≠ h√° perturba√ß√£o…”.¬†Inveja e sentimento faccioso s√£o evid√™ncias da falsa sabedoria. S√£o atitudes a serem evitadas pelos salvos em Cristo, pois, inevitavelmente, trazem desordem no meio do povo de Deus.
A fac√ß√£o √© o desejo de divis√£o. √Č aquele sentimento que n√£o se contenta em presenciar a unidade de um grupo. Pessoas unidas tendem a ser mais exitosas em seus intentos, mas grupos divididos n√£o costumam ter for√ßa suficiente para alcan√ßar desafios. Por isso o sentimento faccioso √© t√£o importante para Satan√°s. Ele sabe que quando h√° unidade na igreja local, as pessoas oram mais umas pelas outras, s√£o mais misericordiosas, ajudam-se e buscam sempre a solu√ß√£o de poss√≠veis conflitos, de forma que a igreja fica fortalecida. Mas se uma igreja √© dominada pelo esp√≠rito faccioso, n√£o poder√° crescer, mesmo que seja rica em dons e manifesta√ß√Ķes espirituais.
A igreja de Corinto √© um exemplo cl√°ssico¬†de comunidade que foi atingida pela desordem, fruto de fac√ß√Ķes. Nessa igreja encontravam-se crist√£os que haviam recebido dons espirituais de poder, elocu√ß√£o e de revela√ß√£o. Mas, desconhecia a forma correta de utiliza√ß√£o desses dons. Por causa disso, passou por diversos problemas, at√© que fosse orientada pelo ap√≥stolo Paulo n√£o apenas em rela√ß√£o ao uso correto dos dons, mas igualmente quanto √† pr√°tica da comunh√£o.
O problema não estava nos dons espirituais, pois eles foram dados por Deus para a edificação da igreja. O problema estava no partidarismo daquela congregação. Aqueles crentes eram muito divididos. Uns eram de Paulo, outros de Apolo, outros de Pedro e outros, de Jesus. Como pode uma igreja ser sadia se seus membros competem entre si, e trabalham em prol de grupos internos? O problema não eram os dons espirituais, e sim a desunião do grupo.
E o que dizer da inveja?¬†De acordo com Tiago, a inveja colabora com a perturba√ß√£o e toda obra perversa. Pessoas dominadas pela inveja n√£o conseguem contribuir nem com sua pr√≥pria vida nem com as pessoas que a cercam. A inveja faz a pessoa perder o foco em si mesma e em Deus, al√©m de fazer com que ela se concentre em outras pessoas, como se elas tivessem tudo e o invejoso, nada. Os talentos e bens dos outros s√£o o alvo dos invejosos, que buscam ter justamente aquilo que outras pessoas t√™m. N√£o raro, pessoas dominadas pela inveja n√£o desejam apenas ter o que o outro tem, mas se poss√≠vel, desejam ver aquela pessoa sem aquilo que tem. Quer dizer, n√£o basta para o invejoso ter alguma coisa; ele precisa ver o outro sem nada. Clique aqui para ler o texto completo »

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